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<journal-title><![CDATA[GOT, Revista de Geografia e Ordenamento do Território]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Universidade do Porto - Faculdade de Letras]]></publisher-name>
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<article-id pub-id-type="doi">10.17127/got/2020.19.003</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Utilização do Land Change Modeler® na modelação prospetiva do uso e cobertura do solo na microrregião de Santos, Brasil para o ano de 2022]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Land use and land cover model for the Santos microregion in 2022, Brazil, using the Land Change Modeler]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The analysis of the land use and land cover change is a fundamental step of territorial planning. The present study presents the result of the application of a prospective modeling process of land occupation in the Santos microregion (Brazil) with the time horizon of the year 2022. The reference data used in the model refer to land use classification for 2010 and 2016, based on LANDSAT 5 (TM) and 8 (OLI) satellite images. The modeling step has been developed in IDRISI's Land Change Modeler. As results were obtained the mapping of spatial trend of change, which indicates the main changes of use and cover and where they are spatially concentrated, in addition to the mapping of land use and land cover for 2022.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b>Utiliza&ccedil;&atilde;o do Land Change Modeler&reg; na modela&ccedil;&atilde;o prospetiva do uso e cobertura do solo na microrregi&atilde;o de Santos, Brasil para o ano de 2022</b></p>     <p><b>Land use and land cover model for the Santos microregion in 2022, Brazil, using the Land Change Modeler</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>1</sup><b>Folharini</b>, Saulo; <sup>1</sup><b>Oliveira</b>, Regina</p>     <p><sup>1</sup><i>Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Geoci&ecirc;ncias, Departamento de Geografia</i></p>     <p>Rua Carlos Gomes, 250, CEP: 13083-855, Campinas, S&atilde;o Paulo, Brasil</p>     <p><a href="mailto:sfolharini@gmail.com">sfolharini@gmail.com</a>;&nbsp; <a href="mailto:reginacoliveira@ige.unicamp.br">reginacoliveira@ige.unicamp.br</a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>A an&aacute;lise da din&acirc;mica de uso e cobertura do solo deve ser uma etapa fundamental nos procedimentos de ordenamento territorial. No presente estudo apresenta-se o resultado da aplica&ccedil;&atilde;o de um processo de modela&ccedil;&atilde;o prospetiva da ocupa&ccedil;&atilde;o do solo na microrregi&atilde;o de Santos (Brasil) tendo como horizonte temporal o ano de 2022. Os dados de refer&ecirc;ncia utilizados no modelo dizem respeito a classifica&ccedil;&otilde;es da ocupa&ccedil;&atilde;o do solo para os anos de 2010 e 2016, elaboradas a partir de imagens de sat&eacute;lite LANDSAT 5 (TM) e 8 (OLI). A etapa de modelagem foi desenvolvida no <i>Land Change Modeler</i> do IDRISI&reg;. Como resultados foram obtidos o mapeamento de tend&ecirc;ncia espacial de mudan&ccedil;a indicando as principais altera&ccedil;&otilde;es de uso e cobertura e onde elas se concentram espacialmente, al&eacute;m do mapeamento s&iacute;ntese de uso e cobertura do solo para 2022.</p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Modela&ccedil;&atilde;o prospectiva; Uso e Cobertura; LANDSAT; Santos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The analysis of the land use and land cover change is a fundamental step of territorial planning. The present study presents the result of the application of a prospective modeling process of land occupation in the Santos microregion (Brazil) with the time horizon of the year 2022. The reference data used in the model refer to land use classification for 2010 and 2016, based on LANDSAT 5 (TM) and 8 (OLI) satellite images. The modeling step has been developed in IDRISI's Land Change Modeler. As results were obtained the mapping of spatial trend of change, which indicates the main changes of use and cover and where they are spatially concentrated, in addition to the mapping of land use and land cover for 2022.</p>     <p><b>Key words</b>: Prospective Modeling; Land and Cover; LANDSAT; Santos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <ol>     <li><b> Introdu&ccedil;&atilde;o</b></li>     ]]></body>
<body><![CDATA[</ol>     <p>A mudan&ccedil;a no uso e cobertura do solo &eacute; o processo resultante das modifica&ccedil;&otilde;es no territ&oacute;rio, causadas por fatores naturais, como a desertifica&ccedil;&atilde;o e a eros&atilde;o ou antr&oacute;picos, como o desmatamento e o crescimento das cidades (Adepoju; Millington; Tansey, 2006; Lohberger et al., 2017).</p>     <p>Essas altera&ccedil;&otilde;es resultam em processos f&iacute;sico-ambientais diversos, como o aumento da eros&atilde;o dos solos, perda da biodiversidade e modifica&ccedil;&atilde;o de habitats, assoreamento de rios, polui&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua e ar, al&eacute;m de modifica&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas clim&aacute;ticas (Folharini; Oliveira; Furtado, 2017; Sant'anna Neto; Nery, 2005).</p>     <p>Com o aumento do consumo dos recursos naturais as altera&ccedil;&otilde;es nos processos f&iacute;sico-ambientais tamb&eacute;m se intensificaram e o devido monitoramento destes processos por sensores orbitais, T&eacute;cnicas de Sensoriamento Remoto e Geotecnologias com a identifica&ccedil;&atilde;o e quantifica&ccedil;&atilde;o da mudan&ccedil;a de uso e cobertura torna-se uma importante etapa de gest&atilde;o do territ&oacute;rio (Crosta, 1992; Maia, 2002; Moreira, 2011).&nbsp;</p>     <p>A an&aacute;lise de imagens de sat&eacute;lite de datas passadas permite obter registos moment&acirc;neos do uso e cobertura do solo e constituem dados importantes para propor modelos de previs&atilde;o de mudan&ccedil;a. Esse tipo de an&aacute;lise tornou-se amplamente aplicado nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas em pesquisas na tem&aacute;tica de mudan&ccedil;as ambientais globais, propondo poss&iacute;veis tend&ecirc;ncias de mudan&ccedil;as no uso e cobertura.</p>     <p>Neste contexto, o litoral do Estado de S&atilde;o Paulo evidencia uma intensa press&atilde;o com mudan&ccedil;a nos tipos de ocupa&ccedil;&atilde;o do solo e expans&atilde;o da sua &aacute;rea urbana, especialmente na microrregi&atilde;o de Santos, formada pelos munic&iacute;pios de Bertioga, Cubat&atilde;o, Guaruj&aacute;, Praia Grande, Santos e S&atilde;o Vicente (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a03f1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A microrregi&atilde;o de Santos integra a Regi&atilde;o Metropolitana da Baixada Santista (RMBS), importante polo econ&ocirc;mico constitu&iacute;do durante o s&eacute;culo XX com atividades relacionadas aos setores portu&aacute;rio e de siderurgia. A din&acirc;mica econ&ocirc;mica atraiu importante contingente de m&atilde;o de obra que fixou resid&ecirc;ncia nos munic&iacute;pios da &aacute;rea de estudo, caracter&iacute;stica que influenciou o crescimento e densidade populacional (Afonso, 2006; Marandola et al., 2013; Vedovello; Macedo, 2007).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O s&eacute;culo XX foi marcado, nesta regi&atilde;o, por um processo de crescimento econ&ocirc;mico acentuado devido &agrave; sua localiza&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica, sendo respons&aacute;vel por escoar a produ&ccedil;&atilde;o advinda de ind&uacute;strias instaladas no planalto, aumento do n&uacute;mero de loteamentos tur&iacute;sticos e consequente expans&atilde;o do espa&ccedil;o edificado para veraneio e incentivos para implanta&ccedil;&atilde;o do polo industrial de Cubat&atilde;o. Esse polo, instalado na d&eacute;cada de 1970, teve como objetivo aumentar a produ&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;veis porque a ind&uacute;stria automobil&iacute;stica estava em crescimento no pa&iacute;s (Souza e Mendes, 2015). Concomitantemente a esse processo, o governo paulista implementou pol&iacute;ticas estaduais incentivando a descentraliza&ccedil;&atilde;o industrial da capital.</p>     <p>Os setores da economia que prosperaram na Baixada Santista desde o in&iacute;cio possu&iacute;am forte depend&ecirc;ncia das demandas e consumo da metr&oacute;pole S&atilde;o Paulo. O polo petroqu&iacute;mico de Cubat&atilde;o se desenvolveu nas &aacute;reas de petroqu&iacute;mica e siderurgia produzindo bens consumidos pelas ind&uacute;strias instaladas no planalto, delimitando dessa forma a intr&iacute;nseca rela&ccedil;&atilde;o entre metr&oacute;pole e Baixada Santista. Outro setor importante &eacute; o do turismo, caracterizado como de segunda resid&ecirc;ncia e final de semana, maioritariamente associado a residentes na cidade de S&atilde;o Paulo e regi&atilde;o metropolitana.</p>     <p>Neste contexto, o presente estudo tem por objetivo propor atrav&eacute;s da an&aacute;lise temporal de uso e cobertura do solo da microrregi&atilde;o de Santos dos anos 2010 e 2016 um mapa de uso e cobertura potencial para o ano de 2022, utilizando para isso o &ldquo;<i>Land Change Modeler</i> (LCM)&rdquo; do IDRISI&reg; 17 (Selva).</p>     <p><b>&nbsp;</b></p> <ol start="2">     <li><b> Metodologia</b></li>     </ol>     <p>A proposi&ccedil;&atilde;o de mapas futuros de uso e cobertura do solo considera a elabora&ccedil;&atilde;o de classifica&ccedil;&otilde;es de uso e cobertura anteriores para sua elabora&ccedil;&atilde;o. No presente trabalho foram utilizadas imagens LANDSAT-5 (TM) e LANDSAT-8 (OLI), &oacute;rbita/ponto: 218/76 e 218/77, obtidas no sistema <i>Earth Explorer</i> do <i>United State Geological Survey </i>(USGS) e captadas nas datas apresentadas na <a href="#q1">tabela 1</a>:</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q1">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a03q1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O pr&eacute;-processamento das imagens de 2010 e 2016 foi realizado no software ENVI considerando as seguintes etapas: empilhamento de bandas, reproje&ccedil;&atilde;o, mosaico e recorte da &aacute;rea de estudo. Na sequ&ecirc;ncia, foram utilizadas as classes propostas por Gigliotti (2010): mata atl&acirc;ntica, restinga, mangue, &aacute;rea urbana, &aacute;gua, solo exposto e agricultura para o procedimento de classifica&ccedil;&atilde;o. O autor definiu &aacute;reas de cobertura vegetal natural (mata atl&acirc;ntica, restinga, mangue), unidades antr&oacute;picas (&aacute;rea urbana, solo exposto, agricultura) e &aacute;gua para a regi&atilde;o da Baixada Santista, onde se insere a &aacute;rea de estudo do presente estudo.</p>     <p>A etapa de classifica&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m realizada no ENVI, utilizou o m&eacute;todo OBIA <i>(Object Based Image Analysis) </i>que considera as caracter&iacute;sticas espectrais das bandas, forma dos objetos e textura na an&aacute;lise das imagens, tornando o resultado da classifica&ccedil;&atilde;o mais preciso em rela&ccedil;&atilde;o aos m&eacute;todos supervisionados que consideram apenas a informa&ccedil;&atilde;o espectral de cada pixel, como &eacute; o caso do m&eacute;todo m&aacute;xima verossimilhan&ccedil;a, dist&acirc;ncia m&iacute;nima e paralelep&iacute;pedo (Blaschke, 2010; Yan et al., 2006). Os dos algortimos utilizados no m&eacute;todo OBIA, <i>Support Vector Machine</i> (SVM), apresenta melhor desempenho e qualidade na classifica&ccedil;&atilde;o porque sua aprendizagem no processo de reconhecimento das classes necessita de pequeno n&uacute;mero de amostras, determinando limites &oacute;timos entre as classes (Cortes; Vapnik, 1995; Huang; Davis; Townshend, 2002; Steinwart; Christmann, 2008).</p>     <p>O resultado da classifica&ccedil;&atilde;o foi validado atrav&eacute;s do c&aacute;lculo de &iacute;ndice <i>Kappa</i>, obtendo a nota 0,848 para 2010 e 0,858 para 2016. Esses valores s&atilde;o calculados atrav&eacute;s de uma matriz de confus&atilde;o, arranjo num&eacute;rico que verifica erros na atribui&ccedil;&atilde;o dos pixels a determinada classe. Os valores de &iacute;ndice <i>Kappa </i>variam de 0 a 1, quando a classifica&ccedil;&atilde;o recebe nota acima de 0,8 &eacute; considerada excelente, valores pr&oacute;ximos a zero indicam baixa qualidade da classifica&ccedil;&atilde;o, ou seja, as classes associadas a cada um dos pixeis t&ecirc;m baixa correspond&ecirc;ncia com a realidade espacial representada por esses pixeis (Cohen, 1960; Congalton, 1991).</p>     <p>Na sequ&ecirc;ncia, os resultados da classifica&ccedil;&atilde;o para os anos de 2010 e 2016 foram inseridas no &ldquo;<i>Land Change Modeler</i> (LCM)&rdquo; do IDRISI&reg; 17 (Selva) para o procedimento de modela&ccedil;&atilde;o de uso e cobertura no ano 2022, data escolhida para manter o mesmo per&iacute;odo hist&oacute;rico de an&aacute;lise, ou seja, 2010, 2016 e 2022. Desenvolvido pelo <i>Clark Labs,</i> este m&oacute;dulo do software IDRISI&reg; oferece um conjunto de ferramentas para analisar mudan&ccedil;as no uso e cobertura do solo (Mas et al., 2014). Estudos de Weng (2002), Mishra et al. (2014), Assaf (2016), Hamdy et al. (2017) e Ansari e Golabi (2019) utilizam o m&oacute;dulo LCM em suas an&aacute;lises de predi&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;a de uso e cobertura. Os autores ainda apontam a limita&ccedil;&atilde;o do m&eacute;todo pelo modelo ser baseado apenas em estados pret&eacute;ritos do uso e cobertura. Entretanto, os autores tamb&eacute;m enfatizam a importante contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;todo para a pesquisa geogr&aacute;fica de modela&ccedil;&atilde;o futura e o desempenho satisfat&oacute;rio em modelar tend&ecirc;ncias em matrizes de transi&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Outro ponto importante a considerar &eacute; que sua implementa&ccedil;&atilde;o no software IDRISI&reg; possibilita a condu&ccedil;&atilde;o do processo de modela&ccedil;&atilde;o por analistas de &oacute;rg&atilde;os de governo que trabalham com planejamento. No presente estudo foram utilizadas as seguintes ferramentas do m&oacute;dulo LCM (<a href="#f2">Figura 2</a>):</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a03f2.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>  <ol>     <li>An&aacute;lise de Mudan&ccedil;as (<i>Change Analysis</i>) <ol>     <li>Tend&ecirc;ncias Espaciais de Mudan&ccedil;as</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[</ol> </li>     <li>Potencial de Transi&ccedil;&atilde;o (<i>Transition Potentials</i>) <ol>     <li>Estrutura de transi&ccedil;&atilde;o dos sub-modelos</li>     <li>Sub-modelo Redes Neurais Artificiais</li>     </ol> </li>     <li>Predi&ccedil;&atilde;o de Mudan&ccedil;as (<i>Change Prediction</i>)</li>     </ol>     <p>No processo de modelagem s&atilde;o mensuradas mudan&ccedil;as, considerando perdas e ganhos de &aacute;rea por classe de uso e proposta uma previs&atilde;o de uso e cobertura identificando as &aacute;reas com persist&ecirc;ncia e de transi&ccedil;&atilde;o de uma classe <i>n</i> para uma <i>p </i>(Eastman, 2016; Uddin et al., 2015).</p>     <p>Na primeira etapa do processamento, realizada na ferramenta <i>An&aacute;lise de Mudan&ccedil;as</i> foram inseridos os planos de informa&ccedil;&atilde;o: classifica&ccedil;&atilde;o de uso e cobertura dos anos de 2010 e 2016 e o Modelo Digital do Terreno (MDT). A an&aacute;lise das mudan&ccedil;as em dois momentos passados, 2010 e 2016 identifica as transi&ccedil;&otilde;es entre as classes de uso e cobertura, quantificando as perdas, ganhos e persist&ecirc;ncia entre elas (Eastman, 2016; Uddin et al., 2015).</p>     <p>Com a quantifica&ccedil;&atilde;o de perdas e ganhos de &aacute;rea, ainda na etapa de <i>An&aacute;lise de Mudan&ccedil;as </i>s&atilde;o processadas as Tend&ecirc;ncias Espaciais de Mudan&ccedil;as. Nesse momento s&atilde;o analisadas as poss&iacute;veis mudan&ccedil;as das classes de uso: Mata Atl&acirc;ntica para &Aacute;rea Urbana, Restinga para &Aacute;rea Urbana, Mangue para &Aacute;rea Urbana e Solo Exposto para &Aacute;rea Urbana. Esse conjunto de mudan&ccedil;as de uso e cobertura foi definido por evidenciar a transforma&ccedil;&atilde;o da paisagem em decorr&ecirc;ncia de a&ccedil;&otilde;es antr&oacute;picas. Por exemplo, expans&atilde;o de &aacute;reas urbanas e supress&atilde;o de vegeta&ccedil;&atilde;o nativa. A an&aacute;lise dos padr&otilde;es de mudan&ccedil;a de uso e cobertura pode ser complexa e dif&iacute;cil de interpretar, para tanto &eacute; fornecida uma an&aacute;lise de superf&iacute;cie de tend&ecirc;ncia polinomial que se ajusta aos padr&otilde;es de mudan&ccedil;as. Foi utilizada uma fun&ccedil;&atilde;o polinomial de 9&ordf; ordem que forneceu uma superf&iacute;cie cont&iacute;nua de resolu&ccedil;&atilde;o espacial detalhada das mudan&ccedil;as de uso e cobertura analisadas. (Eastman, 2016; Uddin et al., 2015).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No segundo conjunto de ferramentas utilizadas, <i>Potencial de Transi&ccedil;&atilde;o</i>, utiliza-se um dos seguintes modelos: <i>Logistic Regression, Multi-Layer Perceptron (MLP) Neural Network ou SimWeight.</i> De acordo com Eastman (2016) o modelo MLP <i>Neural Network </i>&eacute; o mais indicado por n&atilde;o requerer interven&ccedil;&otilde;es do usu&aacute;rio, fornecer informa&ccedil;&otilde;es detalhadas sobre a contribui&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis explicativas e tamb&eacute;m pelo processamento mais r&aacute;pido ao ser comparado ao <i>SimWeight</i> ou <i>Logistic Regression </i>(Olmedo et al., 2013; Eastman, 2016; Estoque et al., 2019)<i>.</i></p>     <p>Esta ferramenta agrupa as transi&ccedil;&otilde;es entre os dois mapas de uso e cobertura em um conjunto de sub modelos identificados por vari&aacute;veis explicativas. Para cada transi&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel &eacute; identificado um &iacute;ndice de potencial de transi&ccedil;&atilde;o que varia de 0 a 1, quanto mais pr&oacute;ximo de 1 maior o potencial de transi&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Em seguida, na etapa de Estrutura de transi&ccedil;&atilde;o dos sub modelos foram inseridas as vari&aacute;veis din&acirc;micas Mapa de Mudan&ccedil;as e Dist&acirc;ncia da &Aacute;rea Urbana, esta &uacute;ltima elaborada no ArcGIS com a ferramenta Dist&acirc;ncia Euclidiana que identifica a dist&acirc;ncia em linha reta de cada pixel com &aacute;rea urbana 2016. As duas vari&aacute;veis s&atilde;o consideradas din&acirc;micas porque alteram no tempo, sendo recalculadas durante o processamento de potencial de mudan&ccedil;a.</p>     <p>A &uacute;ltima etapa, do segundo conjunto de ferramentas &eacute; o Sub Modelo de Potencial de Transi&ccedil;&atilde;o utilizando o algoritmo de Rede Neural (<i>MLP Neural Network</i>), selecionada por ser o &uacute;nico modelo entre os tr&ecirc;s algoritmos dispon&iacute;veis que executa at&eacute; nove transi&ccedil;&otilde;es. Enquanto o <i>SimWeight</i> e <i>Logistic Regression</i> executam apenas uma transi&ccedil;&atilde;o. A <a href="#f3">figura 3</a> mostra os par&acirc;metros de entrada do modelo.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a03f3.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>      <p>Os valores dos par&acirc;metros do Sub Modelo de Potencial de Transi&ccedil;&atilde;o foram definidos por representarem uma exatid&atilde;o de 84,43% na classifica&ccedil;&atilde;o. Esse valor indica a proximidade da classifica&ccedil;&atilde;o com o valor verdadeiro dos pixels no processo de valida&ccedil;&atilde;o, sendo calculado em fun&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de transi&ccedil;&otilde;es modeladas com o n&uacute;mero de classes de persist&ecirc;ncia do modelo.</p>     <p>No terceiro conjunto de ferramentas, <i>Predi&ccedil;&atilde;o de Mudan&ccedil;a</i>, &eacute; realizada a etapa final da modela&ccedil;&atilde;o. Inicialmente s&atilde;o quantificadas as altera&ccedil;&otilde;es de cada transi&ccedil;&atilde;o por meio de uma Cadeia de Markov, processo estoc&aacute;stico onde vari&aacute;veis aleat&oacute;rias (classes de uso) t&ecirc;m a probabilidade de mudar entre um momento t1 e um momento t2 (Eastman, 2016)<i>.</i></p>     <p>De acordo com levantamento na literatura realizado por Ghosh et al. (2017) as limita&ccedil;&otilde;es na implementa&ccedil;&atilde;o de an&aacute;lises baseadas em Cadeia de Markov est&aacute; na falta de previs&atilde;o da influ&ecirc;ncia humana no processo, como a&ccedil;&otilde;es pessoais e pol&iacute;ticas. Entretanto, essas a&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m s&atilde;o dif&iacute;cies de prever em uma an&aacute;lise que considera diferentes anos. Os autores ainda consideram que mesmo com limita&ccedil;&otilde;es do processo baseado em Cadeia de Markov, sua utiliza&ccedil;&atilde;o pode ajudar planejadores na modelagem prospectiva de mudan&ccedil;a de uso e cobertura do solo.&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em seguida a Aloca&ccedil;&atilde;o de Mudan&ccedil;a parametriza e inicia o processo de previs&atilde;o do uso e cobertura para o ano de 2022, identificando altera&ccedil;&otilde;es e restri&ccedil;&otilde;es &agrave; previs&atilde;o. Essa etapa &eacute; baseada nos agrupamentos de transi&ccedil;&otilde;es mensurados na etapa de Potencial de Transi&ccedil;&atilde;o e na data de previs&atilde;o definida no in&iacute;cio da <i>Predi&ccedil;&atilde;o de Mudan&ccedil;a </i>(Uddin et al., 2015).</p>     <p>A valida&ccedil;&atilde;o do modelo de predi&ccedil;&atilde;o (2022) foi a &uacute;ltima etapa. O resultado &eacute; um <i>raster </i>representando a Exatid&atilde;o do Modelo que deve ser interpretado da seguinte maneira: cor verde confirma as previs&otilde;es de uso que o modelo previu, amarelo as &aacute;reas onde foi prevista mudan&ccedil;a e o uso persistiu e vermelho onde foi prevista persist&ecirc;ncia de uso e houve altera&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="3">     <li><b> Resultados</b></li>     </ol>     <p>Os primeiros resultados apresentados referem-se ao processamento de classifica&ccedil;&atilde;o do uso e cobertura do solo dos anos 2010 e 2016 (<a href="#f4">Figura 4</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f4">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a03f4.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>As mudan&ccedil;as no uso e cobertura do solo observada demonstram que apenas a &aacute;rea urbana teve aumento de &aacute;rea na rela&ccedil;&atilde;o entre ganhos e perdas de &aacute;rea no per&iacute;odo analisado. Nas outras classes foram observadas diminui&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas quando comparado os ganhos e perdas totais, demonstrando que a expans&atilde;o urbana &eacute; o principal indicador de altera&ccedil;&atilde;o no uso e cobertura do solo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os resultados das mudan&ccedil;as entre 2010 e 2016 s&atilde;o utilizados para propor um modelo de predi&ccedil;&atilde;o para 2022. Para tanto durante a primeira etapa, <i>An&aacute;lise de Mudan&ccedil;as</i>, s&atilde;o elaborados os modelos de Tend&ecirc;ncias Espaciais de Mudan&ccedil;as, apresentados na <a name="f5"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a03f5.gif">figura 5</a>.</p>      
<p>Na tend&ecirc;ncia espacial de mudan&ccedil;a, Mata Atl&acirc;ntica -&gt; &Aacute;rea Urbana, a &aacute;rea central poss&iacute;vel de ocorrer se concentra nos munic&iacute;pios de Cubat&atilde;o, Guaruj&aacute;, Santos e S&atilde;o Vicente, com dire&ccedil;&atilde;o predominante de expans&atilde;o urbana a Serra do Mar, principalmente nos munic&iacute;pios de Cubat&atilde;o e Santos.</p>     <p>A tend&ecirc;ncia espacial de mudan&ccedil;a, Restinga -&gt; &Aacute;rea Urbana, tem &aacute;rea central de expans&atilde;o nos munic&iacute;pios de S&atilde;o Vicente e Praia Grande, os dois contam com grandes &aacute;reas de restinga ainda preservadas, mas que sofrem press&otilde;es devido a expans&atilde;o urbana. Tal ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; favorecida pela presen&ccedil;a da Rodovia M&aacute;rio Covas, importante via de liga&ccedil;&atilde;o com o litoral sul. Outra &aacute;rea, com m&eacute;dia intensidade de mudan&ccedil;a se localiza no munic&iacute;pio de Bertioga e est&aacute; relacionada &agrave; expans&atilde;o de bairros e condom&iacute;nios fechados de alto padr&atilde;o, tipo de ocupa&ccedil;&atilde;o recorrente no munic&iacute;pio.</p>     <p>Por sua vez, a tend&ecirc;ncia espacial de mudan&ccedil;a, Mangue -&gt; &Aacute;rea Urbana, tem sua mudan&ccedil;a influenciada em &aacute;reas do estu&aacute;rio, abrangendo os munic&iacute;pios de Cubat&atilde;o, Guaruj&aacute;, Praia Grande, Santos e S&atilde;o Vicente. Essa mudan&ccedil;a est&aacute; relacionada ao avan&ccedil;o de ocupa&ccedil;&otilde;es irregulares e pelo aumento da &aacute;rea do porto de Santos, planejada para ocupar diferentes ilhas do estu&aacute;rio, suprimindo o manguezal.&nbsp;</p>     <p>A tend&ecirc;ncia espacial de mudan&ccedil;a, Solo Exposto -&gt; &Aacute;rea Urbana, ocorre em todos os munic&iacute;pios da &aacute;rea de estudo e se relacionam as primeiras &aacute;reas de retirada da vegeta&ccedil;&atilde;o nativa que ser&atilde;o convertidas em loteamentos para a expans&atilde;o urbana. Entretanto &eacute; importante destacar que os munic&iacute;pios de Guaruj&aacute; e Praia Grande s&atilde;o os que concentram a maior tend&ecirc;ncia de mudan&ccedil;a por possu&iacute;rem ainda grandes &aacute;reas planas desocupadas.</p>     <p>Este conjunto de dados &eacute; a base para a segunda etapa da modelagem, denominada <i>Potencial de Transi&ccedil;&atilde;o, </i>um modelo estat&iacute;stico de transi&ccedil;&atilde;o baseado em Redes Neurais. O resultado intermedi&aacute;rio apresentado nesta etapa consiste em &iacute;ndices que variam de 0 a 1 indicando o potencial de transi&ccedil;&atilde;o ou persist&ecirc;ncia da classe de uso, de acordo com a <a href="#q2">tabela 2</a>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q2">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a03q2.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>As classes com maior potencial de transi&ccedil;&atilde;o s&atilde;o Mata Atl&acirc;ntica e Restinga, ambas com transi&ccedil;&atilde;o para a classe &aacute;rea urbana. As &aacute;reas de Restinga por ser o tipo de vegeta&ccedil;&atilde;o predominante na plan&iacute;cie costeira, onde se concentra a ocupa&ccedil;&atilde;o urbana. Por sua vez as &aacute;reas de Mata Atl&acirc;ntica mais afetada se localizam nas baixas vertentes da Serra do Mar, com declividades de at&eacute; 30&deg; que possiblitaram a ocupa&ccedil;&atilde;o por bairros perif&eacute;ricos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por sua vez a persist&ecirc;ncia de 0.6451 da Mata Atl&acirc;ntica ocorre porque a floresta localiza-se majoritariamente em &aacute;reas de dif&iacute;cil acesso com declividades acima de 45&deg;, dificultando a ocupa&ccedil;&atilde;o. A persist&ecirc;ncia da Restinga de 0.3458 &eacute; um valor baixo por ser a vegeta&ccedil;&atilde;o mais afetada pela expans&atilde;o da ocupa&ccedil;&atilde;o urbana.</p>     <p>J&aacute; a &Aacute;rea Urbana tem uma persist&ecirc;ncia de 1.00, ou seja, n&atilde;o h&aacute; transforma&ccedil;&atilde;o prevista de &Aacute;rea Urbana em outra classe de uso e cobertura e o Solo Exposto tem persist&ecirc;ncia de 0.5967 indicando que 0.4033 sofrer&aacute; algum tipo de transi&ccedil;&atilde;o, sendo a &aacute;rea urbana a convers&atilde;o mais usual neste processo.</p>     <p>No terceiro conjunto de ferramentas, denominado <i>Predi&ccedil;&atilde;o de Mudan&ccedil;a</i>, foi gerado o mapa final que corresponde a proposta de mapa de Uso e Cobertura potencial para o ano de 2022 (<a name="f6"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a03f6.gif">Figura 6</a>).</p>      
<p>Para compreender as mudan&ccedil;as de uso e cobertura modeladas ser&atilde;o analisados abaixo os dados da tabela de &aacute;rea (km&sup2;) do mapa de Uso e Cobertura em 2022.</p>     <p>As classes &ldquo;&Aacute;gua&rdquo;, &ldquo;Mangue&rdquo; e &ldquo;Solo Exposto&rdquo; apresentam as menores mudan&ccedil;as, nesta ordem, -0,01 km&sup2;, -1,33 km&sup2; e -3,25 km&sup2;. Enquanto as classes &ldquo;Restinga&rdquo; e &ldquo;&Aacute;rea Urbana&rdquo; apresentam os maiores aumentos de &aacute;rea, respectivamente, 38,2 km&sup2; e 15,12 km&sup2;. Por sua vez a classe &ldquo;Mata Atl&acirc;ntica&rdquo; registra perda de 50,02 km&sup2;.</p>     <p>As classifica&ccedil;&otilde;es das imagens de sat&eacute;lite do presente estudo foram validadas com c&aacute;lculo do &iacute;ndice Kappa, obtendo valores de 0,848 (2010) e 0,858 (2016), considerados excelentes de acordo com Congalton (1991). Os valores de &iacute;ndice Kappa das imagens 2010 e 2016 ajudam a validar a precis&atilde;o do modelo de classifica&ccedil;&atilde;o de 2022.</p>     <p>As mudan&ccedil;as nas classes observadas s&atilde;o compat&iacute;veis com estudos anteriores, como exemplo, Afonso (2005), Mello et al. (2013), Santos e Cunha (2008), Young e Santos (2008) que mapearam a &aacute;rea de estudo e discutiram as principais causas das altera&ccedil;&otilde;es da paisagem que se relacionam, predominantemente, a expans&atilde;o urbana sobre &aacute;reas de vegeta&ccedil;&atilde;o nativa, ocupa&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas de risco de deslizamentos nas encostas e alagamentos nos manguezais, din&acirc;mica de ocupa&ccedil;&atilde;o resultante do processo de industrializa&ccedil;&atilde;o em Cubat&atilde;o e o porto de Santos que atra&iacute;ram grande contingente populacional durante o s&eacute;culo XX em busca de oportunidades de emprego e renda.</p>     <p>Os &uacute;ltimos resultados do processamento s&atilde;o os mapas de valida&ccedil;&atilde;o do modelo, que correspondem &agrave; Aloca&ccedil;&atilde;o de Mudan&ccedil;a e Exatid&atilde;o do Modelo apresentados na <a href="#f7">figura 7</a>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f7">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a03f7.gif"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Na Aloca&ccedil;&atilde;o de Mudan&ccedil;a s&atilde;o identificadas as &aacute;reas de baixa a alta probabilidade de altera&ccedil;&atilde;o de seu uso. Esses locais se relacionam a &aacute;reas naturais pr&oacute;ximas a &aacute;reas urbanas. Outro ponto que esse mapeamento evidencia &eacute; que os munic&iacute;pios de Bertioga e Cubat&atilde;o, concentram as maiores &aacute;reas de Aloca&ccedil;&atilde;o de Mudan&ccedil;a relacionadas, basicamente, &agrave; expans&atilde;o urbana.</p>     <p>Na exatid&atilde;o s&atilde;o definidas tr&ecirc;s classes, de acordo com a <a href="#q3">tabela 3</a>:</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q3">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a03q3.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Entre as tr&ecirc;s classes a (3) prevista persist&ecirc;ncia de uso, mas houve altera&ccedil;&atilde;o &eacute; a de maior ocorr&ecirc;ncia (205,21 km&sup2;) indicando alta probabilidade de mudan&ccedil;a no uso e cobertura do solo para o per&iacute;odo 2016-2022.</p>     <p>As etapas desenvolvidas demonstraram boa capacidade de modelagem indicando a confiabilidade da ferramenta empregada. Desta forma, a ferramenta LCM do IDRISI&reg; &eacute; uma possibilidade a ser adotada em estudos sobre ordenamento do territ&oacute;rio.</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="4">     <li><b> Considera&ccedil;&otilde;es Finais</b></li>     ]]></body>
<body><![CDATA[</ol>     <p>A mudan&ccedil;a de uso e cobertura do solo &eacute; um processo din&acirc;mico que deve ser interpretado e quantificado para elaborar an&aacute;lises e diagn&oacute;sticos que identificam altera&ccedil;&otilde;es e padr&otilde;es, planejando a ocupa&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio.</p>     <p>O desenvolvimento tecnol&oacute;gico na segunda metade do s&eacute;culo XX influenciou tamb&eacute;m na cria&ccedil;&atilde;o de novas t&eacute;cnicas e tecnologias de an&aacute;lise que na Geografia s&atilde;o empregadas nos estudos sobre o territ&oacute;rio. A modela&ccedil;&atilde;o espacial &eacute; um dos principais processos empregados e o m&oacute;dulo LCM do IDRISI&reg; &eacute; um exemplo, com funcionalidades importantes para entender poss&iacute;veis mudan&ccedil;as no uso e cobertura do solo.</p>     <p>Neste contexto, o presente trabalho prop&otilde;e um modelo de uso e cobertura do solo para 2022. Os procedimentos e t&eacute;cnicas empregados no seu desenvolvimento projetaram aumento de 15,12km&sup2; de &aacute;rea urbana. Historicamente h&aacute; registos de ocupa&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas de risco a deslizamentos e alagamentos na microrregi&atilde;o de Santos, como j&aacute; estudado por Afonso (2005), Mello et al. (2013), Santos e Cunha (2008), Young e Santos (2008).&nbsp;</p>     <p>A an&aacute;lise utilizada pode suportar estudos de planejamento da microrregi&atilde;o de Santos, norteando a atua&ccedil;&atilde;o de &oacute;rg&atilde;os planejadores. As imagens LANDSAT s&atilde;o compat&iacute;veis com a elabora&ccedil;&atilde;o de cartografia na escala de 1:100.000, indicada para planejamento a n&iacute;vel regional. Com esta escala tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel detetar as altera&ccedil;&otilde;es e vetores de expans&atilde;o da mancha urbana, o que auxilia os &oacute;rg&atilde;os planejadores a identificar &aacute;reas priorit&aacute;rias ao planejamento.</p>     <p>&nbsp;</p>  <ol start="6">     <li><b> Bibliografia</b></li>     </ol>     <!-- ref --><p>Adepoju, M. O.; Millington, A. C.; Tansey, K. T. Land Use/Land Cover Change Detection in Metropolitan Lagos (Nigeria): 1984-2000. <i>AASPRS 2006 Annual Conference</i>, Reno Nevada, May 1-5, 2006, Maryland: American Society for Photogrametery and Remote Sensing. p. 1-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768165&pid=S2182-1267202000010000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Afonso, C. M. <i>A paisagem da Baixada Santista</i>: urbaniza&ccedil;&atilde;o, transforma&ccedil;&atilde;o e conserva&ccedil;&atilde;o. 1&ordf; ed.. S&atilde;o Paulo: Edusp, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768167&pid=S2182-1267202000010000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Afonso, C. M. Transforma&ccedil;&atilde;o ambiental e paisag&iacute;stica na Baixada Santista, SP. <i>Paisagem Ambiente: ensaios</i>. 2005, n 20, p. 85-130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768169&pid=S2182-1267202000010000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Ansari, A.; Golabi, M. H. Prediction of spatial land use changes based on LCM in a GIS environment for Desert Wetlands &ndash; A case study: Meighan Wetland, Iran. <i>International Soil and Water Conservation Research,</i> 2019, v. 7, n.1, p. 64-70. DOI:<a href="https://doi.org/10.1016/j.iswcr.2018.10.001"target="_blank"> https://doi.org/10.1016/j.iswcr.2018.10.001</a>.</p>     <p>Assaf, C. C. <i>Modelagem do uso e cobertura da terra como ferramenta de an&aacute;lise de pol&iacute;ticas de conserva&ccedil;&atilde;o da natureza &ndash; estudo do caso Jur&eacute;ia-Itatins</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o (mestrado) - Universidade de S&atilde;o Paulo, Escola de Artes, Ci&ecirc;ncias e Humanidades, S&atilde;o Paulo, SP, 2016.</p>     <p>Blaschke, T. Object based image analysis for remote sensing. <i>ISPRS Journal of Photogrammetry and Remote Sensing</i>, January 2010, v. 65, n. 1, p. 2&ndash;16. DOI:<a href="https://doi.org/10.1016/j.isprsjprs.2009.06.004"target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.isprsjprs.2009.06.004</a> .</p>     <p>Cohen, J. A coefficient of agreement of nominal scales. <i>Educational and Psychological Measurement</i>, 1960, n. 20, p. 37&ndash;46.</p>     <!-- ref --><p>Congalton, R. G. .A review of assessing the accuracy of classifications of remotely sensed data. <i>Remote Sensing of Environment</i>, 1991, v. 49 n. 12, p. 1671-1678.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768175&pid=S2182-1267202000010000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Cortes, C.; Vapnik, V. .Support-Vector Networks. <i>Machine Learning</i>, September 1995, n. 20, p. 273&ndash;297.</p>     <!-- ref --><p>Crosta, A. P. <i>Processamento digital de imagens de sensoriamento remoto</i>. 1&ordf; ed. Campinas: IG/UNICAMP, 1992. ISBN 858-5-369-027.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768178&pid=S2182-1267202000010000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Eastman, J. R. <i>TerrSet: Geospatial Monitoring and Modeling System - Manual</i>, Clark Labs - Clark University. 2016.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768180&pid=S2182-1267202000010000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Estoque, R. C.; Ooba, M.; Avitabile, V.; Hijioka, Y. Dasgupta, R. Togawa, T.; Murayama, Y. The future of Southeast Asia&rsquo;s forests. <i>Nature Communications</i>. 2019, v. 10, Article number: 1829.</p>     <p>Folharini, S. O.; Oliveira, R. C.; Furtado, A. L. S. Vulnerabilidade &agrave; perda de solo do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba: contribui&ccedil;&atilde;o para uma proposta de atribui&ccedil;&atilde;o de peso. <i>Boletim Goiano de Geografia</i>, Maio 2017, v. 37, p. 341&ndash;359. DOI:<a href="https://doi.org/10.5216/bgg.v37i2.49159"target="_blank">https://doi.org/10.5216/bgg.v37i2.49159</a> .</p>     <!-- ref --><p>Gigliotti, M. S. <i>Zoneamento geoambiental da regi&atilde;o da baixada santista-SP como subs&iacute;dio ao uso e ocupa&ccedil;&atilde;o das terras</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Geoci&ecirc;ncias, Campinas, SP, 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768184&pid=S2182-1267202000010000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ghosh, P.; Mukhopadhyay, A.; Chanda, A.; MondaL, P.; AkhanD, A.; MukherjeE, S.; Nayak, S. K.; Ghosh, S.; Mitra, D.; Ghosh, T.; Hazra, S. Application of Cellular automata and Markov-chain model in geospatial environmental modeling - A review. <i>Remote Sensing Applications: Society and Environment</i>, 2017, v. 5, p. 64-77. DOI:<a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.rsase.2017.01.005"target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.rsase.2017.01.005</a> .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768186&pid=S2182-1267202000010000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hamdy, O.; Zhao, S.; Salheen, M. A.; Eid, Y.Y. Analyses the Driving Forces for Urban Growth by Using IDRISI&reg;Selva Models Abouelreesh - Aswan as a Case Study. <i>International Journal of Engineering and Technology</i>, 2017, v. 9, n. 3. DOI:<a href="https://doi.org/10.7763/IJET.2017.V9.975"target="_blank"> https://doi.org/10.7763/IJET.2017.V9.975</a> .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768188&pid=S2182-1267202000010000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Huang, C.; Davis, L. S.; Townshend, J. R. G. An assessment of support vector machines for land cover classification. <i>International Journal of Remote Sensing</i>, November 2002, n. 23, p. 725&ndash;749. DOI:<a href="https://doi.org/10.1080/01431160110040323"target="_blank">https://doi.org/10.1080/01431160110040323</a> .</p>     <p>Lohberger, S.; St&auml;ngel, M.; Atwood, E. C.; Siegert, F. Spatial evaluation of Indonesia&rsquo;s 2015 fire-affected area and estimated carbon emissions using Sentinel-1. <i>Global Change Biology</i>, July 2017, v. 24, n. 2, p. 644&ndash;654. DOI:<a href="https://doi.org/10.1111/gcb.13841"target="_blank">https://doi.org/10.1111/gcb.13841</a> .</p>     <!-- ref --><p>Maia, A. G. <i>Valora&ccedil;&atilde;o de recursos ambientais</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Economia, Campinas, SP, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768192&pid=S2182-1267202000010000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Marandola, E.; Marques, C.; Paula, L. T.; Cassaneli, L. B. Crescimento urbano e &aacute;reas de risco no litoral norte de S&atilde;o Paulo. <i>Revista Brasileira de Estudos Populacionais</i>, January 2013, v. 30, n. 1, p. 35&ndash;56.</p>     <!-- ref --><p>Mas, J. F; Kolb, M.; Paegelow, M.; Olmedo, M. T. C.; Houet, T. Inductive pattern-based land use/cover change models: A comparison of four software packages. <i>Environmental Modelling &amp; Software</i>, 2014, v.&nbsp; 51, p. 94-111,<a href="https://doi.org/10.1016/j.envsoft.2013.09.010"target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.envsoft.2013.09.010</a> .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768195&pid=S2182-1267202000010000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Mello, K.; Toppa, R. H.; Abessa, D. M. S.; Castro, M. Din&acirc;mica da expans&atilde;o urbana na zona costeira brasileira: o caso do munic&iacute;pio de S&atilde;o Vicente, S&atilde;o Paulo, Brasil. <i>RGCI [online].</i> 2013, v.13, n.4, p. 539-551.<a href="https://doi.org//10.5894/rgci432"target="_blank">https://doi.org//10.5894/rgci432</a> .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768197&pid=S2182-1267202000010000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mishra, V.N.; Rai, P. K.; Mohan, K. Prediction of land use changes based on land change modeles (LCM) using remote sensing: a case study of Muzaffarpur (Bihar), India. <i>J. Geogr. Inst. Cvijic.</i> 2014, v. 64, n. 1, p. 111-127. DOI:<a href="https://doi.org/10.2298/IJGI1401111M"target="_blank"> https://doi.org/10.2298/IJGI1401111M</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768199&pid=S2182-1267202000010000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moreira, M. A. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de Aplica&ccedil;&atilde;o. 3&ordf; ed. Vi&ccedil;osa: Editora da UFV, 2011. ISBN 978-8-572-69381-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768201&pid=S2182-1267202000010000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Olmdedo, M. T. C.; Paegelow, M.; Mas, J. F. Interest in intermediate soft-classified maps in land change model validation: suitability versus transition potential. <i>International Journal of Geographical Information Science</i>, 2013, v. 27, n. 12, p. 2343-2361, DOI:<a href="https://doi.org/10.1080/13658816.2013.831867"target="_blank">https://doi.org/10.1080/13658816.2013.831867</a> .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768203&pid=S2182-1267202000010000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Sant&rsquo;anna Neto, J. L. S.; Nery, J. T. Variabilidade e mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas no Brasil e seus impactos regionais. In Souza, C. R. G.; Suguio, K.; Oliveira, A. M. S.; Oliveira, P. E. (Eds.). <i>Quatern&aacute;rio do Brasil</i>. Ribeir&atilde;o Preto: Editora Holos, 2005.</p>     <p>Santos, A. P. R.; Cunha, J. M. P. Uma periferia, dois centros: mobilidade populacional e expans&atilde;o urbana em Praia Grande, RM da Baixada Santista. <i>In XVI Encontro Nacional de Estudos Populacionais</i>, ABEP, realizado em Caxamb&uacute;, MG &ndash; Brasil, de 29 de setembro a 03 de outubro de 2008.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Souza, A. V.; Mendes, A. A. A ind&uacute;stria qu&iacute;mica no Estado de S&atilde;o Paulo: concentra&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica do ramo qu&iacute;mico no per&iacute;odo de 1980-2009. In Gallo, F.; Silva, T. S. F.; Zacharias, A. A.; Guimar&atilde;es, S. T. L. (Eds.). <i>Leituras do espa&ccedil;o geogr&aacute;fico</i>: din&acirc;micas e processos em &aacute;reas urbanas e rurais. Rio Claro: UNESP - IGCE - Programa de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Geografia, 2015. p. 7&ndash;26.</p>     <!-- ref --><p>Steinwart, I.; Christmann, A. <i>Support Vector Machines</i>. 1&ordf; ed. New York: Springer. 2008. ISBN 978-0-387-77242-4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768208&pid=S2182-1267202000010000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Uddin, K.; ChaudharY, S.; Chettri, N.; Kotru, R.; Murthy, M.; Chaudhary, R. P.; Ning, W.; Shrestha, S. M.; Gautam, S. K. The changing land cover and fragmenting forest on the Roof of the World: A case study in Nepal's Kailash Sacred Landscape<i>. Landscape and Urban Planning</i>, 2015, v. 141, p. 1-10, DOI:<a href="https://doi.org/10.1016/j.landurbplan.2015.04.003"target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.landurbplan.2015.04.003</a> .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768209&pid=S2182-1267202000010000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vedovello, R.; Macedo, E. S. De. Deslizamentos de encostas. In SANTOS, R. F. <i>Vulnerabilidade ambiental</i>. Bras&iacute;lia: MMA, 2007. ISBN 978-85-7738-080-0.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768211&pid=S2182-1267202000010000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Yan, G.; Mas, J. F.; Maathuis, B. H. P.; Xiangmin, Z.; Van Dijk, P.M. Comparison of pixel based and object oriented image classification approaches &ndash; a case study in a coal fire area, Wuda, Inner Mongolia, China. <i>International Journal of Remote Sensing</i>, May 2006, v. 27, p. 4039&ndash;4055. DOI:<a href="https://doi.org/10.1080/01431160600702632"target="_blank">https://doi.org/10.1080/01431160600702632</a> .</p>     <p>Young, A. F.; Santos, A. P. R. Desigualdade social, din&acirc;mica populacional e meio ambiente: uma abordagem sobre o processo de urbaniza&ccedil;&atilde;o da Regi&atilde;o Metropolitana da Baixada Santista. <i>In XVI Encontro Nacional de Estudos Populacionais</i>, ABEP, realizado em Caxambu, MG &ndash; Brasil, de 29 de setembro a 03 de outubro de 2008.</p>     <!-- ref --><p>Weng, Q. Land use change analysis in the Zhujiang Delta of China using satellite remote sensing, GIS and stochastic modeling. <i>Journal of Environmental Management, </i>2002, v. 64, n. 3, p. 279-284.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1768215&pid=S2182-1267202000010000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="5">     <li><b> Agradecimentos</b></li>     </ol>     <p>O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior - Brasil (CAPES) - C&oacute;digo de Financiamento 001.</p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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