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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Um recorte da produção gráfica de Nilza Haertel: 1980 a 1990]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Presentation of elements about the graphic work of Nilza Haertel (1942 - 2014), Brazilian artist who acted as teacher of Drawing and Engraving at the Institute of Arts of the Federal University of Rio Grande do Sul.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGOS ORIGINAIS</b></p>     <p align="right"><b>ORIGINAL ARTICLES</b></p>     <p><b>Um recorte da produ&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica de Nilza Haertel: 1980 a 1990.</b></p>      <p><b>A selection over Nilza Haertel's graphic production: 1980 to 1990</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Maristela Salvatori*</b></p>     <p>*Brasil, artista visual.</p>     <p>AFILIA&Ccedil;&Atilde;O: Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Rua Senhor dos Passos, 248, CEP 90020-180, Centro. Porto Alegre, RS Brasil.</p>      <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO:</b></p>     <p>Apresenta&ccedil;&atilde;o de elementos sobre a obra gr&aacute;fica de Nilza Haertel (1942 &#8212; 2014), artista brasileira que atuou como professora de Desenho e Gravura no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.</p>      <p><b>Palavras chave:</b> Nilza Haertel / gravura / arte contempor&acirc;nea / processos de cria&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT:</b></p>     <p>Presentation of elements about the graphic work of Nilza Haertel (1942 &#8212; 2014), Brazilian artist who acted as teacher of Drawing and Engraving at the Institute of Arts of the Federal University of Rio Grande do Sul.</p>     <p><b>Keywords:</b> Nilza Haertel / engraving / contemporary art / creation processes.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Nilza Belita Grau Haertel (Porto Alegre, 1942 &#8212; Porto Alegre, 2014), foi professora de Desenho e Gravura no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IA/UFRGS), de 1980 a 2009. Em 2015, sua fam&iacute;lia buscou o IA/ UFRGS para oferecer parte deseulegado. Dentre os itens propostos &agrave;doa&ccedil;&atilde;o, havia um numeroso acervo de obras gr&aacute;ficas autorais sobre as quais aqui nos deteremos. Conheci Nilza Haertel em 1981, quando eu era uma jovem que iniciava a Gradua&ccedil;&atilde;o em Artes Pl&aacute;sticas do IA/UFRGS e Nilza era uma jovem professora, que rec&eacute;m ingressara no quadro de professores da institui&ccedil;&atilde;o e voltava de um per&iacute;odo de estudos na Holanda. Fui sua aluna em cursos de Desenho; seu entusiasmo era contagiante, me estimulou a produzir intensamente durante aqueles anos. Logo ap&oacute;s, Nilza partiu do Brasil, e ficou fora por duas temporadas, para estudos, primeiro para a realiza&ccedil;&atilde;o do Master in Fine Arts, realizado na Colorado State University, CSU, Estados Unidos (1982-1985), depois para a realiza&ccedil;&atilde;o do Doutorado em Hist&oacute;ria da Arte, na Indiana University, IU, Estados Unidos (1993-2006).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Perdemos o contato por mais de uma d&eacute;cada, at&eacute; meu ingresso como professora no IA/UFRGS (1994). Quando eu mesma retornei de um per&iacute;odo de estudos no exterior (2002), n&atilde;o encontrei no olhar de Nilza aquele delicioso entusiasmo que havia me cativado, estando ela fragilizada por problemas de sa&uacute;de na fam&iacute;lia. Sua postura no IA/UFRGS era bastante reservada. Igualmente discreta como artista, realizou e participou de exposi&ccedil;&otilde;es esparsas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Descobrindo um acervo</b></p>     <p>Helena Kanaan e eu, ambas professoras da &aacute;rea de Gravura do IA/UFRGS, atendemos &agrave; solicita&ccedil;&atilde;o da Chefia Departamental e auxiliamos no processo de levantamento dos itens propostos &agrave; doa&ccedil;&atilde;o. Foi uma enorme e grata surpresa abrir pastas e pacotes e encontrar numerosas obras de Nilza &#8212; revelando, na intensa produ&ccedil;&atilde;o, uma artista de grande sensibilidade e for&ccedil;a, que at&eacute; ent&atilde;o desconhec&iacute;amos e nos emocionou profundamente.</p>     <p>De imediato, come&ccedil;amos a pensar como dar mais visibilidade a este riqu&iacute;ssimo acervo. Planejamos e realizamos uma s&eacute;rie de a&ccedil;&otilde;es. Com aux&iacute;lio de bolsistas de Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica e de Extens&atilde;o, tratei da organiza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via deste acervo. Em conjunto com Helena Kanaan, realizei a curadoria da exposi&ccedil;&atilde;o <i>Nilza Haertel: experimenta&ccedil;&otilde;es gr&aacute;ficas</i>, que apresentou uma sele&ccedil;&atilde;o de suas obras, especialmente litografias, no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (CCCEV), em Porto Alegre, de setembro a outubro de 2016. Em paralelo &agrave; mostra, promovi o semin&aacute;rio <i>O Artista pesquisador na Universidade</i>, com a finalidade de levantar quest&otilde;es em torno do artista pesquisador na universidade e a obra desenvolvida por Nilza Haertel, o semin&aacute;rio contou com a participa&ccedil;&atilde;o de Helena Kanaan, Fl&aacute;vio Gon&ccedil;alves e H&eacute;lio Fervenza, artistas pesquisadores do IA/UFRGS, e Lurdi Blauth, artista pesquisadora da FEEVALE. Finalmente, recentemente, lan&ccedil;amos a publica&ccedil;&atilde;o <i>Experimenta&ccedil;&otilde;es gr&aacute;ficas de Nilza Haertel: recorte de um acervo</i>, apresentando o projeto, com organiza&ccedil;&atilde;o minha e de Helena.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>A pesquisa gr&aacute;fica</b></p>     <p>Embora na exposi&ccedil;&atilde;o tenhamos dados &ecirc;nfase a sua produ&ccedil;&atilde;o litogr&aacute;fica, por estas obras serem mais abundantes e terem maior for&ccedil;a, em toda sua produ&ccedil;&atilde;o po&eacute;tica, observamos uma atitude investigativa incans&aacute;vel, desde a busca pelo melhor enquadramento no papel &#8212; em meio ao acervo encontram-se muitas provas de estado em diferentes posi&ccedil;&otilde;es e enquadramento nos pap&eacute;is, estes tamb&eacute;m variando na dimens&atilde;o, a pesquisa de cores, e muito intensamente a experimenta&ccedil;&atilde;o de varia&ccedil;&otilde;es sucessivas.</p>     <p>Observamos diferentes jogos com a forma e os recursos gr&aacute;ficos, desde matrizes de colagravura (obtida pela colagem de diversos materiais) explorando diferentes possibilidades de impress&atilde;o, como na <a href="#f1">Figura 1</a> (cuja base &eacute; uma lixa de madeira), como uma busca da singularidade em formas despercebidas do cotidiano, como a singela bandeja descart&aacute;vel de alum&iacute;nio que, amassada, adquire outras conota&ccedil;&otilde;es e que aparece j&aacute; em obras de 1979 e 1980 (<a href="#f2">Figura 2</a>), at&eacute; ser incorporada &agrave; obra de 1983 (<a href="#f3">Figura 3</a>), onde adquire um aspecto bastante po&eacute;tico, quase como uma evoca&ccedil;&atilde;o de planeta ou de fen&ocirc;meno da natureza &#8212; como o pr&oacute;prio t&iacute;tulo sugere: <i>Autumn composition</i>. Ali&aacute;s, praticamente toda sua produ&ccedil;&atilde;o posterior a 1980 recebe t&iacute;tulos em ingl&ecirc;s, possivelmente, pelos estreitos v&iacute;nculos estabelecidos com os Estados Unidos, onde viveu por longas temporadas &#8212; al&eacute;m de sua perman&ecirc;ncia para desenvolvimento da disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado e da tese de doutorado, Nilza tamb&eacute;m atuou na Colorado State University, primeiro como Monitora Convidada de Gravura (G.T.A.), de 1984 a 1985, depois como docente em Desenho (Contrato de Tempo Parcial) e como docente em Gravura no <i>Continuing Education Program</i>, de 1985 a 1986, tendo retornado &agrave;quela universidade como Professor Visitante Convidado (<i>Artist in Residence</i>), em 1990.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"><img src="/img/revistas/est/v9n22/9n22a17f1.jpg"></a>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"><img src="/img/revistas/est/v9n22/9n22a17f2.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3"><img src="/img/revistas/est/v9n22/9n22a17f3.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Segundo relato de sua sobrinha, Iris Richter, Nilza e o marido, Victor Haertel, tamb&eacute;m professor universit&aacute;rio vinculado &agrave; UFRGS (Instituto de Geoci&ecirc;ncias), estavam extremamente bem adaptados ao modo de vida e sistema acad&ecirc;mico americano.</p>     <p>A produ&ccedil;&atilde;o litogr&aacute;fica realizada nos EUA, al&eacute;m de se impor pela liberdade do gesto (<a href="#f4">Figura 4</a> e <a href="#f5">Figura 5</a>), tamb&eacute;m impacta pelas dimens&otilde;es, certamente executadas em ateli&ecirc;s bem melhor equipados do que os ateli&ecirc;s encontrados no sul do Brasil, permitindo a composi&ccedil;&atilde;o com imagens sangradas, o que parece intensificar a amplitude do movimento.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f4"><img src="/img/revistas/est/v9n22/9n22a17f4.jpg"></a>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f5"><img src="/img/revistas/est/v9n22/9n22a17f5.jpg"></a>     
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<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Os t&iacute;tulos dos trabalhos, <i>Fugue</i> (1983), <i>Adagio</i> (1983), <i>Cantata</i> (1983), <i>Song</i> (1983), <i>Aleggro</i> (1983), <i>Chords</i> (s/d), <i>Door</i> (1983) <i>Old Wall</i> (s/d), <i>Woods' sounds and silence</i> (1983), <i>Stormy Night</i> (1983), <i>Night Wind</i> (1983), <i>Echoes</i> (1984), <i>Grass and Water</i> (1984), <i>Spring</i> (1984), <i>Water Wings</i> (1984), <i>Canyon Wall</i> (1985), <i>Rocks under water</i> (s/d), <i>Sounds and Silence</i> (1984), <i>Dark Chords</i> (1984), <i>Sandstone Arch</i> (s/d), <i>Silent dance of grasses</i> (1985), <i>Slow opposed forces</i> (1985), <i>Flowering Shrub</i> (1986), <i>Moonlit Wall</i> (s/d), <i>Trees and Snow</i> (1990), <i>Vessel</i> (1990), assim como das s&eacute;ries, <i>Impromptu</i> (1984), <i>Rock</i> (s/d), <i>Square</i> (1985), e <i>Fragment</i> (1985-1987), revelam suas paix&otilde;es pela natureza e pela m&uacute;sica, tendo ela pr&oacute;pria realizado forma&ccedil;&atilde;o fundamental em piano (de 1950 a 1960 no IA/UFRGS).</p>     <p>Sua disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado, com o sugestivo t&iacute;tulo <i>Shapes of Sounds and Silence</i>, tamb&eacute;m explicita seu interesse sobre o sil&ecirc;ncio nas artes visuais, como artista pesquisadora, tendo escrito sobre o tema o artigo <i>A magia do sil&ecirc;ncio nas Artes Visuais</i>, na Revista Porto Arte (Porto Alegre, v. 01, n&ordm; 1, p. 5659, 1990). Conforme suas palavras, "a no&ccedil;&atilde;o de sil&ecirc;ncio pode apenas ser apreendida, nas artes visuais, num sentido metaf&oacute;rico &#8212; como imobilidade e serenidade." (Haertel, 1990:57) Seria "uma chamada para uma nova vis&atilde;o, uma suspens&atilde;o de significados 'traduz&iacute;veis', uma quest&atilde;o em aberto." (Haertel, 1990:58)</p>     <p>O trabalho de organiza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via de seu acervo e de realiza&ccedil;&atilde;o de uma curadoria para Nilza Haertel foi feito com muita admira&ccedil;&atilde;o e respeito. No volumoso material proposto &agrave; doa&ccedil;&atilde;o (contabilizamos cerca de cento e quarenta gravuras), havia cerca de sessenta imagens assinadas e datadas, muitas provas com anota&ccedil;&otilde;es de ateli&ecirc;, provas de estado, desenhos, impress&otilde;es e experi&ecirc;ncias diversas, constituindo uma importante fonte para pesquisas sobre o seu processo de cria&ccedil;&atilde;o. Foi um privil&eacute;gio e uma honra poder fazer esta primeira leitura sobre este rico acervo e contribuir para uma maior divulga&ccedil;&atilde;o desta riqu&iacute;ssima e importante obra que, sem d&uacute;vida, logo ter&aacute; a merecida visibilidade.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Haertel, Nilza. (1990) A magia do sil&ecirc;ncio nas Artes Visuais. <i>Porto Arte</i>, Porto Alegre, v. 01, n&ordm; 1, p. 5661&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1460486&pid=S1647-6158201800020001700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Salvatori, M.; Kanaan, H. (2018) <i>Experimenta&ccedil;&otilde;es gr&aacute;ficas de Nilza Haertel: recorte de um acervo</i>. Porto Alegre: MarcaVisual.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1460487&pid=S1647-6158201800020001700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Enviado a 28 de dezembro de 2017 e aprovado a 17 de janeiro de 2018</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="c0"></a>Correio eletr&oacute;nico: <a href="mailto:maris@ufrgs.br">maris@ufrgs.br</a> (Maristela Salvatori)</p>      ]]></body><back>
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