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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Pressões Ambientais em Unidades de Conservação: estudo de caso no sul do Estado do Amazonas]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The Conservation Units (UCs) are created in strategic areas, aimed at containing or barring the progress of deforestation, in addition to protecting biological and cultural diversity. Recently, five UCs were created in the south of the state of Amazonas, Brazil, a region that comprise a large mosaic of protected areas of ecological and cultural interest. However, the interest in several sectors of society has pushed the reduction of these areas. This study evaluated anthropic actions and claims for exploitation of natural resources in this region. The results showed that deforestation increased in areas near the highways and along the main rivers within the UCs. It was also been found that there are interests of regularization of rural properties, in addition to the search for licensing for mineral exploration in areas of integral protection.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Press&otilde;es Ambientais em Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o: estudo de caso no sul do Estado do Amazonas</b></p>     <p><b>Environmental pressures in Conservation Units: A case study in the south of the State of Amazonas</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><sup>1</sup>Duarte, Miqueias;&nbsp;Silva, <sup>1</sup>Tatiana;&nbsp;Cerqueira, <sup>2</sup>Cl&aacute;udia;&nbsp; <sup>2</sup>Silva Filho, Eliomar</b></p>     <p><sup>1</sup><i>Universidade Estadual Paulista &ldquo;J&uacute;lio Mesquita Filho&rdquo; &ndash; UNESP &ndash; Programa de P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias Ambientais &ndash; PCA.&nbsp;</i>Av. Tr&ecirc;s de Mar&ccedil;o, n. 1435, Alto do Boa Vista. CEP: 18087180, Sorocaba, S&atilde;o Paulo, Brasil.&nbsp;<a href="mailto:miqueiaseng@hotmail.com">miqueiaseng@hotmail.com</a>;&nbsp;<a href="mailto:tatianaacacio1909@gmail.com">tatianaacacio1909@gmail.com</a></p>     <p><sup>2</sup><i>Funda&ccedil;&atilde;o Universidade Federal de Rond&ocirc;nia &ndash; UNIR, Programa de P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o em Geografia</i> <i>- PPGG.&nbsp;</i>Campus &ndash; BR 364, km 9,5, CEP: 76801-059 &ndash; Porto Velho, Rond&ocirc;nia, Brasil.&nbsp;<a href="mailto:profa.ximenescerqueira@gmail.com">profa.ximenescerqueira@gmail.com</a>;&nbsp;<a href="mailto:eliomarfilho@uol.com.br">eliomarfilho@uol.com.br</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o (UCs) s&atilde;o criadas em &aacute;reas estrat&eacute;gicas e visam conter ou barrar o avan&ccedil;o do desmatamento, al&eacute;m de proteger a diversidade biol&oacute;gica e cultural. Recentemente foram criadas cinco UCs no sul do estado do Amazonas, Brasil, regi&atilde;o que comp&otilde;e um grande mosaico de &aacute;reas protegidas de interesse ecol&oacute;gico e cultural. Entretanto, o interesse por diversos setores da sociedade tem pressionado a redu&ccedil;&atilde;o dessas &aacute;reas. Este estudo avaliou as a&ccedil;&otilde;es antr&oacute;picas e reivindica&ccedil;&otilde;es por explora&ccedil;&atilde;o de recursos naturais nessa regi&atilde;o. Os resultados obtidos mostraram que o desmatamento aumentou em &aacute;reas pr&oacute;ximas &agrave;s rodovias e ao longo dos principais rios dentro das UCs. Tamb&eacute;m verificou-se que existem interesses de regulariza&ccedil;&atilde;o de im&oacute;veis rurais, al&eacute;m da busca por licenciamento para explora&ccedil;&atilde;o mineral em &aacute;reas de prote&ccedil;&atilde;o integral.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Amaz&ocirc;nia; Desmatamento; Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o; Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The Conservation Units (UCs) are created in strategic areas, aimed at containing or barring the progress of deforestation, in addition to protecting biological and cultural diversity. Recently, five UCs were created in the south of the state of Amazonas, Brazil, a region that comprise a large mosaic of protected areas of ecological and cultural interest. However, the interest in several sectors of society has pushed the reduction of these areas. This study evaluated anthropic actions and claims for exploitation of natural resources in this region. The results showed that deforestation increased in areas near the highways and along the main rivers within the UCs. It was also been found that there are interests of regularization of rural properties, in addition to the search for licensing for mineral exploration in areas of integral protection.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Keywords: </b>Amazon; Deforestation; Conservation Units; Environmental Protection.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ol>     <li><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></li>     </ol>     <p>A Amaz&ocirc;nia brasileira foi submetida ao desmatamento extensivo nas &uacute;ltimas quatro d&eacute;cadas, conforme apontam dados do Programa de C&aacute;lculo do Desflorestamento da Amaz&ocirc;nia &ndash; PRODES, entre 1980 e 2004, cerca de 314.000 km&sup2; foram desmatados (INPE, 2018). Na &uacute;ltima d&eacute;cada, as perdas de floresta t&ecirc;m-se concentrado no &ldquo;arco de desmatamento&rdquo; (Kalamandeen et al., 2018), onde uma vasta &aacute;rea de floresta nativa foi removida para o incremento de pastagens e &aacute;reas agr&iacute;colas (Fearnside, 2017; Rosa et al., 2017).</p>     <p>&Eacute; conhecido que as perdas de floresta na Amaz&ocirc;nia, assim como em outras regi&otilde;es, podem ter um forte impacto sobre a ciclagem de &aacute;gua (Exbrayat et al., 2017), redu&ccedil;&atilde;o da evapotranspira&ccedil;&atilde;o, interferindo no regime de chuvas (Zemp et al., 2017), al&eacute;m de aumentar a concentra&ccedil;&atilde;o de poluentes atmosf&eacute;ricos e agravar o efeito estufa (Fearnside, 2009).</p>     <p>Em resposta &agrave;s mudan&ccedil;as ocorridas pela floresta amaz&ocirc;nica no Brasil, grandes &aacute;reas naturais ou seminaturais foram delimitadas como &ldquo;&aacute;reas protegidas&rdquo; (Nogueira et al., 2017), para manter esp&eacute;cies amea&ccedil;adas e territ&oacute;rios com alta biodiversidade (&ldquo;hostpost&rdquo;), e deter a dissemina&ccedil;&atilde;o do desmatamento e proteger os ecossistemas tradicionais (Marques et al., 2016; Pacheco et al., 2018).</p>     <p>Ap&oacute;s o estabelecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o (SNUC), pela Lei n&deg; 9.985, de 18 de julho de 2000, o Brasil foi o pa&iacute;s que mais delimitou Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o (UCs), e a maior parte delas est&atilde;o localizadas no bioma amaz&ocirc;nico (Dias e Pereira, 2010). Conta-se que existem cerca de 2.201 UCs que cobrem uma &aacute;rea de 2,54 milh&otilde;es de km&sup2; no Brasil (MMA, 2018), desse total, cerca de 345 UCs localizam-se na Amaz&ocirc;nia, perfazendo uma &aacute;rea de 1.20 milh&otilde;es de km&sup2; (MMA, 2018). Essas &aacute;reas (UCs) cumprem uma s&eacute;rie de fun&ccedil;&otilde;es ecol&oacute;gicas cujos benef&iacute;cios s&atilde;o usufru&iacute;dos por grande parte da popula&ccedil;&atilde;o mundial (Medeiros e Young, 2011; Wandscheer, 2016).</p>     <p>Os servi&ccedil;os ambientais que essas &aacute;reas asseguram s&atilde;o m&uacute;ltiplos, destacando a prote&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais (Oliveira et al., 2018), produ&ccedil;&atilde;o de f&aacute;rmacos e cosm&eacute;ticos, prote&ccedil;&atilde;o de assentamentos humanos contra a ocorr&ecirc;ncia de desastres naturais (Pacheco et al., 2018), conserva&ccedil;&atilde;o dos recursos pesqueiros (Nogueira et al., 2010), gera&ccedil;&atilde;o de renda com o desenvolvimento do turismo, mitiga&ccedil;&atilde;o da emiss&atilde;o dos gases de efeito estufa e mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas (Coe et al., 2013; Pfaff et al., 2015).</p>     <p>O sul do estado do Amazonas, regi&atilde;o localizada no arco do desmatamento, passa por forte press&atilde;o diante da ocupa&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio para o incremento do setor&nbsp; agropecu&aacute;rio (Duarte et al., 2018), em destaque, os munic&iacute;pios de Canutama, Humait&aacute;, Manicor&eacute; Novo Aripuan&atilde; e Apu&iacute;, que tem apresentado altas taxas de desmatamento, conforme dados apresentados pelo PRODES (PRODES, 2018).</p>     <p>Com vista para a preserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade local e frear o avan&ccedil;o do desmatamento em &aacute;reas de influ&ecirc;ncia da BR-319, o Governo Federal criou no ano de 2016 cinco Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o no sul do Amazonas (WWF, 2016). Essa regi&atilde;o possui alta heterogeneidade ambiental, grande diversidade biol&oacute;gica, e baixa ocupa&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica, sendo uma das &aacute;reas com maior ocorr&ecirc;ncia de primatas da Amaz&ocirc;nia, e tamb&eacute;m com maior riqueza espec&iacute;fica de aves do Brasil (ICMBio, 2016).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Entretanto, as UCs rec&eacute;m-criadas nessa regi&atilde;o t&ecirc;m sido palco de v&aacute;rias press&otilde;es para a ocupa&ccedil;&atilde;o por outras atividades, principalmente, no que se refere &agrave;s atividades agropecu&aacute;ria, madeireira e garimpeira. Nesse contexto, este trabalho identificou e mapeou os interesses econ&ocirc;micos e/ou sociais nas Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, bem como avaliou as taxas de desmatamento nas UCs demarcadas pelo Governo Federal no sul do estado do Amazonas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="2">     <li><b>Caracteriza&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea de estudo</b></li>     </ol>     <p>A &aacute;rea de estudo est&aacute; localizada no sul do estado do Amazonas, regi&atilde;o que compreende quatro munic&iacute;pios: Manicor&eacute;, Novo Aripuan&atilde;, Apu&iacute;, Borba e Mau&eacute;s, situados entre as coordenadas 5&deg;48'46.59"S. 59&deg;19'18.52"O e 7&deg;35'8.83"S. 61&deg;4'19.33"O. A principal via de acesso local &eacute; a BR-230 (rodovia Transamaz&ocirc;nica), que interliga ao estado de Rond&ocirc;nia, no sentido SO e no sentido NE, o estado do Par&aacute; e a rodovia AM-174, a qual liga Apu&iacute; a Manicor&eacute; (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1">     <p><img src="/img/revistas/got/n18/n18a06f1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>As cinco Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o (<a href="#t1">Tabela 1</a>) perfazem 2,69 milh&otilde;es de hectares de terras da Uni&atilde;o. Comp&otilde;em um grande mosaico de &aacute;reas protegidas entre as bacias dos rios Madeira e Tapaj&oacute;s, na &aacute;rea de conten&ccedil;&atilde;o das frentes de expans&atilde;o com &aacute;reas protegidas e usos alternativos, al&eacute;m de complementarem o grande escudo de &aacute;reas protegidas &ndash; localizado no norte de Mato Grosso, sul do Amazonas e do Par&aacute; (ISA, 2017), refor&ccedil;ando a&ccedil;&otilde;es conservacionistas na regi&atilde;o da Amaz&ocirc;nia brasileira apontada pelo Instituto Chico Mendes de Conserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade (ICMBio, 2016) como de extrema import&acirc;ncia ambiental e de grande potencial de biodiversidade.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="t1">     <p><img src="/img/revistas/got/n18/n18a06t1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O decreto S/N, que cria as UCs, descreve a import&acirc;ncia da implementa&ccedil;&atilde;o de cada unidade. Em suma, o Parque Nacional (PARNA) do Acari foi institu&iacute;do com o objetivo de proteger a diversidade biol&oacute;gica dos rios Acari, Camai&uacute;, Sucunduri, Abacaxis e de seus afluentes. Na mesma linha, a Reserva Biol&oacute;gica (REBIO) do Manicor&eacute; foi criada para a prote&ccedil;&atilde;o da diversidade biol&oacute;gica de parte dos rios Manicor&eacute;, Manicorezinho, Jatuarana e seus afluentes. J&aacute; a &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental (APA) dos Campos de Manicor&eacute; foi implementada com intuito de proteger a biodiversidade e ordenar o processo de ocupa&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o, em especial, a constru&ccedil;&atilde;o de vicinal de liga&ccedil;&atilde;o entre o distrito de Santo Ant&ocirc;nio do Matupi e a sede do munic&iacute;pio de Manicor&eacute;.</p>     <p>As Flonas do Aripuan&atilde; e de Urupadi foram implementadas com o objetivo de promover o manejo de uso m&uacute;ltiplo sustent&aacute;vel dos recursos florestais, a manuten&ccedil;&atilde;o e a prote&ccedil;&atilde;o dos recursos h&iacute;dricos e da biodiversidade, al&eacute;m de apoiar o desenvolvimento de m&eacute;todos de explora&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel dos recursos naturais.</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="3">     <li><b>Materiais e M&eacute;todos</b></li>     </ol>     <p>Para o desenvolvimento deste estudo, foram obtidos dados sobre as taxas de desmatamento na regi&atilde;o para o per&iacute;odo de 1997 a 2018, junto &agrave; base de dados do Projeto de Estimativa do Desflorestamento da Amaz&ocirc;nia/PRODES. Tamb&eacute;m foram obtidas informa&ccedil;&otilde;es sobre a situa&ccedil;&atilde;o dos im&oacute;veis rurais a partir da avalia&ccedil;&atilde;o de dados dispon&iacute;veis no Cadastro Ambiental Rural/CAR, e dados acerca do requerimento de &aacute;rea para explora&ccedil;&atilde;o mineral disponibilizado pelo Departamento Nacional de Produ&ccedil;&atilde;o Mineral (DNPM).</p>     <p>Os dados foram reprojetados para o sistema de coordenadas Universal Transversa de Mercator/UTM, Datum SIRGAS 2000, Zona 21S. O processamento e p&oacute;s-processamento foram realizados com o uso do software QGIS (vers&atilde;o 3.2.3-Bonn), onde foram elaborados mapas tem&aacute;ticos da &aacute;rea de estudo com a sobreposi&ccedil;&atilde;o do plano de informa&ccedil;&otilde;es.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Al&eacute;m disso, foi delimitada a regi&atilde;o circunvizinha das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o em forma de buffer com dist&acirc;ncias de 10, 20 e 30 km ao redor das UCs com uso da ferramenta Buffer no QGIS, de modo a delimitar as &aacute;reas da zona de impacto, conforme estabelecido pela resolu&ccedil;&atilde;o/CONAMA n&deg; 13, de 06 de dezembro de 1990, o que possibilitou identificar as &aacute;reas de influ&ecirc;ncia direta nas UCs e suas condi&ccedil;&otilde;es atuais de ocupa&ccedil;&atilde;o, constatando as press&otilde;es exercidas pela atua&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica dentro das UCs e em seu entorno.</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="4">     <li><b>Resultados e Discuss&atilde;o</b></li>     </ol>     <p><b>4.1 Esfor&ccedil;os para revoga&ccedil;&atilde;o ou redu&ccedil;&atilde;o das UCs</b></p>     <p>Com a cria&ccedil;&atilde;o das UCs no sul do estado do Amazonas surgiu o discurso de parlamentares e representantes de agricultores do estado com solicita&ccedil;&atilde;o ao Pal&aacute;cio do Planalto da revis&atilde;o e/ou revoga&ccedil;&atilde;o dos decretos que criaram as UCs (Paulo, 2017). O argumento dos parlamentares &eacute; de que nas &aacute;reas de UCs rec&eacute;m-criadas j&aacute; existiam diversos empreendimentos licenciados, e sem a revers&atilde;o dos atos haveria preju&iacute;zo social/econ&ocirc;mico para as fam&iacute;lias e empreendimentos da regi&atilde;o (ISA, 2017).</p>     <p>Do mesmo modo, a posi&ccedil;&atilde;o do governo do estado do Amazonas ao afirmar que a cria&ccedil;&atilde;o das UCs poderia prejudicar atividades propostas para a regi&atilde;o, inclusive atividades j&aacute; licenciadas por &oacute;rg&atilde;os ambientais, que incluem atividade de minera&ccedil;&atilde;o, explora&ccedil;&atilde;o madeireira e agropastoril (Gesisky, 2017).</p>     <p>Al&eacute;m do mais, os parlamentares e governo do estado questionam que as UCs foram criadas sem os dois requisitos pr&eacute;vios definidos pela Lei n&ordm; 9.985 de 2000 (realiza&ccedil;&atilde;o de estudos t&eacute;cnicos e consulta p&uacute;blica) para a cria&ccedil;&atilde;o das UCs na &aacute;rea (Brasil, 2000). No entanto, o ICMBio apresentou a Nota T&eacute;cnica n&deg; 18/2017 de 13/02/2017 que contestou essas afirma&ccedil;&otilde;es (ICMBio, 2017). Segundo a Lei n&ordm; 9.985 de 2000, se constatada a import&acirc;ncia ecol&oacute;gica de uma &aacute;rea, as UCs podem ser criadas pelo governo mesmo se a popula&ccedil;&atilde;o afetada pela cria&ccedil;&atilde;o se opor (Brasil, 2000).</p>     <p>Mesmo negada a anula&ccedil;&atilde;o do decreto que cria as UCs ou a redu&ccedil;&atilde;o de suas &aacute;reas, estes territ&oacute;rios passaram a receber press&otilde;es em decorr&ecirc;ncia da flexibilidade pol&iacute;tica e din&acirc;mica da BR-230 e rodovia AM-174 entre os estados de Rond&ocirc;nia e Par&aacute; (ISA, 2017), &aacute;rea que compreende o avan&ccedil;o do uso consolidado de terras movido pela agropecu&aacute;ria, o que ocasionou diversas press&otilde;es ambientais (Duarte et al., 2018).</p>     <p>Estudos desenvolvidos por Costa et al. (2015) e Fearnside (2017) indicam que as unidades de conserva&ccedil;&atilde;o na Amaz&ocirc;nia sediam parte da din&acirc;mica territorial da regi&atilde;o consolidada do arco do desmatamento. Regi&atilde;o em que se constata que as ocupa&ccedil;&otilde;es irregulares determinam as flexibilidades legislativas impostas pelo Poder P&uacute;blico, n&atilde;o como solu&ccedil;&atilde;o, mas como resultado da aus&ecirc;ncia ou inefic&aacute;cia de gest&atilde;o. A aus&ecirc;ncia de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas eficazes torna-as vulner&aacute;veis &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es, a partir das intera&ccedil;&otilde;es de uso e a consequente altera&ccedil;&atilde;o da cobertura vegetal original.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>4.2. O desmatamento</b></p>     <p>Segundo dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz&ocirc;nia (IMAZON), o desmatamento em UCs dobrou na &uacute;ltima d&eacute;cada. Em 2008, a taxa equivalia a cerca de 7% de desmatamento total da floresta na Amaz&ocirc;nia, enquanto que em 2017 esse percentual foi para 13% (IMAZON, 2017).</p>     <p>Para Costa et al. (2015) e Fearnside (2017), grande parte das UCs criadas ou implantadas na Amaz&ocirc;nia tem sido pressionada por diversas formas de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o, geralmente praticadas pelos atores sociais ligados aos setores da pecu&aacute;ria, soja e madeira.</p>     <p>De acordo com Ribeiro e Verissimo (2007), as principais causas para o aumento do desmatamento nas UCs correspondem &agrave; aus&ecirc;ncia de a&ccedil;&atilde;o por parte do poder p&uacute;blico para a efetiva&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o dessas &aacute;reas e &agrave;s proximidades das UCs com os p&oacute;los madeireiros e &aacute;reas de consolida&ccedil;&atilde;o do setor pecu&aacute;rio.</p>     <p>N&atilde;o diferente do restante das UCs localizadas na Amaz&ocirc;nia brasileira, o desmatamento tamb&eacute;m avan&ccedil;a sobre as UCs rec&eacute;m-criadas no sul do estado do Amazonas, conforme dados apresentados pelo PRODES para o per&iacute;odo de 1997 a 2018 (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t2">     <p><img src="/img/revistas/got/n18/n18a06t2.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Observa-se que antes da cria&ccedil;&atilde;o das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, pequenas por&ccedil;&otilde;es de &aacute;reas foram desflorestadas, em destaque as &aacute;reas pertencentes &agrave; FLONA Aripuan&atilde;, FLONA Urupadi e nos Campos de Manicor&eacute;. A partir da implementa&ccedil;&atilde;o das UCs em 2016, o desmatamento teve continuidade, principalmente sobre a FLONA Aripuan&atilde;, FLONA Urupadi e nos Campos de Manicor&eacute;. O fato indica que a cria&ccedil;&atilde;o das UCs n&atilde;o impediu que ocorresse supress&atilde;o de floresta nativa em &aacute;reas de prote&ccedil;&atilde;o integral e sustent&aacute;vel.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As UCs que mais perderam vegeta&ccedil;&atilde;o foram as Flonas Aripuan&atilde; e Urupadi, ambas localizadas pr&oacute;ximas &agrave; Transamaz&ocirc;nica e demais vicinais secund&aacute;rias. Tal constata&ccedil;&atilde;o, segundo Fearnside et al. (2009), indica que, apesar das pr&oacute;prias reservas resistirem ao desmatamento, as estradas laterais planejadas ao cort&aacute;-las proporcionam o avan&ccedil;o do desmatamento para &aacute;reas desprotegidas.</p>     <p>H&aacute; forte rela&ccedil;&atilde;o entre as taxas de desmatamento com a dist&acirc;ncia de estradas na Amaz&ocirc;nia Legal, a qual foi observada por diversos autores (Barber et al., 2014; Souza et al., 2017; Jusys, 2018). Nessa regi&atilde;o, &aacute;reas com dist&acirc;ncia de 10, 20, 30, 40 e 50 km possuem 55, 38, 15, 12, 9% a mais de desmatamento do que &aacute;reas mais distantes de vicinais (Ferreira, 2001; Ferreira et al., 2005).</p>     <p>Esses indicadores enfatizam a import&acirc;ncia da fiscaliza&ccedil;&atilde;o e monitoramento nas UCs, uma vez que seus limites ficam localizados apenas a 15 km, em m&eacute;dia, da BR Transamaz&ocirc;nica, ou seja, est&atilde;o inseridos em uma regi&atilde;o de alto impacto ambiental. A facilidade de acesso nesses locais viabiliza a retirada de madeira pelo setor madeireiro, e a partir dessa atividade, surgem as primeiras estradas, mais um dos recursos para os grileiros terem acesso &agrave; &aacute;rea.</p>     <p>A explora&ccedil;&atilde;o de madeira tamb&eacute;m fornece recursos para financiar o desmatamento e promover a implanta&ccedil;&atilde;o de pastagem e degrada&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas (Fearnside, 2010). Dessa forma, a abertura de vicinais prop&iacute;cia a grilagem de terras, seguida pela retirada ilegal de madeira, fato este que impulsiona o desmatamento, como mostra a <a href="#f2">Figura 2</a>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2">     <p><img src="/img/revistas/got/n18/n18a06f2.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Al&eacute;m das rodovias que d&atilde;o acesso &agrave; &aacute;rea, outra forma de entrada dos agentes que causam desmatamento na &aacute;rea corresponde aos rios naveg&aacute;veis, embora sejam largamente deixados de fora da an&aacute;lise regional dos fatores do desmatamento (Barber et al., 2014). Na &aacute;rea de estudo, existem fragmentos de &aacute;reas desmatadas ao longo dos principais rios que permitem acesso &agrave;s UCs, o que indica a necessidade de fiscaliza&ccedil;&atilde;o pelos &oacute;rg&atilde;os respons&aacute;veis tamb&eacute;m ao longo dos principais rios naveg&aacute;veis na &aacute;rea.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4.3. A atua&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica em &aacute;reas de amortecimento</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A melhor forma de conter o avan&ccedil;o no desmatamento em UCs &eacute; o isolamento ou delimita&ccedil;&atilde;o de zonas de amortecimento (DeFries et al., 2005; Jusys, 2016). A legisla&ccedil;&atilde;o ambiental brasileira d&aacute; &ecirc;nfase &agrave; import&acirc;ncia da &ldquo;interface&rdquo; entre as UCs e o seu entorno, desse modo, a resolu&ccedil;&atilde;o CONAMA n&deg; 13/90 e, posteriormente, a Lei do Sistema Nacional de Unidade de Conserva&ccedil;&atilde;o/SNUC (Brasil, 2000) institui as zonas de amortecimento no entorno de UCs. Conforme descrito nessa legisla&ccedil;&atilde;o, apenas as &Aacute;reas de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental e Reserva Particular de Patrim&ocirc;nio Natural est&atilde;o isentas de zona de amortecimento (Brasil, 2000). Nesse caso, as UCs em estudo devem possuir limites conhecidos de zona de amortecimento.</p>     <p>Nas &aacute;reas circundantes das UCs, em um raio de 10 km, qualquer atividade que possa afetar a biota deve ser obrigatoriamente licenciada pelo &oacute;rg&atilde;o ambiental competente (Brasil, 1990). Entretanto, como mostra a <a href="#f3">Figura 3</a>, as principais atividades antr&oacute;picas ocorrem em um raio de 10 a 20 km, &aacute;rea fortemente influenciada pelos eixos rodovi&aacute;rios da BR Transamaz&ocirc;nica (BR-230).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3">     <p><img src="/img/revistas/got/n18/n18a06f3.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Observa-se que a BR-230 encontra-se localizada dentro da zona de amortecimento de 10 km, e boa parte da atividade agropecu&aacute;ria desenvolvida no munic&iacute;pio de Apu&iacute;, na regi&atilde;o central, e no distrito de Santo Ant&ocirc;nio do Matupi, no extremo oeste, incide dentro do raio de 20 km das &aacute;reas de UCs.</p>     <p><b>4.4. O registro de im&oacute;veis rurais</b></p>     <p>Outro fator preocupante diz respeito &agrave; sobreposi&ccedil;&atilde;o entre as UCs e im&oacute;veis rurais em avalia&ccedil;&atilde;o junto ao Cadastro Ambiental Rural - CAR (<a href="#f4">Figura 4</a>). Apesar do CAR n&atilde;o representar um registro fundi&aacute;rio da propriedade rural, esse instrumento vem sendo utilizado para tentar legitimar a ocupa&ccedil;&atilde;o irregular de terras, especialmente, em &aacute;reas que incidem em Terras Ind&iacute;genas e Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o (ISA, 2017).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f4">     <p><img src="/img/revistas/got/n18/n18a06f4.gif"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>De acordo com dados do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR), no munic&iacute;pio de Novo Aripuan&atilde; cerca de 820 hectares submetidos para avalia&ccedil;&atilde;o no sistema encontram-se sobrepostos &agrave;s Terras Ind&iacute;genas e UCs. No munic&iacute;pio de Manicor&eacute;, 48.000,00 hectares submetidos para registro est&atilde;o localizados em &aacute;reas de uso restrito (BRASIL, 2019).</p>     <p>A demanda por registros de im&oacute;veis rurais junto ao CAR, apesar de n&atilde;o representar um registro fundi&aacute;rio, permite que grileiros e invasores de terras continuem utilizando esse sistema na busca de legitimar ocupa&ccedil;&otilde;es irregulares, ou seja, evidencia a presen&ccedil;a de ocupantes sobre &aacute;reas de UCs, sejam eles moradores tradicionais, posseiros ou grileiros.</p>     <p>Geralmente, os agentes de registro ilegal estabelecem contratos verbais com os posseiros para explorarem os recursos madeireiros sob o seu controle, o que contribui com a renda e capital para reinvestir no desmatamento da floresta (Pedlowski et al., 2005). Esses agentes t&ecirc;m impulsionado o desmatamento na regi&atilde;o amaz&ocirc;nica (Ferreira 2001; Fearnside, 2010).</p>     <p>&Eacute; not&oacute;ria a demanda de registro de im&oacute;veis rurais ou posses no entorno e em &aacute;reas de dom&iacute;nio das UCs. Embora a lei vigente seja direta ao atribuir ao Poder P&uacute;blico a responsabilidade de fiscaliza&ccedil;&atilde;o e a prote&ccedil;&atilde;o contra qualquer utiliza&ccedil;&atilde;o que comprometa a integridade dos atributos naturais das UCs, ainda existe a ocorr&ecirc;ncia de ocupa&ccedil;&atilde;o irregular nos seus dom&iacute;nios e a tentativa em &ldquo;legalizar&rdquo; essas &aacute;reas por parte dos ocupantes.</p>     <p><b>4.5 Os interesses por explora&ccedil;&atilde;o mineral</b></p>     <p>Al&eacute;m do interesse dos setores agropecu&aacute;rio e madeireiro na regi&atilde;o, existe um consider&aacute;vel interesse por mineradores em fun&ccedil;&atilde;o da disponibilidade de recursos na &aacute;rea de estudo. A partir de dados disponibilizados pelo Departamento Nacional de Produ&ccedil;&atilde;o Miner&aacute;ria (DNPM) e sobrepostos aos limites das UCs, verificou-se que h&aacute; um grande interesse de explora&ccedil;&atilde;o miner&aacute;ria nos munic&iacute;pios de Manicor&eacute;, Novo Aripuan&atilde;, Apu&iacute;, Borba e Mau&eacute;s, nos quais existem 192 processos miner&aacute;rios incidentes em UCs criadas no sul do Amazonas, que perfazem cerca de 33,19% do total da &aacute;rea.</p>     <p>O interesse de explora&ccedil;&atilde;o miner&aacute;ria incide em grande extens&atilde;o da FLONA Urupadi (88,10% do total), do mesmo modo, cerca de 49,30% do total da APA Campos do Manicor&eacute; possuem interesse miner&aacute;rio, seguido por 32,86% da FLONA Novo Aripuan&atilde;. Mesmo sobre o &aacute;pice de serem unidades de &ldquo;prote&ccedil;&atilde;o integral&rdquo;, existem v&aacute;rios processos com interesse de minera&ccedil;&atilde;o incidente em seus dom&iacute;nios.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s fases do processo miner&aacute;rio, cerca de 40,05% dessas solicita&ccedil;&otilde;es incidentes em UCs apresentam autoriza&ccedil;&atilde;o para pesquisa, 47,24% com requerimento de pesquisa, 7,95% com requerimento de lavra garimpeira, 0,05% em processo de lavra garimpeira e demais 4,63% com disponibilidade (data de an&aacute;lise em 04/01/2019). Em destaque, o min&eacute;rio de ouro representa cerca de 74% do interesse nos processos em minera&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea, al&eacute;m deste, o min&eacute;rio de ferro, mangan&ecirc;s, areia, ni&oacute;bio, cassiterita, diamante, cascalho, chumbo, ilmenita e seixo s&atilde;o os demais recursos que buscam legaliza&ccedil;&atilde;o para serem explorados nas &aacute;reas que incidem sobre as Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o (<a href="#f5">Figura 5</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f5">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/got/n18/n18a06f5.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Esse cen&aacute;rio esclarece a atua&ccedil;&atilde;o do Poder P&uacute;blico frente &agrave;s UCs, embora sejam implementadas pol&iacute;ticas ambientais de modo a proteger uma inestim&aacute;vel riqueza ambiental existente na regi&atilde;o. A flexibilidade por parte do Poder P&uacute;blico em conson&acirc;ncia com o interesse do capital sobre essas &aacute;reas somada &agrave;s invas&otilde;es, grilagem, extra&ccedil;&atilde;o mineral, abertura de vicinais clandestinas e avan&ccedil;o do desmatamento evidenciam a fragilidade ambiental que essas &aacute;reas possuem.</p>     <p>Considera-se que com a tend&ecirc;ncia do atual governo brasileiro em flexibilizar a prote&ccedil;&atilde;o do meio ambiente, uma significativa extens&atilde;o das UCs rec&eacute;m-criadas no sul do Amazonas pode estar comprometida. As &aacute;reas localizadas nas proximidades da rodovia Transamaz&ocirc;nica e da rodovia AM-174, que possuem registros efetivados no SICAR, poder&atilde;o ser as mais atingidas.</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="5">     <li><b>Conclus&atilde;o</b></li>     </ol>     <p>Os resultados obtidos mostraram que as UCs rec&eacute;m-criadas no sul do estado do Amazonas n&atilde;o est&atilde;o imunes &agrave;s press&otilde;es exercidas por diversos segmentos da sociedade. O desmatamento, as estradas, o requerimento de lavra garimpeira, a busca por registro de im&oacute;veis rurais, a ocupa&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas na zona de amortecimento e a tentativa de diminui&ccedil;&atilde;o de seus limites s&atilde;o exemplos de press&otilde;es diretas observadas sobre as UCs que podem comprometer a fun&ccedil;&atilde;o ambiental pela qual essas &aacute;reas foram criadas.</p>     <p>Este estudo refor&ccedil;a a necessidade da a&ccedil;&atilde;o administrativa efetiva que possibilite o gerenciamento adequado das atividades desempenhadas nas UCs, e essas a&ccedil;&otilde;es devem seguir o Plano de Manejo, no qual est&atilde;o inclu&iacute;das normas que devem presidir o uso da &aacute;rea e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implanta&ccedil;&atilde;o das estruturas f&iacute;sicas necess&aacute;rias para a gest&atilde;o da unidade, conforme estabelecido na Lei do SNUC (2000).</p>     <p>Com o desenvolvimento de a&ccedil;&otilde;es sistematizadas ser&aacute; poss&iacute;vel conciliar o uso e a preserva&ccedil;&atilde;o ambiental sem que prejudique a popula&ccedil;&atilde;o que reside em seu entorno e o meio ambiente. Esses dois objetivos, por vez, conflitantes, s&atilde;o alguns dos desafios a serem enfrentados pelo Estado e pela sociedade como um todo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ol start="7">     <li><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></li>     </ol>     <!-- ref --><p>ANDRADE, M. C. <i>A quest&atilde;o do territ&oacute;rio no Brasil</i>. 2&ordm; edi&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o Paulo: Hucitec. 2004. 135p. ISBN 8527103184&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766236&pid=S2182-1267201900030000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>BARBER, C. P.; COCHRANE, M. A.; SOUZA, C. M. JR.; LAURENCE, W. F. Roads. Deforestation, and the mitigating effect of protected areas in the Amazon. <i>Biological Conservation</i>. v. 177. 2014, pp. 203-209. <a href="https://doi.org/10.1016/j.biocon.2014.07.004" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.biocon.2014.07.004</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766237&pid=S2182-1267201900030000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>BRASIL. Lei Federal N&ordm; 9.985, de 18 de julho de 2000. Regulamenta o art. 225, &sect; 1&deg;, incisos I, II, III e VII da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, institui o Sistema Nacional de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o da Natureza e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9985.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9985.htm</a>, Acesso em: Novembro,&nbsp; 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766238&pid=S2182-1267201900030000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BRASIL. Lei Federal N&ordm; 9.985, de 18 de julho de 2000. Regulamenta o art. 225, &sect; 1o, incisos I, II, III e VII da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, institui o Sistema Nacional de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o da Natureza e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9985.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9985.htm</a>, Acesso em: Novembro, 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766240&pid=S2182-1267201900030000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BRASIL. Minist&eacute;rio do Meio Ambiente (MMA). Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Resolu&ccedil;&atilde;o CONAMA n&deg; 13 de 06 de dezembro de 1990. Disp&otilde;e sobre normas referentes &agrave;s atividades desenvolvidas no entorno das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o. <a href="http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res90/res1390.html" target="_blank">http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res90/res1390.html</a>, Acesso em: Dezembro, 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766242&pid=S2182-1267201900030000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>BRASIL., 2019. Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural &ndash; SICAR. Consulta publica. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.car.gov.br/#/" target="_blank">http://www.car.gov.br/#/</a>, Acesso em: Dezembro, 2018.</p>     <p>COE, M. T..; MARTHEWS, T. R.; COSTA, M. H.; GALBRAITH, D. R.; GREENGLASS, N. L.; IMBUZEIRO, H. M A.; LEVINE, N. M.; MALHI, Y.; MOORCROFT, P. R.; MUZA, M. N.; POWELL, T. L.; SALESKA, S. R.; SOLORZANO, L. A.; WANG. J. Deforestation and climate feedbacks threaten the ecological integrity of south &ndash;southeastern Amazonia. <i>Philosophical Transactions Of the Royal Society B</i>. 368: 20120155. 2013. <a href="http://dx.doi.org/10.1098/rstb.2012.0155" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1098/rstb.2012.0155</a></p>     <!-- ref --><p>COSTA, G.; SILVA, G..; BRAMBILLA, C.; LOBATO, L.; CUNHA, L.; TELES, V.; NUNES, D.; CAVALCANTE, M. Ocupa&ccedil;&otilde;es ilegais em unidades de conserva&ccedil;&atilde;o na Amaz&ocirc;nia: o caso da Floresta Nacional do Bom Futuro no Estado de Rond&ocirc;nia/Brasil. <i>Revista de Geografia e Ordenamento do Territ&oacute;rio</i>, n. 8, 2015, p. 33-49. <a href="http://dx.doi.org/10.17127/got/2015.8.003" target="_blank">http://dx.doi.org/10.17127/got/2015.8.003</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766246&pid=S2182-1267201900030000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>DEFRIES, R..; HANSEN, A, N. A. C..; HANSEN, M. C. Increasing isolation of protected areas in tropical forests over the past twenty years. <i>Ecological Applications</i>. 15. 2005, pp. 19 &ndash; 26 <a href="https://doi.org/10.1890/03-5258" target="_blank">https://doi.org/10.1890/03-5258</a></p>     <p>DUARTE, M. L.; LOCATELLI, M.; SILVA FILHO, E. P.; SILVA, T. A.; 2018. An&aacute;lise do uso do solo em uma &aacute;rea de bacia hidrogr&aacute;fica localizado na Amaz&ocirc;nia central. p, 135-155. 2018. In: <i>Transforma&ccedil;&atilde;o espacial: constru&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o geogr&aacute;fico</i>. Claudia Araujo Ximenes Cerqueira et al., Organizadores. 1. Ed. &ndash; Curitiba, PR: CRV. 162p. <a href="https://doi.org/10.24824/978854441895.6" target="_blank">https://doi.org/10.24824/978854441895.6</a></p>     <p>EXBRAYAT, J-F..; LIU, Y. Y..; WILLIAMS, M. <i>Impact of deforestation and climate on the Amazon Basin&rsquo;s above-ground biomass during 1993&ndash;2012. </i><i>Scientific Reports</i>. 7: 15615. <a href="https://doi.org/10.1038/s41598-017-15788-6" target="_blank">https://doi.org/10.1038/s41598-017-15788-6</a></p>     <!-- ref --><p>FEARNSIDE, P, M. Consequ&ecirc;ncias do desmatamento da Amaz&ocirc;nia. <i>Scientific American Brasil Especial Biodiversidade</i>. 2010, pp. 54-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766250&pid=S2182-1267201900030000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>FEARNSIDE, P, M. Desmatamento na Amaz&ocirc;nia: din&acirc;mica, impactos e controle. <i>ACTA AMAZONICA</i>. v. 36, n.3. 2006, pp. 395 &ndash; 400.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>FEARNSIDE, P. Deforestation of the Brazilian Amazon. <i>Environmental Science</i>. 2017, pp. 1-58 <a href="https://doi.org/10.1093/acrefore/9780199389414.013.102" target="_blank">https://doi.org/10.1093/acrefore/9780199389414.013.102</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766253&pid=S2182-1267201900030000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>FEARNSIDE, P. M. Amazon Forest maintenance as a source of environmental services. <i>Anais da Academia Brasileira de Ci&ecirc;ncias</i>. v. 80, n. 1. 2008, pp. 101-114.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766254&pid=S2182-1267201900030000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>FEARNSIDE, P. M. Global warming in Amazonia: Impacts and Mitigation. <i>ACT AMAZONICA</i>. v. 39:4. 2009, pp. 1003 &ndash; 1012 <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0044-59672009000400030" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0044-59672009000400030</a></p>     <!-- ref --><p>FERREIRA, L. V. Identifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas priorit&aacute;rias para a conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade por meio da representatividade das unidades de conserva&ccedil;&atilde;o e tipos de vegeta&ccedil;&atilde;o nas ecorregi&otilde;es da Amaz&ocirc;nia brasileira. In Capobianco, J. P. R. (ed.). <i>Biodiversidade na Amaz&ocirc;nia brasileira: avalia&ccedil;&atilde;o e a&ccedil;&otilde;es priorit&aacute;rias para a conserva&ccedil;&atilde;o, uso sustent&aacute;-vel e reparti&ccedil;&atilde;o de benef&iacute;cios.</i> S&atilde;o Paulo, Instituto Socioambiental. 2001, p. 268-286.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766257&pid=S2182-1267201900030000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FERREIRA, L. V.; VENTICINQUE, E.; ALMEIDA, S. O desmatamento na Amaz&ocirc;nia e a import&acirc;ncia das &aacute;reas protegidas. <i>ESTUDOS AVAN&Ccedil;ADOS</i>. v. 19, n. 53, 2005. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40142005000100010" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40142005000100010</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766259&pid=S2182-1267201900030000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>GESISKY, J. <i>Corrida por min&eacute;rios &eacute; um dos motivos para reduzir UCs no Amazonas</i>. WWF &ndash; BRASIL, 2017. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.wwf.org.br/?56302" target="_blank">https://www.wwf.org.br/?56302</a> , Acesso em: Novembro, 2018.</p>     <p>GESISKY, J.; PRESOTTI, C. <i>Decis&atilde;o sobre limites de UCs no sul do Amazonas deve sair em um m&ecirc;s</i>. WWF &ndash; BRASIL, 2017. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.wwf.org.br/?56422" target="_blank">https://www.wwf.org.br/?56422</a>, Acesso em: Novembro, 2018.</p>     <p>HEIDRICH, A. L. Espa&ccedil;o e multiterritorialidade entre territ&oacute;rios: Reflex&otilde;es sobre a abordagem territorial. PEREIRA, Silvia (Org.).; COSTA, Benhur P. (Org.).; SOUZA, E. B. C. (Org.), <i>Teorias e pr&aacute;ticas territoriais: an&aacute;lises espa&ccedil;o-temporais</i>, Unbral Fronteiras, 2018. Acesso em: Julho, 2018. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://unbral.nuvem.ufrgs.br/base/items/show/4409" target="_blank">http://unbral.nuvem.ufrgs.br/base/items/show/4409</a>,</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="https://doi.org/10.1017/S0376892905002134" target="_blank">https://doi.org/10.1017/S0376892905002134</a></p>     <!-- ref --><p>IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica. Censo 2010. Rio de Janeiro, 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766264&pid=S2182-1267201900030000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade. Resumo do estudo que subsidiou a cria&ccedil;&atilde;o e amplia&ccedil;&atilde;o das Unidades de conserva&ccedil;&atilde;o no Amazonas. p. 1-4. 2016. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/TEXTOS_UC_NO_SUL_DO_AMAZONAS_5.pdf" target="_blank">http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/TEXTOS_UC_NO_SUL_DO_AMAZONAS_5.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766266&pid=S2182-1267201900030000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>INPE - Monitoramento da Floresta Amaz&ocirc;nica Brasileira por Sat&eacute;lite-PRODES. Desmatamento nas Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.dpi.inpe.br/prodesdigital/prodesuc.php" target="_blank">http://www.dpi.inpe.br/prodesdigital/prodesuc.php</a>, Acesso em: Novembro, 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766267&pid=S2182-1267201900030000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ISA - Instituto Socioambiental. Moat Deforested Conservation Units in the Legal Amazon (2012-2015). 2017. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://imazon.org.br/en/most-deforested-conservation-units-in-the-legal-amazon-2012-2015/" target="_blank">https://imazon.org.br/en/most-deforested-conservation-units-in-the-legal-amazon-2012-2015/</a>, Acesso em: Novembro, 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766269&pid=S2182-1267201900030000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ISA - Instituto Socioambiental. Nota T&eacute;cnica sobre o Projeto de Lei de Redu&ccedil;&atilde;o e Revoga&ccedil;&atilde;o de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o no Sul do Estado do Amazonas. p. 12. 2017. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.socioambiental.org/pt-br" target="_blank">https://www.socioambiental.org/pt-br</a>, Acesso em: Novembro, 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766271&pid=S2182-1267201900030000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>JUSYS, T. Changing patterns in deforestation avoidance by different protection types in the Brazilian Amazon. <i>PLoS ONE</i>, v. 13, n. 4, 2018. <a href="https://doi.org/10.1371/journal.pone.0195900" target="_blank">https://doi.org/10.1371/journal.pone.0195900</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766273&pid=S2182-1267201900030000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>JUSYS, T. Quantifying avoided deforestation in Par&aacute;: Protected areas, buffer zones and edge effects. <i>Journal for Nature Conservation</i>. v. 33. 2016, pp. 10-17 <a href="https://doi.org/10.1016/j.jnc.2016.05.001" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.jnc.2016.05.001</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766274&pid=S2182-1267201900030000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>KALAMANDEEN, M.; GLOOR, E.; MITCHARD, E.; QUINCEY, D.; ZIV, G.; SPRACKLEN, D.; SPRACKLEN, B.; ADAMI, M.; ARAG&Atilde;O, L. E. O. C.; GALBRAITH, D. <i>Pervasive Rise of Small-scale Deforestation in Amazonia</i>. Scientific Reports. v. 8. 2018. <a href="https://doi.org/10.1038/s41598-018-19358-2" target="_blank">https://doi.org/10.1038/s41598-018-19358-2</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766275&pid=S2182-1267201900030000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>MARQUES, A. A. B..; SCHNEIDER, M..; PERES, C. A. Human population and socioeconomic modulators of conservation performance in 788 Amazonian and Atlantic Forest reserves. <i>PeerJ.</i> 2016.; 4: <a href="https://doi.org/10.7717/peerj.2206" target="_blank">https://doi.org/10.7717/peerj.2206</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766276&pid=S2182-1267201900030000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>MATTAR, E. P. L..; BARROS, T. T. V..; CUNHA, B. B..; Souza, J. F..; SILVA, A. M. C. Federal Conservation Units in Brazil: The Situation of Biomes and Regions. <i>Floresta e Ambiente</i>. v. 25, n.2. 2018 <a href="http://dx.doi.org/10.1590/2179-8087.005115" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/2179-8087.005115</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766277&pid=S2182-1267201900030000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>MEDEIROS, R.; YOUNG, C. E. F. <i>Contribui&ccedil;&atilde;o das unidades de conserva&ccedil;&atilde;o brasileiras para a economia nacional: Relat&oacute;rio Final.</i> Bras&iacute;lia: UNEP-WCMC, 2011. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.mma.gov.br" target="_blank">http://www.mma.gov.br</a>, Acesso em: Novembro, 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766278&pid=S2182-1267201900030000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MMA - Minist&eacute;rio do Meio Ambiente. Amaz&ocirc;nia. Componente Projeto Alternativo ao Desmatamento e &agrave;s Queimadas. 2011. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.mma.gov.br/informma" target="_blank">www.mma.gov.br/informma</a>, Acesso em: Novembro, 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766280&pid=S2182-1267201900030000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>MMA &ndash; Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o. Dados Consolidados. Acesso em: Novembro, 2018. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.mma.gov.br/areas-protegidas/cadastro-nacional-de-ucs/dados-consolidados.html" target="_blank">http://www.mma.gov.br/areas-protegidas/cadastro-nacional-de-ucs/dados-consolidados.html</a>,</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>NOGUEIRA, C.; BUCKUP, P. A.; MENEZES, N. A.; OYAKAWA, O. T.; KASECKER, T. P.; NETO, M. B. R.; SILVA, J. M. C. Restricted-Range Fishes and the Conservation of Brazilian Freshwaters. <i>PLoS One</i>. v. 5, n. 6. 2010. <a href="https://doi.org/10.1371/journal.pone.0011390" target="_blank">https://doi.org/10.1371/journal.pone.0011390</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766283&pid=S2182-1267201900030000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>NOLTE, C.; AGRAWAL, A.; BARRETO, P. Setting priorities to avoid deforestation in Amazon protected areas: are we choosing the right indicators? <i>Environmental Research Letters</i>. v. 8. 2013. <a href="https://doi.org/10.1088/1748-9326/8/1/015039" target="_blank">https://doi.org/10.1088/1748-9326/8/1/015039</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766284&pid=S2182-1267201900030000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>NOLTE, C.; AGRAWAL, A.; SILVIUS, K. M.; SOARES-FILHO, B. S. Governance regime and location influence avoided deforestation success of protected areas in the Brazilian Amazon. <i>PNAS</i>, 110. 2013, pp. 4956&ndash;4961 <a href="https://doi.org/10.1073/pnas.1214786110" target="_blank">https://doi.org/10.1073/pnas.1214786110</a></p>     <!-- ref --><p>OLIVEIRA, U.; SOARES-FILHO, B. S.; PAGLIA, A. P.; BRESCOVIT, A. D.; CARVALHO, C. J. B.; SILVA, D. P.; REZENDE, D. T.; LEITE, F. S. F.; BATISTA, J. A. N.; BARBOSA, J. P. P. STEHMANN, J. R.; ASCHER, J. S.; VASCONCELOS, M. F.; MARCO, P.; LOWENBERG-NETO, P. FERRO, V. G.; SANTOS, A. J. Biodiversity conservation gaps in the Brazilian protected &aacute;reas. <i>Scientific Reports</i>. 7: 9141. <a href="https://doi.org/10.1038/s41598-018-22953-y" target="_blank">https://doi.org/10.1038/s41598-018-22953-y</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766286&pid=S2182-1267201900030000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>PACHECO, A.; NEVES, A. C. O.; FERNANDES, Wilson<i>. Uneven conservation efforts compromise Brazil to meet the Target 11 of Convention on Biological Diversity</i>. v. 16. 2018, pp. 43&ndash;48. &nbsp;<a href="https://doi.org/10.1016/j.pecon.2017.12.001" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.pecon.2017.12.001</a></p>     <!-- ref --><p>PAULO, A. Bancada de parlamentares do AM quer reduzir &aacute;reas ambientais criadas. Acritica, 2017. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.acritica.com/channels/governo/news/bancada-de-parlamentares-do-am-quer-reduzir-areas-ambientais-criadas" target="_blank">https://www.acritica.com/channels/governo/news/bancada-de-parlamentares-do-am-quer-reduzir-areas-ambientais-criadas</a>, Acessado em: Novembro, 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766288&pid=S2182-1267201900030000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>PEDLOWSKI, M. A., MATRICARDI, E.A.T., SKOLE, D., CAMERON, S.R., CHOMENTOWSKI, W., FERNANDES, C., LISBOA, A. Conservation units: a new deforestation frontier in the Amazonian state of Rond&ocirc;nia, Brazil. <i>Environmental Conservation</i>. 2005, 32 (2): 149&ndash;155</p>     <p>PFAFF, A.; ROBALINO, J.; HERRERA, D.; SANDOVAI, C. Protected Areas&rsquo; Impacts on Brazilian Amazon Deforestation: Examining Conservation &ndash; Development Interactions to Inform Planning. <i>PLoS One</i>. 2015.; v. 10, n. 7. <a href="https://doi.org/10.1371/journal.pone.0129460" target="_blank">https://doi.org/10.1371/journal.pone.0129460</a></p>     <!-- ref --><p>PFAFF, A.; ROBALINO, J.; LIMA, E.; SANDOVAL, C.; HERRERA, L. D. Governance, Location and Avoided Deforestation from Protected Areas: Greater Restrictions Can Have Lower Impact, Due to Differences in Location. <i>World Development</i>. v. 2014, pp. 7-20 <a href="https://doi.org/10.1016/j.worlddev.2013.01.011" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.worlddev.2013.01.011</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766292&pid=S2182-1267201900030000600043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>PRODES - Programa de Monitoramento do Desflorestamento na Amaz&ocirc;nia. Desflorestamento nos Munic&iacute;pios da Amaz&ocirc;nia Legal para o ano de 2017. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.dpi.inpe.br/prodesdigital/prodesmunicipal.php" target="_blank">http://www.dpi.inpe.br/prodesdigital/prodesmunicipal.php</a>, Acesso em: Novembro, 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766293&pid=S2182-1267201900030000600044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>RIBEIRO, B.; VER&Iacute;SSIMO, A. Padr&otilde;es e causas do desmatamento nas &aacute;reas protegidas de Rond&ocirc;nia. In: FUNDA&Ccedil;&Atilde;O BOTIC&Aacute;RIO DE PROTE&Ccedil;&Atilde;O A NATUREZA. Natureza e conserva&ccedil;&atilde;o. N&ordm; 1. Volume 5. Curitiba-PR. <i>SK editora</i>. 2007, pp. 15 &ndash; 26.</p>     <!-- ref --><p>ROCHA, C. F. D.; BERGALLO, H. G..; SLUYS, M. V.; ALVES, M. A. S. <i>Biologia da Conserva&ccedil;&atilde;o</i>: Ess&ecirc;ncias. 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A Contribui&ccedil;&atilde;o das Estradas e o Padr&atilde;o de Desflorestamento e Degrada&ccedil;&atilde;o da Cobertura Florestal no Sudoeste Paraense. <i>Revista Brasileira de Cartografia</i>. v. 69, n. 9. 2017, pp. 1835- 1846.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766299&pid=S2182-1267201900030000600049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>TOZZO, R. A.; MARCHI, E. C. Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o no Brasil: Uma Vis&atilde;o Conceitual, Hist&oacute;rica e Legislativa<i>. Revista Meio Ambiente e Sustentabilidade</i>. v. 6, n.3. 2014, pp. 508 &ndash; 523</p>     <!-- ref --><p>VACCHIANO, M. C.; SANTOS, J. W. M. C.; ANGEOLETTO, F.; SILVA, N. 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Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o e viola&ccedil;&atilde;o dos objetivos legais de prote&ccedil;&atilde;o. <i>Revista Direito Ambiental e sociedade</i>, v. 6, n. 2. 2016, pp. 201-224.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766303&pid=S2182-1267201900030000600052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>WWF - Brasil ganha cinco novas &aacute;reas protegidas no sul do Amazonas. 2016. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.wwf.org.br/informacoes/sala_de_imprensa/?uNewsID=52242" target="_blank">https://www.wwf.org.br/informacoes/sala_de_imprensa/?uNewsID=52242</a>, Acesso em: Novembro, 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1766305&pid=S2182-1267201900030000600053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>ZEMP, D. C.; Schleussner, C.-F.; Barbosa. H. M. J.; Rammig, A. 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