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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estucadores do Ticino na Lisboa joanina]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This paper analyses the ornamental stuccos still existing in Lisbon that may be attributed to the reign of D. João V, on the basis of their decorative elements, from the French Regency to the first signs of the rococo. The stuccoists from Ticino living in Lisbon at the time - highly skilled "maestri d’arte”, some of them with years of professional experience obtained previously in other European countries - played an important role in the transmission of those artistic languages. New data uncovers the origins of the most famous of those stuccoists, João Grossi (Giovanni Maria Teodoro Grossi), and sheds light on other contemporary artists from Ticino that are likely to have woeked with him in Lisbon: Domenico Maria Plura, Carlo Sebastiano Staffieri, Giovanni Francesco Righetti, Sebastiano Toscanelli and Michele Reale.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p><b>Estucadores do Ticino na Lisboa joanina</b></p>     <p><b>Ticino stucco masters in reign of D. João V in Lisbon</b></p>     <p><b>Isabel Mayer Godinho Mendonça<a href="#*"><sup>*</sup></a><a name="top*"></a></b></p>     <p>Escola Superior de Artes Decorativas da Fundação Ricardo do Espírito Santo    Silva, Lisboa, Portugal</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O artigo analisa os estuques decorativos ainda existentes na cidade de Lisboa,  atribuíveis ao reinado de D. João V, a partir da linguagem decorativa utilizada,  entre a regência francesa e os primeiros sinais do rococó. Na transmissão dessa  linguagem terão tido um papel de destaque os estucadores do Ticino então em Lisboa,  exímios &ldquo;maestri d’arte&rdquo;, alguns deles já com um longo percurso profissional noutros  países da Europa. </p>     <p>A partir de fontes documentais inéditas são apresentados novos dados sobre    as origens de João Grossi (Giovanni Maria Teodoro Grossi), o mais famoso desses    estucadores, e recuperam-se do esquecimento outros artistas do Ticino que com    ele provavelmente colaboraram: Domenico Maria Plura, Carlo Sebastiano Staffieri,    Giovanni Francesco Righetti, Sebastiano Toscanelli e Michele Reale. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>PALAVRAS-CHAVE</b></p>     <p>Estuque / Estucadores / João Grossi / Ticino / Lisboa</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This paper analyses the ornamental stuccos still existing in Lisbon that may    be attributed to the reign of D. João V, on the basis of their decorative elements,    from the French Regency to the first signs of the rococo. The stuccoists from    Ticino living in Lisbon at the time – highly skilled &quot;maestri d’arte&rdquo;,    some of them with years of professional experience obtained previously in other    European countries - played an important role in the transmission of those artistic    languages. </p>     <p>New data uncovers the origins of the most famous of those stuccoists, João    Grossi (Giovanni Maria Teodoro Grossi), and sheds light on other contemporary    artists from Ticino that are likely to have woeked with him in Lisbon: Domenico    Maria Plura, Carlo Sebastiano Staffieri, Giovanni Francesco Righetti, Sebastiano    Toscanelli and Michele Reale. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>KEYWORDS</b></p>     <p>Stuccowork / Stuccoists / João Grossi / Ticino / Lisboa</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>A utilização de estuques de relevo na decoração arquitetónica renasceu em Portugal    no reinado de D. João V, depois de uma quase total ausência durante a segunda    metade do século XVII e os primeiros anos do século XVIII. Para tal contribuíram    os estucadores do Ticino que então trabalharam entre nós, sobretudo na região    de Lisboa, onde ainda permanecem alguns notáveis exemplos da sua atividade.</p>     <p>Antes de abordarmos o tema que aqui nos propomos, é importante traçar a fortuna    crítica desta arte aplicada, que só muito recentemente tem vindo a merecer a    atenção dos historiadores da arte, apesar da sua presença constante nos interiores    portugueses, pelo menos desde meados do século XVIII.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>OS ESTUQUES DECORATIVOS. FORTUNA CRÍTICA DE UMA ARTE ESQUECIDA</b></p>     <p>O interesse pelos estuques decorativos em Portugal começou há alguns anos,    com os estudos pioneiros de Flórido de Vasconcelos. Este historiador chamou    pela primeira vez a atenção para a importância do estuque de ornato no contexto    das Artes Decorativas e para alguns dos exemplos que ainda existem em Portugal,    apesar das perdas irreparáveis ocasionadas pela passagem do tempo e por restauros    desastrosos<a href="#1"><sup>1</sup></a><a name="top1"></a>. </p>     <p>O inventário dos estuques decorativos ainda existentes em Portugal tornou-se    por isso uma prioridade para Flórido de Vasconcelos, que entre 1984 e 1991 levou    a cabo um levantamento de estuques decorativos no Porto e em outras cidades    do Douro e Minho, com o apoio do Centro Regional de Artes Tradicionais do Porto    e da Fundação Calouste Gulbenkian<a href="#2"><sup>2</sup></a><a name="top2"></a>.  </p>     <p>Na senda deste estudioso, propusemos aos nossos alunos do curso de especialização    em &ldquo;Artes Decorativas/Interiores&rdquo;, da Escola Superior de Artes Decorativas da    Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva, um levantamento sistemático dos estuques    decorativos do concelho de Lisboa que culminou com uma exposição em 1992 <a href="#3"><sup>3</sup></a><a name="top3"></a>.  </p>     <p>A estas atividades pioneiras em prol do conhecimento dos estuques sucederam-se    publicações de vários autores<a href="#4"><sup>4</sup></a><a name="top4"></a>    e dissertações de mestrado e doutoramento entretanto defendidas na área da Conservação    e Restauro<a href="#5"><sup>5</sup></a><a name="top5"></a> e no âmbito da História    da Arte<a href="#6"><sup>6</sup></a><a name="top6"></a>. Nos últimos anos tiveram    também lugar três encontros científicos dedicados à arte do estuque, um deles    internacional <a href="#7"><sup>7</sup></a><a name="top7"></a>, prova evidente    do novo interesse por esta área da História da Arte portuguesa durante tanto    tempo esquecida. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>OS ESTUQUES DA IGREJA DA DIVINA PROVIDÊNCIA</b></p>     <p>A primeira referência documental a uma campanha de estuques durante o reinado    de D. João V surge num opúsculo publicado em 1713<a href="#8"><sup>8</sup></a><a name="top8"></a>,    descrevendo as obras de decoração realizadas na igreja da Divina Providência,    em Lisboa, para as festas da canonização de santo André Avelino. O seu autor,    um anónimo padre teatino madrileno, menciona a &ldquo;singular obra de estuco&rdquo; aplicada    na fachada principal do templo, da autoria de um estucador milanês, &ldquo;discipulo    de Juan Baptista Chicheri&rdquo;, cujo nome não revela. </p>     <p>A obra compreendeu, segundo o mesmo autor, &ldquo;primores en requadros, cornisas,    remates, con airosas conchas, festones, Tarjas, y Jaspes imitados, con destreza,    al natural&rdquo;, aplicados nas duas janelas e no portal. Uma decoração em estuque    de relevo, com ornatos barrocos ao gosto da época, aparentemente aplicados sobre    fundos marmoreados, em substituição de uma projetada pintura de quadratura &ldquo;por    el soberano pincel de Bacarelo&rdquo;, que não chegou a concretizar-se. </p>     <p>Alguns anos mais tarde, perto do final da centúria – entre 1792 e 1794 –, um    outro cronista teatino, frei Tomás Caetano de Bem, referindo-se à decoração    do templo por altura das mesmas comemorações, garantia que Baccarelli tinha    executado uma falsa fachada em &ldquo;famosa architectura&rdquo; e o anónimo estucador milanês    apenas estuques no interior<a href="#9"><sup>9</sup></a><a name="top9"></a>.    Mas não custa a crer que a descrição do padre madrileno, escrita um ano somente    após as festas da canonização do santo teatino, esteja mais próxima da realidade.</p>     <p>Independentemente da localização dos estuques, o que ressalta dos dois relatos    e sobretudo nos interessa é a presença em Portugal, logo nos primeiros anos    do reinado de D. João V, de um estucador milanês, discípulo de Giovanni Battista    Ciceri. Este mestre estucador era natural de Ronco sopra Ascona, no lago Maggiore,    e é provável que o seu discípulo, referido como &ldquo;milanês&rdquo; na descrição atrás    mencionada<a href="#10"><sup>10</sup></a><a name="top10"></a>, fosse também    natural da região dos Lagos, como é conhecido o território ítalo-suíço que abrange    o extremo norte da Lombardia e o cantão helvético do Ticino. </p>     <p>Desde tempos longínquos que a escassez de recursos naturais destas paragens    montanhosas direcionou grande parte da sua mão de obra para as atividades da    construção (da arquitetura ao estuque, à cantaria, à escultura ornamental),    gerando um número elevado de artífices e artistas que a emigração espalhou por    toda a Europa. Eram os <i>maestri d’arte</i> milaneses, suíços, lombardos ou    comascos, assim indiferentemente referenciados nos séculos XVII e XVIII<a href="#11"><sup>11</sup></a><a name="top11"></a>.</p>     <p>Ciceri trabalhou em Florença entre 1689 (ano em que se inscreveu na confraria    local dos lombardos) e 1715, quando morreu na capital da Toscânia. Dirigiu uma    operosa oficina que realizou várias obras bem documentadas, algumas ainda existentes,    em colaboração com outros estucadores do Ticino, como Giovanni Battista Corbelini    e Giovanni Martino Portugalli, e vários artistas toscanos<a href="#12"><sup>12</sup></a><a name="top12"></a>.    Mas ainda não foi identificada a ligação com Portugal de qualquer dos seus discípulos<a href="#13"><sup>13</sup></a><a name="top13"></a>.</p>     <p>Ao longo do reinado de D. João V, outros estucadores oriundos da região dos    Lagos vieram para Lisboa, ajudando a divulgar uma moda decorativa há muito implantada    noutras cidades europeias. O gosto pelos estuques em relevo impôs-se finalmente    sobre a moda até então vigente da pintura de brutesco e dos tetos de caixotões    entalhados ou pintados<a href="#14"><sup>14</sup></a><a name="top14"></a>. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>AS &ldquo;MEMÓRIAS&rdquo;DE CIRILO VOLKMAR MACHADO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Cirilo Volkmar Machado, o conhecido memorialista da arte portuguesa, não faz    qualquer alusão à presença do aluno de Ciceri nas obras da igreja da Divina    Providência, embora refira alguns estucadores italianos a trabalhar em Lisboa    durante o reinado de D. João V: </p>     <blockquote>        <p>No tempo do Architecto Larre estiverão aqui Salla, e Bill, que fizerão alguns      estuques no seu palácio chamado vulgarmente do Provedor: fazião ornato, e      figura. Depois veio o Plura que estucou huma casa na torre da pólvora, e huma      Ermida ao pé da Sé. Francisco Gommassa, mero ornatista, também trabalhou em      casa do Provedor, e fez a fachada da Ermida dos Soldados em Alcântara<a href="#15"><sup>15</sup></a><a name="top15"></a>.</p> </blockquote>     <p>Cirilo refere com mais pormenor João Grossi, que diz nascido em Milão por volta    de 1719, tendo aprendido a modelar em cera e barro<a href="#16"><sup>16</sup></a><a name="top16"></a>    e passando depois a Espanha, onde serviria como desenhador no exército espanhol,    já durante o reinado de Fernando VI. Teria então fugido para Portugal na sequência    de um episódio pitoresco, que descreve assim: </p>     <blockquote>        <p>Tendo-se desafiado com o sobrinho do seu Coronel, sucedeu matá-lo no duelo;      mas como era protegido pôde-se ausentar, escapando do quartel onde estava      preso, disfarçado com o traje da sua Lavadeira<a href="#17"><sup>17</sup></a><a name="top17"></a>.</p> </blockquote>     <p>Na capital portuguesa acolheu-se em casa de um parente, o comerciante Domingos    Lepori, que lhe terá angariado o seu primeiro trabalho: a reconstrução do teto    da primitiva igreja dos Mártires, empreitada que Cirilo tanto situa em 1746    como em 1748 ou 1749<a href="#18"><sup>18</sup></a><a name="top18"></a> e em    que teria sido ajudado por Plura e Gomassa – já que, a crer no memorialista,    era a primeira vez que Grossi executava uma obra em estuque.</p>     <p>A partir daí, revelada a sua qualidade artística, as encomendas não teriam    cessado. Cirilo enumera as principais, não deixando de referir a proteção excessiva    que lhe foi concedida pelo marquês de Pombal, que para ele criou a Aula de Desenho    e Estuque nas Reais Fábricas do Rato e viria a arrastá-lo na desgraça após a    morte de D. José e a <i>révanche</i> da Viradeira, até morrer na miséria, cego    e humilhado, &quot;pelos anos de 1781<a href="#19"><sup>19</sup></a><a name="top19"></a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>AS ORIGENS DE JOÃO GROSSI</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Conjugando informações contidas no registo de casamento de João Grossi com    &ldquo;Dona Rosa Bernarda&rdquo;, da família Costa Velho, de Guimarães, a 24 de novembro    de 1764 <a href="#20"><sup>20</sup></a><a name="top20"></a>, e nos assentos    de batismo de alguns dos seus filhos<a href="#21"><sup>21</sup></a><a name="top21"></a>,    localizámos a sua naturalidade: Bioggio, uma pequena povoação suíça vizinha    de Lugano e do lago com o mesmo nome<a href="#22"><sup>22</sup></a><a name="top22"></a>.    No arquivo da igreja paroquial de S. Maurício figura o registo do nascimento,    a 7 de outubro de 1715, de Giovanni Maria Teodoro Grossi, filho de Pietro Grossi    e de Marta Taddei<a href="#23"><sup>23</sup></a><a name="top23"></a>. Foram    seus padrinhos o tio materno, Martino Taddei, de Fulmignano, uma outra povoação    junto a Lugano, e Ana Rossi (ou <i>de Rubeis</i>, no latim do registo), de uma    família patrícia de Bioggio, ainda aparentada com os Grossi. <a href="#f1">Figura    1</a>)</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n1/ser2n1a10f1.jpg">      
<p>&nbsp;</p>     <p>O padre que redigiu o assento, D. Pietro Nana, em substituição do pároco, D.    Domenico Staffieri, registou ainda um pormenor curioso: Giovanni Theodoro teve    um irmão gémeo, que chegou a ser batizado como Francesco Antonio, mas parece    ter morrido à nascença, num parto que se adivinha laborioso. João Grossi teve    ainda, pelo menos, mais dois irmãos e cinco irmãs, que viram a luz entre 1704    e 1721, sendo o penúltimo da fratria<a href="#24"><sup>24</sup></a><a name="top24"></a>.</p>     <p>Ambos os progenitores eram naturais do Ticino. Pietro Grossi era filho de Giorgio    Grossi, de quem apenas se sabe que terá nascido cerca de 1620 e falecido antes    de 1696, sempre em Bioggio. Não se conhece a atividade de Giorgio nem do filho    Pietro, nascido cerca de 1674, embora este comparecesse regularmente no cartório    do notário local, Pietro Francesco Staffieri, figurando como testemunha em diversas    escrituras e assessorando o tabelião em alguns atos, pelos quais cobrava honorários    (inventários, nomeadamente<a href="#25"><sup>25</sup></a><a name="top25"></a>).    Faleceu com avançada idade, já viúvo, em 7 de janeiro de 1763<a href="#26"><sup>26</sup></a><a name="top26"></a>.  </p>     <p>A família Grossi, com origens em Vallemaggia, na região de Locarno, e instalada    em Bioggio desde o século XVI, pertencia ao chamado <i>patriziato</i>, a elite    local mais abastada, cujos membros participavam na gestão dos bens comunais,    elegiam o representante da povoação – o <i>console</i> – na <i>Congregazione    della Pieve di Agno</i>, a circunscrição civil e eclesiástica na qual estavam    representadas todas as povoações da região. Os Grossi dedicaram-se, tal como    muitas outras famílias da zona, a obras de construção, integrando as equipas    de ticinenses que regularmente migravam para outros países da Europa. Entre    os seus membros mais conhecidos destacam-se Giovanni Battista Grossi, que trabalhou    na região de Parma no segundo quartel do século XVIII, Gerolamo Grossi (1749/1809),    engenheiro e arquiteto, que esteve ao serviço do rei da Sardenha e do duque    de Modena, ingressando aos 30 anos na ordem dos carmelitas descalços, de que    foi provincial, e Pietro Grossi (1755/1845), irmão de Gerolamo, <i>console de    Bioggio</i>, nomeado representante da <i>Pieve di Agno</i> no governo provisório    de Lugano em 1789 e, a partir de 1824, presidente da Assembleia Patricial do    Ticino<a href="#27"><sup>27</sup></a><a name="top27"></a>. </p>     <p>A mãe, Marta Maria Taddei, provinha de uma conhecida família de estucadores    e engenheiros militares originária de Gandria, na orla do lago de Lugano, que    depois se espalhou por outras localidades vizinhas, como Castagnola e Fulmignano,    hoje integradas na cidade de Lugano. Era filha de Marc’Antonio Taddei, o <i>capomastro</i>    (mestre de obras) responsável pela construção do hospital de Santa Maria de    Lugano. O irmão, Martino, padrinho de Grossi, seguiu as pisadas do pai, reconstruindo    em 1741 a cúpula do mesmo hospital<a href="#28"><sup>28</sup></a><a name="top28"></a>.    O artista mais famoso da família terá sido Carlo Giuseppe Taddei, engenheiro    e estucador, que trabalhou com os filhos, Francesco Antonio e Michelangelo,    sobretudo no Schleswig Holstein, mas também deixou obra documentada na sua Gandria    natal e em igrejas da capital do Ticino<a href="#29"><sup>29</sup></a><a name="top29"></a>.    Marta nasceu em Castagnola, tendo falecido em 2 de novembro de 1753, em Bioggio,    com cerca de 70 anos<a href="#30"><sup>30</sup></a><a name="top30"></a>.</p>     <p>Uma possibilidade em aberto é a de que João Grossi tenha aprendido os rudimentos    da profissão de estucador e modelador junto de familiares da sua linha materna,    eventualmente até o próprio padrinho, em Castagnola ou em Gandria. É apenas    uma hipótese sem suporte documental, mas é de presumir que tivesse recebido    qualquer formação como escultor ou estucador antes de chegar a Lisboa. Essa    aprendizagem, quando não acontecia no âmbito familiar, durava normalmente quatro    ou cinco anos e era antecedida de um contrato (o <i>pactum ad artem</i>) firmado    entre o pai do jovem aprendiz (o<i> garzone</i>) e o mestre que lhe transmitiria    os conhecimentos da sua arte. Sabemos hoje que muitas destas famílias de artistas    e artesãos da região dos lagos de Como e de Lugano estavam organizadas como    pequenas empresas oficinais, em que os elementos mais jovens realizavam o seu    tirocínio antes de partirem, como muitas vezes sucedia, para regiões mais distantes<a href="#31"><sup>31</sup></a><a name="top31"></a>.  </p>     <p>Não encontrámos qualquer prova da passagem de João Grossi por Roma, durante    a década de 1730, onde teria trabalhado na obra escultórica da fonte de Trevi,    hipótese avançada por Francisco José Gentil Berger<a href="#32"><sup>32</sup></a><a name="top32"></a>    e repetida por Hélia Silva<a href="#33"><sup>33</sup></a><a name="top33"></a>.    O escultor em questão, que trabalhou em Roma, nos relevos escultóricos da fonte    de Trevi, foi Giovanni Battista Grossi. De naturalidade ainda desconhecida,    mas com uma atividade romana seguramente documentada entre meados do século    XVIII e 1780, iniciou a sua colaboração com Pietro Bracci, Filippo Della Valle    e Andrea Bergondi nos relevos da fonte de Trevi apenas em 1759<a href="#34"><sup>34</sup></a><a name="top34"></a>.  </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>A <i>MAESTRANZA</i> ITALIANA NAS OBRAS DO PALÁCIO REAL DE MADRID</b></p>     <p>Em data ainda não determinada, mas provavelmente em 1740, Giovanni Maria Teodoro    Grossi partiu para Madrid, onde foi engrossar a verdadeira multidão de ticinenses    das mais variadas especialidades da construção civil que por essa altura afluíram    à capital espanhola, atraídos pelas excecionais condições de trabalho que lhes    eram oferecidas nas importantes obras em curso na corte dos Bourbon. Chegaram    a ser centena e meia, só no palácio real, alojados num quartel junto do local    de trabalho, com assistência médica e espiritual em língua italiana e enquadrados    por superiores hierárquicos seus conterrâneos – eram a <i>maestranza</i> italiana,    com um estatuto social e laboral muito superior aos restantes trabalhadores    espanhóis, que se traduzia logo no vencimento. Em alguns casos, quase o dobro    do que recebiam os seus colegas locais.</p>     <p>O incêndio do Real Alcázar de Madrid (a residência habitual do monarca) em    1734, o desejo de afirmação da nova dinastia em Espanha e, talvez acima de tudo,    o casamento de Filipe V com a ambiciosa Isabel Farnesio, de Parma, desencadearam    uma extraordinária febre construtiva na capital e nos &ldquo;sítios reais que a rodeiam:    além do novo Palácio Real, no mesmo local do antigo Alcázar, houve também obras    em Aranjuez, em Santo Ildefonso, no Bom Retiro, no palácio do Pardo e, mais    tarde, em Rio Frio. Sob a égide da rainha e do seu secretário, o também italiano    marquês de Scotti, as ligações artísticas com a Itália conheceram uma nova dinâmica,    com a vinda para Madrid do arquiteto Juvarra, contratado para projetar o novo    palácio real, e do seu discípulo Giovanni Battista Sacchetti, que viria a substitui-lo    após a sua morte na capital espanhola, em 1736<a href="#35"><sup>35</sup></a><a name="top35"></a>.</p>     <p>Os <i>maestri </i> d’arte ou <i>maestri della pietra</i>, como eram conhecidos    os profissionais da construção da Região dos Lagos que então chegaram a Madrid,    integravam mestres e oficiais de pedreiros, ladrilhadores, marmoristas, escultores,    estucadores e pintores. A sua habilidade e profissionalismo, aliados ao conhecimento    das técnicas de construção e à experiência na gestão das obras adquirida nos    estaleiros de Turim, onde também tinham trabalhado os dois arquitetos italianos,    foram determinantes nas contratações iniciais, efetuadas em Itália. A estes    seguiram-se levas sucessivas de <i>aventureros</i>, os artistas e artífices    sem contrato, que se integravam na <i>maestranza</i>, embora sem todas as benesses    dos que chegaram em primeiro lugar. </p>     <p>Entre todos estes italianos, na realidade quase sempre suíços, encontramos    os nomes de vários <i>maestri</i> que, algum tempo depois, à medida que vai    diminuindo a necessidade de pessoal nos estaleiros madrilenos, passam a Portugal.    São geralmente estucadores, mas aqui, como em Espanha, poucas vezes são designados    como tal: nas obras de Madrid todos eram <i>albañiles</i> (pedreiros ou alvenéis,    para usar a palavra com idêntica raiz, em português), qualquer que fosse a especialidade    em que primavam – e é certo que eram trabalhadores polivalentes, que não hesitavam    em passar semanas a fabricar ladrilho ou a levantar paredes, por exemplo, se    não havia trabalhos de estuque para realizar.</p>     <p>Um caso paradigmático desta complementaridade de funções é o de Sebastiano    Toscanelli, que alguns anos mais tarde integrará a equipa de estucadores dirigida    por João Grossi que realizou os estuques da capela da Ordem Terceira de Nossa    Senhora de Jesus e da igreja do convento dos Paulistas da Serra de Ossa, em    Lisboa. Entre 1740 e 1742 integrava a lista dos oficiais albañiles de terceira    classe, com o ordenado de 14 reais de bilhão (liga de prata e cobre) por dia,    dedicando-se ainda ao fabrico de tijolos quando o trabalho escasseava<a href="#36"><sup>36</sup></a><a name="top36"></a>.    Entre 1743 e 1747 colaborou com Vigilio Rabaglio, um dos arquitetos ajudantes    de Sacchetti, na obra da igreja dos Santos Justo e Pastor, em Madrid, patrocinada    pelo cardeal infante Luís de Bourbon<a href="#37"><sup>37</sup></a><a name="top37"></a>.    Em outubro de 1752 é já referido como <i>estucador de Palacio</i>, no livro    de registo dos novos alunos da recém-criada Academia Real de S. Fernando, entre    os quais se contava o seu filho <i>Joseph Toscanelo</i><a href="#38"><sup>38</sup></a><a name="top38"></a>.    Em dezembro de 1753, encontrámo-lo de novo ocupado em trabalhos da sua especialidade    para a Casa Real, desta feita nos estuques do palácio do Escorial<a href="#39"><sup>39</sup></a><a name="top39"></a>.  </p>     <p>Quanto a Giovanni Maria Teodoro, o João Grossi que irá notabilizar-se em Lisboa,    persistem algumas dúvidas acerca da sua atividade em Madrid. É que no imenso    fundo documental do Palácio Real encontrámos não um, mas dois italianos chamados    Juan Grossi, além de Pietro Antonio Grossi e de Francesco Grossi, todos trabalhando    ao mesmo tempo nas obras reais de Madrid. </p>     <p>Pietro Antonio e Francesco Grossi eram irmãos, filhos de um Giovanni Grossi    que nos aparece mencionado em 1696 num dos raros &ldquo;róis de confessados&rdquo; ainda    existentes, onde são registados os membros das famílias de Bioggio que nesse    ano cumpriram o preceito pascal. Além deste ramo da família Grossi, então representado    por Giovanni, de 23 anos e ainda solteiro, habitavam Bioggio em 1696 outros    dois ramos da mesma família: o de Pietro Grossi, com 22 anos de idade e ainda    solteiro (o pai de Giovanni Maria Teodoro, o nosso João Grossi), e um terceiro    ramo encabeçado por Benedetto, com 40 anos, já casado e com filhos<a href="#40"><sup>40</sup></a><a name="top40"></a>.  </p>     <p>Os dois irmãos constam das listas de pagamentos do palácio real de Madrid nos    anos de 1740 e 1741 entre os oficiais <i>albañiles</i> mais bem pagos, vencendo    19 reais por dia<a href="#41"><sup>41</sup></a><a name="top41"></a>. Devem ter    voltado para Bioggio na primeira metade de 1742, pois desaparecem das listas    da <i>maestranza italiana</i> após a reorganização do estaleiro de obras do    palácio real, em Junho de 1742<a href="#42"><sup>42</sup></a><a name="top42"></a>.    Ambos faleceriam em Bioggio, Pietro Antonio em 1747 e Francesco em 1772<a href="#43"><sup>43</sup></a><a name="top43"></a>.</p>     <p>Na lista de pagamentos do palácio real figura também um Juan Grossi, trabalhando    como segundo oficial <i>albañil</i>, com uma diária de 17 reais, entre 28 de    fevereiro de 1740 e 21 de agosto de 1745, data em que os seus serviços são dispensados    por determinação do arquiteto-mor e é autorizado o seu regresso à pátria<a href="#44"><sup>44</sup></a><a name="top44"></a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Um outro Juan Grossi aparece pela primeira vez na lista dos pagamentos do palácio    real a 21 de novembro de 1740. Numa nota anexa escrita por Sacchetti, o arquiteto-mor    identifica-o como &ldquo;Juan Grosi Biogio&rdquo;, nomeando-o para o lugar de Domingo Marquez,    que nessa mesma data é despedido:</p>     <blockquote>        <p>Digo aver despedido de la obra de este nuevo Real Palacio a Domingo Marquez      oficial Albanil Italiano en la Clase de a diez y seis Reales desde el dia      beinte inclusive del presente; y en su lugar y Clase he reemplazado a Juan      Grosi Biogio oficial Albanil Italiano desde el dia veinte y uno del mismo      inclusive<a href="#45"><sup>45</sup></a><a name="top45"></a>.</p> </blockquote>     <p>Este Juan Grossi continuará a aparecer até inícios de 1742 na lista dos oficiais    ajudantes, na categoria dos que vencem 16 reais por dia, referido apenas como    &ldquo;Juan Biogio&rdquo;, a par dos outros três Grossi<a href="#46"><sup>46</sup></a><a name="top46"></a>.    O arquiteto mor, ao juntar o nome da povoação de onde era originária a família    Grossi ao apelido deste novo oficial <i>albañil</i>, terá pretendido evitar    a confusão de identidades com o seu homónimo que já trabalhava no estaleiro.  </p>     <p>É bastante plausível, pois, que o recém-chegado fosse o Giovanni Maria Teodoro    Grossi que mais tarde se envolveu no duelo referido por Cirilo e veio a acabar    os seus dias em Portugal. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>OS ESTUCADORES SUÍÇOS EM LISBOA</p>     <p>Apesar de esta profusão de <i>Grossis</i> poder prestar-se a alguma confusão,    parece seguro que o nosso João Grossi estava já em Lisboa na Quaresma de 1743.    O pároco da igreja do Loreto registou a sua presença no rol dos confessados    desse ano, cumprindo os seus deveres de cristão: &ldquo;João Grossi, milanês, solteiro,    morador a S. Sebastião&rdquo;<a href="#47"><sup>47</sup></a><a name="top47"></a>.    O pormenor da morada sugere a sua ocupação na altura. É muito possível que,    naquela freguesia então extramuros e relativamente afastada do centro da cidade,    estivesse empregado, como vários outros estucadores seus patrícios, nas obras    do palácio do provedor dos armazéns, Fernando de Larre, tal como é referido    por Cirilo Volkmar Machado<a href="#48"><sup>48</sup></a><a name="top48"></a>.  </p>     <p>Este palácio, delimitado pelas estradas do Rego e de Palhavã e pelo largo de    S. Sebastião da Pedreira, desapareceu para dar lugar ao palácio Vilalva, mandado    construir na década de 1860 pelo capitalista e par do reino José Maria Eugénio    de Almeida<a href="#49"><sup>49</sup></a><a name="top49"></a>. </p>     <p>Em março de 1722, Fernando de Larre pediu às autoridades municipais o &ldquo;cordeamento&rdquo;    da obra (ou seja, o alinhamento) que pretendia fazer &ldquo;assim de cazas nobres    como todo o muro da dita quinta pella parte da eztrada de Palhavam&rdquo;<a href="#50"><sup>50</sup></a><a name="top50"></a>,    que se encontrava arruinado e muito irregular. Pretendia ainda &ldquo;puxar a frontaria    das casas à face da dita estrada (...) da parte de São Sebastião&rdquo;<a href="#51"><sup>51</sup></a><a name="top51"></a>    e construir galerias sobre as estradas de Palhavã e do Rego, para seu &ldquo;melhor    ornato e nobreza&rdquo;<a href="#52"><sup>52</sup></a><a name="top52"></a>. O Senado    da Câmara de Lisboa exigia, em contrapartida, que as janelas de sacada ficassem    com a altura de &ldquo;dezasseis palmos para sima&rdquo; e que as janelas de assento, &ldquo;rasteiras    do chão&rdquo;, não levassem &ldquo;grades de aranha&rdquo;, para não roubarem espaço à estrada<a href="#53"><sup>53</sup></a><a name="top53"></a>.  </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Embora não existam referências documentais às obras de decoração destas casas    nobres, em que o estuque de relevo teve um papel de destaque, é provável que    as mesmas se tenham prolongado no tempo e que nelas ainda tenha trabalhado João    Grossi, logo após a sua chegada a Lisboa, aí adquirindo talvez a prática de    estucador que lhe faltava.</p>     <p>Na Quaresma de 1745 e de 1746, o rol de confessados do Loreto regista de novo    a sua presença, bem como a sua residência no centro da cidade, sucessivamente    aos Remolares, na freguesia de S. Paulo, e em S. Caetano, aos Mártires<a href="#54"><sup>54</sup></a><a name="top54"></a>.  </p>     <p>Nesta última freguesia Grossi terá passado uma boa parte do ano de 1746, trabalhando    na nova obra de estuque da igreja paroquial, tal como atestou frei Apolinário    da Conceição na sua <i>Demonstraçam Historica da Primeira e Real Parochia de    Lisboa de que é singular patrona, e titular N. S. dos Martyres</i>, publicada    em Lisboa em 1750<a href="#55"><sup>55</sup></a><a name="top55"></a>. Na sua    descrição, o frade capucho elogiou a perfeição dos estuques e referiu o nome,    a origem e a idade do seu autor: </p>     <p>Pela muita [perfeição] com que o formou o seu artifice he justo que lhe expressemos    aqui o nome, e a Patria, he esta a cidade de Milão na Italia, e o seu nome João    Grossi de 31 annos não complectos de idade. </p>     <p>A referência à idade de Grossi (&ldquo;31 annos não complectos&rdquo;) permite-nos confirmar    a data em que a obra foi realizada: antes de 7 de outubro de 1746, dia em que    Grossi completou os 31 anos, já que nascera a 7 de outubro de 1715. </p>     <p>O teto em estuque substituiu um anterior de caixotões, que integrava 72 painéis    com cenas da vida de Cristo, pintados por José de Avelar Rebelo entre 1639 e    1648<a href="#56"><sup>56</sup></a><a name="top56"></a>. A obra foi certamente    polémica, a avaliar pelas palavras de frei Apolinário: &ldquo;Não faltarão apaixonados    dos paineis que guarneciam o antigo&rdquo; teto e que pretendiam que os mesmos &ldquo;se    voltassem a pôr&rdquo;. Mas a contestação não vingou, determinando-se que o novo tecto    &ldquo;fosse de estuque, sem se attender a mayor despeza, porem sim a mayor perfeição&rdquo;<a href="#57"><sup>57</sup></a><a name="top57"></a>.</p>     <p>Os novos estuques da igreja são pormenorizadamente descritos por frei Apolinário,    que refere os detalhes ornamentais e os emblemas alusivos ao Santíssimo Sacramento    em redor da tela de grandes dimensões de Vieira Lusitano (que representava a    tomada de Lisboa aos mouros por D. Afonso Henriques) e ainda as figuras de vulto    de anjos e serafins sobre as janelas e o arco triunfal: </p>     <blockquote>        <p>Sobre cada huma das janellas lateraes huma primoroza tarje com seu remate,      e por todo o tecto flamantes ramos, flores, fructos, Enigmas do SS. Sacramento,      anjos e Serafins com que está adornado. Sobre a cimalha de ponto da janella      principal do frontespicio da Igreja, huma tarje imperial em que se lê: Regina      Martyrum, e de cada lado huma figura da fama com seu clarim. Na cimalha do      Oculo do frontespicio da Capella mór hum Anjo de cada banda com representação,      de que estão adorando ao SS. Sacramento; a quem e a Maria Santissima sejão      proferidos muitos louvores pela grande perfeição em que vemos este seu templo<a href="#58"><sup>58</sup></a><a name="top58"></a>.    </p> </blockquote>     <p>Curiosamente, o cronista não refere nem Plura, nem Gomassa, os dois estucadores    que Cirilo menciona nas suas <i>Memórias</i>, dando a entender ter sido Grossi    o único autor dos estuques – o que dificilmente será verdade, se atendermos    à envergadura da obra (a nave, com teto &ldquo;de volta&rdquo; e planta retangular, tinha    112 palmos de comprido por 62,5 de largura<a href="#59"><sup>59</sup></a><a name="top59"></a>)    e à prática corrente de colaboração oficinal com outros artífices da mesma arte.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Não há ainda certezas sobre a identidade do Francisco Gomassa&rdquo; referido por    Cirilo, certamente uma adaptação para o português de um nome italiano. Uma forte    possibilidade é que se trate de Francesco Somazzi, que encontrámos a trabalhar    como pedreiro e estucador no palácio real de Madrid, membro de uma família de    Lugano que contou com vários <i>maestri d’arte</i> nas suas fileiras<a href="#60"><sup>60</sup></a><a name="top60"></a>.  </p>     <p>Julgamos contudo ter identificado com alguma certeza o &ldquo;Plura&rdquo; referido por    Cirilo<a href="#61"><sup>61</sup></a><a name="top61"></a>. Tratar-se-á muito    provavelmente de Domingos Maria Plura, mais conhecido entre nós como escultor,    que por volta de 1733 recebeu 6.246$000 pelas esculturas de oito Virtudes e    de quatro anjos para a sacristia nova do colégio jesuítico de Santo Antão<a href="#62"><sup>62</sup></a><a name="top62"></a>.    Domenico Maria Plura era natural da freguesia de S. Lourenço, novamente na cidade    de Lugano, como é referido no registo de nascimento do seu filho José António<a href="#63"><sup>63</sup></a><a name="top63"></a>.    A 16 de junho de 1744 casou-se em segundas núpcias com Teresa Maria, moradora    em casa de José António de Macedo e Vasconcelos, em S. Sebastião da Pedreira,    que testemunhou o acto como padrinho. Ora, José António de Macedo e Vasconcelos    era precisamente o escrivão dos Armazéns Reais e trabalhava portanto em íntima    ligação com Fernando de Larre, o provedor dos Armazéns da Mina, Guiné e Índia,    de quem para mais era vizinho. Esta coincidência é muito sugestiva da colaboração    de Domingos Plura nas obras de estuque do palácio do Provedor em S. Sebastião    da Pedreira.</p>     <p>Vários outros estucadores do Ticino viveram e trabalharam em Lisboa durante    o reinado de D. João V, nomeadamente Carlo Sebastiano Staffieri, Giovanni Francesco    Righetti, Sebastiano Toscanelli e Michele Reale, que fomos encontrar no Arquivo    do Loreto. </p>     <p>Staffieri era primo de Grossi e como ele natural de Bioggio, onde nasceu em    1694. É conhecida a sua atividade na Dinamarca, onde esteve em 1731 e em 1738    ao serviço da corte. Integrou uma equipa liderada pelo estucador Giovanni Andreolli,    de Vico Morcote, da qual faziam parte Carlo Fossati, de Meride, e Carlo Maria    Pozzi, de Lugano<a href="#64"><sup>64</sup></a><a name="top64"></a>. Infelizmente,    desapareceram todos os estuques realizados por esta equipa nos palácios de Hirschholm,    na Dinamarca, e de Drage, no Holstein (actualmente integrado na Alemanha). Julga-se    que trabalhou em Itália entre 1736 e 1738. Em 1740 tinha já regressado a Bioggio,    mas a partir daí as fontes locais perderam-lhe o rasto, sendo totalmente desconhecida    a sua vinda para Lisboa<a href="#65"><sup>65</sup></a><a name="top65"></a>.    Em 1743 e em 1744 encontramo-lo nos róis de confessados do Loreto, cumprindo    os preceitos pascais<a href="#66"><sup>66</sup></a><a name="top66"></a>. Morreu    dois anos depois, a 19 de abril de 1745, e foi sepultado na igreja dos italianos<a href="#67"><sup>67</sup></a><a name="top67"></a>.  </p>     <p>Ao contrário de Staffieri, Giovanni Francesco Righetti, conhecido em Portugal    como João Francisco Riquete, teve uma atividade continuada como estucador na    capital portuguesa e parece ter tencionado transferir-se para o Brasil. Nos    fundos notariais do arquivo de Bellinzona, na Suíça, encontrámos referência    a uma procuração que passou em 1751 ao irmão, Carlo Maria, junto do notário    apostólico em Lisboa, Giovanni Carlo Romagnoli, dando--lhe poderes para o representar    no processo de partilhas por morte de um irmão de ambos<a href="#68"><sup>68</sup></a><a name="top68"></a>.    Righetti era natural de Aranno, uma povoação nas imediações de Bioggio, a terra    natal de Grossi e de Staffieri. Os róis de confessados do Loreto registam a    sua presença com alguns hiatos entre 1744 e 1784, o ano da sua morte <a href="#69"><sup>69</sup></a><a name="top69"></a>.  </p>     <p>Pouco antes, em 1783, Righetti trabalhou ainda nos estuques da Casa da Música,    junto à &ldquo;Real Barraca&rdquo;, como foi conhecido o palácio no Alto da Ajuda onde a    corte se instalou a seguir ao terramoto, integrado numa equipa de mais de vinte    estucadores, portugueses e suíços<a href="#70"><sup>70</sup></a><a name="top70"></a>.    Dessa obra resta apenas &ldquo;a sala dos Serenins&rdquo;, um espaço onde ainda existe uma    quadratura realizada por pintores portugueses sob a direção do arquiteto bolonhês    Giacomo Azzolini e um pavimento com embutidos de madeiras de várias cores<a href="#71"><sup>71</sup></a><a name="top71"></a>.</p>     <p>Michele Reali ou Reale (Miguel Real, como foi conhecido entre nós), natural    de Cadro, uma povoação hoje integrada na cidade de Lugano, aparece nos róis    de confessados do Loreto na Quaresma de 1745. É então referido como <i>svizzero</i>    (suíço), residente na rua do Ataíde, na freguesia da Encarnação. Entre 1753    e 1775 o seu nome figura, com alguns hiatos, nos róis de confessados do Loreto<a href="#72"><sup>72</sup></a><a name="top72"></a>.    Em 1772 vivia na rua de S. Boaventura, nº 147, em casas alugadas a Francisco    de Sales, e pagava de maneio (um antepassado do imposto profissional) 400 réis    por ano pela atividade de &ldquo;oficial de estucador&rdquo;<a href="#73"><sup>73</sup></a><a name="top73"></a>.    Regressou à sua terra natal antes de 1779, ano em que as fontes locais atestam    a sua presença nas obras de estuque da igreja paroquial de Santa Ágata, com    o irmão Sebastiano, também estucador<a href="#74"><sup>74</sup></a><a name="top74"></a>.</p>     <p>Em 1747 encontrámos o já referido Sebastiano Toscanelli no rol dos confessados    da igreja do Loreto, residindo na freguesia de S. Sebastião da Pedreira <a href="#75"><sup>75</sup></a><a name="top75"></a>.    Desaparece dos registos do Loreto logo no ano seguinte, voltando a Madrid em    data indeterminada, para regressar a Lisboa, onde é novamente registada a sua    presença em 1760 e 1761, acompanhado dos filhos Giuseppe e Giovanni Antonio,    este com 15 anos e provavelmente seu aprendiz<a href="#76"><sup>76</sup></a><a name="top76"></a>.  </p>     <p>Natural de Sonvico, no Ticino, Sebastiano Toscanelli trabalhou, como referimos,    nas obras dos palácios reais de Madrid. O filho mais velho, Giuseppe, foi um    dos primeiros alunos da Academia de S. Fernando, admitido a 16 de novembro de    1752<a href="#77"><sup>77</sup></a><a name="top77"></a>. Recebeu o segundo prémio    de escultura em 1753 e em 1757, ano em que acumulou esta distinção com o primeiro    prémio de pintura<a href="#78"><sup>78</sup></a><a name="top78"></a>. É de Giuseppe    (e não do pai) que fala Cirilo, ao referir o &ldquo;painel e baixos relevos&rdquo; do teto    dos Paulistas, &ldquo;primorosamente feitos pelo Toscanelli, primo de Grossi, o qual    era Pintor, discipulo de Corrado&rdquo;, adiantando ainda que &ldquo;tinha ganhado premios    em desenho na Academia de S. Fernando de Madrid&rdquo;<a href="#79"><sup>79</sup></a><a name="top79"></a>.  </p>     <p><span>De todos os estucadores ítalo-suíços presentes em Lisboa no período que    antecedeu o terramoto, João Grossi foi indiscutivelmente aquele que mais se    destacou. Desde cedo assumiu a liderança das obras de estuque em que participou,    talvez pelas boas relações que conseguiu estabelecer com os estratos mais influentes    da sociedade de então. </span></p> <span>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Cirilo menciona o apoio que inicialmente recebeu de Fernando de Larre, o provedor    dos armazéns, &ldquo;que o introduzio com o Marquez de Pombal&rdquo;, e sobretudo a proteção    &ldquo;excessiva&rdquo; do próprio Sebastião José, que &ldquo;lhe dava, ou pedia lhe dessem a    fazer todas as grandes Obras que então se construião, que erão muitas, e pagas    por altos preços&rdquo;<a href="#80"><sup>80</sup></a><a name="top80"></a>. Cirilo    referia-se, é certo, ao período pós terramoto e ao afã construtivo que então    se verificou. Mas as encomendas do futuro marquês e de outras figuras influentes    da sociedade de então começaram ainda no período que antecedeu o terramoto.</p>     <p>A queda de Pombal, em 1777, acabaria por arrastar João Grossi. As novas autoridades    deixaram de reconhecer as benesses que lhe tinham sido concedidas no anterior    regime. Sem rendimentos e sob a ameaça de ser despejado com a família das casas    em que vivia na praça das Amoreiras (que lhe foram atribuídas a título gratuito,    mas pelas quais teve de começar a pagar renda<a href="#81"><sup>81</sup></a><a name="top81"></a>),    acabou por cegar e empobreceu até à miséria. Quando faleceu, em 26 de janeiro    de 1780, já perdera as casas das Reais Fábricas e habitava num casebre aos Arciprestes,    em S. Mamede – onde ficaram a viver a viúva e os quatro filhos, ainda crianças,    que sobreviveram ao pai. Morreu sem testamento e foi sepultado no Loreto, amortalhado    no hábito de S. Francisco <a href="#82"><sup>82</sup></a><a name="top82"></a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>TETOS DE ESTUQUE QUE RESTAM EM LISBOA DO PERÍODO JOANINO</b></p>     <p>Em Lisboa encontram-se ainda alguns interiores decorados com estuques de relevo,    cuja linguagem decorativa nos remete para o reinado de D. João V, sobretudo    para as décadas de 1730 e 1740<a href="#83"><sup>83</sup></a><a name="top83"></a>.    Embora sem testemunhos documentais que comprovem de forma inequívoca a sua autoria,    é muito provável que tenham sido realizados pelos estucadores suíços que acabámos    de referir, cuja presença em Lisboa confirmámos através da documentação atrás    mencionada.</p>     <p>Dos tetos analisados, o mais antigo parece ser o da casa de fresco da quinta    do Meio, na encosta que de Belém sobe para a Ajuda, integrada na propriedade    de &ldquo;casas nobres, jardins, cerca, foros e várias moradas de casas&rdquo; comprada    em 1726 por D. João V ao 3º conde de Aveiras, D. João da Silva Tello de Meneses    <a href="#84"><sup>84</sup></a><a name="top84"></a>. Também chamada &ldquo;Casa do    Veado&rdquo;, por causa da figura de vulto de um veado sobre o portal, está atualmente    integrada no Jardim Botânico Tropical. A casa de fresco é já identificada na    escritura de venda como &ldquo;uma casa de recreação no canto do prazo de cima com    janela para o campo sobre a ribeira dos Gafos com ornato de estuque e uma fonte    com estátua de mármore de Itália&rdquo;<a href="#85"><sup>85</sup></a><a name="top85"></a>.    <a href="#f2">Figura 2</a></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n1/ser2n1a10f2.jpg">      
<p>&nbsp;</p>     <p>O teto mostra ainda belos estuques relevados em branco sobre fundo branco nos    oito panos da cúpula de cobertura<a href="#86"><sup>86</sup></a><a name="top86"></a>.    Os motivos decorativos, tratados com grande plasticidade e relevo acentuado,    são ainda barrocos - um florão central de onde partem as nervuras sublinhadas    com festões que delimitam os oito panos, a que habilmente se conformam grandes    conchas apoiadas na sanca, volutas, cestos floridos, enrolamentos vegetalistas    e fitas em &ldquo;C&rdquo;. Também em estuque relevado são os ornatos do nicho onde se encaixa    a bacia em mármore, em frente à porta principal: uma grinalda de flores e frutos    e uma concha preenchendo a abóbada em quarto de esfera. </p>     <p>Numa das paredes foi colocado, em 1927, um painel em azulejo com a seguinte    legenda: &ldquo;Os Estuques d’esta Casa do Veado são atribuídos pelo conde Rackzinski    ao mestre João Grossi&rdquo;. Esta notícia resulta, contudo, da leitura apressada    da obra deste conhecido memorialista, que na entrada sobre Grossi do seu dicionário    apenas se limitou a traduzir para francês as informações de Cirilo – o qual,    por sua vez, nunca se refere à decoração desta casa de fresco <a href="#87"><sup>87</sup></a><a name="top87"></a>.  </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os estuques da Casa do Veado são muito provavelmente anteriores à vinda de    João Grossi para Lisboa. Trata- -se de uma obra ainda barroca, revelando pontos    de contacto com a &ldquo;obra de laço&rdquo; flamenga, nas volutas e nos enrolamentos em    &ldquo;C&rdquo; que envolvem as grandes conchas joaninas. Exemplar raro no contexto dos    estuques nacionais, mostra uma linguagem decorativa identificável com o estilo    do barroco joanino, atribuível à década de 1720, ainda durante as obras do conde    de Aveiras, ou já à década de 1730, logo após a compra da quinta pela Casa Real.</p>     <p>Em Lisboa existe ainda um conjunto de tetos estucados em interiores religiosos    e civis que utilizam uma linguagem decorativa característica da regência francesa,    por vezes associada a elementos do <i>barocchetto</i> italiano. </p>     <p>A regência francesa (período durante o qual o governo da França foi assegurado    pelo regente, Filipe de Orleães, durante a menoridade do futuro Luís XV, entre    1715 e 1723) caracteriza-se pela utilização de ornatos em &ldquo;C&rdquo; e em &ldquo;S&rdquo;, de fitas    entrelaçadas, gradinhas preenchidas por pequenas flores, conchas, palmetas,    mascarões femininos com toucado de plumas ou coroa de palmetas, lambrequins,    entre outros. </p>     <p>Este novo gosto, que cedo se espalhou por toda a Europa, divulgado pelas gravuras    realizadas a partir dos desenhos ornamentais de Jean Bérain (1637/1711), decorador    de Luís XIV, chegou a Portugal durante o reinado de D. João V, dominando as    artes decorativas durante as décadas de 1730, 1740 e os primeiros anos da década    de 1750. </p>     <p>Ao gosto regência associaram-se por vezes elementos decorativos oriundos do    <i>barocchetto</i> de matriz italiana, que em certas zonas de Itália, nomeadamente    em Génova e Veneza, antecederam as primeiras manifestações do rococó francês,    ainda na transição do século XVII para o XVIII<a href="#88"><sup>88</sup></a><a name="top88"></a>:    cartelas enquadradas por volutas assimétricas, gordos concheados orgânicos,    de contornos contidos, a que se associam conchas e ainda elementos do &ldquo;estilo    auricular&rdquo;, de inícios de Seiscentos (assim designado pelos ornatos de carácter    naturalista que lembram as cartilagens da orelha).</p>     <p>Uma outra característica dos tetos estucados deste período é a utilização da    quadratura, ou seja, a sugestão de elementos arquitetónicos perspetivados, enquadrando    a composição central: um parapeito rematado por arquitrave ou por uma simples    moldura, por vezes vazado, outras vezes percorrido por balaústres; ou ainda    simples plintos servindo de suporte a figuras ou objetos. </p>     <p>As sugestões para estes enquadramentos arquitetónicos partiram, como habitualmente,    de álbuns de gravuras para tetos. Uma das obras ilustradas que maior impacto    tiveram, sobretudo na Alemanha e no norte da Europa, <i>Artis Sculptoriae Paradigmata</i>,    deve-se ao estucador Carlo Maria Pozzi, de Lugano – o mesmo que integrou a equipa    de Giovanni Andreolli, com os estucadores Carlo Fossati e Carlo Sebastiano Staffieri,    no norte da Alemanha e na Dinamarca, como atrás referimos. Gravada por J. A.    Corvinus, foi editada em Augsburgo por Jeremias Wolff em 1708<a href="#89"><sup>89</sup></a><a name="top89"></a>.  </p>     <p>Vamos encontrar todas estas novidades nos estuques de um outro palácio de Lisboa    que pertenceu ao provedor dos Armazéns, Fernando de Larre, este na calçada do    Combro, mesmo ao lado do convento e da igreja dos Paulistas da Serra de Ossa,    a atual igreja paroquial de Santa Catarina. O edifício reúne nos seus interiores    um notável conjunto de tetos com &ldquo;estuque de relevadoz&rdquo;, feitos &ldquo;no último primor    da arte&rdquo;, como são classificados num inventário por morte da viúva de Larre    <a href="#90"><sup>90</sup></a><a name="top90"></a>. </p>     <p>No salão nobre, a maior das divisões do palácio, a configuração rara do teto,    em duplo sanqueado, só é possível graças à sua estrutura de fasquiado. Destacam-se    as figuras de vulto e em alto relevo de meninos gesticulantes, aos pares, segurando    cestos de flores e fruta, e os bustos de heróis clássicos coroados de louros.    A meio dos lados maiores do teto, cartelas assimétricas enquadram as iniciais    entrelaçadas do nome do proprietário: &ldquo;F&rdquo; e &ldquo;L&rdquo;. <a href="#f3">Figura 3</a><a href="#f4">Figura    4</a></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n1/ser2n1a10f3.jpg"><a href="#91"><sup>91</sup></a><a name="top91"></a>      
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f4"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n1/ser2n1a10f4.jpg"><a href="#92"><sup>92</sup></a><a name="top92"></a>      
<p>&nbsp;</p>     <p>Na sala contígua, do lado poente, o teto em estuque é centrado por uma pintura    com a representação da Aurora. Os panos laterais são preenchidos por uma malha    arquitetónica composta por plintos e volutas em que se apoiam vasos floridos,    meninos brincando com cães e bustos emoldurados. Nos quatro cantos do teto,    dentro de cartelas, representações alegóricas inspiradas na <i>Iconologia de    Ripa</i> figuram o Entardecer, a Vigilância, o Sono e a Esperança.</p>     <p>A pequena sala que se segue, de baixo pé direito e teto de um plano com estuques    em baixo relevo, mantém ainda o ambiente intimista da sua provável função inicial    de quarto de toucador ou de &ldquo;pentear&rdquo;, a que aludem os meninos sentados em plintos,    segurando um gomil, um espelho, joias e flores. Nos cantos estão figuradas cenas    com divindades do panteão clássico.</p>     <p>Os estuques dos tetos das três salas do lado nascente são muito mais sóbrios,    com o pano central compartimentado por uma moldura recortada e apontamentos    de flores e mascarões. No painel central do teto da última sala, meninos seguram    instrumentos de escrita, apontando a sua função primitiva de gabinete ou escritório.  </p>     <p>A norte do átrio do piso nobre fica o oratório do palácio, um excelente exemplo    de &ldquo;obra de arte total&rdquo;, em que o estuque se combina na perfeição com um conjunto    de nove telas aplicadas nas paredes e ainda com um silhar de azulejos. Os estuques    revestem o teto de perfil sanqueado e as paredes, onde se destacam os bustos    em alto relevo dos doze apóstolos. <a href="#f5">Figura 5</a></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f5"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n1/ser2n1a10f5.jpg"><a href="#93"><sup>93</sup></a><a name="top93"></a>      
<p>&nbsp;</p>     <p>No teto da casa da escada encontramos quatro bustos de heróis da Antiguidade    coroados de louros marcando os quatro panos da masseira, associados uma vez    mais a cartelas compostas pelos ornatos característicos do <i>barocchetto</i>.  </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O palácio foi arrematado em hasta pública em 1742 por Fernando de Larre, e    os estuques foram muito provavelmente realizados entre as quaresmas de 1744    e 1746, período durante o qual a família do provedor não residiu no palácio,    provavelmente por causa de obras em curso. No rol de confessados de 1745 os    únicos moradores aí referidos pelo pároco de Santa Catarina são dois criados    de Larre<a href="#94"><sup>94</sup></a><a name="top94"></a>. </p>     <p>Este notável conjunto de estuques decorativos, realizados aparentemente durante    a mesma campanha de obras, é talvez o mais importante testemunho que subsiste    da atividade desenvolvida na capital pelos estucadores ticinenses na última    década do reinado joanino.</p>     <p>Um outro teto ainda existente e realizado muito provavelmente pela mesma equipa    de estucadores que trabalhou no palácio de Larre, dadas as proximidades da linguagem    decorativa, é a cobertura da casa da escada do convento de Nossa Senhora da    Conceição do Monte Olivete, outrora cabeça da ordem dos Eremitas Descalços de    Santo Agostinho. Também conhecido como convento do Grilo, é atualmente sede    de um dos recolhimentos da capital<a href="#95"><sup>95</sup></a><a name="top95"></a>.  </p>     <p>No painel central deste teto em forma de masseira, de grandes dimensões, pode    ainda ler-se, num livro aberto que dois meninos seguram, a data de 1746. A mesma    data repete se numa das cartelas dos panos laterais, numa tabela aparentemente    aí colocada mais tarde, onde se pode ler: &ldquo;Feito em 1746&rdquo;. A mesma grafia foi    utilizada numa outra inscrição do lado oposto, assinalando a data do restauro:    &ldquo;Retocado em 1870&rdquo;.<a href="#f6">Figura 6</a> </p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f6"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n1/ser2n1a10f6.jpg">      
<p>&nbsp;</p>     <p>O painel central é dominado pela figura de um velho de longas barbas com um    compasso na mão (o Pai Tempo?) apontando um globo terrestre; no ar revolteia    um menino com um esquadro, enquanto dois outros sustentam o livro aberto, atrás    referido. Nos panos menores do teto estão representadas duas figuras femininas    em alto relevo, sentadas em plintos, uma segurando uma ampulheta, uma alusão    à fugacidade do tempo, a outra com os atributos da deusa grega da sabedoria,    Pala Atena – um elmo na cabeça, uma lança numa das mãos, um livro na outra.    Nos lados maiores, dentro de cartelas, alegorias à Geografia e à Geometria,    figuradas por pares de meninos segurando um mapa e um quadro com figuras geométricas.    Sobre as cartelas, figuras femininas tocam trombetas e seguram palmas.<a href="#f7">Figura    7</a></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f7"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n1/ser2n1a10f7.jpg">      
<p>&nbsp;</p>     <p>Tal como nos estuques do palácio de Fernando de Larre, também aqui encontramos    a mesma original combinação de elementos decorativos da regência francesa com    ornatos característicos do <i>barocchetto</i> italiano: as cartelas enquadradas    por volutas assimétricas (nomeadamente as que figuram nos quatro cantos, logo    abaixo da cimalha), os gordos concheados, as mesmas fitas enlaçadas servindo    de caule a flores em forma de palmeta, idênticas gradinhas. A mesma malha arquitetónica    envolve os panos laterais do teto, servindo de apoio a vasos, meninos e figuras    alegóricas gesticulantes. O peso escultórico acentuado, com algumas das figuras    em alto relevo, é também uma característica que aproxima este teto daquele que    cobre o salão nobre do palácio de Larre na calçada do Combro<a href="#96"><sup>96</sup></a><a name="top96"></a>.  </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No antigo convento de Nossa Senhora das Necessidades, de fundação régia, encontramos    no teto do oratório do Santíssimo uma composição que lembra a do teto da sala    de Aurora do palácio de Fernando de Larre, quer na configuração – uma masseira    com uma tela pintada aplicada num recesso no pano central – quer na linguagem    decorativa da regência francesa, organizada em torno de uma bem estruturada    quadratura. Os meninos gesticulantes, em posições sempre diferentes, foram modelados    pela mesma mão. Aos estuques associam-se pinturas alegóricas – as quatro virtudes    cardeais, representadas por figuras femininas segurando os respetivos emblemas    – a outras meramente ornamentais. </p>     <p>Os estuques deste teto terão sido executados nos últimos anos da década de    1740, na fase final das obras, que estariam já concluídas em meados de 1750,    data de abertura das aulas da Congregação do Oratório. </p>     <p>Frei Manuel do Portal descreve-os assim, pouco tempo depois, num apontamento    de 1756:</p>     <blockquote>        <p>O tecto he de estuque de relevo com festoens de flores de branco, e ouro,      e no meyo hum paynel, com a imagem de S. Fellippe de Neri. He o técto obra      tão primorosa, e de tanta perfeyção, que custou cem moedas de ouro de quatro      mil, e outocentos só das mãos do pintor<a href="#97"><sup>97</sup></a><a name="top97"></a>.    </p> </blockquote>     <p>Um último exemplo de estuques realizados ainda durante o reinado de D. João    V é o da pequena capela do Senhor dos Passos, situada na ala norte do claustro    do mosteiro de Santos-o-Novo, das comendadeiras da Ordem de Santiago, onde hoje    está igualmente instalado um recolhimento lisboeta<a href="#98"><sup>98</sup></a><a name="top98"></a>.  </p>     <p>A capela, de pequenas dimensões, sede da irmandade do Senhor dos Passos, fundada    em 1705, é outro notável espaço de &ldquo;arte total&rdquo;, com um revestimento integral    de azulejo, talha dourada e estuque decorativo. Os elementos decorativos da    regência francesa estão presentes na abóbada de arestas com penetrações, enquadrando    cartelas com emblemas da paixão de Cristo e as iniciais marianas, e também dominam    os revestimentos em talha dourada e azulejo das paredes<a href="#99"><sup>99</sup></a><a name="top99"></a>.<a href="#f8">Figura    8</a></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f8"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n1/ser2n1a10f8.jpg">      
<p>&nbsp;</p>     <p>Nos cinco anos que se seguiram à morte de D. João V, entre 1750 e 1755, a linguagem    da regência francesa continuou a ser utilizada nos estuques dos interiores lisboetas,    associando-se gradualmente aos motivos decorativos que vão caracterizar o rococó:    concheados de forte assimetria, por vezes vazados, com contornos flamíferos,    em asa de morcego ou lembrando a água congelada de cascatas. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Exemplos dos estuques realizados em Lisboa neste período encontram-se na capela    do Senhor Jesus dos Perdões<a href="#100"><sup>100</sup></a><a name="top100"></a>    <a href="#f9">Figura 9</a>e na biblioteca do anexo palácio do Mitelo, de 1752,    nas capelinhas do coro baixo da igreja do convento da Encarnação<a href="#101"><sup>101</sup></a><a name="top101"></a>,    em duas salas do palácio dos Carvalhos (o salão nobre e a sala verde ou da Aurora,    provavelmente as primeiras obras realizadas por Grossi para Sebastião José de    Carvalho e Melo) e, finalmente, no teto de uma das salas do palácio do Machadinho,    que Cirilo atribui ao ano de 1755<a href="#102"><sup>102</sup></a><a name="top102"></a>,    e nas casas de fresco de dois palácios da Casa Real – o ninfeu do palácio de    Belém e a sala dos esguichos do palácio da vila, em Sintra –, decoradas muito    provavelmente pela mesma altura, dadas as grandes semelhanças da linguagem decorativa    utilizada<a href="#103"><sup>103</sup></a><a name="top103"></a>. <a href="#f10">Figura    10</a></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f9"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n1/ser2n1a10f9.jpg">      
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f10"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n1/ser2n1a10f10.jpg">      
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>A REGULAMENTAÇÃO DO OFÍCIO DE ESTUCADOR</b></p>     <p>A partir do reinado de D. João V o estuque passou a ter uma presença constante    na decoração dos interiores, a par da pintura decorativa e do azulejo. Mas apesar    da vitalidade desta arte, curiosamente, continuamos a não encontrar qualquer    referência à regulamentação do ofício, na vasta documentação da <i>Casa dos    Vinte e Quatro</i> (a assembleia dos representantes dos vários mesteres no Senado    da capital), nomeadamente no regimento dos pedreiros e carpinteiros reunidos    sob a bandeira de S. José, as profissões mais diretamente relacionadas com a    construção<a href="#104"><sup>104</sup></a><a name="top104"></a>. </p>     <p>Além dos estucadores estrangeiros referidos por Cirilo Volkmar Machado<a href="#105"><sup>105</sup></a><a name="top105"></a>,    um mestre estucador lisboeta está documentado nas obras da Sé do Porto, a partir    de 1719 – António Pereira, coadjuvado pelo oficial também lisboeta, Francisco    Xavier. Foi ele o responsável pelo revestimento em estuque de praticamente todo    o interior do velho templo medieval e, muito provavelmente, pela sua transfiguração    barroca, descrita em pormenor no relato manuscrito do Arquivo Distrital do Porto    revelado por Artur de Magalhães Basto em 1940<a href="#106"><sup>106</sup></a><a name="top106"></a>.    António Pereira, referido na documentação como &ldquo;mestre do estuque&rdquo; e como &ldquo;mestre    pedreiro do estuque&rdquo;<a href="#107"><sup>107</sup></a><a name="top107"></a>,    vai ter um importante papel não só como estucador, mas também como mestre de    obras e mesmo como reconhecido arquiteto em outras obras do norte do país –    por exemplo, no Recolhimento das Órfãs de Nossa Senhora da Esperança, na casa    de S. João Novo, na igreja dos Clérigos e na igreja de Santo Ildefonso, na cidade    do Porto, e ainda na Sé de Lamego <a href="#108"><sup>108</sup></a><a name="top108"></a>.  </p>     <p>A referência a António Pereira como &ldquo;mestre pedreiro estucador&rdquo; suporta a nossa    convicção de que o ofício de estucador estaria associado ao de pedreiro. O facto    de nunca aparecer referido nos regimentos do ofício de pedreiro pode explicar-se    talvez pelo facto de esta profissão não ter ainda obtido o reconhecimento artístico    que viria a merecer após a vinda dos estucadores estrangeiros durante o reinado    de D. João V. É sabido que a Casa dos Vinte e Quatro não abrangia todos os ofícios    manuais existentes, mas apenas os que estavam mais bem representados na sociedade    ou que eram considerados indispensáveis, o que provavelmente não acontecera    ainda com os estucadores<a href="#109"><sup>109</sup></a><a name="top109"></a>.  </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>De qualquer forma, a necessidade de reforma dos regimentos dos oficiais mecânicos    levou o procurador da cidade de Lisboa, António Pereira de Viveiros, a requerê-la    a 27 de agosto de 1728, devendo para tal os juízes dos vários ofícios apresentar    o regimento respetivo e compará-lo com &ldquo;as obras que hoje se fazem e os preços    porque se devem fazer&rdquo;<a href="#110"><sup>110</sup></a><a name="top110"></a>.    A reforma dos regimentos, adequados às novas realidades, só viria a acontecer    bastante mais tarde, em finais de 1771, continuando a não contemplar qualquer    referência ao ofício de estucador<a href="#111"><sup>111</sup></a><a name="top111"></a>.  </p>     <p>Mas as razões eram outras. O ofício de estucador tinha entretanto sido regulamentado    por outra via. A 28 de agosto de 1764 fora criada a Aula de Desenho e Estuque    inserida na Real Fábrica das Sedas, sendo a sua direção entregue a João Grossi,    nomeado &ldquo;lente&rdquo; com um ordenado de 600$000 réis por ano <a href="#112"><sup>112</sup></a><a name="top112"></a>.    Todos os anos eram admitidos quinze discípulos que recebiam como ajuda de custo    100 réis diários <a href="#113"><sup>113</sup></a><a name="top113"></a>. A idade    de entrada variava entre os 10 e os 16 anos, e a aprendizagem demorava cerca    de cinco anos, finda a qual eram examinados e recebiam carta de oficiais<a href="#114"><sup>114</sup></a><a name="top114"></a>.    Todos os oficiais eram obrigatoriamente membros da irmandade de Nossa Senhora    de Monserrate das Amoreiras, sem o que não podiam ser admitidos pelos mestres    <a href="#115"><sup>115</sup></a><a name="top115"></a>.</p>     <p>Medidas legais foram ainda criadas para proteger os estucadores formados na    Aula. A 23 de dezembro de 1771 um alvará régio proibiu, sob pena de seis meses    de cadeia e 40$000 réis de multa, o exercício da profissão de estucador aos    pedreiros, carpinteiros, canteiros e moldureiros que não tivessem uma carta    de exame. Com estas medidas protecionistas pretendia-se defender uma profissão    considerada fundamental para &ldquo;a reedificação da cidade de Lisboa&rdquo;, em relação    a &ldquo;pessoas de officios diversos, como são Pedreiros, Carpinteiros, Canteiros,    e Moldureiros&rdquo; que tomavam por sua conta as &ldquo;obras que lhes não pertencem&rdquo; <a href="#116"><sup>116</sup></a><a name="top116"></a>.    A 3 de abril de 1772 Grossi conseguiu que esta determinação fosse também alargada    a outros estucadores, que eram obrigados a obter carta de exame junto da Aula,    como condição para poderem tomar a seu cargo obras de estuque<a href="#117"><sup>117</sup></a><a name="top117"></a>.</p>     <p>Embora se tenha mantido em vigor, é muito provável que este alvará não tenha    sido cumprido após o encerramento da Aula e o afastamento de Grossi, como parece    deduzir-se de um requerimento apresentado em 1825 por três &ldquo;estucadores de relevo&rdquo;    - Domingos Lourenço da Silva, Manuel Félix Amaro dos Santos Campos e José Elói    de Mendonça - que, sentindo ameaçada a sua subsistência, tinham exigido que    fosse aplicado o alvará régio de 1771 que previa pena de cadeia e multas pecuniárias    aplicadas a todos aqueles que exercessem essa arte sem terem uma carta de exame<a href="#118"><sup>118</sup></a><a name="top118"></a>.  </p>     <p>Os juízes dos ofícios de pedreiro e carpinteiro da Casa dos Vinte e Quatro    conseguiram a suspensão do alvará, alegando que uma vez terminada a Aula, &ldquo;dirigida    pelo habil Mestre João Grossi&rdquo;, não se justificava esta medida protecionista,    devendo voltar &ldquo;os officios a gosar da mesma liberdade antecedente para poderem    ajustar, juntamente com os da sua profissão, obras de estuque que de ordinario    lhes vem annexas&rdquo;<a href="#119"><sup>119</sup></a><a name="top119"></a>. </p>     <p>Este argumento dos juízes da Casa dos Vinte e Quatro comprova de forma inequívoca    que o ofício de estucador, embora não referido nos regimentos, esteve de facto    sempre associado à atividade dos mestres e oficiais da construção, nomeadamente    aos pedreiros e carpinteiros, unidos sob a bandeira de S. José. &#9; </p>     <p align="center">* * *</p>     <p>Os estuques decorativos tiveram um importante papel na decoração arquitetónica    do reinado de D. João V como pode ainda ser comprovado através dos exemplos    que chegaram aos nossos dias e que neste texto revisitámos. Os seus autores    foram, ao que tudo indica, os estucadores do Ticino que antes de virem para    Portugal estiveram em contacto com as tendências artísticas das principais cortes    da Europa. </p>     <p>De todos aqueles que então exerceram a sua atividade em Lisboa, sobressaiu    João Grossi. As ligações privilegiadas que conseguiu estabelecer em Portugal    e o seu espírito de liderança explicarão em parte o anonimato a que foram votados    quase todos os outros nomes de estucadores, cujo percurso artístico procurámos    traçar através das fontes disponíveis e cujo trabalho ainda hoje reflete a alta    qualidade dos <i>maestri d'arte</i> da Região dos Lagos. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>FONTES E BIBLIOGRAFIA</b></p>     <p><b>Fontes manuscritas</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Espanha</b></p>     <p>Academia Real de San Fernando (Madrid) (ASF)</p>     <p><i>Libro en donde se sentan los Discipulos de esta Real Academia de San Fernando    desde el año de 1752 en adelante</i> (3/300) </p>     <p><i>Desenhos premiados, Josefo Toscanelo</i> (1532/P)</p>     <p><b>Archivo de Palacio (Madrid)</b>(AP) </p>     <p><i>Administracion General de Palacio, Obras de Palacio</i>, caixas 73 a 76,    79, 84, 87, 91, 92, 98, 101, 103, 119, 121 a 125, 127, 166 a 173, 792, 1036,    1040</p>     <p><b>Portugal</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Arquivo da Igreja do Loreto (AIL)</b></p>     <p><i>Livro da Dezobrigação do Perceito Annual da Quaresma da Nação Italiana</i>    (1739/1744) </p>     <p><i>Livro da Dezobrigação do Perceito Annual da Quaresma da Nação Italiana</i>(1745/1748)  </p>     <p><i>Livro 1º de Baptizados</i></p>     <p><i>Livro 1º de Óbitos</i> (1669/1776)</p>     <p><i>Livro 2º de Óbitos</i> (1777/1846)</p>     <p><b>Arquivo do Ministério das Obras Públicas (Lisboa) (AMOP)</b></p>     <p><i>Junta do Comércio, Avisos e Ordens</i> (1757-1833)</p>     <p><b>Arquivo Municipal de Lisboa (AML)</b></p>     <p><i>Livro dos Regimentos dos oficiais mecânicos</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Livro 1º do acrescentamento dos regimentos dos oficiais mecânicos</i></p>     <p><i>Livro 3º de Consultas e Decretos de D. João V, do Senado Ocidental</i></p>     <p><i>Livro 1º do Registo das Cartas do Senado Ocidental</i></p>     <p><i>Livro 7º do Registo de Consultas e Decretos de D José I.</i></p>     <p><i>Livro 17º de Consultas, Decretos e Avisos de D. José I</i></p>     <p><i>Livro 2º de Registos e Decretos de D. José I</i></p>     <p><b>Arquivo Nacional da Torre do Tombo</b> (ANTT) </p>     <p>Arquivo Distrital de Lisboa, <i>Registos Paroquiais, freguesia de S. Sebastião    da Pedreira</i>, livro 3º de Baptizados</p>     <p>Arquivo Distrital de Lisboa, <i>Registos Paroquiais, freguesia de Mercês, Casamentos</i>,    livro C 3</p>     <p><i>Casa Real</i>, caixa 3129</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Real Fábrica das Sedas</i>, livros 355, 384, 422, 427, 429, 445 e 446</p>     <p><i>Feitos Findos, Inventários</i>, letra F, maço 186, nº 9</p>     <p><b>Arquivo do Patriarcado de Lisboa</b></p>     <p><i>Rol dos Confessados da Freguesia de Santa Catarina do Monte Sinai</i>, códice    2502</p>     <p><b>Arquivo do Tribunal de Contas </b> (Lisboa)</p>     <p><i>Décima da Cidade, Freguesia das Mercês</i>, DC 759 AR 1772 e DC 759 M 1772</p>     <p><b>Museu da Cidade</b> (Lisboa)</p>     <p><i>Carta de Padrão de Venda da Quinta de Belém</i></p>     <p><b>Suiça</b></p>     <p><b>Archivio di Stato del Cantone Ticino</b> (Bellinzona) (ASCT) </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Archivio Notarile Staffieri di Bioggio</b>(Pietro Francesco Staffieri di    Domenico), caixas 1453 a 1455, 2012</p>     <p><b>Archivio Notarile Rusca della Cassina d’Agno (Angelo Maria di Carlo Antonio)</b>,    caixas 1372, 1415 </p>     <p><b>Archivio Parrochiale di San Maurizio di Bioggio</b>(APSMB)</p>     <p><i>Libro dei Battesimi</i></p>     <p><i>Registro dei Defunti</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Fontes impressas</b></p>     <p>BEM, frei Tomás Caetano de – <i>Memórias Históricas, Chronologicas da Sagrada    Religião dos Clérigos Regulares em Portugal e suas Conquistas na Índia Oriental.</i>    Lisboa: Régia Officina Tipografica, 1792-1794. 2 vol. </p>     <p>BRENTANI, Luigi – <i>Antichi Maestri d’Arte e di Scuola delle Terre Ticinesi.    Notizie e Documenti.</i> Como: Tipografia Emo Cavalleri, [s.d.]. vol. III, IV.  </p>     <p>BRENTANI, Luigi – <i>Antichi Maestri d’Arte e di Scuola delle Terre Ticinesi.    Notizie e Documenti.</i> Lugano: Tipografia Cavalleri, 1939, 1941, 1944. vol.    V. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>CONCEIÇÃO, frei Apolinário da – <i>Demonstraçam Historica da Primeira e Real    Parochia de Lisboa de que é singular patrona, e titular N. S. dos Martyres.    Devedida em dous tomos, tomo primeiro, em que se trata da sua origem e antiguidade,    e se mostra a sua primasia, a respeito das mais parochias da mesma cidade que    escreveo, e offerece à mesma senhora, por mão do senhor Pedro Antonio Vergolino    (...) frei Apolinario da Conceiçam religioso capucho da Provincia do Rio de    Janeiro, natural de Lisboa, e bautizado na mesma freguesia.</i> Lisboa: Officina    de Ignacio Rodrigues, 1750.</p>     <p>MACHADO, Cirilo Volkmar – <i>Collecção de Memorias relativas às vidas dos pintores,    e escultores, architectos, e gravadores portuuguezes, e dos estrangeiros, que    estiverão em Portugal, recolhidas e ordenadas por Cyrillo Volkmar Machado, Pintor    ao serviço de S. Magestade o Senhor D. João VI.</i> 2ª ed. Coimbra: Imprensa    da Universidade, 1922.</p>     <p><i>Noticia Individual del Sagrado Culto, con que la devocion desta Corte de    Lisboa celebrò en um Octavario de solemnes fiestas la canonizacion del gloriosissimo    S. Andres Avelino de los Clerigos Regulares Teatinos, en su Iglesia de nuestra    Señora de la Divina Providencia, hizola, motivado por su devocion, un Español    Matritense en Lisboa.</i>[s.l.]: Imprenta Real Deslandesiana, 1713.</p>     <p>RACKZYNSKI, Athanasius – <i>Dictionnaire Historico-Artistique du Portugal.</i>    Paris: Jules Renouard, 1847. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Obras de referência</b></p>     <!-- ref --><p>AA.VV. – Sé Catedral do Porto. <i>Boletim da Direcção-Geral dos Edifícios e    Monumentos Nacionais.</i> Lisboa: Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos    Nacionais, Nºs. 40-43 (1945 e 1946).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067782&pid=S2183-3176201400010001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>AA.VV. – Studi associati Architetti Buletti/<i>Fumagalli</i> [Consult. 01.02.2014].    Disponível na internet:<a href="http://www.buletti-fumagalli-associati.ch/144%20Chiesa%20Cadro.ht" target="_blank">http://www.buletti-fumagalli-associati.ch/144%20Chiesa%20Cadro.ht</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067784&pid=S2183-3176201400010001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>AA.VV. – <i>A presença do estuque em Portugal. Do neolítico à época contemporânea.</i>    Estudos para uma base de dados. Cascais: Câmara Municipal de Cascais, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067785&pid=S2183-3176201400010001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p>AA.VV. – <i>I Encontro sobre estuques portugueses.</i> Porto: Museu do Estuque    e Museu Soares dos Reis, 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067787&pid=S2183-3176201400010001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ABECASIS, Maria Isabel Braga – <i>A Real Barraca: a residência na Ajuda dos    reis de Portugal após o terramoto (1756/1794).</i> Lisboa: Tribuna da História,    2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067789&pid=S2183-3176201400010001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>AGULLÓ y COBO, Mercedes – <i>La Basilica Pontificia de San Miguel (antigua    parroquia de Santos Justo y Pastor).</i> Madrid: Instituto de Estudios Madrileños    / Ayuntamiento de Madrid, 1970.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067791&pid=S2183-3176201400010001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ARSLAN, Edoardo – Preâmbulo. In Arslan, Edoardo (coord. de) – <i>Artisti dei    Laghi Lombardi. Gli stuccatori dal Barocco al Rococo.</i> Como: Tipografia Artistica    Antonio Noseda, 1962. p. IX-XVI.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067793&pid=S2183-3176201400010001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BASTO, Artur de Magalhães – <i>A Sé do Porto. Documentos inéditos relativos    à sua igreja.</i> Porto: Ed. Marânus, 1940.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067795&pid=S2183-3176201400010001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BASTOS, Celina – A Real Barraca no sítio de Nossa Senhora da Ajuda e as encomendas    da Casa Real: alguns elementos para o seu estudo.<i> Revista de Artes Decorativas.</i>    Porto: Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias das Artes / Universidade    Católica Portuguesa. Nº 1 (2007), p. 193-228.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067797&pid=S2183-3176201400010001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BERGER, Francisco José Gentil – <i>Lisboa e os arquitectos de D. João V: Manuel    da Costa Negreiros no estudo sistemático do barroco joanino na região de Lisboa.</i>    Lisboa: Edição Cosmos, 1994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067799&pid=S2183-3176201400010001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BIANCHI, Stefania – Parte chi impara l’arte. I Cantoni e la formazione di cantiere:    appunti di percorso per una sintesi d’insieme. In <i>Percorsi di ricerca. Working    papers.</i> Mendrisio: Università della Svizzera Italiana; Accademia di Architettura;    Laboratorio di Storia degli Alpi, 2010. p. 21-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067801&pid=S2183-3176201400010001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>BLASCO ESQUIVIAS, B. – Monarquia y Arquitectura: la reforma de las obras reales    y la construcción del Real Palacio Nuevo. In Bonet Correa, A. (coord. de) –    <i>Arquitecturas y ornamentos barrocos. Los Rabaglio y el arte cortesano del    siglo XVIII en Madrid.</i> Madrid: Real Academia de Bellas Artes de San Fernando,    1997, p. 73-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067803&pid=S2183-3176201400010001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>BOTTINEAU, Yves – <i>El arte en la corte de Felipe V (1700/1746)</i>. Madrid:    Fundacion Universitaria Española, 1986.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067805&pid=S2183-3176201400010001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BRAGA, Mónica, CHARRUA, Alexandra – <i>Estuques e esgrafitos de Évora.</i>    Lisboa: Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, 1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067807&pid=S2183-3176201400010001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BRAGA, Mónica e CHARRUA, Alexandra – <i>Argamassas decorativas nos Distritos    de Évora e Portalegre, no Alentejo. </i>A Cidade de Évora. Évora: Câmara Municipal    de Évora. 2ª série Nº 8 (2009), p. 501-571.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067809&pid=S2183-3176201400010001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>CARLONI, Rosella – Grossi, Giovanni Battista. <i>Dizionario biografico degli    Italiani</i> [Em linha]. Vol. 59 (2003). [Consult. 12.04.2014]. Disponível na    internet: <a href="http://www.treccani.it/enciclopedia/giovanni-battista-rossi_(Dizionario-Biografico)/" target="_blank">http://www.treccani.it/enciclopedia/giovanni-battista-rossi_(Dizionario-Biografico)/</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067811&pid=S2183-3176201400010001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>COTRIM, Hélder António Coelho – <i>Reabilitação de estuques antigos. Lisboa:    [s.n.], 2004.</i> Dissertação de mestrado em Construção apresentada ao Instituto    Superior Técnico, exemplar policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067812&pid=S2183-3176201400010001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>DOERY, B. L. – <i>Die Taetigkeit Italienischer Stuckateure 1650-1750 im Gebiet    der Bundesrepublik Deutschland. Mit Ausnahme von Altbayern, Schwaben und der    Oberpfalz.</i> In ARSLAN, Edoardo (coord.) - <i>Artisti dei Laghi Lombardi.    Gli stuccatori dal Barocco al Rococo.</i> Como: Tipografia Artistica Antonio    Noseda, 1962. p. 129-152.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067814&pid=S2183-3176201400010001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>DUBINI, M. – I «pacta ad artem», una fonte per la storia dell’emigrazione.    <i>Bolletino Storico della Svizzera Italiana.</i> Bellinzona: Nº CIII, (1991),    p. 73-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067816&pid=S2183-3176201400010001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>FACCHIN, Laura – <i>Stuccatori ticinesi a Firenze. Un primo repertorio dei    ticinesi tra Sei e Settecento.</i>Arte Storia: Svizzeri a Firenze. Lugano: Edizioni    Ticino Management, N º 48 (2010), p. 100-131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067818&pid=S2183-3176201400010001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FERRÃO, Leonor – <i>A Real Obra de Nossa Senhora das Necessidades.</i> Lisboa:    Ministério dos Negócios Estrangeiros; Quetzal Ed., 1994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067820&pid=S2183-3176201400010001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FERREIRA-ALVES, Joaquim Jaime – Arquitectos: riscadores, artistas e artífices    que trabalharam na Sé do Porto nas obras promovidas pelo cabido durante a sede    vacante de 1717 a 1741. In – <i>Artistas e artífices e sua mobilidade no mundo    de expressão portuguesa (actas do VII Colóquio Luso Brasileiro de História da    Arte).</i> Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2005. p. 191-220.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067822&pid=S2183-3176201400010001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>GOMES, Paulo Varela – As iniciativas arquitectónicas dos teatinos em Lisboa,    1648-1698 (mais alguns elementos). <i>Penélope, fazer e desfazer a História.</i>    Lisboa: Edições Cosmos. Nº 9/10 (1993), p. 73-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067824&pid=S2183-3176201400010001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>GRANDJEAN, Bredo – L'activité des stucateurs italiens et tessinois en Danemark    (1670-1770). In Arslan, Edoardo (coord.) – <i>Artisti dei Laghi Lombardi. Gli    stuccatori dal Barocco al Rococo</i>. Como: Tipografia Artistica Antonio Noseda,    1962. p. 153-164.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067826&pid=S2183-3176201400010001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>LAMEIRA, Francisco – A arte da talha. <i>Monumentos.</i> Lisboa: Direcção-Geral    dos Edifícios e Monumentos Nacionais. Nº 15 (Setembro de 2001), p. 32-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067828&pid=S2183-3176201400010001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>LANGHANS, Franz-Paul – As antigas corporações dos ofícios mecânicos e a Câmara    de Lisboa. <i>Revista Municipal.</i> Lisboa: Publicações culturais da Câmara    Municipal de Lisboa. Separata Nº 7, 8 e 9 (1942).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067830&pid=S2183-3176201400010001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>LEAL, Joana Cunha – Às portas de Lisboa: O Palacete de J. M. Eugénio de Almeida    em São Sebastião. <i>Revista de História da Arte.</i> Lisboa: Instituto de História    da Arte da FCSH-UNL. Nº 2 (2006), p. 106-125.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067832&pid=S2183-3176201400010001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>LEITE, Maria de São José Pinto – <i>Os estuques do século XX no Porto. A oficina    Baganha.</i> Porto: CITAR, Universidade Católica Portuguesa, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067834&pid=S2183-3176201400010001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>MARTINS, Fausto Sanches – <i>A arquitectura dos primeiros colégios jesuíticos    de Portugal. 1542-1759. Cronologia, artistas, espaço.</i> Porto: [s.n.], 1994.    2 vol. Tese de doutoramento em História da Arte, apresentada à Universidade    do Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067836&pid=S2183-3176201400010001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>MATOS, José Sarmento de; PAULO, Jorge Ferreira – <i>Caminho do Oriente.</i>    Guia histórico de Lisboa: Livros Horizonte, 1999. Vol. II.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067838&pid=S2183-3176201400010001000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>MECO, José – Azulejos e mármores embutidos. <i>Monumentos.</i> Lisboa: Direcção-Geral    dos Edifícios e Monumentos Nacionais. Nº 15 (Setembro de 2001), p. 40-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067840&pid=S2183-3176201400010001000031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho – Um tecto quinhentista na capela-mor da igreja    do convento de Santa Marta, em Lisboa.<i> Monumentos.</i> Lisboa: Direcção-Geral    dos Edifícios e Monumentos Nacionais. Nº 17 (Setembro de 2002), p. 124-131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067842&pid=S2183-3176201400010001000032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p>MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho – Dos estuques do Palácio de Belém. In Gaspar,    Diogo (coord. de) – <i>Do Palácio de Belém.</i> Lisboa: Museu da Presidência    da República, 2005. p. 246-263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067844&pid=S2183-3176201400010001000033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho – <i>Estuques decorativos: a viagem das formas    (séculos XVI a XIX).</i> Lisboa: Patriarcado de Lisboa, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067846&pid=S2183-3176201400010001000034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho – Inspirações eruditas em estuques decorativos    portugueses: entre o tratado de Serlio e as gravuras flamengas. In Mendonça,    Isabel e Correia, Ana Paula Rebelo – <i>Iconografia e fontes de inspiração.</i>    Imagem e memória da gravura europeia (actas do 3º Colóquio de Artes Decorativas    da ESAD/FRESS, Novembro de 2009). [Em linha]. Lisboa: Fundação Ricardo do Espírito    Santo Silva; Instituto de História da Arte da FCSH-UNL, 2011. p. 9-24. Edição    em CD e disponível na internet: <a href="http://www.fress.pt" target="_blank">www.fress.pt</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067848&pid=S2183-3176201400010001000035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho - &ldquo;Emblemas&rdquo; de Alciato na cúpula da igreja    de S. Pedro de Elvas. In Mendonça, Isabel e Correia, Ana Paula Rebelo –<i>Iconografia    e fontes de inspiração.</i> Imagem e memória da gravura europeia (actas do 3º    Colóquio de Artes Decorativas da ESAD/FRESS, Novembro de 2009). [Em linha].    Lisboa: Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva; Instituto de História da Arte    da FCSH-UNL, 2011. p. 157-164. Edição em CD e disponível na internet: <a href="http://www.fress.pt" target="_blank">www.fress.pt</a></p>     <!-- ref --><p>MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho – O palácio de Fernando de Larre na calçada    do Combro e os seus estuques. In <i>Estudos de Lisboa. Revista de História da    Arte.</i> Lisboa: Instituto de História da Arte da FCSH-UNL, no prelo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067850&pid=S2183-3176201400010001000037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho – O que Cirilo não sabia sobre Giovanni Grossi    e os outros estucadores suíços em Lisboa. <i>IV Colóquio Internacional de História    da Arte</i> (Fundação Calouste Gulbenkian, Novembro de 2012). Lisboa: Associação    Portuguesa dos Historiadores de Arte, no prelo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067852&pid=S2183-3176201400010001000038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>NIEDERSTEINER, Christoph – <i>Donato Polli 1663 1738. Uno stuccatore ticinese    a Norimberga.</i> Muzzano: Comune di Muzzano, 1991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067854&pid=S2183-3176201400010001000039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>OLIVEIRA, Lina Marrafa de – Arquitectura dos séculos XVII e XVIII. In Gaspar,    Diogo (coord. de) – <i>Do Palácio de Belém.</i> Lisboa: Museu da Presidência    da República, 2005. p. 304-329.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067856&pid=S2183-3176201400010001000040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>PEREIRA, Liliana Maria Ferreira Figueiredo – <i>Estuques no espaço doméstico.    (...) O Solar dos Pimenteis em Torre de Moncorvo.</i> Lisboa: [s.n.], 2003,    2 vol. Dissertação de mestrado em História da Arte apresentada à Universidade    Lusíada, exemplar policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067858&pid=S2183-3176201400010001000041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>PARDO CANALIS, Enrique – <i>Los registros de matrícula de la Academia de San    Fernando de 1752 a 1815.</i> Madrid: Consejo Superior de Investigaciones Científicas    / Instituto DiegoVelasquez, 1967.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067860&pid=S2183-3176201400010001000042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PLAZA SANTIAGO, F. J. de la – <i>Investigaciones sobre el Palacio Real nuevo    de Madrid.</i> Valladolid: Universidad de Valladolid, 1975.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067862&pid=S2183-3176201400010001000043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SEQUEIRA, Gustavo de Matos – <i>Depois do terramoto. Subsídios para a história    dos bairros ocidentais de Lisboa.</i> Lisboa: Academia das Ciências, 1933. vol.    IV.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067864&pid=S2183-3176201400010001000044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>SERRÃO, Vítor – O Barroco. <i>História da Arte em Portugal.</i> Lisboa: Ed.    Presença, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067866&pid=S2183-3176201400010001000045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SILVA, Hélia Cristina Tirano Tomás da - <i>Giovanni Grossi e a evolução dos    estuques decorativos no Portugal Setecentista.</i> Lisboa: [s.n.], 2005, 2 vol.    Dissertação de mestrado em Arte, Património e Restauro apresentada à Faculdade    de Letras da Universidade de Lisboa, exemplar policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067868&pid=S2183-3176201400010001000046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>SILVA, Hélia – Estuques maneiristas do Colégio de Santo Agostinho ou da Sapiência.    Apontamentos para o seu estudo. <i>Monumentos.</i> Lisboa: Direcção-Geral dos    Edifícios e Monumentos Nacionais. Nº 25 (Setembro de 2006), p. 76-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067870&pid=S2183-3176201400010001000047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>SILVA, Hélia – Três programas de estuque relevado em Vila Viçosa. <i>Monumentos.</i>    Lisboa: Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. Nº 27 (Dezembro    de 2007), p. 126-133.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067872&pid=S2183-3176201400010001000048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>SILVA, Hélia – Os estuques do salão nobre do Palácio do Machadinho. <i>Revista    Rossio.</i> Lisboa: Gabinete de Estudos Olisiponenses, Nº 0 (Outubro de 2012),    p. 88-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067874&pid=S2183-3176201400010001000049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>STAFFIERI, Giovanni Maria – Notizie sullo stuccatore Carlo Sebastiano Staffieri    da Bioggio (1694-1746). <i>Bolletino Storico della Svizzera Italiana.</i> Bellinzona:    Arti Grafiche A. Salvione & Co., s.a. Vol. 83 fasc. 4 (1971), p. 155-165.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067876&pid=S2183-3176201400010001000050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>STAFFIERI, Giovanni Maria – <i>Le Famiglie Patrizie di Bioggio e Gaggio (appunti    storico-genealogici).</i> Bioggio: Patriziato di Bioggio e Giovanni Maria Staffieri,    1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067878&pid=S2183-3176201400010001000051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>SUGRAYNES FOLETTI, Silvia – <i>La colección di dibujos Rabaglio. Un ejemplo    de la actividad de los maestros emigrantes italianos en España (1737/1760).</i>    Madrid: [s.n.], 2001. Tese de doutoramento em História da Arte, apresentada    à Facultad de Geografia y Historia da Universidad Complutense de Madrid, Departamento    de Arte II (Moderno).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067880&pid=S2183-3176201400010001000052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>VALE, Teresa Leonor – Os Garvo: uma família de artistas italianos em Lisboa    e o seu papel no contexto da arte portuguesa de seicentos e setecentos. <i>«Le    nove son tanto e tante buone, che dir non se pò».</i> <i>Lisboa dos Italianos:    História e Arte (sécs. XIV-XVIII).</i> Lisboa: Cátedra de Estudos Sefarditas    «Alberto Benveniste» da Universidade de Lisboa, série monográfica «Alberto Benveniste».    Vol. 4 (2014), p. 175-187.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067882&pid=S2183-3176201400010001000053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>VASCONCELOS, Flórido de – <i>Subsídios para a história do estuque decorativo    em Portugal.</i> Lisboa: [s.n.], 1959. Tese para o exame final de estágio para    conservador dos museus e monumentos nacionais, texto policopiado depositado    na biblioteca do Museu Nacional de Arte Antiga.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067884&pid=S2183-3176201400010001000054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>VASCONCELOS, Flórido de – Considerações sobre o estuque decorativo. <i>Boletim    do Museu Nacional de Arte Antiga.</i> Lisboa: Museu Nacional de Arte Antiga.    Nº 2, vol. V (1966), p. 34-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067886&pid=S2183-3176201400010001000055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>VASCONCELOS, Flórido de – Introdução a um inventário de estuques do Porto.    <i>Estudo e Defesa do Património Artístico.</i> Porto: Centro de Estudos Humanísticos    «Studium Generale», Ministério da Cultura, 1984. p. 39-47;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067888&pid=S2183-3176201400010001000056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>VASCONCELOS, Flórido de – <i>Estuques decorativos do norte de Portugal.</i>    Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Regional de Artes Tradicionais,    Porto, 1991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2067890&pid=S2183-3176201400010001000057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>VIEIRA, Eduarda Maria Moreira da Silva – <i>Técnicas tradicionais de &ldquo;Stuccos&rdquo;    em revestimentos interiores portugueses. História e teoria. Aplicação à conservação    e restauro.</i> Valência: [s.n.], 2008. Tese de doutoramento em Conservação    e Restauro de Bens Culturais apresentada à Universitat Politècnica de València,    Facultad de Bellas Artes, exemplar policopiado.</p>     <p>submissão/submission: 17/02/2014</p>     <p>aceitação/approval: 17/04/2014</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>NOTAS</b></p>     <p><a href="#top*"><sup>*</sup></a><a name="*"></a> Emília Isabel Mayer Godinho    Mendonça é doutorada em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade    do Porto e professora da Escola Superior de Artes Decorativas da Fundação Ricardo    do Espírito Santo Silva. Investigadora integrada do Instituto de História da    Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa,    desenvolve presentemente investigação sobre &ldquo;Estuques Decorativos em Portugal&rdquo;,    no âmbito de uma bolsa de pós-doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia.    Correio eletrónico: <a href="mailto:isabelmendonca@hotmail.com">isabelmendonca@hotmail.com</a></p>     <p><a href="#top1"><sup>1</sup></a><a name="1"></a> VASCONCELOS, Flórido de -    <i>Subsídios para a história do estuque decorativo em Portugal.</i> Lisboa:    [s.n.], 1959. Tese para o exame final de estágio para conservador dos museus    e monumentos nacionais, texto policopiado depositado na biblioteca do Museu    Nacional de Arte Antiga (MNAA); VASCONCELOS, Flórido de - Considerações sobre    o estuque decorativo. Boletim do Museu Nacional de Arte Antiga. Lisboa: Museu    Nacional de Arte Antiga. vol. V. Nº 2 (1966), p. 34-43.</p>     <p><a href="#top2"><sup>2</sup></a><a name="2"></a> VASCONCELOS, Flórido de –    Introdução a um inventário de estuques do Porto. Estudo e defesa do património    artístico. Porto: Centro de Estudos Humanísticos «Studium Generale», Ministério    da Cultura, 1984. p. 39-47; VASCONCELOS, Flórido de - <i>Estuques decorativos    do norte de Portugal.</i> Porto: Centro Regional de Artes Tradicionais; Fundação    Calouste Gulbenkian, 1991. A exposição esteve patente na Fundação Calouste Gulbenkian    em 1992.</p>     <p><a href="#top3"><sup>3</sup></a><a name="3"></a> Parte deste inventário guarda-se    na biblioteca da Escola Superior de Artes Decorativas da Fundação Ricardo do    Espírito Santo Silva (ESAD/FRESS). Nos anos subsequentes foram ainda realizados    inventários de estuques e esgrafitos aplicados em fachadas nos concelhos de    Évora e Tavira. Cf. BRAGA, Mónica, CHARRUA, Alexandra – <i>Estuques e esgrafitos    de Évora.</i> Lisboa: Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, 1992.</p>     <p><a href="#top4"><sup>4</sup></a><a name="4"></a> Referem-se aqui apenas os    estudos mais recentes sobre a temática do estuque decorativo: MENDONÇA, Isabel    Mayer Godinho – Um tecto quinhentista na capela-mor da igreja do convento de    Santa Marta, em Lisboa. <i>Monumentos.</i> Lisboa: Direcção-Geral dos Edifícios    e Monumentos Nacionais. Nº 17 (Setembro de 2002), p. 124-131; MENDONÇA, Isabel    Mayer Godinho – <i>Dos estuques do Palácio de Belém.</i> In Gaspar, Diogo (coord.)    – Do Palácio de Belém. Lisboa: Museu da Presidência da República, 2005. p. 246-263;    SILVA, Hélia – Estuques maneiristas do Colégio de Santo Agostinho ou da Sapiência.    Apontamentos para o seu estudo. <i>Monumentos.</i> Lisboa: Direcção-Geral dos    Edifícios e Monumentos Nacionais. Nº 25 (Setembro de 2006), p. 76-85; SILVA,    Hélia – Três programas de estuque relevado em Vila Viçosa. <i>Monumentos.</i>    Lisboa: Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. Nº 27 (Dezembro    de 2007), p. 126-133; MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho – <i>Estuques decorativos:    a viagem das formas (séculos XVI a XIX).</i> Lisboa: Patriarcado de Lisboa,    2009; BRAGA, Mónica e CHARRUA, Alexandra – <i>Argamassas decorativas nos distritos    de Évora e Portalegre, no Alentejo.</i> A cidade de Évora. Évora: Câmara Municipal    de Évora. 2ª série Nº 8 (2009), p. 501-571; MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho –    <i>Inspirações eruditas em estuques decorativos portugueses: entre o tratado    de Serlio e as gravuras flamengas.</i> In Mendonça, Isabel e Correia, Ana Paula    Rebelo – Iconografia e fontes de inspiração. Imagem e memória da gravura europeia.    <i>Actas do 3º Colóquio de Artes Decorativas da ESAD/FRESS</i>, Novembro de    2009. [Em linha]. Lisboa: Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva; Instituto    de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade    Nova de Lisboa(UNL), 2011. p. 9-24. Edição em CD e disponível na internet: <a href="http://www.fress.pt" target="_blank">www.fress.pt</a>;    MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho – &ldquo;Emblemas&rdquo; de Alciato na cúpula da igreja de    S. Pedro de Elvas. In Mendonça, Isabel e Correia, Ana Paula Rebelo - <i>Iconografia    e fontes de inspiração. Imagem e memória da gravura europeia.</i> Actas do 3º    Colóquio de Artes Decorativas da ESAD/FRESS, Novembro de 2009. [Em linha]. Lisboa:    Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva; Instituto de História da Arte da FCSH-UNL,    2011. p. 157-164. Edição em CD e disponível na internet: <a href="http://www.fress.pt" target="_blank">www.fress.pt</a>;    SILVA, Hélia – Os estuques do salão nobre do Palácio do Machadinho. <i>Revista    Rossio.</i> Lisboa: Gabinete de Estudos Olisiponenses, Nº 0 (Outubro de 2012),    p. 88-97. </p>     <p><a href="#top5"><sup>5</sup></a><a name="5"></a> COTRIM, Hélder António Coelho    – <i>Reabilitação de estuques antigos.</i> Lisboa: [s.n.], 2004. Dissertação    de mestrado em Construção apresentada ao Instituto Superior Técnico, exemplar    policopiado; SALEMA, Sofia – As superfícies arquitectónicas de Évora. Os esgrafitos:    contributo para a sua salvaguarda. Évora: [s.n.] Dissertação de mestrado apresentada    à Universidade de Évora, exemplar policopiado; VIEIRA, Eduarda Maria Moreira    da Silva – Técnicas tradicionais de &ldquo;Stuccos&rdquo; em revestimentos interiores portugueses.    História e teoria. Aplicação à conservação e restauro. Valência: [s.n.], 2008.    Tese de doutoramento em Conservação e Restauro de Bens Culturais apresentada    à Universitat Politècnica de València, Facultad de Bellas Artes, exemplar policopiado.</p>     <p><a href="#top6"><sup>6</sup></a><a name="6"></a> PEREIRA, Liliana Maria Ferreira    Figueiredo – <i>Estuques no espaço doméstico. (...) O Solar dos Pimenteis em    Torre de Moncorvo.</i> Lisboa: [s.n.], 2003, 2 vol. Dissertação de mestrado    em História da Arte apresentada à Universidade Lusíada, exemplar policopiado;    SILVA, Hélia Cristina Tirano Tomás da - Giovanni Grossi e a evolução dos estuques    decorativos no Portugal setecentista. Lisboa: [s.n.], 2005, 2 vol. Dissertação    de mestrado em Arte, Património e Restauro apresentada à Faculdade de Letras    da Universidade de Lisboa, exemplar policopiado. LEITE, Maria de São José Pinto    – Os estuques do século XX no Porto. A oficina Baganha. Porto: CITAR, Universidade    Católica Portuguesa, 2008.</p>     <p><a href="#top7"><sup>7</sup></a><a name="7"></a> Realizaram-se três colóquios    dedicados ao estuque: o primeiro em 2007, em Cascais, de âmbito internacional,    organizado pelo Centro de Investigação em Património da Universidade Lusíada    de Lisboa e pela Câmara Municipal de Cascais; em 2008, no Porto, no museu Soares    dos Reis, fruto de uma parceria entre o museu do Estuque e o museu Soares dos    Reis; e em 2010, no palácio da Bolsa, no Porto, da responsabilidade do museu    do Estuque. No âmbito dos dois primeiros encontros foram publicados livros de    atas: A presença do estuque em Portugal. Do neolítico à época contemporânea.    Estudos para uma base de dados. Cascais: Câmara Municipal de Cascais, 2009;    I Encontro sobre Estuques portugueses. Porto: Museu do Estuque e Museu Soares    dos Reis, 2010. </p>     <p><a href="#top8"><sup>8</sup></a><a name="8"></a> <i>Noticia Individual del    Sagrado Culto, con que la devocion desta Corte de Lisboa celebrò en un Octavario    de solemnes fiestas la canonizacion del gloriosissimo S. Andres Avelino de los    Clerigos Regulares Teatinos, en su Iglesia de nuestra Señora de la Divina Providencia,    hizola, motivado por su devocion, un Español Matritense en Lisboa.</i> [s.l.]:    Imprenta Real Deslandesiana, 1713, p. 3.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top9"><sup>9</sup></a><a name="9"></a> BEM, frei Tomás Caetano de    – <i>Memórias Históricas, Chronologicas da Sagrada Religião dos Clérigos Regulares    em Portugal e suas Conquistas na Índia Oriental.</i> Lisboa: Régia Officina    Tipográfica, 1792-1794. 2 vol. Citado por GOMES, Paulo Varela – As iniciativas    arquitectónicas dos teatinos em Lisboa, 1648-1698 (mais alguns elementos). Penélope,    fazer e desfazer a História. Lisboa: Edições Cosmos. Nºs 9/10 (1993), p. 73-82,    p. 76.</p>     <p><a href="#top10"><sup>10</sup></a><a name="10"></a> <i>Noticia Individual del    Sagrado Culto (...), op. cit.</i>, p. 3.</p>     <p><a href="#top11"><sup>11</sup></a><a name="11"></a> Sobre a emigração da região    do Ticino, indicando bibliografia especializada, veja-se SUGRAYNES FOLETTI,    Silvia – <i>La colección di dibujos Rabaglio. Un ejemplo de la actividad de    los maestros emigrantes italianos en España (1737/1760).</i> Madrid: [s.n.],    2001. Tese de doutoramento em História da Arte apresentada à Facultad de Geografía    y Historia da Universidad Complutense de Madrid, Departamento de Arte II (Moderno),    p. 20 a 31, nota 28. </p>     <p><a href="#top12"><sup>12</sup></a><a name="12"></a> FACCHIN, Laura – Stuccatori    ticinesi a Firenze. Un primo repertorio dei ticinesi tra Sei e Settecento. <i>Arte    & Storia: Svizzeri a Firenze.</i> Lugano: Edizioni Ticino Management, N º 48    (2010), p. 100-131.</p>     <p><a href="#top13"><sup>13</sup></a><a name="13"></a> Não parece crível a ligação    entre Ciceri e o mestre pedreiro e escultor Carlos Baptista Garvo, que trabalhou    para os jesuítas em Santo Antão e na igreja de Santarém, como sugere GOMES,    Paulo Varela, op. cit., p. 73-82. Carlos Baptista era filho de João Batista    Garvo, natural de Bissone, no Ticino, mas já residente em Lisboa desde 1672.    Sobre a família Garvo, veja-se o recente artigo de VALE, Teresa Leonor – Os    Garvo: uma família de artistas italianos em Lisboa e o seu papel no contexto    da arte portuguesa de seicentos e setecentos. <i>«Le nove son tanto e tante    buone, che dir non se pò».</i> Lisboa dos Italianos: História e Arte (sécs.    XIV-XVIII). Lisboa: Cátedra de Estudos Sefarditas «Alberto Benveniste» da Universidade    de Lisboa, série monográfica «Alberto Benveniste». Vol. 4 (2014), p. 175-187.</p>     <p><a href="#top14"><sup>14</sup></a><a name="14"></a> Sobre a pintura de tetos    de brutesco e a persistência da tradição dos tetos de caixotões decorados com    temática figurativa e ornamental que dominaram o período do chamado &ldquo;barroco    nacional&rdquo;, veja-se sobretudo SERRÃO, Vítor – <i>O Barroco. História da Arte    em Portugal.</i> Lisboa: Ed. Presença, 2003.</p>     <p><a href="#top15"><sup>15</sup></a><a name="15"></a> MACHADO, Cirilo Volkmar    – <i>Collecção de memorias relativas às vidas dos pintores, e escultores, architectos,    e gravadores portuguezes, e dos estrangeiros, que estiverão em Portugal, recolhidas    e ordenadas por Cyrillo Volkmar Machado, pintor ao serviço de S. Magestade o    Senhor D. João VI.</i> 2ª ed. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1922. p. 215.  </p>     <p><a href="#top16"><sup>16</sup></a><a name="16"></a> <i>Idem, ibidem.</i></p>     <p><a href="#top17"><sup>17</sup></a><a name="17"></a> <i>Idem, ibidem.</i></p>     <p><a href="#top18"><sup>18</sup></a><a name="18"></a> <i>Idem, ibidem, </i> p.    61 e 216.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top19"><sup>19</sup></a><a name="19"></a> <i>Idem, ibidem,</i> p.    217. João Grossi faleceu não em 1781, como sugere Cirilo, mas em janeiro de    1780, como adiante referiremos. </p>     <p><a href="#top20"><sup>20</sup></a><a name="20"></a> Arquivo Nacional da Torre    do Tombo (ANTT), Arquivo Distrital de Lisboa (ADL), <i>Registos Paroquiais,    Freguesia de Mercês, Casamentos</i>, livro C 3, f. 49.</p>     <p><a href="#top21"><sup>21</sup></a><a name="21"></a> Arquivo da Igreja do Loreto    (AIL), <i>Livro Segundo de Baptizados</i>, f. 25, 66 e 101v.</p>     <p><a href="#top22"><sup>22</sup></a><a name="22"></a> As informações sobre a    biografia de Grossi que aqui coligimos constaram da nossa comunicação ao IV    Congresso Internacional promovido em novembro de 2012, em Lisboa, pela Associação    Portuguesa de Historiadores da Arte. Aguarda-se a publicação do respetivo texto,    com o título &quot;O que Cirilo não sabia sobre João Grossi e outros estucadores    suíços em Lisboa&quot;.</p>     <p><a href="#top23"><sup>23</sup></a><a name="23"></a> Archivio Parrochiale di    San Maurizio di Bioggio (APSMB), <i>Libro dei Battesimi</i>, ad annum, não paginado.    Agradecemos ao curador do arquivo paroquial, o estudioso local Agostino Lurati,    as facilidades concedidas para a consulta da documentação em que nos baseamos.</p>     <p><a href="#top24"><sup>24</sup></a><a name="24"></a> O número de irmãos de Grossi    está ainda por determinar com exatidão, visto dispormos apenas de informações    fragmentárias recolhidas, nomeadamente, nos registos da paróquia de S. Maurício    de Bioggio e nos apontamentos dos notários de Bioggio e localidades vizinhas.    Dos <i>stati animarum</i> (róis de confessados) da paróquia de S. Maurício,    que poderiam fornecer indicações preciosas sobre a composição da família, só    são conhecidos os referentes a 1696 e 1717.</p>     <p><a href="#top25"><sup>25</sup></a><a name="25"></a> Archivio di Stato del Cantone    Ticino (ASCT), Bellinzona, Archivio Notarile Staffieri di Bioggio (Pietro Francesco    Staffieri di Domenico).</p>     <p><a href="#top26"><sup>26</sup></a><a name="26"></a> APSMB, <i>Registro dei    Defunti, ad annum</i>, não paginado.</p>     <p><a href="#top27"><sup>27</sup></a><a name="27"></a> Sobre os Grossi e as famílias    patrícias da região veja-se o estudo de STAFFIERI, Giovanni Maria – <i>Le Famiglie    Patrizie di Bioggio e Gaggio (appunti storico-genealogici)</i>. Bioggio: Patriziato    di Bioggio e Giovanni Maria Staffieri, 1992. </p>     <p><a href="#top28"><sup>28</sup></a><a name="28"></a> Cf. BRENTANI, Luigi – <i>Antichi    Maestri d’Arte e di Scuola delle Terre Ticinesi. Notizie e Documenti.</i> Como:    Tipografia Emo Cavalleri, [s.d.]. vol. III, IV; BRENTANI, Luigi – <i>Antichi    Maestri d’Arte e di Scuola delle Terre Ticinesi. Notizie e Documenti.</i> Lugano:    Tipografia Cavalleri, 1939, 1941, 1944. vol. V. doc. 557, 573, 620.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top29"><sup>29</sup></a><a name="29"></a> Cf. BRENTANI, Luigi, <i>op.    cit.</i>, vol. IV, 1941, doc. 960.</p>     <p><a href="#top30"><sup>30</sup></a><a name="30"></a> APSMB, <i>Registro dei    Defunti, ad annum</i>, não paginado.</p>     <p><a href="#top31"><sup>31</sup></a><a name="31"></a> Cf. DUBINI, M. – I «pacta    ad artem», una fonte per la storia dell’emigrazione. <i>Bolletino Storico della    Svizzera Italiana.</i> Bellinzona: Nº CIII. (1991), p. 73 81; BIANCHI, Stefania    – Parte chi impara l’arte. I Cantoni e la formazione di cantiere: appunti di    percorso per una sintesi d’insieme. In Percorsi di ricerca. Working papers.    Mendrisio: Università della Svizzera Italiana; Accademia di Architettura; Laboratorio    di Storia degli Alpi, 2010, p. 21-30. </p>     <p><a href="#top32"><sup>32</sup></a><a name="32"></a> BERGER, Francisco José    Gentil – <i>Lisboa e os arquitectos de D. João V: Manuel da Costa Negreiros    no estudo sistemático do barroco joanino na região de Lisboa.</i> Lisboa: Edição    Cosmos, 1994, p. 300. </p>     <p><a href="#top33"><sup>33</sup></a><a name="33"></a> SILVA, Hélia Cristina Tirano    Tomás da - <i>Giovanni Grossi e a evolução dos estuques decorativos no Portugal    setecentista, op. cit.</i>, vol. I, p. 126. </p>     <p><a href="#top34"><sup>34</sup></a><a name="34"></a> CARLONI, Rosella – Grossi,    Giovanni Battista. <i>Dizionario Biografico degli Italiani</i> [Em linha]. Vol.    59 (2003). [Consult. 12.04.2014]. Disponível na internet:    <a href="http://www.treccani.it/enciclopedia/giovanni-battista-rossi_(Dizionario-Biografico)/" target="_blank">http://www.treccani.it/enciclopedia/giovanni-battista-rossi_(Dizionario-Biografico)/</a></p>     <p><a href="#top35"><sup>35</sup></a><a name="35"></a> Sobre as obras dos Bourbon    e concretamente o palácio real de Madrid, veja-se BOTTINEAU, Yves – <i>El arte    en la corte de Felipe V (1700/1746)</i>. Madrid: Fundacion Universitaria Española,    1986; PLAZA SANTIAGO, F. J. de la – <i>Investigaciones sobre el Palacio Real    nuevo de Madrid</i>. alladolid: Universidad de Valladolid, 1975; BLASCO ESQUIVIAS,    B. – Monarquia y arquitectura: la reforma de las obras reales y la construcción    del Real Palacio nuevo. In Bonet Correa, A. (coord. de) – <i>Arquitecturas y    ornamentos barrocos. Los Rabaglio y el arte cortesano del siglo XVIII en Madrid.</i>    Madrid: Real Academia de Bellas Artes de San Fernando, 1997, p. 73-87. </p>     <p><a href="#top36"><sup>36</sup></a><a name="36"></a> Archivo de Palacio (AP),    Administración General de Palacio (AGP), <i>Obras de Palacio</i>, caixas 103,    123, 125 e 127.</p>     <p><a href="#top37"><sup>37</sup></a><a name="37"></a> AGULLÓ y COBO, Mercedes    – <i>La Basilica pontificia de San Miguel (antigua parroquia de Santos Justo    y Pastor).</i> Madrid: Instituto de Estudios Madrileños/Ayuntamiento de Madrid,    1970. p. 22.</p>     <p><a href="#top38"><sup>38</sup></a><a name="38"></a> Academia Real de San Fernando,    Madrid (ASF), <i>Libro en donde se sentan los Discipulos de esta Real Academia    de San Fernando desde el año de 1752 en adelante,</i> f. 64v. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top39"><sup>39</sup></a><a name="39"></a> AP, AGP, <i>Obras de Palacio</i>,    caixa 1036.</p>     <p><a href="#top40"><sup>40</sup></a><a name="40"></a> Agradeço ao Sr. Agostino    Lurati, o curador do Arquivo Paroquial de Bioggio, a cedência da cópia deste    manuscrito que se encontra no Arquivo Diocesano de Lugano, que tem estado encerrado    ao público.</p>     <p><a href="#top41"><sup>41</sup></a><a name="41"></a> AP, AGP, <i>Obras de Palacio</i>,    caixas 73, 74, 75, 76, 79, 84, 87, 91, 92, 98, 101, 103, 119.</p>     <p><a href="#top42"><sup>42</sup></a><a name="42"></a> <i>Idem, ibidem</i>, caixa    792.</p>     <p><a href="#top43"><sup>43</sup></a><a name="43"></a> APSMB, <i>Registro dei    Defunti</i>, ad annum, não paginado. Um ato notarial de 1751 – o processo de    partilhas da herança do pai de Pietro Antonio, de Francesco e de um terceiro    irmão, Giovanni Battista Benedetto – revelou-nos a constituição do agregado    familiar de Pietro Antonio, já então falecido, representado pela viúva Anna    Sermini e pelos seus dois filhos, Serafino e Antonio. Cf. ASCT, Archivio Notarile    Rusca della Cassina d’Agno (Angelo Maria di Carlo Antonio), caixa 1415.</p>     <p><a href="#top44"><sup>44</sup></a><a name="44"></a> AP, AGP, <i>Obras de Palacio</i>,    caixas 73 a 76, 79, 84, 87, 91, 92, 98, 101, 103, 119, 121 a 125, 127 e 166    a 173. </p>     <p><a href="#top45"><sup>45</sup></a><a name="45"></a> <i>Idem, ibidem</i>, caixa    87.</p>     <p><a href="#top46"><sup>46</sup></a><a name="46"></a> <i>Idem, ibidem</i>, caixas    87, 91, 92, 98, 101, 103 e 119.</p>     <p><a href="#top47"><sup>47</sup></a><a name="47"></a> AIL, <i>Livro da Dezobrigação    do Perceito Annual da Quaresma da Nação Italiana (1739/1744)</i>, f. 70.</p>     <p><a href="#top48"><sup>48</sup></a><a name="48"></a> MACHADO, Cirilo Volkmar,    <i>op. cit.</i>, p. 215.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top49"><sup>49</sup></a><a name="49"></a> Sobre o palácio Vilalva    veja-se LEAL, Joana Cunha – Às portas de Lisboa: O Palacete de J. M. Eugénio    de Almeida em São Sebastião. <i>Revista de História da Arte.</i> Lisboa: Instituto    de História da Arte da FCSH-UNL, Nº 2, 2006, p. 106-125.</p>     <p><a href="#top50"><sup>50</sup></a><a name="50"></a> Arquivo Municipal de Lisboa    (AML), <i>Livro 3º de Consultas e Decretos de D. João V do Senado Ocidental</i>,    f. 71 a 80, f. 74v.</p>     <p><a href="#top51"><sup>51</sup></a><a name="51"></a> <i>Idem, ibidem</i>, f.    76.</p>     <p><a href="#top52"><sup>52</sup></a><a name="52"></a> <i>Idem, ibidem</i>, f.    76v.</p>     <p><a href="#top53"><sup>53</sup></a><a name="53"></a> <i>Idem, ibidem</i>, f.    77v.</p>     <p><a href="#top54"><sup>54</sup></a><a name="54"></a> AIL, <i>Livro da Dezobrigação    do Perceito Annual da Quaresma da Nação Italiana (1745/1748)</i>, f. 11 e 21v.</p>     <p><a href="#top55"><sup>55</sup></a><a name="55"></a> CONCEIÇÃO, frei Apolinário    da – <i>Demonstraçam Historica da Primeira e Real Parochia de Lisboa de que    é singular patrona, e titular N. S. dos Martyres. Devedida em dous tomos, tomo    primeiro, em que se trata da sua origem e antiguidade, e se mostra a sua primasia,    a respeito das mais parochias da mesma cidade que escreveo, e offerece à mesma    senhora, por mão do senhor Pedro Antonio Vergolino (...) frei Apolinario da    Conceiçam religioso capucho da Provincia do Rio de Janeiro, natural de Lisboa,    e bautizado na mesma freguesia</i>. Lisboa: Officina de Ignacio Rodrigues, 1750.    p. 392.</p>     <p><a href="#top56"><sup>56</sup></a><a name="56"></a> MACHADO, Cirilo Volkmar,    <i>op. cit.</i>, p. 61. </p>     <p><a href="#top57"><sup>57</sup></a><a name="57"></a> CONCEIÇÃO, frei Apolinário    da, <i>op. cit.</i>, p. 392.</p>     <p><a href="#top58"><sup>58</sup></a><a name="58"></a> <i>Idem, ibidem</i>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top59"><sup>59</sup></a><a name="59"></a> <i>Idem, ibidem</i>. A    nave mediria, pois, cerca de 24,64m x 13,75m.</p>     <p><a href="#top60"><sup>60</sup></a><a name="60"></a> AP, AGP, <i>Obras de Palacio</i>,    caixas 76, 79, 87, 1040. </p>     <p><a href="#top61"><sup>61</sup></a><a name="61"></a> MACHADO, Cirilo Volkmar,    <i>op. cit.</i>, p. 215.</p>     <p><a href="#top62"><sup>62</sup></a><a name="62"></a> MARTINS, Fausto Sanches    – <i>A Arquitectura dos primeiros colégios jesuíticos de Portugal. 1542-1759.    Cronologia, artistas, espaço.</i> Porto: [s.n.], 1994. Tese de doutoramento    em História da Arte, apresentada à Universidade do Porto. vol. II. p. 114, 115.</p>     <p><a href="#top63"><sup>63</sup></a><a name="63"></a> ANTT, Arquivo Distrital    de Lisboa, Registos Paroquiais, Freguesia de S. Sebastião da Pedreira, livro    3º de Baptizados, f. 166.</p>     <p><a href="#top64"><sup>64</sup></a><a name="64"></a> Veja-se GRANDJEAN, Bredo    – L&activité des stucateurs italiens et tessinois en Danemark (1670-1770). In    Arslan, Edoardo (coord. de) - <i>Artisti dei Laghi Lombardi. Gli stuccatori    dal Barocco al Rococo.</i> Como: Tipografia Artistica Antonio Noseda, 1962.    p. 153-164. </p>     <p><a href="#top65"><sup>65</sup></a><a name="65"></a> Cf. STAFFIERI, Giovanni    Maria – Notizie sullo stuccatore Carlo Sebastiano Staffieri da Bioggio (1694-1746).    <i>Bolletino Storico della Svizzera Italiana.</i> Bellinzona: Arti Grafiche    A. Salvione&Co., s.a. Vol. 83 fasc. 4 (1971), p. 155-165. </p>     <p><a href="#top66"><sup>66</sup></a><a name="66"></a> AIL, <i>Livro da Dezobrigação    do Perceito Annual da Quaresma da Nação Italiana,</i> 1743, f. 70v. 1744, f.    78v.</p>     <p><a href="#top67"><sup>67</sup></a><a name="67"></a> AIL, <i>Livro Primeiro    de Óbitos (1669/1776)</i>, ad annum.</p>     <p><a href="#top68"><sup>68</sup></a><a name="68"></a> ASCT, <i>Archivio Notarile    Rusca della Cassina d’Agno (Angelo Maria di Carlo Antonio)</i>, caixa 1372,    documento não numerado.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top69"><sup>69</sup></a><a name="69"></a> AIL, <i>Livro da Dezobrigação    do Perceito Annual da Quaresma da Nação Italiana, 1744,</i> f. 83v. 1745, f.    6v. 1748, f. 46v. 1750, f. 74, 1753, f. 25, 1754, f. 41, 1755, f. 51v. 1759,    f. 103, 1760, f. 115, 1765, f. 182v. 1769, f. 261, 1770, f. 6, 1772, f. 41,    1773, f. 70, 1775, f. 110v. 1777, f. 135, 1779, f. 163v.; e <i>Livro Segundo    de Óbitos</i>, f. 26.</p>     <p><a href="#top70"><sup>70</sup></a><a name="70"></a> ANTT, Casa Real, caixa    3129, documento não numerado. Sobre a Real Barraca vejam-se os estudos de BASTOS,    Celina – A Real Barraca no sítio de Nossa Senhora da Ajuda e as encomendas da    Casa Real: alguns elementos para o seu estudo. <i>Revista de artes decorativas.</i>    Porto: Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias das Artes / Universidade    Católica Portuguesa. Nº 1 (2007), p. 193-228, e de ABECASIS, Maria Isabel Braga    – A Real Barraca: a residência na Ajuda dos reis de Portugal após o terramoto    (1756/1794). Lisboa: Tribuna da História, 2009.</p>     <p><a href="#top71"><sup>71</sup></a><a name="71"></a> Estamos neste momento a    preparar um texto sobre esta sala e a decoração nela integrada ainda existente,    com base na documentação encontrada. </p>     <p><a href="#top72"><sup>72</sup></a><a name="72"></a> AIL, <i>Livro da Dezobrigação    do Perceito Annual da Quaresma da Nação Italiana</i>, 1745, f. 8v.; 1753, f.    26; 1759, f. 104; 1762, f. 146; 1764, f. 177v.; 1765, f. 198; 1766, f. 207v.;    1767, f. 231v.; 1769, f. 269v.; 1775, f. 109v. </p>     <p><a href="#top73"><sup>73</sup></a><a name="73"></a> Arquivo do Tribunal de    Contas (ATC), <i>Décima da Cidade, Freguesia das Mercês</i>, DC 759 AR 1772    e DC 759 M 1772, f. 53v.</p>     <p><a href="#top74"><sup>74</sup></a><a name="74"></a> Relatório que acompanhou    o restauro realizado em 2005 e 2006 pela firma Studi Associati Architetti Buletti/Fumagalli    [Consult. 02-02-2014]. As imagens da igreja podem ser vistas em:    <a href="http://www.bulettifumagalliassociati.ch/144%20Chiesa%20Cadro.ht" target="_blank">http://www.bulettifumagalliassociati.ch/144%20Chiesa%20Cadro.ht</a></p>     <p><a href="#top75"><sup>75</sup></a><a name="75"></a> AIL, <i>Livro da Dezobrigação    do Perceito Annual da Quaresma da Nação Italiana</i>, 1747, f. 34.</p>     <p><a href="#top76"><sup>76</sup></a><a name="76"></a> AIL, <i>Livro da Dezobrigação    do Perceito Annual da Quaresma da Nação Italiana</i>, 1760, f. 109v. 111; 1761,    f. 124v. 126v. 134v.</p>     <p><a href="#top77"><sup>77</sup></a><a name="77"></a> ASF, <i>Libro en donde    se sentan (...)</i>, f. 64v.</p>     <p><a href="#top78"><sup>78</sup></a><a name="78"></a> Cf. PARDO CANALIS, Enrique    – <i>Los registros de matrícula de la Academia de San Fernando de 1752 a 1815.</i>    Madrid: Consejo Superior de Investigaciones Científicas / Instituto Diego Velasquez,    1967, p. 111. No arquivo da Academia guardam-se dois desenhos de Toscanelli,    um deles premiado (1532/P), mas já não existem os relevos escultóricos que realizou    para os dois concursos. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top79"><sup>79</sup></a><a name="79"></a> MACHADO, Cirilo Volkmar,    <i>op. cit.</i>, p. 216.</p>     <p><a href="#top80"><sup>80</sup></a><a name="80"></a> <i>Idem, ibidem</i>, p.    216-217.</p>     <p><a href="#top81"><sup>81</sup></a><a name="81"></a> ANTT, <i>Real Fábrica das    Sedas</i>, livro 427, f. 109 e 141v., livro 445, f. 48v. e livro 446, f. 126v.</p>     <p><a href="#top82"><sup>82</sup></a><a name="82"></a> AIL, <i>Livro Segundo de    Óbitos (1777/1846)</i>, f. 10.</p>     <p><a href="#top83"><sup>83</sup></a><a name="83"></a> Sobre os estuques lisboetas    setecentistas, em que se incluem alguns dos que aqui tratamos, veja-se a dissertação    de mestrado de Hélia Silva, <i>op. cit.</i>, em que pela primeira vez é abordada    de forma sistemática a obra que João Grossi terá realizado na região de Lisboa.  </p>     <p><a href="#top84"><sup>84</sup></a><a name="84"></a> Museu da Cidade (MC), Carta    de Padrão de Venda da Quinta de Belém, f. 1v. Sobre o palácio dos condes de    Aveiras cf. OLIVEIRA, Lina Marrafa de – Arquitetura dos séculos XVII e XVIII.    In Gaspar, Diogo (coord. de) – <i>Do Palácio de Belém. </i>Lisboa: Museu da    Presidência da República, 2005. p. 304-329. </p>     <p><a href="#top85"><sup>85</sup></a><a name="85"></a> <i>Idem, ibidem</i>, f.    4.</p>     <p><a href="#top86"><sup>86</sup></a><a name="86"></a> Sobre a casa de fresco    da Quinta do Meio, veja-se MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho – <i>Dos Estuques    do Palácio de Belém (...), op. cit.</i>, p. 249 a 252. </p>     <p><a href="#top87"><sup>87</sup></a><a name="87"></a> RACKZYNSKI, Athanasius    – <i>Dictionnaire historico-artistique du Portugal.</i> Paris: Jules Renouard,    1847. p. 125 127, e MACHADO, Cirilo, <i>op. cit.</i>.</p>     <p><a href="#top88"><sup>88</sup></a><a name="88"></a> Sobre o barocchetto e a    sua utilização nos estuques do norte da península itálica, cf. ARSLAN, Edoardo    – Preâmbulo. In Arslan, Edoardo (coord. de) - <i>Artisti dei Laghi Lombardi.    Gli stuccatori dal Barocco al Rococo.</i> Como: Tipografia Artistica Antonio    Noseda, 1962. p. IX-XVI.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top89"><sup>89</sup></a><a name="89"></a> Cf. GRANDJEAN, Bredo, <i>ob.,    cit.</i> e DOERY, B. L. – Die Taetigkeit Italienischer Stuckateure 1650-1750    im Gebiet der Bundesrepublik Deutschland. Mit Ausnahme von Altbayern, Schwaben    und der Oberpfalz. In Arslan, Edoardo (coord.) - <i>Artisti dei Laghi Lombardi.    Gli stuccatori dal Barocco al Rococo.</i> Como: Tipografia Artistica Antonio    Noseda, 1962. p. 129-152. </p>     <p><a href="#top90"><sup>90</sup></a><a name="90"></a> ANTT, <i>Feitos Findos,    Inventários</i>, letra F, maço 186, nº 9: Inventário por morte de D. Filipa    Leonor da Fonseca Azeredo. Sobre os estuques deste palácio e a sua história,    veja-se MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho – O palácio de Fernando de Larre na calçada    do Combro e os seus estuques. Estudos de Lisboa. <i>Revista de História da Arte.</i>    Lisboa: Instituto de História da Arte da FCSH-UNL (no prelo).</p>     <p><a href="#top91"><sup>91</sup></a><a name="91"></a> Fotografia realizada no    âmbito do projeto de investigação intitulado &ldquo;A casa senhorial em Lisboa e no    Rio de Janeiro. Anatomia dos interiores&rdquo; (PTDC/EAT-HAT/11229/2009), em curso    no Instituto de História da Arte da FCSH-UNL, tendo com investigadora responsável    Isabel Mendonça. </p>     <p><a href="#top92"><sup>92</sup></a><a name="92"></a> Ver nota 91 referente à    fotografia nº 3</p>     <p><a href="#top93"><sup>93</sup></a><a name="93"></a> Ver nota 91 referente à    fotografia nº 3</p>     <p><a href="#top94"><sup>94</sup></a><a name="94"></a> Arquivo do Patriarcado    de Lisboa (APL), <i>Rol dos Confessados da Freguesia de Santa Catarina do Monte    Sinai</i>, códice 2502, f. 49.</p>     <p><a href="#top95"><sup>95</sup></a><a name="95"></a> Sobre a história deste    convento veja-se MATOS, José Sarmento de; PAULO, Jorge Ferreira – <i>Caminho    do Oriente. Guia Histórico. </i>Lisboa: Livros Horizonte, 1999. Vol. II, p.    64-71.</p>     <p><a href="#top96"><sup>96</sup></a><a name="96"></a> Sobre os estuques desta    escada veja-se MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho – <i>O palácio de Fernando de    Larre na calçada do Combro e os seus estuques, op. cit.</i> (no prelo).</p>     <p><a href="#top97"><sup>97</sup></a><a name="97"></a> Sobre a obra das Necessidades,    cf. FERRÃO, Leonor – <i>A Real Obra de Nossa Senhora das Necessidades.</i> Lisboa:    Ministério dos Negócios Estrangeiros; Editora Quetzal, 1994, onde se transcreve    este documento, p. 297-304. A referência aos estuques da capela do Santíssimo    encontra-se na p. 252, nota 122. </p>     <p><a href="#top98"><sup>98</sup></a><a name="98"></a> Sobre este mosteiro, vejam-se    os vários artigos que lhe dedicou a revista Monumentos. Lisboa: Direcção-Geral    dos Edifícios e Monumentos Nacionais. N.º 15 (Setembro de 2001).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top99"><sup>99</sup></a><a name="99"></a> Francisco Lameira e José    Meco atribuem à mesma década a talha e os azulejos da capela. Cf. LAMEIRA, Francisco    – A arte da talha. <i>Monumentos</i>. Lisboa: Direcção-Geral dos Edifícios e    Monumentos Nacionais. Nº 15 (Setembro de 2001), p. 32-39; MECO, José – Azulejos    e mármores embutidos. Monumentos. Lisboa: Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos    Nacionais. Nº 15 (Setembro de 2001), p. 40-47. Cf. também MENDONÇA, Isabel Mayer    - Godinho Estuques decorativos: a viagem das formas (séculos XVI a XIX), op.    cit., p. 84-85. </p>     <p><a href="#top100"><sup>100</sup></a><a name="100"></a> MENDONÇA, Isabel Mayer    Godinho, <i>op. cit.</i>, p. 86-88.</p>     <p><a href="#top101"><sup>101</sup></a><a name="101"></a> MENDONÇA, Isabel Mayer    Godinho, <i>op. cit.</i>, p. 89-91.</p>     <p><a href="#top102"><sup>102</sup></a><a name="102"></a> Cf. MACHADO, Cirilo    Volkmar, <i>op. cit.</i>, p. 215. Sobre os estuques deste palácio veja-se SILVA,    Hélia – <i>Os Estuques do Salão Nobre do Palácio do Machadinho, op. cit.</i>,    p. 88-97.</p>     <p><a href="#top103"><sup>103</sup></a><a name="103"></a> Cf. MENDONÇA, Isabel    Mayer Godinho – <i>Dos estuques do Palácio de Belém (...), op. cit.</i>, p.    256-260. </p>     <p><a href="#top104"><sup>104</sup></a><a name="104"></a> AML,<i>Livro dos Regimentos    dos oficiais mecânicos,</i> f. 125-128v. AML, Regimento e compremisso da bandeira    do bemaventurado São Joseph dos officios dos Carpinteiros e Pedreiros desta    Cidade de Lisboa copiado do original antigo anno de 1684, f. 196-210v. In Livro    1º do acrescentamento dos regimentos dos oficiais mecânicos, f. 193-211. </p>     <p><a href="#top105"><sup>105</sup></a><a name="105"></a> MACHADO, Cirilo Volkmar,    <i>op. cit.</i>, p. 216.</p>     <p><a href="#top106"><sup>106</sup></a><a name="106"></a> BASTO, Artur de Magalhães    – A Sé do Porto. Documentos inéditos relativos à sua igreja. Porto: Marânus,    1940. p. 37-55. Vejam-se também as fotografias publicadas em AA.VV. – Sé Catedral    do Porto. <i>Boletim da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.</i>    Lisboa: Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. Nº 40-43 (1945-1946).</p>     <p><a href="#top107"><sup>107</sup></a><a name="107"></a> FERREIRA-ALVES, Joaquim    Jaime – <i>Arquitectos: riscadores, artistas e artífices que trabalharam na    Sé do Porto nas obras promovidas pelo cabido durante a sede vacante de 1717    a 1741. Artistas e artífices e sua mobilidade no mundo de expressão portuguesa    (Actas do VII Colóquio Luso Brasileiro de História da Arte)</i>. Porto: Faculdade    de Letras da Universidade do Porto, 2005. p. 191-220, p. 196.</p>     <p><a href="#top108"><sup>108</sup></a><a name="108"></a> FERREIRA-ALVES, Joaquim    Jaime, <i>op. cit.</i>, p. 196-197. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top109"><sup>109</sup></a><a name="109"></a> LANGHANS, Franz-Paul    – As antigas corporações dos ofícios mecânicos e a Câmara de Lisboa. <i>Revista    Municipal.</i> Lisboa: Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa.    Separata Nº 7, 8 e 9 (1942). </p>     <p><a href="#top110"><sup>110</sup></a><a name="110"></a> AML, <i>Livro 1º do    Registo das Cartas do Senado Ocidental</i>, f. 14v. e 15. </p>     <p><a href="#top111"><sup>111</sup></a><a name="111"></a> AML, <i>Livro 7º do    Registo de Consultas e Decretos de D José I</i>, f. 57- 60v.; AML, Livro 2º    de Registos e Decretos de D. José I, f. 90v. a 92v.; e AML, <i>Livro 17º de    Consultas, Decretos e Avisos de D. José I</i>, f. 233-237.</p>     <p><a href="#top112"><sup>112</sup></a><a name="112"></a> Cf. MENDONÇA, Isabel    Mayer Godinho – <i>Dos estuques do Palácio de Belém, op. cit.</i>, p. 254. As    informações sobre a Aula foram recolhidas do fundo Real Fábrica das Sedas do    ANTT. Veja-se também SEQUEIRA, Gustavo de Matos – <i>Depois do terramoto. Subsídios    para a história dos bairros ocidentais de Lisboa.</i> Lisboa: Academia das Ciências,    1933. vol. IV, p. 228-230.</p>     <p><a href="#top113"><sup>113</sup></a><a name="113"></a> ANTT, Real Fábrica das    Sedas, <i>Livro 355</i>, Balanço demonstrativo da Real Fábrica das Sedas desde    16 de Agosto de 1757 athé 31 de Dezembro de 1769, f. não numerado.</p>     <p><a href="#top114"><sup>114</sup></a><a name="114"></a> ANTT, Real Fábrica das    Sedas, <i>Livro 422</i>, f. 190, 195, 196, 206, 242, Livro 427, f. 17v., 32    e 32v.</p>     <p><a href="#top115"><sup>115</sup></a><a name="115"></a> ANTT, Real Fábrica das    Sedas, <i>Livro 429</i>, f. 86v.</p>     <p><a href="#top116"><sup>116</sup></a><a name="116"></a> ANTT, Real Fábrica das    Sedas, <i>Livro 384</i>, f. 151v., 152 e Arquivo do Ministério das Obras Públicas    (AMOP), Junta do Comércio, Avisos e Ordens (1757-1833), documento não numerado.</p>     <p><a href="#top117"><sup>117</sup></a><a name="117"></a> ANTT, Real Fábrica das    Sedas, <i>Livro 384</i>, f. 159v., 160.</p>     <p><a href="#top118"><sup>118</sup></a><a name="118"></a> Domingos Lourenço fora    ainda aluno de Grossi na Aula de Desenho e Estuque, Daniel Félix aprendera a    sua arte com o pai, Manuel Francisco dos Santos, e José Elói com Paulo Botelho.    Tanto Manuel Francisco dos Santos como Paulo Botelho tinham sido nomeados mestres    ainda durante a vigência da Aula. Cf. MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho – <i>Dos    estuques do Palácio de Belém, op. cit.</i>, p. 253-255. MENDONÇA, Isabel Mayer    Godinho – <i>Estuques decorativos: a viagem das formas, op. cit.</i>, p. 65,    66.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top119"><sup>119</sup></a><a name="119"></a> AMOP, Junta do Comércio,    <i>Avisos e Ordens (1757-1833)</i>, documento não numerado.</p> </span>       ]]></body><back>
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