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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>DOCUMENTA</b></p>     <p><b>Bairro Social do Arco Cego: imagens de uma utopia</b></p>     <p><b>Nuno Martins</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="right">Muito antes do chalet</p>     <p align="right">Antes do pr&eacute;dio</p>     <p align="right">Antes mesmo da antiga</p>     <p align="right">Casa bela e grave</p>     <p align="right">Antes de solares pal&aacute;cios e castelos</p>     <p align="right">No princ&iacute;pio</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="right">A casa foi sagrada -</p>     <p align="right">Isto &eacute; habitada</p>     <p align="right">N&atilde;o s&oacute; por homens e por vivos</p>     <p align="right">Mas tamb&eacute;m pelos mortos e por deuses</p>     <p align="right">Isso depois foi saqueado</p>     <p align="right">Tudo foi reordenado e dividido</p>     <p align="right">Caminhamos no trilho</p>     <p align="right">De elaboradas percas</p>     <p align="right">Por&eacute;m a poesia permanece</p>     <p align="right">Como se a divis&atilde;o n&atilde;o tivesse acontecido</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="right">Permanece mesmo muito depois de varrido</p>     <p align="right">O sussurro de t&iacute;lias junto &agrave; casa de inf&acirc;ncia<a href="#1"><sup>1</sup></a><a name="top1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Inaugurado em 1935, o Bairro Social do Arco do Cego constitui-se nos dias de hoje como uma ilha residencial que contrasta com o bul&iacute;cio de uma cidade capital contempor&acirc;nea. Mas, se a imagem que se projeta no imagin&aacute;rio e no sentir de todos aqueles que residem, trabalham ou apenas por entre as suas ruas transitam no decurso da az&aacute;fama quotidiana, reflete um certo bucolismo e serenidade nas sombras que os edif&iacute;cios e moradias projetam nas ruas e o arvoredo nos seus parques, a concretiza&ccedil;&atilde;o material do bairro foi tortuosa e demorada, estendendo-se por um per&iacute;odo de tempo e numa cronologia de sobressaltos, indefini&ccedil;&otilde;es, tumultos e profundas transforma&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas.</p>     <p>Decorridos cem anos do in&iacute;cio da constru&ccedil;&atilde;o, em 1919, o Bairro Social do Arco do Cego teve na sua g&eacute;nese ut&oacute;pica um projeto de bairro com habita&ccedil;&atilde;o destinada &agrave; popula&ccedil;&atilde;o oper&aacute;ria, desfavorecida e carente de meios econ&oacute;micos, num tempo em que a priva&ccedil;&atilde;o de habita&ccedil;&atilde;o condigna, por contraponto &agrave; prolifera&ccedil;&atilde;o de aglomerados clandestinos, insalubres e degradados, ganhava algum espa&ccedil;o no planeamento urban&iacute;stico merc&ecirc; das inquieta&ccedil;&otilde;es produzidas pelo pensamento filos&oacute;fico coevo sobre a cidade.</p>     <p>Contudo, fruto da for&ccedil;a motriz dos acontecimentos que se sedimentam na hist&oacute;ria, o Bairro Social do Arco do Cego acabou por albergar um segmento da popula&ccedil;&atilde;o – sobretudo funcion&aacute;rios do Estado, militares, agentes das for&ccedil;as de seguran&ccedil;a, e elementos do sindicalismo corporativo – que se viu perante a possibilidade in&eacute;dita de acesso &agrave; habita&ccedil;&atilde;o numa zona que, &agrave; &eacute;poca, na d&eacute;cada de 1930, n&atilde;o possu&iacute;a ainda o atrativo que hoje exibe. Encaixado entre vias de satura&ccedil;&atilde;o vi&aacute;ria e bairros de elevada densidade demogr&aacute;fica exponenciada pelo crescimento da habita&ccedil;&atilde;o em altura e pela oferta de servi&ccedil;os e com&eacute;rcio, determinados pela l&oacute;gica economicista moderna, emerge com uma ilha num mar de alvenaria e alcatr&atilde;o.</p>     <p>&Eacute; este car&aacute;cter insular – urbano, arquitet&oacute;nico e delicado – que, apesar das transforma&ccedil;&otilde;es, adapta&ccedil;&otilde;es e renova&ccedil;&otilde;es que lhe foram operadas por sucessivas gera&ccedil;&otilde;es de moradores no ajuste &agrave;s comodidades e possibilidades coevas, resistiu &agrave; perversidade das mudan&ccedil;as irrevers&iacute;veis, e onde &ldquo;a poesia permanece / Como se a divis&atilde;o n&atilde;o tivesse acontecido&rdquo;, que se mostra neste percurso visual tem&aacute;tico constru&iacute;do com base numa sele&ccedil;&atilde;o do acervo fotogr&aacute;fico do Arquivo Municipal de Lisboa.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>CONSTRU&Ccedil;&Atilde;O</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f1"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f1.jpg">     
<p>Visita durante a constru&ccedil;&atilde;o das casas, negativo de gelatina e prata em vidro, autor n&atilde;o identificado, 9 x 12 cm, entre 1919-192-. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/NEG/003295.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f2.jpg">     
<p>Constru&ccedil;&atilde;o das casas do Bairro do Arco Cego e as ru&iacute;nas da F&aacute;brica de Cer&acirc;mica, negativo de gelatina e prata em vidro, autor n&atilde;o identificado, 9 x 12 cm, 1919-192-. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/NEG/003296.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f3.jpg">     
<p>Terrenos entre a alameda D. Afonso Henriques, Avenida Almirante Reis e o Bairro do Arco Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Eduardo Portugal, 6 x 9 cm, 1938. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/EDP/001320.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f4"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f4.jpg">     
<p>Terrenos entre a alameda D. Afonso Henriques, Avenida Almirante Reis e o Bairro do Arco Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Eduardo Portugal, 6 x 9 cm, 1938. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/EDP/001323.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>EDIF&Iacute;CIOS MULTIFAMILIARES</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f5"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f5.jpg">     
<p>Bairro do Arco Cego, avenida Magalh&atilde;es Lima e Liceu D. Filipa de Lencastre, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Jo&atilde;o Artur Goulart, 6 x 6 cm, 1962. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/AJG/004066.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f6"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f6.jpg">     
<p>Bairro do Arco Cego, edif&iacute;cio do Arquivo Municipal de Lisboa na esquina das ruas Nunes Claro e Ladislau Pi&ccedil;arra, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Arnaldo Madureira, 35 mm, 1969. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/ARM/006634.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f7"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f7.jpg">     
<p>Bairro do Arco do Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Artur Jo&atilde;o Goulart, 6 x 6 cm, 19-. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/AJG/003795.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f8"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f8.jpg">     
<p>Edif&iacute;cio multifamiliar no Bairro do Arco Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Jo&atilde;o Hermes Cordeiro Goulart, 6 x 6 cm, 1970. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JHG/004513.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f9"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f9.jpg">     
<p>Bairro do Arco do Cego, negativo cromog&eacute;neo em acetato de celulose, Jo&atilde;o Goulart, 6 x 6 cm, 1970. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JHG/004423.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>EDIF&Iacute;CIOS UNIFAMILIARES</b></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f10"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f10.jpg">     
<p>Rua Vilhena Barbosa no Bairro do Arco Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Augusto de Jesus Fernandes, 6 x 6 cm, 1964. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/AJF/001394.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f11"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f11.jpg">     
<p>Edif&iacute;cios unifamiliares no Bairro do Arco do Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Artur Jo&atilde;o Goulart, 6 x 6 cm, 1962. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/AJG/004059.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f12"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f12.jpg">     
<p>Edif&iacute;cios unifamiliares no Bairro do Arco Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Jo&atilde;o Hermes Cordeiro Goulart, 6 x 6 cm, 1970. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JHG/004322.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f13"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f13.jpg">     
<p>Edif&iacute;cios unifamiliares no Bairro do Arco do Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Jo&atilde;o Hermes Cordeiro Goulart, 6 x 6 cm, 1970. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JHG/004323.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f14"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f14.jpg">     
<p>Edif&iacute;cios unifamiliares no Bairro Social do Arco Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Jo&atilde;o Hermes Cordeiro Goulart, 6 x 6 cm, 1970. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JHG/004298.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ESPA&Ccedil;OS P&Uacute;BLICOS</b></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f15"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f15.jpg">     
<p>Bairro do Arco do Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Artur Jo&atilde;o Goulart, 6 x 6 cm, 19-. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/AJG/003803.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f16"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f16.jpg">     
<p>Rua Stuart Carvalhais no Bairro do Arco Cego, Artur Jo&atilde;o Goulart, 19-. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/AJG/004056.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f17"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f17.jpg">     
<p>Mercado de Levante no Bairro Social do Arco Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Arnaldo Madureira, 6 x 6 cm, 1960. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/ARM/000819.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f18"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f18.jpg">     
<p>Largo na entrada do Bairro Social do Arco Cego, com a avenida Magalh&atilde;es Lima e o liceu D. Filipa de Lencastre ao fundo, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Artur Jo&atilde;o Goulart, 6 x 6 cm, 1962. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/AJG/004067.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>EQUIPAMENTOS</b></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f19"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f19.jpg">     
<p>Visita dos vereadores da CML &agrave;s obras dos blocos escolares no Bairro Social do Arco Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Armando Maia Ser&ocirc;dio, 9 x 12 cm, 1954. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/SER/000795.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f20"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f20.jpg">     
<p>Escola prim&aacute;ria no Bairro Social do Arco do Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Armando Maia Ser&ocirc;dio, 9 x 12 cm, 1956. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/SER/001238.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f21"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f21.jpg">     
<p>Casa de arruma&ccedil;&atilde;o da CML no Bairro Social do Arco Cego, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, Artur Jo&atilde;o Goulart, 6 x 6 cm, 1960. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/AJG/000487.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f22"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f22.jpg">     
<p>Quarteir&atilde;o entre as ruas Reis Gomes e Nunes Claro, diapositivo de gelatina e prata em acetato de celulose, Arnaldo Madureira, 35 mm, 1969. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/ARM/006633.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f23"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f23.jpg">     
<p>Local destinado &agrave; constru&ccedil;&atilde;o da igreja de S&atilde;o Jo&atilde;o de Deus com o Bairro Social do Arco do Cego em fundo, negativo de gelatina e prata em nitrato de celulose, Judah Benoliel, 6 x 6 cm, ant. 1953. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JBN/004571.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f24"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f24.jpg">     
<p>Vista a&eacute;rea do Bairro Social do Arco Cego, vendo-se as habita&ccedil;&otilde;es, o liceu D. Filipa de Lencastre, a antiga F&aacute;brica de Cer&acirc;mica Lusit&acirc;nia e terrenos adjacentes, negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, M&aacute;rio de Oliveira, 9 x 12 cm, 195-. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/MAO/000466.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f25"></a> <img src="/img/revistas/cam/vser2n12/ser2n12a12f25.jpg">     
<p>Fotografia a&eacute;rea do Bairro do Arco Cego com a pra&ccedil;a de Londres e a avenida de Roma, prova em papel de revela&ccedil;&atilde;o baritado, Abreu Nunes, 1953. Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/ABR/01/001623.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>NOTAS</b></p>     <p><a href="#top1"><sup>1</sup></a><a name="1"></a> Habita&ccedil;&atilde;o. In ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner – <span class="CharOverride-4">Ilhas</span>. Lisboa: Texto Editora, 1989. p. 33.</p>      ]]></body>
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