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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Referencial teórico que orienta a produção científica qualificada sobre a qualidade em serviços turísticos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article aims to present the theoretical framework that guides the qualified scientific production about the quality in tourist services. It used a qualitative approach to select a portfolio of literature published from 2002 to 2012 and from them extract and analyze the most prominent references. The results indicate that the research about quality in tourism is based on generalist theories from the end of the 80s and 90s, primarily based on marketing that are used indiscriminately for any service provider. These theories focus on the marketing aspects and the perceived quality and less on quality management and service operations. This conception cannot be disregarded, but it is necessary to include other concepts that consider the breadth and scope of quality in tourism, such as services experience, environmental responsibility, quality management, process management, among others.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b><b>TURISMO - ARTIGOS CIENT&Iacute;FICOS</b></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Referencial te&#243;rico que orienta a produ&#231;&#227;o cient&#237;fica qualificada sobre a   qualidade em servi&#231;os tur&#237;sticos</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Theoretical framework that guides the   qualified scientific production on quality in tourist services</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b >Alexandre Meira Vasconcelos<sup>1</sup>; &#193;lvaro Guillermo Rojas Lezana<sup>2</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup>Universidade   Federal de Mato Grosso do Sul, FAENG, Engenharia de Produ&#231;&#227;o, 79070-900, Campo   Grande-MS, Brasil, <a href="mailto:alexandre.meira@ufms.br">alexandre.meira@ufms.br</a>    <br>   <sup>2</sup>Universidade   Federal de Santa Catarina, Departamento de Engenharia de Produ&#231;&#227;o e Sistemas, Caixa Postal 476, 88040-900, Florian&#243;polis-SC, Brasil, <a href="mailto:alvaro.lezana@ufsc.br">alvaro.lezana@ufsc.br</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b >RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este artigo tem o objetivo de apresentar o   referencial te&#243;rico que orienta a produ&#231;&#227;o cient&#237;fica qualificada sobre a   qualidade em servi&#231;os tur&#237;sticos. Usou-se a abordagem qualitativa para selecionar   um portf&#243;lio bibliogr&#225;fico publicado de 2002 a 2012 e deles extrair e analisar   as refer&#234;ncias de maior destaque. Os resultados apontam que a pesquisa sobre   qualidade no turismo &#233; baseada em teorias generalistas do final da d&#233;cada de 80   e 90, oriundas principalmente do marketing que s&#227;o usadas indiscriminadamente   para toda e qualquer empresa prestadora de servi&#231;os. Estas teorias focam nos   aspectos mercadol&#243;gicos e na qualidade percebida e menos na gest&#227;o da qualidade   e das opera&#231;&#245;es de servi&#231;os. Esta concep&#231;&#227;o n&#227;o pode ser desconsiderada, por&#233;m   &#233; necess&#225;ria a inclus&#227;o de outros conceitos que considerem a amplitude e   alcance da qualidade no turismo, tais como a experi&#234;ncia de servi&#231;os,   responsabilidade socioambiental, gest&#227;o da qualidade, gest&#227;o de processos, entre outros. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b >Palavras-chave:</b> Referencial te&#243;rico, qualidade em servi&#231;os tur&#237;sticos, pesquisa qualitativa. </font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b >ABSTRACT</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">This article aims to present the theoretical framework that guides the   qualified scientific production about the quality in tourist services. It used   a qualitative approach to select a portfolio of literature published from 2002   to 2012 and from them extract and analyze the most prominent references. The   results indicate that the research about quality in tourism is based on generalist   theories from the end of the 80s and 90s, primarily based on marketing that are   used indiscriminately for any service provider. These theories focus on the   marketing aspects and the perceived quality and less on quality management and   service operations. This conception cannot be disregarded, but it is necessary   to include other concepts that consider the breadth and scope of quality in   tourism, such as services experience, environmental responsibility, quality   management, process management, among others. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b >Keywords:</b> Theoretical framework, quality in tourist services, qualitative research.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b >1.           Introdu&#231;&#227;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O turismo &#233; uma atividade   econ&#243;mica incipiente do ponto de vista da profissionaliza&#231;&#227;o e organiza&#231;&#227;o e   ainda h&#225; muito que fazer em termos da qualidade da oferta de produtos e   servi&#231;os, problema que se soma &#224; fragmenta&#231;&#227;o e diversidade da cadeia produtiva   que impedem haver clareza sobre o impacto deste setor para a economia (Theobald, 2005). A atividade tur&#237;stica tem   potencial estrat&#233;gico em pa&#237;ses em desenvolvimento em termos econ&#243;micos e da visibilidade positiva perante os seus habitantes e a comunidade internacional (Sainaghi, 2010). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A crise econ&#243;mica mundial   que se verificou em 2008 reduziu a procura e aumentou a oferta de servi&#231;os   tur&#237;sticos. Neste contexto, s&#243; sobrevivem as organiza&#231;&#245;es que geram novas   necessidades de consumo e que se preparam para o futuro. Pa&#237;ses com fortes   atrativos naturais tendem a concentrar a atividade tur&#237;stica no paradigma dos   4S (<i >sun</i>, <i >sea</i>, <i >sand</i>, <i >sex</i>) e negligenciam a qualidade dos   servi&#231;os, representada pela hospitalidade, seguran&#231;a, alimenta&#231;&#227;o, boa   log&#237;stica, entre outros fatores (Brunner-Sperdin   & Peters, 2009; Narayan, Rajendran & Sai, 2008). O turismo no   Brasil, por exemplo, ainda que a situa&#231;&#227;o mundial n&#227;o seja favor&#225;vel, tem um   crescimento projetado de 5,1% ao ano, alavancado por eventos desportivos (Copa   do Mundo de Futebol em 2014 e os Jogos Ol&#237;mpicos Internacionais no Rio de   Janeiro em 2016), e chegar&#225; em 2022 &#224; cifra de 625 bilh&#245;es de reais de   participa&#231;&#227;o no Produto Interno Bruto (PIB), com a gera&#231;&#227;o de cerca de 10 milh&#245;es de empregos diretos (WTTC, 2012). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As   empresas do setor tur&#237;stico (ag&#234;ncias de turismo, meios de hospedagem,   transportadores tur&#237;sticos, organizadores de eventos, de demais do <i >trade</i>) formam uma cadeia produtiva   integrada, com a&#231;&#245;es isoladas ou conjuntas que, avaliadas pelos clientes,   resultar&#227;o na percep&#231;&#227;o sobre a experi&#234;ncia vivida e sobre a qualidade global   do servi&#231;o ofertado (Eraqi, 2006). O desempenho das empresas do setor influencia a   satisfa&#231;&#227;o do turista e determina o grau de competitividade, a imagem e   atratividade dos destinos, a cria&#231;&#227;o de novos neg&#243;cios, os investimentos em   infraestrutura e preserva&#231;&#227;o e a gera&#231;&#227;o de emprego e renda formal e   informal (Eraqi, 2006; Mak, 2011; Santos, Ferreira & Costa, 2014). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para compreender quais   fundamentos te&#243;ricos orientam os pesquisadores que escrevem sobre este tema, o   objetivo deste artigo &#233; apresentar as teorias que serviram de base para a   produ&#231;&#227;o cient&#237;fica qualificada sobre a qualidade de servi&#231;os tur&#237;sticos. Para   alcan&#231;ar este objetivo, fez-se a sele&#231;&#227;o de artigos em bases de dados indexadas   dos &#250;ltimos dez anos e identificado e analisado o referencial te&#243;rico usado pelos autores.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b >2.      Metodologia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No seguimento do j&#225; citado   crescimento do setor do turismo, encontra-se a pesquisa neste campo do   conhecimento subutilizada do ponto de vista te&#243;rico e pr&#225;tico, carente de   enquadramento te&#243;rico e metodol&#243;gico consistente e ainda incompreendida por   setores pol&#237;ticos e empresariais, que n&#227;o a veem como meio de investiga&#231;&#227;o e   divulga&#231;&#227;o de novas tecnologias operacionais e de gest&#227;o ou como instrumento de   avalia&#231;&#227;o do desempenho no setor (WTO, 2002). Para tratar este assunto, esta   pesquisa utilizou m&#233;todos e t&#233;cnicas consistentes para suprir esta lacuna evidenciada na literatura, com aporte te&#243;rico robusto e m&#233;todos coerentes e suficientes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Metodologicamente esta   pesquisa &#233; de cunho te&#243;rico, com abordagem qualitativa. Esta se&#231;&#227;o apresenta o   processo de sele&#231;&#227;o dos artigos (revis&#227;o bibliogr&#225;fica), cujo referencial te&#243;rico ser&#225; analisado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O processo de sele&#231;&#227;o da bibliografia foi realizado em tr&#234;s fases: </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b >a)    </b>sele&#231;&#227;o dos artigos diretamente nas bases de dados, por meio dos sistemas de busca eletr&#243;nica; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b >b)    </b>uso de filtros de pesquisa   definidos arbitrariamente conforme escopo da pesquisa e decis&#245;es dos pesquisadores; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b >c)      </b>pr&#233;-an&#225;lise dos artigos, para selecionar os artigos mais aderentes &#224; pesquisa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a><b >2.1    Sele&#231;&#227;o dos artigos</b></a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para   selecionar os artigos, fez-se a combina&#231;&#227;o das palavras-chave &#8220;qualidade&#8221;,   &#8220;desempenho&#8221; e &#8220;turismo&#8221;, buscando-se sua ocorr&#234;ncia no t&#237;tulo, resumo e   palavras-chave de artigos publicados de 2002 a 2012. Priorizou-se a busca em   artigos cient&#237;ficos e de revis&#227;o e desconsiderados livros, artigos no prelo,   editoriais, notas e literatura cinzenta em geral. Os artigos cient&#237;ficos s&#227;o   evid&#234;ncias mais atualizadas do progresso cient&#237;fico e se originam de um   processo reconhecido no mundo acad&#233;mico, avaliado por pares, documentado,   registrado e formal (Fachin & Hillesheim, 2006). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a><b >2.2    Filtros de pesquisa</b></a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os artigos selecionados   passaram pelos filtros para reduzi-los a um conjunto (portf&#243;lio) de artigos   aderentes aos objetivos da pesquisa. Os filtros retiraram os artigos em   duplicidade e os que t&#234;m o t&#237;tulo ou resumo desalinhados com os objetivos da   pesquisa. A filtragem tem a fun&#231;&#227;o de eliminar artigos indesej&#225;veis e de   aperfei&#231;oar o processo de pesquisa para n&#227;o se ter que dedicar tempo desnecess&#225;rio &#224; leitura exaustiva de textos que n&#227;o agregam valor. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a><b >2.3    Pr&#233;-an&#225;lise dos artigos</b></a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A pr&#233;-an&#225;lise dos artigos   teve a finalidade de identificar aqueles que representam o que de mais recente   foi publicado sobre qualidade em servi&#231;os tur&#237;sticos, valendo-se de regras de   pertin&#234;ncia (artigos aderentes ao tema) e de homogeneidade (artigos que tratam   em profundidade do tema). Trata-se de uma abordagem qualitativa de an&#225;lise, por   meio de um contato com o conte&#250;do dos artigos, por&#233;m sem aprofundar na leitura.   Foram arbitrados os seguintes crit&#233;rios de an&#225;lise: ader&#234;ncia do conte&#250;do aos   objetivos da pesquisa; contribui&#231;&#227;o te&#243;rico-emp&#237;rica (considera os resultados   obtidos e a originalidade/relev&#226;ncia acad&#234;mica); robustez do aporte te&#243;rico ( qualidade e quantidade do aporte te&#243;rico). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   resultado da pr&#233;-an&#225;lise &#233; um conjunto de artigos n&#227;o duplicados, com t&#237;tulo,   resumo e conte&#250;do alinhados aos objetivos desta pesquisa (portf&#243;lio   bibliogr&#225;fico). O referencial te&#243;rico deste portf&#243;lio &#233; o objeto de an&#225;lise neste artigo. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b >3.      Resultados</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">4650 artigos foram   coletados diretamente nas bases passou pelo filtro da duplicidade (4096   artigos), do alinhamento do t&#237;tulo e resumo (179 artigos) e, ap&#243;s a pr&#233;-an&#225;lise   do conte&#250;do, culminou em um portf&#243;lio de 29 artigos n&#227;o duplicados, com t&#237;tulo,   resumo e conte&#250;do alinhados aos objetivos desta pesquisa. A <a href="#t1">Tabela 1</a> apresenta as obras mais citadas entre aquelas do referencial dos artigos do portf&#243;lio. </font></p>     <p><a name="t1" id="t1"></a>     <p>&nbsp;</p>      <p align="center"><img src="/img/revistas/tms/v10n2/10n2a16t1.jpg" width="348" height="335">     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">A inten&#231;&#227;o de recorrer a estas obras se justifica para compreender as   teorias de base que sustentam a produ&#231;&#227;o cient&#237;fica sobre a qualidade de   servi&#231;os tur&#237;sticos. Entre as obras mais referenciadas, todas da d&#233;cada de 80 e   90, t&#234;m-se uma &#250;nica sobre m&#233;todo de an&#225;lise e tratamento de dados   quantitativos (Hair, Anderson, Tatham & Black, 1995), outras duas sobre   gest&#227;o de opera&#231;&#245;es de servi&#231;os (Gr&#246;nroos, 1990)   e marketing de servi&#231;os (Zeithaml & Bitner,   1996) e as demais sobre qualidade em servi&#231;os. Os principais resultados   da leitura e an&#225;lise destes trabalhos ser&#227;o apresentados em ordem cronol&#243;gica   e, quando necess&#225;rio, complementados com outros estudos. A <a href="#f1">figura 1</a> mostra o   mapa de cita&#231;&#245;es das refer&#234;ncias apresentadas na anterior. </font>     <p><a name="f1"></a>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/tms/v10n2/10n2a16f1.jpg" width="351" height="283">     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nela   se observa a import&#226;ncia dos trabalhos de Oliver   (1980) e de Parasuraman, Zeithaml &   Berry (1985; 1988) para os estudos sobre qualidade em servi&#231;os, pois   todos os trabalhos subsequentes sobre este assunto os usaram como fonte de   consulta. Oliver (1980) definiu que a satisfa&#231;&#227;o do cliente &#233; a compara&#231;&#227;o   entre o que servi&#231;o recebido e o esperado, que chamou desconfirma&#231;&#227;o positiva   ou negativa das expectativas. Trata-se do valor atribu&#237;do ao acordo firmado com   a organiza&#231;&#227;o. A satisfa&#231;&#227;o &#233; a avalia&#231;&#227;o do quanto a empresa &#233; capaz de   atender &#224;s necessidades f&#237;sicas e psicol&#243;gicas dos clientes. A desconfirma&#231;&#227;o   ser&#225; positiva quando excede as expectativas e negativa quando o cliente percebe   que o desempenho da organiza&#231;&#227;o foi aqu&#233;m do que esperava. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este   conceito subsidiou o surgimento da teoria dos <i >gaps</i> de Parasuraman, Zeithaml &   Berry (1985), um marco importante para compreens&#227;o e medi&#231;&#227;o da   qualidade em servi&#231;os que culminou na elabora&#231;&#227;o da escala SERVQUAL (Parasuraman, Zeithaml & Berry, 1988). Esta   escala inicialmente com dez dimens&#245;es foi reduzida posteriormente para cinco   dimens&#245;es aplic&#225;veis a todos os tipos de servi&#231;os que s&#227;o usadas para medir o   gap 5 da teoria supracitada: (1) tangibilidade, que abarca a infraestrutura   f&#237;sica, equipamentos, material de divulga&#231;&#227;o; (2) confiabilidade, ou a   capacidade de entregar o que foi acordado; (3) responsividade, que representa o   fornecimento do servi&#231;os em tempo e a presteza; (4) garantia, que &#233; a   credibilidade do sistema para a presta&#231;&#227;o dos servi&#231;os; (5) empatia, ou o interesse real para entender o cliente e suas necessidades. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nadiri   & Hussain (2005) argumentam que a possibilidade de medir a qualidade de servi&#231;os, tornou   a escala SERVQUAL um instrumento muito utilizado, por&#233;m bastante debatido no   meio acad&#233;mico. Este instrumento t&#234;m sofrido cr&#237;ticas (Taplin, 2012), devido &#224;   sua limita&#231;&#227;o na medi&#231;&#227;o de alguns tipos de atividades, como as do turismo que   t&#234;m forte car&#225;ter experiencial (Žabkar, Brencic, &   Dmitrovic, 2010). Gopalan & Narayan (2010) citam o exemplo da   dificuldade de avaliar a qualidade do servi&#231;o de visita&#231;&#227;o a parques tem&#225;ticos,   em que o turista participa de in&#250;meros encontros de servi&#231;o com diferentes   pessoas e em diferentes locais. Frente a esta dificuldade, emerge a necessidade   de um aprofundamento te&#243;rico sobre qualidade na presta&#231;&#227;o de servi&#231;os e, dentro deste tema, a considera&#231;&#227;o das especificidades do setor de turismo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Oliver   & Desarbo (1988) apresentaram o modelo de equidade, que &#233; a percep&#231;&#227;o do cliente quanto   &#224; imparcialidade e se houve justi&#231;a na presta&#231;&#227;o do servi&#231;o. Para Chang (2008), a equidade &#233; importante para o   turista e que ele a percebe por meio de compara&#231;&#245;es de suas expectativas com as   entregas de pessoas e institui&#231;&#245;es, por&#233;m alerta sobre a limita&#231;&#227;o do conceito   em considerar a causalidade da satisfa&#231;&#227;o na compara&#231;&#227;o somente entre o l&#243;cus   interno (expectativas) e externo (resultados), pois h&#225; outras ocorr&#234;ncias que   acarretam a satisfa&#231;&#227;o/insatisfa&#231;&#227;o que podem ser imputadas ao acaso. O cliente   atribui um valor frente &#224; percep&#231;&#227;o entre o que foi acordado e o que &#233; percebido (Zeithaml, 1988). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Gr&#246;nroos   (1990) se ampara na desconfirma&#231;&#227;o expectativa e afirma que deve prevalecer a   qualidade percebida, independente da qualidade t&#233;cnica da organiza&#231;&#227;o. Esta   percep&#231;&#227;o &#233; influenciada pela forma como o servi&#231;o &#233; prestado e da forma como o   cliente experimenta a presta&#231;&#227;o do servi&#231;o, sendo esta &#250;ltima mais dif&#237;cil de   avaliar. A imagem constru&#237;da pelo cliente sobre a organiza&#231;&#227;o durante e ap&#243;s a   presta&#231;&#227;o de servi&#231;o mediar&#225; a rela&#231;&#227;o futura com esta empresa por meio da gera&#231;&#227;o de expectativas com base na experi&#234;ncia vivida. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Carman (1990) analisa criticamente o SERVQUAL e conclui   que (1) o instrumento &#233; multidimensional (oito dimens&#245;es) e n&#227;o unidimensional   como &#233; proposto, (2) o instrumento n&#227;o &#233; aplic&#225;vel a todo tipo de servi&#231;o e que   seria necess&#225;rio incluir outras vari&#225;veis como, por exemplo, o pre&#231;o; (3)   algumas dimens&#245;es precisam ser incrementadas com mais itens para aumentar a   confiabilidade e (4) que as expectativas s&#227;o influenciadas pela frequ&#234;ncia de   consumo, pois h&#225; diferen&#231;as entre consumos espor&#225;dicos e frequentes, que &#233; por   ele considerado o principal problema do instrumento. Saleh & Ryan (1991) investigam a qualidade em meios de   hospedagem com a aplica&#231;&#227;o do SERVQUAL e igualmente o criticam, pois n&#227;o   identificam todas as dimens&#245;es atribu&#237;das ao instrumento. Afirmam que a   qualidade do servi&#231;o cria diferencial para os hot&#233;is, por&#233;m fazem uma distin&#231;&#227;o   entre qualidade funcional e qualidade t&#233;cnica, conceitos tratados anteriormente   por Gr&#246;nrooss (1990). Interpretam que a primeira se refere ao que &#233; oferecido   no contato direto com o cliente, incluindo o atendimento pessoal e o ambiente   f&#237;sico, enquanto a qualidade t&#233;cnica envolve o conhecimento necess&#225;rio &#224;   presta&#231;&#227;o do servi&#231;o, a complexidade das opera&#231;&#245;es e os aspectos intang&#237;veis do   neg&#243;cio. Concluem que a qualidade funcional poderia compensar as defici&#234;ncias   t&#233;cnicas na oferta dos servi&#231;os e que para os hot&#233;is, a caracter&#237;stica mais importante &#233; a hospitalidade, incluindo os aspectos tang&#237;veis. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Bolton   & Drew (1991) afirmam que definir o valor percebido em fun&#231;&#227;o da qualidade do servi&#231;o   prestado n&#227;o &#233; suficiente, pois o primeiro &#233; individual e subjetivo e &#233; dado   pelo cliente ao servi&#231;o que lhe &#233; oferecido e varia conforme o g&#234;nero, a idade,   a regi&#227;o, a cultura, entre outras caracter&#237;sticas pessoais. Diante da discuss&#227;o   no meio acad&#233;mico sobre a causalidade entre satisfa&#231;&#227;o e qualidade, estes   autores apontam que a qualidade antecede a satisfa&#231;&#227;o, est&#227;o relacionadas,   por&#233;m n&#227;o se tratam do mesmo conceito. Reconhecem que a performance influencia   a satisfa&#231;&#227;o por meio do resultado percebido ou indiretamente pela desconfirma&#231;&#227;o de suas expectativas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Cronin Jr   & Taylor (1992) desenvolveram o modelo SERVPERF para avalia&#231;&#227;o da qualidade em servi&#231;os   como alternativa ao SERVQUAL, cuja diferen&#231;a b&#225;sica &#233; que o SERVPERF considera   apenas as percep&#231;&#245;es do cliente. Para os autores, a qualidade dos servi&#231;os   tamb&#233;m antecede a satisfa&#231;&#227;o dos clientes, e esta com a fideliza&#231;&#227;o e com a   inten&#231;&#227;o de recompra (Salazar, Costa & Rita, 2010; Batista, Couto, Botelho & Faias, 2014). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Zeithaml   & Bitner (1996) distinguem os conceitos de satisfa&#231;&#227;o e qualidade de servi&#231;os,   consideram os fatores que as influenciam e tamb&#233;m apregoaram que h&#225; uma rela&#231;&#227;o   de causalidade entre eles. A satisfa&#231;&#227;o tem car&#225;ter pessoal e subjetivo,   influenciado (1) pelo estado emocional, (2) pelas especifica&#231;&#245;es dos servi&#231;os,   (3) pela percep&#231;&#227;o do cliente da fonte do sucesso na presta&#231;&#227;o do servi&#231;o   (l&#243;cus interno ou externo); (4) da personalidade do cliente e (5) da avalia&#231;&#227;o   da equidade. Para estes autores, a qualidade do servi&#231;o &#233; mais limitada, pois tem foco t&#233;cnico e operacional no resultado do que lhe foi entregue. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assinala que em geral medem   e administram a satisfa&#231;&#227;o dos clientes como meio de estabelecer estrat&#233;gias   para aumentar a percep&#231;&#227;o do cliente sobre a qualidade dos servi&#231;os. Estabelece   que em servi&#231;os com alta complexidade (sa&#250;de, educa&#231;&#227;o, engenharia, servi&#231;os   especializados) o cliente &#233; incapaz de fazer um ju&#237;zo sobre a qualidade t&#233;cnica   e opta por se valer de impress&#245;es gerais sobre a presta&#231;&#227;o do servi&#231;o. Para   tal, se valeu das dimens&#245;es da qualidade em servi&#231;os sublinhadas por Parasuraman, Zeithaml & Berry (1988): confiabilidade, seguran&#231;a, responsividade, empatia e tangibilidade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Oliver   (1997) se ampara na teoria da desconfirma&#231;&#227;o para considerar a satisfa&#231;&#227;o do   cliente como fun&#231;&#227;o das expectativas. A percep&#231;&#227;o &#233; mediada pelos ju&#237;zos de   valor e por caracter&#237;sticas sociais e culturais. Este autor &#233; quem pela   primeira vez trata do papel da equidade na satisfa&#231;&#227;o do cliente, na compara&#231;&#227;o   entre o disp&#234;ndio de recursos e o que foi ofertado pela empresa. Cronin Jr, Brady & Hult (2000), na &#233;poca em que   escreveram este artigo, constataram a exist&#234;ncia de tr&#234;s movimentos na academia   em rela&#231;&#227;o &#224; pesquisa conceitual em servi&#231;os: (1) qualidade dos servi&#231;os; (2)   satisfa&#231;&#227;o do consumidor; e (3) valor percebido, este &#250;ltimo mais recente &#224;   &#233;poca. Estes autores tamb&#233;m defenderam que a qualidade dos servi&#231;os antecede a   satisfa&#231;&#227;o. Relataram que os gestores comumente vinculam a avalia&#231;&#227;o destes   conceitos a avalia&#231;&#245;es dos colaboradores e a premia&#231;&#245;es internas, pressupondo   vincula&#231;&#227;o de resultados favor&#225;veis &#224;s percep&#231;&#245;es positivas dos clientes, mas   que o valor percebido &#233; o melhor preditor das inten&#231;&#245;es de recompra e da   fideliza&#231;&#227;o dos consumidores. Conceituou valor como um construto formado por   duas dimens&#245;es: (1) benef&#237;cios recebidos (econ&#243;mico ou social) e (2) sacrif&#237;cio   em obter o servi&#231;o (pre&#231;o, risco, conveni&#234;ncia, tempo gasto, entre outros). Em   trabalho recente, Campos, Mendes, Silva & Valle (2014) refor&#231;am que   a lideran&#231;a tem forte papel na constru&#231;&#227;o da cultura organizacional voltada para a qualidade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b >4.      Conclus&#245;es</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesta se&#231;&#227;o apresenta-se um   resumo com as principais lacunas e oportunidades detectadas neste estudo te&#243;rico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Conclui-se que o conceito   de qualidade em servi&#231;os observado na literatura n&#227;o difere atualmente das   abordagens seminais e est&#225; fortemente ancorado na percep&#231;&#227;o dos clientes da   dicotomia expectativa-desempenho. Essa constata&#231;&#227;o pode estar ancorada na   forma&#231;&#227;o e atua&#231;&#227;o em Marketing dos autores das principais refer&#234;ncias ainda   cultuados no meio acad&#233;mico, quando se fala em qualidade de servi&#231;os, tais como   Oliver, Gr&#246;nroos, Parasuraman, Zeithaml. Por sua forma&#231;&#227;o, estes autores t&#234;m um   olhar mais atento aos aspectos mercadol&#243;gicos e na qualidade percebida e menos na gest&#227;o da qualidade e das opera&#231;&#245;es de servi&#231;os. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A baixa produ&#231;&#227;o cient&#237;fica   te&#243;rica sobre a qualidade em servi&#231;os tur&#237;sticos proporciona ao meio acad&#233;mico   investigar o assunto em profundidade e dele gerar novos conceitos e abordagens.   Optou-se neste artigo por um estudo em profundidade da literatura por meio de   uma abordagem qualitativa, iniciado com uma sele&#231;&#227;o de 29 artigos dos &#250;ltimos dez anos, n&#227;o duplicados, com t&#237;tulo, resumo e conte&#250;do alinhados com o tema. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em rela&#231;&#227;o &#224;s refer&#234;ncias   do portf&#243;lio bibliogr&#225;fico, observou-se que os estudos sobre a qualidade e/ou   desempenho no setor tur&#237;stico s&#227;o ancorados em teorias oriundas do marketing,   focadas na percep&#231;&#227;o do cliente. Conclui-se que os trabalhos seminais n&#227;o podem   ser desconsiderados, por&#233;m &#233; necess&#225;ria a inclus&#227;o de outros conceitos que   considerem a amplitude e alcance da qualidade no setor de turismo, tais como a   experi&#234;ncia de servi&#231;os, responsabilidade socioambiental, gest&#227;o da qualidade, gest&#227;o de processos, entre outros. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Evidenciou-se o uso   dominante de modelos conceituais generalistas de avalia&#231;&#227;o da qualidade em   servi&#231;os para avaliar o turismo. Sugere-se a proposi&#231;&#227;o de teorias e   instrumento para o turismo, que considerem as especificidades do setor. A   literatura ainda aponta o uso excessivo de instrumentos generalistas para   avaliar o setor tur&#237;stico, tais como o SERVQUAL e SERVPERF, ambos criados h&#225;   mais de vinte anos e usados indiscriminadamente em empresas de servi&#231;os.   Sugere-se a cria&#231;&#227;o de instrumentos pr&#243;prios para o setor de turismo, aplic&#225;vel   aos v&#225;rios segmentos: ag&#234;ncias de viagens, meios de hospedagem, organizadores de   eventos, transportadores tur&#237;sticos, parques tem&#225;ticos, acampamentos, entre outros. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A principal limita&#231;&#227;o deste   trabalho &#233; o processo de sele&#231;&#227;o e an&#225;lise dos artigos que tem forte influ&#234;ncia   do vi&#233;s dos pesquisadores, pois h&#225; decis&#245;es e interpreta&#231;&#245;es sobre o conte&#250;do   dos trabalhos em todas as fases. Em uma pesquisa qualitativa como esta n&#227;o h&#225;   como eliminar as decis&#245;es dos pesquisadores, por&#233;m alerta-se sobre a   import&#226;ncia do rigor cient&#237;fico para que o resultado final seja o mais fiel &#224; realidade estudada. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b >Refer&#234;ncias bibliogr&#225;ficas</b> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Batista, M. d. G., Couto, J. P.,   Botelho, D., & Faias, C. (2014). Satisfa&#231;&#227;o e fideliza&#231;&#227;o dos turistas na   hotelaria: aplica&#231;&#227;o ao caso de S&#227;o Miguel, A&#231;ores. <i >Tourism & Management Studies</i>, 10(1), 16-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S2182-8458201400020001600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bolton, R.N., & Drew, J.H. (1991). A multistage   model of customers' assessments of service quality and value. <i >Journal of Consumer Research</i>, 17(4),   375-384.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S2182-8458201400020001600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Brunner-Sperdin, A., & Peters, M. (2009). What   Influences Guests' Emotions&#8204; The Case of High-quality Hotels. <i >International Journal of Tourism Research, </i>11(2), 171-183. doi: 10.1002/jtr.718</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S2182-8458201400020001600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Campos, A. C., Mendes, J. d. C., Silva, J. A., &   Valle, P. O. d. (2014). Fatores cr&#237;ticos de sucesso de uma cultura da qualidade   total: um modelo estrutural. <i >Tourism</i> <i >& Management Studies</i>, 10(1), 07-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S2182-8458201400020001600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carman, J.M. (1990). Consumer perceptions of service   quality: An assessment of the SERVQUAL dimensions. <i >Journal of Retailing, </i>66(1), 35-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S2182-8458201400020001600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Chang, J.C. (2008). Tourists' Satisfaction Judgments:   An Investigation of Emotion, Equity, and Attribution. <i >Journal of Hospitality & Tourism Research, </i>32(1), 108-134. doi: 10.1177/1096348007309571</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S2182-8458201400020001600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Cronin Jr, J.J., & Taylor, S.A. (1992). Measuring service quality: a reexamination and extension. <i >the Journal of Marketing, </i>56(3), 55-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S2182-8458201400020001600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </a></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cronin Jr, J.J., Brady, M.K., & Hult, G.T.M.   (2000). Assessing the effects of quality, value, and customer satisfaction on   consumer behavioral intentions in service environments. <i >Journal of Retailing, </i>76(2), 193-218.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S2182-8458201400020001600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Eraqi, M. I. (2006). Tourism services quality (TourServQual)   in Egypt: The viewpoints of external and internal customers. </a><i >Benchmarking: An International Journal, </i>13(4), 469-492.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S2182-8458201400020001600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Fachin, G. R. B., & Hillesheim, A. I. A. (2006). </a><i >Peri&#243;dico   cient&#237;fico: padroniza&#231;&#227;o e organiza&#231;&#227;o</i>. Florian&#243;polis: Editora da UFSC.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S2182-8458201400020001600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gopalan, R. & Narayan, B. ( 2010 ).Improving   customer experience in tourism: A framework for stakeholder collaboration. <i >Socio-Economic Planning Sciences</i>, 44(2),   100-112.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S2182-8458201400020001600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Gr&#246;nroos, C. (1990). <i >Service management and marketing: managing the moments of truth in   service competition</i>. Lexington-MA: Lexington Books  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Hair, J.F., Anderson, R.E., Tatham, RL, & Black,   WC. (1995). <i >Multivariate data analysis</i>.   Englewood Cliffs-NJ: Prentice-Hall. </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mak, B. L. M. (2011). ISO certification in the tour   operator sector. <i >International Journal of     Contemporary Hospitality Management, </i>23(1), 115-130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S2182-8458201400020001600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Nadiri, H., & Hussain, K. (2005). Diagnosing the   zone of tolerance for hotel services. <i >Managing Service Quality, </i>15(3), 259-277.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S2182-8458201400020001600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </a></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Narayan, B., Rajendran, C., & Sai, L. P. (2008). </a>Scales to measure and benchmark   service quality in tourism industry: A second-order factor approach. <i >Benchmarking: An International Journal, </i>15(4), 469-493.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S2182-8458201400020001600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Oliver & Desarbo, 1988 - Oliver, R. L. and W. S.   DeSarbo (1988). 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(2010) Modelling perceived quality, visitor satisfaction and   behavioural intentions at the destination level. <i >Tourism Management</i>, 31(4), p. 537-546.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S2182-8458201400020001600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Zeithaml, A. (1988). Consumer perceptions of price,   quality, and value: a means-end model and synthesis of evidence. <i >The Journal of Marketing, </i>52(July), 2-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S2182-8458201400020001600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Zeithaml, A., & Bitner, M.J. (1996). <i >Services Marketing</i>. London: McGraw-Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S2182-8458201400020001600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b >Processo do artigo:</b></font>    <br>   <font size="2" face="Verdana"><b >Enviado</b>:   04 Maio 2013    <br>   </font><font size="2" face="Verdana"><b >Aceite</b>: 15 Outubro 2013</font></p>      ]]></body><back>
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