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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A aplicação do e-marketing nas redes hoteleiras do Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The emergence of the Internet in the 1960s, and in particular, its popularization in the 1990s, led to different developments and improvements in information and communication technology (ICT) on a global scale, and revolutionized the behavior of individuals and organizations in relation to the traditional forms of purchase and sale. These effects contributed to the creation of various e-marketing tools aimed at enabling organizations to be present in the everyday lives of people, through the social media, with positive repurcussions on personalization and the strengthening of customer relations. This work aims to identify e-marketing strategies used by national and international hotel networks in Brazil. The research is characterized as quantitative and qualitative, with a framework constructed by the technique of bibliographic research. For the data investigation, a self-administered electronic survey was used. It was concluded that the hotel networks of this research do not make strategic use of e-marketing tools.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b><b>TURISMO - ARTIGOS CIENT&Iacute;FICOS</b></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>A aplica&#231;&#227;o do e-marketing nas redes hoteleiras do Brasil</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Implementation of e-marketing in the Brazilan hotel   chains</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b >Francieli Boaria<sup>1</sup></b>; <b >Sara Joana Gadotti dos Anjos<sup>2</sup></b>; <b >Roberta Leal Raye<sup>3</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup>Centro   Universit&#225;rio Din&#226;mica das Cataratas &#8211; UDC, Curso de Turismo, Rua Castelo   Branco, 349, CEP 85852-010, Foz do Igua&#231;u, PR, Brasil, <a href="mailto:franboaria@gmail.com">franboaria@gmail.com</a>    <br>   <sup>2</sup>Universidade do Vale do Itaja&#237; &#8211; Univali, Programa de P&#243;s Gradua&#231;&#227;o em Turismo e Hotelaria &#8211; Grupo de Pesquisa Hotelaria, Gastronomia e Servi&#231;os Tur&#237;sticos, 5 av. s/n, CEP 88337-300, Balne&#225;rio Cambori&#250;, SC, Brasil, <a href="mailto:sara@univali.br">sara@univali.br</a>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>3</sup>Universidade do Estado de Mato Grosso, UNEMAT, Faculdade de Ci&#234;ncias Sociais Aplicadas, Coordena&#231;&#227;o de Administra&#231;&#227;o, Rua Rui Barbosa, 535, Jardim El Dourado, CEP 784000-000, Diamantino, MT, Brasil, <a href="mailto:roberta.raye@unemat.br">roberta.raye@unemat.br</a> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b >RESUMO </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O surgimento da Internet na d&#233;cada de 1960 e, sobretudo, sua populariza&#231;&#227;o na d&#233;cada de 1990 proporcionou diferentes desenvolvimentos e aperfei&#231;oamentos na tecnologia da informa&#231;&#227;o e comunica&#231;&#227;o (TIC) em &#226;mbito global e revolucionou o comportamento dos indiv&#237;duos e das organiza&#231;&#245;es quanto &#224;s formas tradicionais de compra e venda. Tais efeitos contribu&#237;ram para a cria&#231;&#227;o de diversas ferramentas de e-marketing, cujo intuito &#233; possibilitar a presen&#231;a da organiza&#231;&#227;o no cotidiano das pessoas por meio das m&#237;dias sociais, com reflexos positivos na personaliza&#231;&#227;o e no fortalecimento do relacionamento com os clientes. O objetivo deste trabalho &#233; identificar as estrat&#233;gias de e-marketing utilizadas pelas redes hoteleiras nacionais e internacionais estabelecidas no Brasil. A pesquisa se caracteriza como quanti-qualitativa, com referencial constru&#237;do pela t&#233;cnica de pesquisa bibliogr&#225;fica. Para o levantamento de dados utilizou-se question&#225;rio eletr&#244;nico autoadministr&#225;vel (<i >survey</i>). Conclui-se que as redes hoteleiras desta pesquisa n&#227;o t&#234;m utilizado as ferramentas de e-marketing de forma estrat&#233;gica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b >Palavras-chave:</b> Redes hoteleiras, e-marketing, e-commerce, mobilidade, dispositivos m&#243;veis. </font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b >ABSTRACT</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The emergence of the Internet in the 1960s, and in particular, its popularization in the 1990s, led to different developments and improvements in information and communication technology (ICT) on a global scale, and revolutionized the behavior of individuals and organizations in relation to the traditional forms of purchase and sale. These effects contributed to the creation of various e-marketing tools aimed at enabling organizations to be present in the everyday lives of people, through the social media, with positive repurcussions on personalization and the strengthening of customer relations. This work aims to identify e-marketing strategies used by national and international hotel networks in Brazil. The research is characterized as quantitative and qualitative, with a framework constructed by the technique of bibliographic research.  For the data investigation, a self-administered electronic survey was used. It was concluded that the hotel networks of this research do not make strategic use of e-marketing tools. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b >Keywords</b>: Hotel networks, e-marketing, e-commerce, mobility, mobile devices.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b >1.      Introdu&#231;&#227;o </b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O marketing gradualmente foi adequando-se &#224;s necessidades do mercado e principalmente dos clientes, &#224; medida que cresce o n&#250;mero de usu&#225;rios da Internet e o prop&#243;sito de atingi-los de forma eficaz. Na literatura especializada, o termo &#8220;e-marketing&#8221; tem diversos sin&#244;nimos, como &#8220;web marketing&#8221;, &#8220;online marketing&#8221;, &#8220;marketing interativo&#8221; ou &#8220;marketing digital&#8221; e se aplica a todas as atividades de marketing realizadas a partir da Internet. (Corfu, 2002).O <i >e-commerce (electronic commerce)</i>, do mesmo modo, vem mudando a pr&#225;tica de marketing no setor do turismo. A partir das novas tecnologias disponibilizadas pela Internet, as organiza&#231;&#245;es podem melhorar a competitividade com o aumento da sua visibilidade, reduzindo custos e refor&#231;ando a coopera&#231;&#227;o local. (Buhalis, 2000). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O investimento em e-marketing (<i >electronic</i> marketing) faz com que a empresa possa alavancar os neg&#243;cios na Internet e, como consequ&#234;ncia: (i) obter o fortalecimento da marca, (ii) gerar conte&#250;do e aumentar a credibilidade na intera&#231;&#227;o com o consumidor, (iii)   destacar-se em sites de busca, e (iv) garantir sua presen&#231;a no mercado online. A globaliza&#231;&#227;o, as TICs e as redes sociais tiveram forte impacto no relacionamento das organiza&#231;&#245;es com o consumidor, ajustaram novos h&#225;bitos de consumo, alteraram caracter&#237;sticas financeiras, pol&#237;ticas e sociais e, para tanto, as a&#231;&#245;es de e-marketing foram e s&#227;o essenciais. (Torres, 2009). Dessa forma, o primeiro passo a ser dado pela empresa que pretende inserir-se neste ambiente digital &#233; a utiliza&#231;&#227;o de p&#225;ginas digitais (websites, blogs, microsites e portais); an&#250;ncios e propagandas online em p&#225;ginas de terceiros como links patrocinados e <i >media buying</i> (publicidade paga).  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neste sentido, a fun&#231;&#227;o do e-marketing &#233; gerar conte&#250;dos em canais digitais como blogs, sites e m&#237;dias sociais (redes sociais como Facebook, Google+, Twitter, Linkedin, Slideshare, Instagram), que t&#234;m o poder de difundir uma mensagem de forma descentralizada aos grandes meios de comunica&#231;&#227;o de massa e divulgar conte&#250;do ao mesmo tempo em que permitem alguma rela&#231;&#227;o com outras pessoas, tal como jogos, aplicativos e tamb&#233;m da forma paga, seja por meio de <i >banners</i>, an&#250;ncios ou qualquer outro conte&#250;do pago publicado na Internet. &#8220;As m&#237;dias sociais modificaram a forma das organiza&#231;&#245;es se relacionarem com os turistas e a forma dos turistas se relacionarem entre eles [...]&#8221; (Limberger, Anjos, Meira & Anjos, 2014, p.64). E os consumidores est&#227;o tomando decis&#245;es de compra baseado em informa&#231;&#245;es encontradas na internet (Rosario, Rodr&#237;guez & Per&#233;z , 2013).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na &#250;ltima d&#233;cada, a Internet se tornou um importante canal de comunica&#231;&#227;o e comercializa&#231;&#227;o de produtos e servi&#231;os. Com a populariza&#231;&#227;o da tecnologia e a facilidade de acesso e um n&#250;mero cada vez maior de usu&#225;rios utilizando esta m&#237;dia, as organiza&#231;&#245;es t&#234;m procurado o novo canal como uma op&#231;&#227;o para atingir e conquistar mais clientes, tanto com suas mensagens publicit&#225;rias, como tamb&#233;m com seus canais de comercializa&#231;&#227;o. (Fuchs, Eybl, & H&#246;pken, 2011). As m&#237;dias sociais representam um instrumento de comunica&#231;&#227;o din&#226;mico e de ampla aceita&#231;&#227;o em detrimento &#224; publicidade na Internet (Saß, 2011). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O setor de turismo no Brasil demonstra crescimento no n&#250;mero de usu&#225;rios ativos dos sites de hot&#233;is, da ordem de 132% entre dezembro de 2010 e dezembro de 2011, chegando a 5,8 milh&#245;es de visitantes, ou seja, 12,5% do total de internautas brasileiros, segundo o Ibope Nielsen Online. (Ibope, 2012). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 2012, o setor de turismo brasileiro representava a sexta economia tur&#237;stica do planeta, tendo participa&#231;&#227;o de 3,7% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e R$ 103,7 bilh&#245;es em valores, segundo apontou pesquisa do IBGE, realizada em parceria com o Minist&#233;rio do Turismo (MTur). O setor de turismo cresceu 32,4% entre os anos de 2003 e 2009, enquanto a economia brasileira apresentou crescimento de 24,6% no mesmo per&#237;odo. Seguindo esta expans&#227;o, os meios de hospedagem est&#227;o em segundo lugar no ranking de produtos tur&#237;sticos mais vendidos na Internet, atr&#225;s apenas das passagens a&#233;reas; em terceira e quarta posi&#231;&#245;es aparecem os alugu&#233;is de carro e os passeios. (Brasil, MTur, 2013). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&#201; essencial que as organiza&#231;&#245;es respons&#225;veis pela gest&#227;o dos meios de hospedagem e empreendimentos tur&#237;sticos em geral acompanhem a evolu&#231;&#227;o do ambiente que envolve todo este fen&#244;meno, que &#233; a Internet, procurando perceber e acompanhar o evoluir do perfil dos usu&#225;rios e que possam adaptar-se as mudan&#231;as que se revelam (Porter, 2001). Desta forma, este trabalho visa analisar as ferramentas de e-marketing utilizadas pelas redes hoteleiras nacionais e internacionais no Brasil para relacionamento com os clientes e consequente utiliza&#231;&#227;o do <i >e-commerce</i>. Para alcan&#231;ar este objetivo, ser&#227;o identificadas as ferramentas utilizadas como formas estrat&#233;gicas para o alcance do cliente, bem como a influ&#234;ncia que elas exercem para transa&#231;&#245;es eletr&#244;nicas ou <i >e-commerce</i>.  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a realiza&#231;&#227;o do estudo aqui pretendido, optou-se por uma pesquisa quali-quantitativa, com o universo correspondente a 45 redes hoteleiras (33 nacionais e 12 internacionais), compreendendo 729 hot&#233;is no Brasil. Destaque-se que, n&#227;o obstante o consider&#225;vel n&#250;mero de hot&#233;is no Brasil, a escassez de pesquisas sobre os meios de hospedagens no pa&#237;s faz com que este trabalho, pelo seu ineditismo, introduza um debate sobre o tema e contribua para futuras pesquisas, uma vez que &#233; uma &#225;rea pouco explorada, especialmente na academia. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Tamb&#233;m &#233; importante considerar que o tamanho e a import&#226;ncia do setor, assim como o n&#250;mero de redes participantes, s&#227;o preponderantes para a dupla atua&#231;&#227;o dos competidores, que precisam investir para aumentar a sua efici&#234;ncia, definir estrat&#233;gias agressivas de marketing e aprimorar o seu canal de vendas. A din&#226;mica do ambiente, por sua vez, imp&#245;e um constante olhar para o mercado, tornando-se um elo de valor entre a hotelaria e o consumidor.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b >2.      Ferramentas de e-marketing</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O e-marketing, n&#227;o sem raz&#227;o, tem sido cada vez mais utilizado no ambiente empresarial com a ado&#231;&#227;o de novas estrat&#233;gias para atingir seu p&#250;blico consumidor. O formato digital tem como ponto central o consumidor e exige, a partir das plataformas digitais, que a empresa se aproxime dele e entenda o seu comportamento, possibilitando uma adequada formula&#231;&#227;o de suas estrat&#233;gias. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Lim (2008) comenta que a press&#227;o dos clientes para a ado&#231;&#227;o das TICs pelos hot&#233;is est&#225; positivamente associada ao desempenho da estrat&#233;gia de reten&#231;&#227;o de clientes. Bai, Hu & Jang (2006) complementam afirmando que as grandes empresas hoteleiras bem como as redes de hot&#233;is s&#227;o as que mais se preocupam com as estrat&#233;gias de relacionamento com os clientes. Na avalia&#231;&#227;o de Gilbert & Powell-Perry (2002), os pesquisadores t&#234;m observado que o n&#250;mero de hot&#233;is que usam a web para se aproximar do cliente para ret&#234;-lo a longo prazo &#233; pequeno. Assim tamb&#233;m entendem Gan, Sim, Tan & Tan (2006) quando mencionam que a ado&#231;&#227;o do marketing de relacionamento online est&#225; efetivamente associado &#224; classifica&#231;&#227;o de hot&#233;is. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outro aspecto importante do e-marketing alude &#224; influ&#234;ncia interpessoal online ou o boca a boca online (e-WOM ou <i >electronic Word of Mouth</i>), pr&#225;tica classificada como a fonte de informa&#231;&#227;o mais importante quando um consumidor est&#225; fazendo uma decis&#227;o de compra. Estas influ&#234;ncias s&#227;o especialmente importantes no setor de turismo e hotelaria, pela intangibilidade dos produtos que comercializa. Quando o boca a boca se torna digital, a Internet induz novas formas de captura, an&#225;lise, interpreta&#231;&#227;o de dados, essencial para conhecer a influ&#234;ncia que um consumidor pode ter. A influ&#234;ncia interpessoal emana da opini&#227;o de l&#237;deres para seus seguidores e tamb&#233;m se espalha como resultado de rela&#231;&#245;es entre os seguidores. (Litvin, Goldsmith, & Pan, 2008). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um estudo elaborado por Litvin, Goldsmith & Pan (2008) tamb&#233;m destaca o crescente n&#250;mero de consumidores conectados e, assim, expostos e influenciados por diferentes sites de viagens e hot&#233;is, evidencia a import&#226;ncia de as organiza&#231;&#245;es adotarem as novas tecnologias e desenvolverem estrat&#233;gias para incentivar o e-WOM (<i >electronic word of mouth</i> ou boca a boca online) no marketing de hotelaria, com destaque para e-mails, websites, blogs, comunidades virtuais e salas de papo. Esses novos modos de comunica&#231;&#227;o s&#227;o territ&#243;rio f&#233;rtil para a dissemina&#231;&#227;o do e-WOW. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As pesquisas demonstram como o e-marketing e o <i >e-commerce</i> est&#227;o inseridos de forma autom&#225;tica nas atividades dos profissionais do segmento de hotelaria, preocupados com estrat&#233;gias de marketing de relacionamento. (Abella Garc&#233;s, Gorgemans, S&#225;nchez Martinez, & P&#233;rez P&#233;rez, 2004; Wu, 2004; Gregory, Kline, & Breiter, 2005; Gan, Sim, Tan, & Tan, 2006; Iordache & Voiculet, 2010; Mondo, Dellinghausen, & Costa, 2011). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A precis&#227;o da segmenta&#231;&#227;o dos clientes influencia o desempenho do planejamento personalizado de marketing (Kurata & Bonifield<i >,</i> 2007). Igualmente importante para o desenvolvimento de uma estrat&#233;gia de marketing eficaz &#233; a iniciativa de focar no cliente individualmente, observando o seu comportamento enquanto coleta informa&#231;&#245;es, sem olvidar a defini&#231;&#227;o de novos clientes-alvo. (Iordachi &Voiculet, 2010; Wu, 2004; Litvin, Goldsmith, & Pan, 2008; Rong<i >,</i>Vu, Law, & Li, 2012). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A tecnologia revolucionou a forma como os usu&#225;rios interagem com organiza&#231;&#245;es e/ou marcas, produtos e servi&#231;os; ela tem alterado pessoal e profissionalmente o cotidiano das pessoas, e n&#227;o tem sido diferente no que tange ao relacionamento das empresas com seu p&#250;blico-alvo. Atualmente, as redes sociais s&#227;o o principal canal de comunica&#231;&#227;o para atrair novos clientes, bem como para melhor atender as suas necessidades. O prop&#243;sito das redes sociais &#233; unir pessoas que buscam informa&#231;&#245;es em comum. Assim, elas se tornam importantes instrumentos estrat&#233;gicos para empresas de todos os portes e de todos os setores da economia, oportunizando vantagens. A cada dia, o novo cliente est&#225; mais familiarizado com o ambiente virtual e apto a realizar distintas atividades online, inclusive compras. Os consumidores t&#234;m exposto na Internet suas impress&#245;es sobre fornecedores e produtos e isto, n&#227;o raro, interv&#233;m no processo de escolha e compra de um produto ou servi&#231;o. (Buhalis; 1998; Tecnohotel, 2013). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Para impulsionar os neg&#243;cios, as organiza&#231;&#245;es est&#227;o apostando no <i >social shopping</i>, definido como uma nova forma de <i >e-commerce</i> que se instalou na sociedade da informa&#231;&#227;o moderna, tamb&#233;m nominado de <i >s-commerce</i>, e objetiva aproximar os produtos dos usu&#225;rios. De acordo com S&#225;nchez (2009, p. 18), com o <i >s-commerce,</i> pretende-se &#8220;facilitar a compra e a venda de produtos e servi&#231;os atrav&#233;s do tecido virtual das redes sociais&#8221;. Neste universo, as empresas encontram canais para potencializar as suas vendas, al&#233;m de se conectarem com o um p&#250;blico-alvo mais numeroso. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pode-se dizer atualmente que a Internet &#233; m&#243;vel, pois o usu&#225;rio n&#227;o precisa mais ficar diante de um computador para estar online; basta apenas ter consigo um tablet e/ou um celular em qualquer lugar. O impacto que tablets e smartphones t&#234;m tido no <i >e-commerce</i> em um per&#237;odo relativamente curto de tempo &#233; surpreendente. Dados pesquisados em 2012 revelam que tr&#234;s em cada dez usu&#225;rios de tablet ou celular compraram passagens a&#233;reas ou reservaram unidades habitacionais (UHs) nos Estados Unidos. Em 2011, o n&#250;mero foi menor (26%). Em compara&#231;&#227;o, mais de oito em cada dez usu&#225;rios de web m&#243;vel verificaram mapas e localiza&#231;&#245;es atrav&#233;s de um telefone celular e mais da metade pesquisou viagens e destinos. Este levantamento permitiu prever para o ano de 2014 um aumento em viagens de neg&#243;cios e lazer mais do que o triplo, quando as reservas realizadas por dispositivos m&#243;veis atingirem cerca de 25 bilh&#245;es de d&#243;lares nos Estados Unidos. (Phocus Wright, 2013). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tamb&#233;m &#233; fundamental compreender o comportamento dos usu&#225;rios desses dispositivos como relevante para o desenvolvimento de segmentos de clientes e personaliza&#231;&#227;o de site. O com&#233;rcio m&#243;vel ou <i >m-commerce</i> est&#225; surgindo (163.000 milh&#245;es d&#243;lares em todo o mundo at&#233; 2015) e as viagens n&#227;o s&#227;o exce&#231;&#227;o: as reservas m&#243;veis de viagens s&#227;o projetadas para exceder oito bilh&#245;es de d&#243;lares j&#225; em 2013, nos EUA. (DeWitt, 2013). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 2013, registrou-se um acr&#233;scimo de 27,1% de todas as consultas de viagens realizadas em dispositivo m&#243;vel. Para o hotel, o item &#8220;reserve agora&#8221; deve estar bem vis&#237;vel na p&#225;gina e ligada diretamente ao departamento de reservas do hotel ou da rede hoteleira. A coleta de informa&#231;&#245;es (per&#237;odo da hospedagem, n&#250;mero de pessoas, op&#231;&#245;es de servi&#231;os etc.) deve ser direta, com menus de toques f&#225;ceis para a sele&#231;&#227;o de op&#231;&#245;es. Finalmente, o processo de reserva precisa ser protegido e seguro, incluindo telas de confirma&#231;&#227;o para assegurar a confian&#231;a do comprador relativamente aos procedimentos. Constata-se, pois, que a presen&#231;a da empresa em m&#237;dias de dispositivos m&#243;veis tornou-se uma necessidade vital para a sua continuidade no mercado. (Tecnohotel, 2013). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No <a href="/img/revistas/tms/v10n2/10n2a14q1.jpg">Quadro 1</a>, apresentam-se as ferramentas de e-marketing mais utilizadas atualmente pelas organiza&#231;&#245;es que desejam estar presentes neste segmento de mercado, a fim de acompanhar e conquistar clientes e/ou clientes potenciais.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Outro   importante registro alude ao fato de que os viajantes gostam de compartilhar   seus planos de f&#233;rias e atividades com seus seguidores e, na mesma trilha,   usu&#225;rios de smartphones querem compartilhar experi&#234;ncias no exato momento em   que ocorrem, como por exemplo, a sua estada na piscina ou no bar do hotel. Os   recursos de compartilhamento social s&#227;o, portanto, maneiras de os clientes dos   hot&#233;is se tornarem embaixadores da marca, ou seja, unidos ao Twitter,   compartilhando e-mails e cliques pelo celular, os visitantes podem facilmente   partilhar os seus planos de viagem e construir o boca a boca digital (e-WOM) para a rede hoteleira. (Minube, 2013). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b >3.      Metodologia</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo caracteriza-se por uma pesquisa do tipo explorat&#243;ria de car&#225;ter descritivo por se propor a analisar as redes hoteleiras no Brasil, abrangendo aspectos de sua caracteriza&#231;&#227;o, estrutura e desempenho. Quanto a sua abordagem, o trabalho est&#225; dividido em quantitativo e qualitativo. Foram aplicados <i >surveys</i> eletr&#244;nicas, que s&#227;o utilizadas para responder question&#225;rios eletr&#244;nicos autoadministrados, com utiliza&#231;&#227;o da escala quantitativa do tipo Likert 5 pontos e op&#231;&#245;es de assinalar as respostas que condizem com a realidade de cada organiza&#231;&#227;o da amostra. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A respeito do tamanho dos hot&#233;is pesquisados, o crit&#233;rio utilizado para elencar as redes foi igualmente o utilizado pela principal fonte da pesquisa, Jones Lang LaSalle Hotels&#8217; Dedicated Offices (2012) em conjunto com o F&#243;rum de Operadores Hoteleiros do Brasil, que considerou &#224;quelas redes que somando o total de suas UHs em todo o territ&#243;rio nacional, alcan&#231;asse o m&#237;nimo de 600 UHs, ou seja, as redes hoteleiras da amostra independem do porte. Foram tamb&#233;m consultados todos os sites das redes a fim de atualizar a quantidade e localiza&#231;&#227;o dos hot&#233;is, al&#233;m de pesquisas complementares as fontes: Pesquisas de Servi&#231;os de Hospedagem (IBGE, 2012), Panorama da Hotelaria Brasileira (Hotel Invest, 2012) e Guia Quatro Rodas (2012). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O universo da pesquisa corresponde a 45 redes hoteleiras, sendo 33 nacionais e 12 internacionais que compreendem 729 empreendimentos hoteleiros estabelecidos no Brasil. Deste universo, 15 redes hoteleiras participaram da pesquisa, ou seja, 33,33%, e representam 223 hot&#233;is em todo o pa&#237;s. Deste total de respondentes, 4 correspondem &#224; redes hoteleiras internacionais (I), ou seja, 26,7%, enquanto que 11, ou seja, 73,3% tratam-se de redes nacionais (N). A maior concentra&#231;&#227;o de hot&#233;is participantes da amostra encontra-se na regi&#227;o sudeste do Brasil, com 114 hot&#233;is. Em segundo lugar est&#225; a regi&#227;o sul, com 51 hot&#233;is participantes, seguido da regi&#227;o nordeste, com 34 hot&#233;is, o centro-oeste com 15 hot&#233;is e finalmente a regi&#227;o norte, com 9 hot&#233;is participantes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com aux&#237;lio do suporte operacional Microsoft Excel, atrav&#233;s do uso do software SPSS Vers&#227;o 13.0, os dados coletados foram tabulados e processados. Nas aplica&#231;&#245;es te&#243;ricas e emp&#237;ricas do e-marketing, foi utilizada a estat&#237;stica anal&#237;tica, pois permite ao pesquisador ir al&#233;m da descri&#231;&#227;o dos dados e fazer infer&#234;ncias sobre a popula&#231;&#227;o, a partir da amostra. Por se tratar de uma amostra pequena e independente e as vari&#225;veis serem apresentadas de forma qualitativas e ordinais, neste caso o grau de concord&#226;ncia atrav&#233;s da escala Likert, foi utilizado o teste n&#227;o param&#233;trico de Mann-Whitney, que &#233; usado para identificar diferen&#231;as entre dois grupos. Em testes estat&#237;sticos, o valor encontrado &#233; comparado com uma distribui&#231;&#227;o teoricamente conhecida na popula&#231;&#227;o; esta compara&#231;&#227;o permite identificar o valor p (entre 0 e 1) que representa a probabilidade dos resultados encontrados na amostra serem id&#234;nticos &#224; distribui&#231;&#227;o da popula&#231;&#227;o. Para analisar as diferen&#231;as encontradas, foi utilizado um n&#237;vel de signific&#226;ncia de 0,05 (5%).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b >4.      Resultados   e discuss&#245;es</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na investiga&#231;&#227;o realizada neste trabalho, a maioria das redes hoteleiras participantes do presente estudo &#233; de proced&#234;ncia nacional e possuem 189 empreendimentos hoteleiros. J&#225; as redes internacionais participantes da pesquisa representam 34 hot&#233;is. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O emprego do e-marketing causa impacto no montante de transa&#231;&#245;es online que a rede hoteleira pode efetuar atrav&#233;s da utiliza&#231;&#227;o de suas ferramentas, como as redes sociais, aplica&#231;&#245;es para os dispositivos m&#243;veis, CRM, entre tantas outras formas de se aproximar do cliente para a utiliza&#231;&#227;o do <i >e-commerce</i>. Por sua vez, o <i >e-commerce</i> refere-se a um neg&#243;cio baseado na Internet, incluindo o turismo e seu sistema de distribui&#231;&#227;o realizado de forma eletr&#244;nica, com base em informa&#231;&#245;es tur&#237;sticas e vendas eletr&#244;nicas (Liu, 2005). Desta forma, as ferramentas apresentadas na <a href="/img/revistas/tms/v10n2/10n2a14t1.jpg">Tabela 1</a> concernem nas estrat&#233;gias de marketing digital dispon&#237;veis na web e a intensidade de sua utiliza&#231;&#227;o entre as redes nacionais (N) e internacionais (I) pesquisadas.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Nota-se a import&#226;ncia dada   pelas redes internacionais (I) ao e-mail marketing, compra atrav&#233;s do site,   redes sociais, monitoramento ou alimenta&#231;&#227;o das m&#237;dias sociais, motores de   busca e OTAs com 100% de utiliza&#231;&#227;o, ou seja, as redes internacionais sempre   utilizam as ferramentas mencionadas. Estes dados demonstram a intensidade de   uso em rela&#231;&#227;o &#224; media&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o valorizando a intera&#231;&#227;o com o cliente,   que &#233; alcan&#231;ada atrav&#233;s da utiliza&#231;&#227;o das m&#237;dias sociais conforme comentam   Buhalis & Law (2008); ter um site dispon&#237;vel para obter diferentes   informa&#231;&#245;es e venda dos servi&#231;os &#233; de extrema import&#226;ncia, e, por fim, a   utiliza&#231;&#227;o das redes sociais corresponde &#224; afirma&#231;&#227;o de Buhalis (1998) e TecnoHotel (2013), pois &#233; considerada como o   principal canal de comunica&#231;&#227;o para atrair novos clientes e atender suas   necessidades. Por&#233;m, ao mesmo tempo em que a utiliza&#231;&#227;o das m&#237;dias sociais   dispensa os intermedi&#225;rios, nota-se o mesmo &#237;ndice de intensidade de uso no que   tange &#224; utiliza&#231;&#227;o das OTAs, um forte canal de distribui&#231;&#227;o que auxilia na   manuten&#231;&#227;o da taxa de ocupa&#231;&#227;o, mas, em contrapartida um canal que as redes   hoteleiras t&#234;m tentado estar menos dependentes, pois reduz o lucro do hotel   devido aos acordos/contratos de comissionamento sobre as vendas, segundo O&#8217;Connor (2001), Buhalis & Licata (2002) e Hosteltur (2013). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto &#224;s redes nacionais (N), apresenta-se maior utiliza&#231;&#227;o das reservas/compras atrav&#233;s do site (81,8%), das OTAs (72,7%), e das redes sociais (54,5%). Com rela&#231;&#227;o &#224;s compras efetuadas atrav&#233;s do site, nota-se a utiliza&#231;&#227;o de links patrocinados (54,5%), como estrat&#233;gia de divulga&#231;&#227;o do site, que consequentemente influencia na efetiva&#231;&#227;o da venda direta atrav&#233;s do site da rede hoteleira. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por fim, existem diferen&#231;as significativas na frequ&#234;ncia da resposta em rela&#231;&#227;o &#224; presen&#231;a da rede hoteleira em aplicativos para equipamentos m&#243;veis (p<0,05), tendo alto n&#237;vel de utiliza&#231;&#227;o pelas redes internacionais em compara&#231;&#227;o &#224;s redes nacionais. Pode-se notar que a presen&#231;a das redes internacionais em aplicativos para equipamentos m&#243;veis &#233; igualmente utilizada em aplicativos de geolocaliza&#231;&#227;o (75%), corroborando com a abordagem de Amadeus (2010), Minube (2013) e TecnoHotel (2013) quando se afirma que a mobilidade deve ser incorporada pelas organiza&#231;&#245;es do setor de turismo, e, sobretudo, compreender onde o turista est&#225; no exato momento do seu contato pode levar a constru&#231;&#227;o de segmentos lucrativos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">J&#225; as redes nacionais (N) est&#227;o presentes em apenas 18,2%, (ou duas redes) na utiliza&#231;&#227;o de aplicativos para tablets e celulares e 27,3% (ou tr&#234;s redes) em aplicativos de geolocaliza&#231;&#227;o, o que representa nesta pesquisa que a probabilidade do uso efetivo destas ferramentas ainda pode favorecer no crescimento do <i >e-commerce, </i>pois de acordo com os dados apresentados, a utiliza&#231;&#227;o destas ferramentas pode ser muito explorada. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As organiza&#231;&#245;es devem ter em conta que o processo de reserva nos hot&#233;is &#233; uma das etapas que mais impacto tem recebido da revolu&#231;&#227;o m&#243;vil, principalmente porque as dist&#226;ncias diminu&#237;ram at&#233; chegar &#224; etapa da viagem ao destino, e se converteu em uma atividade que se desenvolve em tempo real gra&#231;as &#224; dois fen&#244;menos: a geolocaliza&#231;&#227;o e a reserva de &#250;ltimo minuto (Minube, 2013). Os esfor&#231;os na utiliza&#231;&#227;o das ferramentas de marketing digital devem ser centralizados em geolocaliza&#231;&#227;o e a gera&#231;&#227;o de experi&#234;ncias compartilhadas para melhorar o posicionamento da rede hoteleira em motores de busca, bem como priorizar buscas locais por meio de dispositivos m&#243;veis, analisar os clientes, o segmento e verificar qual se pode atingir e qual &#233; interessante. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b >5.      Conclus&#245;es</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A defini&#231;&#227;o de estrat&#233;gias para a utiliza&#231;&#227;o do e-marketing para o alcance do <i >e-commerce</i> permite ao hotel maior lucratividade na venda de seus produtos, consequentemente aumenta a independ&#234;ncia quanto &#224;s escolhas dos canais de distribui&#231;&#227;o, amplia o ambiente geogr&#225;fico, melhora o relacionamento com clientes e fornecedores e, todas essas vantagens favorecem o marketing online, fazendo com que as ferramentas de marketing digital auxiliem na propaga&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o, atrav&#233;s de compartilhamentos, opini&#245;es e demais facilidades que o ambiente virtual oferece. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com rela&#231;&#227;o &#224;s principais estrat&#233;gias de e-marketing utilizadas pelas redes hoteleiras nacionais e internacionais estabelecidas no Brasil desta pesquisa, notou-se, por&#233;m, que de modo geral as redes hoteleiras n&#227;o est&#227;o atentas &#224;s mudan&#231;as e inova&#231;&#245;es tecnol&#243;gicas, demonstrando que fatores como a mobilidade, por exemplo, ainda n&#227;o foram inseridos nas estrat&#233;gias da rede, bem como maior intensifica&#231;&#227;o na utiliza&#231;&#227;o das m&#237;dias sociais com fins de marketing e relacionamento com clientes. Segmenta&#231;&#227;o do mercado alvo, necessidade de conhecer as formas de acesso pelos clientes a fim de verificar quantos se tornam clientes (ROI), t&#233;cnicas de SEO (otimiza&#231;&#227;o de site) e SEM (marketing para mecanismos de buscas) e, disponibilidade de chat online entre cliente e organiza&#231;&#227;o foram as ferramentas identificadas com menor utiliza&#231;&#227;o pelas redes pesquisadas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Evidentemente, h&#225; diferen&#231;as significativas e particularidades entre as respostas, cabendo destacar que as redes hoteleiras internacionais s&#227;o as que mais colocam em pr&#225;tica as estrat&#233;gias de e-marketing. O estudo demonstrou que as organiza&#231;&#245;es nem sempre utilizam ou utilizam muito pouco os mecanismos que as TICs disponibilizam para as a&#231;&#245;es de e-marketing e <i >e-commerce</i>, como os links patrocinados, as t&#233;cnicas de SEO e SEM, a publicidade em portais conhecida como <i >Media Buying</i>, seja pela novidade e inseguran&#231;a da tecnologia no mercado, seja pelos custos que podem acarretar. Embora os gestores percebam as oportunidades disponibilizadas para a formata&#231;&#227;o de m&#233;todos na atra&#231;&#227;o de clientes, ainda n&#227;o h&#225; um uso efetivo sendo aplicado com maior intensidade. Conclui-se com este estudo, que as redes hoteleiras n&#227;o t&#234;m utilizado as ferramentas de e-marketing de forma estrat&#233;gica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diversas investiga&#231;&#245;es podem ser elaboradas a partir desta, com o intuito de atingir um maior n&#250;mero de hot&#233;is, seja por classifica&#231;&#227;o, porte ou ainda por quest&#227;o metodol&#243;gica, absorvendo a teoria abordada e complementando com outros objetivos. Este estudo tamb&#233;m poder ser aprofundado com outras an&#225;lises, a citar: investigar o funcionamento das t&#233;cnicas de <i >Revenue Management</i> e a rela&#231;&#227;o com as reservas de &#250;ltimo minuto; criar e mensurar as a&#231;&#245;es realizadas nas m&#237;dias sociais para a aplica&#231;&#227;o do <i >e-commerce</i>; identificar as estrat&#233;gias de e-marketing que podem ser criadas a partir dos aplicativos de geolocaliza&#231;&#227;o; incentivar os consumidores a utilizarem o Social CRM (SCRM), onde a organiza&#231;&#227;o pode beneficiar-se com atendimento colaborativo e o e-CRM (<i >electronic customer relationship management</i>), para a personaliza&#231;&#227;o do atendimento; estudar e criar estrat&#233;gias de <i >e-commerce</i> a partir das informa&#231;&#245;es disponibilizadas pelo Big Data (grande volume de informa&#231;&#227;o disponibilizado pelos seus consumidores na web). Por fim, motiva-se a reprodu&#231;&#227;o do estudo em redes hoteleiras localizadas em outros pa&#237;ses visando compara&#231;&#245;es dos resultados e enriquecimento da pesquisa. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b >Refer&#234;ncias bibliogr&#225;ficas</b> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Abella Garc&#233;s, S., Gorgemans, S., S&#225;nchez Martinez, A., & P&#233;rez P&#233;rez, M.(2004). Implications of the Internet: an analysis of the Aragonese hospitality industry, 2002. <i >Tourism Management</i>, 25(5), 603-613.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S2182-8458201400020001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Amadeus. (2010). Hotels 2020: Beyond segmentation. Recuperado em 01 de fevereiro, 2013, de <a href="http://www.amadeus.com/web/binaries/blobs/173/754/Hotels_Whitepaper_2020BeyondSegmentation.pdf" target="_blank">http://www.amadeus.com/web/binaries/blobs/173/754/Hotels_Whitepaper_2020BeyondSegmentation.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S2182-8458201400020001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bai, B., Hu, C., & Jang, S. (2006). Examining e-relationship marketing features on hotel websites<i >. Journal of Travel & Tourism Marketing</i>, 21(2/3), 33-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S2182-8458201400020001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Brasil. Minist&#233;rio do Turismo. Plano Nacional do Turismo 2013-2016. Recuperado em 25 maio, 2013, de <a href="http://www.turismo.gov.br/export/sites/default/turismo/noticias/todas_noticias/Noticias_download/PNT_2013-2016.pdf" target="_blank">http://www.turismo.gov.br/export/sites/default/turismo/noticias/todas_noticias/Noticias_download/PNT_2013-2016.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S2182-8458201400020001400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bretzke, M. (2000). <i >Marketing de relacionamento e competi&#231;&#227;o em tempo real</i>. S&#227;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S2182-8458201400020001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Corfu, A. C. (2002).<i >Web marketing nas empresas de turismo em Portugal.</i>(Disserta&#231;&#227;o de Mestrado em Gest&#227;o de Informa&#231;&#227;o)-Universidade de Aveiro, Aveiro, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S2182-8458201400020001400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Buhalis, D. (1998). Strategic  use  of  information  technologies  in  the  tourism industry. <i >Tourism Management</i>, 19(5), 409-421.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S2182-8458201400020001400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Buhalis, D. (2000). Marketing the competitive destination of the future.     <i >Tourism Management</i>, 21(1), 97-116.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S2182-8458201400020001400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Buhalis, D., & Law, R. (2008). Progress in information technology and tourism management: 20 years on and 10 years after the Internet - The state of eTourism research. <i >Tourism Management</i>, 29(4), 609-623.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S2182-8458201400020001400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Buhalis, D., & Licata, M. C. (2002). The future e-Tourism intermediaries. <i >Tourism Management</i>, 23(3), 207-220.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S2182-8458201400020001400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">DeWitt, P. E. (2013). Americans spend 2:38 hours a day glued to their tablets and smartphones. Recuperado em 25 abril, 2013, de <a href="http://tech.fortune.cnn.com/2013/04/03/apple-flurry-mobile-web/" target="_blank">http://tech.fortune.cnn.com/2013/04/03/apple-flurry-mobile-web/</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S2182-8458201400020001400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fuchs, M., Eybl, A., & H&#246;pken, W. (2011). Successfully selling accommodation packages at online auctions and the case of eBay Austria. <i >Tourism Management</i>, 32(5), 1166-1175.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S2182-8458201400020001400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gan, L., Sim, C. J., Tan, H. L., & Tan, J. (2006). Online relationship marketing by Singapore hotel websites. <i >Journal of Travel & Tourism Marketing</i>, 20(3/4), 1-19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S2182-8458201400020001400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gilbert, D., & Powell-Perry, J. (2002). Exploring developments in web based relationship marketing within the hotel industry<i >. Journal of Hospitality & Leisure Marketing</i>, 9(3/4), 141-159.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S2182-8458201400020001400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gregory, S., Kline, S. F., & Breiter, D. (2005). Group sales and marketing in convention hotels: Internet and web usage. <i >Journal of Travel & Tourism Marketing,</i> 18(1), 67-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S2182-8458201400020001400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Hosteltur.Com. Qui&#233;nes son los nuevosintermedi&#225;rios online&#8204; (2013). Recuperado em 10 fevereiro, 2013, de <a href="http://www.hosteltur.com.uy/141900_quienes-son-nuevos-intermediarios-online.html" target="_blank">http://www.hosteltur.com.uy/141900_quienes-son-nuevos-intermediarios-online.html</a> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ibope. Instituto Brasileiro de Opini&#227;o P&#250;blica e Estat&#237;stica. (2012, Janeiro 17). <i >Cresce navega&#231;&#227;o em sites de hot&#233;is e de cart&#245;es natalinos</i>. Recuperado em 20 agosto, 2013, de <a href="http://www.ibope.com.br/ptbr/noticias/Paginas/Cresce%20navega%C3%A7%C3%A3o%20em%20sites%20de%20hot%C3%A9is%20e%20de%20cart%C3%B5es%20natalinos.aspx" target="_blank">http://www.ibope.com.br/ptbr/noticias/Paginas/Cresce%20navega%C3%A7%C3%A3o%20em%20sites%20de%20hot%C3%A9is%20e%20de%20cart%C3%B5es%20natalinos.aspx</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S2182-8458201400020001400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ibge - Instituto Brasileirode Geografia e Estat&#237;stica (2012). <i >Pesquisas de Servi&#231;os de Hospedagem 2011. </i>Rio de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S2182-8458201400020001400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Iordache, C., & Voiculet, A. (2010). Prospects of computer &#8211;   Assisted booking and global distribution systems at world level. <i >Young Economists Journal/ Revista Tinerilor Economist, </i>8(14), 83-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S2182-8458201400020001400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Jones Lang LaSalle e Hotels&#8217; Dedicated Offices. (2012). <i >Hotelaria em n&#250;meros</i>. Brasil 2012: S&#227;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S2182-8458201400020001400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kurata, H., &Bonifield, C. M. (2007). How customization of pricing and item availability information can improve e-commerce performance. <i >Journal of Revenue and Pricing Management</i>, 5(4), 305&#8211;314.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S2182-8458201400020001400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lim, W. M. (2008). Regression analysis of Internet technologies adoption factors and business performance of UK independent hoteliers. <i >Tourism and Hospitality Planning & Development,</i> 5(3), 233-245.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S2182-8458201400020001400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Limberger, P., Anjos, F., Meira, J. & Anjos, S. (2014). Satisfaction in hospitality on TripAdvisor.com: An analysis of the correlation between evaluation criteria and overall satisfaction. <i>Tourism & Management Studies, 10(</i>1), 59-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S2182-8458201400020001400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Litvin, S., Goldsmith, R., & Pan, B. (2008). Electronic word-of-mouth in hospitality and tourism management. <i >Tourism Management, </i>29(3), 458-468.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S2182-8458201400020001400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Liu, S. (2005). A Theoretic Discussion of  tourism e-commerce.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S2182-8458201400020001400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  ICEC&#8217;05 Proceedings of the 7<sup>th</sup> International Conference on Electronic Commerce,  NY, USA, 1-5. </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Minube. (2013). Libro blanco de los viajes sociales. La revolucion m&#243;vil. Sobre como el setor tur&#237;stico puede beneficiarse de la nueva era m&#243;vil. 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Marketing Digital: uma an&#225;lise na hotelaria catarinense sob a &#243;tica de seus gestores. <i >TURyDes: Revista de Investigaci&#243;n en Turismo y Desarrollo Local</i>, 4(10).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S2182-8458201400020001400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">O&#8217;Connor, P. (2001).  Room rates on the Internet &#8211; Is the web really cheaper<i >&#8204; Journal of Services Research</i>, 1(1), 57-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S2182-8458201400020001400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Porter, M. (2001, march). Strategy and the Internet. <i >Harvard Business Review</i>, 79(3), 63-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S2182-8458201400020001400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Phocus Wright. U.S. Mobile Travel Bookings to Top US$25 Billion by 2014 (February 21, 2013). Recuperado em 15 mar&#231;o, 2013, de <a href="http://www.phocuswright.com/research_updates/us-mobile-travel-bookings-to-top-us25-billion-by-2014" target="_blank">http://www.phocuswright.com/research_updates/us-mobile-travel-bookings-to-top-us25-billion-by-2014</a></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rong, J., Vu, H. Q., Law, R., & Li, G. (2012). A behavioral analysis of web sharers and browsers in Hong Kong using targeted association rule mining. <i >Tourism Management</i>, 33(4), 731-740.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S2182-8458201400020001400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rosario, A. H., Rodr&#237;guez, M. 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