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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A reforma do Serviço Nacional de Saúde e os Cuidados Continuados Integrados em saúde mental]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Évora Escola Superior de Enfermagem de São João de Deus ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ 
	    <p align="right"><b>EDITORIAL CONVIDADO</b></p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>A reforma do Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de e os Cuidados</b> <b>Continuados Integrados em sa&uacute;de mental</b></p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>The reform of the National Health Service and the Integrated Continuous Care in mental health</b></p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>La reforma del Sistema Nacional de Salud y los Cuidados Continuados Integrados en salud mental</b></p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>Manuel Lopes*</b></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>*Doutorado em Ci&ecirc;ncias de Enfermagem; Coordenador da Reforma do Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de para a &Aacute;rea dos Cuidados Continuados Integrados; Diretor e Professor Coordenador na Universidade de &Eacute;vora, Escola Superior de Enfermagem de S&atilde;o Jo&atilde;o de Deus, Largo do Senhor da Pobreza, 7000&#45;811 &Eacute;vora, Portugal. E&#45;mail: <a href="mailto:mjl@uevora.pt">mjl@uevora.pt</a>&nbsp;</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>

	    <p>A Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) foi criada atrav&eacute;s do Decreto&#45;Lei n&ordm; 101/2006 de 6 de Junho (Assembleia da Rep&uacute;blica, 2006) tendo como desiderato "a instaura&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de sa&uacute;de, integradas no Plano Nacional de Sa&uacute;de, e de pol&iacute;ticas de seguran&ccedil;a social que permitam: desenvolver a&ccedil;&otilde;es mais pr&oacute;ximas das pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de depend&ecirc;ncia; investir no desenvolvimento de cuidados de longa dura&ccedil;&atilde;o, promovendo a distribui&ccedil;&atilde;o equitativa das respostas a n&iacute;vel territorial; qualificar e humanizar a presta&ccedil;&atilde;o de cuidados; potenciar os recursos locais, criando servi&ccedil;os comunit&aacute;rios de proximidade, e ajustar ou criar respostas adequadas &agrave; diversidade que caracteriza o envelhecimento individual e as altera&ccedil;&otilde;es de funcionalidade". O objetivo geral definido para esta Rede foi "a presta&ccedil;&atilde;o de cuidados continuados integrados a pessoas que, independentemente da idade, se encontrem em situa&ccedil;&atilde;o de depend&ecirc;ncia" (art&ordm; 4&ordm;, n&ordm;1). Para esse objetivo contribuem "a reabilita&ccedil;&atilde;o, a readapta&ccedil;&atilde;o e a reintegra&ccedil;&atilde;o social" e "a provis&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de conforto e qualidade de vida, mesmo em situa&ccedil;&otilde;es irrecuper&aacute;veis" &#91;(art.&ordm; 5&ordm;, n&ordm; 1, a) e b)&#93;.</p>

	    <p>Dez anos ap&oacute;s a sua cria&ccedil;&atilde;o e no contexto de uma reforma global do SNS, importa repensar a Rede no sentido de a dotar de capacidade de resposta acrescida &agrave;s pessoas que, em qualquer momento do ciclo de vida, care&ccedil;am de reabilita&ccedil;&atilde;o e/ou readapta&ccedil;&atilde;o e reintegra&ccedil;&atilde;o social ou simplesmente de manuten&ccedil;&atilde;o de conforto e de qualidade de vida.</p>

	    <p>Pretende&#45;se alcan&ccedil;ar este desiderato atrav&eacute;s da cria&ccedil;&atilde;o de uma Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional, a qual, em articula&ccedil;&atilde;o com as respetivas tutelas e com todos os organismos e atores do sistema, liderar&aacute; a reforma da Rede, cumprindo assim o Programa do Governo para esta &aacute;rea.</p>

	    <p>Todavia, esta Coordena&ccedil;&atilde;o s&oacute; ser&aacute; efetiva se cumprir duas condi&ccedil;&otilde;es essenciais.</p>

	    <p>Primeiro, preservar a matriz essencial da RNCCI, ou seja, continuar a aprofundar de forma integrada as respostas sociais e da sa&uacute;de. Esta perspetiva &eacute; essencial porque permite trabalhar, em simult&acirc;neo, m&uacute;ltiplos determinantes da sa&uacute;de contribuindo assim para que o cerne das preocupa&ccedil;&otilde;es seja a pessoa e n&atilde;o a doen&ccedil;a.</p>

	    <p>Segundo, garantir um di&aacute;logo permanente com os outros dois n&iacute;veis de cuidados (Cuidados de Sa&uacute;de Prim&aacute;rios e Cuidados Hospitalares), com o objetivo de consolidar uma verdadeira continuidade ou trajet&oacute;ria de cuidados, atrav&eacute;s da qual o cidad&atilde;o circula em fun&ccedil;&atilde;o das suas necessidades, encontrando em cada momento a resposta que precisa.</p>

	    <p>Adicionalmente, esta Coordena&ccedil;&atilde;o tem como Miss&atilde;o a expans&atilde;o da capacidade de resposta da RNCCI, privilegiando a domicilia&ccedil;&atilde;o e as respostas comunit&aacute;rias e dando prioridade &agrave;s regi&otilde;es e &agrave;s respostas mais carenciadas.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As raz&otilde;es para o incremento da domicilia&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m, em primeira an&aacute;lise, a ver com a comodidade e bem&#45;estar do doente. Mas t&ecirc;m tamb&eacute;m a ver com o facto de a evid&ecirc;ncia emp&iacute;rica demonstrar que os cuidados prestados no domic&iacute;lio conseguem melhores resultados em sa&uacute;de e s&atilde;o consideravelmente mais econ&oacute;micos.</p>

	    <p>A aposta na domicilia&ccedil;&atilde;o exige o incremento do n&uacute;mero de Equipas de Cuidados Continuados Integrados, mas exige sobretudo a diversifica&ccedil;&atilde;o das suas compet&ecirc;ncias, pois s&oacute; assim levar&atilde;o cuidados de qualidade a casa das pessoas.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Os Cuidados Continuados em Sa&uacute;de Mental</b></p>

	    <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa com doen&ccedil;a mental grave, existe desde 2010 uma orienta&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica, traduzida no Decreto&#45;Lei n&ordm; 8/2010 de 28 de janeiro (Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2010), republicado pelo Decreto&#45;Lei n&ordm; 22/2011 de 10 de fevereiro (Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2011), para o desenvolvimento de respostas reabilitativas que atendam a situa&ccedil;&otilde;es de depend&ecirc;ncia e incapacidade psicossocial provocadas por essas situa&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas. Apesar disso estas respostas n&atilde;o foram ainda criadas. Todavia, a preval&ecirc;ncia anual das perturba&ccedil;&otilde;es mentais comuns em Portugal &eacute; muito elevada (22,9%), perspetivando&#45;se que a dimens&atilde;o das perturba&ccedil;&otilde;es mais graves ronde os 4% (Dire&ccedil;&atilde;o&#45;Geral da Sa&uacute;de, 2014), situa&ccedil;&otilde;es de que resultam a maior parte das condi&ccedil;&otilde;es de incapacidade psicossocial moderada e grave. O peso da incapacidade medido em DALY&rsquo;s (anos de vida ajustados &agrave; incapacidade) e em YLD&rsquo;s (anos vividos com incapacidade), de acordo com as estimativas para 2010 (sem grande varia&ccedil;&atilde;o nas estimativas para 2013) do Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME, 2016), foram respetivamente de 11,75%, o segundo maior valor entre os 9 Programas Nacionais de Sa&uacute;de Priorit&aacute;rios, e de 20,55%, um valor muito superior ao de qualquer outro dos Programas Priorit&aacute;rios. Acresce a estes dados o elevado n&uacute;mero de pessoas com internamento superior a 365 dias (cerca de 3500 no setor social). &Eacute;, pois, este o panorama que imp&otilde;e o desenvolvimento dos Cuidados Continuados Integrados para a Sa&uacute;de Mental.</p>

	    <p>Tal como assinala o Plano Global da Sa&uacute;de Mental 2013&#45;2020 da OMS (World Health Organization, 2013), os problemas de sa&uacute;de mental s&atilde;o respons&aacute;veis por uma alta taxa de incapacidade, para a qual contribuem m&uacute;ltiplos fatores individuais, sociais, culturais, econ&oacute;micos, pol&iacute;ticos e ambientais. Deste modo a resposta deve ser multissectorial, estar localizada na comunidade e estimular a participa&ccedil;&atilde;o dos utentes e seus familiares. O desenvolvimento de unidades e equipas de reabilita&ccedil;&atilde;o psicossocial que assegurem um suporte de longa dura&ccedil;&atilde;o, numa l&oacute;gica de proximidade, de maior acessibilidade aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de mental, de mobiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos da comunidade que procurem a adapta&ccedil;&atilde;o das respostas a problemas espec&iacute;ficos da pessoa em causa, estimulando a autonomia e a tomada de decis&atilde;o no seu processo reabilitativo, &eacute; facilitador da sua inclus&atilde;o e caracteriza a resposta dos cuidados continuados integrados para a sa&uacute;de mental, cumprindo simultaneamente um dos objetivos do Plano Nacional de Sa&uacute;de Mental 2007&#45;2016 (Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2007), bem como do prolongamento do mesmo para o per&iacute;odo de 2016&#45;2020.</p>

	    <p>Neste contexto, o XXI Governo Constitucional no seu programa estabelece como prioridade expandir e melhorar a integra&ccedil;&atilde;o da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e de outros servi&ccedil;os de apoio &agrave;s pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de depend&ecirc;ncia, determinando que para isso &eacute; fundamental o refor&ccedil;o da componente de sa&uacute;de mental nesta Rede.</p>

	    <p>O Decreto&#45;Lei n.&ordm; 8/2010, de 28 de janeiro (Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2010), alterado e republicado pelo Decreto&#45;Lei n.&ordm; 22/2011, de 10 de fevereiro (Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2011), conjuntamente com o Decreto&#45;Lei n.&ordm; 136/2015, de 28 de julho (Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2015), definiu as unidades e equipas de cuidados continuados integrados de sa&uacute;de mental, para pessoas com doen&ccedil;a mental grave de que resulte incapacidade mental para a popula&ccedil;&atilde;o adulta e para a inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.</p>

	    <p>Por sua vez a Portaria 149/2011 de 8 de abril (Minist&eacute;rio do Trabalho e Seguran&ccedil;a Social e Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2011), estabelece a coordena&ccedil;&atilde;o nacional, regional e local das unidades e equipas prestadoras de cuidados continuados integrados de sa&uacute;de mental, bem como as condi&ccedil;&otilde;es de organiza&ccedil;&atilde;o e o funcionamento das unidades e equipas prestadoras de cuidados continuados integrados de sa&uacute;de mental para a popula&ccedil;&atilde;o adulta e para a inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia. Ap&oacute;s cinco anos da entrada em vigor da referida portaria, importa proceder &agrave; altera&ccedil;&atilde;o da mesma, atualizar e adaptar a coordena&ccedil;&atilde;o das unidades e equipas de cuidados continuados integrados de sa&uacute;de mental, assim como rever as condi&ccedil;&otilde;es de organiza&ccedil;&atilde;o e funcionamento das referidas unidades e equipas, a capacidade e adequa&ccedil;&atilde;o dos profissionais que as integram, bem como definir as condi&ccedil;&otilde;es de instala&ccedil;&atilde;o.</p>

	    <p>Assim, a resposta de Cuidados Continuados em Sa&uacute;de Mental assumir&aacute; uma orienta&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica de proximidade (domic&iacute;lio e comunidade), concretizada atrav&eacute;s de equipas multidisciplinares em estreita articula&ccedil;&atilde;o com os Servi&ccedil;os Locais de Sa&uacute;de Mental. Esta resposta ter&aacute; como finalidade a presta&ccedil;&atilde;o de apoio psicossocial e de cuidados m&eacute;dicos e de enfermagem, o refor&ccedil;o das compet&ecirc;ncias, a reabilita&ccedil;&atilde;o, a recupera&ccedil;&atilde;o e integra&ccedil;&atilde;o social das pessoas com incapacidade psicossocial, bem como a promo&ccedil;&atilde;o e refor&ccedil;o das capacidades das fam&iacute;lias que lidam com estas situa&ccedil;&otilde;es.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Estas estruturas multidisciplinares que prestam cuidados continuados integrados de sa&uacute;de mental s&atilde;o de tr&ecirc;s tipos: equipas de apoio domicili&aacute;rio, unidades s&oacute;cio&#45;ocupacionais e unidades residenciais. As equipas de apoio domicili&aacute;rio atuam nos domic&iacute;lios, auxiliam na supervis&atilde;o e gest&atilde;o da medica&ccedil;&atilde;o e asseguram o apoio regular nos cuidados pessoais e nas atividades da vida di&aacute;ria, gest&atilde;o dom&eacute;stica e financeira, compras, confe&ccedil;&atilde;o de alimentos, tratamento de roupas, manuten&ccedil;&atilde;o da habita&ccedil;&atilde;o, utiliza&ccedil;&atilde;o dos transportes p&uacute;blicos e outros recursos comunit&aacute;rios. As unidades s&oacute;cio &#45;ocupacionais localizam&#45;se na comunidade e t&ecirc;m como destinat&aacute;rios pessoas com moderado e reduzido grau de incapacidade psicossocial, com disfuncionalidades na &aacute;rea relacional, ocupacional e de integra&ccedil;&atilde;o social. Estas unidades t&ecirc;m por finalidade a promo&ccedil;&atilde;o da autonomia, a estabilidade emocional e a participa&ccedil;&atilde;o social, com vista &agrave; integra&ccedil;&atilde;o social, familiar e profissional. Por &uacute;ltimo, as unidades residenciais, que apresentam diferentes n&iacute;veis de intensidade, localizam&#45;se preferencialmente na comunidade e asseguram a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os m&eacute;dicos, de enfermagem e sociais, s&atilde;o de quatro tipos: as resid&ecirc;ncias de treino de autonomia, as resid&ecirc;ncias aut&oacute;nomas de sa&uacute;de mental, as resid&ecirc;ncias de apoio moderado e as resid&ecirc;ncias de apoio m&aacute;ximo.</p>

	    <p>As resid&ecirc;ncias de treino de autonomia t&ecirc;m por finalidade a reintegra&ccedil;&atilde;o social e familiar das pessoas com incapacidade psicossocial, preparando&#45;as para o regresso ao domic&iacute;lio. As resid&ecirc;ncias aut&oacute;nomas de sa&uacute;de mental t&ecirc;m por finalidade proporcionar suporte residencial com vista &agrave; integra&ccedil;&atilde;o em atividades de socializa&ccedil;&atilde;o e de forma&ccedil;&atilde;o profissional ou emprego, a melhoria da qualidade de vida e maior participa&ccedil;&atilde;o social. As resid&ecirc;ncias de apoio moderado t&ecirc;m por finalidade proporcionarem cuidados que permitam a manuten&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento das compet&ecirc;ncias do doente, proporcionando&#45;lhe melhor qualidade de vida e promovendo a integra&ccedil;&atilde;o s&oacute;cio&#45;ocupacional. E, finalmente, as resid&ecirc;ncias de apoio m&aacute;ximo destinam&#45;se a pessoas com elevado grau de incapacidade e t&ecirc;m por finalidade proporcionar cuidados que previnam e retardem o agravamento da situa&ccedil;&atilde;o de depend&ecirc;ncia.</p>

	    <p>Pretende&#45;se assim dar resposta integrada e articulada &agrave;s pessoas com depend&ecirc;ncia psicossocial concretizando medidas que materializam uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de dignidade e de respeito devido a estas pessoas.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas</b></p>

	    <p>Assembleia da Rep&uacute;blica. (2006). Decreto&#45;Lei n.<sup>o</sup> 101/2006, <i>1<sup>a</sup> S&eacute;rie Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica</i> 3856&#150;3865. Acedido em <a href="http://www.adse.pt/document/Decreto_Lei_101_2006.pdf"target="_blank">http://www.adse.pt/document/Decreto_Lei_101_2006.pdf</a></p>

	    <!-- ref --><p>Dire&ccedil;&atilde;o&#45;Geral da Sa&uacute;de. (2014). <i>Sa&uacute;de Mental em n&uacute;meros &#150; 2014</i>. Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1199760&pid=S1647-2160201600010000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Institute for Health Metrics and Evaluation. (2016). <i>Global Burden of Disease (GBD 2010)</i>. Acedido a 1 de maio, 2016, em <a href="http://vizhub.healthdata.org/gbd&#45;compare/"target="_blank">http://vizhub.healthdata.org/gbd&#45;compare/</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1199762&pid=S1647-2160201600010000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. (2007). <i>Plano nacional de sa&uacute;de mental 2007&#45;2016</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1199763&pid=S1647-2160201600010000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Portugal.</p>

	    <p>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. (2010). Decreto&#45;Lei n.<sup>o</sup> 8/2010 de 28 de Janeiro, Pub. L. No. <i>Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica, 1.<sup>a</sup> s&eacute;rie</i> &#151; N.<sup>o</sup> 19 &#151; 28 de Janeiro de 2010. Portugal. Acedido em <a href="http://www.acss.min&#45;saude.pt/Portals/0/unidequipassaudemental.pdf"target="_blank">http://www.acss.min&#45;saude.pt/Portals/0/unidequipassaudemental.pdf</a></p>

	    <p>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. (2011). Decreto&#45;Lei n.<sup>o</sup> 22/2011 de 10 de Fevereiro, Pub. L. No. <i>Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica, 1.<sup>a</sup> s&eacute;rie</i> &#151; N.<sup>o</sup> 29 &#151; 10 de Fevereiro de 2011. Portugal. Acedido em <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2013/res0466_12_12_2012.html"target="_blank">http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2013/res0466_12_12_2012.html</a></p>

	    <p>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. (2015). Decreto&#45;Lei n.<sup>o</sup> 136/2015, de 28 de julho, Pub. L. No. <i>Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica, 1.<sup>a</sup> s&eacute;rie</i> &#151; N.<sup>o</sup> 145 &#151; 28 de julho de 2015. Portugal. Acedido em <a href="https://dre.pt/application/conteudo/69879425"target="_blank">https://dre.pt/application/conteudo/69879425</a></p>

	    <p>Minist&eacute;rio do Trabalho e Seguran&ccedil;a Social e Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. (2011). Portaria n.<sup>o</sup> 149/2011 de 8 de Abril, Pub. L. No. <i>Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica, 1.<sup>a</sup> s&eacute;rie</i> &#151; N.<sup>o</sup> 70 &#151; 8 de Abril de 2011. Portugal. Acedido em <a href="http://www.acss.min&#45;saude.pt/Portals/0/0208502096.pdf"target="_blank">http://www.acss.min&#45;saude.pt/Portals/0/0208502096.pdf</a></p>

	    <!-- ref --><p>World Health Organization. (2013). <i>Mental Health Action Plan 2013&#45;2020</i>. <i>WHO Library Cataloguing&#45;in&#45;Publication DataLibrary Cataloguing&#45;in&#45;Publication Data</i>. Acedido em <a href="http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/89966/1/9789241506021_eng.pdf?ua=1%5Cnhttp://apps.who.int/iris/bitstream/10665/89966/1/9789241506021_eng.pdf"target="_blank">http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/89966/1/9789241506021_eng.pdf?ua=1%5Cnhttp://apps.who.int/iris/bitstream/10665/89966/1/9789241506021_eng.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1199769&pid=S1647-2160201600010000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body><back>
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