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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>CARTA AO DIRETOR</b></font></p>     <p><font size="4"><b>A necessidade do ensino do profissionalismo</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Teaching professionalism</b></font></p>     <p><b>Ivone Gon&ccedil;alves Gaspar*</b></p>     <p>*M&eacute;dica de   Fam&iacute;lia. USF Dafundo,   ACES Lisboa Ocidental e Oeiras. Comiss&atilde;o de   &Eacute;tica ARSLVT. Faculdade de   Medicina da Universidade de Lisboa.<b></b></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>Caríssimo   Sr. Editor da Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (RPMGF),</p>      <p>Li com muito interesse e entusiasmo o editorial do volume 35 da RPMGF, da autoria da colega Raquel Braga,<sup>1</sup> partilhando as suas preocupações relativamente à necessidade do ensino do profissionalismo quer em contexto pré-graduado, quer pós-graduado. Saliento, no editorial, a importância da necessidade de um ensino que utilize modelos de profissionalismo que potenciem a aquisição de competências, entendidas como um conjunto de conhecimentos, aptidões e atitudes, pelos alunos ou internos de medicina.</p>      <p>Gostaria de acrescentar algumas ideias que poderão ser úteis na reflexão sobre esta temática. </p>      <p>O desempenho médico de excelência é caracterizado por critérios que foram definidos quando, nos anos 80 do século XX, surgiu o conceito de profissionalismo como movimento ético no contexto académico norte-americano.<sup>2</sup> Em 2002, e na consolidação desse movimento, a <i>American Board of Internal Medicine Foundation</i>,em conjunto com outras instituições, publica o documento <i>Medical Professionalism in the New Millennium: A Physician Charter</i>,<sup>3</sup> definindo três princípios fundamentais do profissionalismo - o bem-estar do doente, a sua autonomia e a justiça social. Este documento espelha a evolução do conceito de profissionalismo e o seu vínculo direto às mudanças da relação médico-utente e ao papel do médico na sociedade.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Um modelo de profissionalismo assente na tradição do juramento Hipocrático é claramente insuficiente para dar uma resposta adequada aos conflitos éticos que surgem na relação assistencial diária. Este modelo surge no contexto de uma relação médico-utente paternalista,<sup>4</sup> que evidencia o poder do médico e a dependência do utente e que coloca a beneficência no centro da decisão ética.</p>      <p>As mudanças de valores culturais da sociedade e as consequentes alterações na relação médico-utente impelem o nascimento de um Novo Profissionalismo que, mais do que centrado no paternalismo médico ou na autonomia do utente, implica o estabelecimento de uma relação deliberativa.<sup>5</sup> Esta relação deliberativa estabelece-se quando, no encontro de valores de médico e utente, surge uma decisão que respeita o máximo de valores dos dois intervenientes.</p>      <p>As semelhanças entre o Novo Profissionalismo e a bioética são várias e frequentemente surgem como conceitos mesclados. No entanto, a sua clarificação é importante para responder à pergunta: será o ensino do profissionalismo suficiente para dar resposta ao dever de excelência do médico?</p>      <p>O profissionalismo é um conceito que nasce da reflexão dos profissionais de saúde em resposta aos desafios crescentes do desempenho da profissão. Em suma, trata-se de um contrato que a medicina estabelece com a sociedade,<sup>3</sup> surgindo do interior da profissão para o exterior. Embora, os objetivos sejam claramente de benefício do utente e da sociedade, o profissionalismo poderá ser associado a questões problemáticas como o elitismo e a manutenção do poder.<sup>6</sup></p>      <p>A bioética, disciplina que se traduz na aplicação da ética às questões da vida e da medicina, nasce por imperativo de uma realidade social que necessitava de respostas multidisciplinares, numa sociedade moralmente pluralista.<sup>7</sup> De forma simples, tem origem na sociedade e invade a relação assistencial, num movimento centrífugo.</p>      <p>Podemos dizer que o Novo Profissionalismo tem as suas origens nos fundamentos da bioética, não esvaziando a totalidade dos seus conteúdos; por outro lado, a bioética não pode converter-se ou reduzir-se à ética profissional.<sup>8</sup></p>      <p>Em conclusão, o ensino da bioética em contexto pré e pós-graduado, preferencialmente integrando o <i>curriculum </i>formal, é essencial para a excelência do desempenho profissional no contexto de uma sociedade e das suas instituições em evolução. Potter, citado por Daniel Serrão,<sup>9</sup> considera que a bioética, como nova disciplina do pensamento humano, constitui uma estratégia de sobrevivência. A apreensão desta estratégia de sobrevivência dotará os futuros profissionais de competências que lhes permitirão afrontar os obstáculos crescentes ao profissionalismo, incluindo a pressão assistencial, a utilização de tecnologias de informação e as relações profissionais, institucionais e interinstitucionais.</p>      <p>Finalmente, a utilização de metodologias de ensino que promovam a deliberação ética, possibilitarão aos alunos/internos e futuros profissionais de saúde a aquisição de competências na resolução de problemas éticos, problemas de conflitos de valores que surjam no contexto assistencial.</p>        <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFERÊNCIAS</b></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>1. Braga R. A necessidade do ensino do profissionalismo. Rev Port Med Geral Fam. 2019;35(4):258-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1390885&pid=S2182-5173201900060001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>2. Borrell-Carrio F, Epstein RM, Pardell-Alentà H. Profesionalidad y professionalism: fundamentos, contenidos, praxis y docencia. Med Clin. 2006;127(9):337-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1390887&pid=S2182-5173201900060001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>3. ABIM Foundation, American Board of Internal Medicine, ACP-ASIM Foundation, American College of Physicians, American Society of Internal Medicine, European Federation of Internal Medicine. Medical professionalism in the new millennium: a physician charter. Ann Intern Med. 2002;136(3):243-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1390889&pid=S2182-5173201900060001300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>4. Siegler M. Las tres edades de la medicina y la relación médico-paciente. Barcelona: Fundació Víctor Grífols i Lucas; 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1390891&pid=S2182-5173201900060001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ISBN 9788469431832</p>      <!-- ref --><p>5. Gracia D. Values and bioethics. In: Serna-Bermúdez P, Seoane JA, editors. Bioethical decision making and argumentation. Springer; 2016. p. 17-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1390893&pid=S2182-5173201900060001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ISBN 9783319434193</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>6. Salloch S. Same same but different: why we should care about the distinction between professionalism and ethics. BMC Med Ethics. 2016;17(1):44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1390895&pid=S2182-5173201900060001300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>7. Cortina A. Hasta un pueblo de demonios: ética pública y sociedad. Taurus Ediciones; 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1390897&pid=S2182-5173201900060001300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ISBN 9788430602988</p>      <p>8. Couceiro-Vidal A. Enseñanza de la bioética y planes de estudios basados en competencias [Teaching bioethics in outcome-based curricula]. Educ Med. 2008;11(2):69-76. Spanish</p>      <p>9. Serrão D. Comissões de ética: o desafio metodológico [Ethics commissions: the methodology challenge]. Nascer Crescer. 2008;17(4):249-52. Portuguese</p>      ]]></body><back>
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