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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article tries to seek an understanding of softness as bonding quality in the oeuvre of the artist Leda Catunda (São Paulo, 1961). Some works from 1991 to 2002 were chosen for they work on the thin edge between painting and soft objects, independently of being taken from daily life or made by the artist herself.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGOS ORIGINAIS</b>    <br> </p>     <p align="right"><b>ORIGINAL ARTICLES</b>    <br> </p>  	 	    <p><b>Maciez, pressuposto aglutinador da pintura-objeto de Leda Catunda</b> 	</p>    <p><b>Softness, bonding presumption of the painting-object of Leda Catunda</b> 		</p>    <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>Teresinha Barachini&#42;</b></p> 	    <p>&#42;Brasil, artista visual e escultora. Bacharel em Escultura, Instituto das Artes da Universidade federal de Rio Grande do Sul (IA &#8211; UFRGS) Porto Alegre. Mestre em Artes, Escola de Comunica&ccedil;&otilde;es e Artes da Universidade de S&atilde;o Paulo (ECA-USP). Frequenta o doutoramento em Po&eacute;ticas Visuais (IA-UFRGS), Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. Professora no Centro de Artes e Letras da Universidade Federal de Santa Maria (CAL-UFSM) Rio Grande do Sul. 	</p> 	    <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>RESUMO</b>    <br>Este artigo trata da busca de um entendimento sobre a maciez como qualidade aglutinadora na obra da artista Leda Catunda (S&atilde;o Paulo, 1961). Foram escolhidos alguns trabalhos do per&iacute;odo de 1991 a 2002, que tensionam os limites t&ecirc;nues entre sua pintura e objetos moles, independentemente dos mesmos serem apropriados do cotidiano ou constru&iacute;dos pela artista.  	</p>    <p><b>Palavras-chave: </b> Catunda, pintura-objeto, maciez, mole.  	</p>    <p>&nbsp;</p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>ABSTRACT</b>    <br>This article tries to seek an understanding of softness as bonding quality in the oeuvre of the artist Leda Catunda (S&atilde;o Paulo, 1961). Some works from 1991 to 2002 were chosen for they work on the thin edge between painting and soft objects, independently of being taken from daily life or made by the artist herself.  	</p>    <p><b>Keywords: </b> Catunda, painting-object, softness, soft. 		</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o </b> &nbsp;</p>    <p>  Ao participar da exposi&ccedil;&atilde;o pol&ecirc;mica <i>Como vai voc&ecirc;, gera&ccedil;&atilde;o 80</i>, no Rio de Janeiro, em 1984, a artista Leda Catunda (S&atilde;o Paulo, 1961), que j&aacute; fazia parte do mercado de arte nacional desde 1981, firma-se como pintora, representando uma nova gera&ccedil;&atilde;o de artistas brasileiros. Em 1983, 1985 e 2000, marca presen&ccedil;a nas Bienais de S&atilde;o Paulo e, em 2003, defende sua tese de doutorado em Artes na ECA-USP &#8211; S&atilde;o Paulo, sob a orienta&ccedil;&atilde;o de Julio Plaza, com o memorial descritivo: <i>Po&eacute;tica da Maciez: Pinturas e Objetos Po&eacute;ticos. </i> &nbsp;</p>    <p> Atrav&eacute;s de procedimentos que associam tecidos com estampas prontas como propulsores de suas cria&ccedil;&otilde;es e mat&eacute;rias moles como suporte e como estrutura de suas pinturas, a artista constr&oacute;i e defende sua <i>Po&eacute;tica da Maciez. </i>  A reflex&atilde;o aqui posta busca o entendimento das conex&otilde;es poss&iacute;veis entre pintura e objeto, entre moleza e maciez na produ&ccedil;&atilde;o de Leda Catunda durante a d&eacute;cada de 90, pois a utiliza&ccedil;&atilde;o de materialidade amolecida sugere uma pintura que se transmuta em objeto, sem no entanto, deixar de se pontencializar como tal. 	</p>    <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>Maciez tridimensional na pintura de Leda Catunda </b></p>      <p> A &ecirc;nfase dada pela pintora na escolha de tecidos de proced&ecirc;ncia industrial, com estampas figurativas de estiliza&ccedil;&otilde;es grotescas, de baixa resolu&ccedil;&atilde;o, considerado estilisticamente de gosto duvidoso, evidencia o acesso visual de grande parte da popula&ccedil;&atilde;o brasileira para compor suas vestimentas e ambientes decorativos. Na apropria&ccedil;&atilde;o dessas imagens, Leda Catunda (2003: 8) cria &#39;associa&ccedil;&otilde;es entre a fun&ccedil;&atilde;o original do objeto e o conte&uacute;do reelaborado atrav&eacute;s da a&ccedil;&atilde;o da pintura&#39;, e desta forma aproxima os diferentes p&uacute;blicos ao passar pela mem&oacute;ria cotidiana compartilhada por todos. E, ao somar-se a esta iconografia exuberante, a utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais e objetos de caracter&iacute;sticas moles, Leda Catunda, mesmo sem transpor o espa&ccedil;o bidimensional, segundo Cochiaralli (1998: 27) trabalha em uma &#39;regi&atilde;o lim&iacute;trofe entre pintura e escultura&#39; e, assim sendo, segundo ele, &#39;&eacute; poss&iacute;vel afirmar que os trabalhos de Leda s&atilde;o na verdade, relevos pintados.&#39;   &nbsp;</p>    <p> Se no primeiro momento, os materiais e objetos amolecidos eram utilizados como suporte para refor&ccedil;ar a ideia de uma estamparia narrativa, a partir da d&eacute;cada de 90, eles passam a propor o amolecimento como ideia de maciez, e o relevo pintado passa a ser denominado pela artista como pintura-objeto. Tendo, portanto, a pintura como ponto de partida e de chegada, Leda Catunda encontra na &#39;maciez&#39; o sens&iacute;vel que atravessa e age como elemento aglutinador de sua po&eacute;tica.  A maciez passa a incorporar os seus discursos pl&aacute;sticos pela materialidade dos tecidos, ou dos objetos escolhidos como elementos potencializadores de reconhecimento visual-t&aacute;til de suas pinturas objetualizadas.  &nbsp;</p>    <p> Considero que existam tr&ecirc;s momentos em que o trabalho de Leda Catunda se direciona mais fortemente para tridimensionalidade, s&atilde;o eles compostos por: trabalhos com caracter&iacute;sticas de relevo, trabalhos que tendem a se aproximar efetivamente do discurso do objeto e os trabalhos que se aproximam de uma inser&ccedil;&atilde;o mais efetiva no espa&ccedil;o de exposi&ccedil;&atilde;o. &nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Entre as pinturas-relevos, encontramos <i>Almofadas Amarelas</i> (1991) e <i>Almofadas Azuis</i> (1992), que tem suas estruturas definidas por um plano ortogonal e pelo jogo compositivo das almofadas que recheiam a suas superf&iacute;cies. Diferentemente, o trabalho <i>Pequena Almofada Amarela</i> (1991) (<a href="#f1">Figura1</a>) de formato ovaloide, disforme, firma-se pela leveza e delicadeza despretensiosa. Convida o nosso olhar a tatear entre o desenho das costuras que insistem na limita&ccedil;&atilde;o dos gomos semicheios e as estampas que tentam se esconder abaixo da veda&ccedil;&atilde;o transparente de tinta amarela, em uma insinuante precariedade construtiva. </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"> <img src="/img/revistas/est/v4n7/4n7a12f1.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p> Tr&ecirc;s almofadas, tr&ecirc;s montanhas, pintura com contornos irregulares fixos na superf&iacute;cie vertical da parede formula uma paisagem macia e &aacute;spera que beira a uma colagem abstrata volum&eacute;trica sobre um fundo plano recortado. <i>Tr&ecirc;s Montanhas</i> (1993) (<a href="#f2">Figura 2</a>) sistematiza a repeti&ccedil;&atilde;o de uma ideia sobre uma mesma superf&iacute;cie, deflagrando uma pintura-relevo penetr&aacute;vel pelo olhar feito da individualidade texturizada dos tecidos de cada parte que comp&otilde;e o todo. Estes dois trabalhos &#8211; <i>Pequena Almofada Amarela</i> (1991) e <i>Tr&ecirc;s Montanhas</i> (1993) rompem com o lugar ortogonal da pintura, desviando nossa percep&ccedil;&atilde;o para uma tridimensionalidade extr&iacute;nseca aos mesmos.  </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"> <img src="/img/revistas/est/v4n7/4n7a12f2.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p> Em entrevista cedida a Lilian Tone (2009), Leda Catunda diz que seus trabalhos com maior volume s&atilde;o como incha&ccedil;os e barriguinhas, e que eles, &#39;s&atilde;o prisioneiros da parede...Trabalho espesso, que passa a existir como objeto&#39; e afirma que o seu racioc&iacute;nio &#39;depende do plano vertical, e da for&ccedil;a da gravidade&quot;. S&atilde;o como um &#39;corpo mole que pende da parede&#39;(Catunda, 2003: 72) transformando as pinturas em barrigas, insetos, l&iacute;nguas e gotas. &nbsp;</p>    <p> Sem tecidos estampados ou texturizados, com um &uacute;nico volume exagerado, protuberante, saliente, Barriga (1993) (<a href="#f3-4">Figura 3</a>) exacerba as qualidades da maciez e reafirma o pict&oacute;rico, dramatizando a forma atrav&eacute;s do tratamento de superf&iacute;cie. Para Catunda, <i>Barriga</i> (1993) representa o in&iacute;cio da sua po&eacute;tica da maciez, porque al&eacute;m de ser constru&iacute;da de forma simplificada, o que permite o reconhecimento do tema de pronto, este trabalho representa uma &#39;ideia de pregui&ccedil;a, do que est&aacute; relaxado, solto, em repouso&#39; (Catunda, 2003: 48). A maciez pesa e dilacera a superf&iacute;cie tensionada, tornando-a reminissiva ao que representa. </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3-4"> <img src="/img/revistas/est/v4n7/4n7a12f3-4.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <i>Barriga</i> (1993) &eacute; um hiato formal em meio &agrave; abundante produ&ccedil;&atilde;o de superf&iacute;cies figurativas. O volume deste trabalho &eacute; reencontrado em representa&ccedil;&otilde;es imag&eacute;ticas de trabalhos como <i>Mosca III</i> (1994), <i>Inseto II</i> e <i>Mosca IV</i> (1996). Com seus filetes de tecidos dobrados, em sobreposi&ccedil;&otilde;es cont&iacute;nuas assim&eacute;tricas, <i>Casca</i> (1997) (<a href="#f3-4">Figura 4</a>), mesmo lembrando o volume de <i>Barriga</i>, traz &agrave; tona a ambiguidade em se definir como algo que protege o mole interno ou ser o pr&oacute;prio objeto macio e fr&aacute;gil. Ao ser um objeto devorador do volume constru&iacute;do pela superf&iacute;cie pict&oacute;rica, n&atilde;o pressup&otilde;e gravidade, mas aus&ecirc;ncias. </p>      <p> Quando nos deparamos com planos amolecidos, recortados, entrela&ccedil;ados e/ou sobrepostos uns aos outros em obras como <i>Capas com Lago</i> (1998), <i>Siameses</i> (1998) (<a href="#f5">Figura 5</a>) e <i>Derretido</i> (2002) (<a href="#f6">Figura 6</a>), percebemos que o volume perde for&ccedil;a e d&aacute; lugar &agrave; pot&ecirc;ncia l&iacute;quida sugerida pelas formas e pelos materiais. Se <i>Siameses</i> invade o ch&atilde;o, demarcando um territ&oacute;rio de passagem e de fluxo entre as suas partes, Derretido escorre da parede para o ch&atilde;o, invadindo o espa&ccedil;o do espectador de maneira contumaz. Nele, as camadas amolecidas sedem &agrave; gravidade e mesmo que represente &#39;um espalhamento, aspira &agrave; ordem e &agrave; concentra&ccedil;&atilde;o&#39; (Catunda, 2003: 100). A maciez aqui se torna novamente pesada, verticalizada e previs&iacute;vel. </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f5"> <img src="/img/revistas/est/v4n7/4n7a12f5.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f6"> <img src="/img/revistas/est/v4n7/4n7a12f6.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>      <p> <b>Conclus&atilde;o</b> &nbsp;</p>    <p> A extravag&acirc;ncia, o exagero das imagens que carregam em si a maciez que a pintora defende em suas obras, vem da vontade do t&aacute;til visual que suas pinturas suscitam no outro. Segundo Jacopo Crivelli Visconti (2011), o desejo que o observador tem, de &#39;tocar, apalpar as superf&iacute;cies, comprovar com a m&atilde;o o que o olho sugere, mas n&atilde;o se atreve a garantir, isto &eacute; a maciez dessas obras&#39; de Leda Catunda.  &nbsp;</p>    <p> Cabe aqui ressaltar, que volumes ou planos de materialidade mole ou que tenham a representatividade do amolecimento, n&atilde;o s&atilde;o sin&ocirc;nimo de maciez. E, volumes transformados em massas ou indicativos de peso em rela&ccedil;&atilde;o direta com a gravidade, n&atilde;o determinam que este ou aquele trabalho possa ser ent&atilde;o considerado um objeto. As pinturas-objetos de Leda Catunda s&atilde;o essencialmente pinturas. Pinturas quase em sua totalidade amolecidas, por vezes, volumosas, com contornos nem sempre ortogonais, mas todas macias, mesmo quando negam a sua pr&oacute;pria maciez. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <b>Refer&ecirc;ncias</b> &nbsp;</p>    <!-- ref --><p> Catunda, Leda (1991). <i>Pequena Almofada Amarela </i>&#91;Consult. 2013-01-07&#93; Fotografia. Disp. em URL: <a href="http://www.ledacatunda.com.br/portu/comercio.asp?flg_Lingua=1&cod_  Artista=91&cod_Serie=9" target="_blank">http://www.ledacatunda.com.br/portu/comercio.asp?flg_Lingua=1&cod_  Artista=91&cod_Serie=9 </a> &nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1424531&pid=S1647-6158201300010001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>    <p> Catunda, Leda (1993a). <i>Tr&ecirc;s Montanhas</i>. &#91;Consult. 2013-01-07&#93; Fotografia. Dispon&iacute;vel em URL: <a href="http://www.ledacatunda.com.br/portu/comercio.asp?flg_Lingua=1&cod_ Artista=91&cod_Serie=11" target="_blank">http://www.ledacatunda.com.br/portu/comercio.asp?flg_Lingua=1&cod_ Artista=91&cod_Serie=11</a> &nbsp;</p>    <p> Catunda, Leda (1993b). <i>Barriga</i>. &#91;Consult. 2013-01-07&#93; Fotografia. Dispon&iacute;vel em URL: <a href="http://www.ledacatunda.com.br/portu/comercio.asp?flg_Lingua=1&cod_Artista=91&cod_Serie=11" target="_blank">http://www.ledacatunda.com.br/portu/comercio.asp?flg_Lingua=1&cod_Artista=91&cod_Serie=11</a> &nbsp;</p>    <!-- ref --><p> Catunda, Leda (1997). <i>Casca. </i> &#91;Consult. 2013-01-07&#93; Fotografia. Dispon&iacute;vel em URL: <a href="http://www.ledacatunda.com.br/portu/comercio.asp?flg_Lingua=1&cod_Artista=91&cod_Serie=15" target="_blank">http://www.ledacatunda.com.br/portu/comercio.asp?flg_Lingua=1&cod_Artista=91&cod_Serie=15</a> &nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1424535&pid=S1647-6158201300010001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>    <!-- ref --><p> Catunda, Leda (1998). <i>Siameses. </i> &#91;Consult. 2013-01-07&#93; Fotografia. Dispon&iacute;vel em URL: <a href="http://www.ledacatunda.com.br/portu/comercio.asp?flg_Lingua=1&cod_Artista=91&cod_Serie=16" target="_blank">http://www.ledacatunda.com.br/portu/comercio.asp?flg_Lingua=1&cod_Artista=91&cod_Serie=16 </a> &nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1424537&pid=S1647-6158201300010001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>    <!-- ref --><p> Catunda, Leda (2002). <i>Derretido</i> &#91;Consult. 2013-01-07&#93; Fotografia. Dispon&iacute;vel em URL: <a href="http://www.ledacatunda.com.br/portu/comercio.asp?flg_Lingua=1&cod_Artista=92&cod_Serie=20" target="_blank">http://www.ledacatunda.com.br/portu/comercio.asp?flg_Lingua=1&cod_Artista=92&cod_Serie=20 </a> &nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1424539&pid=S1647-6158201300010001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>    <!-- ref --><p> Catunda, Leda (2003) <i>Po&eacute;tica da Maciez: Pinturas e Objetos</i>. Tese (Doutorado em Artes) Orientador Prof. Dr. Julio Plaza. Escola de Comunica&ccedil;&otilde;es e Artes, Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1424541&pid=S1647-6158201300010001200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> &nbsp;</p>    <!-- ref --><p> Chiarelli, Tadeu. (Org.) (1998). <i>Leda Catunda</i>. S&atilde;o Paulo: Editora  Cosac & Naif. ISBN:8586374199 &nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1424543&pid=S1647-6158201300010001200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>    <!-- ref --><p> Tone, Lilian (2009) <i>Lilian Tone &#8211; Leda Catunda: Entrevista Comentada. </i> S&atilde;o Paulo, Exposi&ccedil;&atilde;o  Pinacoteca do Estado,  (01-01-2009) &#91;Consult. 2012-12-10&#93; Dispon&iacute;vel em URL: <a href="http://www.ledacatunda.com.br/portu/depo2.asp?flg_Lingua=1&cod_Depoimento=37" target="_blank">http://www.ledacatunda.com.br/portu/depo2.asp?flg_Lingua=1&cod_Depoimento=37 </a> &nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1424545&pid=S1647-6158201300010001200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>    <!-- ref --><p> Visconti, Jacopo Crivelli (2011) O circo pegou fogo, in <i>Leda Catunda</i> (cat&aacute;logo). Paulo Darz&eacute;,  Galeria de Arte, Salvador.  &#91;Consult. 2012-12-11&#93; Dispon&iacute;vel em URL: <a href="http://www.ledacatunda.com.br/portu/depo2.asp?flg_Lingua=1&cod_Depoimento=32" target="_blank"> http://www.ledacatunda.com.br/portu/depo2.asp?flg_Lingua=1&cod_Depoimento=32</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1424547&pid=S1647-6158201300010001200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p> 	    <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Artigo completo recebido a 13 de janeiro e aprovado a 30 de janeiro de 2013.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="c0"></a></p>     <p>       <a name = "c0">Correio</a> eletr&oacute;nico: <a href="mailto:ttbarachini@gmail.com"> ttbarachini@gmail.com </a> (Teresinha Barachini). </p>      ]]></body><back>
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