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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Restelo como um laboratório urbanístico e arquitetónico]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study seeks to demonstrate how the Restelo neighbourhood in Lisbon, overlooked, in a tribune oriented to Tagus River, to the contributions of the most recent History of Architecture, Urbanism and Scientific Research in Architecture and Urbanism in Portugal. As in a laboratory, during the XX century, Restelo constituted a “test tube” to multiple architectural experiences and unfinished urban interventions. While from Paris arrived the contributions from Institut d'Urbanisme; from Le Corbusier and the Charter of Athens, the desire to reach the modernity and follow a new “urban catechism”; and from the scientific research in Architecture and Urbanism, elaborated in the Construction and Housing Division from the Portuguese National Laboratory of Civil Engineering, came the opportunity to put into practice the knowledge (theoretical and empirical) acquired in this laboratory and apply it at Restelo.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p><b>Restelo como um laborat&oacute;rio urban&iacute;stico e arquitet&oacute;nico<a href="#*"><sup>*</sup></a><a name="top*"></a></b></p>     <p><b>Restelo as an urban and architectural laboratory</b></p>     <p><b>Patr&iacute;cia Bento d&rsquo;Almeida<sup>**</sup></b></p>     <p><b>Teresa Marat-Mendes<sup>***</sup></b></p>     <p><sup>**</sup>Patricia Bento D&rsquo;Almeida, DIN&Acirc;MIA&rsquo;CET-IUL – ISCTE-IUL, Instituto Universit&aacute;rio de Lisboa 1649-026 Lisboa, Portugal.<a href="mailto:patricia.bento.almeida@iscte-iul.pt">patricia.bento.almeida@iscte-iul.pt</a></p>     <p><sup>***</sup>Teresa Marat-Mendes, DIN&Acirc;MIA&rsquo;CET-IUL – ISCTE-IUL, Instituto Universit&aacute;rio de Lisboa 1649-026 Lisboa, Portugal.<a href="mailto:teresa.marat-mendes@iscte-iul.pt">teresa.marat-mendes@iscte-iul.pt</a></p>     <p>As autoras agradecem ao LNEC pelo acesso concedido &agrave; documenta&ccedil;&atilde;o arquivada, no &acirc;mbito do projeto de p&oacute;s-doutoramento (SFRH/BPD/117167/2016).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>O estudo que se apresenta procura demonstrar como o bairro do Restelo em Lisboa assistiu, em tribuna orientada ao Rio Tejo, aos contributos da mais recente Hist&oacute;ria da Arquitetura, do Urbanismo e da Investiga&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica em Arquitetura e Urbanismo em Portugal. Como num laborat&oacute;rio, ao longo do s&eacute;culo XX, o Restelo constitui um &ldquo;tubo de ensaio&rdquo; a m&uacute;ltiplas experi&ecirc;ncias arquitet&oacute;nicas e inacabadas interven&ccedil;&otilde;es urban&iacute;sticas. Se de Paris vieram os ensinamentos do <i>Institut d&acute;Urbanisme</i>; de Le Corbusier e da Carta de Atenas, veio a vontade de ensaiar a modernidade e seguir um novo &ldquo;catecismo urban&iacute;stico&rdquo;; e da investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica em Arquitetura e Urbanismo elaborada na Divis&atilde;o de Constru&ccedil;&atilde;o e Habita&ccedil;&atilde;o do Laborat&oacute;rio Nacional de Engenharia Civil, veio a oportunidade para colocar em pr&aacute;tica os conhecimentos (te&oacute;ricos e emp&iacute;ricos) adquiridos neste laborat&oacute;rio e aplicados no Restelo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>PALAVRAS-CHAVE</b></p>     <p>Restelo / Urbanismo / Arquitetura / LNEC</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The present study seeks to demonstrate how the Restelo neighbourhood in Lisbon, overlooked, in a tribune oriented to Tagus River, to the contributions of the most recent History of Architecture, Urbanism and Scientific Research in Architecture and Urbanism in Portugal. As in a laboratory, during the XX century, Restelo constituted a &ldquo;test tube&rdquo; to multiple architectural experiences and unfinished urban interventions. While from Paris arrived the contributions from <i>Institut d&rsquo;Urbanisme</i>; from Le Corbusier and the Charter of Athens, the desire to reach the modernity and follow a new &ldquo;urban catechism&rdquo;; and from the scientific research in Architecture and Urbanism, elaborated in the Construction and Housing Division from the Portuguese National Laboratory of Civil Engineering, came the opportunity to put into practice the knowledge (theoretical and empirical) acquired in this laboratory and apply it at Restelo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>KEYWORDS</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Restelo / Urbanism / Architecture / LNEC</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>NOTA INTRODUT&Oacute;RIA</b></p>     <p>No contexto do n&uacute;mero tem&aacute;tico dos <i>Cadernos do Arquivo Municipal</i> referente aos <i>Bairros de Lisboa</i>, o presente artigo procura descrever o aparecimento e o crescimento do Restelo, uma das zonas genericamente designada de &ldquo;bairro&rdquo;, cujo &ldquo;car&aacute;ter homog&eacute;neo&rdquo; &eacute; apenas reconhecido em partes deste, sendo poss&iacute;vel identificar &ldquo;fronteiras&rdquo; e descontinuidades dentro do per&iacute;metro urbano que o define nos dias de hoje. O estudo que se apresenta centrou-se especialmente sobre informa&ccedil;&atilde;o proveniente do Arquivo Municipal da C&acirc;mara Municipal de Lisboa, designadamente do N&uacute;cleo do Arco do Cego e do N&uacute;cleo Interm&eacute;dio, do Laborat&oacute;rio Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e do trabalho de doutoramento realizado por Patr&iacute;cia Bento d&rsquo;Almeida.</p>     <p>A historiografia portuguesa tem refor&ccedil;ado a capacidade de empreendedorismo do engenheiro Duarte Pacheco (1900-1943). Apesar da oportunidade de lideran&ccedil;a que lhe foi concedida ter sido drasticamente interrompida, a sua vis&atilde;o abrangente e as consequentes reformas estruturais deixaram, sem d&uacute;vida, marcas profundas no nosso pa&iacute;s. Em Lisboa, a zona que, vulgarmente, denominamos de &rsquo;Restelo&rsquo;, testemunha a r&aacute;pida passagem deste engenheiro pelo Minist&eacute;rio das Obras P&uacute;blicas (1932-1936 e 1938-1943) e pela C&acirc;mara Municipal de Lisboa (1938-1943) mas, tamb&eacute;m, as consecutivas mudan&ccedil;as ocorridas nestas duas institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e consequentemente neste territ&oacute;rio ap&oacute;s a sua prematura morte.</p>     <p>Ao longo da segunda metade do s&eacute;culo XX, ao sabor de novas chefias e de experimentais medidas de a&ccedil;&atilde;o, diversos bairro(s) do Restelo foram surgindo na Encosta mais ocidental da &ldquo;Capital do Imp&eacute;rio&rdquo;, revelando os (tardios) reflexos internacionais da nossa Hist&oacute;ria da Arquitetura e do Urbanismo Contempor&acirc;neo, mas tamb&eacute;m da investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, cuja pesquisa relacionada com a arquitetura residencial e a problem&aacute;tica urbana, foi iniciada na d&eacute;cada de 1960 na Divis&atilde;o de Constru&ccedil;&atilde;o e Habita&ccedil;&atilde;o do LNEC.</p>     <p>Este artigo demonstra as v&aacute;rias influ&ecirc;ncias nacionais e internacionais que tiveram impacto nas propostas de desenho urbano e na constru&ccedil;&atilde;o do Restelo entre os finais dos anos 30 e meados dos anos 70 do s&eacute;culo XX. Assim, este artigo inclui tr&ecirc;s sec&ccedil;&otilde;es fundamentais para a leitura que se prop&otilde;e &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o urbana do Restelo. A primeira sec&ccedil;&atilde;o exp&otilde;e os contributos que nos chegaram de Paris; a segunda analisa as influ&ecirc;ncias da Cidade Moderna atrav&eacute;s de Le Corbusier e da Carta de Atenas; finalmente, a terceira incide sobre a investiga&ccedil;&atilde;o em arquitetura e urbanismo conduzida no LNEC e, em certa medida, aplicada no Restelo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a09f1.jpg">     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>DE PARIS</b></p>     <p>No discurso de tomada de posse de uma nova verea&ccedil;&atilde;o da C&acirc;mara Municipal de Lisboa, em janeiro de 1938, Duarte Pacheco ter&aacute; declarado que o problema da urbaniza&ccedil;&atilde;o e da expans&atilde;o da cidade de Lisboa era &agrave; &eacute;poca o mais importante de todos os problemas citadinos<a href="#1"><sup>1</sup></a><a name="top1"></a>, justificando, de certo modo, duas das medidas previamente tomadas enquanto Ministro das Obras P&uacute;blicas. Por um lado, a implementa&ccedil;&atilde;o dos Planos Gerais de Urbaniza&ccedil;&atilde;o<a href="#2"><sup>2</sup></a><a name="top2"></a> que visavam controlar a expans&atilde;o desordenada que ocorria em diversas cidades do pa&iacute;s e que conferiam aos munic&iacute;pios, e a todas as localidades, com popula&ccedil;&atilde;o superior a 2500 habitantes, poder para a planifica&ccedil;&atilde;o dos centros urbanos ou de zonas de interesse tur&iacute;stico designados pelo governo; por outro lado, dada a inexist&ecirc;ncia de urbanistas portugueses e a frequente necessidade de chamar t&eacute;cnicos estrangeiros, atrav&eacute;s da Junta de Educa&ccedil;&atilde;o Nacional, a promo&ccedil;&atilde;o da atribui&ccedil;&atilde;o de bolsas de estudo para jovens arquitetos se especializarem em Urbanismo no prestigiado <i>Institut d&acute;Urbanisme</i> de Paris (1933) e, nos termos das obriga&ccedil;&otilde;es do respetivo financiamento, aplicar os conhecimentos adquiridos em territ&oacute;rio nacional.</p>     <p>O projeto de uma &ldquo;Habita&ccedil;&atilde;o Minimalista&rdquo;<a href="#3"><sup>3</sup></a><a name="top3"></a> valeu a Jo&atilde;o Guilherme Faria da Costa (1906-1971) a atribui&ccedil;&atilde;o da primeira bolsa para estudar Urbanismo na capital francesa<a href="#4"><sup>4</sup></a><a name="top4"></a>. Diplomado a 19 de junho de 1937, foi prontamente integrado na Direc&ccedil;&atilde;o-Geral dos Servi&ccedil;os de Urbaniza&ccedil;&atilde;o e Obras da C&acirc;mara Municipal de Lisboa, onde trabalhou at&eacute; 1948<a href="#5"><sup>5</sup></a><a name="top5"></a>. Neste servi&ccedil;o, como arquiteto-urbanista de 1&ordf; classe, deu resposta a diversos dos problemas de urbaniza&ccedil;&atilde;o, designadamente, ao desenvolvimento do Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o da encosta da Ajuda (1938), integrado no Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o e Expans&atilde;o de Lisboa, entretanto iniciado pelo arquiteto-urbanista de origem polaco-russa &Eacute;tienne De Gr&ouml;er<a href="#6"><sup>6</sup></a><a name="top6"></a> (1882-1952), tamb&eacute;m ele oriundo do <i>Institut d&rsquo;Urbanisme</i> de Paris.</p>     <p>Com cerca de 300 hectares de &aacute;rea, a Encosta da Ajuda representou o primeiro grande f&ocirc;lego do munic&iacute;pio na urbaniza&ccedil;&atilde;o de um t&atilde;o vasto territ&oacute;rio, particularmente quando comparado com outras interven&ccedil;&otilde;es urbanas ocorridas naquele tempo na cidade, como por exemplo a zona abrangida pelo Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Zona a Sul da Avenida Alferes Malheiro (1945-1948), Alvalade, com aproximadamente 230 hectares<a href="#7"><sup>7</sup></a><a name="top7"></a>. Esta Encosta, muito pr&oacute;xima da Ajuda e do seu Pal&aacute;cio Nacional, era &agrave; &eacute;poca ocupada por campos agr&iacute;colas<a href="#8"><sup>8</sup></a><a name="top8"></a>, &ldquo;casario mon&oacute;tono&rdquo;<a href="#9"><sup>9</sup></a><a name="top9"></a>, alguns pal&aacute;cios e monumentos nacionais<a href="#10"><sup>10</sup></a><a name="top10"></a>.</p>     <p>O Decreto-Lei N&ordm; 28.797 de 1 de julho de 1938 tornou poss&iacute;vel a r&aacute;pida aquisi&ccedil;&atilde;o dos terrenos, expropriando-os por utilidade p&uacute;blica para a necess&aacute;ria execu&ccedil;&atilde;o das obras e melhoramentos<a href="#11"><sup>11</sup></a><a name="top11"></a>, designadamente todas as obras de urbaniza&ccedil;&atilde;o da cidade de Lisboa que o Governo aprovasse para serem iniciadas at&eacute; 1940 <a href="#12"><sup>12</sup></a><a name="top12"></a>. A situa&ccedil;&atilde;o desta encosta relativamente ao Rio Tejo, &agrave; proximidade da marginal para a Costa do Estoril<a href="#13"><sup>13</sup></a><a name="top13"></a> e ao recentemente florestado Parque de Monsanto, fez deste local de Lisboa o &ldquo;indicado para constru&ccedil;&atilde;o de um grande bairro residencial&rdquo;<a href="#14"><sup>14</sup></a><a name="top14"></a>, pensado para receber 36000 habitantes<a href="#15"><sup>15</sup></a><a name="top15"></a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f2"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a09f2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>De Paris vieram os ensinamentos para o desenvolvimento do planeamento urbano desta grande cidade em dire&ccedil;&atilde;o ao mar<a href="#16"><sup>16</sup></a><a name="top16"></a>. Assim, Fran&ccedil;a, e o seu <i>Institut d&rsquo;Urbanisme</i>, promoveu a aplica&ccedil;&atilde;o de sistemas de composi&ccedil;&atilde;o e de ordenamento <i>beaux-artiano</i> na vertente tardoz ao Mosteiro dos Jer&oacute;nimos. Na procura de uma certa monumentalidade, tendo como motivo central a Torre de Bel&eacute;m<a href="#17"><sup>17</sup></a><a name="top17"></a>, os eixos vi&aacute;rios, hierarquizados<a href="#18"><sup>18</sup></a><a name="top18"></a> e arborizados, foram delineados na Encosta de modo a tirar partido da privilegiada vista sobre o Tejo. Uma grande avenida promove a liga&ccedil;&atilde;o visual entre a Torre Bel&eacute;m e a Capela de S&atilde;o Jer&oacute;nimo, de um lado e de outro desta, duas importantes vias arborizadas sobem a Encosta obliquamente ao rio e anunciam o per&iacute;metro da interven&ccedil;&atilde;o. Absorvendo algumas preexist&ecirc;ncias, aproveitando pequenos monumentos para encenar os enfiamentos, a Avenida da Torre de Bel&eacute;m foi intersectada por fileiras de eixos secund&aacute;rios conc&ecirc;ntricos que, em anfiteatro, acompanham a topografia do terreno.</p>     <p>A divis&atilde;o do terreno em lotes, logo criticada por Francisco Keil do Amaral<a href="#19"><sup>19</sup></a><a name="top19"></a> (1910-1975), condicionou a grandeza das moradias. Adquiridos em hasta p&uacute;blica por fam&iacute;lias sem dificuldades financeiras, os programas pretendidos<a href="#20"><sup>20</sup></a><a name="top20"></a>, muitas vezes demasiados extensos, conduziram por diversas ocasi&otilde;es &agrave; jun&ccedil;&atilde;o de fra&ccedil;&otilde;es para dar resposta aos solicitados e diversificados compartimentos desejados para cada casa. Nos anos que imediatamente se seguiram &agrave; Exposi&ccedil;&atilde;o do Mundo Portugu&ecirc;s (1940), regidos por semelhantes &ldquo;condi&ccedil;&otilde;es especiais de aliena&ccedil;&atilde;o&rdquo;, a primeira gera&ccedil;&atilde;o de arquitetos portugueses Modernistas<a href="#21"><sup>21</sup></a><a name="top21"></a> polvilhou a Encosta da Ajuda de &ldquo;vultuosas moradias&rdquo;<a href="#22"><sup>22</sup></a><a name="top22"></a>, &ldquo;apala&ccedil;adas&rdquo;<a href="#23"><sup>23</sup></a><a name="top23"></a>, com resqu&iacute;cios de elementos rurais e tradicionalistas, numa assumida procura da s&iacute;ntese da arquitetura dos s&eacute;culos XV e XVI<a href="#24"><sup>24</sup></a><a name="top24"></a>. Para muitos destes projetistas, a principal preocupa&ccedil;&atilde;o estava na implanta&ccedil;&atilde;o da casa em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; via que lhe d&aacute; acesso, &ldquo;valorizando-se a si pr&oacute;pria, situando-se no terreno de maneira que n&atilde;o ficasse enterrada&rdquo;<a href="#25"><sup>25</sup></a><a name="top25"></a>. Casas com plantas recortadas, torre&otilde;es, v&atilde;os t&iacute;midos e anunciadores do compartimento ao qual pertencem, portadas com cora&ccedil;&otilde;es recortados (como &ldquo;filigranas portuguesas&rdquo;<a href="#26"><sup>26</sup></a><a name="top26"></a>), telhados com diversas &aacute;guas revestidos com telhas de canudo (por vezes vidrada na cor verde), chamin&eacute;s salientes (rematadas com cata-vento), varandas com arcadas e balaustradas, pedra aparelhada e ferro forjado usado em demasia<a href="#27"><sup>27</sup></a><a name="top27"></a>, revelaram ser da prefer&ecirc;ncia do j&uacute;ri para a atribui&ccedil;&atilde;o dos pr&eacute;mios Municipal<a href="#28"><sup>28</sup></a><a name="top28"></a> e Valmor<a href="#29"><sup>29</sup></a><a name="top29"></a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a09f3.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Com a morte de Duarte Pacheco, o espect&aacute;vel crescimento deste bairro ficou comprometido. Jos&eacute; Frederico Ulrich (1905-1982), ent&atilde;o Ministro das Obras P&uacute;blicas (1947-1954), chamou Faria da Costa para desenvolver um novo plano urbano, designado de &ldquo;Estudo do Projeto do Aglomerado de Casas Econ&oacute;micas da Encosta da Ajuda&rdquo;<a href="#30"><sup>30</sup></a><a name="top30"></a> (1947), integrado no j&aacute; delineado Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Encosta da Ajuda. Este estudo consistiu na edifica&ccedil;&atilde;o de 452 casas econ&oacute;micas das classes C e D<a href="#31"><sup>31</sup></a><a name="top31"></a>, cont&iacute;guas, muito iguais e alinhadas<a href="#32"><sup>32</sup></a><a name="top32"></a>, de modo a oferecer condi&ccedil;&otilde;es de vida igualit&aacute;rias a funcion&aacute;rios do Estado e suas fam&iacute;lias<a href="#33"><sup>33</sup></a><a name="top33"></a>. Inaugurado a 28 de maio de 1952, a imagem do novo bairro surge &agrave; semelhan&ccedil;a do Agrupamento de Casas Econ&oacute;micas de S. Jo&atilde;o – Vale Escuro, cujos projetos- -tipo das casas foram por esta ocasi&atilde;o adaptados para o Restelo<a href="#34"><sup>34</sup></a><a name="top34"></a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f4"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a09f4.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Em alternativa &agrave; edifica&ccedil;&atilde;o de pr&eacute;dios com v&aacute;rios andares e em conson&acirc;ncia com o modelo de <i>Cit&eacute;-Jardin </i>defendido pelo urbanista Ebenezer Howard (1850-1928), Faria da Costa respondeu &agrave; imagem dom&eacute;stica ambicionada pelo Estado Novo atrav&eacute;s da casa unifamiliar que, desde Raul Lino<a href="#35"><sup>35</sup></a><a name="top35"></a>, sustentava as bases da pol&iacute;tica da habita&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica, &ldquo;fundada na tradi&ccedil;&atilde;o e no modo de ser pr&oacute;prio da fam&iacute;lia portuguesa&rdquo;<a href="#36"><sup>36</sup></a><a name="top36"></a>. Com dois pisos, estas casas foram projetadas de modo a poderem ser ampliadas no caso do agregado familiar aumentar<a href="#37"><sup>37</sup></a><a name="top37"></a>. Mas o car&aacute;cter tradicional foi muito al&eacute;m da composi&ccedil;&atilde;o da fachada e dos materiais vernaculares usados nos acabamentos, a sua implanta&ccedil;&atilde;o, recuada relativamente aos limites da rua e traseiras do lote, permitia tamb&eacute;m a constru&ccedil;&atilde;o de pequenos jardins/quintais de contempla&ccedil;&atilde;o e de subsist&ecirc;ncia familiar, onde podia ser tamb&eacute;m constru&iacute;da uma capoeira, segundo projeto previamente fornecido pela Dire&ccedil;&atilde;o Geral dos Edif&iacute;cios e Monumentos Nacionais<a href="#38"><sup>38</sup></a><a name="top38"></a>. Estas casas eram adquiridas mediante o pagamento mensal, por um per&iacute;odo de 20 anos. Nas palavras de Ant&oacute;nio de Oliveira Salazar (1889-1970), &ldquo;a posse duma casinha traz &agrave; fam&iacute;lia tranquilidade, amor, o justo sentimento da propriedade&rdquo;<a href="#39"><sup>39</sup></a><a name="top39"></a>. Contrariamente ao previsto por Faria da Costa aquando da sua primeira interven&ccedil;&atilde;o urbana, as fam&iacute;lias que vieram a ocupar o novo bairro (econ&oacute;mico) do Restelo, durante largos anos, foram servidas por uma s&oacute; zona comercial<a href="#40"><sup>40</sup></a><a name="top40"></a>, uma escola prim&aacute;ria<a href="#41"><sup>41</sup></a><a name="top41"></a>, um equipamento desportivo<a href="#42"><sup>42</sup></a><a name="top42"></a> e um equipamento de lazer<a href="#43"><sup>43</sup></a><a name="top43"></a>. Contudo, a leitura atenta do Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Encosta da Ajuda informa-nos que Faria da Costa ter&aacute; previsto a contempla&ccedil;&atilde;o de cinco zonas comerciais, seis grupos escolares, um centro cultural e uma &aacute;rea destinada a reserva de edif&iacute;cios de interesse p&uacute;blico<a href="#44"><sup>44</sup></a><a name="top44"></a>. O facto da totalidade destes equipamentos n&atilde;o ter sido constru&iacute;da conduziu a uma inevit&aacute;vel segrega&ccedil;&atilde;o social, confirmada pelos autores do projeto do Cinema Restelo<a href="#45"><sup>45</sup></a><a name="top45"></a> a prop&oacute;sito do pouco conv&iacute;vio verificado entre as diferentes classes de moradores.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f5"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a09f5.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>DE CORBUSIER E DA CARTA DE ATENAS</b></p>     <p>Em 1953, Faria da Costa desenvolve o Plano do Bairro Residencial da Encosta da Ajuda – 2&ordf; fase<a href="#46"><sup>46</sup></a><a name="top46"></a>, que corresponde &agrave; revis&atilde;o do Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Encosta da Ajuda e &agrave; sua extens&atilde;o para norte, para dar resposta &ldquo;aos constantes pedidos de particulares e de sociedades cooperativas que desejam proceder a constru&ccedil;&otilde;es de moradias nessa zona da Cidade&rdquo;<a href="#47"><sup>47</sup></a><a name="top47"></a>. No entanto, o processo de urbaniza&ccedil;&atilde;o foi novamente interrompido com a forma&ccedil;&atilde;o do Gabinete de Estudos de Urbaniza&ccedil;&atilde;o (GEU, 1954) da C&acirc;mara Municipal de Lisboa. Criado para rever o Plano Diretor, este gabinete foi respons&aacute;vel pela execu&ccedil;&atilde;o do Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Encosta do Restelo<a href="#48"><sup>48</sup></a><a name="top48"></a> (c. 1954), provavelmente desenvolvido por dois dos seus funcion&aacute;rios, os arquitetos Pedro Falc&atilde;o e Cunha (n. 1922) e Jos&eacute; Sommer Ribeiro (1924-2006), respons&aacute;veis, no Restelo, pelo Plano de Reajustamento da 2&ordf; Fase da Encosta do Restelo<a href="#49"><sup>49</sup></a><a name="top49"></a> (1959), e nos Olivais, pelo Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o de Olivais Norte (1955-1958).</p>     <p>Nesta nova proposta de revis&atilde;o urbana, dado o forte aumento populacional a que a cidade de Lisboa vinha assistindo, esta &ldquo;nov&iacute;ssima gera&ccedil;&atilde;o&rdquo;<a href="#50"><sup>50</sup></a><a name="top50"></a> de arquitetos modernos prop&otilde;e a substitui&ccedil;&atilde;o quase integral das previstas moradias unifamiliares por bandas de edif&iacute;cios de habita&ccedil;&atilde;o plurifamiliar<a href="#51"><sup>51</sup></a><a name="top51"></a>, remetendo para a unidade habitacional de Marselha (1945-1952), visitada &agrave; &eacute;poca por muitos arquitetos portugueses<a href="#52"><sup>52</sup></a><a name="top52"></a>. O &ldquo;entusiasmo juvenil pelos CIAM e Corbu&rdquo;<a href="#53"><sup>53</sup></a><a name="top53"></a>, cujos temas discutidos nos congressos iam chegando aos <i>ateliers</i> dos portugueses atrav&eacute;s de livros adquiridos na livraria <i>Buchholz</i><a href="#54"><sup>54</sup></a><a name="top54"></a> e atrav&eacute;s de publica&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas internacionais adquiridas por assinatura<a href="#55"><sup>55</sup></a><a name="top55"></a>, era evidente. Falc&atilde;o e Cunha e Sommer Ribeiro abra&ccedil;aram os princ&iacute;pios urbanos determinados no IV CIAM (Atenas, 1933), designadamente na Carta de Atenas<a href="#56"><sup>56</sup></a><a name="top56"></a>, apelidada pelo arquiteto Nuno Portas (n. 1934) como o &ldquo;catecismo urban&iacute;stico&rdquo;<a href="#57"><sup>57</sup></a><a name="top57"></a> para os arquitetos de ent&atilde;o. Aproveitando a topografia do terreno, a implanta&ccedil;&atilde;o dos blocos habitacionais foi definida obliquamente &agrave; rua de modo a beneficiar da exposi&ccedil;&atilde;o solar mais favor&aacute;vel, libertar o espa&ccedil;o envolvente para cria&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas verdes ajardinadas e controlar a velocidade dos autom&oacute;veis, separando os circuitos rodovi&aacute;rios dos circuitos pedonais.</p>     <p>O afastamento de &Aacute;lvaro Salva&ccedil;&atilde;o Barreto (1890-1975) da presid&ecirc;ncia da C&acirc;mara Municipal de Lisboa em 1959 e a &ldquo;falta de pessoal habilitado&rdquo;<a href="#58"><sup>58</sup></a><a name="top58"></a> conduziram, mais uma vez, a que outros t&eacute;cnicos fossem chamados a projetar sobre este mesmo territ&oacute;rio. Assim, o manifesto urban&iacute;stico traduzido na Carta de Atenas, que em Inglaterra foi imediatamente revelado na edifica&ccedil;&atilde;o das <i>New Towns</i> de Harlow<a href="#59"><sup>59</sup></a><a name="top59"></a> (1947) e Roehampton<a href="#60"><sup>60</sup></a><a name="top60"></a> (1952-1959), no Restelo, &eacute; apenas vis&iacute;vel no plano do GEU que, apesar de n&atilde;o ter sido implementado, foi elaborado antes do Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o de Olivais Norte, colocado em pr&aacute;tica e apontado pela historiografia como uma importante experi&ecirc;ncia urbana. Apenas um brev&iacute;ssimo apontamento deste plano &eacute; identific&aacute;vel em dois pequenos conjuntos urbanos desenvolvidos em substitui&ccedil;&atilde;o dos anteriores, agora com Ant&oacute;nio Vitorino da Fran&ccedil;a Borges (1901-1989) na presid&ecirc;ncia da C&acirc;mara, designadamente o Estudo do Conjunto Arquitet&oacute;nico e Arranjo Urban&iacute;stico do Pormenor do Terreno Junto &agrave; Rua CG (1962), projetado pelo arquiteto Ruy Ant&oacute;nio da Silveira Borges<a href="#61"><sup>61</sup></a><a name="top61"></a> (1916-1978), e o Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o do Restelo - C&eacute;lula C (1966), projetado pelo arquiteto Jo&atilde;o Manuel Alves de Sousa<a href="#62"><sup>62</sup></a><a name="top62"></a> (n. 1925).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f6"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a09f6.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Apesar do plano de reajustamento n&atilde;o ter sido implementado, o Restelo assistiu ao ensaio da modernidade nalgumas das moradias ali constru&iacute;das durante a d&eacute;cada de 1950. A norte da Avenida do Restelo, nos lotes entretanto alienados, casas modernas foram pontuando o territ&oacute;rio demarcando-se das tradicionalistas. Arquitetos mais jovens, participantes nas Exposi&ccedil;&otilde;es Gerais de Artes Pl&aacute;sticas (1945-1956) que, em contraponto aos Sal&otilde;es de Arte Moderna organizadas no &acirc;mbito do Secretariado Nacional de Informa&ccedil;&atilde;o, Cultura Popular e Turismo (SNI), possibilitavam a jun&ccedil;&atilde;o de arquitetos e artistas pl&aacute;sticos num s&oacute; &ldquo;sal&atilde;o&rdquo; para marcar a sua (o)posi&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao regime vigente, e um outro tipo de promotores, que incluiu artistas pl&aacute;sticos, escritores e arrojados empreendedores, impulsionaram o projeto de novas habita&ccedil;&otilde;es, cujo programa<a href="#63"><sup>63</sup></a><a name="top63"></a> era muitas vezes articulado em resposta aos <i>Les cinq points d&rsquo;une architecture nouvelle</i><a href="#64"><sup>64</sup></a><a name="top64"></a> (1927), defendidos por Le Corbusier (1887-1965) e Pierre Jeanneret (1896-1967).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f7"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a09f7.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f8"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a09f8.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>DO LNEC</b></p>     <p>Entretanto, com o engenheiro Manuel Coelho Mendes da Rocha (1913-1981) como Diretor do LNEC<a href="#65"><sup>65</sup></a><a name="top65"></a> (1954-1974), na rec&eacute;m-criada Divis&atilde;o de Constru&ccedil;&atilde;o e Habita&ccedil;&atilde;o do Servi&ccedil;o de Edif&iacute;cios e Pontes, apoiada a partir de 1962 por Nuno Portas, uma nova equipa de t&eacute;cnicos vai desenvolver tem&aacute;ticas de investiga&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito da arquitetura e do urbanismo. Segundo Nuno Portas, importava &ldquo;utilizar m&eacute;todos da investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e tentar estabelecer umas pontes com dom&iacute;nios do conhecimento n&atilde;o arquitet&oacute;nicos&rdquo;<a href="#66"><sup>66</sup></a><a name="top66"></a>, designadamente nos dom&iacute;nios da Hist&oacute;ria, Antropologia, Ecologia e Sociologia<a href="#67"><sup>67</sup></a><a name="top67"></a>. No entanto, naquela altura, era ainda inimagin&aacute;vel que os trabalhos desenvolvidos no LNEC viessem a ser diretamente utilizados na pr&aacute;tica de projeto<a href="#68"><sup>68</sup></a><a name="top68"></a>, nomeadamente no Restelo. No LNEC trabalhou-se de forma cont&iacute;nua &ldquo;em bases rigorosas no estudo do programa de necessidades no campo da habita&ccedil;&atilde;o&rdquo;<a href="#69"><sup>69</sup></a><a name="top69"></a>. Estas bases rigorosas conduziram, entre muitos outros trabalhos de investiga&ccedil;&atilde;o, &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o de um &ldquo;inqu&eacute;rito-piloto&rdquo;<a href="#70"><sup>70</sup></a><a name="top70"></a> (1963) que procurava dar resposta a &ldquo;trabalhos de campo sobre as perce&ccedil;&otilde;es e uso dos espa&ccedil;os&rdquo;<a href="#71"><sup>71</sup></a><a name="top71"></a>. Na procura das &ldquo;fun&ccedil;&otilde;es e exig&ecirc;ncias de &aacute;reas da habita&ccedil;&atilde;o&rdquo;<a href="#72"><sup>72</sup></a><a name="top72"></a>(1969), com o objetivo de criar uma ferramenta de trabalho &uacute;til destinada a melhorar as caracter&iacute;sticas e organiza&ccedil;&atilde;o das habita&ccedil;&otilde;es, definiu-se no LNEC uma tabela que contemplava escal&otilde;es de &aacute;reas m&iacute;nimas, nomeadamente tendo em considera&ccedil;&atilde;o a pol&iacute;tica dos m&iacute;nimos (em &aacute;rea e n&uacute;mero de compartimentos) praticada em It&aacute;lia pelo <i>Istituto Nazionale delle Assicurazioni</i> (INA-Casa), cujos bairros promovidos por este organismo foram visitados, em 1958, por Nuno Portas, Nuno Teot&oacute;nio Pereira (1922-2016) e Ruy Gomes<a href="#73"><sup>73</sup></a><a name="top73"></a>(m. 1985).</p>     <p>A perspetiva adquirida na perce&ccedil;&atilde;o do tra&ccedil;ado urbano e na defesa da &ldquo;grelha como geradora da cidade&rdquo;<a href="#74"><sup>74</sup></a><a name="top74"></a> esteve na base do desenvolvimento de um novo Plano de Pormenor<a href="#75"><sup>75</sup></a><a name="top75"></a> no Restelo (1970). No topo da encosta, havia agora que evitar o efeito negativo das torres projetadas pelo Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o do Alto do Restelo (1964), levado a cabo pelo arquiteto Francisco Zinho Antunes (1921-2002) e pelo engenheiro Eurico Ferreira Gon&ccedil;alves<a href="#76"><sup>76</sup></a><a name="top76"></a> (1916-2005) e cuja expans&atilde;o para sul estava prevista at&eacute; ao rec&eacute;m-chegado Presidente da C&acirc;mara (1970-1972), Fernando Augusto Santos e Castro (1922-1983), ter interrompido o processo<a href="#77"><sup>77</sup></a><a name="top77"></a> e convidado uma nova equipa a intervir.</p>     <p>Aconselhados a manter a densidade populacional prevista no Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o do Alto do Restelo, o <i>Atelier</i> da Rua da Alegria recupera a imagem da cidade antiga, projetando ruas apontadas ao Tejo e definindo a altura das habita&ccedil;&otilde;es com base na percentagem de ocupa&ccedil;&atilde;o<a href="#78"><sup>78</sup></a><a name="top78"></a>. A grelha apresentada demonstra a n&iacute;tida influ&ecirc;ncia do <i>Centre for Land Use and Built Form Studies</i> (LUBFS, Cambridge), particularmente de Leslie Martin e Lionel March<a href="#79"><sup>79</sup></a><a name="top79"></a> (1934-2018), cujo conhecimento e conv&iacute;vio haviam sido proporcionados tamb&eacute;m pela investiga&ccedil;&atilde;o em arquitetura e urbanismo conduzida por Nuno Portas e sua equipa no LNEC<a href="#80"><sup>80</sup></a><a name="top80"></a>. Recorrendo ent&atilde;o &agrave; &ldquo;alta densidade/baixa altura&rdquo;<a href="#81"><sup>81</sup></a><a name="top81"></a>, conseguida pelo facto de, num mesmo quarteir&atilde;o, terem sido contempladas moradias unifamiliares e bifamiliares em banda e blocos de habita&ccedil;&atilde;o coletiva, travessas, escadinhas, logradouros e jardins, retoma-se ali a no&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;o p&uacute;blico<a href="#82"><sup>82</sup></a><a name="top82"></a>.</p>     <p>Mas apesar do estudo pr&eacute;vio ter sido aprovado pela edilidade, com a cria&ccedil;&atilde;o da Empresa P&uacute;blica de Urbaniza&ccedil;&atilde;o de Lisboa<a href="#83"><sup>83</sup></a><a name="top83"></a> (1971), a C&acirc;mara Municipal de Lisboa transfere os seus terrenos localizados no Restelo para esta nova empresa, com o intuito de melhor se regular o mercado da habita&ccedil;&atilde;o. Consequentemente, em 1972<a href="#84"><sup>84</sup></a><a name="top84"></a>, a EPUL assina um novo contrato com a equipa do &ldquo;Atelier da Rua da Alegria&rdquo;<a href="#85"><sup>85</sup></a><a name="top85"></a> para a elabora&ccedil;&atilde;o dos projetos dos edif&iacute;cios de habita&ccedil;&atilde;o previstos no Plano de Pormenor da Zona do Restelo. Era o momento para, no quarteir&atilde;o- -piloto, se projetarem (a leste/norte) dois blocos longitudinais de cinco pisos com acessos em galeria e (a poente/sul) uma correnteza de moradias em banda com p&aacute;tios<a href="#86"><sup>86</sup></a><a name="top86"></a>. Embora o plano integrado contemplasse uma &aacute;rea central de servi&ccedil;os<a href="#87"><sup>87</sup></a><a name="top87"></a>, a passagem para a EPUL comprometeu a revis&atilde;o da proposta inicial<a href="#88"><sup>88</sup></a><a name="top88"></a> e, consequentemente, a consolida&ccedil;&atilde;o da sua &aacute;rea urbana envolvente.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>NOTA FINAL</b></p>     <p>Por &uacute;ltimo, importa salientar que, no Restelo, cada interven&ccedil;&atilde;o urbana acabou por constituir um pequeno &ldquo;bairro&rdquo;, heterog&eacute;neo do &ldquo;bairro vizinho&rdquo;. As grandes avenidas rasgadas nas d&eacute;cadas de 40 (a sul) e 60 (a norte) do s&eacute;culo XX criaram fronteiras f&iacute;sicas entre os v&aacute;rios bairros e impediram, durante anos, a sua autonomia e o conv&iacute;vio entre os seus moradores. Esta heterogeneidade anuncia o per&iacute;odo da interven&ccedil;&atilde;o e as refer&ecirc;ncias urban&iacute;sticas e de investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica internacionais que estiveram por detr&aacute;s do desenvolvimento de cada um dos planos de urbaniza&ccedil;&atilde;o do Restelo. Em cada um destes bairros, a interven&ccedil;&atilde;o arquitet&oacute;nica reflete igualmente as op&ccedil;&otilde;es do arquiteto, nomeadamente no tocante ao contexto arquitet&oacute;nico nacional e ao impacto das cartilhas e de determinados arquitetos Europeus no desenvolvimento do projeto urbano e arquitet&oacute;nico em Portugal. O ocorrido no Restelo &eacute; o reflexo do urbanismo (re)aplicado em muitos outros lugares da cidade de Lisboa. O car&aacute;cter experimental vis&iacute;vel nas interven&ccedil;&otilde;es urban&iacute;stico-arquitet&oacute;nicas, mas tamb&eacute;m na constante substitui&ccedil;&atilde;o destas, testemunham num s&oacute; per&iacute;metro urbano o desenrolar da Hist&oacute;ria da Arquitetura e do Urbanismo do s&eacute;culo XX em Portugal. O atual interesse (imobili&aacute;rio e tur&iacute;stico) por este lugar, tem impulsionado mudan&ccedil;as nas grandes moradias, substituindo a antiga fun&ccedil;&atilde;o residencial unifamiliar por v&aacute;rias fra&ccedil;&otilde;es aut&oacute;nomas residenciais, mas tamb&eacute;m servi&ccedil;os e turismo. Justifica-se tamb&eacute;m chamar a aten&ccedil;&atilde;o para as altera&ccedil;&otilde;es verificadas na ocupa&ccedil;&atilde;o do solo<a href="#89"><sup>89</sup></a><a name="top89"></a>. Nomeadamente no tocante a muitas das casas (outrora) econ&oacute;micas que, nos dias de hoje, t&ecirc;m sido adquiridas por fam&iacute;lias que profissionalmente j&aacute; nada t&ecirc;m a ver com o Estado. Esta altera&ccedil;&atilde;o do &ldquo;padr&atilde;o&rdquo; de moradores tem vindo a causar transforma&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas no Restelo, sendo por vezes dif&iacute;cil a identifica&ccedil;&atilde;o das ideias projetuais originais. Em pleno s&eacute;culo XXI, subsiste a necessidade de se intervir urbana e cirurgicamente no Restelo. Este bairro lisboeta demonstra ser ainda um aut&ecirc;ntico laborat&oacute;rio urbano que merece ser observado e continuamente analisado para informar a arquitetura e o urbanismo da cidade de amanh&atilde;.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f9"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a09f9.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f10"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a09f10.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>FONTES</b></p>     <p><b>Arquivo Municipal de Lisboa</b></p>     <p>1&ordf; Fase do Estudo de Urbaniza&ccedil;&atilde;o do Restelo e Caram&atilde;o da Ajuda. PT/AMLSB/CMLSBAH/PURB/002/04885.</p>     <p>COSTA, Jo&atilde;o Guilherme Faria da – Processo Individual N&ordm; 1657. PT/AMLSB/CMLSBAH/GRHU/001/28824.</p>     <p>Feira Popular, pavilh&atilde;o da C&acirc;mara Municipal de Lisboa. PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/HNV/000496.</p>     <p>Obra N&ordm; 21101, Processo N&ordm; 47104/950, f. 7.</p>     <p>Obra N&ordm; 29235, Processo N&ordm; 34962/955, f. 9.</p>     <p>Obra N&ordm; 40538, Processo N&ordm; 6718/942, f. 9.</p>     <p>Obra N&ordm; 42900, Processo N&ordm; 19822/943, f. 54.</p>     <p>Obra N&ordm; 51204, Processo N&ordm; 50418/1965, f. 18.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Obra N&ordm; 54081, Processo N&ordm; 1206/955, f. 5.</p>     <p>Obra N&ordm; 57008, Processo N&ordm; 50522/1966, f. 21.</p>     <p>Obra N&ordm; 8629, Processo N&ordm; 45172/252.</p>     <p>Obra N&ordm; 9087, Processo N&ordm; 11442/946, f. 5.</p>     <p>Obra N&ordm; 11398, Processo N&ordm; 23024/948, f. 6, 7 e 9.</p>     <p>Obra N&ordm; 32583, Processo N&ordm; 32583/DSUO/PI/1956.</p>     <p>Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Zona a Sul da Avenida Alferes Malheiro. PT/AMLSB/CMLSB/UROB/EV/0545.</p>     <p>Plano Director – Distribui&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o na Cidade segundo a previs&atilde;o do Arquiteto E. De Gr&ouml;er feita em 1948, Desenho T&eacute;cnico N&ordm; 10.065, 1954. PT/AMLSB/CMLSB/UROB-PU/11/411.</p>     <p>Planta Topogr&aacute;fica de Lisboa (Silva Pinto, 1904-1911). PT/AMLSB/CMLSB/UROB-PU/05/03/169.</p>     <p>Pr&eacute;mios Valmor e Municipal de Arquitectura, AML-NAC Caixa 2, AC.01.Sala H, Pasta S/N&ordm;/1945.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Encosta do Restelo – Reajustamento da 2&ordf; Fase, PT/AMLSB/CMLSBAH/PURB/002/04085.</p>     <p>Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Torre de Bel&eacute;m, PT/AMLSB/CMLSBAH/PURB/002/03969.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Gabinete de Estudos Olisiponenses</b></p>     <p>Bairro Residencial da Encosta da Ajuda – 2&ordf; fase, 1953, GEO, MP 824.</p>     <p>Planta Cadastral da Ajuda, 1938, GEO, MP 1673.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>IHRU/SIPA – Forte de Sacav&eacute;m</b></p>     <p>COSTA, Jo&atilde;o Guilherme Faria da – <i>Bairro de Casas Econ&oacute;micas da Encosta da Ajuda</i>. PT031106320819.</p>     <p>COSTA, Jo&atilde;o Guilherme Faria da – <i>Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o do Bairro Econ&oacute;mico do Vale Escuro</i>. IPA 00026248.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>COSTA, Jo&atilde;o Guilherme Faria da – <i>Tipo de alpendre com arrecada&ccedil;&atilde;o e capoeira</i>. NP31 PT 131.</p>     <p>PORTAS, Nuno; PEREIRA, Nuno Teot&oacute;nio; BYRNE, Gon&ccedil;alo – Mem&oacute;ria Descritiva da &Aacute;rea Central. NP 177.</p>     <p>PORTAS, Nuno; PEREIRA, Nuno Teot&oacute;nio; PACI&Ecirc;NCIA, Jo&atilde;o – <i>Plano de Pormenor do Restelo (Fase de Ante-Plano).</i> NP 177.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Imprensa</b></p>     <p><i>Di&aacute;rio de Not&iacute;cias</i>. Lisboa (4 de janeiro de 1938).</p>     <p><i>Di&aacute;rio de Not&iacute;cias</i>. Lisboa (18 de abril de 1941).</p>     <p><i>Primeiro de Janeiro</i>. Lisboa (17 de julho de 1959).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Laborat&oacute;rio Nacional de Engenharia Civil</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>CABRAL, Bartolomeu da Costa – <i>Racionaliza&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es de organiza&ccedil;&atilde;o de fogos: formas de agrupamentos da habita&ccedil;&atilde;o</i>. Lisboa: LNEC, 1968. LNEC, N&ordm; R003987.</p>     <p>PEREIRA, Maria da Luz Valente – <i>Organiza&ccedil;&atilde;o e qualidade do espa&ccedil;o urbano. Inqu&eacute;rito &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o da cidade.</i> Lisboa: LNEC, 1971. LNEC, R004821.</p>     <p>PORTAS, Nuno; GOMES, Ruy – <i>Inqu&eacute;rito-piloto sobre necessidades familiares em mat&eacute;ria de habita&ccedil;&atilde;o</i>. Lisboa: LNEC, 1963. LNEC, N&ordm; R002820.</p>     <p>PORTAS, Nuno; PEREIRA, Maria da Luz Valente – <i>Inqu&eacute;rito piloto sobre necessidades familiares em mat&eacute;ria de habita&ccedil;&atilde;o: 2&ordm; Relat&oacute;rio. </i>Lisboa: LNEC, 1963. LNEC, N&ordm; R003909.</p>     <p>PORTAS, Nuno – <i>Fun&ccedil;&otilde;es e Exig&ecirc;ncias de &Aacute;reas da Habita&ccedil;&atilde;o</i>. Lisboa: LNEC, 1969. LNEC, Informa&ccedil;&otilde;es T&eacute;cnicas de Edif&iacute;cios N&ordm; 4.</p>     <p>VENTURA, Teresa – <i>Programa&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas comerciais: Relat&oacute;rio final da primeira fase do estudo</i>. Lisboa: LNEC, 1975. LNEC, N&ordm; R005676.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Legisla&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Decreto n&ordm; 22444. <i>Di&aacute;rio do Governo I S&eacute;rie.</i> 82 (1933-04-10) 625 – 626.</p>     <p>Decreto-Lei n&ordm; 23052. <i>Di&aacute;rio do Governo I S&eacute;rie.</i> 217 (1933-09-23) 1664-1671.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Decreto-Lei n&ordm; 24802. <i>Di&aacute;rio do Governo I S&eacute;rie.</i> 299 (1934-12-21) 2137-2141.</p>     <p>Decreto-Lei n&ordm; 28797. <i>Di&aacute;rio do Governo I S&eacute;rie.</i> 150 (1938-07-01) 1044-1045.</p>     <p>Decreto-Lei n&ordm; 33278. <i>Di&aacute;rio do Governo I S&eacute;rie 1&ordm; Suplemento.</i> 256 (1943-11-24) 823-827.</p>     <p>Decreto-Lei n&ordm; 42454. <i>Di&aacute;rio do Governo I S&eacute;rie. </i>188 (1959-08-18) 965-969.</p>     <p>Decreto-Lei n&ordm; 613/71. <i>Di&aacute;rio do Governo I S&eacute;rie.</i> 304 (1971-12-31) 2045-2051.</p>     <p><i>Di&aacute;rio Municipal</i> Ano VII n&ordm; 2074. (5 de maio de 1942).</p>     <p><i>Di&aacute;rio Municipal</i> Ano VIII n&ordm; 2285. (12 de janeiro de 1943).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ESTUDOS</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>AAVV – <i>Laborat&oacute;rio Nacional de Engenharia Civil: 60 anos de actividade</i>. Lisboa: LNEC, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074139&pid=S2183-3176201900020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ACCIAIUOLI, Margarida – <i>Os anos 40 em Portugal: o pa&iacute;s, o regime e as artes</i>. Lisboa: [s.n.], 1991. Tese de doutoramento em Hist&oacute;ria da Arte Contempor&acirc;nea apresentada &agrave; Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074141&pid=S2183-3176201900020000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ALMEIDA, Pedro de Castro – Duas palavras sobre a publica&ccedil;&atilde;o deste &aacute;lbum. In PORTUGAL. Instituto Nacional do Trabalho e Previd&ecirc;ncia<i> – 1934-1940: bairros de casas econ&oacute;micas</i>. Lisboa: INTP, 1940.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074143&pid=S2183-3176201900020000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>AMARAL, Francisco Keil do – Moradia na Encosta da Ajuda. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 46 (fevereiro 1953), p. 2-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074145&pid=S2183-3176201900020000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BAPTISTA, Lu&iacute;s Ant&oacute;nio Vicente – <i>A cidade em reinven&ccedil;&atilde;o: crescimento urbano e a emerg&ecirc;ncia das pol&iacute;ticas sociais de habita&ccedil;&atilde;o: Lisboa s&eacute;culo vinte</i>. Lisboa: [s.n.], 1996. Disserta&ccedil;&atilde;o de doutoramento em Sociologia apresentada &agrave; Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074147&pid=S2183-3176201900020000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>BARRETO, &Aacute;lvaro Salva&ccedil;&atilde;o – Relat&oacute;rio do Presidente da C&acirc;mara Municipal de Lisboa, &Aacute;lvaro Salva&ccedil;&atilde;o Barreto. In <i>Anais do Munic&iacute;pio de Lisboa 1951</i>. Lisboa: C&acirc;mara Municipal de Lisboa, 1952.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074149&pid=S2183-3176201900020000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>BORGES, Ant&oacute;nio Vitorino da Fran&ccedil;a – Relat&oacute;rio do Presidente da C&acirc;mara Municipal de Lisboa. In <i>Anais do Munic&iacute;pio de Lisboa 1961</i>. Lisboa: C&acirc;mara Municipal de Lisboa, 1962.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074151&pid=S2183-3176201900020000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>CARVALHO, Mariana Rodrigues de – <i>Investiga&ccedil;&atilde;o em Arquitectura: o contributo de Nuno Portas no LNEC 1963-1974.</i> Coimbra: [s.n.], 2012. Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado integrado em Arquitectura apresentada &agrave; Faculdade de Ci&ecirc;ncias e Tecnologias da Universidade de Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074153&pid=S2183-3176201900020000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>CONRADS, Ulrich – <i>Programmes et manifestes de l&rsquo;architecture de XX &egrave;me Si&egrave;cle.</i> Paris: Les &eacute;ditions de La Villette, 1991.</p>     <!-- ref --><p>COSTA, Jo&atilde;o Guilherme Faria da – Casa de f&eacute;rias no Rod&iacute;zio. <i>Arquitectura.</i> N&ordm; 22 (abril de 1948), p. 14-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074156&pid=S2183-3176201900020000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>D&rsquo;ALMEIDA, Patr&iacute;cia Bento – <i>Bairro(s) do Restelo: panorama urban&iacute;stico e arquitect&oacute;nico</i>. Lisboa: [s.n.], 2013. Tese de doutoramento em Hist&oacute;ria da Arte Contempor&acirc;nea apresentada &agrave; Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>D&rsquo;ALMEIDA, Patr&iacute;cia Bento – <i>Bairro(s) do Restelo: panorama urban&iacute;stico e arquitect&oacute;nico</i>. Lisboa: Caleidosc&oacute;pio, 2015.</p>     <p>D&rsquo;ALMEIDA, Patr&iacute;cia Bento – <i>Victor Palla e Bento d&rsquo;Almeida: obras e projectos de um atelier de arquitectura, 1946-1973</i>. Lisboa: [s.n.], 2006. Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado em Hist&oacute;ria da Arte apresentada &agrave; Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.</p>     <p>D&rsquo;ALMEIDA, Patr&iacute;cia Bento; MARAT-MENDES, Teresa – <i>Bairro do Restelo: bairro(s) lisboeta que anuncia um somat&oacute;rio de experi&ecirc;ncias de urbanismo (sustent&aacute;vel).</i> In Confer&ecirc;ncia da Rede Lus&oacute;fona de Morfologia Urbana, 8, Maring&aacute;, 2019 - <i>Actas PNUM 2019 </i>[Em linha]. [Consultado a 07/10/2019]. Dispon&iacute;vel na Internet: <a href=" https://www.researchgate.net/publication/336253962_Bairro_do_Restelo_Bairros_Lisboeta_que_anuncia_um_somatorio_de_experiencias_de_urbanismo_sustentavel" target="_blank"> https://www.researchgate.net/publication/336253962_Bairro_do_Restelo_Bairros_Lisboeta_que_anuncia_um_somatorio_de_experiencias_de_urbanismo_sustentavel</a>.</p>     <p>D&rsquo;ALMEIDA, Patr&iacute;cia Bento; MARTINS, Jo&atilde;o Palla, coord. – <i>Victor Palla e Bento d&rsquo;Almeida: arquitectura de outro tempo.</i> Lisboa: Caleidosc&oacute;pio, 2017.</p>     <p>PA&Ccedil;O D&rsquo;ARCOS, Isabel – O s&iacute;tio de Bel&eacute;m. In GASPAR, Diogo, coord. – <i>Do Pal&aacute;cio de Bel&eacute;m</i>. Lisboa: Museu da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, 2005. p. 77-113.</p>     <!-- ref --><p>FERREIRA, Victor Matias – A Lisboa do Imp&eacute;rio e o Portugal dos Pequeninos: estrutura fundi&aacute;ria e pol&iacute;tica urbana de Lisboa, 1930-1940. <i>An&aacute;lise Social</i>. Lisboa. Vol. XIX N&ordm; 77-78-79 (1983), p. 693-735.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074164&pid=S2183-3176201900020000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>GARNIER, Christine – F&eacute;rias com Salazar. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 142 (julho 1981), p. 51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074166&pid=S2183-3176201900020000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>GOMES, Jos&eacute; Sousa – <i>Lisboa: da sua vida e da sua beleza</i>. Lisboa: Empresa Nacional de Publicidade, 1937.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074168&pid=S2183-3176201900020000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>KR&Uuml;GER, M&aacute;rio – <i>Leslie Martin e a Escola de Cambridge</i>. Coimbra: e|d|arq, Edi&ccedil;&otilde;es do Departamento de Arquitectura da FCTUC, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074170&pid=S2183-3176201900020000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>LINO, Raul – <i>Casas portuguesas: alguns apontamentos sobre o arquitectar das casas simples</i>. Lisboa: Livros Cotovia, 1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074172&pid=S2183-3176201900020000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MARTIN, Leslie – The grid as generator. In MARTIN, Leslie; MARCH, Lionel, ed. – <i>Urban space and structures</i>. Cambridge: University of Cambridge, 1972. p. 6–27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074174&pid=S2183-3176201900020000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>MARTIN, Leslie; MARCH, Lionel – <i>Urban space and structures</i>. Cambridge: University Press, 1967.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074176&pid=S2183-3176201900020000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MENDES, Manuel – N&oacute;s. Uma modernidade de fronteira – n&oacute;s para uma paisagem inconclusa. In COSTA, Xavier; LANDROVE, Susana – <i>Arquitectura do movimento moderno: invent&aacute;rio docomomo ib&eacute;rico, 1925-1965</i>. Barcelona: Associa&ccedil;&atilde;o dos Arquitectos Portugueses: Funda&ccedil;&atilde;o Mies Van der Rohe: DOCOMOMO Ib&eacute;rico, 1997. p. 14-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074178&pid=S2183-3176201900020000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PEREIRA, Nuno Teot&oacute;nio – Um testemunho pessoal. In TOST&Otilde;ES, Ana, coord. – <i>Arquitectura e cidadania: Atelier Nuno Teot&oacute;nio Pereira</i>. Lisboa: Centro Cultural de Bel&eacute;m, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074180&pid=S2183-3176201900020000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PEREIRA, Nuno Teot&oacute;nio – A arquitectura do Estado Novo de 1926 a 1959. In PINTO, Ant&oacute;nio Costa – <i>O Estado Novo: das origens ao fim da autarquia, 1926-1959. </i>Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es Fragmentos, 1988. p. 323-357.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074182&pid=S2183-3176201900020000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PEREIRA, Nuno [et al.] – Dossier Restelo. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 130 (maio 1974), p. 11-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074184&pid=S2183-3176201900020000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PORTAS, Nuno – <i>A Arquitectura para hoje; Evolu&ccedil;&atilde;o da Arquitectura moderna em Portugal</i>. Lisboa: Livros Horizonte, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074186&pid=S2183-3176201900020000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PORTAS, Nuno – A responsabilidade de uma nov&iacute;ssima gera&ccedil;&atilde;o no movimento moderno em Portugal. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 66 (novembro-dezembro 1959), p. 13-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074188&pid=S2183-3176201900020000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PORTAS, Nuno – Actualidade de Le Corbusier. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 89-90 (dezembro 1965), p. 141-144.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074190&pid=S2183-3176201900020000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PORTAS, Nuno – Arquitectura e urban&iacute;stica na d&eacute;cada de 40. In AZEVEDO, Fernando – <i>Os anos 40 na arte portuguesa</i>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian, 1982. p. 33-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074192&pid=S2183-3176201900020000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PORTAS, Nuno – <i>Arquitectura(s): teoria e desenho, investiga&ccedil;&atilde;o e projecto</i>. Porto: FAUP Publica&ccedil;&otilde;es, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074194&pid=S2183-3176201900020000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PORTAS, Nuno – Atelier Nuno Teot&oacute;nio Pereira: um testemunho, tamb&eacute;m pessoal. In TOST&Otilde;ES, Ana, coord. – <i>Arquitectura e cidadania: Atelier Nuno Teot&oacute;nio Pereira</i>. Lisboa: Centro Cultural de Bel&eacute;m, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074196&pid=S2183-3176201900020000900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PORTAS, Nuno – Conceito de casa em p&aacute;tio como c&eacute;lula social. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 64 (janeiro/fevereiro 1969), p. 32-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074198&pid=S2183-3176201900020000900034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PORTAS, Nuno; FERNANDES, Jos&eacute; Manuel; LAMAS, Jos&eacute; – Nuno Portas: entrevista. <i>Arquitectura.</i> N&ordm; 135 (outubro 1979), p. 56-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074200&pid=S2183-3176201900020000900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PORTUGAL. Minist&eacute;rio das Obras P&uacute;blicas – <i>15 anos de obras p&uacute;blicas: 1932/1947. </i>Lisboa: Imprensa Nacional de Lisboa, 1948.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074202&pid=S2183-3176201900020000900036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>RAMALHO, Raul Chor&atilde;o – Centro Comercial do Bairro da Ajuda, Lisboa. <i>Arquitectura.</i> N&ordm; 41 (mar&ccedil;o 1952), p. 13-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074204&pid=S2183-3176201900020000900037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>RAMOS, Carlos Manuel; VIANA, Jorge – Est&aacute;dio para o C. F. "Os Belenenses". <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 43 (agosto 1952), p. 12-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074206&pid=S2183-3176201900020000900038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SEGURADO, Jorge – Casa de habita&ccedil;&atilde;o: vivendas modernas em Lisboa, na zona residencial do Restelo (Encosta da Ajuda). <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 3 (abril 1946).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074208&pid=S2183-3176201900020000900039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>TOST&Otilde;ES, Ana – <i>Os Verdes Anos na Arquitectura portuguesa dos anos 50</i>. Porto: FAUP Publica&ccedil;&otilde;es, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2074210&pid=S2183-3176201900020000900040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o/submission: 27/06/2019 </p>     <p>Aceita&ccedil;&atilde;o/approval: 27/09/2019 </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>NOTAS</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top*"><sup>*</sup></a><a name="*"></a>O presente artigo foi escrito no &acirc;mbito do projeto de p&oacute;s-doutoramento intitulado &ldquo;O LNEC e a Hist&oacute;ria da Investiga&ccedil;&atilde;o em Arquitetura&rdquo;, financiado pela Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e a Tecnologia (SFRH/BPD/117167/2016), por meio de or&ccedil;amento nacional e de or&ccedil;amento comunit&aacute;rio atrav&eacute;s do Fundo Social Europeu (FSE). O presente artigo foi ainda informado pelos resultados obtidos no trabalho de Doutoramento realizado por Patr&iacute;cia Bento d&rsquo;Almeida, sob a orienta&ccedil;&atilde;o dos professores doutores Margarida Acciaiuoli e Michel Toussaint – D&rsquo;ALMEIDA, Patr&iacute;cia Bento – <i>Bairro(s) do Restelo: panorama urban&iacute;stico e arquitect&oacute;nico</i>. Lisboa: [s.n.], 2013. Tese de doutoramento em Hist&oacute;ria da Arte Contempor&acirc;nea apresentada &agrave; Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (SFRH/BD/36097/2007) –, publicado pela editora Caleidosc&oacute;pio em 2015 – D&rsquo;ALMEIDA, Patr&iacute;cia Bento – <i>Bairro(s) do Restelo: panorama urban&iacute;stico e arquitect&oacute;nico</i>. Lisboa: Caleidosc&oacute;pio, 2015 – e investiga&ccedil;&atilde;o em curso no projeto SPLACH – Spatial Planning for Change (POCI-01-0145-FEDER-016431), financiado por Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI), atrav&eacute;s do Programa Operacional Competitividade e Internacionaliza&ccedil;&atilde;o (COMPETE 2020) na sua componente FEDER, e por Fundos Nacionais atrav&eacute;s da Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e a Tecnologia na sua componente OE.</p>     <p></p>     <p><a href="#top1"><sup>1</sup></a><a name="1"></a> Cf. <i>Di&aacute;rio de Not&iacute;cias</i>. Lisboa (4 dejaneiro de 1938).</p>     <p><a href="#top2"><sup>2</sup></a><a name="2"></a> Decreto-Lei N&ordm; 24.802 de 21 de dezembro de 1934.</p>     <p><a href="#top3"><sup>3</sup></a><a name="3"></a> Que veio a dar origem ao projeto da sua casa no Rod&iacute;zio. Consulte-se COSTA, Jo&atilde;o Guilherme Faria da – Casa de f&eacute;rias no Rod&iacute;zio. <i>Arquitectura.</i> N&ordm; 22 (abril de 1948), p. 14-15.</p>     <p><a href="#top4"><sup>4</sup></a><a name="4"></a> Apesar de n&atilde;o ter entregue na Escola de Belas Artes de Lisboa o projeto para ser avaliado em &ldquo;Concurso para a Obten&ccedil;&atilde;o do Diploma de Arquitecto&rdquo;.</p>     <p><a href="#top5"><sup>5</sup></a><a name="5"></a> Sobre o percurso profissional de Faria da Costa na C&acirc;mara Municipal de Lisboa <i>vide</i> COSTA, Jo&atilde;o Guilherme Faria da – Processo Individual N&ordm; 1657. Arquivo Municipal de Lisboa (AML), PT/AMLSB/CMLSBAH/GRHU/001/28824.</p>     <p><a href="#top6"><sup>6</sup></a><a name="6"></a> Disc&iacute;pulo do arquiteto Gaston Bardet (1907-1989) e do urbanista Donat Alfred Agache (1875-1934).</p>     <p><a href="#top7"><sup>7</sup></a><a name="7"></a> Cf. Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Zona a Sul da Avenida Alferes Malheiro. AML, PT/AMLSB/CMLSB/UROB/EV/0545.</p>     <p><a href="#top8"><sup>8</sup></a><a name="8"></a> Cf. Planta Topogr&aacute;fica de Lisboa (Silva Pinto, 1904-1911). AML, PT/AMLSB/CMLSB/UROB-PU/05/03/169.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top9"><sup>9</sup></a><a name="9"></a> GOMES, Jos&eacute; Sousa – <i>Lisboa: da sua vida e da sua beleza</i>. Lisboa: Empresa Nacional de Publicidade, 1937. p. 83.</p>     <p><a href="#top10"><sup>10</sup></a><a name="10"></a> <i>Vide</i> PA&Ccedil;O D&rsquo;ARCOS, Isabel – O s&iacute;tio de Bel&eacute;m. In GASPAR. Diogo, coord. – <i>Do Pal&aacute;cio de Bel&eacute;m</i>. Lisboa: Museu da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, 2005. p. 77-113.</p>     <p><a href="#top11"><sup>11</sup></a><a name="11"></a> Cf. FERREIRA, Victor Matias – A Lisboa do Imp&eacute;rio e o Portugal dos Pequeninos: estrutura fundi&aacute;ria e pol&iacute;tica urbana de Lisboa, 1930-1940. <i>An&aacute;lise Social</i>. Lisboa. Vol. XIX N&ordm; 77-78-79 (1983), p. 693-735.</p>     <p><a href="#top12"><sup>12</sup></a><a name="12"></a> Cf. Decreto-Lei N&ordm; 28.797 de 1 de julho de 1938.</p>     <p><a href="#top13"><sup>13</sup></a><a name="13"></a> Cujo Plano de Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Costa do Sol, regulado pelo Decreto-Lei N&ordm; 22.444 de 10 de abril de 1933, estava a cargo de Agache.</p>     <p><a href="#top14"><sup>14</sup></a><a name="14"></a> PORTUGAL. Minist&eacute;rio das Obras P&uacute;blicas – <i>15 anos de obras p&uacute;blicas: 1932/1947. </i>Lisboa: Imprensa Nacional de Lisboa, 1948. vol. 1, p. 145-146.</p>     <p><a href="#top15"><sup>15</sup></a><a name="15"></a> Cf. Plano Diretor, Distribui&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o na Cidade segundo a previs&atilde;o do arquiteto De Gr&ouml;er feita em 1948, Desenho T&eacute;cnico N&ordm; 10.065, 1954. AML, PT/AMLSB/CMLSB/UROB-PU/11/411.</p>     <p><a href="#top16"><sup>16</sup></a><a name="16"></a> Cf. <i>Di&aacute;rio de Not&iacute;cias</i>. Lisboa (18 de abril de 1941).</p>     <p><a href="#top17"><sup>17</sup></a><a name="17"></a> Faria da Costa foi tamb&eacute;m encarregue do projeto da Zona de Prote&ccedil;&atilde;o da Torre de Bel&eacute;m (s.d., n&atilde;o constru&iacute;do) <i>vide</i> Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Torre de Bel&eacute;m, AML, PT/AMLSB/CMLSBAH/PURB/002/03969.</p>     <p><a href="#top18"><sup>18</sup></a><a name="18"></a> Em &ldquo;vias de circula&ccedil;&atilde;o&rdquo; (avenidas, ruas, pra&ccedil;as e impasses) e &ldquo;vias de habita&ccedil;&atilde;o&rdquo; (caminhos, jardins e passeios).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top19"><sup>19</sup></a><a name="19"></a> Consulte-se AMARAL, Francisco Keil do – Moradia na Encosta da Ajuda. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 46 (fevereiro 1953), p. 2-4.</p>     <p><a href="#top20"><sup>20</sup></a><a name="20"></a> Que inclu&iacute;am, para al&eacute;m dos quartos (para visitas, pais, filhos e pessoal de servi&ccedil;o – criadas, motorista, jardineiro), vest&iacute;bulo, saleta, escrit&oacute;rio-biblioteca, sala de estar, sala de jantar, cozinha, garrafeira e copa. Consulte-se por exemplo SEGURADO, Jorge – Casa de habita&ccedil;&atilde;o: vivendas modernas em Lisboa, na zona residencial do Restelo (Encosta da Ajuda). <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 3 (abril 1946), p. 51.</p>     <p><a href="#top21"><sup>21</sup></a><a name="21"></a> Cf. MENDES, Manuel – N&oacute;s. Uma modernidade de fronteira – n&oacute;s para uma paisagem inconclusa. In COSTA, Xavier; LANDROVE, Susana – <i>Arquitectura do movimento moderno: invent&aacute;rio Docomomo Ib&eacute;rico, 1925-1965</i>. Barcelona: Associa&ccedil;&atilde;o dos Arquitectos Portugueses; Funda&ccedil;&atilde;o Mies Van der Rohe e DOCOMOMO Ib&eacute;rico, 1997. p. 14.</p>     <p><a href="#top22"><sup>22</sup></a><a name="22"></a> PORTAS, Nuno – Arquitectura e urban&iacute;stica na d&eacute;cada de 40. In AZEVEDO, Fernando – <i>Os anos 40 na Arte Portuguesa</i>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian, 1982. p. 40.</p>     <p><a href="#top23"><sup>23</sup></a><a name="23"></a> PEREIRA, Nuno Teot&oacute;nio – A Arquitectura do Estado Novo de 1926 a 1959. In PINTO, Ant&oacute;nio Costa – <i>O Estado Novo: das origens ao fim da autarquia, 1926-1959. </i>Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es Fragmentos, 1988. p. 331.</p>     <p><a href="#top24"><sup>24</sup></a><a name="24"></a> Consulte-se a mem&oacute;ria descritiva do projeto de Vasco Regaleira para a casa da Pra&ccedil;a de Diu N&ordm; 3, <i>vide</i> AML, Obra N&ordm; 40538, Processo N&ordm; 6718/942, f. 1.</p>     <p><a href="#top25"><sup>25</sup></a><a name="25"></a> Consulte-se a mem&oacute;ria descritiva do projeto de Cottinelli Telmo para a casa Rua de Alcolena N&ordm; 23/Avenida do Restelo N&ordm; 26, <i>vide</i> AML, Obra N&ordm; 42900, Processo N&ordm; 19822/943, f. 54.</p>     <p><a href="#top26"><sup>26</sup></a><a name="26"></a> ACCIAIUOLI, Margarida – <i>Os anos 40 em Portugal: o pa&iacute;s, o regime e as artes</i>. Lisboa: [s.n.], 1991. Tese de doutoramento em Hist&oacute;ria da Arte Contempor&acirc;nea apresentada &agrave; Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. p. 595.</p>     <p><a href="#top27"><sup>27</sup></a><a name="27"></a> Ainda que, depois da Guerra (1939-1945), a aquisi&ccedil;&atilde;o deste material se revelasse bastante dif&iacute;cil. Consulte-se a mem&oacute;ria descritiva do projeto de Jos&eacute; Manuel Galhardo Zilh&atilde;o para a casa da Avenida do Restelo N&ordm; 41, <i>vide</i> AML, Obra N&ordm; 11398, Processo N&ordm; 23024/948, f. 6, 7 e 9.</p>     <p><a href="#top28"><sup>28</sup></a><a name="28"></a> Acerca da atribui&ccedil;&atilde;o do Pr&eacute;mio Municipal consulte-se <i>Regulamento do concurso para a concess&atilde;o do pr&eacute;mio municipal de arquitectura</i>. <i>Di&aacute;rio Municipal</i>. Lisboa: C&acirc;mara Municipal. N&ordm; 2.285 (12 de janeiro de 1943); e <i>Pr&eacute;mios Valmor e Municipal de Arquitectura</i>, AML, Caixa 2, AC.01.Sala H, Pasta S/N&ordm;/1945.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top29"><sup>29</sup></a><a name="29"></a> Acerca da atribui&ccedil;&atilde;o do Pr&eacute;mio Valmor, consulte-se <i>Di&aacute;rio Municipal</i>. Lisboa: C&acirc;mara Municipal de Lisboa. N&ordm; 2.074 (5 de maio de 1942); e <i>Pr&eacute;mios Valmor e Municipal de Arquitectura</i>, AML, Caixa 2, AC.01.Sala H, Pasta S/N&ordm;/1945.</p>     <p><a href="#top30"><sup>30</sup></a><a name="30"></a> Consulte-se COSTA, Jo&atilde;o Guilherme Faria da – <i>Bairro de casas econ&oacute;micas da Encosta da Ajuda</i>, IHRU/SIPA, PT031106320819.</p>     <p><a href="#top31"><sup>31</sup></a><a name="31"></a> Apoiado nos Decretos-Lei N&ordm; 23.052 de 23 de setembro de 1933, que permitia ao Governo, em colabora&ccedil;&atilde;o com as diversas c&acirc;maras municipais, edificar um maior n&uacute;mero de bairros econ&oacute;micos; e N&ordm; 33.278 de 24 de novembro de 1943 que, para al&eacute;m das casas da classe A (sal&aacute;rio mensal de 600$00 a 1.200$00) e B (1.100$00 a 1.700$00) do tipo I, II ou III, introduziu duas novas classes de casas, C (1.500$00 a 2.400$00) e D (2.100$00 a 3.000$00).</p>     <p><a href="#top32"><sup>32</sup></a><a name="32"></a> Cf. <i>Primeiro de Janeiro</i>. Lisboa (17 de julho de 1959).</p>     <p><a href="#top33"><sup>33</sup></a><a name="33"></a> Maioritariamente funcion&aacute;rios de minist&eacute;rios, camar&aacute;rios, For&ccedil;as Armadas, atividades de escrit&oacute;rio e banca. Cf. BAPTISTA, Lu&iacute;s Ant&oacute;nio Vicente – <i>A cidade em reinven&ccedil;&atilde;o: crescimento urbano e a emerg&ecirc;ncia das pol&iacute;ticas sociais de habita&ccedil;&atilde;o: Lisboa s&eacute;culo vinte</i>. Lisboa: [s.n.], 1996. p. 375. Tese de doutoramento em Sociologia apresentada &agrave; Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. </p>     <p><a href="#top34"><sup>34</sup></a><a name="34"></a> Cf. COSTA, Jo&atilde;o Guilherme Faria da – <i>Bairro de casas econ&oacute;micas da Encosta da Ajuda</i>, IHRU/SIPA, PT031106320819.</p>     <p><a href="#top35"><sup>35</sup></a><a name="35"></a> Consulte-se LINO, Raul – <i>Casas portuguesas: alguns apontamentos sobre o arquitectar das casas simples</i>. Lisboa: Livros Cotovia, 1992.</p>     <p><a href="#top36"><sup>36</sup></a><a name="36"></a> ALMEIDA, Pedro de Castro – Duas palavras sobre a publica&ccedil;&atilde;o deste &aacute;lbum. In PORTUGAL. Instituto Nacional do Trabalho e Previd&ecirc;ncia – <i>1934-1940: bairros de casas econ&oacute;micas</i>. Lisboa: INTP, 1940.</p>     <p><a href="#top37"><sup>37</sup></a><a name="37"></a> &ldquo;Dentro dos condicionamentos determinados pela DGEMN no que respeita a amplia&ccedil;&atilde;o das casas at&eacute; se adaptarem ao programa do tipo maior fixando &aacute;reas e custos de constru&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Cf. COSTA, Jo&atilde;o Guilherme Faria da – <i>Plano de urbaniza&ccedil;&atilde;o do Bairro Econ&oacute;mico do Vale Escuro</i>, IHRU/SIPA, IPA 00026248. p. 2.</p>     <p><a href="#top38"><sup>38</sup></a><a name="38"></a> Consulte-se COSTA, Jo&atilde;o Guilherme Faria da – <i>Tipo de alpendre com arrecada&ccedil;&atilde;o e capoeira</i>, IHRU/SIPA, NP31 PT 131.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top39"><sup>39</sup></a><a name="39"></a> GARNIER, Christine – F&eacute;rias com Salazar. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 142 (julho 1981), p. 51.</p>     <p><a href="#top40"><sup>40</sup></a><a name="40"></a> O Centro Comercial do Bairro da Ajuda, localizado na Rua Duarte Pacheco Pereira, foi projetado pelo arquiteto Raul Chor&atilde;o Ramalho (1914-2002) entre 1951-1954. Consulte-se RAMALHO, Raul Chor&atilde;o – Centro Comercial do Bairro da Ajuda, Lisboa. <i>Arquitectura.</i> N&ordm; 41 (mar&ccedil;o 1952), p. 13-15.</p>     <p><a href="#top41"><sup>41</sup></a><a name="41"></a> O Grupo Escolar da Pra&ccedil;a de Goa foi projetado pelo arquiteto Carlos Rebelo de Andrade (1887-1971) entre 1956-1958. Consulte-se AML, Obra N&ordm; 32583, Processo N&ordm; 32583/DSUO/PI/1956.</p>     <p><a href="#top42"><sup>42</sup></a><a name="42"></a> O est&aacute;dio para o Clube de Futebol &rsquo;Os Belenenses&rsquo; foi projetado pelos arquitetos Carlos Manuel Ramos e Jorge Viana (n. 1924) entre 1952-1956. Consulte-se RAMOS, Carlos Manuel; VIANA, Jorge – Est&aacute;dio para o C.F &rsquo;Os Belenenses&rsquo;. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 43 (agosto 1952), p. 12-15.</p>     <p><a href="#top43"><sup>43</sup></a><a name="43"></a> O Cinema Restelo, localizado na Avenida da Torre de Bel&eacute;m, foi projetado pelos arquitetos Carlos Jo&atilde;o Chambers Ramos (1897-1969) e Carlos Manuel Ramos (1922-2012) entre 1952-1954. Consulte-se AML, Obra N&ordm; 8629, Processo N&ordm; 45172/252.</p>     <p><a href="#top44"><sup>44</sup></a><a name="44"></a> D&rsquo;ALMEIDA, Patr&iacute;cia Bento – <i>Bairro(s) do Restelo: panorama urban&iacute;stico e arquitect&oacute;nico</i>. Lisboa: [s.n.], 2013. Tese de doutoramento em Hist&oacute;ria da Arte Contempor&acirc;nea apresentada &agrave; Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. p. 67 e 90-92.</p>     <p><a href="#top45"><sup>45</sup></a><a name="45"></a> Consulte-se AML, Obra N&ordm; 8629, Processo N&ordm; 45172/952. f. 5 e 6.</p>     <p><a href="#top46"><sup>46</sup></a><a name="46"></a> Cf. Bairro Residencial da Encosta da Ajuda – 2&ordf; fase, 1953, Gabinete de Estudos Olisiponenses (GEO), MP 824.</p>     <p><a href="#top47"><sup>47</sup></a><a name="47"></a> BARRETO, &Aacute;lvaro Salva&ccedil;&atilde;o – Relat&oacute;rio do Presidente da C&acirc;mara Municipal de Lisboa, &Aacute;lvaro Salva&ccedil;&atilde;o Barreto. In <i>Anais do Munic&iacute;pio de Lisboa 1951</i>. Lisboa: C&acirc;mara Municipal de Lisboa, 1952. p. 132.</p>     <p><a href="#top48"><sup>48</sup></a><a name="48"></a> Cf. Feira Popular, pavilh&atilde;o da C&acirc;mara Municipal de Lisboa. AML, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/HNV/000496.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top49"><sup>49</sup></a><a name="49"></a> Cf. <i>Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Encosta do Restelo – Reajustamento da 2&ordf; Fase</i>, AML, PT/AMLSB/CMLSBAH/PURB/002/04085.</p>     <p><a href="#top50"><sup>50</sup></a><a name="50"></a> PORTAS, Nuno – A responsabilidade de uma nov&iacute;ssima gera&ccedil;&atilde;o no Movimento Moderno em Portugal. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 66 (novembro-dezembro 1959), p. 13-14.</p>     <p><a href="#top51"><sup>51</sup></a><a name="51"></a> Divididos em quatro categorias, de acordo com o definido no Decreto-Lei n&ordm; 42454. <i>Di&aacute;rio do Governo I S&eacute;rie.</i> 188 (1959-08-18) 965-969, Categoria I (renda 200$00 a 300$00), II (400$00 a 600$00), III (700$00 a 900$00) e IV (renda at&eacute; 1.500$00).</p>     <p><a href="#top52"><sup>52</sup></a><a name="52"></a> TOST&Otilde;ES, Ana – <i>Os Verdes Anos na Arquitectura portuguesa dos anos 50</i>. Porto: FAUP Publica&ccedil;&otilde;es, 1997. Nota de rodap&eacute; N&ordm; 218, p. 215.</p>     <p><a href="#top53"><sup>53</sup></a><a name="53"></a> PEREIRA, Nuno Teot&oacute;nio – Um testemunho pessoal. In TOST&Otilde;ES, Ana, coord. – <i>Arquitectura e cidadania: atelier Nuno Teot&oacute;nio Pereira</i>. Lisboa: Centro Cultural de Bel&eacute;m, 2004. p. 46.</p>     <p><a href="#top54"><sup>54</sup></a><a name="54"></a> Cf. PEREIRA, Nuno Teot&oacute;nio – Um testemunho pessoal. In TOST&Otilde;ES, Ana, coord. – <i>Arquitectura e cidadania: atelier Nuno Teot&oacute;nio Pereira</i>. Lisboa: Centro Cultural de Bel&eacute;m, 2004. p. 46.</p>     <p><a href="#top55"><sup>55</sup></a><a name="55"></a> Cf. D&rsquo;ALMEIDA, Patr&iacute;cia Bento – <i>Victor Palla e Bento d&rsquo;Almeida: obras e projectos de um atelier de arquitectura, 1946-1973</i>. Lisboa: [s.n.], 2006. Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado em Hist&oacute;ria da Arte apresentada &agrave; Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.</p>     <p><a href="#top56"><sup>56</sup></a><a name="56"></a> Publicada pela primeira vez em 1941 com a designa&ccedil;&atilde;o <i>La Charte d&rsquo;Ath&eacute;nes</i>. Em Portugal, embora Nuno Teot&oacute;nio Pereira (1922-2016) e Manuel Costa Martins (1922-1995) tenham difundido as conclus&otilde;es da Carta de Atenas na revista <i>T&eacute;cnica </i>(<i>vide</i> N&ordm; 138, maio 1942; N&ordm; 142 e 143, dezembro 1943 e janeiro 1944), os arquitetos Celestino de Castro (1922-2007) e Francisco Castro Rodrigues (1923-2015) foram respons&aacute;veis pela sua tradu&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o na revista <i>Arquitectura</i> (<i>vide</i> N&ordm; 20 a 27, janeiro a dezembro 1948).</p>     <p><a href="#top57"><sup>57</sup></a><a name="57"></a> PORTAS, Nuno – Actualidade de Le Corbusier. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 89-90 (Dezembro 1965), p. 143.</p>     <p><a href="#top58"><sup>58</sup></a><a name="58"></a> BORGES, Ant&oacute;nio Vitorino da Fran&ccedil;a – Relat&oacute;rio do Presidente da C&acirc;mara Municipal de Lisboa. In <i>Anais do Munic&iacute;pio de Lisboa 1961</i>. Lisboa: C&acirc;mara Municipal de Lisboa, 1962. p. 165.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top59"><sup>59</sup></a><a name="59"></a> Desenvolvido pelo arquiteto-urbanista Frederick Gibberd (1908-1984).</p>     <p><a href="#top60"><sup>60</sup></a><a name="60"></a> Desenvolvido pelo London County Council, orientado pelo arquiteto John Leslie Martin (1908-1999).</p>     <p><a href="#top61"><sup>61</sup></a><a name="61"></a> Que corresponde &agrave; &aacute;rea circunscrita pelas Ruas Capit&atilde;o-Mor Pedro Teixeira, Diogo Afonso e Trist&atilde;o Vaz. Consulte-se AML, Obra N&ordm; 51204 Processo N&ordm; 50418/1965, f. 18.</p>     <p><a href="#top62"><sup>62</sup></a><a name="62"></a> Que corresponde &agrave; &aacute;rea circunscrita pela Rua Gon&ccedil;alves Zarco, Cal&ccedil;ada do Galv&atilde;o, Rua Conselheiro Martins de Carvalho e Rua Trist&atilde;o Vaz. Consulte-se AML, Obra N&ordm; 57008, Processo 50522/1966, f. 21.</p>     <p><a href="#top63"><sup>63</sup></a><a name="63"></a> Com frequ&ecirc;ncia composto por <i>hall</i> de entrada, sala comum, escrit&oacute;rio, biblioteca, &ldquo;saleta&rdquo; e/ou sala de costura, cozinha, copa, quarto da criada (no piso t&eacute;rreo); garagem, lavandaria, despensa, garrafeira, gin&aacute;sio, sala de jogos e zona de recreio coberto (na cave, por vezes elevada ou parcialmente elevada); quartos e instala&ccedil;&otilde;es sanit&aacute;rias (no primeiro piso); e sala multiusos e cobertura em terra&ccedil;o ou ajardinada (na cobertura plana). Cf. D&rsquo;ALMEIDA, Patricia Bento; MARTINS, Jo&atilde;o Palla, coord. – <i>Victor Palla e Bento d&rsquo;Almeida: arquitectura de outro tempo.</i> Lisboa: Caleidosc&oacute;pio Edi&ccedil;&atilde;o, 2017. p. 77.</p>     <p><a href="#top64"><sup>64</sup></a><a name="64"></a> 1. Planta livre; 2. Fachada livre; 3. Eleva&ccedil;&atilde;o da casa em pilotis; 4. Cobertura em terra&ccedil;o-jardim; 5. &ldquo;Fen&ecirc;tre longueur&rdquo; janela em fita. Consulte-se por exemplo CONRADS, Ulrich – <i>Programmes et manifestes de l&rsquo;architecture de XX&egrave;me Si&egrave;cle</i>. Paris: Les &eacute;ditions de La Villette, 1991.</p>     <p><a href="#top65"><sup>65</sup></a><a name="65"></a> Diretor Interino (1954-1967) e Diretor (1968-1974). Cf. AAVV – <i>Laborat&oacute;rio Nacional de Engenharia Civil: 60 anos de actividade</i>. Lisboa: LNEC, 2006.</p>     <p><a href="#top66"><sup>66</sup></a><a name="66"></a> PORTAS, Nuno; FERNANDES, Jos&eacute; Manuel; LAMAS, Jos&eacute; – Nuno Portas: Entrevista. <i>Arquitectura.</i> N&ordm; 135 (outubro 1979), p. 56-67.</p>     <p><a href="#top67"><sup>67</sup></a><a name="67"></a> Cf. PORTAS, Nuno – <i>A Arquitectura para hoje; Evolu&ccedil;&atilde;o da Arquitectura Moderna em Portugal.</i> Lisboa: Livros horizonte, 2008. p. 73.</p>     <p><a href="#top68"><sup>68</sup></a><a name="68"></a> Saliente-se o fato de Nuno Portas ter testemunhado que, &ldquo;enquanto n&atilde;o chegou o 25 de Abril, avan&ccedil;&aacute;mos no LNEC, e sob o guarda-chuva pol&iacute;tico do seu prest&iacute;gio, para as pol&iacute;ticas de habita&ccedil;&atilde;o, a legisla&ccedil;&atilde;o urban&iacute;stica e a monotoriza&ccedil;&atilde;o model&iacute;stica dos processos de transforma&ccedil;&atilde;o, sem sabermos a quem nem quando esse conhecimento iria servir&rdquo;. PORTAS, Nuno – <i>Arquitectura(s): teoria e desenho, investiga&ccedil;&atilde;o e projecto</i>. Porto: FAUP Publica&ccedil;&otilde;es, 2005. p. 73.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top69"><sup>69</sup></a><a name="69"></a> PORTAS, Nuno – <i>A Arquitectura para hoje; Evolu&ccedil;&atilde;o da Arquitectura Moderna em Portugal.</i> Lisboa: Livros Horizonte, 2008. p. 44.</p>     <p><a href="#top70"><sup>70</sup></a><a name="70"></a> Consulte-se PORTAS, Nuno; GOMES, Ruy – <i>Inqu&eacute;rito-piloto sobre necessidades familiares em mat&eacute;ria de habita&ccedil;&atilde;o</i>. Lisboa: LNEC, 1963. LNEC, N&ordm; R002820; PORTAS, Nuno; PEREIRA, Maria da Luz Valente – <i>Inqu&eacute;rito piloto sobre necessidades familiares em mat&eacute;ria de habita&ccedil;&atilde;o: 2&ordm; relat&oacute;rio.</i> Lisboa: LNEC, 1963. LNEC, N&ordm; R003909.</p>     <p><a href="#top71"><sup>71</sup></a><a name="71"></a> PORTAS, Nuno – <i>Arquitectura(s): teoria e desenho, investiga&ccedil;&atilde;o e projecto</i>. Porto: FAUP Publica&ccedil;&otilde;es, 2005. p. 71.</p>     <p><a href="#top72"><sup>72</sup></a><a name="72"></a> Consulte-se PORTAS, Nuno – <i>Fun&ccedil;&otilde;es e exig&ecirc;ncias de &aacute;reas da habita&ccedil;&atilde;o</i>. Lisboa: LNEC, 1969. LNEC, Informa&ccedil;&otilde;es T&eacute;cnicas de Edif&iacute;cios N&ordm; 4.</p>     <p><a href="#top73"><sup>73</sup></a><a name="73"></a> A partir de 1961 Chefe da Divis&atilde;o de Constru&ccedil;&atilde;o e Habita&ccedil;&atilde;o do LNEC.</p>     <p><a href="#top74"><sup>74</sup></a><a name="74"></a> MARTIN, Leslie – The Grid as Generator. In MARTIN, Leslie; MARCH, Lionel, ed. – <i>Urban space and structures.</i>cambridge: University of Cambridge, 1972. p. 6–27.</p>     <p><a href="#top75"><sup>75</sup></a><a name="75"></a> Desenvolvido pelo &ldquo;Atelier da Rua da Alegria&rdquo;, particularmente pelos arquitetos Nuno Teot&oacute;nio Pereira (1922-2016), Nuno Portas e Jo&atilde;o Paci&ecirc;ncia (n. 1947). Cf. PORTAS, Nuno; PEREIRA, Nuno Teot&oacute;nio; PACI&Ecirc;NCIA, Jo&atilde;o – <i>Plano de Pormenor do Restelo (Fase de Ante-Plano)</i>. IHRU/SIPA, NP 177.</p>     <p><a href="#top76"><sup>76</sup></a><a name="76"></a> Consulte-se 1&ordf; Fase do Estudo de Urbaniza&ccedil;&atilde;o do Restelo e Caram&atilde;o da Ajuda. Cf. AML, PT/AMLSB/CMLSBAH/PURB/002/04885.</p>     <p><a href="#top77"><sup>77</sup></a><a name="77"></a> Cf. PEREIRA, Nuno [et al.] – Dossier Restelo. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 130 (maio 1974), p. 11.</p>     <p><a href="#top78"><sup>78</sup></a><a name="78"></a> Tendo em considera&ccedil;&atilde;o os conhecimentos adquiridos com o estudo desenvolvido por Bartolomeu Costa Cabral. Consulte-se CABRAL, Bartolomeu da Costa – <i>Racionaliza&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es de organiza&ccedil;&atilde;o de fogos: formas de agrupamentos da habita&ccedil;&atilde;o</i>. Lisboa: LNEC, 1968. LNEC, N&ordm; R003987.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top79"><sup>79</sup></a><a name="79"></a> Consulte-se MARTIN, Leslie; MARCH, Lionel – <i>Urban space and structures</i>. Cambridge: University Press, 1967.</p>     <p><a href="#top80"><sup>80</sup></a><a name="80"></a> Conforme testemunho de Nuno Portas. Cf. CARVALHO, Mariana Rodrigues de – <i>Investiga&ccedil;&atilde;o em Arquitectura: o contributo de Nuno Portas no LNEC 1963-1974.</i> Coimbra: [s.n.], 2012. Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado integrado em Arquitectura apresentada &agrave; Faculdade de Ci&ecirc;ncias e Tecnologias da Universidade de Coimbra. p. 301. Saliente-se ainda o facto de Nuno Portas ter encaminhado M&aacute;rio Kr&uuml;ger para se doutorar no LUFBS (1978). O trabalho ali desenvolvido foi publicado em 2005, Cf. KR&Uuml;GER, M&aacute;rio – <i>Leslie Martin e a Escola de Cambridge</i>. Coimbra: e|d|arq, Edi&ccedil;&otilde;es do Departamento de Arquitectura da FCTUC, 2005.</p>     <p><a href="#top81"><sup>81</sup></a><a name="81"></a> Cf. PORTAS, Nuno – Atelier Nuno Teot&oacute;nio Pereira: um testemunho, tamb&eacute;m pessoal. In TOST&Otilde;ES, Ana, coord. – <i>Arquitectura e cidadania: atelier Nuno Teot&oacute;nio Pereira</i>. Lisboa: Centro Cultural de Bel&eacute;m, 2004. p. 56.</p>     <p><a href="#top82"><sup>82</sup></a><a name="82"></a> Em estudo no LNEC pela Arquiteta Maria da Luz Valente Pereira. Consulte-se PEREIRA, Maria da Luz Valente – <i>Organiza&ccedil;&atilde;o e qualidade do espa&ccedil;o urbano: inqu&eacute;rito &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o da cidade.</i> Lisboa: LNEC, 1971. LNEC, R004821.</p>     <p><a href="#top83"><sup>83</sup></a><a name="83"></a> Consulte-se Decreto-Lei N&ordm; 613/71 de 31 de dezembro de 1971.</p>     <p><a href="#top84"><sup>84</sup></a><a name="84"></a> Cf. D&rsquo;ALMEIDA, Patr&iacute;cia Bento – <i>Bairro(s) do Restelo: panorama urban&iacute;stico e arquitect&oacute;nico</i>. Lisboa: Caleidosc&oacute;pio Edi&ccedil;&atilde;o, 2015. p. 215.</p>     <p><a href="#top85"><sup>85</sup></a><a name="85"></a> &Agrave; qual se juntou o arquiteto Pedro Viana Botelho (n. 1948).</p>     <p><a href="#top86"><sup>86</sup></a><a name="86"></a> Previamente analisadas por Nuno Portas. Consulte-se PORTAS, Nuno – Conceito de casa em p&aacute;tio como c&eacute;lula social. <i>Arquitectura</i>. N&ordm; 64 (janeiro-fevereiro 1969), p. 32-34.</p>     <p><a href="#top87"><sup>87</sup></a><a name="87"></a> Consulte-se PEREIRA, Nuno [et al.] – Dossier Restelo. <i>Arquitectura.</i> N&ordm; 130 (maio 1974), p. 11-13; e ver PORTAS, Nuno; PEREIRA, Nuno Teot&oacute;nio; BYRNE, Gon&ccedil;alo – <i>Mem&oacute;ria Descritiva da &Aacute;rea Central.</i> IHRU/SIPA, NP 177.</p>     <p><a href="#top88"><sup>88</sup></a><a name="88"></a> Alvo de estudo no LNEC. Consulte-se VENTURA, Teresa – <i>Programa&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas comerciais: relat&oacute;rio final da primeira fase do estudo</i>. Lisboa: LNEC, 1975. LNEC, N&ordm; R005676.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top89"><sup>89</sup></a><a name="89"></a> Consulte-se D&rsquo;ALMEIDA, Patr&iacute;cia Bento; MARAT-MENDES,"Teresa – Bairro do Restelo: bairro(s) lisboeta que anuncia um somat&oacute;rio de experi&ecirc;ncias de urbanismo (sustent&aacute;vel). In Confer&ecirc;ncia da Rede Lus&oacute;fona de Morfologia Urbana, 8, Maring&aacute;, 2019 - <i>Actas PNUM 2019</i> [Em linha]. [Consult. 07/10/2019]. Dispon&iacute;vel na Internet: <a href="https://www.researchgate.net/publication/336253962_Bairro_do_Restelo_Bairros_Lisboeta_que_anuncia_um_somatorio_de_experiencias_de_urbanismo_sustentavel" target="_blank">https://www.researchgate.net/publication/336253962_Bairro_do_Restelo_Bairros_Lisboeta_que_anuncia_um_somatorio_de_experiencias_de_urbanismo_sustentavel</a>.</p>      ]]></body><back>
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