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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A relevância da gestão de talentos e o seu impacto incremental na estratégia organizacional: Um estudo qualitativo]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This work aims to systematize and contextualize relevant theoretical and practical considerations in the dynamics of talent management in a business context, as well as observe in the practical implementation in small and medium enterprises in the north of Portugal. The first part was composed by a literature review related to the theme and in the second part a qualitative study adapted from Vroom (1964, quoted by Chiavenato, 2014) was developed, using in-depth interviews as a tool for collecting information. As expected results we intend to characterize, systematize and understand the best ideas, reflections and practices in talent management and their impact on organizational innovation. The use of a single source of information collection among those in charge of communication management in organizations through in-depth interviews, limiting the dialectics of global understanding of their views on the subject. In practical and operational terms, it is possible to understand the dynamics of employees’ individual efficiency in the organizational strategy and systematize relevant considerations on this theme. Its main contribution and value is to analyze and understand more efficiently the managers ‘attitude towards employees’ satisfaction, involvement and commitment, and their relevance to performance and organizational reputation.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[Este trabajo tiene como objetivo sistematizar y contextualizar las consideraciones teóricas y prácticas pertinentes en la gestión del talento dinámico en un contexto de negocios, así como observar la aplicación en la práctica en las pequeñas y medianas empresas en Norte de Portugal. La primera parte compuesta por una revisión de literatura relacionada con el tema y en la segunda parte se desarrolló un estudio cualitativo adaptado de Vroom, (1964, citado por Chiavenato, 2014) recurriendo a entrevistas en profundidad como instrumento de recogida de información. Como resultados esperados pretendemos caracterizar, sistematizar y entender las mejores ideas, reflexiones y prácticas en gestión de talentos y su impacto en la innovación organizacional. La utilización de una única fuente de recogida de información entre los responsables de la gestión de la comunicación en las organizaciones a través de entrevistas en profundidad, limitando la dialéctica de comprensión global de sus opiniones sobre el tema. En términos prácticos y operativos permite comprender la dinámica de la eficiencia individual de los colaboradores en la estrategia organizacional y sistematizar consideraciones relevantes sobre esta temática. Su principal contribución y valor consiste en analizar y comprender de forma más eficiente la actitud de los gestores frente a la satisfacción, participación y compromiso de los colaboradores y su relevancia en el desempeño y reputación organizacional.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="3"><b><font size="2">ARTIGO</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>A relevância da gestão de talentos e o seu    impacto incremental na estratégia organizacional – Um estudo qualitativo</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>The relevance of talent management and its    incremental impact on organizational strategy – A qualitative study</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>La relevancia de la gestión de talentos y    su impacto incremental en la estrategia organizacional – Un estudio cualitativo</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Manuel Sousa Pereira<sup>I</sup></b></font>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup> Instituto Superior Politécnico de    Viana do Castelo, Escola Superior de Ciências Empresariais, 4900-347 Viana do    Castelo. Instituto Superior Miguel Torga, 3000-132 Coimbra. <i> E-mail</i>:    <a href="mailto:msousa.manuel@gmail.com">msousa.manuel@gmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <HR>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este trabalho visa sistematizar e contextualizar    considerações teóricas e práticas relevantes na dinâmica de gestão de talentos    em um contexto de negócios, bem como observar na implementação na prática em    pequenas e médias empresas no norte de Portugal. A primeira parte composta por    uma revisão de literatura relacionada com o tema e na segunda parte desenvolveu-se    um estudo qualitativo adaptado de Vroom, (1964, citado por Chiavenato, 2014)    recorrendo a entrevistas em profundidade como instrumento de recolha de informação.    Como resultados esperados pretendemos caracterizar, sistematizar e entender    as melhores ideias, reflexões e práticas em gestão de talentos e seu impacto    na inovação organizacional. A utilização de uma única fonte de recolha de informação    junto dos responsáveis pela gestão da comunicação nas organizações através de    entrevistas em profundidade, limitando a dialética de compreensão global das    suas opiniões sobre o tema. Em termos práticos e operacionais permite compreender    a dinâmica da eficiência individual dos colaboradores na estratégia organizacional    e sistematizar considerações relevantes sobre esta temática. O seu principal    contributo e valor consiste em analisar e compreender de forma mais eficiente    a atitude dos gestores face à satisfação, envolvimento e comprometimento dos    colaboradores e a sua relevância na performance e reputação organizacional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Palavras-chave:</i></b> Eficiência comunicacional;    gestão de talentos; estratégia organizacional</font></p> <HR>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">This work aims to systematize and contextualize    relevant theoretical and practical considerations in the dynamics of talent    management in a business context, as well as observe in the practical implementation    in small and medium enterprises in the north of Portugal. The first part was    composed by a literature review related to the theme and in the second part    a qualitative study adapted from Vroom (1964, quoted by Chiavenato, 2014) was    developed, using in-depth interviews as a tool for collecting information. As    expected results we intend to characterize, systematize and understand the best    ideas, reflections and practices in talent management and their impact on organizational    innovation. The use of a single source of information collection among those    in charge of communication management in organizations through in-depth interviews,    limiting the dialectics of global understanding of their views on the subject.    In practical and operational terms, it is possible to understand the dynamics    of employees’ individual efficiency in the organizational strategy and systematize    relevant considerations on this theme. Its main contribution and value is to    analyze and understand more efficiently the managers ‘attitude towards employees’    satisfaction, involvement and commitment, and their relevance to performance    and organizational reputation.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Keywords:</i></b> Communicational efficiency;    talent management; organizational strategy</font></p> <HR>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMEN</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Este trabajo tiene como objetivo sistematizar    y contextualizar las consideraciones teóricas y prácticas pertinentes en la    gestión del talento dinámico en un contexto de negocios, así como observar la    aplicación en la práctica en las pequeñas y medianas empresas en Norte de Portugal.    La primera parte compuesta por una revisión de literatura relacionada con el    tema y en la segunda parte se desarrolló un estudio cualitativo adaptado de    Vroom, (1964, citado por Chiavenato, 2014) recurriendo a entrevistas en profundidad    como instrumento de recogida de información. Como resultados esperados pretendemos    caracterizar, sistematizar y entender las mejores ideas, reflexiones y prácticas    en gestión de talentos y su impacto en la innovación organizacional. La utilización    de una única fuente de recogida de información entre los responsables de la    gestión de la comunicación en las organizaciones a través de entrevistas en    profundidad, limitando la dialéctica de comprensión global de sus opiniones    sobre el tema. En términos prácticos y operativos permite comprender la dinámica    de la eficiencia individual de los colaboradores en la estrategia organizacional    y sistematizar consideraciones relevantes sobre esta temática. Su principal    contribución y valor consiste en analizar y comprender de forma más eficiente    la actitud de los gestores frente a la satisfacción, participación y compromiso    de los colaboradores y su relevancia en el desempeño y reputación organizacional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Palabras-clave:</i></b> Eficiencia comunicacional;    gestión de talentos; estrategia organizacional</font></p> <HR>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Introdução</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com este estudo pretende-se contribuir com um    conjunto de considerações, ideias e atitudes na gestão de talento e seu impacto    na inovação organizacional, bem como, a compreensão deste tema atual e fundamental    para o sucesso contínuo de pequenas e médias empresas em Portugal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Deste modo, propomo-nos fazer uma entrevista    em profundidade a seis personalidades com responsabilidade de gestão da comunicação,    da marca e da administração de empresas ou organizações como: Salvato Trigo    (UFP), Paula Arriscado (Salvador Caetano), Paulo Vilhena (Paulo de Vilhena),    Adelino Cunha (<i>I have the Power</i>), José Albuquerque (Auto Sueco), Jorge    Sequeira (<i>Team Bulding</i>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo destas entrevistas visa perceber as    principais razões que tornam eficiente a gestão de talentos nas organizações    e quais os aspetos relevantes sobre esta matéria, as dinâmicas de avaliação    pessoal e a sua influência na comunicação global da empresa, a importância do    envolvimento e performance dos colaboradores, a satisfação dos mesmos, as competências    pessoais para uma comunicação eficiente, a comunicação estratégica pessoal e    a inovação na comunicação. Foram também incluídos temas relativos aos indicadores    de sucesso e eficiência comunicacional procurando encontrar ideias relevantes    nestas matérias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para completar a perspetiva prática deste estudo    procuramos introduzir os elementos qualitativos, as respostas mais representativas    deste tema, tendo como base as sua pertinência e significado que no pensamento    dos responsáveis destas organizações na atualidade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Parte I – Revisão da literatura</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana">Inovação pessoal e organizacional ao nível da    gestão de talentos</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A inovação constitui um dos aspetos mais importantes    ao nível da gestão empresarial, tal como, a gestão financeira, gestão de talentos,    planeamento estratégico, entre outros. Para além de melhorar a performance das    empresas ou organizações, agregando vantagens competitivas ao nível local e    regional, contribuem em grande medida para a riqueza das nações.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No entender de Robbins (2008, 80),</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&ldquo;Nos dias de hoje, talvez mais do que alguma    vez no passado, a eficácia da gestão e da liderança depende da capacidade de    ganhar a confiança dos seguidores. Porquê? Porque em termos de mudança e de    instabilidade – como os que caracterizam a maioria dos ambientes de trabalho    atuais -, as pessoas viram-se para as relações pessoais à procura de aconselhamento,    e a qualidade dessas relações é grandemente influenciada pelos níveis de confiança.    Em complemento, as práticas de gestão contemporâneas, tais como o <i>empowerment</i>    e o uso de equipas de trabalho, exigem bons níveis de confiança para serem eficazes.&rdquo;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ganhar a confiança dos seguidores, constitui,    segundo o autor, um dos aspetos mais importantes na liderança de pessoas, todavia,    para que isso aconteça é necessário trabalhar de forma continuada no sentido    da descoberta conjunta de soluções criativas e inovadoras de forma a corresponder    às expectativas e necessidades do todo coletivo e de cada colaborador em particular.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para Azevedo & Nascimento (2010, p. 25) sobre    a ideia de cultura organizacional relativamente à inovação entendem que:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&ldquo;O sentido de mudança pretendido também implicava    algum controle das características típicas de uma cultura organizacional de    inovação… Isso significava &ldquo;manter a criatividade, inovação e mesmo o correr    riscos&rdquo;; sendo &ldquo;criativo e inovador&rdquo;, continuando a ser &ldquo;uma organização dinâmica    e criativa, mas com um maior controlo do risco, de forma a não comprometer a    sustentabilidade&rdquo;.&rdquo;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Segundo o autor, a organização vai sendo orientada    de acordo com os seus valores, orientações e tradições mantendo a coerência    nas normas e procedimentos de forma a manter a criatividade e inovação procurando    controlar o risco e assegurar a sustentabilidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No entendimento de Kotler (2011, p. 156) a invenção    dos produtos na atualidade tem como preocupações de caráter ecológico e de preservação    ambiental, tal como se descreve a seguir:</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">&ldquo;O inovador inventa produtos que têm o potencial    de salvar o ambiente, não produtos que simplesmente não prejudicam a natureza    e são amigos do ambiente. […] Hart e Milstein classificam a inovação incremental    como um atributo de estratégias de «ecologização» e a inovação radical como    uma componente de estratégias que vão além da «ecologização»&rdquo;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Podemos verificar que a estratégia de inovação    radical tem como princípio, procurar produtos que não prejudiquem o ambiente    e principalmente que sejam ecológicos e sustentáveis para o ambiente, para o    inovador, investidor e simultaneamente, para quem o utiliza e comunica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As atividades inovadoras capazes de proporcionar    uma verdadeira inovação, surgem de uma forma geral, lentamente e ao longo do    tempo, na medida em que em determinados setores de atividade se traduz na combinação    criativa de diferentes formas de produção, comercialização ou comunicação ou    simplesmente na adoção uma nova forma de o fazer. Relativamente a este conceito    Ferreira (2009, p. 73);</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&ldquo;Neely et al. (2001), identificam algumas    condições que estruturam a capacidade para inovar nas empresas, nomeadamente:</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>A presença de uma cultura da empresa que incentive    e promova a inovação (Cultura da inovação);</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>A capacidade para integrar informações de    diferentes fontes e incentivar o pessoal de trabalhar em conjunto para gerar    inovação (Capacidade de processos internos); A capacidade de entender o negócio,    as implicações das tendências tecnológicas e do mercado (Capacidade de compreender    o ambiente).</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim, algumas condições que proporcionam a capacidade    de inovar passam pelo incentivo e promoção para a inovação, pela integração    de informações, conhecimentos e experiências diferentes e compreensão do ambiente    externo, da concorrência, da tecnologia e do comportamento dos consumidores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nos dias de hoje, a abertura ao conhecimento    exterior bem como a sua eficiente gestão associada à capacidade de absorção    e implementação desse mesmo conhecimento pela própria empresa ou organização    constituem uma plataforma ativa de comportamentos assertivos conducentes à inovação.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tendo em conta a complexidade e exigência do    mundo atual, o empenho dos colaboradores na resolução dos problemas e principalmente    a capacidade individual e coletiva de absorver e transformar o conhecimento    em competência ou habilidade de fazer diferente, podem constituir a diferença    significativa e comunicá-la para o seu público-alvo, bem como, para toda a ação    empresarial.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outro aspeto de relevante importância é a partilha    de conhecimentos e experiências entre empresas ou organizações através das publicações,    bases de dados, conferências, fóruns, debates, bem como, pelas plataformas eletrónicas    (internet) e simultaneamente com centros de investigação, universidades e associações    empresariais, entre outras.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Sobre a criatividade e novação, Cota & Marcos    (2007, p. 94) apresentam algumas considerações na medida em que, &ldquo;Para inovar    é necessário ser criativo e esta capacidade de criar, espevita o espírito incentivo,    que gerará inovação. Chegando a este estádio, certamente o sucesso acompanhará    essa empresa que inova, satisfazendo as múltiplas necessidades do cliente.&rdquo;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um dos aspetos inerentes à criatividade consiste    em proporcionar a todos os colaboradores uma motivação acrescida para dar o    seu contributo, com ideias novas ou reutilizadas, mas com diferenças significativas    procurando encontrar aquela que melhor corresponda às necessidades emergentes    atuais ou futuras. Diferenciando os dois conceitos Frade (2008, p. 5) sistematizam,</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&ldquo;Enquanto a criatividade é a geração de ideias    novas, a inovação é a tradução dessas ideias em novos produtos ou processos    (Hunter, Bedell & Mumford, 2007). Esta perspetiva conceptualizada a criatividade    das pessoas e grupos como ponto de partida para a inovação, ou seja, uma inovação    bem-sucedida depende de outros fatores para além da produção de ideias criativas,    apesar de ter origem nesta (Amabile e tal, 1996; Anderson e tal., 2004). Neste    sentido, uma organização inovadora é aquela que promove a produção criativa    dos seus colaboradores (Siegel & Kaemmerer, 1978).</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como podemos verificar, e segundo o autor, criatividade    é a geração de ideias, inovação é a tradução dessas ideias em produtos novos    ou processos. Facilmente se compreende que ter ideias não é necessariamente    ser inovador, mas, não se inova sem que existam ideias pensadas para serem aplicadas.    Neste sentido, criatividade está necessariamente ligada à inovação, todavia,    só a aplicação marca a diferença e acrescente valor.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esta criatividade terá que estar sempre objetivamente    orientada para a sua aplicação ou implementação, pois só desta forma se poderá    verificar o desempenho inovador e a sua aceitação ou pertinência, tal como indica    Braga (2010a, p.22),</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&ldquo;De acordo com Porter (1998), a inovação é    a principal responsável pela criação e manutenção de vantagens. A inovação assegura    a continuidade e sustentabilidade de uma empresa. Nesta linha de pensamento,    Kaufmann e Todtling (2001) acrescentam que se a inovação for bem-sucedida, melhorará    a posição competitiva da empresa no mercado em que opera. Para Bateman e Snell    (1998) a inovação representa uma das principais fontes de lavagem competitiva,    ao lado da competitividade em custos, qualidade e velocidade.&rdquo;</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Segundo o autor, a inovação é a principal responsável    pela criação e manutenção de vantagens que asseguram a continuidade e sustentabilidade.    Assim, a inovação funciona como a alavanca estrutural que assegura o futuro,    bem como, a concretização dos objetivos e económicos e financeiros necessários    para que a empresa cresça reinvista e evolua no mercado que opera.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os fatores que condicionam e orientam o maior    ou menor espírito inovador, segundo <i>Porter</i>, dependem em grande medida,    da concorrência existente entre empresas, das tendências e procura dos clientes,    da estratégia da empresa e do meio ambiente que a envolve, pois, serão estas    interações que estimulam a partilha de informação e a capacidade de inovação    e iniciativa empresarial.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No entendimento de Braga (2010b, p. 22) citando    a este propósito outros autores afirma, &ldquo;A este propósito, Xu e Rickards (2007)    descrevem a forma como a implementação de projetos de inovação pode valorizar    aspetos tias como a delegação, o <i>empowerment</i> dos colaboradores, a confiança,    o apoio ao trabalho criativo e, em especial, a quebra constante das rotinas    que conduzem à apatia e comprometem a qualidade.&rdquo;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Podemos verificar que a inovação, segundo o autor,    pode quebrar a rotina e melhorar a qualidade da liderança criativa. Isto acontece    quando a gestão de topo valoriza o trabalho individual e coletivo, bem como,    as ideias apresentadas pelos colaboradores.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Neste contexto, quanto mais envolvidos estiverem    os colaboradores nas tarefas e atividades, assim como, na procura constante    de soluções para os problemas da própria organização, mais se valoriza também    todo o potencial humano individual que gradualmente será orientado para uma    inovação visível e rentável para o todo coletivo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Já para os autores Sousa & Monteiro (2010, p.    41) referem que &ldquo;De facto, quando passamos do nível individual para o de grupo    e organizacional, os conceitos de criatividade e inovação ficam cada vez mais    difíceis de separar, de modo que podemos concordar com Basadur (1997), quando    ele diz que não existe diferença entre criatividade e inovação organizacionais.&rdquo;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A criatividade e inovação estão, como refere    o autor, interligados de tal forma que por vezes é difícil definir as suas delimitações    na mediada em que a criatividade organizacional é um processo contínuo que orienta    a criatividade individual, através de equipas, para a inovação rentável para    a organização.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A organização sendo uma estrutura de trabalho    coletivo, onde todos os colaboradores têm acesso à mesma informação, partilhando    e vivendo uma cultura empresarial comum, com iniciativa individual devendo acrescentar    valor à dinâmica empresarial numa perspetiva de crescimento e sustentabilidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Rego, Cunha (2010, p. 79) entende que:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&ldquo;As empresas mais competitivas são as que,    além dos talentos e de um rico capital social, beneficiam da autoeficácia, do    otimismo, da esperança e da resiliência dos colaboradores. Outros candidatos    à designação PsyCap são a criatividade, a sabedoria, o bem-estar, o Flow (uma    espécie de empenhamento eufórico e feliz na realização das tarefas), o humor,    a gratidão, o perdão, a inteligência, a autenticidade e a coragem.&rdquo;</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Segundo o autor, o capital psicológico (ou PsyCap:    <i>psychological capital</i>) é entendido como um estado positivo dos indivíduos    que pode ser desenvolvido e canalizado para um bom desempenho, constituindo    em si mesma, uma vantagem competitiva capaz de lidar com as dificuldades e obstáculos    de uma forma positiva e constante.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A ideia base consiste em criar um clima favorável    e envolvente na mente dos colaboradores ao nível auto motivação, cooperação,    otimismo e determinação no sentido de uma capacitação generalizada do capital    humano da própria organização, contribuindo para a melhoria da eficiência potenciando    as capacidades individuais para o todo organizacional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O caráter estratégico da inovação nas empresas    nacionais segundo Freire (2006, p. 398),</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&ldquo;A inovação está a assumir um caráter cada    vez mais estratégico em Portugal. Muitas empresas nacionais já investem na inovação    de processo, mas a criação de novos produtos ou serviços ainda é escassa. Aliás,    um fator fundamental que limita seriamente a capacidade de desenvolvimento de    muitos competidores portugueses é a insuficiência de capacidade tecnológica    própria. Curiosamente, os inventos nacionais continuam a ser premiados nas feiras    mundiais, mas os inventores portugueses queixam-se da falta de recetividade    às suas ideias por parte das empresas.&rdquo;</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Nesta ótica e segundo o autor, em Portugal já    se verifica um investimento considerável na inovação de processo, todavia, a    inovação de novos produtos ainda é escassa. Outro fator que é fundamental aprofundar    prende-se com a melhoria da capacidade tecnológica e na melhor aceitação das    novas invenções por parte do tecido empresarial em geral.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Motivação e melhoria contínua na estratégia    organizacional</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Podemos dizer que a motivação é uma força intrínseca    e intrapessoal que impulsiona um determinado comportamento e atitude de prosseguir    uma tarefa, uma ação ou um conjunto de ações concertadas que movem um indivíduo    aos seus próprios objetivos de vida, quer no contexto pessoal, quer no contexto    profissional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neste sentido, podemos sistematizar esta forma    proativa de agir como uma dinâmica auto eficaz, assim, e no entender de Robbins,    Judge & Sobral (2011, p.210),</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&ldquo;Albert Bandura, argumenta que há quatro maneiras    de se aumentar a autoeficácia:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">  <ol>   1. Mestria prática    <br>   2. Aprendizagem por observação    <br>   3. Persuasão verbal    <br>   4. Excitação emocional     ]]></body>
<body><![CDATA[</ol> </font>     <p></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com Bandura, a fonte mais importante    para aumentar a autoeficácia é o que ele chama <i>mestria prática</i> – ou seja,    o ganho de experiência relevante com o desempenho da tarefa ou trabalho. Se    você foi capaz de fazer bem um trabalho no passado, então estará mais confiante    para fazê-lo no futuro.&rdquo;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Desta forma, toda a experiência relevante acumulada    vai constituindo a habilidade e competência, que alheada à observação e persuasão    dos exemplos de sucesso conseguem motivar a própria pessoa encontrando as forças    necessárias para terminar as tarefas e conseguir aquilo o autor define como    autoeficácia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A teoria explicativa tem como objetivo compreender    e aceitar a ideia de que os colaboradores se sentem mais motivados quanto mais    expectativas depositam da realização desse mesmo esforço, ou seja, a motivação    e determinação dependem da expectativa criada, bem como, o que ele próprio espera    receber desse mesmo esforço. Sobre esta teoria, Robbins (2011, p. 221),</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&ldquo;[…] oferece uma explicação poderosa para a produtividade,    o absenteísmo e a rotatividade dos funcionários. Mas ela parte do princípio    de que os funcionários enfrentam poucas limitações em sua autonomia de decisão,    como vieses e informações incompletas, e isso acaba por restringir sua aplicabilidade.    A teoria da explicativa tem seu valor porque as pessoas consideram os resultados    esperados com relação a muitos comportamentos. Contudo, ela apenas explica o    comportamento.&rdquo;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No entender do autor, o trabalho estimula o fluxo,    se os objetivos estiveram claros na mente dos colaboradores. O próprio trabalho    e o reconhecimento das chefias estimulam a concentração e evita as distrações.    Neste sentido, o resultado do trabalho dos colaboradores estimula o seu resultado,    bem como, o seu desempenho.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neste sentido, sendo o homem, um ser social,    vai reagindo ou agindo ativamente nos contextos onde se encontra inserido de    acordo com os sentimentos, valores, princípios, circunstâncias, crenças, procurando    obter a satisfação de necessidades fisiológicas, de segurança, pertença, de    consideração e estima, de reconhecimento e realização pessoal. Para Maxwell    (2007, p. 393),</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&ldquo;É a maior tolice falar em motivar alguém.    A verdadeira chave é ajudar os outros a revelarem e direcionarem os seus motivadores    mais profundos&rdquo;. O processo continua quando faz o que é possível para ajudar    as pessoas a crescer e atingir o seu potencial. Deve fazer o possível para ver    as capacidades dos outros e ajudá-los a reconhecerem e desenvolverem essas capacidades.&rdquo;</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Segundo o autor, a forma mais eficiente de motivar    alguém é ajudá-lo a orientar, a revelar e a direcionar as suas energias e forças,    bem como, todo o seu potencial de crescimento, tendo sempre em conta as suas    habilidades e fundamentalmente ajudar desenvolver essas mesmas capacidades sempre    na procura constante da melhoria contínua.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O grande desafio atual das organizações consiste    em gerir toda a diversidade de ideias, sentimentos, perceções individuais sempre    como objetivo promover a criatividade e inovação vocacionado para a promoção    constante do bem-estar coletivo e da competitividade da própria organização.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Podemos afirmar que o sucesso de uma organização    depende de vários fatores, tais como: a motivação e empenho dos colaboradores,    da sua satisfação, da dinâmica dos seus líderes, do feedback dos <i>stakeholders</i>    e da cultura organizacional que todos em conjunto conseguirem e dinamizarem    em torno do todo coletivo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Motivar os funcionários no sentido de melhorar    o desempenho das organizações é segundo Dantas & Queiroz (2011, p. 25), e citando    os seguintes autores, afirmam;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&ldquo;Segundo Wagner III e Hollenbeck (2006), motivar    os funcionários para que exerçam suas atividades com níveis altos de desempenho,    vem sendo o objetivo primário de todas as organizações, entretanto que se busca    saber, é como o avanço tecnológico pode ser utilizado como fator motivacional    para atingir tais metas.</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>O campo do comportamento Organizacional, munido    de estudos e pesquisas, proporciona a estes gestores um conjunto de ferramentas    não apenas eficazes para alcançar resultados nas organizações, como também para    o desenvolvimento e satisfação no trabalho por parte das pessoas.&rdquo;</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para estes autores, motivar funcionários tem    sido o objetivo constante de todas as organizações, bem como, compreender como    perceber o papel da tecnologia como fator impulsionador dessa mesma motivação    para atingir os objetivos organizacionais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Trata-se nesta mediada, de tentar compreender    de que forma, os gestores e líderes das organizações poderão utilizar e implementar    ações ou instrumentos de apoio à motivação dos colaboradores utilizando as tecnologias    atuais, melhorando assim a performance organizacional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sobre a distribuição equitativa de recompensas,    Robbins, Judge & Sobral (2010, p. 221) indicam que as &ldquo;Evidências meta-analíticas    demonstram também que, tanto em culturas individualistas quanto em coletivistas,    as pessoas preferem uma distribuição equitativa de recompensas (os trabalhadores    mais eficientes ganham mais) do que uma divisão igual (todo o mundo recebe a    mesma remuneração, independentemente do desempenho).&rdquo;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesta perspetiva, e segundo os autores a distribuição    equitativa das recompensas, ou seja, compensar mais para quem melhor desempenho    demonstra é um dos fatores que as pessoas preferem tanto nas organizações de    pendor individualista, quer nas organizações de caráter coletivista.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Podemos verificar que para &ldquo;Vroom (1964, por    Chiavenato, 2014) que desenvolveu um modelo contingencial com base na motivação    dos trabalhadores em consonância com a produtividade que depende de três dimensões:    (1) Expectativas: objetivos individuais; (2) Recompensas: retorno em função    da produtividade e do alcance dos objetivos; (3) Relação entre as expetativas    e as recompensas: aumento da produtividade em prol do alcance dos objetivos    por recompensa.&rdquo;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Assim, podemos verificar que a motivação está    inter-relacionada com os objetivos, expetativas e desejos dos colaboradores,    com a dinâmica das recompensas face à produtividade, bem como, a relação entre    as expectativas e a sua operacionalidade por parte dos líderes organizacionais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os colaboradores devem ser sempre tratados e    valorizados de forma holística e integral nas suas personalidades como seres    humanos com inteligência e sabedoria compreendendo as suas razões, emoções,    sentimentos, aspirações de forma a serem analisados como parceiros, atores ativos    na dinâmica da organização, sendo também corresponsáveis por todas as suas atividades    e nesta medida, estando envolvidos, empenhados com todos os <i>stakeholders</i>    proporcionam maior produtividade e bem-estar para toda a organização.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Parte II – Metodologia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tendo como objetivo central compreender e verificar    na prática empresarial e organizacional as dinâmicas de gestão da gestão eficiente    de talentos e o seu impacto na organizacional, procuramos compreender um conjunto    de aspetos, ideias e considerações vigentes nas organizações que nos dessem    respostas às nossas hipóteses iniciais sobre esta matéria, através de entrevistas    em profundidade cujo objetivo se baseia na verificação e captação das principais    ideias, características e atitudes comunicacionais e de liderança mais eficientes    procurando o incremento da inovação organizacional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesta perspetiva os principais aspetos que analisamos    foram a inovação pessoal e organizacional ao nível da gestão de talentos, a    motivação, melhoria contínua e sucesso organizacional nas dimensões relativas    ao envolvimento e comprometimento dos colaboradores, inovação, performance pessoal    e estratégia organizacional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em consonância com o propósito pretendido, desenvolveu-se    um estudo qualitativo adaptado de Vroom, (1964, citado por Chiavenato, 2014)    recorrendo a entrevistas em profundidade como instrumento de recolha de informação    pragmática, interessante e diferenciadora, constituindo uma verdadeira reflexão    e análise do papel ou importância do responsável / diretor ou gestor da comunicação    nas empresas selecionadas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Parte III – Estudo de caso</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana">Seis líderes organizacionais</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O universo de estudo incidiu sobre seis empresas    de Portugal continental, sendo três empresas vocacionadas para o <i>coaching</i>,    PNL e liderança como: <i>Team Bulding</i>, Paulo Vilhena, <i>I Have the Power</i>    e três grandes económicos nomeadamente: Salvador Caetano, Auto Sueco e Universidade    Fernando Pessoa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As entrevistas em profundidade tiveram como objetivo    fundamental descobrir as ideias, as atitudes e as opiniões dos entrevistados    através da colocação de um conjunto de questões estruturadas ou semiestruturadas    de forma a auscultar e registar as suas respostas, bem como a forma e os exemplos    práticos de cada entrevistado em cada circunstância e no contexto empresarial    específico da sua empresa ou organização.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todas estas entrevistas foram realizadas nas    instalações da empresa ou em locais apropriados para o efeito, pois, para este    tipo de pesquisa, deve existir um ambiente físico e psicológico favorável e    propício a uma eficiente demonstração das experiências e conhecimentos dos entrevistados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com o objetivo de auscultar as ideias e atitudes    relativas à gestão de talentos e sua relevância comunicacional dos responsáveis    das seis empresas do universo definido, foi adotado como método a gravação de    uma entrevista em profundidade com as seguintes personalidades com experiência    e relevância nestas matérias.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>A importância do envolvimento dos colaboradores    ao nível da gestão de talentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativamente ao envolvimento dos colaboradores    e a sua importância para uma comunicação eficiente Paulo Vilhena afirma: &ldquo;Para    que tiremos o máximo partido em termos de performance de algum colaborador,    nós temos de o envolver no processo de definição de todo este ciclo que nos    garante a ação consistente porque, uma coisa é eu chegar lá e eu definir isto,    e isto e isto e transformo aquele colaborador num executor puro. O envolvimento    do colaborador num plano e de métricas para as quais não foi devidamente orientado    e sou eu que o estou a transformar numa máquina, num executor puro.&rdquo; Nas palavras    de Paula Arriscado e tendo em conta ideias semelhantes, acrescenta ainda a comunicação    não verbal e as redes sociais, como podemos observar seguidamente: &ldquo;Portanto,    o envolvimento é também conseguir que quem já é motivado se motive ainda mais,    pois os silêncios são muitas vezes mais poderosos que a comunicação verbal.    Como se diz nas redes sócias, não te queixes ao chefe, cria um blog e é um pouco    assim, por exemplo, antigamente ao nível da satisfação dos clientes como o processo    era moroso, pois eu prefiro ouvir as queixas dos clientes, do que não os ouvir,    havia uma circular na Internet que era a imagem de um cliente a dizer eu fui    a tal sítio e não me atenderam bem, eu fui a tal sítio e não fui bem atendido    ou não me ouviram.&rdquo; Assim, podemos facilmente observar que o envolvimento num    plano e nas métricas para as quais foi orientado, bem como, a gestão dos silêncios    incorporados nas plataformas digitais, contribuem para uma comunicação eficiente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neste sentido José Albuquerque afirma: &ldquo;o envolvimento    dos colaboradores é fundamental. Os colaboradores só estão envolvidos se estiverem    bem informados. E só comunicam bem se estiverem bem informados, se tiverem uma    perspetiva de abertura&rdquo; Também, Salvato Trigo diz que : &ldquo;A primeira regra é    ter os colaboradores sempre bem informados, isto é tem que haver uma boa informação    o circulo da liderança da Instituição e as pessoas que, nos vários estádios    intermédios da organização, se encontram, não pode haver como disse à pouco,    informação privilegiada, quem está no topo da organização não pode considerar    que há determinado tipo de informação que os quadros intermédios ou os de base    não conheçam.&rdquo; Podemos intuir que estes autores entendem que a boa gestão/circulação    de informação pelos colaboradores nos diversos estádios da organização, sem    haver informação privilegiada para alguns é necessário para o seu envolvimento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para Adelino Cunha as pessoas, não sendo máquinas    e estando informadas, estão envolvidas. Afirma: &ldquo;As empresas só trabalham com    pessoas e não máquinas e assim se as pessoas não estiverem envolvidas é como    uma rede de computadores desligados, havendo então uma perda de comunicação.&rdquo;    Todavia Jorge Sequeira acrescenta aspetos como a sinergia impulsionadora dos    próprios colaboradores como fator diferenciador dessa mesma eficiência, dizendo:    &ldquo;Uma empresa é um conjunto de pessoas interligadas de uma forma sinérgica para    que se consiga, naturalmente se implementar no mercado e chegar aos objetivos.    A ideia base é como é que os nossos colaboradores podem ser eles os impulsionadores    de topo.&rdquo;</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Inovação e estratégia organizacional</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por inovação e estratégia comunicacional podemos    verificar opiniões divergentes. Salvato Trigo afirma: &ldquo;O objetivo da comunicação    é a mensagem e a forma como esta é construída. Os meios é que podem ser mais    ou menos inovadores. A inovação pode acontecer na forma, nos meios que nós usamos    para poder fazer chegar essa mensagem e aí há meios mais inovadores e menos    inovadores, mais eficientes ou menos eficientes, na certeza, porém de que aquilo    que chamamos os meios de transmissão da mensagem, onde a inovação pode acontecer,    nos aspetos de design, de moda, de manequim, que é importante, mas o conteúdo    deve ser rico e atrativo, para que as pessoas possam aderir à mensagem.&rdquo; Segundo    o autor, a inovação pode acontecer nos diversos meios de comunicação ou na forma    de comunicar, não no objetivo, que é a mensagem e esta não deve ser alterada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por seu lado, Paulo Vilhena afirma o seguinte:    &ldquo;Inovação é outra das coisas muito sexy, é como liderança, e eu acho que todos    andamos a tentar inovar, mas eu ainda acredito que há meia dúzia de princípios    que são princípios críticos e que não mudam e nós às vezes pela obsessão por    inovar, por ser diferente, por fazer as coisas diferentes, esquecemo-nos de    fazer os princípios básicos fundamentais, que são os mesmos hoje que há dois    mil anos atrás e que vão ser daqui a seis mil anos para a frente&rdquo;. No entendimento    de Paulo Vilhena, a inovação da comunicação não deve ser uma obsessão e, hoje,    os princípios básicos mantêm-se os mesmos de há muitos anos atrás.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nas palavras de Paula Arriscado: &ldquo;Poderá ter    a ver com aquilo que se comunica e com a forma, de hoje em dia, dos diversos    meios de comunicação. Enviamos um <i>MMS</i> ao líder para que traga uma ideia    sólida para apresentar e surpreender a nossa marca. Cada vez que estamos com    o nosso interlocutor devemos incluir inovações incrementais, por vezes pequenas,    mas significativas para o todo coletivo. Mudar o lugar que se ocupa na sala    de reuniões é logo o motivo. Preocupação de melhoria continua&rdquo;. Para esta autora,    a inovação pode acontecer com aquilo que se comunica e com a forma, pois cada    vez mais é importante continuar a surpreender positivamente o público-alvo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Segundo Jorge Sequeira: &ldquo;Eficiência é o processo,    eficácia é o resultado. Uma equipa é eficaz quando ganha, eficiência é passar    bem a bola uns aos outros. Numa empresa é igual, se eu for fazer uma palestra    e disser que quero 100 pessoas fui eficaz. A eficiência é o processo. Para pôr    essas 100 pessoas, fui à rádio, falei com os amigos, alunos, falei à minha mãe    para levar amigos e amigas.&rdquo; E segundo Adelino Cunha: &ldquo;Primeiro temos que ter    um sistema de avaliação para comparar qual o objetivo quando comuniquei e o    resultado obtido e usar isso como um sistema em que eu possa aprender com os    próprios erros e que eu diga: «muito bem aquilo correu mal» e vamos identificar    o que temos que melhorar da próxima vez que vamos fazer.&rdquo; Na opinião destes    autores, os aspetos mais importantes na inovação e eficiência comunicacional    são os resultados obtidos numa perspetiva da aprendizagem e melhoria contínua.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Já José Albuquerque entende que: &ldquo;Inovar na comunicação    pode ser em termos de canais ou suportes. Hoje em dia há muitos criativos que    fazem umas coisas fantásticas, exemplo: o balão, o homem da <i>redbull</i> que    toda a gente vai à Net ver até aquele que foi feito no largo de Camões (calçada    portuguesa) uma agência que criou uma espécie de <i>twitter</i> na janela do    edifício. Portanto tem a ver com inovação, criatividade, obviamente que tem    a ver com tecnologia e que nos permite simplificar a maneira de comunicar&rdquo;.    Este autor acha que a inovação acontece fundamentalmente na tecnologia utilizada    nos diversos meios de comunicação, que vai simplificando a maneira de comunicar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Estratégia organizacional e a sua relevância    na performance pessoal</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Segundo Salvato Trigo: &ldquo;O Papel da pessoa é essencial,    mas é fundamental ter aquilo que se chama: a justa medida. Aquilo que Platão    chamava através de Sócrates a justa medida é saber encontrar o equilíbrio, que    não haja nem défices nem excessos. As coisas mais difíceis na comunicação e    informação organizacional é fazer o equilíbrio, encontrar esta justa medida,    entre aquilo que é défice de informação e o que são excesso de informação. Todo    o défice de informação e todo o excesso é igualmente prejudicial. Uma organização    cujo clima organizacional é marcado pelo excesso de informação é também organização    perturbada, enquanto um défice de informação gera rumor e direi que esse excesso    de informação acaba por introduzir ruídos distorcidos. Aquilo que é necessário    ter é a justa medida, suficiente para se perceber que estar atento é sobretudo    ter tento, é ser capaz de gerir com frialdade e temperança aquilo que é a necessidade    de informar e a desnecessidade também de andar permanentemente a cansar as pessoas    com informações que são muitas vezes evidências. Ora, a evidência não precisa    de ser informada. A política de comunicação é fundamentalmente uma política    de equilíbrio entre o que é importante que as pessoas saibam e a forma adequada    de as fazer e o momento exato. Nesta medida, o papel da pessoa é essencial,    mas é necessária a justa medida. As coisas mais difíceis, na comunicação, são    encontrar a justa medida, nem défice, nem excesso, pois qualquer um dos dois    pode ser prejudicial. Além disso é fundamental o equilíbrio e o momento exato    para comunicar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para Paula Arriscado: &ldquo;O sucesso pessoal poderá    estar alicerçado na proatividade pessoal, quer na capacidade de passar a minha    mensagem, de fazer com que seja ouvida, de poder vingar as minhas ideias, quer    no retorno que eu obtenho nos meus interlocutores para me dar feedback da minha    prestação, e não há sucesso pessoal sem uma comunicação bem-sucedida, mesmo    em <i>BackOffice</i>.&rdquo; Segundo a autora, o sucesso pessoal depende da proatividade,    na capacidade de fazer passar a mensagem, que seja ouvida, e no <i>feedback</i>    ou na ação gerada nos interlocutores.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Na opinião de Paulo Vilhena o sucesso: &ldquo;…é que    a execução da minha equipa esteja em linha com as minhas expectativas.&rdquo; Já Adelino    Cunha afirma: &ldquo;Vai no mesmo sentido, atingir os objetivos para os quais se propôs.&rdquo;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para José Albuquerque o aspeto que define o sucesso    na comunicação assenta no resultado satisfatório alcançado, na confiança gerada    na equipa e no reconhecimento do trabalho apresentado, por isso afirma: &ldquo;Eu    sinto o resultado no facto de comunicar bem se tiver à minha volta pessoas a    quem eu gero confiança, amizade. Pessoa que têm disponibilidade para comigo,    pessoas que, também junto de mim, se socorrem de opiniões, e eu digo isto muitas    vezes. Uma das funções da comunicação empresarial é gerar junto dos meios de    comunicação para que quando há questões relacionadas com o setor venham junto    de nós pedir a nossa opinião.&rdquo;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim, e segundo o autor: &ldquo;O sucesso é uma coisa    idiossincrática, é pessoal, para uma pessoa, uma casa com piscina é bom, para    outra não chega. Ambas estão certas. Nessa medida, temos que ser gestor de sonhos,    o que é que as pessoas querem numa empresa, e nós, como lideres, devemos fazer    tudo para que a pessoa realize aquele sonho dentro da empresa.&rdquo; Podemos verificar    que o sucesso pessoal assenta, essencialmente, na gestão de sonhos das pessoas    e, naturalmente, nas empresas que os líderes orientam e gerem.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Parte IV – Discussão de resultados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativamente ao envolvimento dos colaboradores    podemos verificar que as principais considerações relevantes na gestão dos talentos    são a eficiência da comunicação verbal e não verbal de forma física e digital,    na observação, na gestão eficiente dos silêncios, na partilha e gestão eficiente    da informação, na sinergia impulsionadora dos seus responsáveis e na monitorização    e avaliação constantes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que concerne à inovação e estratégia organizacional    podemos verificar que as principais considerações observadas foram; inovação    acontece nos diferentes meios de comunicação, nas incorporações de fatores diferenciadores    que se tornam incrementais pois o objetivo da comunicação é a mensagem e a forma    como esta é construída, bem como, a tecnologia e verificação de resultados operacionais    importantes para a organização.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sobre a estratégia organizacional e a sua importância    na performance pessoal verificamos que o papel da pessoa é fundamental, assim    como, a fluidez da comunicação, que deve estar sempre em equilíbrio constante    procurando evitar o excesso de informação e ausência da mesma, pois qualquer    um dos dois pode levar à deturpação da comunicação organizacional. Nesta medida,    a proatividade pessoal, a capacidade de fazer passar a mensagem, a obtenção    de feedback positivo alinhado com a gestão de expectativas e sonhos dos seus    colaboradores, bem como, a verificação continuada de resultados positivos revela    no entender dos seus autores, os aspetos mais relevantes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclusão</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">No que concerne à gestão de talentos podemos    indicar que um dos aspetos mais relevantes consiste no desenvolvimento dos conhecimentos    pelos colaboradores, associada à implementação de ações estruturais, de uma    forma gradual e dinâmica, procurando potenciar as capacidades individuais, partilhando    a mesma cultura, reconhecendo o trabalho individual e coletivo, sem esquecer    a necessidade do cumprimento dos objetivos da organização.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tendo em consideração os aspetos relevantes para    a eficiência do desempenho dos colaboradores podemos verificar que os principais    fatores residem na atitude positiva, autoanálise, auto motivação, definição    de objetivos, aliado à capacidade de gerar ação compreendendo os demais para    ser compreendido na organização onde está inserido.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que diz respeito ao desenvolvimento das capacidades    individuais estas assentam na pró atividade pessoal ao nível da capacidade de    comunicar, partilhar e fundamentalmente obter um feedback positivo dos interlocutores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tendo em consideração os aspetos relevantes para    a eficiência do desempenho dos colaboradores podemos verificar que os principais    fatores residem na atitude positiva, autoanálise, auto motivação, definição    de objetivos, aliado à capacidade de gerar ação compreendendo os demais para    ser compreendido na organização onde está inserido.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O sucesso é algo idiossincrático, na medida em    que depende dos objetivos das organizações assim deve ter-se em consideração    a dimensão, a motivação e o empenho, assim como a cultura de cada organização,    já a motivação é algo intrínseco a cada indivíduo que pode e deve ser coadjuvado    pela equipa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Azevedo, N., & Nascimento, A. (2010). Cultura    partilhada numa organização aprendente. <i>Interações, 6</i>(14), 9-31. Retirado    de <a href="http://revistas.rcaap.pt/interaccoes/article/view/413" target="_blank">http://revistas.rcaap.pt/interaccoes/article/view/413</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1901984&pid=S2183-5462201800020001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Basadur, M. S. (1997). Organizational development    interventions for enhancing creativity in the workplace. <i>The Journal of Creative    Behaviour, 31</i>(1), 59-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1901985&pid=S2183-5462201800020001500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Batman, T. S., Snell, S. A. (1998). <i>Administração:    Construindo vantagem competitiva</i>. São Paulo: Editora Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1901987&pid=S2183-5462201800020001500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Braga, A. M. S. (2010). <i>Factores que influenciam    a tomada de decisão em inovar nas empresas Portuguesas</i>. (Dissertação de    Mestrado), Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1901989&pid=S2183-5462201800020001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Portugal.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cota, B.V., & Marcos, P.G. (2007). <i>Marketing    inovador</i>. Lisboa: Ed. Universidade Católica Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1901991&pid=S2183-5462201800020001500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Dantas, H.S., & Queiroz, F.C. (2011). <i>Comportamento    Organizacional: Criando vantagem competitiva</i>. Editora Saraiva.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1901993&pid=S2183-5462201800020001500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ferreira, M. C. L. (2009). <i>Capacidade de inovação    empresarial e políticas públicas de incentivos</i> (Tese de Mestrado). Retirado    de <a href="http://hdl.handle.net/10773/1747" target="_blank">http://hdl.handle.net/10773/1747</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1901995&pid=S2183-5462201800020001500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Frade, J. R. S. P. (2008). <i>Inovar com iniciativa:    Autonomia, exigência de inovação, clima para a iniciativa e produção da inovação</i>    (Dissertação de Mestrado, Universidade de Lisboa,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1901996&pid=S2183-5462201800020001500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Portugal).</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Freire, A. (2006). <i>Inovação: Novos produtos,    serviços e negócios para Portugal</i>. Lisboa: Ed. Verbo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1901998&pid=S2183-5462201800020001500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hart S. L., & Milstein M. (2003). Creating sustainable    value. <i>Academy of Management Executive, 17</i>(2), 56-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1902000&pid=S2183-5462201800020001500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hunter, S. T., Bedell, K. E., & Mumford, M. D.    (2005). Dimensions of creative climate: A general taxonomy. <i>Korean Journal    of Thinking and Problem Solving, 15</i>(2), 97–116.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1902002&pid=S2183-5462201800020001500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kaufmann, A., & Tödtling, F. (2000). Systems    of Innovation in Traditional Industrial Regions: The Case of Styria in a Comparative    Perspective. <i>Regional Studies, 34</i>(1), 29-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1902004&pid=S2183-5462201800020001500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kotler, P. (2011). <i>Marketing 3.0</i>. Lisboa:    Ed. Actual Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1902006&pid=S2183-5462201800020001500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Maxwell, J. C. (2007). <i>Talento não é tudo:    Descubra os 13 princípios para superar os seus talentos e maximizar as suas    competências</i>. Ed. Smartbook.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1902008&pid=S2183-5462201800020001500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Porter, M. (1987). From Competitive Advantage    to Corporate Strategy. <i>Harvard Business Review</i> 65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1902010&pid=S2183-5462201800020001500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rego, A., & Cunha, M.P. (2010). <i>Liderança    Positiva</i> (2nd ed.). Lisboa: Ed. Sílabo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1902012&pid=S2183-5462201800020001500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Robbins, S. P. (2008). <i>O segredo na gestão    de pessoas</i>. Lisboa: Ed. Centro Atlântico.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1902014&pid=S2183-5462201800020001500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
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