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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uma reflexão conceptual sobre a Responsabilidade Social Corporativa e a sua relação com a Comunicação Estratégica]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Corporate Social Responsibility (CSR) has become increasingly important for organizations, consolidating itself as a preponderant factor in the level of Strategic Communication (SC) for the creation of greater competitiveness and value for different stakeholders. The purpose of this article is to provide a framework about this topic, outlining the origin and evolution of this inevitable theme of the 21st century, tracing some points where the proximity between CSR and SC is evidenced.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[La Responsabilidad Social Corporativa (RSC) ha adquirido cada vez más importancia para las organizaciones, consolidándose como un factor preponderante a nivel de la Comunicación Estratégica (CE) para la creación de ventaja competitiva y de valor para diferentes stakeholders. El objetivo de este artículo es ofrecer un marco conciso sobre esta tematica inevitable del siglo xxi, delineando su origen y evolución, trazando algunos puntos donde se evidencia la proximidad entre RSC y CE.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="3"><b><font size="2">ARTIGO</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Uma reflexão conceptual sobre a Responsabilidade    Social Corporativa e a sua relação com a Comunicação Estratégica</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>A conceptual reflection about Corporate Social    Responsibility and its relation with Strategic Communication</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Una reflexión conceptual sobre la Responsabilidad    Social Corporativa y su relación con la Comunicación Estratégica</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Anna Carolina Boechat<sup>I</sup>; Ana Margarida    Barreto<sup>II</sup> </b></font>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup> Universidade Nova de Lisboa, Faculdade    de Ciências Sociais e Humanas, Instituto de Comunicação da NOVA - ICNOVA, 1069-061    Lisboa, Portugal. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:annacarolinaboechat@campus.fsch.unl.pt">annacarolinaboechat@campus.fsch.unl.pt</a>    <br>   <sup>II</sup> Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas,    Instituto de Comunicação da NOVA - ICNOVA, 1069-061 Lisboa, Portugal. <i>E-mail</i>:    <a href="mailto:ambarreto@fcsh.unl.pt">ambarreto@fcsh.unl.pt</a> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <HR>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Responsbilidade Social Corporativa (RSC) tem    adquirido cada vez mais importância para as organizações, consolidando-se como    um fator preponderante ao nível da Comunicação Estratégica (CE) para a criação    de vantagem competitiva e de valor para diferentes <i>stakeholders</i>. O objetivo    deste artigo é oferecer um enquadramento conciso sobre este tema, delineando    a origem e a evolução desta temática inevitável do século XXI, traçando ainda    alguns pontos onde se evidencia a proximidade entre RSC e CE.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Palavras-chave:</i></b> Responsabilidade    social corporativa; comunicação estratégica; ética; sustentabilidade</font></p> <HR>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Corporate Social Responsibility (CSR) has become    increasingly important for organizations, consolidating itself as a preponderant    factor in the level of Strategic Communication (SC) for the creation of greater    competitiveness and value for different stakeholders. The purpose of this article    is to provide a framework about this topic, outlining the origin and evolution    of this inevitable theme of the 21st century, tracing some points where the    proximity between CSR and SC is evidenced.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Keywords:</i></b> Corporate social responsibility;    strategic communication; ethics; sustainability</font></p> <HR>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMEN</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">La Responsabilidad Social Corporativa (RSC) ha    adquirido cada vez más importancia para las organizaciones, consolidándose como    un factor preponderante a nivel de la Comunicación Estratégica (CE) para la    creación de ventaja competitiva y de valor para diferentes stakeholders. El    objetivo de este artículo es ofrecer un marco conciso sobre esta tematica inevitable    del siglo xxi, delineando su origen y evolución, trazando algunos puntos donde    se evidencia la proximidad entre RSC y CE.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Palabras-clave:</i></b> Responsabilidad    social corporativa; comunicación estratégica; ética; sostenibilidad</font></p> <HR>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>1. Introdução</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A comunicação estratégica (CE) apresenta-se como    um conceito próximo do de comunicação holística ou integral (Carrillo, 2014),    contudo, as expressões não são sinónimas. A principal diferença entre CE e as    anteriores reside no facto de as últimas basearem-se na inclusão da comunicação    externa e interna para alcançar as metas da empresa, ao passo que a CE se define    mais na perspetiva das metas a alcançar e das decisões a adotar para o efeito,    o que implica a adoção de ações da comunicação holística ou integral, sendo    esta, de facto, a relação que as liga (Carrillo, 2014).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um exemplo de aplicação da CE diz respeito às    mensagens sobre iniciativas corporativas éticas e socialmente responsáveis,    as quais, de acordo com a literatura, são suscetíveis de evocar reações fortes    e muitas vezes positivas entre os <i>stakeholders</i> de uma organização (Morsing    & Schultz, 2006). Para Morsing (2006), o papel da comunicação corporativa em    matéria de Responsabilidade Social Corporativa (RSC), ou seja, a comunicação    que foi projetada e distribuída pela própria empresa sobre os seus esforços    de Responsabilidade Social, tem sido negligenciado. A autora vai mais longe    sugerindo que a comunicação de esforços corporativos de RSC a <i>stakeholders</i>    externos é uma das atuais estratégias de comunicação mais poderosas disponíveis    para melhorar a identificação dos colaboradores internos de uma organização    ou de causar a sua <i>desidentificação</i>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De forma sucinta, a RSC – e por conseguinte a    sustentabilidade corporativa – referem-se às atividades da empresa, voluntárias    por definição, que demonstram a inclusão das preocupações sociais e ambientais    nas operações de negócios e nas interações com os <i>stakeholders</i> (van Marrewijk,    2003). Complementarmente, para Galbreath (2006 citado em Hancock, 2015) a RSC    é, em última instância, uma questão estratégica, visto que os clientes estão    mais exigentes quanto, por exemplo, a qualidade dos produtos e a performance    das empresas ao nível ambiental (Jurišová & Durková, 2012). Assim, compreende-se    a utilização da comunicação efetiva das ações de RSC, de forma estratégica,    a fim de proporcionar a compreensão e o reconhecimento do valor de uma empresa,    impactando a sua identidade e imagem corporativa (Jurišová & Durková, 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Se (i) a sobrevivência de uma empresa na sociedade    moderna parece exigir uma consciência da RSC como parte da estratégia (Galbreath,    2006 citado em Hancock, 2015), se (ii) a RSC está cada vez mais ligada ao desempenho    financeiro das instituições (Hancock, 2015) e (iii) à capacidade de criação    de valor de uma empresa (Lubin & Esty, 2010 citado em Hancock, 2015), sendo    também (iv) um dos fatores mais importantes que influenciam a sua imagem (Jurišová    & Durková, 2012), considera-se tratar de uma ferramenta relevante no campo da    CE, com um impacto incontornável para as organizações.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">De forma a compreender a relevância da RSC, os    próximos tópicos estarão destinados a balizar melhor este conceito.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>2. Enquadramento teórico</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Embora a RSC tenha uma história longa, é a partir    dos anos 50 que passa a evoluir de forma mais significativa (Farcane & Bureana,    2015), com a consciencialização de parte da sociedade e das empresas sobre a    notoriedade de organizações não-governamentais – como por exemplo a Organização    das Nações Unidas (ONU) e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento    Económico (OECD) (Farcane & Bureana, 2015) – e de temas como a filantropia,    a melhoria das condições de trabalho para os empregados e as relações com os    consumidores e os acionistas (Carroll, 2008). Esta evolução da RSC pôde ser    observada também através da utilização de diferentes termos por parte das empresas    – como a sensibilidade social corporativa e a performance social corporativa,    por exemplo (Farcane & Bureana, 2015), e ainda a adoção de reportes sociais    e ambientais por parte das mesmas (Katsoulakos et al., 2004).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Segundo Madrakhimova (2013), na década de 90    a ideia da RSC tornou-se quase universalmente aceite, estando cada vez mais    orientada para as expectativas de cidadãos, consumidores, autoridades públicas    e investidores (Katsoulakos et al., 2004). Relativamente aos anos 2000 em diante,    Madrakhimova (2013) indica que este período foi caracterizado pelo posicionamento    da RSC como uma questão estratégica, uma espécie de fenómeno global, com evidente    crescimento e interesse deste conceito na comunidade europeia (Carroll, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Realçando este pressuposto de orientação da RSC    para diferentes <i>stakeholders</i> (Katsoulakos et al., 2004), acrescentamos    a análise de Hallahan et al. (2007), que avalia a CE como o campo que estuda    o uso que as organizações fazem da comunicação planeada, controlada e persuasiva,    analisando a aplicação intencional da comunicação para o cumprimento da missão    da organização enquanto ator social. Ora, se a RSC tem em atenção as expectativas    de diferentes intervenientes da sociedade e se a CE eleva-se como uma ferramenta    de suporte ao fortalecimento das empresas enquanto elementos de relevo no campo    social, trata-se, para nós, de uma relação que poderá contribuir positivamente    para as organizações. Adicionalmente, trazemos à tona a definição proposta por    Werther e Chandler (2013) – onde a RSC é vista como a &ldquo;responsabilidade das    empresas em atender às necessidades de seus <i>stakeholders</i> e a responsabilidade    entre as partes interessadas em manter as empresas responsáveis por suas ações&rdquo;    – e a consideração de Argenti, Howell & Beck (2005, p. 83) que veem a CE como    a &ldquo;comunicação alinhada com a estratégia global da empresa, por forma a alcançar    o seu posicionamento estratégico&rdquo;. Em ambos os casos, notamos novamente o elo    existente entre RSC e CE, sobretudo no que concerne ao cumprimento de determinados    objetivos por parte das instituições.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao longo da análise evolutiva da RSC e mediante    o estudo desta temática, afirmamos que é possível notar que muitas práticas    desenvolvidas sob a chancela da RSC estão assentes em dois grandes temas em    particular: a ética dos negócios e a sustentabilidade. A ética, intrinsecamente    ligada ao comportamento humano e à dinâmica da sociedade, obviamente enquadrou-se    no <i>modus operandi</i> das empresas ao longo do tempo, sendo uma espécie de    fio condutor das práticas de RSC estabelecidas; a sustentabilidade, por sua    vez, amplamente relacionada com o meio ambiente e com as questões socioeconómicas,    também encontrou na RSC um caminho de desenvolvimento dentro das instituições    estando, por conseguinte, os dois conceitos, numa posição de edificação da RSC.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tal avaliação permite-nos assinalar que, quer    a ética dos negócios quer a sustentabilidade são eixos importantes para a RSC,    tendo ambos contribuído em larga escala para o seu desenvolvimento. A análise    empírica de um conjunto de autores como, por exemplo, Longo et al. (2016), Diesendorf    (2000), Safwat (2015), Mihailovic et al. (2015) e Carroll (p. ex.: 2008) corroboram    este argumento, de que a ética dos negócios e a sustentabilidade estão na génese    do conceito de RSC, servindo como suporte para a compreensão do seu desenvolvimento    e da sua aplicabilidade nos dias atuais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>2.1. Ética dos negócios / Ética emprpresarial</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A ética corresponde ao estudo de questões e escolhas    morais (Kanicki & Kreitner, 2009 citado em Fening et al., 2015), com ênfase    na determinação daquilo que é certo ou errado (Ferrell et al., 2002). No âmbito    empresarial ou dos negócios, trata-se do estudo das regras, padrões e princípios    que proporcionam um comportamento empresarial moralmente aceite (Fening et al.,    2015). Assim, a ética dos negócios faz parte da tomada de decisão em todos os    níveis de trabalho e de gestão, estando incorporada nas operações de uma organização    (Ferrell et al., 2013).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Berenbeim (2000 citado em Fening et al., 2015)    cita três tendências que poderão justificar a crescente importância da ética    dos negócios: a globalização dos mercados e a necessidade de princípios básicos    universalmente aceitáveis, a incorporação destes códigos como parte do <i>corporate    governance</i> e a melhoria dos níveis de alfabetização ética dos gestores das    instituições.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Segundo Sroska e Lorinczy (2015), a ética dos    negócios e a RSC são conceitos frequentemente utilizados para referir a mesma    atividade de negócios, premissa esta corroborada por Safwat (2015). A capacidade    de equilibrar as obrigações da empresa para que haja uma concordância entre    as partes interessadas é bastante consistente com a RSC e a ética do negócio    (Carroll, 2015). Carroll (1998) afirma que a orientação ética também faz parte    da RSC, evidenciando a relação entre tais termos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante desta evidente sinergia, avaliamos que    não há, no nosso entendimento, uma justaposição entre ética e RSC, mas sim uma    capacidade da RSC em absorver e aplicar os princípios e valores éticos na sua    essência, servindo a ética como elemento precedente e basal para a consolidação    da RSC, tal como corroborado anteriormente.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>2.2. Sustentabilidade e Desenvolvimento Sustentável</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma definição sobre o desenvolvimento sustentável    que tem sido amplamente divulgada e aceite como autoritária (Basiago, 1999)    é a da &ldquo;Brundtland Comission Report&rdquo;, onde afirma-se que este conceito trata    do &ldquo;…desenvolvimento que atenda às necessidades do presente sem comprometer    a capacidade das futuras gerações de satisfazerem as suas próprias necessidades&rdquo;    (1987 citado em Basiago, 1999, p. 148).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim, o desenvolvimento sustentável é aquele    representado pela gestão do uso humano da biosfera, de forma que a mesma possa    produzir o maior benefício sustentável para apresentar às gerações, mantendo    um potencial para satisfazer as necessidades e aspirações das gerações futuras    (Eblen & Eblen, 1994 citado em Basiago, 1999).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativamente à sustentabilidade, a definição    deste conceito tem evoluído ao longo da última década, tendendo a incluir componentes    sociais, ambientais, de governança e económicos (p. ex. Pfeffer, 2010 citado    em Alon & Vidovic, 2015). Os princípios da sustentabilidade implicam objetivos    e políticas diferenciadas nas principais áreas do desenvolvimento económico,    incluindo a população, a agricultura, energia, indústria, sistemas e recursos    renováveis (Harris, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A abrangência deste termo está relacionada com    a sua adesão por parte das empresas (Pfeffer, 2010 citado em Alon & Vidovi,    2015): segundo a pesquisa elaborada pelo &ldquo;MIT Sloan Management Review&rdquo; e pelo    &ldquo;Boston Consulting Group&rdquo;, 67% das empresas afirmaram que a sustentabilidade    é a chave para o sucesso competitivo (Economist, 2012 citado em Alon & Vidovic,    2015). Para Lubin & Esty (2010), esta é uma grande tendência que irá abranger    todas as funções, linhas de negócios e funcionários, sendo uma importante influência    na inovação de produtos, no planeamento estratégico e nas estratégias de marketing    (Alon & Vidovic, 2015).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Consequentemente, aponta-se para uma nova síntese    do desenvolvimento sustentável (Harris, 2003), onde a sustentabilidade é conceituada    através de metáforas como ‘três pilares da sustentabilidade’ ou um ‘triângulo    de desenvolvimento sustentável’, por exemplo. A visão de cada uma destas conceções    é similar, uma vez que está circunscrita em fatores ambientais, económicos e    sociais (Longo et al., 2016). Tal perspetiva, rotulada como <i>triple bottom    line</i> pela comunidade empresarial, tem recebido uma atenção significativa    por parte de agências governamentais, organizações internacionais, empresas    e universidades, que empregam esta abordagem para planear e comunicar suas filosofias    e práticas sustentáveis (Dawe & Ryan, 2003 citado em Longo et al., 2016).</font></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="i1"></a> <img src="/img/revistas/mj/v18n33/18n33a03i1.jpg">      
<p>&nbsp;</p>     <p></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dentro desta análise sobre a sustentabilidade,    cabe destacar o papel importante da CE no fortalecimento de práticas de desenvolvimento    sustentável. Segundo o estudo &ldquo;Strategic Communication for a Sustainable Development&rdquo;    (GTZ Rioplus, 2006), a CE pode, por exemplo, sensibilizar e apoiar questões    de desenvolvimento sustentável, acelerar e melhorar o comportamento das pessoas    neste âmbito e persuadir os tomadores de decisão (p. ex.: gestores corporativos    e governamentais) a considerarem práticas mais sustentáveis, entre outras vantagens.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>3. A Responsabilidade Social Corporativa</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 2006, Alexander Dahlsrud apresentou um estudo    onde indica 37 diferentes definições sobre o conceito de RSC. Tais interpretações    são provenientes de uma extensa revisão de literatura, cujo resultado aponta    que tais premissas estão assentes em cinco dimensões: ambiental, social, económica,    <i>stakeholders</i> e voluntariado (Dahlsrud, 2006). O <a href="#q1">Quadro    1</a> mostra as cinco definições mais citadas deste conjunto.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q1"></a> <img src="/img/revistas/mj/v18n33/18n33a03q1.jpg">      
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para além de um extenso corpo de definições,    o conceito de RSC abarca ainda um conjunto alargado de características e vantagens.    Por exemplo, segundo Witkowska (2016) há seis características-chave da RSC que    representam um grande consenso por parte dos investigadores e <i>stakeholders</i>:    a RSC é voluntária, está focada na integração/gestão de efeitos externos, rotula    os vários grupos de <i>stakeholders</i>, possui a necessidade de integrar a    responsabilidade social, ambiental e económica nas operações de negócio e na    tomada de decisões do dia-a-dia, deve ser inserida na prática e nos valores    de uma empresa e, por fim, vai além da filantropia, estando focada também nas    considerações operacionais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para Siegel e Vitaliano (2007) a RSC trata do    envolvimento da empresa em atividades que vão além daquilo que é requerido por    lei assegurando, consequentemente, vantagem competitiva, reconhecimento, uma    melhor imagem, fiabilidade e comportamento filantrópico. Já Singh e Narwal (2012    citado em Skypalová & Kucerová, 2014) salientam que a forte competitividade,    os níveis de incerteza dos mercados globais e a necessidade de bons indicadores    de notoriedade são alguns aspetos que levam as instituições a desenvolverem    iniciativas para criarem imagens mais favoráveis – o que pode ser feito, em    larga escala, através da RSC.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Inúmeros estudos sobre a influência das iniciativas    de RSC (p. ex. Brown & Dacin, 1997 citado em Papafloratos, 2004) mostram que    uma imagem positiva da RSC pode melhorar a avaliação dos produtos por parte    do consumidor. Na verdade, os autores indicam que uma empresa confiável e honesta    poderá produzir produtos melhores, o que potencia a RSC como um sinal de confiabilidade    e honestidade, tornando-se uma forma de diferenciar o produto – uma espécie    de publicidade – que auxilia a estabelecer ou sustentar a lealdade à marca (Siegel    & Vitaliano, 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Evidentemente que esta nova categorização de    produtos e serviços possui uma influência considerável no comportamento do consumidor,    sobretudo pelo facto da RSC estar orientada para os consumidores e envolver    atributos intangíveis, como a reputação para a qualidade ou confiança (Mc Williams    & Siegel, 2001). De acordo com Papafloratos (2004), é comummente aceite que    a forma como o público vê uma empresa é influenciada pelo quão responsável a    mesma é, e o consumidor moderno demanda uma melhor contribuição social por parte    dos negócios (Dalhsrud, 2006).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para além dos evidentes benefícios para as empresas,    são destacadas ainda as vantagens da RSC no que concerne ao âmbito social: Porter    e Kramer (2011) assinalam que a RSC reflete os esforços estratégicos de uma    empresa para criar valor económico e também para a sociedade, sobretudo no que    diz respeito às suas necessidades e desafios. Sobre este ponto, compreendemos    que a CE poderá ser um meio importante para a consolidação da criação de valor,    uma vez que representa um processo de comunicação ativo, envolvendo a partilha    de mensagens da empresa para o público-alvo, a fim de moldar a sua opinião de    forma positiva (Seyitoglu & Yuzbasioglu, 2015). Por outras palavras, entendemos    que as ações de RSC poderão ser ainda mais potenciadas pela CE no que concerne    ao cumprimento de objetivos estratégicos que envolvam, por exemplo, questões    sociais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Adicionalmente, serão apresentados a seguir alguns    temas que integram a RSC, sendo uma mais-valia e uma importante contribuição    para o entendimento deste conceito.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>3.1. Cidadania Corprporativa</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A inclusão da cidadania corporativa nesta análise    parte de várias premissas. Para Carroll, e na sua obra &ldquo;The Four Faces of Corporate    Citizenship&rdquo; (1998), a cidadania corporativa possui as mesmas quatro faces da    RSC – económica, legal, ética e filantrópica (Carroll, 1998)<a name="top1"></a><sup><a href="#1">1</a></sup>,    tal como mostra a <a href="#i2">Imagem 2</a>, sendo portanto ambos os conceitos    referentes à mesma matéria.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="i2"></a> <img src="/img/revistas/mj/v18n33/18n33a03i2.jpg">      
<p>&nbsp;</p>     <p></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="i3"></a> <img src="/img/revistas/mj/v18n33/18n33a03i3.jpg">      
<p>&nbsp;</p>     <p></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A segunda premissa que justifica a presença do    tema é que também para Arifi et al. (S.d.), a cidadania corporativa e a RSC    são termos intercambiáveis, sobretudo na prática: a cidadania corporativa tem    sido introduzida no discurso da RSC nos últimos anos (Matten et al., 2003),    sendo a extensão de uma visão bastante seletiva da RSC (Birch, 2001 citado em    Matten et al., 2003). Segundo estes autores, o rótulo ‘cidadania corporativa’    surge como uma espécie de <i>rebranding</i> da RSC, relançando ideias já existentes    sobre o diálogo entre negócios e sociedade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Complementarmente e, da nossa parte, é importante    salientar que a inclusão do tópico dentro da temática da RSC está assente sobretudo    na ambiguidade evidenciada entre esta e a cidadania corporativa. A afirmação    de Carroll (2015) – que indica que a ampla utilização e a elasticidade do conceito    de RSC devem-se, consideravelmente, a subtemas que advém deste movimento [como    a cidadania corporativa, por exemplo], ora com fins de competição, ora em vias    de complementaridade ou substituição, mas sempre refletindo a ideia central    da RSC (Carroll & Shabana, 2010 citado em Witkowska, 2016) – teve um grande    peso na eleição da cidadania corporativa como um elemento que agrega valor para    a compreensão do conceito de RSC.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Acerca de tal relação estreita entre os conceitos    de RSC e cidadania corporativa, a nossa opinião vai fortemente de encontro com    a premissa de Matten et al. (2003): a chancela ‘cidadania corporativa’ emerge    como um <i>rebranding</i> da RSC, permitindo um novo enquadramento de debate    sobre ideias que envolvem negócios e sociedade. Se por um lado há o entendimento    de que o surgimento destes subtemas como a cidadania corporativa poderá descentralizar    e ampliar ainda mais o espectro de conceitos sinónimos à RSC – levando a uma    posição desconexa onde diferentes abordagens tratam do mesmo objeto –, por outro    poderá acrescer a força da RSC como uma temática extensa, ativa e em constante    evolução, sendo um reflexo do seu tempo e das transformações da sociedade. Ora,    se a RSC é ampla e abarca múltiplos conceitos, sendo constantemente revista    e avaliada pelo meio académico, com uma notável contribuição prática para os    negócios e a sociedade, parte-se do pressuposto que é válida a sua associação    à RSC, seja pela complementaridade ou reforço, seja nos casos de substituição    que, por sua vez, também evidenciam a essência da Responsabilidade Social. Nota-se    que estamos diante de um tema de grande importância, quer sejam as suas ideias    oriundas do título ‘cidadania corporativa’ ou do título ‘RSC’. Assim, e tendo    em consideração a literatura revista sobre o tema, entende-se que é pertinente    acrescentar este tópico no presente trabalho.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O termo ‘cidadania corporativa’ designa as iniciativas    empreendidas pelas empresas para uma atuação mais responsável na sociedade (Swaen    & Maignan, 2000). Trata-se de um processo de &ldquo;identificar, analisar e responder    às responsabilidades sociais, políticas e económicas de uma empresa, definidas    por lei e por políticas públicas, por expectativas dos <i>stakeholders</i> e    atos voluntários que fluem dos valores corporativos e das estratégias do negócio&rdquo;    (Post, 2000 citado em Schwartz & Carroll, 2007, p. 164).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Embora o termo ‘cidadania corporativa’ seja constantemente    utilizado, nenhuma definição única foi amplamente aceite, conforme indica o    estudo de Swaen & Maignan (2000), o que poderá evidenciar novamente a dificuldade    de diferenciação entre ambos os conceitos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>3.2. Filantropia Corprporativa</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A filantropia corporativa é uma forma de demonstrar    os valores representados pela empresa (Schwartz & Carroll, 2003 citado em Leisinger    & Schmitt, 2012), sendo uma parte do negócio corporativo social (Mihaljevic    & Tokic, 2015) ligada à disponibilização direta e não reembolsável de dinheiro,    bens ou serviços, com envolvimento dos funcionários, a fim de alcançar algum    objetivo social (Bruch & Walter, 2005 citado em Mihaljevic & Tokic, 2015).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A evolução da filantropia corporativa na última    década (OECD, 2014 citado em Asian Development Bank, 2015) pode ser encarada    como uma revisão da relação entre negócios e sociedade (Safwat, 2015), estando    este conceito intrinsecamente ligado aos investimentos sociais estratégicos    (Leisinger & Schmitt, 2012). Para Schuyt (2010), há três fatores que podem explicar    o <i>‘revival’</i> da filantropia: o primeiro, de natureza económica – o mundo    industrializado tem uma riqueza incalculável, porém distribuída de forma desigual;    o segundo, a demografia – muitos países estão a lutar contra o envelhecimento    das suas populações, ao passo que o tamanho das famílias está a diminuir –;    e por fim o terceiro fator, sociocultural – a consciência da cidadania e o sentimento    de interdependência num mundo global fortalecem a prática filantrópica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nota-se, assim, que há uma relação evidente entre    a filantropia corporativa e a RSC. Sobre este enquadramento, Leisinger e Schmitt    (2012) afirmam que, tal como acontece com a RSC, a filantropia corporativa é    também um termo abrangente, que inclui uma série de valores, interesses, mentalidades    e abordagens alternativas. O pluralismo da definição, segundo estes autores,    dá origem a interpretações distintas e comparações entre ambos os conceitos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para Safwat (2015) muitas noções como a ética    empresarial, a filantropia corporativa e a RSC são utilizadas indistintamente    para descrever a relação entre negócios e sociedade, embora cada uma tenha um    objetivo diferente. Lin-Hi (2010 citado em Safwat, 2015) indica a existência    de um argumento proeminente sobre a filantropia corporativa ser um sinónimo    da RSC, o que é uma conceção enganosa, visto que a RSC é muito mais do que a    atividade filantrópica.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>3.3. Voluntariado</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Basil et al. (2008 citado em Madison et al.,    2012) afirmam que a RSC é multifacetada e inclui inúmeras atividades, uma das    quais é o voluntariado promovido pelo empregador. Tal argumento permite-nos    indicar que o voluntariado poderá ser outro tema de relevo para compreender    a dinâmica da RSC, sobretudo de forma mais prática, sendo os próximos parágrafos    destinados a fundamentar melhor esta ideia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Nas duas últimas décadas, o voluntariado dos    funcionários tornou-se comum em muitas empresas. Em média, nove em cada dez    instituições nos Estados Unidos incorporam programas de voluntariado de funcionários    nas suas práticas de negócio (Boccalandro, 2009 citado em McCallum et al., 2013).    A RSC tem sido mencionada como um fator significativo de infraestrutura para    o voluntariado (European Volunteer Center, 2012 citado em Krasnopolskaya, 2014),    que é cada vez mais compreendido como uma forma das empresas demonstrarem o    seu empenho na comunidade (McCallum et al., 2013).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Numa perspetiva geral, o conceito de voluntariado    refere-se à prestação de serviços por escolha ou livre arbítrio para o benefício    da comunidade, por um indivíduo, grupo ou instituição, sem necessariamente esperar    ganho monetário (Points of Light Institute, 2011). Globalmente, o voluntariado    corporativo está a consolidar-se como uma prática de atividade socialmente responsável    cada vez mais comum entre organizações comerciais (Allen, 2004 citado em Krasnopolskaya,    2014): numerosas empresas reconhecem e consideram a RSC como uma iniciativa    estratégica, incentivando assim os seus funcionários a se voluntariarem a causas    ligadas à caridade (p.ex.: Epstein et al., 2010 citado em Madison et al., 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Compreende-se que todos os benefícios citados    anteriormente, quer ao nível da empresa, quer dos funcionários ou da sociedade,    não deixam dúvidas quanto ao cariz socialmente responsável destas iniciativas,    pelo que, para nós, o voluntariado pode ser considerado uma forma prática de    se exercitar a Responsabilidade Social. A análise presente no estudo &ldquo;European    Volunteer Center&rdquo; (2012) e nos trabalhos de investigação de McCallum et al.    (2013), Wild (1993), Lee (2013), Krasnopolskaya (2014) e Grant (2012), por exemplo    – que enfatizam a prática do voluntariado em favor da sociedade – poderão reforçar    tal ideia, contribuindo ainda para fundamentar a consideração do voluntariado    como um tema importante para este artigo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>3.4. Gestão dos <i>Stakeholders</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A teoria do stakeholder (Freeman, 1984) está    associada ao conceito de stockholder (ou acionista), que simboliza indivíduos    que possuem ações próprias na empresa, tendo certos direitos e privilégios que    devem ser garantidos através dos gestores da instituição (Freeman & Mc Vea 2001).    Através desta lógica, o conceito de <i>stockholder</i> reivindica que o propósito    da empresa é maximizar o bem-estar dos acionistas, reforçando a sua primazia    (Freeman & Mc Vea, 2001).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entretanto, e segundo Fagerdtröm (2016), esta    maximização de valor dos stockholders tem mudado gradativamente para a perspetiva    dos <i>stakeholders</i>, onde a empresa é responsável por criar valor adicional    a outros intervenientes; por outras palavras, há uma generalização da noção    do acionista, privilegiando o facto de que não é suficiente para os gestores    manterem o foco apenas nos interesses dos acionistas. Há um benefício para as    instituições que são envolvidas em certas atividades não financeiras que os    <i>stakeholders</i> julguem interessantes, uma vez que estes representam um    grande suporte à empresa (Mc Williams et al., 2005).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os <i>stakeholders</i> são grupos que possuem    uma participação ou reivindicação na empresa (Freeman & Mc Vea, 2001), ou seja,    têm interesse na decisão de negócios e operações (Carroll, 2015), como, por    exemplo, os trabalhadores, consumidores, fornecedores, organizações comunitárias    locais, etc. (Mc Williams et al., 2005). Uma das definições de maior destaque    no meio académico é a de Freeman (1984 citado em Fontaine et al., 2006), que    define os <i>stakeholders</i> como qualquer grupo ou indivíduo que afeta ou    é afetado pela realização dos objetivos de uma organização. Numa de suas definições    mais recentes, este autor afirma que os <i>stakeholders</i> são grupos vitais    para a sobrevivência e o sucesso da empresa (Fontaine et al., 2006).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Parte-se do pressuposto de que uma organização    tem o dever de considerar os interesses de consumidores, empregados, acionistas,    comunidade e aspetos ecológicos em todos os enquadramentos das suas operações    (Omran & Ramdhony, 2015). Assim, e com base nestas asserções, acrescenta-se    a gestão dos <i>stakeholders</i> neste artigo como um tópico que colabora em    larga escala para o entendimento da RSC. Na nossa opinião, a gestão dos <i>stakeholders</i>    consegue sintetizar um pilar importante da RSC, que é a valorização dos diferentes    intervenientes que se relacionam com a empresa, premissa esta que vai de encontro    aos argumentos de autores como Mc Williams et al. (2005), Freeman (1984), entre    outros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A interdependência entre a RSC e a teoria do    stakeholder é observada através de diferentes análises: para Fagerdtröm (2016),    a RSC pode ser vista como um dos grandes fatores na criação de benefícios a    longo prazo para <i>stakeholders</i>; segundo Deegan (2013 citado em Omran &    Ramdhony, 2015), há um ramo ético de gestão das empresas que assinala que todos    os <i>stakeholders</i> tenham o direito de conhecer as implicações sociais e    ambientais das operações das empresas em todos os momentos; para Fontaine et    al. (2006), um aspeto importante da RSC é como as empresas interagem com os    seus <i>stakeholders</i>, integrando preocupações sociais e ambientais na estratégia    de negócio.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Por fim, e não menos importante, destacamos a    clara relação entre a gestão dos <i>stakeholders</i>, que compõe o espectro    da RSC, e a CE. Ora, se a CE impacta diferentes públicos-alvo a fim de cumprir    determinados objetivos, indo além da simples comunicação unidirecional (Seyitoglu    & Yuzbasioglu, 2015), e se a gestão dos <i>stakeholders</i> está assente justamente    na relação estratégica entre a empresa e os seus diferentes intervenientes,    parece-nos incontornável a interseção destes temas, sobretudo pela paridade    entre ambos no que toca aos seus objetivos centrais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>4. Conclusão</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao analisar a origem, o desenvolvimento da RSC    e os conceitos que dela advém, interpreta-se que esta tem evoluído em importância,    facto evidenciado pela sua larga aplicabilidade, bem como pelo grande interesse    académico registado sobre o tema. A corroborar a relevância deste tema, ressaltamos    os contributos de Lubin e Esty (2010), Witkowska (2016), Siegel e Vitaliano    (2007), Mc Williams e Siegel (2001) e Porter e Kramer (2011) que, através do    resultado das suas investigações, puderam relacionar a RSC à criação de valor.    Ainda ao nível do impacto da RSC na identidade e na imagem corporativa, recordamos    as ponderações de Singh e Narwal (2012) e Brown e Dacin (1997), cujos trabalhos    têm em comum a associação da RSC à imagem positiva das empresas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para além da pertinência incontornável desta    temática, outro ponto importante a acentuar é o vínculo existente entre RSC    e CE. No decorrer da reflexão sobre a RSC foram identificadas circunstâncias    que evidenciam esta relação: ambos os conceitos beneficiam-se desta sinergia,    potenciando sobretudo o cumprimento de objetivos estratégicos. Tal como indicam    as considerações de Morsing (2006), os esforços corporativos de RSC a <i>stakeholders</i>    externos representam uma poderosa estratégia de comunicação interna e externa.    Também a conjugação das análises de Jurišová e Durková (2012), Katsoulakos et    al. (2004), Hallahan et al. (2007), Argenti, Howell e Beck (2005) e Seyitoglu    e Yozbasioglu (2015), por exemplo, permitem a compreensão de que RSC e CE podem    oferecer um suporte valioso à orientação estratégica das empresas, sendo ambos    os conceitos ferramentas de relevo na criação de <i>outputs</i>, tal como a    compreensão e o reconhecimento do valor de uma empresa, impactando consequentemente    a sua identidade e imagem corporativa (Jurišová e Durková, 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em conclusão, acredita-se que não há dúvidas    quanto ao potencial e à relação intrínseca de ambos os conceitos. Pela robustez    que adquire ao nível conceptual, abarcando temáticas como por exemplo a ética,    a sustentabilidade e a cidadania corporativa, a RSC assume um papel preponderante    ao moldar a identidade própria da organização, influenciando a sua essência    e aspetos <i>core</i> da sua performance, sobretudo quando desenvolvida por    meio e em consonância com a CE. A acrescentar a este espectro os benefícios    da RSC ao nível social, com impactos evidentes para diferentes <i>stakeholders</i>,    recomenda-se que corporações, profissionais das referidas áreas e académicos    continuem a investir nas sinergias decorrentes da proximidade entre RSC e CE,    de forma a capturarem cada vez mais benefícios derivados das práticas socialmente    responsáveis e do uso estratégico das mesmas, tendo como fio condutor a CE.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Alon, A., & Vidovic, M. (2015). Sustainability    performance and assurance: Influence on reputation. <i>Corporate Reputation    Review, 18</i>(4), 337-352.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899142&pid=S2183-5462201800020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Argenti, P., Howell, R., & Beck, K. (2005). The    Strategic Communication Imperative. <i>MIT Sloan Management Review, 46</i>(3).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899144&pid=S2183-5462201800020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Arifi, F., Frei C., & Flueckiger, O. (n.d.).    <i>Corporate Citizenship: Theoretical Introduction</i>. Retrieved from <a href="http://www.business.uzh.ch/dam/jcr:ffffffff-8e67-00b1-0000-00003638158e/Corporate_Citizenship.pdf" target="_blank">http://www.business.uzh.ch/dam/jcr:ffffffff-8e67-00b1-0000-00003638158e/Corporate_Citizenship.pdf</a>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899146&pid=S2183-5462201800020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><br>   </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Asian Development Bank (2015). <i>Asian Development    Outlook 2015 – Financing Asia’s Future Growth</i>. Retrieved from <a href="https://www.adb.org/sites/default/files/publication/154508/ado-2015.pdf" target="_blank">https://www.adb.org/sites/default/files/publication/154508/ado-2015.pdf</a>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899148&pid=S2183-5462201800020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><br>   </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Basiago, A. D. (1999). Economic, social, and    environmental sustainability in development theory and urban planning practice.    <i>The Environmentalist, 19</i>(2), 145-161.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899150&pid=S2183-5462201800020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carrillo, M. V. (2014). Comunicação Estratégica    no ambiente comunicativo das organizações atuais. <i>Comunicação e Sociedade</i>,    26, 71-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899152&pid=S2183-5462201800020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carroll, A. B. (1991). The Pyramid of Corporate    Social Responsibility: Toward the Moral Management of Organizational Stakeholders.    <i>Business Horizons, 34</i>(4), 39-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899154&pid=S2183-5462201800020000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carroll, A. B. (1998). The four faces of corporate    citizenship. <i>Business and Society Review</i>, 100/101, 1-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899156&pid=S2183-5462201800020000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carroll, A. B. (2008). A History of Corporate    Social Responsibility: Concepts and Practices. In Crane, A., McWilliams, A.,    Matten, D., Moon, J. & Siegel, D. (Eds.), <i>The Oxford Handbook of Corporate    Social Responsibility</i> (pp. 19-46). Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899158&pid=S2183-5462201800020000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carroll, A. B. (2015). Corporate Social Responsibility:    The centerpiece of competing and complementary frameworks. <i>Organizational    Dinamics, 44</i>(2),87-96. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.orgdyn.2015.02.002" target="_blank">10.1016/j.orgdyn.2015.02.002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899160&pid=S2183-5462201800020000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carroll, A. B., & Shabana, K. M. (2010). The    Business Case for Corporate Social Responsibility: A Review of Concepts, Research    and Practice. <i>International Journal of Management Reviews, 12</i>(1), 85-105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899161&pid=S2183-5462201800020000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Dahlsrud, A. (2006). How Corporate Social Responsibility    is Defined: An Analysis of 37 Definitions. <i>Corporate Social Responsibility    and Environmental Management, 15</i>(1), 1-13. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.1002/csr.132" target="_blank">10.1002/csr.132</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899163&pid=S2183-5462201800020000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Diesendorf, M. (2000). Sustainability and Sustainable    Development. In Dunphy, D., Benveniste, J., Griffiths, A., & Sutton, P. (Eds.),    <i>Sustainability: The Corporate Challenge of the 21st century</i> (pp. 19-37).    Sydney: Allen & Unwin.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899164&pid=S2183-5462201800020000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Elkington, J. (1998). Cannibals with Forks: The    Triple Bottom Line of 21st Century Business. <i>Environmental Quality Management,    8</i>(1), 37-51. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.1002/tqem.3310080106" target="_blank">10.1002/tqem.3310080106</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899166&pid=S2183-5462201800020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Epstein, M. J., Buhovac, A. M., & Yuthas, K.,    (2010). Implementing Sustainability: The Role of Leadership and Organizational    Culture. <i>Strategic Finance</i>, 41-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899167&pid=S2183-5462201800020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fagerdtröm, P. (2016). <i>Analyzing sustainability    report by best performing companies in global sustainability indices – Describing    the contents and appearance of the reports</i> (Master’s thesis, University    of Helsinki,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899169&pid=S2183-5462201800020000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Faculty of Science, Department of Geosciences and Geography).</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Farcane. N., & Bureana, E. (2015). History of    Corporate Social Responsibility Concept. <i>Annales Universitatis Apulensis    Series Oeconomica, 2</i>(17), 31-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899171&pid=S2183-5462201800020000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fening, F. A., Appiah, M. A., & Frempong, E.    O. (2015). The Role of Business Ethics on Business Practices in Ghana. <i>The    International Journal of Business & Management, 3</i>(9), 47-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899173&pid=S2183-5462201800020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ferrell, O. C., Freadrich, J., & Ferrell, L.    (2002). <i>Business Ethics: Ethical decision making and cases</i> (3ª ed.).    MA: Houghton Mifflin Company.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fontaine, C., Haarman, A., & Schmid, S. (2006).    <i>Stakeholder Theory</i>. Retrieved from <a href="http://www.studymode.com/essays/Stakeholder-Theory-896607. html" target="_blank">http://www.studymode.com/essays/Stakeholder-Theory-896607.    html</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899176&pid=S2183-5462201800020000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Freeman, R. E. (1984). <i>Strategic management:    A stakeholder approach</i>. Boston: Pitman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899177&pid=S2183-5462201800020000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Freeman, R. E., & McVea, J. (2001). <i>A Stakeholder    Approach to Strategic Management</i>. Darden Business School, Working Paper    01-02. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.263511" target="_blank">10.2139/ssrn.263511</a></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GTZ Rioplus (2006). <i>Strategic Communication    for Sustainable Development</i>. Retrieved from <a href="https://www.cbd.int/cepa/toolkit/2008/doc/strategic%20communication%20for%20sustainable%20development.pdf" target="_blank">https://www.cbd.int/cepa/toolkit/2008/doc/strategic%20communication%20for%20sustainable%20development.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899180&pid=S2183-5462201800020000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hallahan, K., Holtzhausen, D., van Ruler, B.,    Vercic, D. & Sriramesh, K. (2007). Defining Strategic Communication. <i>International    Journal of Strategic Communication, 1</i>(1), 3-35. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.1080/15531180701285244" target="_blank">10.1080/15531180701285244</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899181&pid=S2183-5462201800020000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hancock, H. (2015). <i>Corporate Social Responsibility    & Strategy</i>. Institute of Business Ethics. Retrieved from <a href="https://www.ibe.org.uk/userassets/otherpdfs/ugwinner2015.pdf" target="_blank">https://www.ibe.org.uk/userassets/otherpdfs/ugwinner2015.pdf</a>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899182&pid=S2183-5462201800020000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><br>   </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Harris, J. M. (2003). Sustainability and Sustainable    Development. In A.C. Aitken (Ed.), <i>Internet Encyclopaedia of Ecological Economics</i>.    Publisher: International Society for Ecological Economics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899184&pid=S2183-5462201800020000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Jurišová, V., & Durková, K. (2012). CSR communication    and its impact on corporate image. <i>Review of Applied Socio-Economic Research,    4</i>(2), 145-149.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899186&pid=S2183-5462201800020000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Katsoulakos P.; Koutsodimou, M.; Matraga, A.    & Williams, L. (2004). <i>A historic perspective of the CSR movement</i>. CSRQuest    Sustainability Framework. Retrieved from <a href="http://www.csrquest.net/uploadfiles/1D.pdf" target="_blank">http://www.csrquest.net/uploadfiles/1D.pdf</a>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899188&pid=S2183-5462201800020000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><br>   </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Krasnopolskaya, I. (2014). Corporate Volunteering    and Its Influence on Employee Civil Engagement in Russia. <i>Higher School of    Economics Research Paper</i> No. WP BRP 39/SOC/2014. SSRN. Retrieved from <a href="https://ssrn.com/abstract=2425519" target="_blank">https://ssrn.com/abstract=2425519</a>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899190&pid=S2183-5462201800020000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><br>   </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lee, L. (2013). Employee Volunteer Programmes.    In Idowu S. O., Capaldi N., Zu L., Gupta A.D. (Eds.), <i>Encyclopedia of Corporate    Social Responsibility</i>. Springer-Verlag Berlin Heidelberg.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899192&pid=S2183-5462201800020000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Leisinger, K. M., & Schmitt, K. (2012). <i>Corporate    responsibility and Corporate philanthropy</i>. Retrieved from <a href="http://www.un.org/en/ecosoc/newfunct/pdf/leisinger-schmitt_corporate_responsibility_and_corporate_philanthropy.pdf" target="_blank">http://www.un.org/en/ecosoc/newfunct/pdf/leisinger-schmitt_corporate_responsibility_and_corporate_philanthropy.pdf</a>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899194&pid=S2183-5462201800020000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><br>   </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Longo, S.B., Clark, B., Shriver, T. E., & Clausen,    R. (2016). Sustainability and Environmental Sociology: Putting the Economy in    its Place and Moving Toward an Integrative Socio-Ecology. <i>Sustainability</i>,    8. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.3390/su8050437" target="_blank">10.3390/su8050437</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899196&pid=S2183-5462201800020000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Madison, T. F., Ward, S., & Royalty, K. (2012).    Corporate Social Responsibility, Organizational Commitment, and Employer-Sponsored    Volunteerism. <i>International Journal of Business and Social Science, 3</i>(1),    1-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899198&pid=S2183-5462201800020000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Madrakhimova, F. S. (2013). Evolution of the    concept and definition of corporate social responsibility. <i>Global Conference    on Business and Finance Proceedings, 8</i>(2), 113-118.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899200&pid=S2183-5462201800020000300034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Matten, D., Crane, A., & Chapple, W. (2003).    Behind the Mask: Revealing the True Face of Corporate Citizenship. <i>Journal    of Business Ethics, 45</i>(109).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899202&pid=S2183-5462201800020000300035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">McCallum, S., Schmid, M., & Price, L. (2013).    CSR: a case for employee skills-based volunteering. <i>Social Responsibility    Journal, 9</i>(3), 479-495.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899204&pid=S2183-5462201800020000300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">McWilliams, A., & Siegel, D. (2001). Corporate    Social responsibility: a theory of the firm perspective. <i>The Academy of Management    Review</i>, 26, 117-127.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899206&pid=S2183-5462201800020000300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">McWilliams, A., Siegel, D., & Wright, M. (2005).    Corporate Social Responsibility: Strategic Implications. Rensselaer Working    Papers in Economics 0506, <i>Rensselaer Polytechnic Institute</i>, Department    of Economics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899208&pid=S2183-5462201800020000300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mihailovic, B., Drago, C., & Simonovic, Z. (2015).    Role of Business Ethics in Management of Human Resources. <i>Ekonomika, 61</i>(1),    85-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899210&pid=S2183-5462201800020000300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mihaljevic, M., & Tokic, I. (2015). Ethics and    Philanthropy in the field of Corporate Social Responsibility Pyramid. <i>Interdisciplinary    Management Research</i>, 11, 799-807.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899212&pid=S2183-5462201800020000300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Morsing, M. (2006). Corporate social responsibility    as strategic auto-communication: on the role of external stakeholders for member    identification. <i>Business Ethics: A European Review, 15</i>(2), 171-182. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1467-8608.2006.00440. x" target="_blank">10.1111/j.1467-8608.2006.00440. x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899214&pid=S2183-5462201800020000300041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Morsing, M., & Schultz, M. (2006) Corporate social    responsibility communication: stakeholder information, response and involvement    strategies. <i>Business Ethics: A European Review, V. 15</i>, Nº 4, pp. 323-338.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899215&pid=S2183-5462201800020000300042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Omran, M., & Ramdhony, D. (2015). Theoretical    Perspectives in CSR Disclosure: <i>A Critical Review. International Journal    of Accounting and Financial Reporting, 5</i>(2), 38-55. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.5296/ijafr.v5i2.8035" target="_blank">10.5296/ijafr.v5i2.8035</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899217&pid=S2183-5462201800020000300043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Papafloratos, T. (2004). To What Extent Corporate    Social Responsibility Initiatives of the UK Mobile Phone Operators Influence    Students’ Buying Decisions. Unpublished Msc Thesis. University of Bath.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899218&pid=S2183-5462201800020000300044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Points of Light Institute (2011). <i>Social Impact    of Volunteerism</i>. Retrieved from <a href="http://www.pointsoflight.org/sites/default/files/site-content/files/social_impact_of_volunteerism_pdf.pdf" target="_blank">http://www.pointsoflight.org/sites/default/files/site-content/files/social_impact_of_volunteerism_pdf.pdf</a>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899220&pid=S2183-5462201800020000300045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><br>   </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Porter, M., & Kramer, D. (2006). Strategy and    Society: The link between Competitive Advantage and Corporate Social Responsibility.    <i>Harvard Business Review, 84</i>(12), 78-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899222&pid=S2183-5462201800020000300046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Safwat, A. M. (2015). Corporate Social Responsibility:    Rewriting the Relationship between Business and Society. <i>International Journal    of Social Sciences, IV</i>(1), 85-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899224&pid=S2183-5462201800020000300047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Schuyt, T. (2010). Philanthropy in European welfare    states: a challenging promise? <i>International Review of Administrative Sciences,    76</i>(4), 774-789. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.1177/0020852310381218" target="_blank">10.1177/0020852310381218</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899226&pid=S2183-5462201800020000300048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Schwartz, M. S., & Carroll, A. B. (2003). Corporate    Social Responsibility: A Three-Domain Approach. <i>Business Ethics Quarterly,    13</i>(4), 503-530.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899227&pid=S2183-5462201800020000300049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Seyitoglu, F., & Yuzbasioglu (2015). The Role    of Strategic Communication in Hospitality Industry – The Case of Antalya. <i>Journal    of Social Science Studies, 2</i>(2), 16-35. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.5296/jsss.v2i2.6526" target="_blank">10.5296/jsss.v2i2.6526</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899229&pid=S2183-5462201800020000300050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Siegel, D., & Vitaliano, D. (2007). An Empirical    Analysis of the Strategic Use of Corporate Social Responsibility. <i>Journal    of Economics and Management Strategy</i>, 016, 773-792. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1530-9134.2007.00157" target="_blank">10.1111/j.1530-9134.2007.00157</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899230&pid=S2183-5462201800020000300051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Skypalová, R., & Kucerová, R. (2014). Knowledge    and Application of Concept of the Corporate Social Responsibility in the Czech    Republic. <i>Procedia Economics and Finance</i>, 12, 607-615. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.1016/S2212-5671(14)00385-2" target="_blank">10.1016/S2212-5671(14)00385-2</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899231&pid=S2183-5462201800020000300052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Swaen V., & Maignan I. (2000). The Social Responsibility    Imperative. <i>European Business Forum</i>, 4, 18-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899232&pid=S2183-5462201800020000300053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">van Marrewijk, M. (2003). Concepts and definitions    of CSR and corporate sustainability: Between agency and Communion. <i>Journal    of Business Ethics, 44</i>(2), 95-105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899234&pid=S2183-5462201800020000300054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Werther, W. & Chandler, D. (2013). <i>Strategic    Corporate Social Responsibility</i>. SAGE Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899236&pid=S2183-5462201800020000300055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Wild, C. (1993). <i>Corporate Volunteer Programs:    Benefits to Business</i>. (Report Nº 1029). New York: Conference Boar.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Witkowska, J. (2016). Corporate Social Responsibility:    Selected Theoretical and Empirical Aspects. <i>Comparative Economic Research,    19</i>(1), 28-43. Doi:<a href="http://dx.doi.org/10.1515/cer-2016-0002" target="_blank">10.1515/cer-2016-0002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899239&pid=S2183-5462201800020000300057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido | Received | Recebido: 2017-02-18    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Aceite | Accepted | Aceptación: 2018-05-10</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Notas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="1"></a><a href="#top1">1</a> Note-se    que posteriormente Carroll substitui este modelo por outro (Modelo dos 3 Domínios    de RSC, Schwartz & Carroll, 2003), tal como mostra a <a href="#i3">Imagem 3</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana">Notas biográficas</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Anna Carolina Boechat é Jornalista, Mestre e    Doutoranda em Ciências da Comunicação, na vertente de Comunicação Estratégica,    pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade Nova de Lisboa.    Desenvolve atualmente uma investigação assente nas temáticas de Responsabilidade    Social Corporativa e Brand Equity. Tem como interesse investigar ainda as tendências    de Comunicação, Marketing e Comportamentos do Consumidor, sobretudo no meio    digital. A complementar o espectro académico, possui cerca de 10 anos de experiência    profissional exclusiva em Marketing e Comunicação, tendo contribuído em empresas    de diferentes mercados, assumindo variadas funções ao longo do tempo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ana Margarida Barreto é Professora Auxiliar na    Universidade NOVA de Lisboa, onde fez o seu doutoramento em Comunicação Estratégica.    Previamente completou estudos de pós-doutoramento na Universidade de Tel Aviv    sobre percepção, atenção e memória, e foi visiting scolar na Universidade do    Texas em Austin, na Universidade de Westminster, no King’s College de Londres    e na Universidade de Columbia. Os seus research interests incluem marketing,    comportamento do consumidor e comunicação estratégica. A autora trabalhou ainda    durante vários anos em departamentos e agências de comunicação, tanto em Portugal,    como em Espanha.</font></p>     ]]></body>
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