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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Stress e burnout em internos de medicina geral e familiar da zona Norte de Portugal: estudo transversal]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objectives: To determine the prevalence of burnout among family medicine trainees in the north region of Portugal and to test possible associations of burnout with sociodemographic and occupational factors and stress. Type of study: Cross-sectional. Location: Northern Portugal. Population: Family medicine trainees. Methods: We used a convenience sample of the trainees attending meetings of the residency program from 3 November to 11 December 2009. We used the Maslach Burnout Inventory and the Stress in Health Professionals questionnaire and collected sociodemographic and professional data. The prevalence of stress and burnout were calculated and associations between job stress and burnout were tested. Results: We studied a sample of 210 trainees (68% of the population) of whom 72% were female. The response rate was 92.5%. Most trainees reported moderate stress (n=127, 60.5%), especially in training activities and in dealing with patients. The prevalence of burnout in trainees ranged between 8.6% (95%CI 4.8-12.4) and 34.3% (95%CI 27.9-40.7), depending on the definition used. We found that 29.8% (95%CI 23.6-36.0) of trainees had high emotional exhaustion, 17.7% (95%CI 12.5-22.9) had high depersonalization and 43.4% (95%CI 36.7-50.1) had low personal accomplishment. Depersonalization was significantly higher in men (p<0.001) and among those who did not choose general practice as first choice (p<0.001). Stress scores were significantly associated with all components of the Maslach Inventory (EE p<0.001, DP p<0.001, and DP p=0.02). In addition, all six subscales of the stress questionnaire were significantly associated with EE (p<0.001), five with DP (p<0.001) and salary with RP (p<0.01). Conclusions: This study found an estimated prevalence of burnout similar to that found in other studies. This stresses the importance of prevention and intervention strategies for this vulnerable group.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>ESTUDOS ORIGINAIS</b></font></p>     <p><font size="4"><b>Stress e burnout em internos de medicina   geral e familiar da zona Norte de Portugal: estudo transversal</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Stress   and burnout in family medicine trainees in the North of Portugal: a cross-sectional study</b></font></p>     <p><b>Paula Mendes,<sup>1</sup> V&#237;tor Portela   Cardoso,<sup>2</sup> John Yaphe<sup>3</sup></b></p>     <p>1. M&#233;dica   Assistente de Medicina Geral e Familiar. ARS Norte </p>     <p>2. M&#233;dico   Assistente de Medicina Geral e Familiar. UCSP Espor&#245;es, ACES C&#225;vado I -   Braga, ARS Norte</p>     <p>3. Professor   Associado. Instituto de Ci&#234;ncias da Vida e Sa&#250;de (ICVS), Escola de Ci&#234;ncias da   Sa&#250;de, Universidade do Minho e ICVS / 3B Laborat&#243;rio Associado.</p>     <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> | <a href="#c0">Direcci&oacute;n para correspondencia</a> | <a href="#c0">Correspondence</a><a name="topc0"></a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Objetivos:</b> Determinar a preval&#234;ncia de <i>burnout</i> em internos de medicina geral e   familiar da zona Norte de Portugal e testar poss&#237;veis associa&#231;&#245;es com fatores   sociodemogr&#225;ficos, profissionais e <i>stress.</i></p>     <p><b>Tipo de estudo:</b> Observacional,   transversal, com componente anal&#237;tica.</p>     <p><b>Local:</b> Zona Norte de Portugal.</p>     <p><b>Popula&#231;&#227;o:</b> M&#233;dicos internos de medicina   geral e familiar.</p>     <p><b>M&#233;todos:</b> Amostra de conveni&#234;ncia   constitu&#237;da pelos internos presentes nas reuni&#245;es das dire&#231;&#245;es de internato   entre 3 de novembro a 11 de dezembro de 2009. Aplic&#225;mos o Question&#225;rio de <i>Stress</i> nos Profissionais de Sa&#250;de, o   invent&#225;rio de <i>burnout</i> de <i>Maslach</i> e colhemos dados   sociodemogr&#225;ficos e profissionais. Calcul&#225;mos a preval&#234;ncia de <i>burnout</i> e test&#225;mos associa&#231;&#245;es entre o <i>stress</i> laboral e o <i>burnout.</i></p>     <p><b>Resultados:</b> Estud&#225;mos uma amostra de   210 internos (68% da popula&#231;&#227;o), dos quais 72% eram mulheres. A taxa de   resposta foi de 92,5%. A maioria dos internos referiu <i>stress</i> moderado (<i>n</i>=127,   60,5%), sobretudo nas a&#231;&#245;es de forma&#231;&#227;o e em lidar com os pacientes. A   preval&#234;ncia de burnout variou entre 8,6% (IC95% 4,8-12,4%) e 34,3% (IC95%   27,9-40,7%), consoante a defini&#231;&#227;o utilizada. Observ&#225;mos que 29,8% (IC95%   23,6-36,0%) dos internos apresentavam exaust&#227;o emocional (EE) elevada, 17,7%   (IC95% 12,5-22,9%) despersonaliza&#231;&#227;o (DP) elevada e 43,4% (IC95% 36,7-50,1%)   baixa realiza&#231;&#227;o pessoal (RP). A DP foi significativamente maior nos homens (<i>p</i>&lt;0,001) e naqueles que n&#227;o tinham   escolhido a medicina geral e familiar como primeira op&#231;&#227;o (<i>p</i>&lt;0,001). O n&#237;vel de stress associou-se significativamente com   as tr&#234;s dimens&#245;es do burnout (EE <i>p</i>&lt;0,001,   DP <i>p</i>&lt;0,001 e RP <i>p</i>=0,02). Al&#233;m disso, os seis dom&#237;nios de   stress associaram-se com a EE (<i>p</i>&lt;0,01),   cinco com a DP (<i>p</i>&lt;0,001) e o   dom&#237;nio carreira e remunera&#231;&#227;o com a RP (<i>p</i>&lt;0,01).</p>     <p><b>Conclus&#245;es:</b> Este estudo encontrou uma   preval&#234;ncia estimada de <i>burnout</i> em   internos de medicina geral e familiar similar a outros estudos. Os resultados   obtidos sublinham a import&#226;ncia na ado&#231;&#227;o de estrat&#233;gias de preven&#231;&#227;o neste   grupo vulner&#225;vel.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> <i>Burnout;</i> Stress psicol&#243;gico; Medicina geral e familiar; Internato.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>    <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Objectives:</b> To determine the prevalence   of burnout among family medicine trainees in the north region of Portugal and   to test possible associations of burnout with sociodemographic and occupational   factors and stress.</p>     <p><b>Type of study:</b> Cross-sectional. </p>     <p><b>Location:</b> Northern Portugal.</p>     <p><b>Population:</b> Family medicine trainees.</p>     <p><b>Methods:</b> We used a convenience sample   of the trainees attending meetings of the residency program from 3 November to   11 December 2009. We used the Maslach Burnout Inventory and the Stress in   Health Professionals questionnaire and collected sociodemographic and   professional data. The prevalence of stress and burnout were calculated and   associations between job stress and burnout were tested.</p>     <p><b>Results:</b> We studied a sample of 210   trainees (68% of the population) of whom 72% were female. The response rate was   92.5%. Most trainees reported moderate stress (<i>n</i>=127, 60.5%), especially in training activities and in dealing   with patients. The prevalence of burnout in trainees ranged between 8.6% (95%CI   4.8-12.4) and 34.3% (95%CI 27.9-40.7), depending on the definition used. We   found that 29.8% (95%CI 23.6-36.0) of trainees had high emotional exhaustion,   17.7% (95%CI 12.5-22.9) had high depersonalization and 43.4% (95%CI 36.7-50.1)   had low personal accomplishment. Depersonalization was significantly higher in   men (<i>p</i>&lt;0.001) and among those who   did not choose general practice as first choice (<i>p</i>&lt;0.001). Stress scores were significantly associated with all   components of the Maslach Inventory (EE <i>p</i>&lt;0.001,   DP <i>p</i>&lt;0.001, and DP <i>p</i>=0.02). In addition, all six subscales   of the stress questionnaire were significantly associated with EE (<i>p</i>&lt;0.001), five with DP (<i>p</i>&lt;0.001) and salary with RP (<i>p</i>&lt;0.01).</p>     <p><b>Conclusions:</b> This study found an   estimated prevalence of burnout similar to that found in other studies. This   stresses the importance of prevention and intervention strategies for this   vulnerable group.</p>     <p><b>Keywords:</b> Professional burnout;   Psychological stress; General practice; Internship.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>    <p><b>Introdu&#231;&#227;o</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nos &#250;ltimos   anos t&#234;m sido realizados diversos estudos a n&#237;vel mundial sobre <i>stress</i> ocupacional e <i>burnout</i> em m&#233;dicos internos de medicina   geral e familiar (MGF), mas pouco se sabe sobre este fen&#243;meno em Portugal.<sup>1-2</sup></p>     <p>A s&#237;ndroma   de <i>burnout,</i> descrita pela primeira   vez na d&#233;cada de 70 por Freudenberg, &#233; caracterizada por tr&#234;s dimens&#245;es   independentes que podem aparecer associadas: a exaust&#227;o emocional (EE) elevada,   caracterizada pela perda de capacidade e/ou de recursos emocionais para lidar   com o outro; a despersonaliza&#231;&#227;o (DP) elevada, que diz respeito ao   desenvolvimento de atitudes de indiferen&#231;a e cinismo em rela&#231;&#227;o aos outros; e a   baixa realiza&#231;&#227;o profissional (RP) que representa um estado de insatisfa&#231;&#227;o do   qual resultam sentimentos de incompet&#234;ncia e baixa auto-estima.<sup>3-4</sup> O <i>burnout</i> &#233; a consequ&#234;ncia a uma   resposta ao <i>stress</i> laboral cr&#243;nico,   contudo n&#227;o deve ser confundido com este.<sup>5</sup> O <i>stress</i> ocupacional reflete um desequil&#237;brio entre as exig&#234;ncias do   trabalho e as capacidades, recursos ou necessidades do trabalhador.<sup>6-7</sup></p>     <p>A   Organiza&#231;&#227;o Mundial da Sa&#250;de (OMS) afirma que a s&#237;ndroma de <i>burnout</i> &#233; uma das principais doen&#231;as do   Mundo Ocidental, sendo mais prevalente nas profiss&#245;es que envolvem um contacto   interpessoal bem como aten&#231;&#227;o intensa e prolongada a pessoas em situa&#231;&#227;o de   depend&#234;ncia, de que s&#227;o exemplo os m&#233;dicos, enfermeiros ou assistentes sociais.<sup>3,5,8</sup> Apesar da dificuldade em estimar a magnitude deste fen&#243;meno, a OMS admite que   pode afetar at&#233; 40% dos m&#233;dicos a um n&#237;vel suficiente para comprometer o   bem-estar pessoal ou o desempenho profissional, sendo que a preval&#234;ncia tem   vindo a aumentar para n&#237;veis preocupantes.<sup>9-10</sup></p>     <p>N&#227;o &#233;   un&#226;nime qual a especialidade m&#233;dica mais afetada pelo <i>burnout;</i><sup>11-13</sup> no entanto, a preval&#234;ncia em m&#233;dicos de   MGF parece ser elevada devido a caracter&#237;sticas espec&#237;ficas, como o elevado   n&#250;mero de consultas por semana, o trabalho individual, os reduzidos tempos de   consulta, a rela&#231;&#227;o m&#233;dico-doente mais pr&#243;xima, as exig&#234;ncias dos doentes e o   trabalho burocr&#225;tico.<sup>14-17</sup></p>     <p>A perce&#231;&#227;o   do <i>stress</i> &#233; subjetiva e tem um   impacto diferente de indiv&#237;duo para indiv&#237;duo. Os fatores etiol&#243;gicos do <i>burnout</i> dividem-se em caracter&#237;sticas   individuais, como o tipo de personalidade e avalia&#231;&#227;o cognitiva, autoestima,   perfecionismo e uso de estrat&#233;gias de <i>coping;</i> em caracter&#237;sticas do trabalho, caracter&#237;sticas organizacionais e   caracter&#237;sticas familiares/sociais.<sup>6,18-22</sup> Apesar de n&#227;o estar   esclarecido o impacto de cada um destes fatores na s&#237;ndroma de <i>burnout,</i> est&#225; demonstrada uma maior   associa&#231;&#227;o com os fatores profissionais do que com os sociodemogr&#225;ficos.<sup>10,23-24</sup></p>     <p>Existe uma   preocupa&#231;&#227;o crescente nesta &#225;rea devido ao seu impacto n&#227;o s&#243; a n&#237;vel individual,   como tamb&#233;m profissional e organizacional.<sup>7</sup> Alguns estudos   demonstraram inclusive uma associa&#231;&#227;o entre profissionais sob <i>stress</i> e a sua <i>performance</i> ou at&#233; erros m&#233;dicos percecionados quer pelos m&#233;dicos   quer pelos doentes.<sup>25-28</sup></p>     <p>Os internos   de MGF foram o alvo deste estudo, uma vez que alguns estudos obtiveram   preval&#234;ncias de <i>burnout</i> elevadas   nesta categoria profissional. Neste per&#237;odo ocorre uma transi&#231;&#227;o das   expectativas idealistas desenvolvidas durante a forma&#231;&#227;o para o mundo real da   pr&#225;tica quotidiana, come&#231;ando o jovem profissional a tomar consci&#234;ncia de que   as recompensas pessoais, profissionais e econ&#243;micas que recebe podem n&#227;o   corresponder &#224;s esperadas.<sup>28-29</sup> Al&#233;m disso, &#233; caracterizado por   aumento da responsabilidade profissional, sobrecarga de trabalho, competi&#231;&#227;o   interpares associado a isolamento social, fadiga, priva&#231;&#227;o do sono e receio de   cometer erros.<sup>13,28,30</sup> Assim, os objetivos deste estudo foram   determinar a preval&#234;ncia de <i>burnout</i> em internos de MGF da zona Norte de Portugal (IMGFZN) e testar poss&#237;veis   associa&#231;&#245;es deste com vari&#225;veis sociodemogr&#225;ficas e profissionais. Ao   identificar popula&#231;&#245;es vulner&#225;veis poder&#225; ser poss&#237;vel desenhar estrat&#233;gias   dirigidas e apropriadas de preven&#231;&#227;o e interven&#231;&#227;o. </p>     <p><b>M&#233;todos</b></p>     <p>Realiz&#225;mos   um estudo observacional, transversal, com componente anal&#237;tica, cuja popula&#231;&#227;o   alvo foram os IMGFZN que se encontravam distribu&#237;dos pelos distritos de Braga,   Bragan&#231;a, Porto, Viana do Castelo, Vila Real e Aveiro. Segundo os dados da   Administra&#231;&#227;o Regional de Sa&#250;de do Norte (ARSN), em setembro de 2009, essa   popula&#231;&#227;o correspondia a 311 internos. Realiz&#225;mos um estudo piloto a cinco   internos a fim de aferir a aplicabilidade e exequibilidade do question&#225;rio e   identificar obst&#225;culos n&#227;o previstos no protocolo de investiga&#231;&#227;o. Posteriormente   utiliz&#225;mos uma amostra de conveni&#234;ncia constitu&#237;da pelos internos presentes nas   11 reuni&#245;es das dire&#231;&#245;es de internato da zona Norte e que aceitaram participar   voluntariamente no estudo, no per&#237;odo compreendido entre 3 de novembro e 11 de   dezembro de 2009. A recolha dos dados foi realizada atrav&#233;s de um question&#225;rio   de autopreenchimento, confidencial e an&#243;nimo.</p>     <p>Este estudo   de investiga&#231;&#227;o foi autorizado pela Coordena&#231;&#227;o de Internato de MGF da zona   Norte e aprovado pela comiss&#227;o de &#233;tica da ARSN. Todos os participantes   assinaram o respetivo termo de consentimento informado.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O   question&#225;rio encontrava-se dividido em tr&#234;s sec&#231;&#245;es. A sec&#231;&#227;o A era constitu&#237;da   pelo Question&#225;rio de <i>Stress</i> nos   Profissionais de Sa&#250;de (QSPS).<sup>31-32</sup> Este instrumento possui 22 itens   relativos a potenciais fontes de <i>stress</i> associadas &#224; profiss&#227;o, respondidos numa escala tipo <i>Likert</i> de 5 pontos (0 - Nenhum <i>stress</i> a 4 - Elevado <i>stress</i>).   Esses itens distribu&#237;am-se em seis dom&#237;nios: lidar com os doentes, rela&#231;&#245;es   profissionais, excesso de trabalho, carreira e remunera&#231;&#227;o, a&#231;&#245;es de forma&#231;&#227;o e   problemas familiares.</p>     <p>A pontua&#231;&#227;o   de cada dom&#237;nio foi obtida atrav&#233;s da m&#233;dia de todos os itens de cada dom&#237;nio.</p>     <p>Para   avalia&#231;&#227;o do <i>burnout</i> aplic&#225;mos o   Invent&#225;rio de <i>Burnout</i> de <i>Maslach</i> (MBI-HSS) - sec&#231;&#227;o B   - desenvolvida por Christina Maslach.<sup>33</sup> Utiliz&#225;mos uma vers&#227;o   traduzida para portugu&#234;s que inclu&#237;a 22 itens avaliados numa escala tipo <i>Likert</i> de 7 pontos (0 - Nunca a 6   - Todos os dias), sendo distribu&#237;dos pelas tr&#234;s dimens&#245;es do <i>burnout</i> (EE, DP e RP).<sup>34-35</sup> &#192;   semelhan&#231;a de outros estudos anteriores e pelo facto de n&#227;o existirem dados   aferidos para a popula&#231;&#227;o portuguesa para classificar os participantes como   tendo n&#237;veis elevados, m&#233;dios ou baixos em cada dimens&#227;o do <i>burnout</i> adot&#225;mos os seguintes pontos de   corte: <i>score</i> EE: baixa &#8804;13,   m&#233;dia 14-26 e elevada &#8805;27; <i>score</i> DP: baixa &#8804;5, m&#233;dia 6-9 e elevada &#8805;10; <i>score</i> RP (pontua de modo inverso): baixa &#8804;33, m&#233;dia 32-39 e   elevada &#8805;40.<sup>10,36</sup> Para a defini&#231;&#227;o da s&#237;ndroma de <i>burnout</i> adot&#225;mos as seguintes   defini&#231;&#245;es: (1) elevados n&#237;veis de EE e DP combinada com RP baixa;<sup>37</sup>e   (2) EE e/ou DP elevada.<sup>38-39</sup></p>     <p>Por &#250;ltimo,   a sec&#231;&#227;o C visava obter dados demogr&#225;ficos (idade, sexo, estado civil, n&#250;mero   de filhos, se o(a) companheiro(a) ou marido/esposa se encontra na mesma   carreira profissional) e vari&#225;veis profissionais (ano de especialidade,   institui&#231;&#227;o da gradua&#231;&#227;o, local de trabalho, n&#250;mero de horas de trabalho   semanais, satisfa&#231;&#227;o profissional, motiva&#231;&#227;o inicial e atual para a   especialidade, satisfa&#231;&#227;o com o programa de internato, satisfa&#231;&#227;o com o local   de forma&#231;&#227;o, se MGF foi a primeira op&#231;&#227;o como especialidade, se voltariam a   escolher MGF e local de forma&#231;&#227;o).</p>     <p>Para a   an&#225;lise dos resultados recorremos ao programa <i>Statistical Package for the Social Sciences</i>&#174; (SPSS, vers&#227;o 17.0 for <i>Windows</i>&#169; SPSS Inc., 1989-2008).   Realiz&#225;mos uma an&#225;lise descritiva dos dados, bem como anal&#237;tica. Na an&#225;lise   bivari&#225;vel utiliz&#225;mos testes n&#227;o param&#233;tricos (qui-quadrado de <i>Pearson, Mann-Whitney,</i> Kruskall-Wallis e   correla&#231;&#227;o de <i>Spearman</i>), uma vez que   nenhuma vari&#225;vel quantitativa apresentou uma distribui&#231;&#227;o normal, segundo o   coeficiente de <i>Kolmogorov-Smirnov.</i> Consider&#225;mos existir signific&#226;ncia estat&#237;stica para valores de <i>p</i>&#8804;0,05 com um intervalo de   confian&#231;a (IC) de 95%.</p>     <p>Exclu&#237;mos da   amostra os participantes do estudo piloto, todos os que se recusaram a   participar e aqueles que n&#227;o responderam a &#8805;20% de perguntas do   question&#225;rio total.<sup>40</sup> No caso das escalas QSPS e MBI-HSS exclu&#237;mos   apenas para an&#225;lise das respetivas escalas os question&#225;rios em que uma ou mais   pergunta(s) n&#227;o fosse(m) respondida(s), a fim de n&#227;o interferir na pontua&#231;&#227;o   total de cada dom&#237;nio.</p>     <p>Assumindo   uma preval&#234;ncia esperada de <i>burnout</i> de 30%, uma precis&#227;o de 0,05 e um IC de 95%, a dimens&#227;o amostral necess&#225;ria   para uma amostra aleat&#243;ria da popula&#231;&#227;o seria de 159, segundo o programa Epi   Info<sup>TM</sup>7. Os autores adotaram as normas STROBE para a reda&#231;&#227;o do   presente estudo.<sup>41</sup></p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>Da amostra   de 227 m&#233;dicos internos foram inclu&#237;dos 210, o correspondente a uma taxa de   resposta de 92,5% (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="f1"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v33n1/33n1a03f1.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Caracteriza&#231;&#227;o sociodemogr&#225;fica da amostra</b></p>     <p>Na amostra   estudada, 71,9% (<i>n</i>=151) (IC95%   65,8-78,0%) dos internos era do sexo feminino, com uma idade mediana de 28   anos, compreendidas entre 25 e 54 anos. A distribui&#231;&#227;o por sexo na amostra era   semelhante &#224; da popula&#231;&#227;o total, onde a propor&#231;&#227;o de indiv&#237;duos do sexo   feminino era de 67,8%. A propor&#231;&#227;o de internos do primeiro ano na nossa amostra   (48,7%, IC95% 41,9-55,5%) era ligeiramente superior &#224; verificada na popula&#231;&#227;o   (41,4%) e a propor&#231;&#227;o de internos do terceiro ano na nossa amostra (20,1%,   IC95% 14,7-25,5%) era ligeiramente inferior &#224; da popula&#231;&#227;o em estudo (29%).</p>     <p>A   caracteriza&#231;&#227;o sociodemogr&#225;fica encontra-se descrita no <a href="#q1">Quadro I</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v33n1/33n1a03q1.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>      <p><b>An&#225;lise psicom&#233;trica da escala MBI-HSS</b></p>     <p>Na an&#225;lise   da consist&#234;ncia interna, o valor do Alfa de <i>Cronbach</i> para a EE e RP foram elevados, respetivamente 0,884 e 0,821 e o da DP obteve um   coeficiente considerado m&#233;dio (0,691). Eliminando o pior item, os valores do   Alfa de <i>Cronbach</i> corrigidos n&#227;o   sofriam altera&#231;&#245;es relevantes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Satisfa&#231;&#227;o profissional</b></p>     <p>A maioria   dos internos classificou como boa ou muito boa a sua satisfa&#231;&#227;o profissional (<i>n</i>=156, 75%) e a sua satisfa&#231;&#227;o com o   local de forma&#231;&#227;o (<i>n</i>=150, 72,1%). No   entanto, os internos parecem insatisfeitos quanto ao programa de forma&#231;&#227;o,   sendo classificada como &#8220;muito baixa, baixa ou suficiente&#8221; em 54,7% (<i>n</i>=114) dos questionados (<a href="#f2">Figura 2</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="f2"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v33n1/33n1a03f2.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>      <p>A MGF foi   referida como a primeira op&#231;&#227;o na escolha da especialidade em 70,8% (<i>n</i>=148) dos question&#225;rios. Estes internos   apresentaram significativamente melhor satisfa&#231;&#227;o profissional (78,8%) do que   os que n&#227;o escolheram MGF como primeira op&#231;&#227;o (64,6%) (<i>p</i>=0,046). Apesar disso, 78,1% dos internos (<i>n</i>=164) voltariam a escolher MGF como especialidade e um pouco menos   (<i>n</i>=145, 70%) voltaria a escolher o   mesmo local de forma&#231;&#227;o.</p>     <p><b>Fontes de stress - Escala QSPS</b></p>     <p>A maioria   dos internos referiu <i>stress</i> moderado   (<i>n</i>=127, 60,5%). Avaliando os seis   dom&#237;nios da escala QSPS, os internos referiram sentir maior <i>stress</i> nas a&#231;&#245;es de forma&#231;&#227;o e em lidar   com os pacientes, especialmente as participantes do sexo feminino (<i>p</i>&lt;0,001 e <i>p</i>&lt;0,004, respetivamente). No <a href="#q2">Quadro II</a> encontram-se descritos os   resultados nos seis dom&#237;nios da escala QSPS.</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="q2"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v33n1/33n1a03q2.jpg"/></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p>Analisando   cada uma das 22 fontes de <i>stress</i> da   escala, as tr&#234;s percecionadas como causadoras de maior <i>stress</i> foram: &#8220;tomar decis&#245;es onde os erros possam ter   consequ&#234;ncias graves para os doentes&#8221; (<i>n</i>=126,   60%), seguido de &#8220;excesso de trabalho e/ou tarefas de car&#225;cter burocr&#225;tico&#8221; (<i>n</i>=124, 59,1%) e &#8220;falar/fazer   apresenta&#231;&#245;es em p&#250;blico&#8221; (<i>n</i>=116,   55,2%).</p>     <p><b>Preval&#234;ncia de <i>burnout</i></b></p>     <p>Observ&#225;mos   que 29,8% (IC95% 23,6-36,0%) dos internos apresentava uma EE elevada, 17,7%   (IC95% 12,5-22,9%) uma DP elevada e 43,4% uma RP baixa (IC95% 36,7-50,1%).   Assim, a RP foi a dimens&#227;o da s&#237;ndroma de <i>burnout</i> mais afetada das tr&#234;s (<a href="#q3">Quadro III</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="q3"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v33n1/33n1a03q3.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>      <p>Calculando a   mediana de cada uma das tr&#234;s dimens&#245;es do <i>burnout</i> e comparando com os valores de refer&#234;ncia, obtivemos que a EE encontrava-se no   n&#237;vel m&#233;dio, a DP no n&#237;vel baixo e a RP no n&#237;vel m&#233;dio (<a href="#q4">Quadro IV</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="q4"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v33n1/33n1a03q4.jpg"/></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p>Quanto ao   n&#250;mero de dimens&#245;es do <i>burnout</i> afetadas, 58,6% (<i>n</i>=116) tinha pelo   menos uma dimens&#227;o afetada e 8,6% (<i>n</i>=17)   revelaram todas as dimens&#245;es afetadas (<a href="#f3">Figura 3</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="f3"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v33n1/33n1a03f3.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>      <p>Legenda: EE   - Exaust&#227;o Emocional; DP - Despersonaliza&#231;&#227;o; RP - Realiza&#231;&#227;o   Profissional.</p>     <p>Segundo os   crit&#233;rios definidos, obtivemos uma preval&#234;ncia de <i>burnout</i> nos internos de MGF de 8,6% (<i>n</i>=17) (IC95% 4,8-12,4%) para a defini&#231;&#227;o 1 (EE e DP elevada + RP   baixa) e 34,3% (<i>n</i>=68) (IC95%   27,9-40,7%) para a defini&#231;&#227;o 2 (EE e/ou DP elevada).</p>     <p><b><i>Burnout   e vari&#225;veis sociodemogr&#225;ficas e profissionais</i></b></p>     <p>Os   resultados da an&#225;lise inferencial entre as caracter&#237;sticas sociodemogr&#225;ficas e   profissionais com EE elevado, DP elevado e RP baixo encontram-se no <a href="#q5">Quadro V</a>.   Os homens estavam mais despersonalizados do que as mulheres (<i>p</i>=0,001). A elevada EE foi significativamente   maior nos internos com menor satisfa&#231;&#227;o profissional (<i>p</i>&lt;0,001), menor motiva&#231;&#227;o atual (<i>p</i>&lt;0,001), menor satisfa&#231;&#227;o com o programa de forma&#231;&#227;o (<i>p</i>=0,003) ou com o local de forma&#231;&#227;o (<i>p</i>&lt;0,001). A DP revelou-se   significativamente elevada em internos com menor satisfa&#231;&#227;o profissional (<i>p</i>=0,05), menor motiva&#231;&#227;o atual (<i>p</i>&lt;0,001), menor satisfa&#231;&#227;o com local   de forma&#231;&#227;o (<i>p</i>=0,016) e com o facto   de n&#227;o ter escolhido MGF como primeira op&#231;&#227;o (<i>p</i>=0,019). Por &#250;ltimo, a RP foi significativamente menor nos   internos com menor motiva&#231;&#227;o inicial (<i>p</i>=0,015)   ou atual (<i>p</i>=0,011).</p>     <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="q5"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v33n1/33n1a03q5.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>      <p>No <a href="#q6">Quadro VI</a>   representa-se a an&#225;lise bivari&#225;vel entre as tr&#234;s dimens&#245;es do <i>burnout</i> e a escala QSPS.   Observou&#8208;se que a pontua&#231;&#227;o obtida na EE e DP aumentava progressivamente   com o aumento do n&#237;vel de stress (<i>p</i>&lt;0,001   e <i>p</i>&lt;0,001) bem como com o aumento   da sua frequ&#234;ncia (<i>p</i>&lt;0,001 e   0,001). Adicionalmente, quanto maior o n&#237;vel de <i>stress</i> percecionado, menor era a RP (<i>p</i>=0,02).</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="q6"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v33n1/33n1a03q6.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>      <p>O   coeficiente de correla&#231;&#227;o de <i>Spearman</i> demonstrou uma associa&#231;&#227;o positiva e estatisticamente significativa da   pontua&#231;&#227;o obtida na EE com todos os dom&#237;nios da QSPS (<i>p</i>&lt;0,001). De igual modo, n&#237;veis mais elevados de DP   associaram-se a maiores n&#237;veis de <i>stress</i> nos dom&#237;nios: lidar com pacientes (<i>p</i>=0,01),   excesso de trabalho (<i>p</i>&lt;0,001),   problemas familiares (<i>p</i>&lt;0,001),   carreira e remunera&#231;&#227;o (<i>p</i>&lt;0,001) e   rela&#231;&#245;es profissionais (<i>p</i>&lt;0,001).   A pontua&#231;&#227;o da RP variou inversamente com a &#8220;carreira e remunera&#231;&#227;o&#8221; (<i>p</i>=0,002).</p>     <p><b>Discuss&#227;o</b></p>     <p>Este estudo   avaliou a preval&#234;ncia de <i>burnout</i> em   internos de MGF da zona Norte de Portugal, tendo encontrado valores similares a   outros estudos (informa&#231;&#227;o detalhada no <a href="#q7">Quadro VII</a>). Da amostra que estud&#225;mos,   29,8% dos internos apresentava EE elevada, 17,7% DP elevada e 43,4% RP baixa,   sendo que 58,6% tinha pelo menos uma dimens&#227;o afetada. A preval&#234;ncia de <i>burnout</i> variou entre 8,6% e 34,3%,   respetivamente para a defini&#231;&#227;o 1 e 2. Estes valores foram superiores aos do   estudo sobre <i>burnout</i> em m&#233;dicos de   fam&#237;lia portugueses (<a href="#q7">Quadro VII</a>).<sup>36</sup> Nomeadamente, os IMGFZN   revelaram ter cerca de duas vezes mais as dimens&#245;es do <i>burnout</i> afetadas do que os seus colegas especialistas, indicando   que os primeiros poder&#227;o estar sob maior <i>burnout.</i> J&#225; o estudo EGPRN, realizado em 2008 a m&#233;dicos de fam&#237;lia europeus (n&#227;o incluiu   Portugal), obteve n&#237;veis de <i>burnout</i> superiores ao nosso estudo, com exce&#231;&#227;o da RP, que esteve mais afetada nos   internos portugueses.<sup>10</sup> Num outro estudo, realizado em internos de   MGF em Fran&#231;a, os n&#237;veis de <i>burnout</i> eram ligeiramente inferiores aos de Portugal aqui apresentados.<sup>1</sup></p>     <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="q7"></a><img src="/img/revistas/rpmgf/v33n1/33n1a03q7.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>      <p>Os valores   da preval&#234;ncia de <i>burnout</i> s&#227;o   vari&#225;veis entre as investiga&#231;&#245;es realizadas, o que poder&#225; ser o reflexo de   v&#225;rios fatores. Por um lado, n&#227;o existe uma forma consensual de medir o <i>burnout.</i> Alguns estudos afirmam que   basta ter uma das dimens&#245;es afetadas para definir a s&#237;ndroma,<sup>42-43</sup> enquanto outros exigem um trio constitu&#237;do por EE e DP elevadas e RP baixa.<sup>44-45</sup> Por outro lado, a aus&#234;ncia de valores normativos para a popula&#231;&#227;o portuguesa   pode subestimar a preval&#234;ncia de <i>burnout.</i> Apesar de a escala MBI-HSS ter sido j&#225; alvo de trabalhos de tradu&#231;&#227;o e   valida&#231;&#227;o para Portugal,<sup>34-35</sup> seria importante usar valores de   refer&#234;ncia adaptados &#224; cultura do pa&#237;s e &#224;s diferentes popula&#231;&#245;es estudadas   (m&#233;dicos <i>vs</i> m&#233;dicos internos). No   processo de verifica&#231;&#227;o das propriedades psicom&#233;tricas, a MBI-HSS revelou ter   uma boa consist&#234;ncia interna na generalidade das dimens&#245;es que pretendeu medir,   revelando ser um instrumento fi&#225;vel, sens&#237;vel e v&#225;lido para medir o <i>burnout</i> na popula&#231;&#227;o estudada.</p>     <p>As mulheres   apresentaram valores m&#233;dios mais elevados de EE e n&#237;veis mais baixos de RP do   que os homens, por&#233;m, sem uma diferen&#231;a estatisticamente significativa.   Adicionalmente, os internos homens eram os que estavam mais despersonalizados,   como j&#225; verificado noutros estudos.<sup>10,46-47</sup> Todavia, no estudo de   Gisela Marcelino foram os homens que apresentaram maiores n&#237;veis de EE e DP   associados a menor RP, real&#231;ando o envolvimento da mulher na fam&#237;lia e o papel   dos filhos como fator protetor.<sup>36</sup> Os dados relativos &#224;s diferen&#231;as   entre sexo s&#227;o importantes pelo facto de se verificar um aumento progressivo do   sexo feminino na popula&#231;&#227;o m&#233;dica.<sup>48</sup></p>     <p>Quanto &#224;   satisfa&#231;&#227;o profissional, 75% dos internos classificou-a como boa ou muito boa e   apenas 5,8% como baixa ou muito baixa. Um estudo mais recente, realizado tamb&#233;m   em IMGZN, obteve dados semelhantes com apenas 5% dos internos a mostrarem-se   insatisfeitos ou muito insatisfeitos.<sup>49</sup> Por outro lado, a menor   satisfa&#231;&#227;o profissional, menor motiva&#231;&#227;o, menor satisfa&#231;&#227;o com o programa de   forma&#231;&#227;o e com o local de forma&#231;&#227;o associaram-se a algumas dimens&#245;es do <i>burnout.</i> Em 2005, uma meta-an&#225;lise   concluiu que indiv&#237;duos com n&#237;veis de satisfa&#231;&#227;o laboral mais baixos apresentavam   n&#237;veis de <i>burnout</i> mais elevados,   menor autoestima e mais problemas psicol&#243;gicos, como depress&#227;o e ansiedade.<sup>50</sup></p>     <p>Cerca de um   ter&#231;o dos internos referem que o seu/sua companheiro(a) ou marido/esposa est&#225;   na mesma carreira profissional. Estudos anteriores demonstraram que estar   casado com outro m&#233;dico tinha impacto em termos familiares e profissionais, uma   vez que eram mais felizes, divorciavam-se menos, mas estariam sob maior <i>stress</i> e mais sujeitos a <i>burnout.</i><sup>17,51</sup> Embora sem   diferen&#231;as significativas, no nosso estudo os internos com parceiro(a) na mesma   carreira estavam menos exaustos e mais realizados pessoalmente, apesar de mais   despersonalizados.</p>     <p>Tem sido   questionado se a escolha pela especialidade m&#233;dica de MGF n&#227;o ser&#225; influenciada   pela dificuldade de acesso a especialidades hospitalares. &#201; prov&#225;vel que at&#233;   certo ponto isto se verifique, uma vez que o maior volume de escolhas de MGF   centra-se nas classifica&#231;&#245;es mais baixas,<sup>52</sup> podendo a escolha pela   MGF ser uma segunda op&#231;&#227;o para alguns.<sup>50,53</sup> No nosso estudo   verificou-se que os cerca de 30% dos internos que n&#227;o escolheram MGF como   primeira op&#231;&#227;o tinham significativamente uma menor satisfa&#231;&#227;o profissional e   uma maior despersonaliza&#231;&#227;o. No entanto, apenas 8,6% admitiram n&#227;o voltar a   escolher MGF. Um estudo posterior, realizado entre 2011 e 2013, revelou que 76%   dos IMGFZN escolheram MGF como primeira op&#231;&#227;o, estando estes mais satisfeitos   com o internato do que os que n&#227;o viram esta especialidade como preferencial (<i>p</i>=0,001).<sup>49</sup></p>     <p>Os internos   que referiram percecionar elevados n&#237;veis de <i>stress</i> estavam sob elevada exaust&#227;o emocional e encontravam-se   menos realizados pessoalmente, segundo os valores de refer&#234;ncia nas dimens&#245;es   EE (&#8805;27) e RP (&#8804;33). As fontes de <i>stress</i> da escala QSPS estiveram particularmente associadas &#224;s   dimens&#245;es de burnout EE e DP, sendo que apenas o dom&#237;nio &#8220;carreira e   remunera&#231;&#227;o&#8221; se associou simultaneamente com as tr&#234;s dimens&#245;es afetadas. Sendo   o <i>burnout</i> uma consequ&#234;ncia ao <i>stress</i> laboral cr&#243;nico, a associa&#231;&#227;o   entre estes dois problemas n&#227;o foi surpreendente.<sup>5</sup></p>     <p>O nosso   estudo apresenta algumas limita&#231;&#245;es que n&#227;o podem ser negligenciadas. A amostra   utilizada foi de conveni&#234;ncia, podendo introduzir um vi&#233;s de sele&#231;&#227;o. Apesar   disto, real&#231;amos o facto de que a amostra estudada foi superior &#224; amostra   necess&#225;ria para ser representativa da popula&#231;&#227;o. &#201; poss&#237;vel, por&#233;m, que os   internos que n&#227;o estiveram presentes nas reuni&#245;es estejam sob maior <i>stress</i> e com mais <i>burnout.</i> A altura da recolha dos dados (novembro e dezembro de   2009) pode ter ainda sobrestimado a preval&#234;ncia de <i>burnout,</i> uma vez que &#233; uma fase do internato mais exigente com a   proximidade das avalia&#231;&#245;es anuais. Por outro lado, a utiliza&#231;&#227;o de um   question&#225;rio de autopreenchimento est&#225; sujeita a erros de interpreta&#231;&#227;o e   poder&#225; ter havido tend&#234;ncia para os internos responderem o que &#233; socialmente   correto (desejabilidade social). Adicionalmente, os autores consideram que o   question&#225;rio &#233; relativamente extenso. Outras limita&#231;&#245;es poder&#227;o estar   relacionadas com os quatro question&#225;rios exclu&#237;dos da an&#225;lise por preenchimento   indevido e em que, apesar de identificados os dados omissos, n&#227;o foi realizada   a sua an&#225;lise estat&#237;stica.</p>     <p>Apesar das   limita&#231;&#245;es referidas, a que se adiciona o atraso na publica&#231;&#227;o dos resultados,   pretendemos real&#231;ar um problema que consideramos ser atual. Desde a colheita   dos nossos dados at&#233; &#224; publica&#231;&#227;o deste artigo ocorreram importantes altera&#231;&#245;es   no internato de MGF em Portugal, como a dura&#231;&#227;o estendida para quatro anos e a   recente altera&#231;&#227;o da avalia&#231;&#227;o final do internato m&#233;dico.<sup>54</sup> A crise   financeira tamb&#233;m trouxe grandes implica&#231;&#245;es a n&#237;vel socioecon&#243;mico. Por estes   motivos, consideramos ser fundamental estudar esta tem&#225;tica &#224; luz do panorama   atual, identificando outras poss&#237;veis fontes de <i>burnout</i> ou mesmo diferen&#231;as territoriais no pa&#237;s, de acordo com os   diferentes programas de internato. No futuro, poder&#225; ainda ser alvo de an&#225;lise   a rela&#231;&#227;o de fatores individuais (como a personalidade) com esta s&#237;ndroma.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Gostar&#237;amos   ainda de salientar o facto de termos conseguido, num curto per&#237;odo de tempo,   uma amostra representativa quanto ao sexo, constitu&#237;da por internos de todas as   dire&#231;&#245;es de internato do Norte de Portugal e que representou 68% da popula&#231;&#227;o   total, com uma taxa de ades&#227;o ao estudo de 92,5%. Por outro lado, al&#233;m do <i>burnout,</i> identific&#225;mos fontes de <i>stress</i> laboral que lhe estavam   associadas, o que poder&#225; delinear as &#225;reas priorit&#225;rias de preven&#231;&#227;o e   interven&#231;&#227;o.</p>     <p>Os   resultados que obtivemos s&#227;o fontes importantes de reflex&#227;o. Parece-nos   importante consciencializar os internos dessa realidade, pois &#233; frequente os   m&#233;dicos adotarem uma postura de nega&#231;&#227;o (estilo de <i>coping</i> ineficaz) relativamente a estes problemas relacionados com o <i>burnout.</i><sup>55-56</sup> Foi proposto   um modelo de interven&#231;&#227;o integrada do <i>burnout,</i> o qual completa diferentes focos e n&#237;veis de a&#231;&#227;o em v&#225;rios dom&#237;nios.<sup>57</sup> A forma&#231;&#227;o pr&#233;-graduada parece ser uma fase particularmente importante na   preven&#231;&#227;o desta s&#237;ndroma, dado que &#233; nesta altura que os futuros m&#233;dicos   aprendem as caracter&#237;sticas da sua profiss&#227;o e adquirem h&#225;bitos que os tornar&#227;o   suscet&#237;veis ao <i>burnout.</i><sup>49,58</sup></p>     <p>Em   conclus&#227;o, os resultados colocaram os internos de MGF num grupo de risco, sendo   necess&#225;rio delinear precocemente estrat&#233;gias de preven&#231;&#227;o e interven&#231;&#227;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&#202;NCIAS   BIBLIOGR&#193;FICAS</b></p>     <!-- ref --><p>1. Galam E, Komly   V, Le Tourneur A, Jund J. Burnout among French GPs in training: a   cross-sectional study. Br J Gen Pract. 2013;63(608):e217-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366778&pid=S2182-5173201700010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2. Dyrbye   LN, West CP, Satele D, Boone S, Tan L, Sloan J, et al. Burnout among U.S.   medical students, residents, and early career physicians relative to the   general U.S. population. 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Available from: <a href="http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/42043/1/924154516X_eng.pdf" target="_blank">http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/42043/1/924154516X_eng.pdf</a> </p>     <!-- ref --><p>4. Maslach   C, Jackson SE, Leiter MP. Maslach Burnout inventory manual. 3rd ed. Palo Alto,   CA: Consulting Psychologist Press; 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366784&pid=S2182-5173201700010000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>5. Maslach   C, Schaufeli WB, Leiter MP. Job burnout. Annu Rev Psychol. 2001;52:397-422.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366786&pid=S2182-5173201700010000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>6. Uva AS,   Leite ES. Stress relacionado com o trabalho. Sa&#250;de e Trabalho. 2007;6:25-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366788&pid=S2182-5173201700010000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>7. Milczarek   M, Schneider E, Rial-Gonz&#225;lez E. OSH in figures: stress at work - facts   and figures (Internet). Luxembourg: Office for Official Publications of the   European Communities; 2009. ISBN 9789291912247. Available from:  <a href="https://osha.europa.eu/pt/tools-and-publications/publications/reports/TE-81-08-478-EN-C_OSH_in_figures_stress_at_work" target="_blank">https://osha.europa.eu/pt/tools-and-publications/publications/reports/TE-81-08-478-EN-C_OSH_in_figures_stress_at_work</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366790&pid=S2182-5173201700010000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>8. Shanafelt   TD, Boone S, Tan L, Dyrbye LN, Sotile W, Satele D, et al. Burnout and   satisfaction with work-life balance among US physicians relative to the general   US population. 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<body><![CDATA[<!-- ref --><p>9. Devi S.   Doctors in distress. Lancet. 2011;377(9764):454-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366793&pid=S2182-5173201700010000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>10. Soler   JK, Yaman H, Esteva M, Dobbs F, Asenova RS, Katic M, et al. Burnout in European   family doctors: the EGPRN study. Fam Pract. 2008;25(4):245-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366795&pid=S2182-5173201700010000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>11. McCray   LW, Cronholm PF, Bogner HR, Gallo JJ, Neill RA. Resident physician burnout: is   there hope? Fam Med. 2008;40(9):626-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366797&pid=S2182-5173201700010000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>12. Martini   S, Arfken CL, Churchill A, Balon R. Burnout comparison among residents in   different medical specialties. Acad Psychiatry. 2004;28(3):240-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366799&pid=S2182-5173201700010000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>13. IsHak   WW, Lederer S, Mandili C, Nikravesh R, Seligman L, Vasa M, et al. Burnout   during residency training: a literature review. J Grad Med Educ.   2009;1(2):236-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366801&pid=S2182-5173201700010000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>14.   Frasquilho MA. Medicina, uma jornada de 24 horas? Stress e burnout em m&#233;dicos:   preven&#231;&#227;o e tratamento (Medicine: a 24 hours journay?). Rev Port Sa&#250;de P&#250;blica.   2005;23(2):89-98. Portuguese</p>     <!-- ref --><p>15. Schattner   PL, Coman GJ. The stress of metropolitan general practice. Med J Aust.   1998;169(3):133-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366804&pid=S2182-5173201700010000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>16. Royal   College of General Practitioners. Stress and general practice. London: RCGP;   2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366806&pid=S2182-5173201700010000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>17. Rout U.   Stress among general practitioners and their spouses: a qualitative study. Br J   Gen Pract. 1996;46(404):157-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366808&pid=S2182-5173201700010000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>18. Souza   WC, Silva AM. A influ&#234;ncia de fatores de personalidade e de organiza&#231;&#227;o do   trabalho no burnout em profissionais de sa&#250;de (The influence of personality and   job factors on burnout among health professionals). Estud Psicol.   2002;19(1):37-48. Portuguese</p>     <!-- ref --><p>19. McManus   IC, Keeling A, Paice E. Stress, burnout and doctors' attitudes to work are   determined by personality and learning style: a twelve year longitudinal study   of UK medical graduates. BMC Med. 2004;2:29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366811&pid=S2182-5173201700010000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>20. Cohen   JC, Leung Y, Fahey M, Hoyt L, Sinha R, Cailler L, et al. The happy docs study:   a Canadian Association of Internes and Residents well-being survey examining   resident physician health and satisfaction within and outside of residency   training in Canada. BMC Res Notes. 2008;1:105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366813&pid=S2182-5173201700010000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>21. Lee FJ,   Stewart M, Brown JB. Stress, burnout, and strategies for reducing them: what&#8217;s   the situation among Canadian family physicians? Can Fam Physician.   2008;54(2):234-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366815&pid=S2182-5173201700010000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>22. Lee FJ,   Brown JB, Stewart M. Exploring family physician stress: helpful strategies. Can   Fam Physician. 2009;55(3):288-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366817&pid=S2182-5173201700010000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>23. Ozyurt   A, Hayran O, Sur H. Predictors of burnout and job satisfaction among Turkish   physicians. Q J Med. 2006;99(3):161-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366819&pid=S2182-5173201700010000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>24. Al-Dubai   SA, Rampal KG. Prevalence and associated factors of burnout among doctors in   Yemen. J Occup Health. 2010;52(1):58-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366821&pid=S2182-5173201700010000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>25. Dewa CS,   Loong D, Bonato S, Thanh NX, Jacobs P. How does burnout affect physician   productivity? A systematic literature review. BMC Health Serv Res. 2014;14:325.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366823&pid=S2182-5173201700010000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>26. Hill JD,   Smith RJ. Monitoring stress levels in postgraduate medical training.   Laryngoscope. 2009;119(1):75-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366825&pid=S2182-5173201700010000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>27. van den   Hombergh P, K&#252;nzi B, Elwyn G, van Doremalen J, Akkermans R, Grol R, et al. High   workload and job stress are associated with lower practice performance in   general practice: an observational study in 239 general practices in the   Netherlands. BMC Health Serv Res. 2009;9:118.</p>     <!-- ref --><p>28.   Daugherty SR, Baldwin DC Jr, Rowley BD. Learning, satisfaction, and   mistreatment during medical internship: a national survey of working   conditions. JAMA. 1998;279(15):1194-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366828&pid=S2182-5173201700010000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>29. Oliveira   MM. Burnout e emo&#231;&#245;es: estudo explorat&#243;rio em m&#233;dicos de um hospital do Porto   (Dissertation). Porto: Faculdade de Psicologia e Ci&#234;ncias da Educa&#231;&#227;o da   Universidade do Porto; 2008. Available from: <a href="https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/25366" target="_blank">https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/25366</a>   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366830&pid=S2182-5173201700010000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>30.   Nogueira-Martins LA, Jorge MR. Natureza e magnitude do estresse na resid&#234;ncia   m&#233;dica (Stress nature and magnitude during medical residency training). Rev   Assoc Med Brasil. 1998;44(1):28-34. Portuguese</p>     <!-- ref --><p>31. Melo BT,   Gomes AR, Cruz JF. Desenvolvimento e adapta&#231;&#227;o de um instrumento de avalia&#231;&#227;o   psicol&#243;gica do burnout para profissionais de psicologia. In: Soares AP, Ara&#250;jo   S, Caires S, editors. Avalia&#231;&#227;o Psicol&#243;gica: formas e contextos (Vol. VI).   Braga: Associa&#231;&#227;o dos Psic&#243;logos Portugueses; 1999. p. 596-603.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366832&pid=S2182-5173201700010000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>32. Gomes   AR, Cabanelas S, Macedo V, Pinto C, Pinheiro L. Stresse, sa&#250;de f&#237;sica,   satisfa&#231;&#227;o e &#8220;burnout&#8221; em profissionais de sa&#250;de: an&#225;lise das diferen&#231;as em   fun&#231;&#227;o do sexo, estado civil e agregado familiar. In: Pereira MG, Sim&#227;es C,   McIntyre T, editors. Modelos, investiga&#231;&#227;o e pr&#225;tica em diferentes contextos de   sa&#250;de: actas do 2&#186; Congresso Fam&#237;lia, Sa&#250;de e Doen&#231;a, Braga, Portugal, 2008   (Vol. IV). Braga: Universidade do Minho; 2008. p. 178-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366834&pid=S2182-5173201700010000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>33. Maslach   C, Jackson SE. The measurement of experienced burnout. J Occup Behav.   1981;2(2):99-113.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366836&pid=S2182-5173201700010000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>34. Maroco   J, Tecedeiro MM. Invent&#225;rio de burnout de Maslach para estudantes portugueses.   Psic Sa&#250;de Doen&#231;as. 2009;10(2):227-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366838&pid=S2182-5173201700010000300034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>35. S&#225; LO.   Burnout e controlo sobre o trabalho em enfermagem oncol&#243;gica: estudo   correlacional (Dissertation). Porto: Faculdade de Medicina da Universidade do   Porto; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366840&pid=S2182-5173201700010000300035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Available from: <a href="https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/9659" target="_blank">https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/9659</a> </p>     <!-- ref --><p>36.   Marcelino G, Cerveira JM, Carvalho I, Costa JA, Lopes M, Calado NE, et al.   Burnout levels among Portuguese family doctors: a nationwide survey. BMJ Open.   2012;2(3):e001050.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366842&pid=S2182-5173201700010000300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>37. Legassie   J, Zibrowski EM, Goldszmidt MA. Measuring resident wellbeing: impostorism and   burnout syndrome in residency. J Gen Intern Med. 2008;23(7):1090-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366844&pid=S2182-5173201700010000300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>38. Thomas   NK. Resident burnout. JAMA. 2004;292(23):2880-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366846&pid=S2182-5173201700010000300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>39.   Schaufeli WB, Bakker AB, Hoogduin K, Schaap C, Kladler A. On the clinical   validity of the Maslach burnout inventory and the burnout measure. Psychol   Health. 2001;16(5):565-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366848&pid=S2182-5173201700010000300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>40. Cohen J,   Cohen P. Applied multiple regression/correlation for the behavioral sciences.   Hillsdale, NJ: Erlbaum; 1983.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366850&pid=S2182-5173201700010000300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>41. von Elm   E, Altman DG, Egger M, Pocock SJ, G&#248;tzsche PC, Vandenbroucke JP. The   Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology (STROBE)   statement: guidelines for reporting observational studies. J Clin Epidemiol.   2008;61(4):344-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366852&pid=S2182-5173201700010000300041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>42. Br&#248;ndt   A, Sokolowski I, Olesen F, Vedsted P. Continuing medical education and burnout   among Danish GPs. Br J Gen Pract. 2008;58(546):15-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366854&pid=S2182-5173201700010000300042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>43.   Kristensen TS, Borritz M, Villadsen E, Kristensen KB. The Copenhagen Burnout   Inventory: a new tool for the assessment of burnout. Work Stress.   2005;19(3):192-207.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366856&pid=S2182-5173201700010000300043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>44. Embriaco   N, Azoulay E, Barrau K, Kentish N, Pochard F, Loundou A, et al. High level of   burnout in intensivists: prevalence and associated factors. Am J Respir Crit   Care Med. 2007;175(7):686-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366858&pid=S2182-5173201700010000300044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>45. Esteva   M, Larraz C, Jim&#233;nez F. La salud mental en los m&#233;dicos de familia: efectos de   la satisfacci&#243;n y el estr&#233;s en el trabajo (Mental health in family doctors:   effects of satisfaction and stress at work). Rev Clin Esp. 2006:206(2):77-83.   Spanish</p>     <!-- ref --><p>46. Mangen   MH. &#201;tude du burnout chez les medecins generalistes luxembourgeois   (Dissertation). Paris: Facult&#233; de M&#233;decine, Universit&#233; Pierre et Marie Curie;   2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366861&pid=S2182-5173201700010000300046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Available from:   <a href="http://www.cmge-upmc.org/IMG/pdf/mangen_these_burn_out.pdf" target="_blank">http://www.cmge-upmc.org/IMG/pdf/mangen_these_burn_out.pdf</a> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>47. Neves   AC. S&#237;ndrome de burnout nos m&#233;dicos de fam&#237;lia do ACES de Gondomar   (Dissertation). Porto: Instituto de Ci&#234;ncias Biom&#233;dicas Abel Salazar,   Universidade do Porto; 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366863&pid=S2182-5173201700010000300047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Available from:   <a href="https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/83679/2/130621.pdf" target="_blank">https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/83679/2/130621.pdf</a></p>     <!-- ref --><p>48.   Schaufeli WB, Mart&#237;nez IM, Pinto AM, Salanova M, Bakker AB. Burnout and   engagement in university students: a cross-national study. J Cross Cult Psychol   Stud. 2002;33(5):464-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366865&pid=S2182-5173201700010000300048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>49. Azevedo   A, Domingues B, Moura J, Santos L. Est&#227;o os internos satisfeitos com o   internato de medicina geral e familiar? (Are family medicine trainees satisfied   with their training program?). Rev Port Med Geral Fam. 2014;30(1):24-30.   Portuguese</p>     <!-- ref --><p>50. Faragher   EB, Cass M, Cooper CL. The relationship between job satisfaction and health: a   meta-analysis. Occup Environ Med. 2005;62(2):105-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366868&pid=S2182-5173201700010000300050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>51. Sobecks   NW, Justice AC, Hinze S, Chirayath HT, Lasek RJ, Chren MM, et al. When doctors   marry doctors: a survey exploring the professional and family lives of young   physicians. Ann Intern Med. 1999;130(4 Pt 1):312-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366870&pid=S2182-5173201700010000300051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>52.   Sequeira-Carlos J. Internato de MGF: vagas de crise (2&#186; epis&#243;dio). J Med Fam.   2005;80:36-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366872&pid=S2182-5173201700010000300052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>53. Gaspar   D. Medicina geral e familiar, uma escolha gratificante (The family medicine: a   gratefull choice). Acta Med Port. 2006;19(2):133-9. Portuguese</p>     <p>54. Portaria   n&#186; 45/2015, de 20 de fevereiro. Di&#225;rio da Rep&#250;blica. 2&#170; s&#233;rie(36).</p>     <p>55.   Laranjeira CA. O contexto organizacional e a experi&#234;ncia de estress: uma   perspectiva integrativa (An integrated perspective of the organisational   context and experience of stress). Rev Salud P&#250;blica. 2009;11(1):123-33.   Portuguese</p>     <!-- ref --><p>56.   Tarnow-Mordi WO, Hau C, Warden A, Shearer AJ. Hospital mortality in relation to   staff workload: a 4-year study in an adult intensive-care unit. Lancet.   2000;356(9225):185-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366877&pid=S2182-5173201700010000300055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>57.   Frasquilho MA. Um modelo de interven&#231;&#227;o integrada em situa&#231;&#245;es de burnout. Rev   Factores Risco. 2015;(37):58-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366879&pid=S2182-5173201700010000300056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>58. Ravindranath   D. Stress in the medical profession: an evaluation of pre-medical students,   medical students, and doctors (Internet). University of Berkeley; 2000 (cited   2009 May 5). Available from: <a href="http://nature.berkeley.edu/classes/es196/projects/2000final/ravindranath.pdf" target="_blank">http://nature.berkeley.edu/classes/es196/projects/2000final/ravindranath.pdf</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1366881&pid=S2182-5173201700010000300057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> | <a href="#topc0">Direcci&oacute;n para correspondencia</a> | <a href="#topc0">Correspondence</a><a name="c0"></a></p>      <p>Paula Mendes</p>     <p>E-mail: <a href="mailto:paulafm3@gmail.com">paulafm3@gmail.com</a>   </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos</b></p>     <p>Os autores   gostariam de agradecer a colabora&#231;&#227;o da Coordena&#231;&#227;o de Internato de MGF da zona   Norte, aos diretores de internato e a todos os colegas internos que colaboraram   voluntariamente neste estudo, sem os quais n&#227;o teria sido poss&#237;vel   concretiz&#225;-lo.</p>     <p><b>Conflitos   de interesse</b></p>     <p>Os autores   declaram n&#227;o ter conflitos de interesse a declarar.</p>     <p>O autor John   Yaphe n&#227;o participou no percurso editorial do manuscrito, apesar de integrar o   Conselho Editorial da RPMGF. </p>     <p><b>Financiamento</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O trabalho   n&#227;o foi alvo de qualquer tipo de financiamento externo (incluindo bolsas de   investiga&#231;&#227;o).</p>     <p><b>Comiss&#227;o   de &#233;tica </b></p>     <p>Estudo   realizado ap&#243;s parecer favor&#225;vel da Comiss&#227;o de &#201;tica da ARS Norte.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Recebido em 14-02-2016</b></p>     <p><b>Aceite para publica&#231;&#227;o em 04-12-2016</b></p>      ]]></body><back>
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