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<institution><![CDATA[,Universidade Aveiro Departamento de economia, gestão e engenharia industrial Unidade de investigação em Governança, Competitividade e Políticas Públicas]]></institution>
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<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S2182-84582012000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S2182-84582012000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S2182-84582012000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O artigo estuda a importância da informação turística e a necessidade de estruturação de uma rede de organizações turísticas na região da Serra da Estrela através de uma plataforma de base tecnológica, que será desenvolvida por uma Destiny Management Company (DMC). O projecto DMC Turismo Serra da Estrela pretende constituir-se como uma plataforma tecnológica de trabalho para a comunidade turística, com vista à sua melhor organização e a um funcionamento eficiente em rede, partilhando conhecimento e experiências relevantes a nível regional, gerando valor acrescentado para o reconhecimento da importância das redes no Turismo nesta região. Também investigamos sobre a usabilidade e o interesse da informação turística disponível online com o intuito de promover uma gestão integrada de destinos turísticos e a utilidade das redes e parcerias no campo do Turismo.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article investigates the importance of tourism information and the need to construct a network of tourism organizations in the region of Serra da Estrela through a technology-based platform, which will be developed by a destiny management company (dmc). The dmc project Turismo Serra da Estrela intends to establish itself as a technology platform to work for the tourism community, aiming at a better organization and efficient operation on the network, sharing knowledge and experience relevant to the regional level, creating added value for the recognition of the importance of networks in tourism in this region. We also investigate about the usability and interest of tourist information available online in order to achieve integrated management of tourism destinations and usefulness of networks and partnerships in the field of Tourism.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Informação Turística]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>         <b>Informa&#231;&#227;o Tur&#237;stica: DMC Turismo Serra da Estrela</b>     </p> 	 	    <p>         <b>Tourist Information: DMC Turismo Serra da Estrela</b>     </p> 	    <p>&nbsp;</p>         <p>         <b>Manuel Salgado<sup>1</sup>; Ad&#233;lia Godinho<sup>2</sup>; Eva Milheiro<sup>3</sup></b>     </p>         <p>         <sup>1</sup>ESTH/IPG e GOVCOPP, DEGEI, Universidade Aveiro; <a href="mailto:manuelsalgado@ipg.pt">manuelsalgado@ipg.pt</a>     </p>         <p>         <sup>2</sup>ESTH/IPG; <a href="mailto:angodinho@gmail.com">angodinho@gmail.com</a>     </p>         <p>         <sup>3</sup>ESEP; <a href="mailto:eva@esep.pt">eva@esep.pt</a>     </p> 	    <p>&nbsp;</p>         <p>         <b>Resumo</b>     </p>         <p>         O artigo estuda a import&#226;ncia da informa&#231;&#227;o tur&#237;stica e a necessidade de estrutura&#231;&#227;o de uma rede de         organiza&#231;&#245;es tur&#237;sticas na regi&#227;o da Serra da Estrela atrav&#233;s de uma plataforma de base tecnol&#243;gica, que ser&#225;         desenvolvida por uma <i>Destiny Management Company</i> (DMC). O projecto DMC Turismo Serra da Estrela pretende constituir-se como uma plataforma         tecnol&#243;gica de trabalho para a comunidade tur&#237;stica, com vista &#224; sua melhor organiza&#231;&#227;o e a um funcionamento eficiente em         rede, partilhando conhecimento e experi&#234;ncias relevantes a n&#237;vel regional, gerando valor acrescentado para o reconhecimento da         import&#226;ncia das redes no Turismo nesta regi&#227;o. Tamb&#233;m investigamos sobre a usabilidade e o interesse da informa&#231;&#227;o         tur&#237;stica dispon&#237;vel <i>online</i> com o intuito de promover uma gest&#227;o integrada de destinos tur&#237;sticos e a utilidade das redes e         parcerias no campo do Turismo.     </p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>         <b>Palavras-Chave; </b>         Informa&#231;&#227;o Tur&#237;stica, TIC, Redes, Serra da Estrela.     </p> 	    <p>&nbsp;</p>      	         <p>         <b>Abstract</b>     </p>         <p>         This article investigates the importance of tourism information and the need to construct a network of tourism organizations in the region of Serra da         Estrela through a technology-based platform, which will be developed by a destiny management company (dmc). The dmc project Turismo Serra da Estrela         intends to establish itself as a technology platform to work for the tourism community, aiming at a better organization and efficient operation on the         network, sharing knowledge and experience relevant to the regional level, creating added value for the recognition of the importance of networks in         tourism in this region. We also investigate about the usability and interest of tourist information available online in order to achieve integrated         management of tourism destinations and usefulness of networks and partnerships in the field of Tourism.     </p>         <p>         <b>Keywords: </b>         Tourist Information, ICT, Networks, Serra da Estrela.     </p>     <p>&nbsp;</p>      <p>     <b>1. Introdu&#231;&#227;o</b> </p>     <p>     O comportamento do consumidor em turismo obriga a repensar constantemente as estrat&#233;gias de marketing das empresas e demais organiza&#231;&#245;es     tur&#237;sticas. Neste &#226;mbito, a organiza&#231;&#227;o, gest&#227;o e difus&#227;o de informa&#231;&#227;o tur&#237;stica atualizada possui um papel     central no sucesso do desenvolvimento do sector do turismo, quer em termos da oferta, quer da procura. Assim, assumimos que as Tecnologias da     Informa&#231;&#227;o e da Comunica&#231;&#227;o (TIC) e a Internet s&#227;o ferramentas imprescind&#237;veis no desenvol-vimento sustent&#225;vel e     competitivo de destinos e de empresas tur&#237;sticas. Estes instrumentos tecnol&#243;gicos contribuem decisivamente para a imagem e sustentabilidade do destino e da empresa tur&#237;stica, dada a comunica&#231;&#227;o eficiente com os consumidores. A nossa premissa assenta na evid&#234;ncia de que os    <i>websites </i>se converteram num ve&#237;culo poderoso de informa&#231;&#227;o e promo&#231;&#227;o tur&#237;stica. </p>     <p>     A regi&#227;o da Serra da Estrela re&#250;ne um conjunto de recursos e atributos tur&#237;sticos de elevado potencial com vista &#224; afirma&#231;&#227;o     deste destino singular, relevante a n&#237;vel nacional. Nesse sentido, considera-se necess&#225;rio valorizar e divulgar esses recursos, sobretudo os     prim&#225;rios, inerentes aos patrim&#243;nios natural e cultural, que devem ser complementados com uma oferta secund&#225;ria bem estruturada e organizada     em rede. </p>     <p>     Este artigo pretende, assim, evidenciar o interesse da aplica&#231;&#227;o das TIC no Turismo e tem como objectivos compreender a situa&#231;&#227;o atual     relativa &#224; tem&#225;tica da informa&#231;&#227;o tur&#237;stica, sobretudo assente no estudo de avalia&#231;&#227;o de quatro <i>websites</i>, que     disponibilizam informa&#231;&#227;o tur&#237;stica sobre a regi&#227;o da Serra da Estrela, com vista a determinar a viabilidade de uma DMC na regi&#227;o     da Serra da Estrela. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     A metodologia seguida assenta na avalia&#231;&#227;o qualitativa e quantitativa da informa&#231;&#227;o tur&#237;stica de <i>websites</i> sobre a     regi&#227;o da Serra da Estrela, sobretudo no que respeita aos conte&#250;dos e &#224; qualidade da sua interface com o utilizador. A an&#225;lise dos     dados e a discuss&#227;o dos resultados permite tecer algumas considera&#231;&#245;es relevantes relativamente &#224; viabilidade do projeto DMC Turismo     Serra da Estrela. </p>     <p>     A estrutura do artigo come&#231;a com a an&#225;lise da rela&#231;&#227;o que se estabelece entre o Turismo e as TIC (sec&#231;&#227;o 2), o seu interesse     na aplica&#231;&#227;o a destinos tur&#237;sticos (sec&#231;&#227;o 3), especificamente &#224; regi&#227;o da Serra da Estrela (sec&#231;&#227;o 4) com     vista &#224; recolha e an&#225;lise de dados relativos &#224; informa&#231;&#227;o tur&#237;stica <i>online</i> sobre a Serra da Estrela em <i>websites</i>     seleccionados, quer para a avalia&#231;&#227;o dos conte&#250;dos quer da usabilidade e, por fim, apresentam-se as principais conclus&#245;es,     limita&#231;&#245;es e recomenda&#231;&#245;es. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>2. </b>     <b>Turismo E Tecnologias Da Informa&#231;&#227;o E Da Comunica&#231;&#227;o</b> </p>     <p>     A an&#225;lise da maior rela&#231;&#227;o que se vai estabelecendo entre o Turismo e as TIC, que s&#227;o duas &#225;reas do conhecimento cient&#237;fico,     &#233; uma realidade cada vez mais incontorn&#225;vel e tem registado in&#250;meros desenvolvimentos ao n&#237;vel da investiga&#231;&#227;o de     in&#250;meros autores, ocorrendo v&#225;rios contributos na literatura espec&#237;fica (Sheldon, 1997; Buhalis, 1998 e 2003; Inkpen, 1998; O&#8217;Connor,     1999; Werthner e Klein, 1999; Laws, 2001). </p>     <p>     O papel fulcral das TIC tem sido referido por diversos autores com &#234;nfase na &#225;rea do turismo (Buhalis, 1997; Carter e Richer, 1999; Palmer e     McCole, 2000; Carter e B&#233;dard, 2001; Buhalis e Deimezi, 2004; Costa <i>et. al</i>, 2004; Werthner e Ricci, 2004; Buhalis e O&#8217;Connor, 2006; Ndou     e Petti, 2007). Nos &#250;ltimos dez anos nada parece ter mudado mais do que as TIC e a Internet no &#226;mbito do sector tur&#237;stico (Ndou e Petti,     2007). A enorme difus&#227;o do <i>e-business</i> e o aumento da concorr&#234;ncia ao n&#237;vel global provocou um repensar dram&#225;tico das formas como     o neg&#243;cio tur&#237;stico &#233; pensado, sendo que os destinos entraram nesta concorr&#234;ncia. As TIC tornaram-se um factor-chave na     competitividade, n&#227;o s&#243; das organiza&#231;&#245;es, mas tamb&#233;m dos destinos, j&#225; que um vasto leque de desenvolvimentos     tecnol&#243;gicos provocou esta evolu&#231;&#227;o (Buhalis e O&#8217;Connor, 2006). Para al&#233;m deste facto, a disponibilidade de TIC mais eficazes     fortalecer&#225; empresas e destinos, na efici&#234;ncia e na renova&#231;&#227;o das suas estrat&#233;gias de comunica&#231;&#227;o. </p>     <p>     O turismo &#233; uma atividade econ&#243;mica extremamente dependente da informa&#231;&#227;o. O produto &#233; adquirido com base em informa&#231;&#227;o     recolhida de m&#250;ltiplos canais, o que aporta &#224; necessidade de estabelecer canais de comunica&#231;&#227;o de longo prazo (Werthner e Ricci, 2004).     Os produtos e servi&#231;os tur&#237;sticos s&#227;o intang&#237;veis e esta intangibilidade est&#225;, sobretudo, presente no momento da compra, isto     &#233;, o que o comprador adquire no momento da compra &#233; o direito ao usufruto do servi&#231;o. N&#227;o &#233; poss&#237;vel fornecer ao cliente uma     amostra do produto que vai comprar. Assim, a informa&#231;&#227;o desempenha um papel fulcral pois sustenta a transa&#231;&#227;o. &#201; baseado neste     racioc&#237;nio que as organiza&#231;&#245;es de <i>marketing </i>dos destinos tur&#237;sticos fazem da tecnologia da informa&#231;&#227;o um recurso imprescind&#237;vel para as transa&#231;&#245;es comerciais. De facto, a relev&#226;ncia da aplica&#231;&#227;o das TIC na gest&#227;o e desenvolvimento         dos destinos tur&#237;sticos, bem como os <i>websites</i> enquanto centros de informa&#231;&#227;o tur&#237;stica<i> online, </i>salienta-se na         abordagem &#224; usabilidade e &#224; avalia&#231;&#227;o heur&#237;stica.      </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>3. Aplica&#231;&#227;o Das Tic Na Gest&#227;o De Destinos Tur&#237;sticos</b> </p>     <p>     Para Buhalis (2000), um destino tur&#237;stico &#233; a combina&#231;&#227;o dos produtos, servi&#231;os e experi&#234;ncias oferecidos numa determinada     &#225;rea geogr&#225;fica, perfeitamente delimitada, que permite a percep&#231;&#227;o dos impactos do turismo, bem como a gest&#227;o da procura e da     oferta, de forma a maximizar os benef&#237;cios de todos os <i>stakeholders</i>. O destino tur&#237;stico compreende regi&#245;es, recursos,     atra&#231;&#245;es e uma am&#225;lgama de facilidades e de servi&#231;os para os turistas. As estrat&#233;gias adotadas pelo <i>marketing</i> de um destino     devem ter em conta os desejos e expetativas de todos os <i>stakeholders</i> como as popula&#231;&#245;es residentes, empres&#225;rios e investidores,     turistas, operadores tur&#237;sticos e intermedi&#225;rios e outros grupos de interesse. Uma das maiores dificuldades &#233; a de assegurar a     utiliza&#231;&#227;o de bens p&#250;blicos, como os recursos naturais, para o benef&#237;cio de todos, preservando, ao mesmo tempo, os recursos para as     gera&#231;&#245;es vindouras. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     Os destinos tur&#237;sticos s&#227;o dif&#237;ceis de gerir e de coordenar no &#226;mbito do <i>marketing</i> devido &#224; complexidade das rela&#231;&#245;es entre os <i>stakeholders</i> locais e regionais. Este facto &#233; agravado pela presen&#231;a de uma grande variedade de    <i>stakeholders </i>envolvidos no desenvolvimento dos produtos tur&#237;sticos (Sautter e Leisen, 1999). Ainda assim, o desenvolvimento da atividade     tur&#237;stica num determinado destino pode representar uma linha de a&#231;&#227;o promocional levando ao desenvolvimento local e regional. Para isso,     ser&#225; &#250;til reconhecer a import&#226;ncia que o desenvolvimento tur&#237;stico pode ter numa estrat&#233;gia territorial integrada. Para que o     destino seja perspetivado como um todo, deve existir uma maior coordena&#231;&#227;o entre os v&#225;rios <i>stakeholders</i>, assim como constituir redes     e parcerias entre as v&#225;rias entidades, p&#250;blicas e/ou privadas. Por outro lado, &#233; tamb&#233;m fundamental haver uma estrutura&#231;&#227;o     dos produtos tur&#237;sticos, o que nem sempre se verifica, apostando em produtos emergentes sobretudo para complementar e enriquecer a oferta tradicional     existente. S&#243; assim acreditamos que a promo&#231;&#227;o e a comercializa&#231;&#227;o do destino se conseguir&#227;o tornar mais eficazes. </p>     <p>     As TIC t&#234;m tido um papel fundamental na atividade tur&#237;stica ao contribuir significativamente para a competitividade entre empresas e entre     destinos, especialmente para o marketing tur&#237;stico. Tanto os destinos tur&#237;sticos, como as empresas, tendem a adoptar m&#233;todos inovadores para     aumentar a sua competitividade, procurando lutar de uma forma mais eficaz num mercado cada vez mais global. Este novo ambiente requer     organiza&#231;&#245;es focadas, &#225;geis, mais flex&#237;veis e competitivas (Pereira, 2007 in Milheiro, 2010). Com efeito, as TIC vieram reestruturar a     gest&#227;o empresarial nas organiza&#231;&#245;es tur&#237;sticas, proporcionando benef&#237;cios na diferencia&#231;&#227;o, na redu&#231;&#227;o de     custos, no tempo de resposta e na efici&#234;ncia (Buhalis, 2000). A inova&#231;&#227;o na comunica&#231;&#227;o veio contribuir igualmente para a     qualidade funcional, quer interna, quer para o exterior (Cooper <i>et al</i>., 1998). </p>     <p>     As organiza&#231;&#245;es e/ou empresas de gest&#227;o de destinos fazem cada vez mais uso das TIC de forma a facilitar a experi&#234;ncia tur&#237;stica     antes, durante e depois da visita. A Internet pode fortalecer as fun&#231;&#245;es de <i>marketing</i> e comunica&#231;&#227;o de destinos tur&#237;sticos     distantes (Cooper <i>et al</i>., 2001), pois al&#233;m de disponibilizar informa&#231;&#227;o e permitir a realiza&#231;&#227;o de reservas a um vasto     n&#250;mero de consumidores, possibilita enormes poupan&#231;as no que respeita &#224; impress&#227;o e edi&#231;&#227;o de brochuras (e outros meios de     informa&#231;&#227;o mais tradicionais como centros de informa&#231;&#227;o), e constitui, ainda, uma ferramenta de comunica&#231;&#227;o entre     fornecedores tur&#237;sticos, intermedi&#225;rios e consumidores finais (Carter e B&#233;dard, 2001). </p>     <p>     Para Costa <i>et al.</i> (2004) a Internet &#233; vista como uma combina&#231;&#227;o e integra&#231;&#227;o de quatro propriedades funcionais,     designadamente a representa&#231;&#227;o do conhecimento e da informa&#231;&#227;o; a comunica&#231;&#227;o e interac&#231;&#227;o entre neg&#243;cios e     consumidores (B2C - <i>business to consumer</i>) e entre neg&#243;cios (B2B - <i>business to business</i>); a constru&#231;&#227;o de comunidades virtuais     e; as transa&#231;&#245;es empresariais. Nesse sentido, a internet, quando comparada com outros meios de comunica&#231;&#227;o tradicionais, oferece um     n&#250;mero de carater&#237;sticas &#250;nicas, por permitir a utiliza&#231;&#227;o de m&#250;ltiplos tipos de informa&#231;&#227;o (v&#237;deo, som,     imagens) com texto, difundindo a informa&#231;&#227;o com maior efic&#225;cia e, por outro lado, permite &#224; ind&#250;stria tur&#237;stica alcan&#231;ar     audi&#234;ncias globais de grandes dimens&#245;es. </p>     <p> O turismo &#233; conhecido como sendo uma &#8220;ind&#250;stria de informa&#231;&#227;o intensiva&#8221; (O&#8217;Connor, 1999; Poon, 2002; Costa    <i>et al</i>., 2004). Segundo v&#225;rios autores (Sheldon, 1997; Buhalis, 1998; Frangialli, 1998; O&#8217;Connor, 1999) &#8220;a informa&#231;&#227;o     &#233; o sangue do turismo&#8221;, sem a qual este n&#227;o poderia funcionar adequadamente. A qualidade da informa&#231;&#227;o na concorr&#234;ncia entre     destinos tornou-se uma &#8220;arma&#8221; poderosa. Os turistas baseiam a sua escolha de um destino em detrimento de outro com base na informa&#231;&#227;o     dispon&#237;vel. Nesse sentido, a informa&#231;&#227;o deve ser cred&#237;vel, pormenorizada, dispon&#237;vel em formatos eletr&#243;nicos e constantemente     verificada e atualizada (Milheiro, 2010). </p>     <p>     Tal como se verifica em OMT (1999), uma imagem positiva de uma localidade configura para o turista a atratividade de um destino tur&#237;stico. S&#227;o,     tamb&#233;m, elementos usados para projetar ambientes de compra, a fim de criar ou refor&#231;ar as decis&#245;es de compra ou consumo de um produto ou     servi&#231;o. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>3.1. Websites Enquanto Centros De Informa&#231;&#227;o Tur&#237;stica Online</b>     </b> </p>     <p> Segundo Maloff (1997), um <i>website </i>publicado na internet constitui-se por um aplicativo composto de v&#225;rias p&#225;ginas, <i>links</i>,    <i>banners</i>, question&#225;rios, dispositivos sonoros e visuais din&#226;micos. A cria&#231;&#227;o de <i>websites</i> tem por objetivo principal     publicar informa&#231;&#227;o para que esta possa ser acedida do exterior, por uma comunidade de indiv&#237;duos interessados nos seus conte&#250;dos     (Moscardo, 2006 in Milheiro 2010). Os turistas procuram na <i>World Wide Web</i> informa&#231;&#227;o sobre os destinos que pretendem visitar e usam-na     como a fonte prim&#225;ria de informa&#231;&#227;o (Carter e Richer, 1999). Na perspectiva destes autores, a nova verdade para as organiza&#231;&#245;es de     marketing de destinos &#233; a de que &#8220;quem n&#227;o est&#225; <i>online</i> n&#227;o est&#225; &#224; venda nos mercados alvo&#8221;. </p>     <p>     Na opini&#227;o de Werthner e Klein (1999), a utiliza&#231;&#227;o das TIC, por parte dos viajantes, possibilita a compara&#231;&#227;o dos produtos e     servi&#231;os e, portanto, permite fazer op&#231;&#245;es mais informadas. Os consumidores est&#227;o a ficar cada vez mais sofisticados, exigentes e     familiarizados com as tecnologias emergentes e exigem uma maior flexibilidade, especializa&#231;&#227;o e acessibilidade &#224;s empresas e aos seus     produtos (Buhalis, 1998). Para responder a estas exig&#234;ncias, o setor tem de adotar constantemente novas abordagens, nas quais as TIC desempenham cada     vez mais o papel principal (Pereira, 2007 in Milheiro 2010). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     Desta forma, os <i>websites </i>converteram-se num ve&#237;culo fundamental de promo&#231;&#227;o junto de diversos tipos de p&#250;blico. Do lado da     procura, a evolu&#231;&#227;o da cultura das viagens fez com que haja cada vez mais necessidade de informa&#231;&#227;o atualizada e, al&#233;m disso, que     esta seja de melhor qualidade, r&#225;pida e facilmente obtida. Estas caracter&#237;sticas da procura de informa&#231;&#227;o pelos utilizadores     converteram os <i>websites </i>e, por extens&#227;o, a Internet em verdadeiros centros de informa&#231;&#227;o tur&#237;stica. Neste sentido, as empresas     (DMC) e organiza&#231;&#245;es tur&#237;sticas de gest&#227;o de destinos devem apostar na utiliza&#231;&#227;o deste meio com vista &#224;     promo&#231;&#227;o da sua oferta tur&#237;stica e como estrat&#233;gia de distribui&#231;&#227;o e de comunica&#231;&#227;o. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>3.2. Avalia&#231;&#227;o Da Usabilidade</b> </p>     <p>     A usabilidade est&#225; diretamente ligada &#224; qualidade de um sistema Nielsen (2003). A avalia&#231;&#227;o da usabilidade &#233;, portanto, a     avalia&#231;&#227;o geral do funcionamento de um <i>website </i>em termos estruturais, est&#233;ticos, funcionais e tecnol&#243;gicos. Se estes elementos     est&#227;o integrados de modo eficiente e harmonioso, permitindo o acesso &#224; informa&#231;&#227;o desejada, de modo intuitivo e r&#225;pido, considera-se que o <i>website </i>tem boa usabilidade e atende &#224;s necessidades tanto de quem oferece como &#224;s de quem procura a informa    &#231;&#227;o. A avalia&#231;&#227;o da usabilidade permite testar a usabilidade e funcionalidade do sistema, atrav&#233;s de     m&#233;todos anal&#237;ticos (avalia&#231;&#227;o heur&#237;stica e avalia&#231;&#227;o preditiva) e/ou m&#233;todos emp&#237;ricos (avalia&#231;&#227;o     com utilizadores). </p>     <p>     Neste sentido, a import&#226;ncia de se estudar a usabilidade de um <i>website </i>torna-se evidente, considerando o grande n&#250;mero de     informa&#231;&#245;es tur&#237;sticas que podem ser disponibilizadas. Para Nielsen (2001), muito do valor de um <i>website</i> ou portal digital surge     quando ele, realmente, consegue ser a ferramenta de comunica&#231;&#227;o para que os internautas o visualizem e usem frequentemente. A fun&#231;&#227;o de     um portal digital sobre turismo &#233; a de ajudar, de forma efetiva, os turistas virtuais a encontrarem a informa&#231;&#227;o, tornando-se consumidores     dos seus servi&#231;os reais e/ou virtuais. Para atingir esse objetivo, a percep&#231;&#227;o e a experi&#234;ncia que o turista virtual tem, a partir do     portal, &#233; um factor de grande import&#226;ncia. A experi&#234;ncia do utilizador &#233; um conjunto de valores percebidos por ele, sendo     alcan&#231;ada pela interface e pelo uso que ele faz das funcionalidades, pela consist&#234;ncia do <i>website </i>medida pelos conte&#250;dos,     servi&#231;os, etc. A percep&#231;&#227;o e a experi&#234;ncia, para Bittencourt Filho (2000), formam um bin&#243;mio que define atratividade como uma     parte vis&#237;vel do portal, que &#233; a sua interface. A interface de um portal digital tur&#237;stico, como a de qualquer outro sistema de     informa&#231;&#227;o, oportuniza a percep&#231;&#227;o e tangibiliza a experi&#234;ncia do internauta que procura as informa&#231;&#245;es detalhadas sobre     destinos tur&#237;sticos atrativos. Esta &#233; uma rela&#231;&#227;o harmoniosa que se d&#225; entre o turista virtual e a interface, no que respeita     &#224; informa&#231;&#227;o e aos servi&#231;os das organiza&#231;&#245;es que a tecnologia coloca &#224; sua disposi&#231;&#227;o. A interface de um     portal digital tur&#237;stico &#233;, pois, o resultado final da an&#225;lise e da considera&#231;&#227;o de um conjunto de factores que, uma vez     integrados, delineiam a qualidade da experi&#234;ncia do turista virtual. </p>     <p>     Segundo Nielsen (2003), os fatores de <i>design </i>s&#227;o definidos pelo grau de atratividade e funcionalidade e de outros elementos ergon&#243;micos.     Despertar a aten&#231;&#227;o do utilizador &#233; uma importante e dif&#237;cil tarefa, quando as informa&#231;&#245;es se tornam vol&#225;teis e/ou     desatualizadas. A atratividade acontece se o projeto prev&#234; eventos como atualiza&#231;&#227;o e mecanismos de fixa&#231;&#227;o das principais     informa&#231;&#245;es. Sendo assim, uma interface de qualidade &#233; resultado de muito esfor&#231;o e estudo. Caso contr&#225;rio, &#233; apenas um     conjunto de carateres e elementos visuais bonitos, mas que n&#227;o se sustentam ao longo do tempo, pois, correm o risco de n&#227;o comunicar e n&#227;o     disponibilizar uma experi&#234;ncia consistente para o utilizador. Maloff (1997) e Dias (2003) complementam a ideia anterior, destacando o conceito de que     uma interface n&#227;o &#233; s&#243; <i>design</i>, nem apenas a apar&#234;ncia bonita, arrojada, simples ou complexa, moderna ou tradicional. Esses     requisitos n&#227;o garantem a sustentabilidade da qualidade da experi&#234;ncia e da atratividade para o utilizador. Para que uma interface ofere&#231;a     informa&#231;&#227;o e servi&#231;os &#250;teis ao utilizador, num ambiente agrad&#225;vel e confort&#225;vel visualmente, f&#225;cil de navegar e     trabalhar, &#233; necess&#225;rio considerar alguns fatores ergon&#243;micos. </p>     <p>     Alguns crit&#233;rios, ergon&#243;micos e de usabilidade, s&#227;o mencionados por Cybis (1998), ao verificar a interface de um sistema interativo. Este     autor apresenta quase os mesmos requisitos e enfatiza alguns, pelo grau de import&#226;ncia na verifica&#231;&#227;o da qualidade, resultando,     posteriormente, informa&#231;&#245;es que auxiliam na an&#225;lise detalhada da rela&#231;&#227;o custo-benef&#237;cio, nomeadamente, presen&#231;a de     instru&#231;&#245;es para a utiliza&#231;&#227;o dos recursos disponibilizados, densidade e organiza&#231;&#227;o, <i>design </i>dos objetos e     conte&#250;dos, itens de menus e listas de sele&#231;&#227;o, o vocabul&#225;rio e estrutura das frases; os erros gramaticais e ortogr&#225;ficos; a     integra&#231;&#227;o com outros produtos tecnol&#243;gicos; etc. </p>     <p>     &#201; importante criar, no <i>website, </i>instrumentos de relacionamento <i>online </i>que possibilitem a cria&#231;&#227;o de bases de dados para     estabelecer contactos, por meio da interatividade. A interatividade tem vantagens claras, pois os modelos de <i>websites </i>baseados em formatos     comerciais/informativos/institucionais refletem o modelo de organiza&#231;&#227;o interna das empresas. O <i>website </i>deve ser visto, segundo Wethner e Klein (1999), sob uma perspetiva integrada aos outros recursos reais que a empresa adota, o que permite ao utilizador interagir n&#227;o apenas    <i>online</i>, mas por telefone, correio, ou mesmo pelo endere&#231;o real da empresa, porque o <i>website </i>&#233; um segmento de muitas     ac&#231;&#245;es de acesso aos servi&#231;os e produtos. Estes dois mundos, virtual e real, t&#234;m de estar ligados e, preferencialmente s&#227;o     complementados. </p>     <p>         <p>&nbsp;</p>     <b>3.3. Avalia&#231;&#227;o Heur&#237;stica</b> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     A avalia&#231;&#227;o heur&#237;stica &#233; um m&#233;todo de avalia&#231;&#227;o da usabilidade desenvolvido por Jakob Nielson e tem como finalidade     identificar problemas de usabilidade na interface do utilizador, atrav&#233;s da an&#225;lise e interpreta&#231;&#227;o de um conjunto de princ&#237;pios     ou heur&#237;sticas. Segundo Dias (2003), as heur&#237;sticas basearam-se na experi&#234;ncia pr&#225;tica de v&#225;rios pesquisadores em testes com     utilizadores. Neste trabalho, foram consideradas, em especial, as heur&#237;sticas de Nielsen (1993 e 2002), e as recomenda&#231;&#245;es de Dias (2003) e     Santaella (2002) e Milheiro (2010): H1 - tratamento da informa&#231;&#227;o; H2 - falar a linguagem do utilizador; H3 - privilegiar o reconhecimento em vez     da lembran&#231;a; H4 - garantir a visibilidade do sistema; H5 - assegurar a consist&#234;ncia e os <i>standards</i> (normas); H6 - apresentar o desenho de     ecr&#227; est&#233;tico e minimalista; H7 - permitir flexibilidade e efici&#234;ncia de uso; H8 - dar controlo e liberdade ao utilizador; H9 - evitar     erros; H10 - dar suporte ao utilizador; e H11 - conformidade t&#233;cnica. </p>     <p>     A an&#225;lise heur&#237;stica &#233; a an&#225;lise da <i>Human Computer Interaction</i> (HCI). Exatamente por ser o elo entre o homem e o computador, as     interfaces, pautadas nas heur&#237;sticas, definem o eixo que deve ser considerado como primordial para o desenvolvimento de <i>websites, </i>sendo para     isso necess&#225;rio considerar os elementos relacionados &#224; sua adequada estrutura&#231;&#227;o: a arquitetura da informa&#231;&#227;o; a arquitetura     do design; a navegabilidade; o conte&#250;do; a interatividade, que relacionados entre si, definem a usabilidade de um <i>website.</i> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>4. Carateriza&#231;&#227;o Da Regi&#227;o Da Serra Da Estrela</b> </p>     <p>     Todo o estudo na &#225;rea do turismo deve ter como base as carater&#237;sticas do territ&#243;rio em causa, de modo a compreender o funcionamento da base     natural, econ&#243;mica e social de suporte do desenvolvimento do setor. Nesse &#226;mbito, &#233; essencial come&#231;ar por caraterizar o territ&#243;rio     da Serra da Estrela. </p>     <p>     Segundo Fonseca e Ramos (2007), numa estrat&#233;gia de desenvolvimento, o turismo &#233; assumido como um dos setores com maior capacidade para     rentabilizar os recursos locais. Os mesmos autores referem, ainda, que as tend&#234;ncias regressivas que se detetam em diversos espa&#231;os rurais,     sobretudo nas &#225;reas perif&#233;ricas, como no interior de Portugal, t&#234;m suscitado uma preocupa&#231;&#227;o crescente por parte de diversas     entidades em busca de ac&#231;&#245;es que contrariem ou, pelo menos, atenuem os efeitos negativos do &#234;xodo rural e do envelhecimento     demogr&#225;fico. Para Silva (2008), o desenvolvimento da atividade tur&#237;stica deriva de oportunidades de neg&#243;cio geradas pela emerg&#234;ncia e     recrudescimento de turistas e excursionistas nas povoa&#231;&#245;es, atra&#237;dos pelo patrim&#243;nio hist&#243;rico e cultural da regi&#227;o,     incluindo a hist&#243;ria, os monumentos, a arquitetura popular, o artesanato e a gastronomia. </p>     <p>     Para Borges e Lima (2006: 160), &#8220;as especificidades dos territ&#243;rios de montanha implicam uma aten&#231;&#227;o especial no desenvolvimento de     qualquer atividade para si preconizada, em particular para o turismo&#8221;. Os mesmos autores defendem que os territ&#243;rios de montanha oferecem uma     base de recursos diversificada de extrema import&#226;ncia para o desenvolvimento de atividades tur&#237;sticas, que lhes conferem um lugar de destaque no     panorama dos destinos tur&#237;sticos mais populares do mercado tur&#237;stico atual. &#201; adiantado ainda que &#8220;o turismo de montanha pode     capitalizar esta diversidade de carater&#237;sticas ecol&#243;gicas e culturais, permitindo, ao mesmo tempo, o desenvolvimento de outros produtos     tur&#237;sticos complementares nos territ&#243;rios de montanha&#8221; (Borges e Lima, 2006: 161). </p>     <p>     Segundo o Plano Estrat&#233;gico para o Turismo da Serra da Estrela (PETUR, 2006), a procura de &#225;reas mais isoladas por parte dos visitantes, na busca     da natureza, da aventura, de novas experi&#234;ncias, mais aut&#234;nticas e tamb&#233;m mais amigas do ambiente, assume cada vez maior express&#227;o. Por     outro lado, Vaz e Dinis (2007: 96) defendem que &#8220;a crescente procura dos destinos no interior e os n&#237;veis de satura&#231;&#227;o tur&#237;stica     baixos (em particular o Centro) d&#227;o a estas regi&#245;es maiores potenciais de crescimento, ao mesmo tempo que exigem formas sustentadas de     desenvolvimento integradoras das diferentes realidades locais&#8221;. </p>     <p>     A regi&#227;o da Serra da Estrela est&#225; geograficamente integrada na regi&#227;o Centro do pa&#237;s e re&#250;ne um conjunto de fatores de extrema     import&#226;ncia para que esta se considere um destino tur&#237;stico singular, relevante a n&#237;vel nacional. A diversidade dos recursos naturais, a     riqueza paisag&#237;stica, a sua estrutura geol&#243;gica, o clima favor&#225;vel para a pr&#225;tica de desporto de inverno, a hospitalidade dos     residentes, o Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE) e a sua beleza arquitet&#243;nica e cultural constituem algumas das raz&#245;es que evidenciam o     grande potencial da regi&#227;o em termos tur&#237;sticos. O turismo assume, desta forma, um papel-chave para a regi&#227;o, pois constitui uma fonte de     rendimento para os investidores locais, assim como de emprego para os residentes. Nesse &#226;mbito, &#233; absolutamente necess&#225;rio valorizar e     divulgar toda a oferta tur&#237;stica de qualidade da Serra da Estrela, em especial os seus recursos prim&#225;rios, ou seja, o seu patrim&#243;nio natural     e cultural. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     <b>5. Metodologia</b> </p>     <p>     Os dados apresentados neste artigo foram obtidos num trabalho realizado no &#226;mbito do mestrado em Gest&#227;o e Sustentabilidade no Turismo, tendo por     objetivo a realiza&#231;&#227;o de um estudo de avalia&#231;&#227;o de quatro websites, que disponibilizam informa&#231;&#227;o tur&#237;stica sobre a     regi&#227;o da Serra da Estrela, no que respeita aos seus conte&#250;dos e qualidade da sua interface do utilizador. Assim, no que respeita &#224;     avalia&#231;&#227;o dos conte&#250;dos dos <i>websites</i> construiu-se uma grelha tendo por base as grelhas da OMT (2003: 236-237; 1999: 153-155) e     Milheiro (2010). Para a avalia&#231;&#227;o da usabilidade dos mesmos <i>websites</i>, aplicou-se o m&#233;todo da avalia&#231;&#227;o heur&#237;stica     tendo sido consideradas, em especial, as heur&#237;sticas sugeridas por Nielsen (1993 e 2002), as recomenda&#231;&#245;es de Dias (2003); Santaella (2002)     e Milheiro (2010). Para isso, foi necess&#225;ria a constru&#231;&#227;o de uma grelha composta por um conjunto de quest&#245;es para cada heur&#237;stica,     em que foi utilizada uma escala de 0 a 4 (0 - n&#227;o h&#225; problema de usabilidade); 1 - problema cosm&#233;tico; 2 - problema menor; 3 - problema     importante de usabilidade; 4 - cat&#225;strofe de usabilidade). Essa avalia&#231;&#227;o foi feita recorrendo a tr&#234;s avaliadores do sexo masculino,     com idades compreendidas entre 34 e 43 anos; forma&#231;&#227;o superior e ocupa&#231;&#245;es profissionais na &#225;rea das TIC, bem como     experi&#234;ncia com Internet entre os 14 e 20 anos.  </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>5.1. An&#225;lise De Dados E Discuss&#227;o De Resultados</b> </p>     <p>     Ap&#243;s a pesquisa de <i>websites</i> de informa&#231;&#227;o tur&#237;stica sobre a regi&#227;o da Serra da Estrela, nos principais motores de busca, f&#243;runs e redes sociais, seleccionaram-se e avaliaram-se os mais mencionados e recomendados pelos seus utilizadores, nomeadamente,    <a href="http://www.turismoserradaestrela.pt" target="_blank">http://www.turismoserradaestrela.pt</a>: p&#225;gina oficial da Entidade Regional de Turismo da Serra da Estrela, que tem por miss&#227;o a valoriza&#231;&#227;o tur&#237;stica, visando o aproveitamento sustentado dos recursos tur&#237;sticos da regi&#227;o;    <a href="http://www.turistrela.pt" target="_blank">http://www.turistrela.pt</a><u>:</u> <i>website</i> da empresa Turistrela <i>Hotels &amp; Resorts,</i> que desenvolve a sua atividade no sector tur&#237;stico e &#233; detentora da explora&#231;&#227;o tur&#237;stica da Serra da Estrela acima da cota dos 800 metros de altitude; <u><a href="http://www.portalserradaestrela.com" target="_blank">http://www.portalserradaestrela.com</a></u>: portal     regional que tem por objetivos: i) disponibilizar na internet informa&#231;&#227;o acerca de oferta tur&#237;stica de qualidade na regi&#227;o da Serra da     Estrela; ii) divulgar informa&#231;&#227;o relevante sobre a regi&#227;o, os diferentes concelhos e o patrim&#243;nio natural e cultural; iii) promover as     diferentes unidades tur&#237;sticas aderentes; iv) proporcionar aos subscritores uma acessibilidade permanente que possibilita uma atualiza&#231;&#227;o din&#226;mica de informa&#231;&#227;o; v) estar bem posicionado no ranking dos principais motores de busca, nomeadamente do Google; e,    <a href="http://www.turismodaserradaestrela.com" target="_blank">http://www.turismodaserradaestrela.com</a>: conceito semelhante ao portalserradaestrela.com, que se intitula por     um agregador de informa&#231;&#227;o local da regi&#227;o da Serra da Estrela, que engloba 16 concelhos, nas vertentes de alojamentos, restaurantes,     roteiros, entre outras. Ap&#243;s a sele&#231;&#227;o e carateriza&#231;&#227;o dos <i>websites</i> em estudo, procedeu-se &#224; an&#225;lise dos conte&#250;dos e &#224; avalia&#231;&#227;o da usabilidade dos mesmos, o que permitiu obter alguns resultados que se apresentam em seguida.  </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>5.2. An&#225;lise Dos Conte&#250;dos Dos Websites</b> </p>     <p>     No que respeita &#224; an&#225;lise dos conte&#250;dos, mediante a sistematiza&#231;&#227;o da grelha constru&#237;da, destacam-se as fun&#231;&#245;es que se consideram de maior relev&#226;ncia para um <i>website</i> em turismo. Nesse sentido, verifica-se uma grande lacuna que parece ser comum aos    <i>websites</i> no que respeita &#224; caracteriza&#231;&#227;o da regi&#227;o. De facto, n&#227;o h&#225; uma descri&#231;&#227;o pormenorizada dos     recursos naturais no que respeita ao turismoserradaestrela.pt e ao turistrela.pt. Trata-se de um aspecto altamente negativo uma vez que a diversidade do     patrim&#243;nio natural e a riqueza paisag&#237;stica constituem os principais recursos e geram o seu potencial tur&#237;stico, que &#224; partida devem     ser valorizados. J&#225; no que respeita ao patrim&#243;nio constru&#237;do, no caso do turismoserradaestrela.pt e do turismodaserradaestrela.com, parece     n&#227;o haver uma categoriza&#231;&#227;o por tipologias mas por concelho. </p>     <p>     A aus&#234;ncia de informa&#231;&#227;o geogr&#225;fica e clim&#225;tica, verificada nos quatro <i>websites,</i> &#233; outra das lacunas a apontar por se     tratar de uma regi&#227;o com carater&#237;sticas geol&#243;gicas e morfol&#243;gicas peculiares, bem como uma grande diversidade clim&#225;tica, que faz deste territ&#243;rio um lugar &#250;nico e singular em Portugal Continental. Outro aspecto extremamente negativo, igualmente comum aos quatro    <i>websites,</i> &#233; a falta de informa&#231;&#227;o dedicada a pessoas com necessidades especiais ou mobilidade reduzida. </p>     <p>     A disponibiliza&#231;&#227;o de informa&#231;&#227;o sobre rotas, eventos, atra&#231;&#245;es, programas e atividades espec&#237;ficas no destino     constituem, de alguma forma, alguns dos pontos fortes dos quatro <i>websites</i>, ainda assim, a oferta n&#227;o se encontra estruturada/integrada. O     turismoserradaestrela.pt apresenta apenas informa&#231;&#227;o sobre as rotas da sua autoria. No que respeita &#224;s atividades de anima&#231;&#227;o,     apenas divulga alguns eventos e apresenta apenas os contatos (alguns deles desactualizados) de algumas empresas de anima&#231;&#227;o. O turistrela.pt     disponibiliza informa&#231;&#227;o e organiza programas espec&#237;ficos incluindo alojamento (hot&#233;is pr&#243;prios), refei&#231;&#245;es, atividades     (desportos de inverno) e visitas a museus e a centros interpretativos. O portalserradaestrela.com disponibiliza apenas informa&#231;&#227;o relativa a     alguns programas de alojamento da responsabilidade apenas dos fornecedores, enquanto que o turismodaserradaestrela.com disponibiliza informa&#231;&#227;o     semelhante &#224; do turismoserradaestrela.pt, relativamente apenas &#224;s rotas e aos museus. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     Apenas dois <i>websites</i> (turistrela.pt e portalserradaestrela.com) possuem liga&#231;&#245;es para as redes sociais, que constituem uma ferramenta     essencial no que respeita &#224; dissemina&#231;&#227;o de informa&#231;&#227;o e divulga&#231;&#227;o dos destinos, principalmente quando se fala em     partilha de experi&#234;ncias entre os v&#225;rios utilizadores. De salientar, pela negativa, a aus&#234;ncia de informa&#231;&#245;es relativas &#224;s estat&#237;sticas em todos os <i>websites</i>, que permitiriam avaliar de forma detalhada os canais mais procurados pelos utilizadores dentro do    <i>website</i>, como por exemplo, alojamento, restaura&#231;&#227;o, programas, entre outros. Tamb&#233;m &#233; comum a todos os <i>websites</i> a     aus&#234;ncia de visitas virtuais que permitem disponibilizar uma informa&#231;&#227;o mais rica e realista do destino. </p>     <p>     No que respeita &#224; possibilidade de efetuar reservas online, todos os websites possuem essa funcionalidade mas de formas diversificadas. Nos casos do     turismoserradaestrela.pt e do turismodaserradaestrela.com, ambos t&#234;m liga&#231;&#227;o directa para o booking.com (ainda que no     turismodaserradaestrela.com esteja embebida de forma discreta). O turistrela.pt tem central de reservas pr&#243;pria, mas apenas para os hot&#233;is     pertencentes ao grupo. No caso do portalserraestrela.com disponibiliza um formul&#225;rio de reserva que, depois de preenchido, &#233; reencaminhado     directamente para o fornecedor do servi&#231;o e a confirma&#231;&#227;o &#233; feita pelo mesmo. </p>     <p> Relativamente &#224; fun&#231;&#227;o da possibilidade de pesquisar na base de dados, verifica-se a aus&#234;ncia de algumas op&#231;&#245;es em alguns dos    <i>websites</i>, nomeadamente: transportes; <i>tours</i>/passeios; operadores tur&#237;sticos/ag&#234;ncias de viagens; instala&#231;&#245;es para     confer&#234;ncias; com&#233;rcio; produtos locais e regionais; aluguer de autom&#243;veis; etc. </p>     <p>     Como foi apresentado no enquadramento te&#243;rico, tanto os coment&#225;rios e os testemunhos, como a recomenda&#231;&#227;o a amigos, s&#227;o     consideradas fun&#231;&#245;es importantes para um <i>website</i> de turismo e, como se p&#244;de verificar, nenhum dos <i>websites</i> em an&#225;lise     oferece qualquer destas fun&#231;&#245;es. No que respeita &#224; <i>newsletter</i>, apenas &#233; disponibilizada por dois <i>websites</i> (turistrela.pt     e portalserradaestrela.com). De salientar que a <i>newsletter</i> &#233; considerada um canal de comunica&#231;&#227;o importante, pois permite enviar     informa&#231;&#227;o espec&#237;fica atraindo posteriormente visitantes ao <i>website</i>. </p>     <p>     Em termos gerais, nos quatro <i>websites</i> encontrou-se informa&#231;&#227;o desatualizada, particularmente no turismoserradaestrela.pt e no     portalserradaestrela.com. Aponta-se tamb&#233;m a falta de mapas direcionais especificamente no turismoserradaestrela.pt. O <i>website</i> turistrela.pt     &#233; claramente um <i>website</i> comercial com o objetivo de promover produtos e servi&#231;os pr&#243;prios, destacando-se pela negativa a     organiza&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o no website, bem como os diferentes tipos de letra usados. Tal como o turistrela.pt, o     turismodaserradaestrela.com tem objetivos muito comerciais, apresentando muitos <i>banners</i> de publicidade de empresas tur&#237;sticas e de outras     tipologias. A base de dados de pesquisa &#233; muito limitada. De salientar tamb&#233;m a m&#225; resolu&#231;&#227;o/qualidade de alguns <i>banners</i> de     publicidade e a galeria de imagens muito pobre. </p>     <p>     O portalserradaestrela.com, no geral, est&#225; bem implementado. &#201; not&#243;ria a preocupa&#231;&#227;o com o turismo especialmente na     categoriza&#231;&#227;o do patrim&#243;nio e do alojamento por tipologias na &#225;rea das reservas. Apesar de n&#227;o possuir uma central de reservas     pr&#243;pria, reencaminha o formul&#225;rio diretamente para os fornecedores, tendo estes que pagar um valor mensal para poderem figurar no <i>website</i>.     Outra particularidade &#233; a informa&#231;&#227;o sobre os alojamentos ser da exclusividade dos propriet&#225;rios que, a qualquer momento podem alterar     a mesma, ou seja, permite que os subscritores acedam &#224; sua &#225;rea do portal, de forma a gerir e actualizar a informa&#231;&#227;o relativa &#224;     sua unidade de alojamento. Em termos gerais, o portalserradaestrela.com considera-se o <i>website</i> mais completo em termos de disponibiliza&#231;&#227;o     de informa&#231;&#227;o, galeria de imagens, aspeto cuidado e organiza&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o no website. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>          <b>5.3. Avalia&#231;&#227;o Da Usabilidade</b> </p>     <p>     Ap&#243;s uma an&#225;lise &#224;s respostas obtidas nas quest&#245;es para cada heur&#237;stica p&#244;de apurar-se que os principais problemas     identificados na usabilidade dos <i>websites</i> em estudo referem-se a problemas cosm&#233;ticos, ou seja, problemas pouco significativos que podem ser     corrigidos apenas se houver tempo e dinheiro; problemas menores, isto &#233;, a sua corre&#231;&#227;o pode ter baixa prioridade; e problemas importantes     de usabilidade a corrigir, que neste caso, deve ser dada alta prioridade &#224; sua correc&#231;&#227;o, uma vez que determina a qualidade da interface do     utilizador. </p>     <p>     Assim, no que respeita aos problemas importantes de usabilidade a corrigir, foram encontrados, em todos os <i>websites</i> analisados problemas de     visibilidade do sistema (H4), nomeadamente na apresenta&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es de vers&#227;o e data de atualiza&#231;&#227;o, quer nas     pr&#243;prias p&#225;ginas, quer nos documentos e arquivos dispon&#237;veis nos <i>websites</i>. Nos <i>websites</i> turismoserradaestrela.pt;     turistrela.pt e portalserradaestrela.com os arquivos em formato n&#227;o HTML e outros documentos dispon&#237;veis para <i>download</i> n&#227;o apresentam     informa&#231;&#227;o de tipo, formato e tamanho em bytes. Relativamente a evitar erros (H9) o <i>website</i> portalseeradaestrela.com n&#227;o fornece     solu&#231;&#245;es; op&#231;&#245;es de contacto t&#233;cnico ou uma forma de retomar a navega&#231;&#227;o, enquanto que nos websites     turismoserradaestrela.pt e turistrela.pt o texto das mensagens de erro &#233; pouco significativo e n&#227;o identifica o tipo de problema ocorrido. No que     concerne ao suporte ao utilizador (H10) &#233; comum a todos <i>os websites</i> analisados a fraca oferta de suporte &#224; busca e recupera&#231;&#227;o     de informa&#231;&#245;es e no caso espec&#237;fico do <i>website</i> turismodaserradaestrela.com n&#227;o s&#227;o fornecidas refer&#234;ncias quer de contacto com a empresa/organiza&#231;&#227;o, quer com a equipa de manuten&#231;&#227;o do <i>website</i>, assim como algumas p&#225;ginas do    <i>website</i> n&#227;o apresentam suporte ao esclarecimento de d&#250;vidas. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>     <b>6. Conclus&#245;es</b> </p>     <p>     As mudan&#231;as ocorridas no perfil do consumidor tur&#237;stico e a concorr&#234;ncia crescente nos mercados exigem estrat&#233;gias de marketing     inovadoras e com recurso a ferramentas tecnol&#243;gicas. A disponibiliza&#231;&#227;o de informa&#231;&#227;o pertinente e atualizada assume cada vez     maior import&#226;ncia no setor do turismo, pelo que o recurso &#224;s TIC e &#224; internet enquanto ferramentas de promo&#231;&#227;o e     distribui&#231;&#227;o de destinos e empresas tur&#237;sticas se tornou premente. </p>     <p>     A Internet &#233; um instrumento de est&#237;mulo &#224; visita ao destino, pois melhora a divulga&#231;&#227;o, a comercializa&#231;&#227;o e efetiva a     comunica&#231;&#227;o com os consumidores. Possui um enorme poder ao n&#237;vel da disponibiliza&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o, pelo seu volume,     rapidez e abrang&#234;ncia de dissemina&#231;&#227;o. O crescente n&#250;mero de pessoas que acedem &#224; internet tornam a difus&#227;o de     informa&#231;&#227;o mais significativa e a um custo mais reduzido, permitindo a comunica&#231;&#227;o, registar os testemunhos de outros viajantes e     partilhar a suas experi&#234;ncias de viagens e destinos. </p>     <p> A evolu&#231;&#227;o das viagens aumenta a necessidade de informa&#231;&#227;o actualizada, mais r&#225;pida e de melhor qualidade. Assim, os    <i>websites </i>de turismo converteram-se num ve&#237;culo de informa&#231;&#227;o e promo&#231;&#227;o tur&#237;stica junto de diversos p&#250;blicos.     Neste sentido, as organiza&#231;&#245;es tur&#237;sticas e de gest&#227;o de destinos, como a Serra da Estrela, podem apostar neste meio como     estrat&#233;gia de distribui&#231;&#227;o e de comunica&#231;&#227;o. </p>     <p>     No respeitante &#224; avalia&#231;&#227;o dos conte&#250;dos dos <i>websites</i> &#233; not&#243;ria a lacuna existente no que respeita &#224;     descri&#231;&#227;o da regi&#227;o, nomeadamente a aus&#234;ncia de informa&#231;&#227;o geogr&#225;fica, geol&#243;gica, morfol&#243;gica e     clim&#225;tica. Verifica-se tamb&#233;m que a maioria dos <i>websites</i> avaliados n&#227;o disponibiliza informa&#231;&#227;o espec&#237;fica relativa a     recursos naturais e patrimoniais da regi&#227;o, para al&#233;m da inexist&#234;ncia de uma categoriza&#231;&#227;o por tipologias, nomeadamente: do     alojamento. A falta de informa&#231;&#227;o dedicada a pessoas com necessidades especiais; &#224;s estat&#237;sticas dos <i>websites</i>; visitas virtuais;     coment&#225;rios, testemunhos e a recomenda&#231;&#227;o a amigos; mapas direccionais. Chama-se ainda particular aten&#231;&#227;o &#224;     informa&#231;&#227;o desatualizada, &#224; inclus&#227;o de maiores possibilidades de pesquisa nas bases de dados, &#224; organiza&#231;&#227;o da     informa&#231;&#227;o no <i>website</i> e ao excesso de publicidade de empresas externas ao turismo, especificamente em alguns <i>websites</i>. </p>     <p>     No que respeita &#224; avalia&#231;&#227;o da usabilidade, os principais problemas identificados nos <i>websites</i> em estudo referem-se a problemas     cosm&#233;ticos; problemas menores e problemas importantes de usabilidade a corrigir, ainda assim, salienta-se a import&#226;ncia dos estudos de     avalia&#231;&#227;o da usabilidade, que deve ser realizada antes de se colocar o <i>website online</i>. Al&#233;m dos conte&#250;dos disponibilizados em     qualquer <i>website</i>, &#233; necess&#225;rio ter em considera&#231;&#227;o determinados aspetos relativos ao design e constru&#231;&#227;o dos mesmos,     para que a interface e experi&#234;ncia do utilizador seja satisfat&#243;ria. Uma interface bem projectada e constru&#237;da, que comunique eficazmente com     o utilizador, ser&#225; fundamental para que este aceda &#224; informa&#231;&#227;o de uma forma eficaz (Milheiro, 2010). </p>     <p>     Devido &#224; complexidade do estudo e a limita&#231;&#245;es de tempo, n&#227;o foi poss&#237;vel efetuar um estudo alargado de avalia&#231;&#227;o da     usabilidade dos <i>websites</i>, recorrendo a outros m&#233;todos emp&#237;ricos, nomeadamente aos testes com utilizadores. Ainda assim, consideramos que     os dados apresentados justificam a viabilidade de uma plataforma de base tecnol&#243;gica, que poder&#225; denominar-se Centro de Informa&#231;&#227;o     Tur&#237;stica<i> Online</i> ou mesmo DMC Turismo Serra da Estrela. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>Refer&#234;ncias Bibliogr&#225;ficas</b> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> BITTENCOURT FILHO, J. C. M. (2000), &#8220;A economia da Informa&#231;&#227;o e os servi&#231;os p&#250;blicos digitais na Internet&#8221;    <i>, Cadernos da Funda&#231;&#227;o Luiz Eduardo Magalh&#227;es</i>, Gest&#227;o P&#250;blica, Secretaria da Administra&#231;&#227;o do Estado da Bahia,     Bahia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S2182-8458201200010001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     BORGES, M., LIMA, S. (2006), &#8220;O Turismo de Montanha: Abordagem Conceptual e Enquadramento do Produto&#8221;, <i>Revista Turismo e Desenvolvimento</i>     , Vol.6, 157-165.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S2182-8458201200010001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     BUHALIS, D. (1998), &#8220;Strategic Use of Information Technologies in the Tourism Industry&#8221;, <i>Tourism Management</i>, Vol. 19 (5), 410-420.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S2182-8458201200010001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     BUHALIS, D. (2000), &#8220;Tourism and Information Technologies: Past Present and Future&#8221;, <i>Tourism Recreation Research</i>, Vol. 25, 44-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S2182-8458201200010001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     BUHALIS, D., Laws, E. (2001), <i>Tourism Distribution Channels - Practices, Issues and Transformations</i>, Continuum Publishing, London.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S2182-8458201200010001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>     BUHALIS, D. (2003), <i>e-Tourism-Information technology for strategic tourism management</i>, Prentice Hall, New Jersey.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S2182-8458201200010001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p> BUHALIS, D. (2004), &#8220;E-Tourism: Strategic and Tactical Impacts of Information Comunication Technologies for Tourism&#8221;,    <i>Revista Turismo &amp; Desenvolvimento</i>, Vol. 1(1), 57-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S2182-8458201200010001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     BUHALIS, D., DEIMEZI, O. (2004), &#8220;E-Tourism developments in Greece: information communication technologies adoption for the strategic management of     the Greek tourism industry&#8221;;<i> Tourism and Hospitality Research,</i> 5 (2), 103-130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S2182-8458201200010001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     BUHALIS, D., O&#8217;CONNOR, P. (2006), &#8220;Information Communication Technology - Revolutionizing Tourism&#8221;, in Buhalis, D., and Costa, C.,     Editors Elsevier,<i> Tourism Management Dynamics &#8211; trends, management and tools</i>, London, 196-209.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S2182-8458201200010001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     CARTER, R., RICHER, P. (1999), <i>Marketing Tourism Destinations Online</i>, Ed. World Tourism Organization Business Council, Madrid.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S2182-8458201200010001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>     CARTER, R., B&#201;DARD, F. (2001), <i>E-Business for Tourism - Practical Guidelines for Destination and Businesses</i>, Ed. World Tourism Organization     Business Council, Madrid.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S2182-8458201200010001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     CYBIS, W. A. (1998), &#8220;Abordagem Ergon&#243;mica para o <i>Design </i>de Sistemas Iterativos&#8221;, <i>Anais P&amp;D Design&#8217;98</i>, 3.&#186;     Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em <i>Design</i>, PUC-Rio, Rio de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S2182-8458201200010001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     COOPER, C., FLETCHER, J., WANHILL, S., GILBERT, D., SHEPHERD, R. (1998), <i>Turismo: Princ&#237;pios e Pr&#225;tica</i>, 2.&#170; Ed., Bookman, S&#227;o     Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S2182-8458201200010001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     COOPER, C., FLETCHER, J., GILBERT, D., WANHILL, S., SHEPHERD, R. (2001), <i>Turismo, Princ&#237;pios e Pr&#225;tica</i>, 2&#170; ed., Bookman, Porto     Alegre.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S2182-8458201200010001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     COSTA, J., RITA P., &#193;GUAS, P. (2004), <i>Tend&#234;ncias Internacionais em Turismo</i>, 2&#170; ed. LIDEL - Edi&#231;&#245;es T&#233;cnicas, Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S2182-8458201200010001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> COSTA, R., COSTA, C. (2010), &#8220;A import&#226;ncia das redes e parcerias para as pequenas e micro empresas de anima&#231;&#227;o tur&#237;stica&#8221;    <i>, Revista Turismo e Desenvolvimento</i>, n&#186;13/14<i>.</i> </p>     <!-- ref --><p>     DIAS, C. (2003), <i>Usabilidade na Web - Criando Portais Mais Acess&#237;veis,</i> Alta Books, Rio de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S2182-8458201200010001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>     DINIS, G., COSTA, C. (2010), &#8220;Comunica&#231;&#245;es M&#243;veis 3G como meio de acesso a Informa&#231;&#227;o e conte&#250;dos relacionados com o     sector do Turismo&#8221;, <i>Revista Turismo e Desenvolvimento, </i>n&#186; 13/14, 861-870<i>.</i> </p>     <!-- ref --><p>     FONSECA, F., RAMOS, R. (2007), &#8220;Potenciar o Desenvolvimento Tur&#237;stico a Partir de um Processo de Planeamento Estrat&#233;gico de Marketing: O     Caso de Almeida&#8221;, <i>Revista Portuguesa de Estudos Regionais</i>, Vol.15, 41-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S2182-8458201200010001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     FRANGIALLI, F. (1998), <i>A New Era in Information Technology: its Implications for Tourism Policies in Seoul Conferences</i>, boletim n.&#186; 3, OMT,     Madrid.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S2182-8458201200010001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     INKPEN, G. (1998), <i>Information Technology for Travel and Tourism</i>, Addison Wesley Longman, Essex.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S2182-8458201200010001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>     MILHEIRO, E., COSTA, C., SANTOS, B. (2010), &#8220;A Informa&#231;&#227;o Tur&#237;stica e as Tecnologias da Informa&#231;&#227;o e da     Comunica&#231;&#227;o: o Caso Portugu&#234;s&#8221;, <i>Revista Turismo e Desenvolvimento, </i>n&#186;13/14, 871-881<i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S2182-8458201200010001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i> </p>     <!-- ref --><p> NDOU, V., PETTI, C. (2007), &#8220;DMS Business Models Design and Destination Configurations: Choice and Implementation Issues&#8221;,    <i>Information Technology &amp; Tourism</i>, 9, 3-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S2182-8458201200010001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     NIELSON, J. (1993), <i>Usability Engineerin</i>, Morgan Kaufmann Publ, New York.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S2182-8458201200010001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     NIELSON, J., THAIR, M. (2002), <i>Homepage usabilidade: 50 websites desconstru&#237;dos</i>, Campus, Rio de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S2182-8458201200010001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     NIELSEN, J. (2003), <i>Homepage Usability</i>, <a href="http://www.useit.com/alertbox/20030331.html" target="_blank">http://www.useit.com/alertbox/20030331.html</a>, acesso em 22/01/2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S2182-8458201200010001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>     NIELSEN, J. (2001), <i>Error Corrections for the 'Homepage Usability Book</i>,     <a href="http://www.useit.com/homepageusability/errata.html" target="_blank">http://www.useit.com/homepageusability/errata.html</a>, acesso em 22/01/2011         .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S2182-8458201200010001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     O&#8217;CONNOR, P. (1999), <i>Electronic Information Distribution in Tourism and Hospitality</i>, CABI Publishing, London.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S2182-8458201200010001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     O'CONNOR, P. (2001), <i>Distribui&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o electr&#243;nica em turismo e hotelaria</i>, Bookman, Porto Alegre.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S2182-8458201200010001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     OMT (1999),<i> Promoci&#243;n de destinos tur&#237;sticos en el ciberespacio</i>, OMT, Madrid.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S2182-8458201200010001000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     OMT (1999a), <i>Marketing Tourism Destinations Online, Strategies for the Information Age,</i> OMT, Madrid.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S2182-8458201200010001000031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>     OMT (2003), <i>E-Business para Turismo: Guia pr&#225;tico para destinos e empresas tur&#237;sticas,</i> Bookman, Porto Alegre.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S2182-8458201200010001000032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p> PALMER, A., MCCOLE, P. (2000), &#8220;The role of electronic commerce in creating virtual tourism destination marketing organizations&#8221;,    <i>International Journal of Tourism Contemporary Hospitality Management</i>, 12 (3), 198-204.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S2182-8458201200010001000033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     PEREIRA, V. (2007), <i>Avalia&#231;&#227;o de Solu&#231;&#245;es de Comercio Electr&#243;nico no Sector do Turismo</i>, Disserta&#231;&#227;o de Mestrado,     Universidade de Tr&#225;s-os-Montes e Alto Douro, Vila Real.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S2182-8458201200010001000034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     PETUR (2006), <i>Plano Estrat&#233;gico de Turismo da Serra da Estrela</i>, Universidade da Beira Interior, Covilh&#227;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S2182-8458201200010001000035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->. </p>     <!-- ref --><p>     POON, A. (1993), <i>Tourism Technology and Competitive Strategies</i>, Cabi International, Oxon.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S2182-8458201200010001000036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>     SANTAELLA, L. (2002), <i>Semi&#243;tica Aplicada, </i>Pioneira Thomson Learning, S&#227;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S2182-8458201200010001000037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     SHELDON, P. (1997), <i>Tourism Information technology, </i>Cabi International, London.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S2182-8458201200010001000038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     SILVA, L. (2008), Os Impactos Locais do Turismo, <i>Revista de Encontros Cient&#237;ficos</i>, Universidade do Algarve, Vol.3, 86-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S2182-8458201200010001000039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     WERTHNER, H., KLEIN, S. (1999), <i>Information Technology and Tourism &#8211; A Challenging Relationship</i>, Springer Computer Science, Wien.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S2182-8458201200010001000040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     WERTHNER, H., RICCI, F. (2004), <i>E-Commerce and Tourism, </i>Comunications of the ACM, 47 (12).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S2182-8458201200010001000041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>     Submetido: 15.07.2011 </p>     <p>     Aceite: 18.10.201 </p>      ]]></body><back>
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