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<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estão os internos satisfeitos com o internato de Medicina Geral e Familiar?]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objectives: To determine the degree of satisfaction of General Practice (GP) trainees with their GP training program in the North of Portugal and to test the associations between satisfaction and variables related to the trainee, the tutor, and the GP training program. Study Design: Cross-sectional study, conducted between September 2011 and February 2013. Setting: The Family Medicine training program in the Northern region of Portugal. Participants: All trainees enrolled in the Family Medicine training program in the North of Portugal at the beginning of the study. Methods: Data were collected with an anonymous, voluntary questionnaire developed by the authors, sent by email to all trainees in the GP training program in North of Portugal (n=532). The characteristics of the population and their degree of satisfaction with training, measured on a five-point Likert scale, were assessed. Results: There were 189 trainees who responded to the questionnaire, giving a response rate of 36%. Most trainees were female (n=141, 75%) and most (n=160, 85%) were between 26 and 30 years of age. Trainees worked in family health units (n=148, 78%), and most were in their second year of training (n=64, 34%). General Practice was the first choice of 76% of trainees (n=143), with 97% (n=183) expres-sing no intention of repeating the exam that grants access to a medical specialization. Most GP trainees in northern Portugal are satisfied or very satisfied with their internship program (91%, n = 170), with only 4% (n=7) dissatisfied or extremely dissatisfied. An association was found between satisfaction with the training program and “General Practice as the first choice of a specialty” (p=0.001), “The relationship with the mentor” (p=0.001), “ The mentor’s training skills” (p=0.01), “The organization of the training program” (p=0.008), “The duration of the training program” (p=0.024), “The duration of mandatory hospital rotations” (p<0.001), “The number GP training rotations” (p=0.015) and “The duration of GP training rotations” (p=0.045). There was an inverse relationship between satisfaction and “Time spent in non-cli-nical activities for curricular purposes” (p = 0.016). Conclusions: GP trainees are satisfied with their training program. The most significant associations are satisfaction with the relationship with trainers and the tutor’s training skills. Satisfaction with the duration of training, rotations in general practice and organization of the training were also associated with satisfaction. The relationship between overall satisfaction and satisfaction with the duration of mandatory hospital rotations is unclear. Trainees are dissatisfied with time spent in non-clinical activities for curricular purposes.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Grau de Satisfação]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ESTUDOS ORIGINAIS</b></p>     <p><font size="4"><b>Est&#227;o os internos satisfeitos com o     internato de Medicina Geral e Familiar?</b></font></p>       <p><font size="3"><b>Are   Family Medicine trainees satisfied with their training program?</b></font></p>       <p><b>Ana Azevedo,<sup>1</sup> Brenda Domingues,<sup>2</sup> Joana Moura,<sup>3</sup> L&#250;cia Santos<sup>1</sup></b></p>       <p><sup>1</sup> M&#233;dica Interna de MGF, USF Sete Caminhos. ACeS Gondomar. Gondomar. Portugal.</p>       <p><sup>2</sup> M&#233;dica Interna de MGF, UCSP Vale Formoso. ACeS Porto Oriental. Porto. Portugal.</p>       <p><sup>3</sup> M&#233;dica Interna de MGF, USF Ponte Velha. ACeS Grande Porto I. Santo Tirso.     Portugal.</p>       <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> | <a href="#c0">Direcci&oacute;n para correspondencia</a> | <a href="#c0">Correspondence</a><a name="topc0"></a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Objetivos:</b> Determinar o grau de     satisfa&#231;&#227;o global dos internos de Medicina Geral e Familiar (MGF) da Zona Norte     com o programa de forma&#231;&#227;o espec&#237;fica (internato); Analisar a associa&#231;&#227;o entre     a satisfa&#231;&#227;o global com o internato e diferentes vari&#225;veis relativas ao     interno, ao orientador e ao programa de forma&#231;&#227;o espec&#237;fica.</p>       <p><b>Tipo de estudo:</b> Estudo transversal com     componente anal&#237;tico, realizado entre setembro de 2011 e fevereiro de 2013.</p>       <p><b>Local:</b> &#193;rea geogr&#225;fica abrangida pela <i>Coordena&#231;&#227;o do Internato de MGF da Zona     Norte.</i></p>       <p><b>Popula&#231;&#227;o:</b> Internos de forma&#231;&#227;o     espec&#237;fica de MGF da Zona Norte.</p>       <p><b>M&#233;todos:</b> Recolha de dados atrav&#233;s da     aplica&#231;&#227;o de um question&#225;rio de autopreenchimento volunt&#225;rio, desenvolvido     pelas autoras, enviado por correio eletr&#243;nico a todos os internos de MGF da     Zona Norte <i>(n=532).</i> Foi feita a     caracteriza&#231;&#227;o geral da popula&#231;&#227;o e avaliado o grau de satisfa&#231;&#227;o com o     internato atrav&#233;s de uma escala tipo <i>Likert</i> com cinco itens.</p>       <p><b>Resultados:</b> Foram obtidas 189 respostas     ao question&#225;rio, ao que corresponde uma taxa de resposta de 36%. Dos     respondedores, 75% (<i>n</i> = 141) eram do     g&#233;nero feminino e 85% (<i>n</i> = 160) tinham     entre 26 e 30 anos de idade. Dos 189 internos, 78% (<i>n</i> = 148) estavam integrados em Unidades de Sa&#250;de Familiar (USF) e a     maioria frequentava o segundo ano de forma&#231;&#227;o (34%, <i>n</i> = 64). Em 76% dos casos (<i>n</i> = 143), a escolha por MGF foi primeira op&#231;&#227;o, sendo que 97% (<i>n</i> = 183) n&#227;o tem inten&#231;&#227;o de repetir o     exame de acesso &#224; especialidade. A grande maioria dos internos de forma&#231;&#227;o     espec&#237;fica em MGF da Zona Norte est&#227;o satisfeitos ou muito satisfeitos com o     internato (91%, <i>n</i> = 170), estando     apenas 4% (<i>n</i> = 7) dos internos     insatisfeitos ou muito insatisfeitos. A satisfa&#231;&#227;o global com o internato teve     uma correla&#231;&#227;o positiva com a satisfa&#231;&#227;o em rela&#231;&#227;o &#224;s vari&#225;veis &#171;Escolha de     MGF como primeira op&#231;&#227;o&#187;, &#171;Rela&#231;&#227;o com o orientador de forma&#231;&#227;o&#187;, &#171;Desempenho     do orientador de forma&#231;&#227;o&#187;, &#171;Organiza&#231;&#227;o global do internato&#187;, &#171;Dura&#231;&#227;o do     internato&#187;, &#171;Dura&#231;&#227;o dos est&#225;gios hospitalares obrigat&#243;rios&#187;, &#171;N&#250;mero de     est&#225;gios de MGF&#187; e &#171;Dura&#231;&#227;o dos est&#225;gios de MGF&#187; (<i>p</i> = 0,001, <i>p</i> = 0,003, <i>p</i> = 0,010, <i>p</i> = 0,008, <i>p</i>&lt; 0,001, <i>p</i> = 0,024, <i>p</i> = 0,015 e <i>p</i> = 0,045,     respetivamente). Em rela&#231;&#227;o &#224;s vari&#225;veis &#171;Tempo despendido em atividades n&#227;o     cl&#237;nicas para efeitos curriculares&#187;, verifica-se uma rela&#231;&#227;o negativa com a     satisfa&#231;&#227;o global com o internato (<i>p</i> = 0,016).</p>       <p><b>Conclus&#245;es:</b> Os internos de MGF da Zona     Norte est&#227;o satisfeitos com o seu programa de forma&#231;&#227;o espec&#237;fica. A satisfa&#231;&#227;o     na rela&#231;&#227;o com o orientador de forma&#231;&#227;o e com o seu desempenho s&#227;o dos aspetos     que mais contribu&#237;ram para a satisfa&#231;&#227;o global dos internos. Da mesma forma, a     satisfa&#231;&#227;o em rela&#231;&#227;o &#224; dura&#231;&#227;o do programa de internato, em rela&#231;&#227;o aos     est&#225;gios de MGF e &#224; organiza&#231;&#227;o global do programa de forma&#231;&#227;o contribu&#237;u de     forma evidente para a satisfa&#231;&#227;o global destes m&#233;dicos. A rela&#231;&#227;o entre a     satisfa&#231;&#227;o global e a satisfa&#231;&#227;o com a dura&#231;&#227;o dos est&#225;gios hospitalares     obrigat&#243;rios &#233; inconclusiva. Os internos mostram-se insatisfeitos com o tempo     despendido em atividades n&#227;o cl&#237;nicas para efeitos curriculares.</p>       <p><b>Palavras-chave:</b> Grau de Satisfa&#231;&#227;o;     Internos; Internato de Medicina Geral e Familiar.</p>   <hr/>     <p>&nbsp;</p>       <p><b>ABSTRACT</b></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Objectives:</b> To determine the degree of     satisfaction of General Practice (GP) trainees with their GP training program     in the North of Portugal and to test the associations between satisfaction and   variables related to the trainee, the tutor, and the GP training program.</p>       <p><b>Study Design:</b> Cross-sectional study,     conducted between September 2011 and February 2013.</p>       <p><b>Setting:</b> The Family Medicine training     program in the Northern region of Portugal.</p>       <p><b>Participants:</b> All trainees enrolled in     the Family Medicine training program in the North of Portugal at the beginning     of the study.</p>       <p><b>Methods:</b> Data were collected with an     anonymous, voluntary questionnaire developed by the authors, sent by email to     all trainees in the GP training program in North of Portugal (n=532). The     characteristics of the population and their degree of satisfaction with     training, measured on a five-point Likert scale, were assessed.</p>       <p><b>Results:</b> There were 189 trainees who     responded to the questionnaire, giving a response rate of 36%. Most trainees     were female (n=141, 75%) and most (n=160, 85%) were between 26 and 30 years of     age. Trainees worked in family health units (n=148, 78%), and most were in     their second year of training (n=64, 34%). General Practice was the first     choice of 76% of trainees (n=143), with 97% (n=183) expres-sing no intention of     repeating the exam that grants access to a medical specialization. Most GP     trainees in northern Portugal are satisfied or very satisfied with their     internship program (91%, n = 170), with only 4% (n=7) dissatisfied or extremely     dissatisfied. An association was found between satisfaction with the training     program and &#8220;General Practice as the first choice of a specialty&#8221; (p=0.001),     &#8220;The relationship with the mentor&#8221; (p=0.001), &#8220; The mentor&#8217;s training skills&#8221;     (p=0.01), &#8220;The organization of the training program&#8221; (p=0.008), &#8220;The duration     of the training program&#8221; (p=0.024), &#8220;The duration of mandatory hospital     rotations&#8221; (p&lt;0.001), &#8220;The number GP training rotations&#8221; (p=0.015) and &#8220;The     duration of GP training rotations&#8221; (p=0.045). There was an inverse relationship     between satisfaction and &#8220;Time spent in non-cli-nical activities for curricular     purposes&#8221; (p = 0.016).</p>       <p><b>Conclusions:</b> GP trainees are satisfied     with their training program. The most significant associations are satisfaction     with the relationship with trainers and the tutor&#8217;s training skills.     Satisfaction with the duration of training, rotations in general practice and     organization of the training were also associated with satisfaction. The     relationship between overall satisfaction and satisfaction with the duration of     mandatory hospital rotations is unclear. Trainees are dissatisfied with time     spent in non-clinical activities for curricular purposes.</p>       <p><b>Keywords:</b> Satisfaction; General     Practice Trainees; General Practice Internship; General Practice Residency;     Family Practice.</p>   <hr/>     <p>&nbsp;</p>       <p><b>Introdu&#231;&#227;o</b></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A Medicina     Geral e Familiar (MGF), em Portugal, tem sofrido uma not&#243;ria evolu&#231;&#227;o ao longo     do tempo, n&#227;o s&#243; na sua vertente formativa, mas tamb&#233;m ao n&#237;vel do     reconhecimento geral.</p>       <p>No seu     in&#237;cio e at&#233; meados dos anos 90, esta especialidade sofreu repercuss&#245;es     decorrentes do desinteresse da classe m&#233;dica por especialidades generalistas.<sup>1-3</sup> Na hora de decidir o futuro profissional, os m&#233;dicos rec&#233;m-licenciados     faziam-no cada vez menos por especialidades como a MGF.<sup>4-14</sup> Este     fen&#243;meno refletia-se na insuficiente ocupa&#231;&#227;o de vagas nos concursos de     ingresso da especialidade<sup>4,15</sup> e dele advinham d&#250;vidas acerca da     sustentabilidade da MGF.<sup>16,17</sup></p>       <p>Estudos     nacionais recentemente publicados mostram uma perspetiva diferente,     considerando assistir-se a uma evolu&#231;&#227;o positiva no padr&#227;o de escolha por esta     especialidade, demonstrada por uma maior percentagem de m&#233;dicos que colocam a     MGF como primeira op&#231;&#227;o.<sup>18,19</sup> Estes estudos fazem refer&#234;ncia ao     aumento, nos &#250;ltimos cinco anos, da classifica&#231;&#227;o m&#233;dia na prova nacional de     seria&#231;&#227;o dos m&#233;dicos que t&#234;m em MGF a sua prefer&#234;ncia.<sup>6,18</sup> Contrariada fica, assim, a opini&#227;o geral de que os m&#233;dicos que a escolhem o     fazem por aus&#234;ncia de alternativas e n&#227;o como prioridade para o seu futuro     profissional.<sup>18,19</sup></p>       <p>Legalmente,     a Cl&#237;nica Geral/Medicina da Fam&#237;lia &#233; consagrada em Di&#225;rio da Rep&#250;blica em 1982 <i>(Decreto-Lei 310/82, de 3 de Agosto).</i> Desde ent&#227;o, o programa de forma&#231;&#227;o foi alvo de sucessivas reformula&#231;&#245;es e     atualiza&#231;&#245;es at&#233; atingir os moldes atuais com a publica&#231;&#227;o do decreto-lei n.<sup>o</sup> 45/2009, de 13 de fevereiro, e da portaria n.<sup>o</sup> 300/2009, de 24 de     mar&#231;o, que publicou o programa de forma&#231;&#227;o espec&#237;fica de MGF.<sup>20</sup> Assim, a especializa&#231;&#227;o em MGF assenta em est&#225;gios cl&#237;nicos que visam a pr&#225;tica     m&#233;dica do interno com a integra&#231;&#227;o de conhecimentos, aptid&#245;es e atitudes que     fundamentam as compet&#234;ncias do especialista em MGF.</p>       <p>Atualmente,     o programa nacional do internato de MGF tem em conta o perfil profissional     definido internacionalmente,<sup>21</sup> sendo orientado para o     desenvolvimento das compet&#234;ncias nucleares referidas na defini&#231;&#227;o europeia de     Medicina Geral e Familiar da EURACT 2005.<sup>22</sup> Espera-se, portanto, que     o internato em MGF, enquanto processo de forma&#231;&#227;o m&#233;dica especializada, garanta     uma capacita&#231;&#227;o ao exerc&#237;cio tecnicamente diferenciado e clinicamente aut&#243;nomo     da especialidade.<sup>20</sup></p>       <p>Uma revis&#227;o     da bibliografia dispon&#237;vel mostrou uma falta de estudos de investiga&#231;&#227;o dirigidos     &#224; avalia&#231;&#227;o da satisfa&#231;&#227;o dos internos em rela&#231;&#227;o ao programa de internato.     Sendo o internato fundamental na forma&#231;&#227;o do m&#233;dico de fam&#237;lia, e sabendo que     h&#225; sempre lugar a aperfei&#231;oamentos na forma&#231;&#227;o dos m&#233;dicos atrav&#233;s de     melhoramentos nos respetivos programas, as autoras consideraram pertinente a     realiza&#231;&#227;o de um estudo explorat&#243;rio nesta &#225;rea. Assim, foram objetivos deste     estudo quantificar o grau de satisfa&#231;&#227;o dos internos de MGF da Zona Norte com o     internato de forma&#231;&#227;o espec&#237;fica.</p>       <p><b>M&#233;todos</b></p>       <p>Estudo     observacional, transversal com componente anal&#237;tico, realizado entre setembro     de 2011 e fevereiro de 2013.</p>       <p>A popula&#231;&#227;o     do estudo compreendeu todos os internos de forma&#231;&#227;o espec&#237;fica de MGF da Zona     Norte que cumpriam o crit&#233;rio de inclus&#227;o (exist&#234;ncia de endere&#231;o eletr&#243;nico     dispon&#237;vel na coordena&#231;&#227;o de internato).</p>       <p>O     question&#225;rio elaborado pelas autoras integrou o protocolo do estudo submetido e     aprovado pela <i>Comiss&#227;o de &#201;tica para a     Sa&#250;de da Administra&#231;&#227;o Regional de Sa&#250;de do Norte,</i> sendo enviado atrav&#233;s da <i>Coordena&#231;&#227;o do Internato M&#233;dico de MGF da     Zona Norte,</i> por correio eletr&#243;nico a todos os internos inclu&#237;dos no estudo     (<i>n</i> = 532). Uma breve descri&#231;&#227;o do     estudo e a solicita&#231;&#227;o para participa&#231;&#227;o volunt&#225;ria foram integrados no <i>email</i> enviado. A resposta ao     question&#225;rio utilizou a plataforma <i>web</i> do <i>Google Docs</i>&#174;, sendo o registo da     informa&#231;&#227;o inserido autom&#225;tica e anonimamente numa base de dados. A colheita de     dados decorreu entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013, com envio de dois     correios eletr&#243;nicos (um no in&#237;cio de cada m&#234;s da colheita).</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Foram     colhidos dados sociodemogr&#225;ficos e realizada a caracteriza&#231;&#227;o geral da     popula&#231;&#227;o atrav&#233;s das respostas &#224;s quest&#245;es g&#233;nero, idade, estado civil, ano de     internato, dire&#231;&#227;o de internato, local de forma&#231;&#227;o (Unidade de Sa&#250;de     Familiar/Unidade de Cuidados de Sa&#250;de Personalizados &#8211; USF/UCSP), se MGF     foi a primeira op&#231;&#227;o de especialidade e inten&#231;&#227;o de repetir exame de acesso &#224;     especialidade.</p>       <p>O grau de     satisfa&#231;&#227;o foi avaliado atrav&#233;s de uma escala tipo <i>Likert</i> com cinco categorias: 1. Muito insatisfeito; 2. Insatisfeito     3. Nem insatisfeito, nem satisfeito; 4. Satisfeito; 5. Muito satisfeito.</p>       <p>A vari&#225;vel     dependente foi a &#171;Satisfa&#231;&#227;o Global com o internato&#187; e as vari&#225;veis     independentes foram a satisfa&#231;&#227;o com os seguintes par&#226;metros:</p>       <p>1.     Concilia&#231;&#227;o entre o internato e a vida pessoal;</p>       <p>2. Rela&#231;&#227;o     com o orientador de forma&#231;&#227;o (OF);</p>       <p>3.     Desempenho do OF;</p>       <p>4.     Organiza&#231;&#227;o global do internato;</p>       <p>5. Dura&#231;&#227;o     (anos) do internato;</p>       <p>6. Sele&#231;&#227;o     dos est&#225;gios hospitalares obrigat&#243;rios;</p>       <p>7. Dura&#231;&#227;o     dos est&#225;gios hospitalares obrigat&#243;rios;</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>8. N&#250;mero de est&#225;gios opcionais     poss&#237;veis;</p>       <p>9. Dura&#231;&#227;o dos est&#225;gios opcionais;</p>       <p>10. N&#250;mero de est&#225;gios de MGF;</p>       <p>11. Dura&#231;&#227;o dos est&#225;gios de MGF;</p>       <p>12. Cursos obrigat&#243;rios;</p>       <p>13. Reuni&#245;es da dire&#231;&#227;o de internato;</p>       <p>14. Tempo despendido em atividades     n&#227;o cl&#237;nicas para efeitos curriculares.</p>       <p>Para a     an&#225;lise estat&#237;stica foi utilizado o <i>Statistical     Package for the Social Sciences</i>&#174; (SPSS) v.20.0. As vari&#225;veis categ&#243;ricas     s&#227;o descritas atrav&#233;s de frequ&#234;ncias absolutas e relativas, as vari&#225;veis     cont&#237;nuas atrav&#233;s da m&#233;dia e do desvio padr&#227;o ou da mediana e percentis. Foi     realizada uma an&#225;lise independente bivariada entre a vari&#225;vel dependente e cada     uma das 14 vari&#225;veis independentes. Foram testadas hip&#243;teses sobre a     distribui&#231;&#227;o de vari&#225;veis cont&#237;nuas com distribui&#231;&#227;o n&#227;o normal, atrav&#233;s da     utiliza&#231;&#227;o do teste n&#227;o param&#233;trico de <i>Mann-Whitney.</i> Em todos os testes de hip&#243;tese foi considerado um n&#237;vel de signific&#226;ncia a=5%.</p>       <p><b>Resultados</b></p>       <p>Foram     obtidas 189 respostas ao question&#225;rio, ao que corresponde uma taxa de resposta     de 36%. No <a href="#q1">Quadro I</a> est&#227;o descritas as vari&#225;veis que caracterizam a amostra.</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v30n1/30n4a05q1.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>       <p>Dos     respondedores, 75% (<i>n</i> = 141) eram do     g&#233;nero feminino e 85% (<i>n</i> = 160)     tinham entre 26 e 30 anos de idade. Dos 189 internos, 78% (<i>n</i> = 148) estavam integrados em Unidades de Sa&#250;de Familiar (USF) e a     maioria frequentava o segundo ano de forma&#231;&#227;o (34%, <i>n</i> = 64). Em 76% dos casos (<i>n</i> = 143), a escolha por MGF foi primeira op&#231;&#227;o, sendo que 97% (<i>n</i> = 183) n&#227;o tem inten&#231;&#227;o de repetir o     exame de acesso &#224; especialidade.</p>       <p>Considerando     que a propor&#231;&#227;o de respondedores por dire&#231;&#227;o de internato (DI) n&#227;o foi     uniforme, uma vez que na dire&#231;&#227;o <i>El&#237;sio     de Moura</i> apenas houve uma resposta (<a href="#f1">Figura 1</a>), esta vari&#225;vel foi exclu&#237;da     da an&#225;lise.</p>       <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="f1"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v30n1/30n4a05f1.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>       <p>A grande     maioria dos internos de forma&#231;&#227;o espec&#237;fica em MGF da Zona Norte est&#227;o     satisfeitos ou muito satisfeitos com o internato (91%, <i>n</i> = 170), estando apenas 4% dos internos insatisfeitos ou muito     insatisfeitos (<i>n</i> = 7) (<a href="#q2">Quadro II</a>).</p>        <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="q2"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v30n1/30n4a05q2.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>       <p>Para a     an&#225;lise comparativa entre a satisfa&#231;&#227;o global e as vari&#225;veis independentes, a     escala de <i>Likert</i> foi convertida em     vari&#225;vel dicot&#243;mica, sendo os valores das categorias &#171;1.&#187;, &#171;2.&#187; e &#171;3.&#187;     englobados na categoria <i>Insatisfeito</i> e os restantes na categoria <i>Satisfeito/Muito     satisfeito.</i></p>       <p>Os internos     que escolheram MGF como primeira op&#231;&#227;o de especialidade est&#227;o mais satisfeitos     com o internato do que os que n&#227;o viam esta especialidade como preferencial (<i>p</i> = 0,001). Da mesma forma, os internos     que n&#227;o tencionam repetir o exame de acesso &#224; especialidade s&#227;o internos mais     satisfeitos com o internato de MGF (<i>p</i> = 0,014) (<a href="#q3">Quadro III</a>).</p>        <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="q3"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v30n1/30n4a05q3.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>       <p>Em rela&#231;&#227;o     ao orientador de forma&#231;&#227;o, verificou-se que, quanto mais satisfeitos est&#227;o os     internos com a rela&#231;&#227;o com este bem como com o seu desempenho, maior &#233; a sua     satisfa&#231;&#227;o global com o internato (<i>p</i> = 0,003 e <i>p</i> = 0,010, respetivamente).     O mesmo se verificou para as vari&#225;veis &#171;Organiza&#231;&#227;o global do internato&#187;,     &#171;Dura&#231;&#227;o do internato&#187;, &#171;Dura&#231;&#227;o dos est&#225;gios hospitalares obrigat&#243;rios&#187;,     &#171;N&#250;mero de est&#225;gios de MGF&#187;, e &#171;Dura&#231;&#227;o dos est&#225;gios de MGF&#187; (<i>p</i> =0,008, <i>p</i> &lt; 0,001, <i>p</i> = 0,024, <i>p</i> = 0,015 e <i>p</i> = 0,045, respetivamente) (<a href="#q4">Quadro IV</a>).</p>        <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="q4"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v30n1/30n4a05q4.jpg"/></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>       <p>Em rela&#231;&#227;o &#224;     vari&#225;vel &#171;Tempo despendido em atividades n&#227;o cl&#237;nicas para efeitos     curriculares&#187;, apesar de 47% (n=90) dos internos estarem insatisfeitos (<a href="#q2">Quadro II</a>), a rela&#231;&#227;o com a satisfa&#231;&#227;o global &#233; menos clara uma vez que, para esta     pergunta, a satisfa&#231;&#227;o localiza-se na categoria interm&#233;dia (<i>p</i> = 0,016) (<a href="#q4">Quadro IV</a>).</p>       <p><b>Discuss&#227;o</b></p>       <p>O internato     de MGF &#233; jovem e tem vindo a ser reformulado ao longo do tempo. Considerando     que a satisfa&#231;&#227;o com o trabalho &#233; um fator importante na realiza&#231;&#227;o pessoal     para todas as profiss&#245;es, e n&#227;o havendo estudos de satisfa&#231;&#227;o em rela&#231;&#227;o ao     internato de MGF, as autoras consideraram pertinente fazer um estudo     explorat&#243;rio para avaliar a satisfa&#231;&#227;o dos seus colegas em rela&#231;&#227;o &#224; sua     forma&#231;&#227;o. Tamb&#233;m foi inten&#231;&#227;o deste estudo levantar quest&#245;es que permitam a     melhoria cont&#237;nua do programa de forma&#231;&#227;o espec&#237;fica na perspetiva dos     internos.</p>       <p>Dado n&#227;o se     terem encontrado trabalhos pr&#233;vios nesta &#225;rea, nomeadamente question&#225;rios     dirigidos a esta popula&#231;&#227;o que avaliassem a satisfa&#231;&#227;o, as autoras optaram por     elaborar um question&#225;rio de car&#225;ter generalista com base na sua pr&#243;pria     experi&#234;ncia enquanto internas da especialidade. No entanto, n&#227;o foi realizado     qualquer teste piloto que permitisse o seu melhoramento previamente &#224; sua     aplica&#231;&#227;o para que n&#227;o se exclu&#237;ssem participantes considerando a taxa de     resposta esperada para este tipo de trabalhos (cerca de 25%<sup>24</sup>) para     uma popula&#231;&#227;o limitada (m&#225;ximo de 532 participantes).</p>       <p>Da mesma     forma, outras limita&#231;&#245;es a ponderar neste estudo relacionam-se com a aplica&#231;&#227;o     de um question&#225;rio n&#227;o validado para a popula&#231;&#227;o em quest&#227;o e a possibilidade     de um vi&#233;s de informa&#231;&#227;o, inerente a este m&#233;todo.</p>       <p>O m&#233;todo de     recolha de dados pode ter contribu&#237;do para a baixa taxa de respostas obtida     (35%). Algumas das possibilidades a considerar para este fen&#243;meno podem ser:     desatualiza&#231;&#227;o dos endere&#231;os de correio eletr&#243;nico dos internos &#224; data de     realiza&#231;&#227;o do estudo, a &#171;caixa&#187; de correio eletr&#243;nico sem espa&#231;o dispon&#237;vel, o     esquecimento de resposta ao question&#225;rio enviado e a op&#231;&#227;o de n&#227;o querer     participar no estudo.</p>       <p>Outra     limita&#231;&#227;o do estudo &#233; a possibilidade de vi&#233;s de sele&#231;&#227;o, uma vez que n&#227;o foi     realizada a compara&#231;&#227;o entre o grupo de internos respondedores e os n&#227;o     respondedores, por implicar a perda do anonimato dos participantes, apesar de     n&#227;o serem expect&#225;veis diferen&#231;as entre ambos. Igualmente, a possibilidade de     terem ocorrido duplica&#231;&#245;es de resposta &#233; uma realidade, uma vez que, para     garantir o anonimato dos internos, n&#227;o foi feita uma rechamada seletiva dos n&#227;o     respondedores. Contudo, a an&#225;lise das respostas n&#227;o mostrou question&#225;rios com a     mesma combina&#231;&#227;o de vari&#225;veis de caracteriza&#231;&#227;o do respondente, apesar de este     par&#226;metro tamb&#233;m n&#227;o conseguir excluir por completo a duplica&#231;&#227;o de respostas.     Aquando do desenho do estudo, as autoras tentaram minimizar a possibilidade de     duplica&#231;&#227;o atrav&#233;s do envio num curto intervalo de tempo dos dois correios     eletr&#243;nicos (apenas um m&#234;s de intervalo entre eles), e tamb&#233;m atrav&#233;s da     solicita&#231;&#227;o no segundo e-mail para que os internos que j&#225; tivessem participado     no estudo em causa n&#227;o o voltassem a fazer.</p>       <p>A op&#231;&#227;o por     uma an&#225;lise bivariada independente relaciona-se com a inten&#231;&#227;o de realizar um     primeiro estudo explorat&#243;rio na &#225;rea. Ap&#243;s avalia&#231;&#227;o dos resultados, torna-se     evidente a necessidade de mais estudos e com recurso a an&#225;lises multivariadas     que permitam excluir potenciais confundidores que surgiram com este trabalho     &#8211; como por exemplo a idade, o g&#233;nero ou o ano de internato.</p>       <p>Apesar de     serem testadas v&#225;rias hip&#243;teses, as autoras n&#227;o consideram que a signific&#226;ncia     em massa seja um problema neste estudo, uma vez que as vari&#225;veis analisadas n&#227;o     foram desdobradas em categorias.</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A quest&#227;o     &#171;MGF foi a sua primeira op&#231;&#227;o?&#187;, pode representar um vi&#233;s se for considerada a     possibilidade de alguns internos estarem na sua segunda especialidade m&#233;dica.     No entanto, considerando as respostas obtidas, tal fen&#243;meno parece pouco     prov&#225;vel.</p>       <p>O fato de     ter abrangido todo o norte do pa&#237;s &#233; um ponto forte do trabalho, n&#227;o se podendo     contudo extrapolar os resultados para o resto do territ&#243;rio nacional em virtude     da baixa taxa de respostas e pelas diferen&#231;as que existem entre os programas     das diferentes coordena&#231;&#245;es de internato de MGF em Portugal.</p>       <p>Em rela&#231;&#227;o     aos resultados, &#233; importante saber que a maioria dos internos est&#225; realmente     satisfeita com o seu programa de internato. A an&#225;lise dos dados revelou a     contribui&#231;&#227;o mais significativa de algumas vari&#225;veis para a satisfa&#231;&#227;o global.     Tal como esperado pelas autoras, a rela&#231;&#227;o do interno com o OF e com o seu     desempenho, pela prov&#225;vel proximidade entre ambos, mostrou ser um pilar     fundamental para a satisfa&#231;&#227;o com a MGF. A satisfa&#231;&#227;o da maioria dos m&#233;dicos     internos (75%) com a dura&#231;&#227;o do internato n&#227;o faz prever a necessidade de     alterar os 4 anos atualmente necess&#225;rios para se ser especialista em Medicina     Geral e Familiar. O mesmo acontece com a dura&#231;&#227;o dos est&#225;gios hospitalares obrigat&#243;rios,     e com as caracter&#237;sticas dos est&#225;gios de MGF, que parecem satisfazer as     necessidades sentidas pelos internos.</p>       <p>A elevada     satisfa&#231;&#227;o com a organiza&#231;&#227;o do internato (78%) poder&#225; constituir um est&#237;mulo     para a <i>Coordena&#231;&#227;o do Internato de MGF da     Zona Norte</i> continuar a desenvolver a sua a&#231;&#227;o na mesma linha de conduta.</p>       <p>Os internos     n&#227;o t&#234;m ainda uma opini&#227;o bem estabelecida em rela&#231;&#227;o ao tempo despendido em     atividades n&#227;o cl&#237;nicas para efeitos curriculares. Para este resultado n&#227;o se     podem excluir dificuldades na interpreta&#231;&#227;o da pergunta do question&#225;rio, n&#227;o     sendo poss&#237;vel perceber qual a perce&#231;&#227;o dos internos em rela&#231;&#227;o ao tempo     consumido para o cumprimento das exig&#234;ncias curriculares, nomeadamente em     detrimento de horas dedicadas &#224; pr&#225;tica cl&#237;nica.</p>       <p>Este trabalho     de investiga&#231;&#227;o inovador poder&#225; ser uma mais-valia nas orienta&#231;&#245;es e decis&#245;es     futuras sobre o internato em MGF. Apesar de ser um trabalho explorat&#243;rio e,     como tal, generalista, abre caminho a novos estudos para se tentar perceber     quais as melhorias a fazer no programa de forma&#231;&#227;o, nomeadamente em rela&#231;&#227;o &#224;s     vari&#225;veis que n&#227;o demonstraram ter diferen&#231;as estatisticamente significativas     como os cursos obrigat&#243;rios ou as reuni&#245;es de internato.</p>       <p>&nbsp;</p>       <p><b>REFER&#202;NCIAS     BIBLIOGR&#193;FICAS</b></p>       <!-- ref --><p>1. Dwinnell     B, Adams L. Why we are on the cusp of a generalist crisis. Acad Med 2001 Jul;     76 (7): 707-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S2182-5173201400010000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>2. Hespanhol     A, Pereira AC, Pinto AS. Insatisfa&#231;&#227;o profissional em Medicina Geral e     Familiar: um problema intr&#237;nseco dos m&#233;dicos ou das condi&#231;&#245;es de trabalho? Rev     Port Cl&#237;n Geral 2000 Mai-Jun; 16 (3): 183-99.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S2182-5173201400010000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>3. Gaspar D,     Jesus SN, Cruz JP. Motiva&#231;&#227;o profissional de m&#233;dicos internos de Medicina Geral     e Familiar, em Portugal: estudo de adapta&#231;&#227;o de um instrumento de avalia&#231;&#227;o.     Rev Port Saude Publica 2010 Jan-Jun; 28 (1): 67-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S2182-5173201400010000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <p>4. S&#225; EB.     Porqu&#234; escolher a especialidade de Cl&#237;nica Geral. Editorial. Posgraduate Med (Port     ed) 2005; 23 (1): 1, 79.</p>       <!-- ref --><p>5. Lawson     SR, Hoban JD. Predicting career decisions in primary care medicine: a     theoretical analysis. J Contin Educ Health Prof 2003 Spring; 23 (2): 68-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S2182-5173201400010000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>6. Rosser     WW. The decline of family medicine as a career choice. CMAJ 2002 May 28; 166     (11): 1419-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S2182-5173201400010000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>7. Pugno PA,     McGaha AL, Schmittling GT, DeVilbiss AD, Ostergaard DJ. Results of the 2009     National resident Matching Program: Family Medicine. Fam Med 2009 Sep; 41     (8):567-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S2182-5173201400010000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>8. Wright B,     Scott I, Woloschuk W, Brenneis F, Bradley J. Career choice of new medical     students at three Canadian Universities: family medicine versus speciality     medicine. CMAJ 2004 Jun 22; 170 (13): 1920-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S2182-5173201400010000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>9. Senf JH,     Campos-Outcalt D, Kutob R. Factors related to the choice of family medicine: a     reassessement and literature review. J Am Board Fam Pract 2003 Nov-Dec; 16 (6):     502-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S2182-5173201400010000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>10. Shadbolt     N, Bunker J. Choosing general practice - a review of career choice     determinants. Aust Fam Physician 2009 Jan-Feb; 38 (1-2): 53-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S2182-5173201400010000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>11. Bland     CJ, Meurer LN, Maldonado G. Determinants of primary care specialty choice: a     non-statistical meta-analysis of the literature. Acad Med 1995 Jul; 70 (7):     620-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S2182-5173201400010000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>12.     Hellenberg DA, Gibbs T, Megennis S, Ogunbanjo GA. Family medicine in South     Africa: where are we now and where do we want to be? Eur J Gen Pract 2005     Sep-Dec; 11 (3-4): 127-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S2182-5173201400010000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>13. Jimenez     de la Jara J. Cambios en el entorno del trabajo m&#233;dico. Rev Med Chil 2004 May;     132 (5): 637-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S2182-5173201400010000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>14. Soethout     MBM, Ten Cate TJ, Van der Wal G. Factors associated with nature, timing and     speciality of the speciality career choices of recently graduated doctors in     European countries, a literature review. Med Educ Online 2004; 9: 24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S2182-5173201400010000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <p>15. S&#225; AB. A     apologia das aptid&#245;es (eEditorial). Rev Port Clin Geral 2003 Nov-Dec; 19 (6):     541-2.</p>       <!-- ref --><p>16. Starfield     B, Shi L, Macinko J. Contributions of primary care to health systems and     health. Milbank Q 2005; 83 (3): 457-502.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S2182-5173201400010000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>17. Morra D,     Regehr G, Ginsburg S. Medical students, money and career selection: student&#8217;s     perception of financial factors and remuneration in Family Medicine. Fam Med     2009 Feb; 41 (2): 105-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S2182-5173201400010000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>18. Gaspar     D. Escolher a especialidade de Medicina Geral e familiar: Op&#231;&#227;o inicial ou uma     alternativa? Rev Port Clin geral 2010 Jul-Ago;26 (4): 354-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S2182-5173201400010000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>19. Gaspar     D. Internato M&#233;dico de Medicina Geral e Familiar: Quem Somos? O perfil do     M&#233;dico Interno de Medicina Geral e Familiar em Portugal. Acta Med Port 2010     Jan-Fev; 23 (1): 39-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S2182-5173201400010000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>20.     Coordena&#231;&#227;o do Internato Complementar da Zona Norte. Caderneta de Est&#225;gio 2011.     Porto: CIMGFZN, 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S2182-5173201400010000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>21. EURACT     Educational Agenda. Authorized Portuguese translation, guaranteed by Lu&#237;s     Filipe Gomes as Portugal Council Representative, free for academic purposes.     Edi&#231;&#227;o portuguesa da ADSO; Julho 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S2182-5173201400010000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>22. European     Academy of Teachers in General Practice. A defini&#231;&#227;o europeia de Medicina Geral     e Familiar (Cl&#237;nica Geral / Medicina Familiar). Vers&#227;o reduzida. Euract; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S2182-5173201400010000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       ]]></body>
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<body><![CDATA[<p><b>Agradecimentos</b></p>       <p>As autoras     agradecem a colabora&#231;&#227;o da Coordena&#231;&#227;o do Internato de Medicina Geral e     Familiar da Zona Norte e de todos os internos que participaram neste estudo.</p>       <p><b>Conflitos   de interesse</b></p>       <p>As autoras     declaram n&#227;o ter conflito de interesses.</p>       <p><i>Artigo escrito ao abrigo do novo acordo   ortogr&#225;fico.</i></p>       <p>&nbsp;</p>       <p><b>Recebido em 04-09-2013</b></p>       <p><b>Aceite para publica&#231;&#227;o em 23-01-201</b></p>      ]]></body><back>
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