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<publisher-name><![CDATA[Centro de Investigação Media e JornalismoFaculdade de Ciências Sociais e Humanas/Universidade Nova de Lisboa]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O impacto da obra de Nelson Traquina nos Estudos em Jornalismo do Brasil: estudo sincrônico e diacrônico a partir de anais de eventos científicos nacionais]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The impact of Nelson Traquina’s work in Brazilian Journalism Studies: a synchronic and diachronic study from the annals of national scientific events]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article analyzes the impact of Nelson Traquina’s work in the Journalism Studies carried out in Brazil, based on bibliometric studies in works presented in congresses of Journalism and Communication in the country. To do so, it retrieves results from previously published studies and presents new data, produced especially for this paper, related to works presented at events in 2019, in a synchronic research, and over two decades (2000-2019), in a diachronic perspective. From the joint analysis of these data, it concludes that Nelson Traquina, throughout this period, was an author with high impact on Brazilian research in Journalism., More recently, the impact of his authorial work has become more significant than the observed in his work as a disseminator, for the Portuguese Language, of the international literature of Journalism Studies. Compared to the congresses that bring together researchers with graduate and undergraduate level held in 2019 in Brazil, the impact of Traquina’s work is greater in graduate research.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Nelson Traquina]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>ARTIGO</b></font></p>     <p><font size="4"><b>O impacto da obra de Nelson Traquina   nos Estudos em Jornalismo do Brasil: estudo sincrônico e diacrônico a partir de   anais de eventos científicos nacionais</b></font></p>     <p><font size="3"><b>The impact of Nelson Traquina&#8217;s work in Brazilian Journalism Studies: a synchronic and diachronic study from the annals of national scientific events</b></font></p>     <p><b>Eduardo Meditsch*, </b>    <br> <img src="/img/revistas/id_orcid.gif"> <a href="https://orcid.org/0000-0001-6045-1178">https://orcid.org/0000-0001-6045-1178</a></p>     
<p><b>Guilherme Guerreiro Neto**, </b>    <br> <img src="/img/revistas/id_orcid.gif"> <a href="https://orcid.org/0000-0002-0733-9010">https://orcid.org/0000-0002-0733-9010</a></p>     
<p>* Universidade Federal de Santa Catarina <a href="mailto:emeditsch@gmail.com">emeditsch@gmail.com</a></p>     <p>** Universidade Federal do Pará <a href="mailto:gguerreironeto@gmail.com">gguerreironet</a><a href="mailto:o@gmail.com">o@gmail.com</a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>Este artigo analisa o impacto da obra de Nelson Traquina nos Estudos em Jornalismo realizados no Brasil, a partir de estudos bibliométricos em trabalhos apresentados em congressos de Jornalismo e Comunicação no país. Para isso, recupera resultados de estudos publicados anteriormente e apresenta novos dados, produzidos especialmente para este <i>paper</i>, relativos a trabalhos apresentados em eventos de 2019, numa pesquisa sincrônica, e ao longo de duas décadas (2000-2019), numa perspectiva diacrônica. Da análise conjunta destes dados, conclui que Nelson Traquina, ao longo de todo esse período, foi um autor com alto impacto na pesquisa brasileira em Jornalismo, sendo que mais recentemente, o impacto de seu trabalho autoral tornou-se mais significativo do que o observado em seus trabalhos de divulgador, para a Língua Portuguesa, da literatura internacional dos <i>Journalism Studies</i>. Comparados os congressos que reúnem pesquisadores com nível de pós-graduação e graduação realizados em 2019 no Brasil, o impacto da obra de Traquina é maior na pesquisa de pós-graduação.</p>     <p><b>Palavras chave</b>: Nelson Traquina; estudos em jornalismo; Brasil; impacto; bibliometria</p>   <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This article analyzes   the impact of Nelson Traquina&#8217;s work in the Journalism   Studies carried out in Brazil, based on bibliometric studies in works presented   in congresses of Journalism and Communication in the country.   To do so, it retrieves   results from previously published studies and presents new data, produced especially for this paper, related   to works presented   at events in 2019, in a synchronic research, and over two   decades (2000-2019), in a diachronic perspective. From the joint analysis of   these data, it concludes that Nelson Traquina, throughout this period, was an   author with high impact on Brazilian research in Journalism., More recently,   the impact of his authorial work has become more significant than the observed in his work as a disseminator, for   the Portuguese Language, of the   international literature of Journalism Studies. Compared to the congresses that bring together researchers   with graduate and undergraduate level held in 2019 in Brazil, the impact of   Traquina&#8217;s work is greater in graduate research.</p>     <p><b>Keywords</b>: Nelson Traquina; studies in journalism; Brazil; impact; bibliometry </p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>Em texto   publicado no livro produzido pelo Centro de Investigação Media e Jornalismo de Lisboa em homenagem a Nelson Traquina, por ocasião da aposentadoria do pesquisador,    a professora Marialva Carlos Barbosa destaca a explosão dos Estudos em Jornalismo no Brasil a partir do ano 2000 e a importância da contribuição teórica do   autor português para esse fenômeno   (Barbosa, 2012). O presente texto confirma tal impressão, trazendo novos dados bibliométricos que atestam a constância e a permanência do impacto da obra   do professor português sobre a área   acadêmica de Comunicação e, mais especificamente, sobre a subárea de Jornalismo, no Brasil, ao final da segunda década do Século XXI.</p>      <p>Para chegar a essa conclusão, investigamos (1) o quanto as obras de Traquina aparecem citadas em trabalhos científicos sobre Jornalismo apresentados em eventos no Brasil e, (2) o quanto autores internacionais, traduzidos à Língua Portuguesa na principal coletânea organizada por Traquina, aparecem citados a partir dela. Os dados analisados referem-se ao Grupo de Trabalho Estudos de Jornalismo do Encontro Anual da Compós (Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação), à Divisão Temática 1 - Jornalismo do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação da Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação) e ao Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo da SBPJor (Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo); incluem ainda os espaços para trabalhos de estudantes de graduação e recém-graduados no Congresso da Intercom (Intercom Júnior) e no Encontro da SBPJor (Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo - JPJor). Antes dos levantamentos realizados para este artigo, que adotam uma perspectiva sincrônica e diacrônica, como será exposto, revisamos estudos anteriores sobre o tema.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Estudos anteriores</b></p>     <p>Em <i>survey   </i>realizada   pelo Cecom da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo   em 2009, junto   a pesquisadores do CNPq, professores de pós-graduação e outros   investigadores brasileiros da área, sob a coordenação de Maria Immacolata Lopes   e Richard Romancini, o professor Traquina   aparece na lista dos autores estrangeiros de maior relevância para os estudos   de Comunicação no Brasil,   citado por 32 dos 312 respondentes (10,3%). Esse percentual o coloca em   primeiro lugar entre os autores estrangeiros de Língua Portuguesa, e também em   primeiro lugar entre os autores estrangeiros especializados em Jornalismo (Lopes &amp; Romancini, 2010).</p>      <p>A proeminência   é ampliada quando se muda a perspectiva do campo mais largo da Comunicação que,   no Brasil, como em Portugal, tem uma grande dispersão de objetos de estudo,   para o subcampo mais especializado do Jornalismo. Aí a presença de Traquina   como referência aumenta significativamente em termos percentuais já desde o início do século.</p>      <p>Num estudo bibliométrico dos  <i>papers </i>sobre Jornalismo apresentados em três diferentes congressos acadêmicos brasileiros (SBPJor, Intercom e Compós) nos anos de 2003 e 2004, Nelson Traquina aparece como o segundo autor mais citado, sendo referenciado em 44 dos 263 trabalhos analisados, atrás apenas do italiano Mauro Wolf, que foi citado num trabalho a mais, como mostra a <a href="#t1">Tabela 1</a>:</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t1"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t1.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Num   levantamento seguinte, que incluiu os dados apenas dos Congressos da SBPJor,   mas de um ano a mais (2003, 2004 e 2005), Traquina   aparece já à frente de Mauro Wolf como o autor mais citado entre todos, de todas as áreas e nacionalidades, incluindo os brasileiros, aparecendo em 51 dos 278 trabalhos apresentados, como mostra a <a href="#t2">Tabela 2</a>:</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t2"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t2.jpg"/></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Em 2010, foi   publicado outro estudo bibliométrico sobre os trabalhos apresentados nos congressos acadêmicos brasileiros, levando em conta dessa   vez o biênio 2006/2007<a href="#1"><sup>[1]</sup></a><a name="top1"></a>. Nelson Traquina aparece novamente como o   autor mais citado entre todos, referenciado em 78 dos 213 trabalhos apresentados. A <a href="#t3">Tabela 3</a> a seguir   mostra os autores   mais citados conforme aquele levantamento:</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t3"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t3.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>O estudo   de Anelise Rublescki também constata que os livros   são o tipo de referência mais utilizado nos trabalhos, representando 74,3% do total   (contra 8,7% para os   artigos em periódicos e 6,6% para   os anais de eventos). E entre os dez livros   mais citados na pesquisa brasileira em jornalismo apresentada naqueles congressos, cinco são de Nelson Traquina, como mostra a <a href="#t4">Tabela 4</a>:</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t4"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t4.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Um quarto   estudo bibliométrico verificou em que intensidade o autor Nelson Traquina   seguiu sendo citado nos trabalhos científicos sobre Jornalismo apresentados   em eventos acadêmicos no Brasil no início da segunda década do Século. O corpus   de análise se constituiu de um total   de 340 <i>papers</i>, dos quais em 80 aparecem referências às obras de Traquina, como apresentado na <a href="#t5">Tabela 5</a>:<a href="#2"><sup>[2]</sup></a><a name="top2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t5"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t5.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>O levantamento de Meditsch &amp;   Guerreiro Neto (2016)   observa que, contando   os três eventos de 2011, há 80 artigos   com referências à obra de Traquina. Como em   alguns casos um único trabalho toma por base mais de um livro do autor, são 106 referências a livros dele.   O livro mais recorrente nas citações dos artigos de 2011 é <i>Jornalismo: questões, teorias e &#8220;estórias&#8221;</i>, coletânea de textos de autores da literatura   internacional dos <i>Journalism Studies </i>publicada originalmente em 1993 pela editora   portuguesa Vega (no Brasil, apenas   o seria em 2016 pela Editora Insular). Os três livros   seguintes evidenciam a importância da publicação de Traquina por editoras   brasileiras para a difusão da obra do pesquisador. <i>Teorias do Jornalismo Volume.     1: porque as notícias     são como são </i>e V<i>olume. 2: a tribo       jornalística - uma comunidade       interpretativa transnacional</i>, editados   ambos pela Insular, e <i>O Estudo     do Jornalismo no século     XX</i>, editado pela Unisinos, representam cerca de 60% das citações   nos eventos de 2011, como mostra a <a href="#t6">Tabela 6</a>:</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t6"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t6.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p><b> O impacto da obra de Traquina numa perspectiva diacrônica</b></p>     <p>O levantamento de Meditsch &amp; Guerreiro Neto (2016), focado nos congressos de 2011, sugere novos estudos para apurar até que ponto persistiria a influência de Traquina na pesquisa brasileira em Jornalismo na década iniciada naquele ano, sugerindo uma possível diluição futura dessa influência com o acesso facilitado à literatura internacional pela internet, os crescentes intercâmbios de pesquisadores e o aumento das traduções (Meditsch &amp; Guerreiro, 2016, p. 25). O presente artigo pretende responder a esta questão com novos levantamentos bibliométricos, realizados em 2020, com dados dos congressos brasileiros realizados até 2019.</p>      <p>O primeiro deles propõe uma observação diacrônica, levantando os dados de duas décadas de encontros do Grupo de Trabalho Estudos de Jornalismo da Compós (de 2000 a 2019). Selecionando apenas 10 trabalhos por ano em cada grupo de trabalho, esse evento é o mais restrito e seletivo dos congressos em Comunicação realizados no Brasil. A sua escolha para o levantamento diacrônico se deve a essa característica que, por um lado, restringe o universo empírico, permitindo sua observação <i>in toto </i>e, por outro, expressa o trabalho de pesquisa que está entre o mais qualificado no país.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na <a href="#t7">Tabela 7</a> a seguir, observa-se que houve citação   das obras de Traquina em pelo   menos um trabalho por ano em todos   os vinte anos de encontros do GT Estudos   de Jornalismo da Compós,   e que em treze dos vinte anos a parcela   de trabalhos com citação das obras do autor oscilou   entre 30 e 70 por cento. No cômputo geral,   praticamente um terço (32,5%) dos trabalhos apresentados nos 20 anos de eventos   cita obras de Traquina. Como vários trabalhos citam mais de uma obra do autor, a última   coluna da tabela refere o número total de citações em cada ano do evento.</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t7"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t7.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Comparando-se   a parte de cima da <a href="#t7">Tabela 7</a>, referente à primeira década estudada   (2000-2009), com a parte de baixo da mesma, referente à segunda década (2010-2019), a variação da quantidade de citações foi de 35% para 30%, o que, mesmo com a diminuição, expressa uma   presença muito significativa (e provavelmente inigualada por outro autor) de citações das obras de Traquina na década mais recente.</p>      <p>Essa quantidade de citações pode ser atribuída à dupla utilização das obras de Traquina apontada pelo estudo dos Autores em 2016: as citações de seus livros referem-se tanto a textos de que ele é o autor quanto a textos da literatura internacional dos <i>Journalism Studies </i>que traduziu e editou nas diversas coletâneas que organizou, tanto em livros quanto na <i>Revista de Comunicação e Linguagens </i>da Universidade Nova de Lisboa. A <a href="#t8">Tabela 8</a> lista as obras de Traquina citadas em 20 anos do Grupo de Pesquisa em Jornalismo da Compós, onde se observa a participação das coletâneas nas citações, especialmente do livro <i>Jornalismo: questões, teorias, estórias</i>, já apontado em estudos anteriores como o livro mais citado na pesquisa brasileira em Jornalismo:</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t8"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t8.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>A verificação   dos autores citados a partir da principal coletânea editada por Nelson Traquina, nas duas décadas   observadas, como aparece   na <a href="#t9">Tabela 9</a>, mostra a importância da obra organizada por ele para a difusão destes autores no Brasil:</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t9"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t9.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p><b>A permanência do impacto de Traquina em 2019</b></p>     <p>Além do estudo diacrônico que abordou os 20 anos de Congressos da Compós, foi realizado para este artigo um levantamento, em perspectiva sincrônica, das citações das obras de Traquina nos congressos de Jornalismo e Comunicação realizados no Brasil em 2019, ano do falecimento do pesquisador. Embora Traquina estivesse retirado da vida acadêmica desde 2012, quando se aposentou na Universidade Nova de Lisboa e se retirou para os Estados Unidos, a utilização de seus textos não diminuiu de forma significativa no Brasil desde então, como se observou na perspectiva diacrônica, e o levantamento de 2019 o confirma. A <a href="#t10">Tabela 10</a> demostra as citações anotadas nos anais do 17o. Encontro da Associação Brasileira dos Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), realizado em Goiânia, capital de Goiás, em 2019, evento que reuniu o maior número de <i>papers </i>especializados em Jornalismo no ano. O Congresso da SBPJor tem sessões de Comunicações Coordenadas temáticas e sessões de Comunicações Livres, todas com trabalhos que tem como objeto de estudo o Jornalismo:</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t10"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t10.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Uma percentagem ainda maior foi registrada nos anais dos Grupos de Pesquisa   reunidos na Divisão Temática 1 - sobre   Jornalismo - do 42o. Congresso   Brasileiro de Ciências da Comunicação, promovido pela Intercom em Belém do Pará em 2019,   como demonstra a <a href="#t11">Tabela 11</a>; a Divisão Temática 1 da Intercom comporta cinco grupos de pesquisa:</p>     <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="t11"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t11.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Considerados em conjunto os três principais congressos acadêmicos de âmbito nacional da área de Comunicação com sessões especializadas em Jornalismo realizados em 2019, o número de trabalhos com citações das obras de Nelson Traquina correspondeu a 23,8%, como mostra a <a href="#t12">Tabela 12</a>:</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t12"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t12.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>O   estudo sincrônico dos anais de eventos de 2019 também apurou quais obras   de Traquina foram mais citadas.   A <a href="#t13">Tabela 13</a> mostra esses dados:</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t13"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t13.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Comparando-se a <a href="#t13">Tabela 13</a>,   referente ao estudo   sincrônico de 2019,   e a <a href="#t8">Tabela 8</a>, referente às obras mais citadas no estudo diacrônico   de duas décadas, com a devida ressalva pelo fato das bases de dados não serem   exatamente as mesmas (os congressos considerados), nota-se uma mudança   importante. No estudo diacrônico, as coletâneas organizadas por Traquina   respondem por quase dois terços das suas citações (64,2%) em congressos   brasileiros, enquanto em 2019 a percentagem baixa para pouco mais de um terço   (36,7%), com os livros autorais respondendo pela maior parte. Esses dados podem   indicar uma mudança na utilização das obras do autor, no último ano maior   pelos seus próprios textos do que pelos textos de outros autores que difundiu   em seus livros, embora sua principal coletânea siga sendo o livro mais citado,   agora também mais acessível no país com o lançamento de uma edição brasileira pela Editora Insular em 2016, que já aparece nas citações.</p>     <p>Na <a href="#t14">Tabela 14</a>, os dados referem-se aos autores citados a partir da principal coletânea organizada por Traquina no estudo sincrônico relativo a 2019. Comparando-se com o estudo diacrônico a que se refere a <a href="#t9">Tabela 9</a>, nota-se pequena variação em relação aos autores mais citados nas duas bases de dados:</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t14"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t14.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Já na <a href="#t15">Tabela 15</a>, compara-se as percentagens de trabalhos com citações das obras de   Traquina em seis estudos bibliométricos realizados. Nos três primeiros, foi   apurada a posição do autor no <i>ranking </i>dos mais citados em cada universo   pesquisado, ocupando o segundo lugar quando a percentagem foi de 16,7% e   passando ao primeiro a partir de   18,3%. Embora nos três últimos esse <i>ranking </i>comparativo com outros   autores não tenha sido apurado, observa-se que a percentagem de <i>papers </i>com   citação de Traquina não caiu na comparação entre 2011 e 2019, e a alta cifra alcançada nestes dois anos (23,5 e 23,8%), maior ainda no estudo diacrônico   (32,5%), indica que o autor possivelmente segue liderando o <i>ranking </i>dos   mais citados na pesquisa brasileira em Jornalismo até o último ano pesquisado,   embora isso precise ser confirmado por outros estudos que incluam tal medição.</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t15"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t15.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Todos os   estudos citados na <a href="#t15">Tabela 15</a> referem-se a anais de congressos em que predominam   trabalhos de pesquisadores já doutores ou em formação em nível de pós-graduação   (mestrado e doutorado). No entanto, uma grande preocupação de Nelson   Traquina, expressa no documento apresentado à Universidade Nova de Lisboa   quando de suas provas de agregação (Traquina, 1995), era com a formação teórica   na graduação, onde atribuía maior importância a seu papel como professor. O   documento apresenta o programa da disciplina Teoria da Notícia que ministrava   na Licenciatura em Comunicação da UNL, onde fica claro que um dos principais   objetivos de suas publicações era tornar acessível a literatura internacional   dos <i>Journalism Studies </i>a seus alunos que se formavam para exercer a prática da profissão.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Inspirado por esse desejo do autor, o estudo realizado para o presente artigo também apurou o impacto das obras de Traquina nas pesquisas apresentadas por estudantes brasileiros de graduação em 2019. A <a href="#t16">Tabela 16</a> traz os dados dos anais de dois eventos nacionais de iniciação científica dedicados ao jornalismo: o Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo, realizado paralelamente ao Encontro da SBPjor, e a Divisão Temática de Jornalismo da Intercom Júnior, evento paralelo ao Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação:</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t16"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t16.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Como se observa na <a href="#t16">Tabela 16</a>, a percentagem de trabalhos de iniciação científica com citações de obras de   Traquina em 2019 também é altamente expressiva (21,9%), mas não superior   às registradas nos eventos brasileiros de pesquisadores   pós-graduados, realizados a partir de 2006 (23,5   a 36,6%), como aparece na <a href="#t15">Tabela 15</a>. Esta comparação pode indicar que as obras de Traquina são mais utilizadas no Brasil na pós-graduação do que na de graduação. A <a href="#t17">Tabela 17</a> traz as obras citadas nos eventos da graduação:</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t17"></a><img src="/img/revistas/mj/v20n37/20n37a03t17.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Na <a href="#t17">Tabela 17</a>,   observa-se que a os textos   autorais de Traquina tem   um peso ainda maior (em relação aos textos de outros autores   incluídos nas coletâneas que organizou) nos eventos brasileiros de iniciação científica especializados em Jornalismo realizados no Brasil em 2019 do que nos eventos dos pesquisadores de pós-graduação realizados no mesmo ano. As citações   da coletânea foram de apenas 22,2% na iniciação científica, enquanto de 36,7% nos eventos principais. Nelson Traquina enquanto autor tem um peso ainda   maior na graduação em relação ao Nelson Traquina difusor da literatura internacional em Língua Portuguesa.</p>     <p><b>Em conclusão</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Este   estudo objetivou apurar a constância   e a permanência do impacto   das obras de   Nelson Traquina   na pesquisa brasileira em Jornalismo. Para tanto, partiu de uma revisão dos estudos anteriores sobre o tema e realizou dois novos levantamentos biliométricos,   o primeiro numa perspectiva diacrônica, abarcando os anais   de vinte anos de reuniões do Grupo de Trabalho Estudos   de Jornalismo da Associação Nacional   dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação - Compós (2000-2019), e o segundo   numa perspectiva sincrônica, abarcando os anais   dos três principais congressos acadêmicos   brasileiros inteiramente dedicados à   pesquisa em Jornalismo (caso da Associação Brasileira dos Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), ou que tem seções ou grupos de   pesquisa dedicados a ela (caso da Sociedade   Brasileira de Estudos   Interdisciplinares da Comunicação - Intercom,   e da já citada Compós), realizados em 2019.</p>      <p>Os novos dados produzidos para este artigo apontam a permanência do alto impacto da obra de Traquina na pesquisa brasileira em jornalismo, com a citação de seus livros em 23,8% dos papers apresentados nos congressos de 2019, índice que supera os 23,5% registrados em estudo anterior sobre os congressos de 2011. O estudo diacrônico que abarcou dados de 20 anos de congressos da Compós também comprova a constância desse impacto, que chega a praticamente um terço dos trabalhos apresentados no Grupo de Pesquisa em Jornalismo da entidade em todo o período considerado.</p>      <p>Os dados também revelam que em 2019 foi mais significativo o impacto dos textos de que Nelson Traquina é o autor em relação aos dos autores internacionais de que foi o introdutor para a Língua Portuguesa: as citações de seus livros autorais agora superam as de suas coletâneas, mesmo com a mais importante delas - <i>Jornalismo: questões, teorias, estórias </i>- agora também publicada no Brasil. Por fim, os novos dados permitem comparar pela primeira vez o impacto da obra de Traquina na pesquisa realizada pela pós-graduação com a pesquisa também em Jornalismo realizada na graduação brasileira, mostrando que, embora no segundo caso seja também significativa, o impacto na pós-graduação é maior.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</B></p>     <!-- ref --><p>Barbosa, M. C. (2012). Nelson Traquina e as pesquisas em jornalismo no Brasil. In I. F. Cunha, A. Cabrera, e J.P. Sousa (Eds.), <i>Pesquisa em Media e Jornalismo: homenagem a Nelson Traquina </i>(pp. 12-25). Covilhã: Labcom.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912143&pid=S2183-5462202000020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Lopes, M. I., &amp; Romancini, R. (2010). <i>Pesquisa de Percepção de Relevância de Revistas e Autores: referências do Campo da Comunicação (resultados do Survey de nov/dez de 2009)</i>. Relatório de Pesquisa. São Paulo: Cecom/Eca-USP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912145&pid=S2183-5462202000020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Meditsch, E., &amp; Segala, M. (2005). Trends in three Journalism academic meetings. <i>Brazilian Journalism Research, 1</i>(1), 47-60.DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.25200/BJR.v1n1.2005.35" target="_blank">10.25200/BJR.v1n1.2005.35</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912147&pid=S2183-5462202000020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Meditsch, E., &amp; Segala, M. (2013). A pesquisa brasileira em jornalismo apresentada nos três primeiros congressos da SBPJor: temas, enfoques e referências. In <i>Anais do XI Congresso Brasileiro de Pesquisadores em Jornalismo </i>- SBPJor 2013. Brasília: SBPJor-UnB.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912148&pid=S2183-5462202000020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Meditsch, E., &amp; Guerreiro Neto, G. (2016). Nelson Traquina, suas coletâneas e seus efeitos na consolidação dos estudos em jornalismo no Brasil (Apresentação). In N. Traquina (Ed.), <i>Jornalismo: Questões, Teorias e &#8220;Estórias&#8221; </i>(pp. 15-25). Florianópolis: Insular.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912150&pid=S2183-5462202000020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Rublescki, A. (2010). Pesquisa   em Jornalismo: produção   e uso da informação nos artigos apresentados em congressos. <i>Estudos em Jornalismo &amp; Mídia</i>, <i>7</i>(1), 197-211. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.5007/1984-6924.2010v7n1p197" target="_blank">10.5007/1984-6924.2010v7n1p197</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912152&pid=S2183-5462202000020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Traquina, N. (Ed.). (1988). Jornalismos. <i>Revista </i><i>de </i><i>Comunicação </i><i>e Linguagens</i>, 8. Lisboa: CECL-FCSH-UNL.</p>     <p>Traquina, N.   (Ed.). (1993). <i>Jornalismo: Questões, Teorias e &#8220;Estórias&#8221;</i>. Lisboa: Vega.</p>      <!-- ref --><p>Traquina, N. (1995). <i>Teoria da Notícia: Programa, Conteúdos e Métodos</i>. Relatório Apresentado à Universidade Nova de Lisboa para Provas de Agregação.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912155&pid=S2183-5462202000020000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <p>Traquina, N. (Ed.). (2000). Jornalismo 2000. <i>Revista de Comunicação e Linguagens</i>. 27. Lisboa: CECL-FCSH-UNL/Ed. Relógio D&#8217;Água.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Traquina, N. (Ed.). (2000). <i>O poder do Jornalismo. Análise e textos da teoria do agendamento</i>. Coimbra: Minerva.</p>      <!-- ref --><p>Traquina, N. (2001). <i>O   Estudo do Jornalismo no Século XX</i>.   São Leopoldo: Editora Unisinos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912159&pid=S2183-5462202000020000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Traquina, N. (2002). <i>O que é Jornalismo</i>. Lisboa:   Quimera.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912161&pid=S2183-5462202000020000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Traquina, N. (2003). <i>Teorias</i><i> </i><i>do</i><i> </i><i>Jornalismo.</i><i> </i><i>Porque</i><i> </i><i>as</i><i> </i><i>notícias</i><i> </i><i>sãocomo são. </i>(Vol.1). Florianópolis: Insular.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912163&pid=S2183-5462202000020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Traquina, N., &amp; Mesquita, M. (2003). <i>Jornalismo Cívico</i>. Lisboa: Livros   Horizonte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912165&pid=S2183-5462202000020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Traquina, N. (2004). <i>A Tribo Jornalística. </i>Lisboa: Editorial Notícias.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912167&pid=S2183-5462202000020000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Traquina, N. (2005). <i>Teorias do Jornalismo. A tribo jornalística - uma comunidade interpretative internacional. </i>(Vol.2). Florianópolis: Insular.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912169&pid=S2183-5462202000020000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Traquina, N. (Ed.). (2016). <i>Jornalismo: Questões, Teorias e &#8220;Estórias&#8221;</i>. Florianópolis: Insular.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1912171&pid=S2183-5462202000020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submetido | Received: 2020.04.27.Aceite | Accepted: 2020.05.14</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Notas biográficas</b></p>     <p>Eduardo Meditsch é Pesquisador do CNPq desde 2000, Doutor pela Universidade Nova de Lisboa (1997) com Pós-Doutorado na University of Texas at Austin (2010-2011), coordena atualmente o Grupo de Pesquisa em Jornalismo e Conhecimento no PPGJor/UFSC.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>ID Lattes:9884506958589514. Email: <a href="mailto:emeditsch@gmail.com">emeditsch@gmail.com</a></p>      <p>Morada institucional: Universidade Federal de Santa   Catarina / Programa de Pós-Graduação em Jornalismo / Brasil. Campus da Trindade, CEP 88040-900, Florianópolis - SC</p>     <p>Guilherme Guerreiro Neto é Doutorando em Ciências - Desenvolvimento Socioambiental pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da Universidade Federal do Pará, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (2013).</p>      <p>ID Lattes: 4661626846398090. Email: <a href="mailto:gguerreironeto@gmail.com">gguerreironet</a><a href="mailto:o@gmail.com">o@gmail.com</a></p>      <p>Morada institucional: Universidade Federal do Pará / Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido   / Brasil. Rua   Augusto Corrêa, 01,   Campus do Guamá, CEP 66.075.110, Belém - PA</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#top1"><sup>[1]</sup></a><a name="1"></a> O estudo considerou os 113 papers apresentados no Congresso da SBPJor de 2006, os 80 apresentados no N&uacute;cleo de Pesquisa em Jornalismo no Congresso da Intercom em 2007, e os 20 apresentados no Grupo de Trabalho em Jornalismo nos congressos da Comp&oacute;s em 2006 e 2007.</p>     <p><a href="#top2"><sup>[2]</sup></a><a name="2"></a> Foram analisados nesse quarto estudo os trabalhos   que constam nos anais de tr&ecirc;s eventos   cient&iacute;ficos realizados   em 2011: o Congresso Brasileiro de Ci&ecirc;ncias   da Comunica&ccedil;&atilde;o, da Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunica&ccedil;&atilde;o), o Encontro   Anual da Associa&ccedil;&atilde;o   Nacional dos Programas de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Comunica&ccedil;&atilde;o (Comp&oacute;s) e o Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, da SBPJor   (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo). No congresso da Intercom,   a an&aacute;lise deteve-se   &agrave; Divis&atilde;o Tem&aacute;tica   (DT) 1 - Jornalismo; no encontro   da Comp&oacute;s, ao Grupo de Trabalho (GT) Estudos de Jornalismo. Tanto na Comp&oacute;s quanto na Intercom, deve-se   considerar que   h&aacute; trabalhos sobre Jornalismo   apresentados em outras   divis&otilde;es e grupos,   eTraquina possivelmente est&aacute; em artigos   que circulam fora do DT 1 - Jornalismo   e do GT Estudos   de Jornalismo, mas o levantamento se limitou   apenas a esses   espa&ccedil;os espec&iacute;ficos dedicados ao Jornalismo.</p>      ]]></body>
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