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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Ciclo de vida das organizações e longevidade: análise de indústrias da região metropolitana de Belo Horizonte/MG a partir da abordagem de Greiner]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[We aim to identify the Organisational Life Cycle (OLC) phase of industries belonging to the metropolitan region of Belo Horizonte, MG, using Greiner&#8217;s (1998) approach. Data were collected through a structured survey composed of closed questions on a Likert scale of five points. Further, we applied the method of fuzzification of data to categorise them, allowing an analysis of the OLC. Among the 33 respondent companies, it was found that most of them have been in operation for over 20 years, have over 100 employees and are medium sized, especially in the automotive sector. These companies are at the stage of collaboration, signalling maturity in their OLC and certainly longevity. When comparing the presence of characteristics such as age, the size of firms was an important determinant in the early stages of classification, according to Greiner. This, however, was refuted by the results.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b><b>GEST&Atilde;O  - ARTIGOS CIENT&Iacute;FICOS</b></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Ciclo de vida das organiza&#231;&#245;es e   longevidade: an&#225;lise de ind&#250;strias da regi&#227;o metropolitana de Belo Horizonte/MG   a partir da abordagem de Greiner</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Organizational life   cycle and longevity: analysis of the metropolitan industries Belo Horizonte/MG   from the approach of Greiner</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&#201;rica Daniela de Morais<sup>1</sup>; Wendel Alex Castro Silva<sup>2</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup>Faculdade   Novos Horizontes, Departamento de Administra&#231;&#227;o, Programa de P&#243;sgradua&#231;&#227;o em   Administra&#231;&#227;o, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil. Rua: Alvarenga Peixoto,   1270. Bairro Santo Agostinho - CEP: 30.180-121,   <a href="mailto:erica.dmorais@yahoo.com.br">erica.dmorais@yahoo.com.br</a>    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>2</sup>Faculdade   Novos Horizontes, Departamento de Administra&#231;&#227;o, Programa de P&#243;sgradua&#231;&#227;o em Administra&#231;&#227;o, Belo Horizonte, CEP: 30.180-121, Minas Gerais, Brazil, <a href="mailto:wendel.silva@unihorizontes.br">wendel.silva@unihorizontes.br</a> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este artigo tem como objetivo identificar   em que fase do Ciclo de Vida Organizacional (CVO) se   encontram as ind&#250;strias pertencentes &#224; regi&#227;o metropolitana de Belo Horizonte/MG, a partir da abordagem de Greiner (1998). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram reunidos atrav&#233;s de question&#225;rio   estruturado, composto por quest&#245;es fechadas em escala <i>Likert</i>. Aplicou-se   o m&#233;todo de fuzzifica&#231;&#227;o dos dados para categoriz&#225;-los, permitindo analisar o   CVO. Na compara&#231;&#227;o de caracter&#237;sticas entre as fases, utilizou-se o teste de <i>Kruskall Wallis.</i> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dentre as 33 empresas respondentes, verificou-se que a maior parte delas est&#225; em opera&#231;&#227;o h&#225;   mais de 20 anos, possui mais de 100 funcion&#225;rios e s&#227;o de m&#233;dia dimens&#227;o,   sendo, especialmente, do setor automobil&#237;stico. E, situam-se na fase de Colabora&#231;&#227;o, demonstrando maturidade no CVO, e certa longevidade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quando se   comparou se a presen&#231;a de caracter&#237;sticas como idade, dimens&#227;o e tamanho das   empresas nos est&#225;gios foram aspetos determinantes de classifica&#231;&#227;o, como enunciado por Greiner, isso foi refutado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>ciclo de vida organizacional, modelo de Greiner, fuzzifica&#231;&#227;o. </font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">We aim   to identify the Organisational Life Cycle (OLC) phase of industries belonging   to the metropolitan region of Belo Horizonte, MG, using Greiner&#8217;s (1998) approach. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Data were   collected through a structured survey composed of closed questions on a Likert   scale of five points. Further, we applied the method of fuzzification of data   to categorise them, allowing an analysis of the OLC. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Among   the 33 respondent companies, it was found that most of them have been in   operation for over 20 years, have over 100 employees and are medium sized,   especially in the automotive sector. These companies are at the stage of   collaboration, signalling maturity in their OLC and certainly longevity. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">When comparing the presence of characteristics such as   age, the size of firms was an important determinant in the early stages of   classification, according to Greiner. This, however, was refuted by the   results.  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>Organisational life cycle, Greiner&#8217;s model, fuzzification. </font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>1.     Introdu&#231;&#227;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As organiza&#231;&#245;es   assemelham-se aos organismos vivos, pois,   nascem, crescem, desenvolvem-se, envelhecem e morrem, caracterizando, assim, o   ciclo de vida organizacional (CVO). Este destaca cada fase do desenvolvimento da   organiza&#231;&#227;o, que se diferencia dos organismos vivos por n&#227;o estar relacionado   ao tamanho nem ao tempo de vida das mesmas, mas &#224; flexibilidade e complexidade no controlo das a&#231;&#245;es e a poss&#237;veis resist&#234;ncias &#224;s mudan&#231;as (Adizes, 1990). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Bridges (1998) assinala que as organiza&#231;&#245;es, tal   como os organismos vivos, a partir da sua cria&#231;&#227;o, apresentam determinado   per&#237;odo de vida ou de dura&#231;&#227;o, denominado CVO, que come&#231;a com a sua conce&#231;&#227;o e termina na velhice, com a sua morte. &#201;   um processo evolutivo de uma organiza&#231;&#227;o, desde a sua cria&#231;&#227;o at&#233; tornar-se   efetivamente consolidada, por&#233;m, com uma s&#233;rie de etapas que devem ser ultrapassadas (Lezana & Grapegia, 2006). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um motivo para se estudar o CVO seria a quest&#227;o da   transi&#231;&#227;o da organiza&#231;&#227;o de uma fase para outra, ou seja, se a mesma possui   conhecimento da fase em que se encontra. Para se desenvolver ela tende a passar   para outra fase, e com sabedoria, nessa transi&#231;&#227;o n&#227;o enfrentar&#225; uma crise.   Assim, poder&#225; iniciar um novo est&#225;gio, fortalecida e amadurecida, caso contr&#225;rio, poder&#225; ter problemas de gest&#227;o e de continuidade (Borinelli, 1998). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Para Razzoline Filho   (2000), o que leva uma empresa a ser duradoura &#233; ter um bom produto ou servi&#231;o   e estar em constante processo de inova&#231;&#227;o. Assim, ao lan&#231;ar novos produtos e   atender &#224;s necessidades ou desejos do seu cliente, ela est&#225; a perpetuar-se no   mercado, e aquela que n&#227;o est&#225; atenta a esse aspecto, sujeita-se a ter um ciclo de vida curto, aumentando a probabilidade de morte empresarial. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As pequenas empresas que   sobrevivem pelo menos dois anos passaram de 51% em 2002 para 78% em 2005   (crescimento de 27%) - tornando-se mais duradouras. Isso deve-se &#224; melhoria do   ambiente econ&#243;mico (redu&#231;&#227;o e controlo da infla&#231;&#227;o, &#224; gradual diminui&#231;&#227;o das   taxas de juros, ao aumento do cr&#233;dito para as pessoas singulares e do consumo)   e maior qualidade na gest&#227;o empresarial. E, boa parte das sobreviventes &#233; do   segmento industrial (SEBRAE, 2010). Pereira e Noli (2010) afirmam que Minas Gerais apresenta uma posi&#231;&#227;o estrat&#233;gica na economia   nacional n&#227;o s&#243; pela sua localiza&#231;&#227;o geogr&#225;fica, como tamb&#233;m, pelo seu parque industrial moderno e por uma ampla infraestrutura de ensino e pesquisa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para Crocco e Lemos   (2000), o desenvolvimento industrial da regi&#227;o Metropolitana de Belo Horizonte   (RMBH) reflete o processo de industrializa&#231;&#227;o de Minas Gerais e o poder de   longevidade dessas empresas. A partir disso, explicam a configura&#231;&#227;o industrial   da regi&#227;o: a proximidade das regi&#245;es fornecedoras de mat&#233;ria-prima e o facto de Belo   Horizonte ter-se tornado o maior centro de servi&#231;os no Estado, determinando uma   centralidade urbana de elevada magnitude, estimulando a concentra&#231;&#227;o de ind&#250;stria nos seus arredores. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesse contexto, a quest&#227;o que norteia esta pesquisa   &#233;: em que fase do CVO se encontram as ind&#250;strias da RMBH,com base no modelo de Greiner (1998). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo deste artigo &#233; analisar,   de acordo com o Modelo de Greiner (1998), em que est&#225;gio do CVO se encontram as   ind&#250;strias pertencentes &#224; RMBH. Acredita-se que isso   poder&#225; auxiliar os seus gestores sobre o desenvolvimento da fase em que se   encontram, contribuindo para o aperfei&#231;oamento dos seus processos e aumento da sua longevidade. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>2.   Referencial te&#243;rico</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>2.1.modelos de an&#225;lise do cvo</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nos estudos sobre CVO   t&#234;m-se desenvolvido v&#225;rios modelos para analisar os aspectos do tema. Alguns   desses principais modelos foram desenvolvidos por Greiner (1972; 1998), Quinn e   Cameron (1983), Churchill e Lewis (1983), Miller e Friesen (1984), Scott e   Bruce (1987), Kaufmann (1990), Adizes (1990), Gersick, Davis, Hampton & Lansberg (1997) e Tr&#246;ger e Oliveira (1999). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estes autores cl&#225;ssicos divergem quanto &#224;s   denomina&#231;&#245;es das fases, formas de an&#225;lise, n&#250;mero de est&#225;gios e inclus&#227;o ou n&#227;o   de um est&#225;gio de pr&#233;-concep&#231;&#227;o, ou outro de decl&#237;nio. A varia&#231;&#227;o de est&#225;gio   d&#225;-se de acordo com as percep&#231;&#245;es te&#243;ricas deles - de tr&#234;s como   Machado-da-Silva, Vieira e Dellagnelo (1998) a dez como Adizes (1990). Os principais modelos e respectivas fases de CVO s&#227;o apontados no <a href="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09q1.jpg">Quadro 1</a>. </font></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">De acordo com Adizes (1990), o crescimento e o envelhecimento das   organiza&#231;&#245;es ocorre em fun&#231;&#227;o da inter-rela&#231;&#227;o entre dois fatores:   flexibilidade e controlabilidade. As organiza&#231;&#245;es jovens tendem a ser mais   flex&#237;veis, mas, nem sempre control&#225;veis, ao contr&#225;rio das mais velhas, que s&#227;o   menos flex&#237;veis e mais control&#225;veis. E, tamanho e tempo n&#227;o s&#227;o considerados   causas de crescimento e envelhecimento. Uma organiza&#231;&#227;o jovem &#233; aquela capaz de   mudar com relativa facilidade. J&#225; uma organiza&#231;&#227;o velha possui o comportamento mais control&#225;vel, por&#233;m, &#233; pouco propensa &#224;s mudan&#231;as. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quando uma organiza&#231;&#227;o &#233; ao mesmo tempo control&#225;vel e flex&#237;vel, n&#227;o &#233;   nem jovem nem muito velha. Ela possui vantagens da juventude e da maturidade, e   classifica-se num est&#225;gio denominado como Plenitude. Este &#233; o pico favor&#225;vel na   curva do CVO, em que a organiza&#231;&#227;o alcan&#231;a um equil&#237;brio entre autocontrole -   flexibilidade. Ao atingir esse est&#225;gio, a organiza&#231;&#227;o pode alterar a sua   dire&#231;&#227;o e controlar o que deseja fazer (Adizes, 1990, p. 3). O prop&#243;sito ao   desenvolver o seu modelo, foi estudar o que afeta esse equil&#237;brio, al&#233;m de   analisar como gerir esses fatores para que a organiza&#231;&#227;o atinja e permane&#231;a na Plenitude. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em cada est&#225;gio ocorrem novas crises e desafios (Kaufman, 1990). De   acordo com a habilidade de cada organiza&#231;&#227;o passam para um novo est&#225;gio mais   fortalecidas. Num estudo mais aprofundado, Kaufman (1990) define o CVO em   quatro fases (<a href="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09q1.jpg">quadro 1</a>). Contudo, esta pesquisa pauta-se na abordagem de Greiner (1998), a qual ser&#225; apresentada detalhadamente na pr&#243;xima sec&#231;&#227;o. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana"><b>2.2. O Modelo de Greiner (1998)</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com Greiner   (1998), o futuro de uma organiza&#231;&#227;o &#233; determinado mais em fun&#231;&#227;o da sua   hist&#243;ria do que por for&#231;as exteriores &#224; ela. Ele define uma s&#233;rie de fases   relativas ao desenvolvimento pelas quais as organiza&#231;&#245;es em crescimento tendem   a passar. Faz, ainda, um paralelo entre o termo <b>evolu&#231;&#227;o</b> e <b>revolu&#231;&#227;o</b>.   Aquele se refere aos per&#237;odos prolongados de crescimento da organiza&#231;&#227;o em que   n&#227;o ocorrem muitas movimenta&#231;&#245;es ou mudan&#231;as. Este, seriam os per&#237;odos de   grande desordem na vida das mesmas. Nos per&#237;odos de evolu&#231;&#227;o ocorrem muitas revolu&#231;&#245;es, que s&#227;o o ponto de partida para uma nova fase do CVO. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Cada fase sofre efeito da fase anterior e uma causa para a pr&#243;xima fase,   e cada per&#237;odo evolutivo &#233; caracterizado pelo estilo de gest&#227;o dominante na   organiza&#231;&#227;o, utilizado para atingir o crescimento, enquanto que cada per&#237;odo   revolucion&#225;rio &#233; salientado pelo problema de gest&#227;o dominante que deve ser   resolvido antes que o crescimento possa continuar. Abaixo s&#227;o descritas as fases do modelo de Greiner (1998), vide <a href="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09f1.jpg">figura 1</a>: </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">A partir do modelo   de Greiner (1998), na primeira fase denominada Criatividade, ocorre o   nascimento da organiza&#231;&#227;o e o seu foco est&#225; no mercado e no produto.   Caracteriza-se por longas jornadas de trabalho com sal&#225;rios compensadores; a   comunica&#231;&#227;o entre a equipe d&#225;-se frequentemente informal; os fundadores exercem   fun&#231;&#245;es gestoras, al&#233;m de estarem vocacionados a produzir e vender cada vez   mais o seu produto. &#201; marcada pela crise da lideran&#231;a, ou seja, &#233; quando a   empresa cresce, as opera&#231;&#245;es de produ&#231;&#227;o (processos) requerem um maior   conhecimento e acompanhamento sobre o seu desempenho, aumentam o n&#250;mero de   empregados que n&#227;o podem mais ser geridos por meio de uma comunica&#231;&#227;o informal   e muitos n&#227;o est&#227;o motivados por uma dedica&#231;&#227;o intensa &#224; organiza&#231;&#227;o. Os   fundadores veem-se oprimidos com tanta responsabilidade e os conflitos entre   l&#237;deres crescem de forma intensa. H&#225; a crise da lideran&#231;a, da&#237; a necessidade de   um l&#237;der de pulso forte, que tenha conhecimentos para gerir e habilidades para introduzir novas t&#233;cnicas aos neg&#243;cios. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A pr&#243;xima fase &#233;   denominada Dire&#231;&#227;o. Ap&#243;s sobreviverem &#224; fase anterior, as organiza&#231;&#245;es entram   no per&#237;odo de crescimento. &#201; um per&#237;odo de lideran&#231;a h&#225;bil e diretiva, que   apresenta as seguintes caracter&#237;sticas: inicia-se uma estrutura de organiza&#231;&#227;o   funcional para separar as atividades por &#225;rea - atividades de comercializa&#231;&#227;o   s&#227;o separadas da produ&#231;&#227;o; s&#227;o introduzidos sistemas de contabilidade para   exist&#234;ncia e compra de produtos; s&#227;o adotadas novas normas de trabalho,   programas de incentivo e or&#231;amentos; a comunica&#231;&#227;o torna-se informal e   impessoal de acordo com a hierarquia. E, acontece a crise da autonomia. A   organiza&#231;&#227;o fica mais complexa. Os empregados de hierarquias inferiores t&#234;m o   seu poder limitado, e mostram-se divididos entre seguir procedimentos e tomar   iniciativas. Essa fase &#233; marcada por uma demanda de maior autonomia por parte   dos gerentes. A solu&#231;&#227;o &#233; implementar um processo de delega&#231;&#227;o de poder, a partir de um processo de descentraliza&#231;&#227;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A terceira fase &#233; a   da Delega&#231;&#227;o, marcada pelo processo de descentraliza&#231;&#227;o do poder possui as   caracter&#237;sticas: aos gerentes s&#227;o atribu&#237;das maiores responsabilidades; o b&#243;nus   &#233; uma forma de benef&#237;cio utilizado para estimular o empregado a produzir e   vender mais; a comunica&#231;&#227;o da alta ger&#234;ncia ocorre por comunicados,   correspond&#234;ncias ou telefone, pois est&#225; mais distante do n&#237;vel operacional. H&#225;   a crise do Controlo, principalmente, devido &#224; descentraliza&#231;&#227;o do poder. A alta   ger&#234;ncia decide retomar o poder e recuperar o controlo da organiza&#231;&#227;o. A solu&#231;&#227;o seria a retomada de algumas t&#233;cnicas espec&#237;ficas de coordena&#231;&#227;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A fase seguinte &#233;   da Coordena&#231;&#227;o, com forte ascens&#227;o de sistemas formais de ger&#234;ncia, que   estimulam os gestores a perceberem as   necessidades da organiza&#231;&#227;o e tem como principais caracter&#237;sticas:   planejamento formalizado para manter o controle da empresa; unidades descentralizadas   s&#227;o fundidas em grupos de produtos; fun&#231;&#245;es, como processamento de dados &#233;   centralizado nos centros de opera&#231;&#245;es, enquanto as decis&#245;es de opera&#231;&#245;es   di&#225;rias ficam descentralizadas. &#201; marcada pela crise da Burocracia, cujos   sistemas formais se tornam burocr&#225;ticos em fun&#231;&#227;o do tamanho e da complexidade da organiza&#231;&#227;o. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A quinta e &#250;ltima   fase &#233; a da Colabora&#231;&#227;o, em que o controlo social e a autodisciplina determinam   o controlo formal. &#201; um processo de transi&#231;&#227;o dif&#237;cil na tentativa de superar a   burocracia. S&#227;o caracter&#237;sticas: as equipas s&#227;o divididas em fun&#231;&#227;o das   tarefas; utiliza-se uma estrutura do tipo matriz para designar as equipas   segundo as tarefas;os sistemas formais s&#227;o simplificados e transformados em   sistemas &#250;nicos com diversas fun&#231;&#245;es; os gestores re&#250;nem-separa solucionar   problemas maiores, e novas pr&#225;ticas s&#227;o encorajadas pela organiza&#231;&#227;o. Conforme   Greiner (1998), a crise nessa fase est&#225; marcada pelo <i>stress</i> profissional, decorrente da sobrecarga de trabalho, que ser&#225; resolvida por meio de uma nova estrutura e   programas que permitam aos empregados descansarem periodicamente, refletirem e revitalizarem-se. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Poucas organiza&#231;&#245;es   passam por todas essas fases de crescimento. De acordo com o desenvolvimento da   organiza&#231;&#227;o, torna-se poss&#237;vel observar sinais de outras fases, anteriores ou   posteriores &#224; fase em que a mesma se encontra. A supera&#231;&#227;o das dificuldades   identificadas na evolu&#231;&#227;o das organiza&#231;&#245;es depende da aten&#231;&#227;o do empreendedor   aos instrumentos que o meio oferece e do reconhecimento das defici&#234;ncias (Greiner, 1998). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>2.3.   Trabalhos anteriores na literatura brasileira recente</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foram levantados alguns trabalhos que   testaram o modelo de Greiner. No     <a href="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09q2.jpg">Quadro 2</a> s&#227;o sumariadas algumas de suas caracter&#237;sticas. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Nota-se   que, dentre as pesquisas identificadas para estudar o CVO, o foco deu-se   naquelas da &#225;rea de moda e vestu&#225;rio, m&#243;veis, em que as empresas se situaram,   sobremaneira, no est&#225;gio de criatividade. Al&#233;m de n&#227;o verificar pesquisas que   analisaram o CVO de ind&#250;strias, o que refor&#231;a o interesse por investig&#225;-las,   observa-se que s&#227;o estudos restritamente espec&#237;ficos cujo resultado n&#227;o   proporciona a interse&#231;&#227;o de um com o outro. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>3. Metodologia</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo desta   pesquisa foi identificar em que fase do CVO se encontram algumas ind&#250;strias na RMBH, segundo a abordagem de Greiner (1998). Ela &#233;   descritiva, sendo utilizado o m&#233;todo quantitativo do tipo inqu&#233;rito por   amostragem (Hair Jr., Anderson, Tatham & Black, 2005). Neste, a hip&#243;tese   n&#227;o &#233; causal, mas tem o prop&#243;sito de verificar se a perce&#231;&#227;o dos factos est&#225; ou n&#227;o de acordo com a realidade (Pinsonneault & Kraemer, 1993). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Possui   natureza aplicada, pois busca gerar conhecimento para a aplica&#231;&#227;o pr&#225;tica, na   solu&#231;&#227;o de problemas que ocorrem na realidade. A pesquisa emp&#237;rica tende a ser   quantitativa, e o seu grande valor &#233; trazer a teoria para a realidade (Michel,   2005). Centra-se na quantifica&#231;&#227;o de fen&#243;menos, por meio da colheita e an&#225;lise   de dados num&#233;ricos, com a utiliza&#231;&#227;o de testes estat&#237;sticos (Collis & Hussey, 2005). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As   unidades de an&#225;lise foram as ind&#250;strias pertencentes &#224; RMBH e as unidades de observa&#231;&#227;o foram os respondentes do question&#225;rio (gestores das empresas). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Essas   ind&#250;strias est&#227;o situadas no complexo industrial da RMBH, em Minas Gerais. A   amostra foi extra&#237;da da base de dados (cadastro) da Federa&#231;&#227;o das Ind&#250;strias de   Minas Gerais &#8211; FIEMG, referente ao ano de 2011, &#250;ltimo levantamento feito pela   Federa&#231;&#227;o. A popula&#231;&#227;o em estudo possu&#237;a mais de 1.000 ind&#250;strias. Mas, foram   obtidas respostas de 33 delas, pois o restante n&#227;o teve interesse em contribuir para a pesquisa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Essa amostra foi obtida por meio do m&#233;todo n&#227;o   probabil&#237;stico por conveni&#234;ncia e por julgamento (Hair Jr<i>. et al.</i>, 2005), visando-se obter uma quantidade maior de   respondentes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que se refere a colheita de dados, foi   disponibilizado um <i>link</i> na internet   (no qual estava inserido o question&#225;rio), para todas as ind&#250;strias cadastradas   na FIEMG. Utilizou-se como t&#233;cnica de colheita, question&#225;rio   estruturado composto por quest&#245;es fechadas com escala <i>Likert </i>de cinco   pontos. Esta escala variava de   1   a 5 op&#231;&#245;es, em que 1 significava que o respondente discordava totalmente sobre o item e, 5 quando concordava totalmente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi   reaplicado parte do question&#225;rio de Silva (2008), o qual foi elaborado a partir   de quest&#245;es te&#243;ricas fundamentadas no modelo conceitual do CVO a partir da   abordagem de Greiner (1998). Continha 30 perguntas, divididas em 5 grupos (6   perguntas em cada), referentes aos est&#225;gios de classifica&#231;&#227;o da organiza&#231;&#227;o,   segundo o modelo de Greiner. Para cada afirma&#231;&#227;o os respondentes deveriam atribuir a op&#231;&#227;o de resposta que percebiam ser a adequada &#224; organiza&#231;&#227;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao   responder &#224;s quest&#245;es do question&#225;rio, as respostas eram direcionadas para uma   tabela no <i>Excel<sup>&#174;</sup></i>, o que facilitou a an&#225;lise dos dados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O pr&#243;ximo passo foi o tratamento dos dados, a que se deu da seguinte forma: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">a)         Primeiramente,   para descrever os dados utilizados, foi realizada uma an&#225;lise descritiva, que   ser&#225; apresentada por meio de tabelas de frequ&#234;ncia, as empresas foram   classificadas segundo o ramo de atividade, tempo de funda&#231;&#227;o, n&#250;mero de funcion&#225;rios e dimens&#227;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">b)        Em seguida, iniciou-se o processo de classifica&#231;&#227;o   das empresas nos est&#225;gios do CVO em que se encontram, de acordo com as   respostas dos gestores. O m&#233;todo utilizado para se obter essa classifica&#231;&#227;o foi   o sistema classificador gen&#233;tico difuso do CVO, baseado na metaheur&#237;stica dos   algoritmos de Holland (1975) e na matem&#225;tica difusa de Zadeh (1965), correlacionados   aos est&#225;gios do CVO de Greiner (1998), possibilitando determinar qual o ponto   de localiza&#231;&#227;o no CVO de cada empresada amostra (Silva, 2008); </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">c)         A   partir da classifica&#231;&#227;o da fase do CVO das empresas, algumas compara&#231;&#245;es foram   realizadas. Procurou-se verificar se, para algumas caracter&#237;sticas, existia   diferen&#231;a significativa entre as fases. Para tanto, foram aplicados testes n&#227;o   param&#233;tricos, uma vez que as suposi&#231;&#245;es para a utiliza&#231;&#227;o de testes   param&#233;tricos n&#227;o foram atendidas. As hip&#243;teses dos testes, crit&#233;rios de an&#225;lise   e justificativas de utiliza&#231;&#227;o s&#227;o apontados a seguir. O n&#237;vel de signific&#226;ncia utilizado foi de 5% e, o programa, o MINITAB 14; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">d)        Aplicou-se   o teste de compara&#231;&#227;o de vari&#226;ncias <i>Kruskall     Wallis</i> &#8211; compara v&#225;rias amostras independentes para avaliar se prov&#234;m de   popula&#231;&#245;es com vari&#226;ncias iguais. Ele &#233; utilizado quando a suposi&#231;&#227;o de   normalidade necess&#225;ria para a an&#225;lise de vari&#226;ncia, n&#227;o &#233; satisfeita. Serviu para comparar as fases do CVO segundo as caracter&#237;sticas das empresas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As hip&#243;teses do teste s&#227;o: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">- <i>H<sub>0</sub></i>: Est&#225;gios do CVO possuem a mesma distribui&#231;&#227;o para item estudado </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">- <i>H<sub>1</sub></i>: Distribui&#231;&#227;o diferente para pelo menos dois est&#225;gios do CVO para item estudado </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A hip&#243;tese nula, de   igualdade de distribui&#231;&#245;es, &#233; rejeitada quando o p-valor &#233; inferior ao n&#237;vel de   signific&#226;ncia, ou seja, p-valor <0,05 (Hair <i>et al</i>., 2005). O teste &#233; realizado comparando todas as fases. Neste   caso, foram realizados testes de compara&#231;&#227;o dois a dois para verificar entre quais fases a diferen&#231;a ocorre. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09q3.jpg" width="376" height="185"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>3.1. Fuzzifica&#231;&#227;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para   a classifica&#231;&#227;o das empresas segundo a fase do CVO, foi utilizado o m&#233;todo de <i>fuzzifica&#231;&#227;o</i> dos dados. A categoriza&#231;&#227;o   inicial, com notas de   1 a   5, foi alterada para uma escala de   0   a 4, em que 0 indica discorda totalmente, 1 discorda, 2   concorda parcialmente, 3 concorda e 4 concorda totalmente. Ap&#243;s a codifica&#231;&#227;o   das respostas, para identificar a fase do CVO em que as organiza&#231;&#245;es se   encontram, com base em Greiner (1998) foi utilizada a an&#225;lise do sistema   classificador gen&#233;tico difuso do CVO (Hein, Beuren & Novello, 2011) e foram seguidos os seguintes passos:   fuzzifica&#231;&#227;o das respostas, pontua&#231;&#227;o m&#225;xima por fase, c&#225;lculo das dist&#226;ncias,   classifica&#231;&#227;o das empresas, interpreta&#231;&#227;o dos resultados <i>fuzzificados </i>do   CVO. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>3.1.1. Fuzzifica&#231;&#227;o   das respostas</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O   sistema classificador gen&#233;tico difuso foi utilizado para a classifica&#231;&#227;o das   empresas na fase do CVO em que cada empresa mais se aproximar. O m&#233;todo   considera a expans&#227;o da resposta apontada pelo entrevistado para as respostas   pr&#243;ximas. Por exemplo, se o entrevistado aponta concordar parcialmente, o   sistema considera que ele possa estar numa situa&#231;&#227;o difusa, incerta, em que ele pode apresentar tend&#234;ncia a discordar ou concordar. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Hein,   Beuren e Novello (2011) mencionam que os elementos comuns entre os sistemas   classificadores s&#227;o: i) uma popula&#231;&#227;o inicial; ii) lista de aspetos a serem examinados e avaliados; iii) regras de classifica&#231;&#227;o (<i>inputs</i>); e iv) classifica&#231;&#227;o (outputs). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Hein   (1995) assevera que a teoria dos conjuntos difusos, ou l&#243;gica difusa,   distingue-se por trabalhar com racioc&#237;nios aproximados, a fim de se obter   infer&#234;ncias, para permitir que a mesma se ajuste melhor &#224; linguagem natural,   recapturando o significado de termos vagos, amb&#237;guos ou imprecisos, vistos na teoria cl&#225;ssica como predicados difusos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   primeiro passo para a fuzzifica&#231;&#227;o &#233; a transforma&#231;&#227;o das respostas dos   entrevistados em cinco n&#237;veis. Para tal, cada op&#231;&#227;o de resposta foi   transformada em 5 alelos, sendo fuzzificadas. Em seguida, as respostas dos   entrevistados foram transformadas, inicialmente, num esquema gen&#233;tico de cinco   pontos, em que C<sub>1</sub>=0, C<sub>2</sub>=1, C<sub>3</sub>=2, C<sub>4</sub>=3   e C<sub>5</sub>=4.  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ap&#243;s   a transforma&#231;&#227;o das respostas em escalas de cinco pontos para todos os entrevistados, a fuzzifica&#231;&#227;o foi iniciada, utilizando-se a codifica&#231;&#227;o apresentada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>3.1.2. Pontua&#231;&#227;o   m&#225;xima por fase</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ap&#243;s a fuzzifica&#231;&#227;o   das respostas, para cada uma das empresas da amostra, foi necess&#225;rio   desenvolver, para cada um dos grupos de quest&#245;es (que caracterizam cada uma das   cinco fases), o esquema do sistema gen&#233;tico por meio da pontua&#231;&#227;o m&#225;xima para cada fase. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>3.1.3. C&#225;lculo das   dist&#226;ncias e classifica&#231;&#227;o das empresas</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ap&#243;s   a fuzzifica&#231;&#227;o das respostas e das fases, calculou-se a dist&#226;ncia entre as respostas   fuzzificadas atribu&#237;das a cada empresa e os valores m&#225;ximos fuzzificados   obtidos para cada fase. Como o c&#243;digo representado por C<sub>1</sub> &#233;   representado por zero nas fases, ele n&#227;o ser&#225; utilizado para o c&#225;lculo das dist&#226;ncias. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Conforme   Hein, Beuren e Novello (2011), para calcular as dist&#226;ncias cromoss&#243;micas, &#233; empregada a m&#233;trica expressa na equa&#231;&#227;o: </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09e1.jpg" width="392" height="71"></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">em   que: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">e<sub>i</sub> = matriz com as respostas fuzzificadas para a empresa<i> i</i>; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>e<sub>j</sub></i> = matriz com pontua&#231;&#227;o m&#225;xima, fuzzificada, da fase <i>j</i>; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>eig</i> = autovalores encontrados utilizando a matriz do resultado da multiplica&#231;&#227;o   entre a diferen&#231;a dos vetores <i>e<sub>i</sub></i> e <i>e<sub>j</sub></i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As   respostas, para cada empresa, s&#227;o representadas por uma matriz 4x30. A   multiplica&#231;&#227;o dessa matriz pela sua transposta gera uma matriz 4x4, homog&#233;nea.   Utilizando essa matriz homog&#233;nea, s&#227;o calculados os 4 autovalores, e ent&#227;o &#233;   utilizado o maior autovalor obtido. O resultado da dist&#226;ncia &#233; a raiz quadrada do maior autovalor encontrado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Essa   dist&#226;ncia &#233; calculada para cada empresa, para cada uma das fases. Elas indicam   que cada empresa possui caracter&#237;sticas de todas as fases, mas a menor dist&#226;ncia indicar&#225; em qual das fases a empresa se encontra. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>4. An&#225;lise e   discuss&#227;o dos dados</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>4.1. Caracteriza&#231;&#227;o das empresas</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A descri&#231;&#227;o das   caracter&#237;sticas das empresas foi realizada por meio da an&#225;lise univariada das   informa&#231;&#245;es contidas no question&#225;rio, para determinar o perfil da amostra. A maior parte (51,5%) das empresas   pesquisadas est&#225; no mercado h&#225; mais de 20 anos. Apenas 12,1% possui tempo de funda&#231;&#227;o   menor ou igual a 5 anos (<a href="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09t1.jpg">tabela 1</a>). Quanto &#224; classifica&#231;&#227;o das empresas em   rela&#231;&#227;o ao n&#250;mero de funcion&#225;rios, a maioria das delas (60,6%) possui mais de 100 funcion&#225;rios contratados (<a href="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09t2.jpg">tabela 2</a>). </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">No que se refere &#224; dimens&#227;o das empresas,   mais de 50% da amostra &#233; de m&#233;dia dimens&#227;o, de acordo com a <a href="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09t3.jpg">tabela 3</a>. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Com base na <a href="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09t4.jpg">tabela 4</a>, que se refere ao ramo   de atividade das empresas, o ramo automobil&#237;stico teve predomin&#226;ncia (18,2%).   Percebe-se, com isso, que a presen&#231;a de uma montadora de autom&#243;veis na RMBH   fomenta a necessidade de fornecedoras de pe&#231;as automobil&#237;sticas. Outro ramo que   merece destaque &#233; o de constru&#231;&#227;o (9,1%). Este ramo vem apresentando acentuada demanda de servi&#231;os e perspectivas de crescimento na regi&#227;o. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana"><b>4.2. Classifica&#231;&#227;o das empresas na fase do CVO segundo Greiner (1998)</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O <a href="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09q4.jpg">Quadro 4</a> apresenta as dist&#226;ncias das 33   empresas, para cada fase do CVO, segundo o modelo de Greiner (1998) e a classifica&#231;&#227;o de cada uma delas numa das fases.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">A frequ&#234;ncia das empresas segundo sua fase   no CVO &#233; descrita na <a href="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09t5.jpg">Tabela 5</a>. A maioria das empresas foi classificada na fase   de coordena&#231;&#227;o, seguida pela de criatividade. Cabe ressaltar que <b>nenhuma</b> foi classificada na <b>fase de colabora&#231;&#227;o</b>. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana"><b>4.3. An&#225;lise comparativa entre as fases do ciclo de vida organizacional</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A partir da classifica&#231;&#227;o da fase do CVO,   compara&#231;&#245;es foram realizadas, por meio do teste <i>Kruskal Wallis</i>, para verificar se, para algumas caracter&#237;sticas das empresas, existia diferen&#231;a significativa entre as fases. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A <a href="/img/revistas/tms/v10nespecial/10a09t6.jpg">Tabela 6</a> apontou que a m&#233;dia do n&#250;mero de funcion&#225;rios n&#227;o foi   diferente para as fases do CVO e, a variabilidade, alta. Na fase de coordena&#231;&#227;o   obteve-se o maior n&#250;mero m&#233;dio de funcion&#225;rios e maior variabilidade. O p-valor   do teste (0,182) foi maior que o n&#237;vel de signific&#226;ncia (0,05), logo, a   hip&#243;tese nula, de igualdade das fases, n&#227;o foi rejeitada. Assim, n&#227;o houve   ind&#237;cios de diferen&#231;a entre as fases no que se refere ao n&#250;mero de funcion&#225;rios. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Em rela&#231;&#227;o ao tempo de funda&#231;&#227;o das empresas a fase de coordena&#231;&#227;o   apresentou a maior m&#233;dia, al&#233;m de elevada variabilidade. Quanto ao p-valor do   teste de compara&#231;&#227;o das fases segundo o tempo de funda&#231;&#227;o das empresas foi   0,662, sendo maior que o n&#237;vel de signific&#226;ncia. Isso indica que a hip&#243;tese   nula n&#227;o &#233; rejeitada. Ent&#227;o, n&#227;o houve ind&#237;cios de que ocorreu diferen&#231;a entre   as fases no que se refere ao tempo de funda&#231;&#227;o das empresas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Quanto a dimens&#227;o das empresas, revelou-se que, para as fases de   coordena&#231;&#227;o, criatividade e delega&#231;&#227;o, a dimens&#227;o das empresas foi, na maioria,   m&#233;dia. Apenas para a fase de orienta&#231;&#227;o, predominaram as pequenas empresas, mas   correspondeu a somente 4 empresas. O p-valor do teste - 0,648 - foi maior que o   n&#237;vel de signific&#226;ncia. Portanto, a hip&#243;tese nula n&#227;o foi rejeitada. Assim, inexistiram ind&#237;cios de diferen&#231;a entre as fases acerca da sua dimens&#227;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em suma, nenhum dos fatores, como n&#250;mero de funcion&#225;rios, tempo de   funda&#231;&#227;o e dimens&#227;o das empresas, foram aspetos de classifica&#231;&#227;o das empresas quanto ao CVO. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>4.4. Interpreta&#231;&#227;o dos resultados fuzzificados do CVO pelo modelo de   Greiner</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A partir dessa an&#225;lise, que utiliza como par&#226;metro o estilo de gest&#227;o,   tem-se uma informa&#231;&#227;o &#250;til para que o empreendedor/gestor direcione os rumos da sua organiza&#231;&#227;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sobre a import&#226;ncia de se conhecer o est&#225;gio   em que se encontra a organiza&#231;&#227;o, Greiner (1998, p. 98) afirma que as empresas   costumam deixar de reconhecer que muitas indica&#231;&#245;es valiosas para o seu &#234;xito   futuro encontram-se dentro das suas pr&#243;prias organiza&#231;&#245;es e nos seus diversos   est&#225;gios de desenvolvimento. Al&#233;m do mais, a incapacidade da dire&#231;&#227;o da firma   de compreender os seus problemas de desenvolvimento empresarial pode redundar   numa estagna&#231;&#227;o da empresa no seu est&#225;gio atual de evolu&#231;&#227;o ou, finalmente, na   sua fal&#234;ncia, independente das perspectivas oferecidas pelas condi&#231;&#245;es do mercado (Greiner, 1998, p. 98). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao classificar as empresas, notou-se que sete empresas se situaram no   est&#225;gio de <i>criatividade</i>, quatro no   est&#225;gio de <i>dire&#231;&#227;o</i>, quatro no est&#225;gio   de <i>delega&#231;&#227;o</i> e dezoito no est&#225;gio de <i>coordena&#231;&#227;o. </i>Nenhuma das empresasse   classificou no quinto est&#225;gio - <i>colabora&#231;&#227;o.</i> Foi expressivo o n&#250;mero de empresas classificadas no quarto est&#225;gio, o de <i>coordena&#231;&#227;o</i> (54,55% da amostra), sendo 22,2% de empresas do setor automobil&#237;stico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Salienta-se que, as empresas neste est&#225;gio apresentam um planejamento formal, em que os   procedimentos s&#227;o estabelecidos e revistos constantemente. Encontram-se   preparadas para investir no mercado de capitais e os investimentos passam por   um amplo processo de avalia&#231;&#227;o, que abrange a sua lucratividade. Elas apresentam processos mais eficientes e a estrutura de <i>staff</i> est&#225; bem definida. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No est&#225;gio de <i>criatividade</i>- 21,21% -nenhum setor se   destacou. Nele inclu&#237;ram-se empresas de siderurgia, metalurgia, artefactos de cimento, ind&#250;stria de mobili&#225;rio, entre outras. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No est&#225;gio de nascimento da organiza&#231;&#227;o, a &#234;nfase est&#225; na cria&#231;&#227;o tanto de um   produto quanto de um mercado. Nesse momento, a organiza&#231;&#227;o tende a preocupar-se   apenas com o seu crescimento. A comunica&#231;&#227;o na empresa ainda ocorre de maneira   informal, n&#227;o utiliza procedimentos administrativos e o controle das atividades   ocorre diariamente. A atividade de gest&#227;o acontece pelos fundadores ou propriet&#225;rios da organiza&#231;&#227;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os est&#225;gios de <i>dire&#231;&#227;o e delega&#231;&#227;o </i>apresentaram 12,12%,   compondo-se de quatro empresas cada um deles. No de <i>dire&#231;&#227;o, </i>t&#234;m-se empresas do ramo de   transporte, <i>call center</i>,   automobil&#237;stico e consultoria. J&#225; o de <i>delega&#231;&#227;o </i>contemplou empresas dos ramos: financeiro, produtos qu&#237;micos, fundi&#231;&#227;o e fabrica&#231;&#227;o de m&#225;quinas para minera&#231;&#227;o. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As empresas no   est&#225;gio de dire&#231;&#227;o caracterizam-se pela cria&#231;&#227;o de sistemas de hierarquia com a   divis&#227;o de fun&#231;&#245;es e tarefas. A comunica&#231;&#227;o dentro da empresa torna-se   formalizada, al&#233;m de serem desenvolvidos e implantados processos administrativos visando controlar o sistema de compras e vendas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No est&#225;gio de <i>delega&#231;&#227;o </i>as empresas mostraram-se mais   evolu&#237;das. T&#234;m uma comunica&#231;&#227;o mais eficiente, s&#227;o mais &#225;geis face ao mercado,   e as ferramentas administrativas controlam melhor os processos. Uma quantidade   maior de responsabilidades &#233; atribu&#237;da aos gestores e os funcion&#225;rios passam a receber participa&#231;&#227;o nos lucros da empresa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Conv&#233;m ponderar que, nenhuma empresa se   classificou no est&#225;gio de colabora&#231;&#227;o &#8211; o &#250;ltimo do modelo de Greiner (1998).   Nele, as empresas indicam uma administra&#231;&#227;o mais flex&#237;vel e h&#225; equipas multidisciplinares trabalhando na   empresa. Enfatiza-se maior espontaneidade em a&#231;&#227;o de gest&#227;o por meio de equipas   e a confronta&#231;&#227;o habilidosa de diferen&#231;as. O controlo social e a autodisciplina   predominam no controlo formal. Essa transi&#231;&#227;o &#233; dif&#237;cil, especialmente, para os   especialistas que criaram os antigos sistemas, bem como para aqueles gerentes de linha que confiam em m&#233;todos formais para respostas. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>5. Conclus&#227;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo deste trabalho foi identificar em que fase do CVO se   encontram algumas ind&#250;strias na RMBH, segundo a abordagem de Greiner (1998).   Procedeu-se a uma revis&#227;o bibliogr&#225;fica acerca dos seguintes temas:diferentes   modelos de classifica&#231;&#227;o do CVO; conhecer a import&#226;ncia de classifica&#231;&#227;o das   empresas mediante as fases do CVO; identificar outros trabalhos que abordaram o Modelo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um importante conceito que justificou o desenvolvimento desta pesquisa   foi que o CVO &#233; a fase/est&#225;gio em que a organiza&#231;&#227;o se situa num determinado momento da sua vida. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A escolha do m&#233;todo, o sistema classificador gen&#233;tico difuso, foi   com base na recomenda&#231;&#227;o de Silva (2008), que tamb&#233;m utilizou a tipologia de   Greiner (1998). Al&#233;m disso, o sistema d&#225; condi&#231;&#245;es de intervalaras empresas nos   est&#225;gios, possibilitando uma rela&#231;&#227;o pr&#243;xima &#224; realidade, trazendo maior confiabilidade ao m&#233;todo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Constatou-se que, a parcela mais representativa das empresas pesquisadas   funciona h&#225; mais de 20 anos; a maioria tem mais de 100 funcion&#225;rios, sendo que   cerca de metade delas &#233; de m&#233;dia dimens&#227;o. As do setor automobil&#237;stico foram a maioria dos respondentes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto &#224; classifica&#231;&#227;o das empresas, segundo a fase do CVO, a maior   parte situou-se na fase de coordena&#231;&#227;o (destaque para o setor automobil&#237;stico),   depois, por criatividade. E, dentre as respondentes, nenhuma se encontrava no   est&#225;gio de colabora&#231;&#227;o, o &#250;ltimo deles. Portanto, as respondentes sugeriram a   n&#227;o ader&#234;ncia &#224;s caracter&#237;sticas deste est&#225;gio, que a maturidade &#233; mais   avan&#231;ada em termos de gest&#227;o organizacional. Ainda sim, sugerem certo grau de longevidade. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Na compara&#231;&#227;o da presen&#231;a de caracter&#237;sticas nos est&#225;gios de CVO, n&#227;o   foram obtidas evid&#234;ncias de diferen&#231;a entre as fases no que se refere ao n&#250;mero de funcion&#225;rios, tempo de funda&#231;&#227;o e, dimens&#227;o das empresas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Conclui-se, assim, que as empresas n&#227;o apresentaram distin&#231;&#245;es   estatisticamente significantes ao analis&#225;-las com base nesses elementos, ou   seja, pode-se supor que, toda a amostra de respondentes faz parte de um mesmo grupo, segundo essas caracter&#237;sticas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esta pesquisa, ao atender o objetivo proposto, al&#233;m de contribuir para a   melhoria nos processos de gest&#227;o das ind&#250;strias investigadas, que passaram a   conhecer a fase do CVO em que se situavam (os resultados foram divulgados a   cada respondente, por e-mail), estimula o aprofundamento de trabalhos futuros   acerca da tem&#225;tica. A partir disso, os seus gestores podem conseguir   incrementos nos processos de tomada de decis&#227;o, constituindo estrat&#233;gias adequadas &#224;s necessidades e ambi&#231;&#245;es dos propriet&#225;rios do neg&#243;cio. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por outro lado, refutou-se, para a amostra analisada, o preconizado por   Greiner (1998), ou seja, idade, dimens&#227;o e tamanho das empresas foram elementos determinantes de classifica&#231;&#227;o das empresas no CVO. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&#201; importante referir que, o facto de os   dados apresentarem elevada variabilidade, significa, do ponto de vista estat&#237;stico, &#8220;ter informa&#231;&#227;o&#8221;, apontando poss&#237;veis diferen&#231;as entre as fases. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recomenda-se fazer uso do modelo de Greiner   (1998) e, da mesma metodologia, aplicando o sistema classificador gen&#233;tico   difuso do CVO, expandindo a pesquisa para outras regi&#245;es do Estado e do pa&#237;s,   pois j&#225; foi aplicado em outras pesquisas com a mesma finalidade, tendo-se obtido resultados satisfat&#243;rios. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Refer&#234;ncias </b> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Adizes, I. (1990). <i>Os   ciclos de vida das organiza&#231;&#245;es: como e porque as empresas crescem e   morrem e o que fazer a respeito</i>. S&#227;o Paulo: Pioneira.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S2182-8458201400030000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Bridges, W. (1998). <i>As empresas tamb&#233;m precisam de terapia:   como usar os tipos junguianos para o desenvolvimento organizacional</i>. S&#227;o   Paulo: Editora Gente.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S2182-8458201400030000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Borinelli, M. L.   (1998). <i>A identifica&#231;&#227;o do ciclo de vida     das pequenas empresas por meio das demonstra&#231;&#245;es cont&#225;beis</i>, 1998.   Disserta&#231;&#227;o de Mestrado, Programa de p&#243;s-gradua&#231;&#227;o em Engenharia de Produ&#231;&#227;o,   Universidade Federal de Santa Catarina, Florian&#243;polis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S2182-8458201400030000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Churchill, N. C. & Lewis, V. L. (1983).   Growing concerns: topics of particular interest to owners and managers of   smaller businesses. <i>Harvard Business Review</i>, Vol. <i>61</i>,   30-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S2182-8458201400030000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Collis, J. &   Hussey, R. (2005). <i>Pesquisa em administra&#231;&#227;o: um guia pr&#225;tico     para alunos de gradua&#231;&#227;o e p&#243;s-gradua&#231;&#227;o</i>. Porto Alegre: Bookman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S2182-8458201400030000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Crocco, M. &   Lemos, M. B. (2000). <i>Competitividade e din&#226;mica comparativa das regi&#245;es     metropolitanas.</i>Belo Horizonte: CEDEPLAR/UFMG.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S2182-8458201400030000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gersick,   K. E., Davis, J. A., Hampton, M. M. & Lansberg, I. (1997). <i>De gera&#231;&#227;o para     gera&#231;&#227;o: ciclo de vida das empresas familiares</i>. S&#227;o Paulo: Neg&#243;cio Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S2182-8458201400030000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Greiner, L. E. (1972). Evolution and revolution as organizations grow. <i>Harvard   Business Review</i>, <i>50</i>(4), 37-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S2182-8458201400030000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Greiner, L. E.   (1998). Evolution and revolution as organizations grow, <i>Harvard Business Review</i>, <i>76</i>(3),</a>55-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S2182-8458201400030000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kaufmann, L. (1990). <i>Passaporte   para o ano 2000: como desenvolver e explorar a capacidade empreendedora para crescer com sucesso at&#233; o ano 2000.</i> S&#227;o Paulo: Makron.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S2182-8458201400030000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hair Jr., J. F., Anderson, R. E., Tatham, R.   L. & Black, W. C. (2005). <i>An&#225;lise     multivariada de dados.</i>Porto Alegre:   Bookman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S2182-8458201400030000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hein, N. (1995). Um modelo did&#225;tico de   otimiza&#231;&#227;o gen&#233;tica. <i>Boletim do Departamento de Matem&#225;tica da FURB</i>,   n. 32, Blumenau.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S2182-8458201400030000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hein, N., Beuren, I. M. & Novello, A. A.   (2011).Sistema classificador h&#237;brido do ciclo de   vida organizacional.<i>Revista de     Administra&#231;&#227;o da UNIMEP</i>, <i>9</i>(2),   1-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S2182-8458201400030000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Holland, J. (1975).<i>Adaptation in natural and   artificial systems</i>. Ann Arbor: The University of Michigan Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S2182-8458201400030000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lezana, &#193;. G. R. & Grapegia, M. (2006). Diagn&#243;stico da fase do ciclo de vida organizacional. Universidade Federal de Santa Catarina.<i>Revista Produ&#231;&#227;o On Line</i>, <i>10</i>(10).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S2182-8458201400030000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Machado-Da-Silva,   C. L., Dellagnelo, E. H. L. & Vieira, M. M. F. (1998). <i>Tecnologia e ciclo de vida organizacional: um quadro de an&#225;lise</i>.In: <i>EnANPAD</i>, 16, 1998, Anais..., Rio de   Janeiro: ANPAD.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S2182-8458201400030000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Michel, M. H. (2005).<i>Metodologia de   pesquisa cientifica em ci&#234;ncias sociais:   um guia pr&#225;tico paraacompanhamento da disciplina de elabora&#231;&#227;o de trabalhos monogr&#225;ficos</i>.S&#227;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S2182-8458201400030000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Miller, D. &   Friesen, P. (1984). A longitudinal study of corporate life cycle. </a><i>Management Science</i>, <i>30</i>(10), 1161-1183.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S2182-8458201400030000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pedro, A. M. (2003). <i>Caracter&#237;sticas comportamentais dos empreendedores no modelo de ciclo   de vida das organiza&#231;&#245;es de Greiner</i>, 2003,   112 f., (Disserta&#231;&#227;o) &#8211;   Programa de p&#243;s-gradua&#231;&#227;o em Engenharia de Produ&#231;&#227;o. Universidade Federal de Santa Catarina, Florian&#243;polis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S2182-8458201400030000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pereira, T. S. & Noli, G. B. (2010). Crescimento econ&#244;mico,   produtividade e ocupa&#231;&#227;o: Minas Gerais, Sudeste e Brasil, in: <i>Semin&#225;rio     sobre a Economia Mineira</i>, 14., 2010, Anais....Belo Horizonte: CEDEPLAR.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S2182-8458201400030000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pinsonneault, A. & Kraemer, K. L. (2003). Survey research in   management information systems: an assessement. <i>Journal of MIS, </i>Vol.10,   75-105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S2182-8458201400030000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Quinn, R. E. & Cameron, K. (1983). Organizational life cycles and   shifting criteria of effectiveness: some preliminary evidence. <i>Management Science, 29</i>(1), 33-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S2182-8458201400030000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Razzoline Filho, E. (2000). O ciclo de vida do produto e o   empreendedorismo: sua influ&#234;ncia no ciclo de vida organizacional. <i>Revista     das Faculdades de Linhares,</i> 8, 18-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S2182-8458201400030000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Silva, L. C. (2008). Controles de gest&#227;o utilizados nas fases do ciclo   de vida das ind&#250;strias familiares do p&#243;lo moveleiro de S&#227;o Bento do Sul/SC,   2008, 208p.. (Disserta&#231;&#227;o) - Programa de P&#243;s-Gradua&#231;&#227;o em Administra&#231;&#227;o, Universidade Regional de Blumenau - FURB, Blumenau.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S2182-8458201400030000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Servi&#231;o Brasileiro de Apoio &#224;s Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE)   (2010). <i>Ponto de partida</i>. Belo Horizonte: SEBRAE/MG.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S2182-8458201400030000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Scott, M. & Bruce, R. (1987). Five stages of growth in small business.<i>Long Range Planning</i>, <i>20</i>(3),   45-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S2182-8458201400030000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Tr&#246;ger, A. &   Oliveira, J. P. M. (1999). Um modelo de   ciclo de vida para organiza&#231;&#245;es virtuais.In:<i>ENANPAD</i>, 22, 1999, Anais.   Rio de Janeiro, ANPAD.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S2182-8458201400030000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vasconcelos, A. M. (2009). <i>Ciclo de vida   de empreendimentos sociais</i>,2009,   107p. Disserta&#231;&#227;o Programa de p&#243;s-gradua&#231;&#227;o em Engenharia de Produ&#231;&#227;o, Universidade Federal de Santa Catarina, Florian&#243;polis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S2182-8458201400030000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Zadeh, L. (1965). Fuzzy sets. <i>Information   and control</i>, Nova York, Vol. <i>8</i>,   338-353.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S2182-8458201400030000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Os autores agradecem o apoio da FAPEMIG.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Processo   do artigo    <br> </b><b>Submetido:</b>  18 Juho 2012    <br> <b>Aceite:</b> 15 janeiro 2013</font></p>      ]]></body><back>
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