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<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Faculdade de Letras Departamento de Geografia]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>EDITORIAL</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Editorial</b></p>     <p><b>Editorial</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Fernandes, Jos&eacute;<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>CEGOT | Departamento de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.&nbsp;Via Panor&acirc;mica s/n, 4150-564 Porto, Portugal.&nbsp;<a href="mailto:jariofernandes@gmail.com">jariofernandes@gmail.com</a>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Este &eacute; o n&ordm; 9 da GOT, o mais recente n&uacute;mero da revista de Geografia e Ordenamento do Territ&oacute;rio. Pouco haver&aacute; a dizer al&eacute;m do habitual: que sai na data prevista, que tem entre 10 e 15 artigos, que h&aacute; autores portugueses e de outras nacionalidades e que os textos consideram escalas e tem&aacute;ticas diversas. E, todavia, o simples constatar deste facto &ndash; de ser apenas &ldquo;mais um&rdquo; n&uacute;mero &ndash; leva-me a considerar a relev&acirc;ncia desta normalidade, no que significa de estabilidade e, espero, confian&ccedil;a dos leitores na qualidade que foi poss&iacute;vel ser afirmada e mantida atrav&eacute;s dos autores e revisores que, h&aacute; mais de 4 anos, permitiram a regularidade dum t&iacute;tulo que vem a ser registado em plataformas de indexa&ccedil;&atilde;o de exig&ecirc;ncia acrescida.</p>     <p>Se tal pode ser motivo de orgulho para o CEGOT &ndash; propriet&aacute;rio da revista &ndash; significa tamb&eacute;m, naturalmente, maior responsabilidade para quem a dirija e leva a equacionar novos rumos que possam manter a solidez e refor&ccedil;ar a ambi&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Ficar&aacute; essa reflex&atilde;o &ndash; e porventura o an&uacute;ncio de alguma decis&atilde;o &ndash; para editorial pr&oacute;ximo.</p>     <p>Entretanto, sem pretender apresentar todos os artigos que comp&otilde;em este n&uacute;mero, atrevo-me a dar conta da diversidade das abordagens que, nuns casos, procuram ligar a Geografia e o Ordenamento do Territ&oacute;rio, enquanto noutros d&atilde;o especial valor &agrave; dimens&atilde;o espacial do conhecimento e/ou &agrave; sua aplica&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>As quest&otilde;es de desenvolvimento s&atilde;o as que est&atilde;o mais presentes nas preocupa&ccedil;&otilde;es dos autores, em dois casos para contexto urbano (Barcelona num caso e Recife e Chenai noutra), mas na maioria das vezes em contexto rural: no Cear&aacute; e Amap&aacute; (Brasil), nas ilhas Fiji e nas montanhas do Norte de Portugal. A &aacute;gua e a energia est&atilde;o muito presentes na maioria destes textos, assim como noutros que abordam o problema das hidroel&eacute;tricas em contexto de fronteira (na Am&eacute;rica do Sul) e t&eacute;cnicas de modelagem para identifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas com recursos energ&eacute;ticos. Nalguns casos a preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; com a &aacute;gua, como seja em torno da &aacute;gua, da rela&ccedil;&atilde;o com a energia. Esta abordagem de aspectos de natureza metodol&oacute;gica, com recurso a sistemas de informa&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica, &eacute; comum ao texto de autores galegos que se reporta a experi&ecirc;ncia realizada nas Ilhas Cies.</p>     <p>Alguns outros textos t&ecirc;m como pressuposto este tipo de ferramentas, centrando-se todavia no estudo de riscos naturais, como &eacute; o caso do texto sobre um espa&ccedil;o situado na Rep&uacute;blica dos Camar&otilde;es, enquanto outros abordam o risco pelo lado da sua perce&ccedil;&atilde;o (em Nova Friburgo, no Brasil).</p>     <p>A diversidade da origem geogr&aacute;fica das &aacute;reas de estudo &eacute; evidente. N&atilde;o apenas por abundarem os que t&ecirc;m incid&ecirc;ncia no Brasil, a que se somam os que tratam Portugal (sob o ponto de vista da seguran&ccedil;a rodovi&aacute;ria, do espa&ccedil;o p&uacute;blico na constru&ccedil;&atilde;o da cidade, ou o j&aacute; referido estudo das aldeias de montanhas do Norte), ou Espanha (Galiza e Catalunha, no caso) e um, j&aacute; referido, de &Aacute;frica, mas tamb&eacute;m porque dois autores franceses tomam como refer&ecirc;ncia uma cidade indiana (e outra brasileira) a prop&oacute;sito de pol&iacute;tica urbana para a sustentabilidade e a inclus&atilde;o.</p>     <p>Apenas um texto n&atilde;o tem uma refer&ecirc;ncia geogr&aacute;fica concreta. Todavia, &eacute; dos poucos que coloca a geografia no seu t&iacute;tulo, pois que trata da liga&ccedil;&atilde;o entre o cinema e a educa&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica.</p>     <p>Neste como nos demais casos, os resumos revelam melhor que eu as preocupa&ccedil;&otilde;es de cada autor ou grupo de autores. Mas, apenas a leitura permitir&aacute; desvendar o que se estudou e refletiu, contribuindo &ndash; assim se espera &ndash; para o aprofundamento do conhecimento cient&iacute;fica e aprendizagem de n&oacute;s todos, que os lermos.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Porto, 28 de Junho de 2016</p>     <p>O editor,</p>     <p>Jos&eacute; Alberto Rio Fernandes</p>      ]]></body>
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