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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article is about the graphic work of Irene Ribeiro, an artist reference in the context of contemporary Portuguese printmaking. Intends to be a contribution to the understanding and reflexion of the artist's work, a theme dominated by the landscapes and causing emotions, in a close relationship with nature.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGOS ORIGINAIS</b></p>    <p align="right"><b>ORIGINAL ARTICLES</b></p>     <p><b>Paisagens de afetos na gravura de Irene Ribeiro</b></p>     <p><b>Landscapes of affections in the printmaking of Irene Ribeiro</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Manuel Moreira&#42;</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&#42;Manuel Moreira, Portugal. Artista Pl&aacute;stico e professor. Licenciatura em Artes Pl&aacute;sticas &#8211; Escultura da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. A concluir o Mestrado em Ensino das Artes Visuais da Universidade de Lisboa.</p>     <p>AFILIA&Ccedil;&Atilde;O: Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes. Largo da Academia Nacional de Belas-Artes, 1249-058 Lisboa, Portugal. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO:</b>    <br> </p>     <p>Este artigo &eacute; sobre a obra gr&aacute;fica Irene Ribeiro, uma artista de refer&ecirc;ncia no contexto da gravura contempor&acirc;nea portuguesa. Pretende ser um contributo para a compreens&atilde;o e reflex&atilde;o da obra da artista, numa tem&aacute;tica onde predominam as paisagens e que provocam emo&ccedil;&otilde;es, numa rela&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima com a natureza.</p>     <p><b><b>Palavras-chave:</b></b> Paisagens / gravura / poesia / ensino / emo&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b>    <br> </p>     <p>This article is about the graphic work of Irene Ribeiro, an artist reference in the context of contemporary Portuguese printmaking. Intends to be a contribution to the understanding and reflexion of the artist&#39;s work, a theme dominated by the landscapes and causing emotions, in a close relationship with nature.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Keywords:</b> Landscapes / printmaking / poetry / teaching / emotions.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>O presente artigo tem como objetivo fazer uma abordagem de car&aacute;cter cient&iacute;fico sobre o trabalho desenvolvido pela artista/gravadora Maria Irene Ribeiro e recolher elementos que ajudem a sistematizar o seu percurso e a sua obra gr&aacute;fica. Irene Ribeiro "completa a sua atividade de gravadora, dedicando-se com muito carinho e grande empenho ao ensino da gravura" (Silva, 1989: 52), a qual vive de forma intensa. Desenvolveu projetos na &aacute;rea do ensino que merecem refer&ecirc;ncia, quer pela sua dimens&atilde;o quer pelo seu car&aacute;cter inovodor, na forma de descoberta atrav&eacute;s das artes e da aprendizagem atrav&eacute;s da gravura.</p>     <p>O contacto direto com a artista permitiu observar o seu trabalho com proximidade, possibilitando a recolha de novos dados e a confirmar factos, que ajudaram a preencher as lacunas existentes.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>2. o percurso de uma vida dedicada &agrave; gravura</b></p>     <p>Ao estudar a gravura em Portugal n&atilde;o se pode deixar de falar de Maria Irene Ribeiro, uma refer&ecirc;ncia no panorama da gravura contempor&acirc;nea portuguesa, com um vasto curr&iacute;culo que conta com 40 anos dedicados exclusivamente &agrave; gravura e, &#39;que atestam uma atividade intensa como gravadora e orientadora de cursos de arte&#39; (Jardim, 1994 s.p.).</p>     <p>Maria Irene Ribeiro (1949) nasceu em Gemeses, numa pequena aldeia rural do concelho de Esposende, no norte litoral portugu&ecirc;s. Este ambiente buc&oacute;lico da sua inf&acirc;ncia e o contacto com a natureza, influenciaram para sempre a sua forma de fazer arte, na qual a natureza &eacute; um tema recorrente, tratado de uma forma intimista e com afectividade. "Este encantamento com o natural &eacute; uma forma de gostar das pessoas e, se gosta da natureza tamb&eacute;m se gosta das pessoas", diz a artista.</p>     <p>Com apenas 10 anos foi para o Brasil onde passou a sua inf&acirc;ncia e juventude. Durante o percurso escolar, come&ccedil;ou a evidenciar a sua apet&ecirc;ncia para as artes, constatado tamb&eacute;m pela sua professora prim&aacute;ria denotando uma natural voca&ccedil;&atilde;o, sendo aconselhada a prosseguir os estudos neste campo e todo o seu caminho posterior &eacute; orientado nesse sentido.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As artes sempre estiveram presentes at&eacute; ao seu ingresso na Faculdade de Artes Pl&aacute;sticas da Funda&ccedil;&atilde;o Armando Alvares Penteado, em S&atilde;o Paulo onde se Licenciou em Desenho e Pl&aacute;stica (1970/73). &Eacute; durante este per&iacute;odo de perman&ecirc;ncia na faculdade que descobre a gravura, seduzida pelos processos e metodologias de trabalho e das in&uacute;meras possibilidades na explora&ccedil;&atilde;o pl&aacute;stica que a gravura oferece. Conhece Evandro Jardim, um dos seus orientadores da &aacute;rea de desenho e gravura e que a ir&aacute; influenciar no modo de olhar e de fazer gravura e que dizia reiteradamente: "olhar o que est&aacute; ao nosso lado, o que nos rodeia, e come&ccedil;ar a desenhar", nas palavras da artista (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p><a name="f1"><img src="/img/revistas/est/v4n8/4n8a22f1.jpg"></a>    
<p>&nbsp;</p>     <p>O momento em que Irene Ribeiro descobre a gravura &eacute; recordado por Jardim, num texto da autoria da artista: "Reflex&otilde;es acerca de um of&iacute;cio", em que menciona "o gosto que tenho pela arte gr&aacute;fica surgiu num dia quando deparei numa improvisada oficina de gravura, numa antiga escola de belas artes" (Jardim, 1994 s.p.). Irene Ribeiro destacou-se "pela qualidade de seu trabalho como gravadora e professora de arte" (Jardim, 1994 s.p.) sendo convidada a assumir o papel de assistente da cadeira de gravura.</p>     <p>Em 1977 regressa a Portugal, traz do Brasil a forma&ccedil;&atilde;o e o conhecimento mas o sentimento &eacute; portugu&ecirc;s; considera-se "uma pessoa h&iacute;brida", com influ&ecirc;ncias dos dois lados. Num primeiro contacto com o pintor Fernando de Azevedo, este fica seduzido pelas obras de Irene Ribeiro que "deixaram adivinhar todo um percurso que cada vez mais se vem afirmando no panorama da gravura portuguesa contempor&acirc;nea" (Azevedo, 1994:30).</p>     <p>Dada a qualidade do seu trabalho, facilmente obt&eacute;m uma bolsa da Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian em 1979/80 e realiza um est&aacute;gio na Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses. Fundada em 1956, com sede em Lisboa, esta institui&ccedil;&atilde;o &eacute; de relevante import&acirc;ncia e que "institucionaliza a gravura contempor&acirc;nea em Portugal, dando forma a uma express&atilde;o art&iacute;stica remetida ao esquecimento" (Gomes, 2010: 6).</p>     <p>Irene Ribeiro d&aacute; continuidade aos seus projetos, ao mesmo tempo que investiga sobre a "gravura popular". O reconhecimento pelo trabalho leva a Cooperativa a convida-la a dar forma&ccedil;&atilde;o; uma das premissas da Cooperativa, que consistia em "realizar cursos das diferentes t&eacute;cnicas de gravura, fundamentais para a forma&ccedil;&atilde;o de muitos artistas pouco familiarizados com esta pr&aacute;tica art&iacute;stica" (Gomes, 2010: 6).</p>     <p>Irene Ribeiro permanece na Cooperativa de Gravadores como formadora at&eacute; 1984, saindo para formar um grupo com artistas dissidentes e que deu origem ao Atelier 15, tamb&eacute;m ligado &agrave; gravura. A din&acirc;mica incutida abre novos caminhos e, em 1985 &eacute; criada a Associa&ccedil;&atilde;o de Gravura da Amadora &#8211; AGA, com sede na Amadora, do qual fazem parte elementos do grupo formado anteriormente, o Atelier 15. Em 1988 surge a I Bienal de Gravura na Amadora, que contou com sete eventos at&eacute; ao ano 2000. A din&acirc;mica cultural envolvida, ajudou &agrave; "redescoberta" da gravura, numa &eacute;poca de aparente decl&iacute;nio, contribuindo para o ressurgir de novos valores e a divulgar de trabalhos de artistas consagrados.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>3. As Paisagens de afetos e a po&eacute;tica do lugar</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na obra gr&aacute;fica de Irene Ribeiro predominam as gravuras em pequeno formato "executadas atrav&eacute;s da combina&ccedil;&atilde;o dos processos puros, isto &eacute;, da &aacute;gua-forte, da &aacute;gua-tinta, mezzo-tinta e do buril" (Azevedo 1980: 70). Assume-se como uma experimentalista mas mant&eacute;m-se fiel aos m&eacute;todos tradicionais; considera os m&eacute;todos contempor&acirc;neos, por exemplo o fotopol&iacute;mero, "desprovidos de mat&eacute;ria, de car&aacute;cter, onde n&atilde;o se sente a m&atilde;o do autor" (<a href="#f2">Figura 2</a>).</p>     <p>&nbsp;</p><a name="f2"><img src="/img/revistas/est/v4n8/4n8a22f2.jpg"></a>    
<p>&nbsp;</p>     <p>O seu processo criativo est&aacute; ligado &agrave; forma como sente e observa o lugar, recolhe elementos do local; gosta de colecionar objetos que caracterizam essa identidade, s&atilde;o elementos ligados a um s&iacute;tio que podem ser recortados e formar diferentes composi&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>O "sentir o meio envolvente &eacute; entre outros o princ&iacute;pio que norteia o artista" (Silva, 1989: 52). Tamb&eacute;m recorre &agrave; imagem fotogr&aacute;fica em conson&acirc;ncia com a gestualidade do desenho "fazendo jogar negros com os rasgos do buril, numa combina&ccedil;&atilde;o apurada e pessoal dos processos tradicionais" (Cristina de Azevedo Tavares, 1985: 43). Algumas das gravuras assumem um car&aacute;cter fotogr&aacute;fico mas n&atilde;o s&atilde;o fotografia, s&atilde;o mem&oacute;rias guardadas &agrave; espera de serem descobertas (<a href="#f3">Figura 3</a>).</p>     <p>&nbsp;</p><a name="f3"><img src="/img/revistas/est/v4n8/4n8a22f3.jpg"></a>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Ao n&iacute;vel da tem&aacute;tica, predominam as paisagens e a poesia, onde "combina o vis&iacute;vel com o inconfess&aacute;vel. S&oacute; a poesia o faz" (Azevedo, 1989 s.p.). O sabor de uma inf&acirc;ncia repartida pelos dois continentes "tornam toda a sua obra uma viagem sentimental, como que um extenso mapa vivido e anotado" (Azevedo, 1989, s.p.). Os elementos naturais assumem especial protagonismo ao serem enquadrados num elemento paisag&iacute;stico: podem ser paisagens "afei&ccedil;oadas do nosso desencanto, &agrave; nostalgia do mar, de pedras, p&aacute;ssaros, de cortinas com flores, de paisagens com gaivotas, de rom&atilde;s e avencas" (Jones, 1998: 25) ou janelas entreabertas, que se em valores crom&aacute;ticos, onde a figura humana est&aacute; quase sempre ausente. Sobre o abstracionismo e a quest&atilde;o da natureza apraz referir o texto de Jo&atilde;o Peneda que:</p>     <blockquote><i>A obra pl&aacute;stica n&atilde;o nos devolve a Natureza, mas procura representa-la recorrendo a determinados elementos (vis&iacute;veis) como a forma, a linha, o tra&ccedil;o (contorno), a textura abstrata, porque &eacute; uma representa&ccedil;&atilde;o da vida</i> (Peneda, 2010: 54).</blockquote></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Numa an&aacute;lise reflexiva sobre as paisagens de Irene Ribeiro, Paula Caetano, artista pl&aacute;stica e educadora do Brasil, na sua tese de mestrado "Fluxos da Paisagem: uma panor&acirc;mica do ABC paulista vista pela pesquisa imag&eacute;tica", verifica similaridades na representa&ccedil;&atilde;o de elementos da paisagem tanto em S&atilde;o Bernardo (<a href="#f4">Figura 4</a>) como em Portugal e faz uma analogia com uma gravura de Rembrandt, onde predominam os mesmos elementos (<a href="#f5">Figura 5</a>):</p>     <blockquote><i>a mesma que, em 1643, Rembrandt encontra na &aacute;gua-forte "As Tr&ecirc;s &Aacute;rvores. Em ambas est&atilde;o as tr&ecirc;s &aacute;rvores, A linha de horizonte bem definida e um amplo c&eacute;u. A quest&atilde;o compositiva &eacute; diferente em cada uma. Rembrandt coloca suas &aacute;rvores suas &aacute;rvores &agrave; direita e amplia a superf&iacute;cie &agrave; esquerda. J&aacute; Irene espia por detr&aacute;s das &aacute;rvores</i> (Caetano, 1998: 27).</blockquote></p>     <p>&nbsp;</p><a name="f4"><img src="/img/revistas/est/v4n8/4n8a22f4.jpg"></a>    
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p><a name="f5"><img src="/img/revistas/est/v4n8/4n8a22f5.jpg"></a>    
<p>&nbsp;</p>     <p><b>4. A maior gravura do s&eacute;culo leva a gravura &agrave; escola</b></p>     <p>Desde de 1973 que Irene Ribeiro se tem dedicado &agrave; gravura pondo todo o seu conhecimento ao servi&ccedil;o do ensino, promovendo e dinamizando atividades que contribu&iacute;ram para o enaltecimento e divulga&ccedil;&atilde;o da gravura. Note-se que "a pedagogia da gravura, em Portugal, o seu ensino, deve nos &uacute;ltimos anos, a Maria Irene Ribeiro quase exclusivamente" (Azevedo, 1994: 31), numa &eacute;poca que se evidenciava um grande decl&iacute;nio da gravura.</p>     <p>O projeto Rede Escolar de Gravura &#8211; REGRA, nasce em 1995 e funciona at&eacute; o ano 2000 e surge na sequ&ecirc;ncia de a&ccedil;&otilde;es de sensibiliza&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o para docentes de todos os n&iacute;veis de ensino em Portugal e no Brasil. As caracter&iacute;sticas inovadoras deste projeto escolar t&ecirc;m por base a divulga&ccedil;&atilde;o das tecnologias da gravura como ferramenta pedag&oacute;gica e promover o interc&acirc;mbio entre cidades atrav&eacute;s de atividades escolares (<a href="#f6">Figura 6</a>).</p>     <p>&nbsp;</p><a name="f6"><img src="/img/revistas/est/v4n8/4n8a22f6.jpg"></a>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>A dimens&atilde;o e o car&aacute;cter inovador deste projeto tamb&eacute;m &eacute; reconhecido por Em&iacute;lia Nadal em que Projeto REGRA:</p>     <blockquote><i>estrutura-se numa inovadora intera&ccedil;&atilde;o entre a aprendizagem das t&eacute;cnicas de gravura e a inicia&ccedil;&atilde;o &agrave;s express&otilde;es art&iacute;sticas contempor&acirc;neas no processo de atividade formativa, como metodologia para a forma&ccedil;&atilde;o de professores e dos alunos na &aacute;rea do ensino art&iacute;stico</i> (Nadal, 1998: 9).</blockquote></p>     <p>Participaram "diferentes n&iacute;veis de ensino, do jardim de inf&acirc;ncia" (Mour&atilde;o, 2004: 71) com o objetivo de explorar o processo as potencialidades de uma "linguagem t&eacute;cnico-expressiva" (Mour&atilde;o, 2004: 71) atrav&eacute;s de processo reprodut&iacute;vel, levando a gravura &agrave; escola com uma metodologia inovadora no ensino art&iacute;stico, num per&iacute;odo em que modelo de ensino de ainda sob a influ&ecirc;ncia da "Educa&ccedil;&atilde;o pela Arte" inspirado em Herbert Read, em que se "propunha o desenvolvimento harmonioso da personalidade, atrav&eacute;s de atividades de express&atilde;o art&iacute;stica" (Perdig&atilde;o, 1981: 287).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>5. Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></p>     <p>As paisagens e a poesia estiveram sempre presentes ao longo dos 40 anos de vida art&iacute;stica de Irene Ribeiro. As emo&ccedil;&otilde;es gravadas na matriz carecem de um estudo que ajude a desvendar os enigmas latentes na matriz, gravados numa simplicidade aparente. Este artigo &eacute; um contributo para o desenvolvimento de um trabalho mais aprofundado e de car&aacute;cter de investigativo, que enquadre a sua obra na hist&oacute;ria da gravura portuguesa e que valorize os projetos desenvolvidos no ensino da gravura, evidenciando as suas potencialidades para o desenvolvimento de novas pedagogias, complementares nas aprendizagens da forma&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Gomes, In&ecirc;s Vieira (2010) <i>Sociedade de Gravadores Portugueses: O renascimento da gravura em Portugal</i>, Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Hist&oacute;ria da Arte Contempor&acirc;nea, Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1433929&pid=S1647-6158201300020002200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ribeiro, Irene (1998) <i>Caminhos D&#39;&Aacute;gua</i> Vila Franca de Xira: C&acirc;mara Municipal de Vila Franca de Xira&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1433930&pid=S1647-6158201300020002200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ribeiro, Irene Org. (2000) <i>Gravura na Escola II. A Maior Gravura do S&eacute;culo</i>. Amadora: AGA-Associa&ccedil;&atilde;o de Gravura da Amador.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1433931&pid=S1647-6158201300020002200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ribeiro, Irene Org. (2004) <i>Gravura na Escola III. Artistas Contempor&acirc;neos Portugueses e Brasileiros</i>. Lisboa: Sociedade Nacional de Belas Artes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1433933&pid=S1647-6158201300020002200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ribeiro, Maria Irene (1998) <i>Gravura 1974/1994</i>. Cat&aacute;logo. Edi&ccedil;&atilde;o da autora&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1433934&pid=S1647-6158201300020002200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, Manuela & Tamen, M. Isabel, Org. (1981) <i>Sistema de Ensino em Portugal</i> Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1433935&pid=S1647-6158201300020002200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tavares, Cristina Azevedo & Dias, Fernando Org. (2008) <i>As Artes Visuais e as outras Artes: Arte e Abstrac&ccedil;&atilde;o</i>. Actas da Confer&ecirc;ncias. Lisboa: Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. pp 51-61&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1433936&pid=S1647-6158201300020002200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>Artigo completo recebido a 9 de setembro e aprovado a 24 de setembro de 2013</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="c0"></a>Correio eletr&oacute;nico: <a href="mailto:manuelmoreira22@gmail.com">manuelmoreira22@gmail.com</a>(Manuel Moreira)</p>      ]]></body><back>
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