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<article-id pub-id-type="doi">10.17127/got/2020.19.001</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Qualidade dos recursos hídricos da bacia hidrográfica do córrego Formosinho, Bonito/MS]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this study is to analyze the spatialization and quality of water resources of the Formosinho stream - BHCF watershed. For this, we are following Christofolletti's methodological proceedings (1980) and the rules of Decree 357/2005 by CONAMA (Brazilian Environment Council). That is good to know the karstic geology aspect when we are showing the local water quality and morphometry at superficial water of this river basin. Our results are emphasizing the drainage net good water quality (Class I by CONAMA), however the superficial water flux is scarce with many non-permanent channels (most of them at the underground level), generating the need to develop plans and appropriate management for the dynamics of a karst system to ensure their use for tourism and agricultural activities.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Qualidade dos recursos h&iacute;dricos da bacia hidrogr&aacute;fica do c&oacute;rrego Formosinho, Bonito/MS</b></p>     <p><b>Quality of water resources of hydrographic basin of the Formosinho stream, Bonito/MS</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>1</sup> <b>Medeiros</b>, Rafael;&nbsp;<sup>1</sup> <b>Berezuk</b>, Andr&eacute; <sup>2</sup> <b>Pinto</b>, Andr&eacute;;&nbsp;<sup>1</sup> <b>Alves</b>, Lorrane</p>     <p><i><sup>1</sup> Universidade Federal da Grande Dourados</i></p>     <p>79.804-970, Rodovia Dourados / Itahum, Km 12, Dourados, Brasil</p>     <p><a href="mailto:rafael_bmedeiros@hotmail.com;">rafael_bmedeiros@hotmail.com</a>;&nbsp;<a href="mailto:andreberezuk@ufgd.edu.br;">andreberezuk@ufgd.edu.br</a>;&nbsp;<a href="mailto:lorrane.iza@bol.com.br;">lorrane.iza@bol.com.br</a></p>     <p><i><sup>2</sup> Universidade Federal do Mato Grosso do Sul</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>79.613-000, Tr&ecirc;s Lagoas, Brasil</p>     <p><a href="mailto:andrepintofontanetti@gmail.com">andrepintofontanetti@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo do estudo &eacute; analisar a espacializa&ccedil;&atilde;o e a qualidade dos recursos h&iacute;dricos da bacia hidrogr&aacute;fica do c&oacute;rrego Formosinho &ndash; BHCF. Para tanto, apoiou-se em propostas metodol&oacute;gicas de Christofoletti (1980) e a resolu&ccedil;&atilde;o 357/2005 do CONAMA, enfatizando-se a influ&ecirc;ncia da geologia c&aacute;rstica sobre a morfometria e da qualidade de suas &aacute;guas superficiais da bacia. Os resultados apontaram que a rede de drenagem, apesar de possuir boa qualidade de suas &aacute;guas, enquadradas na classe I do CONAMA, s&atilde;o escassas superficialmente, visto que muitos canais s&atilde;o ef&ecirc;meros ou subterr&acirc;neos, gerando a necessidade em elaborar planos e manejos adequados para a din&acirc;mica de um sistema c&aacute;rstico, para garantir seu uso &agrave;s atividades do turismo e da agropecu&aacute;ria.</p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Qualidade das &aacute;guas superficiais; Morfometria da rede de drenagem; Sistema c&aacute;rstico; Velocidade de fluxo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>The objective of this study is to analyze the spatialization and quality of water resources of the Formosinho stream - BHCF watershed. For this, we are following Christofolletti's methodological proceedings (1980) and the rules of Decree 357/2005 by CONAMA (Brazilian Environment Council). That is good to know the karstic geology aspect when we are showing the local water quality and morphometry at superficial water of this river basin. Our results are emphasizing the drainage net good water quality (Class I by CONAMA), however the superficial water flux is scarce with many non-permanent channels (most of them at the underground level), generating the need to develop plans and appropriate management for the dynamics of a karst system to ensure their use for tourism and agricultural activities.</p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Surface water quality; Drainage network morphometry; Karstic systems; Flow velocity.</p>     <p>&nbsp;</p> <ol>     <li><b> Introdu&ccedil;&atilde;o</b></li>     </ol>     <p>O conhecimento sobre os recursos h&iacute;dricos &eacute; essencial em quaisquer sistemas ambientais, por&eacute;m devido &agrave;s suas peculiaridades, os sistemas c&aacute;rsticos chamam mais a aten&ccedil;&atilde;o e necessitam de maiores informa&ccedil;&otilde;es, por apresentar uma maior fragilidade, sobretudo no Brasil, em que, apesar de existirem estudos sobre esse sistema como Auler et al. (2001) que caracterizaram geologicamente a distribui&ccedil;&atilde;o de 14 &aacute;reas carbon&aacute;ticas no Brasil, ainda carece de maiores avan&ccedil;os em suas avalia&ccedil;&otilde;es. A an&aacute;lise integrada das caracter&iacute;sticas desses sistemas h&iacute;dricos, por meio das suas propriedades hidrogeol&oacute;gicas, morfom&eacute;tricas e qualidade de suas &aacute;guas pode fornecer a compreens&atilde;o de seu &ldquo;modus operandi&rdquo;, com informa&ccedil;&otilde;es indispens&aacute;veis para seu uso e manejo m&uacute;ltiplo sustent&aacute;vel.</p>     <p>Fatos estes, que s&atilde;o identificados na Bacia Hidrogr&aacute;fica do C&oacute;rrego Formosinho (doravante, designada por BHCF), &aacute;rea de estudo deste artigo, localizada no munic&iacute;pio de Bonito/Mato Grosso do Sul. A &aacute;rea possui um sistema c&aacute;rstico que retrata uma diversidade not&aacute;vel de unidades morfoestruturais e recursos h&iacute;dricos, sendo estes, os principais modeladores desta paisagem c&aacute;rstica.</p>     <p>Diante da utiliza&ccedil;&atilde;o da bacia hidrogr&aacute;fica como um sistema a ser analisado, a Lei n&ordm; 9.433/1997 trouxe um avan&ccedil;o na gest&atilde;o das &aacute;guas no Brasil, considerando a bacia como unidade territorial para a implementa&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;tica Nacional de Recursos H&iacute;dricos (Brasil, 1997). No &acirc;mbito do munic&iacute;pio de Bonito, quest&otilde;es relacionadas aos mananciais foram colocadas em discuss&atilde;o, mais precisamente referente aos rios c&ecirc;nicos, que s&atilde;o influenciados pela din&acirc;mica dos sistemas c&aacute;rsticos. A Lei n&ordm; 1.871/1998 discorre justamente sobre essas quest&otilde;es, indicando uma forma de conserva&ccedil;&atilde;o da natureza, prote&ccedil;&atilde;o do meio ambiente e defesa das margens nas &aacute;reas cont&iacute;guas aos rios c&ecirc;nicos de Bonito e Jardim (munic&iacute;pio localizado a sudoeste de Bonito), (Mato Grosso do Sul, 1998).</p>     <p>A Lei n&ordm; 1.871/1998, juntamente com a Lei no 2.223/2001, se baseiam na import&acirc;ncia da prote&ccedil;&atilde;o dos rios c&ecirc;nicos e seus afluentes, responsabilizando propriet&aacute;rios e arrendat&aacute;rios de im&oacute;veis rurais e urbanos pela polui&ccedil;&atilde;o e contamina&ccedil;&atilde;o dos mananciais. Os propriet&aacute;rios que possuem rios c&ecirc;nicos em seus dom&iacute;nios s&atilde;o respons&aacute;veis pela conserva&ccedil;&atilde;o perante os &oacute;rg&atilde;os de fiscaliza&ccedil;&atilde;o do Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos H&iacute;dricos (Mato Grosso do Sul, 2001). Outro fator que deve ser evidenciado &eacute; a proibi&ccedil;&atilde;o do uso direto das &aacute;guas dos rios c&ecirc;nicos, preservando sua qualidade e quantidade.</p>     <p>Com o intuito de analisar os recursos h&iacute;dricos &eacute; necess&aacute;rio trabalhar com indicadores, objetivando compreender a din&acirc;mica dos mananciais frente &agrave; poss&iacute;veis usos predat&oacute;rios, al&eacute;m de sua import&acirc;ncia na constata&ccedil;&atilde;o de prov&aacute;veis desequil&iacute;brios e impactos ambientais, sendo a morfometria um importante m&eacute;todo para a an&aacute;lise destes recursos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por se tratar de uma regi&atilde;o c&aacute;rstica, a presen&ccedil;a de mananciais na superf&iacute;cie &eacute; restrita, existindo uma grande percola&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas pelas fendas e fissuras das rochas, existindo uma preocupante fragilidade, sobretudo diante de um poss&iacute;vel uso inadequado que acarreta desequil&iacute;brios no sistema (Van Beyden e Van Beyden, 2001). J&aacute; Parise (2012) menciona que n&atilde;o interpretar as caracter&iacute;sticas c&aacute;rsticas e suas fragilidades (baixa resili&ecirc;ncia; solos f&eacute;rteis, por&eacute;m fr&aacute;geis; e a alta dissolu&ccedil;ao das rochas que pode acarretar em abatimentos do terreno) resulta em uma m&aacute; gest&atilde;o de seus recursos h&iacute;dricos.</p>     <p>Diante de tais apontamentos, Waele et al. (2011) destacam cinco quest&otilde;es a serem tratadas em estudos sobre o carste: predomin&acirc;ncia de drenagens subterr&acirc;neas; car&aacute;ter oculto da rede de condutos subterr&acirc;neos, tornando-se dif&iacute;cil seu mapeamento e obt&ecirc;m uma resposta imprevis&iacute;vel frente &agrave;s m&uacute;ltiplas altera&ccedil;&otilde;es antr&oacute;picas; c) baixa resili&ecirc;ncia; d) alta solubilidade; e) ante seu comportamento peculiar, exige um manejo adequado.</p>     <p>Dessa forma, as rea&ccedil;&otilde;es qu&iacute;micas definem a evolu&ccedil;&atilde;o do carste e, segundo Carvalho J&uacute;nior et al (2008) est&atilde;o associadas ao processo de dissolu&ccedil;&atilde;o do calc&aacute;rio, tendo controle sobre a circula&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas na superf&iacute;cie. Por meio disso, a morfologia e hidrologia s&atilde;o espec&iacute;ficas, tanto na superf&iacute;cie como no subterr&acirc;neo, resultante da circula&ccedil;&atilde;o h&iacute;drica.</p>     <p>Ao trabalhar com recursos h&iacute;dricos, observa-se a necessidade de entender sua espacializa&ccedil;ao e quantidade de mananciais existentes, e ainda como estes s&atilde;o influenciados pelas atividades existentes na bacia hidrogr&aacute;fica. Uma das melhores formas de se compreender tais problemas ambientais &eacute; por meio da an&aacute;lise da qualidade das &aacute;guas superficiais, que trazem consigo uma interpreta&ccedil;&atilde;o de que as &aacute;guas s&atilde;o consideradas um elo entre todos os componentes f&iacute;sicos e antr&oacute;picos de uma bacia hidrogr&aacute;fica. Sua varia&ccedil;&atilde;o vai identificar poss&iacute;veis contamina&ccedil;&otilde;es, sendo utilizadas como indicadores ambientais por meio de seus par&acirc;metros f&iacute;sicos e qu&iacute;micos.</p>     <p>&Eacute; preciso contextualizar sobre os par&acirc;metros f&iacute;sico-qu&iacute;micos em sistemas c&aacute;rsticos, pois suas caracter&iacute;sticas hidrol&oacute;gicas e geoqu&iacute;micas s&atilde;o modificadas pelas rochas carbonatadas que condicionam o fluxo aos dutos, fraturas e matrizes das rochas, al&eacute;m da influ&ecirc;ncia hidrogeol&oacute;gica not&aacute;vel. Essa rela&ccedil;&atilde;o &eacute; o que determina as caracter&iacute;sticas das &aacute;guas superficiais da BHCF, e diante das an&aacute;lises dos par&acirc;metros selecionados como indicadores, foi importante levar em considera&ccedil;&atilde;o tais particularidades, constatando-as por meio de diversas obras como Silva et al. (2014); Lelis et al. (2015); Mantovani et al. (2016); Brugnolli et al. (2020); Brugnolli (2020).</p>     <p>Os par&acirc;metros f&iacute;sicos e qu&iacute;micos est&atilde;o, portanto, relacionados a uma s&eacute;rie de fatores que comp&otilde;em essa bacia hidrogr&aacute;fica, sobretudo seu substrato rochoso, ou seja, sua influ&ecirc;ncia sobre as &aacute;guas &eacute; not&aacute;vel, principalmente devido &agrave; carstifica&ccedil;&atilde;o das rochas carbonatadas, onde os armazenamentos das &aacute;guas subterr&acirc;neas influenciam &agrave;s &aacute;guas superficiais, deixando-a com uma caracter&iacute;stica alcalina com altos &iacute;ndices de s&oacute;lidos totais dissolvidos e condutividade el&eacute;trica, prejudicando seu enquadramento. Por sua vez, a turbidez dessas &aacute;guas ganha destaque, pois apresenta poucos sedimentos em suspens&atilde;o, devido &agrave; flocula&ccedil;&atilde;o e decanta&ccedil;&atilde;o do carbonato de c&aacute;lcio das rochas carbonatadas no leito fluvial.</p>     <p>Diante destes par&acirc;metros, a Resolu&ccedil;&atilde;o 357 do CONAMA (2005) disp&otilde;e sobre a classifica&ccedil;&atilde;o dos recursos h&iacute;dricos e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, juntamente aos par&acirc;metros para a defini&ccedil;&atilde;o das classes de enquadramento, que &eacute; basicamente um conjunto de condi&ccedil;&otilde;es e padr&otilde;es de qualidade de &aacute;gua necess&aacute;rios ao atendimento dos usos preponderantes, atuais ou futuros (CONAMA, 2005). Esta resolu&ccedil;&atilde;o traz especifica&ccedil;&otilde;es para determinar a qualidade de mananciais h&iacute;dricos, considerando que a &aacute;gua integra as preocupa&ccedil;&otilde;es do desenvolvimento sustent&aacute;vel, baseado nos princ&iacute;pios da fun&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica da propriedade, da preven&ccedil;&atilde;o, da precau&ccedil;&atilde;o, do poluidor-pagador, do usu&aacute;rio-pagador e da integra&ccedil;&atilde;o, bem como no reconhecimento de valor intr&iacute;nseco &agrave; natureza (CONAMA, 2005).</p>     <p>Tais conceitos e formas de compreens&atilde;o dos recursos h&iacute;dricos da BHCF, nortearam as justificativas para essa pesquisa, tal qual o avan&ccedil;o das monoculturas em suas terras f&eacute;rteis, por&eacute;m fr&aacute;geis, podendo ocasionar altera&ccedil;&otilde;es nos par&acirc;metros f&iacute;sico-qu&iacute;micos das &aacute;guas superficiais ante ao poss&iacute;vel arraste de sedimentos, provocando impactos significativos, inclusive nas tufas calc&aacute;rias, que s&atilde;o um dos principais atrativos tur&iacute;sticos de Bonito, pois as mesmas ocasionam quedas d&rsquo;&aacute;gua, corredeiras, dentre outras fei&ccedil;&otilde;es c&aacute;rsticas.</p>     <p>Al&eacute;m disso, os recursos h&iacute;dricos da BHCF possuem papel imprescind&iacute;vel nos setores sociais, econ&ocirc;micos e ambientais de Bonito, na medida em que s&atilde;o as principais fontes de rendas na cidade. O aspecto social surge no que diz respeito &agrave; gera&ccedil;&atilde;o de empregos diretos e indiretos relacionados &agrave;s atratividades tur&iacute;sticas; o setor econ&ocirc;mico tamb&eacute;m voltado ao turismo, visto que tanto o com&eacute;rcio como o setor hoteleiro vislumbram um ambiente em que favore&ccedil;a o aumento das atividades turisticas. Este setor ambiental, onde se insere os recursos h&iacute;dricos, est&atilde;o vinculados diretamente &agrave; qualidade das &aacute;guas, seja por sua translucidez e outros par&acirc;metros que afetam diretamente o turismo da regi&atilde;o.</p>     <p>Neste percurso, a presente pesquisa objetiva analisar a espacializa&ccedil;&atilde;o da rede de drenagem (morfometria da rede de drenagem) e compreender e enquadrar a qualidade das &aacute;guas superficiais da BHCF na resolu&ccedil;&atilde;o do CONAMA (2005), utilizando-se par&acirc;metros f&iacute;sico-qu&iacute;micos para aferir o m&eacute;todo de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson, importante m&eacute;todo b&aacute;sico para identificar poss&iacute;veis correla&ccedil;&otilde;es entre os pr&oacute;prios par&acirc;metros.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ol start="2">     <li><b> &Aacute;rea de Estudo</b></li>     </ol>     <p>A BHCF possui grande relev&acirc;ncia para o munic&iacute;pio de Bonito-MS, seja por suas &aacute;guas transl&uacute;cidas, com elevada beleza c&ecirc;nica, e por se tratar de um importante afluente do rio Formoso (manancial mais importante de Bonito e que possui grande atratividade tur&iacute;stica). A &aacute;rea da BHCF abrange parte do Parque Nacional da Serra da Bodoquena e o Monumento Natural Estadual da Gruta do Lago Azul e diante da relevancia deste manancial h&iacute;drico &eacute; que justificamos a sele&ccedil;&atilde;o desta &aacute;rea para a elabora&ccedil;&atilde;o deste artigo.</p>     <p>A BHCF apresenta uma dimens&atilde;o territorial de 414,31 km&sup2;, localizada a oeste do munic&iacute;pio de Bonito, tendo seu rio principal uma extens&atilde;o de 30,54 km, desaguando no m&eacute;dio curso do rio Formoso. Ao longo de seu percurso, o mesmo apresenta afluentes importantes que auxiliam na din&acirc;mica das &aacute;guas do c&oacute;rrego Formosinho, como o C&oacute;rrego Taquaral e Anhumas, ambos com suas nascentes localizadas na Serra da Bodoquena (<a name="f1"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a01f1.gif">Figura 1</a>).</p>     
<p>&nbsp;</p>       <p>Diante de tal localiza&ccedil;&atilde;o, a BHCF est&aacute; situada em terrenos carbonatados do Grupo Corumb&aacute; que modelaram um relevo c&aacute;rstico formado por &aacute;reas serranas da Serra da Bodoquena at&eacute; regi&otilde;es aplainadas onde h&aacute; um predom&iacute;nio de solos f&eacute;rteis, tanto o chernossolo r&ecirc;ndzico &oacute;rtico como o latossolo vermelho eutr&oacute;fico e nitossolo vermelho eutr&oacute;fico.</p>     <p>Com o intuito de caracterizar o aspecto clim&aacute;tico da &aacute;rea em estudo foi utilizado o trabalho do Zavatini (1992), refer&ecirc;ncia para estudos no Mato Grosso do Sul e que embasara a compreens&atilde;o da din&acirc;mica dos elementos clim&aacute;ticos da BHCF. Logo, o autor prop&ocirc;s uma classifica&ccedil;&atilde;o clim&aacute;tica do estado e diante de tal proposta, a BHCF ficou inserida na zona clim&aacute;tica controlada por massas tropicais e polares, com um clima regional predominante da atua&ccedil;&atilde;o da massa polar atl&acirc;ntica e participa&ccedil;&atilde;o efetiva da massa tropical continental.</p>     <p>Por fim, a BHCF est&aacute; inserida no contexto Planalto da Bodoquena, sendo esta uma das fei&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas individualizadas propostas pelo autor, com &ldquo;&iacute;ndices anuais entre 1200 e 1400 mm, chuvas de primavera ligeiramente superiores &agrave;s de ver&atilde;o e per&iacute;odo outono-inverno com valores ao redor de 300 mm&rdquo; (Zavatini, 1992, p.84).</p>     <p><b>&nbsp;</b></p> <ol start="3">     ]]></body>
<body><![CDATA[<li><b> Materiais e M&eacute;todos</b></li>     </ol>     <p>A an&aacute;lise dos recursos h&iacute;dricos da BHCF consiste em identificar a morfometria da drenagem e a qualidade das &aacute;guas superficiais. A an&aacute;lise morfom&eacute;trica segue a cl&aacute;ssica proposta de Christofoletti (1980). &Iacute;ndices foram levados em considera&ccedil;&atilde;o, como: 1) &aacute;rea de drenagem; 2) per&iacute;metro; 3) ordem dos canais; 4) rela&ccedil;&atilde;o de bifurca&ccedil;&atilde;o; 5) comprimento m&eacute;dio dos segmentos fluviais, 6) rela&ccedil;&atilde;o entre o comprimento m&eacute;dio dos canais de cada ordem; 7) rela&ccedil;&atilde;o entre o &iacute;ndice m&eacute;dio do comprimento m&eacute;dio dos canais e o &iacute;ndice de bifurca&ccedil;&atilde;o; 8) extens&atilde;o do percurso superficial; 9) forma da bacia; 10) &iacute;ndice de circularidade, 11) densidade hidrogr&aacute;fica; 12) densidade de drenagem; e 13) coeficiente de manuten&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; velocidade de fluxo das &aacute;guas e sua qualidade, as mesmas foram analisadas ao longo de 6 pontos de coleta nos principais mananciais da BHCF, ou seja, nos c&oacute;rregos Taquaral, Anhuma, Serradinho e no pr&oacute;prio c&oacute;rrego Formosinho (<a name="f2"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a01f2.gif">Figura 2</a>). Foram realizadas diversas sa&iacute;das de campo, utilizando dados do inverno de 2017.</p>     
<p>&nbsp;</p>      <p>A velocidade de fluxo ocorre mediante a utiliza&ccedil;&atilde;o, em campo, do equipamento <i>Global Water FP101 &ndash; FP201 </i>e com o objetivo de coletar os dados referentes aos par&acirc;metros f&iacute;sicos e qu&iacute;micos selecionados para avaliar a qualidade das &aacute;guas, o equipamento utilizado foi o <i>Horiba U-50 Series Multiparameter water Quality Unit&rsquo;s </i>(<a name="f3"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a01f3.gif">Figura 3</a>).&nbsp;</p>     
<p>&nbsp;</p>      <p>Os indicadores utilizados na an&aacute;lise das &aacute;guas da BHCF foi o Oxig&ecirc;nio Dissolvido &ndash; OD, Potencial Hidrogeni&ocirc;nico &ndash; pH, Condutividade El&eacute;trica - CE, Temperatura do da &Aacute;gua, Turbidez, Potencial Redox, S&oacute;lidos Totais Dissolvidos &ndash; TDS e Salinidade (<a name="q1"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a01q1.gif">Tabela 1</a>). Juntamente a tais par&acirc;metros, realizou-se a medi&ccedil;&atilde;o da velocidade de fluxo das &aacute;guas, vari&aacute;vel que auxilia na oxigena&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas.</p>      
<p>Ap&oacute;s sua medi&ccedil;&atilde;o, foi realizada a interpreta&ccedil;&atilde;o dos dados coletados e efetuado o enquadramento dos recursos h&iacute;dricos, segundo a resolu&ccedil;&atilde;o 357/2005 do CONAMA, que determina os limites dos par&acirc;metros e suas principais preconiza&ccedil;&otilde;es (<a name="q2"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a01q2.gif">Tabela 2</a>). &Eacute; v&aacute;lido destacar que o par&acirc;metro de condutividade el&eacute;trica n&atilde;o &eacute; abordado pela Resolu&ccedil;&atilde;o, mas por ser um indicador que aponta informa&ccedil;&otilde;es importantes foi decidido incorpor&aacute;-lo na avalia&ccedil;&atilde;o, tendo como refer&ecirc;ncia nos limites deste indicador os trabalhos de Pinto <i>et al</i><b>. </b>(2009), Lelis <i>et al</i>. (2015), Brugnolli (2016) e Brugnolli et al. (2019a).</p>      
<p>Para a realiza&ccedil;&atilde;o da correla&ccedil;&atilde;o entre os pr&oacute;prios par&acirc;metros foi realizado o m&eacute;todo de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson, disponibilizado no <i>software Microsoft Office Excel. </i>Todas essas informa&ccedil;&otilde;es, somadas aos dados disponibilizados pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais &ndash; CPRM a respeito das unidades morfoestratigr&aacute;ficas e seus elementos estruturais, trazem consigo uma an&aacute;lise conjunta dos recursos h&iacute;dricos locais, possibilitando a compreens&atilde;o da influ&ecirc;ncia do substrato rochoso sobre os mesmos. Diante das informa&ccedil;&otilde;es disponibilizadas pela CPRM e a fim de promover maior detalhamento das forma&ccedil;&otilde;es geol&oacute;gicas existentes na BHCF foram realizadas sa&iacute;das de campo, alcan&ccedil;ando o detalhamento desta pesquisa (1:150.000).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ol start="4">     <li><b> Resultados</b></li>     </ol>     <p>Um importante t&oacute;pico a ser analisado &eacute; a estreita rela&ccedil;&atilde;o dos recursos h&iacute;dricos com o seu substrato rochoso (<a href="#f4">Figura 4</a>). A distribui&ccedil;&atilde;o da rede de drenagem e a qualidade das &aacute;guas da BHCF tem sua estrutura influenciada pelo relevo c&aacute;rstico, onde as nascentes dos principais mananciais est&atilde;o situadas na serra da Bodoquena.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f4">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a01f4.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>De tal forma, identificou-se, a partir da an&aacute;lise morfom&eacute;trica, pouca densidade superficial de drenagem, devido a mesma apresentar caracter&iacute;sticas criptorreicas, com turbidez reduzida, elevado teor de s&oacute;lidos totais dissolvidos e condutividade el&eacute;trica pela dissolu&ccedil;&atilde;o da calcita, dolomita e magn&eacute;sio das rochas calc&aacute;rias. Destacou-se ainda, um pH alcalino, devido &agrave; alta concentra&ccedil;&atilde;o de bicarbonato de c&aacute;lcio dissolvido nas &aacute;guas, desse modo, estas s&atilde;o consideradas algumas das caracter&iacute;sticas que podem ser traduzidas como pass&iacute;veis de influ&ecirc;ncia das rochas carbonatadas em um sistema c&aacute;rstico</p>     <p>Dos seis pontos de coleta, conv&ecirc;m destacar os altos teores de oxig&ecirc;nio dissolvido, com exce&ccedil;&atilde;o do ponto n&uacute;mero 1, que traduzem uma &aacute;gua dotada de boa qualidade. Portanto, seu ambiente c&aacute;rstico, com rochas carbonatadas (calc&aacute;rio e m&aacute;rmores calc&iacute;ticos e dolom&iacute;ticos), por vezes, com relevo muito declivoso e solos fr&aacute;geis, alteram os par&acirc;metros f&iacute;sicos e qu&iacute;micos das &aacute;guas, sobretudo pela influ&ecirc;ncia hidrogeol&oacute;gica.</p>      <p><b>4.1 An&aacute;lise morfom&eacute;trica da rede de drenagem da BHCF</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A BHCF possui um total de 55 canais de drenagem, sendo estes 39 de primeira ordem (71%), segundo o m&eacute;todo de Horton. A densidade de drenagem varia, portanto, de 0,09 a 0,16 segmentos fluviais por quil&ocirc;metro quadrado (<a href="#q3">Tabela 3</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q3">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a01q3.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Mesmo dotada de uma densidade de drenagem muito baixa, t&iacute;pica de &aacute;reas c&aacute;rsticas que influenciam uma significativa infiltra&ccedil;&atilde;o h&iacute;drica, a BHCF apresenta sua maior quantidade de drenagens em topografia mais acidentada da bacia, isto &eacute;, nas &aacute;reas serranas (Serra da Bodoquena). A BHCF apresenta uma densidade de drenagem de 0,46 km/km&sup2;, j&aacute; o coeficiente de manuten&ccedil;&atilde;o possui valores de 2.185 m&sup2;/m para a BHCF.</p>     <p>Tamb&eacute;m relacionado &agrave; topografia da regi&atilde;o da BHCF, o comprimento m&eacute;dio dos canais de primeira ordem da BHCF correspondeu a 1,48 km<sup>2</sup>, sobretudo devido a presen&ccedil;a de solos mais argilosos provenientes da intemperiza&ccedil;&atilde;o do calc&aacute;rio e da dolomita. Outro dado se refere a extens&atilde;o do percurso superficial da BHCF com extens&atilde;o de 2,19 km, que refor&ccedil;a a presen&ccedil;a de solos argilosos e em concord&acirc;ncia com a topografia mais &iacute;ngreme no alto curso da BHCF que resulta em uma maior energia cin&eacute;tica das &aacute;guas, oferecendo condi&ccedil;&otilde;es para um maior percurso superficial.</p>     <p>A BHCF possui canais de primeira ordem curtos e <i>runoffs</i> que refletem um coeficiente de manuten&ccedil;&atilde;o de 414 km&sup2;. O per&iacute;metro de 132 km da BHCF remete a um per&iacute;metro altamente irregular, cujo &iacute;ndice de circularidade baixo comprova (0,30). Um &iacute;ndice circular baixo como este tamb&eacute;m comprova a alta influ&ecirc;ncia topogr&aacute;fica da BHCF, sendo esta uma bacia com influ&ecirc;ncia ao escoamento h&iacute;drico e menores tend&ecirc;ncias de inunda&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Em se tratando das sub-bacias da BHCF, o c&oacute;rrego Taquaral apresenta toda sua dimens&atilde;o territorial em ambiente c&aacute;rstico, logo, toda a &aacute;rea manifesta baixa densidade de drenagem, apesar de possuir o maior valor, ou seja, de 0,60 km/km&sup2;. Seu manancial &eacute; de 4&ordf; ordem, devido a quantidade de afluentes existentes na parte da serra da Bodoquena, com isso, possui uma densidade hidrogr&aacute;fica de 0,15 segmentos fluviais por km&sup2;. Ainda que tenha uma ampla abund&acirc;ncia de sumidouros e ressurg&ecirc;ncias nesta sub-bacia, grande parte de seus mananciais (tribut&aacute;rios do c&oacute;rrego Taquaral) s&atilde;o encontrados na serra da Bodoquena.</p>     <p>Apesar da &aacute;rea retratar uma baixa densidade de drenagem, representa o menor coeficiente de manuten&ccedil;&atilde;o (1.668,25 m&sup2;/m) e o menor percurso superficial de todas as sub-bacias (1,67 km). O c&oacute;rrego &eacute; intermitente, percorrendo terrenos muitos &iacute;ngremes, desde sua nascente a vales encaixados na serra da Bodoquena, at&eacute; sua foz, no c&oacute;rrego Formosinho.</p>     <p>J&aacute; o c&oacute;rrego Serradinho, que &eacute; afluente do c&oacute;rrego Anhuma, foi qualificado como 3&ordf; ordem, com sua dimens&atilde;o territorial influenciada pelo sistema c&aacute;rsticos, havendo uma densidade de drenagem e densidade hidrogr&aacute;fica de 0,44 km/km&sup2; e de 0,09 cursos por km&sup2;, respectivamente. Este c&oacute;rrego n&atilde;o possui extensos tribut&aacute;rios, assim, sua quantidade de bifurca&ccedil;&otilde;es &eacute; baixa.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O c&oacute;rrego Anhuma apresentou 0,16 cursos por km&sup2; de densidade hidrogr&aacute;fica e uma densidade de drenagem de 0,49 km/km&sup2;. H&aacute; de se destacar uma grande concentra&ccedil;&atilde;o de mananciais de pequena extens&atilde;o nas menores &aacute;reas dotadas de rochas terr&iacute;genas (11,74% dos 189,14 km&sup2;, ou seja, 6,21 km&sup2;).</p>     <p>O c&oacute;rrego Formosinho, com seus afluentes citados anteriormente e demais tribut&aacute;rios t&ecirc;m uma densidade de drenagem de 0,46 km/km&sup2;, com 0,13 cursos por km&sup2; de densidade hidrogr&aacute;fica. De forma geral, percebe-se que os recursos h&iacute;dricos ficaram dispostos, em maior quantidade, nas &aacute;reas preservadas da serra da Bodoquena, isto &eacute;, no alto curso da BHCF. J&aacute; em &aacute;reas do m&eacute;dio e baixo curso da BHCF a quantidade de mananciais foi menor, devido ao aumento das &aacute;reas aplainadas e maior ocorr&ecirc;ncia de &aacute;reas &uacute;midas nas plan&iacute;cies aluviais.</p>     <p>Esses dados morfom&eacute;tricos auxiliam na identifica&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas dos recursos h&iacute;dricos e sua disponibiliza&ccedil;&atilde;o ao longo das bacias hidrogr&aacute;ficas, sobretudo no que diz respeito a influ&ecirc;ncia que as caracter&iacute;sticas c&aacute;rsticas exercem sobre os recursos h&iacute;dricos. No mais, &eacute; importante ressaltar os par&acirc;metros f&iacute;sicos e qu&iacute;micos das &aacute;guas superficiais, destacando-se a import&acirc;ncia da an&aacute;lise da qualidade destes mananciais, proporcionando assim, al&eacute;m da identifica&ccedil;&atilde;o de sua distribui&ccedil;&atilde;o, a sua qualidade vigente.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4.2 Qualidade das &aacute;guas superficiais da BHCF</b></p>     <p>Ao longo de 6 pontos de monitoramento realizou-se an&aacute;lises de alguns par&acirc;metros f&iacute;sicos e qu&iacute;micos das &aacute;guas superficiais juntamente com a correla&ccedil;&atilde;o de Pearson, que traduz, de forma simples e r&aacute;pida, a rela&ccedil;&atilde;o entre os pr&oacute;prios par&acirc;metros (<a href="#q4">Tabela 4</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q4">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a01q4.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O c&oacute;rrego Taquaral, ponto 1 de monitoramento das &aacute;guas, merece destaque na BHCF, pois seu alto curso ainda se mant&eacute;m preservado, situado no Parque Nacional da Serra da Bodoquena, todavia, o OD do ponto em quest&atilde;o foi o que apresentou o dado mais preocupando, se comprado com os outros pontos de an&aacute;lise, isto &eacute;, 3,45 mg/L.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Tal resultado, &eacute; justificado devido &agrave; reduzida velocidade e quantidade de fluxo de suas &aacute;guas (0,10m/s), al&eacute;m da grande quantidade de folhas e galhos existentes em seu leito fluvial, observado em campo, havendo um dep&oacute;sito constante de mat&eacute;ria org&acirc;nica ao longo de seu canal, que impacta diretamente nos n&iacute;veis de oxig&ecirc;nio dissolvido.</p>     <p>Mesmo com a tend&ecirc;ncia &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de um sistema redutor, o pH apresentou 7,78. No que se refere a turbidez, ORP e TDS constatou-se que seus valores n&atilde;o se apresentaram cr&iacute;ticos, fazendo com o que este ponto fosse enquadrado na classe II, mas como este apresentou os piores resultados da BHCF sugeriu-se promover algumas medidas mitigadoras locais, como a redu&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas de culturas pr&oacute;ximas, que est&atilde;o cada vez mais adentrando nas &aacute;reas de t&aacute;lus das matas ciliares e morros residuais pr&oacute;ximos (que ainda se mostram preservados).</p>     <p>De acordo com os moradores da propriedade rural que margeia o ponto 1, o c&oacute;rrego Taquaral apresentava grande vaz&atilde;o de &aacute;gua, mas na sa&iacute;da de campo de Dezembro de 2016 e Mar&ccedil;o de 2017, o mesmo n&atilde;o apresentava &aacute;gua em seu leito, constatando um fluxo apenas no Inverno de 2017, mas com pouca velocidade e reduzido volume (<a name="f5"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a01f5.gif">Figura 5</a>).</p>      
<p>No c&oacute;rrego Serradinho foram dois pontos de monitoramento da qualidade das &aacute;guas (pontos 2 e 3), distanciados por aproximadamente 2,8 km, que tamb&eacute;m causaram preocupa&ccedil;&atilde;o devido ao volume h&iacute;drico reduzido. &Eacute; poss&iacute;vel constatar, pela imagem de sat&eacute;lite e com as idas &agrave; campo, um prov&aacute;vel desvio de capta&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas do c&oacute;rrego Serradinho para o abastecimento de um a&ccedil;ude, pertencente a uma propriedade rural da &aacute;rea. Foi constatado, tamb&eacute;m, represamentos das &aacute;guas ao longo dos 2,8 km de percurso entre o ponto 2 e ponto 3, e este represamento provoca a redu&ccedil;&atilde;o do OD devido ao baixo turbilhonamento das &aacute;guas, isto &eacute;, 8,41 mg/L, no ponto 2, para 7,35 mg/L, no ponto 3. &Eacute; v&aacute;lido enfatizar preocupa&ccedil;&otilde;es frente a esta a&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica, sobretudo, no que toca &agrave; redu&ccedil;&atilde;o na vaz&atilde;o das &aacute;guas superficiais locais, como pode ser observado na <a name="f6"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a01f6.gif">Figura 6</a>.</p>      
<p>Um fator positivo, referente ao ponto 3, que colabora com a diminui&ccedil;&atilde;o dos impactos no volume h&iacute;drico &eacute; o aumento da velocidade do fluxo, que permite a manuten&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de OD, mas logo ap&oacute;s o ponto 3 encontrou-se, novamente, mais um represamento das &aacute;guas superficiais, refletindo na redu&ccedil;&atilde;o abrupta desta velocidade, acarretando na diminui&ccedil;&atilde;o do OD e aumentando as tens&otilde;es ecol&oacute;gicas neste ambiente aquoso, influenciando nas &aacute;guas superficiais &agrave; jusante, isto &eacute;, o c&oacute;rrego Anhuma, como pode ser observado na <a name="f7"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a01f7.gif">Figura 7</a>.</p>     
<p>&nbsp;</p>      <p>O ponto 4 apresentou uma velocidade de fluxo muito reduzida, mas o OD se mostrou elevado, com 7,45 mg/L. Durante a coleta dos dados <i>in situ,</i> foi observado a retirada das &aacute;guas superficiais do c&oacute;rrego Anhuma por caminh&otilde;es pipa para a constru&ccedil;&atilde;o da rodovia MS-382 que estava sendo pavimentada e a retirada constante e em grande quantidade de &aacute;gua do leito fluvial &eacute; um fato considerado impactante e preocupante para o ambiente aqu&aacute;tico. Portanto, &eacute; not&oacute;ria a alta vulnerabilidade ambiental destas &aacute;reas, onde interven&ccedil;&otilde;es pontuais podem causar impactos negativos ao longo do sistema da bacia hidrogr&aacute;fica.</p>     <p>Esse ponto 4 apresenta as mesmas caracter&iacute;sticas da maioria dos pontos analisados, com uma condutividade el&eacute;trica elevada (204,00 &micro;S/cm) devido a influencia do substrato rochoso, isto &eacute;, calcita, dolomita e magn&eacute;sio dissolvidos na &aacute;gua pelas rochas calc&aacute;rias de seu leito fluvial.</p>     <p>Um fato importante &eacute; que, mesmo com baixa velocidade de fluxo, seu OD permaneceu elevado, sobretudo por algumas quedas d&rsquo;&aacute;gua situadas a poucos metros a montante, causando um turbilhonamento e uma reoxigena&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas, por&eacute;m, logo ap&oacute;s essas quedas foi observado um novo represamento das &aacute;guas (natural), reduzindo-se, novamente, a velocidade de fluxo.</p>     <p>Diante do volume e qualidade dos mananciais Taquaral (ponto 1), Serradinho (pontos 2 e 3) e Anhuma (ponto 4), foi observada uma grande necessidade de conserva&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o apenas para com as suas sub-bacias hidrogr&aacute;ficas, mas com a BHCF como um todo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O c&oacute;rrego Formosinho apresenta, por sua vez, caracter&iacute;sticas perenes, com uma maior vaz&atilde;o de &aacute;gua, por outro lado, alguns de seus tribut&aacute;rios s&atilde;o tempor&aacute;rios e isso inferiu em seu regime. Frente a estas observa&ccedil;&otilde;es h&aacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o com a qualidade, quantidade e din&acirc;mica do c&oacute;rrego Formosinho, sendo este um dos principais tribut&aacute;rios do Formoso, manancial fundamental nas atividades econ&ocirc;micas do munic&iacute;pio de Bonito.</p>     <p>O ponto 5 (c&oacute;rrego Formosinho) apresentou uma redu&ccedil;&atilde;o na oxigena&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas (6,81 mg/L), sobretudo, pela significativa quantidade de mat&eacute;ria org&acirc;nica e vegeta&ccedil;&atilde;o aqu&aacute;tica existentes (mat&eacute;ria org&acirc;nica que n&atilde;o impactou de maneira significativa na qualidade do corpo h&iacute;drico local gra&ccedil;as a uma velocidade de fluxo de 5,83 m/s).</p>     <p>Mesmo com uma redu&ccedil;&atilde;o da oxigena&ccedil;&atilde;o, suas &aacute;guas ainda permaneceram em n&iacute;veis aceit&aacute;veis segundo o CONAMA, enquadrada como classe I. Por outro lado, a condutividade se mostrou mais elevada, sobretudo pelo leito fluvial percorrer sobre ambientes c&aacute;rsticos, com tufas calc&aacute;rias e travertinos, da Forma&ccedil;ao Xarai&eacute;s. Segundo Dias (2000), essa influ&ecirc;ncia das rochas ocorre pelas grandes concentra&ccedil;&otilde;es de magn&eacute;sio, alum&iacute;nio e c&aacute;lcio das rochas carbonatadas, sobretudo do grupo Corumb&aacute; e Forma&ccedil;&atilde;o Xarai&eacute;s.</p>     <p>A turbidez encontra-se reduzida neste ponto, ocasionando a tradicional beleza c&ecirc;nica das &aacute;guas da bacia, expressando uma colora&ccedil;&atilde;o azulada da &aacute;gua do c&oacute;rrego Formosinho. H&aacute; percept&iacute;vel influ&ecirc;ncia das rochas carbonatadas no alto curso, e das forma&ccedil;&otilde;es Bocaina, Cerradinho e Xarai&eacute;s no m&eacute;dio curso, apresentando translucidez das &aacute;guas, (pontos 5 e 6), <a name="f8"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a01f8.gif">Figura 8</a>.</p>      
<p>Neste &uacute;ltimo ponto de an&aacute;lise (ponto 6), o OD do c&oacute;rrego Formosinho apresenta melhorias na medida em que se aproxima de sua foz, pois h&aacute; um ligeiro aumento da velocidade de fluxo, acarretando um turbilhonamento das &aacute;guas e maior oxigena&ccedil;&atilde;o, elevando o OD para 8,68 mg/L. Com isso, permanece com boa qualidade das &aacute;guas (classe I de enquadramento), n&atilde;o oferecendo grande empecilho para seu uso. Um fator a ser destacado foi a alta</p>     <p>condutividade el&eacute;trica, o pH e turbidez, que tamb&eacute;m se elevaram devido ao aumento dos s&oacute;lidos totais das &aacute;guas, por meio do aumento da velocidade de fluxo que solaparam as margens do manancial que, segundo Fritzsons <i>et al.</i> (2009) destacam, s&atilde;o fatores que elevam do pH, deixando-o ainda mais alcalino e alterando seu equil&iacute;brio. Alguns fatores exp&otilde;em a &aacute;rea a uma maior fragilidade, tendo como consequencia os solapamentos, como a aus&ecirc;ncia da mata ciliar e atividade de minera&ccedil;&atilde;o, representado no ponto 6.</p>     <p>A presen&ccedil;a, &agrave; montante, de uma minera&ccedil;&atilde;o de calc&aacute;rio do ponto de monitoramento 6, segundo Silva (2007), causa impacto poluidor devido a grande quantidade de lama que pode possuir compostos qu&iacute;micos, tais como ferro, calc&aacute;rio, areia e argila. A &aacute;rea da minera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o adentra as &aacute;reas de preserva&ccedil;&atilde;o permanente, contudo, seu monitoramento deve ser continuo, sobretudo em &eacute;pocas chuvosas, onde o escoamento superficial &eacute; elevado.</p>     <p>Por meio dessas an&aacute;lises, h&aacute; uma influ&ecirc;ncia de alguns par&acirc;metros sobre outros, sendo necess&aacute;rio, conforme apontado na Tabela 2, uma correla&ccedil;&atilde;o destes, expondo uma tend&ecirc;ncia caso algum par&acirc;metro seja alterado nessa atual an&aacute;lise da qualidade das &aacute;guas da BHCF. Observou-se que o OD foi influenciado, diretamente, pela velocidade de fluxo das &aacute;guas, por meio de seu turbilhonamento, com a presen&ccedil;a de quedas d&rsquo;&aacute;gua e corredeiras que provocaram sua oxigena&ccedil;&atilde;o. O OD &eacute; influenciado, tamb&eacute;m, pela temperatura das &aacute;guas, pois a solubilidade dos gases se eleva com a redu&ccedil;&atilde;o da temperatura, logo, as &aacute;guas que se apresentaramm com temperaturas mais amenas tendem a reter mais oxig&ecirc;nio.</p>     <p>Por outro lado, o pH nessas &aacute;reas permaneceu dentro do limite aceit&aacute;vel de boa qualidade, sobretudo pelas poucas varia&ccedil;&otilde;es existentes, que segundo Brugnolli et al. (2019a) pode ser explicado pela grande capacidade de &ldquo;efeito tamp&atilde;o&rdquo; destas &aacute;guas devido ao alto valor de carbonatos e bicarbonatos dissolvidos na &aacute;gua, apresentando altera&ccedil;&otilde;es pouco acentuadas, sendo um fator de preserva&ccedil;&atilde;o da vida aqu&aacute;tica dos recursos h&iacute;dricos desta bacia.</p>     <p>A velocidade n&atilde;o apresentou rela&ccedil;&otilde;es com a condutividade, que por sua vez, est&aacute; intimamente relacionada com o TDS das &aacute;guas, pois quanto maior a quantidade de s&oacute;lidos totais dissolvidos na &aacute;gua, maior a condutividade el&eacute;trica, pelos el&eacute;trons carregados por estes s&oacute;lidos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ol start="5">     <li><b> Discuss&otilde;es</b></li>     </ol>     <p>As rela&ccedil;&otilde;es entre seus par&acirc;metros transmitem uma import&acirc;ncia significativa no entendimento de corpos h&iacute;dricos e como os mesmos s&atilde;o alterados e, em alguns casos, contaminados e polu&iacute;dos, portanto, entrada de algum contaminante pode alterar todos os par&acirc;metros e suas correla&ccedil;&otilde;es, trazendo impactos nocivos &agrave; uma bacia hidrogr&aacute;fica, sobretudo bacias c&aacute;rsticas, onde as fragilidades de seus terrenos e &aacute;gua s&atilde;o maiores.</p>     <p>Analisando os par&acirc;metros encontrados, foi not&aacute;vel algumas caracter&iacute;sticas principais, a primeira delas diz respeito &agrave; baixa turbidez das &aacute;guas superficiais, que n&atilde;o ultrapassaram 6,24 NTU, sobretudo diante da decanta&ccedil;&atilde;o dos sedimentos qu&iacute;micos compostos por CaCO<sub>3</sub> e CaMg(CO<sub>3</sub>)<sub>2. </sub></p>     <p>Se comparar esses valores de turbidez encontrados com outras bacias hidrogr&aacute;ficas sul-mato-grossenses, v&ecirc;-se algumas distor&ccedil;&otilde;es consider&aacute;veis. Segundo Braz (2017) a turbidez alcan&ccedil;ou 17 NTU em regi&otilde;es terr&iacute;genas analisadas pelo autor (localizada no setor leste do estado), podendo, em algumas situa&ccedil;&otilde;es, alcan&ccedil;ar 217 NTU, contudo, na mesma regi&atilde;o do estado, Oliveira et al. (2011) encontrou valores de turbidez que alcan&ccedil;aram 65 NTU. Tais valores contrastam e mostram a diferen&ccedil;a dos ambientes c&aacute;rsticos e terr&iacute;genos na identifica&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de turbidez, sendo comprovado por autores que trabalharam com diferentes regi&otilde;es c&aacute;rsticas no munic&iacute;pio de Bonito, ou seja, Lelis et al. (2015) e Brugnolli et al. (2019a). O primeiro encontrou &iacute;ndices que variaram entre 1,80 NTU a 3,00 NTU no rio Formoso e o estudo de Brugnolli et al. (2019a), encontrou uma turbidez variando entre 0,81 NTU a 7,39 NTU, no rio Mimoso.</p>     <p>Brugnolli et al. (2019a, p. 194) ainda afirmam que as caracter&iacute;sticas expressas pelo pH alcalino incorporaram elementos qu&iacute;micos que geraram rea&ccedil;oes, &ldquo;na grande maioria das vezes condutoras de eletricidade e que geram sais dissolvidos, que s&atilde;o excelentes decantadores, que proporcionam &aacute;guas muito cristalinas&rdquo;. Ao comparar o pH desta bacia com outras &aacute;reas c&aacute;rsticas do estado, foi constatado que este indicador apresentou expressivos &iacute;ndices alcalinos em todas as &aacute;reas, sobretudo devido &agrave;s &aacute;guas ricas em CaCO<sub>3</sub>. Tanto Lelis et al. (2015) como Brugnolli et al. (2019a) trazem &iacute;ndices pr&oacute;ximos ou acima de 8 de pH nos rios Formoso e Mimoso respectivamente.</p>     <p>Tais sistemas fluviais alcalinos e com grande quantidade de calcita, magn&eacute;sio e dolimita, trazem consigo um ambiente condutor de eletricidade, isso ainda &eacute; corroborado por Bartmann (2015), que examinou a qualidade das &aacute;guas da Bacia do Rio Miranda, na qual o c&oacute;rrego Formosinho &eacute; afluente. Com o intuito de refor&ccedil;ar esta afirma&ccedil;&atilde;o torna-se v&aacute;lido destacar que nossa &aacute;rea de estudo &eacute; composta pelo ambiente c&aacute;rstico, apresentando condutividades elevadas devido ao contato com os minerais condutores, das rochas carbonatadas.</p>     <p>De tal forma, a condutividade el&eacute;trica nessa pesquisa alcan&ccedil;ou &iacute;ndices consider&aacute;veis, variando de 183 &micro;S/cm a 213 &micro;S/cm, em contrapartida, trabalhos em sistemas terr&iacute;genos, como o de Oliveira et al. (2011) e Schautz (2015), a condutividade apresentou uma m&eacute;dia de 40 &micro;S/cm, apontando resultados inferiores, se comparado com trabalhos que abarcaram o sistema c&aacute;rtisco como unidade de estudo, como as pesquisas de Lelis et al. (2015) e Brugnolli et al. (2019a). Lelis et al. (2015) retrataram em seus estudos uma condutividade com valores pr&oacute;ximos a 400 &micro;S/cm, j&aacute; Brugnolli et al. (2019a) apontaram valores acima de 700 &micro;S/cm, e diante destas an&aacute;lises apresentamos uma caracter&iacute;stica desses ambientes c&aacute;rsticos.</p>     <p>Portanto, por mais que o sistema c&aacute;rstico apresenta caracter&iacute;sticas que o enquadram em classe IV, devido a alta CE, os demais par&acirc;metros se mostaram determinantes para um enquadramento em classes aceit&aacute;veis segundo o CONAMA (2005). Diante das an&aacute;lises efetuadas ao longo deste trabalho um fator tornou-se preocupante, isto &eacute;, o pH e CE elevados, trazendo consigo o que chamamos de &aacute;gua &ldquo;dura&rdquo;, ou seja, &aacute;guas mais encorpadas que podem ser laxativas se consumidas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Outro fator preocupante na &aacute;rea de estudo s&atilde;o os problemas pertinentes a qualidade das &aacute;guas dos recursos h&iacute;dricos de Bonito relacionadas ao processo de intera&ccedil;&atilde;o das chuvas e o manejo inadequado do uso do solo em &aacute;reas de culturas para exposta&ccedil;&atilde;o de commodities . Brugnolli et al. (2019b) destaca essa quest&atilde;o, trazendo consigo uma realidade recorrente ao munic&iacute;pio de Bonito, ou seja, o &ldquo;barreamento&rdquo; das &aacute;guas, isto porque o solo exposto em determinadas &eacute;pocas do ano, decorrente das monoculturas, traz um carreamento de grande quantidade de sedimentos em &eacute;pocas de grande volume pluvial, deixando as &aacute;guas turvas (eleva&ccedil;&atilde;o da turbidez), reduzindo o OD, oferecendo condi&ccedil;&otilde;es a uma maior acidez do pH, elevando os n&iacute;veis de TDS e CE.</p>     <p>Al&eacute;m disso, o avan&ccedil;o da monocultura em &aacute;reas de preserva&ccedil;&atilde;o permanente, se aproxima dos mananciais e causa, portanto, preocupa&ccedil;&otilde;es e impactos negativos, que s&atilde;o expostos pela comunidade cient&iacute;fica e pela m&iacute;dia. De tal forma, orienta-se promover medidas capazes de eliminar ou atenuar tais impactos, resultando em uma melhor qualidade ambiental e social, visto que muitos indiv&iacute;duos dependem economicamente dos atrativos tur&iacute;sticos desenvolvidos nas &aacute;reas c&aacute;rsticas.</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="4">     <li><b> Conclus&otilde;es</b></li>     </ol>     <p>Estudar os recursos h&iacute;dricos de uma &aacute;rea com grande import&acirc;ncia econ&ocirc;mica e tur&iacute;stica, e com a particularidade de estar instalada em um ambiente c&aacute;rstico, como a BHCF, foi um desafio perante aos resultados encontrados e que traduziram a proposta deste trabalho, que foi analisar a forma como os mananciais h&iacute;dricos est&atilde;o dispostos ao longo da bacia, compreendendo suas caracter&iacute;sticas, traduzidas tamb&eacute;m em fun&ccedil;&atilde;o da qualidade das &aacute;guas superficiais.</p>     <p>A an&aacute;lise morfom&eacute;trica mostrou detalhes importantes referentes &agrave; rede de drenagem da serra da Bodoquena. Foi constatada uma redu&ccedil;&atilde;o no volume das &aacute;guas nas &aacute;reas assentadas sobre as rochas carbonatadas e bicarbonatadas do m&eacute;dio e baixo curso da BHCF.</p>     <p>Tais &aacute;guas superficiais se enquadraram na classe I, que preconiza seu uso para consumo humano ap&oacute;s tratamento simplificado, bem como a prote&ccedil;&atilde;o das comunidades aqu&aacute;ticas, recrea&ccedil;&atilde;o de contato prim&aacute;rio (nata&ccedil;&atilde;o e mergulho), irriga&ccedil;&atilde;o de hortali&ccedil;as que s&atilde;o consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam rentes ao solo e que sejam ingeridas sem remo&ccedil;&atilde;o de pel&iacute;culas e, por fim, &agrave; prote&ccedil;&atilde;o das comunidades aqu&aacute;ticas em terras ind&iacute;genas (CONAMA, 2005).</p>     <p>As rochas carbonatadas trouxeram caracter&iacute;sticas &uacute;nicas aos recursos h&iacute;dricos, que tamb&eacute;m s&atilde;o expressas na qualidade das &aacute;guas, tendo mais influencia em determinados par&acirc;metros, como na condutividade el&eacute;trica, pH, TDS e turbidez. A condutividade el&eacute;trica &eacute; elevada em todos os pontos devido &agrave; influ&ecirc;ncia hidrogeol&oacute;gica, frente ao contato com as rochas carbonatadas e bicarbonatadas, seja pelo magn&eacute;sio, calcita e dolomita. Concomitante a isso, pelo mesmo motivo, o pH mostrou-se elevado (alcalino), juntamente com os s&oacute;lidos totais dissolvidos.</p>     <p>Inversamente, a turbidez &eacute; reduzida pelo contato com rochas calc&aacute;rias, por conta dos corpos h&iacute;dricos n&atilde;o ostentarem s&oacute;lidos em suspens&atilde;o em demasia, isso ocorre pela flocula&ccedil;&atilde;o e decanta&ccedil;&atilde;o dos s&oacute;lidos suspensos no leito fluvial perante ao teor de c&aacute;lcio que calcifica os s&oacute;lidos, deixando-os mais densos e reunindo-os no leito fluvial, trazendo impressionante beleza c&ecirc;nica aos mananciais.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Essa deposi&ccedil;&atilde;o calc&aacute;ria no leito fluvial favorece o surgimento das tufas calc&aacute;rias, que afloram na forma de cachoeiras, corredeiras e possuem grande beleza c&ecirc;nica. Essas tufas calc&aacute;rias, possuem interesse cient&iacute;fico, tur&iacute;stico e ambiental, entretanto, &eacute; extremamente fr&aacute;gil e necessita de propostas para sua conserva&ccedil;&atilde;o. Tais propostas passam necessariamente pela redu&ccedil;&atilde;o na recorr&ecirc;ncia de turvamentos das &aacute;guas, pois as tufas vem sendo erodidas mais rapidamente diante de tais acontecimentos e, certamente, impactar&aacute; nos atrativos tur&iacute;sticos da BHCF a m&eacute;dio e longo prazo.</p>     <p>Os par&acirc;metros OD, ORP, TDS e turbidez expressaram uma boa qualidade das &aacute;guas superficiais, com exce&ccedil;&atilde;o do ponto 1 (c&oacute;rrego Taquaral), onde a velocidade de fluxo das &aacute;guas, condutividade e oxigena&ccedil;&atilde;o traduziram em uma redu&ccedil;&atilde;o de sua qualidade (classe II), contudo, ainda se mostrando com qualidade mediana devido &agrave; baixa turbidez, TDS e ORP.</p>     <p>Essa caracter&iacute;stica &iacute;mpar, isto &eacute;, com car&aacute;ter alcalino, com pH acima de 7,00, dotada de uma assinatura geoqu&iacute;mica c&aacute;lcica, magn&eacute;sica e carbonatada, devido ao expressivo teor de c&aacute;lcio, magn&eacute;sio e bicarbonato dissolvido, faz com que as &aacute;guas superficiais exibam alta CE e TDS. &Aacute;guas com este aspecto geoqu&iacute;mico comumente s&atilde;o &aacute;guas avaliadas como &ldquo;duras&rdquo; acarretando consequ&ecirc;ncia laxativa aos organismos mais sens&iacute;veis.</p>     <p>Por fim, frente ao que foi apresentado neste artigo, foi constatada a necessidade em elaborar planos e manejos adequados para a din&acirc;mica de um sistema c&aacute;rstico, abarcando suas fragilidades e potencialidades que impactam diretamente nos recursos h&iacute;dricos, favorecendo uma boa qualidade das &aacute;guas superficiais e, consequentemente, nos setores econ&ocirc;micos e sociais do munic&iacute;pio de Bonito.</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="5">     <li><b> Refer&ecirc;ncias</b></li>     </ol>     <!-- ref --><p>Aquaambiente. 2004.&nbsp;<i>Tratamento &Aacute;guas Pot&aacute;veis</i><b>.&nbsp;</b>32p. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://mariorebola.com/home/wp-content/uploads/2011/09/AquaAmbiente-Tratamento-de-%C3%81gua-Pot%C3%A1vel.pdf" target="_blank">http://mariorebola.com/home/wp-content/uploads/2011/09/AquaAmbiente-Tratamento-de-%C3%81gua-Pot%C3%A1vel.pdf</a>&gt;. Acesso em: abr de 2016.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767678&pid=S2182-1267202000010000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ara&uacute;jo, S. C. de S.; Salles, P. S. B. de A.; Saito, C. H.&nbsp;<i>Modelos qualitativos, baseados na din&acirc;mica do oxig&ecirc;nio dissolvido, para avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade das &aacute;guas em bacias hidrogr&aacute;ficas</i><b>.&nbsp;</b>Desenvolvimento tecnol&oacute;gico e metodol&oacute;gico para medi&ccedil;&atilde;o entre usu&aacute;rios e comit&ecirc;s de bacia hidrogr&aacute;fica. Bras&iacute;lia: Departamento de Ecologia. Editora da UNB, 2004. p.9-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767680&pid=S2182-1267202000010000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Auler, A. S.; Rubiolli, E.; Brandi, R.&nbsp;<i>As grandes cavernas do Brasil. Belo Horizonte</i>: Grupo Bambu&iacute; de Pesquisas Espeleol&oacute;gicas, 2001, 227p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767682&pid=S2182-1267202000010000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Bartmann,&nbsp;R. A. da.&nbsp;<i>Variabilidade F&iacute;sico-qu&iacute;mica das &aacute;guas da sub-bacia do rio Miranda-MS.</i>&nbsp;2015. (Disserta&ccedil;&atilde;o Mestrado em Geografia) &ndash; Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus de Tr&ecirc;s Lagoas. 2015.</p>     <p>Brasil, Conselho Nacional do Meio Ambiente &ndash; CONAMA.&nbsp;<i>Resolu&ccedil;&atilde;o 357/2005</i>, Enquadramento dos Corpos H&iacute;dricos Superficiais no Brasil. Governo Federal, Bras&iacute;lia. Publicada no DOU n 92, de 13 de maio de 2011, Se&ccedil;&atilde;o 1, 89p.</p>     <!-- ref --><p>Brasil.&nbsp;<i>LEI N&ordm; 9.433</i>, DE 8 DE JANEIRO DE 1997 Institui a Pol&iacute;tica Nacional de Recursos h&iacute;dricos, cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos h&iacute;dricos, regulamenta o inciso XIX do art. 21 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, e altera o art. 1&ordm; da Lei n&ordm; 8.001, de 13 de mar&ccedil;o de 1990, que modificou a Lei n&ordm; 7.990, de 28 de dezembro de 1989.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767686&pid=S2182-1267202000010000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Braz, A. M.&nbsp;<i>Geotecnologias aplicadas na an&aacute;lise das implica&ccedil;&otilde;es entre o uso, cobertura e manejo da terra e a qualidade das &aacute;guas superficiais:&nbsp;</i>bacias hidrogr&aacute;ficas dos c&oacute;rregos Lajeado Amarelo e Ribeir&atilde;ozinho, Tr&ecirc;s Lagoas/MS.2017. (Disserta&ccedil;&atilde;o Mestrado em Geografia) &ndash; Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus de Tr&ecirc;s Lagoas. 2017.</p>     <p>Brugnolli, R. M. <i>Zoneamento Ambiental para o Sistema C&aacute;rstico da Bacia Hidrogr&aacute;fica do Rio Formoso, Mato Grosso do Sul.</i> 2020. 403p. Tese (Doutorado em Geografia) &ndash; Faculdade de Ci&ecirc;ncias Humanas, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, 2020.</p>     <!-- ref --><p>Brugnolli, R. M.; Berezuk, A. G.; Alves, L. B. O carste e a qualidade das &aacute;guas superficiais da bacia hidrogr&aacute;fica do rio Sucuri, Bonito/MS. <i>Caderno de Geografia</i>, v. 30, n. 61, p. 499-514, 2020.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767690&pid=S2182-1267202000010000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Brugnolli, R. M.&nbsp;<i>Procedimentos Metodol&oacute;gicos para an&aacute;lise da Vulnerabilidade Ambiental em Bacias Hidrogr&aacute;ficas com um Estudo de caso da Bacia Hidrogr&aacute;fica do C&oacute;rrego Moeda, Tr&ecirc;s Lagoas/MS em 2014</i><b>.&nbsp;</b>2016. (Disserta&ccedil;&atilde;o Mestrado em Geografia) &ndash; Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus de Tr&ecirc;s Lagoas.&nbsp;2016.</p>     <!-- ref --><p>Brugnolli, R. M.; Berezuk, A. G. ; Pinto, A. L. . Qualidade e Enquadramento das &Aacute;guas Superficiais da Bacia Hidrogr&aacute;fica do Rio Mimoso, Bonito/MS.&nbsp;<i>CI&Ecirc;NCIA GEOGR&Aacute;FICA</i>, v. 23, p. 184-195, 2019a.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767693&pid=S2182-1267202000010000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brugnolli, R. M.; Berezuk, A. G. ; Silva, C. A. da . A morfometria da bacia hidrogr&aacute;fica do rio Mimoso, um sistema c&aacute;rstico do Mato Grosso do Sul/ Brasil.&nbsp;<i>CONFINS (PARIS),</i>&nbsp;v. 40, p. 1-19, 2019b.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767695&pid=S2182-1267202000010000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brugnolli, R. M.; Pinto, A. L.; Miguel, A. E. S. Influ&ecirc;ncia do Uso e Manejo Florestal dos Hortos de Eucalipto na Qualidade das &Aacute;guas Superficiais da Bacia Hidrogr&aacute;fica do C&oacute;rrego Moeda, Tr&ecirc;s Lagoas/MS.&nbsp;<i>Revista de Geografia (Recife),</i>&nbsp;v. 34, p. 186-200, 2017.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767697&pid=S2182-1267202000010000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carvalho J&uacute;nior, O. A; Berbet-Born, M; Martins, E. D; Guimar&atilde;es, R. F; Gomes, R. A. T.&nbsp;<i>Ambientes C&aacute;rsticos.</i>&nbsp;In: Florenzano, T. G. (Org.). Geomorfologia<b>:</b>&nbsp;Conceitos e Tecnologias Atuais. 1. ed. S&atilde;o Paulo: Oficina de Textos, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767699&pid=S2182-1267202000010000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Christofoletti, A.&nbsp;<i>Geomorfologia</i><b>.&nbsp;</b>S&atilde;o Paulo, Edgard Bl&uuml;cher, 2&ordf; edi&ccedil;&atilde;o, 1980. 188p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767701&pid=S2182-1267202000010000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais &ndash; CPRM.&nbsp;<i>GeoBank</i><b>:</b>&nbsp;Mapa Geol&oacute;gico do Estado de Mato Grosso do Sul. 2006. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://geosgb.cprm.gov.br/" target="_blank">http://geosgb.cprm.gov.br/</a>&gt;. Acesso em Outubro de 2016.</p>     <!-- ref --><p>Dias, J.&nbsp;<i>A regi&atilde;o c&aacute;rstica de Bonito, MS</i>: uma proposta de zoneamento geoecol&oacute;gico a partir de unidades da paisagem. Ensaios e ci&ecirc;ncia. 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A influ&ecirc;ncia das atividades mineradoras na altera&ccedil;&atilde;o do pH e da alcalinidade em &aacute;guas fluviais: o exemplo do rio Capivari, regi&atilde;o do carste paranaense.&nbsp;<i>Revista de Engenharia sanit&aacute;ria e ambiental</i>, v.14, n. 16, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767708&pid=S2182-1267202000010000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Horton, R.E. <i>Erosional development of streams and their drainage basins: hydrophysical approach to quantitative morphology</i>. Geological Society of America Bulletin. Boulder, Colorado, EUA, pp. 275-370, 1945.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767710&pid=S2182-1267202000010000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ivo, D.; Kubica, R.&nbsp;<i>A instrumenta&ccedil;&atilde;o anal&iacute;tica utilizada na obten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua purificada para produ&ccedil;&atilde;o de f&aacute;rmacos</i>: foco na import&acirc;ncia da calibra&ccedil;&atilde;o, 2009. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.labsoft.com.br/arquivos/artigos/CT-038_09.pdf" target="_blank">http://www.labsoft.com.br/arquivos/artigos/CT-038_09.pdf</a>&gt;. Acesso em maio de 2016.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767712&pid=S2182-1267202000010000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>LELIS, M.; PINTO, A. L.; SILVA, P. V. da; PIROLI, E. L.; BRUGNOLLI, R. M.; GOMES, W. M. <i>Qualidade das &aacute;guas superficiais da bacia hidrogr&aacute;fica do rio Formoso, Bonito</i> - MS. Revista Forma&ccedil;&atilde;o, v. 2, p. 279-302, 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767714&pid=S2182-1267202000010000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lib&acirc;nio, M.&nbsp;<i>Fundamentos de qualidade e tratamento de &aacute;gua</i>. Campinas: &Aacute;tomo, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767716&pid=S2182-1267202000010000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Mantovani, L. E.; Fritzsons, E.; Wrege, M. S. Aspectos Hidrol&oacute;gicos e Hidrogeol&oacute;gicos da Bacia do Rio Fervida, Aqu&iacute;fero Carste, Colombo, Paran&aacute;.&nbsp;<i>Revista Ra&rsquo;e Ga</i>, Curitiba, v. 37, p. 190-206, 2016.</p>     <!-- ref --><p>Mato Grosso do Sul,&nbsp;<i>LEI N&ordm; 1.871</i>, DE 15 DE JULHO DE 1998. Institui Incentivo Fiscal a Projetos Culturais no Estado, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767719&pid=S2182-1267202000010000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Mato Grosso do Sul.&nbsp;<i>LEI N<sup>o</sup>&nbsp;2.223</i>, DE 11 DE ABRIL DE 2001.&nbsp;Responsabiliza os propriet&aacute;rios e arrendat&aacute;rios de im&oacute;veis rural e urbano, pela polui&ccedil;&atilde;o h&iacute;drica dos riosc&ecirc;nicos, e da outras provid&ecirc;ncias.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767721&pid=S2182-1267202000010000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Oliveira, G. H.; Pinto, A. L.; Fernandes, M. V. F.; Araujo, A. F. Balneabilidade no Baixo Sucuri&uacute;, Munic&iacute;pio de Tr&ecirc;s Lagoas/MS.&nbsp;<i>Revista de Geografia, Meio Ambiente e Ensino - GEOMAE (Online),</i>&nbsp;v. 2, p. 79-89, 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767723&pid=S2182-1267202000010000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Parise, M. Management of water resources in karst environments, and negative effects of land use changes in the Murge area (Apulia, Italy).&nbsp;<i>Karst Development: Original Papers</i>, v. 2., n. 1, p. 16-20. 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767725&pid=S2182-1267202000010000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pinto, Andr&eacute; L.; Lorenz Silva, J. L.; Ferreira, A. G.; Basso, P. M. Subsidio Geol&oacute;gico/Geomorfol&oacute;gico ao ordenamento do uso, ocupa&ccedil;&atilde;o e manejo do solo, visando &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da perda de solo e a recupera&ccedil;&atilde;o da qualidade das &aacute;guas superficiais da Bacia do C&oacute;rrego Bom Jardim, Brasil&acirc;ndia/MS.&nbsp;<i>Relat&oacute;rio Parcial</i>&nbsp;FUNDECT/MS. UFMS. Tr&ecirc;s Lagoas, 2009: 42p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767727&pid=S2182-1267202000010000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Schautz, L. C. A.&nbsp;<i>Avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade da &aacute;gua do Rio Dourados/MS &ndash; Vari&aacute;veis F&iacute;sico-Qu&iacute;micas.</i><b>&nbsp;</b>Dourados/MS. 2015. (Disserta&ccedil;&atilde;o Mestrado em Qu&iacute;mica) &ndash; Universidade Federal da Grande Dourados. 2015.</p>     <!-- ref --><p>Silva J&uacute;nior, I. R. da; Alves, L. da S. F.; Pinto Filho, J. L. de O. &Aacute;gua como um bem social p&uacute;blico: os processos de privatiza&ccedil;&atilde;o face ao abastecimento p&uacute;blico em Pau dos Ferros- RN.&nbsp;<i>GEOSUL (UFSC),</i>&nbsp;v. 33, p. 58-82, 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767730&pid=S2182-1267202000010000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, J. P. S. Impactos Ambientais Causados por Minera&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<i>Revista Espa&ccedil;o da Sophia</i>, n. 8, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767732&pid=S2182-1267202000010000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Soares, M.; Oka-Fiori, C.; Silveira, C. T.; Kaviski, E. Avalia&ccedil;&atilde;o do M&eacute;todo de Levantamento morfom&eacute;trico em Bacias Hidrogr&aacute;ficas atrav&eacute;s da Estat&iacute;stica Multivariada.&nbsp;<i>GEOSUL (UFSC)</i><b>,</b>&nbsp;v. 33, p. 83-97, 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767734&pid=S2182-1267202000010000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Souza, J. R. de; Moraes, M. E. B. de; Sonoda, S. L.; Santos, H. C. R. G. A Import&acirc;ncia da Qualidade da &Aacute;gua e os seus M&uacute;ltiplos Usos: Caso Rio Almada, Sul da Bahia, Brasil.&nbsp;<i>Revista Eletr&ocirc;nica do Prodema</i>, v.8, n.1, p. 26-45, abr. 2014, Fortaleza, Brasil, ISSN: 1982-5528&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767736&pid=S2182-1267202000010000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Toledo, G.L., Nicolella, G. &Iacute;ndice de qualidade de &aacute;gua em microbacia sob uso agr&iacute;cola e urbano. Embrapa Meio Ambiente,&nbsp;<i>Scientia Agricola</i>, v.59, n.1, p.181-186, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767737&pid=S2182-1267202000010000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Van Beynen, P. E.; Van Beyden, K. M.&nbsp;<i>Human Disturbance of Karst Environments</i>. In: Van Beynen (eds.). Karst Management. Springer, Dordrecht. pp 379-397. 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767739&pid=S2182-1267202000010000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Waele, J. D.; Guti&eacute;rrez, F.; Parise, M.; Plan, L. Geomorphology and natural hazards in karst areas: A review.&nbsp;<i>Geomorphology</i>, v.134, p. 1-8. 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767741&pid=S2182-1267202000010000200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Zavattini, J. A.&nbsp;<i>Din&acirc;mica Clim&aacute;tica no Mato Grosso do Sul</i><b>.</b>&nbsp;Geografia, Rio Claro, 17(2): 65-91, outubro/1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1767743&pid=S2182-1267202000010000200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body><back>
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