<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>2183-5462</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Media & Jornalismo]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Media & Jornalismo]]></abbrev-journal-title>
<issn>2183-5462</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Centro de Investigação Media e JornalismoFaculdade de Ciências Sociais e Humanas/Universidade Nova de Lisboa]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S2183-54622018000200007</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A comunicação interna estratégica como reforço da valorização das pessoas e seus níveis de engagement nas organizações]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The strategic internal communication as an reinforcement of the valorization of people and their levels of engagement in organizations]]></article-title>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[La comunicación interna estratégica como refuerzo de la valorización de las personas y sus niveles de chess de engagement en las organizaciones]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brandão]]></surname>
<given-names><![CDATA[Nuno Goulart]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="AFF"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="AF1">
<institution><![CDATA[,Universidade Católica Portuguesa Faculdade de Ciências Humanas ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Lisboa ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>11</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>11</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<volume>18</volume>
<numero>33</numero>
<fpage>91</fpage>
<lpage>102</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S2183-54622018000200007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S2183-54622018000200007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S2183-54622018000200007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O presente artigo assume uma atitude reflexiva sobre a importância da comunicação interna dever ser assumida nas organizações através de uma visão estratégica. No sentido de reforçar as suas inter-relações bidirecionais, numa efetiva gestão de relacionamentos, engagement e interesses mútuos, centrados na valorização das suas pessoas e seus comportamentos que permitam o estabelecimento de relações a longo prazo entre elas e as organizações que representam, contribuindo para uma maior humanização das organizações.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article assumes a reflective attitude about the importance of internal communication which should be assumed in the organizations through a strategic vision. In order to reinforce their bidirectional internal relations, in na effective management of relations, engagement and mutual interests, focused on the valorization of their people and their behaviors which allow the establishment of long term relations between them nd the organizations which they represent, contribuiting for a greater humanization of organizations.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[El presente artículo assume una actitud reflexiva sobre la importância de la comunicación interna y que esta debe ser assumida en las organizaciones a través de una visión estratégica. En el sentido de reforzar sus interrelaciones bidireccionales, en una efectiva gestión de relaciones, engagement e interes mútuos, centrados en la valorización de sus personas y sus comportamentos que permitan estabelecer relaciones a largo plazo entre ellas y las organizaciones que representan, contribuyendo para una mayor humanización de las organizaciones.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Comunicação organizacional]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[relações públicas]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[engagement]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[comunicação estratégica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[comunicação interna]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Organizational communication]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[public relations]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[engagement]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[strategic communication]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[internal communication]]></kwd>
<kwd lng="es"><![CDATA[Comunicación organizacional]]></kwd>
<kwd lng="es"><![CDATA[relaciones públicas]]></kwd>
<kwd lng="es"><![CDATA[engagement]]></kwd>
<kwd lng="es"><![CDATA[comunicación estratégica]]></kwd>
<kwd lng="es"><![CDATA[comunicación interna]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="3"><b><font size="2">ARTIGO</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>A comunicação interna estratégica como reforço    da valorização das pessoas e seus níveis de <i>engagement</i> nas organizações</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>The strategic internal communication as an    reinforcement of the valorization of people and their levels of <i>engagement</i>    in organizations</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>La comunicación interna estratégica como refuerzo    de la valorización de las personas y sus niveles de chess de <i>engagement</i>    en las organizaciones</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Nuno Goulart Brandão<sup>I</sup></b></font>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup> Universidade Católica Portuguesa,    Faculdade de Ciências Humanas, 1649-023 Lisboa, Portugal.<i> E-mail</i>: <a href="mailto:nunongb@fch.lisboa.ucp.pt">nunongb@fch.lisboa.ucp.pt</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <HR>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente artigo assume uma atitude reflexiva    sobre a importância da comunicação interna dever ser assumida nas organizações    através de uma visão estratégica. No sentido de reforçar as suas inter-relações    bidirecionais, numa efetiva gestão de relacionamentos, <i>engagement</i> e interesses    mútuos, centrados na valorização das suas pessoas e seus comportamentos que    permitam o estabelecimento de relações a longo prazo entre elas e as organizações    que representam, contribuindo para uma maior humanização das organizações.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Palavras-chave:</i></b> Comunicação organizacional;    relações públicas; <i>engagement</i>; comunicação estratégica; comunicação interna</font></p> <HR>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">This article assumes a reflective attitude about    the importance of internal communication which should be assumed in the organizations    through a strategic vision. In order to reinforce their bidirectional internal    relations, in na effective management of relations, engagement and mutual interests,    focused on the valorization of their people and their behaviors which allow    the establishment of long term relations between them nd the organizations which    they represent, contribuiting for a greater humanization of organizations.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Keywords:</i></b> Organizational communication;    public relations; engagement; strategic communication; internal communication</font></p> <HR>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMEN</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">El presente artículo assume una actitud reflexiva    sobre la importância de la comunicación interna y que esta debe ser assumida    en las organizaciones a través de una visión estratégica. En el sentido de reforzar    sus interrelaciones bidireccionales, en una efectiva gestión de relaciones,    <i>engagement</i> e interes mútuos, centrados en la valorización de sus personas    y sus comportamentos que permitan estabelecer relaciones a largo plazo entre    ellas y las organizaciones que representan, contribuyendo para una mayor humanización    de las organizaciones.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Palabras-clave:</i></b> Comunicación organizacional;    relaciones públicas; <i>engagement</i>; comunicación estratégica; comunicación    interna</font></p> <HR>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">As organizações têm de ser flexíveis, transparentes    e inclusivas, no sentido de reforçarem a sua conduta de boas práticas e coesão    interna ao serviço do progresso humano junto das suas diferentes partes interessadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para isso, o papel da comunicação nas organizações    é decisivo, de modo a proporcionar uma maior participação e um redobrado sentido    para se gerarem organizações socialmente mais responsáveis (Brandão, 2008) e    centradas em valores de sobriedade e desempenho de <i>backstage</i> na conceção    e implementação de rigorosos programas contingenciais e estratégicos de gestão    de relacionamentos entre cada organização e seus <i>stakeholders</i> (Brandão    & Portugal, 2015).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A conceção estratégica da comunicação, ao estabelecer-se    de modo simétrico e transparente, minimiza os possíveis riscos. Permite, ao    mesmo tempo, uma maior vinculação aos valores e aos comportamentos gerados,    facilitando os relacionamentos na definição e geração, em cada empresa, do seu    &ldquo;sentido&rdquo; e &ldquo;propósito organizacional&rdquo;, de modo a se conseguir gerar e estreitar    &ldquo;interesses mútuos&rdquo; entre as diferentes partes interessadas dentro de cada empresa    (Ferrari, 2016: 148-150).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esta conceção estratégica das organizações e    sua comunicação está intimamente ligada ao reforço da sua virtuosidade na sua    estreita relação com a gestão do potencial humano como seus objetivos principais    e que, segundo Ribeiro et al. (2013: 24), se sustentam em cinco atributos decisivos:    i) sentido de significado, bem-estar e enobrecimento dos seres humanos; ii)    vivência organizacional assente nos níveis cognitivo, emocional e comportamental;    iii) positividade e energia sustentável; iv) definição de objetivos que valem    em si mesmos e que não são meros meios para alcançar outros fins; e v) promoção    da resiliência.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quando se fala de organizações virtuosas devem    associar-se a este conceito organizações cujas realidades promovem uma conduta    diária assente em boas práticas e rigorosos critérios éticos e morais (Brandão,    2013a) que se colocam ao serviço do progresso humano e cuja atividade assenta    em rigorosos mecanismos que visam elevar a qualidade de vida dos seus colaboradores    e demais partes interessadas (Csikszentmihalyi, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os projetos empresariais de organizações virtuosas    são assumidos e construídos num amplo contexto socioeconómico que valoriza a    comunicação humana e seus inerentes e múltiplos campos de intervenção &ldquo;através    das pessoas e com as pessoas – e não apesar das pessoas&rdquo; (Cunha et al., 2007).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Falar hoje de comunicação nas organizações é,    sobretudo, falar-se de uma atuação de comunicação estratégica (Welch & Jackson,    2007; Pérez, 2008) que saiba &ldquo;redimensionar&rdquo; a sua mera visão de atuação &ldquo;conservadora&rdquo;,    &ldquo;pragmática e instrumental&rdquo; para uma forma &ldquo;mais holística&rdquo;, capaz de &ldquo;interpretar    hermenêuticamente&rdquo; o mundo atual e a sociedade onde se relacionam, incorporando    de modo efetivo a &ldquo;dimensão cultural&rdquo; nos seus processos e atos de comunicação,    centrados nas inter-relações que se estabelecem entre as pessoas, contribuindo    para uma maior &ldquo;humanização das organizações&rdquo; (Kunsch, 2016: 56).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dentro das três perspetivas de intervenção das    relações públicas estratégicas sustentadas por Ihlen & Ruler (2007: 245), mais    precisamente, i) a perspetiva orientada para o produto; ii) a perspetiva orientada    para o marketing; e iii) a perspetiva orientada para a sociedade. De facto,    falar de comunicação estratégica é, sobretudo, focarmo-nos mais na perspetiva    de intervenção prioritária orientada para a sociedade. O que implica um profundo    conhecimento, por um lado, de cada organização, seus valores e critérios éticos,    sua definição de práticas, de acordo com os princípios orientadores da sua identidade    e cultura. E, por outro, da sua determinação e coerência, através das suas ações    assentes em boas práticas que reforcem a dimensão estratégica de uma organização    socialmente responsável junto dos seus diferentes <i>stakeholders</i> (Cutlip    et al., 2001; Wilcox et al., 2001; Grunig & Hunt, 2003; Tench & Yeomans, 2006).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A comunicação vista de modo estratégico assume-se,    deste modo, como um efetivo caminho orientador de todas as ações desenvolvidas    para dentro e para fora da organização, junto das diferentes partes interessadas,    reforçando continuamente a sua dimensão humana e social como seu desígnio orientador.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Cabe, assim, ao profissional de relações públicas    nas organizações ser um &ldquo;analista de cenários que participa na definição de    estratégias de relacionamentos com os <i>stakeholders</i> &rdquo; (Ferrari, 2016:    141, agindo sempre no reforço da dimensão humana e social da organização que    representa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Desenvolver a dimensão humana e social nas organizações,    como o seu principal valor, na realização de propósitos comuns (Pereira, 1999)    e como agente de construção do ambiente organizacional (Vasconcelos, 2007) é,    seguramente, o caminho que se deve seguir nas organizações do século XXI.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A maior mais-valia das organizações são as suas    pessoas, que necessitam de agir em prol de objetivos desenvolvidos em boas práticas    capazes de potenciar os seus níveis de motivação e satisfação no trabalho que    desenvolvem (Lewis, 2014: 27), em ambiente de participação ativa e de valorização    de interesses mútuos entre todos os seus membros (Cockerell, 2008: 85).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nas organizações as pessoas necessitam de serem    estimuladas relativamente ao projeto empresarial que representam, bem como serem    envolvidas numa aprendizagem constante que favoreça o crescimento da empresa,    o cumprimento de objetivos e o seu crescimento profissional, tendo também presentes    as suas necessidades e expetativas, traduzidas em comportamentos de envolvimento,    dedicação, disponibilidade, confiança e espírito de mudança, aliados a novos    contextos de inovação organizacional (Bakker & Leiter, 2011; Menguc et al.,    2013).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O desenvolvimento do diferencial competitivo    de uma organização no século XXI só é possível quando se consegue, simultaneamente,    conjugar a motivação com a criatividade dos seus colaboradores (Devanna & Tichy,    1990). Essa criatividade deve ser vista como um processo sistémico resultante    da interação estabelecida dentro da organização através de três fatores: i)    cada indivíduo (suas experiências pessoais); ii) a cultura da empresa: e iii)    o seu contexto (do seu sistema de desenvolvimento social) (Csikszentmihalyi,    2004: 315).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">É, deste modo, necessário desenvolver um novo    paradigma social, de atitude relacional, focado na valorização da cultura e    dos comportamentos humanos organizacionais (Robbins & Judge, 2010: 31-37).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A cultura de uma organização tem, neste contexto,    de assentar na integridade, coerência de valores e comportamentos, de modo colaborativo,    mas também criativo e gerador de atitudes e sentimentos de pertença por parte    dos seus colaboradores (Argenti & Barnes, 2009; Almeida, 2003). Torna-se, assim,    necessário que a cultura de uma organização valorize as diferentes expressões    culturais existentes na empresa, de modo a atingir a plena integração interna    face aos diferentes modos de compreensão, pensamento, conhecimento e comportamento    nas organizações (Schein, 1992: 12).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A cultura está, deste modo, intimamente relacionada    com a comunicação. Por um lado, incorpora os &ldquo;significados compartilhados&rdquo; e,    por outro, a necessidade de compromisso por parte das pessoas que trabalham    na empresa com os valores estabelecidos e considerados desejáveis, o que implica    assumir a comunicação nas organizações numa perspectiva estratégica (Ferrari,    2016: 145).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tempo em que se encaravam, de um lado, as organizações    e suas estratégias e, do outro, o indivíduo, seus hábitos, costumes, modas e    culturas, não faz hoje sentido, uma vez que ambos – as organizações e os indivíduos    - devem convergir na procura de novos relacionamentos e <i>engagement</i> entre    organizações e colaboradores mas também entre organizações, sociedade e cidadãos,    todos eles com elevado sentido de responsabilidade (Brandão, 2013b: 167).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Falar de comunicação interna estratégica implica,    neste sentido, valorizar e potenciar os níveis de <i>engagement</i> das pessoas    que fazem parte de cada organização. Como sustenta Ferrari (2016: 151), falar    de <i>engagement</i>, significa &ldquo;abrir o diálogo, dar voz, autonomia e espaço    aos funcionários – sempre alinhado ao objectivo organizacional, para gerar inputs    positivos e o sentimento de ser parte da organização&rdquo;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para Kahn (1990: 692-724), as pessoas dentro    de uma dada organização interiorizam os seus níveis de <i>engagement</i> mediante    a sua perceção psicológica, em três contextos: i) – &ldquo;significado&rdquo;; ii) – &ldquo;segurança&rdquo;;    e iii) – &ldquo;disponibilidade&rdquo;. Quanto ao primeiro – significado psicológico – é    sentido quando os colaboradores sentem que estão a ser recompensados e valorizados    na empresa que representam; quanto ao segundo – segurança psicológica – demonstra-se    quando os colaboradores não têm medo e são incentivados a proporem novas ideias;    quanto ao terceiro – disponibilidade psicológica – dá-se quando o colaborador    sente que tem todas as condições físicas, cognitivas e emocionais para se poder    envolver no seu trabalho porque tem um clima organizacional propício e sente    que a empresa o valoriza nesse trabalho e na sua relação e valorização com a    sua vida pessoal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Schaufeli et al. (2002: 74), definem o <i>engagement</i>    como um determinado &ldquo;estado de mente positivo&rdquo; e de &ldquo;realização&rdquo; em relação    ao &ldquo;trabalho&rdquo;, que se carateriza também por três contextos: i) – &ldquo;vigor&rdquo; – definido    por altos níveis de energia, resiliência, persistência e esforço perante os    desafios e dificuldades encontrados por cada colaborador; ii) – &ldquo;dedicação&rdquo;    – identificados pelo entusiasmo, orgulho, inspiração e sentimento que seu trabalho    provoca no colaborador; e iii) – &ldquo;absorção&rdquo; – relativo ao foco positivo do colaborador    na realização do trabalho.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os níveis de <i>engagement</i> focados por Kahn    (1990) e Schaufeli et al. (2002) são também apontados por Welch (2011: 335),    May et al. (2004) e Robinson et al. (2004) quando se sustentam numa performance    cognitiva, emocional e física caraterizada pela absorção, dedicação e vigor,    condicionada pelas condições prévias psicológicas de segurança e disponibilidade,    o que implica que o colaborador tem de se sentir desafiado, completo e satisfeito    perante o trabalho que realiza, isto é, existir um clima organizacional de envolvimento    mútuo e inclusivo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um colaborador que se sinta envolvido com a organização    que representa, além de ter uma postura positiva face ao trabalho que desenvolve,    acredita e identifica-se com ela. Criam-se, assim, um ambiente organizacional    positivo e inclusivo, de bem-estar e onde se valorizam as pessoas que integram    a empresa, constituem condições indispensáveis para uma melhor prestação no    trabalho. O grau de <i>engagement</i> dependerá sempre dos benefícios e da reciprocidade    que a organização proporciona às pessoas no desempenho das suas funções na empresa.    Mais precisamente, os recursos cognitivos, emocionais e físicos que cada colaborador    está disposto a dar à empresa estão sempre relacionados com aqueles que esta    lhes retribuirá (Saks, 2006). Assim, quando se fala de <i>engagement</i> temos    sempre de lhe associar uma dimensão cognitiva, mas também emocional e de comportamento    de cidadania organizacional (Saks, 2006; Capriotti, 2004).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neste contexto, torna-se necessário que as organizações    encarem os colaboradores, em primeiro lugar, como pessoas que precisam de trabalho    com significado para poderem contribuir, de modo efetivo, para o desenvolvimento    estratégico da empresa. Outro passo será construir e desenvolver uma adequada    gestão da comunicação, que promova os objetivos do progresso individual, de    modo a atingir um adequado e agregador nível coletivo no seio da empresa (Brandão,    2013a), integrado na sua cultura organizacional (Bedarkar & Pandita, 2014).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esta visão agregadora e integrada entre todos    os intervenientes no seio de cada organização permite o desenvolvimento de programas    estratégicos de gestão de relacionamentos entre uma dada organização e as suas    diferentes partes interessadas a longo prazo (Grunig & Hunt, 2003; Tench & Yeomans,    2006; Austin & Pinkleton, 2008; Robbins & Judge, 2010; Túnez, 2012), favorecendo    a coesão interna organizacional no permanente caminho para a excelência organizacional    (Gonçalves, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os colaboradores ao percecionarem e sentirem    a organização que representam à luz de uma identificação clara e assente em    políticas de verdade, de boas práticas e de natureza inclusiva, geram comportamentos    que visam o permanente desenvolvimento da empresa que representam. A participação    é então assegurada nesse estabelecido &ldquo;universo relacional e simbólico&rdquo; que    gera &ldquo;sentido&rdquo; e dá &ldquo;significado&rdquo; ao &ldquo;fazer humano&rdquo; e ao estabelecimento de    &ldquo;relações mais humanizadas&rdquo; (Cerantola, 2016: 215-218), através de uma comunicação    interna estratégica inclusiva e agregadora.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A comunicação interna nas organizações é um sistema    de interações que visa a partilha de significados que reflitam o conceito de    cada empresa, sirvam de referência ao comportamento dos seus colaboradores e    lhes permitam assimilar e reforçar os valores da organização que representam,    mais precisamente, das suas práticas e coerência, na base de um espírito de    &ldquo;socialização organizacional&rdquo; (Rego, 1986: 34).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Deste modo, desenvolver uma adequada e específica    atitude estratégia da comunicação interna nas organizações passa por se assumir    que ela permite a efetivação e a consolidação de pontes e fontes concordantes    dentro das empresas, as quais lhes vão permitir o desenvolvimento de múltiplos    relacionamentos internos de modo esclarecido e envolvente com os seus colaboradores    (Brandão & Portugal, 2015: 152).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Potencia-se assim a multidireccionalidade da    comunicação interna em plena base estratégica de gestão participativa como a    expressão mais visível da cultura da organização.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A comunicação interna nas organizações deve assumir-se    de modo estratégico como fonte de referências valorativas e culturais junto    dos seus colaboradores, bem como ser um decisivo elemento integrante do sistema    organizacional, facilitador da plena integração dos seu colaboradores, e agente    de mudança e de coesão interna (Duterme, 2002; Elias & Mascaray, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A comunicação interna estratégica visa, deste    modo, viabilizar a interação desejada entre cada organização e seus colaboradores    (Kunsch, 2003: 154) numa efetiva atitude formativa e formadora de embaixadores    de cada empresa que disseminam valores geradores de confiança e credibilidade    vivenciada por todas as partes na organização (Marchiori, 2014: 110-111).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Deste modo, geram-se comportamentos e envolvimentos    mútuos e integrados no ambiente organizacional vivenciado, através de representações    simbólicas (Newstrom, 2008: 86), de um sistema de crenças e de valores partilhados    (Elias & Mascaray, 2003: 74), e distintivos (Cornelissen, 2014; Cockerell, 2008:    56; Cook & Yanow, 1993), geradores de confiança, credibilidade (Villafãne, 1998:    258-263) e conhecimento (Riel, 1995: 114).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A comunicação interna vista como uma intervenção    estratégica nas organizações pode contribuir para gerar um maior <i>engagement</i>    dos colaboradores face à organização que representam já que é potenciadora de    maiores dinâmicas relacionais, participativas e de sentimentos de pertença assentes    na valorização do seu capital humano e numa efetiva gestão de interações com    os seus <i>stakeholders</i> internos (Welch & Jackson, 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A comunicação interna pode, deste modo, ser vista    e assumida como uma função construtora de uma cultura de transparência originadora    de confiança nas organizações (Mishra et al., 2014: 186), bem como de uma atitude    de honestidade junto dos colaboradores na empresa (Argenti, 1998), que os leva    a uma clara identificação face aos valores e princípios existentes e, consequentemente,    a um aumento do seu <i>engagement</i> face à organização que representam (Karanges,    2014).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A criação de <i>engagement</i> e de relacionamentos    mútuos entre os colaboradores e as organizações onde trabalham consolidam o    papel estratégico da comunicação interna já que colaboradores com maiores índices    de ligação emocional e cultural face aos valores e objetivos organizacionais    estão melhor preparados, inclusive, para se adaptarem a processos de mudança,    muitas vezes até perante cenários futuros que possam antecipar incertezas e    impactos menos favoráveis à organização (Meyer & Allen, 1997).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pensar a mudança como uma via para a inovação    e não, apenas, como cenário de incerteza tem também muito a ver com o posicionamento    estratégico da comunicação interna nas organizações. Na atualidade, a perceção    e sensibilidade de identificação do sucesso ou insucesso de uma dada empresa,    depende muito de como percebemos e interiorizamos os ambientes de mudança nas    organizações (Kurtz & Duncan, 1998; Robbins, 2002) e de como se desenvolve e    envolve, em termos comunicacionais, uma atitude criativa, inovadora, com espírito    de mudança e confiança junto dos colaboradores face à organização (Alencar &    Fleith, 2003: 1-8).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A geração de &ldquo;relacionamentos&rdquo; está, nesta perspectiva,    muito baseada na &ldquo;confiança&rdquo; que, por sua vez, representa a &ldquo;expetativa futura    que os públicos têm do comportamento da organização, baseada na <i>performance</i>    passada&rdquo; (Ferrari, 2016: 151).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A comunicação interna, encarada na sua função    estratégica, tem de ser geradora de maiores índices de participação e envolvimento    dos colaboradores na procura constante de um trabalho com significado e que    vise um clima organizacional justo e positivo onde as pessoas sentem orgulho    em pertencer. É inerente a esta estratégia um plano contínuo de valorização    na empresa (Cohen, 2007), aliado a uma comunicação interna persistente, entusiasmada    (Brandão & Portugal, 2015) e capaz de ser um dos principais agentes criadores    e geradores de valor nas organizações (Brandão, 2014: 391).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na perspetiva estratégica devemos encarar os    profissionais de relações públicas como parte do subsistema de gestão das organizações    e como mecanismo de equilíbrio entre os interesses de cada empresa e as pessoas    que fazem parte e são afetadas por ela (Grunig & Hunt, 2003: 58).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pensar em organizações é pensar em pessoas e    no lugar preponderante que a comunicação interna tem na afirmação da sua forma    de estar e nas suas práticas, numa permanente construção de socialização organizacional    junto das diferentes partes interessadas (Lucas Marín, 1997: 166).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assumir a comunicação interna de modo estratégico    no campo organizacional é perspetivá-la como uma efetiva ponte entre fontes    concordantes no seio empresarial, que possibilita a construção e o desenvolvimento    das suas relações internas de modo esclarecido e envolvido entre todos os seus    colaboradores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A comunicação interna estratégica opera como    um efetivo mecanismo baseado num sistema de interações onde a partilha de significados,    em termos grupais, interpessoais e organizacionais reflete o significado da    empresa e serve de referência ao comportamento dos seus membros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um dos aspetos importantes do modo de assumir    a comunicação interna nas organizações passa pela forma como as empresas a relacionam    com os seus recursos humanos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na opinião de Villafãne (1998: 243-247), a atitude    relacional entre recursos humanos e comunicação interna deve sustentar-se em    quatro pontos-chave: i) proporcionar um envolvimento expressivo – valorização,    reconhecimento e integração permanente das pessoas na empresa e inerente reforço    de coesão em grupo; ii) proporcionar a harmonia das ações da empresa com coerência    – integração e conhecimento dos objetivos organizacionais; iii) proporcionar    a mudança de atitudes – dotar as pessoas de espírito de mudança e de maior recetividade    da atitude criativa, inovação, incorporação e desenvolvimento das novas tecnologias    na empresa; e iv) proporcionar a melhoria da produtividade – assente em políticas    de verdade e de boas práticas inclusivas nos seus diferentes níveis de funcionamento    organizacional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A comunicação interna estratégica deve ser um    modo privilegiado e decisivo para a veiculação e integração de ideias e sugestões    dos colaboradores para a gestão da organização, devendo, por isso, assumir-se    segundo quatro princípios orientadores: i) ser um elemento integrante e interativo    do sistema organizacional; ii) ser um elemento facilitador da integração, participação    e desenvolvimento do projeto empresarial; iii) ser um agente de mudança, adequando    a organização às novas exigências da evolução tecnológica e social; e iv) ser    um elemento de coesão, permitindo à organização orientar todas as suas ações    para a execução e desenvolvimento do seu projeto empresarial face ao âmbito    estratégico da sua gestão, comunicação e cultura organizacional (Eliás & Mascaray,    2003: 39-41).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A comunicação interna assumida de modo estratégico    é decisiva para o real envolvimento dos colaboradores nas organizações, uma    vez que passa i) pela satisfação das suas necessidades de comunicar; ii) pela    informação proporcionada na relação com a realização das suas tarefas; iii)    por uma visão da empresa, clara nas suas regras e positiva na sua ação; iv)    pela disponibilidade de informação adequada sobre as suas práticas e local de    trabalho; v) pela possibilidade de estar informado, consultado e envolvido;    vi) por ter um adequado feedback sobre o seu desempenho profissional; vii) por    poder aceder a formação necessária; e viii) por ter acesso aos diferentes canais    e instrumentos disponíveis na empresa de comunicação interna (Tench & Yeomans,    2006: 337-342).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As bases da comunicação interna estratégica nas    organizações assentam, deste modo, na afirmação de cada colaborador como principal    vetor de imagem da empresa, bem como em ser considerado como a estrutura mais    credível, mais escutada e mais interveniente na afirmação da identidade e desenvolvimento    da cultura da organização de que faz parte.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Cabe às organizações saberem construir e desenvolver    o seu campo de intervenção estratégica aplicada à comunicação interna. Por isso,    urge que as organizações se tornem cada vez mais participativas e menos hierarquizadas    nos seus relacionamentos internos. Ou seja, que saibam estabelecer dinâmicas    produtivas mais participativas que lhes permitam conseguirem atingir tanto objetivos    económicos como sociais (Túñez, 2012: 76).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A comunicação interna estratégica visa, então,    dotar as organizações de uma efetiva proatividade que se foca na gestão e na    partilha do conhecimento, num processo contínuo de aprendizagem, seja para uma    maior integração seja para se gerarem novas ideias e inovações na empresa vindas    dos seus colaboradores na procura constante da excelência organizacional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Falar de excelência nas organizações é também    dotar as empresas de melhores processos de comunicação interna de cariz estratégico    onde se alie: i) o equilíbrio daquilo que se comunica e abre vias de participação,    ao conhecimento gerado; ii) a confiança, ao respeito mútuo; e iii) a integridade,    à permanente capacidade de negociação. Trata-se de fatores-chave para a agregação    dos colaboradores face a um específico e diferenciador projeto cultural e social    organizacional (Goleman, 1995).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Procurar a excelência organizacional implica,    deste modo, encarar a comunicação interna de modo estratégico como reforço da    valorização das pessoas e seus níveis de <i>engagement</i> perante a organização    que representam, o que implica i) promover e desenvolver o caráter da empresa;    ii) trabalho com significado; iii) prosperidade interpessoal; iv) comportamentos    virtuosos; v) emoções positivas; vi) inquirição apreciativa; e, sobretudo, vii)    potenciar e envolver os colaboradores no projeto identitário, cultural e social    da organização que representam.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em suma, pretende-se contribuir de forma ativa    para a redução dos defeitos e erros em cada organização, através de uma efetiva    participação de todas as partes interessadas na melhoria das suas imperfeições    tendo em vista conseguir vencê-los (Cunha et al., 2007).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Alencar, E. e Fleith, D. (2003). Contribuições    teóricas recentes ao estudo da criatividade. <i>Psicologia: Teoria e Pesquisa,    19</i>(1), 01-08.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899969&pid=S2183-5462201800020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Almeida, V. (2003). <i>A comunicação interna    na empresa</i>. Lisboa: Áreas Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899971&pid=S2183-5462201800020000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Argenti, P. (1998). Strategic employee communications.    <i>Human Resources Management, 37</i>(3-4), 199-206.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899973&pid=S2183-5462201800020000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Argenti, P., & Barnes, C. (2009). <i>Digital    strategic for powerful corporate communications</i>. New York: McGraw-Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899975&pid=S2183-5462201800020000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Austin, E. W., & Pinkleton, B. (2008). <i>Strategic    Public Relations Management – Planning and managing affective communication    programs</i> (2ª ed.). London: Taylor and Francis E-Library.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899977&pid=S2183-5462201800020000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bakker, A., & Leiter, M. (2011). Key questions    regarding wook engagement. <i>European Journal of Work and Organizational Psychology,    20</i>(1), 4-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899979&pid=S2183-5462201800020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bedarkar, M., & Pandita, D. (2014). A study on    the drivers of employee engagement impacting employee performance. <i>Procedia    – Social and Behavioral Sciences</i>, 133, 106-115.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899981&pid=S2183-5462201800020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Brandão, N. G., (2008). <i>Século XXI – Novas    Solidariedades e Incertezas</i>. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899983&pid=S2183-5462201800020000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Brandão, N. G., (2013a). Ética Empresarial. In    Dias, Á. L, Costa, J. L., Varela, M. (Eds.), <i>Excelência Organizacional</i>.    Lisboa: Editora Bnomics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899985&pid=S2183-5462201800020000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Brandão, N. G. (2013b). O comportamento organizacional    como fundamento da gestão participativa. In Dias, Á.L. Costa, J.L., Varela,    M. (Eds.), <i>Excelência Organizacional</i>. Lisboa: Editora Bnomics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899987&pid=S2183-5462201800020000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Brandão, N. G. (2014). A importância da comunicação    interna para a motivação e participação em organizações positivas. In Artur    Rocha Machado et al., <i>Gestão de Recursos Humanos – Desafios da globalização</i>    (Vol. IV). Lisboa: Escolar Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899989&pid=S2183-5462201800020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Brandão, N.G. e Portugal, M. (2015). A comunicação    interna e o intraempreendedorismo. In Padamo, C. (Coord.), <i>Relações Públicas    e Comunicação Organizacional – Desafios da globalização</i> (Vol. V). Lisboa:    Escolar Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899991&pid=S2183-5462201800020000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Capriotti, P. (2004). La imagem corporativa.    In Losada Díaz, J.C. (Coord.), <i>Gestión de la communicación en las organizaciones</i>.    Barcelona: Ariel Communicación.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899993&pid=S2183-5462201800020000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cerantola, W. A. (2016). Comunicação interna:    conceitos, liderança e alternativas de gestão. In: Kunsch, M. M. K. (Org.),    <i>Comunicação organizacional estratégica</i>. São Paulo: Summus Editorial.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899995&pid=S2183-5462201800020000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cockerell, L. (2008). <i>A magia das organizações    – Estratégias de liderança na Disney</i>. Lisboa: Casa das Letras.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899997&pid=S2183-5462201800020000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cohen, A. (2007). Commitment before and after:    An evaluation and reconceptualization of organizational commitment. <i>Human    Resource Management Review</i>, 17, 336-354.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1899999&pid=S2183-5462201800020000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cook, S., & Yanow, D. (1993). Culture and organizational    learning. <i>Journal of Management Inquiry, 2</i>(4).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900001&pid=S2183-5462201800020000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cornelissen, J. (2014). <i>Corporate communication    – A guide to theory and practice</i> (4 ª ed.). London: Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900003&pid=S2183-5462201800020000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Csikszentmihalyi, M. (2003). <i>Good business:    Leadership, plow and the making of meaning</i>. New York: Viking.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900005&pid=S2183-5462201800020000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Csikszentmihalyi, M. (2004). Implications of    a systems perspective for the study of creativity. In Sternberg, R. (Ed.), <i>Handbook    of Creativity</i> (pp. 313-335). Cambridge: University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900007&pid=S2183-5462201800020000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cunha, M. P. et al. (2007). <i>Organizações positivas</i>.    Lisboa: Publicações Dom Quixote.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900009&pid=S2183-5462201800020000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cutlip, S., Broom, G., & Center, A. (2001). <i>Manual    de relaciones públicas eficazes</i>. Barcelona: Ediciones Gestión 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900011&pid=S2183-5462201800020000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Devanna, M. & Tichy, N. (1990). Creating the    competitive organization of the 21st Century: The boundaryless corporation.    <i>Human Resource Management, 29</i>(4), 445-471.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900013&pid=S2183-5462201800020000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Duterme, C. (2002). <i>A comunicação interna    na empresa. A abordagem de Palo Alto e a análise das organizações</i>. Lisboa:    Instituto Piaget.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900015&pid=S2183-5462201800020000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Elias, J. e Mascaray, J. (2003). <i>Más allá    de la comunicación interna: La intracomunicación</i>. Barcelona. Ediciones Gestión    2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900017&pid=S2183-5462201800020000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ferrari, M. A. (2016). Relações Públicas: gestão    estratégica de relacionamentos. In Kunsch, M. M. K. (Org.), <i>Comunicação organizacional    estratégica</i>. São Paulo: Summus Editorial.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900019&pid=S2183-5462201800020000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Goleman, D. (1995). <i>Inteligência emocional</i>.    São Paulo: Objetiva.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900021&pid=S2183-5462201800020000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gonçalves, G. (2010). <i>Introdução à teoria    das relações públicas</i>. Porto: Porto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900023&pid=S2183-5462201800020000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Grunig, J., & Hunt, T. (2003). <i>Dirección de    Relaciones Publicas</i>. Barcelona: Ediciones Gestión 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900025&pid=S2183-5462201800020000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ihlen, O., & Van Ruler, B. (2007). How public    relations works: Theoretical roots and public relations perspectives. <i>Public    Relations Review, 33</i>(3), 243-248.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900027&pid=S2183-5462201800020000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kahn, W. (1990). Psychological conditions of    personal engagement and disengagement at work. <i>Academy of Management Journal,    33</i>(4), 692-724.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900029&pid=S2183-5462201800020000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Karanges et al. (2014). Optimizing employee engagement    with internal communication: a social Exchange perspective. <i>Journal of Business    Market Management, 7</i>(2), 329-353.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kunsch, M. M. K. (2003). <i>Planejamento de relações    públicas na comunicação integrada</i> (4 ª ed.). São Paulo: Summus Editorial.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900032&pid=S2183-5462201800020000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kunsch, M. M. K. (2016). A comunicação nas organizações:    Dos fluxos lineares às dimensões humana e estratégica. In Kunsch, M. M. K. (Org.),    <i>Comunicação organizacional estratégica</i>. São Paulo: Summus Editorial.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900034&pid=S2183-5462201800020000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kurtz, P., & Duncan, A. (1998). Shared servisse    centres: Overcoming resistance to implementation of a shared servisse centre.    <i>Management Accounting: Montvale, 76</i>(7), 47-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900036&pid=S2183-5462201800020000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lewis, R. (2014). Building capacity enhancing    engagement. <i>Journal of Psychology, 1</i>(2), 27-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900038&pid=S2183-5462201800020000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lucas Marín, A. (1997). <i>La comunicación en    la empresa y en las organizaciones</i>. Barcelona: Bosch Comunicación.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900040&pid=S2183-5462201800020000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marchiori, M. (2014). Comunicação interna: Um    fator estratégico no sucesso dos negócios. In Marchiori, M. (Org.), <i>Liderança    e comunicação interna</i>. São Caetano do Sul: Difusão Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900042&pid=S2183-5462201800020000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">May, D. et al. (2004). The psychological conditions    of meaningfulness safety and availability and the engagement of the human spirit    at work. <i>Journal of Journal of Occupational and Organizational Psychology</i>,    77, 11-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900044&pid=S2183-5462201800020000700039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Menguc, B. et al. (2013). To be or not to be    angaged: The antecedentes and consequences of servisse employee engagement.    <i>Journal of Business Research</i>, 66, 2163-2170.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900046&pid=S2183-5462201800020000700040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Meyer, J.P., & Allen, N.J. (1997). <i>Commitment    in the workplace: Theory, research and application</i>. USA: Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900048&pid=S2183-5462201800020000700041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mishra, K. et al. (2014). Driving employee engagement:    The expanded role of internal communications. <i>International Journal of Business    Communications, 51</i>(2), 183-202.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900050&pid=S2183-5462201800020000700042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Newstrom, J. W. (2008). <i>Comportamento organizacional:    O comportamento humano no trabalho</i> (12 ª ed.). McGraw-Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900052&pid=S2183-5462201800020000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pereira, O. G. (1999). <i>Fundamentos de comportamento    organizacional</i>. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900054&pid=S2183-5462201800020000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pérez, R. A. (2008). <i>Estrategias de comunicación</i>    (4 ª ed.). Barcelona: Editorial Ariel.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900056&pid=S2183-5462201800020000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rego, T. (1986). <i>Comunicação empresarial /    comunicação institucional</i>. São Paulo: Summus Editorial.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900058&pid=S2183-5462201800020000700046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ribeiro, N. et al. (2013). <i>A virtude nas organizações    – Fonte de progresso e sustentabilidade</i>. Lisboa: Sinais de Fogo Publicações.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900060&pid=S2183-5462201800020000700047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Riel, C. (1995). <i>Principles of corporate communication</i>.    London: Prentice-Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900062&pid=S2183-5462201800020000700048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Robbins, S. (2002). <i>Comportamento organizacional</i>.    São Paulo: Prentice-Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900064&pid=S2183-5462201800020000700049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Robbins, S., & Judge, T.A. (2010). <i>Essentials    of Organizational Behaviour</i>. New Jersey: Pearson.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900066&pid=S2183-5462201800020000700050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Robinson, D. et al. (2004). <i>The drivers of    employee engagement</i>. Brighton: Institute for Employment Studies.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900068&pid=S2183-5462201800020000700051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sack, A. M. (2006). Antecedents and consequences    of employee engagement. <i>Journal of Managerial Psychology</i>, 21, 600-619.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900070&pid=S2183-5462201800020000700052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Schaufeli, W. et al. (2002). The measure of engagement    and burnout: A two sample confirmatory factor analytic approach. <i>Journal    of Happiness Studies</i>, 3, 71-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900072&pid=S2183-5462201800020000700053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Schein, E. H. (1992). <i>Organizational culture    and leadership</i> (2ª ed.). S. Francisco: Jossey-Bass Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900074&pid=S2183-5462201800020000700054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Tench, R., & Yeomans, L. (2006). <i>Exploring    Public Relations</i>. Harlow, London: Pearson Education.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900076&pid=S2183-5462201800020000700055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Túnez, M. (2012). <i>La gestión de la comunicación    en las organizaciones</i>. Zamora: Comunicación Social Ediciones y Publicaciones.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900078&pid=S2183-5462201800020000700056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vasconcelos, F. C. (2007). <i>Dinâmica organizacional    e estratégia: Imagens e conceitos</i>. São Paulo: Thomson Learning.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900080&pid=S2183-5462201800020000700057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Villafãne, J. (1998). <i>Imagem positiva: Gestão    estratégica da imagem das empresas</i>. Lisboa: Edições Sílabo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900082&pid=S2183-5462201800020000700058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Welch, M., & Jackson, P. (2007). Rethinking internal    communication: A stakeholder approach. <i>Corporate Communication: An International    Journal, 12</i>(2), 177-198.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900084&pid=S2183-5462201800020000700059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Welch, M. (2011). The evolution of the employee    engagement concept: communication implications. <i>Corporate Communications:    An International Journal, 16</i>(4), 328-346.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900086&pid=S2183-5462201800020000700060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Wilcox, D., Ault, P.H., Agee, W., & Cameron,    G. (2001). <i>Relaciones públicas: Estratégias y tácticas</i> (6ª ed.). Madrid:    Pearson Educación.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1900088&pid=S2183-5462201800020000700061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido | Received | Recebido: 2018-01-18    <br>   Aceite | Accepted | Aceptación: 2018-05-10</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana">Nota biográfica</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nuno Goulart Brandão é Doutorado em Sociologia    da Comunicação, Cultura e Educação pelo ISCTE (2005); Mestre em Comunicação,    Cultura e Tecnologias de Informação pelo ISCTE (2002); e com uma Pós-Graduação    e Licenciatura em Relações Públicas e Publicidade pelo INP (1991). Autor e organizador    de mais de quarenta publicações e artigos científicos em revistas e congressos    académicos; e orientador de mais de sessenta teses de mestrado e doutoramento    já defendidas. Participou ainda, como presidente de júri e arguente em cerca    de cento e quarenta provas públicas de mestrado e doutoramento. Professor Associado    Convidado na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa.    Desde outubro de 2016 é membro investigador do CECC – Centro de Estudos de Comunicação    e Cultura, na linha de investigação MEDTEC – Media, Tecnologia e Contextos.    Foi durante 20 anos (1985-2004) profissional de televisão na RTP onde exerceu    diversos cargos em áreas como produção, realização, relações públicas, marketing    e gestão de programação televisiva. Foi um dos coordenadores gerais do Projeto    Fénix de reestruturação do operador de Serviço Público de Rádio e Televisão    em Portugal.</font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alencar]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fleith]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Contribuições teóricas recentes ao estudo da criatividade]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Teoria e Pesquisa]]></source>
<year>2003</year>
<volume>19</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>01-08</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A comunicação interna na empresa]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Áreas Editora]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Argenti]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Strategic employee communications]]></article-title>
<source><![CDATA[Human Resources Management]]></source>
<year>1998</year>
<volume>37</volume>
<numero>3-4</numero>
<issue>3-4</issue>
<page-range>199-206</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Argenti]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barnes]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Digital strategic for powerful corporate communications]]></source>
<year>2009</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[McGraw-Hill]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Austin]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinkleton]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Strategic Public Relations Management: - Planning and managing affective communication programs]]></source>
<year>2008</year>
<edition>2</edition>
<publisher-loc><![CDATA[London ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Taylor and Francis E-Library]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bakker]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leiter]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Key questions regarding wook engagement]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Work and Organizational Psychology]]></source>
<year>2011</year>
<volume>20</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>4-28</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bedarkar]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pandita]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A study on the drivers of employee engagement impacting employee performance]]></article-title>
<source><![CDATA[Procedia - Social and Behavioral Sciences]]></source>
<year>2014</year>
<numero>133</numero>
<issue>133</issue>
<page-range>106-115</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brandão]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Século XXI: Novas Solidariedades e Incertezas]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Edições Universitárias Lusófonas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brandão]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Ética Empresarial]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Dias]]></surname>
<given-names><![CDATA[Á. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Varela]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Excelência Organizacional]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editora Bnomics]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brandão]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O comportamento organizacional como fundamento da gestão participativa]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Dias]]></surname>
<given-names><![CDATA[Á.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Varela]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Excelência Organizacional]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editora Bnomics]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brandão]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A importância da comunicação interna para a motivação e participação em organizações positivas]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Machado]]></surname>
<given-names><![CDATA[Artur Rocha]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Gestão de Recursos Humanos: Desafios da globalização]]></source>
<year>2014</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Escolar Editora]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brandão]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Portugal]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A comunicação interna e o intraempreendedorismo]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Padamo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Relações Públicas e Comunicação Organizacional: Desafios da globalização]]></source>
<year>2015</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Escolar Editora]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Capriotti]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[La imagem corporativa]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Losada Díaz]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Gestión de la communicación en las organizaciones]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[Barcelona ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ariel Communicación]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cerantola]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comunicação interna: conceitos, liderança e alternativas de gestão]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Kunsch]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Comunicação organizacional estratégica]]></source>
<year>2016</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Summus Editorial]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cockerell]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A magia das organizações: Estratégias de liderança na Disney]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Casa das Letras]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cohen]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Commitment before and after: An evaluation and reconceptualization of organizational commitment]]></article-title>
<source><![CDATA[Human Resource Management Review]]></source>
<year>2007</year>
<numero>17</numero>
<issue>17</issue>
<page-range>336-354</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cook]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yanow]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Culture and organizational learning]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Management Inquiry]]></source>
<year>1993</year>
<volume>2</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cornelissen]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Corporate communication: A guide to theory and practice]]></source>
<year>2014</year>
<edition>4</edition>
<publisher-loc><![CDATA[London ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Sage Publications]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Csikszentmihalyi]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Good business: Leadership, plow and the making of meaning]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Viking]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Csikszentmihalyi]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Implications of a systems perspective for the study of creativity]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Sternberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of Creativity]]></source>
<year>2004</year>
<page-range>313-335</page-range><publisher-loc><![CDATA[Cambridge ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[University Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cunha]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Organizações positivas]]></source>
<year>2007</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Publicações Dom Quixote]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cutlip]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Broom]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Center]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Manual de relaciones públicas eficazes]]></source>
<year>2001</year>
<publisher-loc><![CDATA[Barcelona ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ediciones Gestión 2000]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Devanna]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tichy]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Creating the competitive organization of the 21st Century: The boundaryless corporation]]></article-title>
<source><![CDATA[Human Resource Management]]></source>
<year>1990</year>
<volume>29</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>445-471</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Duterme]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A comunicação interna na empresa: A abordagem de Palo Alto e a análise das organizações]]></source>
<year>2002</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Instituto Piaget]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Elias]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mascaray]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Más allá de la comunicación interna: La intracomunicación]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[Barcelona ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ediciones Gestión 2000]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ferrari]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relações Públicas: gestão estratégica de relacionamentos]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Kunsch]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Comunicação organizacional estratégica]]></source>
<year>2016</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Summus Editorial]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Goleman]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Inteligência emocional]]></source>
<year>1995</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Objetiva]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gonçalves]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Introdução à teoria das relações públicas]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Porto Editora]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Grunig]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hunt]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Dirección de Relaciones Publicas]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[Barcelona ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ediciones Gestión 2000]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ihlen]]></surname>
<given-names><![CDATA[O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Van Ruler]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[How public relations works: Theoretical roots and public relations perspectives]]></article-title>
<source><![CDATA[Public Relations Review]]></source>
<year>2007</year>
<volume>33</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>243-248</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kahn]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychological conditions of personal engagement and disengagement at work]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>1990</year>
<volume>33</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>692-724</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Karanges]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Optimizing employee engagement with internal communication: a social Exchange perspective]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Business Market Management]]></source>
<year>2014</year>
<volume>7</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>329-353</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kunsch]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Planejamento de relações públicas na comunicação integrada]]></source>
<year>2003</year>
<edition>4</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Summus Editorial]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kunsch]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A comunicação nas organizações: Dos fluxos lineares às dimensões humana e estratégica]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Kunsch]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Comunicação organizacional estratégica]]></source>
<year>2016</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Summus Editorial]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kurtz]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Duncan]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Shared servisse centres: Overcoming resistance to implementation of a shared servisse centre]]></article-title>
<source><![CDATA[Management Accounting: Montvale]]></source>
<year>1998</year>
<volume>76</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>47-48</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lewis]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Building capacity enhancing engagement]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Psychology]]></source>
<year>2014</year>
<volume>1</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>27-32</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lucas Marín]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[La comunicación en la empresa y en las organizaciones]]></source>
<year>1997</year>
<publisher-loc><![CDATA[Barcelona ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Bosch Comunicación]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Marchiori]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comunicação interna: Um fator estratégico no sucesso dos negócios]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Marchiori]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Liderança e comunicação interna]]></source>
<year>2014</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Caetano do Sul ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Difusão Editora]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[May]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The psychological conditions of meaningfulness safety and availability and the engagement of the human spirit at work]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Journal of Occupational and Organizational Psychology]]></source>
<year>2004</year>
<numero>77</numero>
<issue>77</issue>
<page-range>11-37</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Menguc]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[To be or not to be angaged: The antecedentes and consequences of servisse employee engagement]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Business Research]]></source>
<year>2013</year>
<numero>66</numero>
<issue>66</issue>
<page-range>2163-2170</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Meyer]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Allen]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Commitment in the workplace: Theory, research and application]]></source>
<year>1997</year>
<publisher-name><![CDATA[Sage Publications]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mishra]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Driving employee engagement: The expanded role of internal communications]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Business Communications]]></source>
<year>2014</year>
<volume>51</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>183-202</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Newstrom]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Comportamento organizacional: O comportamento humano no trabalho]]></source>
<year>2008</year>
<edition>12</edition>
<publisher-name><![CDATA[McGraw-Hill]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[O. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Fundamentos de comportamento organizacional]]></source>
<year>1999</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Fundação Calouste Gulbenkian]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pérez]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Estrategias de comunicación]]></source>
<year>2008</year>
<edition>4</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Barcelona ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editorial Ariel]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rego]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Comunicação empresarial / comunicação institucional]]></source>
<year>1986</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Summus Editorial]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A virtude nas organizações: Fonte de progresso e sustentabilidade]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Sinais de Fogo Publicações]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Riel]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Principles of corporate communication]]></source>
<year>1995</year>
<publisher-loc><![CDATA[London ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Prentice-Hall]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Robbins]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Comportamento organizacional]]></source>
<year>2002</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Prentice-Hall]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Robbins]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Judge]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Essentials of Organizational Behaviour]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[New Jersey ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Pearson]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B51">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Robinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The drivers of employee engagement]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brighton ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Institute for Employment Studies]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B52">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sack]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Antecedents and consequences of employee engagement]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Managerial Psychology]]></source>
<year>2006</year>
<numero>21</numero>
<issue>21</issue>
<page-range>600-619</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B53">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Schaufeli]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The measure of engagement and burnout: A two sample confirmatory factor analytic approach]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Happiness Studies]]></source>
<year>2002</year>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>71-92</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B54">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Schein]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Organizational culture and leadership]]></source>
<year>1992</year>
<edition>2</edition>
<publisher-loc><![CDATA[S. Francisco ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Jossey-Bass Publishers]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B55">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tench]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yeomans]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Exploring Public Relations]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[HarlowLondon ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Pearson Education]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B56">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Túnez]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[La gestión de la comunicación en las organizaciones]]></source>
<year>2012</year>
<publisher-loc><![CDATA[Zamora ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Comunicación Social Ediciones y Publicaciones]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B57">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vasconcelos]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Dinâmica organizacional e estratégia: Imagens e conceitos]]></source>
<year>2007</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Thomson Learning]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B58">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Villafãne]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Imagem positiva: Gestão estratégica da imagem das empresas]]></source>
<year>1998</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Edições Sílabo]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B59">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Welch]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jackson]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Rethinking internal communication: A stakeholder approach]]></article-title>
<source><![CDATA[Corporate Communication: An International Journal]]></source>
<year>2007</year>
<volume>12</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>177-198</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B60">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Welch]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The evolution of the employee engagement concept: communication implications]]></article-title>
<source><![CDATA[Corporate Communications: An International Journal]]></source>
<year>2011</year>
<volume>16</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>328-346</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B61">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wilcox]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ault]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Agee]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cameron]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Relaciones públicas: Estratégias y tácticas]]></source>
<year>2001</year>
<edition>6</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Madrid ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Pearson Educación]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
