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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>Editorial</b></p>     <p><b>Helena Neves</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Numa altura em que se reflete sobre o fen&oacute;meno da gentrifica&ccedil;&atilde;o, o Arquivo Municipal de Lisboa aceitou o desafio das coordenadoras cient&iacute;ficas, Raquel Henriques da Silva e Margarida Elias, para publicar este n&uacute;mero sobre os bairros de Lisboa, promovendo assim o conhecimento acerca desta tem&aacute;tica.</p>     <p>Pensar os bairros de Lisboa n&atilde;o se esgota somente em aspetos urban&iacute;sticos, arquitet&oacute;nicos ou hist&oacute;ricos. Importa igualmente promover abordagens do ponto de vista sociol&oacute;gico, cultural ou econ&oacute;mico. Afinal, a viv&ecirc;ncia de bairro, t&atilde;o caracter&iacute;stica e apreciada, &eacute; parte integrante da identidade da cidade que tanto se valoriza.</p>     <p>Assim, os artigos aqui publicados convidam-nos a visitar e conhecer os mais diversos bairros, distribu&iacute;dos entre o Desterro e Marvila, Arroios e Beato, Olivais e Restelo, S. Jos&eacute; e Estrela.</p>     <p>Na <i>Varia</i>, a equipa do Servi&ccedil;o Educativo do Arquivo Municipal de Lisboa apresenta, pela primeira vez nesta segunda s&eacute;rie da revista, um dos projetos educativos mais bem-sucedidos junto do p&uacute;blico escolar (1&ordm; Ciclo do Ensino B&aacute;sico). Com um inacredit&aacute;vel volume anual de participa&ccedil;&atilde;o ativa, o projeto <i>Explorar a cidade</i> tem vindo a fortalecer a rela&ccedil;&atilde;o entre este p&uacute;blico e o Arquivo. Atrav&eacute;s deste artigo, &eacute; poss&iacute;vel refletir sobre o envolvimento da comunidade escolar na experi&ecirc;ncia de explorar e conhecer o bairro onde esta se insere.</p>     <p>Atrav&eacute;s de uma cuidadosa sele&ccedil;&atilde;o de fotografias do valioso acervo do Arquivo Municipal de Lisboa apresentada na <i>Documenta</i>, &eacute; poss&iacute;vel observar o Bairro Social do Arco do Cego desde a sua constru&ccedil;&atilde;o. Num dos edif&iacute;cios deste bairro foi criado o que, na d&eacute;cada de 1930, se designou de &ldquo;arquivo administrativo da C&acirc;mara&rdquo;, que recolheu e organizou muita documenta&ccedil;&atilde;o de produ&ccedil;&atilde;o municipal, at&eacute; ent&atilde;o dispersa. Por ali t&ecirc;m passado in&uacute;meros investigadores cujo contributo para o desenvolvimento da Olisipografia tem sido de um valor inestim&aacute;vel. </p>     <p>&Agrave; data da edi&ccedil;&atilde;o deste n&uacute;mero, &eacute; j&aacute; certo que o Arquivo do Arco do Cego sair&aacute; daquele espa&ccedil;o. Utilizado durante 90 anos apenas com o &uacute;nico prop&oacute;sito de arquivo do munic&iacute;pio, o edif&iacute;cio ter&aacute; em breve outro fim, continuando ao servi&ccedil;o do bairro.</p>     <p>Com um futuro ainda incerto, o Arquivo Municipal de Lisboa continuar&aacute;, atrav&eacute;s da sua documenta&ccedil;&atilde;o, a contribuir para a constru&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria da cidade e do pa&iacute;s, permanecendo ao servi&ccedil;o de todos os que o procuram. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Imp&otilde;e-se um reconhecido agradecimento &agrave; Professora Doutora Raquel Henriques da Silva e &agrave; Doutora Margarida Elias pelo desafio proposto. De igual modo, o valor que atribuem ao trabalho desenvolvido no Arquivo motiva- -nos para continuarmos ao servi&ccedil;o da salvaguarda do patrim&oacute;nio documental do munic&iacute;pio. </p>     <p>&Agrave; equipa dos <i>Cadernos do Arquivo Municipal</i>, pelo seu trabalho e entusiasmo, uma palavra de reconhecimento e de gratid&atilde;o. </p>      ]]></body>
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