<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>2182-1267</journal-id>
<journal-title><![CDATA[GOT, Revista de Geografia e Ordenamento do Território]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[GOT]]></abbrev-journal-title>
<issn>2182-1267</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Universidade do Porto - Faculdade de Letras]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S2182-12672018000100009</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.17127/got/2018.13.008</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise de risco a partir do setor censitário na área urbana de Erechim, Rio Grande do Sul, Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Risk analysis from the census sector in the urban area of Erechim, Rio Grande do Sul, Brazil]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Furlan]]></surname>
<given-names><![CDATA[André]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Murara]]></surname>
<given-names><![CDATA[Pedro]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Santa Maria  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Santa Maria Rio Grande do Sul]]></addr-line>
<country>Brazil</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal da Fronteira Sul  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Erechim Rio Grande do Sul]]></addr-line>
<country>Brazil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>30</day>
<month>06</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>30</day>
<month>06</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<numero>13</numero>
<fpage>177</fpage>
<lpage>201</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S2182-12672018000100009&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S2182-12672018000100009&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S2182-12672018000100009&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O aumento da população residindo em áreas urbanas propicia condições benéficas aos citadinos, porém apresenta também novos e complexos problemas de ordem social e ambiental. Desta forma, os problemas ambientais urbanos passam a pautar as agendas dos gestores urbanos com vistas a identificar nas cidades áreas vulneráveis propícias a possíveis riscos para população. O presente artigo objetiva contribuir a partir de estudo de caso realizado na área urbana de Erechim. Concentrou-se na identificação de áreas sujeitas a risco de inundações e movimentos de massas. Para chegar nesse resultado, foi necessário utilizar dados sobre a declividade do terreno e levantamento sobre a rede hidrográfica, a partir desses atributos pode-se mensurar o perigo. Para analisar a vulnerabilidade utilizou-se variáveis do censo demográfico que caracterizam socioeconomicamente a população. A partir do levantamento de dados sobre o perigo e a vulnerabilidade foi possível distinguir três classes de risco (Alto, Médio e Baixo). Por fim, foi possível averiguar a relação entre os resultados alcançados a partir da etapa de mapeamento com a realidade identificada em análise de campo, assim demonstrando acurácia metodológica para análise de setores censitários que encontram-se sobre situação de risco.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The increase of the population residing in urban areas provides beneficial conditions for city dwellers, but also presents new and complex social and environmental problems. In this way, urban environmental problems begin to guide the agendas of urban managers in order to identify vulnerable areas in the cities that are prone to possible risks to the population. This article aims to contribute from a case study carried out in the urban area of Erechim. It focused on identifying areas subject to flood risk and mass movements. To reach this result, it was necessary to use data on the slope of the terrain and survey on the hydrographic network, from these attributes can be measured the danger.To analyze the vulnerability, we used variables from the demographic census that characterize the population socioeconomically. From the data collection on hazard and vulnerability it was possible to distinguish three risk classes (High, Medium and Low). Finally, it was possible to verify the relationship between the results obtained from the mapping stage with the reality identified in the field analysis, thus demonstrating methodological accuracy for the analysis of census tracts that are at risk.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Riscos Urbanos]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Vulnerabilidade]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Geoprocessamento]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Quantum Gis]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Urban Risk]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Vulnerability]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Geoprocessing]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Quantum GIS]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>An&aacute;lise de risco a partir do setor censit&aacute;rio na &aacute;rea urbana de Erechim, Rio Grande do Sul, Brasil</b></p>     <p><b>Risk analysis from the census sector in the urban area of Erechim, Rio Grande do Sul, Brazil</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Furlan, Andr&eacute;</b><sup>1</sup>;<b> Murara, Pedro</b><sup>2</sup></p>     <p><sup>1</sup> Universidade Federal de Santa Maria / Mestrando do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Geografia; Caixa Postal 5082, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brazil; <a href="mailto:andrericardo.furlan@gmail.com">andrericardo.furlan@gmail.com</a></p>     <p><sup>2</sup> Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) / campus Erechim; Caixa Postal 764, Erechim, Rio Grande do Sul, Brazil; <a href="mailto:pedro.murara@uffs.edu.br">pedro.murara@uffs.edu.br</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>O aumento da popula&ccedil;&atilde;o residindo em &aacute;reas urbanas propicia condi&ccedil;&otilde;es ben&eacute;ficas aos citadinos, por&eacute;m apresenta tamb&eacute;m novos e complexos problemas de ordem social e ambiental. Desta forma, os problemas ambientais urbanos passam a pautar as agendas dos gestores urbanos com vistas a identificar nas cidades &aacute;reas vulner&aacute;veis prop&iacute;cias a poss&iacute;veis riscos para popula&ccedil;&atilde;o. O presente artigo objetiva contribuir a partir de estudo de caso realizado na &aacute;rea urbana de Erechim. Concentrou-se na identifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas sujeitas a risco de inunda&ccedil;&otilde;es e movimentos de massas. Para chegar nesse resultado, foi necess&aacute;rio utilizar dados sobre a declividade do terreno e levantamento sobre a rede hidrogr&aacute;fica, a partir desses atributos pode-se mensurar o perigo. Para analisar a vulnerabilidade utilizou-se vari&aacute;veis do censo demogr&aacute;fico que caracterizam socioeconomicamente a popula&ccedil;&atilde;o. A partir do levantamento de dados sobre o perigo e a vulnerabilidade foi poss&iacute;vel distinguir tr&ecirc;s classes de risco (Alto, M&eacute;dio e Baixo). Por fim, foi poss&iacute;vel averiguar a rela&ccedil;&atilde;o entre os resultados alcan&ccedil;ados a partir da etapa de mapeamento com a realidade identificada em an&aacute;lise de campo, assim demonstrando acur&aacute;cia metodol&oacute;gica para an&aacute;lise de setores censit&aacute;rios que encontram-se sobre situa&ccedil;&atilde;o de risco.</p>     <p><b>&nbsp;</b></p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Riscos Urbanos; Vulnerabilidade; Geoprocessamento; Quantum Gis.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The increase of the population residing in urban areas provides beneficial conditions for city dwellers, but also presents new and complex social and environmental problems. In this way, urban environmental problems begin to guide the agendas of urban managers in order to identify vulnerable areas in the cities that are prone to possible risks to the population. This article aims to contribute from a case study carried out in the urban area of Erechim. It focused on identifying areas subject to flood risk and mass movements. To reach this result, it was necessary to use data on the slope of the terrain and survey on the hydrographic network, from these attributes can be measured the danger.To analyze the vulnerability, we used variables from the demographic census that characterize the population socioeconomically. From the data collection on hazard and vulnerability it was possible to distinguish three risk classes (High, Medium and Low). Finally, it was possible to verify the relationship between the results obtained from the mapping stage with the reality identified in the field analysis, thus demonstrating methodological accuracy for the analysis of census tracts that are at risk.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Keywords:</b> Urban Risk; Vulnerability; Geoprocessing; Quantum GIS.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>No Brasil tem-se apresentado uma din&acirc;mica em que a concentra&ccedil;&atilde;o de popula&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas urbanas e o decr&eacute;scimo de popula&ccedil;&atilde;o residindo em &aacute;reas rurais tem se tornado cotidiano para os munic&iacute;pios. Esse aumento expressivo apresenta diversos problemas que implicam diretamente no ordenamento territorial. Nesse aspecto, nas &aacute;reas urbanas os problemas ambientais derivados de processos naturais s&atilde;o intensificados devido as altera&ccedil;&otilde;es antropog&ecirc;nicas que ocorrem nas encostas e nas plan&iacute;cies. Esses processos exp&otilde;e a popula&ccedil;&atilde;o aos perigos de inunda&ccedil;&atilde;o e deslizamentos, em contraponto o aumento da vulnerabilidade das popula&ccedil;&otilde;es expostas aos perigos manifesta uma sociedade marcada pelo risco.</p>     <p>O processo de urbaniza&ccedil;&atilde;o torna-se homog&ecirc;neo no planeta no s&eacute;culo XXI, quando a popula&ccedil;&atilde;o mundial se constitui majoritariamente urbana. No Brasil a gest&atilde;o das &aacute;reas urbanas requer conhecimento dos diversos problemas que ocorrem entre sociedade e natureza. Identifica-se que os estudos em &aacute;reas urbanas apresentam um cen&aacute;rio de investiga&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica na qual o risco se torna um elemento necess&aacute;rio (MENDON&Ccedil;A, 2004, 2009).</p>     <p>Nas &aacute;reas urbanas brasileiras, a retirada da cobertura vegetal, impermeabiliza&ccedil;&atilde;o do solo, e interfer&ecirc;ncias nos canais fluviais s&atilde;o os processos que intensificam de maneira abrangente a ocorr&ecirc;ncia de processos naturais. As interfer&ecirc;ncias realizadas nas &aacute;reas urbanas alteram o equil&iacute;brio dos sistemas naturais, que representam aumento expressivo na acelera&ccedil;&atilde;o da velocidade no escoamento da &aacute;gua aumentando a intensidade dos processos erosivos que est&atilde;o relacionados aos deslizamentos. Em &aacute;reas pr&oacute;ximas aos canais fluviais identifica-se atua&ccedil;&atilde;o de processos de inunda&ccedil;&atilde;o, que ocorrem na maioria das vezes devido ao assoreamento dos canais fluviais, presen&ccedil;a de lixo que obstrui a passagem da &aacute;gua, e interven&ccedil;&otilde;es nos cursos fluviais. Portanto, a constru&ccedil;&atilde;o de moradias em encostas com declividade acentuada e em &aacute;reas de plan&iacute;cie ou banhados apresentam-se como &aacute;reas de perigo (COELHO-NETO, AVELAR, 2007; SANTOS, 2015).</p>     <p>As cidades por possu&iacute;rem maior densidade populacional, encontram-se mais propensas &agrave; ocorr&ecirc;ncia inunda&ccedil;&otilde;es e deslizamentos. Esses processos ex&oacute;genos encontram-se na din&acirc;mica do planeta, sendo manifesta&ccedil;&otilde;es da natureza (ROBAINA, TRENTIN, 2013). Na investiga&ccedil;&atilde;o que pretende-se realizar utiliza-se tr&ecirc;s categorias de an&aacute;lise, perigo, vulnerabilidade e risco. A escala de an&aacute;lise da &aacute;rea urbana nas concep&ccedil;&otilde;es de Veyret (2007) centra-se em n&iacute;vel intermedi&aacute;rio, que varia entre a escala global e a escala local que traz consigo a an&aacute;lise emp&iacute;rica extra&iacute;da em um bairro.</p>     <p>A categoria perigo relaciona-se &agrave; probabilidade da ocorr&ecirc;ncia de um evento natural ou induzido em determinada &aacute;rea que venha oferecer dano &agrave; propriedade e infraestrutura (CASTRO, 1998; ANEAS DE CASTRO, 2002; ALMEIDA, 2011). Portanto, o perigo foi estabelecido a partir de duas leis federais, Lei Lehman (BRASIL, 1979) e C&oacute;digo Florestal (BRASIL, 2012). Todavia, deve-se ressaltar que medir apenas n&iacute;vel de perigo que um setor censit&aacute;rio possui n&atilde;o &eacute; suficiente &agrave; an&aacute;lise do risco, pois &eacute; pertinente conhecer e identificar a vulnerabilidade da popula&ccedil;&atilde;o exposta ao perigo, para que assim, possa se ter resultados consistentes na avalia&ccedil;&atilde;o do risco.</p>     <p>A vulnerabilidade apresenta a resposta da popula&ccedil;&atilde;o frente ao perigo, nela est&atilde;o embutidas as caracter&iacute;sticas socioecon&ocirc;micas da popula&ccedil;&atilde;o, evidenciando a desigualdade dos grupos sociais. Dessa forma, a pobreza torna-se o maior vetor da vulnerabilidade, sendo que ao sofrer efeitos negativos a partir da identifica&ccedil;&atilde;o de um perigo, o poder aquisitivo ser&aacute; o primeiro a ser acionado para iniciar a reconstru&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os afetados (MENDON&Ccedil;A, 2004; SAITO, 2011; CUNHA, RAMOS, 2013; SANTOS, 2015). Compreende-se ent&atilde;o que a vulnerabilidade corresponde ao potencial de perda da popula&ccedil;&atilde;o ou grupos sociais em rela&ccedil;&atilde;o a exposi&ccedil;&atilde;o de um perigo (CASTRO, 1998, CUTTER, 2011).</p>     <p>Um fator muito comum associado a vulnerabilidade encontra-se presente no n&iacute;vel cultural da popula&ccedil;&atilde;o, sendo que o grau de instru&ccedil;&atilde;o auxilia na identifica&ccedil;&atilde;o dos perigos que poder&atilde;o atingir um indiv&iacute;duo ou grupo social (CUNHA; RAMOS, 2013). Tamb&eacute;m se identifica que a falta de infraestrutura urbana e das resid&ecirc;ncias colabora na exposi&ccedil;&atilde;o da vulnerabilidade. As espacializa&ccedil;&otilde;es das infraestruturas urbanas em muitos casos indicam a valoriza&ccedil;&atilde;o do solo nas cidades que se enquadra diretamente na l&oacute;gica perversa do mercado imobili&aacute;rio. Sendo que nas &aacute;reas em que o Estado disponibiliza infraestruturas que se encontram em funcionamento os valores dos lotes s&atilde;o superiores aos lotes em &aacute;reas perif&eacute;ricas sem infraestrutura, ou que se encontram em situa&ccedil;&atilde;o de precariedade (PENNA, FERREIRA, 2014; ANDRADE, 2015; SANTOS, 2015).</p>     <p>A vulnerabilidade em &aacute;reas urbanas n&atilde;o &eacute; ocasionada unicamente pelo aumento populacional ou expans&atilde;o urbana. Devem-se avaliar tamb&eacute;m as quest&otilde;es referentes &agrave; especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria, m&aacute; administra&ccedil;&atilde;o dos gestores p&uacute;blicos, a falta de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas consistentes para sanar o acesso &agrave; moradia em &aacute;reas propicias para ocupa&ccedil;&atilde;o, investimentos inadequados que resultam na melhoria da infraestrutura urbana, e a pobreza. Aliado a isso &eacute; necess&aacute;rio elencar que a crescente vulnerabilidade urbana est&aacute; vinculada &agrave; incapacidade administrativa por parte dos gestores desse espa&ccedil;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O risco na vis&atilde;o de Veyret (2007) &eacute; uma categoria de an&aacute;lise essencialmente geogr&aacute;fica por inserir os componentes natureza e sociedade como pilares de sua investiga&ccedil;&atilde;o, e sua tradu&ccedil;&atilde;o apresenta-se em termos espaciais. Nesse sentido, para Mendon&ccedil;a (2010) os riscos nas &aacute;reas urbanas apresentam-se como um paradigma que indica novas bases na compreens&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o sociedade e natureza. Se no passado evidenciava-se as certezas em rela&ccedil;&atilde;o aos processos naturais e sociais, atualmente esse cen&aacute;rio passa para uma base de incertezas e instabilidades que levam a popula&ccedil;&atilde;o urbana a exposi&ccedil;&atilde;o ao risco.</p>     <p>Define-se que o risco &eacute; um processo abrangente que pode atingir um indiv&iacute;duo ou grupo social vulner&aacute;vel e exposto a um perigo. Portanto, o risco apresenta a probabilidade da ocorr&ecirc;ncia de um evento natural que pode atingir uma &aacute;rea vulner&aacute;vel (CASTRO, 1998; ALMEIDA, 2011). O risco ocorre em &aacute;reas que necessita da presen&ccedil;a de popula&ccedil;&atilde;o (VEYRET 2007), e quando ocorre uma situa&ccedil;&atilde;o de risco, essa atinge a organiza&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio e provoca preju&iacute;zos diversos que s&atilde;o identificados a partir da vulnerabilidade (SANTOS, 2015).</p>     <p>Destaca-se que o risco pode tamb&eacute;m relacionar-se com a possibilidade do cont&aacute;gio de doen&ccedil;as, algo que ocasione preju&iacute;zos ao bem-estar dos indiv&iacute;duos envolvidos principalmente no caso das inunda&ccedil;&otilde;es que exp&otilde;e as pessoas em cont&aacute;gio com &aacute;guas com baixa qualidade (SAITO, 2011). Nesse sentido, o munic&iacute;pio de Erechim n&atilde;o possui rede de tratamento de esgoto, a maior parte dos res&iacute;duos destinados de forma <i>in natura</i> para os canais fluviais. O Plano Ambiental Municipal (ERECHIM, 2011, p.218) expl&iacute;cita que &ldquo;atualmente n&atilde;o existe sistema coletivo de coleta e tratamento de esgoto sanit&aacute;rio&rdquo;.</p>     <p>Conforme estudos realizados por Almeida (2011), Goerl, Kobiyama e Pellerin (2012), Gonzales e Costa (2016) e Mendon&ccedil;a et al. (2016) a an&aacute;lise dos dados dos setores censit&aacute;rios contribuem para avaliar a vulnerabilidade, sendo que no Brasil esse torna-se o dado com maior n&iacute;vel de confiabilidade disponibilizado por &oacute;rg&atilde;os governamentais e em escala de detalhe em todo territ&oacute;rio nacional. Conforme apontam os autores, a rela&ccedil;&atilde;o entre as altas vulnerabilidades e a ocorr&ecirc;ncia de um fator que apresente perigo encontram-se intr&iacute;nsecas.</p>     <p>Para realizar a an&aacute;lise do risco na &aacute;rea urbana do munic&iacute;pio de Erechim, optou-se em aplicar uma f&oacute;rmula utilizada por diversos pesquisadores citados a seguir. A an&aacute;lise do perigo torna-se essencial para a an&aacute;lise do risco, assim o perigo &eacute; compreendido como respons&aacute;vel pelo efeito danoso (considerado no respectivo trabalho as &aacute;reas poss&iacute;veis de inunda&ccedil;&atilde;o e de deslizamento, baseadas nas Leis Federais) (BRASIL, 1979; BRASIL, 2012). A vulnerabilidade, aqui abordada como representa&ccedil;&atilde;o do grau de dos elementos expostos (analisada a partir de dados do censo demogr&aacute;fico de 2010).</p>     <p>Dessa forma, &eacute; consenso entre esses autores: ONU, (2004), Saito (2011), Almeida (2011), Goerl, Kobiyama e Pellerin (2012); Ferreira, Rossini-Penteado e Guedes (2013); Trentin e Dias (2014) que o risco est&aacute; imbricado entre o perigo e a vulnerabilidade. A f&oacute;rmula de risco consiste entre: R (Risco): P (Perigo) x V (Vulnerabilidade).</p>     <p>Mensurar o risco torna-se importante para a gest&atilde;o de &aacute;reas urbanas, pois a partir desta categoria pode-se elencar tanto os problemas ambientais real&ccedil;ados atrav&eacute;s do perigo, quanto os sociais elencados pela vulnerabilidade. Neste sentido torna-se indispens&aacute;vel ter a concep&ccedil;&atilde;o de que os riscos urbanos expressam al&eacute;m da interface das respostas dos sistemas naturais, mas sim o envolvimento da esfera social em sua an&aacute;lise.</p>     <p>Dessa maneira, o objetivo do artigo consiste em analisar o risco na &aacute;rea urbana de Erechim. Para alcan&ccedil;ar o objetivo foi necess&aacute;rio realizar o levantamento das &aacute;reas de perigo e dos setores censit&aacute;rios sobre vulnerabilidade. A partir do levantamento dos dados do perigo e vulnerabilidade foi poss&iacute;vel especializar e mensurar os setores expostos ao risco.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>2. &Aacute;rea de Estudo</b></p>     <p>O munic&iacute;pio de Erechim est&aacute; localizado na por&ccedil;&atilde;o norte do estado do Rio Grande do Sul, junto &agrave; bacia hidrogr&aacute;fica do rio Uruguai e possui o maior percentual de popula&ccedil;&atilde;o urbana da microrregi&atilde;o de Erechim, com 96.087 habitantes segundo o Censo Demogr&aacute;fico de 2010. A popula&ccedil;&atilde;o estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) &ndash; Cidades, em 2016 era de 102.906 habitantes. O munic&iacute;pio de Erechim possui &aacute;rea de cerca de 430.000 m&sup2;, desta &aacute;rea 9,93% correspondem a &aacute;rea urbana (<a href="#f1">figura 1</a>).&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1">     <p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A estrutura&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea urbana de Erechim possui muitas contradi&ccedil;&otilde;es devido ao projeto urbano da cidade que foi concebido pelo Estado do Rio Grande do Sul, com intuito principal de criar uma sede administrativa para os demais munic&iacute;pios. Este projeto teve forte dimens&atilde;o positivista, assim o tra&ccedil;ado urbano de Erechim se diferencia de outras cidades do Brasil, em decorr&ecirc;ncia deste aspecto peculiar, conta com tra&ccedil;ado em grelha com grandes vias (AVER, 2008). Por&eacute;m esse modelo apenas foi aplicado para &aacute;rea central da cidade, devido &agrave; geomorfologia do local. Assim tem-se a Pra&ccedil;a da Bandeira como ponto central do espa&ccedil;o urbano, pois &eacute; a partir deste ponto que se desenvolveu o tra&ccedil;ado das ruas e foi nesse local onde foram estabelecidos os poderes municipais da &eacute;poca (Prefeitura, Igreja e F&oacute;rum), esse local atualmente est&aacute; localizado no Centro da cidade (<a href="#f2">figura 2</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2">     <p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f2.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Nos &uacute;ltimos anos o adensamento populacional de Erechim, resultou na expans&atilde;o da malha urbana da cidade, deixando diversos vazios urbanos. Os recursos h&iacute;dricos da &aacute;rea urbana, por serem de pequeno porte, n&atilde;o representaram obst&aacute;culos para a popula&ccedil;&atilde;o construir suas resid&ecirc;ncias. Al&eacute;m dos cursos h&iacute;dricos, Erechim n&atilde;o possui uma topografia prop&iacute;cia para este tra&ccedil;ado reticulado, em raz&atilde;o do terreno em que foi sobreposto o tra&ccedil;ado original da cidade possuir vales at&eacute; mesmo na regi&atilde;o central, com grande inclina&ccedil;&atilde;o impossibilitando a cria&ccedil;&atilde;o de algumas ruas (AVER, 2008).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Identifica-se, que esta &aacute;rea se localiza em uma cabeceira de drenagem, neste divisor de &aacute;guas &eacute; aplicado um tra&ccedil;ado urbano que n&atilde;o corresponde &agrave;s especificidades do terreno, no sentido da localiza&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea urbana ocorrer sobre diversas nascentes d&rsquo;&aacute;gua. Desta forma, a constru&ccedil;&atilde;o da cidade de Erechim teve sua estrutura&ccedil;&atilde;o de forma incoerente com os recursos naturais, por esse motivo &eacute; identificado muitas &aacute;reas sujeitas a riscos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>3. Procedimentos Metodol&oacute;gicos</b></p>     <p>A metodologia centrou-se na integra&ccedil;&atilde;o dos diversos elementos que constituem a &aacute;rea urbana. Fez-se necess&aacute;rio enumerar em primeira inst&acirc;ncia as fontes e dados utilizados. O primeiro encaminhamento consistiu na revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica que amparou teoricamente a abordagem do problema. Assim dividiu-se os passos metodol&oacute;gicos em quatro etapas:</p>     <p>1&ordf; etapa:</p>     <p>Delimitar a &aacute;rea urbana, assim utilizou-se a base do Censo demogr&aacute;fico (2010). Segundo o IBGE (2011), o c&oacute;digo num&eacute;rico utilizado para distinguir diferentes setores possui 15 d&iacute;gitos o qual se estrutura em: UF &ndash; Unidade da Federa&ccedil;&atilde;o; MMMMM &ndash; Munic&iacute;pio; DD &ndash; Distrito; SD &ndash; Subdistrito e SSSS &ndash; Setor. Os n&uacute;meros representados nos produtos cartogr&aacute;ficos correspondem aos setores (SSSS). Desta feita, al&eacute;m dos setores considerados urbanos acrescentaram-se mais tr&ecirc;s setores (130, 140, 151) para os quais, conforme os trabalhos de campo realizados e interpreta&ccedil;&atilde;o de imagens de sat&eacute;lite verificou-se que n&atilde;o possuem aspectos de espa&ccedil;os rurais, mas sim urbanos.</p>     <p>2&ordf; etapa:</p>     <p>Delimita&ccedil;&atilde;o dos setores que representam perigo estimado para a popula&ccedil;&atilde;o se estabeleceu como base na espacializa&ccedil;&atilde;o de dois crit&eacute;rios baseados nas leis (BRASIL, 1979; BRASIL, 2012). A identifica&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas de potenciais perigos relacionados &agrave; declividade utilizou-se como fonte de dados o processamento de uma imagem <i>Shuttle Radar Topography Mission</i> (SRTM) com resolu&ccedil;&atilde;o de 30 metro datada de 2014 proveniente da base de dados do <i>United States Geological Survey</i> (USGS).</p>     <p>Para obter a delimita&ccedil;&atilde;o dos cursos h&iacute;dricos utilizou-se como base as Cartas Topogr&aacute;ficas com escala de 1: 50.000 (HASENACK; WEBER, 2010), a partir dalas foi poss&iacute;vel identificar os principais canais fluvial existentes na &aacute;rea urbana. Por&eacute;m com o aumento constante de &aacute;reas urbanizadas realizou-se diversas interfer&ecirc;ncias nos canais originais, ent&atilde;o buscou-se corrigir estas bases utilizando-se de fotointerpreta&ccedil;&atilde;o de imagem de sat&eacute;lite em escala de 1:10.000 (<a href="#f3">figura 3b</a>), al&eacute;m da realiza&ccedil;&atilde;o de trabalhos de campo com o aux&iacute;lio de GPS com precis&atilde;o de 5 metros (<a href="#f3">figura 3a</a>).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f3">     <p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f3.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; fotointerpreta&ccedil;&atilde;o, Florenzano (2011, p.51) ressalta que esta t&eacute;cnica consiste em identificar objetos para que possam ter um significado. Parte-se do princ&iacute;pio que &ldquo;quanto melhor a resolu&ccedil;&atilde;o, e mais adequada &agrave; escala, mais direta e f&aacute;cil &eacute; a identifica&ccedil;&atilde;o dos objetos em uma imagem&rdquo;. Ap&oacute;s o processo de vetoriza&ccedil;&atilde;o dos cursos h&iacute;dricos gerou-se um <i>buffer</i> de 30 metros, assim foi poss&iacute;vel realizar a delimita&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas de APP.</p>     <p>Para finalizar essa etapa foi empregado o c&aacute;lculo do perigo estimado este amparado em estudos realizados por Goerl, Kobiyama e Pellerin (2012), por&eacute;m no estudo de caso realizado pelos autores foi utilizado dados da &aacute;rea de inunda&ccedil;&atilde;o. No presente trabalho n&atilde;o foi poss&iacute;vel registros referentes &agrave;s &aacute;reas de inunda&ccedil;&atilde;o e deslizamento, pois os &oacute;rg&atilde;os consultados (Prefeitura Municipal e Defesa Civil municipal) n&atilde;o possuem essas informa&ccedil;&otilde;es, por esse motivo que resolveu-se utilizar as leis citadas anteriormente. Portanto para estimar o perigo por setor censit&aacute;rio utilizou-se a primeira formula apresentada na <a href="#f4">figura 4</a>.&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f4">     <p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f4.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>3&ordf; etapa:</p>     <p>An&aacute;lises da vulnerabilidade, nesse momento foram analisados 141 setores, dos quais 7 n&atilde;o possuem dados para a an&aacute;lise das vari&aacute;veis do censo. Assim, para a avalia&ccedil;&atilde;o da vulnerabilidade utilizaram-se dados referentes a 134 setores censit&aacute;rios. A escala do setor censit&aacute;rio serviu de refer&ecirc;ncia para an&aacute;lise dos dados socioecon&ocirc;micos. O &iacute;ndice de vulnerabilidade teve como principal fonte de dados o Censo Demogr&aacute;fico (2010), desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). A partir das vari&aacute;veis selecionadas na <a href="#f5">figura 5</a> foram tabulados os dados utilizando. A escala utilizada para a an&aacute;lise dos dados &eacute; a do setor censit&aacute;rio, tendo em vista que este &eacute; considerado o dado oficial confi&aacute;veis em melhor detalhe de escala sobre o territ&oacute;rio nacional.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f5">     <p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f5.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Para avalia&ccedil;&atilde;o da vulnerabilidade procurou-se verificar vari&aacute;veis utilizadas em estudos aplicados em &aacute;reas urbanas, assim tem-se o trabalho de Goerl, Kobiyama e Pellerin (2012) em que utilizam N&uacute;mero de moradores no setor, M&eacute;dia de moradores por domic&iacute;lio, Densidade Demogr&aacute;fica, % da popula&ccedil;&atilde;o acima de 65 anos, % da popula&ccedil;&atilde;o abaixo de 12 anos, % de pessoas analfabetas acima de 12 anos % de Respons&aacute;veis sem rendimento; Santos (2015) Educa&ccedil;&atilde;o, renda, saneamento e situa&ccedil;&atilde;o social; Gonzales e Costa (2016) utiliza em seu trabalho renda, alfabetiza&ccedil;&atilde;o, percentual de crian&ccedil;as e percentual de idosos; Mendon&ccedil;a. Et al. (2016), Alfabetiza&ccedil;&atilde;o e Renda &ndash; Lixo no logradouro, Ocupa&ccedil;&atilde;o irregular, rede de esgoto ou fossa s&eacute;ptica, coleta de lixo e abastecimento de &aacute;gua.</p>     <p>Para identificar de maneira abrangente a vulnerabilidade foi necess&aacute;rio realizar a compila&ccedil;&atilde;o e o tratamento de diversas vari&aacute;veis. As vari&aacute;veis escolhidas foram estipuladas primeiramente em laborat&oacute;rio, nessa etapa foram gerados onze materiais cartogr&aacute;ficos para visualizar a espacializa&ccedil;&atilde;o dos setores. A segunda etapa foi realizada a partir de trabalho de campo, assim verificando a distribui&ccedil;&atilde;o espacial com maior representa&ccedil;&atilde;o da realidade para o presente estudo.</p>     <p>Conforme an&aacute;lise em campo e dos materiais cartogr&aacute;ficos gerados, identificou-se necessidade atribuir pesos diferenciados para cada vari&aacute;vel, o crit&eacute;rio da atribui&ccedil;&atilde;o dos pesos centra-se na relev&acirc;ncia de cada indicador e do comportamento desses em campo. A vulnerabilidade social &eacute; a que melhor representa a distribui&ccedil;&atilde;o heterog&ecirc;nea entre setores, a vulnerabilidade ambiental ganha peso inferior devido a homogeneidade, assim como a vulnerabilidade estrutural.</p>     <p>A vulnerabilidade social apresenta a combina&ccedil;&atilde;o entre rendimento, escolaridade, densidade de moradores no domic&iacute;lio e densidade demogr&aacute;fica dos setores censit&aacute;rios, em detrimento dessas vari&aacute;veis apresentarem melhor representa&ccedil;&atilde;o espacial entre os distintos setores da &aacute;rea urbana ganhou peso superior aos demais.</p>     <p>A vulnerabilidade ambiental aqui expressa &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o espacial do saneamento b&aacute;sico disposto na &aacute;rea urbana, esses dados revelam a capacidade do poder p&uacute;blico em cumprir seu papel com uma condi&ccedil;&atilde;o digna e tanto no quesito abastecimento de &aacute;gua, recolhimento do lixo, assim como a coleta de esgoto e a presen&ccedil;a de um banheiro na resid&ecirc;ncia, tendo em vista os impactos ambientais.</p>     <p>A vulnerabilidade estrutural &eacute; um dado importante e trata dos resultados compreendidos a partir do recenseador e n&atilde;o do recenseado, por esse motivo essas condi&ccedil;&otilde;es auxilia na exposi&ccedil;&atilde;o da vulnerabilidade, por&eacute;m &eacute; a que recebe menor peso atribu&iacute;do. Todas vari&aacute;veis utilizadas e formulas e pesos utilizados est&atilde;o dispostos na <a href="#f3">figura 3</a>.&nbsp;</p>     <p>4&ordf; etapa:</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>An&aacute;lise do risco, essa an&aacute;lise como apresentado anteriormente ancorado em ONU, (2004), Saito (2011), Goerl, Kobiyama e Pellerin (2012); Ferreira, Rossini-Penteado e Guedes (2013). O risco &eacute; resultante do cruzamento entre o perigo e a vulnerabilidade. Desta forma, todos os valores calculados por meio da <a href="#f3">figura 3</a> passaram pelo processo de escalonamento a aplica&ccedil;&atilde;o da f&oacute;rmula (Valor Escalonado = Valor Observado - Valor M&iacute;nimo/Valor Observado - Valor M&aacute;ximo). Deste modo os resultados apresentados variam de 0 a 1 para cada setor censit&aacute;rio, considerando-se 1 o mais alto n&iacute;vel de perigo, vulnerabilidade e risco e 0 o menor n&iacute;vel.</p>     <p>5&ordf; etapa:</p>     <p>O trabalho de campo est&aacute; contido em todas as demais etapas, pois a partir da observa&ccedil;&atilde;o dos setores censit&aacute;rios que foi poss&iacute;vel definir os setores urbanos. Na an&aacute;lise do perigo &agrave; pr&aacute;tica de campo esteve sempre presente, pois para identificar os canais de drenagem ainda vis&iacute;veis no s&iacute;tio urbano, foram necess&aacute;rias diversas visitas para definir o tra&ccedil;ado dos rios. Na terceira etapa o campo auxiliou na escolha das vari&aacute;veis utilizadas para assim conseguir atribuir pesos diferentes para cada conjunto de vari&aacute;veis. Para evidenciar a acur&aacute;cia no cruzamento dos dados, foram visitadas as &aacute;reas cujo risco revelou-se elevado.</p>     <p>A partir da grande import&acirc;ncia decidiu-se abordar em uma sucinta subcapitulo, tendo em vista que o registro fotogr&aacute;fico expressa a partir de uma data em que o referido registro foi efetuado. Portanto tendo em vista as r&aacute;pidas transforma&ccedil;&otilde;es de usos e coberturas da terra na &aacute;rea urbana no decorrer dos anos todas essas paisagens foram modificadas. Todos os processos ligados ao tabelamento das vari&aacute;veis foram realizados no <i>Software Excel</i> assim como todos os processos que envolvem an&aacute;lises de imagens e fotointerpreta&ccedil;&atilde;o e <i>layout </i>final dos produtos cartogr&aacute;ficos foram realizados a partir do <i>Software Quantum GIS</i> de livre acesso.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4. Resultados e Discuss&otilde;es</b></p>     <p><b>4.1. An&aacute;lise do perigo, vulnerabilidade e do risco</b></p>     <p>A an&aacute;lise do perigo, vulnerabilidade e do risco para toda &aacute;rea urbana s&oacute; foi poss&iacute;vel devido a utiliza&ccedil;&atilde;o das Geotecnologias, essa que atualmente &eacute; considerada como uma &aacute;rea da cartografia. Nesse sentido compreende que as Geotecnologias est&atilde;o sendo consideradas como o emprego de novas tecnologias e essas est&atilde;o amplamente aplicadas na &aacute;rea das geoci&ecirc;ncias e correlatas. Nesse sentido as &ldquo;geotecnologias trazem, no seu bojo, avan&ccedil;os significativos no desenvolvimento de pesquisas, em a&ccedil;&otilde;es de planejamento, em processos de gest&atilde;o e em tantos outros aspectos relacionados &agrave; quest&atilde;o espacial&rdquo; (FITZ, 2005, p.38).</p>     <p>A utiliza&ccedil;&atilde;o e a aplica&ccedil;&atilde;o das geotecnologias tornam-se uma ferramenta indispens&aacute;vel para an&aacute;lise do risco e do planejamento territorial. A utiliza&ccedil;&atilde;o dos Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica (SIGs) e os riscos apresentam-se de forma estreita. Ferreira, Rossini-Penteado e Guedes, (2013, p.176-177) enfatizam que os &ldquo;SIGs constituem instrumentos imprescind&iacute;veis ao mapeamento de risco, devido &agrave; possibilidade de armazenamento, manipula&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise de grande volume de dados e agilidade na obten&ccedil;&atilde;o e atualiza&ccedil;&atilde;o de resultados&rdquo;.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Segundo Veyret (2007) a elabora&ccedil;&atilde;o de mapas como resultado final &eacute; um importante meio para fornecer subs&iacute;dios para a gest&atilde;o do risco. Com isso, a utiliza&ccedil;&atilde;o da cartografia como ferramenta abrange tanto na exposi&ccedil;&atilde;o e aprecia&ccedil;&atilde;o do risco, assim tona-se um problema p&uacute;blico. Logo, o uso das geotecnologias aplicado &agrave; cartografia torna-se ferramenta importante para elaborar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para minimizar o perigo, a vulnerabilidade e, portanto, o risco.</p>     <p>Ao averiguar a &aacute;rea urbana (km&sup2;) verificamos que 10% desta &aacute;rea est&atilde;o em condi&ccedil;&otilde;es de perigo (<a href="#f6">figura 6</a>). Desses 5% correspondem &agrave;s &aacute;reas com declividade igual ou acima de 30% e 5% correspondem &agrave;s faixas de 30 metros marginais aos cursos d&rsquo;&aacute;gua, consideradas como &aacute;reas de preserva&ccedil;&atilde;o permanente (APP).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f6">     <p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f6.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Ao analisar os resultados referentes ao perigo identificaram-se dos 142 setores, 76 setores expostos a perigos, resultando em 53% dos setores urbanos est&atilde;o sob situa&ccedil;&otilde;es de perigo. Para tanto verificou-se que 26 setores foram classificados contendo perigo baixo. No total dessa classe, 13 setores possuem 100% de suas &aacute;reas ligadas a perigos relacionados &agrave; declividade, 10 setores possuem 100% de sua &aacute;rea sendo as &aacute;reas de APP e 3 setores com perigo misto.</p>     <p>No tocante do perigo m&eacute;dio identificou-se 25 setores expostos, desses foram contabilizados 4 setores com 100% de perigos vinculados a declividade, 9 setores ligados &agrave;s &aacute;reas de APP e 12 setores com perigo misto. Em rela&ccedil;&atilde;o ao perigo alto constatou-se 25 setores envolvidos, dentre eles 1 setor com 100% de suas &aacute;reas sobre influ&ecirc;ncia de declividade, 4 relacionados &agrave;s &aacute;reas de APP, e 20 setores misto, como pode-se observar na <a href="#f7">figura 7</a>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f7">     <p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f7.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Examinou-se na an&aacute;lise do perigo, que conforme aumenta o grau do perigo verifica-se o aumento de perigos mistos. Identifica-se tamb&eacute;m que as &aacute;reas sobre alto grau de perigo est&atilde;o alocadas em setores afastados da &aacute;rea central, como pode-se observar na <a href="#f6">figura 6</a> que essa &aacute;rea n&atilde;o possui dados. H&aacute; uma concentra&ccedil;&atilde;o desses setores ao norte e ao sul, ao norte uma concentra&ccedil;&atilde;o maior de perigos vinculado &agrave;s declividades ligadas &agrave; bacia hidrogr&aacute;fica do Rio Dourado. J&aacute; ao sul concentra-se maior propor&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas ligadas a perigos hidrol&oacute;gicos ligados as &aacute;reas de APP, esses que est&atilde;o alocados na bacia hidrogr&aacute;fica do Rio Tigre.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vulnerabilidade, constatou-se que dos 142 setores analisado, 135 apresentaram dados suficientes para an&aacute;lise, apresentando 95%. Dos setores verificados contabilizou-se 88.996 pessoas. Desse total de setores investigados, 44 setores possuem vulnerabilidade baixa contabilizando 25.923 pessoas, cerca de 29% do total de indiv&iacute;duos contabilizados nos setores censit&aacute;rios analisados est&atilde;o expostos &agrave; vulnerabilidade baixa.</p>     <p>A vulnerabilidade m&eacute;dia consta de 45 setores que contem cerca de 31.300 pessoas, assim 35% do total de popula&ccedil;&atilde;o analisada est&aacute; sobre vulnerabilidade m&eacute;dia. A vulnerabilidade considerada alta consta com 45 setores com aproximadamente 31.700 pessoas residindo nessa &aacute;rea, ent&atilde;o tem-se 36% da popula&ccedil;&atilde;o encontram-se expostas &agrave; alta vulnerabilidade. Pode-se aferir que a porcentagem maior de popula&ccedil;&atilde;o que se encontra exposta a vulnerabilidade alta, e ela ocorre de forma gradiente da &aacute;rea central para as &aacute;reas mais afastadas do centro.</p>     <p>Para realizar o cruzamento entre o perigo e a vulnerabilidade, apresentou-se como resultado 72 setores sobre risco na &aacute;rea de estudo, assim 51% dos setores analisados est&aacute; exposto ao risco, dentre eles tem-se que 24 setores est&atilde;o sobre risco baixo, totalizando 5.757 pessoas, assim tem que 6% da popula&ccedil;&atilde;o contabilizada em todos os setores censit&aacute;rios sobre risco baixo.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f8">     <p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f8.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao risco m&eacute;dio, discerniu-se 24 setores contendo 5.742 pessoas, abrangendo 6% da popula&ccedil;&atilde;o total residentes nos setores urbanos. Sobre risco alto est&atilde;o expostas cerca de 4.900 pessoas contabilizando 6% em compara&ccedil;&atilde;o a popula&ccedil;&atilde;o total. Diferentemente da an&aacute;lise da vulnerabilidade que o percentual de popula&ccedil;&atilde;o expostas a vulnerabilidade aumenta da baixa para alta, no risco tem-se um decr&eacute;scimo de popula&ccedil;&otilde;es expostas nessa categoria.</p>     <p>Ao observar a <a href="#f9">figura 9</a> que traz a rela&ccedil;&atilde;o entre o risco e a vulnerabilidade observa-se a estreita rela&ccedil;&atilde;o entre a vulnerabilidade e o risco, pois tem-se que no risco baixo apresenta-se sua maior parte de setores com vulnerabilidade baixa e m&eacute;dia, j&aacute; o risco alto verifica-se n&uacute;mero expressivo de setores com a vulnerabilidade alta.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f9">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f9.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>4.2. Trabalho de campo</b></p>     <p>O trabalho de campo &eacute; atividade indispens&aacute;vel para an&aacute;lise de cunho geogr&aacute;fico, nele pode-se observar <i>in loco</i> a realidade de cada setor censit&aacute;rio no espa&ccedil;o urbano. A <a href="#f10">figura 10a</a> demonstra um fragmento do setor 119, nesse registro verifica-se a inclina&ccedil;&atilde;o da vertente com constru&ccedil;&atilde;o dispersa de moradias, esse setor possui densidade demogr&aacute;fica baixa onde apresentava em 2010 apenas 93 pessoas residindo nessa &aacute;rea.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f10">     <p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f10.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A <a href="#f10b">figura 10b</a> apresenta um fragmento dos setores 110 e 128, nesse registro aver&iacute;gua-se a localiza&ccedil;&atilde;o das resid&ecirc;ncias expostas em uma vertente, por&eacute;m os perfis dos im&oacute;veis s&atilde;o em m&eacute;dia de alto padr&atilde;o (concreto), assim, com ajustes de engenharia pode-se construir nessa &aacute;rea, por&eacute;m a vulnerabilidade desses setores &eacute; considerada m&eacute;dia e o risco alto.</p>     <p>A <a href="#f11">figura 11a</a> apresenta um pequeno fragmento do setor 125, onde verifica-se a exposi&ccedil;&atilde;o de uma casa de m&eacute;dio padr&atilde;o (madeira) ao lado de um curso h&iacute;drico. Na sequ&ecirc;ncia a <a href="#f11">figura 11b</a> apresenta resid&ecirc;ncias constru&iacute;das sobre aterros em uma encosta, por&eacute;m o padr&atilde;o construtivo &eacute; alto.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f11">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f11.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A <a href="#f12">figura 12a</a> abaixo apresenta uma vis&atilde;o panor&acirc;mica do setor 149, nesse local foram instaladas diversas resid&ecirc;ncias populares (programas habitacionais) em uma &aacute;rea de plan&iacute;cie e banhado, assim ocasionando a exposi&ccedil;&atilde;o dos moradores ao risco de alagamentos. A <a href="#f12">figura 12b</a> apresenta um fragmento do setor 53, observa-se a constru&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncias nas margens do canal de drenagem, essa situa&ccedil;&atilde;o faz com que as pessoas que residem nessa &aacute;rea estejam expostas ao risco constantemente, al&eacute;m da inunda&ccedil;&atilde;o podem estar expostas a contamina&ccedil;&otilde;es diversas.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f12">     <p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f12.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A <a href="#f13">figura 13a</a> corresponde ao setor censit&aacute;rio 75, apresenta moradias sobre a encosta, identifica-se nesse local uma grande presen&ccedil;a de lixo, observa-se tamb&eacute;m o baixo material construtivo das resid&ecirc;ncias. A <a href="#f13">figura 13 b</a> apresenta fragmento do setor 68 em que se observam moradias de baixos padr&otilde;es constru&iacute;das nas margens do rio, essa situa&ccedil;&atilde;o faz com que a gradualmente essas resid&ecirc;ncias sejam atingidas pelas &aacute;guas do canal.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f13">     <p><img src="/img/revistas/got/n13/n13a09f13.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>5. Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></p>     <p>A partir da metodologia aplicada foi poss&iacute;vel espacializar e identificar tr&ecirc;s classifica&ccedil;&otilde;es (Alto, M&eacute;dio e Baixo) do perigo, vulnerabilidade e risco em escala intermedi&aacute;ria contemplando a &aacute;rea urbana em sua totalidade. Contudo, o trabalho de campo realizado durante o processo de levantamento dos dados apresenta a acur&aacute;cia na aplica&ccedil;&atilde;o da metodologia.</p>     <p>Vale destacar que um dos limites da pesquisa foi &agrave; discrep&acirc;ncia das bases da rede de drenagem existentes, o que demandou a constru&ccedil;&atilde;o/atualiza&ccedil;&atilde;o de uma base mais adequada &agrave; realidade atual, tendo em vista que n&atilde;o existe mapeamentos da &aacute;rea em escala de detalhe mais abrangente que o setor censit&aacute;rio. Em detrimento dessa espacializa&ccedil;&atilde;o pode-se ressaltar os setores censit&aacute;rios que mais carecem de an&aacute;lises em escala local, portanto, carece de levantamento de dados mais detalhados que faz parte de outra etapa da an&aacute;lise de risco.</p>     <p>A utiliza&ccedil;&atilde;o das geotecnologias possibilitou para al&eacute;m da espacializa&ccedil;&atilde;o e mapeamento, o tratamento e an&aacute;lise do grande n&uacute;mero de dados e informa&ccedil;&otilde;es. Sendo o trabalho de campo, etapa necess&aacute;ria para ratificar os produtos finais, resultados do mapeamento. Desta forma, considera-se a partir deste trabalho que &eacute; poss&iacute;vel realizar levantamento referente an&aacute;lise de risco sem custos financeiros, assim podendo explorar a &aacute;rea urbana com aquisi&ccedil;&atilde;o de dados gratuitos que auxiliam na gest&atilde;o do territ&oacute;rio.</p>     <p>Neste sentido, a pesquisa possibilita avan&ccedil;ar em termos de planejamento e ordenamento urbano, principalmente nas zonas caracterizadas como perif&eacute;ricas, conforme apresentado nos resultados. Por se tratar de um levantamento in&eacute;dito para a &aacute;rea de estudo que carecia de pesquisa de base sobre a situa&ccedil;&atilde;o do risco, os resultados possibilitaram avan&ccedil;ar atualmente em estudos j&aacute; em desenvolvimento no &acirc;mbito da gest&atilde;o e do planejamento territ&oacute;rio.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>6. Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></p>     <!-- ref --><p>ALMEIDA, L. Q. de. Por uma ci&ecirc;ncia dos riscos e vulnerabilidades na geografia. <i>Mercator</i>, set./dez. 2011, vol. 10, n&ordm; 23, p. 83-99.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747963&pid=S2182-1267201800010000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>ANDRADE, M. I. Riesgo h&iacute;drico y vulnerabilidad en la gesti&oacute;n del territorio<i>. Geousp &ndash; Espa&ccedil;o e Tempo</i>, 2015, v. 19, n. 2, p. 285-296.</p>     <!-- ref --><p>ANEAS DE CASTRO, S. D. Riesgos y peligros: una visi&oacute;n desde la geografia. <i>Scripta Nova. Revista Electr&oacute;nica de Geograf&iacute;a y Ciencias Sociales. Universidad de Barcelona</i>, mar&ccedil;o 2000, n&ordm; 60, p.1-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747966&pid=S2182-1267201800010000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>AVER, I. K. <i>Erechim, processo e projeto</i>: rela&ccedil;&otilde;es estruturais entre tra&ccedil;ado vi&aacute;rio e desenvolvimento urbano. 2008. 151f. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Planejamento Urbano e Regional) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Faculdade de arquitetura. Porto Alegre, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747968&pid=S2182-1267201800010000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BRASIL. <i>C&oacute;digo Florestal</i> (LEI n&ordm; 12.651). Bras&iacute;lia: 2012. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm</a>&gt; Acesso em 25 nov. 2014.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747970&pid=S2182-1267201800010000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BRASIL. <i>Parcelamento do solo Urbano</i> (LEI n&ordm; 6.766). Bras&iacute;lia: 1979. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6766.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6766.htm</a>&gt; Acesso em 25 nov. 2014.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747972&pid=S2182-1267201800010000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>CASTRO, A. L. C. <i>Gloss&aacute;rio de defesa civil estudos de riscos e medicina de desastres</i>. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747974&pid=S2182-1267201800010000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>CASTRO, A. L. C.. <i>Manual de Desastres</i>: Desastres Naturais. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747976&pid=S2182-1267201800010000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>COELHO NETTO, A. L; AVELAR, A de. S. O uso da terra e a din&acirc;mica hidrol&oacute;gica comportamento hidrol&oacute;gico e erosivo de bacias de drenagem. In: <i>Vulnerabilidade ambiental</i>: Desastres naturais ou fen&ocirc;menos induzidos?. Organiza&ccedil;&atilde;o. Rozely Ferreira dos Santos. Bras&iacute;lia: MMA, 2007. p.65-73&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747978&pid=S2182-1267201800010000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>CUNHA, L; RAMOS, A. M. Riscos naturais em Portugal: alguns problemas perspectivas e tend&ecirc;ncias no estudo dos riscos geomorfol&oacute;gicos. In: LOMBARDO, M. A; FREITAS, M. I. C. de (Org.). <i>Riscos e vulnerabilidade</i>: teoria e pr&aacute;tica no contexto luso-brasileiro. S&atilde;o Paulo: Cultura Acad&ecirc;mica, 2013. p. 19-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747979&pid=S2182-1267201800010000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>CUTTER, S. L. A ci&ecirc;ncia da vulnerabilidade: Modelos, m&eacute;todos e indicadores. <i>Revista Cr&iacute;tica de Ci&ecirc;ncias Sociais</i>, Junho 2011, n&ordm; 93, p 59-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747981&pid=S2182-1267201800010000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ERECHIM. <i>Plano ambiental municipal</i>. Secretaria municipal de meio ambiente. Erechim, 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747983&pid=S2182-1267201800010000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>FERREIRA, C. J; ROSSINI-PENTEADO, D; GUEDES, A. C. M. O uso de sistemas de informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas na an&aacute;lise e mapeamento de risco a eventos. geodin&acirc;micos. In: LOMBARDO, M. A; FREITAS, M. I. C. de (Org.). <i>Riscos e vulnerabilidade</i>: teoria e pr&aacute;tica no contexto luso-brasileiro. S&atilde;o Paulo: Cultura Acad&ecirc;mica, 2013. p.155 &ndash; 187.</p>     <!-- ref --><p>FITZ, P. R. Novas tecnologias e os caminhos da ci&ecirc;ncia geogr&aacute;fica. <i>Di&aacute;logo</i>, 2005, n&ordm; 6, p.35-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747986&pid=S2182-1267201800010000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FLORENZANO, T. G. <i>Inicia&ccedil;&atilde;o em sensoriamento remoto</i><b>. </b>3&ordm; ed. S&atilde;o Paulo: Oficina de textos,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747988&pid=S2182-1267201800010000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 2011.</p>     <p>GOERL, R. F; KOBIYAMA, M; PELLERIN, J. R. G. M. Proposta metodol&oacute;gica para mapeamento de &aacute;reas de risco a inunda&ccedil;&atilde;o: estudo de caso do munic&iacute;pio de rio negrinho &ndash; SC. <i>Boletim Geografia</i>, 2012, vol. 30, n&ordm; 1, p. 81-100.</p>     <!-- ref --><p>GONZALEZ, D; COSTA, A. da. An&aacute;lise da percep&ccedil;&atilde;o de risco e vulnerabilidade a partir dos alunos do ensino m&eacute;dio na viv&ecirc;ncia de Nova Friburgo RJ ap&oacute;s desastre natural de 2011.&nbsp; <i>Revista de Geografia e Ordenamento do Territ&oacute;rio (GOT)</i>, julho 2016, n.&ordm; 9, p. 187-211.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747991&pid=S2182-1267201800010000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>HASENACK, H; WEBER, E. (Org.) <i>Base cartogr&aacute;fica vetorial cont&iacute;nua do Rio Grande do Sul</i> - escala 1:50.000. Porto Alegre: UFRGS, Centro de Ecologia. 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747993&pid=S2182-1267201800010000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAT&Iacute;STICA. <i>Base de informa&ccedil;&otilde;es do Censo Demogr&aacute;fico 2010: </i>Resultados do Universo por setor censit&aacute;rio. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747995&pid=S2182-1267201800010000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>IBGE. <i>Cidades@</i>. Rio de Janeiro: IBGE, 2015. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.cidades.ibge.gov.br/" target="_blank">http://www.cidades.ibge.gov.br/</a>&gt;. Acesso em: out. 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747997&pid=S2182-1267201800010000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>LOMBARDO, M. A et al. Riscos ambientais na regi&atilde;o metropolitana de S&atilde;o Paulo decorrentes de urbaniza&ccedil;&atilde;o e vulnerabilidade diante das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas. In: LOMBARDO, M. A; FREITAS, M. I. C. de (Org.). <i>Riscos e vulnerabilidade</i>: teoria e pr&aacute;tica no contexto luso-brasileiro. S&atilde;o Paulo: Cultura Acad&ecirc;mica, 2013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1747999&pid=S2182-1267201800010000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MENDON&Ccedil;A, F. Riscos, vulnerabilidade e abordagem socioambiental urbana: uma reflex&atilde;o a partir da RMC e de Curitiba. <i>Desenvolvimento e Meio Ambiente</i>, jul./dez. 2004, n&ordm;. 10, p. 139-148.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1748001&pid=S2182-1267201800010000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>MENDON&Ccedil;A, F.. Geografia, geografia f&iacute;sica e meio ambiente: uma reflex&atilde;o &agrave; partir da problem&aacute;tica socioambiental urbana. <i>Revista da ANPEGE</i>, 2009, vol. 5, p.123 &ndash; 134.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>MENDON&Ccedil;A, F.. Riscos e vulnerabilidade soicoambientais urbanos: A contingencia clim&aacute;tica. <i>Mercator</i>, 2010, vol 9, p. 153-163.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1748004&pid=S2182-1267201800010000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MENDON&Ccedil;A, F.. Riscos, vulnerabilidades e resili&ecirc;ncia socioambientais urbanas: inova&ccedil;&otilde;es na an&aacute;lise geogr&aacute;fica. <i>Revista da ANPEGE,</i> out. 2011, vol. 7, n&ordm; 1, p. 111-118.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1748006&pid=S2182-1267201800010000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MENDON&Ccedil;A, F.<i>. Geografia e meio ambiente</i>. 9 ed. S&atilde;o Paulo: Contexto, 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1748008&pid=S2182-1267201800010000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>MENDON&Ccedil;A. Et al. Resili&ecirc;ncia socioambiental-espacial urbana &agrave; inunda&ccedil;&otilde;es: possibilidades e limites no bairro Cajuru em Curitiba (PR<i>). </i><i>Revista da ANPEGE</i>, jul-dez. 2016 vol.12, n&ordm; 19, p.279-298.</p>     <!-- ref --><p>ONU. <i>Living with risk</i><b>:</b> a global review of disaster reduction initiatives. Nova York: United Nation, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1748011&pid=S2182-1267201800010000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PENNA, N. A; FERREIRA, I. B. Desigualdades Socioespaciais e &aacute;reas de vulnerabilidades nas cidades. <i>Mercator</i>, 2014, v. 13, n. 3, p. 25-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1748013&pid=S2182-1267201800010000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ROBAINA, L. E. de S, TRENTIN, R. &Aacute;reas de risco por processos de din&acirc;mica geomorfol&oacute;gica no Rio Grande do Sul: fundamentos e conceitos. <i>GEOGRAFIA, Rio Claro, </i>set./dez. 2013, vol. 38, n&ordm; 3, p. 589-607.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1748015&pid=S2182-1267201800010000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SAITO, S. M. Desastres naturais e geotecnologias vulnerabilidade. <i>Caderno did&aacute;tico</i>, 2011, n&ordm;. 6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1748017&pid=S2182-1267201800010000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SANTOS, J de. O. Rela&ccedil;&otilde;es entre fragilidade ambiental e vulnerabilidade social na susceptibilidade aos riscos. <i>Mercator,</i> mai./ago. 2015, vol. 14, n&ordm; 2, p. 75-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1748019&pid=S2182-1267201800010000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p><i>Shuttle Radar Topography Mission</i> (SRTM), 2014. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.earthexplorer.usgs.gov" target="_blank">http://www.earthexplorer.usgs.gov</a> Acesso em: 25 nov. 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1748021&pid=S2182-1267201800010000900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>TRENTIN, R; DIAS, D. F. Estudos de &Aacute;reas de Risco: O Caso de Cachoeira do Sul/RS. <i>Boletim Ga&uacute;cho de Geografia</i>, 2014, v. 41, p. 285-303.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1748023&pid=S2182-1267201800010000900034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>VEYRET, Y (Org.). <i>Os riscos</i>: o homem como agressor e v&iacute;tima do meio ambiente. Tradu&ccedil;&atilde;o D&iacute;lson Ferreira da Cruz. S&atilde;o Paulo: Contexto, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1748025&pid=S2182-1267201800010000900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ALMEIDA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. Q. de]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Por uma ciência dos riscos e vulnerabilidades na geografia]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>set.</year>
<month>/d</month>
<day>ez</day>
<volume>10</volume>
<numero>23</numero>
<issue>23</issue>
<page-range>83-99</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ANDRADE]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Riesgo hídrico y vulnerabilidad en la gestión del territorio]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2015</year>
<volume>19</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>285-296</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ANEAS DE CASTRO]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Riesgos y peligros: una visión desde la geografia]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>març</year>
<month>o </month>
<day>20</day>
<numero>60</numero>
<issue>60</issue>
<page-range>1-13</page-range><publisher-name><![CDATA[Universidad de Barcelona]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[AVER]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Erechim, processo e projeto: relações estruturais entre traçado viário e desenvolvimento urbano]]></source>
<year>2008</year>
<month>20</month>
<day>08</day>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Faculdade de arquitetura]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>BRASIL</collab>
<source><![CDATA[Código Florestal (LEI nº 12.651)]]></source>
<year>2012</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>BRASIL</collab>
<source><![CDATA[Parcelamento do solo Urbano (LEI nº 6.766)]]></source>
<year>1979</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CASTRO]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Glossário de defesa civil estudos de riscos e medicina de desastres]]></source>
<year>1998</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ministério da Integração Nacional]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CASTRO]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Manual de Desastres: Desastres Naturais]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ministério da Integração Nacional]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[COELHO NETTO]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[AVELAR]]></surname>
<given-names><![CDATA[A de. S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O uso da terra e a dinâmica hidrológica comportamento hidrológico e erosivo de bacias de drenagem]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Rozely Ferreira dos]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Vulnerabilidade ambiental: Desastres naturais ou fenômenos induzidos?]]></source>
<year>2007</year>
<page-range>65-73</page-range><publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[MMA]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CUNHA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[RAMOS]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Riscos naturais em Portugal: alguns problemas perspectivas e tendências no estudo dos riscos geomorfológicos]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[LOMBARDO]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FREITAS]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. I. C. de]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Riscos e vulnerabilidade: teoria e prática no contexto luso-brasileiro]]></source>
<year>2013</year>
<page-range>19-44</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Cultura Acadêmica]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CUTTER]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A ciência da vulnerabilidade: Modelos, métodos e indicadores]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>Junh</year>
<month>o </month>
<day>20</day>
<numero>93</numero>
<issue>93</issue>
<page-range>59-69</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>ERECHIM</collab>
<source><![CDATA[Plano ambiental municipal]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-loc><![CDATA[Erechim ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Secretaria municipal de meio ambiente]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FERREIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ROSSINI-PENTEADO]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[GUEDES]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O uso de sistemas de informações geográficas na análise e mapeamento de risco a eventos. geodinâmicos]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[LOMBARDO]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FREITAS]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. I. C. de]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Riscos e vulnerabilidade: teoria e prática no contexto luso-brasileiro]]></source>
<year>2013</year>
<page-range>155 - 187</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Cultura Acadêmica]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FITZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Novas tecnologias e os caminhos da ciência geográfica]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2005</year>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>35-48</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FLORENZANO]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Iniciação em sensoriamento remoto]]></source>
<year></year>
<edition>3º ed.</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Oficina de textos]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GOERL]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[KOBIYAMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PELLERIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R. G. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Proposta metodológica para mapeamento de áreas de risco a inundação: estudo de caso do município de rio negrinho - SC.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2012</year>
<volume>30</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>81-100</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GONZALEZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[COSTA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. da]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise da percepção de risco e vulnerabilidade a partir dos alunos do ensino médio na vivência de Nova Friburgo RJ após desastre natural de 2011]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>julh</year>
<month>o </month>
<day>20</day>
<numero>9</numero>
<issue>9</issue>
<page-range>187-211</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[HASENACK]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[WEBER]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Base cartográfica vetorial contínua do Rio Grande do Sul: escala 1:50.000]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[UFRGSCentro de Ecologia]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>IBGE</collab>
<collab>INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA</collab>
<source><![CDATA[Base de informações do Censo Demográfico 2010: Resultados do Universo por setor censitário]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[IBGE]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>IBGE</collab>
<source><![CDATA[Cidades@]]></source>
<year>2015</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[IBGE]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LOMBARDO]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Riscos ambientais na região metropolitana de São Paulo decorrentes de urbanização e vulnerabilidade diante das mudanças climáticas]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[LOMBARDO]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FREITAS]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. I. C. de]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Riscos e vulnerabilidade: teoria e prática no contexto luso-brasileiro]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Cultura Acadêmica]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MENDONÇA]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Riscos, vulnerabilidade e abordagem socioambiental urbana: uma reflexão a partir da RMC e de Curitiba]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>jul.</year>
<month>/d</month>
<day>ez</day>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>139-148</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MENDONÇA]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Geografia, geografia física e meio ambiente: uma reflexão à partir da problemática socioambiental urbana]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2009</year>
<volume>5</volume>
<page-range>123 - 134</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MENDONÇA]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Riscos e vulnerabilidade soicoambientais urbanos: A contingencia climática]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2010</year>
<volume>9</volume>
<page-range>153-163</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MENDONÇA]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Riscos, vulnerabilidades e resiliência socioambientais urbanas: inovações na análise geográfica]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>out.</year>
<month> 2</month>
<day>01</day>
<volume>7</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>111-118</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MENDONÇA]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Geografia e meio ambiente]]></source>
<year>2012</year>
<edition>9 ed.</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Contexto]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MENDONÇA]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Resiliência socioambiental-espacial urbana à inundações: possibilidades e limites no bairro Cajuru em Curitiba (PR)]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>jul-</year>
<month>de</month>
<day>z.</day>
<volume>12</volume>
<numero>19</numero>
<issue>19</issue>
<page-range>279-298</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>ONU</collab>
<source><![CDATA[Living with risk: a global review of disaster reduction initiatives]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[Nova York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[United Nation]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[PENNA]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FERREIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desigualdades Socioespaciais e áreas de vulnerabilidades nas cidades]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2014</year>
<volume>13</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>25-36</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ROBAINA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. E. de S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TRENTIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Áreas de risco por processos de dinâmica geomorfológica no Rio Grande do Sul: fundamentos e conceitos]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>set.</year>
<month>/d</month>
<day>ez</day>
<volume>38</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>589-607</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SAITO]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desastres naturais e geotecnologias vulnerabilidade]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2011</year>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SANTOS]]></surname>
<given-names><![CDATA[J de. O.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relações entre fragilidade ambiental e vulnerabilidade social na susceptibilidade aos riscos]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>mai.</year>
<month>/a</month>
<day>go</day>
<volume>14</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>75-90</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[Shuttle Radar Topography Mission (SRTM)]]></source>
<year>2014</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[TRENTIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DIAS]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estudos de Áreas de Risco: O Caso de Cachoeira do Sul/RS]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2014</year>
<volume>41</volume>
<page-range>285-303</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[VEYRET]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Os riscos: o homem como agressor e vítima do meio ambiente]]></source>
<year>2007</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Contexto]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
