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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Engasgo narrativo: poética de fragmentos nos livros de artista de Pablo Mufarrej]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim is to study the book-objects that compose Pablo Mufarrej's art works. The following relationships within this production are addressed: book-objects and the other constituent elements of the art works they are part of; questions of time and space; and the concept of narrative choke, elaborated in this article.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>&Uacute;NICOS</b>    <br> </p>     <p align="right"><b>UNIQUE</b>    <br> </p>        <p> <b>Engasgo narrativo: po&eacute;tica de fragmentos nos livros de artista de Pablo Mufarrej</b></p>      <p><b>Narrative choke: poetic of fragments in Pablo Mufarrej&#39;s artist books</b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b>Gil Vieira Costa&#42;</b></p>      <p>&#42;Brasil, artista visual. Professor de Artes Visuais na Escola Superior Madre Celeste (ESMAC). Professor de Artes na Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o do Estado do Par&aacute; (SEDUC/PA), T&eacute;cnico em Gest&atilde;o Cultural (Artes Visuais) na Funda&ccedil;&atilde;o Curro Velho. Mestre em Artes, Universidade Federal do Par&aacute; (UFPA). Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais, Escola Superior Madre Celeste (ESMAC). </p>     <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b>RESUMO:</b>    <br>Pretende-se estudar livros-objeto que comp&otilde;em obras do artista Pablo Mufarrej. Abordam-se as seguintes rela&ccedil;&otilde;es desta produ&ccedil;&atilde;o: com as outras partes constitutivas das obras de que fazem parte; com as quest&otilde;es de tempo e espa&ccedil;o; e com o conceito de engasgo narrativo, elaborado neste artigo.</p>      <p><b>Palavras chave:</b> Pablo Mufarrej; engasgo narrativo; livro-objeto.</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b>ABSTRACT:</b>    <br>The aim is to study the book-objects that compose Pablo Mufarrej's art works. The following relationships within this production are addressed: book-objects and the other constituent elements of the art works they are part of; questions of time and space; and the concept of narrative choke, elaborated in this article.</p>      <p><b>Keywords:</b> Pablo Mufarrej; narrative choke; book-object.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p> <b>Considera&ccedil;&otilde;es iniciais</b></p>      <p>Pablo Mufarrej (1982, Bel&eacute;m) &eacute; um artista contempor&acirc;neo brasileiro, formado em Educa&ccedil;&atilde;o Art&iacute;stica/Artes Pl&aacute;sticas. Atualmente faz parte do grupo Atelier do Porto, que re&uacute;ne criadores interessados na experimenta&ccedil;&atilde;o da arte. Sua produ&ccedil;&atilde;o envereda por xilogravura, pintura, instala&ccedil;&atilde;o, sess&otilde;es, entre outras linguagens, tendo o artista participado de exposi&ccedil;&otilde;es individuais e coletivas, na cidade de Bel&eacute;m (onde reside) e em outras cidades no Brasil, Alemanha e Fran&ccedil;a.</p>      <p>A produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica de Pablo Mufarrej tem como uma de suas evidentes caracter&iacute;sticas o refinamento  &#8211; t&eacute;cnico e conceitual. Ser&atilde;o investigados alguns t&oacute;picos a partir de cinco livros-objeto (chamados de &aacute;lbuns ou cadernos pelo artista), que fazem parte das obras <i>Ascese</i> (2005), <i>Duo</i> (2006), <i>Lugar-comum</i> (2007), <i>Creio porque &eacute; absurdo</i> (2007) e Mecanismo imagin&aacute;rio para harmonia social (2010). Algumas dificuldades se imp&otilde;em de imediato: a quest&atilde;o de tais livros de artista n&atilde;o existirem individualmente enquanto obra, mas constitu&iacute;rem instala&ccedil;&otilde;es complexas; e a quest&atilde;o da quase inexist&ecirc;ncia de outras reflex&otilde;es sobre a produ&ccedil;&atilde;o do artista.</p>      <p>De in&iacute;cio, &eacute; necess&aacute;rio sublinhar uma ideia: dada a complexidade da produ&ccedil;&atilde;o em an&aacute;lise, duas imagens mitol&oacute;gicas ser&atilde;o levantadas. Primeiro, a obra de arte como <i>labirinto</i>, no qual os caminhos s&atilde;o muitos, mas as sa&iacute;das s&atilde;o poucas, correndo-se o risco de se perder nos primeiros sem jamais encontrar as segundas. Segundo, a obra de arte como <i>esfinge</i>, guardi&atilde; e ao mesmo tempo enigma, sempre disposta a estrangular os inaptos para enfrent&aacute;-la. A produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica de Pablo Mufarrej potencializa, aparentemente, tanto o <i>labirinto</i> quanto a <i>esfinge</i>. Traz embutida em si, como nos aponta o pr&oacute;prio Mufarrej (2012), uma po&eacute;tica de fragmentos.</p>     <p>&nbsp;</p>      <p> <b>1. O livro de artista integrado a outros elementos constitutivos da obra</b></p>      <p>Os livros-objeto aqui abordados fazem parte de agrupamentos de elementos diversos. O artista mescla variadas linguagens experimentando as possibilidades de cada uma, compondo quebra-cabe&ccedil;as conceituais situados na intercess&atilde;o (que o artista denomina de manipula&ccedil;&atilde;o construtiva) entre assemblagem, escultura, instala&ccedil;&atilde;o, como no exemplo da <a href="#f1">Figura 1</a>. Para Pablo Mufarrej (2012) "Fragmentar uma ideia era fundamental, pois, sem perceber, estava criando um dos aspectos marcantes de minha produ&ccedil;&atilde;o, que &eacute; uma esp&eacute;cie de &#39;po&eacute;tica de fragmentos&#39;, onde partes s&atilde;o apresentadas com o intuito de formar um todo conceitual." Tal como os livros-objeto, em sua produ&ccedil;&atilde;o s&atilde;o recorrentes caixas em madeira, pinturas (e gravura, no caso de <i>Duo</i>), letras e palavras espalhadas aparentemente de forma ca&oacute;tica, copos, frascos e demais objetos apropriados do cotidiano.</p>      <p>&nbsp;</p> <a name="f1"> <img src="/img/revistas/est/v3n6/3n6a18f1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p> As obras em quest&atilde;o tamb&eacute;m evidenciam rela&ccedil;&otilde;es de tempo e espa&ccedil;o. Tempo que &eacute; n&atilde;o somente uma percep&ccedil;&atilde;o do momento hist&oacute;rico, mas tamb&eacute;m diz respeito &agrave; dura&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria para que se percorra o <i>labirinto</i> da obra, decifre-o como um enigma, e assim se estabele&ccedil;a uma narrativa entre suas p&aacute;ginas. A condi&ccedil;&atilde;o dessa produ&ccedil;&atilde;o &eacute; a do &#39;vir a ser&#39;, assim como a de &#39;exist&ecirc;ncia incerta&#39; (Cauquelin, 2008: 97), dada a possibilidade de n&atilde;o ser conclu&iacute;da (ou <i>lida</i>). Assim tamb&eacute;m o espa&ccedil;o: tanto o espa&ccedil;o tridimensional a ser percorrido nas obras, quanto o lugar chamado Amaz&ocirc;nia, onde o artista se insere. Pablo Mufarrej foge aos signos estereotipados de uma chamada visualidade amaz&ocirc;nica, e busca refletir sobre aquilo que lhe cerca, pin&ccedil;ando elementos do real, do &iacute;ntimo e do subjetivo (<a href="#f2">Figura 2</a>). O lugar (uma quest&atilde;o, assim como o tempo, sempre relevante em sua produ&ccedil;&atilde;o) &eacute; tanto a paisagem objetiva quanto a subjetiva, tanto o exterior quanto o interior, o macrossocial como o psicol&oacute;gico.</p>      <p>&nbsp;</p> <a name="f2"> <img src="/img/revistas/est/v3n6/3n6a18f2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>      <p>Essa rela&ccedil;&atilde;o de tempo/espa&ccedil;o, tanto dos livros-objeto inseridos nas obras, quanto da percep&ccedil;&atilde;o de tempo/espa&ccedil;o inserida nas obras, proporciona aquilo que se identifica como narrativa. Segundo Edith Derdyk (2012: 171):</p>      <p>    <blockquote><i>O livro-objeto, tomado pelos seus significantes, seus &iacute;ndices e sinais, se configura essencialmente como objeto narrativo, por&eacute;m sem ter de contar coisa alguma  &#8211; caso, relatos, hist&oacute;rias  &#8211; a n&atilde;o ser a pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia ao liberar espacialidades e temporalidades a partir do instante em que ele &eacute; manuseado. Somente a partir dessa a&ccedil;&atilde;o primeira, o livro-objeto se desata.</i></blockquote></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b>2. O engasgo narrativo ou a po&eacute;tica de fragmentos</b></p>      <p>A complexidade da constru&ccedil;&atilde;o das obras de Pablo Mufarrej potencializa a ideia de arte como <i>esfinge</i> e <i>labirinto</i>. As obras, em vez de contempladas, devem ser percorridas com certa dose de ast&uacute;cia. Os livros-objeto que delas fazem parte necessitam ser ativados pelo manuseio do leitor. Da&iacute; &eacute; que se pode falar em narrativa e, com Derdyk (2012), em certa <i>narrativa coreogr&aacute;fica</i> pr&oacute;pria dos livros de artista. Como se o leitor (tato, vis&atilde;o, olfato, audi&ccedil;&atilde;o) executasse uma dan&ccedil;a enquanto percorre os fragmentos do labirinto, enquanto se depara com o <i>exprim&iacute;vel</i>, atrav&eacute;s do <i>tempo</i> (Cauquelin, 2008: 103).</p>      <p>Considerando a fragmenta&ccedil;&atilde;o caracter&iacute;stica da produ&ccedil;&atilde;o do artista, podemos falar de certa satura&ccedil;&atilde;o s&iacute;gnica e de certa polifonia nas obras em quest&atilde;o. Os livros-objeto, tais quais as instala&ccedil;&otilde;es de que fazem parte, agregam textos compondo uma narrativa complexa e intrincada. Labir&iacute;ntica. Uma narrativa visual de &#39;&ecirc;nfase pl&aacute;stica&#39;, ou ainda certo &#39;equil&iacute;brio narrativo entre imagem e palavra&#39; (Silveira, 2008), que foge da experi&ecirc;ncia cotidiana e requer do leitor certa capacidade de <i>decodifica&ccedil;&atilde;o</i>. Levanto, portanto, a ideia de <i>engasgo narrativo</i>: multiplicidade de textos s&iacute;gnicos transbordando na percep&ccedil;&atilde;o da obra. Engasgo n&atilde;o como uma obstru&ccedil;&atilde;o da fala, mas como uma necessidade de dizer mais do que o ve&iacute;culo permite. <i>Engasgo narrativo</i> tendo a obra como uma passagem estreita, pela qual se comprimem as diversas vozes que pulsam buscando eco. Portanto, outra espacializa&ccedil;&atilde;o, outra temporaliza&ccedil;&atilde;o, que pressup&otilde;e o fragmento como parte de uma narrativa que deve ser constru&iacute;da (<i>ajuntada</i>) pelo leitor.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><b>Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></p>      <p>Na produ&ccedil;&atilde;o aqui analisada o di&aacute;logo com as obras requer esfor&ccedil;o do leitor-<i>experimentador</i>, para que o mesmo decifre os enigmas e compreenda o significado daquela fala engasgada, fragment&aacute;ria. Pode-se contrapor tal caracter&iacute;stica &agrave;s facilidades da informa&ccedil;&atilde;o no mundo contempor&acirc;neo, toda ela dispon&iacute;vel para a maioria das pessoas, ao custo de alguns cliques. A satura&ccedil;&atilde;o de signos aparece em ambos os casos, mas, enquanto nesta produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica ela &eacute; como um quebra-cabe&ccedil;a a ser montado pelo leitor-<i>investigador</i>, nos meios de comunica&ccedil;&atilde;o ela &eacute; geralmente como uma ra&ccedil;&atilde;o mastigada, que subtrai ao leitor-<i>consumidor</i> quase toda capacidade de cria&ccedil;&atilde;o e constru&ccedil;&atilde;o de conhecimento. A arte contempor&acirc;nea, quando <i>labirinto</i> e <i>enigma</i>, afirma uma pot&ecirc;ncia dos objetos e processos criativos em arrancar o espectador de um estado passivo, convidando-o &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o de sentidos e significados. Os livros-objeto de Pablo Mufarrej, entesourados em gavetas que mais parecem rec&ocirc;nditos do &acirc;mago do pr&oacute;prio artista, balbuciam narrativas (atrav&eacute;s de uma rede de fragmentos visuais, textuais e conceituais) que o Outro s&oacute; compreender&aacute; ao dedicar um pouco mais de aten&ccedil;&atilde;o &agrave;quele engasgo.</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>      <!-- ref --><p>Cauquelin, Anne (2008) <i>Frequentar os incorporais: contribui&ccedil;&otilde;es a uma teoria da arte contempor&acirc;nea</i>. Tradu&ccedil;&atilde;o de Marcos Marcionilo. S&atilde;o Paulo: Martins. ISBN 9788599102749.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1421698&pid=S1647-6158201200020001800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Derdyk, Edith (2012) <i>A narrativa nos livros de artista: por uma partitura coreogr&aacute;fica nas p&aacute;ginas de um livro</i>. P&oacute;s: Belo Horizonte, v. 2, n. 3, p. 164-173, maio 2012. ISSN 22382046.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1421700&pid=S1647-6158201200020001800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Mufarrej, Pablo (2012) <i>A descoberta da narrativa</i>. [Consult. 2012-07-13] Hipertexto. Dispon&iacute;vel em <a href="http://pablomufarrej.blogspot.com.br/2012/03/descoberta-da-narrativa.html" target="_blank">http://pablomufarrej.blogspot.com.br/2012/03/descoberta-da-narrativa.html</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1421702&pid=S1647-6158201200020001800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silveira, Paulo (2008) <i>As exist&ecirc;ncias da narrativa no livro de artista</i>. Tese de doutorado em Artes Visuais. Porto Alegre: Instituto de Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1421703&pid=S1647-6158201200020001800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>    <p>&nbsp;</p>      <p> Artigo completo recebido a 9 de setembro, e aprovado a 23 de setembro, 2012.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="c0"></a></p>     <p>       <a name = "c0">Correio</a> eletr&oacute;nico: <a href="mailto:gilvieiracosta@hotmail.com">gilvieiracosta@hotmail.com</a> (Gil Costa).</p>        ]]></body><back>
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