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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>CLUBE DE LEITURA</b></font></p>     <p><font size="4"><b>Erradica&#231;&#227;o de Helicobacter pylori: terap&#234;utica sequencial ou standard?</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Helicobacter     pylori eradication: sequential or standard therapy?</b></font></p>     <p><b>Carla Patr&#237;cia Silva, Sofia Faria</b></p>     <p>M&#233;dicas Internas de Medicina Geral e Familiar, USF Lagoa - Unidade Local de Sa&#250;de de Matosinhos</p>  <hr/>       <p>&nbsp;</p>     <p>Nyssen OP,     McNicholl AG, Megraud F, Savarino V, Oderda G, Fallone CA, et al. Sequential     versus standard triple first-line therapy for Helicobacter pylori eradication.     Cochrane Database Syst Rev. 2016;(6):CD009034.</p>       <p><b>Introdu&#231;&#227;o</b></p>       <p>A infe&#231;&#227;o     por <i>Helicobacter pylori</i> (Hp) atinge     cerca de 50% da popula&#231;&#227;o adulta a n&#237;vel mundial. A terap&#234;utica tripla <i>standard</i> (STT) &#233; a mais utilizada na     erradica&#231;&#227;o do Hp, consistindo na associa&#231;&#227;o de um inibidor da bomba de prot&#245;es     (IBP), amoxicilina e claritromicina, duas vezes por dia, num regime de sete,     dez ou catorze dias. Mais recentemente, a terap&#234;utica sequencial (SEQ) -     IBP e amoxicilina, duas vezes por dia, durante cinco dias, seguido de IBP,     claritromicina e nitroimidazol (metronidazol ou tinidazol), duas vezes por dia,     nos cinco dias seguintes - tem sido proposta como uma alternativa &#224;     terap&#234;utica STT.</p>       <p>Esta     meta-an&#225;lise da <i>Cochrane</i> compara a     efic&#225;cia das terap&#234;uticas SEQ e STT na erradica&#231;&#227;o do Hp, bem como a incid&#234;ncia     de efeitos adversos.</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>M&#233;todos</b></p>       <p>Foi     realizada uma pesquisa bibliogr&#225;fica nas bases de dados da <i>Cochrane Central Register of Controlled Trials</i> (CENTRAL), <i>Cochrane Library,</i> MEDLINE, EMBASE e     CINAHL at&#233; abril de 2015. Esta foi complementada com uma pesquisa manual de     trabalhos apresentados em confer&#234;ncias, ainda n&#227;o publicados.</p>       <p>Os crit&#233;rios     de sele&#231;&#227;o inclu&#237;ram ensaios cl&#237;nicos controlados e randomizados (RCT) que     compararam as terap&#234;uticas SEQ e STT (com dura&#231;&#227;o de pelo menos sete dias) na     erradica&#231;&#227;o da Hp, em adultos e crian&#231;as com o diagn&#243;stico desta infe&#231;&#227;o e <i>na&#239;ves</i> para o tratamento.</p>       <p><b>Resultados </b></p>       <p>Foram     inclu&#237;dos 44 RCT com um total de 12.284 participantes. A an&#225;lise global <i>(intention-to-treat)</i> mostrou que a     propor&#231;&#227;o de erradica&#231;&#227;o foi superior com a terap&#234;utica SEQ em compara&#231;&#227;o com a     STT (82% <i>vs</i> 75%; diferen&#231;a de riscos     (RD) 0,09; intervalo de confian&#231;a (IC) 95% 0,06 a 0,11; <i>p</i>&lt;0,001; evid&#234;ncia de qualidade moderada). Os resultados foram     muito heterog&#233;neos (<i>I</i><sup>2</sup>=75%)     e 20 estudos n&#227;o encontraram diferen&#231;as entre as duas terap&#234;uticas.</p>       <p>A an&#225;lise     por regi&#227;o geogr&#225;fica mostrou que a diferen&#231;a entre as terap&#234;uticas SEQ e STT &#233;     superior na Europa, comparativamente ao observado na &#193;sia, &#193;frica e Am&#233;rica do     Sul, com uma tend&#234;ncia para uma maior efic&#225;cia da SEQ a n&#237;vel europeu.</p>       <p>A an&#225;lise     por subgrupo, baseada em evid&#234;ncia de elevada qualidade, revelou que as     terap&#234;uticas SEQ e STT s&#227;o equivalentes, quando a dura&#231;&#227;o da STT &#233; de 14 dias.</p>       <p>Ao longo dos     anos notou-se uma redu&#231;&#227;o da propor&#231;&#227;o de erradica&#231;&#227;o de Hp com os dois regimes     terap&#234;uticos com uma maior redu&#231;&#227;o da efic&#225;cia da SEQ (-1,72% por ano),     relativamente &#224; STT (-0,9% por ano). Nos estudos mais recentes (ap&#243;s 2008), n&#227;o     foi poss&#237;vel detetar superioridade da SEQ em rela&#231;&#227;o &#224; STT, quando esta tem uma     dura&#231;&#227;o de 10 dias.</p>       <p>A maior     diferen&#231;a entre as terap&#234;uticas SEQ e STT verifica-se na an&#225;lise por subgrupo     de participantes com resist&#234;ncia &#224; claritromicina, onde a SEQ atinge uma     efic&#225;cia de 75% <i>versus</i> 43% com a STT     (evid&#234;ncia de baixa qualidade).</p>       <p>Relativamente     aos efeitos adversos n&#227;o se verificaram diferen&#231;as entre os dois regimes     terap&#234;uticos (20,4% na SEQ <i>vs</i> 19,5%     na STT; RD 0,00; IC 95% -0,02 a 0,02), sendo estes resultados homog&#233;neos (<i>I</i><sup>2</sup>=26%).</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Conclus&#227;o</b></p>       <p>Esta     meta-an&#225;lise conclui que a terap&#234;utica SEQ &#233; mais eficaz do que a STT quando     esta &#233; administrada durante apenas sete dias. No entanto, a aparente     superioridade da SEQ tem decrescido ao longo dos anos e os estudos mais     recentes n&#227;o mostram maior efic&#225;cia da SEQ comparativamente &#224; STT com dura&#231;&#227;o     de dez dias. Ainda assim, nenhum dos regimes &#233; considerado ideal, uma vez que     n&#227;o alcan&#231;am uma taxa de erradica&#231;&#227;o &#243;tima (&#8805;90%). </p>       <p><b>COMENT&#193;RIO</b></p>     <p>     A infe&#231;&#227;o por Hp &#233; uma causa comum de doen&#231;a     ulcerosa p&#233;ptica, gastrite cr&#243;nica e carcinoma g&#225;strico.   <sup>1-2</sup> Atualmente, e segundo o IV Consenso de Maastricht, existe uma forte recomenda&#231;&#227;o para o     tratamento de erradica&#231;&#227;o nos doentes com teste de     Hp positivo e doen&#231;a ulcerosa p&#233;ptica, linfoma MALT     g&#225;strico, gastrite atr&#243;fica, ap&#243;s resse&#231;&#227;o de carcinoma     g&#225;strico, em familiares de 1&#186; grau de doentes com     carcinoma g&#225;strico e em caso de prefer&#234;ncia do   doente, ap&#243;s discuss&#227;o com o m&#233;dico assistente.<sup>1</sup> </p>     <p>O benef&#237;cio da erradica&#231;&#227;o do Hp permanece controverso     nos doentes com dispepsia funcional; com     doen&#231;a do refluxo gastroesof&#225;gico; com anemia ferrop&#233;nica;     bem como nos doentes medicados com     anti-inflamat&#243;rios n&#227;o ester&#243;ides (sendo que a toma     de AINE e a infe&#231;&#227;o por Hp s&#227;o considerados fatores     de risco independentes para o desenvolvimento de     doen&#231;a ulcerosa p&#233;ptica); e nas popula&#231;&#245;es de risco     elevado de carcinoma g&#225;strico, embora exista alguma     evid&#234;ncia que sugere que a erradica&#231;&#227;o pode prevenir     a progress&#227;o de metaplasia intestinal para carcinoma     g&#225;strico.<sup>2</sup> </p>       <p>A erradica&#231;&#227;o deste patog&#233;neo tem como principal     objetivo impedir a progress&#227;o de les&#245;es g&#225;stricas,     potencialmente malignas, mais do que a resolu&#231;&#227;o     sintom&#225;tica.<sup>3</sup></p>       <p> Este tratamento tem sido alvo de grande investiga&#231;&#227;o     nos &#250;ltimos anos, tendo sido propostos m&#250;ltiplos     regimes terap&#234;uticos. Em Portugal, a Dire&#231;&#227;o-Geral da Sa&#250;de recomenda a terap&#234;utica tripla como     primeira linha nos doentes com teste de Hp positivo,     com uma dura&#231;&#227;o de 10 a 14 dias.<sup>4</sup></p>       <p>A taxa de sucesso de erradica&#231;&#227;o com a STT tem     vindo a diminuir progressivamente ao longo dos anos     e dados recentes revelam uma taxa de cura de apenas     70% dos casos submetidos a este regime terap&#234;utico.     V&#225;rios fatores t&#234;m sido apontados como potenciais     causas, nomeadamente a baixa ades&#227;o &#224; terap&#234;utica,     a elevada acidez g&#225;strica, a alta carga bacteriana     e o tipo de estirpe. No entanto, a principal     causa &#233; a resist&#234;ncia aos antimicrobianos, particularmente     &#224; claritromicina, que tem vindo a aumentar     na Europa, atingindo preval&#234;ncias superiores a     20% na maioria dos pa&#237;ses da Europa Central, Ocidental     e do Sul.<sup>1</sup></p>    <p>     A efic&#225;cia da STT tem sido inversamente associada     &#224; carga bacteriana, com maior taxa de erradica&#231;&#227;o     nos casos de menor carga bacteriana do Hp a n&#237;vel     g&#225;strico. Assim, tem sido proposta a terap&#234;utica SEQ     como uma alternativa potencialmente mais eficaz,     na medida em que concilia uma primeira fase (cinco     dias) de amoxicilina, que atua como uma fase de     indu&#231;&#227;o e diminui a carga bacteriana, com uma fase     subsequente (mais cinco dias) de claritromicina e nitroimidazol     que tem como objetivo a erradica&#231;&#227;o da     popula&#231;&#227;o bacteriana residual. Estima-se que cerca     de 50% das pessoas atinjam a erradica&#231;&#227;o do Hp com     a primeira fase da SEQ e, al&#233;m disso, o recurso inicial     &#224; amoxicilina parece prevenir a resist&#234;ncia secund&#225;ria     &#224; claritromicina.<sup>3</sup></p>    <p>     Esta meta-an&#225;lise vem real&#231;ar o benef&#237;cio da terap&#234;utica     SEQ apenas sobre a STT de sete dias de dura&#231;&#227;o.     Em estudos mais recentes, que comparam a terap&#234;utica     SEQ com a STT administrada por 10 ou 14     dias, esta superioridade da terap&#234;utica SEQ j&#225; n&#227;o se     verifica.</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     De notar que os estudos inclu&#237;dos apresentam alguma     heterogeneidade, comparando a terap&#234;utica     SEQ (10 dias) com a STT de diferentes tempos de dura&#231;&#227;o     (sete, dez e catorze dias), bem como diferentes     doses de antibi&#243;ticos e diferentes tipos de nitroimidaz&#243;is     (metronidazol ou tinidazol). Al&#233;m disso, em     ambos os regimes s&#227;o utilizados diferentes tipos e     dosagens de IBP, embora n&#227;o se verifique diferen&#231;a     na taxa de erradica&#231;&#227;o com base nos diferentes n&#237;veis     de inibi&#231;&#227;o da secre&#231;&#227;o &#225;cida.<sup>3</sup></p>         <p>     As taxas de erradica&#231;&#227;o tanto com a SEQ e a STT     (82% e 75%, respetivamente) permanecem abaixo da     considerada &#243;tima (&#8805;90%) e, al&#233;m disso, tem-se verificado     uma diminui&#231;&#227;o progressiva ao longo dos     anos.<sup>3</sup> Portanto, a terap&#234;utica sequencial n&#227;o pode     ser considerada como alternativa adequada de primeira     linha e, atualmente, n&#227;o dispomos de um regime     terap&#234;utico ideal para a erradica&#231;&#227;o do Hp, o     que se deve sobretudo &#224; crescente resist&#234;ncia aos antimicrobianos. Por conseguinte, s&#227;o necess&#225;rios mais   estudos de boa qualidade metodol&#243;gica que explorem a efic&#225;cia de outros tratamentos propostos,   como a terap&#234;utica qu&#225;drupla concomitante (IBP associado   a tr&#234;s antibi&#243;ticos - amoxicilina, claritromicina   e metronidazol), a terap&#234;utica sequencial com   dura&#231;&#227;o de 14 dias e a terap&#234;utica modificada com   levofloxacina ou tetraciclinas.<sup>3,5</sup></p>     <p>&nbsp;</p>         <p><b>REFER&#202;NCIAS BIBLIOGR&#193;FICAS</b></p>     <!-- ref --><p>  1. Malfertheiner P, Megraud F, O&#8217;Morain CA, Atherton J, Axon AT, Bazzoli   F, et al. Management of Helicobacter pylori infection: the Maastricht   IV/ Florence Consensus Report. Gut. 2012;61(5):646-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1364750&pid=S2182-5173201600050001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>  2. Chey WD, Wong BC, Practice Parameters Committee of the American   College of Gastroenterology. American College of Gastroenterology   guideline on the management of Helicobacter pylori infection.   Am J Gastroenterol. 2007;102(8):1808-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1364752&pid=S2182-5173201600050001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>  3. Nyssen OP, McNicholl AG, Megraud F, Savarino V, Oderda G, Fallone   CA, et al. Sequential versus standard triple first-line therapy for   Helicobacter pylori eradication. Cochrane Database Syst Rev.   2016;(6):CD009034.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1364754&pid=S2182-5173201600050001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>  4. Dire&#231;&#227;o-Geral da Sa&#250;de. Supress&#227;o &#225;cida: utiliza&#231;&#227;o dos inibidores   da bomba de prot&#245;es e das suas alternativas terap&#234;uticas: norma   da DGS n&#186; 036/2011, de 30/09/2011. Lisboa: DGS; 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1364756&pid=S2182-5173201600050001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>  5. Silva AA, Macedo R, Fernandes DN, Sousa L, Miranda A. Erradica&#231;&#227;o   do Helicobacter pylori: fim de linha para a terap&#234;utica tripla standard?. Rev Port Med Geral Fam. 2015;31(6):392-400.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1364758&pid=S2182-5173201600050001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>  Conflitos de interesse</p>     <p> As autoras declaram n&#227;o ter conflito de interesses</p>       ]]></body><back>
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