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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>EDITORIAL</b></p>     <p><b>Editorial</b></p>     <p><b>Jos&eacute; Manuel Mendes</b></p>     <p>Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra. Col&eacute;gio de S. Jer&oacute;nimo, Largo de D. Dinis, Apartado 3087, 3000-995 Coimbra, Portugal <a href="mailto:jomendes@ces.uc.pt">jomendes@ces.uc.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A escrita desta pequena nota editorial prende-se com o facto de este n&uacute;mero da <i>Revista Cr&iacute;tica de Ci&ecirc;ncias Sociais</i> ser marcado pela mudan&ccedil;a de parte do Conselho de Reda&ccedil;&atilde;o e pela minha entrada em fun&ccedil;&otilde;es como Diretor. Cabe-me, assim, deixar uma palavra de agradecimento e de reconhecimento a todas e a todos os colegas que durante os &uacute;ltimos anos participaram no Conselho de Reda&ccedil;&atilde;o e que cessaram fun&ccedil;&otilde;es, pelo seu papel inexced&iacute;vel na internacionaliza&ccedil;&atilde;o da <i>Revista Cr&iacute;tica </i>e pelos elevados padr&otilde;es de qualidade que se tornaram apan&aacute;gio da mesma. Uma men&ccedil;&atilde;o especial deve ser endere&ccedil;ada ao diretor cessante, Claudino Ferreira, pela sua dedica&ccedil;&atilde;o e pelo rigor com que dirigiu a revista.</p>     <p>O n&uacute;mero atual inicia uma nova pol&iacute;tica editorial de publica&ccedil;&atilde;o de artigos originais em l&iacute;ngua inglesa, alargando o leque dos seus leitores potenciais, mas com o objetivo de continuar a ser uma revista de refer&ecirc;ncia no mundo lus&oacute;fono.</p>     <p>O n&uacute;mero 108 &eacute; n&atilde;o tem&aacute;tico, e procuraremos que nos pr&oacute;ximos anos os n&uacute;meros tem&aacute;ticos assumam menor peso na estrat&eacute;gia editorial da <i>Revista Cr&iacute;tica</i>, tornando a revista mais abrangente, potenciando a colabora&ccedil;&atilde;o de jovens investigadores e acentuando a sua vertente transdisciplinar e inovadora a n&iacute;vel te&oacute;rico, epistemol&oacute;gico e metodol&oacute;gico.&nbsp;</p>     <p>Num tempo caracterizado pela diminui&ccedil;&atilde;o do investimento nas ci&ecirc;ncias sociais e nas humanidades e por uma vis&atilde;o estreita e meramente m&eacute;trica da qualidade da produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, n&atilde;o temos d&uacute;vidas que a <i>Revista Cr&iacute;tica de Ci&ecirc;ncias Sociais </i>cumpre uma miss&atilde;o fundamental na divulga&ccedil;&atilde;o da investiga&ccedil;&atilde;o de alto n&iacute;vel que se produz nestas &aacute;reas cient&iacute;ficas e do seu papel incontorn&aacute;vel para a promo&ccedil;&atilde;o de epistemologias c&iacute;vicas indutoras de reflex&atilde;o, de pr&aacute;ticas, de processos e de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que promovam a justi&ccedil;a, a solidariedade e a emancipa&ccedil;&atilde;o social.</p>      ]]></body>
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