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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A gestão da inovação nas PME's da Beira Interior: as perspetivas dos gestores]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Before the current situation, companies are located in a market more competitive business, becoming an urgent adjustment or modification of its management. We know that is through innovation that companies can be competitive, so it is important to its ongoing implementation and consequently demand for new products and new production processes, in order to cope with competition and maintain its competitive position . Given the importance of studying the topic of innovation in enterprises, this article aims to analyze the different perspetives of innovation in small and medium enterprises (SMEs) of Beira Interior of Portugal. In the methodology we used as an instrument of research questions in the CIS III in 2008 and statistical processing of data was prepared based on a fator analysis. From the analysis of data showed that managers innovate taking into account three perspetives very important: on one hand with the objetive of reducing costs and ensuring environmental sustainability, on the other by the need to update, and second, a perspetive to guide the market.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>A   gestão da inovação nas PME's da Beira Interior: as perspetivas dos gestores</b></p>       <p><b>Innovation management in the Beira Interior   SME’s: the manager perspetives</b></p>       <p><b>Carla da Silva Bonito Taborda<sup>1</sup></b>, <b>Cristina Maria Santos Estev&atilde;o<sup>2</sup></b>, <b>Sara   Morgado Nunes</b><b><sup>3</sup></b></p>     <p>Instituto Politécnico de Castelo Branco, Escola   Superior de Gestão de Idanha-a-Nova, Largo do Município, 6060-163, Idanha-a-Nova -   Portugal; <b><sup>1</sup></b><a href="mailto:carlabonito@sapo.pt">carlabonito@sapo.pt</a>; <b><sup>3</sup></b><a href="mailto:sara@ipcb.pt">sara@ipcb.pt</a></p>       <p><b><sup>2</sup></b>Instituto Politécnico de Castelo Branco, Escola   Superior de Gestão de Idanha-a-Nova, NECE – Núcleo de Estudos em Ciências   Empresariais, 6060-163, Idanha-a-Nova - Portugal;<b> </b><a href="mailto:cristina.estevao@ipcb.pt">cristina.estevao@ipcb.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO </b></p>     <p>Perante a atual     conjuntura, as empresas estão inseridas num mercado empresarial cada vez mais     competitivo, tornando-se urgente uma adaptação ou modificação da sua gestão.     Sabe-se que é através da inovação que as empresas conseguem ser competitivas,     pelo que é importantea sua implementação     constante e a consequentemente procura de novos produtos e de novos processos     de produção, para poderem fazer face à concorrência e manterem a sua posição     competitiva no mercado. Dada a importância do estudo da temática da inovação     nas empresas, este artigo tem como objetivo analisar as diferentes perspetivas     da inovação nas pequenas e médias empresas (PME’s) da Beira Interior de     Portugal. Na metodologia adotada utilizou-se como instrumento de investigação o     questionário do CIS III 2008 eo tratamento estatístico dos dados foi elaborado com base       numa análise fatorial. Da         análise dos dados podemos concluir, que os gestores inovam tendo em conta três         perspetivas muito importantes: por um lado com o objetivo de reduzir custos e         assegurar a sustentabilidade ambiental, por outro pela necessidade de   atualização, e por outro, numa perspetiva de orientação para o mercado.</p>       <p><b>Palavras-chave: </b>Inovação, empresas,   perspetivas, Beira Interior.</p>       <p>&nbsp;</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Before the     current situation, companies are located in a market more competitive business,     becoming an urgent adjustment or modification of its management. We know that     is through innovation that companies can be competitive, so it is important to     its ongoing implementation and consequently demand for new products and new     production processes, in order to cope with competition and maintain its     competitive position . Given the importance of studying the topic of innovation     in enterprises, this article aims to analyze the different perspetives of     innovation in small and medium enterprises (SMEs) of Beira Interior of     Portugal. In the methodology we used as an instrument of research questions in     the CIS III in 2008 and statistical processing of data was prepared based on a     fator analysis. From the analysis of data showed that managers innovate taking     into account three perspetives very important: on one hand with the objetive of     reducing costs and ensuring environmental sustainability, on the other by the   need to update, and second, a perspetive to guide the market.</p>       <p><b>Keywords: </b>Innovation,   business, prospects, Beira Interior</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </b><b>Introdução</b></p>       <p>O ambiente     empresarial a nível global está cada vez mais competitivo e a inovação é cada     vez mais um fator crítico, para que as empresas possam assumir uma posição     dominante (Cheng <i>et al</i>., 2010) e possam revigorar as suas capacidades     (Hu e Hsu, 2008; Kaminski <i>et al.</i>, 2008). Amaral <i>et al.</i> (2011)     reforçam esta ideia afirmando, que a pressão competitiva é de tal forma     elevada, que os produtos e processos têm um ciclo de vida cada vez mais curto,     daí as empresas terem que adotar uma posição de mudança e de inovação     constante, para assim conseguirem o sucesso competitivo dos seus produtos no     mercado. Face a isto, a inovação é assim vista como um dos principais rumos de     adaptação a um meio envolvente cada vez mais dinâmico (Roberts e Amit, 2003;     Hua e Wemmerlov, 2006). Uma empresa só poderá obter melhores resultados do que     os seus concorrentes, se conseguir criar um fator diferenciador, que se     mantenha ao longo do tempo, sendo o principal instrumento de criação dessa     vantagem competitiva: a inovação ou os atos de inovação (Porter, 1996). No novo     contexto onde estão inseridas as pequenas e médias empresas, ou mais     concretamente os sistemas de pequenas e médias empresas e a sua capacidade em     participar de forma mais ativa na transformação dos sistemas de produção e     logo, em inovar, permite-nos abandonar a ideia de que as grandes empresas são o     único agente de inovação, sendo esta constatação muito importante, pois ela     permite reconhecer que as capacidades de desenvolvimento são em grande parte     localizadas a nível regional, podendo ser reforçadas por políticas adequadas   (Marques, 1999).</p>       <p>Segundo     Abbade <i>et al. </i>(2012) para obter o melhor desempenho organizacional é     necessário que as empresas, assim como os seus gestores, planeiem e implementem     ações que direcionem a empresa para uma postura orientada para o mercado e     orientada para a aprendizagem. Cabral <i>et al.</i> (2003) refere que inovar é     mais que gerar e produzir os produtos ou prestar serviços novos com sucesso,     significa também arriscar, conviver com a incerteza, gerar ideias e conviver     com os erros e fracassos, tudo isto relacionado com o comportamento humano e   por um conjunto de normativos. </p>       <p>Mas falar     de inovação não é suficiente, é necessário recolher dados sobre inovação e     executar estudos empíricos, para melhorar a orientação empreendedora das     empresas (Silva e Leitão, 2007). Assim, tendo em conta a importância que a     inovação tem nas empresas, aliada à falta de estudos sobre esta temática nas     regiões do interior de Portugal, esta investigação tem como objetivo analisar     quais as perspetivas dos gestores na importância da inovação na região da Beira     Interior. A presente investigação apresenta-se organizada da seguinte forma: efetuaremosinicialmente um enquadramento teórico sobre inovação, de       seguida faremos a descrição da metodologia utilizada, bem como a descrição dos       dados e das variáveis utilizadas no estudo. Posteriormente será efetuada a       análise e discussão dos resultados da investigação. Por último são apresentadas       as respetivas conclusões, limitações do estudo e sugestões futuras de   investigação. </p>       <p><b>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </b><b>Enquadramento teórico</b></p>       <p>A     capacidade de inovar é, atualmente, uma das principais vertentes da vantagem     competitiva das empresas (Marques, 2004; Ferreira <i>et al.</i>, 2007).     Ferreira <i>et al. </i>(2007) acrescentam que a inovação e a sua gestão não     podem ser separadas das orientações estratégicas genéricas da empresa, pois     entre elas existem inter-relações estreitas, que contribuem decisivamente na     criação das suas vantagens competitivas. Nesse sentido, as empresas terão que     procurar constantemente a inovação e consequentemente a mudança quer de novos     produtos, quer de novos mercados, tendo que procurar também novos processos de     produção e novas atualizações tecnológicas, não se podendo acomodar indo sempre   em busca de novos sucessos (Amaral <i>et al., </i>2011).</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Mas afinal     o que é inovação? A inovação não é mais do que o processo de aplicar novas     ideias no uso prático. No entanto com muita frequência, temos tendência para     confundir o conceito de inovação com invenção. Schumpeter (1934) esclareceu que     invenção é uma ideia, um esboço, um modelo para um produto, processo ou     sistema, novo ou aperfeiçoado, mas que não está ainda materializado no mercado.   A inovação só se concretiza com a introdução no mercado. </p>       <p>Muitas são   as definições de inovação com diferentes visões, conforme podemos constatar na    tabela seguinte:</p>       <p>&nbsp;</p>       <p><a href="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a18t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Amaral <i>et     al</i>. (2011) consideram que a geração de ideias é um fator fundamental da     criatividade e da inovação, pois sem novas ideias não haverá novos produtos ou     serviços, no entanto, a gestão dessas mesmas ideias também são importantes,     sendo necessário alinhar as novas ideias à estratégia da empresa e ao mercado     concorrencial, de modo a conseguir o sucesso que se pretende alcançar. Para os     autores nos últimos anos têm-se assistido a algumas mudanças no meio envolvente     das organizações e verificou-se um forte progresso tecnológico devido ao avanço     da informática, que possibilitou a aplicação de conhecimentos e de tecnologias     aos produtos concorrentes. Para a OCDE (2005), as atividades de inovação     podem-se verificar em todos os setores da economia: em empresas de     transformação, nas empresas de serviços, na administração pública, no setor da     saúde e até mesmo no setor particular. No entanto, os investigadores têm a     consciência de que a inovação nos serviços é distinta da inovação nas empresas     do setor transformador, pois o próprio setor é portador de características     distintas, criando assim a necessidade de construção de novas abordagens devido às características intrínsecas aos próprios serviços (Miles, 2005). </p>     <p>Reigado e Braga (2000)     alertam para o facto da inovação não surgir de forma espontânea e muito menos     ao acaso. Surge num território apropriado (meio inovador) organizado e que     influencia as dinâmicas de inovação, por outro lado os métodos inovadores podem     e devem ser introduzidos no ordenamento e       formas de ler o território, possuindo este meio, empresários dinâmicos e       clientes exigentes. A capacidade de inovação é também fundamental para que os       governos apoiem políticas de inovação e de mudanças tecnológicas nas regiões, mais especificamente nas áreas rurais (Doloreux e Dionne, 2008).</p>       <p>E se para uns a inovação é     uma “aventura” atrativa, para outros é uma “tábua de salvação” (Freeman, 1975).     Mas, segundo Anthony <i>et al. </i>(2008), o maior ‘castigo’ acerca da inovação     é que a prova nunca acaba. Um inovador cria um novo mercado, e logo outras     empresas surgem para o inundar. Consegue desviar-se de uma ameaça, e logo surge outro atacante, cobiçando avidamente o seu negócio principal. </p>       <p><b>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </b><b>Fatores de inovação</b></p>     <p>Devido     à falta de recursos, as empresas de pequena dimensão comportam maiores     dificuldades para o desenvolvimento bem-sucedido de novos produtos, no entanto     são poucos os estudos empíricos, que revelam quais são os fatores críticos de     sucesso na gestão de projetos de criação de produtos, especificamente em     empresas de base tecnológica e de pequena dimensão (Souder <i>et al</i>., 1997;     March-Chordà, 2002). No entanto na literatura são vulgarmente abordados alguns     fatores considerados como principais para a inovação, nomeadamente a     importância da criação de novas ideias e a sua correta transmissão e     utilização, isto porque dentro da empresa a partilha do conhecimento da     informação só é importante, se todos estiverem em sintonia (Monge <i>et al.</i>,     1992; Tidd e Bessant, 2009; Kaufmann e Todtling, 2002; Chesbrough, 2004). Em     relação à organização há investigadores, que dão exclusiva atenção à estrutura     organizacional, assim como à capacidade que as empresas têm de inovar a sua     estrutura, como por exemplo encorajar os colaboradores a participarem nos     processos de inovação, em prol de mais inovação (Wheelwright e Clark, 1995;     Slappendel, 1996). Outro fator é o ambiente interno das organizações, ou seja a     correta criação de uma estratégia de inovação e a sua transmissão aos     colaboradores é essencial à inovação (Roberts e Berry, 1985; Wheelwright e     Clark, 1995; Slappendel, 1996; Lemon e Sahota, 2004). Por outro lado, a cultura     organizacional é um fator que leva à criação de conhecimento nos diversos     colaboradores com capacidades diferentes, gerando um efeito sinergético pelo     facto de conseguirem solucionar problemas, pela capacidade que têm de trabalhar     em grupo (Amabile <i>et al.</i>, 1996; McGourthy <i>et al.</i>, 1996; Damanpour e Gopalakrishnam, 1998; Lemon e Sahota, 2004). </p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A     forte orientação para o mercado, também tem sido apontada como um fator crítico     de sucesso do desenvolvimento do produto e da empresa, como um todo. Este fator     abrange aspetos como a capacidade da empresa avaliar o potencial de mercado, a     par do novo produto e perceber quais as necessidades do mercado-alvo (Cooper e     Kleinschimdt, 1994;. Souder <i>et al.</i>, 1997; Roberts e Berry, 1985). Narver     e Slater (1990) também reforçam esta ideia, acrescentando que a orientação para     o mercado, deverá criar um elevado valor para o cliente, de forma mais eficaz e     eficiente, gerando vantagens competitivas, de modo a obter melhor resultado     operacional e estratégico. Lundvall (2005) acrescenta que a interação com os utilizadores é fundamental para a inovação do produto.</p>       <p>Por outro lado, os níveis     de habilidades das pessoas envolvidas, no desenvolvimento do novo produto têm     sido correlacionados com o sucesso e fracasso dos mesmos, pois a habilidade     técnica pode ser definida como a competência e capacidade de execução correta,     interferindo diretamente na qualidade das atividades e tarefas que constituem o     desenvolvimento do produto (Cooper e Kleinschimdt, 1987; Major e Cordey-Hayes, 2000; Kaufmann e Todtling, 2002). </p>       <p>Loof <i>et al</i>. (2001)     ao estudarem os fatores da inovação detetaram ainda, que a dimensão da empresa     é um dos fatores que pode influenciar o esforço da inovação na empresa. Também     a relação entre a inovação e o desempenho das empresas é explicada com recurso     à análise do crescimento das vendas, ao volume de vendas, aos <i>cash-flow</i> anteriores, às oportunidades tecnológicas, à idade da empresa, aos subsídios,     ao investimento em investigação e ao desenvolvimento numa base permanente, à     cooperação e às barreiras de inovação (Klomp e van Leeuwen, 1999). Segundo, as     pesquisas empíricas de Vossen e Nooteboom (1996), Kleinknecht (2000) e     Kleinknecht e Oostendorp (2002) o crescimento das exportações também tem um efeito positivo sobre as empresas.</p>       <p>Ernest     (2002) aponta outros importantes fatores relacionados com as características     organizacionais, para o desenvolvimento de novos produtos: a organização de     equipas multifuncionais, a existência de um líder com autoridade e     responsabilidade, a equipe de desenvolvimento do produto ser responsável pelas     suas funções, o comprometimento de membros da equipa e a intensidade de     comunicação durante a realização do novo produto. Roberts e Berry (1985)       reforçam ainda,  que as diferentes opções estratégicas disponíveis para       introduzir inovação no mercado e para o desenvolvimento de novos produtos e       processos, deve-se à utilização de uma perspetiva que envolva toda a empresa,       ao invés de uma perspetiva funcional limitada a determinados aspetos da       empresa. Esta perspetiva deve incluir as necessidades do cliente, como uma       importante componente da rede externa. Sustentando essa visão, Cooper (1990)       observou a importância de identificar as necessidades dos clientes e       combiná-los com capacidades de corporação tecnológicas, onde esta perspetiva       também exige a integração das diferentes funções das organizações. Porter       (1998) refere que tudo o que a empresa faz implica algum tipo de tecnologia,       sendo esta base tecnológica que sustenta a sua atividade e que lhe permite       produzir bens e serviços cada vez melhor ajustados às necessidades do mercado e       dos seus clientes e, portanto, que lhes proporciona uma vantagem competitiva em       relação aos concorrentes. Narver e Slater (1990) concluíram ainda, que as       empresas têm conhecimento de várias formas para reduzir os custos totais de       aquisição para os consumidores e das formas de criar benefícios adicionais, por       isso as alternativas têm de ser avaliadas, para identificar qual a melhor forma       de criar um valor superior e sustentável para a empresa, para os clientes-alvo atuais e futuros.</p>       <p>Vários     estudos empíricos (Klomp &amp; Van Leeuwen, 1999; Conceição &amp; Ávila, 2001)     apontam para a importância das vendas resultante de produtos novos ou     melhorados, como a variável mais utilizada no processo de tomada de decisão em     inovação, permitindo distinguir empresas inovadoras e empresas não inovadoras. </p>       <p><b>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </b><b>Área geográfica do estudo</b></p>       <p>A Região     da Beira Interior foi a área geográfica escolhida para a nossa investigação.     Esta região integra os distritos da Guarda e de Castelo Branco e faz parte da     região centro e da região fronteiriça com Espanha. A região estudada possui uma     população aproximada de 357.187 habitantes e uma superfície de 11.764,8 km<sup>2</sup> (INE, 2010). Segundo Silva (2005), a Beira Interior é considerada uma região     periférica, tendo uma dinâmica empresarial bastante fraca e uma diminuição     bastante acentuada da população. Segundo North <i>et al. (</i>2001) e Smallbone <i>et al. (</i>2002), a densidade populacional é o critério mais usado pelos     agentes económicos, assim como nos estudos académicos, para determinar<s>, </s>a     fronteira entre as áreas rurais e as áreas urbanas. Em termos regionais, a OCDE     (1996) considera rurais, todas as áreas de NUT III com mais de 50% da sua     população a viverem em municípios rurais. Todas as áreas com menos de 150     habitantes por km2 são áreas rurais (OCDE, 1996). Por isso, a Beira Interior é     considerada rural em todas as localidades que a compõem, segundo os critérios     da OCDE (1996).</p>       <p><b>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </b><b>Metodologia e resultados     do estudo</b></p>       <p>O estudo em     questão baseia-se nas perceções que os empresários possuem relativamente aos     principais fatores, que influenciam a implementação da inovação e realizou-se a     partir de uma amostra de 96 empresas situadas na Beira Interior de Portugal. Os     dados foram recolhidos, entre janeiro e abril de 2012. Os inquiridos     responderam ao questionário sob a forma de entrevista, através do contacto     direto, via telefone, pessoalmente e via correio eletrónico (email), após terem     conhecimento do objetivo do estudo e ter sido garantida a confidencialidade da     informação solicitada. </p>       <p>O     instrumento de recolha de dados utilizado foi estruturado tendo por base, o     questionário do CIS III 2008 - Inquérito Comunitário à Inovação 2008, elaborado     pelo Observatório da Ciência. Além das questões da caracterização da empresa,     perfil do empresário, o questionário era constituído por 13 itens através dos     quais se pretendia avaliar os indicadores da inovação A resposta a estes 13     itens era dada numa escala de Likert de 4 pontos, onde 1 expressava alta     importância e 4 irrelevante. A análise estatística dos dados obtidos foi feita     recorrendo à versão 19.0 do <i>software</i> SPSS.</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Da análise     descritiva podemos verificar, que a maior parte dos gestores inquiridos é do     sexo masculino (91,1%), com mais de 50 anos de idade (43,2%), completaram o     ensino secundário (43,8%) ou licenciatura (28,1%), a maioria não tem formação     técnica (50,6%) e a maior parte já tinha experiência na área do negócio em     questão (56,2%), no entanto, a maior parte nunca tinha criado qualquer empresa     anteriormente (65,2%). A maior parte das empresas está sedeada no distrito de     Castelo Branco (54,8%). Uma grande parte das empresas são sociedades por quotas     (76,6%), que iniciaram a sua atividade na década de 80 (29,3%), predominando aspequenas empresas (49,5%) e micro-empresas (39,6%).</p>       <p>Com o     objetivo de perceber como se agrupavam, em dimensões, os 13 itens em análise,     recorremos às técnicas de Análise Fatorial. Assim, obtivemos um valor de 0,822     para o KMO e um valor de p&lt;0,001 associado ao Teste de Bartlett, indicando     que o modelo de Análise Fatorial se adequa à amostra em estudo. Para a extração     dos eixos recorreu-se à Análise em Componentes Principais e para a determinação     do número de eixos a reter, utilizou-se o <i>Scree Plot</i> de <i>Cattell</i>.     Os três eixos retidos explicam 68,66% da variância total dos itens em estudo.</p>       <p>Após     rotação Varimax, obteve-se a matriz de componentes que se apresenta na <a href="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a18t2.jpg" target="_blank">Tabela     2</a>. Observamos que os itens 1, 2 e 3 apresentam saturações mais elevadas no     Fator 3 e que correspondem a aspetos relacionados com o <i>alargamento da gama       de produtos, </i>com a<i> entrada em novos mercados </i>e com o<i> aumento da         quota de mercado</i>. Concluímos assim, que o Fator 3 se relaciona com a área     comercial, verificando-se que o item 2 (<i>entrar em novos mercados</i>) possui     uma carga fatorial mais elevada (0,871), sendo por isso este o aspeto mais     determinante para esta dimensão. </p>     
<p>Os itens 4,     5, 6 e 8 surgem associados ao Fator 2, envolvendo aspetos relacionados com a <i>substituição       de produtos ou processos desatualizados, </i>com a <i>melhoria da flexibilidade         na produção, </i>com a <i>melhoria da qualidade dos produtos </i>e<i> </i>com a <i>melhoria da saúde e a segurança.</i> Estes itens envolvem a necessidade de     melhorar, sendo o item 4 (<i>substituir produtos e processos desatualizados</i>)     o que tem uma carga fatorial mais elevada (0,838), sendo por isso este o aspeto     com mais peso neste fator. </p>       <p>O item 9 (<i>aumentar     a capacidade produtiva</i>) reparte a sua saturação pelos Fatores 2 e 3, o que     se justifica, tendo em conta, o facto de este item estar relacionado, quer com     a necessidade de introduzir melhorias (aumentar a capacidade), quer com a área     comercial (capacidade produtiva). No entanto, tendo em conta que é no Fator 3,     que este item apresenta carga mais elevada (0,47) e que se relaciona claramente     com a área comercial, optou-se por associar o item 9 ao Fator 3.</p>       <p>Os itens 7,     10, 11, 12 e 13 apresentam saturações mais elevadas no Fator 1 e dizem respeito     a aspetos que se relacionam com a <i>redução do material usado por unidade       produzida</i>, com a <i>redução dos custos do trabalho por unidade produzida, </i>com     a <i>redução da energia utilizada por unidade produzida, </i>com a <i>redução       do impacto ambiental </i>e com a <i>necessidade de ir ao encontro das         regulamentações ambientais, de saúde e segurança</i>. Considerou-se assim que o     Fator 1 se relaciona com a redução dos custos, sendo o item 12 (<i>reduzir o       impacto ambiental)</i> aquele que exerce um papel mais preponderante nesta     dimensão visto ter saturação mais elevada (0,864).</p>     <p>Em suma,     consideramos que o Fator 1 se associa à “Redução de Custos e Sustentabilidade     Ambiental”, o Fator 2 está relacionado com as “ Necessidades de Atualização” e o Fator 3 diz respeito à “Orientação para o Mercado”.</p>     <p>De forma a     avaliar a consistência interna da escala em estudo utilizou-se o <i>Alpha de   Cronbach</i>, obtendo-se níveis satisfatórios (<a href="#t3">Tabela 3</a>). </p>       <p>&nbsp;</p>       <p><a name="t3"></a><img src="/img/revistas/tms/v9n2/9n2a18t3.jpg" width="402" height="189"></p>       
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>O valor     obtido para o conjunto dos 13 itens foi de 0,894 o que indica um bom nível de     fiabilidade das questões em análise. Para as diferentes subescalas podemos     verificar que os valores oscilam entre 0,784, (“Orientação para o mercado”) e     0,886 (”Redução de Custos e Sustentabilidade Ambiental”), indiciando níveis   satisfatórios de consistência interna.</p>       <p><b>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </b><b>Considerações finais</b></p>       <p>Com este estudo podemos concluir, que os empresários encaram a     inovação sob três perspetivas distintas. A primeira perspetiva, a <i>Redução de       Custos e Sustentabilidade Ambiental,</i> passa por uma orientação no sentido de     reduzir o material utilizado, os custos do trabalho e a energia utilizada,     havendo ainda uma preocupação na redução do impacto ambiental, bem como ir de     encontro às regulamentações ambientais, de saúde e de segurança. Assim, podemos     verificar a estreita relação que existe entre inovação e redução de custos,     como referido por Narver       e Slater (1990) e a tendência para uma mentalidade empresarial com preocupações         ambientais. A perspetiva, <i>Necessidade de Atualização</i>, passa pela         substituição de produtos e processos desatualizados, melhorar a flexibilidade         na produção, a qualidade dos produtos, bem como melhorar a saúde e segurança,         podendo estas ser consideradas as atividades básicas que uma empresa deve         desenvolver em prol da inovação. A ultima perspetiva aponta para uma <i>Orientação           para o Mercado</i>, havendo todo um conjunto de fatores importantes para a         concretização deste objetivo, sejam eles, alargando a gama de produtos e a         quota de           mercado, para posteriormente poder entrar em novos mercados e consequentemente           aumentar a capacidade de produção, como nos referem Cooper e Kleinschimdt             (1994), Souder <i>et al</i>. (1997) e Roberts e Berry (1985).Narver e Slater (1990).               A orientação para o mercado cria uma envolvente que pode conduzir a uma maior               eficácia e eficiência no desenvolvimento das atividades da organização ,   conduzindo a maiores resultados empresariais (Souder e Song, 1997).</p>       <p>De uma forma geral, as limitações do presente estudo, resultam de     dois aspetos, a metodologia da investigação e a falta de colaboração dos     empresários, no fornecimento de dados. A limitação relativa à metodologia,     resultou dos métodos de obtenção dos dados escolhidos através de questionário,     pois detetou-se uma certa relutância na disponibilidade de alguns empresários     em fornecer a informação necessária para o desenvolvimento de um estudo mais     completo. Associado a este facto, a desconfiança demonstrada perante as     informações solicitadas, faz com que se coloque a possibilidade de informações     distorcidas. Para       futuras investigações sugere-se um estudomais alargado que possibilite comparar os         resultados encontrados com outras regiões do país, com o objetivo de perceber         se a localização das empresas influenciam a cultura empresarial onde as   empresas inovadoras estão instaladas.</p>       <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></p>     <!-- ref --><p>Abbade, E., Zanini R. &amp; Souza, A.     (2012). Orientação para aprendizagem, orientação para mercado e desempenho     organizacional: evidências empíricas. <i>RAC Revista de Administração   Contemporânea</i>, 16(1), 118-136.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S2182-8458201300020001800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>       <!-- ref --><p>Amabile, T., Conti, R., Coon, H., Lazenby,     J. &amp; Herron, M. (1996). Assessing the work environment for creativity. <i>Academy   of Management Journal,</i> 39(5), 1154–1184.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S2182-8458201300020001800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Amaral (2011). <i>O Processo de inovação</i>. Lisboa:   Lidel.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S2182-8458201300020001800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Anthony, S., Johnson, M.     &amp; Sinfield, J. (2008). Institucionalizando a inovação. <i>Revista Portuguesa e   Brasileira de Gestão</i>, 7(4), 2-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S2182-8458201300020001800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Barney, J. (1986).   Strategic fator markets: expectations, luck, and business strategy. <i>Management Science</i>, 32(10), 1231-1241.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S2182-8458201300020001800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Beira, E. (2006). Inovação e tecnologia:     periferias e políticas de desenvolvimento regional.  <i>Working Papers</i> <i>Mercados       e Negócios</i> TSI. Retrieved June, 14, 2012, from   <a href="http://www3.dsi.uminho.pt/ebeira/setembro_05/wps/wp60.pdf" target="_blank">http://www3.dsi.uminho.pt/ebeira/setembro_05/wps/wp60.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S2182-8458201300020001800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cheng, C., Lai, M. &amp; Wu, W. (2010). Exploring the     impact of innovation strategy on R&amp;D employees job satisfaction: a   mathematical model and  research<i>. 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<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Chesbrough, H. (2004).   Managing Open Innovation. <i>Research- Technology Management</i>, 47(1), 23–26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S2182-8458201300020001800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>CIS III (2008).  <i>Inquérito Comunitário à     Inovação 2008</i>.       Lisboa: Observatório da Ciência do Ensino Superior, Ministério da Ciência,   Tecnologia e Ensino Superior.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S2182-8458201300020001800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>       <!-- ref --><p>Cooper, R. (1990). New     Products: What distinguishes the winners? <i>Research and Technology Management</i>,   33(6), 27–31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S2182-8458201300020001800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Cooper, R. &amp;     Kleinschimidt, E. (1987). What makes a new product a winner: success factors at     project level. <i>The Journal of Product Innovation Manageme</i>nt, 4(3),   175-189.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S2182-8458201300020001800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Cooper, R. &amp; Kleinschimidt, E. (1994).     Determinantes de intemporal no desenvolvimento de produtos. <i>The Journal of   Product Innovation Manageme</i>nt, 11(5), 381-396.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S2182-8458201300020001800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Conceição P. &amp; Ávila     P. (2001). <i>Inovação       em Portugal: II inquérito comunitário às atividades de inovação</i>. Oeiras, Portugal: Celta   Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S2182-8458201300020001800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>       <!-- ref --><p>Cunha, M., Rego, A., Cunha, R. &amp;     Cabral-Cardoso, C. (2003). <i>Manual de comportamento organizacional e gestão</i>. Lisboa:   RH Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S2182-8458201300020001800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Damanpour, F. &amp;     Gopalakrishnan, S. (1998). Theories of organizational structure and innovation     adoption: the role of environmental change.  <i>Journal of Engineering and   Technology Management,</i> 15, 1–24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S2182-8458201300020001800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Dewick, P. &amp; Miozzo,     M. (2006). Sustainable Technologies and the construction industry: an     international assessment of regulation, governance and firm networks. In K. Green       &amp; S. Randles (Eds.) Industrial Ecology and Spaces of Innovation (pp.         153-174). Cheltenham:   Edward Elgar.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S2182-8458201300020001800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Dinis, A. (2004), <i>Empresarialidade em     meios rurais e periféricos – um modelo multidimensional de análise</i>. Tese de   Doutoramento. Covilhã, Portugal: Universidade da Beira Interior.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S2182-8458201300020001800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Doloreux, D. &amp; Dionne, S. (2008). Is regional     innovation system development possible in peripheral regions? some evidence     from the       case of La Pocatière. E<i>ntrepreneurship &amp; Regional Development</i>.<i> An   International Journal,  </i>20(3), 259-283.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S2182-8458201300020001800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>       <!-- ref --><p>Dosi,     G. (1988). The nature of the innovative process. In       G. Dosi, <i>et al.</i> (eds.). <i>Technical change   and economic theory</i>. London: Pinter Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S2182-8458201300020001800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Drucker, P. (1986). <i>Inovação e Gestão</i>. Lisboa: Presença.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S2182-8458201300020001800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>EEN (2011), Enterprise     Europe Network. Retrieved June 24, 2012, from   <a href="http://www.enterpriseeuropenetwork.pt/info/investigacao/Paginas/gestinov.aspx" target="_blank">http://www.enterpriseeuropenetwork.pt/info/investigacao/Paginas/gestinov.aspx</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S2182-8458201300020001800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ernst, H. (2002). Success     factors of new product development: a review of the empirical literature.  <i>International   Journal of Management Review</i>, 4(1), 1-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S2182-8458201300020001800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Ferreira, J., Marques C.     &amp; Barbosa, M. (2007). Relação       entre inovação, capacidade inovadora e desempenho: o caso das empresas da       Região da Beira Interior.  <i>Revista de Administração e Inovação</i>, 4(3),   117-132.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S2182-8458201300020001800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>       <!-- ref --><p>Freeman, C. (1975). <i>La teoría     Económica de la Innovación Industrial</i>. Madrid: Alianza   Universidad.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S2182-8458201300020001800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Hu, J. &amp; Hsu, Y.     (2008). The more interactive, the more innovative? a case study of South Korean   cellular phone manufacturers. <i>Technovation</i> , 28, 75–87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S2182-8458201300020001800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Hua,     S. &amp; Wemmerlov, U. (2006). Product change intensity, product advantage, and     market performance: an empirical investigation of the PC industry. <i>Journal of Product Innovation Management</i>,   23, 316–329.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S2182-8458201300020001800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>INE (2010). Instituto Nacional de     Estatística. Retrieved   January 16, 2012, from <a href="http://www.ine.gov.bo" target="_blank">http://www.ine.gov.bo</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S2182-8458201300020001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kaminski, P., Oliveira, A. &amp; Lopes, T.     (2008). Knowledge       transfer in product development processes: a case study in small and medium       enterprises (SMEs) of the metal mechanic setor from São Paulo, Brazil.  <i>Technovation</i>,   28, 29–36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S2182-8458201300020001800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Kaufmann, A. &amp;     Todtling, F. (2002). How effective is innovation support for SMEs? an analysis of   the region of Upper Austria. <i>Technovation, </i>22, 147–159.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S2182-8458201300020001800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Kleinknecht, A. &amp;     Oostendorp, R. (2002).<i>R&amp;D and Export Performance: Taking       Account of Simultaneity. </i>In A. Kleinknecht, &amp; P. Mohnen, (eds.). Innovation       and firm performance. econometric explorations of survey data (pp. 310-320).   Basingstoke, UK: Palgrave Macmillan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S2182-8458201300020001800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Kleinknecht, A. (2000).<i>Indicators of     manufacturing and service innovation: their strengths and weaknesses.</i> In J.S.     Metcalf, &amp; I. Miles, (eds). Innovation systems in the service economy. measurement   and case study analysis (pp. 169-186). Boston: Kluwer Academic Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S2182-8458201300020001800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Klomp,     L. &amp; Leeuwen, G. (1999). The importance of       innovation for company performance.  <i>Netherlands Official Statistics</i>,   14, Winter, 26-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S2182-8458201300020001800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Lemon,     M. &amp; Sahota, P. (2004). Organizational culture as a knowledge repository   for increased innovative capacity. <i>Technovation</i>, 24, 483–498.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S2182-8458201300020001800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Loof, H., Heshmati, A.,     Asplund, R. &amp; Naas, S.(2001). Innovation and performance in       manufacturing industries: a comparison of the Nordic Countries. SSE/EFI   working paper series in <i>Economics and Finance</i>, 457, 1-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S2182-8458201300020001800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Lundvall, B. (2005).     National innovation systems – analytical concept and development tool. <i>Paper       presented at the Druid Tenth Anniversary Summer Conference 2005 on Dynamics of   industry and innovation</i>. Copenhagen, Denmark, June 27-29, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S2182-8458201300020001800035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Major,     E. &amp; Cordey-Hayes, M. (2000). Engaging the business support network to give     SMEs the bene&#64257;t of foresight.  <i>Technovation</i>,   20, 589–602.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S2182-8458201300020001800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>March-Chordà, I.,     Gunasekan, A. &amp; Lloria-Aramburo, B. (2002). Product development process in   Spanish SMEs: an empirical research. <i>Technovation</i>,  22(5), 301–312.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S2182-8458201300020001800037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Marques, C. (1999). <i>Inovação e     transferência tecnológica: o caso da Beira Interior. </i>Dissertação de   Mestrado em Gestão. Covilhã: Universidade da Beira Interior.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S2182-8458201300020001800038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Marques, C. (2004). O <i>Impacto da     inovação no desenvolvimento economico-financeiro das empresas industriais     portuguesas</i>. Tese de Doutoramento. Vila Real: Universidade de   Trás-Os-Montes e Alto Douro, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S2182-8458201300020001800039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>McGourty, J., Tarshis, L.     &amp; Dominick, P. (1996). Managing innovation: lessons from world class     organizations.  <i>International J</i><i>ournal of Technology       Management</i>,   11, 354–368.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S2182-8458201300020001800040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Miles, I. (2005). Innovation     in Services. In J. Fagerberg, R. Mowery &amp; R. Nelson (Eds.), <i>The Oxford       Handbook of Innovation. Oxford </i>(pp. 433-458). Oxford: Oxford University   Press, 433-458.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S2182-8458201300020001800041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Monge, P., Cozzens, M.     &amp; Contractor, N. (1992). Communication and motivational predictors of the   dynamics of organizational innovation. <i>Organization Science</i>, 3, 250–274.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S2182-8458201300020001800042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Narver, J. &amp; Slater,     S. (1990). The effect of a market orientation on business profitability.  <i>Journal   of Marketing</i>, 54(4), 20-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S2182-8458201300020001800043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>       <!-- ref --><p>North, D., Smalbone, D.     &amp; Vickers, I. (2001). Public support policy for innovative SME&#8223;s. <i>Small   Business Economics</i>, 16, 303-317.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S2182-8458201300020001800044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>OCDE (2005), <i>Guidelines     for collecting and interpreting innovation data.</i> Paris, France: Oslo   Manual.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S2182-8458201300020001800045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>OCDE (1996<i>).     Territorial indicators of employment focusing on rural development</i>. Paris, France:   OCDE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S2182-8458201300020001800046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Pavitt, K. (1984).     Sectoral patterns of technical change: towards a taxonomy and a theory.  <i>Research   Policy</i>, 13(6), 343-373.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S2182-8458201300020001800047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Porter, M. (1996). What   is strategy? <i>Havard Bussiness Review</i>, Nov./Dez. 1996, 59-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S2182-8458201300020001800048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Porter, M. (1998). <i>The   competitive advantage of nations (10 th  ed</i>). London: MacMillan Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S2182-8458201300020001800049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Reigado, F.     &amp; Braga, A. (2000). Inovação de clusters e clusters de inovação. Actas VII     Encontro nacional da APDR - Perspetivas de desenvolvimento para as regiões     marítimas. Ponta   Delgada, 30 Junho a 2 Julho, 1, 141-154.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S2182-8458201300020001800050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->&nbsp;</p>       <!-- ref --><p>Roberts, E. &amp; Berry,     C.(1985). Entering new business: selecting strategies for success. <i>Sloan   Management Review</i>, 26, 3–17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S2182-8458201300020001800051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Roberts, P. &amp; Amit,     R. (2003). The dynamics of innovative activity and competitive advantage: the   case of Australian Retail Banking, 1981 to 1995. <i>Organization Science</i>, 14(2), 107–122.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S2182-8458201300020001800052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Sarkar, S. &amp; Carvalho, L. (2006).     Inovação no setor dos serviços: uma nova área de investigação. <i>Revista de   Encontros Científicos</i>,  2, 52-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S2182-8458201300020001800053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>       <p>Schumpeter, J. (1934).     The <i>theory of economic development</i>. Cambridge, MA: Harvard University   Press.</p>       <!-- ref --><p>Silva, J. (2005). <i>As acessibilidades   como fator do desenvolvimento de regiões periféricas: o caso da Beira Interior.</i> Tese de Doutoramento. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S2182-8458201300020001800055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>       <!-- ref --><p>Silva, M. &amp; Leitão, J. (2007). What     determines the entrepreneurial innovative capability of Portuguese industrial     firms? <i>MPRA. </i> Paper, 5216. Retreived May, 12, 2012, from   <a href="http://mpra.ub.uni-muenchen.de/5216/" target="_blank">http://mpra.ub.uni-muenchen.de/5216/</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S2182-8458201300020001800056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, M. (2007). Inovação e empreendedorismo.     In M. Raposo,  M. Silva, &amp; R. Rodrigues (Eds.).  <i>Manual de Apoio à       Dinamização de Empresas de Base Tecnológica </i>(pp. 25-40)<i>.</i> Covilhã:   Universidade da Beira Interior.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S2182-8458201300020001800057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Slappendel, C. (1996).     Perspetives on innovation in organizations. <i>Organization Studies</i> 17(1),   107–129.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S2182-8458201300020001800058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <!-- ref --><p>Smallbone, D., North, D.,     Baldok, R. &amp; Ekanem, I. 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