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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise da paisagem e percepção pelos usuários do Parque da Gare, RS]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The quality of the urban landscape is measured by an arrangement of elements of infrastructure, but also by the perception of the people in front of the functions, dimensions and elements that set the space. In this study, the analysis of the perception is measured by the identification of the elements that are understood by users as significant to the quality of the landscape of the park of the Gare (Passo Fund - RS) and which experiences are felt along the paths Pre-defined by the authors. This pathways were structured according to the tools suggested by Gehl and Svarre (2013), Lynch (2012) and Cullen (2006). At the end of the unstructured interviews were done to the 45 volunteers. The results pointed to preferences by areas with natural predominance (water and green mass), sense of security and elements of historical-cultural identification, such as those preferred for use.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>An&aacute;lise da paisagem e percep&ccedil;&atilde;o pelos usu&aacute;rios do Parque da Gare, RS</b></p>     <p><b>Analysis of the landscape and perception by the users of the Park og de gare/PF</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Camara, Inara</b><sup>1</sup>;<b> Moscarelli, Fernanda</b><sup>2</sup></p>     <p><sup>1</sup> Universidade de Lisboa, Faculdade de Arquitetura - PhD Study in Urbanism / Universidade do Oeste de Santa Catarina, Faculdade de Arquitetura, Docente em Arquitetura e Urbanismo. Rua Arlindo de Mattos, 306/01 - Cep:89560-158, Videira/SC - Brasil. <a href="mailto:argollo@fec.unicamp.br">argollo@fec.unicamp.br</a></p>     <p><sup>2</sup> UniRitter - Laureate International, Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Arq. e Urbanismo. Cep:90150-101, Porto Alegre/RS - Brasil. <a href="mailto:fer_moscarelli@yahoo.com.br">fer_moscarelli@yahoo.com.br</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>A qualidade da paisagem urbana &eacute; aferida por um arranjo de elementos de infra-estrutura, mas tamb&eacute;m pela percep&ccedil;&atilde;o das pessoas frente as fun&ccedil;&otilde;es, dimens&otilde;es e elementos que configuram o espa&ccedil;o. Neste estudo, a an&aacute;lise da percep&ccedil;&atilde;o &eacute; aferida pela identifica&ccedil;&atilde;o dos elementos que s&atilde;o entendidos pelos usu&aacute;rios como significativos para a qualidade da paisagem do Parque da Gare (Passo Fundo &ndash; RS) e quais experi&ecirc;ncias s&atilde;o sentidas ao longo de percursos pr&eacute;-definidos pelas autoras. Este percursos foram estruturados segundo as ferramentas sugeridas por Gehl e Svarre (2013), Lynch (2012) e Cullen (2006). Ao final dos percursos, entrevistas n&atilde;o estruturadas foram feitas a 45 volunt&aacute;rios. Os resultados apontaram prefer&ecirc;ncias por &aacute;reas com predom&iacute;nio natural (&aacute;gua e massa verde), sensa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a e elementos de identifi&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rico-cultural, como os preferidos para uso.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Espa&ccedil;os p&uacute;blicos, percep&ccedil;&atilde;o paisagem, paisagem urbana, parques urbanos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The quality of the urban landscape is measured by an arrangement of elements of infrastructure, but also by the perception of the people in front of the functions, dimensions and elements that set the space. In this study, the analysis of the perception is measured by the identification of the elements that are understood by users as significant to the quality of the landscape of the park of the Gare (Passo Fund &ndash; RS) and which experiences are felt along the paths Pre-defined by the authors. This pathways were structured according to the tools suggested by Gehl and Svarre (2013), Lynch (2012) and Cullen (2006). At the end of the unstructured interviews were done to the 45 volunteers. The results pointed to preferences by areas with natural predominance (water and green mass), sense of security and elements of historical-cultural identification, such as those preferred for use.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Keywords</b>: Public spaces, landscape perception, urban landscape, urban parks.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ol>     <li><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></li>     </ol>     <p>A paisagem urbana sofre transforma&ccedil;&otilde;es constantes, advindas da din&acirc;mica das cidades de produ&ccedil;&atilde;o e transforma&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os. Compreender essa din&acirc;mica e seus resultados, emerge da necessidade de compreender a cidade e seus habitantes, e ainda, o resultado destas transforma&ccedil;&otilde;es (positivos ou negativos) visando a constru&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os mais sustent&aacute;veis, equitativos e impactantes na qualidade de vida cidad&atilde;.</p>     <p>Combinados com os elementos naturais, com a ecologia e com a origem social (HARDT, 2000; GRIMM E REDMAN, 2004), os processos de produ&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o e as fun&ccedil;&otilde;es que estes locais oferecem tornam-se um somat&oacute;rio de elementos importantes para obter resultados projetuais mais precisos, principalmente junto &agrave;s paisagens culturais, ou as quais sofreram a&ccedil;&atilde;o e transforma&ccedil;&atilde;o humana.</p>     <p>No contexto da organiza&ccedil;&atilde;o espacial das cidades, os locais com predomin&acirc;ncia verde, em especial os parques, s&atilde;o considerados elementos importantes na malha urbana por sua rela&ccedil;&atilde;o entre paisagem e mem&oacute;ria (CERTEAU, 1996; HAESBAERT, 2007; HALBWACHS, 2006; POLLACK, 1992). Afinal, estas paisagens n&atilde;o s&atilde;o constitu&iacute;das apenas de elementos naturais, mas da percep&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos, da afetividade com o lugar e da memorialidade que este adquire atrav&eacute;s das transforma&ccedil;&otilde;es nas rela&ccedil;&otilde;es entre espa&ccedil;o e tempo (AMORIN FILHO, 1999; MACHADO, 1993; ROCHA, 2003; COSTA et al., 2011; RYAN, 2005).</p>     <p>Deste modo, fica claro que a paisagem &eacute; tomada pelo indiv&iacute;duo. Luchiari (2001) afirma que &ldquo;paisagem &eacute; forma e apar&ecirc;ncia. Seu verdadeiro conte&uacute;do s&oacute; se revela por meio das fun&ccedil;&otilde;es sociais que lhe s&atilde;o constantemente atribu&iacute;das no desenrolar da hist&oacute;ria&rdquo; (LUCHIARI In:&nbsp; CORR&Ecirc;A e ROSENDAHL, 2001, p.13).&nbsp; Sendo assim, toda vez que um contexto material ou imaterial altera a paisagem, acaba por introduzir nela novas fun&ccedil;&otilde;es, objetos e at&eacute; mesmo valores.</p>     <p>Assim, o ambiente f&iacute;sico e social, &eacute; aferido pelo arranjo entre dimens&otilde;es relativas &agrave;s caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas deste espa&ccedil;o e do ambiente constru&iacute;do onde cada espa&ccedil;o &eacute; confinado (ALBERTI, 2005; COOPER et al., 2014): escala, inser&ccedil;&atilde;o na malha urbana (e as caracter&iacute;sticas desta malha tais como densidade, uso), infraestrutura e acessibilidade, elementos espec&iacute;ficos &agrave; geografia do s&iacute;tio; assim como, elementos que interpelam as sensa&ccedil;&otilde;es e que se conectam com experi&ecirc;ncias pessoais ou culturais de cada indiv&iacute;duo (COSTA et al., 2011; RYAN, 2005; CULLEN, 2006). Acreditamos que tanto uma quanto outra dimens&atilde;o n&atilde;o s&atilde;o apreendidas sem fazer uso do julgamento do observador, do usu&aacute;rio ou do pesquisador.</p>     <p>O presente artigo, parte da perspectiva que tais elementos combinados, possibilitam estabelecer sentido entre o espa&ccedil;o natural, a paisagem constru&iacute;da e a mem&oacute;ria coletiva urbana. A partir de uma leitura bibliogr&aacute;fica, entendemos que a melhoria da qualidade de vida urbana, exige avan&ccedil;os na constru&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios multidisciplinares capazes de medir a qualidade dos espa&ccedil;os urbanos (VAN KAMP et al., 2003). Tal an&aacute;lise &eacute; primordial &agrave; fim de se estabelecer par&acirc;metros que possam ser incorporados nas pol&iacute;ticas de planejamento urbano e espacial.</p>     <p>Tratando-se do escopo deste trabalho, uma pesquisa que pretende identificar a percep&ccedil;&atilde;o e apropria&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios do Parque da Gare (Passo Fundo &ndash; RS) ap&oacute;s sua reestrutura&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, o foco volta-se para a an&aacute;lise qualitativa de elementos constituintes no parque, percebidos pelos usu&aacute;rios como geradores de afetividade, imagem, mem&oacute;ria e identifica&ccedil;&atilde;o e seu impacto na atratividade do Parque como espa&ccedil;o livre. &Eacute; imprescind&iacute;vel conhecer estes elementos para o planejamento das cidades, uma vez que as paisagens ir&atilde;o influenciar a qualidade de vida de forma particular em cada local.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="2">     <li><b>Paisagem e percep&ccedil;&atilde;o</b></li>     </ol>     <p>A origem da palavra paisagem est&aacute; ligada a diferentes conceitos. Pode se referir ao conceito de territ&oacute;rio, ou relacionada ao espa&ccedil;o geogr&aacute;fico. Na Geografia este termo vem sendo discutido desde o s&eacute;culo XIX, principalmente visando entender o produto fision&ocirc;mico das rela&ccedil;&otilde;es sociais e naturais de um determinado espa&ccedil;o e sua din&acirc;mica (SCHIER, 2003).</p>     <p>Nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, foram realizadas tentativas de reestabelecer vis&otilde;es mais integradas da paisagem, atrav&eacute;s de novas abordagens e m&eacute;todos. Berque (1994) afirma que a paisagem reside n&atilde;o somente no objeto (o meio ambiente, espa&ccedil;o ou suporte f&iacute;sico) nem somente no sujeito (a a&ccedil;&atilde;o humana), mas na complexa intera&ccedil;&atilde;o entre ambos.</p>     <p>Claval (2004) complementa considerando a paisagem como resultado de uma subjetividade decorrente, entre outros fatores, do olhar humano sobre o meio ambiente. Deste modo</p>     <p>A percep&ccedil;&atilde;o surge como um fator fundamental na forma&ccedil;&atilde;o das paisagens, pois estas se revelam diferentemente a cada observador. A percep&ccedil;&atilde;o &eacute; um fator fundamental para a avalia&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o do homem com o espa&ccedil;o onde ele vive e como ele visualiza o mundo externo. O estudo da percep&ccedil;&atilde;o vem auxiliando na compreens&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o homem/natureza, homem/ambiente constru&iacute;do, no processo de gest&atilde;o e planejamento participativo em diversos lugares. (MELO et al., 2017, p.110)</p>     <p>Machado (1993) e Rocha (2003) estudaram a percep&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os urbanos como um campo que pode determinar sentimentos, ideias, imagin&aacute;rio, necessidades, expectativas e interpreta&ccedil;&atilde;o da sociedade sobre a realidade dos fatos cotidianos e as rela&ccedil;&otilde;es que a envolvem. De modo geral, as cidades se tornam agrad&aacute;veis quando criam contato com a natureza, com a massa vegetal e com a diversidade de usos, identificada nos parques, por exemplo.</p>     <p>No caso dos parques, definidos como espa&ccedil;os livres p&uacute;blicos urbanos, com dimens&otilde;es significativas e predomin&acirc;ncia de elementos naturais, destinados &agrave; recrea&ccedil;&atilde;o da massa e capazes de incorporar inten&ccedil;&otilde;es de conserva&ccedil;&atilde;o (KLIASS, 1993; GON&Ccedil;ALVEZ, 1994; MACEDO E SAKATA, 2003), se, adequadamente conservados, proporcionam satisfa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e psicol&oacute;gica,&nbsp; lugares<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a> de lazer na malha urbana, sociabiliza&ccedil;&atilde;o, redu&ccedil;&atilde;o do <i>stress</i> e valoriza&ccedil;&atilde;o est&eacute;tica (TARDIN, 2008; BARGOS E MATIAS, 2011; GALENDER, 1992, 2005; CHIESURA, 2004; CVEJIÄ† et al. 2015; TZOULAS et al., 2007; ALBERTI, 2005).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ainda, a percep&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos com os lugares, possibilitam entender a ideia da paisagem urbana como categoria descritiva, mas tamb&eacute;m enquanto discurso da imagem, construindo-se e sendo constitutiva da mem&oacute;ria, cujos limites cognitivos s&atilde;o orientados pela experi&ecirc;ncia (MELO et al., 2017, p.112). Neste sentido, passa a romper sua conceitua&ccedil;&atilde;o somente geomorfol&oacute;gica, mas como aspecto cultural, em virtude dos processos de constru&ccedil;&atilde;o homem/natureza e da rela&ccedil;&atilde;o entre espa&ccedil;o/tempo.</p>     <p>Este processo, segundo Oliveira (1983), constitui-se de fases distintas do qual a percep&ccedil;&atilde;o faz parte (sensorial), assim como a sele&ccedil;&atilde;o (mem&oacute;ria), e p&ocirc;r fim a atribui&ccedil;&atilde;o de significados (racioc&iacute;nio).</p>     <p>Dentre os meios pelos quais os seres humanos respondem ao meio ambiente, destacamos o conceito de &ldquo;topofilia&rdquo;, criado por Tuan (1980), que representa os elos afetivos que os indiv&iacute;duos constr&otilde;em em rela&ccedil;&atilde;o a um determinado lugar ou ambiente f&iacute;sico. Segundo o autor</p>     <p>A palavra &ldquo;topofilia&rdquo; &eacute; um neologismo, &uacute;til quando pode ser definida em sentido amplo, incluindo todos os la&ccedil;os afetivos dos seres humanos com o meio ambiente material. Estes diferem profundamente em intensidade, sutileza e modo de express&atilde;o. A resposta ao meio ambiente pode ser basicamente est&eacute;tica: em seguida, pode variar do ef&ecirc;mero prazer que se tem de uma vista, at&eacute; a sensa&ccedil;&atilde;o de beleza, igualmente fugaz, mas muito mais intensa, que &eacute; subitamente revelado. A resposta pode ser t&aacute;til: o deleite ao sentir o ar, &aacute;gua, terra. Mais permanentes e mais dif&iacute;ceis de expressar, s&atilde;o os sentimentos que temos para com um lugar, por ser o lar, o locus de reminisc&ecirc;ncias e o meio de se ganhar a vida. (TUAN, 1980, p.107)</p>     <p>Na vida moderna e agitada das cidades, falta &agrave;s pessoas o contato com o meio ambiente natural. Essa rela&ccedil;&atilde;o, &eacute; ainda mais percebida pelas crian&ccedil;as que sabem relativamente pouco sobre como perceber o playground, o parque, o sossego dos lugares. Tuan (1980) relaciona a topofilia tamb&eacute;m &agrave; crian&ccedil;a, onde a natureza produz sensa&ccedil;&otilde;es deleit&aacute;veis e indiferen&ccedil;a pelas regras de beleza definidas. Para o autor, &ldquo;um ambiente como este pode romper todas as regras formais de euforia e est&eacute;tica, substituindo a confus&atilde;o pela ordem e no entanto, ser completamente desfrut&aacute;vel&rdquo; (<i>ibid</i>., p.111).</p>     <p>O Parque da Gare, como citado no item 3, al&eacute;m da presen&ccedil;a de grande massa verde, possui caracter&iacute;sticas hist&oacute;rias fortes, que remetem ao patriotismo<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a> dos Passofundenses. Essa &ldquo;consci&ecirc;ncia do passado &eacute; um elemento importante no amor pelo lugar. A ret&oacute;rica patri&oacute;tica sempre tem dado &ecirc;nfase &agrave;s ra&iacute;zes de um povo. Para intensificar a lealdade se torna a hist&oacute;ria vis&iacute;vel com monumentos na paisagem e as batalhas passadas s&atilde;o lembradas&rdquo; (<i>ibid</i>., p. 114).</p>     <p>Essa caracter&iacute;stica patri&oacute;tica, &eacute; o elo topof&iacute;lico em rela&ccedil;&atilde;o ao senso de lugar dos povos. Tuan (<i>ibid</i>., p. 116) afirma que &ldquo;para o indiv&iacute;duo, a sua realidade depende da aquisi&ccedil;&atilde;o de certos tipos de conhecimento&rdquo;. Desde modo, para estes indiv&iacute;duos, o respeito e honra que possuem com seu lugar de origem, aponta os la&ccedil;os da natureza ou da sua hist&oacute;ria como definidores de amor pela sua terra.</p>     <p>Nesta perspectiva, as formas sociais e econ&ocirc;micas contribuem de forma extraordin&aacute;ria na defini&ccedil;&atilde;o de estilo de vida e dos espa&ccedil;os (padr&otilde;es espaciais) que geram as sensa&ccedil;&otilde;es topof&iacute;licas. Nas cidades atuais, os ambientes que geram bem-estar a um indiv&iacute;duo ou popula&ccedil;&atilde;o, incluindo suas atitudes em rela&ccedil;&atilde;o ao lugar, somente pode ser vista e descrita atrav&eacute;s de evid&ecirc;ncias di&aacute;rias e do car&aacute;ter das circunst&acirc;ncias f&iacute;sicas onde ocorrem.</p>     <p>Deste modo, nesta pesquisa, &eacute; atrav&eacute;s da paisagem urbana e do ambiente (re) constru&iacute;do que acontecimentos s&atilde;o percebidos e geram emo&ccedil;&otilde;es e s&iacute;mbolos para um local definido: o Parque da Gare. Estudar e conhecer essas sensa&ccedil;&otilde;es topof&iacute;licas &eacute; importante para nortear futuros projetos ou mesmo manter a atratividade do Parque como um elemento de socializa&ccedil;&atilde;o, lazer e qualidade de vida. Sabemos que, em muitos casos os projetos s&atilde;o pensados apenas baseado na percep&ccedil;&atilde;o e experi&ecirc;ncia do corpo t&eacute;cnico que o produz, n&atilde;o considerando o usu&aacute;rio e visitante como agente na transforma&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ol start="3">     <li><b>Passo Fundo e o Parque da Gare</b></li>     </ol>     <p>A cidade de Passo Fundo, localizada no norte do Rio Grande do Sul, Brasil; &eacute; considerada uma cidade m&eacute;dia, contando com popula&ccedil;&atilde;o estimada de 199.799 habitantes (IBGE, 2017). Na &aacute;rea urbana de Passo Fundo existem trinta e uma pra&ccedil;as e apenas dois parques: O Parque da Vergueiro e o <a href="/img/revistas/got/n16/n16a03f1e2.gif" target="_blank">Parque da Gare</a>, revitalizado em 2016, que pertence a ZRT6<a href="#_ftn3" name="_ftnref3"><sup><sup>[3]</sup></sup></a> (Zona de Recrea&ccedil;&atilde;o e Turismo) do Plano Diretor Municipal de 2006.</p>     
<p>Com &aacute;rea de 72 mil m&sup2; (PMPF, 2016)<a href="#_ftn4" name="_ftnref4"><sup><sup>[4]</sup></sup></a>, o Parque da Gare est&aacute; inserido na malha urbana de Passo Fundo e &eacute; circundado por grande diversidade de usos e ocupa&ccedil;&otilde;es do solo. A <a href="/img/revistas/got/n16/n16a03f3" target="_blank">Figura 3</a> apresenta a rela&ccedil;&atilde;o entre estes usos e sua proximidade com o Parque, com destaque para a antiga Esta&ccedil;&atilde;o Ferrovi&aacute;ria e servi&ccedil;os institucionais.</p>     
<p>A <a href="#f4">Figura 4</a> est&aacute; relacionada no mapa (<a href="/img/revistas/got/n16/n16a03f3" target="_blank">Figura 3</a>) e corresponde a antiga Esta&ccedil;&atilde;o F&eacute;rrea, desativada em meados dos anos de 1980; a <a href="#f5">Figura 5</a> corresponde &agrave; atividades institucionais(Senac&nbsp; e Hemopasso) e; as figuras <a href="#f6">6</a> e <a href="#f7">7</a> a morfologia das edifica&ccedil;&otilde;es de com&eacute;rcios e resid&ecirc;ncias mistas que fazem interface entre a Gare e o bairro Nicolau Vergueiro.</p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f4">     <p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a03f4.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f5">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a03f5.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f6">     <p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a03f6.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f7">     <p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a03f7.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="4">     <li><b>M&eacute;todo</b></li>     ]]></body>
<body><![CDATA[</ol>     <p>A proposta metodol&oacute;gica &eacute; de abordagem qualitativa e, seus resultados dependem muito de como os usu&aacute;rios percebem o lugar. Esta pesquisa, que &eacute; parte de um estudo mais vasto, n&atilde;o objetiva a representatividade num&eacute;rica, mas, a compreens&atilde;o de elementos e sensa&ccedil;&otilde;es importantes atrav&eacute;s das informa&ccedil;&otilde;es coletadas (GERHARDT e SILVEIRA, 2009). Atrav&eacute;s de percursos pr&eacute;-definidos pelas autoras, 45 usu&aacute;rios<a href="#_ftn5" name="_ftnref5"><sup><sup>[5]</sup></sup></a> percorrem os trajetos, conforme m&eacute;todos descritos abaixo. Estes percursos objetivam caracterizar a qualidade do Parque, as experi&ecirc;ncias sentidas (afetividade, imagem, mem&oacute;ria, identifica&ccedil;&atilde;o)&nbsp; e os elementos vistos como importantes pelos usu&aacute;rios.</p>     <p>Os m&eacute;todos utilizados tiveram embasamento inicial em Whyte (1977) e Sartori (2000), que sugerem o triangulo metodol&oacute;gico formado pela tr&iacute;ade (1) observando, (2) perguntando e ouvindo e (3) registrando. Para refor&ccedil;ar esses m&eacute;todos, as an&aacute;lises perceptivas tamb&eacute;m partiram dos princ&iacute;pios e t&eacute;cnicas qualitativas de compreens&atilde;o da vida p&uacute;blica adotados por Cullen (2006) com a an&aacute;lise de percursos (vis&atilde;o &oacute;ptica, vis&atilde;o local e conte&uacute;do); por Lynch (2012) atrav&eacute;s da an&aacute;lise de dimens&otilde;es (vitalidade, sentido, adequa&ccedil;&atilde;o, acessos e controle) e por Gehl e Svarre (2013), os quais envolvem a contagem, mapeamento, rastreamento, sombreamento, tra&ccedil;os, imagens, di&aacute;rios e passeios teste.&nbsp; Nesse sentido, foram identificados trajetos mais atrativos aos usu&aacute;rios.</p>     <p>Os percursos de 1 a 5 foram observados, no primeiro momento, por 35 pessoas de diferentes faixas et&aacute;rias e g&ecirc;nero. Como o objetivo era relatar elementos de infraestrutura vistos como importantes e percep&ccedil;&otilde;es dos percursos, alguns dos volunt&aacute;rios n&atilde;o foram identificados<a href="#_ftn6" name="_ftnref6">[6]</a>. Eles receberam um mapa com os percursos e atrav&eacute;s de trocas de e-mails, anota&ccedil;&otilde;es ao longo dos percursos, e por aplicativo <i>whatsapp</i> relataram suas viv&ecirc;ncias. Deste modo os autores puderam manter um di&aacute;rio com as informa&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>A partir dos resultados do estudo piloto, identificamos a necessidade de dois percursos adicionais, estes foram feitos por 10 pessoas. Deste modo, os percursos 1 a 5 (piloto) foram feitos por 45 volunt&aacute;rios e os percursos 6 e 7 somente por 10 volunt&aacute;rios. Entendemos que a quantidade e variabilidade de observadores atende ao objetivo proposto, visto a dimens&atilde;o do Parque e o aprofundamento deste &iacute;tem no estudo proposto. <a href="#f8">A seguir</a> apresentam-se os percursos finais pr&eacute;-definidos pelos autores e realizados pelos usu&aacute;rios.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f8">     <p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a03f8.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Fechadas as observa&ccedil;&otilde;es, entrevistas n&atilde;o estruturadas foram realizadas, onde os usu&aacute;rios mostram as fotos e relatam o que viram, sentiram, os pontos positivos e negativos. Com o uso de um <i>smarphone</i>, as entrevistas foram gravadas para posteriormente serem compiladas e estruturadas nas tabelas apresentadas nos resultados. Alguns usu&aacute;rios fotografaram os percursos e gravaram &aacute;udios, enviados via <i>whatsapp</i> &agrave; autora. Outros ainda, enviaram os resultados (fotos e percep&ccedil;&otilde;es) via e-mail.</p>     <p>Atrav&eacute;s deste levantamento tamb&eacute;m foi poss&iacute;vel apurar a percep&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios quanto ao estado de qualidade e conserva&ccedil;&atilde;o do Parque, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s mesmas caracter&iacute;sticas existentes (ou n&atilde;o) antes da requalifica&ccedil;&atilde;o e vislumbrar uma perspectiva de conserva&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o para o futuro pr&oacute;ximo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="5">     <li><b>Apresenta&ccedil;&atilde;o dos resultados</b></li>     </ol>     <p>Os quadros abaixo representam as categorias mais analisadas que envolvem elementos observados e sensa&ccedil;&otilde;es provocadas ao volunt&aacute;rio durante a realiza&ccedil;&atilde;o percurso. Os n&uacute;meros em cada coluna s&atilde;o a somat&oacute;ria de vezes que esses elementos foram citados pelos mesmos.</p>     <p>Atrav&eacute;s dos relatos, o <a href="#tab1"><b>Percurso 01</b></a> trouxe um acontecimento surpresa: os volunt&aacute;rios que iniciaram por este percurso, tiveram percep&ccedil;&otilde;es diferentes dos volunt&aacute;rios que o fizeram ao final dos demais percursos. Em ambos os casos, os volunt&aacute;rios identificaram com destaque as cal&ccedil;adas como sendo seguras, com boa manuten&ccedil;&atilde;o, largura adequada sem obstru&ccedil;&atilde;o visual e f&iacute;sica. Esse mesmo elemento de infraestrutura foi relacionado &agrave;s sensa&ccedil;&otilde;es de conforto, caminhabilidade e atratividade. Em contrapartida, o desconforto adv&eacute;m do ru&iacute;do da avenida e da sensa&ccedil;&atilde;o de inseguran&ccedil;a pela proximidade que ambas mant&ecirc;m.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="tab1">     <p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a03tab1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A curiosidade aqui relatada, se deu pelos usu&aacute;rios que n&atilde;o seguiram a ordem num&eacute;rica e finalizaram a atividade com o percurso 01. Oito volunt&aacute;rios expuseram seu desconforto em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; conex&atilde;o entre parque e cidade, e a sensa&ccedil;&atilde;o de desagrado em &ldquo;voltar a realidade da cidade&rdquo;<a href="#_ftn7" name="_ftnref7">[7]</a>. Em segundo plano, se destacou a clareza dos caminhos e cal&ccedil;adas, os quais proporcionaram ao volunt&aacute;rio orienta&ccedil;&atilde;o e expectativa em fazer os demais percursos. Ainda, a presen&ccedil;a de locais sombreados e elementos identificados como &ldquo;pontos de refer&ecirc;ncia&rdquo;<a href="#_ftn8" name="_ftnref8">[8]</a>, os quais entendemos como marcos da paisagem, foram bastante citados e percebidos.&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No <a href="#tab2"><b>Percurso 02</b></a> os elementos entendidos como importante destacam a topografia acidentada e a manuten&ccedil;&atilde;o do Parque. No ponto mais alto, os sentimentos enfatizados envolvem a amplitude e perspectiva da vis&atilde;o e dom&iacute;nio em rela&ccedil;&atilde;o ao que se v&ecirc;. Conforme este percurso &eacute; feito, novos usos e ambientes v&atilde;o se mostrando ao indiv&iacute;duo. Ao passo que o n&iacute;vel fica mais baixo, embora a forma seja voltada para a escala humana, a topografia natural gerou inseguran&ccedil;a e locais de encurralamento &ndash; a &uacute;ltima foto acima destaca o local onde os usu&aacute;rios relataram com destaque, se sentir &ldquo;presos&rdquo; em meio a topografia.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="tab2">     <p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a03tab2.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A manuten&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; percebida pelos volunt&aacute;rios. Este percurso possui maior amplitude visual, o qual foi destacado atrav&eacute;s da presen&ccedil;a de grandes &aacute;reas gramadas e pavimentadas. Com isto, a limpeza e manuten&ccedil;&atilde;o da grama ficou evidente ao observador.</p>     <p>Alguns volunt&aacute;rios destacaram a vitalidade pela presen&ccedil;a de pessoas circulando, trabalhadores realizando a manuten&ccedil;&atilde;o, diversidade de padr&otilde;es espaciais e interfaces. Em suma, a vitalidade percebida neste local &eacute; entendida como a intensidade e riqueza de apropria&ccedil;&atilde;o e intera&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o p&uacute;blico e a presen&ccedil;a de espa&ccedil;os compactos (GEHL, 2011) que s&atilde;o capazes de proporcionar dist&acirc;ncias de tr&aacute;fego t&atilde;o curtas quanto as experi&ecirc;ncias sensoriais dos usu&aacute;rios.</p>     <p>O excesso de concreto e menor massa verde no <a href="#tab3"><b>Percurso 03</b></a> foi percebido pelos usu&aacute;rios como desagrad&aacute;vel. No seu entorno, para suprimir os acessos e o desn&iacute;vel, existem v&aacute;rias escadas, as quais foram identificadas como elementos pouco acess&iacute;veis e cansativos. A presen&ccedil;a da quadra poliesportiva e da pista de skate &eacute; citada pelos volunt&aacute;rios com finalidade e uso mais radical, voltados ao esporte.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="tab3">     <p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a03tab3.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por&eacute;m, embora a manuten&ccedil;&atilde;o de modo geral tenha sido relatada como positiva, os volunt&aacute;rios perceberam muitas bitucas de cigarro em todo o percurso, principalmente pr&oacute;ximo &agrave;s pistas. Os relatos tamb&eacute;m apontam para uma &aacute;rea que gera sensa&ccedil;&atilde;o de inseguran&ccedil;a devido &agrave;s aglomera&ccedil;&otilde;es de usu&aacute;rios, &ldquo;grupos fechados&rdquo; e com forte cheiro de <i>Cannabis sativa</i><a href="#_ftn9" name="_ftnref9">[9]</a> resultando em imprevis&atilde;o, inseguran&ccedil;a e sensa&ccedil;&atilde;o de medo.</p>     <p>O <a href="#tab4"><b>Percurso 04</b></a>, est&aacute; paralelo a Rua TV do Parque e possui um <i>playground</i>. Devido a presen&ccedil;a da &aacute;rea infantil, os volunt&aacute;rios relatam o sentimento de divers&atilde;o e sensa&ccedil;&atilde;o de felicidade pela movimenta&ccedil;&atilde;o e brincadeiras e presen&ccedil;a de elementos l&uacute;dicos, como o uso de cores nas cal&ccedil;adas, formas geom&eacute;tricas e o pr&oacute;prio <i>playground</i>. A delimita&ccedil;&atilde;o foi outro elemento not&oacute;rio. Entendemos que, &eacute; atrav&eacute;s do talude, da escadaria e de um painel colorido que os volunt&aacute;rios se referem a delimita&ccedil;&atilde;o e defini&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os, visto que, de um lado est&aacute; a rua &ndash; de m&atilde;o &uacute;nica e circula&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos e bicicletas-, e de outro a &aacute;rea do <i>playground</i>. Esses diferentes usos, est&atilde;o claramente delimitados por cores, gramados e circula&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="tab4">     <p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a03tab4.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Em contrapartida a isto, os relatos de intimida&ccedil;&atilde;o se referem a ponte que liga o percurso 4 ao percurso 2 (&uacute;ltima imagem da tabela 4). Esta, est&aacute; fechada por vegeta&ccedil;&atilde;o de copa larga, &eacute; estreita e obriga os usu&aacute;rios a passarem muito pr&oacute;ximos uns dos outros gerando inseguran&ccedil;a e potencializando poss&iacute;veis assaltos.&nbsp;</p>     <p>O <a href="#tab5"><b>Percurso 05</b></a>, foi o mais registrado fotograficamente e descrito pelos usu&aacute;rios, de forma geral. Embora seja o percurso mais longo em extens&atilde;o, contornando o lago, os usu&aacute;rios descreveram a presen&ccedil;a da &aacute;gua como um elemento de contempla&ccedil;&atilde;o e grande beleza &ndash; tanto est&eacute;tica quanto geometricamente. Os caminhos que o contornam, foram descritos como confort&aacute;veis, com inclina&ccedil;&otilde;es suaves e agrad&aacute;veis de circular.</p>     <p>A diversidade de locais para sentar, sejam sombreados ou iluminados e aquecidos pelo sol, provocaram tranquilidade e conforto e potencializam o uso em diferentes esta&ccedil;&otilde;es. Os sentimentos de surpresa e curiosidade, s&atilde;o resultados de um n&iacute;vel topogr&aacute;fico mais baixo &ndash; no contexto do Parque&ndash;, onde os volunt&aacute;rios foram surpreendidos, quando vindos do percurso 2 ou 7, por uma amplitude visual e sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="tab5">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a03tab5.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Embora esteja pr&oacute;ximo a uma rua movimentada &ndash; a Rua Minas Gerais &ndash; esta possui densidade mais baixa e n&atilde;o foi vista como barreira ou sentimento de inseguran&ccedil;a. Entendemos que, a dist&acirc;ncia da rua e a barreira de grama que existe entre os espa&ccedil;os, pode ter sido elemento que assegurou seguran&ccedil;a e tranquilidade aos volunt&aacute;rios. Alguns ainda relataram a sensa&ccedil;&atilde;o de estarem em cidades grandes, comparando o espa&ccedil;o aos Parques de Curitiba.</p>     <p>Conforme contornavam o percurso em dire&ccedil;&atilde;o ao percurso 4, subindo o n&iacute;vel topogr&aacute;fico, sentimentos de &ldquo;proximidade com Deus&rdquo; foram mencionados. Entendemos que, ao realizar este trajeto, o c&eacute;u vai se tornando pr&oacute;ximo, o que estimulou tal sensa&ccedil;&atilde;o. A presen&ccedil;a da &aacute;gua, tamb&eacute;m &eacute; sentida como ambiente tranquilo, de relaxamento e agradabilidade.</p>     <p>A manuten&ccedil;&atilde;o constante do gramado foi destacada e observada, visto que o local est&aacute; bem cuidado e n&atilde;o h&aacute; sujeira ou lixo na sua extens&atilde;o. Uma vez que, as pessoas podem se observar, isso se torna vital para que se sintam respons&aacute;veis e os olhos da seguran&ccedil;a (JACOBS, 1960) e da manuten&ccedil;&atilde;o e higiene do espa&ccedil;o. Ainda, h&aacute; funcion&aacute;rios p&uacute;blicos que cuidam diariamente da manuten&ccedil;&atilde;o e limpeza do Parque.</p>     <p>Os volunt&aacute;rios tamb&eacute;m relatam, que este percurso disp&otilde;e de diversos locais para sentar: est&aacute; equipado com bancos, alguns espa&ccedil;os s&atilde;o planos podendo fazer uso de cadeiras e outros s&atilde;o desnivelados, mas estando limpos e secos, podem se sentar no pr&oacute;prio gramado. Ainda, existem locais sombreados para os dias quentes e locais abertos e livres, para os dias mais frios, que s&atilde;o v&aacute;rios meses na regi&atilde;o sul.</p>     <p>Embora o lago pudesse ser um elemento de inseguran&ccedil;a para crian&ccedil;as menores, n&atilde;o houve nenhum relato que identificasse esse sentimento. Compreendemos que, sua abertura de campo visual, pode proporcionar essa tranquilidade aos pais ou respons&aacute;veis. A nova edifica&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m n&atilde;o foi relatada pelos volunt&aacute;rios, uma vez que se torna em plano secund&aacute;rio contrapondo a beleza do local. Visto que, durante esta pesquisa ainda n&atilde;o estava aberta ao p&uacute;blico, ou nenhum dos volunt&aacute;rios pode fazer uso de sua estrutura, passou despercebida durante as observa&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>O <a href="#tab6"><b>Percurso 06</b></a>, foi realizado por uma quantidade significativamente menor de volunt&aacute;rios, mas entendemos como suficiente visto que seus relatos foram semelhantes atingindo o ponto de satura&ccedil;&atilde;o. Os elementos percebidos neste percurso destacam para a mistura de usos, uma vez que &eacute; um percurso onde, de um lado est&aacute; o Parque e de outro lado a diversidade morfol&oacute;gica da cidade.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="tab6">     <p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a03tab6.gif"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>A presen&ccedil;a da nova edifica&ccedil;&atilde;o, destinada &agrave; Feira do Produtor Rural, foi elemento que conferiu o t&iacute;tulo de futurismo pelos convidados. Entendemos que, isso se deve ao fato de ser constru&iacute;da em estrutura met&aacute;lica, com geometrias destacadas em cor vermelha e com um formato geom&eacute;trico n&atilde;o convencional da arquitetura local.</p>     <p>As cal&ccedil;adas foram vistas como insuficientes e estreitas, impossibilitando grandes circula&ccedil;&otilde;es de pedestres. Em parte do percurso, a aus&ecirc;ncia de &aacute;rvores de porte e copas grandes, que proporcionam sombreamento tamb&eacute;m foram sentidas. Alguns usu&aacute;rios relataram inseguran&ccedil;a e desarmonia pela presen&ccedil;a de terrenos vazios, sem uso efetivo do solo, que poderiam potencializar a criminalidade ou a prolifera&ccedil;&atilde;o de mato, bichos e afins. Ainda, houveram relatos sobre o desconforto dos ru&iacute;dos ocasionados por carros e &ocirc;nibus que trafegam pela Avenida Sete de Setembro.</p>     <p>Neste percurso, nos surpreendemos com a descri&ccedil;&atilde;o de sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, relatada por todos os volunt&aacute;rios. Alguns a descreveram devido a topografia e outros &agrave; amplitude visual do local, que permite ir descobrindo novidades no decorrer do percurso, tanto no &acirc;mbito do Parque, quanto na morfologia da cidade.</p>     <p>O <a href="#tab7"><b>Percurso 07</b></a>, mostrado acima, teve como elemento destaque o pavilh&atilde;o da feira; as cal&ccedil;adas muito pr&oacute;ximas &agrave; Avenida e estreitas &ndash; visto que &eacute; local de passagem e maior circula&ccedil;&atilde;o de pedestres-; a manuten&ccedil;&atilde;o eficiente da limpeza urbana e a aus&ecirc;ncia de vegeta&ccedil;&atilde;o de sombra, tornando o trajeto desagrad&aacute;vel em dias quentes e ensolarados.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="tab7">     <p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a03tab7.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Devido &agrave; aus&ecirc;ncia destes elementos, as sensa&ccedil;&otilde;es foram de desconforto na circula&ccedil;&atilde;o, nos ru&iacute;dos e inseguran&ccedil;a. A Avenida possui grande circula&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos motorizados, transporte coletivo, o que acarreta em barulho e polui&ccedil;&atilde;o, sentidas pelos volunt&aacute;rios. Entendemos que, os que expuseram sensa&ccedil;&otilde;es de desconforto se referem a estes condicionantes.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ol start="6">     <li><b>Conclus&otilde;es</b></li>     </ol>     <p>Os volunt&aacute;rios que realizaram os sete percursos pr&eacute;-definidos, trazem relatos semelhantes sobre suas prefer&ecirc;ncias e sentem-se motivados a frequentar o Parque. Os ambientes com maior predom&iacute;nio de vegeta&ccedil;&atilde;o natural e com a proximidade da &aacute;gua foram os preferidos e mais representativos nas an&aacute;lises. Ainda, s&atilde;o os locais que instigaram a maiores sensa&ccedil;&otilde;es de conforto e bem-estar.</p>     <p>Os percursos com mais ades&atilde;o foram os definidos como 1, 2 e 5, onde os elementos naturais s&atilde;o mais representativos. O primeiro percurso traz ainda elementos de identidade do Parque, de sua forma&ccedil;&atilde;o morfol&oacute;gica e cultural e ainda esta conectado com a Avenida Sete de Setembro, com maior circula&ccedil;&atilde;o e fluxo de pessoas. Esses elementos, refor&ccedil;am o conceito de topofilia, onde os indiv&iacute;duos demonstraram os la&ccedil;os afetivos com o ambiente material e seu patriotismo e lealdade com a hist&oacute;ria de Passo Fundo.</p>     <p>O percurso ainda apresenta diversidade de usos que envolvem &aacute;reas mais calmas (para descanso) e tamb&eacute;m paralelas ao movimento (sin&ocirc;nimos de seguran&ccedil;a e din&acirc;mica urbana). As cal&ccedil;adas amplas, limpas, sem barreiras e bem cuidadas proporcionam a todas as pessoas, independente de algum grau de dificuldade em mobilidade, a possibilidade de circular com conforto e efici&ecirc;ncia.</p>     <p>O percurso 2, segundo o relato dos usu&aacute;rios, foi o mais atrativo aos jovens pelas quadras esportivas e pista de <i>skate</i>, apresenta a topografia mais irregular. Enquanto esta &eacute; sin&ocirc;nimo de curiosidade, visto que os caminhos v&atilde;o sendo descobertos conforme s&atilde;o circulados, tamb&eacute;m gera inseguran&ccedil;a em alguns pontos.&nbsp; Entendemos que, para que haja conforto e seguran&ccedil;a neste percurso precisa estar em constante movimenta&ccedil;&atilde;o de usu&aacute;rios e ter espa&ccedil;os largos evitando o enclausuramentos em meio a topografia.</p>     <p>Como os desn&iacute;veis s&atilde;o bem acentuados, a presen&ccedil;a da edifica&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o, constantemente movimentada pelos trabalhadores que fazem a limpeza e manuten&ccedil;&atilde;o do Parque, auxilia a evitar problemas mais graves de seguran&ccedil;a. Ainda, entedemos que este percurso poderia ter um monitoramento mais espec&iacute;fico, com c&acirc;meras de seguran&ccedil;a ou circula&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;as e guardas, para reduzir o desconforto dos usu&aacute;rios em per&iacute;odos de menor uso.</p>     <p>O percurso 5, no entorno do lago, recebeu a prefer&ecirc;ncia dos volunt&aacute;rios. Identificamos neste que, a diversidade de locais para sentar, de massa verde (alta e rasteira), a presen&ccedil;a de grandes circula&ccedil;&otilde;es e da mistura de materiais construtivos gera uma uni&atilde;o de elementos significativos e importantes aos frequentadores. A presen&ccedil;a do lago &eacute; destaque por ser elemento contemplativo e convidativo atraindo maior n&uacute;mero de pessoas em seu entorno. Atestamos aqui, atrav&eacute;s dos percursos, que a diversidade e a centralidade s&atilde;o itens fundamentais no espa&ccedil;o p&uacute;blico e na vida e din&acirc;mica de um Parque.</p>     <p>Por fim, percebemos atrav&eacute;s deste estudo que os tr&ecirc;s percursos mais agrad&aacute;veis e mais aceitos s&atilde;o aqueles que possuem pontos importantes de refer&ecirc;ncia (nodais ou marcos hist&oacute;ricos), vias/cal&ccedil;adas de circula&ccedil;&atilde;o amplas, bem delimitadas e em boa manuten&ccedil;&atilde;o, limites territoriais e de fun&ccedil;&otilde;es claros e seguro. O arranjo de dimens&otilde;es f&iacute;sicas que proporciona a diversidade do ambiente, tamb&eacute;m &eacute; destacado. E &eacute; esta diversidade de fun&ccedil;&otilde;es, dimens&otilde;es e usos (internos e de seu entorno), aliados &agrave; boa manuten&ccedil;&atilde;o, ilumina&ccedil;&atilde;o e melhoria na sensa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a, que sustenta a vitalidade do Parque. Os diferentes cen&aacute;rios, com ambientes abertos e amplos permite que os usu&aacute;rios possam escolher onde sentem-se mais atra&iacute;dos ou mudar, conforme sua vontade ou necessidade.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Considerando que, no espa&ccedil;o urbano os agentes/atores e a din&acirc;mica urbana se alteram constantemente, sejam em partidos arquitet&ocirc;nicos, padr&otilde;es de edifica&ccedil;&otilde;es, s&iacute;mbolos, significados, reorganiza&ccedil;&atilde;o ou modifica&ccedil;&otilde;es de usos, o trabalho revelou que o Parque da Gare &eacute; hoje um objeto de extrema import&acirc;ncia ambiental, cultural e hist&oacute;rica para a cidade. Confere ainda &agrave; Passo Fundo um forte elemento de qualidade da paisagem urbana, focado na diversidade de usos e ambientes atrativos &agrave; uma grande diversidade de usu&aacute;rios, requalificando um ambiente abandonado e glorificando a natureza, express&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e fluxos de investimento de capital aos espa&ccedil;os p&uacute;blicos.&nbsp;</p>     <p>Por fim, o contato direto com os visitantes e a utiliza&ccedil;&atilde;o de registro fotogr&aacute;fico como m&eacute;todo, aprimorou a pesquisa e servir&aacute; de embasamento &agrave; futuros estudos, cada vez mais sistem&aacute;ticos para qualificar a percep&ccedil;&atilde;o ambiental de espa&ccedil;os abertos e p&uacute;blicos, &agrave; partir do cruzamento das an&aacute;lises t&eacute;cnicas e da percep&ccedil;&atilde;o do usu&aacute;rio.</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="7">     <li><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></li>     </ol>     <!-- ref --><p>ALBERTI, M. <i>The effects of urban patterns on ecosystem functioning.</i> International Regional Science Review, 2005. 28(2), 168-192.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759237&pid=S2182-1267201900010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>AMORIM FILHO, O. B. <i>A evolu&ccedil;&atilde;o do pensamento geogr&aacute;fico e a fenomenologia</i>. Sociedade e Natureza, Uberl&acirc;ndia, n. 21 e 22, p. 67-87, jan/dez. 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759239&pid=S2182-1267201900010000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>AUG&Eacute;, A. <i>N&atilde;o lugares: introdu&ccedil;&atilde;o a uma antropologia da supermodernidade. </i>Campinas: Papirus, 1994. ISBN 85 308 0291-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759241&pid=S2182-1267201900010000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BARGOS, D. C.; MATIAS, L. F.. <i>&Aacute;reas verdes urbanas: um estudo de revis&atilde;o e proposta conceitual</i>. 2011, v. 6, n. 3, REVSBAU, Piracicaba, p. 172-188.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759243&pid=S2182-1267201900010000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BERQUE, A.. <i>Paisagem-marca, paisagem matriz: </i>elementos da problem&aacute;tica para uma Geografia cultural. In: CORR&Ecirc;A, R. L.; ROSENDAHL, Z. (org). Paisagem, tempo e cultura. Rio de Janeiro: EdUERJ, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759245&pid=S2182-1267201900010000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>BRASIL, IBGE &ndash; Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica., <i>Censo Demogr&aacute;fico, 2010</i>. Acesso em 08 de jun 2017. Dispon&iacute;vel em: <a href=" http://ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/ ">http://ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/</a></p>     <!-- ref --><p>CERTEAU, M. <i>A inven&ccedil;&atilde;o do cotidiano</i>. Petr&oacute;polis: Vozes, 1996. ISBN 85-326-1669-0.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759248&pid=S2182-1267201900010000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>CLAVAL, Paul. <i>Do olhar do Geogr&aacute;fo a Geografia como Estudo do Olhar dos outros</i>. Confer&ecirc;ncia Proferida no IV Simp&oacute;sio Nacional Espa&ccedil;o e Cultura. Rio de Janeiro: UERJ. Outubro de 2014.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759250&pid=S2182-1267201900010000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>CHIESURA, A. (2004). <i>The role of urban parks for the sustainable city.</i> Landscape and Urban Planning. 68. 2004. Dispon&iacute;vel em: <a href=" https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0169204603001865?via%3Dihub " target="_blank">https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0169204603001865?via%3Dihub</a>. ISSN 0169-2046, 129&ndash;138.</p>     <!-- ref --><p>COOPER, Rachel; BURTON, Elizabeth; COOPER. Cary L..  <i>Wellbeing: A Complete Reference Guide</i>, Volume II, Wellbeing and the Environment. John Wiley &amp; Sons ltd, 2014. ISBN: 978-1-118-60837-1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759253&pid=S2182-1267201900010000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>CULLEN, Gordon. <i>Paisagem urbana</i>. <i>70&ordf; ed.</i> Lisboa, 2006. ISBN 978972-44-1401-0.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759255&pid=S2182-1267201900010000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>CVEJIÄ†, Rozalija; ELER, Klemen; PINTAR, Marina; Å½ELEZNIKAR, &Scaron;pela; HAASE, Dagmar; KABISCH, Nadja; STROHBACH, Michael (2015) <i>A typology of urban green spaces, ecosystem provisioning services and demands</i>; Green Source, V10 &bull;May 13th.</p>     <!-- ref --><p>COSTA, R. et al. <i>Uso, afetividade e percep&ccedil;&atilde;o</i>: um estudo da satisfa&ccedil;&atilde;o dos frequentadores do Parque do Sabi&aacute; em Uberl&acirc;ndia-MG. Revista de Geografia, v. 28, n. 1, p. 14-24, 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759258&pid=S2182-1267201900010000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>DANNA, M. F., &amp; MATOS, M. A. <i>Aprendendo a observar</i>. S&atilde;o Paulo: EDICON, 2006. ISBN 85-290-0370-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759260&pid=S2182-1267201900010000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>GALENDER, F. C. <i>Considera&ccedil;&otilde;es sobre a conceitua&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os p&uacute;blicos</i>. Paisagem ambiente: Ensaios, n. 4, p. 113-120, jun. 1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759262&pid=S2182-1267201900010000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>GALENDER, F. C. <i>A ideia de sistema de espa&ccedil;os livres p&uacute;blicos na a&ccedil;&atilde;o de paisagistas pioneiros na Am&eacute;rica Latina</i>. Paisagens em Debate, n. 3, nov. 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759264&pid=S2182-1267201900010000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>GEHL, J.. <i>Life between buildings: using public space</i>. Washington: Island Press, 2011. ISBN-10:&nbsp;1597268275&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759266&pid=S2182-1267201900010000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>GEHL, J., &amp; SVARRE, B.. <i>How study public life.</i> Washington: Island Press, 2013. ISBN 13:978-1-61091-423-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759267&pid=S2182-1267201900010000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo. <i>M&eacute;todos de pesquisa.</i> 1&ordm; ed. Porto Alegre: Editora UFRGS 2009. ISBN 978-85-386-0071-8. Dispon&iacute;vel em: <a href=" http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf " target="_blank">http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759269&pid=S2182-1267201900010000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</p>     <p>GRIMM, N. B., &amp; REDMAN, C. L. (2004). <i>Approaches to the study of urban ecosystems:</i> The case of central Arizona. Phoenix: Urban Ecosystems, 2004. ISSN 1083-8155.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>GON&Ccedil;ALVEZ, W. <i>Padr&otilde;es de assentamento de &aacute;reas verdes municipais: uma vis&atilde;o cr&iacute;tica.</i> 1994. 116f. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) &ndash; Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, 1994.</p>     <!-- ref --><p>HAESBAERT, R. <i>Identidades Territoriais</i>: entre a multiterritorialidade e a reclus&atilde;o territorial (ou: do hibridismo cultural &agrave; essencializa&ccedil;&atilde;o das identidades). In: HAESBAERT, R.; ARAUJO, F. Identidades e Territ&oacute;rios: quest&otilde;es e olhares contempor&acirc;neos. Rio de Janeiro: Access, 2007. p. 33-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759273&pid=S2182-1267201900010000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>HALBWACHS, M. <i>A mem&oacute;ria coletiva. </i>S&atilde;o Paulo: Centauro, 2006. ISBN 85-7115-038-9&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759275&pid=S2182-1267201900010000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>HARDT, L. P.. <i>Subs&iacute;dios &agrave; gest&atilde;o da qualidade da paisagem urbana.</i> Tese (Doutorado em Engenharia Florestal). Curitiba: Universidade Federal do Paran&aacute;, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759276&pid=S2182-1267201900010000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p><i>JACOBS, J.. Morte e vida de grandes cidades. S&atilde;o Paulo: Martins Fontes, 1960. ISBN 978-85-7827-421-4</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759278&pid=S2182-1267201900010000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>KLIASS, R. G. <i>Parques urbanos de S&atilde;o </i>Paulo. S&atilde;o Paulo: Pini Editora, 1993. ISBN 8572660240.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759280&pid=S2182-1267201900010000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>LUCHIARI, M. T. D. P. <i>A (re)significa&ccedil;&atilde;o da paisagem no per&iacute;odo contempor&acirc;neo</i>. In: ROSENDAHL, Z.; CORR&Ecirc;A, R. L. Paisagem, imagin&aacute;rio e espa&ccedil;o. 2001: EdUERJ, 2001. p. 9-28. ISBN 9788575110119&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759282&pid=S2182-1267201900010000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>LYNCH, K.. <i>Image of the city. </i>Cambridge<i>,</i> MA: MIT Press, 1960. ISBN 0-026-12004-6/0-026-620001-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759283&pid=S2182-1267201900010000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>LYNCH, K. <i>A boa forma da cidade</i>. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es 70, 2012. ISBN 978-972-44-1330-0&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759285&pid=S2182-1267201900010000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>MACEDO, S. S.; SAKATA, F. G. <i>Parques urbanos no Brasil</i>. 2. ed. Cole&ccedil;&atilde;o Quap&aacute;. S&atilde;o Paulo: Edusp, 2003. ISBN 85-314-0655-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759286&pid=S2182-1267201900010000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MACHADO, L. P. <i>A Pra&ccedil;a da Liberdade na percep&ccedil;&atilde;o do usu&aacute;rio. </i>Revista Geografia e Ensino, Belo Horizonte, v. 5, n. 1, p. 18-33, 1993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759288&pid=S2182-1267201900010000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MELO, H&eacute;rica Maria Saraiva: LOPES, Wilza Gomes Reis; SAMPAIO, Dayane Batista. <i>Os Parques Urbanos na Hist&oacute;ria da Cidade: </i>percep&ccedil;&atilde;o, afetividade, imagem e mem&oacute;ria da paisagem. Revista Nacional de Gerenciamento das Cidades, v.05, n.32, 2017. ISSN 2318-8472.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759290&pid=S2182-1267201900010000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>OLIVEIRA, L. <i>A percep&ccedil;&atilde;o da Qualidade Ambiental. A A&ccedil;&atilde;o do Homem na Qualidade Ambiental</i>. Rio Claro: UNESP, 1983.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759292&pid=S2182-1267201900010000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>ONU. World Urbanization Prospects &ndash; revision 2014. Published by the United Nations, Department of Economic and Social Affairs. ISBN 978-92-1-151517-6, Copyright &copy; United Nations, 2014</p>     <!-- ref --><p>POLLACK, M. <i>Mem&oacute;ria e Identidade Social</i>. Estudos Hist&oacute;ricos, v. 5, n.10, p.200-212, 1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759295&pid=S2182-1267201900010000300035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ROCHA, L. B.. <i>O centro da cidade de Itabuna. Trajet&oacute;ria, signos e significados. </i>Ilh&eacute;us: Ed. UESC, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759297&pid=S2182-1267201900010000300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>RYAN, R. L. <i>Exploring the effects of Environmental Experience on attachment to Urban Natural Areas</i>. Environment and Behavior, USA, v.37, n. 3, p. 1-41, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759299&pid=S2182-1267201900010000300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ROCHA, L. B. <i>O centro da cidade de Itabuna:</i> trajet&oacute;ria, signos e significados. Ilh&eacute;us: Editus, 2003. ISBN 85-7455-059-0&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759301&pid=S2182-1267201900010000300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>ROSENDAHL, Z.; CORR&Ecirc;A, R. L. <i>Paisagem, imagin&aacute;rio e espa&ccedil;o</i>. 2001: EdUERJ, 2001. p. 9-28. ISBN 9788575110119&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759302&pid=S2182-1267201900010000300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>SANTOS, M.. <i>A natureza do espa&ccedil;o: t&eacute;cnica e tempo, raz&atilde;o e emo&ccedil;&atilde;o.</i> 4.ed. 3. reimpre. S&atilde;o Paulo: EDUSP,2006. ISBN 85-314-0713-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759303&pid=S2182-1267201900010000300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SARTORI, M. G. B. Clima e Percep&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica. Universidade de S&atilde;o Paulo. S&atilde;o Paulo. 2000. ISBN: 978-85-66301-23-6&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759305&pid=S2182-1267201900010000300041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>SAUER, C..A morfologia da paisagem. Em R. L. CORR&Ecirc;A, &amp; Z. ROSENDAHL, Paisagem, tempo e cultura. Rio de Janeiro: EdUERJ, 1998. P.12-74. ISBN 85-85881-56-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759306&pid=S2182-1267201900010000300042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>S&Aacute;, Teresa. <i>Lugares e n&atilde;o lugares em Marc Aug&eacute;.</i> Tempo Social &ndash; Revista de Sociologia da USP, vol. 26, n. 2, p. 209-229, nov. 2014. Dispon&iacute;vel C&iacute;rculo Fluminense de Estudos Filol&oacute;gicos e Lingu&iacute;sticos 24 Cadernos do CNLF, vol. XX, n&ordm; 03 &ndash; Ensino de l&iacute;ngua e literatura. em: . Acesso em: 15- 01-2018.</p>     <p>SCHIER, R. A. <i>Trajet&oacute;rias do conceito de paisagem na Geografia.</i> Revista R&rsquo;AEGA, Curitiba, n. 7, p. 79-85, 2003. ISSN 2177-2738.</p>     <!-- ref --><p>TARDIN, R. <i>Espa&ccedil;os livres: sistema e projeto territorial.</i> Rio de Janeiro: 7Letras, 2008. ISBN 978-85-7577-552-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759310&pid=S2182-1267201900010000300045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>TUAN, Y.. <i>Topofilia: um estudo da percep&ccedil;&atilde;o, atitudes e valores do meio ambiente.</i> S&atilde;o Paulo: Difel, 1980. ISBN-10:&nbsp;8572166270.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759312&pid=S2182-1267201900010000300046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>TZOULAS, K.; KORPELA, K.; VENN, S.; YLI-PELKONEN, V.; KAÅ¹MIERCZAK, A.; NIEMELA, J.; JAMES P.. <i>Promoting ecosystem and human health in urban areas using Green Infrastructure: a literature review.</i> Landscape and Urban Planning, 81, 2007. 167-178. ISSN 0169-2046.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759314&pid=S2182-1267201900010000300047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>VAM KAMP, Irene; LEIDELMEIJER, Kees; MARSMAN, Gooitske; HOLLANDER, Augustinus de. <i>Urban environmental quality and human well-being Towards a conceptual framework and demarcation of concepts</i>; a literature study. Landscape and Urban Planning 65 (2003) 5&ndash;18;</p>     <!-- ref --><p>WHYTE, A. V. <i>Guidelines for Fields Studies in Environmental Perception: Technical</i> Notes 5. Fran&ccedil;a: UNESCO, 1997. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0002/000247/024707eo.pdf" target="_blank">http://unesdoc.unesco.org/images/0002/000247/024707eo.pdf</a>. Acesso em: junho de 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1759317&pid=S2182-1267201900010000300049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Segundo Marc Aug&eacute;, (AUG&Eacute;, 1994 apud S&Aacute;, 2014), o termo &ldquo;lugar&rdquo; ou &ldquo;lugares&rdquo; expressa a ideia de espa&ccedil;os s&iacute;mb&oacute;licos. Os &ldquo;lugares antropol&oacute;gicos&rdquo; seriam assim&nbsp; denominados pelas rela&ccedil;&otilde;es de sociabilidade (AUG&Eacute;, 1994 apud S&Aacute;, 2014). De forma oposta, a ideia de &ldquo;n&atilde;o lugares&rdquo; (ou espa&ccedil;o) transforma o ator social em espectadores de um lugar profundamente codificado, do qual ningu&eacute;m faz verdadeiramente parte.</p>     <p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> Para Tuan (1980, p. 115) &ldquo;o patriotismo significa amor pela terra p&aacute;tria ou terra natal.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> O setor possui popula&ccedil;&atilde;o de aproximadamente 21.942 mil habitantes (IGBE, 2016).&nbsp;</p>     <p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4">[4]</a> Esta &aacute;rea inclui a esta&ccedil;&atilde;o f&eacute;rrea, revitalizada em 2016 e parte integrante do conjunto hist&oacute;rico da Gare. O territ&oacute;rio correspondente ao parque possui 5ha.</p>     <p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5">[5]</a> O resultado no n&uacute;mero de volunt&aacute;rios foi reflexo das pessoas que se dispuseram em contribuir com a pesquisa, realizando os percursos e m&eacute;todos solicitados pela autora.</p>     <p><a href="#_ftnref6" name="_ftn6">[6]</a> Tivemos dificuldade em conseguir volunt&aacute;rios, visto que s&atilde;o diversos percursos e necessitamos de disposi&ccedil;&atilde;o e dedica&ccedil;&atilde;o dos volunt&aacute;rios para troca de mensagens e compartilhamento de levantamento fotogr&aacute;fico.</p>     <p><a href="#_ftnref7" name="_ftn7">[7]</a> Esta cita&ccedil;&atilde;o foi repetida por oito volunt&aacute;rios, os quais fizeram o percurso 01 ao final dos demais percursos.</p>     <p><a href="#_ftnref8" name="_ftn8">[8]</a> Termo utilizado por alguns dos volunt&aacute;rios.</p>     <p><a href="#_ftnref9" name="_ftn9">[9]</a> Nome cient&iacute;fico da maconha.</p>      ]]></body><back>
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