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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>DESTAQUE</b></p> <b>     <p>Paleografia, Diplom&aacute;tica, Cronologia(s)&hellip;</p> </b>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="right">&ldquo;&hellip;les &ldquo;sciences auxiliaires de l'histoire&rdquo;, (&hellip;) </p>     <p align="right">ces disciplines aust&egrave;res que l'on enseigne &agrave; </p>     <p align="right">l'&Eacute;cole des chartes&hellip;&rdquo; (Georges Duby)<a href="#1"><sup>1</sup></a><a name="top1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Armando Lu&iacute;s de Carvalho HOMEM<sup>*</sup></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><sup>*</sup> Armando Lu&iacute;s de Carvalho Homem, DHEPI - Departamento de Hist&oacute;ria e de Estudos Pol&iacute;ticos e Internacionais, Faculdade de Letras, Universidade do Porto, 4150-564 Porto, Portugal; DHAH - Departamento de Hist&oacute;ria, Artes e Humanidades, Universidade Aut&oacute;noma de Lisboa, 1169-023 Lisboa, Portugal; antigo membro da <i>Commission Internationale de Diplomatique</i> (1990-2016).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Agosto de 1975. Era o &laquo;ver&atilde;o quente&raquo;. Mas a verdade &eacute; que aquela semana de meados do m&ecirc;s em que pela primeira vez trabalhei no Arquivo Municipal de Lisboa (AML) apresentou dias algo nublados e com temperaturas mais primaveris do que estivais.</p>     <p>Quem recorde tais tempos – bem como as duas d&eacute;cadas subsequentes – sabe bem que a sala de leitura do AML se situava nas traseiras do piso 0 do edif&iacute;cio principal da C&acirc;mara Municipal de Lisboa (CML). O recinto compreendia toda a largura do mesmo. Ao centro, uma enorme mesa de leitura, quase el&iacute;ptica, e rodeada de enormes cadeiras de assento em palhinha. N&atilde;o eram propriamente inc&oacute;modas. Mas existia um problema de diferen&ccedil;as de n&iacute;vel: tais cadeiras eram algo baixas, por compara&ccedil;&atilde;o com a superf&iacute;cie da mesa. Acresce que, em cima desta, estavam colocadas altas estantes de leitura, como que para <i>repouso</i> dos c&oacute;dices / volumes medievos ou modernos. Resultado: quem trabalhava tinha que ler de p&eacute; os <i>folios</i> manuscritos, para depois se sentar e registar nas fichas ou nos <i>dossiers</i> aquilo que a sua mente trouxera dos suportes pergamin&aacute;ceos. Enfim uma altern&acirc;ncia de posi&ccedil;&otilde;es e uma perman&ecirc;ncia de movimentos para cima / para baixo, entre a leitura e a escrita, n&atilde;o eram propriamente um modelo de conforto&hellip;</p>     <p>De qualquer modo, guardo boas recorda&ccedil;&otilde;es dos anos em que regularmente trabalhei no AML (1975 / <i>ca</i>. 1986).</p>     <p>Come&ccedil;ava por ter um hor&aacute;rio <i>com p&eacute;s e cabe&ccedil;a</i>: das 9.00 &agrave;s 17.30 horas, com intervalo para almo&ccedil;o das 12.30 as 14 horas. N&atilde;o sendo o Arquivo, ao tempo, muito frequentado, jamais se colocava o problema do esgotamento da lota&ccedil;&atilde;o, por contraste com os <i>m&iacute;seros</i> 20 lugares – ainda por cima algo apertados – da sala de leitura da Torre do Tombo (TT), ao tempo ainda em S&atilde;o Bento. Por outro lado, quem por 15 / 30 minutos abandonasse o lugar, hipoteticamente para tomar um caf&eacute; no exterior<a href="#2"><sup>2</sup></a><a name="top2"></a>, n&atilde;o perdia o direito ao mesmo, contrariamente &agrave; referida TT; por maioria de raz&atilde;o, quem se ausentasse para almo&ccedil;ar reencontrava no regresso o seu lugar tal / qual. A sala, bem alta, tinha ainda uma galeria com estantes guardando muitas das exist&ecirc;ncias.</p>     <p>Acrescentarei a simpatia dos funcion&aacute;rios m&uacute;ltiplos que conheci: ainda me lembro, na Dire&ccedil;&atilde;o, da Dr.&ordf; Lia Ferreira do Amaral (1914-1999), bem como da sua sucessora, Dr.&ordf; Manuela (com apelido que n&atilde;o recordo); o mesmo direi do pessoal que conduzia &agrave; <i>grande mesa</i> as requisi&ccedil;&otilde;es dos leitores. Estes, como j&aacute; se disse, n&atilde;o eram numerosos: historiadores, nenhum; candidatos a tal, bem poucos. Encontravam-se l&aacute;, sobretudo, arquitetos ou futuros arquitetos, na mira da consulta de projetos de constru&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m deste ponto de vista o contraste n&atilde;o podia ser maior relativamente &agrave; TT.</p>     <p>O recinto n&atilde;o era somente <i>Arquivo hist&oacute;rico</i> mas tamb&eacute;m <i>Arquivo corrente</i> da C&acirc;mara. Assim, nas costas dos leitores instalados na <i>grande mesa</i> estavam colocadas escrivaninhas de m&eacute;dia dimens&atilde;o, utilizadas pelos agentes do Arquivo comum. Mas apesar das movimenta&ccedil;&otilde;es e de algumas conversas, n&atilde;o se verificava qualquer ambiente de efetiva perturba&ccedil;&atilde;o auditiva para os leitores, situa&ccedil;&atilde;o bem diferente da testemunhada para d&eacute;cadas anteriores por nomes como os de A. H. de Oliveira Marques (1933-2007) ou de Eduardo Borges Nunes (1924-2008), por exemplo.</p>     <p>Juntarei a isto o relativo bom estado de conserva&ccedil;&atilde;o de pergaminhos e registos. Ou seja, a relativa <i>penit&ecirc;ncia de pecador</i> por que se passava ao tempo na TT pura e simplesmente n&atilde;o existia aqui.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>E, depois, os crit&eacute;rios de arruma&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies tinham uma l&oacute;gica que era mesmo <i>l&oacute;gica</i><a href="#3"><sup>3</sup></a><a name="top3"></a>, circunst&acirc;ncia nada rebarbativa para um ent&atilde;o aprendiz de historiador (e, por maioria de raz&atilde;o, de diplomatista). Os c&oacute;dices, a ordem de lan&ccedil;amento das esp&eacute;cies (se se tratasse de um <i>registo de rece&ccedil;&atilde;o</i>), ou a ordem de colagem (para ulterior encaderna&ccedil;&atilde;o) de pergaminhos originais dirigidos ao concelho, tudo isso apresentava uma situa&ccedil;&atilde;o de <i>estar tudo no s&iacute;tio devido</i>. </p>     <p>E afinal o que &eacute; que eu procurava no AML naqueles anos dos dec&eacute;nios de 70 e 80? A Idade M&eacute;dia? As institui&ccedil;&otilde;es? Os oficiais? Os diplomas? Ou, por outras palavras, os s&eacute;culos XIV-XV ou a documenta&ccedil;&atilde;o respetiva ali conservada?</p>     <p>O questionamento pode passar por pouco pertinente. Mas atente-se por essa Europa fora:</p>     <blockquote>       <p>&bull; Que rela&ccedil;&atilde;o de arruma&ccedil;&atilde;o entre o Ensino Superior das Hist&oacute;rias Medieval e Moderna e o das <i>Ci&ecirc;ncias de Incid&ecirc;ncia Hist&oacute;rica</i> que com elas estejam em estreita correla&ccedil;&atilde;o?</p>       <p>&bull; Olhemos para o pa&iacute;s vizinho: incluir a <i>Paleografia, a Diplom&aacute;tica ou a Codicologia</i>, por exemplo, nos departamentos atinentes &agrave;s &eacute;pocas em causa?</p>       <p>&bull; Ou criar – e ainda a&iacute; com diferentes tipos de articula&ccedil;&atilde;o – departamentos ou &aacute;reas de <i>Ci&ecirc;ncias e T&eacute;cnicas Historiogr&aacute;ficas</i>, onde tamb&eacute;m tenham lugar a <i>Epigrafia, a Cr&iacute;tica Textual, a Hist&oacute;ria da Cultura Escrita, a L&iacute;ngua e a Lingu&iacute;stica Latina </i>and so on, sendo que uma tal situa&ccedil;&atilde;o for&ccedil;a uma por vezes dif&iacute;cil conviv&ecirc;ncia entre historiadores <i>lato sensu</i> e gente de forma&ccedil;&atilde;o filol&oacute;gica?<a href="#4"><sup>4</sup></a><a name="top4"></a></p> </blockquote>     <p>No nosso Pa&iacute;s, a situa&ccedil;&atilde;o que mais se aproxima das <i>Ci&ecirc;ncias e T&eacute;cnicas Historiogr&aacute;ficas</i> de algumas universidades espanholas &eacute; a da Universidade de Coimbra(UC). Com efeito, o Departamento de <i>Hist&oacute;ria</i><a href="#5"><sup>5</sup></a><a name="top5"></a> possui, no elenco dos seus Institutos<a href="#6"><sup>6</sup></a><a name="top6"></a>, um especificamente de <i>Paleografia e Diplom&aacute;tica</i>, fundado em 1975 por Avelino de Jesus da Costa (1908-2000)<a href="#7"><sup>7</sup></a><a name="top7"></a>. Tudo muito bem, sendo que foi este Instituto que passou a reeditar, a partir de ent&atilde;o, o <i>&Aacute;lbum de Paleografia</i> do mestre-fundador (a 1.&ordf; ed. remontava a 1966) e outros seus trabalhos dos anos 80 e 90; acolheu e catalogou os esp&oacute;lios legados pelos lentes Isa&iacute;as da Rosa Pereira (1919-1997), da Universidade de Lisboa (UL)<a href="#8"><sup>8</sup></a><a name="top8"></a>, e Ant&oacute;nio Vasco Poiares Baptista (n. 1927), um lente-dermatologista da Faculdade de Medicina / UC, interessado em temas hist&oacute;ricos e geneal&oacute;gicos; exp&ocirc;s e tamb&eacute;m catalogou a <i>Colec&ccedil;&atilde;o Esfrag&iacute;stica</i> da FL/UC; e homenageou, pouco depois da sua morte, a figura emblem&aacute;tica do Doutor Avelino<a href="#9"><sup>9</sup></a><a name="top9"></a>. Mas o dito Instituto n&atilde;o esgota, na FL/UC, o campo de atividades que temos de momento em aten&ccedil;&atilde;o. Isto porque os Institutos <i>de Hist&oacute;ria Econ&oacute;mica e Social</i><a href="#10"><sup>10</sup></a><a name="top10"></a> e <i>de Hist&oacute;ria e Teoria das Ideias</i><a href="#11"><sup>11</sup></a><a name="top11"></a> tiveram / t&ecirc;m medievalistas cujo curr&iacute;culo cient&iacute;fico inclui tamb&eacute;m estudos de <i>Diplom&aacute;tica</i> aplicada e de edi&ccedil;&atilde;o de fontes<a href="#12"><sup>12</sup></a><a name="top12"></a>. O que n&atilde;o deixa de constituir uma apreci&aacute;vel <i>ambiguidade</i>&hellip; De qualquer modo, a <i>escola de Coimbra</i> tem vindo a n&atilde;o <i>deixar os pergaminhos por m&atilde;os alheias</i>, didaticizando a <i>Paleografia</i>, a <i>Hist&oacute;ria da Escrita</i>, a <i>Codicologia</i>, a <i>Sigilografia</i><a href="#13"><sup>13</sup></a><a name="top13"></a> e a <i>Diplom&aacute;tica</i> geral, e fazendo desenvolver, aos n&iacute;veis do ensino, dos estudos cr&iacute;ticos e das edi&ccedil;&otilde;es de textos, as <i>velhas e novas Diplom&aacute;ticas especiais</i>: r&eacute;gia (Rui de Azevedo<a href="#14"><sup>14</sup></a><a name="top14"></a>, Avelino de Jesus da Costa<a href="#15"><sup>15</sup></a><a name="top15"></a>, Maria Helena da Cruz Coelho<a href="#16"><sup>16</sup></a><a name="top16"></a>, Maria Jos&eacute; Azevedo Santos<a href="#17"><sup>17</sup></a><a name="top17"></a>, Leontina Ventura / Ant&oacute;nio Resende de Oliveira<a href="#18"><sup>18</sup></a><a name="top18"></a>, Maria Rosa Ferreira Marreiros<a href="#19"><sup>19</sup></a><a name="top19"></a>), municipal e urbana (Maria Helena da Cruz Coelho<a href="#20"><sup>20</sup></a><a name="top20"></a>, Maria Alegria Fernandes Marques<a href="#21"><sup>21</sup></a><a name="top21"></a>), pontifical (Avelino de Jesus da Costa, Maria Teresa N. Veloso, Maria Alegria F. Marques<a href="#22"><sup>22</sup></a><a name="top22"></a>), episcopal (Maria Helena Coelho, Maria do Ros&aacute;rio Moruj&atilde;o<a href="#23"><sup>23</sup></a><a name="top23"></a>), monacal (Saul Ant&oacute;nio Gomes<a href="#24"><sup>24</sup></a><a name="top24"></a>, Maria Jos&eacute; Azevedo Santos<a href="#25"><sup>25</sup></a><a name="top25"></a>, Maria Alegria Fernandes Marques<a href="#26"><sup>26</sup></a><a name="top26"></a>, Leontina Ventura<a href="#27"><sup>27</sup></a><a name="top27"></a>, Maria do Ros&aacute;rio Moruj&atilde;o<a href="#28"><sup>28</sup></a><a name="top28"></a>, Maria Am&eacute;lia Campos<a href="#29"><sup>29</sup></a><a name="top29"></a>), notarial (Maria Helena Coelho, Saul Ant&oacute;nio Gomes), ‘parlamentar'<a href="#30"><sup>30</sup></a><a name="top30"></a> (Maria Helena Coelho)<a href="#31"><sup>31</sup></a><a name="top31"></a>. Ou seja, a <i>Escola paleo-diplomat&iacute;stica</i> de Coimbra bem que tem sabido desenvolver-se em termos de &laquo;paradigma&raquo; Robert-Henri Bautier (1921-2010), <i>chartiste</i> e eminente diplomatista franc&ecirc;s<a href="#32"><sup>32</sup></a><a name="top32"></a>, que igualmente praticou a Hist&oacute;ria econ&oacute;mica (rural, urbana, comercial, monet&aacute;ria) ou a Hist&oacute;ria da Historiografia medievalista.</p>     <p>Na Universidade de Lisboa, o que h&aacute; a apontar pode dizer-se que remonta a 1958 e ao assumir da Dire&ccedil;&atilde;o do Centro de Estudos Hist&oacute;ricos (anexo &agrave; Faculdade de Letras) por Virg&iacute;nia Rau (1907-1973) e ao receber da reg&ecirc;ncia de <i>Paleografia e Diplom&aacute;tica</i> por Oliveira Marques (de 1957 a 1964). No &acirc;mbito do dito Centro, procedeu-se a todo um programa de pesquisas, incluindo a edi&ccedil;&atilde;o ou o roteiro de fontes (veja-se neste &uacute;ltimo caso o <i>Itiner&aacute;rio de D. Dinis</i>, coord. e prefaciado por Virg&iacute;nia Rau [1962])<a href="#33"><sup>33</sup></a><a name="top33"></a>; e viria a projetar-se e a lan&ccedil;ar-se uma Revista: <i>Do Tempo e da Hist&oacute;ria</i> (5 vols. publicados, 1965-1972).</p>     <p>Na disciplina de <i>Paleografia e Diplom&aacute;tica</i>, Oliveira Marques viria a produzir um primeiro ensaio de um <i>&Aacute;lbum</i> (1960)<a href="#34"><sup>34</sup></a><a name="top34"></a>. A cadeira em causa passaria, anos decorridos, para as m&atilde;os de Eduardo Alexandre Borges Nunes; que logo pensou em aumentar e diversificar, respetivamente, o n&uacute;mero e o tipo de diplomas a ser objeto de leitura e transcri&ccedil;&atilde;o em aula<a href="#35"><sup>35</sup></a><a name="top35"></a>, como em preparar uma edi&ccedil;&atilde;o definitiva de um <i>&Aacute;lbum</i>, o que se concretizaria em 1969<a href="#36"><sup>36</sup></a><a name="top36"></a>. Ao mesmo tempo que ia produzindo mais trabalhos, n&atilde;o raro edi&ccedil;&otilde;es de fontes, por vezes em colabora&ccedil;&atilde;o com autores como Virg&iacute;nia Rau ou Martim de Albuquerque<a href="#37"><sup>37</sup></a><a name="top37"></a>. Tamb&eacute;m ele alvo, tal como Ant&oacute;nio Cruz, de um &laquo;saneamento&raquo; de 5 anos (1974-1979), no regresso prestou provas p&uacute;blicas de concurso para professor catedr&aacute;tico<a href="#38"><sup>38</sup></a><a name="top38"></a> e retomou a reg&ecirc;ncia de <i>Paleografia</i>. Tentou ent&atilde;o criar um mestrado na &aacute;rea, o que se concretizou em 1984<a href="#39"><sup>39</sup></a><a name="top39"></a>. Entre as teses defendidas, an&aacute;lises de grafias, estudos de Diplom&aacute;tica aplicada, monografias de cart&oacute;rios tabeli&oacute;nicos, edi&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas, cr&iacute;ticas de textos documentais <i>and so on</i>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Borges Nunes aposentou-se em 1993 e o mestrado teve uma primeira interrup&ccedil;&atilde;o (ainda que se tenham defendido teses das edi&ccedil;&otilde;es anteriores at&eacute; 1996); iria recome&ccedil;ar em 1997/1998, quando j&aacute; estavam marcadas (para 1997, abril) as provas de doutoramento de Bernardo S&aacute;-Nogueira e Ant&oacute;nio J. R. Guerra, ambas bem-sucedidas. Mas a morte s&uacute;bita do segundo no outono do mesmo ano impediu a retoma. Viria esta j&aacute; nos alvores do presente s&eacute;culo, e tem-se mantido, ainda que com alguma irregularidade nos &uacute;ltimos anos; destaque entretanto para o doutoramento na &aacute;rea de Susana Tavares Pedro (tese: <i>O g&eacute;nero diplom&aacute;tico "not&iacute;cia" na documenta&ccedil;&atilde;o medieval portuguesa s&eacute;culos X-XIII</i>). De salientar tamb&eacute;m a colabora&ccedil;&atilde;o na parte escolar e em j&uacute;ris deste mestrado de diversos fil&oacute;logos, v.g. Ivo Castro ou Jo&atilde;o Dion&iacute;sio; para al&eacute;m da presen&ccedil;a, como professores visitantes, de Maria Helena da Cruz Coelho ou do autor das presentes linhas (anos letivos de 2003/2004 e 2007/2008).</p>     <p>A Universidade do Porto (UP) apresentou-se durante algum tempo como relativamente incaracter&iacute;stica nesta mat&eacute;ria. E, quando surgiu (1962/63), tal n&atilde;o parecia imagin&aacute;vel: integrava o primitivo Corpo Docente o nome de Ant&oacute;nio Cruz<a href="#40"><sup>40</sup></a><a name="top40"></a>, anteriormente diretor, sucessivamente, do Arquivo Municipal e da Biblioteca P&uacute;blica Municipal da cidade e era possuidor, j&aacute; ent&atilde;o, de Obra respeit&aacute;vel. Obra que, ali&aacute;s, cedo ampliaria, com a tese de doutoramento sobre o <i>scriptorium</i> medievo de Santa Cruz de Coimbra (1964) e a tese de concurso para professor extraordin&aacute;rio sobre a vida econ&oacute;mica e social da Urbe nas v&eacute;speras de Alc&aacute;cer-Quibir (1968). Primeiro doutorado da FL/UP, primeiro professor catedr&aacute;tico da mesma (e do respetivo 4.&ordm; Grupo) e primeiro Diretor n&atilde;o interino da Escola (1970-1974), Ant&oacute;nio Cruz iria ter, no entanto, um <i>interregno</i> na sua carreira, nos cinco anos imediatamente subsequentes a 1974. Um &laquo;saneamento&raquo;, como se dizia na &eacute;poca. Resultado: ensinou longamente <i>Paleografia</i>, trabalhou investigativamente em <i>Diplom&aacute;tica</i> e em <i>Codicologia</i>, produziu bibliografia<a href="#41"><sup>41</sup></a><a name="top41"></a> – por vezes de car&aacute;ter did&aacute;tico, v.g., nos anos 60, duas edi&ccedil;&otilde;es provis&oacute;rias de um <i>&Aacute;lbum</i> de reprodu&ccedil;&otilde;es de manuscritos, para apoio &agrave;s aulas; mas a sua Obra na &aacute;rea em quest&atilde;o fica-se pelo signo do inacabado, do interrompido, do provis&oacute;rio: jamais saiu uma edi&ccedil;&atilde;o definitiva do <i>&Aacute;lbum</i>; e o livro de 1987 &eacute; trabalho de <i>fim de vida</i>, com tudo o que tal express&atilde;o possa querer dizer. A vida e a institui&ccedil;&atilde;o bem que foram <i>madrastas</i> para quem tanto fez por diversos dos seus melhores alunos&hellip;</p>     <p>Ant&oacute;nio Cruz teve um <i>sucessor</i> (Jos&eacute; Marques, que se lhe seguiu na reg&ecirc;ncia de <i>Paleografia</i>, 1976-1979<a href="#42"><sup>42</sup></a><a name="top42"></a> e 1981-2003), mas n&atilde;o verdadeiramente um <i>herdeiro</i>; e j&aacute; vamos ver porqu&ecirc;. J. Marques fora aluno de Avelino de Jesus da Costa nos Semin&aacute;rios de Braga (<i>ca</i>. 1950). E com ele voltou a contactar em tal situa&ccedil;&atilde;o cerca de um quarto de s&eacute;culo decorrido, quando, j&aacute; licenciado pela FL/UP, foi cursar como futuro <i>Bibliotec&aacute;rio-Arquivista</i> na FL/UC. O seu Mestre de ent&atilde;o e de agora, j&aacute; membro da CID, trabalhava na adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; l&iacute;ngua e &agrave; documenta&ccedil;&atilde;o portuguesas dos crit&eacute;rios de transcri&ccedil;&atilde;o e edi&ccedil;&atilde;o documental em vigor na dita CID. E j&aacute; ensinava segundo tais par&acirc;metros<a href="#43"><sup>43</sup></a><a name="top43"></a>. Resultado: Jos&eacute; Marques <i>converteu-se</i> &agrave;s &laquo;normas do Avelino&raquo;, deixando o que aprendera no Porto com Ant&oacute;nio Cruz<a href="#44"><sup>44</sup></a><a name="top44"></a>. A cronologia do per&iacute;odo 1974-1981 n&atilde;o poderia ter sido mais favor&aacute;vel aos desideratos que estavam em causa; vejamos:</p>     <blockquote>       <p>&bull; 1962-1974: reg&ecirc;ncia de Ant&oacute;nio Cruz, inicialmente sozinho, a partir de 1966 com o apoio, nas aulas pr&aacute;ticas, de Jos&eacute; Vieira de Carvalho (1937-2002) e em 1973/1974 com a participa&ccedil;&atilde;o, igualmente nas pr&aacute;ticas, de Jos&eacute; Marques, ao tempo monitor;</p>       <p>&bull; 1974-1976: interrup&ccedil;&atilde;o do funcionamento da disciplina;</p>       <p>&bull; 1976-1978: reg&ecirc;ncia, sozinho, de J. Marques;</p>       <p>&bull; 1978-1979: reg&ecirc;ncia de Humberto Baquero Moreno (1935-2015), com Jos&eacute; Viriato Capela nas aulas pr&aacute;ticas;</p>       <p>&bull; 1979-1981: reg&ecirc;ncia de Ant&oacute;nio Cruz, com Armindo de Sousa nas aulas pr&aacute;ticas;</p>       <p>&bull; 1981 ss.: jubilado Ant&oacute;nio Cruz<a href="#45"><sup>45</sup></a><a name="top45"></a>, reg&ecirc;ncia de J. Marques, sozinho at&eacute; 1987, com Cristina Cunha nas aulas pr&aacute;ticas a partir de ent&atilde;o; nos finais da d&eacute;cada de 90, com Cristina Cunha em dispensa de servi&ccedil;o pr&eacute;- -doutoral (<1999), Lu&iacute;s Carlos Amaral passa ocasionalmente pelas aulas pr&aacute;ticas.</p> </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ou seja: uma <i>incidenciazinha perversa </i>da cronologia universit&aacute;ria&hellip;&Eacute; evidente que os resultados pr&aacute;ticos acabaram por n&atilde;o ser maus; mas faltou alguma <i>eleg&acirc;ncia</i> em todo o processo&hellip;</p>     <p>A Obra de J. Marques &eacute; bem extensa, incluindo estudos de fundo e edi&ccedil;&otilde;es de fontes relativas a institui&ccedil;&otilde;es eclesi&aacute;sticas (a arquidiocese de Braga, os seus prelados e o seu cabido; mosteiros; fontes tais como <i>tombos</i> e <i>cartul&aacute;rios</i>&hellip;), munic&iacute;pios, <i>atas</i> de verea&ccedil;&atilde;o, povoamento do Noroeste e do Nordeste portugu&ecirc;s&hellip;</p>     <p>A sua continuadora Maria Cristina Cunha, depois de uma breve passagem pela investiga&ccedil;&atilde;o sobre Ordens Militares (para a tese de mestrado, apresentada em 1989), volta-se, uma vez ingressada na FL/UP como assistente estagi&aacute;ria (1987), e em termos de investiga&ccedil;&atilde;o destinada &agrave; <i>laurea maxima</i>, para a <i>Diplom&aacute;tica episcopal</i>, e mais concretamente para a <i>Chancelaria</i> da <i>sede</i> bracarense, objeto de uma tese defendida em 1999 e conhecendo um pr&eacute;mio e uma edi&ccedil;&atilde;o impressa na Galiza poucos anos depois.</p>     <p>A sua disc&iacute;pula Maria Jo&atilde;o Oliveira e Silva trabalhar&aacute; sobre Diplom&aacute;tica episcopal portuense (tese editada em 2013). Com gente mais jovem (como a referida no per&iacute;odo anterior), e ainda Andr&eacute; Evangelista Marques, Filipa Lopes, Ricardo Seabra e a ocasional passagem do j&aacute; mais <i>velho </i>Lu&iacute;s Carlos Amaral ou do historiador da <i>Filosofia Medieval</i> Jos&eacute; Francisco Meirinhos, preparam-se nesta &aacute;rea ou concretizam-se edi&ccedil;&otilde;es de fontes relativas a Pa&ccedil;o de Sousa ou ao <i>Livro da Mumadona </i><a href="#46"><sup>46</sup></a><a name="top46"></a>.</p>     <p>De outra gera&ccedil;&atilde;o &eacute; tamb&eacute;m Jos&eacute; Augusto Sottomayor-Pizarro. Disc&iacute;pulo de Jos&eacute; Mattoso, doutorado em 1998 com uma tese sobre a nobreza dionisina, anos decorridos dar-nos-&aacute; um estudo biogr&aacute;fico sobre o Rei em causa. E na &uacute;ltima d&uacute;zia de anos tem vindo a editar as <i>Inquiri&ccedil;&otilde;es</i> do referido monarca<a href="#47"><sup>47</sup></a><a name="top47"></a>.</p>     <p>Na UP haver&aacute; finalmente que citar a &aacute;rea de investiga&ccedil;&atilde;o e de doc&ecirc;ncia de <i>Ordens Religioso-Militares</i>, criada por Lu&iacute;s Ad&atilde;o da Fonseca em finais dos anos 80, no &acirc;mbito do mestrado em <i>Hist&oacute;ria Medieval</i>. Os m&uacute;ltiplos estudantes que enveredaram por este rumo, alguns procederam tamb&eacute;m a edi&ccedil;&atilde;o de fontes, autonomamente ou como ap&ecirc;ndices. De entre os da primeira situa&ccedil;&atilde;o destaquem-se os editores do <i>Livro dos Copos</i>, considerado qual <i>m&aacute;ximo expoente memorial</i> de S. Tiago e das Ordens Militares em geral: Lu&iacute;s Ad&atilde;o da Fonseca (dir. e pref&aacute;cio), Paula Pinto Costa (coord. do empreendimento), Cristina Pimenta, Isabel Morgado Silva e Joel Mata<a href="#48"><sup>48</sup></a><a name="top48"></a>. </p>     <p>Outras universidades, como a do Minho<a href="#49"><sup>49</sup></a><a name="top49"></a>, a de &Eacute;vora<a href="#50"><sup>50</sup></a><a name="top50"></a>, a dos A&ccedil;ores<a href="#51"><sup>51</sup></a><a name="top51"></a> e a Aut&oacute;noma de Lisboa &laquo;Lu&iacute;s de Cam&otilde;es&raquo;<a href="#52"><sup>52</sup></a><a name="top52"></a> deram-nos, na &aacute;rea em apre&ccedil;o, meros esfor&ccedil;os individuais (ou pouco mais do que isso).</p>     <p>Pelo que nos sobra a Universidade Nova de Lisboa (UNL), surgida em 1973. Cerca de dez anos mais tarde, criada a Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas (FCSH>) e o Centro de Estudos Hist&oacute;ricos (CEH), arranca, sob a &eacute;gide de Oliveira Marques, um ambicioso programa de edi&ccedil;&atilde;o de fontes (m&aacute;xime <i>registos</i> da <i>Chancelaria R&eacute;gia</i> e de cap&iacute;tulos gerais e especiais de Cortes). Passados quase 35 anos, uma visita ao <i>site</i> do CEH-UNL<a href="#53"><sup>53</sup></a><a name="top53"></a> mostra-nos um acervo de publica&ccedil;&otilde;es que compreende:</p>     <blockquote>       <p>&bull; <i>Chancelarias portuguesas</i>: 19 volumes de edi&ccedil;&atilde;o de registos de Chancelaria (de Afonso IV a D. Duarte); </p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&bull; <i>Cortes portuguesas</i>: de Afonso IV a D. Manuel, est&atilde;o editados 11 tomos de cap&iacute;tulos gerais e especiais;</p>       <p>&bull; <i>Ordena&ccedil;&otilde;es Manuelinas</i>, primeira vers&atilde;o, ed. Valentim Fernandes (1512-1513): dispon&iacute;veis os 5 livros, em <i>fac-s&iacute;mile</i> coord. por Jo&atilde;o J. Alves Dias;</p>       <p>&bull; <i>Atlas Hist&oacute;ricos</i>: est&atilde;o publicados um <i>Atlas de Cidades Medievais Portuguesas</i> (1990, ed. A. H. de Oliveira Marques, Iria Gon&ccedil;alves, Am&eacute;lia Aguiar Andrade) e um <i>Atlas Hist&oacute;rico de Portugal e do Ultramar portugu&ecirc;s</i> (2003, por responsabilidade de A. H. de Oliveira Marques e Jo&atilde;o J. Alves Dias);</p>       <p>&bull; <i>Paisagens Rurais e Urbanas. Fontes, Metodologias, Problem&aacute;ticas</i>, com coord. de Iria Gon&ccedil;alves; sa&iacute;ram j&aacute; (2005-2013), 5 volumes de <i>Atas</i> de reuni&otilde;es cient&iacute;ficas nesta &aacute;rea tem&aacute;tica;</p>       <p>&bull; <i>Tombos da Ordem de Cristo</i>: em ed. de Iria Gon&ccedil;alves <i>et al</i>., est&atilde;o j&aacute; dispon&iacute;veis (2003-2017) 8 tomos de comendas da dita Ordem (sul do Tejo; Santa Maria de Abade de Neiva e S&atilde;o Vicente de Fragoso [concelho de Barcelos]; M&eacute;dio Tejo; vale do Mondego; Noroeste; Beira Interior Sul; Beira Interior Centro; Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro; e Lisboa, Alenquer e Sintra [1505]<a href="#54"><sup>54</sup></a><a name="top54"></a>); </p>       <p>&bull; <i>Diversos</i>: inserem-se neste apartado os seguintes volumes:</p>       <blockquote>         <p>&bull; <i>Ao Servi&ccedil;o da Rep&uacute;blica e do Bem Comum. Os Vinte e Quatro dos Mesteres de &Eacute;vora, paradigma dos Vinte e Quatro da Covilh&atilde; (1535)</i>, ed. &Acirc;ngela Beirante, 2014;</p>         <p>&bull; <i>Livro de notas de Lopo Vasques tabeli&atilde;o do julgado de Refojos de Riba de Ave (1458-1459, 1469)</i>, ed. Jo&atilde;o J. Alves Dias, 2014;</p>         <p>&bull; <i>Maria, Catarina e Tantas Outras: Ensaio de Antropon&iacute;mia Medieval</i>, de Iria Gon&ccedil;alves, 2013;</p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&bull; <i>Ordena&ccedil;&otilde;es Manuelinas 500 anos depois: os dois primeiros sistemas (1512-1519)</i>, de Jo&atilde;o J. Alves Dias, 2012;</p>         <p>&bull; <i>Cardeal D. Henrique: obra impressa</i> (1512-1580), ed. Jo&atilde;o J. Alves Dias, 2012;</p>         <p>&bull; <i>Amato Lusitano e a sua obra: S&eacute;culos XVI e XVII</i>, ed. Jo&atilde;o Alves Dias, 2011;</p>         <p>&bull; <i>Timor: a presen&ccedil;a portuguesa (1769-1945)</i>, de Fernando Augusto de Figueiredo, 2011;</p>         <p>&bull; <i>Sob os ausp&iacute;cios de Clio. Jacques Le Quien de La Neufville e a Histoire G&eacute;n&eacute;rale de Portugal (1700)</i>, de Isabel M. R. Mendes Drumond Braga, 2010;</p>         <p>&bull; <i>Incun&aacute;bulos e Post-Incun&aacute;bulos Portugueses (ca. 1488-1518) (Em Redor do Material Tipogr&aacute;fico dos Impressos Portugueses)</i>, de Helga Maria Justen, 2009;</p>         <p>&bull; <i>Miss&otilde;es Diplom&aacute;ticas entre Portugal e o Magrebe no s&eacute;culo XVIII. Os Relatos de Frei Jo&atilde;o de Sousa</i>, de Isabel M. R. Mendes Drumond Braga, 2008;</p>         <p>&bull; <i>A Morte na Regi&atilde;o de Lisboa nos Princ&iacute;pios do S&eacute;culo XX</i>, de Fernando Augusto de Figueiredo, 2006;</p>         <p>&bull; <i>Um Espa&ccedil;o, Duas Monarquias (Interrela&ccedil;&otilde;es na Pen&iacute;nsula Ib&eacute;rica no Tempo de Carlos V)</i>, de Isabel M. R. Mendes Drumond Braga, 2001; </p>         <p>&bull; <i>Portugal, Indien und Deutschland: V. Deutsch-Portugiesischen Arbeitsgespr&otilde;che, K&ouml;ln 1998: akten / Portugal, &Iacute;ndia e Alemanha V Encontro Luso-Alem&atilde;o, Col&oacute;nia 1998: actas,</i> coord. Helmut Siepmann, 2000; </p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&bull; <i>Organiza&ccedil;&atilde;o do Espa&ccedil;o e Gest&atilde;o de Riquezas : Loures nos s&eacute;culos XIV e XV,</i> de Jos&eacute; Augusto da Cunha Freitas de Oliveira, 1999;</p>         <p>&bull; e A <i>Propriedade das Albergarias de &Eacute;vora nos Finais da Idade M&eacute;dia</i>, de Bernardo de Vasconcelos e Sousa, 1990.</p>   </blockquote>       <p>&bull; N&atilde;o sendo da responsabilidade do CEH-UNL, mencione-se ainda o <i>&Aacute;lbum de Paleografia</i> (1987), elaborado por Jo&atilde;o J. Alves Dias, A. H. de Oliveira Marques e Teresa F. Rodrigues.</p> </blockquote>     <p>Feito este percurso pelas edi&ccedil;&otilde;es do CEH-UNL ao longo de praticamente tr&ecirc;s d&eacute;cadas e meia (1984-2017), importa fazer notar por um lado a pujan&ccedil;a das edi&ccedil;&otilde;es de <i>Chancelarias</i> e <i>atas</i> de Cortes e, por outro, a diversidade de publica&ccedil;&otilde;es v&aacute;rias (fontes, estudos, atas de reuni&otilde;es cient&iacute;ficas&hellip;). Se a este coment&aacute;rio acrescentarmos a profus&atilde;o dos t&iacute;tulos, bem poderemos concluir que, cerca de doze anos depois de nos ter deixado, <i>Oliveira Marques vive !</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center">* * *</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Aproximamo-nos do final. At&eacute; que ponto o conte&uacute;do deste n&uacute;mero dos <i>Cadernos do Arquivo Municipal</i> &eacute; o espelho das <i>virtualidades</i> e / ou das <i>ambiguidades</i> do panorama descrito?</p>     <p>Uma an&aacute;lise do conte&uacute;do respetivo patenteia-nos trabalhos do dom&iacute;nio da <i>Sigilografia</i> [<i>et alia</i>] (Maria do Ros&aacute;rio Moruj&atilde;o, Sandra Cunha Pires), da escrita e da legitima&ccedil;&atilde;o din&aacute;stica (Ana Cristina Pereira da Silva Ferreira), da an&aacute;lise de grafias (Jorge Ferreira Paulo), da tipologia das escritas, concretamente a <i>manuelina</i> (Maria Teresa Pereira Coelho), da an&aacute;lise de <i>marcas de &aacute;gua</i> (Adriana Batista Ferreira Santos / Maria Beatriz de Castro Nunes Lobato de Sousa / Maria Helena Lopes dos Reis Oliveira Nunes), da Diplom&aacute;tica notarial (Maria Cristina Cunha / Ricardo Seabra), da Diplom&aacute;tica judicial quinhentista (Jorge Veiga Testos) e da <i>Associa&ccedil;&atilde;o Hisp&acirc;nica de Historiadores do Papel </i>(Maria del Carmen Hidalgo Brinquis); acrescem duas recens&otilde;es cr&iacute;ticas a obras de tomo (Jos&eacute; Subtil, Jos&eacute; Augusto Sottomayor-Pizarro) e um texto de Miguel Soromenho.</p>     <p>O volume que tenho a honra de coordenar &eacute; o que &eacute;: um n&uacute;mero de Revista, e n&atilde;o propriamente um <b>tratado</b> de <i>Ci&ecirc;ncias de Incid&ecirc;ncia Hist&oacute;rica</i> na recente Historiografia portuguesa. Face ao panorama nacional que fomos descrevendo (pouca gente, diversas universidades com escassa posi&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea, n&atilde;o muita variedade de temas cultivados&hellip;), o N&ordm; 10 dos <i>Cadernos do Arquivo Municipal</i> acaba por ser, creio-o, uma amostragem significativa e de valor do que se vai elaborando entre n&oacute;s.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O AML est&aacute; hoje bem longe da Casa onde o conheci a partir do ano de 1975. Apesar das precaridades do atual edif&iacute;cio e seus acessos, os acervos t&ecirc;m outra organiza&ccedil;&atilde;o, edita-se uma <i>Revista</i> com <i>referees</i>, h&aacute; pessoal competente e em maior n&uacute;mero e h&aacute; tamb&eacute;m, talvez acima de tudo, mais leitores e mais investiga&ccedil;&atilde;o. Mas n&atilde;o esque&ccedil;o o magno <i>sal&atilde;o</i> do edif&iacute;cio-sede da C&acirc;mara. Nem a tristeza que senti naquele primaveril fim-de-tarde do Outono de 1996, quando soube que um inc&ecirc;ndio estava a conduzir &agrave; retirada dos fundos do Arquivo. At&eacute; hoje&hellip; Para sempre?</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="right">O coordenador cient&iacute;fico do presente volume</p>     <p align="right">Armando Lu&iacute;s de Carvalho HOMEM</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ORIENTA&Ccedil;&Atilde;O BIBLIOGR&Aacute;FICA</b></p>     <!-- ref --><p>ALBUQUERQUE, Martim de; NUNES, Eduardo Borges – <i>Ordena&ccedil;&otilde;es del-rei Dom Duarte</i>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian, 1988.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062406&pid=S2183-3176201800020000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>AMARAL, Lu&iacute;s Carlos; MARQUES, Andr&eacute; Evangelista; MEIRINHOS, Jos&eacute;, ed. – <i>Livro de Mumadona: cartul&aacute;rio do Mosteiro de Guimar&atilde;es</i>. Lisboa: Academia das Ci&ecirc;ncias, 2016.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062408&pid=S2183-3176201800020000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>AZEVEDO, Pedro de – A Paleografia em Portugal. <i>Anais das Bibliotecas e Arquivos</i>. I (1920), p. 139-147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062410&pid=S2183-3176201800020000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>AZEVEDO, Pedro de – <i>Documentos das chancelarias reais anteriores a 1531 relativos a Marrocos</i>. Lisboa: Academia das Ci&ecirc;ncias, 1915.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062412&pid=S2183-3176201800020000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>AZEVEDO, Pedro de – Linhas gerais da Hist&oacute;ria da Diplom&aacute;tica em Portugal. <i>O Instituto</i>. 4.&ordf; S. V. 74 (1927), p. 226-242.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062414&pid=S2183-3176201800020000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>AZEVEDO, Ruy de – A Chancelaria r&eacute;gia portuguesa nos s&eacute;culos XII e XIII: linhas gerais da sua evolu&ccedil;&atilde;o. <i>Revista da Universidade de Coimbra</i>. Coimbra: Imprensa Acad&eacute;mica. N&ordm;14 (1938). Separata.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062416&pid=S2183-3176201800020000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>AZEVEDO, Ruy de – Observa&ccedil;&otilde;es de Diplom&aacute;tica. <i>Revista Portuguesa de Hist&oacute;ria</i>. XII (1969), p. 125-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062418&pid=S2183-3176201800020000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BALARD, Michel, ed. – <i>L'Histoire m&eacute;di&eacute;vale en France: bilan et perspectives</i>. Paris: Seuil, 1991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062420&pid=S2183-3176201800020000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BAUTIER, Robert-Henri – <i>Chartes, sceaux et chancelleries: &eacute;tudes de diplomatique et de sigillographie m&eacute;di&eacute;vales</i>. Paris: &Eacute;cole des Chartes, 1990.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062422&pid=S2183-3176201800020000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BAUTIER, Robert-Henri – Diplomatique et histoire politique: ce que la critique diplomatique nous apprend sur la personnalit&eacute; de Philippe le Bel. <i>Revue Historique</i>. A. 102 T. 259 (1978), p. 3-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062424&pid=S2183-3176201800020000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BAUTIER, Robert-Henri – Le&ccedil;on d'ouverture du cours de Diplomatique &agrave; l'&Eacute;cole des Chartes (20 octobre 1961). <i>Biblioth&egrave;que de l'&Eacute;cole des Chartes</i>. 119 (1961), p. 194-225.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062426&pid=S2183-3176201800020000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>BAUTIER, Robert-Henri – Les demandes des historiens &agrave; l'informatique: la forme diplomatique et le contenu juridique des actes. In COLLOQUE INFORMATIQUE ET HISTOIRE M&Eacute;DI&Eacute;VALE, Roma, 1977 – <i>Actes</i>. Rome: &Eacute;cole Fran&ccedil;aise de Rome, 1977. p. 179-186.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062428&pid=S2183-3176201800020000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>BAUTIER, Robert-Henri – Recherches sur la chancellerie royale au temps de Philippe VI. <i>Biblioth&egrave;que de l'&Eacute;cole des Chartes</i>. CXII, CXXII (1964-1965), p. 89-176, 313-459.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062430&pid=S2183-3176201800020000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BELLOTTO, Helo&iacute;sa Liberalli – <i>Como fazer an&aacute;lise tipol&oacute;gica de documento de arquivo</i>. S&atilde;o Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial do Estado, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062432&pid=S2183-3176201800020000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BRUNEL, Ghislain; LALOU, &Eacute;lisabeth, dir. – <i>Sources d'Histoire m&eacute;di&eacute;vale</i>. Paris: Larousse, 1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062434&pid=S2183-3176201800020000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>CANELLAS L&Oacute;PEZ, &Aacute;ngel – La investigaci&oacute;n diplom&aacute;tica sobre cancillerias y oficinas notariales: estado actual. In JORNADAS DE METODOLOGIA APLICADA DE LAS CI&Ecirc;NCIAS HIST&Oacute;RICAS, 1, Santiago de Compostela, 1975 – <i>Actas.</i> Santiago de Compostela: Universidade de Santiago de Compostela, Servicio de Publicaciones, 1975. vol. 5, p. 201-222.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062436&pid=S2183-3176201800020000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>CARBONELL, Charles-Olivier; WALCH, Jean, dir. – <i>Les sciences historiques de l'Antiquit&eacute; &agrave; nos jours</i>. Paris: Larousse, 1994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062438&pid=S2183-3176201800020000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>C&Aacute;RCEL ORT&Iacute;, Mar&iacute;a Milagros – La <i>ense&ntilde;anza de la Paleograf&iacute;a y Diplom&aacute;tica: centros y cursos</i>. Valencia: Artes Gr&aacute;ficas Soler, 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062440&pid=S2183-3176201800020000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>C&Aacute;RCEL ORT&Iacute;, Mar&iacute;a Milagros, ed. – <i>Vocabulaire international de la Diplomatique.</i> Valencia: Generalitat Valenciana, 1994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062442&pid=S2183-3176201800020000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>CAZELLES, Raymond – <i>Lettres closes, lettres &ldquo;de par le roy&rdquo; de Philippe de Valois</i>. Paris: Soci&eacute;t&eacute; de l'Histoire de France, 1958.</p>     <!-- ref --><p>CAZELLES, Raymond – Une chancellerie priviligi&eacute;e: celle de Philippe VI de Valois. <i>Biblioth&egrave;que de l'&Eacute;cole des Chartes</i>. T. 124 L.2 (1966), p. 355-381.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062445&pid=S2183-3176201800020000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>COELHO, Maria Helena da Cruz <i>– Repert&oacute;rio bibliogr&aacute;fico da historiografia portuguesa (1974-1994)</i>. Coimbra: Instituto Cam&otilde;es, 1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062447&pid=S2183-3176201800020000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>COELHO, Maria Helena da Cruz [et al.] – <i>Estudos de Diplom&aacute;tica portuguesa</i>. Lisboa: Colibri, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062449&pid=S2183-3176201800020000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>COELHO, Maria Helena da Cruz; HOMEM, Armando Lu&iacute;s de Carvalho – Origines et &eacute;volution du registre de la Chancellerie Royale portugaise (XIII<sup>e</sup>-XV<up>e si&egrave;cles). <i>Revista da Faculdade de Letras: Hist&oacute;ria.</i> S. II V. XII (1995), p. 47-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062451&pid=S2183-3176201800020000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>CONDE Y DELGADO, Rafael – An&aacute;lisis de la tipologia documental del siglo XV: fuentes de la Corona de Arag&oacute;n. In UDINA MARTORELL, Federico, dir. <i>– Mutaci&oacute;n de la segunda mitad del siglo XIV en Espa&ntilde;a</i>. Madrid: Instituto Jeronimo Zurita, 1977. p. 47-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062453&pid=S2183-3176201800020000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>COSTA, Avelino de Jesus da – A Chancelaria Real portuguesa e os seus registos, de 1217 a 1438. <i>Revista da Faculdade de Letras: Hist&oacute;ria</i>. S. II V. XIII (1996), p. 71-101.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062455&pid=S2183-3176201800020000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>COSTA, Avelino de Jesus da – <i>Estudos de Cronologia, Diplom&aacute;tica, Paleografia e Hist&oacute;rico-Lingu&iacute;sticos</i>. Porto: Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais, 1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062457&pid=S2183-3176201800020000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>COSTA, Avelino de Jesus da – La Chancellerie Royale portugaise jusqu'au milieu du XIII e si&egrave;cle. <i>Revista Portuguesa de Hist&oacute;ria</i>. XV (1975), p. 143-169.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062459&pid=S2183-3176201800020000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>COSTA, Avelino de Jesus da – <i>Normas gerais de transcri&ccedil;&atilde;o e publica&ccedil;&atilde;o de documentos e textos medievais e modernos.</i> Coimbra: Faculdade de Letras/Universidade de Coimbra, 1993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062461&pid=S2183-3176201800020000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>COSTA, Paula Pinto – As Visita&ccedil;&otilde;es: as ordens militares portuguesas entre poderes?. In ENCONTRO SOBRE ORDENS MILITARES, 6, Palmela, 2012 – <i>Freires, guerreiros, cavaleiros: actas.</i> Palmela: C&acirc;mara Municipal, 2012. p. 415-437.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062463&pid=S2183-3176201800020000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>CRUZ, Ant&oacute;nio – Observa&ccedil;&otilde;es sobre o estudo da Paleografia em Portugal. <i>Cale: Revista da Faculdade de Letras do Porto</i>. I (1966), p. 173-233.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062465&pid=S2183-3176201800020000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>CRUZ, Ant&oacute;nio – <i>Paleografia portuguesa: ensaio de manual</i>. Porto: Universidade Portucalense, 1987.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062467&pid=S2183-3176201800020000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>DIAS, Jo&atilde;o Jos&eacute; Alves – <i>Paleografia e Diplom&aacute;tica geral (s&eacute;culos XIII-XVIII)</i>. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa, 1997. Relat&oacute;rio policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062469&pid=S2183-3176201800020000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p><i>&Eacute;COLE NATIONALE DES CHARTES: histoire de l'&eacute;cole depuis 1821</i>. Paris: G. Klopp, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062471&pid=S2183-3176201800020000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FAVIER, Jean – <i>Les palais de l'Histoire</i>. Paris: Seuil, 2016.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062473&pid=S2183-3176201800020000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FAVIER, Jean – Quand l'erudition s'appuye sur les techniques. In <i>D&eacute;couvertes et &eacute;v&eacute;nements culturels remarquables du dernier si&egrave;cle : s&eacute;ance publique annuelle des cinq acad&eacute;mies, mardi 24 octobre 1995, Institut de France. </i>Paris: Palais de l'Institut, 1995. p. 13-20&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062475&pid=S2183-3176201800020000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>FAVIER, Jean, dir. – <i>Archives de l'occident</i>. Paris: Fayard, 1992-1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062476&pid=S2183-3176201800020000200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>FAVIER, Jean; FAVIER, Lucie – <i>Archives nationales: quinze si&egrave;cles d'histoire</i>. Paris: Nathan, 1988.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062478&pid=S2183-3176201800020000200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FLORIANO CUMBRE&Ntilde;O, Ant&oacute;nio C. – <i>Curso general de Paleograf&iacute;a: Paleograf&iacute;a y Diplom&aacute;tica espa&ntilde;olas</i>. Oviedo: Secretariado de Publicaciones de la Universidad, 1946.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062480&pid=S2183-3176201800020000200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FONSECA, Lu&iacute;s Ad&atilde;o da, dir. – <i>Livro dos copos.</i> Porto: Funda&ccedil;&atilde;o Eng. Ant&oacute;nio de Almeida, 2006. vol. 1. (Militarium Ordinum Analecta. Fontes para o Estudo das Ordens Religioso<i>-</i>Militares; 7).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062482&pid=S2183-3176201800020000200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>FOSSIER, Lucie; VAUCHEZ, Andr&eacute;; VIOLANTE, Cinzio ed. – <i>Informatique et Histoire m&eacute;di&eacute;vale</i>. Roma: &Eacute;cole Fran&ccedil;aise de Roma, 1977.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062484&pid=S2183-3176201800020000200041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>FREITAS, Judite A. Gon&ccedil;alves de – <i>A burocracia do &ldquo;Eloquente&rdquo; (1433-1438): os textos, as normas, as gentes</i>. Cascais: Patrimonia, 1996.</p>     <!-- ref --><p>FREITAS, Judite A. Gon&ccedil;alves de – <i>Temos por bem e mandamos: a burocracia r&eacute;gia e os seus oficiais em meados de Quatrocentos (1439-1460)</i>. Cascais: Patrimonia, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062487&pid=S2183-3176201800020000200043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --> GARC&Iacute;A MARIN, Jos&eacute; M. – <i>El oficio p&uacute;blico en Castilla durante la baja Edad Media</i>. 2&ordf; ed.. Madrid: Instituto Nacional de Administracion P&uacute;blica, 1987.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062488&pid=S2183-3176201800020000200044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>G&Eacute;NICOT, L&eacute;opold – <i>Les actes publics</i>. Turnhout: Brepols, 1972.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062490&pid=S2183-3176201800020000200045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>GODINHO, Vitorino Magalh&atilde;es – <i>Mito e mercadoria, utopia e pr&aacute;tica de navegar, s&eacute;culos XIII-XVIII</i>. Lisboa: Difel, 1990.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062492&pid=S2183-3176201800020000200046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>GUALDO, Germano, ed. – <i>Cancelleria e Cultura nel Medio Evo</i>. Citt&agrave; del Vaticano: Archivio Segreto Vaticano, 1990.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062494&pid=S2183-3176201800020000200047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>GUYOTJEANNIN, Olivier – <i>Les sources de l'histoire m&eacute;di&eacute;vale</i>. Paris: Librairie G&eacute;n&eacute;rale Fran&ccedil;aise, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062496&pid=S2183-3176201800020000200048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>GUYOTJEANNIN, Olivier [et al.] – <i>Diplomatique medieval</i>. Turnhout: Brepols, 1993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062498&pid=S2183-3176201800020000200049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>HOMEM, Armando Lu&iacute;s de Carvalho – Central power: institutional and political History in the thirteenth-fifteenth centuries. In MATTOSO, Jos&eacute;, dir. - <i>The historiography of medieval Portugal (c. 1950-2010)</i>. Lisboa: Instituto de Estudos Medievais / Centro de Hist&oacute;ria da Sociedade e da Cultura, 2011. p. 179-208.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062500&pid=S2183-3176201800020000200050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>HOMEM, Armando Lu&iacute;s de Carvalho – Da diplom&aacute;tica r&eacute;gia &agrave; hist&oacute;ria do estado dos fins da Idade M&eacute;dia: um rumo de investiga&ccedil;&atilde;o. <i>Revista de Hist&oacute;ria Econ&oacute;mica e Social</i>. Lisboa. S&aacute; da Costa. 8 (1981), p. 11-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062502&pid=S2183-3176201800020000200051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>HOMEM, Armando Lu&iacute;s de Carvalho – Jean Favier (1932-2014). <i>Medievalista</i> [Em linha]. 20 (Julho-Dezembro 2016) [Consultado em 15.04.2017]. Dispon&iacute;vel na Internet:<a href=" http://www2.fcsh.unl.pt/iem/medievalista/MEDIEVALISTA20/homem2011.html" target="_blank"> http://www2.fcsh.unl.pt/iem/medievalista/MEDIEVALISTA20/homem2011.html</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062504&pid=S2183-3176201800020000200052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>HOMEM, Armando Lu&iacute;s de Carvalho – <i>O Desembargo R&eacute;gio (1320-1433)</i>. Porto: INIC/CHUP, 1990.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062505&pid=S2183-3176201800020000200053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>HOMEM, Armando Lu&iacute;s de Carvalho – <i>O rei e a lei: estudos de Hist&oacute;ria Institucional da Idade M&eacute;dia portuguesa (1279-1521)</i>. Porto: U. Porto Edi&ccedil;&otilde;es, 2017.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062507&pid=S2183-3176201800020000200054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>HOMEM, Armando Lu&iacute;s de Carvalho – <i>Portugal nos finais da Idade M&eacute;dia: Estado, institui&ccedil;&otilde;es, sociedade pol&iacute;tica</i>. Lisboa: Horizonte, 1990.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062509&pid=S2183-3176201800020000200055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>HOMEM, Armando Lu&iacute;s de Carvalho; COELHO, Maria Helena da Cruz, coord. – <i>Na jubila&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria de Oliveira Marques</i>. Coimbra: Minerva, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062511&pid=S2183-3176201800020000200056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>JORNADAS DE METODOLOGIA APLICADA DE LAS CI&Ecirc;NCIAS HIST&Oacute;RICAS, 1, Santiago de Compostela, 1975 – <i>Paleograf&iacute;a y Archivistica: actas.</i> Santiago de Compostela: Universidade de Santiago de Compostela, Servicio de Publicaciones, 1975. vol. 5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062513&pid=S2183-3176201800020000200057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MARQUES, A. H. de Oliveira – Diplom&aacute;tica. In SERR&Atilde;O, Joel, dir. <i>– Dicion&aacute;rio de Hist&oacute;ria de Portugal</i>. Porto: Figueirinhas, 1975. vol II, p. 309-314.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062515&pid=S2183-3176201800020000200058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MARQUES, A. H. de Oliveira – <i>Ensaios de historiografia portuguesa</i>. Lisboa: Palas, 1988.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062517&pid=S2183-3176201800020000200059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MARQUES, A. H. de Oliveira – <i>Guia do estudante de Hist&oacute;ria medieval portuguesa</i>. 3&ordf; ed.. Lisboa: Estampa, 1988.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062519&pid=S2183-3176201800020000200060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MARQUES, A. H. de Oliveira – Paleografia. In SERR&Atilde;O, Joel, dir. – <i>Dicion&aacute;rio de Hist&oacute;ria de Portugal</i>. Porto: Figueirinhas, 1975. vol IV, p. 528-534.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062521&pid=S2183-3176201800020000200061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MARQUES, A. H. de Oliveira ed. – <i>Antologia da historiografia portuguesa</i>. 2&ordf; ed.. Mem Martins: Europa-Am&eacute;rica, 1975.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062523&pid=S2183-3176201800020000200062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MARQUES, Jos&eacute; – L' &Eacute;criture de Francesco Cavalcanti, une nouveaut&eacute; au Portugal: 1482. <i>Revista da Faculdade de Letras: Hist&oacute;ria. </i>Porto: Universidade do Porto. S. II V. XII (1995), p. 151-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062525&pid=S2183-3176201800020000200063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MARQUES, Jos&eacute;, coord. – <i>Diplomatique royale du Moyen &Acirc;ge: XIII<sup>e</sup>-XIV<sup>e</sup> si&egrave;cles.</i> Porto: Faculdade de Letras/Universidade do Porto, 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062527&pid=S2183-3176201800020000200064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MATTOSO, Jos&eacute;, dir. - <i>The historiography of medieval Portugal (c. 1950-2010)</i>. Lisboa: Instituto de Estudos Medievais / Centro de Hist&oacute;ria da Sociedade e da Cultura, 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062529&pid=S2183-3176201800020000200065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MERDRIGNAC, Bernard; CH&Eacute;DEVILLE, Andr&eacute; – <i>Les sciences annexes en histoire du Moyen &acirc;ge</i>. Rennes: Presses Universitaires, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062531&pid=S2183-3176201800020000200066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MILLARES CARLO, Agust&iacute;n – Breves consideraciones sobre sobre la documentaci&oacute;n real en pergamino entre los siglos XIII y XV. In <i>Miscelania de Estudios dedicados al professor Ant&oacute;nio Mar&iacute;n Ocete</i>. Granada: Universidad de Granada, 1974. t. II, p. 739-753.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062533&pid=S2183-3176201800020000200067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MORENO, Humberto Carlos Baquero – Subs&iacute;dios para o estudo da adop&ccedil;&atilde;o em Portugal na Idade M&eacute;dia (D. Afonso IV a D. Duarte). <i>Revista dos Estudos Gerais Universit&aacute;rios de Mo&ccedil;ambique</i>. Louren&ccedil;o Marques: Universidade de Mo&ccedil;ambique. V. III S. V (1966). Separata.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062535&pid=S2183-3176201800020000200068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MORENO, Humberto Carlos Baquero – Subs&iacute;dios para o estudo da legitima&ccedil;&atilde;o em Portugal na Idade M&eacute;dia (D. Afonso III a D. Duarte).<i> Revista dos Estudos Gerais Universit&aacute;rios de Mo&ccedil;ambique. </i>Louren&ccedil;o Marques: Universidade de Mo&ccedil;ambique. V. IV S. V (1967). Separata.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062537&pid=S2183-3176201800020000200069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>NICOLAJ, Giovanna – <i>Lezioni di diplomatica generale: Istituzioni</i>. Roma: Bulzoni, 2007. vol. 1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062539&pid=S2183-3176201800020000200070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>NICOLAJ, Giovanna – Lineamenti di diplomatica generale. <i>Scrineum Rivista.</i> (Jan 2013), p. 5-112.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062541&pid=S2183-3176201800020000200071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>NICOLAJ, Giovanna, ed. – <i>La Diplomatica dei documenti giudiziari (dai placiti agli acta - sec. XII-XV)</i>. Roma: Ministero per i Beni e le Attivit&agrave; Culturali, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062543&pid=S2183-3176201800020000200072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>NUNES, Eduardo Alexandre Borges – <i>&Aacute;lbum de Paleografia portuguesa</i>. Lisboa: Centro de Estudos Hist&oacute;ricos da Faculdade de Letras, 1969.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062545&pid=S2183-3176201800020000200073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>NUNES, Eduardo Alexandre Borges – Varia Pal&aelig;ographica: Maiora ac Minora. In<i>Portugali&aelig; Historica.</i> Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Instituto Hist&oacute;rico Infante Dom Henrique. V. 1 (1973), p. 223-232.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062547&pid=S2183-3176201800020000200074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PARDO RODR&Iacute;GUEZ, Maria Lu&iacute;sa; OSTOS SALCEDO, Pilar; RODR&Iacute;GUEZ DIAZ, Elena e, ed. – <i>Vocabulario de Codicolog&iacute;a</i>. 2.&ordf; ed.. Madrid: Arco Libros, 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062549&pid=S2183-3176201800020000200075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PASSOS, Carlos de – Nomenclatura diplom&aacute;tica portuguesa. <i>Anais das Bibliotecas e Arquivos</i>. T. III N.&ordm; 12 (1922), p. 277-288.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062551&pid=S2183-3176201800020000200076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PREVENIER, Walter; HEMPTINNE, Th&eacute;r&egrave;se de, ed. – La <i>Diplomatique urbaine en Europe au moyen &acirc;ge</i>. Lovaina: Garant, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062553&pid=S2183-3176201800020000200077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>RIBEIRO, Jo&atilde;o Pedro – <i>Disserta&ccedil;&otilde;es chronologicas e cr&iacute;ticas sobre a historia e jurisprudencia ecclesiastica e civil de Portugal</i>. 2.&ordf; ed.. Lisboa: Academia Real das Sciencias, 1857-1896.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062555&pid=S2183-3176201800020000200078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SAMARAN, Charles, dir. – <i>L'Histoire et ses m&eacute;thodes</i>. Paris: NRF, 1961.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062557&pid=S2183-3176201800020000200079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SANTOS, Maria Jos&eacute; Azevedo – <i>Ler e compreender a escrita na Idade M&eacute;dia</i>. Lisboa: Colibri, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062559&pid=S2183-3176201800020000200080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SANZ FUENTES, Mar&iacute;a Josefa – Tipolog&iacute;a documental de la Baja Edad Media castellana: documentaci&oacute;n concejil: un modelo andaluz: &Eacute;cija. In <i>Archiv&iacute;stica. Estudios B&aacute;sicos</i>. Sevilha: Diputaci&oacute;n Provincial de Sevilla, 1981.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062561&pid=S2183-3176201800020000200081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SOTTOMAYOR-PIZARRO, Jos&eacute; Augusto, ed. – <i>Inqvisitiones: inquiri&ccedil;&otilde;es gerais de D. Dinis, 1284: a saecvlo octavo post christvm vsqve ad qvintvmdecimvm ivssv academiae scientiarvm olisiponesis: edita</i>. Nova s&eacute;rie. Lisboa: Academia das Ci&ecirc;ncias, 2007. (Portugaliae Monumenta Historica: a saeculo octavo post Christum usque ad quintum decimum; 3).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062563&pid=S2183-3176201800020000200082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SOTTOMAYOR-PIZARRO, Jos&eacute; Augusto, ed. – <i>Inqvisitiones: inquiri&ccedil;&otilde;es gerais de D. Dinis 1288: senten&ccedil;as de 1290 e execu&ccedil;&otilde;es de 1291</i>. 1&ordf; ed., Nova s&eacute;rie. Lisboa: Academia das Ci&ecirc;ncias. 2012. (Portugaliae Monumenta Historica. a saecvlo octavo post christvm vsqve ad qvintvmdecimvm ivssv academiae scientiarvm olisiponesis ; 4).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062565&pid=S2183-3176201800020000200083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>TESSIER, Georges – <i>Diplomatique royale fran&ccedil;aise</i>. Paris: Picard, 1962.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062567&pid=S2183-3176201800020000200084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>TESSIER, Georges – Diplomatique. In SAMARAN, Charles, dir. - <i>L'Histoire et ses methods. </i>: Gallimard Pl&eacute;iade, 1961. p. 633-676.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062569&pid=S2183-3176201800020000200085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>TESSIER, Georges –<i> La Diplomatique</i>. Paris: PUF, 1952.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062571&pid=S2183-3176201800020000200086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>VENTURA, Leontina; FARIA, Ana Santiago, ed. – <i>Livro Santo, de Santa Cruz: cartula´rio do s&eacute;culo XII</i>. Coimbra: INIC, 1990.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062573&pid=S2183-3176201800020000200087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>VIEGAS, In&ecirc;s Morais – O Arquivo Municipal de Lisboa no tempo: modelos de gest&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o. <i>Cadernos do Arquivo Municipal</i> [Em linha]. N&ordm; 6 (2002) [Consult. 07/12/2018]. Dispon&iacute;vel na Internet: <a href="http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/fotos/editor2/66.pdf" target="_blank">http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/fotos/editor2/66.pdf</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062575&pid=S2183-3176201800020000200088&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>VIEGAS, In&ecirc;s Morais; MARTINS, Miguel Gomes, coord. – <i>Documentos medievais portugueses (1179-1383): cat&aacute;logo.</i> Lisboa: Arquivo Municipal, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2062576&pid=S2183-3176201800020000200089&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>NOTAS</b></p>     <p>HOMEM, Armando Lu&iacute;s de Carvalho – Paleografia, Diplom&aacute;tica, Cronologia(s)&hellip;. <i>Cadernos do Arquivo Municipal</i>. 2&ordf; S&eacute;rie N&ordm; 10 (julho-dezembro 2018), p. 11 – 23.</p> <a href="#top1"><sup>1</sup></a><a name="1"></a>Pr&eacute;face. In BALARD, Michel, ed. – <i>L'Histoire m&eacute;di&eacute;vale en France: bilan et perspectives</i>. Paris: Seuil, 1991. p. 8; veja-se no mesmo volume o trabalho de GUYOTJEANNIN, Olivier [et al.] – Sciences auxiliaires de l'histoire m&eacute;di&eacute;vale. In BALARD, Michel, ed. – <i>L'Histoire m&eacute;di&eacute;vale en France: bilan et perspectives</i>. Paris: Seuil, 1991. p. 471-499.     <p></p> <a href="#top2"><sup>2</sup></a><a name="2"></a> J&aacute; que n&atilde;o havia ao tempo qualquer cafetaria p&uacute;blica no interior daquele casar&atilde;o&hellip;     <p></p> <a href="#top3"><sup>3</sup></a><a name="3"></a> MARQUES, A. H. de Oliveira – <i>Ensaios de historiografia portuguesa</i>. Lisboa: Palas, 1998. p. 202-206.     <p></p> <a href="#top4"><sup>4</sup></a><a name="4"></a> O que &eacute; nomeadamente pouco <i>c&oacute;modo</i> se tais fil&oacute;logos forem de formac&atilde;o classicista. Uma solu&ccedil;&atilde;o conservadora, esta &uacute;ltima? Por alguma raz&atilde;o um marxista metodol&oacute;gico como Jos&eacute; Luis Mart&iacute;n Rodr&iacute;guez (1937-2004) sempre se op&ocirc;s a que na U. Salamanca houvesse as ditas <i>Ci&ecirc;ncias e T&eacute;cnicas Historiogr&aacute;ficas</i>, autonomamente em relac&atilde;o &agrave; <i>Hist&oacute;ria Medieval</i>: &laquo;N&oacute;s, medievistas, &eacute; que temos que ensinar Paleografia, essencialmente visando a intelec&ccedil;&atilde;o e a transcri&ccedil;&atilde;o dos diplomas medievos&raquo; (testemunho de &Aacute;ngel Vaca Lorenzo, no Outono de 2012). &Eacute; evidente que a unanimidade n&atilde;o &eacute; assim poss&iacute;vel em tal mat&eacute;ria&hellip;     <p></p> <a href="#top5"><sup>5</sup></a><a name="5"></a> Hoje de <i>Hist&oacute;ria, Estudos Europeus, Arqueologia e Artes</i>.     <p></p> <a href="#top6"><sup>6</sup></a><a name="6"></a> Institui&ccedil;&otilde;es hoje semi-desativadas.     <p></p> <a href="#top7"><sup>7</sup></a><a name="7"></a> Para al&eacute;m do fundador, pertenceram / pertencem a este Instituto nomes como os de Salvador Dias Arnaut (1913-1995), Maria Helena da Cruz Coelho, Maria Jos&eacute; Azevedo Santos, Saul Ant&oacute;nio Gomes e Maria do Ros&aacute;rio Barbosa Moruj&atilde;o.     <p></p> <a href="#top8"><sup>8</sup></a><a name="8"></a> Onde ensinou <i>Diplom&aacute;tica</i>, <i>Hist&oacute;ria das Institui&ccedil;&otilde;es</i> e <i>Hist&oacute;ria da Inquisi&ccedil;&atilde;o em Portugal</i>, entre outras unidades curriculares.     ]]></body>
<body><![CDATA[<p></p> <a href="#top9"><sup>9</sup></a><a name="9"></a> Note-se que este Mestre foi o primeiro membro portugu&ecirc;s da <i>Commission Internationale de Diplomatique</i> [CID] (1965 ss.), logo se lhe seguindo Isa&iacute;as da Rosa Pereira; depois, e a partir de 1990, Maria Helena Coelho, o autor destas linhas (de 1990 a 2016, ano em que renunciou), Maria Cristina Almeida e Cunha, Saul Ant&oacute;nio Gomes e Maria do Ros&aacute;rio Moruj&atilde;o. Tamb&eacute;m no <i>Comit&eacute; International de Pal&eacute;ographie Latine</i> a FL/UC possui Mestres seus, v.g. Maria Jos&eacute; Azevedo Santos.     <p></p> <a href="#top10"><sup>10</sup></a><a name="10"></a> A que pertenceram / pertencem Maria Helena da Cruz Coelho, Maria Alegria Fernandes Marques, Leontina Domingos Ventura, Maria Teresa Nobre Veloso e Maria Rosa Ferreira Marreiros. E n&atilde;o se esque&ccedil;a a <i>proto-Hist&oacute;ria</i> deste Instituto nas obras de Pierre David (?-?) e de Rui de Azevedo (1889-?).     <p></p> <a href="#top11"><sup>11</sup></a><a name="11"></a> A que pertenceram / pertencem Jos&eacute; Sebasti&atilde;o da Silva Dias (1916-1994), Manuel Augusto Rodrigues (1937-2016), Jos&eacute; Antunes e Jo&atilde;o Gouveia Monteiro.     <p></p> <a href="#top12"><sup>12</sup></a><a name="12"></a> Vejam-se os nomes cits. nas duas nn. anteriores.     <p></p> <a href="#top13"><sup>13</sup></a><a name="13"></a> Saul Ant&oacute;nio Gomes, Maria do Ros&aacute;rio Moruj&atilde;o.     <p></p> <a href="#top14"><sup>14</sup></a><a name="14"></a> <i>Maxime</i> os alvores da Chancelaria (do per&iacute;odo condal a Afonso II).     <p></p> <a href="#top15"><sup>15</sup></a><a name="15"></a> Continuidade aos trabalhos do anterior e vis&otilde;es de conjunto dos registos da nossa Chancelaria, at&eacute; ao segundo quartel de Quatrocentos.     <p></p> <a href="#top16"><sup>16</sup></a><a name="16"></a> <i>Maxime</i> registos de <i>Chancelaria,</i> no seu conjunto e na sua evolu&ccedil;&atilde;o, itiner&aacute;rios r&eacute;gios.     <p></p> <a href="#top17"><sup>17</sup></a><a name="17"></a> Pioneirismo de Afonso II nos registos de <i>Chancelaria</i>.     <p></p> <a href="#top18"><sup>18</sup></a><a name="18"></a> Ed. da <i>Chancelaria</i> de Afonso III.     ]]></body>
<body><![CDATA[<p></p> <a href="#top19"><sup>19</sup></a><a name="19"></a> Em curso a ed. da <i>Chancelaria</i> de D. Dinis.     <p></p> <a href="#top20"><sup>20</sup></a><a name="20"></a> Forais velhos e novos, cap&iacute;tulos especiais de concelhos em Cortes.     <p></p> <a href="#top21"><sup>21</sup></a><a name="21"></a> Forais velhos.     <p></p> <a href="#top22"><sup>22</sup></a><a name="22"></a> Bul&aacute;rio endere&ccedil;ado a alguns dos nossos primeiros monarcas.     <p></p> <a href="#top23"><sup>23</sup></a><a name="23"></a> Esta &uacute;ltima no que tange a S&eacute; de Coimbra, a sua <i>Chancelaria</i>, os seus atos diplomat&iacute;sticos e os seus oficiais da escrita.     <p></p> <a href="#top24"><sup>24</sup></a><a name="24"></a> <i>Maxime</i> Santa Cruz de Coimbra.     <p></p> <a href="#top25"><sup>25</sup></a><a name="25"></a> Monaquismo cisterciense.     <p></p> <a href="#top26"><sup>26</sup></a><a name="26"></a> Idem.     <p></p> <a href="#top27"><sup>27</sup></a><a name="27"></a> A ed., h&aacute; j&aacute; quase 30 anos, do <i>Livro Santo</i>, de Santa Cruz de Coimbra (VENTURA, Leontina; FARIA, Ana Santiago, ed. – <i>Livro santo, de Santa Cruz: cartul&aacute;rio do s&eacute;culo XII</i>. Coimbra: INIC, 1990.).     <p></p> <a href="#top28"><sup>28</sup></a><a name="28"></a> <i>Maxime</i> Santa Maria de Celas.     ]]></body>
<body><![CDATA[<p></p> <a href="#top29"><sup>29</sup></a><a name="29"></a> Colegiada de Santa Justa.     <p></p> <a href="#top30"><sup>30</sup></a><a name="30"></a> Como por certo bem gostaria de dizer Armindo de Sousa (1942-1998), insigne estudioso das nossas Cortes, a que costumava chamar &laquo;o Parlamento medieval portugu&ecirc;s&raquo;.     <p></p> <a href="#top31"><sup>31</sup></a><a name="31"></a> Cap&iacute;tulos especiais em Cortes (v. <i>supra</i>, n. 20).     <p></p> <a href="#top32"><sup>32</sup></a><a name="32"></a> Presidiu &agrave; CID nos anos 80 e parte dos 90.     <p></p> <a href="#top33"><sup>33</sup></a><a name="33"></a> Veja-se a rela&ccedil;&atilde;o das publica&ccedil;&otilde;es da contra-capa do Vol. V (1972) da Revista <i>Do Tempo e da Hist&oacute;ria</i>.     <p></p> <a href="#top34"><sup>34</sup></a><a name="34"></a> GOMES, Saul Ant&oacute;nio – Paleografia e Diplom&aacute;tica na obra de A. H. de Oliveira Marques. In HOMEM, Armando Lu&iacute;s de Carvalho; COELHO, Maria Helena da Cruz, coord. – <i>Na jubila&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria de Oliveira Marques</i>. Coimbra: Minerva, 2003: 45-56, com reprodu&ccedil;&atilde;o da capa do dito <i>&Aacute;lbum</i> a p. 48.     <p></p> <a href="#top35"><sup>35</sup></a><a name="35"></a> Passando a incluir, por exemplo, documenta&ccedil;&atilde;o notarial.     <p></p> <a href="#top36"><sup>36</sup></a><a name="36"></a> NUNES, Eduardo Alexandre Borges – <i>&Aacute;lbum de Paleografia portuguesa</i>. Lisboa: Centro de Estudos Hist&oacute;ricos da Faculdade de Letras, 1969.     <p></p> <a href="#top37"><sup>37</sup></a><a name="37"></a> O trabalho de maior f&ocirc;lego que com este elaboraria foi a edi&ccedil;&atilde;o <i>das Ordena&ccedil;&otilde;es del-Rei Dom Duarte</i>. (ALBUQUERQUE, Martim de; NUNES, Eduardo Borges – <i>Ordena&ccedil;&otilde;es del-rei Dom Duarte</i>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian, 1988)     <p></p> <a href="#top38"><sup>38</sup></a><a name="38"></a> Juntamente com Francisco de Sales Loureiro (1919-2000). Foram dos &uacute;ltimos concursos desta natureza a n&iacute;vel nacional, j&aacute; que em Dezembro seguinte entrou em vigor o primeiro <i>Estatuto da Carreira Docente Universit&aacute;ria</i>, que os transformaria em concursos documentais.     ]]></body>
<body><![CDATA[<p></p> <a href="#top39"><sup>30</sup></a><a name="30"></a> Primeiros diplomados em 1968 e 1969: Bernardo S&aacute;-Nogueira, Ant&oacute;nio Joaquim Ribeiro Guerra (1945-1997) e Isabel Cid. No primitivo Corpo Docente, e para al&eacute;m do fundador, Isa&iacute;as da Rosa Pereira, Manuel C. D&iacute;az y D&iacute;az (1924-2008), Aires Augusto Nascimento, Pedro Barbosa ou Armando L. de Carvalho Homem.     <p></p> <a href="#top40"><sup>40</sup></a><a name="40"></a> Ant&oacute;nio Augusto Ferreira da Cruz (1911-1989).     <p></p> <a href="#top41"><sup>41</sup></a><a name="41"></a> V.g. CRUZ, Ant&oacute;nio – Observa&ccedil;&otilde;es sobre o estudo da Paleografia em Portugal. <i>Cale: Revista da Faculdade de Letras do Porto</i>. I (1966), p. 173-233.     <p></p> <a href="#top42"><sup>42</sup></a><a name="42"></a> Entre 1979 e 1981 Ant&oacute;nio Cruz voltou a reger – i.e., entre o termo do &laquo;saneamento&raquo; e a jubila&ccedil;&atilde;o, com a colabora&ccedil;&atilde;o de Armindo de Sousa nas aulas pr&aacute;ticas.     <p></p> <a href="#top43"><sup>43</sup></a><a name="43"></a> Veja-se entretanto COSTA, 1993.     <p></p> <a href="#top44"><sup>44</sup></a><a name="44"></a> Este praticava uma transcri&ccedil;&atilde;o / translitera&ccedil;&atilde;o um pouco na linha de Rui de Azevedo, na edi&ccedil;&atilde;o dos <i>Documentos Medievais Portugueses</i> (1958 ss.). Estaria ainda medianamente pr&oacute;ximo das normas de Eduardo Borges Nunes (na FL/UL) e mais tarde de Oliveira Marques (e colaboradores) na UNL.     <p></p> <a href="#top45"><sup>45</sup></a><a name="45"></a> Nunca se concretizou o convite que lhe chegou a ser dirigido para, uma vez separado do servi&ccedil;o, reger no nascente mestrado em <i>Hist&oacute;ria Medieval</i> (1983 ss.) as unidades curriculares de <i>Cr&iacute;tica Textual</i> e de <i>Aperfei&ccedil;oamento Paleogr&aacute;fico</i>.     <p></p> <a href="#top46"><sup>46</sup></a><a name="46"></a> AMARAL, Lu&iacute;s Carlos; MARQUES, Andr&eacute; Evangelista; MEIRINHOS, Jos&eacute;, ed. – Livro de Mumadona: cartul&aacute;rio do Mosteiro de Guimar&atilde;es. Lisboa: Academia das Ci&ecirc;ncias, 2016.     <p></p> <a href="#top47"><sup>47</sup></a><a name="47"></a> SOTTOMAYOR-PIZARRO, Jos&eacute; Augusto, ed. – <i>Inqvisitiones: inquiri&ccedil;&otilde;es gerais de D. Dinis, 1284: a saecvlo octavo post christvm vsqve ad qvintvmdecimvm ivssv academiae scientiarvm olisiponesis: edita</i>.<span class="char-style-override-22"> Nova s&eacute;rie. Lisboa: Academia das Ci&ecirc;ncias, 2007. (Portugaliae Monumenta Historica: a saeculo octavo post Christum usque ad quintum decimum; 3) e SOTTOMAYOR-PIZARRO, Jos&eacute; Augusto, ed. – <i>Inqvisitiones: inquiri&ccedil;&otilde;es gerais de D. Dinis 1288: senten&ccedil;as de 1290 e execu&ccedil;&otilde;es de 1291.</i> 1&ordf; ed., Nova s&eacute;rie. Lisboa: Academia das Ci&ecirc;ncias. 2012. (Portugaliae Monumenta Historica. a saecvlo octavo post christvm vsqve ad qvintvmdecimvm ivssv academiae scientiarvm olisiponesis ; 4).     <p></p> <a href="#top48"><sup>48</sup></a><a name="48"></a> V. nomeadamente FONSECA, Lu&iacute;s Ad&atilde;o da, dir. – <i>Livro dos copos.</i> Porto: Funda&ccedil;&atilde;o Eng. Ant&oacute;nio de Almeida, 2006. vol. 1. (Militarium Ordinum Analecta. Fontes para o Estudo das Ordens Religioso-Militares; 7).     ]]></body>
<body><![CDATA[<p></p> <a href="#top49"><sup>49</sup></a><a name="49"></a> Ainda que seja de salientar aqui o nome do modernista Jos&eacute; Viriato Capela.     <p></p> <a href="#top50"><sup>50</sup></a><a name="50"></a> Pense-se no entanto em Herm&iacute;nia Vasconcelos Vilar.     <p></p> <a href="#top51"><sup>51</sup></a><a name="51"></a> Destaque entretanto para Manuel S&iacute;lvio Conde.     <p></p> <a href="#top52"><sup>52</sup></a><a name="52"></a> Uma refer&ecirc;ncia cabe aqui a Maria Isabel N. Migu&eacute;ns de Carvalho Homem. Note-se que esta Institui&ccedil;&atilde;o pertence ao Sector Privado e Cooperativo; no mesmo sector, as Universidades Lus&iacute;ada / Lisboa e Portucalense h&aacute; muito que deixaram de incluir a <i>Hist&oacute;ria</i> no elenco dos saberes professados.     <p></p> <a href="#top53"><sup>53</sup></a><a name="53"></a> <a href="http://www2.fcsh.unl.pt/ceh/publicacoes.html" target="_blank">http://www2.fcsh.unl.pt/ceh/publicacoes.html</a> [Consult. 11/12/2018].     <p></p> <a href="#top54"><sup>54</sup></a><a name="54"></a> Esta &uacute;ltima publica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute; ainda recenseada no <i>site</i> do CES-UNL.     <p></p> </span>     ]]></body><back>
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