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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This paper presents the analysis of the contemporary work of art Symbiosis from the Brazilian visual artist Roberta Carvalho. The project is a search for new media to the arts, and explores the impact of new artistic practices by interfering in local daily urban life and establishing a different kind of relationship between the artist and the contemporary technology in order to promote interaction between art, technology and nature.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>TROPICALTERIDADE</b>    <br> </p>       <p><b>A simbiose visual de Roberta Carvalho: a &aacute;rvore humana na arte contempor&acirc;nea da Amaz&ocirc;nia brasileira</b> </p>     <p> <b>The visual symbiosis of Roberta Carvalho: the human tree in the contemporary art of the Brazilian Amazon</b>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b>Sissa Aneleh Batista de Assis&#42;</b> </p>     <p> &#42;Brasil, cineasta, documentarista e actriz. Mestrado em Artes, Universidade Federal do Par&aacute; (UFPA). P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Gest&atilde;o e Produ&ccedil;&atilde;o Cultural pela Universidade Est&aacute;cio de S&aacute; no Rio de Janeiro.  </p>    <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b>    <br> Este artigo consiste na an&aacute;lise da obra de arte contempor&acirc;nea brasileira Symbiosis da artista visual Roberta Carvalho. O projeto nos transmite a busca por novos suportes para a arte, o impacto das novas pr&aacute;ticas art&iacute;sticas ao interferir no cotidiano da vida urbana local e uma diferente forma de rela&ccedil;&atilde;o do artista contempor&acirc;neo com a tecnologia ao provocar uma intera&ccedil;&atilde;o entre arte, tecnologia e natureza. </p>     <p> <b>Palavras-chave:</b> Artes Visuais, Arte Contempor&acirc;nea, Natureza, Est&eacute;tica.      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b>ABSTRACT</b>    <br> This paper presents the analysis of the contemporary work of art Symbiosis from the Brazilian visual artist Roberta Carvalho. The project is a search for new media to the arts, and explores the impact of new artistic practices by interfering in local daily urban life and establishing a different kind of relationship between the artist and the contemporary technology in order to promote interaction between art, technology and nature. </p>     <p> <b>Keywords: </b> Visual Arts, Contemporary Art, Nature, Aesthetics.      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <b>Introdu&ccedil;&atilde;o </b>      </p>          <p>      Roberta Carvalho nasceu em 1980 na cidade de Bel&eacute;m, onde vive e trabalha atualmente como artista multim&iacute;dia, designer e produtora independente. Graduou-se pela Universidade Federal do Par&aacute; em Artes Visuais em 2010. Conquistou pr&ecirc;mios nacionais e fez parte da publica&ccedil;&atilde;o de mapeamento da arte contempor&acirc;nea brasileira em <i>Sequestros: Imagem na Arte Contempor&acirc;nea</i> do autor paraense Orlando Maneschy, publicada em 2007 pela editora Edupfa. Na exposi&ccedil;&atilde;o <i>Contiguidades: Dos Anos 1970 aos Anos 2000</i>, realizada no Museu Hist&oacute;rico do Estado do Par&aacute; em 2008, artista representou a gera&ccedil;&atilde;o do ano 2000 participou com o projeto <i>Symbiosis</i>, o qual foi escolhido para ser analisado neste artigo.       </p>          <p>       A artista utiliza a tecnologia nas novas pr&aacute;ticas art&iacute;sticas contempor&acirc;neas, diversificando a produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica da cidade, promovendo um olhar atualizado e plural sobre a Amaz&ocirc;nia brasileira em uma express&atilde;o art&iacute;stica multim&iacute;dia com o uso de proje&ccedil;&otilde;es. Al&eacute;m de lan&ccedil;ar um olhar feminino ao provocar uma diferente tradu&ccedil;&atilde;o das t&eacute;cnicas e pr&aacute;ticas art&iacute;sticas contempor&acirc;neas. Este trabalho pretende contribuir para o desenvolvimento de novas leituras e interpreta&ccedil;&otilde;es sobre o universo art&iacute;stico em outras regi&otilde;es do Brasil. </p>          <p>&nbsp;</p>          <p>     <b>1. A fus&atilde;o entre Arte e Natureza</b>      </p>          <p>      O projeto <i>Symbiosis</i> consiste em proje&ccedil;&otilde;es de imagens videogr&aacute;ficas e fotogr&aacute;ficas de rostos humanos mapeados em copas de &aacute;rvores. H&aacute; cincos anos a artista exp&otilde;e o projeto em centros urbanos, pra&ccedil;as, lugares tur&iacute;sticos, espa&ccedil;os abertos de festivais de arte, entre outros lugares arborizados que foram e s&atilde;o alvos do projeto. O rosto feminino &eacute; predominante nas proje&ccedil;&otilde;es, como podemos ver o pr&oacute;prio rosto da artista (<a href="#f1">Figura 1</a>) em uma das proje&ccedil;&otilde;es realizadas em Bel&eacute;m, no primeiro semestre de 2011.  </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"><img src="/img/revistas/est/v3n5/3n5a18f1.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>          <p>      O nascimento humano tamb&eacute;m foi representado na a&ccedil;&atilde;o <i>Symbiosis</i>, (re) nascer (<a href="#f2">Figura 2</a>) realizada em Bel&eacute;m tamb&eacute;m no ano de 2011. Por&eacute;m, nessa interven&ccedil;&atilde;o quem gera um ser humano &eacute; o &uacute;tero de uma &aacute;rvore, protegendo-o com seus galhos, penachos e nutrindo-o com sua pr&oacute;pria vida, enquanto esse ser vivo estiver ali, o que nos remete ao estado de primeira inf&acirc;ncia, ao suspeitar em um sem-n&uacute;mero de alegrias, que a M&atilde;e-Natureza possa ser a verdadeira m&atilde;e da humanidade.   </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"><img src="/img/revistas/est/v3n5/3n5a18f2.jpg"></a>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>          <p>       Neste vi&eacute;s de intera&ccedil;&atilde;o semi&oacute;tica local, Carvalho posiciona a sua obra na esfera da est&eacute;tica relacional que envolve o local da a&ccedil;&atilde;o, o p&uacute;blico e o meio ambiente como suporte. O te&oacute;rico franc&ecirc;s Nicolas Bourriaud (1965) ao analisar a est&eacute;tica relacional, as formas e o olhar do outro nessa intera&ccedil;&atilde;o mutual&iacute;stica, encontrou uma interdepend&ecirc;ncia da obra que nos olha ao mesmo tempo em que a olhamos.  </p>     <blockquote><i>Se, como escreve Serge Daney, &#39;toda forma &eacute; um rosto que nos olha&#39;, o que se torna uma forma quando est&aacute; mergulhada nessa dimens&atilde;o do di&aacute;logo? O que &eacute; uma forma essencialmente relacional? Parece-nos interessante discutir essa quest&atilde;o tomando a defini&ccedil;&atilde;o de Daney como ponto de refer&ecirc;ncia, justamente por causa de sua ambival&ecirc;ncia: j&aacute; que as formas nos olham, como devemos olh&aacute;-las? </i> (Bourriaud, 2009: 29).       </blockquote>      </p>          <p>      <i>Symbiosis</i> nos transmite uma nova forma de olhar a rela&ccedil;&atilde;o do homem contempor&acirc;neo amaz&ocirc;nico e das novas pr&aacute;ticas art&iacute;sticas ligadas ao meio ambiente. Se o objetivo da artista era que a natureza nos olhasse, a rec&iacute;proca &eacute; mais provocativa ainda (e verdadeira tamb&eacute;m), pois passamos a olhar mais para a natureza e a imagin&aacute;-la como outra forma de vida humana enraizada na Terra M&atilde;e, o que permite dar uma provis&oacute;ria vida humana para a natureza ao provocar uma simbiose no campo visual humano. Nasce dessa gesta&ccedil;&atilde;o um ser h&iacute;brido virtual dividido, como os centauros gregos, metade ser vivo na provocativa ilus&atilde;o da luz do projetor, metade tronco de &aacute;rvore na primeira realidade que a natureza nos transmite.      <p>&nbsp;</p>     <p> <b>2. Deslocando a Arte Urbana</b>      </p>          <p>      Carvalho deslocou a caracter&iacute;stica citadina da arte urbana de suas proje&ccedil;&otilde;es do projeto <i>Symbiosis</i> em uma nova a&ccedil;&atilde;o (<a href="#f3">Figura 3</a>) j&aacute; no final do ano de 2011, levando sua obra para um lugar n&atilde;o acostumado com o di&aacute;logo com a arte, a Ilha do Comb&uacute; (pr&oacute;xima a capital belenense). Interferiu no cotidiano da comunidade amaz&ocirc;nica ribeirinha, deu uma nova mem&oacute;ria ao lugar, levou a obra para mais um espa&ccedil;o poss&iacute;vel de intera&ccedil;&atilde;o entre arte, tecnologia, natureza e comunidade. O momento da est&eacute;tica relacional &eacute; a permiss&atilde;o da expans&atilde;o dos di&aacute;logos e da intera&ccedil;&atilde;o social, indo al&eacute;m dos centros urbanos, espa&ccedil;os privados e herm&eacute;ticos, lugares delimitados e claustrof&oacute;bicos, para chegarmos ao que se pode chamar de uma Arte Relacional Expandida.  </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3"><img src="/img/revistas/est/v3n5/3n5a18f3.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>          <p>       Na mudan&ccedil;a do cotidiano do lugar que a arte urbana possui o seu maior potencial e se faz percebida. Do contr&aacute;rio, o p&uacute;blico ignora a sua presen&ccedil;a transit&oacute;ria ou permanente naquele espa&ccedil;o, caso a obra se perca na imensa desorganiza&ccedil;&atilde;o do urbano esquizo com seus s&iacute;mbolos esmaecidos, desestetiza&ccedil;&atilde;o da cidade, sujeitos ap&aacute;ticos e hipnotizados, sons atonais, m&uacute;sicas irritadi&ccedil;as revelando tons desconhecidos, propagandas at&ocirc;nitas, anacronismos dos costumes sociais, composi&ccedil;&atilde;o de cen&aacute;rios est&eacute;ticos que n&atilde;o se pertencem e se chocam sem piedade. Segundo a pesquisadora Vera Pallamin: </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote><i>A arte urbana &eacute; uma pr&aacute;tica social. Suas obras permitem a apreens&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es e modos diferenciais de apropria&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o urbano, envolvendo em seus prop&oacute;sitos est&eacute;ticos o trato com significados sociais que as rodeiam, seus modos de tematiza&ccedil;&atilde;o cultural e pol&iacute;tica </i> (Pallamin, 2000: 24). </blockquote>      </p>          <p>       Esse tipo de arte requer a n&atilde;o-acomoda&ccedil;&atilde;o na confort&aacute;vel in&eacute;rcia, mas nos atrai a puls&atilde;o natural, expulsando a arte para fora do ambiente institucional alienante e elitista para o ambiente livre e acess&iacute;vel a todos, ligado &agrave; g&ecirc;nese da proposta da arte relacional. Toda arte deve ser impulsada para descobrir outros universos, transbordar seus limites fronteiri&ccedil;os, criar novas possibilidades de exist&ecirc;ncia. </p>     <p>&nbsp;</p>         <b>Conclus&atilde;o</b>      </p>          <p>       <i>Symbiosis</i> transmite as novas formas de rela&ccedil;&atilde;o do artista amaz&ocirc;nico com a arte contempor&acirc;nea ao provocar uma intera&ccedil;&atilde;o ambiental harm&ocirc;nica entre arte, tecnologia e natureza. A pot&ecirc;ncia expressiva da obra se une a duas for&ccedil;as femininas: mulher e natureza. Portanto, o uso das novas tecnologias pelas mulheres artistas permitiu o aprimoramento das po&eacute;ticas contempor&acirc;neas sob o olhar feminino. A ess&ecirc;ncia feminina de Carvalho aproximou-a naturalmente da m&atilde;e-natureza, representada pela &aacute;rvore personificada com olhos, boca, nariz e gestos humanos. Nasce desse entrebeijar-se, dessa liga&ccedil;&atilde;o entre mortais, o que n&atilde;o pode ser indissoci&aacute;vel, m&atilde;e e filha, arte e natureza, proje&ccedil;&atilde;o e &aacute;rvore, luz artificial e cor natural, luz e sombra, sensa&ccedil;&atilde;o e forma, ou ser&aacute; decretada a morte da ideia. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b>Refer&ecirc;ncias</b> </p>     <!-- ref --><p> Bourriaud, Nicolas (2009) <i>Est&eacute;tica Relacional</i>. S&atilde;o Paulo: Martins Fontes. ISBN: 978-85-99102-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1442241&pid=S1647-6158201200010001800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p> Carvalho, Roberta (2011a) <i>Proje&ccedil;&atilde;o Symbiosis Pulsantes</i>, Bel&eacute;m, Brasil. &#91;Consult. 2012-01-12&#93; Fotografia. Dispon&iacute;vel em <a href="http://robertacarvalho.carbonmade.com/projects/2772434#3" target="_blank">http://robertacarvalho.carbonmade.com/projects/2772434#3</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1442243&pid=S1647-6158201200010001800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> Carvalho, Roberta (2011b) <i>Proje&ccedil;&atilde;o Symbiosis (re) nascer</i> , Bel&eacute;m, Brasil. &#91;Consult. 2012-01-12&#93; Fotografia. Dispon&iacute;vel em <a href="http://robertacarvalho.carbonmade.com/projects/2772434#4" target="_blank">http://robertacarvalho.carbonmade.com/projects/2772434#4</a>   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1442244&pid=S1647-6158201200010001800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> Carvalho, Roberta (2011c) <i>Proje&ccedil;&atilde;o Symbiosis  Ilha do Comb&uacute; </i> , Bel&eacute;m, Brasil. &#91;Consult. 2012-01-12&#93; Fotografia. Dispon&iacute;vel em <a href="https://www.facebook.com/#!/photo.php?fbid=251692934874654&set=a.105590839484865.3703.100001018472647&type=3&theater" target="_blank">https://www.facebook.com/#!/photo.php?fbid=251692934874654&set=a.105590839484865.3703.100001018472647&type=3&theater</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1442245&pid=S1647-6158201200010001800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> Pallamin, Vera M. (2000) <i>Arte Urbana: S&atilde;o Paulo: regi&atilde;o central (1945-1998), obras de car&aacute;ter tempor&aacute;rio e permanente. </i> S&atilde;o Paulo: Annablume, FAPESP. CDD 711.4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1442246&pid=S1647-6158201200010001800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Artigo completo submetido em 20 de janeiro e aprovado em 8 de fevereiro de 2012.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p><a name = "c0">Correio</a> eletr&oacute;nico: <a href="mailto:sissadeassis@yahoo.com.br">sissadeassis@yahoo.com.br</a> (Sissa de Assis).</p>      ]]></body><back>
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