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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article describes Brazilian artist Evandro Soares&#8217;s poetic process. It discusses the procedures applied when working with metallic material (iron and wire) through welding, cutting and bending techniques in order to create complex geometries in his produced sculptures. This process points out the characteristic of his sculptures being simultaneously as spatial drawings or linear sculptures since they converge in the same exhibition space particular situations and two-dimensional and three-dimensional features.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGOS ORIGINAIS</b></p>     <p align="right"><b>ORIGINAL ARTICLES</b></p>     <p><b>A dimens&#227;o do desenho nas esculturas de Evandro Soares</b></p>     <p><b>The Dimension of Drawing in Evandro Soares&#8217;s Sculptures</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Glayson Arcanjo de Sampaio&#42;</b></p>     <p>&#42;Brasil, artista e professor de artes visuais. Mestre em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais &#8211; UFMG (2008) e graduado em Artes Pl&#225;sticas pela Universidade Federal de Uberl&#226;ndia &#8211; UFU (2006).</p>     <p>AFILIA&#199;&#195;O: Universidade Federal de Goi&#225;s (UFG), Faculdade de Artes Visuais. Avenida Esperan&#231;a, s/n, Campus Samambaia (Campus II) CEP: 74690-900, Brasil.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Resumo: </b></p>     <p>Este artigo descreve o processo de cria&#231;&#227;o do artista brasileiro Evandro Soares, discorre sobre os procedimentos realizados por ele ao trabalhar com a mat&#233;ria met&#225;lica (ferro e arame) atrav&#233;s das t&#233;cnicas de solda, corte e dobra afim de elaborar geometrias complexas nas esculturas produzidas, elucidando a voca&#231;&#227;o destas se portarem simultaneamente como desenhos espaciais - ou esculturas lineares, ao fazerem convergir, em um mesmo espa&#231;o expositivo, situa&#231;&#245;es instalativas e recursos bidimensionais e tridimensionais.</p>     <p><b>Palavras chave:</b> Escultura, desenho, perspectiva, geometria.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Abstract:</b></p>     <p>This article describes Brazilian artist Evandro Soares&#8217;s poetic process. It discusses the procedures applied when working with metallic material (iron and wire) through welding, cutting and bending techniques in order to create complex geometries in his produced sculptures. This process points out the characteristic of his sculptures being simultaneously as spatial drawings or linear sculptures since they converge in the same exhibition space particular situations and two-dimensional and three-dimensional features.</p>     <p><b>Keywords:</b> Sculpture. Drawing. Perspective. Geometry.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Primeira dimens&#227;o: of&#237;cios do serralheiro-artista.</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Evandro Soares, artista brasileiro nascido em Largo do Piritiba, Bahia, aprendeu, ainda jovem, uma gama de recursos t&#233;cnicos e outros aparatos ferramentais que o conduziram ao of&#237;cio de serralheiro. Na serralheria construiu diversos objetos, como port&#245;es, grades, janelas e portas de ferro que seriam utilizados em casas e edifica&#231;&#245;es comerciais. </p>     <p>Possuindo grande familiaridade com a constru&#231;&#227;o de objetos e estruturas met&#225;licas, soube tirar proveito das t&#233;cnicas apreendidas para dar vaz&#227;o a novas id&#233;ias, transformando o arame e o ferro galvanizado em esculturas que abordavam elementos representativos de seu cotidiano. </p>     <p>Ao manipular m&#225;quinas de soldagens, corte e dobra e se apropriar de recursos da serralheira transportando estas opera&#231;&#245;es para o campo da arte, Soares refor&#231;a certa condi&#231;&#227;o contempor&#226;nea que, n&#227;o s&#243; est&#225; associada aos of&#237;cios do artista em seu ateli&#234; cl&#225;ssico mas se aproxima dos procedimentos e das manufaturas ligadas &#224; ind&#250;stria. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Segunda dimens&#227;o: decodifica&#231;&#227;o e desenho</b></p>     <p>Para Evandro o desenhar sobre a superf&#237;cie do papel passa por um refinado processo de codifica&#231;&#227;o-decodifica&#231;&#227;o. O artista quase sempre inicia seus projetos a partir de estudos em p&#225;ginas de caderno ou folhas soltas. &#201; que em seu of&#237;cio, sempre precisou antecipar problemas espaciais e geom&#233;tricos formulando pontos, planos, retas e hiperplanos quando estes passam a ser planejados no espa&#231;o bidimensional (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"><img src="/img/revistas/est/v7n16/7n16a02f1.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Desenhar &#233; uma maneira de ver introjetado a um <i>entender</i>. Marar e Sperling (2007:243) ressaltam que &#8220;o desenho tem um car&#225;ter de aproxima&#231;&#227;o sint&#233;tica e n&#227;o anal&#237;tica da realidade&#8221;, de modo que ver e entender tornam-se sin&#244;nimos. <i>Para eles</i></p>     <blockquote>(...) <i>podemos gerar o desenho bidimensional de objetos que &#8220;vivem&#8221; em dimens&#245;es t&#227;o altas quanto se queira. Obviamente, mantendo-se constante a dimens&#227;o do meio em que se representa e aumentando-se a dimens&#227;o do objeto representado, complica-se bastante o processo de visualiza&#231;&#227;o. A representa&#231;&#227;o de objetos com (3 + n) dimens&#245;es em um meio bidimensional necessita de uma decodifica&#231;&#227;o do desenho percebido para a sua efetiva compreens&#227;o, como a que se processa na representa&#231;&#227;o de &#226;ngulos retos em perspectivas, que ganham ares de &#226;ngulos agudos ou obtusos.</i> (Marar & Speling, 2007:247). </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ao inserir o material met&#225;lico a seu processo de trabalho levando-o a figurar n&#227;o somente como um sistema angulos representados mas, de fato como um dado concreto (por ser um objeto concreto no espa&#231;o) o artista <i>aumentar&#225; a dimens&#227;o dos objetos representados.</i> E &#233; a&#237; que come&#231;a a aventura do artista! </p>     <p>A fim de planejar suas composi&#231;&#245;es em &#225;reas maiores que os cadernos, mas ainda pr&#243;ximas &#224;s escalas e extens&#245;es do corpo humano, foi preciso que Soares modificasse a superf&#237;cie aumentando seu peso e resist&#234;ncia atrav&#233;s do uso de papeis de alta gramatura (papeis pesados de 400g, 500g, 600g). Sobre a superf&#237;cie do papel o arame &#233; dobrado de variadas maneiras sendo depois amarrado e soldado ao verso, de modo a literalmente romper e atravessar a folha. </p>     <p>O artista passar&#225; a criar estudos e varia&#231;&#245;es das geometrias, estruturas e composi&#231;&#245;es com materiais e recursos t&#233;cnicos cada vez mais elaborados a cada novo projeto executado, mas sem perder a delicadeza conquistada no trabalho com as estruturas de arame mais fino. </p>     <p>Com o processo de trabalho alterado e com varia&#231;&#245;es tanto no peso visual quanto na densidade do papel, intensificaram-se os desafios gr&#225;ficos. Cada cubo, constru&#237;do com arame pequenos peda&#231;os de arame, permite n&#227;o s&#243; a passagem da luz como tamb&#233;m a possibilidade de se projetar para frente e para fora da  superf&#237;cie branca (<a href="#f2">Figura 2</a>). O tamanho e a dire&#231;&#227;o de cada cubo pode se manter inalter&#225;vel ou se diferenciar entre si. Ao se projetarem para frente/fora do papel as arestas produzem v&#227;os onde o artista riscar&#225; a nanquim linhas diagonais curtas, diretamente na superficie do papel. </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"><img src="/img/revistas/est/v7n16/7n16a02f2.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p>As linhas tra&#231;adas produzir&#227;o certa <i>complica&#231;&#227;o</i> das composi&#231;&#245;es, a partir da repeti&#231;&#227;o, onde, a cada nova repeti&#231;&#227;o, pequenas varia&#231;&#245;es formais s&#227;o produzidas. Denominaremos estas varia&#231;&#245;es por <i>estrutura celular geom&#233;trica</i>. Elas tornar-se-&#227;o constantes e, com maior frequ&#234;ncia, o artista planejar&#225; grupos complexos, estruturados e ligados entre si (<a href="#f3">Figura 3</a>). S&#227;o estas estruturas que permitir&#227;o a reorganiza&#231;&#227;o, com maior liberdade, do espa&#231;o branco e preto da superf&#237;cie do papel e que de algum modo ir&#227;o conduzir e encaminhar nossa percep&#231;&#227;o visual (<a href="#f4">Figura 4</a>). </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3"><img src="/img/revistas/est/v7n16/7n16a02f3.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f4"><img src="/img/revistas/est/v7n16/7n16a02f4.jpg"></a>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Terceira dimens&#227;o: perspectiva e vertigem</b></p>     <p>Evandro Soares participou, em junho de 2013, da mostra coletiva &#8216;Di&#225;logo Desenho&#8217;, que ocorreu no Museu Universit&#225;rio de Arte em Uberl&#226;ndia &#8211; MUnA, com instala&#231;&#227;o de parede composta basicamente por dois cubos de ferro de tamanhos e formatos distintos. Para produzir os cubos, Evandro precisou medi-los, cort&#225;-los, mont&#225;-los e sold&#225;-los anteriormente em sua oficina de serralheria. Por possuirem altura, largura, profundidade e peso consider&#225;veis o artista  confeccionou tamb&#233;m oito pequenos dispositivos de metal, que presos &#224; parede, serviriam para sustentar o restante da pe&#231;a (<a href="#f5">Figura 5</a>). </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f5"><img src="/img/revistas/est/v7n16/7n16a02f5.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Enquanto o cubo de ferro marca o dado tridimensional de sua escultura, as linhas produzidas com tinta nanquim permite ao artista operar com os dados bidimensionais (<a href="#f6">Figura 6</a>). As linhas desenhadas diretamente na parede partem dos pontos de encontro onde os &#226;ngulos formam as arestas dos cubos de ferro. As linhas desenhadas diretamente na parede se deslocando para a direita se configurando como dois poliedros; espelhados e fora dos limites dos dois primeiros cubos de metal. </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f6"><img src="/img/revistas/est/v7n16/7n16a02f6.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Quando vistas em conjunto, as linha do metal e as linhas produzidas com nanquim produzir&#227;o altera&#231;&#245;es da percep&#231;&#227;o inicial do espectador, instaurando certa confus&#227;o visual justamente pela interfer&#234;ncia junto aos c&#243;digos da representa&#231;&#227;o da perspectiva (<a href="#f7">Figura 7</a> e <a href="#f8">Figura 8</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f7"><img src="/img/revistas/est/v7n16/7n16a02f7.jpg"></a>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f8"><img src="/img/revistas/est/v7n16/7n16a02f8.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p> A artista brasileira Regina Silveira, no texto <i>Desenho e invisibilidade: um depoimento sobre as Desapar&#234;ncias</i>, prop&#245;e significativas opera&#231;&#245;es para desmontar os c&#243;digos tradicionais da representa&#231;&#227;o, em especial, o da perspectiva linear. A artista, ao trabalhar com perspectivas multiplanas, &#8211; tipo de representa&#231;&#227;o orientada por um &#250;nico ponto de vista e que possibilita a recomposi&#231;&#227;o da imagem distorcida para a imagem <i>original</i> &#8211; se interessa menos pela vis&#227;o total da imagem refeita por este mecanismo do que pela possibilidade de ativar uma poss&#237;vel <i>vertigem</i>. Segundo a artista, </p>     <blockquote><i>muito mais interessante para mim &#233; a pr&#243;pria vertigem perceptiva que emerge do conflito que as imagens construidas geometricamente (como as perspectivas distorcidas) instauram no espa&#231;o real onde devem se enxertar, tentando acomodar-se aos par&#226;mentros mais fluidos desse espa&#231;o, onde h&#225; multiplos pontos de fuga e n&#227;o se percebe a converg&#234;ncia.</i> (Silveira, 2007:176)</blockquote>     <p>Diferentemente  Regina Silveira, interessa na estrutura constru&#237;da e instalada por Evandro Soares no MUnA esta esp&#233;cie de <i>decomposi&#231;&#227;o</i> e a possibilidade de <i>recomposi&#231;&#227;o</i> alcan&#231;ada somente com a presen&#231;a do expectador. A distor&#231;&#227;o e tonalidade das linhas projetadas; a fluidez tonal das sombras; a mescla das sombras ao espa&#231;o que circunda a escultura e a integra&#231;&#227;o ao restante do espa&#231;o do museu s&#227;o ampliadas quando o objeto &#233; iluminado (dando a ver as sombras ocasionadas pela proje&#231;&#227;o das luzes do museu diretamente nas hastes de ferro da estrutura) e ir&#227;o refor&#231;ar o <i>conflito visual</i> existente entre a estrutura instalada, os dados relativos ao espa&#231;o e a experi&#234;ncia do expectador.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Dimens&#227;o final: conclus&#227;o</b></p>     <p>Neste artigo foi analisado o processo de cria&#231;&#227;o do artista Evandro Soares atrav&#233;s da observa&#231;&#227;o de alguns dos desenhos preparat&#243;rios bem como as bases do projeto realizado na exposi&#231;&#227;o <i>Di&#225;logo Desenho</i> no MUnA. Intentamos trazer &#224; vista o modo como o artista escolhe e prepara a mat&#233;ria met&#225;lica (ferro e arame) atrav&#233;s de recursos e t&#233;cnicas de soldagem, corte e dobra, aprendidas com a profiss&#227;o de serralheiro. Evidenciamos algumas solu&#231;&#245;es para os problemas surgidos no percurso de sua produ&#231;&#227;o como as altera&#231;&#245;es de escala, peso, dimens&#227;o e formato, e como tais solu&#231;&#245;es permitiram abrir vias de recep&#231;&#227;o de seu trabalho com o p&#250;blico. Por fim, ao constatarmos especificidades instalativas presentes no trabalho do artista, anunciamos uma voca&#231;&#227;o de suas esculturas se portarem simultaneamente como <i>desenhos espaciais</i> &#8211; ou <i>esculturas lineares</i> &#8211;, fazendo convergir, em um mesmo campo visual, complexidades de situa&#231;&#245;es bi e tridimensionais. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Refer&#234;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Di&#225;logo Desenho (2013) [em linha] Cat&#225;logo da exposi&#231;&#227;o. Uberl&#226;ndia: MunA. [Consult. 2015-12-15] Dispon&#237;vel em: <a href="http://pt.scribd.com/doc/234522398/Glayson-Arcanjo-Dialogo-Desenho" target="_blank">http://pt.scribd.com/doc/234522398/Glayson-Arcanjo-Dialogo-Desenho</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1449508&pid=S1647-6158201600040000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Marar, Ton & Sperling, David (2007) "Em matem&#225;tica, metadesenhos." In:  Derdyk, Edith (org.). <i>Disegno, Desenho, Des&#237;gnio.</i> S&#227;o Paulo: Editora Senac, p. 241-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1449509&pid=S1647-6158201600040000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silveira, Regina (2007) "Desenho e invisibilidade: um depoimento sobre as desaparecencias." In:  Derdyk, Edith (org.) <i>Disegno, Desenho, Des&#237;gnio.</i> S&#227;o Paulo: Editora Senac, p. 169-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1449511&pid=S1647-6158201600040000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Artigo completo recebido a 30 de dezembro de 2015 e aprovado a 22 de janeiro de 2016</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="c0"></a>Correio eletr&oacute;nico: <a href="mailto:glaysonarcanjo@hotmail.com">glaysonarcanjo@hotmail.com</a> (Glayson Arcanjo de Sampaio)</p>      ]]></body><back>
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