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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This paper describes theanalysis of somegraffitiinurban interventionsand exhibitionsof the artistin private placesDrikaChagas. In orderto present thelocalexpression for women, female charactersgraffitiwill bethe main approach, as the urban woman of the Amazon in northernBrazil.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>LUGAR</b>    <br> </p>       <p><b>A mulher e a arte urbana amaz&ocirc;nica:  O grafite feminino de Drika Chagas</b> </p>     <p> <b>Women andurban Amazonian art: the graffitifemale artist DrikaChagas </b>     <p>&nbsp;</p> </p>     <p> <b>Sissa Aneleh Batista de Assis&#42;</b> </p>     <p> &#42;Brasil, cineasta, documentarista e actriz. Mestrado em Artes, Universidade Federal do Par&aacute; (UFPA). P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Gest&atilde;o e Produ&ccedil;&atilde;o Culturalpela Universidade Est&aacute;cio de S&aacute; no Rio de Janeiro.  </p>    <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b>    <br> Este artigo consiste na an&aacute;lise de alguns grafites em intervenc&otilde;es urbanas e exposi&ccedil;&otilde;es em lugares privados da artistaDrika Chagas. Com o intuito de apresentar a express&atilde;o feminina local, suas personagens femininas grafitadas ser&atilde;o a abordagem principal, como as mulheres amaz&ocirc;nicas urbanasdo Norte do Brasil.   </p>     <p> <b>Palavras-chave: </b>Amaz&ocirc;nia, Arte urbana, grafite, feminino.  </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </p>     <p> <b>ABSTRACT</b>    <br>This paper describes theanalysis of somegraffitiinurban interventionsand exhibitionsof the artistin private placesDrikaChagas. In orderto present thelocalexpression for women, female charactersgraffitiwill bethe main approach, as the urban woman of the Amazon in northernBrazil. </p>     <p> <b>Keywords: </b>Amazon,urbanart, graffiti, female. </p>     <p>&nbsp;</p> </p>     <p> <b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Drika Chagas nasceu em 1985 na cidade de Bel&eacute;m, onde vive e trabalha atualmente como artista grafiteira. Graduou-se pela Universidade Federal do Par&aacute; em Artes Pl&aacute;sticas e conheceu o grafite aos 15 anos de idade. Possuindo trabalhos em exposi&ccedil;&otilde;es coletivas nos espa&ccedil;os culturais da capital, como na exposi&ccedil;&atilde;o coletiva <i>Indicial- Fotografia Paraense Contempor&acirc;nea,</i> realizada em 2010. Al&eacute;m de exposi&ccedil;&otilde;es individuais e trabalhos nos muros da cidade de Bel&eacute;m que ser&atilde;o o principal objeto de an&aacute;lise para este artigo.     <p>&nbsp;</p> </p>     <p> <b>1. O grafite feminino de Drika Chagas</b> </p>     <blockquote><i>Desde a pr&eacute;-hist&oacute;ria, o homem come, fala, dan&ccedil;a e grafita. </i>     <br>&#150; Maur&iacute;cio Villa&ccedil;a (primeiro grafiteiro brasileiro)</blockquote>     <p> A artista Drika Chagas apresenta seus grafites em novas formas estil&iacute;sticas e potencialidades expressivas do feminino, tendo os seus desenhos registrados nas ruas, galerias, espa&ccedil;os privados e inusitados da cidade de Bel&eacute;m. Afirmando a crescente presen&ccedil;a feminina na arte do grafite. Com liberdade anal&iacute;tica para afirmar isso, o grafite feminino est&aacute; se disseminando pelo Brasil com estiliza&ccedil;&otilde;es peculiares do universo feminino produzido pelo olhar das artistas dessa arte, como as bonecas de olhos grandes, tra&ccedil;os finos e cores fortes grafitadas h&aacute; 15 anos pela artista pl&aacute;stica e grafiteira Nina Pandolfo (1977). Diante do ambiente da arte do grafitemajoritariamente masculino, a presen&ccedil;a das mulheres desenvolveu outros olhares. Uma das conquistas da arte urbana do grafite foi a cria&ccedil;&atilde;o de uma galeria de rua aberta a todos, como afirmou Celso Gitahy (1968), artista pl&aacute;stico e grafiteiro: </p>     <blockquote> <i>O graffiti veio para democratizar a arte, na medida em que acontece de forma arbitr&aacute;ria e descomprometida com qualquer limita&ccedil;&atilde;o espacial ou ideol&oacute;gica. Todos os segmentos sociais podem vir a ser lidos pelos artistas do graffiti, assim como seus s&iacute;mbolos espalhados pela cidade podem ser lido por todos. </i> (Gitahy, 1999: 13). </blockquote>     <p> Nas express&otilde;es pl&aacute;sticas das pe&ccedil;as de Chagas podemos observar influ&ecirc;ncias tem&aacute;ticas dos grafites da d&eacute;cada de 1980, como as obras de um dos precursores do movimento, o artista americano Jean-Michel Basquiat (1960-1990), que se apropriava de &iacute;cones e s&iacute;mbolos regionais de diversas culturas para represent&aacute;-los em seus desenhos. Segundo a concep&ccedil;&atilde;o de Nestor Canclini (2003: 338) &#34;o grafite &eacute; um meio sincr&eacute;tico e transcultural&#34;, o que nos faz perceber que ele &eacute; um modo de &#39;assumir as novas rela&ccedil;&otilde;es entre o privado e o p&uacute;blico, entre vida cotidiana e a pol&iacute;tica&#39; (2003: 339). Portanto, Chagas se mant&eacute;m no lugar a que pertence a sua cultura, abrindo di&aacute;logos com as comunidades urbanas locais, recriando a cena cultural da cidade e reafirmando que &#39;Grafites, cartazes comerciais, manifesta&ccedil;&otilde;es sociais e pol&iacute;ticas, monumentos: linguagens que representam as principais for&ccedil;as que atuam na cidade&#39; (Canclini, 2003: 301). Para Gitahyo grafite &eacute; din&acirc;mico, interativo e se expande indefinidamente:  </p>     <blockquote> <i>O grafite dialoga com a cidade, na busca n&atilde;o da perman&ecirc;ncia, enquanto significado de arte consagrada de uma &eacute;poca, mas de expans&atilde;o, da arte que exercita a comunica&ccedil;&atilde;o e faz propostas ao meio, de forma interativa. As cidades n&atilde;o s&atilde;o s&oacute; o suporte, mas os tons das tintas e os movimentos todos do surpreendente imagin&aacute;rio humano. &#34;O que est&aacute; dentro fica, o que est&aacute; fora se expande&#34; (grupos 3n&oacute;s3) </i> (Gitahy 1999: 74). </blockquote>     <p> Chagas nos apresenta uma arte posicionada no p&oacute;sgrafite com t&eacute;cnicas e est&eacute;ticas mais refinadas; o uso de est&ecirc;nceis &eacute; predominante e a escolha tem&aacute;tica &eacute; relacionada em grande parte ao universo regional em que ela vive. Entretanto, mais influ&ecirc;ncias podem ser notadas nos trabalhos da artista, como o muralismo contempor&acirc;neo, a pop art, os grafites em lugares inusitados e inesperados das obras do artista ingl&ecirc;s Banksy (1974); e, ainda, na inspira&ccedil;&atilde;o visivelmente declarada pelas cores e personagens nacionalizados dos artistas brasileiros Os G&ecirc;meos, Gustavo e Ot&aacute;vio (1975), realizando uma <i>collage</i> do grafite primitivo de rua a objetos do cotidiano destinados a serem ready-mades &#8211; madeira, cadeira, porta &#8211; al&eacute;m de transpassar os limites das paredes das galerias e muros das ruas da cidade de Bel&eacute;m. Essa fus&atilde;o de linguagens &eacute; aceit&aacute;vel, segundo Canclini, porque o grafite &eacute; uma linguagem constitucionalmente h&iacute;brida, como uma escritura territorial pertencente &agrave; cidade, expressando o estilo, pensamentos e modos de ser de seu produtor (Canclini, 2003).  </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <b>1.1A mulher amaz&oacute;nica grafitada</b> </p>     <p> Em suas pe&ccedil;as &eacute; predominante desenhos de personagens femininos, como a mulher amaz&ocirc;nica urbana ea mulherpopular com s&iacute;mbolos e cores vigorosas da cultura paraense. As ilustra&ccedil;&otilde;es caligr&aacute;ficas s&atilde;o representantes leg&iacute;timas de uma cultura est&eacute;tica, feminina e social, voltada para a express&atilde;o feminina na Amaz&ocirc;nia. Sob meu ponto de vista, uma das representantes da mulher paraense e da cultura popular da regi&atilde;o Norte em express&atilde;o contempor&acirc;nea &eacute; o grafite <i>Banho de Cheiro</i> (<a href="#f1">Figura 1</a>), da interven&ccedil;&atilde;o de rua <i>Ver-o-risco</i> realizada no dia 27 de mar&ccedil;o de 2011 &#8211; dia nacional do grafite.  </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"><img src="/img/revistas/est/v3n5/3n5a15f1.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p> Chagas trouxe o olhar sobre a mulher amaz&ocirc;nica que vive na regi&atilde;o Norte do Brasil. As personagens femininas caricaturadas da artista se conjugam em harmonia com novas formas do feminino dadas para as imagens da cultura paraense.A prociss&atilde;o religiosa C&iacute;rio de Nazar&eacute; (atualmente considerada por muitos estudiosos a maior prociss&atilde;o religiosa do Brasil e maior evento religioso do mundo)foi uma das refer&ecirc;ncias locais usadas pela artista na exposi&ccedil;&atilde;o <i>Cidade Labirinto</i>, realizada em Bel&eacute;m, em 2011. Uma das personagens da exposi&ccedil;&atilde;o foi inspirada em sua av&oacute; (<a href="#f2">Figura 2</a>), que &eacute; devota da Virgem Maria de Nazar&eacute; homenageada na prociss&atilde;o.  </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"><img src="/img/revistas/est/v3n5/3n5a15f2.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p> A identidade religiosa do povo paraense est&aacute; na personagem estilizada e vestida com um manto &#8211; que lembra a veste usada pela imagem da Virgem de Nazar&eacute; &#8211;que representa a f&eacute; religiosa da cultura regional do Par&aacute;mais reconhecida mundialmente. &Eacute; uma mulher de caracter&iacute;sticas sacrossantas e com um ar imaculado que nos faz imaginar que o Par&aacute; tem uma alma feminina em todos os outubros em que a prociss&atilde;o se realiza anualmente desde 1793. </p>     <p> Nos desenhos da artista visualizamos um grafite pict&oacute;rico, unindo equilibradamente <i>collage,ready-mades</i> (heran&ccedil;as das artes pl&aacute;sticas) e algumas vezes seus desenhos est&atilde;o em lugares inabituais do grafite da primeira gera&ccedil;&atilde;o de rua. Podemos tamb&eacute;m conferir a mulher urbana moderna de umas das v&aacute;rias figuras femininas da artista (<a href="#f3">Figura 3</a>), apresentada na exposi&ccedil;&atilde;o Encomodo &#8211; a primeira exposi&ccedil;&atilde;o individual da artista realizada em um bar da capital paraense, Taberna S&atilde;o Jorge, em 2010.   </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3"><img src="/img/revistas/est/v3n5/3n5a15f3.jpg"></a> </p>     
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<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p> Considero um trabalho de grafite em linguagem expandida, tridimensional, que em parte se materializa em objetos ver&iacute;dicos fora da parede grafitada, enquanto a outra pertence unicamente &agrave; mulher plasmada em sensualidade, criada para dominar a parede e quem a observa. A plenitude da forma pl&aacute;stica &eacute; iluminada por uma luz direta como um quadro em uma exposi&ccedil;&atilde;o.  </p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b>Conclus&atilde;o</b> </p>     <p> As contribui&ccedil;&otilde;es do trabalho de Chagas para a constru&ccedil;&atilde;o da arte do grafite no Estado do Par&aacute; v&atilde;o muito al&eacute;m das fronteiras territoriais. Seus desenhos permitem um novo percurso do olhar numa est&eacute;tica mais sens&iacute;vel e feminina para esta express&atilde;o art&iacute;stica. A artistacontribui com maestria para compor a diversidade de um grafite de marca brasileira com tra&ccedil;os origin&aacute;rios das m&uacute;ltiplas culturas do pa&iacute;s. Da mesma atitude dos grafiteiros Os G&ecirc;meos que abriram as portas da percep&ccedil;&atilde;o para que o grafite brasileiro fosse reconhecido em qualquer lugar do mundo ao traduzirem para o amarelo-manga, azul c&eacute;u-aberto e verde de todas as tonalidades das cores da natureza brasileira, deixando a marca do pa&iacute;s num tipo de arte cuja g&ecirc;nese &eacute; norte-americana e europeia. &Eacute; o grafite brasileiro encontrando o seu lugar original entre tra&ccedil;os, cores e cen&aacute;rios locais.      <p>&nbsp;</p> </p>     <p> <b>Refer&ecirc;ncias</b> </p>     <!-- ref --><p> Canclini, N&eacute;stor Garc&iacute;a (2001). <i>Culturas H&iacute;bridas &#8211; estrat&eacute;gias para entrar e sair da modernidade</i>. S&atilde;o Paulo: EDUSP. ISBN: 978-85-314-0382-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1442064&pid=S1647-6158201200010001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p> Chagas, Drika (2010) Exposi&ccedil;&atilde;o <i>Encomodo</i>, Bel&eacute;m, Brasil. &#91;Consult. 2012-01-15&#93; Fotografia. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.flickr.com/photos/drikachagas" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/drikachagas</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1442066&pid=S1647-6158201200010001500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> Chagas, Drika (2011a) Grafite de rua <i>Banho de Cheiro</i>, Bel&eacute;m, Brasil. &#91;Consult. 2012-01-15&#93; Fotografia. Dispon&iacute;vel em <a href="http://drikachagas.com.br/atelie/" target="_blank"> http://drikachagas.com.br/atelie/</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1442067&pid=S1647-6158201200010001500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> Chagas, Drika (2011b) Exposi&ccedil;&atilde;o <i>Cidade Labirinto</i>, Bel&eacute;m, Brasil. &#91;Consult. 2012-01-15&#93; Fotografia. Dispon&iacute;vel em <a href="http://drikachagas.com.br/atelie/" target="_blank">http://drikachagas.com.br/atelie/</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1442068&pid=S1647-6158201200010001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> Gitahy, Celso (1999). <i>O que &eacute; graffiti</i>. S&atilde;o Paulo: Brasiliense. ISBN: 85-11-00049-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1442069&pid=S1647-6158201200010001500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->   </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Artigo completo submetido em 20 de janeiro e aprovado em 8 de fevereiro de 2012.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> <a name="c0"></a></p>     <p><a name = "c0">Correio</a> eletr&oacute;nico: <a href="mailto:sissadeassis@yahoo.com.br"> sissadeassis@yahoo.com.br</a> (Sissa de Assis).</p>     ]]></body>
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