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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Recomendações multidisciplinares portuguesas sobre o pedido de DXA e indicação de tratamento de prevenção das fraturas de fragilidade]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: To establish Portuguese recommendations regarding the indications for ordering bone densitometry measurement to (DXA) and for starting treatment to prevent osteoporotic fractures. Methods: A multidisciplinary panel, representing a wide range of medical specialties and patient associations related to osteoporosis, as well as national experts in this field and in health economics, met to develop recommendations based on available evidence and expert consensus. Recently obtained data on the epidemiologic, economic and quality-of-life aspects of osteoporotic fractures in Portugal were used to support decisions. Results: Ten recommendations were developed covering the issues of indications for ordering DXA measurements and whom to treat with anti-fracture medications. Thresholds for assessment and intervention are based on the cost-effectiveness analysis of interventions at different thresholds of a ten-year probability of osteoporotic fractures, calculated with the Portuguese version of FRAX® (FRAX®Port), and taking into account Portuguese epidemiologic and economic data. Limitations of FRAX® are highlighted and guidance for appropriate adjustment is provided, when possible. Conclusions: Cost-effectiveness thresholds for DXA examination and drug intervention aiming at fragility fracture prevention are provided for the Portuguese population. These are practical, based on national epidemiological and economic data, evidence-based, and supported by a multidisciplinary panel of experts and scientific societies. Implementation of these recommendations has the possibility to assure the most effective use of health resources in the prevention of osteoporotic fractures in Portugal.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Risco de Fratura]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>DOCUMENTOS</b></font></p>     <p><font size="4"><b>Recomenda&#231;&#245;es multidisciplinares portuguesas sobre o pedido de DXA e indica&#231;&#227;o de tratamento de preven&#231;&#227;o das fraturas de fragilidade</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Portuguese recommendations for ordering bone densitometry measurement and indications for treatment to prevent osteoporotic fractures</b></font></p>     <p><b>Andr&#233;a Marques,<sup>1</sup> Ana M. Rodrigues,<sup>2</sup> Jos&#233; Carlos Romeu,<sup>3</sup> Afonso Ruano,<sup>4</sup> Ana Paula Barbosa,<sup>5</sup> Eug&#233;nia Sim&#245;es,<sup>5</sup> Fernanda &#193;guas,<sup>6</sup> Helena Canh&#227;o,<sup>7</sup> Jos&#233; Delgado Alves,<sup>8</sup> Raquel Lucas,<sup>9</sup> Jaime Branco,<sup>10</sup> Jorge La&#237;ns,<sup>11</sup> M&#225;rio Mascarenhas,<sup>12</sup> Susete Sim&#245;es,<sup>13</sup> Viviana Tavares,<sup>14</sup> &#211;scar Louren&#231;o,<sup>15</sup> J. A. P. da Silva<sup>1,16</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Servi&#231;o de Reumatologia, Centro Hospitalar e Universit&#225;rio de Coimbra, Coimbra, Portugal.</p>     <p><sup>2</sup>Em representa&#231;&#227;o da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR).</p>     <p><sup>3</sup>Servi&#231;o de Reumatologia, Hospital de Santa Maria, Lisboa, Portugal.</p>     <p><sup>4</sup>Em representa&#231;&#227;o da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e de Traumatologia (SPOT).</p>     <p><sup>5</sup>Em representa&#231;&#227;o da Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doen&#231;as &#211;sseas Metab&#243;licas (SPODOM).</p>     <p><sup>6</sup>Em representa&#231;&#227;o da Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><sup>7</sup>Unidade de Investiga&#231;&#227;o em Reumatologia, Instituto Medicina Molecular, Universidade de Lisboa, Hospital de Santa Maria, Lisboa, Portugal.</p>     <p><sup>8</sup>Servi&#231;o Medicina 4, Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca. CEDOC/NOVA Escola M&#233;dica. Em representa&#231;&#227;o da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI).</p>     <p><sup>9</sup>EPIUnit, Instituto de Sa&#250;de P&#250;blica, Universidade do Porto. Em representa&#231;&#227;o do Observat&#243;rio Nacional das Doen&#231;as Reum&#225;ticas (ONDOR).</p>     <p><sup>10</sup>Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental. CEDOC/NOVA Escola M&#233;dica.</p>     <p><sup>11</sup>Em representa&#231;&#227;o da Sociedade Portuguesa de Medicina F&#237;sica e de Reabilita&#231;&#227;o (SPMFR).</p>     <p><sup>12</sup>Em representa&#231;&#227;o da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM).</p>     <p><sup>13</sup>Em representa&#231;&#227;o da Associa&#231;&#227;o Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF).</p>     <p><sup>14</sup>Em representa&#231;&#227;o da Associa&#231;&#227;o Nacional contra a Osteoporose (APOROS). </p>     <p><sup>15</sup>Centro de Estudos e Investiga&#231;&#227;o em Sa&#250;de, Universidade de Coimbra (CEISUC). Faculdade de Economia, Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal. </p>     <p><sup>16</sup>Cl&#237;nica Universit&#225;ria de Reumatologia, Faculdade de Medicina, Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal. Investigador Principal.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> | <a href="#c0">Direcci&oacute;n para correspondencia</a> | <a href="#c0">Correspondence</a><a name="topc0"></a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p><b>Objetivo:</b> Estabelecer as recomenda&#231;&#245;es portuguesas relativas &#224; indica&#231;&#227;o de realiza&#231;&#227;o da DXA e de inicia&#231;&#227;o de tratamento para a preven&#231;&#227;o de fraturas de fragilidade.</p>     <p><b>M&#233;todos:</b> Foi reunido um painel multidisciplinar, representando o leque das especialidades m&#233;dicas e associa&#231;&#245;es de doentes dedicadas &#224; osteoporose, bem como especialistas nacionais neste dom&#237;nio e em economia da sa&#250;de, com o objetivo de desenvolver recomenda&#231;&#245;es com base na evid&#234;ncia cient&#237;fica e no consenso dos especialistas. As decis&#245;es foram suportadas por dados epidemiol&#243;gicos, s&#243;cio-econ&#243;micos e de qualidade de vida obtidos recentemente sobre as fraturas osteopor&#243;ticas.</p>     <p><b>Resultados:</b> Foram desenvolvidas 10 recomenda&#231;&#245;es que abordam as quest&#245;es de quem deve ser objeto de investiga&#231;&#227;o com a DXA e quem deve ser tratado com terap&#234;utica para preven&#231;&#227;o de fraturas. Os limiares para a avalia&#231;&#227;o e interven&#231;&#227;o baseiam-se na an&#225;lise de custo-efic&#225;cia das interven&#231;&#245;es em diferentes limiares da probabilidade a dez anos de fratura osteopor&#243;tica, calculados com base na vers&#227;o portuguesa da FRAX<sup>&#174;</sup> (FRAX<sup>&#174;</sup>Port) tendo em considera&#231;&#227;o os dados epidemiol&#243;gicos e econ&#243;micos portugueses. Enumeram-se as limita&#231;&#245;es da FRAX<sup>&#174;</sup> e, sempre que poss&#237;vel, prop&#245;em-se orienta&#231;&#245;es para uma adapta&#231;&#227;o.</p>     <p><b>Conclus&#245;es:</b> Os limiares de custo-efic&#225;cia para realiza&#231;&#227;o de DXA e a institui&#231;&#227;o de terap&#234;utica para a preven&#231;&#227;o das fraturas de fragilidade s&#227;o agora facultados &#224; popula&#231;&#227;o portuguesa. Estes limiares s&#227;o pr&#225;ticos, baseiam-se em dados epidemiol&#243;gicos e econ&#243;micos nacionais e em evid&#234;ncia cient&#237;fica e s&#227;o corroborados por um painel multidisciplinar de especialistas e de institui&#231;&#245;es cient&#237;ficas. A implementa&#231;&#227;o destas recomenda&#231;&#245;es oferece perspetivas muito promissoras no que diz respeito a uma utiliza&#231;&#227;o mais eficaz dos recursos de sa&#250;de na preven&#231;&#227;o das fraturas osteopor&#243;ticas em Portugal.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Risco de Fratura; FRAX; Osteoporose; DMO; DXA; Fraturas de Fragilidade; Orienta&#231;&#245;es; Recomenda&#231;&#245;es.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Objective:</b> To establish Portuguese recommendations regarding the indications for ordering bone densitometry measurement to (DXA) and for starting treatment to prevent osteoporotic fractures.</p>     <p><b>Methods:</b> A multidisciplinary panel, representing a wide range of medical specialties and patient associations related to osteoporosis, as well as national experts in this field and in health economics, met to develop recommendations based on available evidence and expert consensus. Recently obtained data on the epidemiologic, economic and quality-of-life aspects of osteoporotic fractures in Portugal were used to support decisions.</p>     <p><b>Results:</b> Ten recommendations were developed covering the issues of indications for ordering DXA measurements and whom to treat with anti-fracture medications. Thresholds for assessment and intervention are based on the cost-effectiveness analysis of interventions at different thresholds of a ten-year probability of osteoporotic fractures, calculated with the Portuguese version of FRAX<sup>&#174;</sup> (FRAX<sup>&#174;</sup>Port), and taking into account Portuguese epidemiologic and economic data. Limitations of FRAX<sup>&#174;</sup> are highlighted and guidance for appropriate adjustment is provided, when possible.</p>     <p><b>Conclusions:</b> Cost-effectiveness thresholds for DXA examination and drug intervention aiming at fragility fracture prevention are provided for the Portuguese population. These are practical, based on national epidemiological and economic data, evidence-based, and supported by a multidisciplinary panel of experts and scientific societies. Implementation of these recommendations has the possibility to assure the most effective use of health resources in the prevention of osteoporotic fractures in Portugal.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&#231;&#227;o</b></p>     <p>A osteoporose (OP) &#233; uma doen&#231;a metab&#243;lica do esqueleto caracterizada por baixa massa &#243;ssea e deteriora&#231;&#227;o da microarquitetura que conduz a uma crescente fragilidade &#243;ssea e suscetibilidade de fraturas. Em Portugal estima-se que a incid&#234;ncia de fraturas de fragilidade da anca seja de 154 a 572 mulheres em cada 100.000 mulheres e de 77 a 232 em cada 100.000 homens, dependendo da idade. Mais de 10.000 doentes s&#227;o admitidos todos os anos no Servi&#231;o Nacional de Sa&#250;de portugu&#234;s devido a fraturas de fragilidade da anca, o que acarreta uma despesa total de sa&#250;de anual acima de 220 milh&#245;es de euros.<sup>2</sup> Corresponde a 1,4% do or&#231;amento da sa&#250;de para 2013, incluindo servi&#231;os privados e p&#250;blicos, de acordo com as estat&#237;sticas de sa&#250;de portuguesa.<sup>3</sup> A despesa total com as fraturas de fragilidade ser&#225; muito superior, dado que, de acordo com um estudo recente, as fraturas da anca representam apenas cerca de 39,1% do n&#250;mero total de fraturas de fragilidade observadas em Portugal.<sup>4</sup></p>     <p>No seu conjunto, as fraturas osteopor&#243;ticas representam atualmente um enorme encargo social e econ&#243;mico em Portugal, apesar de o pa&#237;s ter uma das mais baixas incid&#234;ncias da Europa Ocidental.<sup>1</sup> A dimens&#227;o deste problema tende a aumentar cada vez mais, devido ao envelhecimento progressivo da popula&#231;&#227;o e a outras mudan&#231;as da sociedade,<sup>5</sup> a menos que sejam adotadas medidas preventivas eficazes.</p>     <p>O presente artigo sumaria o trabalho do Comit&#233; de Especialistas que se reuniu com o objetivo de estabelecer medidas preventivas, facultando aos profissionais de sa&#250;de recomenda&#231;&#245;es pr&#225;ticas e v&#225;lidas relativas ao in&#237;cio de tratamento farmacol&#243;gico para a osteoporose e/ou para a realiza&#231;&#227;o de densitometria (DXA), de forma a otimizar a efici&#234;ncia das interven&#231;&#245;es e a minimizar os custos e riscos para as pessoas e a sociedade.</p>     <p>Desde 2007,<sup>6</sup> data da &#250;ltima publica&#231;&#227;o das recomenda&#231;&#245;es para o diagn&#243;stico e o tratamento da osteoporose em Portugal, a ferramenta FRAX&#174; foi desenvolvida e incorporada nas orienta&#231;&#245;es cl&#237;nicas para a OP em v&#225;rios pa&#237;ses.<sup>5,7-12</sup> Na verdade, mais de metade das pessoas que sofreram uma fratura de fragilidade n&#227;o tem OP tal como definida pela densidade mineral &#243;ssea (DMO).<sup>13</sup> A ferramenta FRAX&#174; integra um conjunto de fatores de risco de fratura bem estabelecidos, independentemente da DMO: idade, sexo, &#237;ndice de massa corporal, fraturas de fragilidade anteriores, antecedentes familiares de fratura, utiliza&#231;&#227;o prolongada de glucocorticoides, artrite reumatoide, causas secund&#225;rias de osteoporose, tabagismo e consumo de &#225;lcool atual, com ou sem DMO. A ferramenta faculta uma estimativa do risco de fratura major osteopor&#243;tica (fratura da anca, coluna vertebral, &#250;mero ou antebra&#231;o) e de fratura da anca nos dez anos subsequentes.<sup>14-15</sup> A ferramenta FRAX&#174; fornece estimativas v&#225;lidas sem valores DMO,<sup>16-17</sup> embora a sua efic&#225;cia aumente quando a DMO tamb&#233;m &#233; considerada.<sup>18</sup> Este algoritmo incorpora a epidemiologia de fraturas e a taxa de mortalidade de cada pa&#237;s para facultar estimativas de probabilidade de fratura ajustadas &#224; popula&#231;&#227;o onde est&#225; a ser aplicado. A ferramenta FRAX&#174; foi constru&#237;da tendo por base v&#225;rios estudos de coorte na Europa, Am&#233;rica do Norte, &#193;sia e Austr&#225;lia, foi validada em 62 pa&#237;ses e adotada por muitos como base fundamental das decis&#245;es sobre quem tratar.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Com isto em mente foi recentemente validado o modelo FRAX para a avalia&#231;&#227;o da probabilidade de fratura osteopor&#243;tica na popula&#231;&#227;o portuguesa / - FRAX&#174;Port<sup>15</sup> (<a href="http://www.shef.ac.uk/FRAX/tool.aspx?country=53" target="_blank">http://www.shef.ac.uk/FRAX/tool.aspx?country=53</a>).</p>     <p>Atrav&#233;s de uma revis&#227;o sistem&#225;tica da literatura com meta-an&#225;lise<sup>19</sup> e do consenso obtido ap&#243;s discuss&#227;o, chegamos &#224; conclus&#227;o de que o FRAX&#174; &#233; a ferramenta mais apropriada para alcan&#231;ar os objetivos similares em Portugal. Entre as suas vantagens destaca-se a possibilidade de ser utilizado mesmo no caso de aus&#234;ncia da DMO, permitindo o seu resultado decidir quando a DXA &#233; necess&#225;ria.</p>     <p>Foi ainda realizada uma avalia&#231;&#227;o cuidadosa, a n&#237;vel de todo o pa&#237;s, dos custos das fraturas de anca e do seu impacto na qualidade de vida e na mortalidade.<sup>2</sup> As probabilidades de risco de fratura acima das quais as diferentes interven&#231;&#245;es se tornam eficazes em termos de custos, no contexto portugu&#234;s atual, foram definidas com base em metodologia econ&#243;mica coesa, apoiada por especialistas internacionalmente reconhecidos.<sup>2</sup></p>     <p>A realiza&#231;&#227;o deste trabalho permitiu uma base s&#243;lida para se efetuar uma revis&#227;o oportuna das recomenda&#231;&#245;es portuguesas relativas ao limiar de risco para realiza&#231;&#227;o da DXA e in&#237;cio de tratamento farmacol&#243;gico da osteoporose.</p>     <p>Com base no que foi exposto, recomenda-se que as decis&#245;es relativas &#224; efic&#225;cia da DXA ou do in&#237;cio do tratamento sejam tomadas com base em estimativas de risco real de fratura, tendo por base as implica&#231;&#245;es econ&#243;micas das fraturas e as diferentes estrat&#233;gias preventivas.</p>     <p>O presente relat&#243;rio n&#227;o cobre todas as op&#231;&#245;es de tratamento poss&#237;veis e n&#227;o pretende substituir a responsabilidade individual do m&#233;dico para com o doente ou a escolha pessoal de cada doente. Os autores desejam sublinhar que n&#227;o &#233; poss&#237;vel apresentar uma orienta&#231;&#227;o formal para cada situa&#231;&#227;o espec&#237;fica ou co-morbilidade por falta de evid&#234;ncia apropriada. O ju&#237;zo cl&#237;nico &#233; necess&#225;rio nestas condi&#231;&#245;es.</p>     <p>Este trabalho, bem como a s&#233;rie de estudos de apoio j&#225; publicados ou em vias de publica&#231;&#227;o, foi financiado pelo Governo portugu&#234;s atrav&#233;s da Dire&#231;&#227;o-Geral da Sa&#250;de (DGS), de acordo com uma proposta apresentada pela Associa&#231;&#227;o Nacional Contra a Osteoporose (APOROS) e atrav&#233;s de um subs&#237;dio da Amgen. Nenhum dos financiadores teve qualquer envolvimento na conce&#231;&#227;o dos estudos, na interpreta&#231;&#227;o dos resultados ou no conte&#250;do dos relat&#243;rios e recomenda&#231;&#245;es que deles resultaram.</p>     <p>Foi elaborado um total de dez recomenda&#231;&#245;es (<a href="#q1">Quadro I</a>). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v32n6/32n6a10q1.jpg"/></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Por favor, para uma compreens&#227;o total leia o texto.</b></p>     <p><b>M&#233;todos</b></p>     <p><b>Desenvolvimento das orienta&#231;&#245;es</b></p>     <p>V&#225;rios especialistas nacionais em osteoporose e todas as sociedades cient&#237;ficas portuguesas com interesse na osteoporose foram convidadas e aceitaram participar no desenvolvimento das presentes recomenda&#231;&#245;es: Reumatologia, Ortopedia e Traumatologia; Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo; Ginecologia; Medicina Interna; Medicina F&#237;sica e de Reabilita&#231;&#227;o; Medicina Familiar; Observat&#243;rio Nacional das Doen&#231;as Reum&#225;ticas e a Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doen&#231;as &#211;sseas Metab&#243;licas. A &#250;nica organiza&#231;&#227;o nacional de doentes ativa no dom&#237;nio da osteoporose, a Associa&#231;&#227;o Nacional contra a Osteoporose (APOROS), tamb&#233;m participou no Comit&#233;. O Comit&#233; era constitu&#237;do por dezassete membros, todos com direito a voto, tendo todos sido coautores do presente relat&#243;rio.</p>     <p>As quest&#245;es relevantes a serem abordadas pelas recomenda&#231;&#245;es foram definidas por consenso numa primeira ronda de consulta por correio eletr&#243;nico, de acordo com uma proposta preparada pelo investigador principal (JAPS) e pelo bolseiro de investiga&#231;&#227;o (AM). Para o tratamento de cada quest&#227;o foi realizada uma revis&#227;o aprofundada da literatura (AM e JAPS), que foi disponibilizada aos membros do comit&#233; antes da reuni&#227;o. A pesquisa eletr&#243;nica foi realizada na PubMed/MEDLINE (2006 &#8722; 15 de janeiro de 2015). As estrat&#233;gias de pesquisa inclu&#237;ram as seguintes descritores: <i>&#8216;Osteoporosis&#8217;, &#8216;Osteoporotic fractures&#8217;, &#8216;Risk Assessment&#8217;, &#8216;Algorithms&#8217;, &#8216;Recommendations&#8217;, &#8216;Guidelines&#8217;, &#8216;Treatment&#8217;, &#8216;Cost-effectiveness&#8217;, &#8216;Bone Mineral Density&#8217;</i> and &#8216;DXA&#8217;. Foram inclu&#237;dos nesta revis&#227;o artigos originais, revis&#245;es e orienta&#231;&#245;es relativas aos limiares para o in&#237;cio do tratamento e pedido de DXA. As refer&#234;ncias citadas nas revis&#245;es sistem&#225;ticas publicadas ou os artigos originais tamb&#233;m foram analisadas.</p>     <p>Tendo por base os dados recolhidos, o investigador principal preparou poss&#237;veis respostas &#224;s quest&#245;es selecionadas e submeteu-as, juntamente com esses dados, ao Comit&#233; de Especialistas numa segunda ronda de <i>e-mails.</i> Solicitou-se aos membros do Comit&#233; que apreciassem os dados enviados e as recomenda&#231;&#245;es ou que propusessem novas recomenda&#231;&#245;es. Numa terceira ronda de <i>e-mails,</i> antes da reuni&#227;o final presencial, todas as alternativas propostas foram submetidas &#224; considera&#231;&#227;o dos membros do Comit&#233;.</p>     <p>A reuni&#227;o para discuss&#227;o dos dados obtidos, votar as respostas poss&#237;veis e, assim, criar um conjunto de recomenda&#231;&#245;es teve lugar no dia 13 de mar&#231;o de 2015. A reuni&#227;o foi devidamente registada, para documenta&#231;&#227;o e clarifica&#231;&#227;o futura de d&#250;vidas. Os votos dos representantes individuais e o grau de acordo relativamente a cada recomenda&#231;&#227;o foram tamb&#233;m registados. Os dados portugueses relativos &#224; rela&#231;&#227;o custo-efic&#225;cia das interven&#231;&#245;es, segundo os diferentes limiares de risco, foram revelados ao painel pela primeira vez, s&#243; depois de terem sido estabelecidos definitivamente todos os princ&#237;pios orientadores. Apenas os tr&#234;s membros que conduziram o estudo (AM, OL, JAPS) tinham conhecimento destes dados. Esta estrat&#233;gia foi adotada para garantir que a base de custo-efic&#225;cia para a decis&#227;o de intervir estava fundamentada nos princ&#237;pios orientadores e n&#227;o tinha sido influenciada por considera&#231;&#245;es sobre a percentagem de popula&#231;&#227;o eleg&#237;vel para a interven&#231;&#227;o, os seus custos globais ou a (n&#227;o) similaridade dos limiares de interven&#231;&#227;o portugueses relativamente a outras orienta&#231;&#245;es publicadas. </p>     <p>Houve uma ronda final de <i>e-mails</i> para aperfei&#231;oamento de algumas recomenda&#231;&#245;es.</p>     <p>Por &#250;ltimo, este documento foi preparado e circulou entre os membros do comit&#233; at&#233; se alcan&#231;ar a sua vers&#227;o final, que foi submetida &#224; aprova&#231;&#227;o e aval das referidas sociedades e associa&#231;&#245;es.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Defini&#231;&#245;es concetuais subjacentes: princ&#237;pios orientadores</b></p>     <p>Como fase preparat&#243;ria para a defini&#231;&#227;o das recomenda&#231;&#245;es, o Comit&#233; preparou e desenvolveu uma discuss&#227;o pormenorizada com vista a estabelecer princ&#237;pios e conceitos de orienta&#231;&#227;o que se apresentam de seguida:</p>     <p><b>&#8226; Princ&#237;pio orientador 1. </b></p>     <p><b><i>Os fatores de risco para a osteoporose, como os relativos &#224; dieta, exerc&#237;cio, exposi&#231;&#227;o ao sol, terap&#234;utica farmacol&#243;gica, devem ser avaliados pelos profissionais de sa&#250;de e pelos doentes durante toda o ciclo vital e devem ser corrigidos, quando apropriado. </i></b></p>     <p>(Este princ&#237;pio orientador foi aprovado por todos os membros do comit&#233; com 17 votos em 17.)</p>     <p>Muitos fatores de risco para a osteoporose influenciam a sa&#250;de dos ossos desde muito cedo e durante toda a vida, mesmo se as consequ&#234;ncias da osteoporose s&#243; se tornarem aparentes mais tarde na vida. &#201; o caso, por exemplo, da dieta (c&#225;lcio, prote&#237;nas), exerc&#237;cio, n&#237;veis da vitamina D e terap&#234;utica, como os glucocorticoides. Todas estas condi&#231;&#245;es t&#234;m implica&#231;&#245;es sobre a sa&#250;de que v&#227;o muito para al&#233;m dos limites da sa&#250;de do osso e devem, portanto, ser consideradas como uma rotina m&#233;dica. A corre&#231;&#227;o destes fatores de risco &#233; uma parte integrante da gest&#227;o da osteoporose, sendo geralmente referida como &#171;Medidas Gerais&#187;.</p>     <p><b>&#8226; Princ&#237;pio orientador 2. </b></p>     <p><b><i>A decis&#227;o de prescrever um tratamento farmacol&#243;gico para a osteoporose deve basear-se no risco a dez anos de um doente desenvolver uma fratura osteopor&#243;tica estimado pela ferramenta FRAX<sup>&#174;</sup>Port.</i></b></p>     <p>(Este princ&#237;pio orientador foi aprovado por todos os membros do comit&#233; (17/17).)</p>     <p>O FRAX&#174; &#233; um algoritmo desenvolvido sob os ausp&#237;cios da Organiza&#231;&#227;o Mundial de Sa&#250;de e permite estimar o risco individual de fraturas osteopor&#243;ticas durante os dez anos subsequentes, com base em onze fatores de risco cl&#237;nicos (FRC), tendo a sua influ&#234;ncia sido demonstrada, independentemente da DMO, atrav&#233;s de estudos individuais e de meta-an&#225;lises. Estes fatores de risco est&#227;o facilmente dispon&#237;veis na pr&#225;tica cl&#237;nica: idade, peso, altura, fragilidade anterior &#224;s fraturas, antecedentes familiares de fratura da anca, tabagismo atual, &#8805; 3 meses de utiliza&#231;&#227;o de glucocorticoides, artrite reumatoide, causas de osteoporose secund&#225;ria (diabetes tipo I, osteogenesis imperfecta em adultos, hipertiroidismo de longa data n&#227;o tratado, hipogonadismo e menopausa prematura (&lt; 45 anos), subnutri&#231;&#227;o cr&#243;nica ou absor&#231;&#227;o deficiente e doen&#231;a cr&#243;nica do f&#237;gado) e consumo de &#225;lcool. A ferramenta FRAX&#174; pode ser utilizada com ou sem DMO (<a href="#f1">Figura 1</a>). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f1"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v32n6/32n6a10f1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Quando o c&#225;lculo utiliza apenas FRC, isto &#233;, n&#227;o considera a DMO, a ferramenta FRAX&#174; revelou ter um melhor desempenho do que a DMO sozinha na predi&#231;&#227;o de fratura major.<sup>20</sup> O desenvolvimento desta ferramenta teve por base uma excelente metodologia<sup>14</sup> e a sua validade foi confirmada externamente, at&#233; agora por vinte e seis estudos realizados em diferentes pa&#237;ses e coortes.<sup>14,21-43</sup> Um total de 62 pa&#237;ses e/ou etnias tem o modelo dispon&#237;vel e muitos outros est&#227;o a ser desenvolvidos.<sup>5</sup></p>     <p>Uma revis&#227;o sistem&#225;tica da literatura e meta-an&#225;lise realizada recentemente por alguns membros do Comit&#233;<sup>44</sup> demonstra claramente que o FRAX &#233; a ferramenta mais robusta e acess&#237;vel para prever o risco de fraturas osteopor&#243;ticas. A sua precis&#227;o est&#225; muito bem estabelecida e demonstrada por AUCs da an&#225;lise ROC para as previs&#245;es de fratura, que se situam entre 0,71 a 0,79 na meta-an&#225;lise. Este desempenho s&#243; foi ultrapassado pela ferramenta QFracture,<sup>44</sup> mas esta ferramenta exige a considera&#231;&#227;o de 31 fatores de risco cl&#237;nicos e apenas foi validada para o Reino Unido e Irlanda.</p>     <p>A ferramenta FRAX&#174;Port &#233; a vers&#227;o portuguesa do FRAX&#174;, desenvolvido para incorporar a atual epidemiologia das fraturas da anca e a mortalidade da popula&#231;&#227;o geral portuguesa.<sup>15</sup> A metodologia e os resultados desta adapta&#231;&#227;o foram validados pela Organiza&#231;&#227;o Mundial de Sa&#250;de atrav&#233;s do centro de coopera&#231;&#227;o respons&#225;vel pela cria&#231;&#227;o do FRAX&#174; e por todas as sociedades cient&#237;ficas e organiza&#231;&#245;es de doentes com interesse em osteoporose em Portugal. A ferramenta FRAX&#174;Port est&#225; facilmente dispon&#237;vel <i>online.</i></p>     <p><b>&#8226; Princ&#237;pio orientador 3. </b></p>     <p><b><i>A presen&#231;a de fraturas de fragilidade pr&#233;vias justifica a considera&#231;&#227;o de tratamento farmacol&#243;gico, independentemente da estimativa de risco do FRAX&#174;Port.</i></b></p>     <p>(Este princ&#237;pio orientador foi aprovado com 15 votos favor&#225;veis, 1 voto contra e 1 absten&#231;&#227;o.)</p>     <p>V&#225;rios estudos corroboram a conclus&#227;o de que &#233; economicamente eficaz tratar pessoas com uma fratura de fragilidade pr&#233;via da anca ou vertebral.<sup>8-9,45</sup> As fraturas das vertebrais, por exemplo, constituem um fator de risco muito importante para uma fratura subsequente vertebral ou da anca,<sup>46-47</sup> enquanto as fraturas do antebra&#231;o predizem uma futura fratura da vertebral ou da anca.<sup>48</sup></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O voto contra justificou-se com base no facto de as fraturas anteriores j&#225; serem consideradas no FRAX&#174;.</p>     <p>O intervalo de tempo desde a &#250;ltima fratura pr&#233;via tamb&#233;m &#233; relevante: o risco de fraturas futuras &#233; maior durante os primeiros 2-3 anos, mas continua a ser significativamente elevado por um per&#237;odo de 10 a 15 anos (muito especialmente para as fraturas do f&#233;mur proximal, as fraturas de vertebrais e as fraturas do &#250;mero).<sup>49-50</sup></p>     <p><b>&#8226; Princ&#237;pio orientador 4. </b></p>     <p><b><i>Os m&#233;dicos devem estar conscientes das limita&#231;&#245;es do FRAX&#174; e da DXA e devem introduzir adapta&#231;&#245;es judiciosas e informadas na avalia&#231;&#227;o do risco de fratura, quando essas limita&#231;&#245;es est&#227;o presentes.</i></b></p>     <p>(Este princ&#237;pio orientador foi aprovado por todos os membros do comit&#233; - 17 votos em 17.)</p>     <p><b>&#8226; Princ&#237;pio orientador 5. </b></p>     <p><b><i>Os limiares de interven&#231;&#227;o portuguesa devem basear-se numa avalia&#231;&#227;o do FRAX&#174; a dez anos semelhante para todas as idades. Este princ&#237;pio s&#243; deve ser posto de lado se as avalia&#231;&#245;es s&#243;cio-economicas demonstrarem que o limiar de interven&#231;&#227;o para um determinado grupo de idade e sexo difere em mais de 50% do valor recomendado com base na popula&#231;&#227;o total.</i></b></p>     <p>(Este princ&#237;pio orientador foi aprovado por 10 dos 17 membros do comit&#233;, 4 votos contra e 3 absten&#231;&#245;es.)</p>     <p>Este ponto foi um dos mais controversos na reuni&#227;o de consenso. A recomenda&#231;&#227;o final &#233; semelhante &#224;s orienta&#231;&#245;es adotadas pela Funda&#231;&#227;o Nacional para a Osteoporose dos EUA<sup>12</sup> e do Canad&#225;.<sup>11</sup> Para estes dois pa&#237;ses, o limiar de interven&#231;&#227;o foi definido como o n&#237;vel de risco acima do qual o custo por QALY ganho se encontrava dentro de limites nacionais aceit&#225;veis. Para as duas orienta&#231;&#245;es foi adotado um valor similar de risco estimado de fratura como limiar de interven&#231;&#227;o para todas as idades e para ambos os sexos, apesar de haver pequenas diferen&#231;as em fun&#231;&#227;o da idade e do sexo em todos os n&#237;veis de risco que definem a rela&#231;&#227;o de custo-efic&#225;cia.</p>     <p>As recomenda&#231;&#245;es emitidas pelo <i>Royal College of Physicians</i> do Reino Unido,<sup>45</sup> pela Associa&#231;&#227;o contra a Osteoporose da Su&#237;&#231;a<sup>9</sup> e pela Autoridade Nacional de Sa&#250;de de Fran&#231;a<sup>7</sup> seguiram uma abordagem concetual diferente: o tratamento &#233; recomendado para todas as pessoas cujo risco a dez anos, estimado pelo FRAX&#174;, seja igual ou superior ao de um doente da mesma idade que j&#225; sofreu uma fratura de fragilidade. Este conceito baseia-se no facto de o tratamento de pessoas com uma fratura de fragilidade ter revelado ser economicamente eficaz. Uma vez que o risco de fratura aumenta com a idade, todos os outros fatores, sendo iguais, a abordagem determina que o limiar de interven&#231;&#227;o aumente substancialmente com a idade. Por exemplo, de acordo com as orienta&#231;&#245;es do Reino Unido acima referidas, o tratamento ser&#225; recomendado para pessoas de 50 anos de idade cujo risco de fratura a dez anos seja de 7,5%, mas n&#227;o para uma pessoa de 70 anos de idade cujo risco estimado a dez anos &#233; de 24%. A maioria do nosso comit&#233; recusou esta abordagem filos&#243;fica. Baseou-se, sobretudo, no argumento de que um QALY ganho deve ter o mesmo valor para todas as idades. Sublinha-se ainda que a idade e a mortalidade j&#225; s&#227;o consideradas no FRAX&#174; e, por essa raz&#227;o, influenciam a avalia&#231;&#227;o do risco de fratura. De uma forma geral, o comit&#233; decidiu, por maioria, manter o conceito segundo o qual, por raz&#245;es de equidade, poupan&#231;as similares na sa&#250;de, medidas pelos QALY, devem justificar esfor&#231;os financeiros similares por parte da sociedade, independentemente da idade.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>&#8226; Princ&#237;pio orientador 6. </b></p>     <p><b><i>Os limiares de interven&#231;&#227;o nacionais devem basear-se em dados de rela&#231;&#227;o custo-efic&#225;cia.</i></b></p>     <p>(Este princ&#237;pio foi aprovado por todos os membros do comit&#233; - 17 votos em 17.)</p>     <p>Ao proceder assim, o Comit&#233; decidiu aceitar que o limiar de interven&#231;&#227;o, a n&#237;vel da popula&#231;&#227;o, deve contemplar considera&#231;&#245;es econ&#243;micas e n&#227;o uma perspetiva &#171;pol&#237;tica&#187; do n&#237;vel de risco que poderia justificar uma interven&#231;&#227;o, independentemente dos seus custos e da vontade da sociedade de suportar estes custos. Desta forma, o Comit&#233; leva em considera&#231;&#227;o que o pre&#231;o da interven&#231;&#227;o e a disponibilidade da sociedade para pagar precisam de ser tomados em linha de conta nas decis&#245;es de tratar ou de n&#227;o tratar.</p>     <p>Este princ&#237;pio implica que as decis&#245;es de tratar devem ter o mesmo fundamento em todos os dom&#237;nios da medicina no nosso pa&#237;s - o impacto das interven&#231;&#245;es em termos de QALY ganhos deve ser calculado, o custo por QALY poupado (ou R&#225;cio Custo-Efetividade Incremental - RCEI) deve ser determinado e, naturalmente, uma mesma disponibilidade para pagar por um QALY deve ser aplicada, qualquer que seja a doen&#231;a e a interven&#231;&#227;o em causa.</p>     <p><b>&#8226; Princ&#237;pio orientador 7. </b></p>     <p><b><i>Os limiares de interven&#231;&#227;o devem ser baseados em dados que reflitam a realidade portuguesa no que respeita a fraturas, mortalidade, custos e efic&#225;cia de tratamento.</i></b></p>     <p>(Este princ&#237;pio orientador foi aprovado por todos os membros do comit&#233; - 17 votos em 17.)</p>     <p>As recomenda&#231;&#245;es sobre o n&#237;vel de risco de fratura acima das quais a interven&#231;&#227;o farmacol&#243;gica se torna custo-eficaz est&#227;o dependentes de dimens&#245;es que variam muito consideravelmente a n&#237;vel nacional, como: epidemiologia das fraturas, mortalidade geral, mortalidade associada &#224;s fraturas, interven&#231;&#245;es m&#233;dicas em caso de fraturas, custos de tratamento das fraturas, custos das interven&#231;&#245;es de preven&#231;&#227;o, pol&#237;ticas de sa&#250;de, custos por QALY ganho (ICER), situa&#231;&#227;o econ&#243;mica do pa&#237;s e disponibilidade para pagar. &#201; necess&#225;rio considerar os dados nacionais quando se tomam tais decis&#245;es e requer que as recomenda&#231;&#245;es sobre o limiar de interven&#231;&#227;o para Portugal tenham que aguardar at&#233; que tais dados estejam dispon&#237;veis.</p>     <p><b>&#8226; Princ&#237;pio orientador 8. </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><i>O limiar de tratamento farmacol&#243;gico da osteoporose deve ser estabelecido com base em estimativas a dez anos que correspondem a uma disponibilidade de pagar por QALY ganho de 32.000 &#8364;.</i></b></p>     <p><b><i>A mais econ&#243;mica de todas as interven&#231;&#245;es farmacol&#243;gicas deve ser tida como base para decidir qual o limiar de interven&#231;&#227;o real para a popula&#231;&#227;o portuguesa.</i></b></p>     <p>(Este princ&#237;pio orientador foi aprovado por 16 membros do comit&#233; e 1 absten&#231;&#227;o.)</p>     <p>A rela&#231;&#227;o de custo-efic&#225;cia de uma determinada interven&#231;&#227;o s&#243; pode ser estabelecida atrav&#233;s da compara&#231;&#227;o do seu impacto com um valor fixado para a disponibilidade para pagar por QALY ganho.<sup>51</sup> N&#227;o est&#225; estabelecida uma pol&#237;tica nacional portuguesa que estabele&#231;a a Disponibilidade para Pagar por QALY. Por esta raz&#227;o, o painel decidiu adotar as recomenda&#231;&#245;es emitidas pela OMS de que este valor deve ser fixado em duas vezes o Produto Nacional Bruto (PNB) <i>per capita</i><sup>52</sup> - 32.000 &#8364; &#233; um n&#250;mero arredondado de 2 x 16.400 &#8364;, o PNB per capita em Portugal para 2014.<sup>53</sup></p>     <p>A escolha da interven&#231;&#227;o mais econ&#243;mica como refer&#234;ncia baseia-se no facto de os custos e a efici&#234;ncia de cada uma das alternativas dispon&#237;veis serem considerados aquando do estabelecimento do custo per QALY (RCEI).</p>     <p>Todas as decis&#245;es acima indicadas foram tomadas antes de os estudos atuais de custo-efic&#225;cia para Portugal terem sido apresentados ao Comit&#233;.</p>     <p><b>&#8226; Princ&#237;pio orientador 9. </b></p>     <p><b><i>A DXA deve ser realizada quando exista uma probabilidade razo&#225;vel de ela alterar a decis&#227;o de tratar/n&#227;o tratar que pode ser tomada com base na avalia&#231;&#227;o de risco do FRAX&#174;Port, feito sem a DXA.</i></b></p>     <p>(Este princ&#237;pio foi aprovado com 16 votos favor&#225;veis e 1 absten&#231;&#227;o.)</p>     <p>Acrescentar DXA aos FRC nos resultados do FRAX&#174;, de acordo com a nossa meta-an&#225;lise, traduz uma melhoria da AUC de 0,74 para 0,79.<sup>44</sup> A DXA tamb&#233;m pode ajudar o cl&#237;nico a aferir a probabilidade de osteoporose secund&#225;ria, a quantificar a resposta &#224; terap&#234;utica e a motivar o doente para o tratamento. O Comit&#233; considera que a realiza&#231;&#227;o da DXA, no momento de tomar a decis&#227;o de tratar ou n&#227;o, representa um custo relativamente menor tendo em vista os encargos globais da doen&#231;a, que s&#227;o compensados pelas vantagens oferecidas por este exame. Esta perspetiva conduziu a uma recomenda&#231;&#227;o menos r&#237;gida sobre quando realizar a DXA:</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><i>Com base neste princ&#237;pio orientador, os seguintes conceitos foram definidos para os objetivos desta recomenda&#231;&#227;o:</i></b></p>     <p><b>&#8226; Limiar de interven&#231;&#227;o:</b> A estimativa de risco a dez anos do FRAX&#174;Port, com DMO, acima do qual o tratamento farmacol&#243;gico &#233; justificado.</p>     <p><b>&#8226; Varia&#231;&#227;o do risco de fratura indicando a necessidade de DXA:</b> A varia&#231;&#227;o da estimativa do risco a dez anos do FRAX&#174;Port, sem DMO, dentro da qual DXA &#233; justificada, porque compreende uma probabilidade razo&#225;vel de mudar a decis&#227;o de tratar ou de n&#227;o tratar. </p>     <p>Idealmente, os limiares inferior e superior para o DXA deveriam basear-se em dados da vida real dos portugueses, estabelecendo a probabilidade de DMO e provocando uma mudan&#231;a na decis&#227;o de tratar/n&#227;o tratar &#224; volta do limiar de interven&#231;&#227;o. Na aus&#234;ncia de tais dados, e tendo em considera&#231;&#227;o as quest&#245;es acima descritas, o Comit&#233; decidiu, por consenso, estabelecer estes valores em 2% e 0,5% acima e abaixo do limiar de interven&#231;&#227;o para as fraturas osteopor&#243;ticas major e para fraturas da anca, respetivamente.</p>     <p><b>An&#225;lise da rela&#231;&#227;o custo-efic&#225;cia</b></p>     <p>Uma vez adotados os Princ&#237;pios de Orienta&#231;&#227;o, foi apresentada ao Comit&#233; a an&#225;lise da rela&#231;&#227;o custo-efic&#225;cia do alendronato gen&#233;rico (a interven&#231;&#227;o menos cara) <i>versus</i> nenhum tratamento (<a href="#q2">Quadro II</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q2"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v32n6/32n6a10q2.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Foi realizado um estudo pormenorizado com uma amostra representativa de doentes portugueses com fraturas da anca para estabelecer o impacto das fraturas osteopor&#243;ticas em termos de consumo de recursos (custos diretos e indiretos), mortalidade e qualidade de vida. Foi adotada uma perspetiva societal, isto &#233;, todos os custos foram considerados, independentemente da entidade pagadora ser o doente ou o sistema de seguran&#231;a social.<sup>2</sup></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Estes dados foram incorporados num modelo econ&#243;mico Markov, previamente validado,<sup>54</sup> que sintetizou os dados relevantes dispon&#237;veis, como a incid&#234;ncia das fraturas e a sua distribui&#231;&#227;o et&#225;ria, a mortalidade da popula&#231;&#227;o em geral, o custo, efic&#225;cia e risco de efeitos adversos das diferentes terap&#234;uticas, a necessidade de co-medica&#231;&#227;o e procedimentos de seguimento e a ades&#227;o terap&#234;utica. Este modelo permite calcular o R&#225;cio Custo-Efetividade Incremental - ICER para cada interven&#231;&#227;o, um conceito que pode ser compreendido como o custo pago por cada QALY ganho em compara&#231;&#227;o com nenhum tratamento. Os resultados foram utilizados para estabelecer os n&#237;veis de risco estimado de fratura a partir dos quais uma determinada interven&#231;&#227;o se torna economicamente eficiente, i.e., os resultados em custos por QALY dentro de uma disponibilidade para pagar definida.</p>     <p>Com base nos resultados publicados,<sup>55</sup> o Comit&#233; decidiu adotar as estimativas de risco FRAX&#174;Port de 9% para as fraturas osteopor&#243;ticas major e de 2,5% para as fraturas da anca como limiares de interven&#231;&#227;o para o alendronato gen&#233;rico em Portugal - <a href="#q2">Quadro II</a>. Os valores para o limiar de avalia&#231;&#227;o de DXA foram fixados em 2% e 0,5% acima e abaixo do limiar de interven&#231;&#227;o das fraturas osteopor&#243;ticas major e das fraturas da anca, respetivamente.</p>     <p><b>Recomenda&#231;&#245;es</b></p>     <p><b>&#8226; Recomenda&#231;&#227;o 1 </b></p>     <p><b>A implementa&#231;&#227;o de medidas gerais, n&#227;o farmacol&#243;gicas, de preven&#231;&#227;o da osteoporose, como dieta, suplementa&#231;&#227;o em vitamina D, exerc&#237;cio, preven&#231;&#227;o de quedas e monitoriza&#231;&#227;o da utiliza&#231;&#227;o de terap&#234;utica, deve ser aplicada a todas as idades, sempre que sejam identificados fatores de risco corrig&#237;veis, independentemente da ferramenta FRAX&#174; e DMO.</b></p>     <p>(Esta recomenda&#231;&#227;o foi aprovada por todos os membros do Comit&#233;, com 17 votos em 17 e com uma m&#233;dia de acordo de 97% (75-100).)</p>     <p><b>&#8226; Recomenda&#231;&#227;o 2 </b></p>     <p><b>O tratamento farmacol&#243;gico da osteoporose deve ser recomendado, exceto se contraindicado, a todas as pessoas com idade superior a 50 anos que j&#225; sofreram: </b></p>     <p><b>A.</b><b> &#8805; 1 Fratura de fragilidade da anca ou &#8805; 1 fratura sintom&#225;tica de fragilidade vertebral; ou</b></p>     <p><b>B.</b><b> &#8805; 2 Fraturas de fragilidade, independentemente da localiza&#231;&#227;o da fratura ou de aus&#234;ncia de sintomas (e.g., 2 fraturas assintom&#225;ticas vertebrais).</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>(Esta recomenda&#231;&#227;o foi aprovada por todos os membros do Comit&#233; com 17 votos em 17 e com uma m&#233;dia de acordo de 95,6% (70-100).)</p>     <p><i><u>Especifica&#231;&#245;es relativas &#224; Recomenda&#231;&#227;o 2</u></i></p>     <p>&#8226; Para este efeito, a fratura de fragilidade &#233; definida como uma fratura que ocorre espontaneamente ou no seguimento de um trauma menor, i.e., queda similar ou inferior &#224; altura de corpo, depois de serem exclu&#237;das causas patol&#243;gicas de fratura, como a neoplasia. </p>     <p>&#8226; Esta recomenda&#231;&#227;o implica que a presen&#231;a de tais fraturas se sobrep&#245;e &#224; estimativa de risco do FRAX&#174;Port, i.e., o tratamento deve ser considerado para estes doentes, independentemente das estimativas de risco do FRAX&#174;Port ou da realiza&#231;&#227;o da DXA. Isto n&#227;o implica que o FRAX&#174; ou a DXA n&#227;o possam ser realizados, na medida em que eles oferecem informa&#231;&#227;o &#250;til para uma futura investiga&#231;&#227;o ou escolha de interven&#231;&#245;es terap&#234;uticas.</p>     <p>A recomenda&#231;&#227;o de tratamento para as pessoas que j&#225; sofreram uma fratura de fragilidade, independentemente do FRAX&#174;, &#233; comum a todas as recomenda&#231;&#245;es acima referidas: NOF-EUA,<sup>8</sup> Canad&#225;,<sup>11</sup> Fran&#231;a<sup>7</sup> e Su&#237;&#231;a.<sup>9</sup> Este conceito &#233; inerente &#224;s recomenda&#231;&#245;es NOGG/Reino Unido. A defini&#231;&#227;o exata varia consoante os documentos. N&#227;o se encontraram provas para propor a inclus&#227;o &#8805; 2 fraturas de fragilidade (para al&#233;m das fraturas da anca ou vertebral cl&#237;nica) para tratamento sem outra avalia&#231;&#227;o. Esta foi uma recomenda&#231;&#227;o de consenso baseada na opini&#227;o e experi&#234;ncia dos autores.</p>     <p><b>&#8226; Recomenda&#231;&#227;o 3 </b></p>     <p><b>Todos os homens e mulheres portugueses com mais de 50 anos de idade devem submeter-se a uma avalia&#231;&#227;o de risco a dez anos de fratura osteopor&#243;tica, atrav&#233;s da ferramenta FRAX&#174;Port, com ou sem DXA. </b></p>     <p>(Esta recomenda&#231;&#227;o foi aprovada por todos os membros do Comit&#233;, com 17 votos em 17 e com uma m&#233;dia de acordo de 95,9% (80-100).)</p>     <p><i><u>Especifica&#231;&#245;es &#224; Recomenda&#231;&#227;o 3</u></i></p>     <p>&#8226; Idealmente, a decis&#227;o de realizar a DXA deve ser baseada no FRAX&#174;Port sem DMO, como descrito abaixo. No entanto, se j&#225; estiver dispon&#237;vel uma DMO recente, o seu valor deve ser integrado no c&#225;lculo da FRAX&#174;Port. O processo de decis&#227;o para o tratamento deve, neste caso, ser baseado nas recomenda&#231;&#245;es 7, 8 e 9. Os valores DXA podem ser aceit&#225;veis para este objetivo num per&#237;odo de at&#233; dois anos, exceto se ocorrerem entretanto acontecimentos significativos para o metabolismo dos ossos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&#8226; Aos m&#233;dicos &#233; vivamente recomendada a ades&#227;o estrita &#224;s defini&#231;&#245;es dos fatores de risco cl&#237;nicos, conforme descritos no site FRAX&#174;.</p>     <p><b>&#8226; Recomenda&#231;&#227;o 4 </b></p>     <p><b>Para estimativas do FRAX&#174;Port, sem DXA, entre 7% e 11% para fraturas osteopor&#243;ticas major E entre 2,0% e 3,0% para fraturas da anca o &#237;ndice T do cabe&#231;a do f&#233;mur avaliado e inserido no FRAX&#174;Port (<a href="#f2">Figura 2</a>).</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f2"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v32n6/32n6a10f2.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>A DXA pode ser justificada em certas condi&#231;&#245;es especiais, descritas no texto.</b></p>     <p>(Esta recomenda&#231;&#227;o foi aprovada com 16 votos favor&#225;veis e 1 absten&#231;&#227;o e uma m&#233;dia de acordo de 90,9% (60-100).)</p>     <p><i><u>Especifica&#231;&#245;es &#224; Recomenda&#231;&#227;o 4</u></i></p>     <p>&#8226; Para os efeitos da presente recomenda&#231;&#227;o, a DMO deve ser avaliada atrav&#233;s de absor&#231;&#227;o de raios de dupla energia (DXA).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&#8226; A coluna vertebral e o f&#233;mur proximal s&#227;o os locais recomendados para a avalia&#231;&#227;o DXA.<sup>56</sup> A DXA da coluna vertebral tem tend&#234;ncia para sobrestimar a DMO na presen&#231;a de osteoartrite, fraturas vertebrais e outras altera&#231;&#245;es/condi&#231;&#245;es calcificantes que recobrem os locais de interesse.</p>     <p>&#8226; O valor do &#237;ndice T para a cabe&#231;a do f&#233;mur deve ser utilizado para o FRAX&#174;Port.</p>     <p>&#8226; Neste contexto da decis&#227;o de tratar/n&#227;o tratar, os resultados DXA devem ser considerados no quadro do FRAX&#174;Port e n&#227;o isoladamente. Este princ&#237;pio implica que o diagn&#243;stico da osteoporose ou da osteopenia baseado na densitometria n&#227;o constitui, <i>per se,</i> uma garantia para iniciar tratamento farmacol&#243;gico para a osteoporose.</p>     <p>&#8226; A utiliza&#231;&#227;o de DXA para a monitoriza&#231;&#227;o de terapias &#233; controversa, raramente se justifica em intervalos de menos de 2-3 anos e pode ser dispensada de uma vez se se garantir uma ades&#227;o efetiva &#224; terapia. (Para mais informa&#231;&#245;es sobre a utiliza&#231;&#227;o apropriada e a interpreta&#231;&#227;o da DXA, consultar refer&#234;ncias.)<sup>18,57-58</sup></p>     <p>&#8226; O Comit&#233; considera que a realiza&#231;&#227;o de DXA pode ocasionalmente ser justificada fora dos limites do FRAX, ou independentemente deles, incluindo nas condi&#231;&#245;es descritas no <a href="#q3">Quadro III</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q3"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v32n6/32n6a10q3.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Outras condi&#231;&#245;es,</b> com uma rela&#231;&#227;o menos estabelecida com a osteoporose, podem igualmente justificar a realiza&#231;&#227;o de DXA como parte do trabalho de diagn&#243;stico. Estas condi&#231;&#245;es incluem: mucoviscidose; Ehlers-Danlos; doen&#231;a de Gaucher; doen&#231;as de dep&#243;sito de glicog&#233;nio; hemocromatose; homocistin&#250;ria; hipofosfat&#233;mia; s&#237;ndroma de Marfan; s&#237;ndroma de Menkes; porf&#237;ria; s&#237;ndroma de Riley-Day; amenorreia atl&#233;tica; hiperprolactinemia; pan-hipopituitarismo; s&#237;ndromas de Turner e Klinefelter; s&#237;ndroma de Cu-shing; tireotoxicose; bypass g&#225;strico; cirurgia gastrointestinal; doen&#231;a pancre&#225;tica; cirrose biliar prim&#225;ria; hemofilia; leucemia; linfomas; gamopatias monoclonais; mioloma m&#250;ltiplo; doen&#231;a da anemia falciforme; mastocitose sist&#233;mica; talassemia; espondilite anquilosante; l&#250;pus eritematoso sist&#233;mico; amiloidose; acidose metab&#243;lica cr&#243;nica; doen&#231;a pulmonar obstrutiva cr&#243;nica; insufici&#234;ncia card&#237;aca congestiva; depress&#227;o; doen&#231;a renal em fase terminal; hipercalci&#250;ria; escoliose idiop&#225;tica; doen&#231;a &#243;ssea p&#243;s-transplante; sarcoidose; diabetes mellitus tipo I.</p>     <p><b><u>Algumas medica&#231;&#245;es</u></b> com uma rela&#231;&#227;o n&#227;o t&#227;o bem estabelecida com a osteoporose podem igualmente justificar a realiza&#231;&#227;o de uma DXA em casos especiais. Nesta categoria incluem-se: alum&#237;nio (nos anti&#225;cidos); anticoagulantes (heparina); barbit&#250;ricos; quimioter&#225;picos contra o cancro; depo-medroxiprogesterona; l&#237;tio; ciclosporina A e tracolimo; metrotrexato; nutri&#231;&#227;o parental; inibidores da bomba de prot&#245;es; inibidores seletivos de recapta&#231;&#227;o de serotonina; Tamoxifen&#174;; tiazolidinedionas hiazolidinedionas T (como Actos&#174;); hormonas da tiroide (em excesso).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>&#8226; Recomenda&#231;&#227;o 5. </b></p>     <p><b>5. A &#8722; Nos homens e mulheres com uma estimativa de risco de fratura (sem DMO) inferior a 7% para as fraturas osteopor&#243;ticas major E 2% para a fratura da anca, a decis&#227;o de n&#227;o tratar com agentes farmacol&#243;gicos pode ser justificada, sem necessidade de realizar uma DXA. Medidas gerais de preven&#231;&#227;o devem ser postas em pr&#225;tica.</b></p>     <p>(Esta recomenda&#231;&#227;o foi aprovada com 16 votos favor&#225;veis e 1 absten&#231;&#227;o e uma m&#233;dia de acordo de 95% (50-100).)</p>     <p><b>5. B. Nestes casos, a avalia&#231;&#227;o com o FRAX&#174;Port deve ser repetida com uma frequ&#234;ncia que depende da proximidade da avalia&#231;&#227;o anterior do limite inferior de indica&#231;&#227;o para a DXA e igualmente em caso de ocorr&#234;ncia de mudan&#231;as significativas nos fatores de risco cl&#237;nicos (<a href="#f2">Figura 2A</a>).</b></p>     <p>(Esta recomenda&#231;&#227;o foi aprovada com 16 votos favor&#225;veis e 1 absten&#231;&#227;o e uma m&#233;dia de acordo de 93,8% (60-100).)</p>     <p>Em rela&#231;&#227;o &#224; recomenda&#231;&#227;o 5B, o Comit&#233; presume que as reavalia&#231;&#245;es FRAX&#174;Port se justificam, em m&#233;dia, todos os cinco anos desde os 50 at&#233; aos 70 anos e de dois em dois ou de tr&#234;s em tr&#234;s anos a partir da&#237;, na aus&#234;ncia de intercorr&#234;ncias relevantes.</p>     <p><b>&#8226; Recomenda&#231;&#227;o 6. </b></p>     <p><b>Nos homens e mulheres com uma estimativa de risco de fratura, sem DXA, superior a 11% para as fraturas osteopor&#243;ticas major OU de 3% para as fraturas da anca, o tratamento farmacol&#243;gico com o alendronato gen&#233;rico &#233; custo-eficaz e deve ser aconselhado (salvo em caso de contraindica&#231;&#245;es), sem necessidade de realizar DXA (<a href="#f2">Figura 2A</a>).</b></p>     <p>(Esta recomenda&#231;&#227;o foi aprovada com 16 votos favor&#225;veis e 1 absten&#231;&#227;o e uma m&#233;dia de acordo de 95,3% (80-100).)</p>     <p><b><a href="#f2">Figura 2</a>.</b> Utiliza&#231;&#227;o da FRAX&#174;Port para avaliar os riscos estimados a dez anos de fraturas osteopor&#243;ticas major e de fraturas da anca, para decidir do pedido de DXA e da inicia&#231;&#227;o do tratamento farmacol&#243;gico para a osteoporose. A: Avalia&#231;&#227;o sem DMO. B: Avalia&#231;&#227;o com DMO.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>&#8226; Recomenda&#231;&#227;o 7. </b></p>     <p><b>Nos homens e mulheres com uma estimativa FRAX&#174;Port de risco a dez anos, com DXA, igual ou superior a 9% para as fraturas osteopor&#243;ticas major OU a 2,5% para as fraturas da anca, o tratamento farmacol&#243;gico para a osteoporose com o alendronato gen&#233;rico &#233; custo-eficaz e deve ser aconselhado (salvo em caso de contraindica&#231;&#245;es) (<a href="#q2">Quadro II</a> e <a href="#f2">Figura 2B</a>).</b></p>     <p>(Esta recomenda&#231;&#227;o foi aprovada com 17 votos em 17 e uma m&#233;dia de acordo de 93,2% (60-100).)</p>     <p><b>&#8226; Recomenda&#231;&#227;o 8. </b></p>     <p><b>A decis&#227;o de iniciar um tratamento antiosteopor&#243;tico com outros medicamentos, que n&#227;o o alendronato gen&#233;rico, deve ser justificada pelos respetivos limiares de interven&#231;&#227;o de custo-efic&#225;cia (<a href="#q4">Quadro IV</a>).</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q4"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v32n6/32n6a10q4.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>(Esta recomenda&#231;&#227;o foi aprovada com 16 votos favor&#225;veis e 1 voto contra e uma m&#233;dia de acordo de 88,1% (0-100).)</p>     <p><i><u>Especifica&#231;&#245;es &#224; recomenda&#231;&#227;o 8.</u></i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&#8226; Esta recomenda&#231;&#227;o n&#227;o impede a decis&#227;o de prescrever medica&#231;&#227;o com uma estimativa de risco inferior, com base numa aprecia&#231;&#227;o cl&#237;nica, como uma contraindica&#231;&#227;o formal em rela&#231;&#227;o a alternativas menos dispendiosas ou outras condi&#231;&#245;es que fazem com que a escolha selecionada seja particularmente apropriada. O m&#233;dico pode tamb&#233;m decidir adotar uma diferente disponibilidade de tratar.</p>     <p>(Esta especifica&#231;&#227;o foi aprovada com 16 votos favor&#225;veis e 1 absten&#231;&#227;o e uma m&#233;dia de acordo de 99,3% (90-100).)</p>     <p>O custo por QALY associado a diferentes medica&#231;&#245;es &#233; afetado pelo seu custo e efici&#234;ncia nos diferentes locais cl&#237;nicos. O <a href="#q4">Quadro IV</a> apresenta os n&#237;veis de avalia&#231;&#227;o de risco a partir dos quais o tratamento com &#225;cido zoledr&#243;nico, denosumab e teriparatida s&#227;o custo-eficazes em compara&#231;&#227;o com nenhum tratamento e podem, portanto, ser recomendados com base na rela&#231;&#227;o de custo-efic&#225;cia, como descrito por Marques e colaboradores.<sup>55</sup></p>     <p>Os autores sublinham que n&#227;o est&#227;o dispon&#237;veis dados nacionais sobre os limiares de custo-efic&#225;cia para outros medicamentos. A &#250;nica alternativa &#233; a da extrapola&#231;&#227;o com base nos indicadores de efic&#225;cia, persist&#234;ncia e custo para essas outras drogas alternativas quando comparadas com as op&#231;&#245;es estudadas.</p>     <p><b>&#8226; Recomenda&#231;&#227;o 9. </b></p>     <p><b>9. A. Nos homens e mulheres com uma estimativa FRAX&#174;Port de risco a dez anos, com DXA, inferior a 9% para as fraturas osteopor&#243;ticas major E inferior a 2,5% para as fraturas da anca, os agentes farmacol&#243;gicos n&#227;o s&#227;o custo-eficazes e a decis&#227;o de n&#227;o os utilizar pode ser justificada. As medidas gerais de preven&#231;&#227;o aplic&#225;veis devem ser postas em pr&#225;tica.</b></p>     <p>(Esta recomenda&#231;&#227;o foi aprovada por todos os membros do Comit&#233; e uma m&#233;dia de acordo de 96,5% (80-100).)</p>     <p><b>9 B. Nestes doentes, as avalia&#231;&#245;es DXA e FRAX&#174;Port devem ser repetidas todos os dois anos </b>ou sempre que os fatores de risco sofram uma altera&#231;&#227;o <b>significativa (<a href="#f2">Figura 2</a>). A DXA pode n&#227;o ser necess&#225;ria se os valores de uma DMO anteriores forem tranquilizadores.</b></p>     <p>(Esta recomenda&#231;&#227;o foi aprovada com 16 votos favor&#225;veis e 1 absten&#231;&#227;o e uma m&#233;dia de acordo de 92,8% (75-100).)</p>     <p><b>&#8226; Recomenda&#231;&#227;o 10. </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Quando recorrerem ao FRAX&#174;Port para a implementa&#231;&#227;o destas recomenda&#231;&#245;es, os profissionais de sa&#250;de devem estar conscientes das limita&#231;&#245;es deste instrumento e ponderarem a necessidade de ajustar as estimativas de risco fornecidas por esta ferramenta em situa&#231;&#245;es espec&#237;ficas que se descrevem no texto.</b></p>     <p>(Esta recomenda&#231;&#227;o foi aprovada com 17 votos em 17 e uma m&#233;dia de acordo de 97,6% (70-100).)</p>     <p><i><u>Especifica&#231;&#245;es &#224; recomenda&#231;&#227;o 10.</u></i></p>     <p>1. As limita&#231;&#245;es do FRAX&#174;Port s&#227;o as mesmas do FRAX&#174;. Algumas destas limita&#231;&#245;es poder&#227;o vir a ser resolvidas em futuras revis&#245;es desta ferramenta.</p>     <p>2. O FRAX&#174; n&#227;o tem em considera&#231;&#227;o o n&#250;mero de fraturas de fragilidade anteriores.<sup>18</sup> Contudo, esta limita&#231;&#227;o &#233; resolvida pela decis&#227;o do Comit&#233; de recomendar a fratura de fragilidade pr&#233;via como um crit&#233;rio independente para come&#231;ar o tratamento. </p>     <p>3. O FRAX&#174; n&#227;o foi validado para ser utilizado em doentes sob tratamento osteopor&#243;tico ou para monitoriza&#231;&#227;o dos efeitos do tratamento.<sup>18</sup></p>     <p>(Esta especifica&#231;&#227;o foi aprovada por 16 votos favor&#225;veis e 1 absten&#231;&#227;o e uma m&#233;dia de acordo de 100%.)</p>     <p>4. As quedas s&#227;o um importante fator cl&#237;nico de risco para as fraturas e n&#227;o est&#227;o inclu&#237;das na ferramenta FRAX&#174;.<sup>9</sup> N&#227;o &#233; poss&#237;vel apresentar uma recomenda&#231;&#227;o formal para este efeito, em virtude da falta de provas cient&#237;ficas apropriadas. Os melhores valores de refer&#234;ncia que podem ser fornecidos baseiam-se em c&#225;lculos realizados com o QFracture&#174;2013,<sup>82-83</sup> um instrumento validado e preciso de estima&#231;&#227;o do risco de fratura, que toma em considera&#231;&#227;o as quedas. Neste contexto, a presen&#231;a de um &#171;historial de quedas&#187; multiplica por um fator de cerca de 1,5 as estimativas de risco de fratura a dez anos, calculadas sem esta ferramenta.</p>     <p>(Esta especifica&#231;&#227;o foi aprovada por 17 votos favor&#225;veis e uma m&#233;dia de acordo de 92,1% (0-100).)</p>     <p>1. A ferramenta FRAX n&#227;o tem em considera&#231;&#227;o a dose de corticosteroides acima de 5mg de um equivalente da Prednisolona para mais de tr&#234;s meses. O Comit&#233; recomenda que as probabilidades a dez anos de fratura da anca ou de fratura osteopor&#243;tica sejam ajustadas de acordo com a dose de glucocorticoides descrita no <a href="#q5">Quadro V</a>. Por falta de evid&#234;ncia apropriada, n&#227;o &#233; poss&#237;vel propor ajustamentos em rela&#231;&#227;o &#224; dura&#231;&#227;o do tratamento.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q5"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v32n6/32n6a10q5.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Multiplique as estimativas do risco de fratura FRAX&#174;Port pelo fator de ajustamento apresentado</b></p>     <p>(Esta especifica&#231;&#227;o foi aprovada com 16 votos favor&#225;veis e 1 absten&#231;&#227;o e uma m&#233;dia de acordo de 87,5% (50-100).)</p>     <p>5. O algoritmo FRAX&#174; utiliza o &#237;ndice T para a DMO do colo do f&#233;mur e n&#227;o tem em conta a DMO da coluna lombar. No entanto, quando h&#225; uma discord&#226;ncia muito grande (&gt; 1DP entre o &#237;ndice T do colo do f&#233;mur e a coluna lombar, prop&#245;e-se que:</p>     <p>O m&#233;dico possa aumentar/diminuir em 10% a estimativa FRAX<sup>&#174;</sup> para as fraturas osteopor&#243;ticas major para cada diferen&#231;a arredondada do &#237;ndice T entre a coluna lombar e o colo do f&#233;mur.<sup>5,85</sup></p>     <p>Por exemplo, se o &#237;ndice T do colo do f&#233;mur &#233; igual a -1,5 e o &#237;ndice T da coluna lombar &#233; igual a -2,8, a estimativa FRAX<sup>&#174;</sup> para as fraturas osteopor&#243;ticas major deve ser aumentada de 10% (e.g., de 7% para 7,7%). Se os valores forem -1,5 e -1,9, respetivamente, nenhumas altera&#231;&#245;es devem ser introduzidas (diferen&#231;a &lt;0,5 T). Se o &#237;ndice T do colo do f&#233;mur &#233; igual a -2,3 e o da coluna lombar -3,9, a diferen&#231;a (1,6) &#233; arredondada para o &#237;ndice 2 T e as estimativas de risco de fratura osteopor&#243;tica major devem ser aumentadas de 20% (e.g., de 8% para 9,6%, justificando medica&#231;&#227;o segundo as presentes recomenda&#231;&#245;es).</p>     <p>Tal como em todas as outras circunst&#226;ncias, &#233; importante garantir a qualidade e a validade da DXA da coluna lombar.</p>     <p>(Esta especifica&#231;&#227;o foi aprovada com 17 votos favor&#225;veis e uma m&#233;dia de acordo de 91,5% (75-100).)</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na <a href="#f3">Figura 3</a> apresenta-se um diagrama integrado e simplificado sobre as decis&#245;es de tratamento e a avalia&#231;&#227;o DXA, de acordo com as presentes recomenda&#231;&#245;es. Tenha em mente que os limiares de interven&#231;&#227;o se baseiam em c&#225;lculos para o alendronato gen&#233;rico. Para os adaptar a outras terap&#234;uticas, refira-se a recomenda&#231;&#227;o 8. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f3"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v32n6/32n6a10f3.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Seguimento - Repetir as avalia&#231;&#245;es, como sugerido nas recomenda&#231;&#245;es 5B e 9B.</p>     <p><b>DISCUSS&#195;O E OBSERVA&#199;&#213;ES FINAIS</b></p>     <p>Foram desenvolvidas dez recomenda&#231;&#245;es para os doentes portugueses sobre quem deve receber tratamento para a osteoporose e quem deve ser examinado com DXA na pr&#225;tica cl&#237;nica di&#225;ria, baseadas nos princ&#237;pios de orienta&#231;&#227;o consensuais e nas avalia&#231;&#245;es epidemiol&#243;gicas e econ&#243;micas no contexto portugu&#234;s (<a href="#q1">Quadro I</a>). Estas recomenda&#231;&#245;es s&#227;o pr&#225;ticas, baseiam-se em provas e foram apoiadas por um painel de especialistas e de representantes das institui&#231;&#245;es cient&#237;ficas e das associa&#231;&#245;es de doentes portuguesas ligadas &#224; osteoporose.</p>     <p>Tanto quanto poss&#237;vel, as recomenda&#231;&#245;es basearam-se em evid&#234;ncia, tendo estas sido suplementadas por decis&#245;es colegiais dos especialistas em caso de inexist&#234;ncia de provas decisivas. Foram desenvolvidos esfor&#231;os consider&#225;veis para manter as recomenda&#231;&#245;es t&#227;o simples quanto poss&#237;vel, mas tamb&#233;m compreens&#237;veis, isto &#233;, suscet&#237;veis de responder &#224; maior parte das necessidades da pr&#225;tica cl&#237;nica.</p>     <p>Estas recomenda&#231;&#245;es fornecem uma base muito mais s&#243;lida e fundamentada para as decis&#245;es de tratamento do que a considera&#231;&#227;o exclusiva da Densidade Mineral &#211;ssea (DMO) ou a pondera&#231;&#227;o subjetiva por parte dos m&#233;dicos dos fatores de risco cl&#237;nico. A ferramenta FRAX&#174; permite a integra&#231;&#227;o de um grande n&#250;mero de fatores de risco cl&#237;nico para fraturas, de relev&#226;ncia comprovada e cujo impacto foi estimado por meta-an&#225;lise. Al&#233;m disso, a vers&#227;o portuguesa do FRAX incorpora a epidemiologia atual das fraturas de fragilidade e mortalidade na popula&#231;&#227;o-alvo. No nosso contexto epidemiol&#243;gico e econ&#243;mico atual, tomar em considera&#231;&#227;o as an&#225;lises da rela&#231;&#227;o custo-efic&#225;cia das interven&#231;&#245;es responde &#224; responsabilidade de utilizar judiciosamente os recursos limitados dispon&#237;veis para a sa&#250;de. Estes c&#225;lculos foram efetuados com recurso a modelos econ&#243;micos de &#250;ltima gera&#231;&#227;o e a aconselhamento econ&#243;mico de reconhecido prest&#237;gio. A disponibilidade de pagar que foi adotada segue as recomenda&#231;&#245;es internacionais.</p>     <p>Um certo grau de arbitrariedade foi utilizado no estabelecimento de limiares de interven&#231;&#227;o similares para todas as idades, apesar de haver uma variabilidade consider&#225;vel entre os grupos et&#225;rios. O mesmo se aplica ao valor adotado para a Disponibilidade de Pagar: alguns m&#233;dicos podem ter um ponto de vista diferente e a Disponibilidade de Pagar pode sofrer altera&#231;&#245;es de acordo com o PNB e as pol&#237;ticas nacionais de sa&#250;de. Os utilizadores experientes podem querer desenvolver uma defini&#231;&#227;o mais precisa dos limiares de custo-efic&#225;cia para casos individuais espec&#237;ficos, tendo em conta a idade do doente, a medica&#231;&#227;o considerada e uma Disponibilidade de Pagar da sua livre escolha. Pode ser feito atrav&#233;s da utiliza&#231;&#227;o de uma ferramenta espec&#237;fica que foi disponibilizada por Marques e colaboradores:<sup>55</sup> <a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/4287154/OsteoporoseThrCalc/ThreshComputationPortugalFINAL.xlsm" target="_blank">https://dl.dropboxusercontent.com/u/4287154/OsteoporoseThrCalc/ThreshComputationPortugalFINAL.xlsm</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Estas recomenda&#231;&#245;es representam uma importante mudan&#231;a de paradigma, que se tornou poss&#237;vel com o desenvolvimento do FRAX&#174; e da sua adapta&#231;&#227;o portuguesa e com as avalia&#231;&#245;es econ&#243;micas a que se faz refer&#234;ncia acima. Acredita-se que &#233; imenso o potencial desta mudan&#231;a que visa uma utiliza&#231;&#227;o mais eficiente dos recursos humanos e financeiros no combate ao problema crescente que a epidemia de fraturas osteopor&#243;ticas representa. No entanto, tudo depende da utiliza&#231;&#227;o que os profissionais de sa&#250;de, tanto individual como coletivamente, derem a estas novas ferramentas. Espera-se que a ado&#231;&#227;o destas recomenda&#231;&#245;es por todos os especialistas e institui&#231;&#245;es representadas contribua para aumentar a sua divulga&#231;&#227;o e implementa&#231;&#227;o na pr&#225;tica cl&#237;nica nacional, refor&#231;ando, assim, o seu potencial de promo&#231;&#227;o do progresso relativamente aos padr&#245;es atuais de gest&#227;o da osteoporose no nosso pa&#237;s.</p>     <p>Manifesta-se desde j&#225; o reconhecimento a todos os profissionais de sa&#250;de que estejam dispostos a partilhar as suas opini&#245;es e experi&#234;ncias sobre a utiliza&#231;&#227;o destas recomenda&#231;&#245;es e que sugiram formas de melhorar o seu desempenho para benef&#237;cio da sa&#250;de p&#250;blica (<a href="mailto:reuma@huc.min-saude.pt">reuma@huc.min-saude.pt</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&#202;NCIAS BIBLIOGR&#193;FICAS</b></p>     <p>1. de Pina MF, Alves SM, Barbosa M, Barros H. Hip fractures cluster in space: an epidemiological analysis in Portugal. Osteoporos Int. 2008;19(12):1797-804.</p>     <!-- ref --><p>2. Marques AA, Louren&#231;o O, Pereira da Silva JA. The burden of osteoporotic hip fractures in Portugal: costs, quality of life and mortality. Osteoporos Int. In press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366090&pid=S2182-5173201600060001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>3. Instituto Nacional de Estat&#237;stica. Conta sat&#233;lite da sa&#250;de 2000-2012. Lisboa: INE; 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366092&pid=S2182-5173201600060001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>4. Rodrigues VM. Epidemiologia de fraturas osteopor&#243;ticas no servi&#231;o de urg&#234;ncia dos CHUC (Internet). Coimbra: Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra; 2015. Available from: <a href="https://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/30459/1/tese%20final%20revis%C3%A3o.pdf" target="_blank">https://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/30459/1/tese%20final%20revis%C3%A3o.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366094&pid=S2182-5173201600060001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>5. Kanis JA, McCloskey EV, Johansson H, Cooper C, Rizzoli R, Reginster JY. European guidance for the diagnosis and management of osteoporosis in postmenopausal women. Osteoporos Int. 2013;24(1):23-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366095&pid=S2182-5173201600060001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>6. Tavares V, Canh&#227;o H, Gomes JA, Sim&#245;es E, Romeu JC, Coelho P, et al. Recomenda&#231;&#245;es para o diagn&#243;stico e terap&#234;utica da osteoporose (Recommendations for the diagnosis and management of osteoporosis). Acta Reumatol Port. 2007;32(1):49-59. Portuguese</p>     <!-- ref --><p>7. Briot K, Cortet B, Thomas T, Audran M, Blain H, Breuil V, et al. 2012 Update of French guidelines for the pharmacological treatment of postmenopausal osteoporosis. Joint, Bone Spine. 2012;79(3):304-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366098&pid=S2182-5173201600060001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>8. Cosman F, de Beur SJ, LeBoff MS, Lewiecki EM, Tanner B, Randall S, et al. Clinician&#8217;s guide to prevention and treatment of osteoporosis. Osteoporos Int. 2014;25(10):2359-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366100&pid=S2182-5173201600060001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>9. Lippuner K, Johansson H, Borgstrom F, Kanis JA, Rizzoli R. Cost-effective intervention thresholds against osteoporotic fractures based on FRAX&#174; in Switzerland. Osteoporos Int. 2012;23(11):2579-89.</p>     <!-- ref --><p>10. Makras P, Athanasakis K, Boubouchairopoulou N, Rizou S, Anastasilakis AD, Kyriopoulos J, et al. Cost-effective osteoporosis treatment thresholds in Greece. Osteoporos Int. 2015;26(7):1949-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366103&pid=S2182-5173201600060001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>11. Papaioannou A, Morin S, Cheung AM, Atkinson S, Brown JP, Feldman S, et al. 2010 Clinical practice guidelines for the diagnosis and management of osteoporosis in Canada: summary. CMAJ. 2010;182(17):1864-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366105&pid=S2182-5173201600060001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>12. Tosteson AN, Melton LJ 3rd, Dawson-Hughes B, Baim S, Favus MJ, Khosla S, et al. Cost-effective osteoporosis treatment thresholds: the United States perspective. Osteoporos Int. 2008;19(4):437-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366107&pid=S2182-5173201600060001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>13. Schuit SC, van der Klift M, Weel AE, de Laet CE, Burger H, Seeman E, et al. Fracture incidence and association with bone mineral density in elderly men and women: the Rotterdam study. Bone. 2004;34(1):195-202.</p>     <!-- ref --><p>14. Kanis JA, Oden A, Johnell O, Johansson H, De Laet C, Brown J, et al. The use of clinical risk factors enhances the performance of BMD in the prediction of hip and osteoporotic fractures in men and women. Osteoporos Int. 2007;18(8):1033-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366110&pid=S2182-5173201600060001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>15. Marques A, Mota A, Canh&#227;o H, Romeu JC, Machado P, Ruano A, et al. A FRAX model for the estimation of osteoporotic fracture probability in Portugal. Acta Reumatol Port. 2013;38(2):104-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366112&pid=S2182-5173201600060001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>16. Kanis JA. Diagnosis of osteoporosis and assessment of fracture risk. Lancet. 2002;359(9321):1929-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366114&pid=S2182-5173201600060001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>17. Johansson H, Kanis JA, Oden A, Johnell O, McCloskey E. BMD, clinical risk factors and their combination for hip fracture prevention. Osteoporos Int. 2009;20(10):1675-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366116&pid=S2182-5173201600060001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>18. Kanis JA, Hans D, Cooper C, Baim S, Bilezikian JP, Binkley N, et al. Interpretation and use of FRAX in clinical practice. Osteoporosis Int. 2011;22(9):2395-411.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366118&pid=S2182-5173201600060001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>19. Marques A, Ferreira RJ, Santos E, Loza E, Carmona L, da Silva JA. The accuracy of osteoporotic fracture risk prediction tools: a systematic review and meta-analysis. Ann Rheum Dis. 2015;74(11):1958-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366120&pid=S2182-5173201600060001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>20. Kanis JA, Oden A, Johnell O, Johansson H, De Laet C, Brown J, et al. The use of clinical risk factors enhances the performance of BMD in the prediction of hip and osteoporotic fractures in men and women. Osteoporos Int. 2007;18(8):1033-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366122&pid=S2182-5173201600060001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>21. Azagra R, Roca G, Mart&#237;n-S&#225;nchez JC, Casado E, Encabo G, Zwart M, et al. Umbrales de FRAX&#174; para identificar personas con alto o bajo riesgo de fractura osteopor&#243;tica en poblaci&#243;n femenina espa&#241;ola (FRAX&#174; thresholds to identify people with high or low risk of osteoporotic fracture in Spanish female population). Med Clin (Barc). 2015;144(1):1-8. Spanish</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>22. Bolland MJ, Siu AT, Mason BH, Horne AM, Ames RW, Grey AB, et al. Evaluation of the FRAX and Garvan fracture risk calculators in older women. J Bone Miner Res. 2011;26(2):420-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366125&pid=S2182-5173201600060001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>23. Brennan SL, Leslie WD, Lix LM, Johansson H, Oden A, McCloskey E, et al. FRAX provides robust fracture prediction regardless of socioeconomic status. Osteoporos Int. 2014;25(1):61-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366127&pid=S2182-5173201600060001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>24. Cheung EY, Bow CH, Cheung CL, Soong C, Yeung S, Loong C, et al. Discriminative value of FRAX for fracture prediction in a cohort of Chinese postmenopausal women. Osteoporos Int. 2012;23(3):871-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366129&pid=S2182-5173201600060001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>25. Cummins NM, Poku EK, Towler MR, O&#8217;Driscoll OM, Ralston SH. Clinical risk factors for osteoporosis in Ireland and the UK: a comparison of FRAX and QFractureScores. Calcif Tissue Int. 2011;89(2):172-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366131&pid=S2182-5173201600060001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>26. Donaldson MG, Palermo L, Schousboe JT, Ensrud KE, Hochberg MC, Cummings SR. FRAX and risk of vertebral fractures: the fracture intervention trial. J Bone Miner Res. 2009;24(11):1793-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366133&pid=S2182-5173201600060001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>27. Ensrud KE, Lui LY, Taylor BC, Schousboe JT, Donaldson MG, Fink HA, et al. A comparison of prediction models for fractures in older women: is more better? Arch Intern Med. 2009;169(22):2087-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366135&pid=S2182-5173201600060001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>28. Ettinger B, Ensrud KE, Blackwell T, Curtis JR, Lapidus JA, Orwoll ES. Performance of FRAX in a cohort of community-dwelling, ambulatory older men: the Osteoporotic Fractures in Men (MrOS) study. Osteoporos Int. 2013;24(4):1185-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366137&pid=S2182-5173201600060001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>29. Fraser LA, Langsetmo L, Berger C, Ioannidis G, Goltzman D, Adachi JD, et al. Fracture prediction and calibration of a Canadian FRAX&#174; tool: a population-based report from CaMos. Osteoporos Int. 2011;22(3):829-37.</p>     <p>30. Friis-Holmberg T, Rubin KH, Brixen K, Tolstrup JS, Bech M. Fracture risk prediction using phalangeal bone mineral density or FRAX&#174;? A Danish cohort study on men and women. J Clin Densitom. 2014;17(1):7-15.</p>     <p>31. Gonz&#225;lez-Macias J, Marin F, Vila J, D&#237;ez-P&#233;rez A. Probability of fractures predicted by FRAX&#174; and observed incidence in the Spanish ECOSAP Study cohort. 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CMAJ. 2011;183(2):E107-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366144&pid=S2182-5173201600060001000033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>34. Leslie WD, Lix LM, Johansson H, Oden A, McCloskey E, Kanis JA. Independent clinical validation of a Canadian FRAX tool: fracture prediction and model calibration. J Bone Miner Res. 2010;25(11):2350-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366146&pid=S2182-5173201600060001000034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>35. Premaor M, Parker RA, Cummings S, Ensrud K, Cauley JA, Lui LY, et al. Predictive value of FRAX for fracture in obese older women. J Bone Miner Res. 2013;28(1):188-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366148&pid=S2182-5173201600060001000036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>36. Pressman AR, Lo JC, Chandra M, Ettinger B. Methods for assessing fracture risk prediction models: experience with FRAX in a large integrated health care delivery system. J Clin Densitom. 2011;14(4):407-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366150&pid=S2182-5173201600060001000037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>37. Sambrook PN, Flahive J, Hooven FH, Boonen S, Chapurlat R, Lindsay R, et al. Predicting fractures in an international cohort using risk factor algorithms without BMD. J Bone Miner Res. 2011;26(11):2770-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366152&pid=S2182-5173201600060001000038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>38. Sandhu SK, Nguyen ND, Center JR, Pocock NA, Eisman JA, Nguyen TV. Prognosis of fracture: evaluation of predictive accuracy of the FRAX algorithm and Garvan nomogram. Osteoporos Int. 2010;21(5):863-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366154&pid=S2182-5173201600060001000039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>39. Sornay-Rendu E, Munoz F, Delmas PD, Chapurlat RD. The FRAX tool in French women: how well does it describe the real incidence of fracture in the OFELY cohort. J Bone Miner Res. 2010;25(10):2101-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366156&pid=S2182-5173201600060001000040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>40. Sund R, Honkanen R, Johansson H, Od&#233;n A, McCloskey E, Kanis J, et al. 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Marques AF, Ferreira RJ, Santos E, Losa E, Carmona L, da Silva JA, et al. The accuracy of osteoporotic fracture risk prediction tools: a systematic review and meta-analysis. Ann Rheum Dis. 2015;74(11):1958-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366164&pid=S2182-5173201600060001000044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>45. Kanis JA, McCloskey EV, Johansson H, Strom O, Borgstrom F, Oden A. Case finding for the management of osteoporosis with FRAX: assessment and intervention thresholds for the UK. 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Patients with prior fractures have an increased risk of future fractures: a summary of the literature and statistical synthesis. J Bone Miner Res. 2000;15(4):721-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366170&pid=S2182-5173201600060001000047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>48. Cuddihy MT, Gabriel SE, Crowson CS, O&#8217;Fallon WM, Melton LJ 3rd. Forearm fractures as predictors of subsequent osteoporotic fractures. Osteoporos Int. 1999;9(6):469-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366172&pid=S2182-5173201600060001000048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>49. van Geel TA, van Helden S, Geusens PP, Winkens B, Dinant GJ. Clinical subsequent fractures cluster in time after first fractures. Ann Rheum Dis. 2009;68(1):99-102.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366174&pid=S2182-5173201600060001000049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>50. Giangregorio LM, Leslie WD. Time since prior fracture is a risk modifier for 10-year osteoporotic fractures. J Bone Miner Res. 2010;25(6):1400-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366176&pid=S2182-5173201600060001000050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>51. Borgstr&#246;m F, Johnell O, Kanis JA, J&#246;nsson B, Rehnberg C. At what hip fracture risk is it cost-effective to treat? International intervention thresholds for the treatment of osteoporosis. Osteoporos Int. 2006;17(10):1459-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366178&pid=S2182-5173201600060001000051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>52. Marseille E, Larson B, Kazi DS, Kahn JG, Rosen S. Thresholds for the cost-effectiveness of interventions: alternative approaches. Bull World Health Organ. 2015;93(2):118-124.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366180&pid=S2182-5173201600060001000052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>53. European Commission, Economic and Financial Affairs. AMECO: variables. European Commission; 2015 (cited 2015 Feb 7). Available from: <a href="http://ec.europa.eu/economy_finance/ameco/user/serie/ResultSerie.cfm" target="_blank">http://ec.europa.eu/economy_finance/ameco/user/serie/ResultSerie.cfm</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366182&pid=S2182-5173201600060001000053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>54. Borgstr&#246;m F, Str&#246;m O, Kleman M, McCloskey E, Johansson H, Od&#233;n A, et al. Cost-effectiveness of bazedoxifene incorporating the FRAX&#174; algorithm in a European perspective. Osteoporos Int. 2011;22(3):955-65.</p>     <p>55. Marques A, Lourenco O, Ortsater G, et al. Cost-Effectiveness of Intervention Thresholds for the Treatment of Osteoporosis Based on FRAX&#174; in Portugal. Calcif Tissue Int 2016;99(2):131-41.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>56. Blake GM, Fogelman I. The role of DXA bone density scans in the diagnosis and treatment of osteoporosis. Postgrad Med J. 2007;83(982):509-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366185&pid=S2182-5173201600060001000056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>57. Schousboe JT, Shepherd JA, Bilezikian JP, Baim S. Executive summary of the 2013 International Society for Clinical Densitometry Position Development Conference on bone densitometry. J Clin Densitom. 2013;16(4):455-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366187&pid=S2182-5173201600060001000057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>58. Watts NB. Fundamentals and pitfalls of bone densitometry using dual-energy X-ray absorptiometry (DXA). Osteoporos Int. 2004;15(11):847-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366189&pid=S2182-5173201600060001000058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>59. Hernlund E, Svedbom A, Iverg&#229;rd M, Compston J, Cooper C, Stenmark J, et al. Osteoporosis in the European Union: medical management, epidemiology and economic burden. A report prepared in collaboration with the International Osteoporosis Foundation (IOF) and the European Federation of Pharmaceutical Industry Associations (EFPIA). Arch Osteoporos. 2013;8:136.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366191&pid=S2182-5173201600060001000059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>60. Ding H, Yang L, Du W, Teng Y, Fu SJ, Tao Y, et al. Bisphosphonates for osteoporosis in nonmetastatic prostate cancer patients receiving androgen-deprivation therapy: a systematic review and meta-analysis. Asian Pac J Cancer Prev. 2013;14(5):3337-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366193&pid=S2182-5173201600060001000060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>61. Serpa Neto A, Tobias-Machado M, Esteves MA, Senra MD, Wroclawski ML, Fonseca FL, et al. A systematic review and meta-analysis of bone metabolism in prostate adenocarcinoma. BMC Urol. 2010;10:9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366195&pid=S2182-5173201600060001000061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>62. Lattouf JB, Saad F. Bone complications of androgen deprivation therapy: screening, prevention, and treatment. Curr Opin Urol. 2010;20(3):247-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366197&pid=S2182-5173201600060001000062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>63. Charmetant C, Phaner V, Condemine A, Calmels P. Diagnosis and treatment of osteoporosis in spinal cord injury patients: a literature review. Ann Phys Rehabil Med. 2010;53(10):655-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366199&pid=S2182-5173201600060001000063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>64. Smith E, Carroll A. Bone mineral density in adults disabled through acquired neurological conditions: a review. J Clin Densitom. 2011;14(2):85-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366201&pid=S2182-5173201600060001000064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>65. Kanis JA, Johansson H, Oden A, Johnell O, de Laet C, Melton III LJ, et al. A meta-analysis of prior corticosteroid use and fracture risk. J Bone Miner Res. 2004;19(6):893-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366203&pid=S2182-5173201600060001000065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>66. Lee RH, Lyles KW, C&#243;lon-Emeric C. A review of the effect of anticonvulsant medications on bone mineral density and fracture risk. Am J Geriatr Pharmacother. 2010;8(1):34-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366205&pid=S2182-5173201600060001000066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>67. Kueper J, Beyth S, Liebergall M, Kaplan L, Schroeder JE. Evidence for the adverse effect of starvation on bone quality: a review of the literature. Int J Endocrinol. 2015;2015:ID628740.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366207&pid=S2182-5173201600060001000067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>68. Fazeli PK, Klibanski A. Anorexia nervosa and bone metabolism. Bone. 2014;66:39-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366209&pid=S2182-5173201600060001000068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>69. Sagsveen M, Farmer JE, Prentice A, Breeze A. Gonadotrophin-releasing hormone analogues for endometriosis: bone mineral density. Cochrane Database Syst Rev. 2003(4):CD001297.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366211&pid=S2182-5173201600060001000069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>70. Wu D, Hu M, Hong L, Hong S, Ding W, Min J, et al. Clinical efficacy of add-back therapy in treatment of endometriosis: a meta-analysis. Arch Gynecol Obstetr. 2014;290(3):513-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366213&pid=S2182-5173201600060001000070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>71. Fernandez H, Lucas C, H&#233;don B, Meyer JL, Mayenga JM, Roux C. One year comparison between two add-back therapies in patients treated with a GnRH agonist for symptomatic endometriosis: a randomized double-blind trial. Hum Reprod. 2004;19(6):1465-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366215&pid=S2182-5173201600060001000071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>72. Reid IR, Bolland MJ, Grey A. Effects of vitamin D supplements on bone mineral density: a systematic review and meta-analysis. Lancet. 2014;383(9912):146-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366217&pid=S2182-5173201600060001000072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>73. Boonen S, Bischoff-Ferrari HA, Cooper C, Lips P, Ljunggren O, Meunier PJ, et al. Addressing the musculoskeletal components of fracture risk with calcium and vitamin D: a review of the evidence. Calcif Tissue Int. 2006;78(5):257-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366219&pid=S2182-5173201600060001000073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>74. Bauer M, Bryce J, Hadji P. Aromatase inhibitor-associated bone loss and its management with bisphosphonates in patients with breast cancer. Breast Cancer. 2012;4:91-101.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366221&pid=S2182-5173201600060001000074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>75. Hadji P, Aapro MS, Body JJ, Bundred NJ, Brufsky A, Coleman RE, et al. Management of aromatase inhibitor-associated bone loss in postmenopausal women with breast cancer: practical guidance for prevention and treatment. Ann Oncol. 2011;22(12):2546-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366223&pid=S2182-5173201600060001000075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>76. Ligibel JA, O&#8217;Malley AJ, Fisher M, Daniel GW, Winer EP, Keating NL. Patterns of bone density evaluation in a community population treated with aromatase inhibitors. Breast Cancer Res Treat. 2012;134(3):1305-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366225&pid=S2182-5173201600060001000076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>77. Pavone ME, Bulun SE. Aromatase inhibitors for the treatment of endometriosis. Fertil Steril. 2012;98(6):1370-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366227&pid=S2182-5173201600060001000077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>78. Usluogullari B, Duvan CZ, Usluogullari CA. Use of aromatase inhibitors in practice of gynecology. J Ovarian Res. 2015;8:4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366229&pid=S2182-5173201600060001000078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>79. Vestergaard P. Bone loss associated with gastrointestinal disease: prevalence and pathogenesis. Eur J Gastroenterol Hepatol. 2003;15(8):851-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366231&pid=S2182-5173201600060001000079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>80. Brown TT, Ruppe MD, Kassner R, Kumar P, Kehoe T, Dobs AS, et al. Reduced bone mineral density in human immunodeficiency virus-infected patients and its association with increased central adiposity and postload hyperglycemia. J Clin Endocrinol Metab. 2004;89(3):1200-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366233&pid=S2182-5173201600060001000080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>81. Kanis JA, Borgstrom F, De Laet C, Johansson H, Johnell O, Jonsson B, et al. Assessment of fracture risk. Osteoporos Int. 2005;16(6):581-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366235&pid=S2182-5173201600060001000081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>82. Khan A, Grey A, Shoback D. Medical management of asymptomatic primary hyperparathyroidism: proceedings of the third international workshop. J Clin Endocrinol Metab. 2009;94(2):373-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366237&pid=S2182-5173201600060001000082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>83. Marcocci C, Bollerslev J, Khan AA, Shoback DM. Medical management of primary hyperparathyroidism: proceedings of the fourth International Workshop on the Management of Asymptomatic Primary Hyperparathyroidism. J Clin Endocrinol Metab. 2014;99(10):3607-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366239&pid=S2182-5173201600060001000083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>84. Kanis JA, Johansson H, Oden A, McCloskey EV. Guidance for the adjustment of FRAX according to the dose of glucocorticoids. Osteoporos Int. 2011;22(3):809-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366241&pid=S2182-5173201600060001000084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>85. Leslie WD, Lix LM, Johansson H, Oden A, McCloskey E, Kanis JA. Spine-hip discordance and fracture risk assessment: a physician-friendly FRAX enhancement. Osteoporos Int. 2011;22(3):839-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366243&pid=S2182-5173201600060001000085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> | <a href="#topc0">Direcci&oacute;n para correspondencia</a> | <a href="#topc0">Correspondence</a><a name="c0"></a></p>     <p>Jos&#233; Ant&#243;nio Pereira da Silva</p>     <p>Servi&#231;o de Reumatologia, 7&#186; piso,</p>     <p>Centro Hospitalar e Universit&#225;rio de Coimbra</p>     <p>Coimbra, Portugal</p>     <p>E-mail: <a href="mailto:amarques@reumahuc.org">amarques@reumahuc.org</a> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conflito de interesses</b></p>     <p>Os autores declaram n&#227;o ter conflitos de interesses.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Este artigo foi co-publicado no n.<sup>o</sup> 4 de 2016 da Acta Reumatol&#243;gica Portuguesa (Acta Reumatol Port; 41(4):305-318 Out-Dez 2016);</b></p>     <p><b>This article has been copublished in the issue no. 4 of Acta Reumatol&#243;gica Portuguesa (Acta Reumatol Port; 41(4):305-318 Oct-Dec 2016)</b></p>      ]]></body><back>
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<year>2008</year>
<volume>19</volume>
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<issue>12</issue>
<page-range>1797-804</page-range></nlm-citation>
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<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The burden of osteoporotic hip fractures in Portugal: costs, quality of life and mortality]]></article-title>
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