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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The 17 articles selected for this issue 16 of Revista Estúdio establish relations with the urban space, recalling the critical approach of ethno-methodology, by Georges Perec and also the proposal of 'drift' as a revolutionary pre-occupation of modernist space, by Guy Debord. Between the people and the objects there are possibilities of different lifestyles. Between one and the other, there is a consensus to be fractured, to be questioned. In order to examine paths one needs to know them; and in order to know them one needs to be ignorant of them. Then innovation and invention can occur. The artists know: materials are made of thought. With these materials we occupy our studios.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>EDITORIAL</b></p>     <p align="right"><b>EDITORIAL</b></p>     <p><b>O Est&uacute;dio nas tuas m&atilde;os</b></p>     <p><b>A Est&uacute;dio in your hands</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Jo&atilde;o Paulo Queiroz&#42;</b></p>     <p>&#42;Portugal, par acad&eacute;mico interno e editor da <i>Revista Est&uacute;dio</i>. </p>     <p>AFILIA&Ccedil;&Atilde;O: Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes, Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o e Estudos em Belas-Artes (CIEBA). Largo da Academia Nacional de Belas-Artes, 1249-058, Lisboa, Portugal. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO:</b> </p>     <p>Os 17 artigos selecionados pera este n&uacute;mero 16 da <i>Revista Est&uacute;dio</i> estabelecem rela&ccedil;&otilde;es com o espa&ccedil;o urbano, recordando as aproxima&ccedil;&otilde;es cr&iacute;ticas da etno-metodologia, de Georges Perec e da proposta da &#39;deriva&#39; como pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o revolucion&aacute;ria do espa&ccedil;o modernista, de Guy Debord. Entre as pessoas e os objetos est&atilde;o possibilidades, estilos de vida. Entre uns e outros h&aacute; um consenso para fracturar, para questionar. Para interrogar os caminhos, &eacute; preciso conhec&ecirc;-los, e para os conhecer &eacute; preciso desconhec&ecirc;-los: depois vem a proposta, a inova&ccedil;&atilde;o, a inven&ccedil;&atilde;o. As mat&eacute;rias fazem-se de pensamento, sabem os artistas. &Eacute; com estas mat&eacute;rias que ocupamos os nossos Est&uacute;dios. </p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Est&uacute;dio, etno-metodologia, deriva</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT:</b></p>     <p>The 17 articles selected for this issue 16 of Revista Est&uacute;dio establish relations with the urban space, recalling the critical approach of ethno-methodology, by Georges Perec and also the proposal of &#39;drift&#39; as a revolutionary pre-occupation of modernist space, by Guy Debord. Between the people and the objects there are possibilities of different lifestyles. Between one and the other, there is a consensus to be fractured, to be questioned. In order to examine paths one needs to know them; and in order to know them one needs to be ignorant of them. Then innovation and invention can occur. The artists know: materials are made of thought. With these materials we occupy our studios.</p>     <p><b>Keywords:</b> Est&uacute;dio, ethno-methodology, drift.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A cidade marca-nos ou n&oacute;s marcamos a cidade? Qual o enunciado, quem o enuncia? Os 17 artigos selecionados pera este n&uacute;mero 16 da <i>Revista Est&uacute;dio</i> estabelecem rela&ccedil;&otilde;es com o espa&ccedil;o urbano, recordando as aproxima&ccedil;&otilde;es cr&iacute;ticas da etno-metodologia (Perec, 1999) e da proposta da deriva como pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o revolucion&aacute;ria do espa&ccedil;o modernista (Debord, 1955; 1958; Jacques, 2003). As pessoas ligam-se no entrecruzar das ruas, caminhos, percursos, mudan&ccedil;as, desloca&ccedil;&otilde;es. Entre as pessoas e os objetos est&atilde;o possibilidades que, quando repetidas, se transformam em estilos de vida. Entre uns e outros o consenso, para fraturar, questionar. Para interrogar os caminhos, &eacute; preciso conhec&ecirc;-los, e para os conhecer &eacute; preciso desconhec&ecirc;-los: s&oacute; depois vem a proposta, a inova&ccedil;&atilde;o, a inven&ccedil;&atilde;o. Inventa-se um Homem pelo seu caminho. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os d&eacute;dalos que se acompanham e parecem transgredir a materialidade s&atilde;o o tema do trabalho que sugeriu a nossa capa: os desenhos / escultura de Evandro Soares, trazidos ao <i>Est&uacute;dio</i> pelo artigo de Glayson de Sampaio (Goi&aacute;s, Brasil). Em &quot;A dimens&atilde;o do desenho nas esculturas de Evandro Soares,&quot; entre o desenho e a sua tridimensionalidade, joga-se a cumplicidade do espectador e a dificuldade de este localizar o seu lugar, entre o pensamento e a coisa.</p>     <p>O artigo &quot;As paisagens submersas de Emanuel Monteiro,&quot; de Marilice Corona (Rio Grande do Sul, Brasil), apresenta o desdobramento das p&aacute;ginas de di&aacute;rios, que se re-articulam e formam novas paisagens, exteriores e interiores.Maristela Salvatori (Rio Grande do Sul, Brasil), no texto &quot;O m&uacute;ltiplo em publica&ccedil;&otilde;es de artistas: R&ouml;hnelt, Cattani e Mutran,&quot; aborda as propostas na &aacute;rea do livro de artista destes tr&ecirc;s autores e obras respectivas: <i>Galerias</i>, de 2014, <i>Sete dias</i>, de 2000, e <i>Raster</i>, de 2013, cada um acrescentando uma abordagem e uma dimensionalidade novas ao g&eacute;nero. </p>     <p>Em &quot;Fioravante e o vazio: o desenho como estrat&eacute;gia de aus&ecirc;ncia,&quot; Eduardo Vieira da Cunha (Rio Grande do Sul, Brasil) apresenta os trabalhos a pastel negro de Fioravante, que tecem uma po&eacute;tica da ru&iacute;na, do transiente, do gasto, esp&eacute;cies de caveiras contempor&acirc;neas que nos interrogam.</p>     <p>Sim&oacute;n Arrebola (Sevilha, Espanha), no artigo &quot;Entre aquelarres y reordenaciones pict&oacute;ricas: <i>un acercamiento a la obra de Jos&eacute; Carlos Naranjo,</i>&quot; permite uma perspetiva sobre este autor espanhol que j&aacute; foi capa da revista Est&uacute;dio 13: os seus flagrantes pelo flash eletr&oacute;nico imobilizam seres que parece submersos, inc&oacute;modos, em fuga, ao mesmo tempo que se desdobram refer&ecirc;ncias da pintura e da fotografia adivinhando-se uma componente de sombra, que se reflete, como em alguns autorretratos de Lee Friedlander.</p>     <p>O artigo &quot;Claudia Coca: el autorretrato de una sociedad,&quot; de Mihaela Radulescu de Barrio & Rosa Gonzales (Lima, Per&uacute;), debru&ccedil;a-se sobre Claudia Coca, que interroga a representa&ccedil;&atilde;o <i>pop</i> a partir de um ponto de vista mesti&ccedil;o: afinal as vanguardas conceptuais exigem um espectador sem misturas: &eacute; essa pressuposi&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica que transporta a hegemonia. </p>     <p>Marcos Rizolli (S&atilde;o Paulo, Brasil), em &quot;A geometria de Rui Effe: um sens&iacute;vel conceito,&quot; aborda os mapas escavados de Effe (Portugal), em folhas, formas negativas que tra&ccedil;am ocupa&ccedil;&otilde;es e possibilidades, ou registos e recorda&ccedil;&otilde;es, num tecido antigo que se estuda.</p>     <p>O texto &quot;Signos indiciales del cuerpo: huellas de vida en la producci&oacute;n de Alberto Greco,&quot; de Alejandra Maddonni (La Plata, Argentina), introduz a obra implicada e significativa do argentino Alberto Greco: uma silueta &eacute; uma abertura para fora, a fronteira da liberdade. Desde as suas silhuetas dos anos 60 at&eacute; ao movimento <i>siluetazo</i>, onde os recortesdos desaparecidos ganham novo significado para a interven&ccedil;&atilde;o: a arte pode ser pol&iacute;tica, mesmo sem o querer.</p>     <p>Carlos Rojas & Paco Lara-Barranco (Sevilha, Espanha), no artigo &quot;Jos&eacute; Miguel Pere&ntilde;&iacute;guez: la representaci&oacute;n del &aacute;nima a trav&eacute;s del dibujo,&quot; interroga a possibilidade de os referentes inclu&iacute;rem a reflex&atilde;o, dependendo da sua mesma representa&ccedil;&atilde;o: a sua profundidade vem do referente, ou da sua representa&ccedil;&atilde;o?</p>     <p>O artigo &quot;El universo fantasmag&oacute;rico en la obra de Pekka Jylh&auml; (1955- ),&quot; por Visitaci&oacute;n Ortega (Granada, Espanha), interroga a representa&ccedil;&atilde;o da morte intermediada pelos seus animais ve&iacute;culo: o bode expiat&oacute;rio, ou o coelho que, pelo contr&aacute;rio, se reproduz &agrave; mesma cad&ecirc;ncia que a s&eacute;rie de Fibonacci e parece-nos olhar do lado de l&aacute; do ciclo da vida, na obra do finland&ecirc;s Jilh&auml;.</p>     <p>Joaqu&iacute;n Escuder (Sarago&ccedil;a, Espanha), em &quot;La germinaci&oacute;n nocturna: sobre la pintura de Santi Queralt,&quot; estuda as formula&ccedil;&otilde;es de tinta deste pintor de Barcelona, que se articulam em vistas, mapas, territ&oacute;rios: algo nos mostram, algo nos ocultam, na materialidade da tinta. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em &quot;Estruturas de luz: a fotografia art&iacute;stica de Ant&oacute;nio Quaresma&quot; C&iacute;cero de Brito Nogueira & N&uacute;bia de Andrade Viana, (Piau&iacute;, Brasil), apontam as diferentes tipologias de fotografias do brasileiro Ant&oacute;nio Quaresma, autor que expande na cor uma pl&aacute;stica fotogr&aacute;fica festiva.</p>     <p>Neide Marcondes & Nara Martins (S&atilde;o Paulo, Brasil) no artigo &quot;Sob o c&eacute;u de Veneza: o portugu&ecirc;s Jo&atilde;o Louro e o brasileiro Andr&eacute; Komatsu,&quot; procuram estabelecer um di&aacute;logo entre estes artistas, descobrindo, na presen&ccedil;a do corpo, ou na sua reclama&ccedil;&atilde;o e vest&iacute;gio, um campo de possibilidades para interrogar os poderes que podem fazer surgir ou fazer desaparecer.</p>     <p>O artigo &quot;Arte contempor&acirc;nea: proposi&ccedil;&otilde;es olfat&oacute;rias e gustativas,&quot; de Lurdi Blauth & Fernanda de Christo (Rio Grande do Sul, Brasil), aborda a obra de Isabel Sommer e de Lucimar Bello, ambas presentes na X Bienal do Mercosul, de 2015 (Porto Alegre), e que exploram as dimens&otilde;es das sensorialidades nas suas instala&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>Concepci&oacute;n Elorza Ib&aacute;&ntilde;ez & Zuhar Iruretagoiena (Bilbau, Espanha), em &quot;Sobre <i>El estado de la cuesti&oacute;n un ensayo performativo</i> (2015) de Helena Cabello y Ana Carceller: una lectura procesual de sus elementos constitutivos,&quot; apresentam a instala&ccedil;&atilde;o que a dupla de artistas apresentou na Bienal de Veneza de 2015, onde a obra dos surrealistas &eacute; revisitada, a par com a fragilidade da democracia no contexto contempor&acirc;neo.</p>     <p>Em &quot;El vac&iacute;o y la soledad del &#39;no lugar&#39; en la obra de &Aacute;ngeles Marco,&quot; Yolanda R&iacute;os, (Vigo, Espanha), reflete sobre a obra da escultora desaparecida &Aacute;ngeles Marco (1947-2008) cuja obra se debru&ccedil;a sobre os espa&ccedil;os de transi&ccedil;&atilde;o, os n&atilde;o lugares, as met&aacute;foras que nos mostram a realidade perdida.</p>     <p>Sandra Gon&ccedil;alves (Rio Grande do Sul, Brasil), no artigo &quot;Pele Preta: a po&eacute;tica da luz,&quot; debru&ccedil;a-se sobre a s&eacute;rie de 23 imagens do ensaio fotogr&aacute;fico de Maureen Bisilliat, de 1960 (Inglaterra / Brasil): mulher, homem, crian&ccedil;a. O tema da pele preta associada &agrave; transfigura&ccedil;&atilde;o recorda-nos o anjo de Aleijadinho, ao mesmo tempo que opera a metamorfose dos corpos em madeira. A fotografia funde os corpos na mat&eacute;ria do pensamento e da vida.</p>     <p>As mat&eacute;rias fazem-se de pensamento, sabem os artistas. &Eacute; com estas mat&eacute;rias que ocupamos os nossos Est&uacute;dios. Onde est&aacute; este Est&uacute;dio? Nas tuas m&atilde;os.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Debord, Guy (1955) <i>Introdu&ccedil;&atilde;o a uma cr&iacute;tica da geografia urbana</i> &#91;em linha, consult. 2016-02-18&#93; Dispon&iacute;vel em URL: <a href="http://www.oocities.org/autonomiabvr/urb.html" target="_blank">http://www.oocities.org/autonomiabvr/urb.html</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1449428&pid=S1647-6158201600040000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Debord, Guy (1958) <i>Teoria da deriva</i> &#91;em linha, consult. 2016-02-18&#93; Dispon&iacute;vel em URL: <a href="https://teoriadoespacourbano.files.wordpress.com/2013/03/guy-debord-teoria-da-deriva.pdf" target="_blank">https://teoriadoespacourbano.files.wordpress.com/2013/03/guy-debord-teoria-da-deriva.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1449429&pid=S1647-6158201600040000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jacques, Paola Berenstein (org.) (2003). <i>Apologia da Deriva: Escritos Situacionistas sobre a cidade</i>. Rio de Janeiro: Casa da Palavra. ISBN 9788587220608&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1449430&pid=S1647-6158201600040000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Perec, Georges (1999) <i>Especies de espacios</i>. Barcelona: Literatura y ciencia, S. L.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1449431&pid=S1647-6158201600040000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Enviado a 20 de janeiro de 2016 e aprovado a 22 de janeiro de 2016</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="c0"></a>Correio eletr&oacute;nico: <a href="mailto:joao.queiroz@fba.ul.pt">joao.queiroz@fba.ul.pt</a>(Jo&atilde;o Paulo Queiroz)</p>     ]]></body>
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