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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In this article we discuss the work the thing itself and its deployment in The Souvenirs Cabinet of the Thing in Itself - Belém, to reflect on their procedures and activated issues in these works, from the formulation artistic-performing operations, with which the artist operates.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>DOSSIER: ARTIGOS ORIGINAIS POR AUTORES CONVIDADOS</b></p>     <p align="right"><b>DOSSIER: INVITED ORIGINAL ARTICLES</b></p>     <p><b>A Coisa em Si do Viver: a Arte de Oriana Duarte</b></p>     <p><b>The Thing in Itself of Living: art of Oriana Duarte</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Orlando Maneschy&#42;</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&#42;Brasil, Par acad&eacute;mico externo da Revista Est&uacute;dio. Artista visual, curador independente e professor pesquisador.</p>     <p>AFILIA&Ccedil;&Atilde;O: Universidade Federal do Par&aacute;, Instituto de Ci&ecirc;ncias da Arte, Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Artes. P&ccedil;a da Rep&uacute;blica s/n. Bel&eacute;m, Par&aacute; CEP 66.017-060 Brasil. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO:</b>    <br> </p>     <p>Neste artigo iremos abordar a obra A Coisa em Si e seu desdobramento em O Gabinete de Souvenirs da Coisa em Si &#8211; Bel&eacute;m, para refletir sobre seus procedimentos e quest&otilde;es ativadas nesses trabalhos, a partir da formula&ccedil;&atilde;o opera&ccedil;&otilde;es art&iacute;sticos-perform&aacute;ticas, com as quais a artista opera.</p>     <p><b>Palavras chave:</b> Performance / corpo / Arte Brasileira / Oriana Duarte.</p>     <p>&nbsp;</p>    <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>In this article we discuss the work the thing itself and its deployment in The Souvenirs Cabinet of the Thing in Itself &#8211; Bel&eacute;m, to reflect on their procedures and activated issues in these works, from the formulation artistic-performing operations, with which the artist operates. </p>      <p><b>Keywords:</b></b> Performance / body /Brazilian Art / Oriana Duarte.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Este artigo debru&ccedil;a-se sobre a produ&ccedil;&atilde;o da artista pl&aacute;stica Oriana Duarte, paraibana, radicada na cidade de Recife (capital do estado de Pernambuco, nordeste brasileiro), em especial sobre uma momento de sua obra em que esta converge para a regi&atilde;o Norte do Brasil. Iremos abordar um projeto no qual a rela&ccedil;&atilde;o com o ambiente amaz&ocirc;nico se materializa e que passou a integrar, desde 2011, a Cole&ccedil;&atilde;o Amazoniana de Arte da Universidade Federal do Par&aacute;.</p>     <p>Lan&ccedil;o aqui, o olhar para a obra de uma artista, professora, pesquisadora, performer, cuja produ&ccedil;&atilde;o vem se constituindo de maneira em que o pensamento &eacute; mola propulsora para seus projetos, e que a est&eacute;tica manifesta-se em sua sofisticada forma de pensar, articulando com a filosofia, com o design e com o corpo, constituindo sua vida como forma de inscrever seu estar no mundo.</p>     <p>Partiremos da performance <i>A Coisa em Si</i>, at&eacute; chegarmos a instala&ccedil;&atilde;o <i>Gabinete de Souvenirs da Coisa em Si &#8211; Bel&eacute;m</i> para refletir sobre seus procedimentos de elabora&ccedil;&atilde;o conceitual. O Gabinete &eacute; constitu&iacute;do por um conjunto de objetos, imagens, partituras compostos pela artista a partir de sua performance A Coisa em Si, na qual prepara uma sopa de pedras, empregando pedras que traz consigo, do local onde a performance se deu anteriormente, e de outras do lugar em que a performance se dar&aacute; (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p><a name="f1"><img src="/img/revistas/est/v5n9/5n9a23f1.jpg"></a>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Em Bel&eacute;m (capital do Par&aacute;, no norte do pa&iacute;s), realizou sua performance em meio ao vertiginoso Mercado do Ver-o-Peso, entreposto centen&aacute;rio e mais importante mercado da cidade, no que alimentos, feiti&ccedil;os e animais ex&oacute;ticos eram comercializados lado a lado. L&aacute;, no final dos anos 1990, Oriana Duarte tomou sua <i>Sopa de Pedras</i> diante dos frequentadores do ambiente, que tentavam entender qual o sentido da a&ccedil;&atilde;o da artista. Duarte mergulha na Filosofia para pensar o gesto, o percurso, aquilo que poderia produzir sentido na fric&ccedil;&atilde;o do contato, em um campo prenhe de incertezas, perguntas, experi&ecirc;ncias por ocorrer, instaurando uma "coisa-lugar" que transmuta-se no encontro com as coisas no mundo.</p>     <p>Ap&oacute;s a performance, a artista re&uacute;ne documentos, para constituir seu gabinete. S&atilde;o as pedras, as colheres com as quais tomou a sopa, dentre outros documentos que ir&atilde;o compor esse campo de reverbera&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o. Um conjunto de experi&ecirc;ncias, deslocamentos, trajetos interiores e exteriores, permeados de pontua&ccedil;&otilde;es, mapeamentos, partituras que ir&atilde;o ser articulados &agrave; partir das a&ccedil;&otilde;es que comp&otilde;em o processo da obra <i>A Coisa em Si</i>. S&atilde;o imagens que, a cada visita, nos desloca novamente para fora de n&oacute;s mesmos e de uma poss&iacute;vel seguran&ccedil;a, propondo novos arranjos poss&iacute;veis no viver da experi&ecirc;ncia art&iacute;stica.</p>     <p>Buscar acessar o processo da artista e compreender como suas <i>opera&ccedil;&otilde;es art&iacute;sticos-perform&aacute;ticas</i> (Duarte, 2008:1) deflagram aquilo que ela aponta como um input de sua cria&ccedil;&atilde;o, em que outras obras s&atilde;o geradas, lan&ccedil;ando m&atilde;o de linguagens diversas &eacute; uma desejo, entretanto, compreendemos que a obra n&atilde;o ir&aacute; ser esclarecida, mas nos lan&ccedil;ar&aacute; novos questionamentos ao longo da rela&ccedil;&atilde;o com a mesma. Aqui, em <i>A Coisa em Si</i>, a performance &eacute; deflagradora de processos intensos em que outros trabalhos s&atilde;o gerados e vem somar na constitui&ccedil;&atilde;o de uma fala.</p>     <blockquote><i>Levar de um lugar ao outro e depositar uma coisa em um lugar. O lugar onde esta coisa ficar&aacute; j&aacute; n&atilde;o &eacute; mais o lugar &#8211; &eacute; a coisa. Metamorfose de espa&ccedil;o em mat&eacute;ria? O lugar deixa de ser puro? As coisas n&atilde;o s&atilde;o puras. O lugar para existir depende do gesto que o aponte, da linha que o delimite, de uma coisa que o preencha? A coisa, por sua vez, necessita do lugar que a receba, que a torne necess&aacute;ria, que a identifique entre tantas outras coisas? H&aacute; um espa&ccedil;o a ser preenchido? H&aacute; um vasto espa&ccedil;o. E as coisas s&atilde;o ocupa&ccedil;&otilde;es de espa&ccedil;os... E gestos locam-deslocam-relocam coisas no espa&ccedil;o. Neste lugar, esta coisa, neste gesto? Lugar persegue coisa e gesto; coisa persegue gesto e lugar; gesto persegue lugar e coisa... Uns e outros, por vezes, completam-se e anulam-se? H&aacute; um registro da transposi&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es: um entreposto &#8211; lugar sem perguntas e respostas; ocupado pelo incerto, por manuseios e supera&ccedil;&otilde;es. E a coisa est&aacute; num lugar que n&atilde;o se preencheu? &Eacute; poss&iacute;vel que reste um lugar... outra coisa-lugar</i> (Duarte, 2008: 2).</blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Oriana Duarte, na repeti&ccedil;&atilde;o do simples gesto de alimentar-se com uma sopa, feita com &aacute;gua e esse misturar de padras, do lugar em que se encontra com o outro, articula uma complexa discuss&atilde;o sobre territorialidades, deslocamento e ac&uacute;mulos. Seja esse o do gesto, do pequeno gesto de alimenta-se; alimenta-se de uma soma de tempos, de experi&ecirc;ncias, de lugares pelos quais atravessou e foi atravessada. Mem&oacute;ria e presente em um am&aacute;lgama fluido... &aacute;gua... sopa de pedras... Tempo inscrito nas pedras, nos fluxos e deslocamentos da artista. N&atilde;o &eacute; &agrave; toa que a instala&ccedil;&atilde;o constitu&iacute;da para esta performance denomina-se <i>O Barco</i> (<a href="#f2">Figura 2</a>). &Eacute; com este dispositivo que Duarte realiza sua travessia, na a&ccedil;&atilde;o da ingest&atilde;o. &Eacute; nesse pequeno gesto, aparentemente simples e continuado que a artista comp&otilde;e um adensamento de quest&otilde;es, fundadas em deslocamentos, conex&otilde;es, ressignifica&ccedil;&otilde;es, como indica a artista: "Concebido como um l&oacute;cus ritual&iacute;stico, &#39;Barco&#39; lida com a media&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico &#91;...&#93; Obra multim&iacute;dia, que explora distintamente o potencial hipn&oacute;tico do audiovisual por repeti&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua de um mesmo conte&uacute;do" (Duarte, 2008: 2).</p>     <p>&nbsp;</p><a name="f2"><img src="/img/revistas/est/v5n9/5n9a23f2.jpg"></a>    
<p>&nbsp;</p>     <p>H&aacute; uma labora&ccedil;&atilde;o continuada deflagrada no momento da opera&ccedil;&atilde;o art&iacute;stico-perform&aacute;tica. Ali h&aacute; o disparo que aciona outas experi&ecirc;ncias, internalizadas e que materializam no mundo outras cria&ccedil;&otilde;es. A articula&ccedil;&atilde;o conceitual da artista sobre o tempo, repeti&ccedil;&atilde;o e diferen&ccedil;a parece-nos em fina aproxima&ccedil;&atilde;o com o pensamento de Gilles Deleuze.</p>     <p>A artista, em <i>A Coisa em Si</i>, na reprodu&ccedil;&atilde;o do ato aponta, tamb&eacute;m, diferen&ccedil;a. Ao deslocar uma pedra de uma cidade a outra, constituir aproxima&ccedil;&atilde;o para realizar um "cozimento", potencialidades s&atilde;o acionadas, temporalidades j&aacute; inscritas nas camadas do mineral, de ancestralidade, presente no tempo geol&oacute;gico das pedras. Os tamanhos s&atilde;o aproximados, a apar&ecirc;ncia n&atilde;o revela diferen&ccedil;as t&atilde;o significativas entre as pedras, mas nesse hiato de tempo e local d&aacute; se a fric&ccedil;&atilde;o. H&aacute; aqui, nessa met&aacute;fora do cozinhar, um ponto de inflex&atilde;o acerca da combina&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias, dos lugares, pelos quais Duarte passa, sobre a exist&ecirc;ncia do artista no mundo. Na panela &aacute;gua e pedras; o cozimento se d&aacute; na mente da artista, em suas ideias, miolos a pensar, pensar, pensar. O Fog&atilde;o &eacute; uma televis&atilde;o em que um video de uma gaiola com pedras em chamas atravessa a tela em movimento pendular. Qual a pot&ecirc;ncia dessa imagem para deflagrar o cozimento da sopa por meia hora? Esta gaiola com pedras, heter&oacute;clitos, nos reportam a objetos hom&ocirc;nimos constitu&iacute;dos pela artista em seus processos perform&aacute;ticos. Seus <i>Heter&oacute;clitos</i>, como nos remetem a instala&ccedil;&atilde;o O Barco, tanto como elemento constituinte: gaiola com gravador (em outro casos cont&eacute;m pedras, l&acirc;minas de vidro etc.), quanto no video: gaiola com elementos em chamas, nos conduzem, novamente, a Deleuze, no entendimento desse princ&iacute;pio de por junto coisas que aparentemente n&atilde;o teriam a mesma "natureza". &Eacute; o diferente em pleno contato, em associa&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima, mas tamb&eacute;m, ao colocar ali, no seu Fog&atilde;o, objetos e imagem em movimento, elabora requintada tor&ccedil;&atilde;o conceitual, nos levando a refletir, ainda com Deleuze, nessa fric&ccedil;&atilde;o de diferen&ccedil;as, sobre a rela&ccedil;&atilde;o tempo-imagem: </p>     <blockquote><i>o que se rompeu foi a linha ou a fibra de universo que prolongava os acontecimentos uns nos outros, ou garantia a jun&ccedil;&atilde;o das por&ccedil;&otilde;es de espa&ccedil;o </i>&#91;&#8230;&#93; <i>A elipse deixa de ser um modo de narra&ccedil;&atilde;o, uma maneira pela qual se vai de uma a&ccedil;&atilde;o a uma situa&ccedil;&atilde;o parcialmente desvendada: ela pertence a pr&oacute;pria situa&ccedil;&atilde;o, e a realidade &eacute; lacunar bem como dispersiva</i> (Deleuze, 1983: 231).</blockquote>     <p>Nesses deslocamentos promovidos no <i>Barco</i>, a imaterialidade da imagem ativa a "materialidade" e da sopa ideia. Pedras e &aacute;gua, ativadas pela artista em seu delicado e potente gesto de ingest&atilde;o do l&iacute;quido. &Eacute; na associa&ccedil;&atilde;o/dissocia&ccedil;&atilde;o de elementos que os heter&oacute;clitos ativam sua potencialidade. Na dispers&atilde;o da feira livre, em que p&uacute;blico amalgama-se na paisagem. Repeti&ccedil;&atilde;o e diferen&ccedil;a.</p>     <p>Ap&oacute;s a ingest&atilde;o, a artista dobra, envolve, com papel carbono os objetos utilizados na a&ccedil;&atilde;o. H&aacute; uma imanta&ccedil;&atilde;o contida nessa a&ccedil;&atilde;o. &Eacute; como se o papel carbono &#8211; aquele que duplica, que imprime um registro &#8211; fosse impregnado da energia do gesto perform&aacute;tico de Duarte, absorvendo as marcas, o peso, os volumes dos objetos, retendo ind&iacute;cios pelo fragmento das marcas. Marcas essas fadadas a desaparecer com o apagar da tinta carbonada, na sutiliza do infra-mince duchampiano, nesse entre tempo, fragmento de experi&ecirc;ncia est&eacute;tica, presente na delicadeza das marcas no papel que evanescer&atilde;o... tornando-se, praticamente, impercept&iacute;veis na inscri&ccedil;&atilde;o temporal.</p>     <p>Ao constituir o <i>Gabinete de Souvenirs da Coisa em Si &#8211; Bel&eacute;m</i>, (<a href="#f3">Figura 3</a>, <a href="#f4">Figura 4</a>) imagens das performance somam-se a objetos, com mapas internos do corpo da artista, feitos a partir de endoscopias, partituras do Hino do Par&aacute;, gravados em feltro com papel carbono e bordados com pequenos anz&oacute;is, objeto &#8211; caixa de madeira &#8211; que nos remonta a uma caixa de m&uacute;sica mec&acirc;nica, de onde sai a partitura do hino marcada no papel carbono, em outra caixa, pedras, colher e fotografia e min&uacute;sculos anz&oacute;is. Heter&oacute;clitos de uma experi&ecirc;ncia, calcados na arte. Diferente vest&iacute;gio... inscri&ccedil;&atilde;o de percursos, desdobramentos da pr&aacute;tica performativa, de trajetos interiores e exteriores, vivos no corpo da artista, inscritos na fugacidade de uma performance realizada na feira livre de uma cidade ao norte dos grandes centros do Brasil, logo abaixo da linha do equador... na flutua&ccedil;&atilde;o de um Barco, em que uma artista tomava sopa de pedras e constitu&iacute;a arte como ideia, como m&uacute;sica no corpo da cidade, na tessitura do tempo, da vida. Sua &uacute;ltima (?) sopa de pedras fez para amigos, e seguiu em um novo barco, cruzando cidades, colando paisagens, construindo pontes entre lugares e pessoas, deixando rastros densos aos quais denominamos arte.</p>     <p>&nbsp;</p><a name="f3"><img src="/img/revistas/est/v5n9/5n9a23f3.jpg"></a>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p><a name="f4"><img src="/img/revistas/est/v5n9/5n9a23f4.jpg"></a>    
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Deleuze, Gilles (1985) </i>Cinema a imagem-movimento</i>. S&atilde;o Paulo: Ed. Brasiliense.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1432846&pid=S1647-6158201400010002300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Duarte, Oriana (sd) </i>Usei meu corpo: das v&iacute;sceras fiz sopa, dos membros fiz pontes</i>. Dispon&iacute;vel em:<a href="http://www.portalabrace.org/vcongresso/textos/territorios/Oriana%20Maria%20Duarte%20de%20Araujo%20-%20Usei%20meu%20corpo%20das%20visceras%20fiz%20sopa%20dos%20membros%20fiz%20pontes.pdf" target="_blank">http://www.portalabrace.org/vcongresso/textos/territorios/Oriana%20Maria%20Duarte%20de%20Araujo%20-%20Usei%20meu%20corpo%20das%20visceras%20fiz%20sopa%20dos%20membros%20fiz%20pontes.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1432848&pid=S1647-6158201400010002300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Duarte, Oriana (2001) "A Coisa em Si." <i>Dossi&ecirc; encaminhado a III Bienal do Merco Sul, Porto Alegre</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1432849&pid=S1647-6158201400010002300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Artigo completo enviado a 26 de janeiro e aprovado a 31 de janeiro 2014</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="c0"></a>Correio eletr&oacute;nico: <a href="mailto:orlandomaneschy@gmail.com">orlandomaneschy@gmail.com</a> (Orlando Maneschy)</p>      ]]></body><back>
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