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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Introduction: The edible portion term corresponds to the amount of the product which can be fully used for eating, in other words, devoid of materials that are rejected for being unusable. For the fish its calculation is of high importance. Objectives: Calculate the values of edible portion of some fishes used by a catering company. Methodology: We selected 12 food products and for each one there were analyzed 5 samples and the edible part was calculated. The data were processed using the IBM ® SPSS ® software. Results: We obtained values of edible portion of 89% for the grenadier, 81% for salmon, 77% for hake, 77% for white hake, 76% for fresh codfish, 73% for the tails of hake, 69% for haddock, 67% for red fish, 67% for black scabbard fish, 66% for ling fish, 54% for mackerel and 48% for plaice. The differences between the percentage of edible part for fish are statistically significant (p<0.05). Conclusions: There were obtained different edible portions for each food product studied. The percentage of edible part should be used for each individual food product, avoiding, whenever is possible, the use of universal values aiming to optimize calculations in order to impair stocks rupture as well as food waste in food services.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Parte edível]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>CIENTIFICIDADES - ARTIGO ORIGINAL</p></b> <br/>     <p><b >Estudo de Partes Ed&#237;veis de Alguns Peixes</b>     <p><b >Study of the Edible Portion of Some Fishes</b>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b >Elisabete Pedrosa<sup>1</sup>; Carmen Costa<sup>2</sup>; Liliane Lobato<sup>2</sup>; S&#243;nia Mendes<sup>2</sup>; Bruno Oliveira<sup>3</sup></b><b ></b>     <p ><sup>1</sup>Estagi&#225;ria de Ci&#234;ncias da Nutri&#231;&#227;o, Faculdade de Ci&#234;ncias da Nutri&#231;&#227;o e Alimenta&#231;&#227;o da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias, s/n, 4200-465 Porto, Portugal <br/><sup>2</sup>Nutricionista, ITAU, S.A., Rua da Lionesa - Centro Empresarial B, R/C, 4465-671 Le&#231;a do Balio, Portugal <br/><sup>3</sup>Docente, Faculdade de Ci&#234;ncias da Nutri&#231;&#227;o e Alimenta&#231;&#227;o da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias, s/n, 4200-465 Porto, Portugal </p>     <p><a href="#c0">Endere&#231;o para correspond&#234;ncia</a><a name="topc0"></a></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b >RESUMO</b></p>     <p>  <br/>Introdu&#231;&#227;o: O conceito de parte ed&#237;vel refere-se &#224; por&#231;&#227;o do produto que pode ser integralmente utilizada como alimento, ou seja, desprovida de materiais que se rejeitam por serem inutiliz&#225;veis. No caso do peixe o seu c&#225;lculo &#233; de extrema import&#226;ncia.  <br/>Objectivos: Calcular os valores de parte ed&#237;vel de alguns peixes utilizados por uma empresa de alimenta&#231;&#227;o colectiva.  <br/>Metodologia: Foram seleccionadas 12 mat&#233;rias-primas e para cada uma foram analisadas 5 amostras e calculados os valores de parte ed&#237;vel. Os dados foram tratados com recurso ao software IBM&#174; SPSS&#174;.  <br/>Resultados: Foi obtida uma parte ed&#237;vel de 89% para o granadeiro, 81% para o salm&#227;o, 77% para a pescada, 77% para a abr&#243;tea, 76% para o bacalhau fresco, 73% para os rabos de pescada, 69% para a arinca, 67% para o red fish, 67% para o peixe-espada preto, 66% para a maruca, 54% para a cavala e 48% para a solha. As diferen&#231;as entre as percentagens de parte ed&#237;vel para os peixes s&#227;o estatisticamente significativas (p<0,05).  <br/>Conclus&#245;es: Obtiveram-se valores distintos de parte ed&#237;vel para cada mat&#233;ria-prima em estudo. A parte ed&#237;vel dever&#225; ser espec&#237;fica para cada produto alimentar utilizado, evitando-se, sempre que poss&#237;vel, o uso de valores universais, de forma a optimizar os c&#225;lculos e evitar rupturas de stock ou desperd&#237;cio na produ&#231;&#227;o de refei&#231;&#245;es. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b >Palavras-Chave</b>: Parte ed&#237;vel, Peixe, Alimenta&#231;&#227;o colectiva </p>     <p>&nbsp;</p>  <hr>     <p>&nbsp;</p>     <p><b >ABSTRACT</b> </p>      <p>Introduction: The edible portion term corresponds to the amount of the product which can be fully used for eating, in other words, devoid of materials that are rejected for being unusable. For the fish its calculation is of high importance.  <br/>Objectives: Calculate the values of edible portion of some fishes used by a catering company.  <br/>Methodology: We selected 12 food products and for each one there were analyzed 5 samples and the edible part was calculated. The data were processed using the IBM &#174; SPSS &#174; software.  <br/>Results: We obtained values of edible portion of 89% for the grenadier, 81% for salmon, 77% for hake, 77% for white hake, 76% for fresh codfish, 73% for the tails of hake, 69% for haddock, 67% for red fish, 67% for black scabbard fish, 66% for ling fish, 54% for mackerel and 48% for plaice. The differences between the percentage of edible part for fish are statistically significant (p<0.05). Conclusions: There were obtained different edible portions for each food product studied. The percentage of edible part should be used for each individual food product, avoiding, whenever is possible, the use of universal values aiming to optimize calculations in order to impair stocks rupture as well as food waste in food services. </p>     <p><b >keywords</b>: Edible portion, Fish, Catering unit </p>      <p>&nbsp;</p> <hr>     <p>&nbsp;</p>     <p><b >INTRODU&#199;&#195;O</b> <br/>Grande parte dos alimentos dispon&#237;veis s&#227;o adquiridos em bruto, fazendo parte da sua constitui&#231;&#227;o uma frac&#231;&#227;o que n&#227;o pode ser contemplada para consumo (1), havendo, assim, uma grande diferen&#231;a entre a quantidade de alimento comprada e a que &#233;, efecivamente, pass&#237;vel de ser consumida (2). Este facto est&#225; relacionado com o conceito de parte ed&#237;vel (PE), termo que se refere &#224; por&#231;&#227;o do produto que pode ser integralmente utilizada como alimento, ou seja, desprovida de materiais que se rejeitam por serem inutiliz&#225;veis (1, 3-9) (como ossos, v&#237;sceras, peles, penas, caro&#231;os e cascas (8, 10, 11)), quer em cru, quer no momento da prepara&#231;&#227;o, antes ou durante as opera&#231;&#245;es culin&#225;rias, quer no prato, ao ser consumido (6). O valor de PE &#233; expresso em percentagem (6, 12, 13) e dever&#225; ser, preferencialmente, calculado a partir da determina&#231;&#227;o do peso das PE e das partes n&#227;o ed&#237;veis dos alimentos (14). <br/>O valor de PE &#233; um importante indicador usado n&#227;o s&#243; para estimar o custo da produ&#231;&#227;o alimentar (5, 15), mas tamb&#233;m para estimar a quantidade de alimento a ser adquirida e avaliar o pre&#231;o de compra, em bruto, dos produtos em que ocorrem perdas inevit&#225;veis (5). Para alguns produtos alimentares &#233; totalmente desnecess&#225;rio proceder ao c&#225;lculo da PE, uma vez que s&#227;o preparados para confec&#231;&#227;o de forma integral (8, 12, 16, 17), no entanto, no caso particular dos peixes determinar este valor revela-se de extrema import&#226;ncia, pois s&#227;o produtos normalmente adquiridos com frac&#231;&#245;es n&#227;o ed&#237;veis (1, 17) e com consider&#225;vel peso econ&#243;mico numa ementa (18). De acordo com os dados da Balan&#231;a Alimentar Portuguesa, entre 2003 e 2008, face &#224; d&#233;cada de 90, ocorreu um aumento da disponibilidade dos produtos do grupo onde se inclui o peixe (19). Portugal &#233; um consumidor de peixe por excel&#234;ncia, sendo o terceiro maior consumidor do mundo e o primeiro da Uni&#227;o Europeia (UE) (20). <br/>Valores padronizados de PE s&#227;o geralmente encontrados em tabelas de composi&#231;&#227;o de alimentos (TCA) e em bases de dados de diferentes pa&#237;ses (21). Existem alguns factores que podem influenciar a defini&#231;&#227;o e o valor de PE (5), como, por exemplo, a variabilidade das caracter&#237;sticas intr&#237;nsecas do animal que &#233; abatido, nomeadamente a esp&#233;cie (5, 10, 22, 23), a idade (5, 15, 22, 24, 25), o sexo (22, 23), o peso e o tamanho m&#233;dio; a sazonalidade; a &#225;rea geogr&#225;fica (5); e a variabilidade intercultural (5, 11, 26, 27). Para alguns produtos, a PE est&#225; intrinsecamente relacionada com o modo de aproveitamento e com os h&#225;bitos e prefer&#234;ncias alimentares (6). Para a reprodutibilidade dos dados existentes constatou-se ser essencial descrever de uma forma clara e inequ&#237;voca o produto alimentar analisado (11, 14), a amostra, bem como a metodologia utilizada (11). No entanto, estes dados n&#227;o s&#227;o claramente descritos na maior parte da bibliografia existente, surgindo, por vezes, a necessidade de confirmar a adequabilidade dos valores ou, no caso de estes n&#227;o existirem, encontrar os mais adaptados &#224;s mat&#233;rias-primas utilizadas na pr&#225;tica di&#225;ria, nomeadamente em alimenta&#231;&#227;o colectiva.  <br/>No presente estudo ser&#227;o apresentados os resultados obtidos na determina&#231;&#227;o dos valores de PE para o grupo de peixes seleccionado. </p>     <p><b >OBJECTIVO</b> <br/>Calcular os valores de PE de mat&#233;rias-primas utilizadas por uma empresa de alimenta&#231;&#227;o colectiva, nomeadamente de alguns peixes e, concomitantemente, analisar tend&#234;ncias de valores de PE entre diferentes por&#231;&#245;es dos referidos produtos.  </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b >METODOLOGIA</b> <br/>Para a amostra foram seleccionadas 12 mat&#233;rias-primas, descritas na <a href ="/img/revistas/nut/n20/n20a05t1.jpg">Tabela 1</a>, tendo em considera&#231;&#227;o os casos em que se constatou a inexist&#234;ncia de valores ou uma descri&#231;&#227;o pouco espec&#237;fica das caracter&#237;sticas dos produtos alimentares utilizados na bibliografia existente (ex: mat&#233;ria-prima com ou sem cabe&#231;a, v&#237;sceras e pele). Das 12 mat&#233;rias-primas seleccionadas, 10 foram classificadas como inteiras e 2 como por&#231;&#245;es (tal como s&#227;o utilizadas para consumo individual). Os valores de PE foram calculados para mat&#233;rias-primas em cru e para cada produto foram analisadas 5 amostras (n=5) (6), perfazendo um total de 60 amostras (n=60). Considerou-se como amostra o produto tal como &#233; adquirido. Para analisar as mat&#233;rias-primas inteiras foi necess&#225;rio efectuar o seu fraccionamento (divis&#227;o do alimento em por&#231;&#245;es (28)), tendo-se obtido um n&#250;mero m&#233;dio de postas para cada um dos peixes a partir de um estudo de mercado sobre as capita&#231;&#245;es (quantidade de alimento por pessoa (29, 30)) m&#233;dias existentes para venda ao p&#250;blico nos estabelecimentos comerciais. Este estudo de mercado foi realizado em 5 hipermercados da regi&#227;o norte, entre 10 e 14 de Maio de 2013. No caso dos peixes n&#227;o encontrados no estudo efectuado, assumiu-se o valor da capita&#231;&#227;o obtido noutro peixe cujo valor de peso bruto congelado inteiro, &#224; recep&#231;&#227;o, se revelou semelhante. No total, os peixes inteiros foram subdivididos em 290 subamostras (<a href ="/img/revistas/nut/n20/n20a05t2.jpg">Tabela 2</a>). <br/>As amostras, seleccionadas de forma aleat&#243;ria, foram recepcionadas congeladas, submetidas a uma descongela&#231;&#227;o em frio positivo e posteriormente fraccionadas, quando aplic&#225;vel, tendo-se identificado a por&#231;&#227;o proximal da cabe&#231;a sempre como a primeira posta e a proximal do rabo como a &#250;ltima. Depois de manipuladas as mat&#233;rias-primas, efectuaram-se as respectivas pesagens para obten&#231;&#227;o dos valores de PE, carne propriamente dita, e n&#227;o ed&#237;vel. Para as pesagens utilizou-se uma balan&#231;a digital HOYCA, devidamente calibrada, com capacidade m&#225;xima de 5kg e sensibilidade de 1g.  <br/>Para eliminar a interfer&#234;ncia que a perda de &#225;gua, ocorrida durante a manipula&#231;&#227;o, pudesse ocasionar, no c&#225;lculo da PE foi utilizada a seguinte equa&#231;&#227;o (m&#233;todo preferencial) (14): Peso ed&#237;vel/(Peso ed&#237;vel+Peso n&#227;o ed&#237;vel). <br/>Os dados recolhidos foram tratados e analisados com recurso ao software inform&#225;tico IBM<sup>&#174;</sup> SPSS<sup>&#174;</sup> Statistics 20, tendo sido efectuados os c&#225;lculos para a obten&#231;&#227;o da PE e determinadas as m&#233;dias e desvios padr&#227;o. Foi ainda utilizado o teste ANOVA (An&#225;lise da Vari&#226;ncia) para comparar grupos independentes ao n&#237;vel de uma vari&#225;vel dependente intervalar (31). O n&#237;vel de signific&#226;ncia considerado foi de 5%.  </p>     
<p><b >RESULTADOS</b> <br/>Para cada um dos peixes em estudo foram obtidos os seguintes valores de PE: 89% para o granadeiro, 81% para o salm&#227;o, 77% para a pescada, 77% para a abr&#243;tea, 76% para o bacalhau fresco, 73% para os rabos de pescada, 69% para a arinca, 67% para o red fish, 67% para o peixe-espada preto, 66% para a maruca, 54% para a cavala e 48% para a solha (<a href ="/img/revistas/nut/n20/n20a05t2.jpg">Tabela 2</a>). Entre os peixes obtiveram-se diferen&#231;as de partes ed&#237;veis m&#233;dias estaticamente significativas (p<0,05).  <br/>Na <a href ="/img/revistas/nut/n20/n20a05t3.jpg">Tabela 3</a> s&#227;o apresentados os valores m&#233;dios de PE para cada uma das por&#231;&#245;es dos peixes fraccionados, tendo-se obtido os resultados mais elevados nas postas 8 e 9 para o bacalhau fresco, 7 e 5 para o salm&#227;o, 6 para o granadeiro e a maruca, 2 para a pescada e a abr&#243;tea e na posta 1 para a arinca, o red fish, o peixe-espada preto e a solha. Os valores mais baixos foram obtidos na posta 1 para o granadeiro, a pescada e o salm&#227;o e nas &#250;ltimas postas para o peixe espada-preto, a arinca, o red fish, a abr&#243;tea, o bacalhau fresco, a maruca e, por fim, a solha. Observa-se uma tend&#234;ncia para a maioria da PE se concentrar na regi&#227;o central do peixe, mais evidente nos peixes mais fraccionados (mais de 7 postas). Encontram-se varia&#231;&#245;es de PE de 26% para o bacalhau fresco, 25% para o salm&#227;o, 23% para a maruca, 21% para a abr&#243;tea, 11% para a pescada, 7% para o granadeiro, 5% para o red fish, 4% para a arinca, 3% para o peixe espada-preto e 3% para a solha. Obtiveram-se apenas diferen&#231;as de m&#233;dias estatisticamente significativas (p<0,05) para a abr&#243;tea, o bacalhau fresco, a maruca, a pescada, o red fish e o salm&#227;o. </p>     
<p><b >DISCUSS&#195;O DOS RESULTADOS</b>     <br/>Segundo     a <i >Food and Agriculture Organization of     the United Nations</i>, a propor&#231;&#227;o de mat&#233;ria comest&#237;vel e n&#227;o comest&#237;vel     constitui a principal causa da variabilidade dos produtos de origem animal     (14), sendo importante verificar cuidadosamente as descri&#231;&#245;es dos produtos     alimentares utilizados e respectivas PE (27).     <br/>Comparando     ]]></body>
<body><![CDATA[os resultados obtidos com os dados existentes na TCA portuguesa (<a href ="/img/revistas/nut/n20/n20a05t4.jpg">Tabela 4</a>),     
constata-se que os valores de PE da abr&#243;tea, do <i >red fish</i> e do peixe-espada preto s&#227;o superiores 28%, 22% e 8%,     respectivamente, enquanto que os da pescada, da solha, do salm&#227;o e da maruca     s&#227;o inferiores entre 7% e 9% (6) (diferen&#231;as inferiores a 10%). O valor de PE     encontrado para a cavala &#233; muito semelhante ao da TCA portuguesa (apenas 1%     superior) (6), o que poder&#225; estar relacionado com as caracter&#237;sticas das     amostras analisadas (no caso particular da cavala, a mat&#233;ria-prima foi     analisada com cabe&#231;a e v&#237;sceras, o que n&#227;o aconteceu com as restantes     amostras). N&#227;o est&#227;o descritos valores de PE na TCA portuguesa para o     granadeiro, o bacalhau fresco e a arinca (6).      ]]></body>
<body><![CDATA[<br/>Quando     comparados os resultados com os dados da TCA espanhola (<a href ="/img/revistas/nut/n20/n20a05t4.jpg">Tabela 4</a>) e,     
contrariamente &#224;s tend&#234;ncias obtidas na compara&#231;&#227;o com a TCA portuguesa, os resultados     para o salm&#227;o e para a pescada s&#227;o superiores 17% e 7%, respectivamente (6,     12). &#192; semelhan&#231;a da tend&#234;ncia encontrada na compara&#231;&#227;o com TCA portuguesa,     tamb&#233;m os valores de PE da solha s&#227;o 8% inferiores quando comparados com a TCA     espanhola (6, 12). J&#225; os resultados da cavala s&#227;o 11% inferiores e os do     bacalhau fresco muito semelhantes (apenas 1% superiores) (12). Analisando um     documento elaborado pelo <i >Institute of     Food Research</i> (IFR), e &#224; semelhan&#231;a das tend&#234;ncias encontradas nas     ]]></body>
<body><![CDATA[refer&#234;ncias bibliogr&#225;ficas anteriormente mencionadas (<a href ="/img/revistas/nut/n20/n20a05t4.jpg">Tabela 4</a>), tamb&#233;m os     
resultados para a solha s&#227;o inferiores 26% (6, 10, 12). Os valores de PE para o     bacalhau fresco s&#227;o 14% inferiores e os da cavala, &#224; semelhan&#231;a da tend&#234;ncia     encontrada por compara&#231;&#227;o com a TCA espanhola, 7% inferiores (6, 10, 12).     Valores de PE para a arinca foram encontrados apenas no IFR, sendo o resultado     obtido 19% inferior (10). No caso dos dados do IFR, na origem das discrep&#226;ncias     para a solha, o bacalhau fresco e a arinca poder&#225; estar a aus&#234;ncia de espinhas     nas amostras analisadas e para a cavala o n&#250;mero de amostras considerado (n=3)     (10).      <br/>As     ]]></body>
<body><![CDATA[discrep&#226;ncias encontradas poder&#227;o resultar de diferen&#231;as nos produtos     alimentares adquiridos e analisados, no tamanho da amostra e metodologia     utilizadas, pois na bibliografia analisada estas descri&#231;&#245;es s&#227;o inexistentes ou     pouco espec&#237;ficas (11). Por exemplo, na TCA portuguesa &#233; apenas referido que     para a maior parte dos alimentos foram analisadas no m&#237;nimo 5 amostras, n&#227;o     havendo lugar &#224; descri&#231;&#227;o do que efectivamente se considerou como amostra (6).      <br/>Para     a solha obteve-se o menor valor de PE, o que vai de encontro ao esperado tendo     em considera&#231;&#227;o as suas caracter&#237;sticas morfol&#243;gicas. Na bibliografia existente     n&#227;o foram encontrados dados referentes ao granadeiro, raz&#227;o pela qual n&#227;o se     ]]></body>
<body><![CDATA[estabeleceram compara&#231;&#245;es. No entanto, &#224; semelhan&#231;a do j&#225; referido para a     solha, devido &#224;s suas caracter&#237;sticas morfol&#243;gicas e, concomitantemente, ao     facto de ter sido recepcionado j&#225; sem cabe&#231;a e eviscerado, o seu valor de PE     relativamente elevado era j&#225; esperado. Comparando o resultado dos rabos de     pescada com o obtido para a &#250;ltima posta da pescada (73 e 76%,     respectivamente), verifica-se que estes s&#227;o semelhantes, havendo uma diferen&#231;a     de apenas 3%. N&#227;o foi tamb&#233;m encontrada bibliografia referente a este produto     alimentar tal como adquirido e analisado neste estudo.      <br/>Os     resultados obtidos indicam haver diferen&#231;as estatisticamente significativas     ]]></body>
<body><![CDATA[entre as PE dos diferentes peixes, evidenciando a import&#226;ncia e a necessidade de     se definir e determinar um valor de PE para cada produto alimentar, tendo em     considera&#231;&#227;o a forma como este &#233; adquirido. N&#227;o &#233; recomendada a utiliza&#231;&#227;o de     valores universais para todos os peixes (14), isto &#233;, a utiliza&#231;&#227;o de valores     de outros produtos similares. Embora seja um trabalho moroso, exaustivo,     dispendioso e logisticamente dif&#237;cil, estes valores tem um grande impacto     econ&#243;mico (5), alimentar e nutricional (14, 18).     <br/>Analisando     os resultados por por&#231;&#245;es, verifica-se que as PE mais elevadas se encontram nas     primeiras postas (1 e 2), excepto no caso do bacalhau fresco, do salm&#227;o, do     ]]></body>
<body><![CDATA[granadeiro e da maruca que correspondem aos peixes mais fraccionados (7 a 13     por&#231;&#245;es). A excep&#231;&#227;o &#233; a abr&#243;tea, que apesar de ter sido fraccionada em 7     por&#231;&#245;es, apresenta uma distribui&#231;&#227;o de PE muito equitativa, na ordem dos 80%,     exceptuando as duas &#250;ltimas postas. Como era de esperar, as &#250;ltimas postas s&#227;o     as que apresentam uma PE inferior, excepto no granadeiro, na pescada e no     salm&#227;o. No salm&#227;o e na pescada, tal poder&#225; ter acontecido devido &#224; forma como a     mat&#233;ria-prima foi fraccionada. A pescada apresenta valores de PE muito     semelhantes entre postas. Tal como esperado, de um modo geral, a maioria da PE     encontra-se ao n&#237;vel da regi&#227;o central do peixe, havendo uma tend&#234;ncia para     reduzir nas extremidades devido &#224; morfologia do peixe.     ]]></body>
<body><![CDATA[<br/>Os     peixes fraccionados num maior n&#250;mero de postas, como o bacalhau fresco, o     salm&#227;o, a maruca e a abr&#243;tea, apresentam maiores varia&#231;&#245;es de PE ao longo do     peixe, na ordem dos 20% a 25%. O granadeiro, embora tenha sido muito     fraccionado, apresenta uma varia&#231;&#227;o de apenas 7%. Peixes fraccionados num menor     n&#250;mero de por&#231;&#245;es (entre 2 a 3 postas), como a arinca, o peixe-espada preto, o <i     >red fish</i> e a solha, apresentam menos     varia&#231;&#245;es de PE, &#224; excep&#231;&#227;o da pescada que, apesar de ter sido fraccionada em 3     postas, parece seguir a mesma tend&#234;ncia dos peixes maiores e, portanto, mais     fraccionados.      ]]></body>
<body><![CDATA[<br/>Diferen&#231;as     estatisticamente significativas na PE obtida para cada uma das por&#231;&#245;es da     abr&#243;tea, do bacalhau fresco, da maruca, da pescada, do <i >red fish</i> e do salm&#227;o (peixes mais fraccionados, &#224; excep&#231;&#227;o do <i     >red fish</i>) refor&#231;am a import&#226;ncia de se     estabelecerem valores de PE tendo em conta a forma como o produto &#233; adquirido,     uma vez que este valor pode tamb&#233;m variar dentro do mesmo peixe. Para a arinca,     a solha, o peixe-espada preto e o granadeiro as diferen&#231;as n&#227;o s&#227;o     significativas, o que &#233; concordante com o facto de estes serem tamb&#233;m os peixes     para os quais se obteve uma menor varia&#231;&#227;o de PE ao longo do peixe. A excep&#231;&#227;o     &#233; o <i >red fish</i> que tamb&#233;m apresenta uma     ]]></body>
<body><![CDATA[baixa varia&#231;&#227;o mas diferen&#231;as de PE estatisticamente significativas.      <br/>Na     an&#225;lise da TCA portuguesa, verificou-se uma descri&#231;&#227;o inespec&#237;fica e pouco     clara para a maior parte dos produtos alimentares, para al&#233;m de n&#227;o ser     definido o que &#233; considerado amostra nem a metodologia utilizada, o que pode     limitar a reprodutibilidade de alguns dados (5, 10). A bibliografia existente     revela diferen&#231;as ao n&#237;vel da metodologia adoptada, pois a PE pode ser estimada     a partir do alimento cru ou cozinhado (4, 7, 16, 32). Diferentes metodologias     limitam a utiliza&#231;&#227;o de alguns dados, pois os valores encontrados apresentam     diferen&#231;as evidentes entre si (5, 10). Considera-se que os valores de PE     ]]></body>
<body><![CDATA[poder&#227;o ser utilizados com maior fiabilidade quando as mat&#233;rias-primas est&#227;o     claramente descritas, possuindo as mesmas caracter&#237;sticas.     </p>     <p><b >CONCLUS&#213;ES</b> <br/>Neste trabalho de investiga&#231;&#227;o foram determinados os valores de PE para cada uma das mat&#233;rias-primas em estudo. A PE dever&#225; ser espec&#237;fica para cada produto alimentar, evitando-se, sempre que poss&#237;vel, o uso de valores universais, pois este valor pode variar entre diferentes produtos dentro do mesmo grupo de alimentos e dentro do pr&#243;prio alimento.  <br/>Espera-se que novos estudos sejam realizados, n&#227;o s&#243; para colmatar as falhas identificadas na informa&#231;&#227;o disponibilizada na bibliografia existente, mas tamb&#233;m para se aferirem novos valores de PE para diferentes tipos de produtos alimentares. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b >AGRADECIMENTOS</b> <br/>Agradece-se a todos os colaboradores do ITAU que possibilitaram a realiza&#231;&#227;o deste trabalho de investiga&#231;&#227;o, nomeadamente &#224; D.&#170; Esperan&#231;a Dias, cozinheira, pela colabora&#231;&#227;o. Agradece-se ao Doutor Duarte Torres, docente da Faculdade de Ci&#234;ncias da Nutri&#231;&#227;o e Alimenta&#231;&#227;o da Universidade do Porto e &#224; Doutora Narcisa Bandarra, do Instituto Portugu&#234;s do Mar e da Atmosfera, pela informa&#231;&#227;o. </p>     <p>&nbsp;</p>     <!-- ref --><p><b >REFER&#202;NCIAS BIBLIOGR&#193;FICAS</b> <br/>1. Holland B, Welch AA, Unwin ID, Buss DH, Paul AA, Southgate DAT. McCance and Widdowson&#8217;s The Composition of Foods. 5th revised and extended ed. Cambridge: The Royal Society of Chemistry, Ministry of Agriculture, Fisheries and Food; 1991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1725680&pid=S2182-7230201400010000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --> <br/>2. Brown AC. Understanding Food: Principles and Preparation. 4&#170; ed. United States of America: Cengage Learning; 2011. <br/>3. V&#225;squez-Caicedo AL, Bell S, Hartmann B. EuroFIR: Report on collection of rules on use of recipe calculation procedures including the use of yield and retention factors for imputing nutrient values for composite foods [Internet]. 2008. [citado em: 2013 jul]. Dispon&#237;vel em: <a href="http://www.langual.org/download/RecipeCalculation/EuroFIR%20recipe%20calculation%20procedures%20including%20yield%20and%20retention%20factors.pdf" target="_blank">http://www.langual.org/download/RecipeCalculation/EuroFIR%20recipe%20calculation%20procedures%20including%20yield%20and%20retention%20factors.pdf</a> <br/>4. Reinivuo H, Laitinen K. EuroFIR: Composite foods: harmonisation of recipe calculation procedures. EuroFIR; 2007.  <br/>5. Ashley B. Edible Weights of Wildlife Species used for Country Food in the Northwest Territories and Nunavut. Yellowknife: GNT; 2002.  <br/>6. Instituto Nacional de Sa&#250;de Dr. Ricardo Jorge. Tabela da Composi&#231;&#227;o de Alimentos. 1&#170; ed. Lisboa: INSA; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1725681&pid=S2182-7230201400010000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --> <br/>7. Gebhardt SE, Thomas RG. Nutritive Value of Foods. Beltsville: USA; 2002. <br/>8. Anta RMO, Sobaler AML, Carvajales PA, Marcos AMR, Vizuete AA, Casares LMM. Programa para la evaluaci&#243;n de dietas y gesti&#243;n de datos de alimentaci&#243;n. Madrid: ALCE INGENIERIA; 2008.  <br/>9. Minister of Health Canada. Nutrient Value of Some Common Foods. Ontario: MHC; 2008. <br/>10. Roe M, Church S, Pinchen H, Finglas P. Nutrient analysis of fish and fish products: Sampling Report. Institute of Food Research; 2013.  <br/>11. H. Greenfield, Southgate DAT. Food composition data: production, management and use. 2&#170; ed. Rome: FAO; 2003. <br/>12. Pena GM. Tabla de composici&#243;n de alimentos, ver 2.1. NUTRICIA. <br/>13. Cruz AJ, Ral PC, Gasc&#243;n MB. Tabla de composici&#243;n de alimentos. NOVARTIS Medical nutrition. <br/>14. FAO/INFOODS: Guidelines for Checking Food Composition data prior to the Publication of a User Table/Database, version 1.0 Rome: FAO; 2012. <br/>15. Murawska D. Age-related changes in the percentage content of edible and nonedible components in turkeys. Poult Sci. 2013; 92(1):255-64. <br/>16. FAO. West African Food Composition Table. Rome; 2012. <br/>17. Mcvety PJ, Marshall SD, War BJ. Determining portion costs and selling prices. In: The Menu & The Cycle of Cost Control. Kendall Hunt; 2009. p. 90-112.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1725682&pid=S2182-7230201400010000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --> <br/>18. Japur C, Vieira M. Nutri&#231;&#227;o e Metabolismo: Gest&#227;o de qualidade na produ&#231;&#227;o de refei&#231;&#245;es. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan; 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1725683&pid=S2182-7230201400010000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --> <br/>19. Instituto Nacional de Estat&#237;stica. Destaque: Balan&#231;a Alimentar Portuguesa: Dieta portuguesa afasta-se das boas pr&#225;ticas nutricionais. Lisboa: INE; 2010. Dispon&#237;vel em: <a href="http://www.ine.pt/xportal/xmain&#8204;xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=83386467&DESTAQUESmodo=2" target="_blank">http://www.ine.pt/xportal/xmain&#8204;xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=83386467&DESTAQUESmodo=2</a>. <br/>20. Liga para a Prote&#231;&#227;o da Natureza. [Web site]. 2010. [citado em: 2013 jul]. Dispon&#237;vel em: <a href="http://www.quepeixecomer.lpn.pt/" target="_blank">http://www.quepeixecomer.lpn.pt/</a>. <br/>21. Bergstr&#246;m L. Rapport 32/94: Nutrient losses and gains in the preparation of foods. Sweden National Food Administration; 1994.  <br/>22. Brake J HG, Ferket PR, Rives DV, Giesbrecht FG. Relationship of sex, strain, and body weight to carcass yield and offal production in turkeys. 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Poult Sci. 2012; 91(8):2030-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1725685&pid=S2182-7230201400010000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --> <br/>25. Summers JD SD. Weight gain, carcass yield, and composition of large white male turkeys reared to 28 weeks of age on growing and finishing diets with varying levels of dietary protein Department of Animal and Poultry Science, University of Guelph, Ontario, Canada. 1990 69(4):584-91. <br/>26. Dias MG, Santos M, Faria MR, Bandarra N, Oliveira L. Cooking yield and edible portion in Horse Mackerel (Trachurus trachurus) [Poster]. [2005-2013&#8204;].  <br/>27. FAO/INFOODS Guidelines Food Matching, version 2.1. Rome: FAO; 2012.  <br/>28. Codex Alimentarius. CAC/RCP 39-1993. Code of hygienc practice for precooked and cooked foods in mass catering [Internet]. 1993. [citado em: 2013 jul]. Dispon&#237;vel em: <a href="http://www.codexalimentarius.org/standards/list-of-standards/en/&#8204;provide=standards&orderField=fullReference&sort=asc&num1=CAC/RCP" target="_blank">http://www.codexalimentarius.org/standards/list-of-standards/en/&#8204;provide=standards&orderField=fullReference&sort=asc&num1=CAC/RCP</a>. <br/>29. Vaz C. Alimenta&#231;&#227;o de coletividade: uma abordagem gerencial: manual pr&#225;tico do gestor de servi&#231;os de refei&#231;&#245;es colectivas. Bras&#237;lia: LidGr&#225;fica e Editora Ltda.; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1725686&pid=S2182-7230201400010000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --> <br/>30. Gabinete de Planeamento e Pol&#237;ticas. Anu&#225;rio Agr&#237;cola 2012: Informa&#231;&#245;es de Mercado. MAMAOT; 2012.  <br/>31. Martins C. Manual de An&#225;lise de Dados Quantitativos com recurso ao IBM&#174; SPSS&#174;: Saber decidir, fazer, interpretar e redigir. Braga: Psiquil&#237;brios Edi&#231;&#245;es; 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1725687&pid=S2182-7230201400010000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> <br/>32. Bogn&#225;r A, f&#252;r Bundesforschungsanstalt Ern&#228;hrung. Tables on weight yield of food and retention factors of food constituents for the calculation of nutrient composition of cooked foods (dishes) [Internet]. Karlsruhe: Bundesforschungsanstalt Ern&#228;hrung; 2002. [citado em: 2013 Jul]. Dispon&#237;vel em: <a href="http://www.mri.bund.de/fileadmin/Veroeffentlichungen/Archiv/Schriftenreihe_Berichte/bfe-r-02-03.pdf" target="_blank">http://www.mri.bund.de/fileadmin/Veroeffentlichungen/Archiv/Schriftenreihe_Berichte/bfe-r-02-03.pdf</a>. </p>      <p>&nbsp;</p>     <p>  <b ><a href="#topc0">Endere&#231;o para correspond&#234;ncia</a><a name="c0"></a></b> <br/>Carmen Costa <br/>ITAU, S.A. <br/>Rua da Lionesa - Centro Empresarial B, R/C, 4465-671 Le&#231;a do Balio, Portugal <br/><a href="mailto:carmen.costa@po.itau.pt">carmen.costa@po.itau.pt</a></p> </p>  <br/>Recebido a 6 de Fevereiro de 2014 <br/>Aceite a 24 de Mar&#231;o de 2014 <br/>       ]]></body><back>
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