<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>2182-1267</journal-id>
<journal-title><![CDATA[GOT, Revista de Geografia e Ordenamento do Território]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[GOT]]></abbrev-journal-title>
<issn>2182-1267</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Universidade do Porto - Faculdade de Letras]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S2182-12672020000100010</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.17127/got/2020.19.009</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise paramétrica e uso da terra e cobertura vegetal da bacia hidrográfica do Córrego Ceroula-ms]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Parametric analysis and land use and vegetation cover of the Ceroula-ms stream hydrographic basin]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Espindola Junior]]></surname>
<given-names><![CDATA[Guilherme]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bazana Barbosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[Edwaldo]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Estadual de Mato Grosso do Curso de Geografia Laboratório de Geoprocessamento - Lageo]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Campo Grande Mato Grosso do Sul]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>30</day>
<month>06</month>
<year>2020</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>30</day>
<month>06</month>
<year>2020</year>
</pub-date>
<numero>19</numero>
<fpage>218</fpage>
<lpage>234</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S2182-12672020000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S2182-12672020000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S2182-12672020000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[A bacia hidrográfica é a principal unidade fisiográfica do terreno, considerada como a área ideal para o planejamento e gestão dos recursos naturais e dos processos produtivos. Este trabalho tem como objetivo analisar a parametria do terreno e o uso da terra e a cobertura vegetal da Bacia Hidrográfica do Córrego Ceroula (BHCC). A metodologia pautou-se na utilização de produtos de sensoriamento remoto que permitiram as análises de terreno e de uso da terra e cobertura vegetal em softwares de um SIG. As formas do relevo e a dinâmica natural contribuíram para a configuração do uso da terra e cobertura vegetal que se consolidam até os dias atuais, houve um leve aumento da massa vegetal e algumas áreas de pastagens foram sendo ocupadas por atividades agrícolas no período de 2000 a 2018.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The hydrographic basin is the main physiographic unit of the terrain, considered as the ideal area for the planning and management of natural resources and production processes. This work aims to analyze the parametric of the terrain and land use and the vegetation cover of the watershed of the Ceroula stream (BHCC). The methodology was based on the use of remote sensing products that allowed soil and land use analysis and plant cover in geoprocessing software. The forms of relief and natural dynamics contributed to the configuration of land use and vegetation cover that are consolidated up to the present day, there was a slight increase in plant mass and some areas of pasture were being occupied by agricultural activities in Period from 2000 to 2008.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Morfometria]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Geoprocessamento]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Processamento Digital de Imagens]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Bacia Hidrográfica do Córrego Ceroula]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Brasil]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Morphometry]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Geoprocessing]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Digital Image Processing]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Hydrographic Basin of the Ceroula Stream]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Brazil]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>An&aacute;lise param&eacute;trica e uso da terra e cobertura vegetal da bacia hidrogr&aacute;fica do C&oacute;rrego Ceroula-ms</b></p>     <p><b>Parametric analysis and land use and vegetation cover of the Ceroula-ms stream hydrographic basin</b></p>     <p><b>&nbsp;</b></p>     <p><sup>1</sup><b>Espindola Junior</b>, Guilherme; <sup>1</sup><b>Bazana Barbosa, </b>Edwaldo</p>     <p><sup>1</sup><i>Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Curso de Geografia, Laborat&oacute;rio de Geoprocessamento &ndash; Lageo</i></p>     <p>79115-898, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, Av. Dom Antonio Barbosa (MS-080), 4155</p>     <p><a href="mailto:guilhermeespindolajunior@gmail.com">guilhermeespindolajunior@gmail.com</a>; <a href="mailto:bazana@uems.br">bazana@uems.br</a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>A bacia hidrogr&aacute;fica &eacute; a principal unidade fisiogr&aacute;fica do terreno, considerada como a &aacute;rea ideal para o planejamento e gest&atilde;o dos recursos naturais e dos processos produtivos. Este trabalho tem como objetivo analisar a parametria do terreno e o uso da terra e a cobertura vegetal da Bacia Hidrogr&aacute;fica do C&oacute;rrego Ceroula (BHCC). A metodologia pautou-se na utiliza&ccedil;&atilde;o de produtos de sensoriamento remoto que permitiram as an&aacute;lises de terreno e de uso da terra e cobertura vegetal em softwares de um SIG. As formas do relevo e a din&acirc;mica natural contribu&iacute;ram para a configura&ccedil;&atilde;o do uso da terra e cobertura vegetal que se consolidam at&eacute; os dias atuais, houve um leve aumento da massa vegetal e algumas &aacute;reas de pastagens foram sendo ocupadas por atividades agr&iacute;colas no per&iacute;odo de 2000 a 2018.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Morfometria; Geoprocessamento; Processamento Digital de Imagens; Bacia Hidrogr&aacute;fica do C&oacute;rrego Ceroula; Brasil.</p>     <p><b>&nbsp;</b></p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The hydrographic basin is the main physiographic unit of the terrain, considered as the ideal area for the planning and management of natural resources and production processes. This work aims to analyze the parametric of the terrain and land use and the vegetation cover of the watershed of the Ceroula stream (BHCC). The methodology was based on the use of remote sensing products that allowed soil and land use analysis and plant cover in geoprocessing software. The forms of relief and natural dynamics contributed to the configuration of land use and vegetation cover that are consolidated up to the present day, there was a slight increase in plant mass and some areas of pasture were being occupied by agricultural activities in Period from 2000 to 2008.</p>     <p><b>Keywords:</b> Morphometry; Geoprocessing; Digital Image Processing; Hydrographic Basin of the Ceroula Stream; Brazil.</p>     <p><b>&nbsp;</b></p> <ol>     <li><b> Introdu&ccedil;&atilde;o</b></li>     </ol>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Historicamente o processo de forma&ccedil;&atilde;o territorial do Estado de Mato Grosso do Sul (Brasil) foi marcado pela expans&atilde;o das fronteiras agr&iacute;colas, com o objetivo estrat&eacute;gico de ocupa&ccedil;&atilde;o do cerrado, a fim de diversificar a economia nacional, observa (Barros &amp; Garcia, 2014).</p>     <p>O uso e ocupa&ccedil;&atilde;o da terra baseado na atividade agropastoril vem sendo fartamente citado na literatura cient&iacute;fica como um dos causadores das problem&aacute;ticas ambientais, sobretudo em &aacute;reas de cerrado, com vegeta&ccedil;&atilde;o e solo vulner&aacute;veis, conforme observa (Silva &amp; Lopes, 2018).</p>     <p>A paisagem &eacute; o conjunto dos elementos f&iacute;sicos, biol&oacute;gicos e sociais. O meio natural compreende a base para a sobreviv&ecirc;ncia do homem, constituindo-se como palco das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Ao mencionar &ldquo;palco das rela&ccedil;&otilde;es humanas&rdquo;, Barbosa (2011) faz uma men&ccedil;&atilde;o &agrave;s a&ccedil;&otilde;es antr&oacute;picas de produ&ccedil;&atilde;o e consumo no espa&ccedil;o geogr&aacute;fico.</p>     <p>A an&aacute;lise de bacias hidrogr&aacute;ficas pode ser incrementada com a utiliza&ccedil;&atilde;o dos Sistemas de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas (SIGs), para aprimorar os processos de tomada de decis&atilde;o que exigem informa&ccedil;&otilde;es espaciais (Barbosa &amp; Bacani, 2012; Beltrame, 1994) Desta forma s&atilde;o representadas no ambiente computacional as entidades reais do espa&ccedil;o geogr&aacute;fico (estradas, hidrografia, cobertura vegetal e os demais tipos de uso da terra)</p>     <p>Almeida, Santos, e Souza (2009) mencionaram que as geotecnologias envolvem a utiliza&ccedil;&atilde;o de um conjunto de recursos computacionais e metodol&oacute;gicos, entre esses os SIGs e o Sensoriamento Remoto.</p>     <p>Seabra (2013) afirma que a an&aacute;lise do uso e cobertura da terra &eacute; indispens&aacute;vel para os estudos ambientais, pois retratam as press&otilde;es e impactos sobre os elementos naturais presentes na paisagem.</p>     <p>Neste sentido, o avan&ccedil;o da tecnologia computacional associado ao crescimento do volume de dados geogr&aacute;ficos tem permitido investigar diversos fatores e elementos naturais.</p>     <p>A &aacute;rea selecionada para o desenvolvimento desta pesquisa &eacute; a Bacia Hidrogr&aacute;fica do C&oacute;rrego Ceroula (BHCC), parte dessa &aacute;rea est&aacute; inserida na &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental (APA) da Bacia do C&oacute;rrego Ceroula (Campo Grande, 2001).</p>     <p>Mato Grosso do Sul (1990) e Quevedo, Stefanes, &amp; Paranhos Filho (2009), apontam que parte da bacia do C&oacute;rrego Ceroula, existente no Munic&iacute;pio de Campo Grande enquadra-se como bacia a ser preservada para atender futura demanda do abastecimento p&uacute;blico da cidade, por&eacute;m, as an&aacute;lises de Menezes e Salgado (2018) identificaram que h&aacute; &aacute;reas de degrada&ccedil;&atilde;o de solo em pontos localizados dentro dos limites territoriais da APA da Bacia do C&oacute;rrego Ceroula, afetando as &aacute;reas de nascentes do c&oacute;rrego Ceroula. Outra constata&ccedil;&atilde;o foi realizada por Lima, Farias, e Dualibi (2016), evidenciam que o C&oacute;rrego Ceroula possui &aacute;reas suscet&iacute;veis a eros&atilde;o dos solos.</p>     <p>Nesta perspetiva e a fim de contribuir com instrumentos metodol&oacute;gicos e resultados que apontam a situa&ccedil;&atilde;o ambiental da BHCC, o objetivo desta pesquisa &eacute; realizar uma avalia&ccedil;&atilde;o param&eacute;trica de terreno e o mapeamento do uso da terra e cobertura vegetal da BHCC por meio de dados de sensoriamento remoto e t&eacute;cnicas de geoprocessamento.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ol start="2">     <li><b> Materiais e m&eacute;todos</b></li>     </ol>     <p><b>2.1. &Aacute;rea de estudo</b></p>     <p>A Bacia Hidrogr&aacute;fica do C&oacute;rrego Ceroula (BHCC) est&aacute; localizada entre os paralelos 20&deg;35'14,09"S e 20&deg;02'31,04"S e os Meridianos, 54&deg;25'45,95"W e 55&deg;12'12,84"W e possui uma &aacute;rea territorial de aproximadamente 1.271,85 Km&sup2;, est&aacute; a noroeste do munic&iacute;pio de Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul (Brasil) e em partes dos munic&iacute;pios de Jaraguari, Rochedo e Terenos, conforme a <a href="#f1">Figura 1</a>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a09f1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A BHCC possui fei&ccedil;&otilde;es geomorfol&oacute;gicas pertencentes ao planalto dissecado da borda ocidental da bacia do Paran&aacute; e do planalto de Campo Grande (IBGE, 2018).</p>     <p>O arcabou&ccedil;o geol&oacute;gico est&aacute; predominantemente estruturado no grupo S&atilde;o Bento, forma&ccedil;&atilde;o Serra Geral, do per&iacute;odo cret&aacute;ceo e se caracterizam por rochas bas&aacute;lticas intercaladas por arenitos, possuindo fei&ccedil;&otilde;es geol&oacute;gicas da forma&ccedil;&atilde;o Botucatu e uma pequena &aacute;rea pertencente ao grupo Caiu&aacute; I (IBGE, 2018).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Predomina na BHCC solos do tipo Latossolos Vermelho distr&oacute;ficos, bem desenvolvidos e profundos de textura argilosa a muito argilosa, e tamb&eacute;m existem pequenas por&ccedil;&otilde;es de Neossolos Quartzar&ecirc;nico &oacute;rtico e Neossolo Lit&oacute;lico eutr&oacute;fico, com textura arenosa (IBGE, 2018).</p>     <p>O clima na BHCC &eacute; &uacute;mido a sub&uacute;mido com duas esta&ccedil;&otilde;es bem definidas, seco no inverno e chuvoso no ver&atilde;o, com pluviosidade anual de 1.200 a 1.500mm nos munic&iacute;pios de Campo Grande e Jaraguari e de 1.500 a 1.750 mm em Rochedo e Terenos, ambos localizados no Estado de Mato Grosso do Sul (Seplan, 1990).</p>     <p>Segundo Silva, Pott, e Abdon (2011), a vegeta&ccedil;&atilde;o na BHCC &eacute; formada por remanescentes de vegeta&ccedil;&atilde;o ciliar aluvial, vegeta&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria, pastagem plantada, agricultura, &aacute;reas de influ&ecirc;ncia urbana, &aacute;reas de reflorestamento e &aacute;reas degradadas por minera&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>O autor, aponta tamb&eacute;m, os fragmentos de savana florestada, savana arborizada, savana sem floresta de galeria, savana com floresta de galeria, savana florestada com &aacute;reas de savana arborizada, savana florestada com associa&ccedil;&atilde;o de floresta estacional dec&iacute;dua submontana, savana arborizada com associa&ccedil;&otilde;es de savana gram&iacute;neo lenhosa, para a composi&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o vegetal da BHCC.</p>     <p>A rede de drenagem da BHCC &eacute; de aproximadamente 210km de canais fluviais e o principal curso d&rsquo;&aacute;gua &eacute; o C&oacute;rrego Ceroula com aproximadamente 80Km de extens&atilde;o, as principais nascentes que formam os cursos d&rsquo;&aacute;gua est&atilde;o localizadas nos munic&iacute;pios de Campo Grande e Jaraguari, ambos no Estado de Mato Grosso do Sul.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>2.2. Materiais</b></p>     <p>O referencial te&oacute;rico-metodol&oacute;gico que subsidiou os procedimentos t&eacute;cnicos operacionais para o desenvolvimento dessa pesquisa fundamentou-se nas propostas de: Novais (2015), DeBiase (1992), Ross (1994), Mendon&ccedil;a (1999), Oliveira (2002), Valeriano (2008), Quevedo, et al. (2009) e Silva, Barbosa e Cunha (2016).</p>     <p>Para o desenvolvimento desta pesquisa foram utilizados os seguintes materiais:</p> <ul>     <li>Base cartogr&aacute;fica digital do Brasil, na escala 1:250.000, atualiza&ccedil;&atilde;o 2017, disponibilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE);</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>Rede de drenagem, na escala 1:100.000, arquivo vetorial do projeto GeoMS (Silva et al., 2011);</li>     <li>Imagem do radar <i>SRTM (Shuttle Radar Topographic Mission)</i>, quadr&iacute;cula 20S555, com resolu&ccedil;&atilde;o espacial de 30 metros. (Valeriano, 2008);</li>     <li>Imagem do sat&eacute;lite <i>LANDSAT-5</i>, sensor <i>TM</i> (<i>Thematic Mapper</i>), &oacute;rbita 225, ponto 74, datada de 22/08/2000, composi&ccedil;&atilde;o colorida R4 G5 B3, disponibilizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE);</li>     <li>Imagem do sat&eacute;lite LANDSAT-8, sensor <i>OLI</i> (<i>Operational Land Imager</i>), &oacute;rbita 225, ponto 74, datada de 24/08/2018, composi&ccedil;&atilde;o colorida R5 G6 B4, disponibilizado pelo INPE.</li>     </ul>     <p>O <i>software</i> utilizado para as an&aacute;lises de terreno e confec&ccedil;&atilde;o dos produtos tem&aacute;ticos foi o Qgis 3.4.11 distribu&iacute;do pela <i>Open Source Geospatial Foundation (OSGeo)</i>, j&aacute; para o Processamento Digital de Imagens (PDI) foi utilizado o Spring 5.5.5 distribu&iacute;do pelo INPE.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>2.3. M&eacute;todos</b></p>     <p>Inicialmente foi realizada a corre&ccedil;&atilde;o de depress&otilde;es no Modelo Digital de Eleva&ccedil;&atilde;o (MDE) e a delimita&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica da &aacute;rea da bacia atrav&eacute;s do algoritmo <i>fill sinks </i>elaborado por Wang e Liu (2006), do <i>software</i> de an&aacute;lises hidrol&oacute;gicas <i>System for Automated Geoscientific Analyses (SAGA)</i>.</p>     <p>Foram elaborados tr&ecirc;s produtos cartogr&aacute;ficos tendo como base os dados <i>SRTM</i>/TOPODATA para subsidiar a avalia&ccedil;&atilde;o param&eacute;trica de terreno da bacia do c&oacute;rrego Ceroula, apoiado na proposta de (Barbosa &amp; Bacani, 2011):</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Mapa hipsom&eacute;trico, dividido em seis classes tem&aacute;ticas, de modo a auxiliar o entendimento da compartimenta&ccedil;&atilde;o geomorfol&oacute;gica e da din&acirc;mica do uso da terra;</p>     <p>Mapa de declividade, apoiado na proposta de DeBiase (1992), que resultou na ado&ccedil;&atilde;o de classes de declividade, foram definidas cinco classes, conforme proposto por Ross (1994);</p>     <p>Mapa de orienta&ccedil;&atilde;o de vertentes que representa os diferentes graus azimutais de exposi&ccedil;&atilde;o das vertentes, onde foram adotadas quatro classes com varia&ccedil;&otilde;es de: 315&deg; a 45&deg; (N), 45&deg; a 135&deg; (E), 135&deg; a 225&deg; (S) e 225&deg; a 315&deg; (W), apoiado na proposta de Mendon&ccedil;a (1999).</p>     <p>O PDI foi dividido em 4 (quatro) etapas:</p>     <p>&nbsp;</p> <ul>     <li><b>Pr&eacute;-processamento:</b> nesta etapa as imagens foram corrigidas geometricamente para eliminar poss&iacute;veis distor&ccedil;&otilde;es advindas do processo de imageamento do sat&eacute;lite conforme afirma Crost&aacute; (como citado em Oliveira, 2002). As imagens foram georreferenciadas no Spring 5.5.5 utilizando pontos de controle obtidos a partir da imagem de refer&ecirc;ncia do sat&eacute;lite <i>LANDSAT-5 TM</i>, datada de 09/11/1988. Posteriormente ao georreferenciamento, as imagens foram submetidas a uma an&aacute;lise comparativa de uma sobre a outra, por meio da ferramenta acoplar;</li>     </ul>     <p><b>&nbsp;</b></p> <ul>     <li><b>T&eacute;cnicas de realce:</b> Foi executado um contraste linear com base no histograma da imagem, utilizando o cursor para ajustar os n&iacute;veis de cinza, conforme (Oliveira, 2002; Crost&aacute;, 1992) a expans&atilde;o do histograma n&atilde;o altera as informa&ccedil;&otilde;es da imagem bruta, apenas possibilita uma melhor visualiza&ccedil;&atilde;o dos alvos aos olhos do interprete;</li>     </ul>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <ul>     <li><b>Segmenta&ccedil;&atilde;o:</b> Adotou-se o limiar de similaridade 40 e &aacute;rea 38 pixels para a imagem <i>LANDSAT-5 TM</i> conforme proposto por (Silva et al., 2016) devido &agrave; grande quantidade de tonalidades (cores de pixels) e o limiar de similaridade 15 e &aacute;rea de 625 pixels para a imagem <i>LANDSAT-8 OLI</i>, conforme proposto por Quevedo et al. (2009).</li>     </ul>     <p>&nbsp;</p> <ul>     <li><b>Classifica&ccedil;&atilde;o: </b>foi utilizado o algoritmo Bhattacharya de classifica&ccedil;&atilde;o por regi&otilde;es para a elabora&ccedil;&atilde;o do mapeamento do uso da terra. Ap&oacute;s a escolha do algoritmo foi realizada &agrave; etapa de treinamento em que s&atilde;o criadas as classes tem&aacute;ticas e colhidas amostras de cada tema. Com a defini&ccedil;&atilde;o do algoritmo de classifica&ccedil;&atilde;o e limiar de aceita&ccedil;&atilde;o de 99,9%, procedeu-se a defini&ccedil;&atilde;o de 7 (sete) classes tem&aacute;ticas. Agricultura; &Aacute;reas &Uacute;midas; Pastagem; Silvicultura; Solo Nu; Urbano; e Vegeta&ccedil;&atilde;o Arb&oacute;rea. Ap&oacute;s o emprego do algoritmo de classifica&ccedil;&atilde;o supervisionada, o produto tem&aacute;tico passou pelo processo de edi&ccedil;&atilde;o matricial.</li>     </ul>     <p>&nbsp;</p> <ul>     <li>A partir dos elementos interpretativos, cor, textura, padr&atilde;o e forma, foi elaborado a chave de interpreta&ccedil;&atilde;o (<a name="q1"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a09q1.gif">Tabela 1</a>).</li>      
</ul>     <p>Ap&oacute;s a coleta das amostras a imagem foi classificada utilizando o m&eacute;todo da dist&acirc;ncia de Bhattacharya, conforme a Equa&ccedil;&atilde;o 1 (Jensen, 1996).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Equa&ccedil;&atilde;o 1</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="e1">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a09e1.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>  <ul>     <li>B = dist&acirc;ncia de Bhattacharya;</li>     <li>Pi e Pj = pixels nas classes i e j;</li>     <li>mi e mj = m&eacute;dias das classes i e j;</li>     <li>T = matriz transposta;</li>     <li>ln = logaritmo neperiano;</li>     <li>i e j = classes dentro do contexto.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[</ul>     <p>Para a an&aacute;lise estat&iacute;stica do desempenho do classificador foram coletadas 63 amostras das classes tem&aacute;ticas que foram submetidas ao indice Kappa de concord&acirc;ncia (equa&ccedil;&atilde;o 2) e acur&aacute;cia global (equa&ccedil;&atilde;o 3), os valores foram analisados conforme os limiares da (<a href="#q2">Tabela 2</a>) estabelecidos por (Landis &amp; Koch, 1977).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q2">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a09q2.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>De acordo com Colgaton (1991), o coeficiente Kappa (K) &eacute; satisfat&oacute;rio na avalia&ccedil;&atilde;o da precis&atilde;o de uma classifica&ccedil;&atilde;o tem&aacute;tica por levar em considera&ccedil;&atilde;o toda a matriz de confus&atilde;o no seu c&aacute;lculo inclusive os elementos de fora da diagonal principal, os quais representam as discord&acirc;ncias na classifica&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Equa&ccedil;&atilde;o 2</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="e2">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a09e2.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Equa&ccedil;&atilde;o 3</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="e3">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a09e3.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>      <p>Onde:</p> <ul>     <li>: valor estimado <i>Kappa;</i></li>     <li><i>k</i>: n&uacute;mero de linhas;</li>     <li>: n&uacute;mero de observa&ccedil;&otilde;es na linha <i>i</i> e coluna <i>i;</i></li>     <li>: soma dos elementos da matriz em sua diagonal principal;</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>: soma total das observa&ccedil;&otilde;es para as linhas;</li>     <li>: soma total das observa&ccedil;&otilde;es para as colunas;</li>     <li><i>N</i>: n&uacute;mero de observa&ccedil;&otilde;es total.</li>     </ul>     <p>Assim sendo, aplicaram-se aos produtos, t&eacute;cnicas de tratamento digital de imagens orbitais, conforme procedimento metodol&oacute;gico adotado por Silva et al. (2016) para gerar o mapa de uso da terra e cobertura vegetal.</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="3">     <li><b> Resultados e discuss&otilde;es</b></li>     </ol>     <p>Para a avalia&ccedil;&atilde;o param&eacute;trica de terreno foram elaborados os seguintes produtos cartogr&aacute;ficos: Hipsometria, Declividade e Orienta&ccedil;&atilde;o das vertentes (<a name="f2"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a09f2.gif">Figura 2</a>).</p>      
<p>As classes hipsom&eacute;tricas (<a href="#q3">Tabela 3</a>) mostram que do alto ao m&eacute;dio curso as altitudes variam de 720 a 370 metros de altitude. Essas terras s&atilde;o formadas por &aacute;reas &uacute;midas e remanescentes de matas. Observa-se que do m&eacute;dio ao baixo curso da bacia, as altitudes variam de 370 a 225 metros, com predom&iacute;nio de &aacute;reas de atividades agropastoris e fragmentos de matas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="q3">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a09q3.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>As classes de declividade (<a href="#q4">Tabela 4</a>) foram fatiadas conforme a proposta de Ross (1994) e indicam que nos topos de morro do alto curso da bacia os declives s&atilde;o de m&eacute;dio a muito forte e correspondem a aproximadamente 10% da &aacute;rea da bacia, no m&eacute;dio ao baixo curso variam de fraca a muito fraca e correspondem a mais de 90% da &aacute;rea da bacia.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q4">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a09q4.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A orienta&ccedil;&atilde;o das vertentes (<a name="q5"><a href="/img/revistas/got/n19/n19a09q5.gif">Tabela 5</a>) mostra que predomina na bacia as vertentes com maior radia&ccedil;&atilde;o solar no per&iacute;odo da tarde est&atilde;o orientadas para oeste &ndash; norte e correspondem a aproximadamente 54% da &aacute;rea e as vertentes orientadas para leste &ndash; sul, que correspondem a aproximadamente 46%, de acordo com Neves (2011) essas vertentes recebem uma maior radia&ccedil;&atilde;o solar no per&iacute;odo da manh&atilde; o que determina um maior conforto t&eacute;rmico, s&atilde;o &aacute;reas que possibilitam a implementa&ccedil;&atilde;o de projetos de recupera&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o. Sendo assim mapeamentos de orienta&ccedil;&atilde;o de vertentes s&atilde;o importantes instrumentos para apoiar ocupa&ccedil;&otilde;es futuras, e como produtos para subsidiar pr&aacute;ticas de recupera&ccedil;&atilde;o ambiental conforme (Vick, Silva, &amp; Bacani, 2018).</p>      
<p>Observada as particularidades morfol&oacute;gicas da BHCC, foi realizado o mapeamento do uso da terra e cobertura vegetal, para os anos de 2000 e 2018 conforme a <a href="#f3">Figura 3</a>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a09f3.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Ao observar o quantitativo de &aacute;reas (<a href="#q6">Tabela 6</a>), &eacute; n&iacute;tido que houve um leve aumento de &aacute;rea no per&iacute;odo apresentada pela classe Agricultura. Assim, a classe passou de 162,44km&sup2; em 2000 para 220,61Km&sup2; em 2018, ou seja, em 2000 essas &aacute;reas correspondiam a 12,78% da &aacute;rea total da BHCC, enquanto que em 2018 as &aacute;reas correspondem a 17,34% do total.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q6">     <p><img src="/img/revistas/got/n19/n19a09q6.gif"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Quevedo et al. (2009), apontaram que a atividade agr&iacute;cola em 1985, correspondia &agrave; 5,46% da &aacute;rea total da bacia, por&eacute;m em 2007, este percentual aumentou 0,16%. Ao comparar com os resultados obtidos em 2000, o acr&eacute;scimo foi de 7,32% entre os anos de 1985 e 2000.</p>     <p>As &aacute;reas &uacute;midas mapeadas no per&iacute;odo equivalem a cerca de 37,09km&sup2; no ano de 2000 e de 31,72km&sup2; em 2018, ou seja, 2,49% da &aacute;rea total da BHCC.</p>     <p>As &aacute;reas de pastagens s&atilde;o totalidade na BHCC, em 2000 correspondiam a 766,30Km&sup2;, ou seja 60,26% da bacia, em 2018 correspondem a 673,12km&sup2;, ou seja, 52,92% da &aacute;rea total, uma perda de &aacute;rea de 93,18km&sup2; frente a leve expans&atilde;o da agricultura no per&iacute;odo analisado. Para o per&iacute;odo de 1985 a 2007, Quevedo et al. (2009), afirmaram que este tipo de cobertura aumentou praticamente 11%, comparada &agrave; &aacute;rea total da bacia.</p>     <p>As &aacute;reas de solo nu correspondiam a 18,38km&sup2; em 2000 e tiveram redu&ccedil;&atilde;o para 4,20Km&sup2;.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As &aacute;reas urbanas que em 2000 eram de 5,64km&sup2; passaram para 8,01km&sup2; em 2018, conforme a grade estat&iacute;stica do censo 2010 a popula&ccedil;&atilde;o urbana que tem seus domic&iacute;lios dentro da BHCC &eacute; de 13.358 pessoas entre ambos os sexos (IBGE, 2016).</p>     <p>Os remanescentes de vegeta&ccedil;&atilde;o correspondiam a 281,59km&sup2; no ano de 2000, ou seja, 21,83% da &aacute;rea total da BHCC, e no per&iacute;odo de 18 anos passaram para 322,06km&sup2;, ou seja, 25,32% da &aacute;rea total.</p>     <p>Foram coletadas 63 amostras a campo e os resultados da an&aacute;lise estat&iacute;stica do desempenho do classificador validam o mapeamento do uso e ocupa&ccedil;&atilde;o qualificando como excelente, apresentando os valores de 0,82 para o &iacute;ndice kappa e 0,87 para a acur&aacute;cia global, conforme os limiares estabelecidos por (Landis &amp; Koch 1977).</p>     <p>Os estudos analisados apontam que a rela&ccedil;&atilde;o perda da Vegeta&ccedil;&atilde;o Arb&oacute;rea significa aumento da Pastagem (Lima et al., 2016; Quevedo et al., 2009). Por&eacute;m, pela an&aacute;lise multitemporal do uso da terra e cobertura vegetal, para os anos 2000 e 2018, percebe-se uma redu&ccedil;&atilde;o acentuada de 7,34% da classe tem&aacute;tica pastagem, em contrapartida, h&aacute; um aumento de 4,56% da classe Agricultura e a presen&ccedil;a de 0,95% da classe Silvicultura.</p>     <p>&nbsp;</p> <ol start="4">     <li><b> Conclus&atilde;o</b></li>     </ol>     <p>A avalia&ccedil;&atilde;o param&eacute;trica mostrou-se como um importante instrumento para a an&aacute;lise das formas de relevo correlacionadas com os tipos de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o da terra na bacia hidrogr&aacute;fica, o relevo plano de declividade fraca a muito fraca que abrange mais de 90% da &aacute;rea da BHCC, os solos bem desenvolvidos e bem drenados, assim como o clima &uacute;mido a semi&uacute;mido bem definido e com boa quantidade de precipita&ccedil;&atilde;o anual s&atilde;o fatores que contribu&iacute;ram para a configura&ccedil;&atilde;o territorial predominante, baseada na agricultura e em &aacute;reas de pastagens.</p>     <p>As ferramentas e t&eacute;cnicas de geoprocessamento se mostraram eficazes na an&aacute;lise preliminar dos aspectos f&iacute;sicos da bacia do C&oacute;rrego Ceroula, ap&oacute;s uma busca por estudos cient&iacute;ficos que versam sobre a &aacute;rea de estudo nota-se que pouco material foi produzido, neste sentido esta avalia&ccedil;&atilde;o visa auxiliar nos poss&iacute;veis estudos de avalia&ccedil;&atilde;o e zoneamento ambiental na &aacute;rea.</p>     <p>Os estudos evidenciam que as principais causas de impactos ambientais est&atilde;o correlacionados ao uso da terra para agricultura e pastagem, isso acelera os processos erosivos e o assoreamento dos cursos h&iacute;dricos, como tamb&eacute;m pode vir a poluir esses mananciais de &aacute;gua, sabe-se tamb&eacute;m que essas atividades s&atilde;o de fundamental import&acirc;ncia para o desenvolvimento econ&ocirc;mico regional e local, e n&atilde;o podem ser interrompidas de uma hora para outra.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Portanto cabe observar de que forma esses usos est&atilde;o sendo feitos, para que os impactos ao meio ambiente sejam mitigados, pois as atividades agropastoris s&atilde;o a principal matriz econ&ocirc;mica da BHCC, sendo assim recomenda-se a utiliza&ccedil;&atilde;o dos estudos territoriais j&aacute; elaborados para o Estado de Mato Grosso do Sul&nbsp; para a elabora&ccedil;&atilde;o de planos de manejo sustent&aacute;veis na BHCC pois a mesma possui em sua extens&atilde;o territorial partes ou totalidades de 4 (quatro) &Aacute;reas de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental e 1 (um) Monumento Natural que totalizam uma &aacute;rea de 888,26 Km&sup2;, ou seja, 69,83% da bacia s&atilde;o Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o.</p> <ol start="5">     <li><b> Refer&ecirc;ncias</b></li>     </ol>     <p>Almeida, A. Q. de., Santos, A. R. dos., Souza, C. A. M. de., &amp; Tulli, L. M. A. (2009). Uso de t&eacute;cnicas de sensoriamento remoto na an&aacute;lise multitemporal do desmatamento ocorrido na microbacia do C&oacute;rrego do Galo, Domingos Martins, ES. <i>Revista Cient&iacute;fica eletr&ocirc;nica de engenharia florestal</i>, 7 (14), 74&ndash;88</p>     <p>Barbosa, E. H. B., &amp; Bacani, V. M. (2011). Avalia&ccedil;&atilde;o param&eacute;trica de terreno e o uso da terra e cobertura vegetal da Bacia do C&oacute;rrego Jo&atilde;o Dias, Aquidauana - MS. In: <i>Anais XV Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto &ndash; SBSR</i>, 1208&ndash;1215</p>     <p>Barbosa, E. H. B., &amp; Bacani, V. M. (2012). An&aacute;lise da fragilidade ambiental da bacia do C&oacute;rrego Jo&atilde;o Dias, Aquidauana &ndash; MS, <i>Geografia (Londrina)</i>, 21 (2). 23&ndash;43. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.5433/2447-1747.2012v21n2p23"target="_blank">10.5433/2447-1747.2012v21n2p23</a></p>     <!-- ref --><p>Barros, E. C. D. R. de., &amp; Garcia, E. M. G. (2014). <i>Gest&atilde;o Ambiental em mato Grosso do Sul: Conceitos e pr&aacute;ticas. Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, MS</i> (ISBN: 978-85-99880-70-8). Dispon&iacute;vel em:<a href="http://www.servicos.ms.gov.br/imasuldownloads" target="_blank">http://www.servicos.ms.gov.br/imasuldownloads</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1769640&pid=S2182-1267202000010001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Beltrame, A. da V. (1994). <i>Diagn&oacute;stico do meio f&iacute;sico de bacias hidrogr&aacute;ficas: Modelo e aplica&ccedil;&atilde;o.</i> Florian&oacute;polis, Santa Catarina, Brasil: UFSC&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1769641&pid=S2182-1267202000010001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Campo Grande. (2001). Decreto Municipal n. 8.264/2001 &ndash; Cria a &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental da Bacia do C&oacute;rrego Ceroula &ndash; APA do Ceroula &ndash; localizada no munic&iacute;pio de Campo Grande-MS, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. Disponivel em: <a href="http://www.campogrande.ms.gov.br/semadur/downloads/decreto-municipal-n-8-264-de-27-de-julho-de-2001/" target="_blank">http://www.campogrande.ms.gov.br/semadur/downloads/decreto-municipal-n-8-264-de-27-de-julho-de-2001/</a></p>     <p>Colgaton, R. G. (1991). A review of assessing the accuracy of classifications of remotely sensed data. <i>Remote Sensing of Environment</i>, 49 (12), 1671&ndash;1678. doi:<a href="http://dx.doi.org/10.1016/0034-4257(91)90048-B"target="_blank">10.1016/0034-4257(91)90048-B</a> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>DeBiase, M. (1992). A Carta Clinogr&aacute;fica. Os m&eacute;todos de representa&ccedil;&atilde;o e elabora&ccedil;&atilde;o. <i>Revista do Departamento de Geografia</i>, 6, 45&ndash;60. doi:<a href="http://dx.doi.org/10.7154/RDG.1992.0006.0004"target="_blank">10.7154/RDG.1992.0006.0004</a> </p>     <!-- ref --><p>Florenzano, T. G. (2002). Imagens de sat&eacute;lite para estudos ambientais. S&atilde;o Paulo, Brasil: Oficina de Textos&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1769645&pid=S2182-1267202000010001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>IBGE. (2010). Grade Estat&iacute;stica. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.ibge.gov.br/geociencias/downloads-geociencias.html" target="_blank" target="_blank">https://www.ibge.gov.br/geociencias/downloads-geociencias.html&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1769646&pid=S2182-1267202000010001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>IBGE. (2017). Base cartogr&aacute;fica do Brasil Escala 1:250.000. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://downloads.ibge.gov.br/downloads_geociencias.htm" target="_blank">https://downloads.ibge.gov.br/downloads_geociencias.htm</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1769647&pid=S2182-1267202000010001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>IBGE. (2018). Mapeamento de recurso naturais do Brasil Folha SF-21- Campo Grande Escala 1:250.000. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://downloads.ibge.gov.br/downloads_geociencias.htm" target="_blank">https://downloads.ibge.gov.br/downloads_geociencias.htm</a>&lt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1769648&pid=S2182-1267202000010001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jensen, J. R. (2009). Sensoriamento Remoto do Ambiente: Uma Perspectiva em Recursos Terrestres. S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos, S&atilde;o Paulo, Brasil: Par&ecirc;ntese&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1769650&pid=S2182-1267202000010001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Landis, J.R., &amp; Koch, G.G. The measurement of observer agreement for categorical data<b><i>.</i></b> <i>Biometrics</i>, 33 (1), 159&ndash;174. doi:<a href="http://dx.doi.org/10.2307/2529310"target="_blank">10.2307/2529310</a> </p>     <p>Lima, J. A. M., Farias, E. F., Duailibi, K. C. M., Magalh&atilde;es Filho, F. J. C., &amp; Cavalheri, P. S. (2016). Influ&ecirc;ncia do Uso e Ocupa&ccedil;&atilde;o do Solo na Qualidade da &Aacute;gua para Consumo Humano. In: Anais do X Simp&oacute;sio Internacional de Qualidade Ambiental, 1&ndash;8</p>     <p>Mendon&ccedil;a, F. (1999). Diagn&oacute;stico e an&aacute;lise ambiental de microbacia hidrogr&aacute;fica: Proposi&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica na perspectiva do zoneamento, planejamento e gest&atilde;o ambiental, <i>RA&rsquo;EGA</i> (3). doi:<a href="http://dx.doi.org/10.5380/raega.v3i0.18225"target="_blank">10.5380/raega.v3i0.18225</a> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Menezes, C. R., &amp; Salgado, C. M. (2018). Uso do Solo e aspectos da paisagem da Bacia Hidrogr&aacute;fica do Angico, na &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental do Ceroula &ndash; Campo Grande/MS. <i>Forma&ccedil;&atilde;o, 25 (44), 261-277. doe:<a href="http://dx.doi.org/10.33081/formacao.v25i44.4418"target="_blank">10.33081/formacao.v25i44.4418</a> </i></p>     <!-- ref --><p>Neves, L. P. (2011). <i>Ado&ccedil;&atilde;o do Partido na Arquitetura.</i> Salvador, Bahia, Brasil: UDUFBA&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1769655&pid=S2182-1267202000010001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Novais, M. P. S. (2015). An&aacute;lise espacial de bacias hidrogr&aacute;ficas a partir de SIG: um estudo da bacia hidrogr&aacute;fica do Itapicuru &ndash; Bahia. In: Anais do XVII Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2719&ndash;2726</p>     <!-- ref --><p>Oliveira, J. C. (2002). <i>&Iacute;ndice para avalia&ccedil;&atilde;o de segmenta&ccedil;&atilde;o (IAVAS): uma aplica&ccedil;&atilde;o em agricultura</i>. 160p. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Sensoriamento Remoto). Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.researchgate.net/publication/266216779/download" target="_blank">https://www.researchgate.net/publication/266216779/download</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1769657&pid=S2182-1267202000010001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Quevedo, E. R. de, Stefanes, M., Paranhos Filho, A. C., Quevedo, J. R. de, &amp; Copatti, A. (2009). <i>Aplica&ccedil;&atilde;o da segmenta&ccedil;&atilde;o (SPRING) de imagens para avalia&ccedil;&atilde;o ambiental multitemporal da bacia do C&oacute;rrego Ceroula &ndash; MS, no per&iacute;odo 1985 -2007</i>. In: Anais do XIV Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (pp. 1481&ndash;1488)</p>     <p>Ross, J. L. S. (1994). An&aacute;lise emp&iacute;rica da fragilidade dos ambientes naturais e antropizados. <i>Revista do Departamento de Geografia</i>, (8), 63&ndash;74. doi:<a href="http://dx.doi.org/10.7154/RDG.1994.0008.0006"target="_blank">10.7154/RDG.1994.0008.0006</a> </p>     <p>Seabra, V. da S. (2013). <i>An&aacute;lise espacial e multitemporal do padr&atilde;o de fragmenta&ccedil;&atilde;o florestal na bacia hidrogr&aacute;fica do rio S&atilde;o Jo&atilde;o.</i> In: Anais do XVI Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 7762&ndash;7769</p>     <!-- ref --><p>SEPLAN. (1990). <i>Atlas multirreferencial</i>. (GE00019513-4). Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil: Secretaria de Planejamento e Coordena&ccedil;&atilde;o Geral&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1769661&pid=S2182-1267202000010001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, J. S. V. da, Pott, A, Abdon, M. M, &amp; Santos, K. R. (2011). <i>Projeto GeoMS: Cobertura vegetal e uso da terra do Estado de Mato Grosso do Sul</i>. Campinas, S&atilde;o Paulo, Brasil: EMBRAPA&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1769662&pid=S2182-1267202000010001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Silva, L. F. da, Barbosa, E. H. B., Cunha, E. R., &amp; Bacani, V. M. (2016). Monitoramento temporal de &aacute;reas de preserva&ccedil;&atilde;o permanente em uma &aacute;rea de prote&ccedil;&atilde;o ambiental. <i>Geofronter</i>, 2 (1), 16-31</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Silva, L. F. da; Barbosa, E. H. B.; Nogueira, B. M., &amp; Bacani V. M. (2011). An&aacute;lise do desempenho de classificadores semi-autom&aacute;ticos na detec&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as do uso da terra e cobertura vegetal nos munic&iacute;pios de Aquidauana e Anast&aacute;cio-MS. In: Anais do XV Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 6666-6673</p>     <!-- ref --><p>Valeriano, M. M. (2008). TOPODATA: Guia para a utiliza&ccedil;&atilde;o de dados geomorfol&oacute;gicos locais. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://mtc-m16c.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/mtc-m18@80/2008/07.11.19.24/doc/publicacao.pdf" target="_blank">http://mtc-m16c.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/mtc-m18@80/2008/07.11.19.24/doc/publicacao.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1769665&pid=S2182-1267202000010001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Vick, E. P., Silva, L. C. N., &amp; Bacani, V. M. (2017). An&aacute;lise param&eacute;trica da bacia hidrogr&aacute;fica do rio P&acirc;ntano &ndash; MS. <i>Associa&ccedil;&atilde;o dos Ge&oacute;grafos Brasileiros &ndash; AGB, Tr&ecirc;s Lagoas,</i> (26), 87-100</p>     <p>Wang, L., &amp; LIU, H. (2006). An efficient method for identifying and filling surface depressions in digital elevation models for hydrologic analysis and modelling<b><i>.</i></b> <i>International Journal of Geographical Information Science</i>, 20 (2), 193-213. doi:<a href="http://dx.doi.org/10.1080/13658810500433453"target="_blank">10.1080/13658810500433453</a> </p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. Q. de]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. R. dos]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. A. M. de]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tulli]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uso de técnicas de sensoriamento remoto na análise multitemporal do desmatamento ocorrido na microbacia do Córrego do Galo, Domingos Martins, ES]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<volume>7</volume>
<numero>14</numero>
<issue>14</issue>
<page-range>74-88</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. H. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bacani]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação paramétrica de terreno e o uso da terra e cobertura vegetal da Bacia do Córrego João Dias, Aquidauana - MS.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<page-range>1208-1215</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. H. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bacani]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise da fragilidade ambiental da bacia do Córrego João Dias, Aquidauana - MS]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<volume>21</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>23-43</page-range><publisher-loc><![CDATA[Londrina ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barros]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. C. D. R. de]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garcia]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. M. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Gestão Ambiental em mato Grosso do Sul: Conceitos e práticas. Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, MS]]></source>
<year>2014</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Beltrame]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. da V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Diagnóstico do meio físico de bacias hidrográficas: Modelo e aplicação]]></source>
<year>1994</year>
<publisher-loc><![CDATA[Florianópolis^eSanta Catarina Santa Catarina]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[UFSC]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Campo Grande</collab>
<source><![CDATA[Decreto Municipal n. 8.264/2001: Cria a Área de Proteção Ambiental da Bacia do Córrego Ceroula - APA do Ceroula - localizada no município de Campo Grande-MS, e dá outras providências]]></source>
<year>2001</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Colgaton]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A review of assessing the accuracy of classifications of remotely sensed data.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<volume>49</volume>
<numero>12</numero>
<issue>12</issue>
<page-range>1671-1678</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DeBiase]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A Carta Clinográfica: Os métodos de representação e elaboração.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<volume>6</volume>
<page-range>45-60</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Florenzano]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Imagens de satélite para estudos ambientais]]></source>
<year>2002</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Oficina de Textos]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>IBGE</collab>
<source><![CDATA[Grade Estatística]]></source>
<year>2010</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>IBGE</collab>
<source><![CDATA[Base cartográfica do Brasil Escala 1:250.000.]]></source>
<year>2017</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>IBGE</collab>
<source><![CDATA[Mapeamento de recurso naturais do Brasil Folha SF-21- Campo Grande Escala 1:250.000.]]></source>
<year>2018</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jensen]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Sensoriamento Remoto do Ambiente: Uma Perspectiva em Recursos Terrestres]]></source>
<year>2009</year>
<publisher-loc><![CDATA[São José dos Campos^eSão Paulo São Paulo]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Parêntese]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Landis]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Koch]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The measurement of observer agreement for categorical data.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<volume>33</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>159-174</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lima]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Farias]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Duailibi]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. C. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Magalhães Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. J. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cavalheri]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência do Uso e Ocupação do Solo na Qualidade da Água para Consumo Humano]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<page-range>1-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mendonça]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Diagnóstico e análise ambiental de microbacia hidrográfica: Proposição metodológica na perspectiva do zoneamento, planejamento e gestão ambiental]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<volume>3</volume>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Menezes]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Salgado]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uso do Solo e aspectos da paisagem da Bacia Hidrográfica do Angico, na Área de Proteção Ambiental do Ceroula - Campo Grande/MS.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<volume>25</volume>
<numero>44</numero>
<issue>44</issue>
<page-range>261-277</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Neves]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. P]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Adoção do Partido na Arquitetura]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-loc><![CDATA[Salvador^eBahia Bahia]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[UDUFBA]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Novais]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. P. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise espacial de bacias hidrográficas a partir de SIG: um estudo da bacia hidrográfica do Itapicuru - Bahia.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<page-range>2719-2726</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Índice para avaliação de segmentação (IAVAS): uma aplicação em agricultura.]]></source>
<year>2002</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Quevedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. R. de]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stefanes]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paranhos Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Quevedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R. de]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Copatti]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aplicação da segmentação (SPRING) de imagens para avaliação ambiental multitemporal da bacia do Córrego Ceroula - MS, no período 1985 -2007]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<page-range>1481-1488</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ross]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise empírica da fragilidade dos ambientes naturais e antropizados]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<volume>8</volume>
<page-range>63-74</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Seabra]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. da S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise espacial e multitemporal do padrão de fragmentação florestal na bacia hidrográfica do rio São João.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<page-range>7762-7769</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>SEPLAN</collab>
<source><![CDATA[Atlas multirreferencial. (GE00019513-4)]]></source>
<year>1990</year>
<publisher-loc><![CDATA[Campo Grande^eMato Grosso do Sul Mato Grosso do Sul]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Secretaria de Planejamento e Coordenação Geral]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S. V. da]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pott]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Abdon]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Projeto GeoMS: Cobertura vegetal e uso da terra do Estado de Mato Grosso do Sul.]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-loc><![CDATA[Campinas^eSão Paulo São Paulo]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[EMBRAPA]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. F. da]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. H. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cunha]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bacani]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Monitoramento temporal de áreas de preservação permanente em uma área de proteção ambiental]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<volume>2</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>16-31</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. F. da]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[E. H.]]></surname>
<given-names><![CDATA[Barbosa]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nogueira]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bacani]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise do desempenho de classificadores semi-automáticos na detecção de mudanças do uso da terra e cobertura vegetal nos municípios de Aquidauana e Anastácio-MS.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<page-range>6666-6673</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Valeriano]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[TOPODATA: Guia para a utilização de dados geomorfológicos locais.]]></source>
<year>2008</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vick]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bacani]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise paramétrica da bacia hidrográfica do rio Pântano - MS.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<volume>26</volume>
<page-range>87-100</page-range><publisher-loc><![CDATA[Três Lagoas ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wang]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LIU]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[An efficient method for identifying and filling surface depressions in digital elevation models for hydrologic analysis and modelling.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
<volume>20</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>193-213</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
