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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Hábitos alimentares e perfil antropométrico em atletas de remo da categoria juvenil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Several studies have shown a positive correlation between competitive success and anthropometric profile of rowers. This study aimed to evaluate the eating habits and anthropometric profile of juvenile oar rowing athletes. 163 athletes were evaluated most of them from the male gender and were aged between 15 and 16 years old. The dietary habits were evaluated through application of an indirect questionnaire developed for this purpose and the anthropometric measures were collected: weight, height, sitting height, wingspan and skinfolds. Most athletes showed normal weight and a higher percentage of fat was observed in female athletes (p <0.001) and in older athletes (p <0.001). Approximately 67% of the athletes reported to have 5 or more meals a day and those who routinely eat breakfast (p = 0.001), mid-morning (p = 0.026) and supper (p = 0.005) presented lower fat mass than the others. Only 23.3% of athletes eat fresh fruit more than twice a day, 27.0% soup and 33.1% vegetables respectively. Approximately 10% of athletes do not consume any food or drink before training and more than 10% reported to consume food supplements. There was an association between daily water intake and a better sports result (p = 0.029).]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Avaliação antropométrica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Hábitos alimentares]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Remadores]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Rowers]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>     <p>     <p><b>H&aacute;bitos alimentares e perfil antropom&eacute;trico em atletas de remo da categoria juvenil</b></p>     <p><b>Food habits and anthropometric profile of young juvenile rowers</b></p>     <p><b>Jo&atilde;o Lima<sup>1</sup>; J&eacute;ssica Rodrigues<sup>2</sup>; Jos&eacute; Canhola<sup>2,3</sup>; Ada Rocha<sup>1,2*</sup></b></p>     <p><sup>1&nbsp;</sup>Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias, s/n, 4200-465 Porto, Portugal</p>     <p><sup>2</sup>&nbsp;Federa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Remo, Doca de Santo Amaro, 1350 Lisboa, Portugal</p>     <p><sup>3</sup>&nbsp;Faculdade de Ci&ecirc;ncias do Desporto e Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica da Universidade de Coimbra, Est&aacute;dio Universit&aacute;rio &ndash; Pavilh&atilde;o III,St&ordf; Clara, 3040-156 Coimbra, Portugal</p>     <p></p> <a href="#c0">Endere&#231;o para correspond&#234;ncia</a><a name="topc0"></a></b></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>V&aacute;rios estudos t&ecirc;m demonstrado uma correla&ccedil;&atilde;o positiva entre o sucesso competitivo e o perfil antropom&eacute;trico em remadores.</p>     <p>Este trabalho teve como objetivo avaliar os h&aacute;bitos alimentares e perfil antropom&eacute;trico de atletas de remo do escal&atilde;o de juvenis.</p>     <p>Foram avaliados 163 atletas maioritariamente do sexo masculino e com idades entre os 15 e 16 anos. Os h&aacute;bitos alimentares foram avaliados atrav&eacute;s de um question&aacute;rio de aplica&ccedil;&atilde;o indireta desenvolvido para o efeito e recolhidas as medidas antropom&eacute;tricas: peso, estatura, altura sentado, envergadura e pregas cut&acirc;neas.</p>     <p>A maioria dos atletas era normoponderal e foi observada uma maior percentagem de gordura corporal nas atletas do sexo feminino (p&lt;0,001) e nos atletas mais velhos (p&lt;0,001).</p>     <p>Cerca de 67% dos atletas referiram realizar 5 ou mais refei&ccedil;&otilde;es por dia e os que, habitualmente, tomam o pequeno-almo&ccedil;o (p=0,001), meio da manh&atilde; (p=0,026) e ceia (p=0,005) apresentam uma menor percentagem de gordura corporal do que os restantes. Apenas 23,3% dos atletas ingerem fruta fresca mais do que duas vezes por dia, 27,0% sopa e 33,1% hort&iacute;colas duas vezes por dia. Aproximadamente 10% dos jovens n&atilde;o consomem qualquer alimento ou bebida antes do treino e mais de 10% referiram ingerir suplementos alimentares com regularidade. Verificou-se uma associa&ccedil;&atilde;o entre a ingest&atilde;o de &aacute;gua di&aacute;ria e um melhor resultado desportivo (p=0,029).</p>     <p><b>PALAVRAS-CHAVE</b></p>     <p>Avalia&ccedil;&atilde;o antropom&eacute;trica, H&aacute;bitos alimentares, Remadores</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Several studies have shown a positive correlation between competitive success and anthropometric profile of rowers.</p>     <p>This study aimed to evaluate the eating habits and anthropometric profile of juvenile oar rowing athletes.</p>     <p>163 athletes were evaluated most of them from the male gender and were aged between 15 and 16 years old. The dietary habits were evaluated through application of an indirect questionnaire developed for this purpose and the anthropometric measures were collected: weight, height, sitting height, wingspan and skinfolds.</p>     <p>Most athletes showed normal weight and a higher percentage of fat was observed in female athletes (p &lt;0.001) and in older athletes (p &lt;0.001).</p>     <p>Approximately 67% of the athletes reported to have 5 or more meals a day and those who routinely eat breakfast (p = 0.001), mid-morning (p = 0.026) and supper (p = 0.005) presented lower fat mass than the others. Only 23.3% of athletes eat fresh fruit more than twice a day, 27.0% soup and 33.1% vegetables respectively. Approximately 10% of athletes do not consume any food or drink before training and more than 10% reported to consume food supplements. There was an association between daily water intake and a better sports result (p = 0.029).</p>     <p><b>KEYWORDS</b></p>     <p>Anthropometric evaluation, Food habits, Rowers</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></p>     <p>S&atilde;o in&uacute;meros os efeitos ben&eacute;ficos da atividade f&iacute;sica regular na sa&uacute;de e bem estar dos indiv&iacute;duos, melhorar a fun&ccedil;&atilde;o muscular e a massa &oacute;ssea e diminuir a incid&ecirc;ncia de doen&ccedil;as cardiovasculares, diabetes&nbsp;Mellitus, hipertens&atilde;o arterial e obesidade, s&atilde;o alguns dos exemplos (1). A pr&aacute;tica desportiva em jovens encontra-se associada a numerosos comportamentos positivos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de e reduzidos comportamentos negativos (2), observando-se uma redu&ccedil;&atilde;o de 20-40% em todas as causas de morte nos seus praticantes comparativamente aos n&atilde;o praticantes (3).</p>     <p>O remo como modalidade ol&iacute;mpica teve in&iacute;cio nos jogos de Paris em 1900, sendo uma das mais antigas (4). Envolve os grandes grupos musculares e requer uma capacidade aer&oacute;bia e anaer&oacute;bia bem desenvolvida (4, 5). A pr&aacute;tica deste desporto desenvolve a capacidade de resist&ecirc;ncia e for&ccedil;a ao n&iacute;vel de todo o corpo. Envolve ainda uma componente t&eacute;cnica e t&aacute;tica, nomeadamente, no que toca ao controlo do equil&iacute;brio, requerendo movimentos sim&eacute;tricos (6-8).</p>     <p>Apesar da dura&ccedil;&atilde;o relativamente curta de uma competi&ccedil;&atilde;o, o remo &eacute; considerado uma das modalidades desportivas de maior intensidade, exigindo do remador o desenvolvimento de diversas capacidades para ter uma boa performance (1, 9, 10).</p>     <p>V&aacute;rios estudos t&ecirc;m demonstrado uma correla&ccedil;&atilde;o positiva entre o sucesso competitivo e o perfil antropom&eacute;trico em remadores de pesos ligeiros e pesados (11, 12). Os remadores com melhor desempenho s&atilde;o mais altos, com mais massa n&atilde;o gorda, extremidades mais longas e com valores de pregas cut&acirc;neas mais baixos do que os seus concorrentes&nbsp;menos bem-sucedidos (7, 12, 13). Este perfil antropom&eacute;trico encontra-se relacionado com uma maior capacidade aer&oacute;bica e anaer&oacute;bica (5, 7).</p>     <p>As caracter&iacute;sticas antropom&eacute;tricas dos atletas podem ser usadas pelos treinadores como crit&eacute;rio de sele&ccedil;&atilde;o em idades precoces (14). O atleta de competi&ccedil;&atilde;o tem como objetivo alcan&ccedil;ar a melhor condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica poss&iacute;vel, realizando diferentes tipos de treino e cumprindo um plano alimentar de acordo com os objetivos pretendidos. O controlo regular da composi&ccedil;&atilde;o corporal &eacute; frequentemente realizado atrav&eacute;s da medi&ccedil;&atilde;o de pregas cut&acirc;neas, nomeadamente a tricipital, bicipital, subescapular, supra il&iacute;aca, subescapular, coxa, por ser pr&aacute;tico e f&aacute;cil de realizar (8, 13). Desta forma, &eacute; poss&iacute;vel a monitoriza&ccedil;&atilde;o da efic&aacute;cia dos treinos e dos planos alimentares a partir da avalia&ccedil;&atilde;o da massa gorda e n&atilde;o gorda, seja em per&iacute;odos de manuten&ccedil;&atilde;o ou de altera&ccedil;&atilde;o do peso corporal (13, 15).</p>     <p>&Eacute; fundamental que a alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria proporcione a quantidade necess&aacute;ria de energia e nutrientes, de modo a melhorar a resposta fisiol&oacute;gica do atleta. A quantidade de energia necess&aacute;ria para atingir ou manter o peso adequado e a composi&ccedil;&atilde;o corporal dependem do sexo, da idade e do n&iacute;vel de exerc&iacute;cio f&iacute;sico. A alimenta&ccedil;&atilde;o deve ser adequada ao calend&aacute;rio de competi&ccedil;&otilde;es e treinos e o momento da ingest&atilde;o de uma refei&ccedil;&atilde;o apropriada &agrave; pr&aacute;tica desportiva (16, 17).</p>     <p>A alimenta&ccedil;&atilde;o do atleta &eacute; semelhante &agrave; estabelecida para a popula&ccedil;&atilde;o em geral. No entanto, as necessidades energ&eacute;ticas s&atilde;o maiores, para fazer face aos gastos com a realiza&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio, al&eacute;m de ser necess&aacute;rio a ingest&atilde;o adicional de l&iacute;quidos para cobrir as perdas h&iacute;dricas (11, 17, 18). De acordo com as atuais recomenda&ccedil;&otilde;es nutricionais, a percentagem do valor energ&eacute;tico total deve ser de 50-70% de hidratos de carbono, 15-30% de gorduras e 10-15% de prote&iacute;nas (19).</p>     <p>V&aacute;rios estudos indicam que a alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria dos desportistas n&atilde;o cumpre as recomenda&ccedil;&otilde;es nutricionais (20-23). O nutricionista tem um papel primordial na educa&ccedil;&atilde;o alimentar, com foco na corre&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos e orienta&ccedil;&atilde;o da ingest&atilde;o alimentar contribuindo, se necess&aacute;rio para a perda de peso com redu&ccedil;&atilde;o da massa gorda e preserva&ccedil;&atilde;o ou aumento da massa n&atilde;o gorda, sem comprometimento da hidrata&ccedil;&atilde;o do atleta (15).</p>     <p>A faixa et&aacute;ria compreendida entre os 14 e os 16 anos &eacute; um per&iacute;odo cr&iacute;tico caracterizado, frequentemente, por um consumo alimentar desajustado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s recomenda&ccedil;&otilde;es, com frequente consumo excessivo de alimentos com elevada densidade energ&eacute;tica e um consumo reduzido de sopa e hortofrut&iacute;colas, o que se revela preocupante (24).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Adicionalmente, &eacute; durante este per&iacute;odo que sedimentam grande parte dos h&aacute;bitos alimentares, que na maioria das vezes perduram na idade adulta (25), aumentando assim a import&acirc;ncia de atuar no sentido de sensibilizar para um correto comportamento alimentar, potenciador de melhores resultados desportivos e de sa&uacute;de no imediato e no futuro (26, 27).</p>     <p>O n&uacute;mero de refei&ccedil;&otilde;es, o consumo de sopa, hort&iacute;colas e fruta, h&aacute;bitos de hidrata&ccedil;&atilde;o e de ingest&atilde;o de bebidas alco&oacute;licas e a toma de suplementos, bem como o consumo de alimentos e/ou bebidas antes, durante e ap&oacute;s o treino s&atilde;o bons indicadores da adequa&ccedil;&atilde;o dos h&aacute;bitos alimentares em jovens atletas (28, 29).</p>     <p>O objetivo deste estudo foi avaliar os h&aacute;bitos alimentares e perfil antropom&eacute;trico de atletas de remo portugueses da categoria de juvenis.</p>     <p><b>METODOLOGIA</b></p>     <p>Foi realizado um estudo descritivo transversal, com a participa&ccedil;&atilde;o de 163 atletas de 16 clubes dos 27 existentes a n&iacute;vel nacional, do escal&atilde;o de juvenis. Todos os clubes foram contactados tendo sido todos os atletas convocados para avalia&ccedil;&atilde;o, tendo sido avaliados todos os que participaram no campeonato nacional e que compareceram no local de avalia&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>75,5% dos atletas eram sexo masculino com idades compreendidas entre os 15 e os 16 anos (<a href ="/img/revistas/apn/n11/n11a03t1.jpg">Tabela 1</a>).</p>     
<p>A recolha de dados foi realizada no decorrer do campeonato nacional de remo, em julho de 2016, no Centro de Alto Rendimento de Montemor--o-Velho. Previamente &agrave; recolha de dados foi solicitada autoriza&ccedil;&atilde;o &agrave; Federa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Remo, bem como o consentimento informado para a participa&ccedil;&atilde;o neste estudo, aos encarregados de educa&ccedil;&atilde;o de todos os atletas. A cada atleta, no momento da avalia&ccedil;&atilde;o, foram tamb&eacute;m explicados os objetivos e procedimentos deste trabalho. Os procedimentos utilizados respeitaram as normas internacionais da Declara&ccedil;&atilde;o de Hels&iacute;nquia (1975).</p>     <p>Os atletas foram inquiridos acerca do consumo alimentar habitual atrav&eacute;s de question&aacute;rio de aplica&ccedil;&atilde;o indireta desenvolvido para o efeito. Atrav&eacute;s deste question&aacute;rio alimentar foi avaliado o n&uacute;mero de refei&ccedil;&otilde;es, consumo de sopa, hort&iacute;colas e fruta, h&aacute;bitos de hidrata&ccedil;&atilde;o e de consumo de bebidas alco&oacute;licas e suplementos, bem como o consumo de alimentos e/ou bebidas antes, durante e ap&oacute;s o treino.</p>     <p>O consumo de sopa, hort&iacute;colas e fruta foi avaliado atrav&eacute;s de uma escala com 8 possibilidades de resposta, desde &ldquo;nunca&rdquo; at&eacute; &ldquo;todos os dias, mais que duas vezes por dia&rdquo;.</p>     <p>Na quest&atilde;o relativa ao consumo de &aacute;gua era pedido aos atletas que quantificassem em litros o consumo m&eacute;dio di&aacute;rio de &aacute;gua, incluindo ch&aacute;, caf&eacute; e infus&otilde;es. No que se refere &agrave;s bebidas alco&oacute;licas, foi questionada a frequ&ecirc;ncia de ingest&atilde;o, e ainda que identificassem as bebidas que costumam consumir.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Quanto &agrave; ingest&atilde;o de suplementos, para al&eacute;m de questionar acerca da sua utiliza&ccedil;&atilde;o, foi tamb&eacute;m pedido que indicassem qual(ais) utilizavam.</p>     <p>A ingest&atilde;o alimentar antes, durante a ap&oacute;s o treino foi inquirida com respeito &agrave; frequ&ecirc;ncia, atrav&eacute;s de uma escala de resposta com quatro op&ccedil;&otilde;es: &ldquo;Nunca&rdquo;, &ldquo;Poucas vezes&rdquo;, &ldquo;Quase sempre&rdquo; e &ldquo;Sempre&rdquo;. Posteriormente atrav&eacute;s de resposta aberta os atletas foram questionados acerca do tipo e quantidade de alimentos ingeridos nesses momentos.</p>     <p>A avalia&ccedil;&atilde;o antropom&eacute;trica foi realizada recorrendo a m&eacute;todos diretos como a medi&ccedil;&atilde;o do peso, estatura e envergadura e m&eacute;todos indiretos &ndash; medi&ccedil;&atilde;o de pregas cut&acirc;neas, para avalia&ccedil;&atilde;o da percentagem de gordura corporal.</p>     <p>A medi&ccedil;&atilde;o do peso e da estatura foi realizada de acordo com os procedimentos recomendados internacionalmente pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) (30) e aceites pela Dire&ccedil;&atilde;o-Geral da Sa&uacute;de em Portugal (31).</p>     <p>A estatura foi medida com recurso a estadi&oacute;metro port&aacute;til marca SECA, com uma precis&atilde;o de 1 mm e o peso com balan&ccedil;a digital marca SECA, com uma precis&atilde;o de 100 g. Para o c&aacute;lculo do &Iacute;ndice de Massa Corporal (IMC) foi utilizada a f&oacute;rmula de&nbsp;Quetelet&nbsp;(32) e foram utilizados os referenciais da OMS de acordo com a faixa et&aacute;ria para categorizar o IMC destes jovens (30).</p>     <p>Foram medidas 6 pregas cut&acirc;neas utilizando o lipocalibrador&nbsp;Holtein&nbsp;com sensibilidade de 0,2 mm, de acordo com as recomenda&ccedil;&otilde;es da Federa&ccedil;&atilde;o Internacional de Remo (tricipital, bicipital, subescapular, supra il&iacute;aca, abdominal e da coxa) (33). Uma prega de pele e de tecido subcut&acirc;neo foi presa firmemente entre o polegar e o indicador para realizar a medi&ccedil;&atilde;o. Foram realizadas tr&ecirc;s medi&ccedil;&otilde;es de cada prega, por avaliadores treinados e calculada a m&eacute;dia. A percentagem de gordura corporal foi calculada multiplicando a soma das pregas pelos respetivos fatores de convers&atilde;o para o sexo masculino: (Soma das pregas cut&acirc;neas x 0,1051) + 2,585 e para o sexo feminino (Soma das pregas cut&acirc;neas x 0,1548 + 3,58) (34).</p>     <p>A an&aacute;lise estat&iacute;stica foi realizada com o aux&iacute;lio do programa inform&aacute;tico&nbsp;Statistical Package for the Social Sciences&nbsp;(SPSS) vers&atilde;o 22.0 e do Programa Microsoft Office Excel 2010. Foi utilizada a correla&ccedil;&atilde;o de&nbsp;Spearman&nbsp;para verificar a associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis. Adicionalmente, foram realizados o teste de&nbsp;Kruskal-Wallis&nbsp;e o Teste t de&nbsp;student. Foi considerado como n&iacute;vel de signific&acirc;ncia cr&iacute;tico para rejei&ccedil;&atilde;o da hip&oacute;tese nula, um valor de p inferior a 0,05.</p>     <p><b>RESULTADOS</b></p>     <p><b>Perfil Antropom&eacute;trico</b></p>     <p>Verificou-se que as atletas apresentam uma maior percentagem de gordura corporal (p&lt;0,001) e um valor maior de IMC (p=0,002) do que os rapazes. Verificou-se que os atletas mais velhos apresentam um valor de IMC (p&lt;0,001) e uma percentagem de massa gorda superior (p&lt;0,001) &agrave; dos mais jovens.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na <a href ="/img/revistas/apn/n11/n11a03t2.jpg">Tabela 2</a> apresentam-se as correla&ccedil;&otilde;es obtidas entre os par&acirc;metros antropom&eacute;tricos avaliados. Foram encontradas associa&ccedil;&otilde;es positivas fortes, com significado estat&iacute;stico, entre o peso e os restantes par&acirc;metros, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da percentagem de massa gorda. Verifica-se tamb&eacute;m correla&ccedil;&otilde;es fortes entre a estatura e a envergadura, estatura e altura sentado e a altura sentado e a envergadura.</p>     
<p>O IMC continua a ser um preditor aceit&aacute;vel da percentagem de massa gorda uma vez que foi encontrada uma correla&ccedil;&atilde;o positiva moderada, com significado estat&iacute;stico, entre as vari&aacute;veis. Os indiv&iacute;duos com maior envergadura apresentam uma percentagem de massa gorda inferior, atendendo &agrave; correla&ccedil;&atilde;o obtida (<a href ="/img/revistas/apn/n11/n11a03t2.jpg">Tabela 2</a>).</p>     
<p><b>Refei&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias</b></p>     <p>A maioria dos atletas inquiridos (67,4%) referiram realizar 5 ou mais refei&ccedil;&otilde;es por dia (<a href ="/img/revistas/apn/n11/n11a03t3.jpg">Tabela 3</a>).</p>     
<p>Dos inquiridos apenas 2,5% n&atilde;o t&ecirc;m por h&aacute;bito tomar o pequeno-</p>     <p>-almo&ccedil;o e 30,1% n&atilde;o tomam qualquer refei&ccedil;&atilde;o a meio da manh&atilde;. No entanto, 2% dos remadores referiram fazer normalmente um segundo meio da manh&atilde; (<a href ="/img/revistas/apn/n11/n11a03t3.jpg">Tabela 3</a>).</p>     
<p>Todos os atletas almo&ccedil;am e apenas um n&atilde;o tem por h&aacute;bito jantar. Em rela&ccedil;&atilde;o ao lanche da tarde, 8,0% referem n&atilde;o lanchar e 14,7% costumam fazer dois lanches, durante a tarde. 23,9% dos jovens remadores tomam uma refei&ccedil;&atilde;o ligeira (ceia) antes de dormir (<a href ="/img/revistas/apn/n11/n11a03t3.jpg">Tabela 3</a>).</p>     
<p>Verificou-se que os atletas que habitualmente tomam o pequeno-almo&ccedil;o (p=0,001), meio da manh&atilde; (p=0,026) e ceia (p=0,005) apresentam uma menor percentagem de gordura corporal do que os restantes. Os atletas do sexo masculino referem ingerir mais frequentemente o pequeno-</p>     <p>-almo&ccedil;o (p&lt;0,001) e a ceia (p=0,035) do que as raparigas.</p>     <p><b>Consumo de fruta, sopa e hort&iacute;colas</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Apenas 23,3% dos inquiridos ingere fruta fresca mais do que duas vezes por dia. O consumo de sopa e hort&iacute;colas duas vezes por dia foi referido por 27,0% e 33,1%, respetivamente (<a href ="/img/revistas/apn/n11/n11a03t4.jpg">Tabela 4</a>).</p>     
<p>Verificou-se uma correla&ccedil;&atilde;o positiva fraca entre a frequ&ecirc;ncia de consumo de fruta e sopa (r=0,287; p&lt;0,001), o consumo de fruta e hort&iacute;colas (r=0,197; p=0,012) e o consumo de sopa e hort&iacute;colas (r=0,268; p=0,001).</p>     <p>N&atilde;o se verificaram diferen&ccedil;as na frequ&ecirc;ncia de consumo de fruta, sopa e hort&iacute;colas entre sexos, nem correla&ccedil;&atilde;o entre os dados antropom&eacute;tricos dos atletas e estas frequ&ecirc;ncias de consumo.</p>     <p><b>Consumo de &aacute;gua e bebidas alco&oacute;licas</b></p>     <p>Em m&eacute;dia os jovens remadores referiram ingerir 1,57 (&plusmn;0,68) L de &aacute;gua/dia (m&iacute;nimo 0,5 e m&aacute;ximo 5 L). Foi encontrada uma associa&ccedil;&atilde;o significativa entre o sexo masculino e uma maior ingest&atilde;o de &aacute;gua (p&lt;0,001).</p>     <p>Apesar da idade dos atletas, 3,7% referiram ingerir bebidas alco&oacute;licas, e faz&ecirc;-lo com uma periodicidade de 1-3 dias por semana. Em 83,3% dos casos a bebida alco&oacute;lica referida foi a cerveja e em 16,7% dos casos shots.</p>     <p>Foi encontrada uma correla&ccedil;&atilde;o entre o consumo de bebidas alco&oacute;licas e um menor consumo de sopa (r=0,162; p=0,038).</p>     <p><b>Ingest&atilde;o de suplementos</b></p>     <p>Dos atletas inquiridos, 10,4% referiram ingerir suplementos alimentares com regularidade. Na <a href ="/img/revistas/apn/n11/n11a03t5.jpg">Tabela 5</a> &eacute; apresentada a distribui&ccedil;&atilde;o de consumo por tipo de suplemento.</p>     
<p>Foi encontrada uma associa&ccedil;&atilde;o entre o consumo de suplementos e um peso corporal mais elevado (p=0,03).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Verificou-se que o consumo de suplementos &eacute; superior nos rapazes (12,2%&nbsp;vs.&nbsp;5,4%).</p>     <p><b>Ingest&atilde;o alimentar antes, durante e ap&oacute;s o treino</b></p>     <p>Apesar da import&acirc;ncia da ingest&atilde;o de alimentos e/ou bebidas antes do treino, 10,4% dos atletas inquiridos referem n&atilde;o costumar ingerir&nbsp;qualquer alimento ou bebida antes do treino. Dos que realizam esta refei&ccedil;&atilde;o, apenas 57,1% o fazem sempre.</p>     <p>98,8% dos atletas costumam ingerir &aacute;gua durante o treino e destes 94,4% referiram faz&ecirc;-lo sempre. Foi encontrada uma correla&ccedil;&atilde;o entre a frequ&ecirc;ncia de ingest&atilde;o de &aacute;gua durante o treino e a menor percentagem de gordura corporal (r=0,160; p&lt;0,05).</p>     <p>1,8% dos inquiridos n&atilde;o ingerem qualquer alimento ou bebida depois do treino. Dos que ingerem, 75,8% referiram faz&ecirc;-lo sempre.</p>     <p>N&atilde;o se encontrou rela&ccedil;&atilde;o entre os resultados desportivos e os dados antropom&eacute;tricos e h&aacute;bitos alimentares. Destaca-se, contudo, a associa&ccedil;&atilde;o encontrada entre a ingest&atilde;o de &aacute;gua e a melhor classifica&ccedil;&atilde;o na regata (p=0,029).</p>     <p><b>DISCUSS&Atilde;O DOS RESULTADOS</b></p>     <p>A distribui&ccedil;&atilde;o por sexos dos atletas avaliados &eacute; concordante com a encontrada nos remadores a n&iacute;vel nacional e internacional, havendo uma predomin&acirc;ncia not&oacute;ria do sexo masculino (15, 18).</p>     <p>A maioria dos atletas avaliados &eacute; normoponderal, o que se encontra em concord&acirc;ncia com outros estudos, sendo os valores m&eacute;dios de IMC semelhantes (5, 14-16).</p>     <p>No presente estudo, n&atilde;o se encontrou correla&ccedil;&atilde;o entre os valores de IMC e de percentagem de gordura corporal com melhores resultados desportivos, o que contraria os resultados obtidos noutros estudos (5, 14). Por outro lado, Perera et al encontraram uma rela&ccedil;&atilde;o entre o peso corporal e a performance para remadoras, mas n&atilde;o encontrou rela&ccedil;&atilde;o entre a performance dos atletas e a sua gordura corporal (12).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Alguns estudos mostram que em atletas de remo, o aumento da idade est&aacute; relacionado com uma diminui&ccedil;&atilde;o do IMC e da percentagem de gordura corporal (14, 15). No entanto, neste trabalho foi encontrada uma rela&ccedil;&atilde;o inversa, que poder&aacute; ser justificada pelo facto dos atletas avaliados serem todos da categoria juvenil (15-16 anos).</p>     <p>O IMC e a percentagem de gordura corporal foi superior nas raparigas, encontrando-se em concord&acirc;ncia com outros estudos a n&iacute;vel nacional e internacional (15, 16).</p>     <p>Os suplementos proteicos foram os mais utilizados pelos atletas avaliados, o que se encontra de acordo com um trabalho realizado em atletas canadianos (35).</p>     <p>O h&aacute;bito de tomar o pequeno-almo&ccedil;o, realizar um segundo lanche a meio da manh&atilde; e a ceia, bem como a frequ&ecirc;ncia de ingest&atilde;o h&iacute;drica durante o treino est&atilde;o associados a uma menor percentagem de massa gorda, nos atletas avaliados.</p>     <p>Os rapazes realizam mais frequentemente o pequeno-almo&ccedil;o e a ceia e apresentam uma maior ingest&atilde;o h&iacute;drica, fatores que contribuem para uma melhor adequa&ccedil;&atilde;o da percentagem de massa gorda, o que poder&aacute; conferir-lhes alguma vantagem competitiva.</p>     <p>O facto de apenas 23,3% dos atletas inquiridos ingerirem fruta fresca mais do que duas vezes por dia, de apenas 27,0% e 33,1% ingerirem sopa e hort&iacute;colas, duas vezes por dia, respetivamente, e de 10,4% dos inquiridos n&atilde;o costumarem tomar qualquer alimento ou bebida antes do treino, assim como a correla&ccedil;&atilde;o encontrada entre o consumo de bebidas alco&oacute;licas e um menor consumo de sopa e entre o consumo de suplementos e um maior peso corporal, revela a necessidade de corrigir h&aacute;bitos alimentares desadequados, e a import&acirc;ncia do acompanhamento nutricional dos atletas.</p>     <p>A maior ingest&atilde;o h&iacute;drica global parece estar associada a um melhor resultado desportivo, o que evidencia o papel importante da hidrata&ccedil;&atilde;o do atleta na performance desportiva (36).</p>     <p>O consumo de sopa, fruta e hort&iacute;colas correlacionam-se positivamente, o que demonstra coer&ecirc;ncia na ingest&atilde;o dos v&aacute;rios itens alimentares avaliados promotores de sa&uacute;de. Adicionalmente, o consumo de sopa, esteve associado a um menor consumo de bebidas alco&oacute;licas, o que refor&ccedil;a a tend&ecirc;ncia anterior.</p>     <p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p>     <p>Verificaram-se diferen&ccedil;as significativas entre sexos e idades no perfil antropom&eacute;trico dos atletas avaliados. Observou-se um baixo consumo de sopa, fruta e hort&iacute;colas e consumo elevado de suplementos alimentares. Mostra-se a necessidade de interven&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel da promo&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos alimentares, tendo em vista uma otimiza&ccedil;&atilde;o do perfil antropom&eacute;trico e dos resultados desportivos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></p> <ol>     <li>Shin K, Choi E, Lim J, Cho A, Lim Y. Effects of Indoor Rowing Exercise on the Body Composition and the Scoliosis of Visually Impaired People: A Preliminary Study. Annals of rehabilitation medicine. 2015;39(4):592-8.</li>     <li>Pate R, et al. Sports Participation and Health-related gebhaviors among US youth. Arch Pediatr Adolesc Med. 2000;154:904-11.</li>     <li>Khan K, et al. Sport and exercise as contributors to the health and nations. The Lancet. 2012;380(9836):59-64.</li>     <li>Boegman S, Dziedzic C. Nutrition and Supplements for Elite Open-Weight Rowing. Current sports medicine reports. 2016;15(4):252-61.</li>     <li>Ak&ccedil;a F. Prediction of rowing ergometer performance from functional anaerobic power, strength and anthropometric components. Journal of human kinetics. 2014;41(1):133-42.</li>     <li>M&auml;estu J, J&uuml;rim&auml;e T. Monitoring of performance and training in rowing. Sports Medicine. 2005;35(7):597-617.</li>     <li>MikuliÄ‡ P. Anthropometric and physiological profiles of rowers of varying ages and ranks. Kinesiology. 2008;40(1):80-8.</li>     <li>Fukuda D, Wray M, Kendall K, Smithâ€Ryan A, Stout J. Validity of nearâ€infrared interactance (FUTREX 6100/XL) for estimating body fat percentage in elite rowers. Clinical physiology and functional imaging. 2015:1-3.</li>     ]]></body>
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<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>  <b><a href="#topc0">Endere&#231;o para correspond&#234;ncia</a><a name="c0"></a></b>     <p>Ada Rocha</p>     <p>Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto,</p>     <p>Rua Dr. Roberto Frias,</p>     <p>4200-465 Porto, Portugal</p> <a href="mailto:adarocha@fcna.up.pt">adarocha@fcna.up.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido a 13 de janeiro de 2017</p>     <p>Aceite a 23 de dezembro de 2017</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
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