<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>2182-5173</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev Port Med Geral Fam]]></abbrev-journal-title>
<issn>2182-5173</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S2182-51732019000100012</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Resposta dos autores do artigo Prevalência da síndroma de fragilidade na região norte de Portugal]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Lisa Teresa]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Torre]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ricardo]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A2"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rollo]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ana Castro]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[Hugo]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A3"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Duarte]]></surname>
<given-names><![CDATA[Vasco]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A4"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cruz]]></surname>
<given-names><![CDATA[Maria Antónia]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="AA1">
<institution><![CDATA[,USF Nova Era  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="AA2">
<institution><![CDATA[,USF Veiga do Leça  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="AA3">
<institution><![CDATA[,USF Cristelo  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="AA4">
<institution><![CDATA[,USF São Miguel-o-Anjo  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>02</month>
<year>2019</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>02</month>
<year>2019</year>
</pub-date>
<volume>35</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>74</fpage>
<lpage>74</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S2182-51732019000100012&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S2182-51732019000100012&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S2182-51732019000100012&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>CARTA AO DIRETOR</b></font></p>     <p><font size="4"><b>Resposta dos autores do artigo Prevalência da síndroma de    fragilidade na região norte de Portugal</b></font></p>     <p><b>Lisa Teresa Moreira*, Ricardo Torre**, Ana Castro Rollo*, Hugo Silva***,    Vasco Duarte ****, Maria Antónia Cruz*</b></p>     <p>* USF Nova Era.</p>     <p>** USF Veiga do Leça.</p>     <p>*** USF Cristelo.</p>     <p>**** USF São Miguel-o-Anjo.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>Os autores do artigo <i>Prevalência da síndroma de fragilidade na região norte    de Portugal,</i> publicado na última edição da RPMGF, v. 34, n. 6 (2018), agradecem    o comentário e gostariam de esclarecer que, de facto, a fragilidade não é uma    síndroma geriátrica mas uma condição médica que, estando presente, assume um    caráter transversal e condicionador de risco de doença que se pode consubstanciar    numa ou várias síndromas geriátricas descritas.</p>     <p>A síndroma da fragilidade é uma entidade multidimensional caracterizada pela    diminuição significativa da funcionalidade e da capacidade de funcionar de forma    autónoma nas atividades de vida diárias. Numa perspetiva holística percebemos    que o condicionamento da autonomia engloba fatores de ordem física, como a mobilidade    ou a comunicação, e de ordem psicossocial, como a capacidade cognitiva, o humor    e a rede social de apoio. Os testes utilizados neste estudo refletem sobretudo    a capacidade física, mas não só. O <i>Gait Speed Test</i> (prova de marcha)    correlaciona-se com a funcionalidade, com o equilíbrio e com a autoconfiança.<sup>1</sup>    O questionário PRISMA-7 avalia a idade, o sexo, a presença de problemas de saúde    limitativos para as atividades, a necessidade de ajuda frequente, os problemas    de saúde que obrigam à permanência no domicílio, a existência de apoio social    em caso de necessidade e a utilização de auxiliares de marcha e vem sendo utilizado    em diversos estudos para o rastreio do risco de perda funcional e fragilidade    com bons resultados.<sup>2</sup> A dimensão avaliada é sobretudo física, incluindo    a demência, mas indissociável dos aspetos psicossociais.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A amostra estudada corresponde à população que frequenta os serviços de saúde.    Ao excluir os doentes sem capacidade de deslocação ou que utilizam cadeira de    rodas assumiu-se que estes apresentam uma limitação física significativa, que    pode ou não corresponder a uma fragilidade, mas que enviesaria a avaliação pelos    testes utilizados. É, no entanto, uma limitação do estudo que está discutida    de forma honesta na discussão.</p>     <p>Os critérios de fragilidade e pré-fragilidade são os que estão publicados pela    <i>British Geriatrics Society</i><sup>3</sup> e que são comummente aceites na    comunidade científica. De facto, a prevalência encontrada foi inferior à expectável    pela comparação da literatura, até pela opção de excluir os acamados e os doentes    com dificuldade de automobilização. Outros estudos poderão confirmar este resultado    ou ajudar a ajustá-lo nas opções metodológicas e no tamanho amostral alcançado.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</B></p>     <!-- ref --><p>1. Fritz S, Lusardi M. White paper: ‘Walking speed: the sixth vital sign’.    J Geriatr Phys Ther. 2009;32(2):46-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1383342&pid=S2182-5173201900010001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>2. Raîche M, Hébert R, Dubois MF. PRISMA-7: a case-finding tool to identify    older adults with moderate to severe disabilities. Arch Gerontol Geriatr. 2008;47(1):9-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1383344&pid=S2182-5173201900010001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p>3. Turner G, Gough J, Atkins R. Fit for frailty: consensus best practice guidance    for the care of older people living in community and outpatient settings. London:    British Geriatrics Society; 2014. ISBN 9780992966317&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1383346&pid=S2182-5173201900010001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fritz]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lusardi]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[White paper: 'Walking speed: the sixth vital sign']]></article-title>
<source><![CDATA[J Geriatr Phys Ther]]></source>
<year>2009</year>
<volume>32</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>46-9</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Raîche]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hébert]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dubois]]></surname>
<given-names><![CDATA[MF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[PRISMA-7: a case-finding tool to identify older adults with moderate to severe disabilities]]></article-title>
<source><![CDATA[Arch Gerontol Geriatr]]></source>
<year>2008</year>
<volume>47</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>9-18</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Turner]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gough]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Atkins]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Fit for frailty: consensus best practice guidance for the care of older people living in community and outpatient settings]]></source>
<year>2014</year>
<publisher-loc><![CDATA[London ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[British Geriatrics Society]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
