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<journal-title><![CDATA[GOT, Revista de Geografia e Ordenamento do Território]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Articulação entre bombeiros profissionais e voluntários: análise preliminar sobre a realidade no município de Vila Nova de Gaia]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In this investigation we intend to carry out a preliminary analysis on the operational articulation existing between the professional fire brigade and the six volunteer fire brigades, which coexist in the territory of Vila Nova de Gaia. The aim is to identify weaknesses and make a proposal to optimize the effectiveness of the assistance provided, as a contribution to the greater efficiency of the municipal civil protection system. In this study a diachronic analysis of the organizational evolution was carried out, as well as the characterization of the fire brigades of Vila Nova de Gaia. We found difficulties of articulation between the professional fire brigade and the volunteer fire brigades being the main one, the lack of a centralized telephone center and the rigid definition of areas of operation. According to current legislation, the professional fire brigade has, as a priority area of action, the entire municipality of Vila Nova da Gaia. The volunteer fire brigades have a defined area of their own. We found the most significant type of occurrence, health care, the fact that each fireman on average had 51 occurrences per year and that the average cost of each occurrence was 67.94 €. The amount that the municipality transferred to CBSPC - Gaia, only to remunerate human capital, is 7.2 times higher than the value transferred to the six voluntary fire brigades.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Articula&ccedil;&atilde;o entre bombeiros profissionais e volunt&aacute;rios: an&aacute;lise preliminar sobre a realidade no munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia</b></p>     <p><b>Articulation between professional and volunteer firefighters: preliminary analysis about the reality in the municipality of Vila Nova de Gaia</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Oliveira, Jos&eacute;</b><sup>1</sup></p>     <p><sup>1</sup>Departamento de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; Via Panor&acirc;mica s/n, 4150-564 Porto, Portugal;&nbsp;<a href="mailto:josecarloscidade@gmail.com">josecarloscidade@gmail.com</a></p>     <p><b>&nbsp;</b></p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Nesta investiga&ccedil;&atilde;o pretendemos efetuar uma an&aacute;lise preliminar sobre a articula&ccedil;&atilde;o operacional existente entre o corpo de bombeiros profissional e os seis corpos de bombeiros volunt&aacute;rios, que coexistem no territ&oacute;rio de Vila Nova de Gaia. O objetivo &eacute; identificar fragilidades e fazer uma proposta de otimizar a efic&aacute;cia na presta&ccedil;&atilde;o do socorro, como um contributo para uma maior efici&ecirc;ncia do sistema de prote&ccedil;&atilde;o civil municipal. Neste estudo foi realizada uma an&aacute;lise diacr&oacute;nica da evolu&ccedil;&atilde;o organizacional assim como a caracteriza&ccedil;&atilde;o dos corpos de bombeiros de Vila Nova de Gaia. Constatamos dificuldades de articula&ccedil;&atilde;o entre o corpo de bombeiros profissional e os corpos de bombeiros volunt&aacute;rios sendo a principal, a inexist&ecirc;ncia de uma central telef&oacute;nica centralizada e a defini&ccedil;&atilde;o r&iacute;gida de &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o. De acordo com legisla&ccedil;&atilde;o em vigor, o corpo de bombeiros profissional, tem como &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o priorit&aacute;ria, todo concelho de Vila Nova da Gaia. J&aacute; os corpos de bombeiros volunt&aacute;rios, tem definida uma &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria. Apuramos o tipo de ocorr&ecirc;ncia mais significativa, a assist&ecirc;ncia em sa&uacute;de, o facto de cada bombeiro, em m&eacute;dia, ter efetuado 51 ocorr&ecirc;ncias por ano e que o custo, m&eacute;dio, de cada ocorr&ecirc;ncia ter sido de 67,94&euro;. O valor que o munic&iacute;pio transferiu para a CBSPC &ndash; Gaia, apenas para remunerar o capital humano, &eacute; 7,2 vezes maior do que o valor transferido para os seis corpos de bombeiros volunt&aacute;rios.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Articula&ccedil;&atilde;o, bombeiros, munic&iacute;pio, prote&ccedil;&atilde;o civil, territ&oacute;rio</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>In this investigation we intend to carry out a preliminary analysis on the operational articulation existing between the professional fire brigade and the six volunteer fire brigades, which coexist in the territory of Vila Nova de Gaia. The aim is to identify weaknesses and make a proposal to optimize the effectiveness of the assistance provided, as a contribution to the greater efficiency of the municipal civil protection system. In this study a diachronic analysis of the organizational evolution was carried out, as well as the characterization of the fire brigades of Vila Nova de Gaia. We found difficulties of articulation between the professional fire brigade and the volunteer fire brigades being the main one, the lack of a centralized telephone center and the rigid definition of areas of operation. According to current legislation, the professional fire brigade has, as a priority area of action, the entire municipality of Vila Nova da Gaia. The volunteer fire brigades have a defined area of their own. We found the most significant type of occurrence, health care, the fact that each fireman on average had 51 occurrences per year and that the average cost of each occurrence was 67.94 &euro;. The amount that the municipality transferred to CBSPC - Gaia, only to remunerate human capital, is 7.2 times higher than the value transferred to the six voluntary fire brigades.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Keywords:</b> Articulation, firemen, municipality, civil protection, territory</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O sistema de prote&ccedil;&atilde;o civil, que vigora em Portugal desde 2006, contribui para garantir a seguran&ccedil;a das popula&ccedil;&otilde;es, sendo esta uma das tarefas fundamentais do Estado. A prote&ccedil;&atilde;o civil, em Portugal, &eacute; a atividade assumida pelo Estado, Regi&otilde;es Aut&oacute;nomas, Autarquias Locais, cidad&atilde;os e por todas as entidades p&uacute;blicas ou privadas, com a finalidade de prevenir riscos coletivos inerentes a situa&ccedil;&otilde;es de acidente grave ou cat&aacute;strofe, de atenuar os seus efeitos e proteger e socorrer as pessoas e bens em perigo quando aquelas situa&ccedil;&otilde;es ocorram<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>.</p>     <p>Os corpos de bombeiros s&atilde;o considerados um dos agentes de prote&ccedil;&atilde;o civil<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a>, estes, podem subdividir-se em profissionais<a href="#_ftn3" name="_ftnref3">[3]</a>, mistos<a href="#_ftn4" name="_ftnref4">[4]</a>, volunt&aacute;rios<a href="#_ftn5" name="_ftnref5">[5]</a> e privativos<a href="#_ftn6" name="_ftnref6">[6]</a>. Nalguns munic&iacute;pios, coexistem diferentes tipos de corpos de bombeiros. Os corpos de bombeiros profissionais podem assumir a designa&ccedil;&atilde;o de sapadores e a estrutura de regimento, batalh&atilde;o, companhia ou sec&ccedil;&atilde;o. Estes corpos de bombeiros profissionais, s&atilde;o exclusivamente fundados, administrados e sustentados, na depend&ecirc;ncia direta de uma c&acirc;mara municipal.<a href="#_ftn7" name="_ftnref7">[7]</a></p>     <p>No ano de 2015 e, sendo Portugal continental, constitu&iacute;do por 278 concelhos existiam, 472<a href="#_ftn8" name="_ftnref8">[8]</a> corpos de bombeiros, (<a href="#f1">figura 1</a>), assim distribu&iacute;dos: 1 Regimento Sapador de Bombeiros, (Regimento Sapadores de Bombeiros de Lisboa), 1 Batalh&atilde;o Sapador de Bombeiros, (Batalh&atilde;o Sapador de Bombeiros do Porto), 4 Companhias de Bombeiros Sapadores, (Braga, Coimbra, Set&uacute;bal, Vila Nova de Gaia), 19 Corpos de Bombeiros Municipais, 9 Corpos de Bombeiros Privativos e 438 Associa&ccedil;&otilde;es Humanit&aacute;rias de Bombeiros Volunt&aacute;rios.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1">     <p><img src="/img/revistas/got/n15/n15a15f1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>No per&iacute;odo compreendido entre os anos 2006 e 2015 (<a href="#f1">figura 1</a>), constata-se que o ano de 2007 foi aquele em que se atingiu o n&uacute;mero mais elevado de sempre, com 477 corpos de bombeiros, tendo este diminu&iacute;do para os 470, ao longo de sete anos; em 2015, registou-se um aumento de dois corpos de bombeiros, totalizando os 472.</p>     <p>Em Portugal continental verifica-se que todos os munic&iacute;pios t&ecirc;m, pelo menos, um corpo de bombeiros havendo um munic&iacute;pio que n&atilde;o possui qualquer tipo de corpo de bombeiros &ndash; Castro Marim &ndash; no distrito de Faro, sendo a responsabilidade da preven&ccedil;&atilde;o e socorro neste munic&iacute;pio, garantida pelos Bombeiros Volunt&aacute;rios de Vila Real de Santo Ant&oacute;nio, desde 1890.</p>     <p>De modo a refletir sobre a articula&ccedil;&atilde;o do modelo municipal operacional existente entre corpos de bombeiros profissionais e volunt&aacute;rios, o tipo de ocorr&ecirc;ncias verificadas em Vila Nova de Gaia, bem como, o sistema de financiamento definido pelo executivo municipal, como um contributo para uma maior efici&ecirc;ncia do sistema de prote&ccedil;&atilde;o civil municipal.</p>     <p>Considerou-se como &aacute;rea de estudo o munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia, no qual existem sete corpos de bombeiros; seis volunt&aacute;rios e um profissional. Este munic&iacute;pio situa-se na margem sul do Rio Douro. Insere-se na &Aacute;rea Metropolitana do Porto (NUTS III)<a href="#_ftn9" name="_ftnref9">[9]</a> e na Regi&atilde;o do Norte (NUTSII)<a href="#_ftn10" name="_ftnref10">[10]</a>. Este munic&iacute;pio, tem uma &aacute;rea territorial de 168,46 Km<sup>2</sup>, com 302 296 habitantes,<a href="#_ftn11" name="_ftnref11">[11]</a> abrangendo um total de 15 freguesias<a href="#_ftn12" name="_ftnref12">[12]</a>, com uma densidade populacional de 1 789 hab./Km<sup>2</sup>.<a href="#_ftn13" name="_ftnref13">[13]</a> No per&iacute;odo de 2005 a 2016, os dois presidentes da c&acirc;mara municipal que exerceram fun&ccedil;&otilde;es aut&aacute;rquicas, no uso das suas compet&ecirc;ncias, delegaram<a href="#_ftn14" name="_ftnref14">[14]</a> o pelouro de prote&ccedil;&atilde;o civil em dois vereadores. O executivo municipal aprovou a nomea&ccedil;&atilde;o do Comandante Operacional Municipal<a href="#_ftn15" name="_ftnref15">[15]</a> (COM). De referir, ainda, que neste munic&iacute;pio o principal risco, s&atilde;o os inc&ecirc;ndios urbanos.<a href="#_ftn16" name="_ftnref16">[16]</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Orientou-se a investiga&ccedil;&atilde;o segundo as seguintes quest&otilde;es:</p> <ol>     <li>Qual o tipo de ocorr&ecirc;ncias respondidas pelos diferentes corpos de bombeiros no munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia?</li>     <li>Qual a rela&ccedil;&atilde;o entre a resposta e o sistema de financiamento de base municipal, para os diferentes corpos de bombeiros?</li>     <li>Quais os constrangimentos na articula&ccedil;&atilde;o da resposta dos corpos de bombeiros no munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia?</li>     <li>Quais as interven&ccedil;&otilde;es municipais requeridas para melhorar a resposta dos corpos de bombeiros e o sistema de financiamento?</li>     </ol>     <p>O presente trabalho est&aacute; organizado da seguinte forma: em primeiro lugar, efetuamos uma an&aacute;lise &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o organizacional e caracteriza&ccedil;&atilde;o dos corpos de bombeiros do munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia. Em seguida, abordaremos a articula&ccedil;&atilde;o entre o corpo de bombeiros profissional e os seis corpos de bombeiros volunt&aacute;rios, existentes no munic&iacute;pio em estudo. Ap&oacute;s o que daremos a conhecer o atual regime de financiamento dos corpos de bombeiros de Vila Nova de Gaia. Finalmente, s&atilde;o apresentadas numa conclus&atilde;o os aspetos fundamentais do presente trabalho.</p>     <p>Quanto &agrave; metodologia aplicada, adotou-se uma estrat&eacute;gia de pesquisa integrada, a qual privilegia uma combina&ccedil;&atilde;o entre uma abordagem qualitativa e uma abordagem quantitativa.</p>     <p>Neste trabalho procedeu-se aÌ€ recolha de dados estat&iacute;sticos nas dire&ccedil;&otilde;es das Associa&ccedil;&otilde;es Humanit&aacute;rias de Bombeiros Volunt&aacute;rios, nos comandos dos corpos de bombeiros, c&acirc;mara municipal de Vila Nova de Gaia e Autoridade Nacional de Prote&ccedil;&atilde;o Civil, com vista &agrave; an&aacute;lise bibliogr&aacute;fica e documental.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>2. Evolu&ccedil;&atilde;o organizacional e caracteriza&ccedil;&atilde;o&nbsp; dos corpos de bombeiros do munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia</b></p>     <p><b>2.1. Evolu&ccedil;&atilde;o organizacional dos corpos de bombeiros no munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia</b></p>     <p>&nbsp;&nbsp; De acordo com o ocorrido em todos os munic&iacute;pios portugueses, tamb&eacute;m em Vila Nova de Gaia, no s&eacute;culo XIX, passou a competir ao provedor do concelho, (atualmente presidente de c&acirc;mara), no cumprimento das suas obriga&ccedil;&otilde;es de superintend&ecirc;ncia de pol&iacute;cia a preocupa&ccedil;&atilde;o com a preven&ccedil;&atilde;o dos inc&ecirc;ndios<a href="#_ftn17" name="_ftnref17">[17]</a>, tendo sido criadas, na sociedade civil as primeiras associa&ccedil;&otilde;es humanit&aacute;rias de bombeiros volunt&aacute;rios. Em Vila Nova de Gaia, o primeiro corpo de bombeiros, surge a 4 de maio de 1839 &ndash; Companhia de Bombeiros Sapadores de Vila Nova de Gaia.</p>     <p>Desde o dia 21 de junho de 1900, a c&acirc;mara municipal de Vila Nova de Gaia, passou a ter a responsabilidade pelos normativos respeitantes &agrave; preven&ccedil;&atilde;o e &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o sobre inc&ecirc;ndios e de fazer posturas e regulamentos, competindo ao administrador do concelho, &ldquo;providenciar pela prote&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a das pessoas e cousas nos caos de inc&ecirc;ndio, inunda&ccedil;&otilde;es, naufr&aacute;gios, calamidade p&uacute;blica e semelhantes, promovendo a presta&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de socorros&rdquo;<a href="#_ftn18" name="_ftnref18">[18]</a>.</p>     <p>Em 1981, o executivo municipal de Vila Nova de Gaia, assumiu a responsabilidade da prote&ccedil;&atilde;o civil municipal e da dinamiza&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o Municipal Especializada em Fogos Florestais (CMEFF)<a href="#_ftn19" name="_ftnref19">[19]</a>.</p>     <p>No ano de 2003, o munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia, passou a dispor do Servi&ccedil;o Municipal de Prote&ccedil;&atilde;o Civil<a href="#_ftn20" name="_ftnref20">[20]</a>, dando cumprimento ao Decreto-lei n.&ordm; 100/84, de 29 de mar&ccedil;o, com as altera&ccedil;&otilde;es introduzidas pela Lei n.&ordm; 18/91, de 12 de junho.</p>     <p>Decorridos quatro anos, com a aprova&ccedil;&atilde;o de legisla&ccedil;&atilde;o<a href="#_ftn21" name="_ftnref21">[21]</a> ficou definido o enquadramento institucional e operacional da prote&ccedil;&atilde;o civil no &acirc;mbito municipal, assim como se estabeleceu a organiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os municipais de prote&ccedil;&atilde;o civil e se determinou as compet&ecirc;ncias do comandante operacional municipal.</p>     <p>No ano de 2013, foram definidas as atribui&ccedil;&otilde;es dos munic&iacute;pios, no dom&iacute;nio da prote&ccedil;&atilde;o civil<a href="#_ftn22" name="_ftnref22">[22]</a>. Este diploma diz-nos, tamb&eacute;m, quais as compet&ecirc;ncias do presidente de c&acirc;mara, entre outras, presidir ao conselho municipal de seguran&ccedil;a<a href="#_ftn23" name="_ftnref23">[23]</a> e dirigir, em articula&ccedil;&atilde;o com os organismos da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica com compet&ecirc;ncia no dom&iacute;nio da prote&ccedil;&atilde;o civil, o servi&ccedil;o municipal de prote&ccedil;&atilde;o civil, tendo em vista o cumprimento dos planos de emerg&ecirc;ncia e programas estabelecidos e a coordena&ccedil;&atilde;o das atividades a desenvolver naquele &acirc;mbito, designadamente em opera&ccedil;&otilde;es de socorro e assist&ecirc;ncia na imin&ecirc;ncia ou ocorr&ecirc;ncia de acidente grave ou cat&aacute;strofe<a href="#_ftn24" name="_ftnref24">[24]</a>.</p>     <p>Em 2015, foi aprovada a segunda altera&ccedil;&atilde;o &agrave; Lei de Bases da Prote&ccedil;&atilde;o Civil<a href="#_ftn25" name="_ftnref25">[25]</a>, a qual confere ao presidente de c&acirc;mara a compet&ecirc;ncia de declarar a situa&ccedil;&atilde;o de alerta de &acirc;mbito municipal<a href="#_ftn26" name="_ftnref26">[26]</a>, bem como, de desencadear, na imin&ecirc;ncia ou ocorr&ecirc;ncia de acidente grave ou cat&aacute;strofe, as a&ccedil;&otilde;es de prote&ccedil;&atilde;o civil de preven&ccedil;&atilde;o, socorro, assist&ecirc;ncia e recupera&ccedil;&atilde;o adequadas em cada caso<a href="#_ftn27" name="_ftnref27">[27]</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>2.2. Caracteriza&ccedil;&atilde;o dos corpos de bombeiros </b></p>     <p>A <a href="#t1">tabela 1</a>, apresenta a caracteriza&ccedil;&atilde;o dos sete corpos de bombeiros existentes em Vila Nova de Gaia, por ordem cronol&oacute;gica de funda&ccedil;&atilde;o, qual o tipo de contingente de cada corpo de bombeiros, qual a &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o e a popula&ccedil;&atilde;o abrangida por cada corpo de bombeiros.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t1">     <p><img src="/img/revistas/got/n15/n15a15t1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O primeiro corpo de bombeiros a ser fundado neste munic&iacute;pio foi a Companhia de Bombeiros Sapadores e Prote&ccedil;&atilde;o Civil de Vila Nova de Gaia (CBSPC-Gaia), a 4 de maio de 1839. Este corpo de bombeiros tem a responsabilidade de atua&ccedil;&atilde;o priorit&aacute;ria<a href="#_ftn28" name="_ftnref28">[28]</a> neste munic&iacute;pio e a miss&atilde;o de cumprir com a preven&ccedil;&atilde;o e o combate a inc&ecirc;ndios; o socorro &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es, em caso de inc&ecirc;ndios, inunda&ccedil;&otilde;es, desabamentos e, de um modo geral, em todos os acidentes; o socorro a n&aacute;ufragos e buscas subaqu&aacute;ticas; o socorro e transporte de acidentados e doentes, incluindo a urg&ecirc;ncia pr&eacute;-hospitalar, no &acirc;mbito do sistema integrado de emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica; a emiss&atilde;o de pareceres t&eacute;cnicos em mat&eacute;ria de preven&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a contra riscos de inc&ecirc;ndios e outros sinistros; a participa&ccedil;&atilde;o em outras atividades de prote&ccedil;&atilde;o civil, no &acirc;mbito do exerc&iacute;cio das fun&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas que lhes foram cometidas; o exerc&iacute;cio de atividades de forma&ccedil;&atilde;o e sensibiliza&ccedil;&atilde;o, com especial incid&ecirc;ncia, para a preven&ccedil;&atilde;o do risco de inc&ecirc;ndio e acidentes junto das popula&ccedil;&otilde;es; a participa&ccedil;&atilde;o em outras a&ccedil;&otilde;es e o exerc&iacute;cio de outras atividades, para as quais estejam tecnicamente preparados e se enquadrem nos seus fins espec&iacute;ficos e a presta&ccedil;&atilde;o de outros servi&ccedil;os previstos nos regulamentos internos e demais legisla&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;vel.<a href="#_ftn29" name="_ftnref29">[29]</a> O contingente desta companhia, &eacute; classificado do tipo 2<a href="#_ftn30" name="_ftnref30">[30]</a>, o que significa que &eacute; constitu&iacute;do por mais de 90 e at&eacute; 120 bombeiros profissionais. Todos os seis corpos de bombeiros volunt&aacute;rios existentes em Vila Nova de Gaia foram fundados no decorrer do s&eacute;culo XX, sendo o mais recente, a Associa&ccedil;&atilde;o Humanit&aacute;ria de Bombeiros Volunt&aacute;rios de Crestuma, fundada a 20 de fevereiro de 1995.</p>     <p>No per&iacute;odo de tempo em an&aacute;lise, o n&uacute;mero do contingente de bombeiros (<a href="#t2">tabela 2</a>), em Vila Nova de Gaia, tem oscilado sendo sempre superior ao meio milhar.&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t2">     <p><img src="/img/revistas/got/n15/n15a15t2.gif"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>2.3. Evolu&ccedil;&atilde;o da atividade operacional dos corpos de bombeiros </b></p>     <p>O registo anual de ocorr&ecirc;ncias em Vila Nova de Gaia, (<a href="#t3">tabela 3</a>), evidencia que entre os anos 2006 a 2016, o n&uacute;mero m&eacute;dio de ocorr&ecirc;ncias, por corpo de bombeiros, foi de 4&nbsp;074.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t3">     <p><img src="/img/revistas/got/n15/n15a15t3.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O ano em que se verificou o n&uacute;mero mais elevado de ocorr&ecirc;ncias, (<a href="#t3">tabela 3</a>), foi 2016, com 32 911, o que representa 10,49% do n&uacute;mero total de ocorr&ecirc;ncias verificado entre 2006 e 2016.</p>     <p>Neste per&iacute;odo, os sete corpos de bombeiros acorreram a 313 694 ocorr&ecirc;ncias (<a href="#f2">figura 2</a>), de diversos tipos, sendo de salientar que os tr&ecirc;s tipos de ocorr&ecirc;ncias mais significativos foram os seguintes: assist&ecirc;ncia em sa&uacute;de (78,26%); assist&ecirc;ncia e preven&ccedil;&atilde;o a atividades humanas (7,87%) e opera&ccedil;&otilde;es (3,11%). Do n&uacute;mero total de ocorr&ecirc;ncias, os corpos de bombeiros volunt&aacute;rios, s&atilde;o respons&aacute;veis por responder a 243 990, cerca de 80%. Em m&eacute;dia cada bombeiro, neste per&iacute;odo, efetuou 51,4 ocorr&ecirc;ncias por ano. Apesar da CBSPC-Gaia, poder socorrer em todo o territ&oacute;rio deste munic&iacute;pio, isso permitiu-lhe efetuar 69&nbsp;704 apenas, cerca de 20%, do n&uacute;mero total de ocorr&ecirc;ncias.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2">     <p><img src="/img/revistas/got/n15/n15a15f2.gif"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Os diferentes corpos de bombeiros, volunt&aacute;rios e sapadores, respondem de forma igualit&aacute;ria aos seguintes tipos de ocorr&ecirc;ncias: opera&ccedil;&otilde;es, assist&ecirc;ncia e preven&ccedil;&atilde;o a atividades humanas, interven&ccedil;&otilde;es em conflitos legais, compromissos total ou parcial de seguran&ccedil;a, inc&ecirc;ndios em detritos, inc&ecirc;ndios rurais, inc&ecirc;ndios urbanos, inc&ecirc;ndios em equipamentos e produtos, acidentes industriais e tecnol&oacute;gicos, acidentes com transportes e fen&oacute;menos naturais. Al&eacute;m destes, os seis corpos de bombeiros volunt&aacute;rios, efetuam assist&ecirc;ncia em sa&uacute;de.</p>     <p>A coexist&ecirc;ncia neste munic&iacute;pio de bombeiros profissionais e de volunt&aacute;rios, totaliza um contingente de 555 bombeiros e, efetua-se de forma estruturada. Esta sinergia possibilita que a experi&ecirc;ncia adquirida do corpo de bombeiros profissionais possa ser transmitida com a pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios ou simulacros, aos corpos de bombeiros volunt&aacute;rios.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>3. Articula&ccedil;&atilde;o operacional entre bombeiros profissionais e bombeiros volunt&aacute;rios em Vila Nova de Gaia</b></p>     <p><b>3.1. Os procedimentos operacionais </b></p>     <p>A articula&ccedil;&atilde;o operacional entre corpos de bombeiros, ao longo dos tempos, tem originado alguns conflitos uma vez, que o corpo de bombeiros profissional tem a atua&ccedil;&atilde;o priorit&aacute;ria no munic&iacute;pio de Gaia e os corpos de bombeiros volunt&aacute;rios, t&ecirc;m &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;prias. Por outro lado, verifica-se a exist&ecirc;ncia de sobreposi&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria de dois corpos de bombeiros, o que leva a conflitos entre os corpos de bombeiros volunt&aacute;rios.</p>     <p>Esta articula&ccedil;&atilde;o, tem sido uma preocupa&ccedil;&atilde;o constante e recorrente tendo, em 1998, originado um encontro com todos os comandantes dos corpos de bombeiros, na qual se definiram, pela primeira vez, procedimentos operacionais tendo em vista facilitar a a&ccedil;&atilde;o dos bombeiros, melhorar e ajudar os cidad&atilde;os que residem, trabalham e transitam no munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia, ficando assim, definido o seguinte <i>modus operandi</i>:</p> <ol>     <li>Um corpo de bombeiros volunt&aacute;rios, &eacute; alertado da exist&ecirc;ncia de uma ocorr&ecirc;ncia, na sua &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria<a href="#_ftn31" name="_ftnref31">[31]</a>.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[</ol>     <p>O corpo de bombeiros volunt&aacute;rios sai para o local e, em simult&acirc;neo, alerta a CBSPC- Gaia, onde se localiza a respetiva ocorr&ecirc;ncia. De seguida, o corpo de bombeiros volunt&aacute;rios, que recebeu o alarme, comunica ao Comandante Concelhio Operacional (CCO), atualmente, designa-se por COM (Comandante Operacional Municipal).</p> <ol>     <li>No caso da CBSPC-Gaia, ser alertada para a exist&ecirc;ncia de uma ocorr&ecirc;ncia.</li>     </ol>     <p>A CBSPC-Gaia sai para o local e, em simult&acirc;neo, alerta o corpo de bombeiros volunt&aacute;rios da &aacute;rea da exist&ecirc;ncia da referida ocorr&ecirc;ncia. De seguida, a CBSPC-Gaia, comunica ao CCO.&nbsp;</p> <ul>     <li>No caso de um corpo de bombeiros volunt&aacute;rios, ser alertado da exist&ecirc;ncia de uma ocorr&ecirc;ncia, fora da sua &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria</li>     </ul>     <p>O corpo de bombeiros alerta, em simult&acirc;neo, a CBSPC-Gaia e o corpo de bombeiros da respetiva &aacute;rea. De seguida, a CBSPC-Gaia, comunica ao CCO.</p> <ol>     <li>Na circunst&acirc;ncia da CBSPC-Gaia ou qualquer outro corpo de bombeiros volunt&aacute;rios, face a um alerta, n&atilde;o sair devido &agrave; falta de capital humano.</li>     </ol>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Deve informar que n&atilde;o vai efetuar o servi&ccedil;o e providenciar no alerta a outro ou outros corpos de bombeiros. Terminada a miss&atilde;o, a CBSPC-Gaia e o ou os corpos de bombeiros envolvidos, comunicar&atilde;o ao CCO, o respetivo encerramento do servi&ccedil;o.</p>     <p>Em 2016, decorridos dezoito anos, e, levando em considera&ccedil;&atilde;o legisla&ccedil;&atilde;o entretanto produzida, visando melhorar a articula&ccedil;&atilde;o operacional dos meios existentes no munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia, foram definidos os seguintes procedimentos:</p> <ol>     <li>No caso de a ocorr&ecirc;ncia ser de pequena dimens&atilde;o, ocorre &agrave; situa&ccedil;&atilde;o, o corpo de bombeiros volunt&aacute;rios da respetiva &aacute;rea ou o contingente da CBSPC-Gaia, de acordo com a localiza&ccedil;&atilde;o e disponibilidade do corpo de bombeiros volunt&aacute;rios informando, de imediato, a central da CBSPC-Gaia.</li>     <li>Para fazer face a ocorr&ecirc;ncias mais relevantes, sai o corpo de bombeiros volunt&aacute;rios da &aacute;rea mais os elementos da CBSPC-Gaia.</li>     </ol> <ul>     <li>No caso de ser necess&aacute;rio mais contingente, mais viaturas ou mais equipamentos, s&atilde;o acionados mais meios de outros corpos de bombeiros volunt&aacute;rios do munic&iacute;pio ou fora dele, em fun&ccedil;&atilde;o da proximidade &agrave; ocorr&ecirc;ncia e dos meios dispon&iacute;veis, pelo Centro Distrital de Opera&ccedil;&otilde;es de Socorro (CDOS-Porto), a pedido do Comandante de Opera&ccedil;&otilde;es de Socorro no local.</li>     </ul>     <p>Em qualquer uma destas situa&ccedil;&otilde;es, &eacute; sempre feita a informa&ccedil;&atilde;o rec&iacute;proca das sa&iacute;das.</p>     <p>Os corpos de bombeiros volunt&aacute;rios informam o COM, do envio de qualquer meio operacional, para fora da &aacute;rea geogr&aacute;fica de Vila Nova de Gaia.</p> <ol>     <li>No &acirc;mbito desta articula&ccedil;&atilde;o municipal, o COM, definiu uma s&eacute;rie de grelhas de atua&ccedil;&atilde;o, de acordo com o tipo de ocorr&ecirc;ncia, (inc&ecirc;ndios, acidentes, infraestruturas e vias de comunica&ccedil;&atilde;o, pr&eacute;-hospitalar, conflitos legais, tecnol&oacute;gicos e industriais, servi&ccedil;os, atividades e eventos de prote&ccedil;&atilde;o civil), nas quais s&atilde;o definidas as equipes de 1&ordf; e 2&ordf; interven&ccedil;&atilde;o, qual o tipo de viaturas a utilizar, qual o n&uacute;mero do contingente.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[</ol>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>3.2. As dificuldades de articula&ccedil;&atilde;o baseada em casos reais </b></p>     <p>A identifica&ccedil;&atilde;o de problemas de articula&ccedil;&atilde;o concretos, entre os corpos de bombeiros, foi feita com recurso a casos reais ocorridos no munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia, em que, infelizmente se perderam vidas humanas. Por uma quest&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o de dados, n&atilde;o ser&atilde;o apresentados nenhuns elementos que permitam a identifica&ccedil;&atilde;o de pessoas ou institui&ccedil;&otilde;es envolvidas. Assim, criamos os cen&aacute;rios 1 e 2.</p>     <p><b>3.2.1. Cen&aacute;rio 1</b></p>     <p><u>Descri&ccedil;&atilde;o</u><b>:</b> Uma tripula&ccedil;&atilde;o de ambul&acirc;ncia, (veiculo dedicado ao transporte de doentes &ndash;VDTD), do Corpo de Bombeiros-1 (CB1), ap&oacute;s ter efetuado um transporte de um doente, circulava na A44 sentido Sul &ndash; Norte, a caminho da Unidade II do Centro Hospitalar de Gaia/Espinho, quando&nbsp; presenciou um acidente entre uma viatura ligeira, com 4 pessoas, que se deslocava nesta mesma via, no sentido Norte &ndash; Sul e uma viatura pesada (cami&atilde;o), que desejava entrar nesta via, vindo da A1, tendo a primeira sido abalroada pelo rodado traseiro do cami&atilde;o, originando 3 feridos ligeiros e o &oacute;bito de uma crian&ccedil;a com 4 anos. De referir que a viatura do CB1, se encontra em &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o priorit&aacute;ria da CB2 e de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria do CB3 mas, no cumprimento do dever de aux&iacute;lio, avaliou a situa&ccedil;&atilde;o, prestou socorro &agrave;s v&iacute;timas tendo, de imediato, entrado em contacto com a CB2 e com o INEM. Atendendo &agrave;s exig&ecirc;ncias do socorro &agrave;s v&iacute;timas, lamentavelmente, n&atilde;o informou o CB3, desta situa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p><u>Problema originado</u>: Conflito entre o CB1 e CB3 provocado pela inexist&ecirc;ncia de central telef&oacute;nica centralizada e pela defini&ccedil;&atilde;o r&iacute;gida de &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria de cada CB.</p>     <p><u>Solu&ccedil;&otilde;es</u>: Perante esta situa&ccedil;&atilde;o, mas, com a exist&ecirc;ncia de uma central telef&oacute;nica centralizada, a tripula&ccedil;&atilde;o da viatura do CB1, ao assistir ao acidente, alertava a central telef&oacute;nica centralizada, esta, acionava o dispositivo mais eficiente para responder &agrave; ocorr&ecirc;ncia, ao mesmo tempo, informava o CB3 da exist&ecirc;ncia de um acidente na sua &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o, evitando assim uma situa&ccedil;&atilde;o de conflito entre o CB1 e o CB3.</p>     <p><b>3.2.2. Cen&aacute;rio 2 </b></p>     <p><u>Descri&ccedil;&atilde;o</u>: A freguesia A do munic&iacute;pio em an&aacute;lise, tem o seu territ&oacute;rio dividido por dois corpos de bombeiros, respetivamente: CB1 e CB2. Cada uma das duas &aacute;reas, faz parte da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria de cada um dos respetivos corpos de bombeiros. Em 2010, um morador da &aacute;rea da Igreja (&aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria do CB1), apesar de estar a 3 minutos do quartel do CB2, teve um inc&ecirc;ndio em casa, vindo a falecer queimado.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><u>Problema originado</u>: Falecimento de uma pessoa provocado pela demora no socorro atendendo &agrave; defini&ccedil;&atilde;o r&iacute;gida de &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria de cada corpo de bombeiros volunt&aacute;rios.</p>     <p><u>Solu&ccedil;&atilde;o</u>: Esta situa&ccedil;&atilde;o, seria debelada, minimizada ou at&eacute; mesmo, evitada, caso existisse uma central telef&oacute;nica centralizada. Se existisse, esta, faria sair os meios de socorro mais pr&oacute;ximos, tornando o socorro mais r&aacute;pido e mais eficiente. De referir, que esta ocorr&ecirc;ncia originou uma nova redefini&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria dos CB1 e CB2, embora se mantenha a rigidez de &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria.</p>     <p><b>3.2.3. A articula&ccedil;&atilde;o entre corpos de bombeiros em Vila Nova de Gaia: Identifica&ccedil;&atilde;o de fragilidades</b></p>     <p>Os cen&aacute;rios apresentados revelam uma d&eacute;bil articula&ccedil;&atilde;o entre os corpos de bombeiros. A principal fragilidade dos corpos de bombeiros em Vila Nova de Gaia, &eacute; a inexist&ecirc;ncia de uma central telef&oacute;nica centralizada podendo originar, por vezes, um tempo de resposta ao local da ocorr&ecirc;ncia demasiadamente longo. Atualmente, quando se verifica uma ocorr&ecirc;ncia, o contacto telef&oacute;nico &eacute; estabelecido com o Centro Distrital de Opera&ccedil;&otilde;es de Socorro do Porto (CDOS-Porto), este, avalia a situa&ccedil;&atilde;o e manda para o local o corpo de bombeiros da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria e s&oacute; &ldquo;&agrave; posteriori&rdquo;, informa o Comando Operacional Municipal (COM), o que por vezes, dificulta a rapidez do socorro &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es. Este constrangimento, tem impacto negativo na correta articula&ccedil;&atilde;o entre os corpos de bombeiros em Vila Nova de Gaia. Da&iacute;, ser uma necessidade absoluta a aquisi&ccedil;&atilde;o de uma central telef&oacute;nica centralizada, al&eacute;m desta, contribuir para aumentar os n&iacute;veis de efici&ecirc;ncia de gest&atilde;o de capital humano e equipamentos.</p>     <p>Constatam-se ainda as seguintes fragilidades: &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria sobrepostas e defini&ccedil;&atilde;o r&iacute;gida de &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria dos corpos de bombeiros volunt&aacute;rios. O que pode levar a casos de perdas de vidas humanas.</p>     <p><b>3.2.4. Proposta preliminar de articula&ccedil;&atilde;o na otimiza&ccedil;&atilde;o da efic&aacute;cia na presta&ccedil;&atilde;o do socorro</b></p>     <p>De modo a eliminar os constrangimentos mencionados, identificamos dois modelos poss&iacute;veis de articula&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o dos tipos de servi&ccedil;os prestados pelos corpos de bombeiros com o objetivo de reduzir custos e tempo de atendimento.</p>     <p>No modelo 1 o transporte programado de utentes (que como referido anteriormente representa a maior parte dos servi&ccedil;os prestados) &eacute; gerido pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, no Norte do pa&iacute;s, pela Administra&ccedil;&atilde;o Regional de Sa&uacute;de do Norte, atrav&eacute;s de uma plataforma, denominada Servi&ccedil;o de Gest&atilde;o de Transporte de Doentes (SGTD), que aciona um corpo de bombeiros independentemente da sua &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria, para efetuar o respetivo servi&ccedil;o. No caso de um transporte emergente, este, &eacute; acionado pelo Instituto Nacional de Emerg&ecirc;ncia M&eacute;dica (INEM), que depois de ter efetuado a recolha de dados para preenchimento da ficha do Centro de Orienta&ccedil;&atilde;o de Doentes Urgentes (CODU), faz avan&ccedil;ar para o local o corpo de bombeiros que disponha de viatura de emerg&ecirc;ncia (PEM &ndash; Posto de Emerg&ecirc;ncia M&eacute;dica), para, no menor tempo poss&iacute;vel, transportar o lesionado ao servi&ccedil;o de urg&ecirc;ncia mais pr&oacute;ximo, no caso de Vila Nova de Gaia, ao Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho.</p>     <p>No modelo 2 &ndash; Trata-se de uma proposta que abrange tanto o transporte programado de utentes como o transporte emergente, passando a ser geridos da seguinte forma:</p>     <p>Um pedido de marca&ccedil;&atilde;o de transporte ou situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia, &eacute; rececionado no CODU, este, articula com o Comando Operacional Municipal (COM), que otimizando a central telef&oacute;nica centralizada, faz avan&ccedil;ar para o local o corpo de bombeiros mais pr&oacute;ximo, diminuindo significativamente o tempo de resposta.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>De referir que n&oacute;s consideramos, transporte programado de utentes, o servi&ccedil;o de transporte, com pr&eacute;via marca&ccedil;&atilde;o, para cl&iacute;nicas, transporte a consultas externas no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho e outros servi&ccedil;os programados e transporte emergente, o transporte de acidentados e doen&ccedil;as s&uacute;bitas, no menor tempo de resposta &agrave; urg&ecirc;ncia do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t4">     <p><img src="/img/revistas/got/n15/n15a15t4.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A avalia&ccedil;&atilde;o das vantagens e desvantagens de cada um dos modelos est&aacute; a ser correntemente investigada.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4. Financiamento municipal dos corpos de bombeiros</b></p>     <p>A companhia de bombeiros sapadores, &eacute; totalmente financiada pelo or&ccedil;amento municipal. Os corpos de bombeiros volunt&aacute;rios t&ecirc;m v&aacute;rias fontes de financiamento nomeadamente o Estado. Este, financia<a href="#_ftn32" name="_ftnref32">[32]</a> as associa&ccedil;&otilde;es humanit&aacute;rias de bombeiros (AHB), atrav&eacute;s da ANPC, obedecendo a regras bem definidas e a crit&eacute;rios objetivos.</p>     <p>Existem dois tipos de financiamento:</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>. Permanente &ndash; o Estado, em cada ano econ&oacute;mico apoia financeiramente as AHB, com vista ao cumprimento das miss&otilde;es de servi&ccedil;o p&uacute;blico dos seus corpos de bombeiros, indexado ao Or&ccedil;amento de Estado, cuja dota&ccedil;&atilde;o a atribuir &eacute; calculada de acordo com uma f&oacute;rmula espec&iacute;fica;</p>     <p>. Estrutural &ndash; o Estado, apoia as AHB, atrav&eacute;s dos seguintes programas:</p> <ol>     <li>Programa de Apoio Infraestrutural (PAI) &ndash; visa apoiar o investimento em infraestruturas, que se destinem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o dos corpos de bombeiros;</li>     <li>Programa de Apoio aos Equipamentos (PAE) &ndash; Visa apoiar a manuten&ccedil;&atilde;o da capacidade operacional dos corpos de bombeiros.</li>     </ol>     <p>Para al&eacute;m destes apoios do Estado, as AHB podem ter outras receitas, sejam de particulares ou de entidades, organismos p&uacute;blicos.&nbsp;</p>     <p>Nesta investiga&ccedil;&atilde;o, vamo-nos concentrar no financiamento efetuado aos corpos de bombeiros pelo munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia. Neste, as transfer&ecirc;ncias financeiras da c&acirc;mara municipal de Vila Nova de Gaia<a href="#_ftn33" name="_ftnref33">[33]</a>, (<a href="#t5">tabela 5</a>), para os corpos de bombeiros existentes no munic&iacute;pio, nos anos de 2006 a 2016, foram efetuadas, independentemente da &aacute;rea abrangida, da popula&ccedil;&atilde;o residente na &aacute;rea abrangida, do &iacute;ndice de risco da &aacute;rea abrangida, do n&uacute;mero de ocorr&ecirc;ncias, do n&uacute;mero do contingente, que cada corpo de bombeiros tem &agrave; sua responsabilidade. Esta situa&ccedil;&atilde;o ocorreu uma vez que as solicita&ccedil;&otilde;es das diferentes dire&ccedil;&otilde;es das AHB s&atilde;o t&atilde;o d&iacute;spares e t&atilde;o prementes, que a c&acirc;mara o que pretendeu foi prestar o seu contributo e minimizar ou debelar, rapidamente, as dificuldades apresentadas.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t5">     <p><img src="/img/revistas/got/n15/n15a15t5.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Como constatamos na <a href="#t5">tabela 5</a>, n&atilde;o existe qualquer rela&ccedil;&atilde;o entre as comparticipa&ccedil;&otilde;es financeiras atribu&iacute;das pelo munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia e a &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o de cada corpo de bombeiros, popula&ccedil;&atilde;o abrangida, o n&uacute;mero e tipo de ocorr&ecirc;ncias.</p>     <p>Em termos de resumo dos dados apresentados e efetuando uma an&aacute;lise combinada, (<a href="#t6">tabela 6</a>), podemos aferir qual a m&eacute;dia anual do contingente por corpo de bombeiros, n&uacute;mero m&eacute;dio de ocorr&ecirc;ncias efetuadas, valor m&eacute;dio transferido para cada corpo de bombeiros, al&eacute;m de passarmos a tomar conhecimento do custo m&eacute;dio de cada bombeiro, bem como, qual o custo m&eacute;dio por ocorr&ecirc;ncia, nos sete corpos de bombeiros que servem a popula&ccedil;&atilde;o de Vila Nova de Gaia, no per&iacute;odo compreendido entre os anos 2006 a 2016.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t6">     <p><img src="/img/revistas/got/n15/n15a15t6.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Constata-se ainda, que o custo m&eacute;dio de uma ocorr&ecirc;ncia, no munic&iacute;pio de Gaia, tem o valor de 67,94 &euro;, sendo que, o custo de uma ocorr&ecirc;ncia efetuada pela CBSPC-Gaia tem o valor de 367,25&euro; quando, em m&eacute;dia, o custo de uma ocorr&ecirc;ncia efetuada por qualquer um dos seis corpos de bombeiros volunt&aacute;rios ronda os 18,06&euro;.</p>     <p>O valor que o munic&iacute;pio transferiu para a CBSPC &ndash; Gaia, apenas para remunerar o capital humano, &eacute; 7,2 vezes maior do que o valor transferido para os seis corpos de bombeiros volunt&aacute;rios.</p>     <p>De acordo com opini&otilde;es recolhidas nas entrevistas com presidentes e comandantes dos seis corpos de bombeiros volunt&aacute;rios, com o vereador do munic&iacute;pio respons&aacute;vel pelo pelouro da prote&ccedil;&atilde;o civil e com o comandante operacional municipal de Vila Nova de Gaia, no sentido de melhorar a resposta dos corpos de bombeiros, todos s&atilde;o un&acirc;nimes em reconhecer a necessidade de se proceder a uma reestrutura&ccedil;&atilde;o organizacional da presta&ccedil;&atilde;o de cuidados de prote&ccedil;&atilde;o e socorro &agrave; popula&ccedil;&atilde;o de Vila Nova de Gaia, e tamb&eacute;m, ao aperfei&ccedil;oamento do sistema de financiamento municipal.</p>     <p>Nesse sentido, &eacute; urgente efetuar as seguintes a&ccedil;&otilde;es:</p> <ol>     <li>Distribui&ccedil;&atilde;o de uma equipe de cinco bombeiros profissionais, por cada um dos seis corpos de bombeiros volunt&aacute;rios, suportados financeiramente pelo or&ccedil;amento municipal, no hor&aacute;rio das 9 &agrave;s 17 horas (considerando o registo hist&oacute;rico de ocorr&ecirc;ncias), para assegurar um incremento na qualidade da presta&ccedil;&atilde;o de socorro &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es, com a realiza&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es de forma&ccedil;&atilde;o e simulacros aos bombeiros volunt&aacute;rios;</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>Para que se tire o maior beneficio dos atuais seis quarteis dos corpos de bombeiros volunt&aacute;rios, estes passariam a funcionar como postos avan&ccedil;ados da Companhia de Bombeiros Sapadores de Vila Nova de Gaia. Havendo necessidade de alguns melhoramentos de adapta&ccedil;&atilde;o infra-estrutural, estes, seriam suportados pelo or&ccedil;amento municipal;</li>     <li>Por forma a melhorar a resposta dos corpos de bombeiros volunt&aacute;rios e a aperfei&ccedil;oar a forma de comparticipa&ccedil;&atilde;o financeira municipal a cada um deles, o sistema de financiamento deveria ter em considera&ccedil;&atilde;o a &aacute;rea abrangida, a popula&ccedil;&atilde;o residente na &aacute;rea abrangida, o &iacute;ndice de risco da &aacute;rea abrangida, o n&uacute;mero e tipo de ocorr&ecirc;ncias, o n&uacute;mero do contingente, que cada corpo de bombeiros tem &agrave; sua responsabilidade;</li>     <li>Atendendo &agrave; localiza&ccedil;&atilde;o e contingente de cada um dos sete corpos de bombeiros, dever&aacute; proceder-se &agrave; especifica&ccedil;&atilde;o de cada deles, respetivamente:</li>     </ol>     <blockquote>     <p>Corpo de bombeiros profissionais &ndash; acidentes industriais e outros</p>     <p>Corpo de bombeiros volunt&aacute;rios de Coimbr&otilde;es &ndash; inc&ecirc;ndios urbanos</p>     <p>Corpo de bombeiros volunt&aacute;rios de Crestuma &ndash; inc&ecirc;ndios florestais</p>     <p>Corpo de bombeiros volunt&aacute;rios de Avintes &ndash; acidentes fluviais</p>     <p>Corpo de bombeiros volunt&aacute;rios da Aguda e Valadares &ndash; acidentes mar&iacute;timos</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Corpo de bombeiros volunt&aacute;rios dos Carvalhos &ndash; acidentes rodovi&aacute;rios</p> </blockquote>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>5. Conclus&atilde;o</b></p>     <p>Os sete corpos de bombeiros do munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia respondem ao mesmo tipo de ocorr&ecirc;ncias, mas os bombeiros profissionais n&atilde;o asseguram servi&ccedil;os de assist&ecirc;ncia em sa&uacute;de, sendo estes, realizados apenas pelos corpos de bombeiros volunt&aacute;rios. Este foi o tipo de ocorr&ecirc;ncia mais significativo no per&iacute;odo em an&aacute;lise.</p>     <p>Constata-se ainda, que n&atilde;o existe uma rela&ccedil;&atilde;o direta entre a resposta dos diferentes corpos de bombeiros e o sistema de financiamento de base municipal. Pelo que &eacute; necess&aacute;rio existir um aperfei&ccedil;oamento na forma de atribui&ccedil;&atilde;o de comparticipa&ccedil;&otilde;es financeiras pelo munic&iacute;pio.</p>     <p>Apesar de todo o esfor&ccedil;o efetuado, na articula&ccedil;&atilde;o entre bombeiros profissionais e volunt&aacute;rios em Vila Nova de Gaia, verificam-se ainda alguns constrangimentos na sua articula&ccedil;&atilde;o, causando um forte impacto na presta&ccedil;&atilde;o do socorro &agrave; popula&ccedil;&atilde;o de Vila Nova de Gaia. Na perspetiva de se melhorar a interven&ccedil;&atilde;o dos bombeiros com ganhos de efici&ecirc;ncia, sem custos acrescidos, e em prol da qualidade de vida das pessoas que aqui nasceram, moram ou visitam, &eacute; necess&aacute;rio que se proponha &agrave; Autoridade Nacional de Prote&ccedil;&atilde;o Civil, um ajustamento &agrave;s atuais &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria de cada corpo de bombeiros, para que tenham em considera&ccedil;&atilde;o o tempo de resposta &agrave; ocorr&ecirc;ncia, independentemente das altera&ccedil;&otilde;es produzidas pela reorganiza&ccedil;&atilde;o administrativa do territ&oacute;rio das freguesias<a href="#_ftn34" name="_ftnref34">[34]</a>, e assim, permitir que uma freguesia possa ser abrangida por dois corpos de bombeiros volunt&aacute;rios; como forma de debelar o principal constrangimento de articula&ccedil;&atilde;o entre corpos de bombeiros, &eacute; imprescind&iacute;vel que a c&acirc;mara de Vila Nova de Gaia, adquira uma central telef&oacute;nica centralizada, a instalar na CBSPC-Gaia, bem como, efetue uma reestrutura&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel da estrutura de comando municipal. Estas altera&ccedil;&otilde;es permitiriam uma gest&atilde;o no socorro e prote&ccedil;&atilde;o &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es, muito mais eficiente.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>6. Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>AMARO, A. O socorro em Portugal &ndash; Organiza&ccedil;&atilde;o, forma&ccedil;&atilde;o e cultura de seguran&ccedil;a nos corpos de bombeiros, no quadro da Prote&ccedil;&atilde;o Civil, tese de doutoramento na &aacute;rea de Geografia Humana. FLUP; Porto, 2009</p>     <p>CMVNG (2006). Contas de ger&ecirc;ncia &ndash; 2006 &ndash; consultadas a 6 de mar&ccedil;o de 2017</p>     <p>CMVNG (2007). Contas de ger&ecirc;ncia &ndash; 2007 &ndash; consultadas a 6 de mar&ccedil;o de 2017</p>     <p>CMVNG (2008). Contas de ger&ecirc;ncia &ndash; 2008 &ndash; consultadas a 6 de mar&ccedil;o de 2017</p>     <p>CMVNG (2009). Contas de ger&ecirc;ncia &ndash; 2009 &ndash; consultadas a 6 de mar&ccedil;o de 2017</p>     <p>CMVNG (2010). Contas de ger&ecirc;ncia &ndash; 2010 &ndash; consultadas a 6 de mar&ccedil;o de 2017</p>     <p>CMVNG (2011). Contas de ger&ecirc;ncia &ndash; 2011 &ndash; consultadas a 6 de mar&ccedil;o de 2017</p>     <p>CMVNG (2012). Contas de ger&ecirc;ncia &ndash; 2012 &ndash; consultadas a 6 de mar&ccedil;o de 2017</p>     <p>CMVNG (2013). Contas de ger&ecirc;ncia &ndash; 2013 &ndash; consultadas a 6 de mar&ccedil;o de 2017</p>     <p>CMVNG (2014). Contas de ger&ecirc;ncia &ndash; 2014 &ndash; consultadas a 6 de mar&ccedil;o de 2017</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>CMVNG (2015). Contas de ger&ecirc;ncia &ndash; 2015 &ndash; consultadas a 6 de mar&ccedil;o de 2017</p>     <p>CMVNG (2016). Contas de ger&ecirc;ncia &ndash; 2016 &ndash; consultadas a 6 de mar&ccedil;o de 2017</p>     <!-- ref --><p>C&oacute;digo Administrativo de 1870&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757395&pid=S2182-1267201800030001500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>C&oacute;digo Administrativo de 1900&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757396&pid=S2182-1267201800030001500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>GOMES, Jos&eacute; M. V.M F (coord), Estudo sobre corpos de bombeiros volunt&aacute;rios, profissionais e mistos dos munic&iacute;pios e equipas de interven&ccedil;&atilde;o permanente (EIP's), efetuado pelo Departamento de Engenharia do Ambiente, Escola de Tecnologia e Gest&atilde;o; Instituto Polit&eacute;cnico de Leiria, 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757397&pid=S2182-1267201800030001500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lei n&ordm; 10/79, de 20 de mar&ccedil;o&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757399&pid=S2182-1267201800030001500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lei n&ordm; 113/91, de 29 de agosto&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757400&pid=S2182-1267201800030001500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lei n&ordm; 27/2006, de 3 de julho&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757401&pid=S2182-1267201800030001500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lei n&ordm; 65/2007, de 12 de novembro&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757402&pid=S2182-1267201800030001500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lei n&ordm; 11-A/2013, de 28 de janeiro&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757403&pid=S2182-1267201800030001500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lei n&ordm; 75/2013, de 12 de setembro&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757404&pid=S2182-1267201800030001500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lei n&ordm; 80/2015, de 3 de agosto&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757405&pid=S2182-1267201800030001500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lei n&ordm; 94/2015, de 13 de agosto&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757406&pid=S2182-1267201800030001500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 23 de 16 de maio de 1832&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757407&pid=S2182-1267201800030001500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 27058, de 30 de setembro de 1936&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757408&pid=S2182-1267201800030001500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 31956, de 2 de abril de 1942&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757409&pid=S2182-1267201800030001500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n.&ordm; 38439, de 27 de setembro de 1951&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757410&pid=S2182-1267201800030001500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 2093, de 20 de junho de 1958&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757411&pid=S2182-1267201800030001500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 171/74, de 25 de abril&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757412&pid=S2182-1267201800030001500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 78/75, de 22 de fevereiro&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757413&pid=S2182-1267201800030001500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 10/79, de 20 de mar&ccedil;o (altera&ccedil;&atilde;o ao Decreto-lei n&ordm; 388/78, de 9 de junho)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757414&pid=S2182-1267201800030001500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 510/80, de 25 de outubro&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757415&pid=S2182-1267201800030001500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 46/89, de 15 de fevereiro&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757416&pid=S2182-1267201800030001500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 203/93, de 3 de junho&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757417&pid=S2182-1267201800030001500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 293/2000, de 17 de novembro&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757418&pid=S2182-1267201800030001500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 49/2003, 25 de mar&ccedil;o&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757419&pid=S2182-1267201800030001500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 134/2006, de 29 de agosto&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757420&pid=S2182-1267201800030001500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 203/2006, de 27 de outubro&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757421&pid=S2182-1267201800030001500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 75/2007, de 29 de mar&ccedil;o&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757422&pid=S2182-1267201800030001500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 247/2007, de 27 de junho&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757423&pid=S2182-1267201800030001500040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 73/2012, de 26 de mar&ccedil;o&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757424&pid=S2182-1267201800030001500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto-lei n&ordm; 73/2013, de 31 de maio&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757425&pid=S2182-1267201800030001500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho de Ministros n&ordm; 30/87, de 23 de abril de 1987&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757426&pid=S2182-1267201800030001500043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decreto Regulamentar n.&ordm; 41/97, de 7 de outubro&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1757427&pid=S2182-1267201800030001500044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Decreto Regulamentar n&ordm; 55/81, de 18 de setembro</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Infografia:</p>     <p>Autoridade Nacional de Prote&ccedil;&atilde;o Civil, 04.07.2017;</p>     <p>Companhia de Bombeiros Sapadores e Prote&ccedil;&atilde;o Civil de Vila Nova de Gaia, 25.05.2017;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Associa&ccedil;&atilde;o Humanit&aacute;ria de Bombeiros Volunt&aacute;rios da Aguda, 05.05.2017;</p>     <p>Associa&ccedil;&atilde;o Humanit&aacute;ria de Bombeiros Volunt&aacute;rios da Avintes, 18.05.2017;</p>     <p>Associa&ccedil;&atilde;o Humanit&aacute;ria de Bombeiros Volunt&aacute;rios da Carvalhos, 22.05.2017;</p>     <p>Associa&ccedil;&atilde;o Humanit&aacute;ria de Bombeiros Volunt&aacute;rios da Coimbr&otilde;es, 21.06.2017;</p>     <p>Associa&ccedil;&atilde;o Humanit&aacute;ria de Bombeiros Volunt&aacute;rios da Crestuma, 14.06.2017;</p>     <p>Associa&ccedil;&atilde;o Humanit&aacute;ria de Bombeiros Volunt&aacute;rios da Valadares, 07.07.2017</p>     <p><a href="http://www.ine.pt" target="_blank">http://www.ine.pt</a>, consultado a 24 e 30 de mar&ccedil;o de 2017</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> De acordo com o ponto 1 do artigo 1&ordm; da Lei n.&ordm; 27/2006, de 3 de julho.</p>     <p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> Nos termos do artigo 46&ordm; da Lei n&ordm; 80/2015, de 3 de agosto</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> Com as caracter&iacute;sticas definidas no ponto 2 do artigo 7&ordm; do Decreto-lei n&ordm; 247/2007, de 27 de junho</p>     <p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4">[4]</a> Com as caracter&iacute;sticas definidas no ponto 3 do artigo 7&ordm; do Decreto-lei n&ordm; 247/2007, de 27 de junho</p>     <p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5">[5]</a> Com as caracter&iacute;sticas definidas no ponto 4 do artigo 7&ordm; do Decreto-lei n&ordm; 247/2007, de 27 de junho</p>     <p><a href="#_ftnref6" name="_ftn6">[6]</a> Com as caracter&iacute;sticas definidas no ponto 5 do artigo 7&ordm; do Decreto-lei n&ordm; 247/2007, de 27 de junho</p>     <p><a href="#_ftnref7" name="_ftn7">[7]</a> Nos termos do n&uacute;mero 2 do artigo 7&ordm; do Decreto-lei n&ordm; 247/2007, de 27 de junho</p>     <p><a href="#_ftnref8" name="_ftn8">[8]</a> <a href="http://www.ine.pt" target="_blank">http://www.ine.pt</a>, &uacute;ltima atualiza&ccedil;&atilde;o:2017-03-15, consultado a 24 de mar&ccedil;o de 2017</p>     <p><a href="#_ftnref9" name="_ftn9">[9]</a> Nos termos do Decreto-lei n&ordm; 46/89, de 5 de fevereiro</p>     <p><a href="#_ftnref10" name="_ftn10">[10]</a> De acordo com o Decreto-lei n&ordm; 46/89, de 5 de fevereiro</p>     <p><a href="#_ftnref11" name="_ftn11">[11]</a> De acordo com consulta efetuada a <a href="http://www.ine.pt" target="_blank">http://www.ine.pt</a>, em 30 de mar&ccedil;o 2017</p>     <p><a href="#_ftnref12" name="_ftn12">[12]</a> Nos termos da Lei n&ordm; 11-A/2013, de 28 de janeiro</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#_ftnref13" name="_ftn13">[13]</a> De acordo com consulta efetuada em 30 de mar&ccedil;o de 2017, ao &ldquo;Estudo sobre corpos de bombeiros volunt&aacute;rios, profissionais e mistos dos munic&iacute;pios e equipas de interven&ccedil;&atilde;o permanente (EIP&rsquo;s)&rdquo;, efetuado pelo Instituto Polit&eacute;cnico de Leiria &ndash; (IPL)</p>     <p><a href="#_ftnref14" name="_ftn14">[14]</a> Nos termos do ponto 2 do artigo 36&ordm; da Lei n&ordm; 75/2013, de 12 de setembro</p>     <p><a href="#_ftnref15" name="_ftn15">[15]</a> No cumprimento da Lei n.&ordm; 65/2007, de 12 de novembro</p>     <p><a href="#_ftnref16" name="_ftn16">[16]</a> De acordo com consulta efetuada em 30 de mar&ccedil;o de 2017, ao &ldquo;Estudo sobre corpos de bombeiros volunt&aacute;rios, profissionais e mistos dos munic&iacute;pios e equipas de interven&ccedil;&atilde;o permanente (EIP&rsquo;s)&rdquo;, efetuado pelo Instituto Polit&eacute;cnico de Leiria &ndash; (IPL)</p>     <p><a href="#_ftnref17" name="_ftn17">[17]</a> Decreto n&ordm; 23 de 16 de maio de 1832, de Mouzinho da Silveira</p>     <p><a href="#_ftnref18" name="_ftn18">[18]</a> C&oacute;digo Administrativo de 1900, p. 231 e ss.</p>     <p><a href="#_ftnref19" name="_ftn19">[19]</a> Nos termos do Decreto Regulamentar n.&ordm; 55/81, de 18 de dezembro</p>     <p><a href="#_ftnref20" name="_ftn20">[20]</a> De acordo com o Decreto-lei n. 203/93, de 3 de junho</p>     <p><a href="#_ftnref21" name="_ftn21">[21]</a> De acordo com a Lei n.&ordm; 65/2007, de 12 de novembro</p>     <p><a href="#_ftnref22" name="_ftn22">[22]</a> Nos termos da al&iacute;nea j) ponto 2 do artigo 23&ordm; da Lei n.&ordm; 75/2013, de 12 de setembro</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#_ftnref23" name="_ftn23">[23]</a> Nos termos da al&iacute;nea w) ponto 1 do artigo 35&ordm; da Lei n.&ordm; 75/2013, de 12 de setembro</p>     <p><a href="#_ftnref24" name="_ftn24">[24]</a> Nos termos da al&iacute;nea v) ponto 1 do artigo 35&ordm; da Lei n.&ordm; 75/2013, de 12 de setembro</p>     <p><a href="#_ftnref25" name="_ftn25">[25]</a> Lei n.&ordm; 80/2015, de 3 de agosto</p>     <p><a href="#_ftnref26" name="_ftn26">[26]</a> Nos termos do ponto 1 do artigo 13&ordm; da Lei n.&ordm; 80/2015, de 3 de agosto</p>     <p><a href="#_ftnref27" name="_ftn27">[27]</a> Nos termos do ponto 1 do artigo 35&ordm; da Lei n.&ordm; 80/2015, de 3 de agosto</p>     <p><a href="#_ftnref28" name="_ftn28">[28]</a> Nos termos do ponto 3 do artigo 5&ordm; do Decreto-lei n&ordm; 247/2007, de 27 de junho</p>     <p><a href="#_ftnref29" name="_ftn29">[29]</a> De acordo com o artigo 3&ordm; do Decreto-lei n&ordm; 247/2007, de 27 de junho</p>     <p><a href="#_ftnref30" name="_ftn30">[30]</a> De acordo com o artigo 10&ordm; do Decreto-lei n&ordm; 247/2007, de 27 de junho</p>     <p><a href="#_ftnref31" name="_ftn31">[31]</a> Nos termos do artigo 5&ordm; do Decreto-lei n&ordm; 247/2007, de 27 de junho</p>     <p><a href="#_ftnref32" name="_ftn32">[32]</a> Nos termos da Lei n.&ordm; 94/2015, de 13 de agosto</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#_ftnref33" name="_ftn33">[33]</a> Como se comprova pelas Contas de Ger&ecirc;ncia do Munic&iacute;pio de Vila Nova de Gaia, obtidas a 6 de mar&ccedil;o de 2017, aprovadas pelo &oacute;rg&atilde;o executivo (c&acirc;mara) e posteriormente, pelo &oacute;rg&atilde;o deliberativo (Assembleia municipal).</p>     <p><a href="#_ftnref34" name="_ftn34">[34]</a> Lei n.&ordm; 11-A/2013, de 28 de janeiro</p>      ]]></body><back>
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