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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aplicação da metodologia DEA na análise da eficiência do setor hoteleiro português: uma análise aplicada às regiões portuguesas]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Application of the DEA methodology in the analysis of efficiency of the Portuguese hotel industry: an analysis applied to the Portuguese geographical regions]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The main purpose of this paper is to analyze and to compare the evolution of efficiency in the Portuguese hotel industry, by geographical regions, in 2006 and 2008. It is also intended to find companies which may be used as a reference to the least efficient ones, to achieve higher levels of productivity. Efficiency is analyzed through the study of technical productivity, using a technique of linear programming: Data Envelopment Analysis (DEA). Contrary to the economic context, there is a general and significant improvement in the productivity of the Portuguese hotel industry from 2006 to 2008, with the exception of the insular regions. In 2006 there was a higher efficiency average in the northern and insular regions whereas in 2008 only the northern region excelled. In the time frame comprised by this research, 30 firms were found to be efficient: 7 in the north, 11 in the center, 5 in the south and 7 in the islands.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Aplicação da metodologia DEA na análise     da eficiência do setor hoteleiro português: </b><b>uma análise aplicada às regiões     portuguesas</b></p>     <p><b>Application of the DEA     methodology in the analysis of efficiency of the Portuguese hotel industry: </b><b>an analysis applied to     the Portuguese geographical regions</b></p>     <p><b>Sandra Rebelo</b><b><sup>1</sup></b>, <b>Fernanda Matias</b><b><sup>2</sup></b><b>, Paulo Carrasco</b><b><sup>3</sup></b></p>     <p><b><sup>1</sup></b>Universidade     do Algarve, Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo, Núcleo de Gestão     Financeira, Largo     Sárrea Prado, 21, 8501-859 Portimão, Portugal; <a href="mailto:srebelo@ualg.pt">srebelo@ualg.pt</a></p>     <p><b><sup>2</sup></b>Universidade do Algarve, Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo, CEFAGE,     8005-139 Faro, Portugal; <a href="mailto:mfmatias@ualg.pt">mfmatias@ualg.pt</a></p>     <p><b><sup>3</sup></b>Universidade do Algarve, Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo, CIITT, 8501-859     Portimão, Portugal; <a href="mailto:pcarras@ualg.pt">pcarras@ualg.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>       <p>Este     estudo tem como principal objetivo analisar e comparar a evolução da eficiência     do setor hoteleiro de Portugal, por regiões, nos anos de 2006 e 2008.     Pretende-se também encontrar empresas que possam servir de referência às menos     eficientes, na busca de uma maior produtividade.</p>       <p>A     eficiência é analisada através do estudo da produtividade técnica, com recurso     à técnica de programação linear: <i>Data Envelopment Analysis</i> – DEA.</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Contrariando     o contexto económico, verifica-se uma melhoria significativa da produtividade     do setor hoteleiro português, em geral, de 2006 para 2008, com exceção da     região insular. No ano de 2006, são as regiões norte e insular que apresentam     uma eficiência média mais elevada, enquanto no ano de 2008, só se destaca a     região norte. Foram encontradas 30 empresas com eficiência máxima nos dois anos     em estudo, 7 na região norte, 11 no centro, 5 no sul e 7 nas ilhas.</p>       <p><b>Palavras-chave: </b>DEA,     eficiência, setor hoteleiro, Portugal.</p>       <p>&nbsp;</p>       <p><b>ABSTRACT </b></p>     <p>The main purpose of this paper is to analyze and     to compare the evolution of efficiency in the Portuguese hotel industry, by     geographical regions, in 2006 and 2008. It is also intended to find companies     which may be used as a reference to the least efficient ones, to achieve higher     levels of productivity.</p>       <p>Efficiency is analyzed     through the study of technical productivity, using a technique of linear     programming: Data Envelopment Analysis (DEA).</p>       <p>Contrary to the economic     context, there is a general and significant improvement in the productivity of     the Portuguese hotel industry from 2006 to 2008, with the exception of the     insular regions. In 2006 there was a higher efficiency average in the northern     and insular regions whereas in 2008 only the northern region excelled. In the     time frame comprised by this research, 30 firms were found to be efficient: 7     in the north, 11 in the center, 5 in the south and 7 in the islands.<b> </b></p>       <p><b>Keywords: </b>DEA,     efficiency, hotel industry, Portugal.<span lang=EN-US>&nbsp;</p>       <p>&nbsp;</p>       <p><b>1.   Introdução</b></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Num contexto de plena crise económica e     financeira torna-se ainda mais premente a análise do desempenho empresarial, em     geral, e dos principais sectores económicos, em particular, no sentido de     contribuir para um possível aumento da sua eficiência, uma vez que esta é um     fator chave para o aumento da produtividade. </p>       <p>O setor do turismo é um dos setores     económicos mais importantes quer para Portugal quer a nível mundial. Segundo o     relatório de WTTC (2012) para Portugal, este setor teve, em 2011, um contributo     total para o PIB português de 15,2%, ou seja, 26,2 biliões de euros, em termos     absolutos, e de 9,1% para o PIB mundial. A nível do emprego, o contributo para     o nosso país foi de 17,8%, o que corresponde a cerca de 866.500 empregos     diretos e indiretos, e em termos mundiais foi de 8,7% (WTTC, 2012).</p>       <p>A eficiência de uma atividade corresponde     à comparação entre os valores observados e os valores ótimos dos <i>inputs</i> consumidos e dos <i>outputs</i> produzidos. É neste domínio, que a metodologia     designada por <i>Data Envelopment Analysis</i> (DEA) tem ganho relevância como     ferramenta útil à análise da eficiência, em geral, e do setor hoteleiro, em     particular.</p>       <p>É objetivo do presente estudo contribuir     para a criação de um quadro de referência para a avaliação da eficiência no setor     hoteleiro em Portugal, desenvolvendo, por um lado, uma análise longitudinal, ao     verificar a evolução da eficiência entre os anos de 2006 e 2008, e por outro,     uma análise estática de carácter regional, ao comparar dentro de cada ano qual     a região considerada globalmente mais eficiente.</p>       <p>O artigo encontra-se     estruturado da seguinte forma. O Capítulo 2 apresenta a revisão da literatura     de base ao presente tema, apresentando uma descrição teórica da metodologia     DEA, por um lado, e por outro, é efetuada uma revisão de estudos empíricos que     aplicaram esta metodologia no estudo da eficiência da indústria hoteleira. No     Capítulo 3 efetua-se a apresentação dos dados e da metodologia a seguir. O     Capítulo 4 apresenta e analisa os resultados obtidos e o Capítulo 5 conclui.</p>       <p><b>2.   Revisão da     literatura</b></p>       <p><i>2.1.  A     metodologia DEA </i></p>       <p>O DEA é um método matemático de     programação linear não paramétrico multi-fatorial utilizado na análise da     eficiência relativa de unidades independentes, denominadas DMU (<i>Decision       Making Units</i>), desenvolvido por Charnes <i>et al</i>. (1978), com base no     trabalho de Farrell (1957). Estas unidades deverão ser entidades mais ou menos     homogéneas, no sentido em que utilizam o mesmo tipo de recursos, mas em     proporções diferentes. O DEA tem sido aplicado a diversos tipos de DMU como     escolas, hospitais, hotéis, bancos, departamentos, entre outras.</p>       <p>O DEA avalia a eficiência da unidade no     que respeita à transformação de um conjunto de recursos ou fatores de produção     (<i>inputs</i>) num conjunto de produtos ou resultados (<i>outputs</i>). A     partir dos <i>inputs</i> e <i>outputs</i> de cada unidade estabelece uma função     de produção empírica e por meio de programação linear constrói uma fronteira de     eficiência, constituída pelas unidades tidas como eficientes, ou seja, as que     detêm um coeficiente de eficiência igual a 1. Estas unidades servirão de     referência às unidades consideradas ineficientes, ou seja, as unidades cujo     coeficiente de eficiência é inferior a 1. Este coeficiente varia entre 0 e 1. </p>       <p>As unidades tidas como ineficientes, tendo     como referência as eficientes, podem reduzir o seu nível de ineficiência quer     na perspetiva dos <i>inputs</i>, verificando o consumo de <i>inputs</i> que é     possível reduzir mantendo o nível de <i>outputs</i> (orientação <i>input</i>),     quer na perspetiva dos <i>outputs</i>, onde se avalia a possibilidade de     aumentar o nível de <i>outputs</i> mantendo o nível de <i>inputs</i> utilizado     (orientação <i>output</i>) (Thanassoulis, 2001). Desta forma, o DEA não só é     uma metodologia para avaliar o desempenho de uma unidade, mas também, como     técnica de <i>benchmarking</i>, permite detetar falhas na gestão servindo de     suporte para decisões de melhoramento. Estas decisões não deverão deixar de     considerar questões relacionadas com o meio ambiente em que cada empresa se     insere, conforme adverte por exemplo Reynolds (2013).</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os modelos de DEA mais encontrados na     literatura são o modelo CCR, desenvolvido por Charnes, Cooper e Rhodes em 1978,     e o modelo BCC, de Banker, Charnes e Cooper (1984). Por curiosidade, as suas     designações decorrem das iniciais dos seus autores.</p>       <p>O modelo CCR analisa a eficiência     produtiva de uma unidade, identificando as fontes de ineficiência e estimando     os montantes dessa ineficiência. Este modelo assume rendimentos de escala     constante, ou seja, uma variação nos <i>inputs</i> implica uma variação     proporcional nos <i>outputs</i>, sendo ignorado o efeito de escala na análise     da eficiência, o que constitui uma limitação do DEA, que foi ultrapassada no     modelo BCC.  </p>       <p>O modelo BCC constitui uma extensão ao modelo CCR, onde se considera que     as unidades avaliadas apresentam rendimentos variáveis à escala, que se podem     consubstanciar em rendimentos de escala crescentes, caso as variações nos <i>outputs</i> sejam mais do que proporcionais às variações nos <i>inputs</i>, ou em     rendimentos de escala decrescentes, caso as variações nos <i>outputs</i> sejam     menos que proporcionais às variações nos <i>inputs</i>. Este modelo devolve uma     medida de eficiência técnica, distinguindo entre eficiência técnica pura e a     eficiência de escala se se relacionar os seus resultados com os do modelo CCR,   conforme a <a href="#f1">Figura 1</a>.</p>       <p>&nbsp;</p>       <p><a name="f1"></a><img src="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a04f1.jpg" width="388" height="272"></p>       
<p>&nbsp;</p>       <p>O     DEA tem tido uma evolução muito rápida em termos de desenvolvimentos e     extensões, embora os modelos CCR e BCC continuem a ser os mais utilizados. Para     análise desses desenvolvimentos e extensões, considere-se Cooper <i>et al</i>.     (2000) e Zhu (2003). </p>     <p>De     acordo com Emrouznejad <i>et al</i>. (2008), foram publicados mais de 4000     artigos relacionados com a metodologia DEA desde 1978. A aplicação crescente da     metodologia DEA deve-se às suas várias vantagens, das quais de destacam: a)     facilidade de utilização, uma vez que não impõe uma forma funcional explicita     para os dados, ou seja, não é necessário pré-definir nenhuma função de     produção; b) possibilidade de utilização de múltiplos <i>inputs</i> e <i>outputs</i>,     permitindo que os mesmos tenham diferentes unidades de medida; c) identificação     das melhores práticas, que servirão de base de comparação às unidades menos     eficientes; d) decomposição da natureza da eficiência em várias componentes. </p>       <p>Esta     técnica também encerra alguns inconvenientes como o não tratamento estatístico     do ruído, não proporcionando a possibilidade de testes para ajuizar da bondade     dos ajustamentos realizados ou a elevada sensibilidade aos <i>outliers</i> (Coelli <i>et al</i>., 1998). </p>       <p><i>2.2.     Aplicação da metodologia DEA no setor hoteleiro </i></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Embora     a metodologia DEA tenha já cerca de três décadas de existência, a sua aplicação     ao setor hoteleiro tem pouco mais de uma década, o que sugere que os     investigadores só recentemente reconheceram o DEA como uma ferramenta útil para     a gestão hoteleira. </p>       <p>O primeiro trabalho a utilizar esta metodologia no setor     hoteleiro foi o de Morey e Ditman (1995), em que os autores estudaram a     performance de 54 hotéis dos EUA geridos por proprietários, aplicando o     DEA-Allocative a dados relativos ao ano de 1993, obtendo uma média de     eficiência de 89%. Este trabalho deu um forte contributo na seleção de <i>inputs</i> e <i>outputs</i> não só pela quantidade de <i>inputs</i> e <i>outputs</i> utilizada, mas também pela justificação dos mesmos. Morey e Ditman (1995)     selecionaram 14 variáveis de <i>inputs</i>: nº de quartos; sindicalização ou     não dos empregados; taxa média de ocupação; diária média; despesas dos quartos     relativas a salários, benefícios e refeições; outras despesas dos quartos     incluindo comissões, taxas de TV-satélite, etc; gasto de eletricidade; salários     relativos aos proprietários, operações e manutenção; outras despesas com os     proprietários, operações e manutenção; salários relativos à publicidade e     promoção; outras despesas relativas à publicidade e promoção; despesas fixas de     publicidade; salários da administração e direção; e outras despesas com a     administração e direção. Como <i>outputs</i>, foram selecionadas 3 variáveis:     total de receitas do alojamento; nível de satisfação com as instalações e nível     de satisfação do serviço prestado, conforme <a href="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a04t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>.</p>       
<p>Além deste estudo, efetuou-se a revisão de mais 17     estudos que aplicaram o DEA a dados do setor hoteleiro, a qual se apresenta na     <a href="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a04t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>. Da análise efetuada, verificou-se que a maior parte dos estudos centram-se     essencialmente em Taiwan (Wu <i>et al</i>., 2010; Wang <i>et al</i>., 2006;     Shang <i>et al</i>., 2008; Sun e Lu, 2005), Portugal (Barros e Santos, 2006;     Barros, 2005; Barros e Mascarenhas, 2005; Barros e Alves, 2004), Coreia (Min <i>et       al</i>., 2009; Min <i>et al</i>., 2008) e EUA (Anderson <i>et al</i>., 2000;     Morey e Ditman, 1995). Todos os trabalhos analisados versam sobre um único país     à exceção de Neves e Lourenço (2009) que analisaram dados de 2000-2002     relativos a 83 hotéis de diversos países, constantes na base de dados     Infinancials.</p>     
<p>Geralmente é analisada a eficiência de cada hotel, no     intuito de identificar as melhores práticas para servirem de <i>benchmarking</i>,     no entanto, Huang <i>et al</i>. (2012) e Pulina <i>et al</i>. (2010) têm como     objetivo analisar qual a região mais eficiente em termos de indústria     hoteleira, no primeiro caso são avaliadas 31 regiões da China, enquanto na     segunda são avaliadas 21 regiões de Itália.</p>       <p>Na revisão efetuada visualizou-se três tipos de análises:     análises estáticas com recurso a dados <i>cross-section</i> (e.g. Min <i>et al</i>.,     2009; Shang <i>et al</i>., 2008; Barros, 2005; Sigala <i>et al</i>., 2005);     análises dinâmicas também com recurso a dados <i>cross-section</i> (e.g. Neves     e Lourenço, 2009; Barros e Dieke, 2008; Min <i>et al</i>., 2008; Barros e     Santos, 2006) e análises dinâmicas com recurso a dados em painel, utilizando o     DEA Window (DEWA) (Huang <i>et al</i>., 2012 e Pulina <i>et al</i>., 2010).     Para aprofundar esta extensão do DEA veja-se Cooper <i>et al</i>. (2011). A     maioria dos estudos utiliza as formulações de base do DEA, CCR e BCC.</p>       <p>A escolha das variáveis <i>input</i> e <i>output</i> é muito diversa     quantitativamente, enquanto Pulina <i>et al</i>. (2010) só tem uma variável <i>input</i> e duas <i>output</i>, já Morey e Ditman (1995) apresentam 14 variáveis <i>input</i> e 3 <i>output</i>. Sigala <i>et al</i>. (2005) num estudo sobre a eficiência     produtiva de 93 hotéis de três estrelas do Reino Unido utilizaram 8 <i>inputs</i> e 6 <i>outputs</i>. As variáveis de <i>input</i> utilizadas retratam os     recursos essenciais à atividade hoteleira – mão de obra e capital. A mão de     obra é geralmente medida pelo número de empregados e pelos gastos com o pessoal,     enquanto o capital é habitualmente medido através do ativo total fixo, número     de quartos ou montante de gastos operacionais totais ou repartidos de acordo     com a sua natureza ou função. Muitas vezes é a disponibilidade da informação     que implica a escolha das variáveis <i>input</i> e <i>output</i>.</p>     <p><b>3.   Metodologia </b></p>     <p>No     presente estudo, a eficiência do setor hoteleiro português é analisada através     do estudo da eficiência técnica, com recurso à metodologia DEA, na abordagem do     modelo BCC, com orientação <i>input</i>, à semelhança de Neves e Lourenço     (2009). A eficiência pode ser atingida pela minimização dos <i>inputs</i> (orientação <i>input</i>) ou pela maximização dos <i>outputs</i> (orientação <i>output</i>),     porém estes últimos não são totalmente controláveis pelos hotéis. </p>       <p>Considerando     as variáveis sugeridas nos trabalhos revistos na secção 2.2 e os dados     disponíveis, definiram-se 3 variáveis <i>input:</i> o número de empregados, o     ativo fixo líquido e o total dos gastos operacionais e uma variável <i>output:</i> as vendas totais líquidas. De acordo com Avkiran (2002), os <i>inputs</i> e <i>outputs</i> devem estar correlacionados, pelo que se apresenta seguidamente a matriz de       correlações bivariadas na <a href="#t2">Tabela 2</a>. Nesta pode-se constatar que existem       correlações estatisticamente significativas em todas as variáveis, para um       nível de significância inferior a 1%. Estas correlações variam entre cerca de       70% e 99%, como é o caso da correlação entre os custos operacionais e as       vendas.</p>       <p><a name="t2"></a><img src="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a04t2.jpg" width="544" height="190"></p>       
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>4.   Apresentação     e análise dos resultados </b></p>       <p><i>4.1.     Caracterização da amostra </i></p>       <p>Conforme a <a href="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a04t3.jpg" target="_blank">Tabela 3</a>, verificamos que as     empresas da região norte e centro apresentam em média uma menor dimensão     comparativamente às das regiões sul e ilhas. Apresentam também um menor número     de empregados e um nível de investimento inferior. Em termos de exploração,     detêm um menor nível de vendas e de custos operacionais. É na região insular e     no norte que se verifica a maior dispersão a nível da dimensão das empresas hoteleiras.</p>       
<p>A mesma tabela realça ainda um aumento do     contributo para o nível de emprego, principalmente na região sul onde o aumento     do número de empregados foi superior, em termos relativos. No entanto, a nível     de investimentos em ativos fixos, em média, a região sul teve um comportamento     totalmente oposto às restantes regiões. Na região sul houve um ligeiro     decréscimo no nível de investimento em ativos fixos líquidos, enquanto nas     restantes regiões se verificou um aumento, que teve maior expressão na região     centro e das ilhas.</p>       <p>Em termos do volume de vendas,     verificou-se em média um aumento em todas as regiões, principalmente na região     norte. A evolução média dos custos operacionais não foi similar à das vendas,     uma vez que houve uma redução do valor médio dos custos operacionais na região     insular. De realçar ainda que o aumento do valor médio dos custos operacionais     na região sul foi superior ao aumento do valor médio das vendas, em termos     relativos.</p>       <p><i>4.2. Aplicação     da metodologia DEA no setor hoteleiro </i></p>       <p>Com a     aplicação da metodologia       DEA, na abordagem do modelo BCC, com orientação <i>input</i>, às variáveis       anteriormente enumeradas, obtiveram-se índices de eficiência técnica para cada       um dos 283 hotéis, os quais foram sintetizados na <a href="#t4">Tabela 4</a>, que se segue.</p>       <p>&nbsp;</p>       <p><a name="t4"></a><img src="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a04t4.jpg" width="556" height="190"></p>       
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Em termos globais, verifica-se uma melhoria no     desempenho das empresas hoteleiras da amostra, conforme realça o ligeiro     aumento do nível médio da eficiência técnica, que aumentou de 72,65%, no ano     2006, para 79,84%, no ano de 2008. Em termos regionais, também se verificou um     aumento do nível médio de eficiência técnica, com exceção da região insular,     que viu diminuída a sua eficiência em cerca de 14%. No ano de 2006, o índice     médio da eficiência técnica da região das ilhas era de 88,39%, diminuindo para os     75,98%, no ano de 2008. Esta é uma descida estatisticamente significativa     conforme evidencia o resultado do teste-t para amostras emparelhadas, para um     nível de significância de 5%, constante na <a href="#t5">Tabela 5</a>. Comportamento contrário     teve a região sul, que viu aumentado o seu nível médio de eficiência de 44,37%,     em 2006, para 79,75%, em 2008. O aumento de cerca de 80% no nível de eficiência     da região sul também é estatisticamente significativo (sig. = 0,000), conforme     <a href="#t5">Tabela 5</a>. As restantes evoluções não se mostraram estatisticamente     significativas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t5"></a><img src="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a04t5.jpg" width="570" height="96"></p>       
<p>&nbsp;</p>     <p>Comparando     as várias regiões entre si, verifica-se que em média as empresas hoteleiras da     região norte apresentam um melhor desempenho e um comportamento mais homogéneo     em termos de eficiência, conforme evidencia o desvio padrão e o intervalo em     que estão compreendidos os índices de eficiência técnica [72,42%; 100%], em     2006, e [73,23%; 100%], em 2008, indicados na <a href="#t4">Tabela 4</a>. Já na região sul é onde     se encontra uma maior heterogeneidade em termos de performance, apresentando o     maior nível de dispersão (desvio padrão em 2006 – 29,61% e em 2008 – 14,99%). É     igualmente nesta região que se encontram as empresas com menor índice de     eficiência, apresentando mínimos de eficiência técnica de 6,25%, em 2006 e de     39,08%, em 2008, conforme <a href="#t4">Tabela 4</a>. No ano de 2008, com a descida do nível de     eficiência, a região insular também aumentou a sua heterogeneidade (desvio     padrão – 18,59%).     </p>       <p>Os     resultados do teste ANOVA, apresentados na <a href="#t6">Tabela 6</a>, mostram que existe pelo     menos uma região, cuja média de eficiência é significativamente diferente das     restantes nos dois anos (sig. = 0,000). Para verificar a diferença entre as     médias das várias regiões procedeu-se ao teste de Bonferroni, cujos resultados     se resumem na <a href="#t7">Tabela 7</a>.</p>       <p>&nbsp;</p>       <p><a name="t6"></a><img src="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a04t6.jpg" width="570" height="159"></p>       
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="t7"></a><img src="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a04t7.jpg" width="459" height="554"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>No     ano de 2006, a comparação das médias mostra que são consideradas     significativamente diferentes as médias de eficiência das regiões norte, centro     e sul (sig. &lt; 0,05), e são consideradas semelhantes as correspondentes à     região norte e das ilhas. A diferença entre as médias corroboram que os índices     de eficiência das empresas hoteleiras da região norte são significativamente     superiores aos índices das empresas da região centro e do sul (sig. = 0,000).     Embora a <a href="#t4">Tabela 4</a> mostre que o valor médio dos índices de eficiência da região     norte (92,11%) é superior ao obtido pela região insular (88,39%), tal diferença     não é estatisticamente significativa (sig. = 1,000).</p>     <p>No     ano de 2008, diminuíram as diferenças de médias e aumentaram as semelhanças.     Desta forma, o teste de Bonferroni indica que no ano de 2008, a média da     eficiência das empresas hoteleiras da região norte é significativamente     superior à média obtida nas restantes regiões (sig. = 0,000). A superioridade     da média da eficiência técnica da região sul (79,75%) relativamente à obtida     pelas regiões centro (77,81%) e insular (75,98%), e da região centro     relativamente à das ilhas, verificada na <a href="#t4">Tabela 4</a>, não se mostrou significativa     (sig. = 1,000), o que indica que a média da eficiência técnica das empresas hoteleiras     das regiões centro, sul e ilhas é semelhante.</p>       <p>A     nível global, na <a href="#t8">Tabela 8</a> pode-se verificar que cerca de 11% das 283 empresas     hoteleiras da amostra apresentam eficiência máxima nos dois anos em estudo, ou     seja, da amostra 30 empresas são modelos a seguir pelas restantes 253 empresas.     O número total de empresas eficientes aumentou de 46 para 59, nos anos de 2006     para 2008, o que indica que cerca de 16 empresas tidas como eficientes no ano     de 2006 deixaram de o ser em 2008 e que nesse ano, 29 empresas, consideradas     ineficientes no ano de 2006, conseguiram atingir o nível de eficiência de 100%. </p> 	    <p>&nbsp;</p>       <p><a name="t8"></a><img src="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a04t8.jpg" width="531" height="210"></p>       
<p>&nbsp;</p>       <p>No     âmbito regional, a <a href="#t8">Tabela 8</a> evidencia um aumento do número de empresas     eficientes em todas as regiões continentais. Na região insular o número total     de empresas eficientes manteve-se nos dois anos (12 empresas), no entanto, só 7     empresas da região das ilhas é que detiveram eficiência máxima nos dois anos,     pelo que houve 5 empresas que deixaram de ser eficientes no ano de 2008 e     outras 5 que nesse ano atingiram o patamar de eficiência mais elevado.</p>        <p>Em     termos relativos, a região norte detém a maior percentagem de empresas     eficientes. Em 2006, 36% das empresas da região norte tem um índice de     eficiência de 100%, em 2008, 42%, e nos dois anos, cerca de 19%. Segue-se a     região insular, com uma percentagem de 27%, em ambos os anos e de 16%, quando     se verifica a percentagem de empresas que detêm eficiência máxima nos dois     anos. A percentagem de empresas eficientes na região centro é de 11%, em 2006,     14%, em 2008 e de 8%, nos dois anos. De entre as quatro regiões, a região sul é     a que detém a menor percentagem de empresas eficientes, no ano de 2006 - 9% e     na análise aos dois anos - 7,6%. No ano de 2008, a percentagem é de cerca de     20%, superior à da região centro.</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>5.   Conclusões</b></p>       <p>Por se considerar que o setor do turismo     tem um papel muito importante no reequilíbrio da estrutura produtiva nacional,     este artigo procedeu à análise da eficiência do setor hoteleiro por regiões,     utilizando a metodologia DEA, no sentido de contribuir para a criação de um     quadro de referência para a avaliação da eficiência no setor hoteleiro em     Portugal. </p>       <p>O     estudo da avaliação da eficiência no setor hoteleiro em Portugal foi     desenvolvido, por um lado, numa ótica longitudinal, ao verificar a evolução da     eficiência entre os anos de 2006 e 2008, e por outro, numa ótica estática de     carácter regional, ao comparar dentro de cada ano qual a região considerada     globalmente mais eficiente.</p>       <p>De     uma forma geral, o desempenho das empresas do setor hoteleiro português     melhorou de 2006 para 2008, com exceção para as empresas da região insular,     onde se registou uma significativa diminuição da eficiência média. O aumento do     nível médio de eficiência de 2006 para 2008, só foi comprovado estatisticamente     para a região sul.</p>       <p>A     nível regional, no ano de 2006, a média da eficiência das empresas hoteleiras     da região norte era significativamente superior à obtida nas regiões centro e     sul. No ano de 2008, a supremacia da região norte verifica-se relativamente a     todas as regiões. </p>       <p>A aplicação     da metodologia DEA – modelo BCC, com orientação <i>input</i>, permitiu     encontrar 30 empresas cuja eficiência se manteve a 100% nos dois anos em     estudo, 7 na região norte, 11 no centro, 5 no sul e 7 nas ilhas. Em termos     relativos, é na região norte que se encontra uma maior percentagem de empresas     com eficiência máxima.</p>       <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></p>     <!-- ref --><p>Anderson, Randy I., Fok,     Robert &amp; Scott, John (2000). Hotel industry efficiency: an advanced linear     programming examination. <i>American Business Review</i>, 18(1), 40-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S2182-8458201300020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Avkiran, Necmi K. (2002).     Monitoring hotel performance. <i>Journal of Asia-Pacific Business</i>, 4(1), 51-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S2182-8458201300020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Banker, R. D., Charnes,     A. &amp; Cooper, W. W. (1984). Some models for estimating technical and scale     inefficiencies in data envelopment analysis. <i>Management Science</i>, 30(9),     1078-1092.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S2182-8458201300020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Barros, Carlos P. (2005).     Measuring efficiency in the hotel sector. <i>Annals of Tourism Research</i>,     32(2), 456-477.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S2182-8458201300020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Barros, Carlos P. &amp;     Alves, Fernando P. (2004). Productivity in the tourism industry. <i>International       Advances in Economic Research</i>, 10(3), 215-225.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S2182-8458201300020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Barros, Carlos P. &amp;     Dieke, Peter U. C. (2008). Technical efficiency of African hotels. <i>International       Journal of Hospitality Management</i>, 27(3), 438-447.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S2182-8458201300020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Barros, Carlos P. &amp;     Mascarenhas, Maria J. (2005). Technical and allocative efficiency in a chain       of small hotels. <i>International Journal of Hospitality Management</i>, 24(3),       415-436.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S2182-8458201300020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Barros, Carlos P. &amp;     Santos, Carla A. (2006). The measurement of efficiency in Portuguese       hotels using data envelopment analysis. <i>Journal of Hospitality &amp; Tourism Research</i>, 30(3), 378-395.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S2182-8458201300020000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Belloni, José Ângelo (2000). <i>Uma     Metodologia de avaliação da eficiência produtiva de Universidade Federais     Brasileiras</i>. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Engenharia de     Produção, do Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas, da Universidade     Federal de Santa Catarina. Florianápolis: UFSC.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S2182-8458201300020000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Charnes, A., Cooper, W.     W. &amp; Rhodes, E. (1978). Measuring the efficiency of decision making units. <i>European       Journal of Operational Research</i>, 2(6), 429-441.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S2182-8458201300020000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <p>Coelli, T., Prasada, R. E Battese, G. (1998). <i>An     Introduction To Efficiency And Productivity Analysis</i>. Norwell, MA: Kluwer       Academic Publishers.</p>       <!-- ref --><p>Cooper, W., Seiford, L. &amp; Tone, K. (2000). <i>Data     Envelopment Analysis: a comprehensive text with models, applications,     references and DEA-Solver software</i>. Massachusettes: Kluwer Academic     Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S2182-8458201300020000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Cooper, William W., Seiford, Lawrence M. &amp; Zhu, Joe  (2011). data envelopment     analysis: history, models, and interpretations. <i>Handbook       on Data Envelopment Analysis</i> <i>International Series in Operations Research &amp;         Management Science</i>, 164, 1-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S2182-8458201300020000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Emrouznejad, A., Parker,     B. R. &amp; Tavares, G. (2008). Evaluation of research in efficiency and     productivity: A survey and analysis of the first 30 years of scholarly     literature in DEA. <i>Socio-Economic Planning Sciences</i>, 42(3), 151-157.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S2182-8458201300020000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Farrell, M. J. (1957). The measurement of productive     efficiency. <i>Journal of the Royal Statistical Society</i>, 120(3), 253-290.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S2182-8458201300020000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Huang, Y., Mesak, H. I., Hsu, M. K. &amp; Qu, H. (2012).     Dynamic ef&#64257;ciency assessment of the Chinese hotel industry. <i>Journal of       Business Research</i>, 65(1), 59-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S2182-8458201300020000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Min, Hokey, Min, Hyesung &amp; Joo, Seong Jong (2008). A     data envelopment analysis-based balanced scorecard for measuring the comparative     efficiency of Korean luxury hotels. 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Evaluating a hotel     GM’s performance: a case study in benchmarking. Cornell Hotel and Restaurant     Administration Quarterly, 36(5), 30-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S2182-8458201300020000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Neves, João C. &amp; Lourenço, Sofia (2009). Using data     envelopment analysis to select strategies that improve the performance of hotel     companies. 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(2013). Hotel companies and corporate     environmentalism. Tourism       &amp; Management Studies, 9(1), 7-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S2182-8458201300020000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Shang, Jui-Kou, Hung, Wei-Ting &amp; Wang, Fei-Ching (2008). Service     outsourcing and hotel performance: three-stage DEA analysis. 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Evaluating the     performance of the Taiwanese hotel industry using a weight slacks-based     measure. Asia-Pacific Journal of Operational Research, 22(4), 487-512.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S2182-8458201300020000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Thanassoulis, E. (2001). Introduction to the theory and     application of Data Envelopment Analysis. Massachusettes, USA: Kluwer Academic     Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S2182-8458201300020000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Wang, Fei-Ching, Hung, Wei-Ting &amp; Shang, Jui-Kou (2006).     Measuring the cost efficiency of international tourist hotels in Taiwan. Tourism     Economics, 12(1), 65-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S2182-8458201300020000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>World Travel &amp; Tourism Council (2012). Travel &amp;     Tourism Economic Impact 2012 – Portugal. London: WTTC.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S2182-8458201300020000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Wu, Jie, Liang, Liang &amp; Song, Haiyan (2010). Measuring     hotel performance using the integer DEA model. Tourism Economics, 16(4),     867-882.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S2182-8458201300020000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Zhu, J. (2003). Quantitative models for performance     evaluation and benchmarking: data envelopment analysis with spreadsheets and     DEA Excel Solver. 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