<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>2182-1267</journal-id>
<journal-title><![CDATA[GOT, Revista de Geografia e Ordenamento do Território]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[GOT]]></abbrev-journal-title>
<issn>2182-1267</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Universidade do Porto - Faculdade de Letras]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S2182-12672019000100015</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.17127/got/2019.16.014</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estudos e zoneamento geoambiental do município de São Francisco de Assis - Oeste do Rio Grande do Sul]]></article-title>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Studies and geo-environmental zoning on the municipality of São Francisco de Assis - Rio Grande do Sul West]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Robaina]]></surname>
<given-names><![CDATA[Luís]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Trentin]]></surname>
<given-names><![CDATA[Romario]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Santa Maria Dpto de Geociências ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Santa Maria RS]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>30</day>
<month>03</month>
<year>2019</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>30</day>
<month>03</month>
<year>2019</year>
</pub-date>
<numero>16</numero>
<fpage>323</fpage>
<lpage>344</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S2182-12672019000100015&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S2182-12672019000100015&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S2182-12672019000100015&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Os estudos Geoambiental representam importante instrumento para o planejamento e análise das formas de uso e ocupação do solo. Este tipo de trabalho quando associado às questões geomorfológicas trazem resultados importantes para os zoneamentos e planejamentos regionais. Desta forma, o presente trabalho teve como objetivo a definição do zoneamento Geoambiental do município de São Francisco de Assis(SFA), localizado no oeste do estado do Rio Grande do Sul, utilizando como parâmetros de análise, as condições de relevo, litologia, solos e uso e ocupação. A metodologia aplicada, segue a proposta de Trentin e Robaina (2005) onde definem que o zoneamento Geoambiental, se refere ao parcelamento de um determinado espaço geográfico e tem seu direcionamento na determinação das fragilidades e potencialidades ambientais das paisagens. Para isso, utilizam-se os parâmetros ambientais do substrato geológico, as formas do relevo, feições da rede hidrográfica, características do solo e feições superficiais. O uso e ocupação da terra, completam os dados para análise e compartimentação geoambiental final. Como resultados finais, foram definidas onze unidades que apresentam um comportamento homogêneo em relação aos processos superficiais, sendo elas: Planalto Leste - Serra dos Canários; Planalto Oeste - Serra dos Canários; Rebordo do Planalto; Colinas Vulcânicas; Colinas Arenosas; Campos de Areia; Silvicultura; Urbano; Cerros de São Francisco; Colinas do Baixas do Rio Jaguari e Vales Fluviais.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Geoenvironmental studies represent an important instrument for the planning and analysis of land use and occupation forms. This type of work when associated with geomorphological issues brings important results for zoning and regional planning. The objective of this study was to define the Geoenvironmental zoning of the municipality of São Francisco de Assis(SFA), located in the Western part of the Rio Grande do Sul, using as analysis parameters the relief conditions, lithology, soils and occupation. The applied methodology follows the proposal of Trentin and Robaina (2005) where they define that Geoenvironmental Zoning refers to the division of a certain geographic space and has its direction in determining the fragilities and environmental potential of the landscapes. For this, the environmental parameters of the geological substrate, the landforms, features of the hydrographic network, soil characteristics and surface features are used. The use and occupation of the land complete the data for final Geoenvironmental analysis and compartmentalization. As final results, eleven units were defined that present a homogeneous behavior in relation surface processes, being: Plateau Leste - Serra dos Canários; Plateau Oeste - Serra dos Canários; Rim of the Plateau; Volcanic Hills; Sandy Hills; Sand Fields; Forestry; Urban; São Francisco Hills; Lowlands of the Jaguari River and Fluvial valleys.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Análise de Relevo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Formas de uso e ocupação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Litologia]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Solos]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Zoneamento Geoambiental]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Relief Analysis]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Forms of use and occupation]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Lithology]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Soil]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Geoenvironmental Zoning]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Estudos e zoneamento geoambiental do munic&iacute;pio de S&atilde;o Francisco de Assis &ndash; Oeste do Rio Grande do Sul</b></p>     <p><b>Studies and geo-environmental zoning on the municipality of S&atilde;o Francisco de Assis &ndash; Rio Grande do Sul West</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Robaina, Lu&iacute;s</b><sup>1</sup>;<b> Trentin, Romario</b><sup>1</sup></p>     <p><sup>1</sup> &nbsp;Universidade Federal de Santa Maria, Dpto de Geoci&ecirc;ncias. Av. Roraima, 1000, Campus da UFSM, Pr&eacute;dio 17, sala 1113c. CEP:97105-900 &ndash; Santa Maria/RS - Brasil. <a href="mailto:lesrobaina@yahoo.com.br">lesrobaina@yahoo.com.br</a> ; <a href="mailto:romario.trentin@gmail.com">romario.trentin@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os estudos Geoambiental representam importante instrumento para o planejamento e an&aacute;lise das formas de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o do solo. Este tipo de trabalho quando associado &agrave;s quest&otilde;es geomorfol&oacute;gicas trazem resultados importantes para os zoneamentos e planejamentos regionais. Desta forma, o presente trabalho teve como objetivo a defini&ccedil;&atilde;o do zoneamento Geoambiental do munic&iacute;pio de S&atilde;o Francisco de Assis(SFA), localizado no oeste do estado do Rio Grande do Sul, utilizando como par&acirc;metros de an&aacute;lise, as condi&ccedil;&otilde;es de relevo, litologia, solos e uso e ocupa&ccedil;&atilde;o. A metodologia aplicada, segue a proposta de Trentin e Robaina (2005) onde definem que o zoneamento Geoambiental, se refere ao parcelamento de um determinado espa&ccedil;o geogr&aacute;fico e tem seu direcionamento na determina&ccedil;&atilde;o das fragilidades e potencialidades ambientais das paisagens. Para isso, utilizam-se os par&acirc;metros ambientais do substrato geol&oacute;gico, as formas do relevo, fei&ccedil;&otilde;es da rede hidrogr&aacute;fica, caracter&iacute;sticas do solo e fei&ccedil;&otilde;es superficiais. O uso e ocupa&ccedil;&atilde;o da terra, completam os dados para an&aacute;lise e compartimenta&ccedil;&atilde;o geoambiental final. Como resultados finais, foram definidas onze unidades que apresentam um comportamento homog&ecirc;neo em rela&ccedil;&atilde;o aos processos superficiais, sendo elas: Planalto Leste - Serra dos Can&aacute;rios; Planalto Oeste - Serra dos Can&aacute;rios; Rebordo do Planalto; Colinas Vulc&acirc;nicas; Colinas Arenosas; Campos de Areia; Silvicultura; Urbano; Cerros de S&atilde;o Francisco; Colinas do Baixas do Rio Jaguari e Vales Fluviais.</p>     <p><b>&nbsp;</b></p>     <p><b>Palavras-chave</b>: An&aacute;lise de Relevo; Formas de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o; Litologia; Solos; Zoneamento Geoambiental</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>&nbsp;</b></p>     <p><b>ABSTRACT </b></p>     <p>Geoenvironmental studies represent an important instrument for the planning and analysis of land use and occupation forms. This type of work when associated with geomorphological issues brings important results for zoning and regional planning. The objective of this study was to define the Geoenvironmental zoning of the municipality of S&atilde;o Francisco de Assis(SFA), located in the Western part of the Rio Grande do Sul, using as analysis parameters the relief conditions, lithology, soils and occupation. The applied methodology follows the proposal of Trentin and Robaina (2005) where they define that Geoenvironmental Zoning refers to the division of a certain geographic space and has its direction in determining the fragilities and environmental potential of the landscapes. For this, the environmental parameters of the geological substrate, the landforms, features of the hydrographic network, soil characteristics and surface features are used. The use and occupation of the land complete the data for final Geoenvironmental analysis and compartmentalization. As final results, eleven units were defined that present a homogeneous behavior in relation surface processes, being: Plateau Leste - Serra dos Can&aacute;rios; Plateau Oeste - Serra dos Can&aacute;rios; Rim of the Plateau; Volcanic Hills; Sandy Hills; Sand Fields; Forestry; Urban; S&atilde;o Francisco Hills; Lowlands of the Jaguari River and Fluvial valleys.</p>     <p><b>&nbsp;</b></p>     <p><b>Keywords</b>: Relief Analysis; Forms of use and occupation; Lithology; Soil; Geoenvironmental Zoning.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ol>     <li><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></li>     </ol>     <p>O zoneamento e mapeamento geoambiental &eacute; um importante instrumento para o planejamento e regula&ccedil;&atilde;o do uso e ocupa&ccedil;&atilde;o do solo. Este tipo de mapeamento quando associado &agrave;s quest&otilde;es geomorfol&oacute;gicas trazem resultados mais precisos e satisfat&oacute;rios para o zoneamento. Dentro desta &oacute;tica Grecchi e Pejon (1998) afirmam que os estudos de natureza geoambiental possibilitam a caracteriza&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas quanto &agrave;s suas aptid&otilde;es e restri&ccedil;&otilde;es &agrave;s atividades j&aacute; em desenvolvimento e/ou prov&aacute;veis de serem implantadas, al&eacute;m de indicar por&ccedil;&otilde;es do terreno com uma maior qualidade ambiental que possam ser preservadas.</p>     <p>Um dos precursores dos trabalhos de cartografia geoambiental foi Cendrero (1975) que realizou no norte da Espanha, um mapeamento geol&oacute;gico-ambiental baseado na metodologia e conceitos utilizados pelo Departamento de Geologia Econ&ocirc;mica do Texas.</p>     <p>Autores como Fiori (2004) e Carvalho et al. (2004) indicam que a elabora&ccedil;&atilde;o do zoneamento geoambiental se baseia na associa&ccedil;&atilde;o de mapas tem&aacute;ticos, entre os quais se destacam o Geol&oacute;gico, o Geomorfol&oacute;gico, o Pedol&oacute;gico, o Litol&oacute;gico, o de Declividade, a Drenagem e o Uso e Ocupa&ccedil;&atilde;o do Solo. A s&iacute;ntese dos mapas tem&aacute;ticos e a integra&ccedil;&atilde;o dos par&acirc;metros para a defini&ccedil;&atilde;o adequada dos limites de cada unidade s&atilde;o facilitadas pelas ferramentas de cartografia digital e Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica (SIG).</p>     <p>Para Trentin e Robaina (2005), o zoneamento geoambiental tem como proposta fundamental a divis&atilde;o da &aacute;rea analisada em unidades de acordo com as caracter&iacute;sticas de seus atributos. As unidades representam &aacute;reas com heterogeneidade m&iacute;nima quanto aos atributos e com respostas semelhantes frente aos processos de din&acirc;mica superficial. Uma unidade pode ser formada por um &uacute;nico atributo que por si s&oacute; define as condi&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas do comportamento ambiental ou pode ser formada por uma associa&ccedil;&atilde;o de atributos que juntos definem as particularidades da unidade.</p>     <p>Lang; Blaschke (2009, p. 41) definem que as ferramentas disponibilizadas pelos SIG&rsquo;s permitem sobrepor diferentes atributos, como caracteriza&ccedil;&atilde;o do meio f&iacute;sico e ocupa&ccedil;&atilde;o e, com isso, agilizam as an&aacute;lises e promovem conclus&otilde;es mais precisas. &ldquo;Al&eacute;m disso, tamb&eacute;m se observa que o Sistema de banco de dados permite que usu&aacute;rios menos especializados possam realizar as consultas de forma f&aacute;cil e din&acirc;mica e obtenham os resultados desejados&rdquo;.</p>     <p>Como exemplo da aplica&ccedil;&atilde;o dos mapeamentos geoambientais, cita-se o trabalho desenvolvido por Souza, et al (2005) o qual utiliza a cartografia geoambiental, como suporte para a elabora&ccedil;&atilde;o do Plano Diretor Ambiental e Urban&iacute;stico da cidade de Mariana, no estado de Minas Gerais. Mapeamento de unidades geoambientais foram desenvolvidas tamb&eacute;m por Higashi (2004) que apresentou uma caracteriza&ccedil;&atilde;o das unidades geoambientais de S&atilde;o Francisco do Sul, no Estado de Santa Catarina.</p>     <p>Em 2007, o trabalho de <i>Diagn&oacute;stico Geoambiental da Bacia do C&oacute;rrego Tenente &ndash; Mariluz/PR</i>, desenvolvido por Souza, Gasparetto e Nakashima (2008) e o trabalho intitulado <i>Zoneamento geoambiental em &aacute;reas rurais. Subs&iacute;dios ao planejamento de projetos de reforma agr&aacute;ria. Estudo de caso: assentamento rural Pirituba II, (SP)</i>, de autoria de Shimbo e Jim&eacute;nez-Rueda (2007), apresentam como base a rela&ccedil;&atilde;o entre as informa&ccedil;&otilde;es da rede de drenagem, geologia estrutural, fisiogr&aacute;ficas e pedol&oacute;gicas, que permitiram estabelecer as zonas geoambientais. Danilo Francisco Trov&oacute; Gar&oacute;falo e Marta Fel&iacute;cia Marujo Ferreira (2013) realizaram uma an&aacute;lise geoambiental de bacias hidrogr&aacute;ficas situadas em &aacute;reas de transi&ccedil;&atilde;o urbano-rural, na bacia do ribeir&atilde;o do P&acirc;ntano, Alfenas (MG).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na &aacute;rea de estudo, o trabalho dos autores De Nardin e Robaina (2009) estabelece o zoneamento geoambiental da bacia hidrogr&aacute;fica do arroio Miracatu, j&aacute; Trentin (2011), estabeleceu o mapeamento geoambiental da bacia hidrogr&aacute;fica do Rio Itu, por&ccedil;&atilde;o norte do munic&iacute;pio de S&atilde;o Francisco de Assis. Al&eacute;m destes, trabalhos cient&iacute;ficos de mapeamento tem&aacute;tico foram desenvolvidos, tamb&eacute;m, por Menezes et al. (2013), Robaina et al (2015), Suertegaray et al. (2001), Trentin et al. (2012; 2013, 2015), Trentin e Robaina (2012) e Verdum (2004).</p>     <p>Assim sendo, o presente trabalho apresenta como objetivo a defini&ccedil;&atilde;o do zoneamento Geoambiental do munic&iacute;pio de S&atilde;o Francisco de Assis, utilizando como par&acirc;metros de an&aacute;lise, as condi&ccedil;&otilde;es de relevo, litologia, solos e uso e ocupa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1.1. Localiza&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea de trabalho</b></p>     <p>O munic&iacute;pio de S&atilde;o Francisco de Assis est&aacute; localizado na Regi&atilde;o Sul do Brasil, na por&ccedil;&atilde;o Oeste do Estado do Rio Grande do Sul, dentro da Mesorregi&atilde;o Centro-Oriental Riograndense, na Zona Missioneira, distante 485 km da capital ga&uacute;cha, Porto Alegre, e a 142 km a oeste de Santa Maria &ndash; RS.</p>     <p>A &aacute;rea do munic&iacute;pio &eacute; de 2.501,2 km&sup2;, estando limitado geograficamente pelas coordenadas 54&ordm; 47&rsquo; 02&rdquo; a 55&ordm; 53&rsquo; 54&rdquo; de longitude oeste e 29&ordm; 10&rsquo; 03&rdquo; a 29&ordm; 43&rsquo; 05&rdquo; de latitude sul, <a href="/img/revistas/got/n16/n16a15f1.gif" target="_blank">Figura 1</a>. Em suas divisas municipais, temos os munic&iacute;pios de Ma&ccedil;ambara, Unistalda e Santiago ao norte, os munic&iacute;pios de Nova Esperan&ccedil;a do Sul e Jaguari a leste, Alegrete e S&atilde;o Vicente do Sul ao sul e Manoel Viana a oeste.</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="2">     <li><b>Procedimentos metodol&oacute;gicos</b></li>     </ol>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O termo &ldquo;zoneamento&rdquo;, na presente proposta, refere-se ao parcelamento de um determinado espa&ccedil;o geogr&aacute;fico e tem seu direcionamento na determina&ccedil;&atilde;o das fragilidades e potencialidades ambientais das paisagens. Para isso, utilizam-se os par&acirc;metros ambientais do substrato geol&oacute;gico, as formas do relevo, fei&ccedil;&otilde;es da rede hidrogr&aacute;fica, caracter&iacute;sticas do solo e fei&ccedil;&otilde;es superficiais. O uso e ocupa&ccedil;&atilde;o da terra completam os dados para an&aacute;lise e compartimenta&ccedil;&atilde;o geoambiental final.</p>     <p>A <a href="/img/revistas/got/n16/n16a15f2.gif" target="_blank">Figura 2</a> apresenta um fluxograma com os n&iacute;veis dos documentos utilizados e elaborados na defini&ccedil;&atilde;o do mapa Geoambiental.</p>     
<p>Na defini&ccedil;&atilde;o de uma unidade ambiental homog&ecirc;nea pode-se utilizar um &uacute;nico par&acirc;metro ou um grupo deles para formar uma unidade, que &eacute; a base para a an&aacute;lise de uma &aacute;rea. Define-se como par&acirc;metro o elemento base que ser&aacute; inserido e manuseado sobre um documento cartogr&aacute;fico, como informa&ccedil;&atilde;o que representa parte dos componentes do ambiente.</p>     <p>Os estudos para elabora&ccedil;&atilde;o do mapa Geoambiental iniciam com um grupo de documentos b&aacute;sicos. Nesta etapa s&atilde;o obtidos os mapas topogr&aacute;ficos, carta imagem e demais mapas pr&eacute;-existentes. As informa&ccedil;&otilde;es de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o obtidas atrav&eacute;s de pesquisa de dados socioecon&ocirc;micos do munic&iacute;pio em &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos e privados. Nesta etapa os trabalhos de campo s&atilde;o de reconhecimento da &aacute;rea.</p>     <p>Os documentos derivados s&atilde;o produtos da integra&ccedil;&atilde;o de dados e da compila&ccedil;&atilde;o de mapas b&aacute;sicos. A elabora&ccedil;&atilde;o de mapas dentro dos estudos geogr&aacute;ficos representa importante fase para o entendimento da evolu&ccedil;&atilde;o dos ambientes naturais, relacionados &agrave;s formas, g&ecirc;nese e processos.</p>     <p>O estudo do relevo parte da an&aacute;lise e cartografia de suas caracter&iacute;sticas principais, determinadas pela hipsometria, declividade, amplitude, comprimento, perfil e plano de vertente. Nesta etapa de desenvolvimento dos documentos derivados, &eacute; elaborado o mapa de uso da terra, com base na carta imagem, que reflete &aacute;reas distintas da paisagem em um determinado momento.</p>     <p>Os documentos interpretativos s&atilde;o realizados a partir das informa&ccedil;&otilde;es e dos levantamentos, contidos nos documentos b&aacute;sicos e derivados, apoiados por trabalhos de campo. Os trabalhos de campo s&atilde;o realizados de forma investigativa, atrav&eacute;s de perfis, com apoio das imagens e cartas topogr&aacute;ficas. Os pontos coletados e inseridos em uma base georreferenciada, possibilitam a gera&ccedil;&atilde;o de planos de informa&ccedil;&atilde;o (PIs), onde s&atilde;o constru&iacute;dos os mapas.</p>     <p>A vegeta&ccedil;&atilde;o &eacute; determinada a partir da defini&ccedil;&atilde;o do grau de cobertura do solo. Diferencia-se a cobertura vegetal pelo aspecto fision&ocirc;mico predominante em campestre, arbustiva ou florestal e ocorr&ecirc;ncia de vegeta&ccedil;&atilde;o original ou ex&oacute;tica.</p>     <p>Os documentos finais s&atilde;o caracterizados pelas modifica&ccedil;&otilde;es antr&oacute;picas e por fei&ccedil;&otilde;es que representam a din&acirc;mica envolvida na intera&ccedil;&atilde;o entre a natureza e o homem.</p>     <p>O zoneamento Geoambiental do munic&iacute;pio de S&atilde;o Francisco de Assis, apoiou-se no uso das geotecnologias e processamentos em SIG, especificamente com as ferramentas de an&aacute;lise estat&iacute;stica e espacial do Arcgis 10.2&reg;. A defini&ccedil;&atilde;o das unidades Geoambientais ocorreu atrav&eacute;s das an&aacute;lises e cruzamento das camadas do mapeamento de solos, litologia, unidades morfolitol&oacute;gicas e o mapeamento de uso. A <a href="#f3">Figura 3</a> mostra a espacializa&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis utilizadas na defini&ccedil;&atilde;o das unidades Geoambientais.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f3">     <p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a15f3.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="3">     <li><b>Principais caracter&iacute;sticas</b></li>     </ol>     <p>No munic&iacute;pio de S&atilde;o Francisco de Assis o sentido principal dos cursos d'&aacute;gua s&atilde;o de NE-SW, desaguando no Rio Ibicu&iacute; e no rio Jaguari que, tamb&eacute;m, &eacute; um afluente do Ibicu&iacute;. O arranjo espacial dos cursos fluviais apresenta um padr&atilde;o predominantemente retangular-dendr&iacute;tico, com um total de 2.891,8 km de canais.</p>     <p>A amplitude altim&eacute;trica &eacute; de 380 metros, como a menor altitude na cota de 80 metros, junto &agrave;s plan&iacute;cies do rio Ib&iacute;cui, na por&ccedil;&atilde;o sul do munic&iacute;pio e a maior altitude se apresenta na cota de 460 metros, na por&ccedil;&atilde;o Nordeste do munic&iacute;pio. De forma geral, o munic&iacute;pio de SFA apresenta um relevo ondulado, onde predominam declividades entre 5 a 15%.</p>     <p>Conforme Robaina et al. (2010), este munic&iacute;pio est&aacute; localizado sobre duas grandes unidades geomorfol&oacute;gicas do Rio Grande do Sul que s&atilde;o: Depress&atilde;o Central e o Planalto da Serra Geral. Na unidade da Depress&atilde;o Central forma o relevo denominado Modelados dos Patamares residuais em arenitos, que se caracteriza por um relevo ondulado em rochas fri&aacute;veis e &aacute;reas planas aluviais. Na unidade do Planalto da Serra geral, forma o relevo dos Modelados de Patamares das Miss&otilde;es e dos Modelados de Rebordo do Planalto.</p>     <p>As rochas que afloram no munic&iacute;pio est&atilde;o associadas a uma sequ&ecirc;ncia vulcano-sedimentar, depositados na Bacia Sedimentar do Paran&aacute;. As rochas mais antigas que afloram no munic&iacute;pio correspondem a uma espessa sucess&atilde;o fl&uacute;vio-e&oacute;lica representada por arenitos com presen&ccedil;a comum de micas e por apresentar concre&ccedil;&otilde;es carbon&aacute;ticas, pertencente a Forma&ccedil;&atilde;o Sanga do Cabral (Lavina,1988). A sequ&ecirc;ncia sobrejacente corresponde a um substrato identificado por uma sequ&ecirc;ncia de arenitos com gr&acirc;nulos e associa&ccedil;&otilde;es com sequ&ecirc;ncia pel&iacute;ticas de caracter&iacute;sticas fluviais que conforme Wildner et al. (2006) constituem a Forma&ccedil;&atilde;o Guar&aacute;. Em algumas por&ccedil;&otilde;es a alta coes&atilde;o dos gr&atilde;os, devido &agrave; intensa concentra&ccedil;&atilde;o de &oacute;xido de ferro e, por vezes, s&iacute;lica, confere &agrave;s rochas maior resist&ecirc;ncia, geralmente nas camadas superiores, expondo fei&ccedil;&otilde;es de relevo com encostas &iacute;ngremes e afloramentos de rochas. Por outro lado, estas rochas apresentam-se muito fri&aacute;veis e com alto grau de altera&ccedil;&atilde;o, quando pouco cimentadas, o que condiciona a forma&ccedil;&atilde;o de intensos processos erosivos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No final do Jur&aacute;ssico, in&iacute;cio do Cret&aacute;ceo com avan&ccedil;o do Deserto na Bacia do Paran&aacute; os sedimentos est&atilde;o representados por uma sequ&ecirc;ncia e&oacute;lica da Forma&ccedil;&atilde;o Botucat&uacute;, compostas por arenito avermelhado, finos a m&eacute;dios, bem selecionados com gr&atilde;os arredondados e com alta esferecidade. A fragmenta&ccedil;&atilde;o do grande continente da Pangea gerou pacotes de lavas da Forma&ccedil;&atilde;o Serra Geral de composi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica e &aacute;cida, constituindo um empilhamento de lavas. Nos intervalos entre os sucessivos pacotes de lavas ocorre, eventualmente, a deposi&ccedil;&atilde;o de sedimentos arenosos, constituindo os arenitos intertr&aacute;picos. As sequ&ecirc;ncias geol&oacute;gicas mais recentes ocorrem nas &aacute;reas de acumula&ccedil;&atilde;o, junto &agrave; plan&iacute;cie de inunda&ccedil;&atilde;o, na calha dos arroios e ao longo de sua plan&iacute;cie de inunda&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>     <p>Com base na EMPRAPA, (1999), no munic&iacute;pio de S&atilde;o Francisco de Assis encontram-se as seguintes classes de solos (conforme o Sistema Brasileiro de Classifica&ccedil;&atilde;o de Solos &ndash; SiBCS &ndash; de 1999): solos hidrom&oacute;rficos divididos em Gleissolos, Planossolos e Neossolos quartzar&ecirc;nicos fl&uacute;vicos; solos mal desenvolvidos dos tipos Cambissolos e Neossolos litolicos e quartzar&ecirc;nicos; e os solos bem desenvolvidos que s&atilde;o definidos como Argissolos, Latossolos e Nitossolos.</p>     <p>Os solos hidrom&oacute;rficos est&atilde;o associados, principalmente, &agrave;s v&aacute;rzeas dos grandes rios que marcam divisas do munic&iacute;pio como o rio Jaguari e o rio Ibicu&iacute;. Sobre o substrato de rochas vulc&acirc;nicas com relevo ondulado s&atilde;o comuns solos mal desenvolvidos formando uma associa&ccedil;&atilde;o de Cambissolos e Neossolos lit&oacute;licos, que muitas vezes apresentam o Horizonte pedol&oacute;gico A com mat&eacute;ria org&acirc;nica e pedregoso, constituindo horizonte chernoss&oacute;lico.</p>     <p>Na por&ccedil;&atilde;o NE do munic&iacute;pio, ainda com substrato vulc&acirc;nico, ocorrem solos bem desenvolvidos que s&atilde;o classificados como Argissolos Vermelhos e est&atilde;o associados a por&ccedil;&otilde;es menos resistentes dos derrames. Estes solos, tamb&eacute;m, ocorrem na por&ccedil;&atilde;o SE do munic&iacute;pio, sobre um substrato de arenitos finos em relevo de colinas. Nas por&ccedil;&otilde;es mais finas, menos perme&aacute;veis dos arenitos, ocorrem Argissolos Bruno, enquanto, nas por&ccedil;&otilde;es mais arenosas Argissolos Vermelhos. Junto a Vila Kramer com uma altera&ccedil;&atilde;o mais importante, devido a ocorr&ecirc;ncia da por&ccedil;&atilde;o de topo de derrame, desenvolvem-se por&ccedil;&otilde;es com solos minerais homog&ecirc;neos, com estrutura do horizonte subsuperficial de blocos ou prismas bem definidos, com cerosidade, classificados como Nitossolos vermelhos.</p>     <p>Associados aos arenitos m&eacute;dios a finos das Forma&ccedil;&otilde;es Guar&aacute; e Botucatu, que predominam no munic&iacute;pio, desenvolvem-se solos classificados como Latossolos vermelhos com textura arenosa e algumas vezes Neossolos Quartzar&ecirc;nicos devido &agrave; rocha original possuir pouca argila e poucos minerais alter&aacute;veis. Os Neossolos ocorrem em um relevo ondulado com vegeta&ccedil;&atilde;o xer&oacute;fila identificada como butiazeiro-an&atilde;o (Butia lallemantii) que se caracteriza por uma palmeira an&atilde; e cespitosa, com copa hemisf&eacute;rica, de 70-120 cm de altura que podem formar grandes &aacute;reas. A degrada&ccedil;&atilde;o destes solos gera campos de areia, muito comuns na por&ccedil;&atilde;o central do munic&iacute;pio, onde a a&ccedil;&atilde;o do vento desenvolve dunas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>3.1. Uso e ocupa&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A &aacute;rea urbana caracterizada pelo adensamento residencial, ocorr&ecirc;ncia de &aacute;reas com com&eacute;rcios e centros administrativos, est&aacute; localizada na por&ccedil;&atilde;o centro sul com abrang&ecirc;ncia de cerca de 0,2% de sua &aacute;rea territorial.</p>     <p>As lavouras se caracterizam por locais onde s&atilde;o realizados os cultivos agr&iacute;colas com predom&iacute;nio de monoculturas tempor&aacute;rias como a soja, cana-de-a&ccedil;&uacute;car, mandioca, milho e arroz (IBGE, 2014). No munic&iacute;pio tamb&eacute;m s&atilde;o observadas grandes &aacute;reas com cultivos de trigo. Se localizam principalmente nas por&ccedil;&otilde;es norte, leste e oeste do munic&iacute;pio com abrang&ecirc;ncia de cerca de 22,6% de sua &aacute;rea territorial.</p>     <p>Os campos e pastagens s&atilde;o caracterizados pelo predom&iacute;nio de grandes &aacute;reas com gram&iacute;neas plantadas e nativas, que s&atilde;o utilizadas para pecu&aacute;ria onde ocorrem a cria&ccedil;&atilde;o extensiva de gado bovino e ovino. Encontram-se distribu&iacute;dos principalmente nas por&ccedil;&otilde;es nordeste, noroeste e centro-sul do munic&iacute;pio com abrang&ecirc;ncia de cerca de 46,5% de sua &aacute;rea territorial.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Associado &agrave;s &aacute;reas de lavouras, ocorrem os solos expostos que s&atilde;o &aacute;reas onde os solos ficam expostos pelo per&iacute;odo de entressafras, podendo ocorrer o desenvolvimento de processos erosivos. Os locais com solo exposto encontram-se principalmente nos setores nordeste, centro e sudoeste do munic&iacute;pio com abrang&ecirc;ncia de cerca de 13,7% da &aacute;rea territorial.</p>     <p>As matas de encostas e ciliares s&atilde;o caracterizadas principalmente pela presen&ccedil;a de concentra&ccedil;&otilde;es de esp&eacute;cies vegetais nativas de porte arb&oacute;reo-arbustivo. A silvicultura &eacute; caracterizada por grandes extens&otilde;es de &aacute;reas plantadas, ou seja, locais utilizados para o cultivo de esp&eacute;cies vegetais arb&oacute;reas ex&oacute;ticas, principalmente eucalipto (Eucalyptus sp.).</p>     <p>Nas plan&iacute;cies de inunda&ccedil;&atilde;o dos canais principais dos rios Ibicu&iacute; e Jaguari e seus afluentes ocorre atividade agr&iacute;cola, com orizicultura. O rio Ibicu&iacute;, para o munic&iacute;pio, tamb&eacute;m tem import&acirc;ncia ao uso como Balne&aacute;rio, na Praia do Jacaqu&aacute;.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="4">     <li><b>Zoneamento geoambiental</b></li>     </ol>     <p>O zoneamento geoambiental pode ser considerado uma t&eacute;cnica de integra&ccedil;&atilde;o e s&iacute;ntese de informa&ccedil;&otilde;es tem&aacute;ticas que identificam padr&otilde;es de vulnerabilidade e potencialidade diferenciados.</p>     <p>O mapa da <a href="#f4">Figura 4</a> mostra a distribui&ccedil;&atilde;o espacial das unidades geoambientais do munic&iacute;pio de S&atilde;o Francisco de Assis e, a <a href="#t1">Tabela 1</a>, apresenta os dados quantitativos das &aacute;reas e percentagens das unidades. Para o referido munic&iacute;pio foram definidas 11 unidades geoambientais, as quais apresentam caracter&iacute;sticas homog&ecirc;neas quanto &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es topogr&aacute;ficas de substrato geol&oacute;gico, solos e formas de uso.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f4">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a15f4.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t1">     <p><img src="/img/revistas/got/n16/n16a15t1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>4.1. Unidade Planalto Leste - Serra dos Can&aacute;rios</b></p>     <p>Unidade que ocorre nas altitudes superiores a 300 m, pertencente a regi&atilde;o geomorfol&oacute;gica do Planalto das Miss&otilde;es (Robaina et al 2010), com drenagens pertencentes &agrave; bacia do rio Jaguari. O substrato &eacute; de rochas vulc&acirc;nicas em relevo de colinas suaves formando &aacute;reas de nascentes, principalmente, dos afluentes do rio Jaguari, como os arroios Jaguari-mirim, Inhandiju e Piquiri. Nessa sub-unidade os solos n&atilde;o s&atilde;o espessos, mas ocorrem solos bem desenvolvidos como Argissolos, provavelmente pela exposi&ccedil;&atilde;o de por&ccedil;&otilde;es menos resistentes dos derrames. Os solos e o relevo s&atilde;o prop&iacute;cios ao uso agr&iacute;cola, que predomina na unidade, descaracterizando a vegeta&ccedil;&atilde;o campestre natural. Esta unidade ocorre na por&ccedil;&atilde;o nordeste do munic&iacute;pio, ocupando uma &aacute;rea de 75,57 km&sup2;, representando 3,01 % da &aacute;rea total do munic&iacute;pio.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4.2. Unidade Planalto Oeste - Serra dos Can&aacute;rios</b></p>     <p>Essa unidade apresenta as maiores altitudes do munic&iacute;pio, se localizando no Planalto, formando nascentes da rede de drenagem ligada diretamente ao rio Ibicu&iacute;, como da Inhacund&aacute;-Cara&iacute;-Passos e Taquari-Miracatu. Os solos s&atilde;o rasos e mal desenvolvidos, como Neossolos lit&oacute;licos sobre um substrato vulc&acirc;nico. &Eacute; comum a exposi&ccedil;&atilde;o destes derrames, na forma de blocos de rochas expostas nos campos, formando solos de pouca profundidade e pedregosos, marcando as fragilidades com rela&ccedil;&atilde;o ao uso desta unidade. Apresenta uma extensa cobertura de campos, formando um denso tapete gram&iacute;neo herb&aacute;ceo, de esp&eacute;cies conhecidas, como o capim-caninha (Andropogon lateralis) e a grama-forquilha (Paspalum notatum) com uso para pecu&aacute;ria, principalmente de bovinos. Esta unidade ocupa uma &aacute;rea de 67,58 km&sup2;, o que representa 2,69% da &aacute;rea total do munic&iacute;pio, localizada na por&ccedil;&atilde;o nordeste do munic&iacute;pio.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>4.3. Unidade Rebordo do Planalto</b></p>     <p>A unidade apresenta o relevo mais movimentado do munic&iacute;pio, marcado pelo recuo da escarpa, caracterizada por elementos de vales e cristas estreitas. Espacialmente ocupa a por&ccedil;&atilde;o centro nordeste do munic&iacute;pio. Dois patamares marcam a escarpa: o primeiro constitu&iacute;do por rochas aren&iacute;ticas que formam uma chapada curta e o segundo constitu&iacute;do por rochas vulc&acirc;nicas, com relevo de morros e morrotes. As rochas variam entre arenitos e vulc&acirc;nicas com os solos predominantemente pedregosos e mal desenvolvidos. Entretanto, na passagem do relevo de colinas para morros e morrotes e no topo das chapadas os solos s&atilde;o rasos, mas bem desenvolvidos em perfil, formando predominantemente argissolos.</p>     <p>Esta unidade localiza-se na por&ccedil;&atilde;o centro nordeste do munic&iacute;pio ocupando uma &aacute;rea de 460,59 km&sup2;, o que representa 18,36% da &aacute;rea total do munic&iacute;pio. O uso e ocupa&ccedil;&atilde;o est&atilde;o ligados a pequenas propriedades com pequenas lavouras de subsist&ecirc;ncia e tabaco como principal produto comercial. As &aacute;reas s&atilde;o suscet&iacute;veis a processos de transporte e movimento de massa, especialmente quando a vegeta&ccedil;&atilde;o da encosta &eacute; suprimida.</p>     <p>Nessa unidade, conforme Alves (2008), ocorre de forma extensa e homog&ecirc;nea uma flor&iacute;stica diversificada devido &agrave;s contribui&ccedil;&otilde;es da Floresta Estacional Decidual. Nestes locais se desenvolvem esp&eacute;cies como aroeira-brava (<i>Lithraea molleoides</i>), aroeira-folha-de-salso (<i>Schinus molle</i>), pau-ferro (<i>Astroniumbalansae</i>), branquilho (<i>Sebastiana commersoniana</i>), camboat&aacute;-vermelho (<i>Cupaniavernalis</i>), a pitangueira (<i>Eugenia uniflora</i>), a timba&uacute;va (<i>Enterolobium contortisiliquum</i>), carvalhinho (<i>Casearia silvestris</i>), canela-de-veado (<i>Helietta apiculata</i>), ariticum (<i>Rollinia emarginata, Rollinia salicifolia</i>), mamica-de-cadela (<i>Zanthoxylum rhoifolium</i>), a&ccedil;oita-cavalo (<i>Luehea divaricata</i>), murta (<i>Blepharocalyx salicifolius</i>), gravat&aacute; (<i>Bromelia balansae</i>),&nbsp; ip&ecirc;-roxo (<i>Tabebuia impetiginosa</i>), o araticum-folha-de-salso (<i>Annona neosalicifolia</i>) e o araticum-quaresma (<i>Annona emarginata</i>), ch&aacute;-de-bugre (<i>Casearia sylvestris</i>), chal-chal (<i>Allophylus edulis</i>), o tarum&atilde;-preto (<i>Vitex megapotamica</i>), o camboat&aacute;-branco (<i>Mataybaela eagnoides</i>), a guajuvira (<i>Cordia americana</i>), a canela-preta (<i>Nectandra megapotamica</i>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4.4. Unidade de colinas vulc&acirc;nicas</b></p>     <p>A unidade compreende um relevo de colinas que ocorrem em litologias vulc&acirc;nicas b&aacute;sicas de pouca espessura e arenitos. Os solos variam dependendo da por&ccedil;&atilde;o do derrame que foi alterado e a resist&ecirc;ncia do arenito intertr&aacute;pico. Nas por&ccedil;&otilde;es de topo de derrame, com material v&iacute;treo intersticial os processos de altera&ccedil;&atilde;o da rocha s&atilde;o mais significativos, gerando solos bem desenvolvidos (Argissolos, Latossolos e Nitossolos), que predominam na parte Central da unidade. Nas demais por&ccedil;&otilde;es a maior resist&ecirc;ncia das por&ccedil;&otilde;es cristalinas do derrame, geram solos rasos mal desenvolvidos, como Neossolos lit&oacute;licos, que, algumas vezes, concentram mat&eacute;ria org&acirc;nica no horizonte A. Por serem pouco espessos os derrames presentes nesta unidade, permitem a exposi&ccedil;&atilde;o de pequenas manchas arenosas.</p>     <p>As fei&ccedil;&otilde;es erosivas presentes s&atilde;o ravinas que ocorrem em &aacute;reas com exposi&ccedil;&atilde;o dos arenitos. De modo geral, a vegeta&ccedil;&atilde;o arb&oacute;rea deste sistema se distribui ao longo dos canais, na forma de cap&otilde;es de mata pr&oacute;ximos das nascentes. O tipo de uso &eacute; a associa&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria e agricultura. Esta unidade ocupa uma &aacute;rea de 418,75 km&sup2;, representando 16,69% da &aacute;rea total do munic&iacute;pio e estende-se na forma de uma faixa de norte a noroeste do munic&iacute;pio.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>4.5. Unidade colinas arenosas</b></p>     <p>Esta unidade est&aacute; representada por litologias fri&aacute;veis da Forma&ccedil;&atilde;o Guar&aacute;, identificados como arenitos fluviais em relevo de colinas arenosas c&ocirc;ncavo-convexas onde predominam os solos espessos, profundos, arenosos e fri&aacute;veis, com pouco material ligante, predominando Latossolos arenosos, mas ocorrendo, tamb&eacute;m Neossolos quartzar&ecirc;nicos.</p>     <p>Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vegeta&ccedil;&atilde;o, esse sistema &eacute; composto por forma&ccedil;&otilde;es campestres, cap&otilde;es de mato e bosques de eucaliptos. Quanto ao uso, ainda predominam os campos com atividade pecu&aacute;ria, mas existem &aacute;reas utilizadas para a agricultura, especialmente lavouras de soja. O relevo &eacute; prop&iacute;cio para atividade agr&iacute;cola ampla, mas os solos arenosos e com baixo teor de ligantes podem ser usadas com culturas especialmente adaptadas, com extremo cuidado para neutralizar as limita&ccedil;&otilde;es, principalmente relacionadas com o controle da eros&atilde;o o manejo da &aacute;gua.</p>     <p>Esta unidade ocupa a maior &aacute;rea no munic&iacute;pio com 774,13 km&sup2;, correspondendo a 30,86% da &aacute;rea total, estendendo-se por uma longa faixa central norte-sul.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4.6. Unidade Campos de areia</b></p>     <p>Espacialmente a unidade dos areais, localiza-se principalmente no centro do munic&iacute;pio, associado a unidade de colinas arenosas, ocupando uma &aacute;rea de 63,34 km&sup2;, o que representa 2,52% da &aacute;rea total do munic&iacute;pio. Os campos de areia marcam uma forma acelerada de eros&atilde;o dos solos que tem suscitado muita preocupa&ccedil;&atilde;o regional.</p>     <p>Desenvolvem-se desde a cabeceira de drenagens desmatadas e, principalmente, em encostas convexas junto &agrave; base das colinas e arenitos pouco coesos. Forma-se pela a&ccedil;&atilde;o hidrodin&acirc;mica das chuvas em um solo de baixa cobertura vegetal, arenoso e fri&aacute;vel. O vento persistente na regi&atilde;o, espalha as areias ampliando os campos de areia. A presen&ccedil;a de areais no sudoeste do Rio Grande do Sul, segundo dados de diversos autores, &eacute; anterior aos prim&oacute;rdios da coloniza&ccedil;&atilde;o e sua causa reside na fragilidade do ecossistema.</p>     <p>Em algumas &aacute;reas as colinas com campos arenosos e areais s&atilde;o cobertas por uma vegeta&ccedil;&atilde;o nativa muito caracter&iacute;stica, o buti&aacute;-an&atilde;o. Por sua ocorr&ecirc;ncia restrita no oeste e sudoeste do Estado, o buti&aacute;-an&atilde;o (<i>Butia lallemantii</i>) representa importante esp&eacute;cie end&ecirc;mica que caracteriza o Bioma Pampa e atribui um aspecto de savana &agrave; vegeta&ccedil;&atilde;o campestre local. Nota-se, todavia, que a ocorr&ecirc;ncia de alguns pol&iacute;gonos com buti&aacute; an&atilde;o se encontra conectada e sua interrup&ccedil;&atilde;o est&aacute; associada ao desenvolvimento de lavouras. As caracter&iacute;sticas apresentadas mostram a import&acirc;ncia dessa esp&eacute;cie, que por ser t&iacute;pica do ecossistema do Bioma Pampa e estar perdendo espa&ccedil;o pela agricultura e silvicultura, deve ser preservada, para que nos pr&oacute;ximos anos n&atilde;o venha a ser extinta do seu ambiente original.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>4.7. Unidade de Silvicultura</b></p>     <p>A unidade de silvicultura compreende as planta&ccedil;&otilde;es de pinus e eucaliptos e foi separada como unidade por representar uma nova proposta de uso da terra na regi&atilde;o, diferente do tradicional associado a pecu&aacute;ria e agricultura. Al&eacute;m disso, &eacute; importante ressaltar que a presen&ccedil;a da vegeta&ccedil;&atilde;o ex&oacute;tica faz com que a a&ccedil;&atilde;o dos agentes de eros&atilde;o, vento e &aacute;gua, sejam modificadas e, portanto, alterando a din&acirc;mica superficial da regi&atilde;o.</p>     <p>A silvicultura &eacute; uma atividade relativamente recente na &aacute;rea de estudo, pois estas planta&ccedil;&otilde;es comerciais ocorreram nos &uacute;ltimos 10 anos, onde anteriormente se desenvolviam campos com pecu&aacute;ria e agricultura, al&eacute;m de por&ccedil;&otilde;es com areniza&ccedil;&atilde;o. As extensas &aacute;reas para essa atividade incorporam &aacute;reas de areniza&ccedil;&atilde;o e se apresenta como principal ponto positivo para os moradores da regi&atilde;o. Entretanto, em termos ecol&oacute;gicos, est&atilde;o sendo destru&iacute;das &aacute;reas que marcam uma condi&ccedil;&atilde;o paleoclim&aacute;tica regional e que determinam o bioma Pampa, no sul do Brasil. Esta unidade ocupa atualmente 51,67 km&sup2; de &aacute;rea, o que representa 2,06% da &aacute;rea total do munic&iacute;pio e, espacialmente, distribui-se em diversos fragmentos de &aacute;reas espalhados predominantemente pelo centro sul do munic&iacute;pio, junto &agrave;s colinas arenosas e a campos de areia.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4.8. Unidade Urbano</b></p>     <p>A cidade, como sede de um munic&iacute;pio, sempre exerce um papel centralizador e a ela compete oferecer bens e servi&ccedil;os necess&aacute;rios &agrave; sua comunidade. A unidade urbano est&aacute; caracterizada, especificamente pelo per&iacute;metro urbano do munic&iacute;pios de S&atilde;o Francisco de Assis, possui uma &aacute;rea de 6,64 km&sup2;, o que corresponde a 0,26% da &aacute;rea total do munic&iacute;pio, localizada espacialmente na por&ccedil;&atilde;o centro sul do munic&iacute;pio. Nessa unidade se encontra a maior concentra&ccedil;&atilde;o populacional da &aacute;rea de estudo, dispondo de servi&ccedil;os e infraestrutura b&aacute;sica, como por exemplo, atendimento &agrave; sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o e com&eacute;rcio.</p>     <p>O substrato &eacute; formado por rochas aren&iacute;ticas, os solos s&atilde;o arenosos e ocorrem sobre um relevo de colinas. As caracter&iacute;sticas das ocupa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o definidas por constru&ccedil;&otilde;es baixas e o predom&iacute;nio de &aacute;reas residenciais, mesmo na zona central. Apresenta limita&ccedil;&otilde;es de infraestrutura e saneamento b&aacute;sico, tendo como principal conflito ambiental a contamina&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas do arroio Inhacund&aacute;-Cara&iacute; Passo, devido ao lan&ccedil;amento de esgotos. Outros impactos do sistema urbano nas caracter&iacute;sticas naturais e na fisiologia canaliza&ccedil;&otilde;es e a gera&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos s&oacute;lidos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4.9. Unidade Cerros de S&atilde;o Francisco</b></p>     <p>Esta unidade contempla os morrotes de arenito que ocorrem associados &agrave;s &aacute;reas de litologias fluviais de alta coes&atilde;o com afloramento de rochas e, em alguns casos, com topo de rochas vulc&acirc;nicas. Estes morrotes representam uma topografia t&iacute;pica da regi&atilde;o, com topos planos e encostas &iacute;ngremes com vertentes retil&iacute;neas e vegeta&ccedil;&atilde;o mais abundante nas escarpas. Nesta unidade os solos s&atilde;o rasos, classificados como Neossolos Lit&oacute;licos. Processos erosivos s&atilde;o identificados, com muita frequ&ecirc;ncia, na base dos morrotes de arenito, nas zonas de contato com a colina. Encontram-se dispersos por diversos fragmentos ao longo do munic&iacute;pio, principalmente associados &agrave;s colinas de arenito, ocupando 37,24 km&sup2;, o que representa 1,48% da &aacute;rea total do munic&iacute;pio.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A vegeta&ccedil;&atilde;o caracter&iacute;stica dos morrotes de arenito contempla diversas esp&eacute;cies, com destaque para a cri&uacute;va (<i>Agarista eucalyptoides</i>), o jasmim-catavento (<i>Tabernaemontana catharinensis</i>), o curupi (<i>Sapium haematospermum</i>) e a tuna (<i>Cereus hildmannianus</i>). No topo, a vegeta&ccedil;&atilde;o rasteira adaptou-se &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es locais de baixa umidade e solos rasos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4.10. Unidade Colinas do Baixo Jaguari</b></p>     <p>Esta unidade se localiza no m&eacute;dio e baixo curso de afluentes do rio Jaguari no munic&iacute;pio de SFA, desde o arroio Piquiri at&eacute; ao Jaguari-mirim, na por&ccedil;&atilde;o SE do munic&iacute;pio, ocupando uma &aacute;rea de 295,36 km&sup2;, o que representa 11,77% da &aacute;rea total. Formada por um relevo de colinas, o substrato &eacute; de arenitos finos, mic&aacute;ceos e solos com espessura de 60 cm a 1m com horizonte textural, sendo classificados como Argissolos.</p>     <p>O uso predominante &eacute; de campos com pecu&aacute;ria bovina associado a lavouras de soja/trigo. As condi&ccedil;&otilde;es de relevo e solos favorecem o uso agropecu&aacute;rio, mas s&atilde;o fundamentais t&eacute;cnicas conservacionistas, pois os solos s&atilde;o suscet&iacute;veis &agrave; eros&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4.11. Unidade dos Vales Fluviais</b></p>     <p>Nesta unidade ocorrem os dep&oacute;sitos recentes, localizados ao longo dos canais dos rios e arroios, em &aacute;reas planas que desenvolvem solos mal drenados chamados de hidrom&oacute;rficos. A principal atividade desenvolvida &eacute; o cultivo de arroz, que se associa &agrave; disponibilidade h&iacute;drica e potencialidade do solo. Grandes &aacute;reas alagadas, onde antes havia banhados, foram drenadas para o plantio de arroz.</p>     <p>A maior suscetibilidade desta unidade est&aacute; associada aos banhados e &agrave; mata ciliar, que vem sendo retirada nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, dando lugar ao desenvolvimento da agricultura. A vegeta&ccedil;&atilde;o arb&oacute;rea mant&eacute;m-se, dentro das &aacute;reas de prote&ccedil;&atilde;o exigidas pela legisla&ccedil;&atilde;o ambiental, apenas em algumas faixas no canal principal dos Rios Ibicu&iacute; e Jaguar&iacute;, constituindo uma mata ciliar em forma de faixas, onde as esp&eacute;cies mais caracter&iacute;sticas s&atilde;o o Sarandi (Sebastiania schottiana), o coqueiro-geriv&aacute; (Syagrus romanzoffiana), o branquilho (Sebastiana commersoniana), a pitangueira (Eugenia uniflora), o camboat&aacute;-branco (Matayba elaeagnoides) e a aroeira-cinzenta (Schinus lentiscifolius).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ol start="5">     <li><b>Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></li>     </ol>     <p>Os estudos geoambientais visam subsidiar discuss&otilde;es sobre a implementa&ccedil;&atilde;o do planejamento e ordenamento territorial, uma vez que as ocupa&ccedil;&otilde;es nem sempre s&atilde;o precedidas de estudos que considerem as restri&ccedil;&otilde;es dos recursos naturais, especialmente relacionadas &agrave; fragilidade das litologias e dos solos, quando submetidos a determinados usos.</p>     <p>O presente trabalho se prop&ocirc;s definir o zoneamento geoambiental do munic&iacute;pio de S&atilde;o Francisco de Assis e estabeleceu onze unidades que apresentam um comportamento homog&ecirc;neo quantos &agrave;s caracter&iacute;sticas de relevo, relacionadas ao substrato geol&oacute;gico e solo e &agrave;s formas de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>A grande diversidade presente no munic&iacute;pio condicionou a defini&ccedil;&atilde;o deste n&uacute;mero de unidades, pois especificamente as forma de uso possibilitaram a defini&ccedil;&atilde;o de duas unidades geoambientais, a unidade Urbano, onde se encontra a cidade de S&atilde;o Francisco de Assis, com a maior concentra&ccedil;&atilde;o populacional e maior disponibilidades de servi&ccedil;os e, a unidade Silvicultura que &eacute; um atividade que surgiu na &uacute;ltima d&eacute;cada e proporcionou uma grande mudan&ccedil;a na din&acirc;mica de uso do munic&iacute;pio.</p>     <p>As condi&ccedil;&otilde;es de uso permitiram, ainda, a diferencia&ccedil;&atilde;o das unidades Planalto Leste - Serra dos Can&aacute;rios e Planalto Oeste - Serra dos Can&aacute;rios que, associados a profundidades dos solos possibilitam maior presen&ccedil;a de lavouras no Planalto Leste - Serra dos Can&aacute;rios. As colinas do baixo Jaguari, da mesma forma, tiveram uma importante contribui&ccedil;&atilde;o do uso associado &agrave;s lavouras que condicionou a sua defini&ccedil;&atilde;o como unidade Geoambiental.</p>     <p>As condi&ccedil;&otilde;es do substrato litol&oacute;gico e relevo condicionaram a defini&ccedil;&atilde;o principal das demais unidades que, conforme a pr&oacute;pria denomina&ccedil;&atilde;o das unidades, se associam principalmente ao Rebordo, Colinas - estas diferenciadas entre os substratos aren&iacute;ticos, predominantemente fri&aacute;veis e os substratos vulc&acirc;nicos, os Cerros, a Plan&iacute;cie aluvial e os campos de areia - estes definidos como unidade Geoambiental por marcarem uma &aacute;rea de acelerada eros&atilde;o dos solos e despertarem importante preocupa&ccedil;&atilde;o regional.</p>     <p>Deve-se destacar ainda, para a elabora&ccedil;&atilde;o do presente trabalho, a utiliza&ccedil;&atilde;o de geotecnologias, uso do SIG, disponibilidade de imagens de sat&eacute;lite e modelos digitais de eleva&ccedil;&atilde;o, que foram ferramentas cruciais nos procedimentos de defini&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ol start="7">     <li><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></li>     </ol>     <p>ALVES, F. S. <i>Estudos Fitogeogr&aacute;ficos na Bacia Hidrogr&aacute;fica do Arroio Lajeado Grande &ndash; Oeste do RS</i>. Santa Maria: UFSM, 2008. (Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado) 106 f.</p>     <p>CARVALHO, J. A. R.; SILVA, A. P.; CAVALEIRO, V. M. M. Cartografia Geot&eacute;cnica e ambiental em Portugal. In: <i>5&deg; Simp&oacute;sio Brasileiro de Cartografia Geot&eacute;cnica e Geoambiental. ANAIS</i>. S&atilde;o Carlos, p. 566 &ndash; 582, 2004.</p>     <p>CENDRERO, A. Environmental geology of the Santander Bay Area, Norhern Spain. <i>Engineering Geology</i>. v. 1, p. 97 &ndash; 114. 1975.</p>     <!-- ref --><p>DE NARDIN, D.; ROBAINA, L. E. S.. Zoneamento geoambiental no Oeste do Rio Grande do Sul: bacia hidrogr&aacute;fica do rio Miracatu. <i>Geografia (Rio Claro. Impresso)</i>, v. 34, p. 163-181, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762288&pid=S2182-1267201900010001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECU&Aacute;RIA &ndash; EMBRAPA. <i>Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Sistema brasileiro de classifica&ccedil;&atilde;o de solos</i>. Bras&iacute;lia, SPI/ CNPS, 1999. 412p</p>     <!-- ref --><p>FIORI, A. P. Metodologias de Cartografia Geoambiental. In: <i>5&ordm; Simp&oacute;sio Brasileiro de Cartografia Geot&eacute;cnica e Geoambiental.</i> S&atilde;o Carlos: Anais, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762291&pid=S2182-1267201900010001500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>GAR&Oacute;FALO, D. F. T.; FERREIRA, M. F. M.. An&aacute;lise geoambiental de bacias hidrogr&aacute;ficas situadas em &aacute;reas de transi&ccedil;&atilde;o urbano-rural: Uma Aplica&ccedil;&atilde;o na bacia do Ribeir&atilde;o do P&acirc;ntano, Alfenas (MG). <i>Geografia (Rio Claro. Impresso)</i>, v. 38, p. 141-156, 2013,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762293&pid=S2182-1267201900010001500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>GRECCHI, R. C.; PEJON, O. J. Estudos Geoambientais da Regi&atilde;o de Piracicaba (SP), com Aux&iacute;lio de Imagem desat&eacute;lite e de Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica. In: <i>3&deg; Simp&oacute;sio Brasileiro de Cartografia Geot&eacute;cnica</i>. Florian&oacute;polis, Anais, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762295&pid=S2182-1267201900010001500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAT&Iacute;STICA (IBGE). <i>Projeto RADAMBRASIL. Levantamento de recursos naturais (Folha SH.22 Porto Alegre e parte das Folhas SH.21 Uruguaiana e SI.22 Lagoa Mirim).</i> Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica, Rio de Janeiro, CD-ROM. 1986.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762297&pid=S2182-1267201900010001500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAT&Iacute;STICA (IBGE). <i>Produ&ccedil;&atilde;o Agropecu&aacute;ria Municipal - 2014</i>. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/ppm/2014/" target="_blank">http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/ppm/2014/</a>. Acesso em: 7 abr. 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762299&pid=S2182-1267201900010001500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAT&Iacute;STICA (IBGE). <i>Malhas Digitais. Munic&iacute;pios 2010.</i> Rio de Janeiro, 2010. Dispon&iacute;vel em <a href="http://downloads.ibge.gov.br/downloads_geociencias.htm" target="_blank">http://downloads.ibge.gov.br/downloads_geociencias.htm</a>. Acesso junho de 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762301&pid=S2182-1267201900010001500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>KREITLOW, J. P.; NEVES, S. M. A. S.; NEVES, R. J.; SERAFIM, M. E.. Zoneamento geoambiental da teca no munic&iacute;pio de C&aacute;ceres/Mato Grosso &ndash; Brasil<i>. </i><i>Ra&rsquo;eGa</i>, v.31, p.53-68, 2014.</p>     <p>KNIERIN, I. S., TRENTIN, R., ROBAINA, L. E. S..&nbsp; Uso de atributos topogr&aacute;ficos para an&aacute;lise e compartimenta&ccedil;&atilde;o do relevo da bacia hidrogr&aacute;fica do Arroio Inhandiju - Oeste do RS &ndash; Brasil. <i>Revista Brasileira de Geografia F&iacute;sica</i>. v. 08 n. 04 p. 990-1005, 2015.</p>     <!-- ref --><p>LANG. S.; BLASCHKE, T. <i>An&aacute;lise da paisagem com SIG</i>. S&atilde;o Paulo: Oficina de Texto, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762305&pid=S2182-1267201900010001500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>LAVINA, E. L. The Passa Dois Group. In: <i>ANAIS DO INTERNATIONAL GONDWANA SYMPOSIUM, 7,</i> 1988. S&atilde;o Paulo. S&atilde;o Paulo: Instituto de Geoci&ecirc;ncias, 1988. p. 24-30. 1988.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762307&pid=S2182-1267201900010001500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MENEZES, D. J.; TRENTIN R.; ROBAINA, L. E. S.; SCCOTI, A. A. V.. Compartimenta&ccedil;&atilde;o geomorfol&oacute;gica do munic&iacute;pio de S&atilde;o Pedro do Sul/RS. <i>Boletim Ga&uacute;cho de Geografia</i>, 40: 268-279, maio, 2013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762309&pid=S2182-1267201900010001500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>ROBAINA, L. E. S.; TRENTIN, R.; BAZZAN, T.; RECKZIEGEL, E. W.; VERDUM, R.; DE NARDIN, D. Compartimenta&ccedil;&atilde;o geomorfol&oacute;gica da bacia hidrogr&aacute;fica do Ibicu&iacute;, Rio Grande do Sul, Brasil: Proposta de classifica&ccedil;&atilde;o. <i>Revista Brasileira de Geomorfologia</i>, v. 11, n. 2, p. 11&ndash;23, 2010.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>ROBAINA, L. E. S.; TRENTIN, R.; LAURENT, F.; SCCOTI, A. A. V. Zoneamento morfolitol&oacute;gico da bacia hidrogr&aacute;fica do rio Ibicu&iacute; e sua rela&ccedil;&atilde;o com processos superficiais e o uso do solo. <i>Revista Brasileira de Geomorfologia</i>, S&atilde;o Paulo, v.16, n.1, p.63-77, 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762312&pid=S2182-1267201900010001500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SHIMBO, J. Z.; JIM&Eacute;NEZ-RUEDA, J. R. Zoneamento geoambiental como subs&iacute;dio aos projetos de reforma agr&aacute;ria. Estudo de caso: Assentamento Rural Pirituba II. <i>Revista Nera</i>. v.10, n. 10, p. 115-133, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762314&pid=S2182-1267201900010001500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SOUZA, L. A.; SOBREIRA, F. G.; PRADO FILHO, J.. Cartografia e Diagn&oacute;stico Geoambiental Aplicados ao Ordenamento Territorial do Munic&iacute;pio de Mariana-MG. <i>Revista Brasileira de Cartografia</i>, n. 57. p. 189-203. 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762316&pid=S2182-1267201900010001500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SOUZA, M. L.; GASPARETTO, N. V. L.; NAKASHIMA, P. Diagn&oacute;stico geoambiental da bacia do c&oacute;rrego Tenente em Mariluz, Paran&aacute;, Brasil. <i>Revista Brasileira de Geoci&ecirc;ncias</i>. v. 38(2). p. 379-391, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762318&pid=S2182-1267201900010001500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>SUERTEGARAY, D. M. A. O Rio Grande do Sul descobre seus &ldquo;desertos&rdquo;. <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Ambiente</i>, v. 1, n. 1, p. 34&ndash;52, 1995.</p>     <!-- ref --><p>SUERTEGARAY, D. M. A.; GUASSELI, L. A.; VERDUM, R. <i>Atlas da Areniza&ccedil;&atilde;o: Sudoeste do Rio Grande do Sul</i>. Porto Alegre: Secretaria da Coordena&ccedil;&atilde;o e Planejamento do Rio Grande do Sul, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762321&pid=S2182-1267201900010001500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>TRENTIN, R.; ROBAINA, L. E. S.. Metodologia para o desenvolvimento de mapeamento geoambiental no oeste do Rio Grande do Sul. In: <i>XI Simp&oacute;sio Brasileiro de Geografia F&iacute;sica Aplicada, ANAIS 2005</i>, S&atilde;o Paulo, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762323&pid=S2182-1267201900010001500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>TRENTIN, R. <i>Mapeamento geomorfol&oacute;gico e caracteriza&ccedil;&atilde;o geoambiental da bacia hidrogr&aacute;fica do rio Itu/Oeste do Rio Grande do Sul/Brasil</i>. Tese de Doutorado. Brasil: Universidade Federal do Paran&aacute; &ndash; UFPR, 2011. 215p.</p>     <p>TRENTIN, R.; SANTOS, L. J. C.; ROBAINA, L. E. S. Compartimenta&ccedil;&atilde;o geomorfol&oacute;gica da bacia hidrogr&aacute;fica do rio Itu &ndash; Oeste do Rio Grande do Sul - Brasil. <i>Sociedade &amp; Natureza</i>, v. 24, n. 1, p. 127&ndash;142, 2012.</p>     <p>TRENTIN, R.; ROBAINA, L. E. S.; SCCOTI, A. A. V.&nbsp; Mapeamento geomorfol&oacute;gico do munic&iacute;pio de Manoel Viana &ndash; oeste do Rio Grande do Sul &ndash; Brasil. S&atilde;o Paulo, <i>Geoci&ecirc;ncias</i>, v. 32, n.2, p. 333-345, 2013.</p>     <!-- ref --><p>TRENTIN, R.; ROBAINA, L. E. S.; SILVEIRA, C. T. Compartimenta&ccedil;&atilde;o geomorfom&eacute;trica da bacia hidrogr&aacute;fica do rio Itu/RS. <i>Revista Brasileira de Geomorfologia</i>, S&atilde;o Paulo, v.16, n.2, (Abr-Jun) p.219-237, 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762328&pid=S2182-1267201900010001500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>VERDUM, R. <i>Approche G&eacute;ographique des &ldquo;Deserts&rdquo; Dans les Communes de S&atilde;o Francisco de Assis et Manuel Viana - Etat du Rio Grande do Sul, Br&eacute;sil</i>. Tese de Doutorado. Fran&ccedil;a: Universit&eacute; de Toulouse Le Mirail - UFR de G&eacute;ographie, 1997. 211p.</p>     <!-- ref --><p>VERDUM, R., et al. <i>Rio Grande do Sul: paisagens e territ&oacute;rios em transforma&ccedil;&atilde;o</i>. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004. 319 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762331&pid=S2182-1267201900010001500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>WILDNER, W; RAMGRAG, G. E.; LOPES R. C.; IGLESIAS, C. M. F. <i>Mapa Geol&oacute;gico do Estado do Rio Grande do Sul. Escala 1:750000</i>. CPRM, Servi&ccedil;o Geol&oacute;gico do Brasil. Porto Alegre, RS. 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1762333&pid=S2182-1267201900010001500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="6">     <li><b>Agradecimento</b></li>     </ol>     <p>A Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo a Pesquisa do Rio Grande do Sul FAPERGS pelo apoio financeiro.</p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ALVES]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Estudos Fitogeográficos na Bacia Hidrográfica do Arroio Lajeado Grande - Oeste do RS.]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Santa Maria ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[UFSM]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CARVALHO]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SILVA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[CAVALEIRO]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. M. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Cartografia Geotécnica e ambiental em Portugal.]]></article-title>
<source><![CDATA[5° Simpósio Brasileiro de Cartografia Geotécnica e Geoambiental]]></source>
<year>2004</year>
<page-range>566 - 582</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Carlos ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CENDRERO]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Environmental geology of the Santander Bay Area, Norhern Spain.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>1975</year>
<volume>1</volume>
<page-range>97 - 114</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DE NARDIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ROBAINA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. E. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Zoneamento geoambiental no Oeste do Rio Grande do Sul: bacia hidrográfica do rio Miracatu.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2009</year>
<volume>34</volume>
<page-range>163-181</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio Claro ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA - EMBRAPA</collab>
<source><![CDATA[Centro Nacional de Pesquisa de Solos.: Sistema brasileiro de classificação de solos.]]></source>
<year>1999</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[SPI/ CNPS]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FIORI]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Metodologias de Cartografia Geoambiental.]]></article-title>
<source><![CDATA[5º Simpósio Brasileiro de Cartografia Geotécnica e Geoambiental.]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Carlos ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GARÓFALO]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. F. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FERREIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. F. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise geoambiental de bacias hidrográficas situadas em áreas de transição urbano-rural: Uma Aplicação na bacia do Ribeirão do Pântano, Alfenas (MG).]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2013</year>
<volume>38</volume>
<page-range>141-156</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio Claro ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GRECCHI]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PEJON]]></surname>
<given-names><![CDATA[O. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estudos Geoambientais da Região de Piracicaba (SP), com Auxílio de Imagem desatélite e de Sistema de Informação Geográfica.]]></article-title>
<source><![CDATA[3° Simpósio Brasileiro de Cartografia Geotécnica]]></source>
<year>1998</year>
<publisher-loc><![CDATA[Florianópolis ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE)</collab>
<source><![CDATA[Projeto RADAMBRASIL. Levantamento de recursos naturais (Folha SH.22 Porto Alegre e parte das Folhas SH.21 Uruguaiana e SI.22 Lagoa Mirim).Rio de Janeiro]]></source>
<year>1986</year>
<publisher-name><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE)</collab>
<source><![CDATA[Produção Agropecuária Municipal - 2014.]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE).</collab>
<source><![CDATA[Malhas Digitais. Municípios 2010.]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[KREITLOW]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[NEVES]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. M. A. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[NEVES]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SERAFIM]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Zoneamento geoambiental da teca no município de Cáceres/Mato Grosso - Brasil.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2014</year>
<volume>31</volume>
<page-range>53-68</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[KNIERIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TRENTIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ROBAINA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. E. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uso de atributos topográficos para análise e compartimentação do relevo da bacia hidrográfica do Arroio Inhandiju - Oeste do RS - Brasil.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2015</year>
<volume>08</volume>
<numero>04</numero>
<issue>04</issue>
<page-range>990-1005</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LANG]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BLASCHKE]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Análise da paisagem com SIG.]]></source>
<year>2009</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Oficina de Texto]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LAVINA]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The Passa Dois Group.]]></article-title>
<source><![CDATA[ANAIS DO INTERNATIONAL GONDWANA SYMPOSIUM]]></source>
<year>1988</year>
<month>19</month>
<day>88</day>
<volume>7</volume>
<page-range>24-30</page-range><publisher-loc><![CDATA[São PauloSão Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Instituto de Geociências]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MENEZES]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TRENTIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ROBAINA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. E. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SCCOTI]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. A. V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Compartimentação geomorfológica do município de São Pedro do Sul/RS.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>maio</year>
<month>, </month>
<day>20</day>
<volume>40</volume>
<page-range>268-279</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ROBAINA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. E. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TRENTIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BAZZAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[RECKZIEGEL]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[VERDUM]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DE NARDIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Compartimentação geomorfológica da bacia hidrográfica do Ibicuí, Rio Grande do Sul, Brasil: Proposta de classificação.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2010</year>
<volume>11</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>11-23</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ROBAINA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. E. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TRENTIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LAURENT]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SCCOTI]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. A. V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Zoneamento morfolitológico da bacia hidrográfica do rio Ibicuí e sua relação com processos superficiais e o uso do solo.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2015</year>
<volume>16</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>63-77</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SHIMBO]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. Z.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[JIMÉNEZ-RUEDA]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Zoneamento geoambiental como subsídio aos projetos de reforma agrária. Estudo de caso: Assentamento Rural Pirituba II.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2007</year>
<volume>10</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>115-133</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SOUZA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SOBREIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PRADO FILHO]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Cartografia e Diagnóstico Geoambiental Aplicados ao Ordenamento Territorial do Município de Mariana-MG.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2005</year>
<numero>57</numero>
<issue>57</issue>
<page-range>189-203</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SOUZA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[GASPARETTO]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. V. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[NAKASHIMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Diagnóstico geoambiental da bacia do córrego Tenente em Mariluz, Paraná, Brasil.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2008</year>
<volume>38</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>379-391</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SUERTEGARAY]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O Rio Grande do Sul descobre seus &#8220;desertos&#8221;.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>1995</year>
<volume>1</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>34-52</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SUERTEGARAY]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[GUASSELI]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[VERDUM]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Atlas da Arenização: Sudoeste do Rio Grande do Sul.]]></source>
<year>2001</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Secretaria da Coordenação e Planejamento do Rio Grande do Sul]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[TRENTIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ROBAINA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. E. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Metodologia para o desenvolvimento de mapeamento geoambiental no oeste do Rio Grande do Sul.]]></article-title>
<source><![CDATA[XI Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada]]></source>
<year>2005</year>
<month>20</month>
<day>05</day>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[TRENTIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Mapeamento geomorfológico e caracterização geoambiental da bacia hidrográfica do rio Itu/Oeste do Rio Grande do Sul/Brasil.]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Federal do Paraná - UFPR]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[TRENTIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SANTOS]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. J. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ROBAINA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. E. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Compartimentação geomorfológica da bacia hidrográfica do rio Itu - Oeste do Rio Grande do Sul - Brasil.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2012</year>
<volume>24</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>127-142</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[TRENTIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ROBAINA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. E. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SCCOTI]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. A. V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Mapeamento geomorfológico do município de Manoel Viana - oeste do Rio Grande do Sul - Brasil.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2013</year>
<volume>32</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>333-345</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[TRENTIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ROBAINA]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. E. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SILVEIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Compartimentação geomorfométrica da bacia hidrográfica do rio Itu/RS.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2015</year>
<volume>16</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>219-237</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[VERDUM]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Approche Géographique des &#8220;Deserts&#8221; Dans les Communes de São Francisco de Assis et Manuel Viana - Etat du Rio Grande do Sul, Brésil.]]></source>
<year>1997</year>
<publisher-name><![CDATA[Université de Toulouse Le Mirail - UFR de Géographie]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[VERDUM]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Rio Grande do Sul: paisagens e territórios em transformação.]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editora da UFRGS]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[WILDNER]]></surname>
<given-names><![CDATA[W]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[RAMGRAG]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LOPES]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[IGLESIAS]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. M. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Mapa Geológico do Estado do Rio Grande do Sul.: Escala 1:750000.]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre^eRS RS]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[CPRM, Serviço Geológico do Brasil]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
