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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Entre arte e documento: as fotografias da Mídia Ninja e a cultura da convergência]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In this article I look to portrait Mídia Ninja&#8217;s recent photographic production, a communication network that produces documental and jornalistic content, whose images were incorporated to the collection of the São Paulo Museum of Modern Art, and to show the perception of such images in the field of visual arts thought the lens of the convergence culture.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGOS ORIGINAIS</b></p>     <p align="right"><b>ORIGINAL ARTICLES</b></p>     <p><b>Entre arte e documento: as fotografias da M&iacute;dia Ninja e a cultura da converg&ecirc;ncia</b> </p>     <p><b>Between art and document: M&iacute;dia Ninja&rsquo;s photography and the convergency culture</b> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Guilherme Marcondes Tosetto&#42; </b> </p>     <p>&#42;Fot&oacute;grafo. Bacharelado em Comunica&ccedil;&atilde;o Social pela Universidade de Londrina (UEL), P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Fotografia pela Universidade de Londrina (UEL) e Mestrado em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). </p>     <p>AFILIA&Ccedil;&Atilde;O: Universidade de Lisboa (UL), Faculdade de Belas-Artes (FBA), Doutoramento em Belas-Artes. Largo da Academia Nacional de Belas-Artes, 1249-058, Lisboa, Portugal. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO:</b></p>     <p>Este artigo apresenta parte da produ&ccedil;&atilde;o fotogr&aacute;fica recente da M&iacute;dia Ninja, uma rede de produtores de conte&uacute;do documental e jornal&iacute;stico, que teve algumas imagens incorporadas ao acervo do Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo em 2014. Procuro refletir a assimila&ccedil;&atilde;o destas fotografias no campo das artes pl&aacute;sticas sob a &oacute;tica da cultura da converg&ecirc;ncia. </p>     <p><b>Palavras-chave:</b> fotografia / m&iacute;dia / cultura da converg&ecirc;ncia. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT: </b></p>     <p>In this article I look to portrait M&iacute;dia Ninja&rsquo;s recent photographic production, a communication network that produces documental and jornalistic content, whose images were incorporated to the collection of the S&atilde;o Paulo Museum of Modern Art, and to show the perception of such images in the field of visual arts thought the lens of the convergence culture. </p>     <p><b>Keywords:</b> photography / media / convergence culture. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Este texto procura apresentar um conjunto de fotografias de autoria da M&iacute;dia Ninja, uma rede de comunicadores espalhados pelo Brasil que produz informa&ccedil;&atilde;o documental ao registrar manifesta&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, atos sociais e pequenas hist&oacute;rias relegadas pela grande m&iacute;dia do pa&iacute;s, e refletir a entrada destas imagens no campo das artes visuais. </p>     <p>Em 2014, um conjunto de fotografias da M&iacute;dia Ninja foi incorporado ao acervo do Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo. S&atilde;o imagens produzidas durante os protestos que tomaram as ruas do Brasil em junho de 2013, e que ao adquirirem a condi&ccedil;&atilde;o de obras de arte se tornaram alvo de debates, tanto por terem sido produzidas com finalidade documental e jornal&iacute;stica, quanto pela dilui&ccedil;&atilde;o da autoria que se esconde por tr&aacute;s desta rede. </p>     <p>O que me interessa nestas imagens &eacute; o car&aacute;ter que elas podem assumir ao circular em diferentes m&iacute;dias e suportes, podendo ser entendidas tanto como documento quanto obra de arte. Este movimento &eacute; caracter&iacute;stico dos produtos da &ldquo;cultura da converg&ecirc;ncia&rdquo;, termo apresentado por Henry Jenkins (2009) no livro hom&ocirc;nimo, e que destaca uma recente mudan&ccedil;a de paradigmas na comunica&ccedil;&atilde;o social. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. M&iacute;dia Ninja no Museu </b></p>     <p>Quatro fotografias, do vasto material produzido pela M&iacute;dia Ninja na cobertura dos protestos que tomaram as ruas do Brasil em meados de 2013, passaram a fazer parte do acervo do Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo em 2014. Antes de completar um ano de exist&ecirc;ncia as imagens j&aacute; haviam ganhado status de obra de arte e foram apresentadas pela primeira vez na exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Poder Provis&oacute;rio&rdquo; no pr&oacute;prio museu, em mar&ccedil;o de 2014 (<a href="#f1">Figura 1</a>). </p>     <p>&nbsp;</p><a name="f1"><img src="img/revistas/est/v6n11/6n11a03f1.jpg"></a>    
<p>&nbsp;</p>     <p>O trabalho da rede foi selecionado por meio do Clube de Colecionadores de Fotografia da institui&ccedil;&atilde;o, onde a cada ano, alguns nomes s&atilde;o escolhidos pelo curador Eder Chiodetto para entrar para o acervo do MAM-SP. Os artistas indicados doam a obra ao museu, que, por sua vez, produz c&oacute;pias que s&atilde;o integradas ao acervo e distribu&iacute;das entre os s&oacute;cios. Em entrevista recente, o curador explica o funcionamento do Clube. </p>     <blockquote><i>A cada ano submeto ao Conselho Consultivo de Artes e ao curador do museu uma lista de fot&oacute;grafos ou artistas pl&aacute;sticos que utilizam fotografia em seus processos criativos. Aprovamos cinco nomes, dentro de algumas linhas de pesquisa que criei para dar maior consist&ecirc;ncia ao acervo e preencher lacunas que ele ainda possui. Cada um desses cinco selecionados s&atilde;o convidados a doar uma obra ao museu. Mas essa escolha &eacute; bastante debatida entre eu e o fot&oacute;grafo convidado, para que ela seja bem representativa do trabalho dele e dialogue de forma org&acirc;nica com o acervo </i> (<i>Folha de S&atilde;o Paulo</i>, 8 de novembro 2013:1).</blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ainda nesta entrevista Chiodetto aponta algumas raz&otilde;es para a inclus&atilde;o da M&iacute;dia Ninja na &uacute;ltima lista aprovada pelo MAM. &ldquo;Significa que o museu segue na sua linha de questionar e lan&ccedil;ar perguntas sobre o estatuto da fotografia no contexto da arte contempor&acirc;nea&rdquo; (Folha de S&atilde;o Paulo, 2013:1). Esta afirma&ccedil;&atilde;o se torna interessante por explicitar o interesse do museu em arte contempor&acirc;nea, mesmo sendo nomeado como um museu de arte moderna, e de questionar a fun&ccedil;&atilde;o da fotografia na contemporaneidade. </p>     <p>Os outros motivos apresentados s&atilde;o justamente os que interessam a esta reflex&atilde;o: a relev&acirc;ncia da M&iacute;dia Ninja ao produzir conte&uacute;do que discute o papel da imprensa tradicional, e o fato de n&atilde;o serem artistas, mas produzirem fotografias interessantes e que podem ser tidas como obras de arte. &ldquo;A M&iacute;dia Ninja teve um protagonismo imenso ao trazer a p&uacute;blico um debate sobre a crise da representa&ccedil;&atilde;o dos fatos na imprensa. Mas eles n&atilde;o s&atilde;o artistas, s&atilde;o jornalistas&rdquo; (Folha de S&atilde;o Paulo, 2013:1). </p>     <p>A distin&ccedil;&atilde;o entre artistas, jornalistas e outros produtores de fotografias se torna cada vez mais t&ecirc;nue &agrave; medida que a&ccedil;&otilde;es como a entrada da M&iacute;dia Ninja no acervo do MAM-SP acontecem. E assim o museu traz a tona propositalmente o di&aacute;logo entre arte e documento no campo da fotografia, que &eacute; t&atilde;o antigo quanto a exist&ecirc;ncia desta m&iacute;dia, procurando transpor o abismo que os separam ao longo da hist&oacute;ria. </p>     <blockquote><i>Reconhecemos o di&aacute;logo f&eacute;rtil entre arte e documento, valorizamos as matizes e sobreposi&ccedil;&otilde;es entre uma coisa e outra. Mas estamos falando ali de um abismo que separa o fotojornalismo cotidiano dos caminhos trilhados pela arte moderna e contempor&acirc;nea, que t&ecirc;m sido o foco desse museu </i> (Entler, 2014:1)</blockquote>     <p>Ao observamos algumas das imagens (<a href="#f2">Figura 2</a> e <a href="#f3">Figura 3</a>) que agora fazem parte do acervo do MAM podemos confundi-las com outras tantas imagens que estamparam jornais, revistas, sites e inundaram as redes sociais em 2013 e deram visualidade ao momento de ebuli&ccedil;&atilde;o social no pa&iacute;s. Se tentarmos justificar a escolha das fotografias da M&iacute;dia Ninja atrav&eacute;s de suas qualidades pl&aacute;sticas n&atilde;o chegaremos a uma conclus&atilde;o elucidativa sobre o porqu&ecirc; destas imagens terem se transformado em obras de arte, em detrimento de outras tantas produzidas no mesmo per&iacute;odo e nas mesmas circunst&acirc;ncias. </p>     <p>&nbsp;</p><a name="f2"><img src="img/revistas/est/v6n11/6n11a03f2.jpg"></a>    
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p><a name="f3"><img src="img/revistas/est/v6n11/6n11a03f3.jpg"></a>    
<p>&nbsp;</p>     <p>&ldquo;O que interessa ao museu &eacute; preservar o debate que eles trouxeram &agrave; tona e n&atilde;o o modus operandi&rdquo; (Folha de S&atilde;o Paulo, 2013). O caminho para clarificar a escolha das fotografias da M&iacute;dia Ninja &eacute; justamente a sua postura enquanto criadores, que se ocupam da circula&ccedil;&atilde;o destas imagens contempor&acirc;neas. A relev&acirc;ncia da escolha tamb&eacute;m est&aacute; na maneira como se constituem, enquanto uma rede colaborativa que se dilui por tr&aacute;s de uma nomenclatura, gerando conte&uacute;do distribu&iacute;dos em diversos suportes, sujeitos a v&aacute;rias leituras e a margem de um sistema constantemente redimensionado pela cultura da converg&ecirc;ncia, como explicitaremos adiante. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>2. Arte e documento em tempos de converg&ecirc;ncia </b></p>     <p>Um dos pontos interessantes nestas fotografias &eacute; o car&aacute;ter que elas assumem ao circularem em diferentes m&iacute;dias e suportes, podendo tanto ser documento como obra de arte. Esta dicotomia que acompanha a fotografia ao longo de sua hist&oacute;ria pode ser repensada atualmente sob a &oacute;tica &ldquo;cultura da converg&ecirc;ncia&rdquo;, estudo apresentado por Henry Jenkins (2009) e que destaca mudan&ccedil;as na comunica&ccedil;&atilde;o humana advindas da cultura digital e da produ&ccedil;&atilde;o contempor&acirc;nea de informa&ccedil;&atilde;o. </p>     <p>Segundo o autor houve um deslocamento da no&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do produzido para um fim espec&iacute;fico, em dire&ccedil;&atilde;o a um conte&uacute;do que flui por v&aacute;rios canais, acessado de modos diferentes e em m&uacute;ltiplas m&iacute;dias. Em alguns casos, principalmente quando se trata de imagens, o mesmo conte&uacute;do que pode ter diferentes leituras se vistos em uma p&aacute;gina de jornal, em um site, ou mesmo na parede de um museu, como, por exemplo, a <a href="#f4">Figura 4</a>. Ela pode tanto ilustrar um artigo sobre as manifesta&ccedil;&otilde;es no Brasil, quanto servir de documenta&ccedil;&atilde;o de um movimento que chacoalhou a pol&iacute;tica brasileira, ou mesmo revelar uma hist&oacute;ria de amor entre dois jovens, e ainda possibilitar todas estas leituras ao visitante do museu que a possui em seu acervo. </p>     <p>&nbsp;</p><a name="f4"><img src="img/revistas/est/v6n11/6n11a03f4.jpg"></a>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Refletir tamb&eacute;m sobre como os tradicionais suportes se mesclam com as novas telas advindas da cultura digital e ampliam a leitura das imagens &eacute; interessante porque podemos entender as potencialidades e o alcance que as fotografias podem atingir. N&atilde;o h&aacute; mais uma delimita&ccedil;&atilde;o de como s&atilde;o distribu&iacute;dos os conte&uacute;dos midi&aacute;ticos, eles se interp&otilde;em, se adaptam e s&atilde;o acessados de diversas maneiras podendo gerar novos sentidos e at&eacute; outros conte&uacute;dos. </p>     <p>Jenkins (2009: 53) faz ainda uma reflex&atilde;o interessante sobre a cria&ccedil;&atilde;o corporativa e a &lsquo;alternativa&rsquo; sob a &oacute;tica da converg&ecirc;ncia. Ao mesmo tempo que as empresas de m&iacute;dia est&atilde;o aprendendo a acelerar o fluxo de conte&uacute;do pelos canais de distribui&ccedil;&atilde;o para aumentar as oportunidades de lucros, ampliar mercados e consolidar seus compromissos com o p&uacute;blico, os consumidores est&atilde;o aprendendo a utilizar as diferentes tecnologias para ter um controle mais completo sobre o fluxo da m&iacute;dia e para interagir com outros consumidores. </p>     <p>O autor ressalta tamb&eacute;m o papel do p&uacute;blico na produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos. Ele tanto pauta como participa, contribuindo com novas informa&ccedil;&otilde;es e ainda repercute e faz circular o que h&aacute; de mais interessante entre as m&iacute;dias. </p>     <p>Neste sentido a M&iacute;dia Ninja atua como uma fonte alternativa de informa&ccedil;&atilde;o, como um consumidor que se transforma em criador, produzindo pautas renegadas pela m&iacute;dia tradicional e que convida seus leitores a se tornarem &lsquo;Ninjas&rsquo;, procurando acessar outras pequenas hist&oacute;rias relacionadas a temas maiores de interesse p&uacute;blico.      ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote><i>Pensamos em hipertexto, trabalhamos em rede, aprendemos de maneira interdisciplinar, nossas cria&ccedil;&otilde;es s&atilde;o h&iacute;bridas. O fazer fotogr&aacute;fico se reconfigura influenciado por essa realidade. </i> (Queiroga, 2010: 12)</blockquote>     <p>O car&aacute;ter coletivo da rede favorece a multiplicidades de olhares e de tem&aacute;ticas contempladas em suas cria&ccedil;&otilde;es e tamb&eacute;m questiona a no&ccedil;&atilde;o do autor na contemporaneidade, espelhando a dif&iacute;cil distin&ccedil;&atilde;o atual entre produtores e consumidores de informa&ccedil;&atilde;o. Esta dispers&atilde;o no processo criativo favorece o surgimento de novos conte&uacute;dos cada vez mais h&iacute;bridos e inclassific&aacute;veis, como estas fotografias que podem tanto servir ao documentarismo quanto &agrave; arte. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclus&atilde;o</b></p>     <p>As cria&ccedil;&otilde;es documentais da M&iacute;dia Ninja e sua r&aacute;pida inser&ccedil;&atilde;o no campo da arte chamam aten&ccedil;&atilde;o para a mudan&ccedil;a no entendimento da fotografia enquanto m&iacute;dia, que carrega um mesmo conte&uacute;do visual que pode circular entre diferentes &aacute;reas do conhecimento humano, gerando novas leituras. </p>     <p>Entend&ecirc;-las como produtos da cultura da converg&ecirc;ncia nos ajuda a superar o antigo debate entre arte e documento que se instaurou no campo da fotografia ao longo de sua exist&ecirc;ncia. E permite ampliar a discuss&atilde;o acerca de outras produ&ccedil;&otilde;es art&iacute;sticas contempor&acirc;neas, marcadas pelo hibridismo e pela interdisciplinaridade que surgem e questionam as bases estabelecidas nas artes visuais. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b> </p>     <!-- ref --><p>Entler, Ronaldo (2014) <i>Poderes provis&oacute;rios, imagens impertinentes.</i> In Ic&ocirc;nica (site). Dispon&iacute;vel em <a href="http://iconica.com.br/site/poderes-provisorios-imagens-impertinentes/" target="_blank">http://iconica.com.br/site/poderes-provisorios-imagens-impertinentes/</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1435572&pid=S1647-6158201500010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Henry, Jenkins (2009). <i>Cultura da converg&ecirc;ncia</i>. S&atilde;o Paulo: Aleph.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1435573&pid=S1647-6158201500010000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Queiroga, Eduardo (2010). <i>Fotografia: da aus&ecirc;ncia do sujeito ao coletivo contempor&acirc;neo.</i> XXXIII Congresso Brasileiro de Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o, Caxias do Sul.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1435575&pid=S1647-6158201500010000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Artigo completo recebido a 8 de Janeiro e aprovado a 24 de janeiro de 2015</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="c0"></a>Correio eletr&oacute;nico: <a href="mailto:guilhermetosetto@gmail.com">guilhermetosetto@gmail.com</a></p>      ]]></body><back>
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