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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O campo térmico no município de Viçosa-MG, Brasil, durante o período de verão (2014/2015) e inverno (2015)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The climate study in small cities gains relevance due to the environmental problems that also devastate these cities today. In this context, this study aims to understand the behavior of air temperature in the municipality of Viçosa-MG, Brazil, from a comparison between countryside and city in seasonal situations of summer and winter. For this, a monitoring network was elaborated with fourteen HOBO dataloggers, model U10-003, being eight in the rural area and six in the urban area, in order to search for a correlation of the thermal records with the following factors: altitude, solar radiation, slopes orientation and Sky View Factor. From the obtained results, it can be affirmed that among those factors that could exert some influence and explain the thermal difference, the one that presented the highest correlation was the Sky View Factor (SVF), followed by the altitude. The factors solar radiation and slope orientation didn&#8217;t present a strong correlation.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>O campo t&eacute;rmico no munic&iacute;pio de Vi&ccedil;osa-MG, Brasil, durante o per&iacute;odo de ver&atilde;o (2014/2015) e inverno (2015)</b></p>     <p><b>The thermal field in the municipality of Vi&ccedil;osa-MG, Brazil, during the summer (2014/2015) and winter (2015)</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Fialho, Edson</b><sup>1</sup>; <b>Quina, Robson</b><sup>2</sup></p>     <p><sup>1</sup> Departamento de Geografia da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa / Laborat&oacute;rio de Biogeografia e Climatologia (BIOCLIMA) / Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Geografia da Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo; Av. P.H. Rolfs, s/n, Campus Universit&aacute;rio, CEP: 36570-900, Vi&ccedil;osa-Minas Gerais, Brasil; <a href="mailto:fialho@ufv.br">fialho@ufv.br</a></p>     <p><sup>2</sup> Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Geografia da Universidade Federal de Juiz de Fora; Rua Jos&eacute; Louren&ccedil;o Kelmer, s/n, Campus Universit&aacute;rio &ndash; S&atilde;o Pedro, CEP:&nbsp; 36036-330, Juiz de Fora &ndash; Minas Gerais, Brasil; <a href="mailto:robson.quina@ufv.br">robson.quina@ufv.br</a></p>     <p><b>&nbsp;</b></p>     <p><b>&nbsp;</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>O estudo do clima em cidades de pequeno porte ganha relev&acirc;ncia em fun&ccedil;&atilde;o dos problemas ambientais que tamb&eacute;m assolam essas cidades atualmente. Nesse contexto, este trabalho visa a compreender a distribui&ccedil;&atilde;o espacial da temperatura do ar no munic&iacute;pio de Vi&ccedil;osa-MG, Brasil, a partir de uma compara&ccedil;&atilde;o entre campo e cidade, em situa&ccedil;&otilde;es sazonais de ver&atilde;o e inverno. Para isso, elaborou-se uma rede de monitoramento com catorze termo-higr&ocirc;metros dataloggers HOBO, modelo U10-003, sendo oito no meio rural e seis no urbano, a fim de buscar uma correla&ccedil;&atilde;o dos registros t&eacute;rmicos com os seguintes fatores: altitude, radia&ccedil;&atilde;o solar, orienta&ccedil;&atilde;o de vertente e Sky View Factor. A partir dos resultados obtidos, pode-se afirmar que dentre esses fatores que poderiam exercer alguma influ&ecirc;ncia e explicar a diferen&ccedil;a t&eacute;rmica, o que apresentou a maior correla&ccedil;&atilde;o foi o Sky View Factor (SVF), seguido da altitude. Os fatores radia&ccedil;&atilde;o solar e orienta&ccedil;&atilde;o de vertente n&atilde;o apresentaram uma forte correla&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Clima urbano; Vi&ccedil;osa-MG; Campo T&eacute;rmico; Zona da Mata Mineira.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The climate study in small cities gains relevance due to the environmental problems that also devastate these cities today. In this context, this study aims to understand the behavior of air temperature in the municipality of Vi&ccedil;osa-MG, Brazil, from a comparison between countryside and city in seasonal situations of summer and winter. For this, a monitoring network was elaborated with fourteen HOBO dataloggers, model U10-003, being eight in the rural area and six in the urban area, in order to search for a correlation of the thermal records with the following factors: altitude, solar radiation, slopes orientation and Sky View Factor. From the obtained results, it can be affirmed that among those factors that could exert some influence and explain the thermal difference, the one that presented the highest correlation was the Sky View Factor (SVF), followed by the altitude. The factors solar radiation and slope orientation didn&rsquo;t present a strong correlation.&nbsp;</p>     <p><b>Keywords</b>: Urban climate; Vi&ccedil;osa-MG; Thermal Field and Zona da Mata Mineira.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>No Brasil, os estudos relacionados ao clima urbano datam do in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1970 e s&atilde;o intensificados na d&eacute;cada de 1990, atrelados ao processo de ocupa&ccedil;&atilde;o mais efetivo do meio urbano, como verificado por Brand&atilde;o <i>et al</i> (2000) e Fialho (2010). Com isso, novas ferramentas foram sendo utilizadas no processo de identifica&ccedil;&atilde;o do campo t&eacute;rmico, bem como sua mobilidade, hor&aacute;ria, di&aacute;ria e sazonal, relacionada &agrave; din&acirc;mica atmosf&eacute;rica.</p>     <p>Por ser o ambiente urbano um dos mais modificados, a melhor compreens&atilde;o de seus componentes e mecanismos &eacute; importante, al&eacute;m de ser necess&aacute;rio analis&aacute;-lo como um sistema (HASENACK; FLORES, 1992). E o clima, nesse contexto, &eacute; um dos subsistemas, conforme corrobora Monteiro (2015). As modifica&ccedil;&otilde;es dos elementos da paisagem urbana e rural proporcionam condi&ccedil;&otilde;es para a subtra&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o e impermeabiliza&ccedil;&atilde;o de superf&iacute;cies, fatores respons&aacute;veis pelas diferen&ccedil;as obtidas em experimentos clim&aacute;ticos realizados por diversos pesquisadores como Azevedo (2001), Amorim (2005), Paz (2009), Andrade <i>et al.</i> (2013), Bezerra <i>et al.</i> (2013), Barros e Lombardo (2016) e Paula <i>et al.</i> (2016). Todavia, a maior parte das pesquisas ainda &eacute; desenvolvida em cidades de grande e m&eacute;dio porte, deixando de lado as cidades de pequeno porte, que, no Brasil, s&atilde;o consideradas at&eacute; o limiar de 100 mil habitantes. Essas cidades concentram 41% da popula&ccedil;&atilde;o urbana, segundo os dados do IBGE (<a href="#t1">Tabela 1</a>), al&eacute;m de terem apresentado um crescimento percentual significativo (<a href="#t2">Tabela 2</a>), nos &uacute;ltimos 30 anos.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t1">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07t1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="t2">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07t2.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Por conta disso, a investiga&ccedil;&atilde;o sobre a din&acirc;mica do campo t&eacute;rmico e sua correla&ccedil;&atilde;o com alguns fatores geogr&aacute;ficos no munic&iacute;pio de Vi&ccedil;osa, localizado na Zona da Mata Mineira, embora n&atilde;o seja o primeiro estudo, considerando os trabalhos publicados por Fialho (2009), Rocha e Fialho (2010), Fialho <i>et al.</i> (2015), Quina (2015), Fialho <i>et </i>al. (2016) e Fialho (2015), ao abordar a varia&ccedil;&atilde;o entre campo e cidade em situa&ccedil;&otilde;es sazonais de ver&atilde;o (2014/2015) e inverno (2015), busca compreender a participa&ccedil;&atilde;o dos fatores geogr&aacute;ficos: altitude, orienta&ccedil;&atilde;o das vertentes, Sky View Factor (SVF) e radia&ccedil;&atilde;o solar para estabelecimento de correla&ccedil;&atilde;o, no intuito de quantificar a participa&ccedil;&atilde;o dos mesmos.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>2. &Aacute;rea de Estudo: Vi&ccedil;osa, na Zona da Mata Mineira.</b></p>     <p>A cidade de Vi&ccedil;osa localiza-se na regi&atilde;o central da Zona da Mata Mineira, no estado de Minas Gerais, e se insere no dom&iacute;nio morfoclim&aacute;tico de mar de morros florestados, conforme a classifica&ccedil;&atilde;o de Ab&rsquo;Saber (2003). Por conta disso, apresenta um relevo dissecado pela a&ccedil;&atilde;o fluvial, com vales e morros em formato de meia laranja, que caracterizam um s&iacute;tio urbano acidentado (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A cidade vem apresentando um crescimento populacional significativo, sobretudo a partir de 1950 (<a href="#f2">Figura 2</a>). Segundo Mello (2002), a d&eacute;cada de 1960 foi marcada pelo in&iacute;cio da consolida&ccedil;&atilde;o em termos de urbaniza&ccedil;&atilde;o e ocupa&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas j&aacute; existentes, destacando que &aacute;reas planas nos fundos de vales foram, em sua grande maioria, ocupadas. Sobre esse desenvolvimento urbano de Vi&ccedil;osa, Mello (op. cit.) destaca que:</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f2.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>     <p>&ldquo;O desenvolvimento da cidade se processava em raz&atilde;o das oportunidades de emprego oferecidas pela Universidade. Assim como em v&aacute;rias cidades a ind&uacute;stria promoveu o desenvolvimento, em Vi&ccedil;osa a Universidade &eacute; que, a princ&iacute;pio, oferecia emprego e dinamizava a economia local. (MELLO, 2002, p. 54)&rdquo;.</p> </blockquote>     <p>Atualmente, a &aacute;rea central da cidade compreende o setor comercial, de servi&ccedil;os e informa&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m das atividades urbanas e um grande contingente populacional. Por conta disso, o centro urbano de Vi&ccedil;osa se caracteriza por ter uma forte verticaliza&ccedil;&atilde;o (ZACCHI, 2014) com pouca cobertura vegetal (FIALHO, 2009), como pode ser visualizado na <a href="#f3">Figura 3</a>, onde, para o mesmo &acirc;ngulo de visada em dois momentos distintos, percebe-se uma intensa ocupa&ccedil;&atilde;o do fundo do vale do rio S&atilde;o Bartolomeu.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f3.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Ainda em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; concentra&ccedil;&atilde;o da ocupa&ccedil;&atilde;o urbana, Carneiro e Faria (2005, p. 126) observaram que a cidade se formou, inicialmente, ao longo de terra&ccedil;os fluviais e aluviais por raz&atilde;o da facilidade de acesso, proximidade dos cursos d&rsquo;&aacute;gua, topografia favor&aacute;vel e forma de vale em &ldquo;U&rdquo;, aberto. Com o crescimento populacional, a ocupa&ccedil;&atilde;o passou a ocorrer em &aacute;reas n&atilde;o inund&aacute;veis, adjacentes aos terra&ccedil;os, atingindo encostas e topos de morros, ou seja, dentro dos limites das &aacute;reas de preserva&ccedil;&atilde;o permante, conforme tamb&eacute;m constatado por Alves e Calijuri (2010). Tal processo hoje acarreta uma frequ&ecirc;ncia das enchentes e alagamentos no munic&iacute;pio, conforme descrevem Rodrigues Junior <i>et al</i>.(2009) e Batista e Rodrigues (2010), bem como o aumento dos preju&iacute;zos socioecon&ocirc;micos (FIALHO, 2012a).</p>     <p>Nesse sentido, observa-se que os fatores geogr&aacute;ficos relacionados &agrave;s atividades humanas, associados a outros de car&aacute;ter natural, em uma cidade de s&iacute;tio convergente (FIALHO e PAULO, 2014), pode provocar uma produ&ccedil;&atilde;o de calor, levando a um aumento das medidas t&eacute;rmicas, que podem vir a favorecer a forma&ccedil;&atilde;o de n&uacute;cleos de calor.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>3. Materiais e procedimentos</b></p>     <p>O per&iacute;odo de observa&ccedil;&atilde;o para o estudo compreendeu 89 dias consecutivos para o per&iacute;odo de ver&atilde;o de 2014/2015, iniciando em 21/12/2014 e terminando em 19/3/2015, e 94 dias para o inverno de 2015, iniciando em 21/6/2015 e terminando em 22/9/2015.</p>     <p>Os fatores clim&aacute;ticos obtidos por modelagem foram radia&ccedil;&atilde;o solar, orienta&ccedil;&atilde;o de vertente e altitude, enquanto os par&acirc;metros SVF e temperatura do ar foram observados. Atrav&eacute;s desses registros foram realizadas correla&ccedil;&otilde;es entre os fatores e a temperatura.</p>     <p>Dos elementos elencados para estabelecer a correla&ccedil;&atilde;o, dois deles s&atilde;o importantes para a an&aacute;lise e alcance dos objetivos tra&ccedil;ados, o coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o (R&sup2;) e o coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson (r). O primeiro porque explica o quanto uma vari&aacute;vel &eacute; dependente da outra, ou seja, o quanto o modelo ali desenvolvido consegue explicar os valores observados. O coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o varia de 0 a 1, quanto mais pr&oacute;ximo de 1 melhor ele explica o quanto uma vari&aacute;vel depende da outra.</p>     <p>J&aacute; o coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson (r) &eacute; importante porque calcula o grau de correla&ccedil;&atilde;o entre duas vari&aacute;veis, predizendo se a correla&ccedil;&atilde;o entre elas &eacute; direta ou inversamente proporcional. Esse coeficiente varia de -1 a 1, onde pr&oacute;ximo de 1 significa que existe uma correla&ccedil;&atilde;o forte e positiva (diretamente proporcional) entre as duas vari&aacute;veis e mais pr&oacute;ximo de -1 significa que existe uma correla&ccedil;&atilde;o forte e negativa (inversamente proporcional), ou seja, &agrave; medida que uma aumenta a outra diminui, e quando os resultados s&atilde;o pr&oacute;ximos de 0 significa que as duas vari&aacute;veis s&atilde;o independentes (BARBETTA, 2001 e FIGUEIREDO FILHO).</p>     <p>Os dados de temperatura do ar s&atilde;o referentes ao per&iacute;odo de ver&atilde;o de 2014/2015 e do inverno de 2015, obtidos em 14 pontos fixos de observa&ccedil;&atilde;o distribu&iacute;dos entre as &aacute;reas rural, perif&eacute;rica e central de Vi&ccedil;osa, em registros hor&aacute;rios e simult&acirc;neos (<a href="#f4">Figura 4</a> e <a href="#t3">Tabela 3</a>). A escolha dos mesmos n&atilde;o foi realizada de maneira aleat&oacute;ria, alguns crit&eacute;rios como lugar representativo, seguran&ccedil;a e facilidade de acesso foram norteadores. Todos os termo-higr&ocirc;metros (<a href="#f5">Figura 5</a>) foram fixados a 1,5 metro de altura em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; superf&iacute;cie, com hastes de mour&atilde;o de eucalipto tratado, seguindo as normas da Organiza&ccedil;&atilde;o Meteorol&oacute;gica Mundial, como sugere Varej&atilde;o-Silva (2006).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f4">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f4.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="t3">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07t3.gif"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f5">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f5_6_7.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Para o registro cont&iacute;nuo, foram utilizados termo-higr&ocirc;metros dataloggers da marca HOBO, modelo U10-003, fixados em campo, no interior dos miniabrigos meteorol&oacute;gicos alternativos, produzidos com policloreto de vinila (PVC), fabricados pelo Laborat&oacute;rio de Biogeografia e Climatologia da UFV (<a href="#f5">Figura 6 e 7</a>), cujo processo de constru&ccedil;&atilde;o encontra-se detalhado em Alves (2015), seguindo o modelo fornecido pelo professor Carlos Henrique Jardim, Departamento de Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>     <p>O uso de miniabrigos meteorol&oacute;gicos &eacute; uma pr&aacute;tica utilizada pelos pesquisadores da &aacute;rea da Climatologia que necessita de dados prim&aacute;rios em diferentes pontos de diferentes tipos de uso e coletados de maneira simult&acirc;nea (FIALHO, 2002, SANTOS <i>et al.</i> 2011, LOPES e JARDIM, 2012). Vale ressaltar que, antes de serem utilizados em campo, os termo-higr&ocirc;metros dataloggers foram testados e aferidos em local fechado e aberto, com intuito de verificar se todos estavam funcionando e se existiam poss&iacute;veis oscila&ccedil;&otilde;es nos dados por eles registrados. Tais testes foram realizados, seguindo indica&ccedil;&otilde;es de Danni-Oliveira (2002) e Assis (2010).</p>     <p>Ap&oacute;s realizar tais aferi&ccedil;&otilde;es, foi poss&iacute;vel concluir que, tanto em ambiente fechado como em ambiente aberto, os desvios em torno da m&eacute;dia foram pequenos, variando de -0,1 a 0,1&ordm;C. Isso nos leva a predizer que a temperatura do ar nos equipamentos HOBO U10-003 s&atilde;o de certa maneira homog&ecirc;neos e bem calibrados entre eles, principalmente quando se trabalha com m&eacute;dias de um determinado per&iacute;odo.</p>     <p>Diante disso, para a fixa&ccedil;&atilde;o dos miniabrigos em campo n&atilde;o foi necess&aacute;rio criar uma tabela de corre&ccedil;&atilde;o para cada equipamento, uma vez que os desvios apresentados entre eles s&atilde;o baixos e o registro das temperaturas s&atilde;o muito pr&oacute;ximos, principalmente no que se refere &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de valores de temperatura m&eacute;dia di&aacute;ria, obtida pela soma das 24 leituras e divis&atilde;o pelo n&uacute;mero de observa&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao Sky View Factor (SVF), utilizou-se o m&eacute;todo fotogr&aacute;fico, a partir do acoplamento da lente &ldquo;olho de peixe&rdquo; a uma m&aacute;quina fotogr&aacute;fica fixada a um trip&eacute;. Tal m&eacute;todo de obten&ccedil;&atilde;o das fotos pode ser observado nos trabalhos de Oke (1981), Moin e Tsutsumi (2004), Matzarakis <i>et al.</i> (2007), Minella <i>et al</i>. (2010), Souza <i>et al.</i> (2010), Ferreira (2015), Collischonn e Ferreira (2015) e Fernandes <i>et</i> <i>al.</i> (2017)</p>     <p>Para a obten&ccedil;&atilde;o das imagens utilizou-se a mesma metodologia apresentada por Ferreira (2015) e Fernandes (2015). A c&acirc;mera digital utilizada foi a Nikon Coolpix 5700 com extensor Nikon UR-E12 e objetiva &ldquo;olho de peixe&rdquo; Nikon FC-E19.</p>     <p>Assim como Ferreira (2015) e Ferreira e Fialho (2016), a c&acirc;mera juntamente com a lente &ldquo;olho de peixe&rdquo; foi acoplada a um trip&eacute;, a 1,5 metros da superf&iacute;cie, com o topo da c&acirc;mera voltado para norte e a lente para a ab&oacute;boda celeste (<a href="#f8">Figura 8</a>). Foi feito um nivelamento com um n&iacute;vel simples, utilizado em constru&ccedil;&otilde;es civis, para que o equipamento todo ficasse paralelo &agrave; superf&iacute;cie. No momento de tirar as fotos, foi necess&aacute;rio que o fot&oacute;grafo e as pessoas que o auxiliavam ficassem abaixo do n&iacute;vel da c&acirc;mera a fim de n&atilde;o interferir na imagem, sabendo que a angula&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de captura da lente &eacute; de aproximadamente 180&ordm;.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f8">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f8.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Para a elabora&ccedil;&atilde;o desses mapas utilizou-se o software ArcGIS 10.1 by Esri, atrav&eacute;s do pacote ArcMap 10.1. Primeiramente, foi confeccionado o mapa de altitude do munic&iacute;pio. Para tal utilizou-se um modelo digital criado a partir de curvas de n&iacute;vel de 20 em 20 metros do munic&iacute;pio, feito atrav&eacute;s da ferramenta TIN (Triangulated Irregular Network) presente no software ArcGis 10.1. Esse modelo consiste na interpola&ccedil;&atilde;o dos valores de altitude por meio da cria&ccedil;&atilde;o de tri&acirc;ngulos entre uma linha e outra, criando um modelo matem&aacute;tico com valores de altitude. O modelo criado a partir dessa interpola&ccedil;&atilde;o se caracteriza como sendo um Modelo Digital de Superf&iacute;cie (MDS) por ser um conjunto de pontos com coordenadas conhecidas em um determinado sistema de refer&ecirc;ncia cartogr&aacute;fica, equidistantes ou n&atilde;o, e com eleva&ccedil;&atilde;o conhecida (FELGUEIRAS, 1997).</p>     <p>Para a constru&ccedil;&atilde;o dos mapas de radia&ccedil;&atilde;o solar e orienta&ccedil;&atilde;o de vertentes, foram utilizadas imagens ASTER GDEM de 30 metros de resolu&ccedil;&atilde;o espacial. Assim, foram empregados como refer&ecirc;ncia, os procedimentos apresentados por Fernandes Filho <i>et al</i>. (2011).</p>     <p>Em ambos os mapas os valores expressos na legenda representam a quantidade de Watt por hora em uma faixa de um metro quadrado (Wh/m&sup2;) recebida por cada c&eacute;lula da imagem, onde se encontram instalados os pontos de coleta durante os dois per&iacute;odos analisados. Como os valores nessa unidade s&atilde;o grandes e de dif&iacute;cil interpreta&ccedil;&atilde;o, esses foram divididos por 10.000 ou 104. As instru&ccedil;&otilde;es para se chegar ao produto final encontram-se detalhadas em Fernandes Filho <i>et al</i>. (2011, p. 55-57). Ao utilizar tal ferramenta &eacute; preciso ajustar e fornecer algumas informa&ccedil;&otilde;es para o c&aacute;lculo correto da radia&ccedil;&atilde;o solar.</p>     <p>Na op&ccedil;&atilde;o latitude utilizou-se -20&ordm; 45&rsquo; por essa fazer refer&ecirc;ncia &agrave; Esta&ccedil;&atilde;o Meteorol&oacute;gica da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, sendo essa latitude correta e fidedigna. Para a escala temporal houve dois momentos, para o ver&atilde;o na op&ccedil;&atilde;o Start Day colocou-se 21/12/2014 e no End Day 19/03/2015 e para o inverno 21/06/2015 (Start Day) e 22/09/2015 (End Day). Para extrair o valor de radia&ccedil;&atilde;o de cada ponto de coleta utilizou-se a ferramenta Extract Values to Points, no software ArcGis 10.1.</p>     <p>O mapa de exposi&ccedil;&atilde;o de vertentes confeccionado teve o intuito de identificar a orienta&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica (norte, sul, leste, oeste) dos pontos de coleta. Para isso, foi utilizado o software ArcGIS 10.1. Al&eacute;m das quatro posi&ccedil;&otilde;es acima referidas, assumiu-se a topografia plana tamb&eacute;m como uma classe de an&aacute;lise dentro da orienta&ccedil;&atilde;o de vertentes.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o aos mapas de temperatura m&eacute;dia do ar foi utilizado como modelo de interpola&ccedil;&atilde;o o Inverso do Quadrado da Dist&acirc;ncia (IQD, mais conhecido pela sigla em ingl&ecirc;s IDW), pelo fato de o referido m&eacute;todo ser univariado e apresentar m&eacute;dias ponderadas, que atribui aos pontos pesos fracion&aacute;rios, sendo restrito na estima&ccedil;&atilde;o entre dados analisados. Esse m&eacute;todo assume que a vari&aacute;vel estudada para qualquer ponto dentro da &aacute;rea de estudo pode ser determinada a partir dos valores observados nos pontos de coleta de dados, sendo o seu valor inversamente proporcional &agrave; dist&acirc;ncia do mesmo e tendo como refer&ecirc;ncia os outros pontos de coleta pr&oacute;ximos, trazendo como caracter&iacute;stica a gera&ccedil;&atilde;o do &ldquo;efeito mira&rdquo; ao redor dos pontos observados, como j&aacute; descritos por Alves <i>et</i> al. (2012).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>4. Resultados e Discuss&otilde;es</b></p>     <p>A partir do per&iacute;odo de monitoramento, a an&aacute;lise referente &agrave; influ&ecirc;ncia dos quatro fatores estudados e sua rela&ccedil;&atilde;o com a temperatura do ar &eacute; apresentada de maneira resumida na <a href="#t4">Tabela 4</a>, com valores referentes aos par&acirc;metros estudados de cada um dos 14 pontos de coleta, tendo como sequ&ecirc;ncia: 1) A localiza&ccedil;&atilde;o dos pontos no mapa; 2) A temperatura m&eacute;dia registrada no ver&atilde;o de 2014/15; 3) A diferen&ccedil;a t&eacute;rmica para o per&iacute;odo de ver&atilde;o de 2014/15; 4) A temperatura m&eacute;dia registrada no inverno de 2015; 5) A diferen&ccedil;a t&eacute;rmica para o per&iacute;odo de inverno de 2015; 6) A radia&ccedil;&atilde;o solar<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a> recebida no per&iacute;odo de ver&atilde;o de 2014/15; 7) A radia&ccedil;&atilde;o solar recebida no per&iacute;odo de inverno de 2015; 8) A exposi&ccedil;&atilde;o/orienta&ccedil;&atilde;o de vertente de cada ponto; 8) A altitude de cada ponto; e 9) O Sky View Factor calculado para cada ponto.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t4">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07t4.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&Eacute; necess&aacute;rio apresentar uma nota explicativa da aus&ecirc;ncia de alguns registros nos valores de temperatura m&eacute;dia do ar e diferen&ccedil;a t&eacute;rmica para o per&iacute;odo de inverno de 2015, que inexistem para tr&ecirc;s pontos de coleta, P1, P6 e P7, devido ao t&eacute;rmino da bateria que impossibilitou os registros dos mesmos. As Figuras retratam os valores de correla&ccedil;&atilde;o encontrados entre os valores m&eacute;dios de temperatura para cada per&iacute;odo analisado e os valores de radia&ccedil;&atilde;o solar para o ver&atilde;o (<a href="#f9">Figura 9</a>) e para o inverno (<a href="#f10">Figura 10</a>), os valores de altitude (<a href="#f11">Figura 11 e 12</a>) e os valores do Sky View Factor (<a href="#f13">Figura 13 e 14</a>) em rela&ccedil;&atilde;o aos mapas do campo t&eacute;rmico para o per&iacute;odo de ver&atilde;o de 2014/15 (<a href="#f15">Figura 15</a>) e o do inverno de 2015 (<a href="#f16">Figura 16</a>). Esses foram confeccionados a partir da diferen&ccedil;a t&eacute;rmica encontrada entre os pontos, nesse caso, referindo-se &agrave;s colunas 3 e 5 da <a href="#t3">Tabela 3</a>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f9">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f9.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f10">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f10.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f11">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f11.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f12">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f12.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f13">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f13.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f14">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f14.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f15">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f15.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f16">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f16.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&Agrave; primeira vista, pode-se inferir, a partir dos mapas do campo t&eacute;rmico, que a regi&atilde;o onde se tem uma maior concentra&ccedil;&atilde;o de constru&ccedil;&otilde;es e de pessoas (&aacute;rea urbanizada), apresenta uma maior diferen&ccedil;a t&eacute;rmica quando comparada &agrave;s &aacute;reas circunvizinhas. Notou-se um que os valores de temperatura mais altos localizam na &aacute;rea central, diferenciando-se das &aacute;reas perif&eacute;ricas do centro e das &aacute;reas rurais, que apresentaram valores mais baixos de temperatura do ar.</p>     <p>Os registros das maiores diferen&ccedil;as t&eacute;rmicas podem ser observados no mapa referente ao per&iacute;odo de inverno, quando a diferen&ccedil;a entre os pontos com maiores registros fica entre 1,8 &ndash; 2,3&ordm;C. J&aacute; no ver&atilde;o essa diferen&ccedil;a n&atilde;o ultrapassa os 1,8&ordm;C, como pode ser verificada na <a href="#t3">Tabela 3</a> e nas <a href="#f15">Figura 15 e 16</a>.</p>     <p>Destaca-se que os pontos 11, 13 e 14 se mostram como os mais quentes, encontrados principalmente durante o per&iacute;odo do Inverno, mas tamb&eacute;m no ver&atilde;o. Os dois primeiros pontos est&atilde;o localizados na &aacute;rea mais central da cidade e o terceiro em um bairro pr&oacute;ximo do centro com grande concentra&ccedil;&atilde;o de casas e fluxo de pessoas e ve&iacute;culos. Esses tamb&eacute;m se destacam por apresentarem as menores altitudes quando comparado aos demais pontos distribu&iacute;dos ao longo da &aacute;rea de estudo.</p>     <p>Os dois primeiros pontos citados tamb&eacute;m est&atilde;o localizados em uma mesma conforma&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica, pois ambos se encontram no fundo de um vale urbano, o que, de certa maneira, &eacute; favor&aacute;vel a um maior aquecimento, uma vez que esses locais se encontram &ldquo;abrigados&rdquo; e protegidos dos ventos. Tal fato acaba dificultando a dispers&atilde;o do calor dentro da cidade, devido &agrave;s barreiras provocadas pelas constru&ccedil;&otilde;es. J&aacute; o ponto 14 est&aacute; situado no sop&eacute; de um morro, com caracter&iacute;sticas de bairro residencial, o que tamb&eacute;m dificulta a passagem dos ventos.</p>     <p>No que diz respeito &agrave;s menores temperaturas, destacam-se os pontos 2, 3 e 5 durante o ver&atilde;o. Os dois primeiros localizados em &aacute;reas rurais e o terceiro no quintal de uma casa localizada no distrito de cachoeirinha. Os tr&ecirc;s pontos est&atilde;o situados em um fundo de vale no meio rural e apresentam caracter&iacute;sticas distintas das de fundo de vale urbano, devido &agrave; presen&ccedil;a da vegeta&ccedil;&atilde;o, que exerce um papel fundamental na ameniza&ccedil;&atilde;o e controle da temperatura, diferindo dos materiais utilizados nas cidades, tais como asfalto, concreto, telhas de barro e de amianto, dentre outros, que t&ecirc;m como caracter&iacute;stica uma maior absor&ccedil;&atilde;o do calor. Outro fator que distingue a variabilidade espacial da temperatura do ar &eacute; a presen&ccedil;a de brisas durante o dia, pois em zonas rurais os ventos s&atilde;o mais constantes do que em ambientes urbanos, onde as barreiras antr&oacute;picas formadas por pr&eacute;dios, casas, galp&otilde;es etc. impedem a passagem dos ventos, resultando, assim, em uma maior dissipa&ccedil;&atilde;o do calor nos ambientes rurais do que nos ambientes urbanos.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quantidade de radia&ccedil;&atilde;o recebida durante o ver&atilde;o, ela &eacute; maior do que no per&iacute;odo de inverno (<a href="#t3">Tabela 3</a> e <a href="#f17">Figura 17 e 18</a>). Tal fato torna poss&iacute;vel observar que os valores totais de radia&ccedil;&atilde;o solar est&atilde;o diretamente ligados a valores m&eacute;dios de temperatura encontrados nos dois per&iacute;odos de an&aacute;lise, ou seja, os valores de temperatura do ar registrados no ver&atilde;o foram mais altos do que os valores no inverno (SANTOS <i>et al</i>., 2010).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f17">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f17.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f18">     <p><img src="/img/revistas/got/n12/n12a07f18.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Diante da an&aacute;lise da <a href="#f9">Figura 9</a>, no per&iacute;odo de ver&atilde;o, percebeu-se que h&aacute; uma correla&ccedil;&atilde;o fraca e inversa entre os dados de radia&ccedil;&atilde;o solar e os valores m&eacute;dios da temperatura do ar (r = -0,23), demonstrando, em uma pequena parte das amostras, que quanto menor &eacute; a radia&ccedil;&atilde;o maior &eacute; a temperatura. O coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o (R&sup2;) tamb&eacute;m apresenta um valor baixo de 0,054, significando que a temperatura nesse modelo depende muito pouco da radia&ccedil;&atilde;o, em somente 5% das vezes a radia&ccedil;&atilde;o solar explica os valores de temperatura.</p>     <p>No inverno (<a href="#f10">Figura 10</a>), os valores entre os coeficientes s&atilde;o em ambos estatisticamente considerados 0 (zero). Tal fato se explica pela posi&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o dos pontos de coleta no gr&aacute;fico de dispers&atilde;o, pois, como se observa, a maioria deles est&aacute; localizada pr&oacute;ximo &agrave; faixa dos 35 (Wh/m&sup2; x 104), o que nos faz concluir que, mesmo que esses pontos recebam uma quantidade parecida de radia&ccedil;&atilde;o solar durante o per&iacute;odo, os valores m&eacute;dios de temperatura foram diferentes, nos levando a inferir que n&atilde;o existe uma correla&ccedil;&atilde;o entre esses par&acirc;metros para o per&iacute;odo de inverno.</p>     <p>Tomando uma an&aacute;lise parcelada entre radia&ccedil;&atilde;o solar e valores de temperatura, verifica-se que a rela&ccedil;&atilde;o entre os dois par&acirc;metros, em ambos os per&iacute;odos analisados, n&atilde;o se apresentou positiva, revelando que a quantidade de radia&ccedil;&atilde;o solar recebida n&atilde;o se comporta como um condicionante direto dos valores de temperatura.</p>     <p>O P14 registrou as maiores m&eacute;dias nos dois per&iacute;odos. Esse se encontra instalado em uma encosta voltada para Leste, acompanhado pelo ponto P13, voltado para Norte, e o ponto P11, em uma &aacute;rea plana no centro da cidade de Vi&ccedil;osa. Com os menores registros m&eacute;dios no ver&atilde;o temos os pontos P2 e o P5, situados em uma &aacute;rea plana, e o P3 situado em uma vertente voltada para Norte. Vale destacar que os pontos P2 e P3 est&atilde;o situados em uma &aacute;rea rural e o P5 em uma &aacute;rea perif&eacute;rica.</p>     <p>Notou-se que o P12, que est&aacute; situado em uma encosta voltada para Sul, apresentou os menores &iacute;ndices de radia&ccedil;&atilde;o, tanto no per&iacute;odo de ver&atilde;o quanto no de inverno. No outro extremo, os pontos P8 e P10, com encosta voltada para Norte, registraram as maiores quantidades de radia&ccedil;&atilde;o recebida no ver&atilde;o e inverno, respectivamente.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&Eacute; necess&aacute;rio ressaltar as diferen&ccedil;as encontradas entre todos os pontos amostrais entre as esta&ccedil;&otilde;es ver&atilde;o e inverno, pois enquanto no per&iacute;odo de ver&atilde;o ficou aproximadamente 3x104 (Wh/m&sup2;), no per&iacute;odo de inverno a diferen&ccedil;a entre o de maior e menor quantidade de radia&ccedil;&atilde;o solar registrado ficou em aproximadamente 12x104 (Wh/m&sup2;). Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o de vertentes, durante o per&iacute;odo de inverno foi observado que os pontos voltados para as encostas Sul apresentam os menores valores de radia&ccedil;&atilde;o seguidos daqueles situados nas encostas Leste e dos abrigos situados em regi&otilde;es planas e em vertentes voltadas para Norte. Essa divis&atilde;o e ordenamento n&atilde;o se encontram bem estabelecidos durante o per&iacute;odo de ver&atilde;o, pois a luz solar incide com maior intensidade sobre todas as &aacute;reas e regi&otilde;es, havendo assim pouca diferen&ccedil;a da quantidade da radia&ccedil;&atilde;o solar entre os pontos durante esse per&iacute;odo.</p>     <p>Segundo Torres (2008, p. 76), &ldquo;[...] encostas voltadas para norte s&atilde;o mais quentes, devido &agrave; maior incid&ecirc;ncia de calor que as voltadas para sul [...]&rdquo;. Buscando observar tal afirma&ccedil;&atilde;o, foi necess&aacute;rio verificar a exposi&ccedil;&atilde;o da vertente em que cada ponto e a rela&ccedil;&atilde;o com os valores de temperatura registrados durante os dois per&iacute;odos estudados, contudo a &aacute;rea de estudo n&atilde;o registrou o que Torres <i>et al</i>. (2008) apregoa. Isso pode ser explicado pela conforma&ccedil;&atilde;o do relevo da &aacute;rea estudada, situada no dom&iacute;nio morfoclim&aacute;tico de mar de morros florestados (AB&rsquo;SABER, 2003), apresentando como caracter&iacute;sticas vales e morros em formato de meia laranja, que pode proporcionar sombreamento entre as encostas devido &agrave; altura de uma em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; outra, como observado por Alves (2015, p. 62-63).</p>     <p>No quesito altitude, analisando os extremos, observa-se que durante o ver&atilde;o o ponto de maior altitude P8 (792m) apresenta somente a 4&ordf; menor temperatura e durante o inverno o mesmo P8 fica classificado como sendo a 7&ordf; menor temperatura, registrando um valor de 18,7&ordm;C. Por outro lado, o P5, com menor altitude, 655m, apresenta certa rela&ccedil;&atilde;o com os valores t&eacute;rmicos e, apesar de n&atilde;o ser considerado o mais quente, se caracteriza como sendo o 2&ordm; ponto com maior temperatura m&eacute;dia em ambos os per&iacute;odos analisados. Tem-se junto do P5, o P11 (664m), que &eacute; o segundo na classifica&ccedil;&atilde;o altim&eacute;trica, como sendo o mais baixo, registrando a 3&ordf; maior temperatura m&eacute;dia no ver&atilde;o e no inverno.</p>     <p>Fazendo uma interpreta&ccedil;&atilde;o das <a href="#f11">Figura 11 e 12</a>, observa-se que a correla&ccedil;&atilde;o da temperatura nos dois per&iacute;odos apresentou-se negativa, ou seja, quanto maior for altitude menor ser&aacute; a temperatura, por&eacute;m essas se caracterizaram como sendo correla&ccedil;&otilde;es fracas, -0,36 e -0,17, respectivamente. Al&eacute;m disso, tamb&eacute;m se observou um coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o (R&sup2;) baixo, demonstrado no primeiro gr&aacute;fico, no qual somente 13,66% dos valores altim&eacute;tricos conseguem explicar os valores m&eacute;dios de temperatura registrados, enquanto que para o per&iacute;odo de Inverno somente em 2,9% a altitude exerce influ&ecirc;ncia sobre os valores t&eacute;rmicos.</p>     <p>Nas <a href="#f13">Figura 13 e 14</a>, observa-se que a variabilidade das vari&aacute;veis em rela&ccedil;&atilde;o ao SVF nos dois momentos foi bem parecido. Apesar das <a href="#f13">Figuras 13 e 14</a> apresentarem correla&ccedil;&otilde;es de Pearson (r) baixas, -0,39 para o per&iacute;odo de ver&atilde;o e -0,34 para o inverno, nota-se que o SVF pode se tornar um fator interessante para ser estudado, uma vez que sua conduta em ambos os per&iacute;odos foi muito parecida, mostrando que, dentre os in&uacute;meros fatores que atuam sobre a conforma&ccedil;&atilde;o da temperatura, esse pode ser um fator que influencie de maneira mais relevante tal elemento do clima.</p>     <p>No caso do ver&atilde;o, observa-se uma depend&ecirc;ncia inversamente proporcional entre as duas vari&aacute;veis. Tal afirma&ccedil;&atilde;o pode ser observada a partir do valor apresentado em r = -0,39, em que quanto maior for &agrave; quantidade de c&eacute;u vis&iacute;vel, menor ser&aacute; a temperatura, sendo que em aproximadamente 15% dos valores de temperatura podem ser explicados pelo SVF.</p>     <p>J&aacute; no inverno, tem-se, assim como no primeiro, uma correla&ccedil;&atilde;o fraca para a rela&ccedil;&atilde;o entre as duas vari&aacute;veis estudadas, com uma depend&ecirc;ncia inversamente proporcional entre elas. O valor calculado para correla&ccedil;&atilde;o de Pearson (r) foi de -0.34, explicitando que quanto maior for o SVF menor ser&aacute; a temperatura do ar, ou seja, os dois elementos apresentam uma rela&ccedil;&atilde;o inversamente proporcional. O coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o (R&sup2;) &eacute; 0,116, o que significa que em 11,6% das vezes a temperatura &eacute; explicada pelo SVF.</p>     <p>Diante desses resultados, surgiram algumas d&uacute;vidas a respeito da funcionalidade e aplicabilidade do SVF nos estudos de clima urbano, principalmente para aqueles que visam a observar o campo t&eacute;rmico entre campo e cidade. O SVF de pontos localizados em &aacute;reas rurais e urbanas podem ser analisados e comparados de maneira conjunta? O SVF, como um fator influenciador da variabilidade termal, atua de maneira igual em ambientes com caracter&iacute;sticas distintas? Ou ser&aacute; que o dado utilizado na forma da temperatura m&eacute;dia n&atilde;o &eacute; capaz de retratar a din&acirc;mica urbana em seu ciclo diuturno?</p>     <p>Segudo Fialho <i>et al.</i> (2015), ao fazer o levantamento para os dados de temperatura para o inverno de 2014 foi encontrada uma correla&ccedil;&atilde;o pouco satisfat&oacute;ria. Por&eacute;m quando realizada a an&aacute;lise com base na temperatura m&eacute;dia di&aacute;ria do ar, separando os pontos da &aacute;rea urbana e rural, os valores de correla&ccedil;&atilde;o encontrados foram de 71% e 91%, respectivamente, o que vem confirmar a expectativa, de acordo com os estudos da literatura sobre clima urbano, de que &eacute; esperado que o ambiente urbano tenha maior temperatura do ar na &aacute;rea rural, o que &eacute; constatado em muitas cidades de grande e m&eacute;dio porte.</p>     <p>Esse exemplo mostra qu&atilde;o complexa &eacute; a regi&atilde;o de dom&iacute;nios morfoclim&aacute;tico de mar de morros, pois se evidencia a exist&ecirc;ncia de &aacute;reas rurais que podem ser t&atilde;o quentes ou mais do que o meio urbano, e que, por isso, n&atilde;o deveriam ser uma op&ccedil;&atilde;o para futuras a&ccedil;&otilde;es de incorpora&ccedil;&otilde;es imobili&aacute;rias.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>5. Considera&ccedil;&otilde;es Finais</b></p>     <p>Pode-se inferir, com este trabalho, que existem diferen&ccedil;as t&eacute;rmicas significativas entre a &aacute;rea urbana e densamente constru&iacute;da com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s &aacute;reas perif&eacute;ricas ao centro e zona rural do munic&iacute;pio de Vi&ccedil;osa-MG. A &aacute;rea central se comportou como sendo a de maiores valores m&eacute;dios de temperatura, tanto no per&iacute;odo do ver&atilde;o quanto no per&iacute;odo de inverno. Os registros observados no centro se caracterizaram como sendo mais elevados que a zona rural, ficando as maiores diferen&ccedil;as t&eacute;rmicas entre campo e cidade registradas para o inverno de 2015, com 2,3<sup>0</sup>C, enquanto no ver&atilde;o foi de 1,7<sup>0</sup>C.</p>     <p>A respeito da correla&ccedil;&atilde;o entre os fatores que possivelmente exercem influ&ecirc;ncia e explicam essa diferen&ccedil;a t&eacute;rmica entre campo e cidade, aquele que apresentou a maior correla&ccedil;&atilde;o com os valores de temperatura registrados foi o SVF, seguido da altitude. J&aacute; os outros dois fatores, radia&ccedil;&atilde;o solar e orienta&ccedil;&atilde;o de vertentes, n&atilde;o demonstraram uma forte correla&ccedil;&atilde;o com os valores de temperatura registrados.</p>     <p>Assim sendo, observa-se que, em estudos de clima urbano, alguns fatores exercem influ&ecirc;ncias diferenciadas, o que nos leva a crer que a mancha urbana n&atilde;o pode ser considerada como um fator &uacute;nico e isolado no ambiente urbano, sendo necess&aacute;rio analisar tamb&eacute;m outros agentes existentes no ambiente urbano, por exemplo, velocidade e dire&ccedil;&atilde;o dos ventos, uso e ocupa&ccedil;&atilde;o da terra, composi&ccedil;&atilde;o e cor dos materiais de constru&ccedil;&atilde;o (albedo), conforma&ccedil;&atilde;o do relevo, proximidades de &aacute;reas verdes, sistemas atmosf&eacute;ricos, dentre outros fatores, que n&atilde;o foram estudados neste trabalho, mas que podem vir a ser investigados em pesquisas futuras.</p>     <p>&Eacute; v&aacute;lido frisar que a conforma&ccedil;&atilde;o da paisagem urbana exerce papel importante na configura&ccedil;&atilde;o do campo t&eacute;rmico no munic&iacute;pio de Vi&ccedil;osa. A mesma atua influenciando o armazenamento e a absor&ccedil;&atilde;o do calor nos diversos ambientes rurais e urbanos.</p>     <p>Notou-se que o presente trabalho apresentou um saldo positivo nos estudos climatol&oacute;gicos para o munic&iacute;pio, trazendo consigo uma s&eacute;rie de dados e resultados significantes. A nova metodologia adotada neste estudo e a utiliza&ccedil;&atilde;o de pontos fixos com registros cont&iacute;nuos proporcionaram uma an&aacute;lise mais contundente e resultados mais concretos em rela&ccedil;&atilde;o a um maior e melhor acompanhamento do ritmo de variabilidade t&eacute;rmica hor&aacute;ria.</p>     <p>O trabalho aqui desenvolvido, somados a outros como: Fialho (2009), Rocha e Fialho (2010), Rocha (2012), Ferreira (2015), apesar de apresentar resultados baseados em modelagens, nos possibilita observar o desempenho de diferentes estruturas urbanas perante par&acirc;metros e elementos clim&aacute;ticos. Nesse sentido, tais experimentos j&aacute; realizados, assim como outros que ser&atilde;o desenvolvidos, podem ser importantes para discuss&otilde;es sobre o planejamento urbano, principalmente no que diz respeito ao planejamento ambiental. Assim, considera-se que trabalhos de climatologia podem auxiliar nos planos de reconstitui&ccedil;&atilde;o da paisagem, valoriza&ccedil;&atilde;o bioclim&aacute;tica dos recursos h&iacute;dricos, arboriza&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o de determinada &aacute;rea, conforto t&eacute;rmico e higrom&eacute;trico para a popula&ccedil;&atilde;o, dentre outros.</p>     <p>Por fim, considera-se a necessidade de se expandir a malha de pontos, uma vez que se observam alguns vazios dentro da &aacute;rea de estudo que precisam ser mais bem mapeados e estudados para entender ainda mais o campo t&eacute;rmico de Vi&ccedil;osa.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O clima, enquanto uma dimens&atilde;o do ambiente urbano pode oferecer uma grande contribui&ccedil;&atilde;o para a solu&ccedil;&atilde;o de problemas ambientais das cidades, tanto no que diz respeito &agrave; tomada de decis&atilde;o para algumas interven&ccedil;&otilde;es no meio urbano, quanto para o bem-estar da popula&ccedil;&atilde;o, no que diz respeito ao conforto t&eacute;rmico, qualidade do ar, enchentes etc. Assim, estudos de climatologia urbana podem ser importantes para contribuir com o ordenamento territorial, tendo como finalidade facilitar a&ccedil;&otilde;es para lograr melhoria da qualidade de vida das popula&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>6. Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></p>     <p>AB&rsquo;SABER, A. N. <i>Os dom&iacute;nios de natureza no Brasil: potencialidades paisag&iacute;sticas</i>. S&atilde;o Paulo: Ateli&ecirc; Editora, 2003p.</p>     <p>ALVES, P. L.; CALIJURI, M. L. Diagn&oacute;stico das &aacute;reas de ocupa&ccedil;&atilde;o inadequada a partir da delimita&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas de prote&ccedil;&atilde;o permanente no munic&iacute;pio de Vi&ccedil;osa &ndash; MG<b>. </b><i>Caminhos de Geografia</i>, Uberl&acirc;ndia, v. 13, n. 33, p. 11&ndash;26, 2010.</p>     <!-- ref --><p>ALVES, E.; SOUZA, G. da S. e; MARRA, R. &Ecirc;xodo e sua contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; urbaniza&ccedil;&atilde;o de 1950 a 2010<i>. Revista de Pol&iacute;tica Agr&iacute;cola</i>, Bras&iacute;lia, DF, ano 20, n. 2, p. 80-88, abr./jun. 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743953&pid=S2182-1267201700020000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>ALVES, E. D. L.; BIUDES, M. S.; VECCHIA, F. A. S. Interpola&ccedil;&atilde;o espacial na climatologia: an&aacute;lise dos crit&eacute;rios que precedem sua aplica&ccedil;&atilde;o. <i>Revista Geonorte</i>, Edi&ccedil;&atilde;o Especial 2, v. 1, n.5, p.606 &ndash; 618, 2012.</p>     <p>ALVES, R de S. <i>Intera&ccedil;&otilde;es entre fatores e elementos do clima no percurso Ponte Nova &ndash; Vi&ccedil;osa &ndash; Ub&aacute;, Zona da Mata Mineira: Identifica&ccedil;&atilde;o de diferentes ambientes termohigrom&eacute;tricos</i>. 79f. Disserta&ccedil;&atilde;o (Monografia em Geografia). Departamento de Artes e Humanidades &ndash; Curso de Geografia, UFV, 2015.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>AMORIM, M. C. C. T. Intensidade e forma da ilha de calor urbana em Presidente Prudente/SP: epis&oacute;dios de inverno. <i>Revista Geosul</i>, Florian&oacute;polis, v. 20, n. 39 p. 65-82, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743957&pid=S2182-1267201700020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ANDRADE, A. R., POTTKER, G. S.; OLIVEIRA FILHO, P. C.; Machado, A. L. F. Influence of land use on urban climate of a small town. <i>Acta Scientiarum (Technology),</i> Maring&aacute;, v. 35, n. 2, p. 349-361, 2013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743959&pid=S2182-1267201700020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ASSIS, W. L. <i>O sistema clima urbano do munic&iacute;pio de Belo Horizonte na perspectiva t&ecirc;mporo-espacial.</i> 2010. 299f. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743961&pid=S2182-1267201700020000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>AZEVEDO, T. R. Fluxos de calor gerado pelas atividades humanas. in: TARIFA. J. R.. AZEVEDO. T. R. de (orgs<i>.). Os climas na cidade de S&atilde;o Paulo</i>: Teoria e pr&aacute;tica. S&atilde;o Paulo: Pr&oacute;-reitoria de Cultura e Extens&atilde;o. Universidade de S&atilde;o Paulo, p. 71&ndash;93, 2001, 199p.</p>     <p>BARROS, H. R.; LOMBARDO, M. A. A ilha de calor urbana e o uso e cobertura do solo em S&atilde;o Paulo-SP. <i>Revista Geousp &ndash; Espa&ccedil;o e Tempo (Online)</i>, S&atilde;o Paulo, v. 20, n. 1, p. 160-177, 2016.</p>     <!-- ref --><p>BARBETTA, P. A. <i>Estat&iacute;stica aplicada &agrave;s ci&ecirc;ncias sociais</i>. 4a ed. Florian&oacute;polis, UFSC, 2001. 338 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743965&pid=S2182-1267201700020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>BATISTA, M. S.; RODRIGUES, R. A. An&aacute;lise clim&aacute;tica de Vi&ccedil;osa associada a ocorr&ecirc;ncia de eventos pluviom&eacute;tricos extremos. <i>Revista Caminhos da Geografia</i>, Uberl&acirc;ndia, v. 11, n. 3, p. 52-67, 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743967&pid=S2182-1267201700020000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BEZERRA, I. L.; SANTOS, J. S.; AGUIAR, A. P. Ilhas de Calor: Import&acirc;ncia da vegeta&ccedil;&atilde;o na ameniza&ccedil;&atilde;o clim&aacute;tica em Jo&atilde;o Pessoa-PB. <i>Revista Brasileira de Geografia F&iacute;sica</i>, Recife, v. 6, n. 5, p. 1499-1516, 2013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743969&pid=S2182-1267201700020000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>BRAND&Atilde;O, A. M. P. M.; RUSSO, P. R.; FIALHO, E. S. Planejamento e clima urbano<b>. </b><i>Revista de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Geografia</i>. Rio de Janeiro, v. 4, p. 9&ndash;23, 2000.</p>     <!-- ref --><p>CARNEIRO, P. A. S. &amp; FARIA, A. L. L. Ocupa&ccedil;&atilde;o de encostas e legisla&ccedil;&atilde;o urban&iacute;stica em Vi&ccedil;osa-MG. <i>Caminhos da Geografia,</i> Uberl&acirc;ndia-MG, v. 12, n. 14, p.121-138, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743972&pid=S2182-1267201700020000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>COLLISCHONN, E.; FERREIRA, V. O. O fator de vis&atilde;o do c&eacute;u e sua influ&ecirc;ncia sobre as caracter&iacute;sticas t&eacute;rmico-higrom&eacute;tricas intraurbanas em Pelotas-RS, Brasil. <i>Geographia Meridionalis</i>, Pelotas, v. 1, n. 1, p. 160&ndash;178, 2015.</p>     <!-- ref --><p>DANNI-OLIVEIRA, I. M. Procedimentos de aferi&ccedil;&atilde;o de term&ocirc;metros utilizados em trabalhos de campo de Climatologia Geogr&aacute;fica.<i> RA EGA (UFPR)</i>, Curitiba, v. 6, p. 75-80, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743975&pid=S2182-1267201700020000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>FELGUEIRAS, C. A. "An&aacute;lises sobre modelos digitais de terreno em ambiente de sistemas de informa&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica". In: SIMP&Oacute;SIO LATINOAMERICANO DE PERCEPCI&Oacute;N REMOTA Y SISTEMAS DE INFORMACI&Oacute;N ESPACIAL, 7 M&eacute;rida, <i>Anais...</i> Venezuela: SELPER, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743977&pid=S2182-1267201700020000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FERNANDES FILHO, E. I.; SOUZA, E.; FARIA, M. M. <i>Modelo digital de eleva&ccedil;&atilde;o, bacias hidrogr&aacute;ficas, atributos do terreno e interpoladores.</i> Apostila da disciplina SOL 681 - Geoprocessamento Aplicado a Pedologia. Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Departamento de Solos, 2011, 105p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743979&pid=S2182-1267201700020000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FERNANDES, L. A. Ambientes urbanos e fatores naturais na conforma&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas no per&iacute;odo de inverno em Vi&ccedil;osa/MG. <i>Revista de Ci&ecirc;ncias Humanas</i>, Vi&ccedil;osa, v. 15, n. 2, p. 366-380, jul./dez. 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743981&pid=S2182-1267201700020000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FERREIRA, G. R. <i>Estudo do campo t&eacute;rmico e sua rela&ccedil;&atilde;o com o sky view factor em situa&ccedil;&atilde;o sazonal de ver&atilde;o no centro urbano de Vi&ccedil;osa-MG.</i> 70f. Monografia (Bacharel em Geografia)- Departamento de Geografia. Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743983&pid=S2182-1267201700020000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>FERREIRA, G. R.; FIALHO, E.S. Campo t&eacute;rmico x fator de vis&atilde;o do c&eacute;u: Estudo da &aacute;rea central do munic&iacute;pio de Vi&ccedil;osa-MG em epis&oacute;dios de outono e inverno-2014. &lsquo;<i>Boletim Ga&uacute;cho de Geografia</i>.&nbsp; Porto Alegre, v. 43, n. 1, p. 247&ndash;271, 2016.</p>     <p>FERREIRA, G. R.; FIALHO, E. S. Campo t&eacute;rmico x fator de vis&atilde;o do c&eacute;u: estudo da &aacute;rea central do munic&iacute;pio de vi&ccedil;osa-mg em epis&oacute;dios de outono e inverno/2014. <i>Boletim Ga&uacute;cho de Geografia</i>, Porto Alegre, v. 43, n. 1, p. 1-25p., 20016.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>FIALHO, E. S<i>. </i><i>An&aacute;lise t&ecirc;mporo-espacial do campo t&eacute;rmico na Ilha do Governador&ndash;RJ em situa&ccedil;&otilde;es sazonais de ver&atilde;o e inverno.</i> 164f. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Geografia)&ndash;Centro de Ci&ecirc;ncias Matem&aacute;ticas e da Natureza-Instituto de Geoci&ecirc;ncias da UFRJ, Rio de Janeiro, 2002.</p>     <!-- ref --><p>FIALHO, E. S<b><i>. </i></b><i>Ilha de calor em cidade de pequeno porte:</i> Caso de Vi&ccedil;osa, na Zona da Mata Mineira. 259f. Tese (Geografia F&iacute;sica) Faculdade de Filosofia, Ci&ecirc;ncia, Letras e Ci&ecirc;ncias Humanas, Universidade de S&atilde;o Paulo-USP, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743988&pid=S2182-1267201700020000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FIALHO, E. S. A pesquisa climatol&oacute;gica realizadas por ge&oacute;grafos brasileiros. <i>Revista Brasileira de Climatologia</i>, Curitiba, v. 6, p. 193-212, 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743990&pid=S2182-1267201700020000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FIALHO, E. S. O clima e a gest&atilde;o do territ&oacute;rio: o papel da <i>defesa Civil no processo de reconstru&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas Atingidas por eventos atmosf&eacute;ricos extremos. Revista</i> <i>Entre-Lugar</i>. Dourados-MS, v. 3, n. 6, p. 110-126, 2012a.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743992&pid=S2182-1267201700020000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FIALHO, E. S.; PAULO, M. L. S. Clima e s&iacute;tio: A variabilidade termohigrom&eacute;trica, ao longo do transeto Ponte Nova-Ub&aacute;, na Zona da Mata Mineira-Brasil. In: SILVA, C. A.; FIALHO, E.&nbsp; S.; STEIINKE, E. T. (Orgs.).: <i>Experimentos em Climatologia Geogr&aacute;fica</i>. Dourados: EdUFGD, p. 107-128, 2014, 391p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743994&pid=S2182-1267201700020000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FIALHO, E. S.; CELESTINO JUNIOR, E.; QUINA, R.D. &nbsp;O campo t&eacute;rmico em situa&ccedil;&atilde;o epis&oacute;dica de primavera em uma cidade de pequeno porte, na zona da mata mineira: Um estudo de caso em Cajuri-MG. <i>Revista Geografia</i>. Recife, v. 13, n. 4, p. 300-318.p, 2016.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743996&pid=S2182-1267201700020000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>FIALHO, E. S.; QUINA, R. R.; ALVES, R. S.; MIRANDA, J. D. E. C. O campo t&eacute;rmico em situa&ccedil;&atilde;o sazonal de ver&atilde;o, no munic&iacute;pio de Vi&ccedil;osa-MG. <i>Revista Geografia(s)</i>, Belo Horizonte, Edi&ccedil;&atilde;o Especial &ndash; III SEGEO, p. 80-98, 2015.</p>     <!-- ref --><p>FIALHO, E. S. As repercuss&otilde;es da expans&atilde;o da mancha urbana na din&acirc;mica clim&aacute;tica local de Vi&ccedil;osa-MG. <i>Revista de Ci&ecirc;ncias Humanas</i>, Vi&ccedil;osa, v. 15, n. 2, p. 324-337, jul./dez. 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1743999&pid=S2182-1267201700020000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FERNANDES, L. A.; PRADO, L. B.; FIALHO, E. S. The Relationship between the geoecological and anthropic aspects for the conformation of the urban climate of Vi&ccedil;osa-MG in the synotic situation of stability in 2015. <i>Climate, v. 5, n. 2, p. 1-10,&nbsp; </i>2017.&nbsp; doi:10.3390/cli5020035&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744001&pid=S2182-1267201700020000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>FIGUEIREDO-FILHO, D. B.; SILVA-J&Uacute;NIOR, J. A. Desvendando os mist&eacute;rios do coeficiente de correlac&atilde;o de pearson. <i>Revista Pol&iacute;tica Hoje</i>, S&atilde;o Paulo, v. 1, n. 1, 2009, p.115-146.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744002&pid=S2182-1267201700020000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>HASENACK, H.; FLORES, F. E. V. O ambiente urbanizado e o clima urbano. <i>Boletim Ga&uacute;cho de Geografia</i>, Porto Alegre, n. 19, p. 57-70, 1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744004&pid=S2182-1267201700020000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>JARDIM, C. A.; FERREIRA, M. A correla&ccedil;&atilde;o dos fatos geogr&aacute;ficos em climatologia e partir da no&ccedil;&atilde;o de &ldquo;s&iacute;tio&rdquo; e &ldquo;situa&ccedil;&atilde;o&rdquo;. In: ENCONTRO NACIONAL DE GE&Oacute;GRAFOS DA AM&Eacute;RICA LATINA, 5., S&atilde;o Paulo. <i>Anais...</i>, S&atilde;o Paulo: Universidade de S&atilde;o Paulo, 2005. Cd-room.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>LIMA, N. R; PINHEIRO,G. M; MENDON&Ccedil;A, F. Clima urbano no Brasil: an&aacute;lise e contribui&ccedil;&atilde;o da metodologia de Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro. <i>Revista Geonorte</i>, Manaus, Edi&ccedil;&atilde;o Especial 2, v. 2, n. 5, p. 626 &ndash; 638 , 2012.</p>     <!-- ref --><p>LOPES, L. C. S.; JARDIM, C. H. Varia&ccedil;&otilde;es de temperatura e umidade relativa do ar em &aacute;rea urbana e rural durante o segmento temporal de inverno de 2011 em Contagem e Betim (MG). <i>Acta </i><i>Geogr&aacute;fica</i>, Boa Vista, Ed. Esp. Climatologia Geogr&aacute;fica, p. 205-220, 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744008&pid=S2182-1267201700020000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MATZARAKIS A, RUTZ F, MAYER H. Modelling radiation Fluxes in Simple and Complex Environments: application of the RayMan model. <i>International Journal of Biometeorology</i>, London, v. 51, p. 323-334, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744010&pid=S2182-1267201700020000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->&nbsp;</p>     <p>MARTIN-VIDE, J.; SARRICOLEA, P.; MORENO-GARCIA, M. C. On the definition of urban heat island. Intensity: The &ldquo;rural&rdquo; reference. <i>Frontiers in Earth Science</i><b>.&nbsp; </b>v. 3, article 24. 15 Jun. 2015.</p>     <p>MELLO, F. A. <i>O. An&aacute;lise do processo de forma&ccedil;&atilde;o da paisagem urbana do munic&iacute;pio de Vi&ccedil;osa.</i> Minas Gerais. 103f. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Ci&ecirc;ncia Florestal) &ndash; Departamento de Engenharia Florestal, UFV, Vi&ccedil;osa, 2002.</p>     <p>MONTEIRO. C. A. F. A cidade como processo derivador ambiental e a gera&ccedil;&atilde;o de um clima urbano: estrat&eacute;gias na abordagem geogr&aacute;fica. <i>Revista </i><i>G</i><i>eosul</i>, Florian&oacute;polis, n. 9, p. 81&ndash;113, 1990.</p>     <p>MONTEIRO, C. A. F. A climatologia geogr&aacute;fica no brasil e a proposta de um novo paradigma. In: MONTEIRO, C. A. F; SANT&rsquo;ANNA NETO, J. L.; MENCON&Ccedil;A, F.; ZAVATINI, J. A. (orgs.).: <i>a</i><i> constru&ccedil;&atilde;o da climatologia geogr&aacute;fica no </i><i>B</i><i>rasil</i><b>.</b> Campinas, Editora Al&iacute;nea, p. 61-153, 2015.</p>     <!-- ref --><p>MINELLA, F. O. ; RASIA, F.; KR&Uuml;GER, E. L. Impactos microclim&aacute;ticos da morfologia urbana: compara&ccedil;&atilde;o preliminar entre dois modelos de urbaniza&ccedil;&atilde;o em Curitiba. In: ENTAC 2010 - Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Constru&iacute;do, 2010, Canela RS. <i>Anais...</i> Porto Alegre RS: ENTAC, 2010. v. 1. p. 1-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744016&pid=S2182-1267201700020000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MOIN, U. M.; TSUTSUMI, J. Rapid Estimation of Sky View Factor and Its Application to Human Environment. <i>Journal of the Human-Environment System</i>, London, v. 7, n. 2, p. 83-87, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744018&pid=S2182-1267201700020000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>OKE, T. R. Canyon Geometry and the Nocturnal Urban Heat Island: comparison of scale model and field observations. <i>Journal of Climatology</i>, London, v. 1, n. 1/4, p. 237-254, 1981.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744020&pid=S2182-1267201700020000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PAZ, L. H. F. <i>A influ&ecirc;ncia da vegeta&ccedil;&atilde;o sobre o clima urbano de Palmas-TO. </i>2009, 169f. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado). Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Arquitetura e Urbanismo. Universidade de Bras&iacute;lia-DF, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744022&pid=S2182-1267201700020000700046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>PAULA, I. F. M.; OLIVEIRA, F.; FERREIRA, C. C. M. Correla&ccedil;&atilde;o entre a temperatura de superf&iacute;cie e o &iacute;ndice vegetativo no per&iacute;metro urbano de Juiz de Fora &ndash;MG. <i>Revista de Geografia</i>, Juiz de Fora, v. 6, n. 4, p. 339-351, 2016.</p>     <!-- ref --><p>QUINA, R. R. Influ&ecirc;ncia de sistemas sin&oacute;ticos na diferen&ccedil;a t&eacute;rmica entre campo e cidade, estudo de caso de Vi&ccedil;osa-MG<b>. </b><i>Revista de Ci&ecirc;ncias Humanas</i>, Vi&ccedil;osa, v. 15, n. 2, p. 324-337, jul./dez. 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744025&pid=S2182-1267201700020000700048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>ROCHA, V. M.; FIALHO, E. S. Uso da terra e suas implica&ccedil;&otilde;es na varia&ccedil;&atilde;o termo-higrom&eacute;trica ao longo de um transeto campo-cidade no munic&iacute;pio de Vi&ccedil;osa-MG. Revista de Ci&ecirc;ncias Humanas. <i>Revista de Ci&ecirc;ncias Humanas</i>, Vi&ccedil;osa-MG, v. 10, n. 1, p. 64-77, 2010.</p>     <!-- ref --><p>ROCHA, C. S. <i>O processo de urbaniza&ccedil;&atilde;o e sua contribui&ccedil;&atilde;o na conforma&ccedil;&atilde;o de ilha de calor sobre a &aacute;rea urbana de Vi&ccedil;osa-MG</i>. Monografia (Bacharel em Geografia) - Departamento de Geografia. Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744028&pid=S2182-1267201700020000700050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>RODRIGUES JUNIOR, P. H.; LEITE, J. S.; FIALHO, E. S. A constru&ccedil;&atilde;o de uma mem&oacute;ria: As repercuss&otilde;es dos eventos pluviais em Vi&ccedil;osa-MG. In: SIMP&Oacute;SIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA F&Iacute;SICA APLICADA, 13, Vi&ccedil;osa-MG. <i>Anais..., </i>Departamento de Geografia da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744030&pid=S2182-1267201700020000700051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SANTOS, L.L.; SEABRA JUNIOR, S.; NUNES, M.C.M. Luminosidade, temperatura do ar e do solo em ambientes de cultivo protegido. <i>Revista de Ci&ecirc;ncias Agro-Ambientais</i>, Alta Floresta, v.8, n.1, p.83-93, 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744032&pid=S2182-1267201700020000700052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SANTOS, J. S.; SILVA, V. de P. R. da.; ARA&Uacute;JO, L. E. de.; LIMA, E. R. V. de L.; COSTA, A. D. L. C. An&aacute;lise das condi&ccedil;&otilde;es do conforto t&eacute;rmico em ambiente urbano: Estudo de caso em campus universit&aacute;rio. <i>Revista Brasileira de Geografia F&iacute;sica</i>, Recife, v. 4, n. 2, p. 336 -353,&nbsp; 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744034&pid=S2182-1267201700020000700053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SOUZA, L.C.L. de; TENTE, C. M.; GIUNTA, M. B.; NAKATA, C. M. Fator de vis&atilde;o do c&eacute;u e intensidade de ilhas de calor na escala do pedestre.&nbsp; <i>Ambiente Constru&iacute;do</i>, Porto Alegre, v. 10, n. 2, p. 155-167., 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744036&pid=S2182-1267201700020000700054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>TORRES, F. T. P<i>. Inc&ecirc;ndios em vegeta&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea urbana de Juiz de Fora - Minas Gerais</i>. Ub&aacute;: Ed. Geographica, consultoria, estudos e projetos ambientais Ltda, 2008, 108f.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744038&pid=S2182-1267201700020000700055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>VAREJ&Atilde;O-SILVA, M. A. <i>Meteorologia e Climatologia</i>. Recife: Vers&atilde;o Digital 2, 2006, 463p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744040&pid=S2182-1267201700020000700056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ZACCHI, R. C. O espa&ccedil;o urbano da cidade capitalista: um estudo sobre o processo de verticaliza&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea central da cidade de Vi&ccedil;osa (MG) (1970-2007). <i>Brazilian Geographical Journal: Geosciences and Humanities research medium</i>, Ituiutaba, v. 5, n. 2, p. 350-370, 2014.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1744042&pid=S2182-1267201700020000700057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Os valores expressos representam a quantidade de Watt por hora, em uma faixa de um metro quadrado (Wh/m&sup2;), recebida por cada c&eacute;lula da imagem onde se encontram instalados os pontos de coleta durante os dois per&iacute;odos analisados. Como os valores nessa unidade s&atilde;o grandes e de dif&iacute;cil interpreta&ccedil;&atilde;o, dividiu-se esses valores por 10.000 ou 10<sup>4</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>7. Agradecimentos</b></p> <ul>     <li>Aos bolsistas e volunt&aacute;rios do Laborat&oacute;rio de Biogeografia e Climatologia &ndash; BIOCLIMA-UFV e todos seus integrantes (Gabriel Ferreira Franco, Rafael de Souza Alves, Guilherme Lopes Galv&atilde;o, Edilson Junior Celestino, Maria Luzia Silva Paulo, Gabriela Regina Ferreira, Robson Rodrigues Quina, Lumilla Alves Fernandes, Leonardo Prado Brand&atilde;o, Vin&iacute;cius Diogo Santos, Fernanda Evellin de Castro e Cassio Saraiva Silva), que n&atilde;o mediram esfor&ccedil;os para me auxiliar durante a pesquisa.</li>     <li>Ao CNPq (Processo: 400554/2011-9 &ndash; Edital Universal de 2014) e a Fapemig (Processo APQ 00732-13 &ndash; Edital Universal &ndash; 2013) pela concess&atilde;o de bolsas de Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica, bem como o financiamento para aquisi&ccedil;&atilde;o dos materiais permanentes (sensores dataloggers) do projeto.</li>     <li>A acad&ecirc;mica e bolsista do PIBID de Geografia da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, M&aacute;rcia Vilela Valdier pela revis&atilde;o t&eacute;cnica do texto.</li>     </ul>      ]]></body><back>
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