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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Resposta da autora do editorial “A necessidade do ensino do profissionalismo” [Rev Port Med Geral Fam. 2019;35(4):258-60] e do Editor-chefe da Revista, sob a forma de comentário]]></article-title>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>CARTA AO DIRETOR</b></font></p>     <p><font size="4"><b>Resposta da autora do editorial <i>&#8220;A necessidade do ensino do   profissionalismo&#8221;</i> </b>[Rev Port Med Geral Fam. 2019;35(4):258-60] e <b>do Editor-chefe da Revista,</b> <b>sob a forma de comentário</b></font></p>     <p><b>Raquel Braga*</b></p>     <p><b>Alberto   Pinto Hespanhol**</b></p>     <p>*M&eacute;dica de Fam&iacute;lia.   USF Lagoa, ULS Matosinhos. Faculdade de   Medicina da Universidade do Porto.</p>     <p>**Departamento   de Medicina da Comunidade, Informa&ccedil;&atilde;o e Decis&atilde;o em Sa&uacute;de. Editor-chefe   da Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar.</p>   <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>A Carta ao   Editor, designação que se dá na Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (RPMGF) a esta tipologia de artigo, em vez de Carta ao   Diretor, é o espaço reservado na RPMGF para os leitores emitirem as suas   observações, geralmente na forma de críticas ou de pedidos de esclarecimento,   relativamente a artigos publicados previamente na revista. </p>      <p>Neste caso, não se trata propriamente de um contraditório, já que tanto a autora do Editorial, a colega Dra. Raquel Braga, como o Editor-chefe da Revista concordam em absoluto e agradecem os comentários da colega Dra. Ivone Gonçalves Gaspar, tão bem escritos e com uma robusta visão bioética, e que vêm acrescentar ao editorial informação válida e conceitos relevantes. </p>      <p>Para concluir estas breves palavras, salienta-se algum do pensamento já publicado na Revista sobre este assunto [Hespanhol A. Assegurar qualidade em medicina geral e familiar. Rev Port Clin Geral. 2004;20(2):264-8], deixando ao leitor alguns excertos desse artigo como ponto de partida para a sua reflexão sobre este assunto:</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>    <p><i>Uma das abordagens para definir «um bom médico» apoia-se nas capacidades técnicas de um cientista aplicado, ou seja que um «bom médico» combina os conhecimentos clínicos individuais com a melhor evidência externa disponível.</i></p></blockquote>     <blockquote>    <p><i>Outra abordagem para definir «um bom médico» apoia-se nas capacidades interpessoais dos médicos, e que segundo o General Medical Council, do Reino Unido, citado por Hurwitz, compreendem a vocação e as qualidades pessoais do médico, bem como a exatidão e uma mente ponderada, aberta à verificação e à aprendizagem através dos erros. </i></p></blockquote>     <blockquote>    <p><i>Um «bom médico» será portanto aquele que consegue unir as técnicas e as sensibilidades do cientista aplicado às capacidades reflexivas do humanista médico</i>&#8221; (p. 264).</p></blockquote>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Enviado em 14-11-2019</b></p>     <p><b>Aceite em 02-12-2019</b></p>      ]]></body>
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