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<article-id pub-id-type="doi">10.21011/apn.2019.1908</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise dos aspetos ambientais em unidades de alimentação coletiva dos serviços de ação social da universidade do porto]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Analysis of the Environmental Aspects in Food units of University of Porto Social Services]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In the last few decades, due to several changes in population&#8217;s life style, food has become more and more unsustainable. The main objective of the present study was to identify the needs in terms of sustainability, mainly focusing environmental aspects, of the 11 canteens of the Food Service Units of a Portuguese University To assess the environmental aspects of canteens, a checklist was created, containing 72 questions which allowed the qualitative evaluation of the environmental performance of food units, in terms of water, electricity and gas consumption; chemical and waste management; use of horticultural products and customer satisfaction. Data collection was performed during visits to the canteens through direct observation by the researcher and recording of the situations contained in the checklist. Each question was scored, using an adaptation of Failure Mode and Effect Analysis (FMEA) method. Questions were score on a scale of 1 to 3, were &#8220;3&#8221; was assigned to suitable aspects, corresponding to the option with less environmental impact and &#8220;1&#8221; to the highest environmental impact, obtaining a qualitative assessment of the environmental aspects of each canteen evaluated. The ratings obtained by the different canteens were in the range of 55% to 74%, corresponding to the classification of Acceptable. The managers are not aware of the amounts spent on water, electricity and gas, neither targets in order to reduce or waste or control expenses. In most units, preventive maintenance of equipment is carried out. Most units are located in old buildings and do not have an energy rating. All hygiene products were mostly non-biodegradable, but had technical sheets including safety data. Most units select waste and recycle oils, pallets and others. None of the units has a quantity of leftovers registered. None of the units has an organic or inorganic waste shredder and all use disposable materials. Through the analyses of the checklist&#8217; results, it was possible to conclude that all canteens were above the Acceptable limit. Nevertheless, the general state points to the need of economic investments as well as attitudes and behavior changes of workers and managers in order to increase sustainability in terms of environmental aspects of the canteens.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Ambiente]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>     <p>     <p><strong>An&aacute;lise dos aspetos ambientais em unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva dos servi&ccedil;os de a&ccedil;&atilde;o social da universidade do porto</strong></p>     <p><strong>Analysis of the Environmental Aspects in Food units of University of Porto Social Services</strong></p>     <p><strong>Filipa N&oacute;brega<sup>1</sup>; Marcela Veiros<sup>4</sup>; Ada Rocha<sup>1, 3, 4*</sup></strong></p>     <p><sup>1</sup>Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias,</p>     <p>4200-465 Porto, Portugal</p>     <p><sup>2</sup>Universidade Federal de Santa Catarina, Rua Eng. Agron&ocirc;mico Andrei Cristian Ferreira, s/n - Trindade, Florian&oacute;polis,</p>     <p>88040-900, Brasil</p>     <p><sup>3</sup>GreenUPorto, Campus de Vair&atilde;o, Edif&iacute;cio de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias, Rua da Agr&aacute;ria, n.&ordm; 747, 4485-646 Vair&atilde;o, Portugal</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><sup>4</sup>LAQV@REQUIMTE, Rua Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto, Portugal</p>     <p></p> <a href="#c0">Endere&#231;o para correspond&#234;ncia</a><a name="topc0"></a></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>RESUMO</strong></p>     <p>Ao longo das &uacute;ltimas d&eacute;cadas, devido &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es do estilo de vida da popula&ccedil;&atilde;o, a alimenta&ccedil;&atilde;o tem-se tornado cada vez menos sustent&aacute;vel.</p>     <p>O presente estudo teve como objetivo identificar as melhorias relacionadas com a sustentabilidade, com &ecirc;nfase nos aspetos ambientais, das 11 unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o dos Servi&ccedil;os de Alimenta&ccedil;&atilde;o dos Servi&ccedil;os Sociais de uma Universidade Portuguesa.</p>     <p>Para avaliar os aspetos ambientais destas unidades foi criada uma checklist, contendo 72 quest&otilde;es, que permitem avaliar qualitativamente as unidades acerca do seu desempenho ambiental, a n&iacute;vel de: consumos de &aacute;gua, energia el&eacute;trica e g&aacute;s; gest&atilde;o de produtos qu&iacute;micos e res&iacute;duos; utiliza&ccedil;&atilde;o de hortofrut&iacute;colas e ainda a n&iacute;vel da satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente.</p>     <p>A recolha foi realizada atrav&eacute;s de visitas &agrave;s cozinhas e restantes espa&ccedil;os das unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s da observa&ccedil;&atilde;o direta pela pesquisadora e respetivo registo.</p>     <p>Todas as quest&otilde;es foram pontuadas atrav&eacute;s de uma adapta&ccedil;&atilde;o do m&eacute;todo de Failure Mode and Effect Analysis (FMEA). Foram classificadas numa escala de 1 a 3, sendo o valor &ldquo;3&rdquo; atribu&iacute;do a aspetos adequados, ou seja, &eacute; a op&ccedil;&atilde;o com menor impacto ambiental face a determinada situa&ccedil;&atilde;o e o valor &ldquo;1&rdquo; representa a situa&ccedil;&atilde;o que ter&aacute; maior impacto ambiental, obtendo-se uma avalia&ccedil;&atilde;o qualitativa dos aspetos ambientais de cada uma das unidades.</p>     <p>As classifica&ccedil;&otilde;es obtidas nas diversas unidades encontram-se no intervalo de 55% a 74%, que corresponde &agrave; classifica&ccedil;&atilde;o de Aceit&aacute;vel. Os respons&aacute;veis das unidades n&atilde;o conhecem os valores gastos em &aacute;gua, eletricidade e g&aacute;s n&atilde;o tendo estabelecidas metas de gastos de forma a reduzir o desperd&iacute;cio ou controlar os gastos. Na maioria das unidades &eacute; feita a manuten&ccedil;&atilde;o preventiva dos equipamentos. A maioria das unidades localiza-se em edif&iacute;cios antigos n&atilde;o possuindo classifica&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica. Todos os produtos de higieniza&ccedil;&atilde;o eram maioritariamente n&atilde;o-biodegrad&aacute;veis mas possuem ficha t&eacute;cnica e dados de seguran&ccedil;a. A maioria das unidades faz a separa&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos e a reciclagem de &oacute;leos, paletes e outros. Em nenhuma das unidades &eacute; registada a quantidade de sobras. Nenhuma das unidades possui trituradora de res&iacute;duos org&acirc;nicos ou inorg&acirc;nicos e todas utilizam produtos/materiais descart&aacute;veis, Atrav&eacute;s da an&aacute;lise dos resultados obtidos na checklist, concluiu-se que todas se encontravam acima do limite de Aceit&aacute;vel. No entanto de uma forma geral s&atilde;o necess&aacute;rios investimentos econ&oacute;micos, bem como investimentos a n&iacute;vel de mudan&ccedil;as de mentalidade e atitudes de trabalhadores e gestores, tendo em vista a melhoria dos aspetos ambientais destas unidades.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><strong>Palavras-chave</strong></p>     <p>Ambiente, Avalia&ccedil;&atilde;o, Consum&iacute;veis, Res&iacute;duos</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>ABSTRACT</strong></p>     <p>In the last few decades, due to several changes in population&rsquo;s life style, food has become more and more unsustainable.</p>     <p>The main objective of the present study was to identify the needs in terms of sustainability, mainly focusing environmental aspects, of the 11 canteens of the Food Service Units of a Portuguese University</p>     <p>To assess the environmental aspects of canteens, a checklist was created, containing 72 questions which allowed the qualitative evaluation of the environmental performance of food units, in terms of water, electricity and gas consumption; chemical and waste management; use of horticultural products and customer satisfaction.</p>     <p>Data collection was performed during visits to the canteens through direct observation by the researcher and recording of the situations contained in the checklist.</p>     <p>Each question was scored, using an adaptation of Failure Mode and Effect Analysis (FMEA) method. Questions were score on a scale of 1 to 3, were &ldquo;3&rdquo; was assigned to suitable aspects, corresponding to the option with less environmental impact and &ldquo;1&rdquo; to the highest environmental impact, obtaining a qualitative assessment of the environmental aspects of each canteen evaluated.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>The ratings obtained by the different canteens were in the range of 55% to 74%, corresponding to the classification of Acceptable. The managers are not aware of the amounts spent on water, electricity and gas, neither targets in order to reduce or waste or control expenses. In most units, preventive maintenance of equipment is carried out. Most units are located in old buildings and do not have an energy rating. All hygiene products were mostly non-biodegradable, but had technical sheets including safety data. Most units select waste and recycle oils, pallets and others. None of the units has a quantity of leftovers registered. None of the units has an organic or inorganic waste shredder and all use disposable materials.</p>     <p>Through the analyses of the checklist&rsquo; results, it was possible to conclude that all canteens were above the Acceptable limit. Nevertheless, the general state points to the need of economic investments as well as attitudes and behavior changes of workers and managers in order to increase sustainability in terms of environmental aspects of the canteens.</p>     <p><strong>Keywords</strong></p>     <p>Environment, Evaluation, Consumables, Waste</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</strong></p>     <p>A produ&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es &eacute; uma das mais importantes atividades em alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva. Envolve uma s&eacute;rie de processos desde a sele&ccedil;&atilde;o e armazenamento de alimentos &agrave; produ&ccedil;&atilde;o da refei&ccedil;&atilde;o, decorrendo quase como um processo industrial (1, 2).</p>     <p>Paralelamente h&aacute; ainda a considerar as atividades de limpeza e higieniza&ccedil;&atilde;o das instala&ccedil;&otilde;es, equipamentos e utens&iacute;lios. Em todas estas etapas existem processos com impacto ambiental, onde se inclui a gera&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos procedentes dos alimentos, bem como das embalagens descart&aacute;veis utilizadas, elimina&ccedil;&atilde;o inadequada de produtos e embalagens, utiliza&ccedil;&atilde;o de produtos n&atilde;o-biodegrad&aacute;veis e desperd&iacute;cio de recursos, incluindo o consumo excessivo de &aacute;gua e energia (2-5).</p>     <p>Num servi&ccedil;o desta natureza, antes da refei&ccedil;&atilde;o ser consumida, pode j&aacute; ter ocorrido desperd&iacute;cio de recursos naturais e especialmente de alimentos com consequentemente gera&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos (2).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Identificar e compreender os aspetos ambientais relacionados com a produ&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es &eacute; o primeiro passo para a melhoria da sustentabilidade em alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva.</p>     <p>Nos servi&ccedil;os de alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva, os desperd&iacute;cios org&acirc;nicos gerados podem ocorrer quer no processo produtivo quer na distribui&ccedil;&atilde;o das refei&ccedil;&otilde;es, estando ainda associado ao desperd&iacute;cio dos recursos, que foram necess&aacute;rios para produzir alimentos que n&atilde;o foram consumidos, como &aacute;gua, energia e solo f&eacute;rtil (5).</p>     <p>A alimenta&ccedil;&atilde;o tem um forte impacto nestes recursos, sendo mais diretamente, tanto a &aacute;gua como a energia el&eacute;trica, recursos indispens&aacute;veis ao processo de produ&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es e seu fornecimento (2, 6).</p>     <p>A American Dietetic Association e a Academy of Nutrition and Dietetics consideram, uma vez que os Nutricionistas trabalham em ambientes onde os seus esfor&ccedil;os a n&iacute;vel da gest&atilde;o podem minimizar desperd&iacute;cios, tanto alimentares como de recursos, e suportar a sustentabilidade do sistema alimentar, devem estar conscientes das implica&ccedil;&otilde;es globais das suas a&ccedil;&otilde;es e t&ecirc;m a responsabilidade de garantir que estas sejam o mais sustent&aacute;vel poss&iacute;vel. Como tal foram estabelecidos requisitos orientadores em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; gest&atilde;o (7, 8).</p>     <p>A &aacute;gua &eacute; utilizada dentro das unidades em todas as opera&ccedil;&otilde;es, podendo o custo h&iacute;drico de uma refei&ccedil;&atilde;o oscilar entre os 11L e os 602,7L. Com este tipo de varia&ccedil;&atilde;o, diretamente associado &agrave;s m&uacute;ltiplas vari&aacute;veis existentes numa unidade, tentar reduzir o seu gasto &eacute; de extrema import&acirc;ncia, n&atilde;o s&oacute; nas opera&ccedil;&otilde;es como com a pr&oacute;pria ementa (por exemplo reduzir a oferta de carnes vermelhas e latic&iacute;nios, aumentar o de hortofrut&iacute;colas, principalmente de produ&ccedil;&atilde;o local, entre outros) (9-11).</p>     <p>De acordo com a American Dietetic Association para a redu&ccedil;&atilde;o dos gastos de &aacute;gua &eacute; recomendado o reaproveitamento da &aacute;gua de cozimento, utiliza&ccedil;&atilde;o de produtos de limpeza biodegrad&aacute;veis e a minimiza&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos descartados na rede sanit&aacute;ria (7).</p>     <p>A alimenta&ccedil;&atilde;o humana &eacute; respons&aacute;vel por 30% do consumo energ&eacute;tico a n&iacute;vel mundial (12). Os gastos el&eacute;tricos por refei&ccedil;&atilde;o podem variar entre os 0,2kw/h e os 1,3kw/h de consumo faturado o que corresponde a valores de emiss&atilde;o de CO2 entre os 20,26g CO2 a 131,69g CO2 (11, 13, 14).</p>     <p>De acordo com a American Dietetic Association para a redu&ccedil;&atilde;o dos gastos de energia el&eacute;trica &eacute; recomendado a escolha de equipamentos mais eficientes, a cria&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de poupan&ccedil;a energ&eacute;tica e a realiza&ccedil;&atilde;o de manuten&ccedil;&atilde;o preventiva dos equipamentos (7).</p>     <p>A higieniza&ccedil;&atilde;o das instala&ccedil;&otilde;es, equipamentos, superf&iacute;cies e utens&iacute;lios &eacute; parte integrante da garantia da seguran&ccedil;a alimentar. Na d&eacute;cada de 50 surgiram os detergentes biodegrad&aacute;veis criados para se degradarem na &aacute;gua ap&oacute;s utiliza&ccedil;&atilde;o, mas com estes surgiu o problema dos fosfatos livres, que causaram eutrofiza&ccedil;&atilde;o excessiva. Atualmente os detergentes considerados verdadeiramente biodegrad&aacute;veis substitu&iacute;ram estes compostos por surfactantes i&oacute;nicos (15-17).</p>     <p>A redu&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos e no consumo de recursos s&atilde;o das primeiras t&aacute;ticas de gest&atilde;o ambiental a serem implementadas uma vez que reduzem os gastos e n&atilde;o implicam investimentos significativos al&eacute;m de trazerem benef&iacute;cios fiscais imediatos. Estrat&eacute;gias de gest&atilde;o tanto da qualidade como ambiental podem ser ben&eacute;ficas para a empresa a n&iacute;vel econ&oacute;mico e da gest&atilde;o de tempo (18, 19).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A avalia&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o ambiental est&aacute; intimamente relacionada com a gest&atilde;o da qualidade e visa proporcionar um processo de mudan&ccedil;a organizacional e de melhoria cont&iacute;nua da qualidade ambiental. A maioria das empresas utiliza os pontos avaliados pelas Green Restaurant Association que contempla a avalia&ccedil;&atilde;o de sete categorias: 1. &ldquo;Efici&ecirc;ncia no uso de &aacute;gua&rdquo;; 2. &ldquo;Redu&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos&rdquo;; 3. &ldquo;Mobili&aacute;rio sustent&aacute;vel e materiais de constru&ccedil;&atilde;o&rdquo;; 4. &ldquo;Comida sustent&aacute;vel&rdquo;; 5. &ldquo;Energia (equipamentos com selo de efici&ecirc;ncia e uso de fontes de energia limpa)&rdquo;; 6. &ldquo;Utiliza&ccedil;&atilde;o de descart&aacute;veis&rdquo;; 7. &ldquo;Produtos qu&iacute;micos e redu&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o&ldquo; (20-22).</p>     <p>Controlar estes problemas torna-se essencial em alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva, pois a elevada quantidade de refei&ccedil;&otilde;es servidas diariamente, determinam que um mau planeamento do sistema tenha repercuss&otilde;es diretas sobre as quest&otilde;es ambientais, no entanto n&atilde;o existem propriamente especifica&ccedil;&otilde;es sobre &ldquo;de que forma&rdquo; isto deve ser feito ou qual ser&aacute; a forma mais correta de o fazer (3).</p>     <p>A utiliza&ccedil;&atilde;o de uma checklist para recolha e an&aacute;lise de informa&ccedil;&atilde;o a n&iacute;vel dos espa&ccedil;os de produ&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es pode auxiliar a identificar o estado das pr&aacute;ticas ambientais da unidade e definir as prioridades de interven&ccedil;&atilde;o tendo em vista a sua otimiza&ccedil;&atilde;o. Pode assim constituir uma importante ferramenta para a gest&atilde;o, uma vez que reduzindo os consumos, tamb&eacute;m os gastos fixos da unidade ir&atilde;o ser reduzidos, fazendo com que os aspetos ambientais significativos sejam uma verdadeira prioridade para o gestor da unidade, levando a uma redu&ccedil;&atilde;o da deple&ccedil;&atilde;o de recursos e melhoria geral do ecossistema onde se inserem (23).</p>     <p>As unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva como grandes fornecedores de refei&ccedil;&otilde;es, tem um forte impacto no ambiente devido &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos s&oacute;lidos urbanos, polu&iacute;&ccedil;&atilde;o atmosf&eacute;rica, consumo de energia e consumo de &aacute;gua. Uma vez que a responsabilidade social &eacute; o elo de liga&ccedil;&atilde;o entre estas e a popula&ccedil;&atilde;o, estas t&ecirc;m a responsabilidade de atingir um desenvolvimento sustent&aacute;vel (24, 25).</p>     <p>O objetivo deste trabalho foi analisar os aspetos ambientais em unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva dos Servi&ccedil;os de Alimenta&ccedil;&atilde;o dos Servi&ccedil;os Sociais da Universidade do Porto (SASUP) e identificar prioridades de interven&ccedil;&atilde;o para diminuir o impacto ambiental das unidades.</p>     <p><strong>METODOLOGIA</strong></p>     <p>Trata-se de uma pesquisa de campo, aplicada transversal e descritiva, com an&aacute;lise qualitativa das vari&aacute;veis. O objeto de estudo s&atilde;o os aspetos ambientais das 11 unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o dos Servi&ccedil;os de A&ccedil;&atilde;o Social da Universidade do Porto (SASUP), cuja miss&atilde;o &eacute; prestar servi&ccedil;os no &acirc;mbito da alimenta&ccedil;&atilde;o, nutri&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a alimentar, assegurando o equil&iacute;brio nutricional e a qualidade alimentar das refei&ccedil;&otilde;es (26, 27).</p>     <p>Os SASUP t&ecirc;m 88 funcion&aacute;rios e serviu em 2015 546.949 refei&ccedil;&otilde;es, distribu&iacute;das pelas 11 unidades, onde apenas 2 servem jantares. O custo de uma refei&ccedil;&atilde;o social nas cantinas da Universidade do Porto &eacute; de 2,65&euro;, sendo que em apenas uma das unidades este valor n&atilde;o &eacute; inferior ao custo de produ&ccedil;&atilde;o. As unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o s&atilde;o a op&ccedil;&atilde;o mais econ&oacute;mica, dentro da comunidade acad&eacute;mica, para os estudantes consumirem as suas refei&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias (27).</p>     <p>Todas as informa&ccedil;&otilde;es relativamente &agrave;s unidades que n&atilde;o foi poss&iacute;vel obter in loco foram obtidas atrav&eacute;s da plataforma dos Servi&ccedil;os de Alimenta&ccedil;&atilde;o dos SASUP. Sendo que n&atilde;o foi poss&iacute;vel obter informa&ccedil;&atilde;o mais recente. O acesso &agrave;s cantinas, registo e utiliza&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es obtidas foram autorizados pelos SASUP.</p>     <p>Foi criada uma checklist para avaliar qualitativamente os aspetos ambientais destas unidades, com base em indicadores ambientais definidos ap&oacute;s revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica (28-33) distribu&iacute;dos por 7 itens: 1) Consumo de &Aacute;gua (17 quest&otilde;es); 2) Consumo de Eletricidade (15 quest&otilde;es); 3) Consumo de G&aacute;s (11 quest&otilde;es); 4) Gest&atilde;o de Produtos Qu&iacute;micos (7 quest&otilde;es); 5) Gest&atilde;o de Res&iacute;duos (13 quest&otilde;es); 6) Utiliza&ccedil;&atilde;o de Hortofrut&iacute;colas (3 quest&otilde;es); 7) Avalia&ccedil;&atilde;o da Satisfa&ccedil;&atilde;o do Utente (6 quest&otilde;es), num total de 72 quest&otilde;es.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O sistema de pontua&ccedil;&atilde;o utilizado foi uma adapta&ccedil;&atilde;o do m&eacute;todo de Failure Mode and Effect Analysis (FMEA) utilizado por Zambrano e Martins (34) para classificar a abrang&ecirc;ncia dos impactos ambientais. As ocorr&ecirc;ncias foram classificadas numa escala de 1 a 3, o valor &ldquo;3&rdquo; &eacute; atribu&iacute;do a aspetos adequados, ou seja, &eacute; a op&ccedil;&atilde;o que ter&aacute; menor impacto ambiental, face a determinada situa&ccedil;&atilde;o analisada. O valor &ldquo;2&rdquo; representa um impacto ambiental interm&eacute;dio, tendo sido exclu&iacute;do de quest&otilde;es de &ldquo;sim ou n&atilde;o&rdquo;. O valor &ldquo;1&rdquo; representa a situa&ccedil;&atilde;o com maior impacto ambiental, sendo a menos adequada para a situa&ccedil;&atilde;o em causa. Na <a href ="/img/revistas/apn/n19/n19a08t1.jpg">Tabela 1</a>, &eacute; apresentado um exemplo desta distribui&ccedil;&atilde;o.</p>     
<p>A aplica&ccedil;&atilde;o da checklist ocorreu durante as visitas efetuadas &agrave;s 11 unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o dos SASUP, sendo que cada unidade apenas foi visitada uma vez, tendo em conta os itens a avaliar pela checklist.</p>     <p>A aplica&ccedil;&atilde;o foi realizada atrav&eacute;s da observa&ccedil;&atilde;o direta pela pesquisadora e o registo das situa&ccedil;&otilde;es contidas na checklist. No entanto quest&otilde;es sobre a manuten&ccedil;&atilde;o preventiva ou exist&ecirc;ncia de registos de consumos, foram feitas diretamente aos respons&aacute;veis das cozinhas, os funcion&aacute;rios e o pessoal respons&aacute;vel pela manuten&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os e equipamentos.</p>     <p>As unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o foram codificadas de forma a manter o sigilo dos resultados.</p>     <p>Cada quest&atilde;o foi pontuada, obtendo-se uma avalia&ccedil;&atilde;o qualitativa do estado ambiental de cada uma das unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o avaliadas e classificadas mediante a seguinte grelha de classifica&ccedil;&atilde;o (<a href ="/img/revistas/apn/n19/n19a08t2.jpg">Tabela 2</a>).</p>     
<p>A avalia&ccedil;&atilde;o qualitativa foi obtida comparando os resultados obtidos por cada unidade, frente &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o da mesma checklist em situa&ccedil;&atilde;o de excel&ecirc;ncia, ou seja, realizou-se o somat&oacute;rio das classifica&ccedil;&otilde;es da checklist aplicada e comparou-se com o valor que essa checklist obteria caso todos os itens obtivessem classifica&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima, sendo esse o nosso valor de padr&atilde;o (<a href ="/img/revistas/apn/n19/n19a08t3.jpg">Tabela 3</a>).</p>     
<p>De salvaguardar que os valores apresentados sobre cada unidade s&atilde;o valores obtidos atrav&eacute;s do Relat&oacute;rio de Contas de 2015 (27), uma vez que n&atilde;o foi poss&iacute;vel obter dados mais recentes nem mais completos, pois n&atilde;o foi poss&iacute;vel ter acesso aos valores de consumos faturados, assim sendo, n&atilde;o podemos aferir quando foi gasto o qu&ecirc; nem como. Al&eacute;m disso, cinco das onze cantinas n&atilde;o possuem contador pr&oacute;prio, sendo que o partilham com snack-bares e/ou grill. Nestes casos, mesmo tendo acesso aos valores de consumo, n&atilde;o poder&iacute;amos aferir se o gasto na produ&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es por parte da cantina foi elevado ou n&atilde;o.</p>     <p><strong>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O DOS RESULTADOS</strong></p>     <p>As 11 unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o onde foi aplicada a checklist apresentam condi&ccedil;&otilde;es estruturais distintas, tanto a n&iacute;vel de espa&ccedil;o f&iacute;sico como de equipamentos. Apesar dos procedimentos serem praticamente transversais estas apresentam resultados a n&iacute;vel dos aspetos ambientais muito d&iacute;spares. A classifica&ccedil;&atilde;o obtida pelas diversas unidades encontra--se no intervalo de 55% a 74% (Aceit&aacute;vel) (<a href ="/img/revistas/apn/n19/n19a08t4.jpg">Tabela 4</a>).</p>     
<p>Com base nestes valores apenas podemos aferir que em todos as unidades h&aacute; melhorias a serem implementadas. Assim sendo analis&aacute;mos as checklist de duas formas; numa primeira abordagem analis&aacute;mos os valores e as respostas dadas pelas unidades &agrave;s m&uacute;ltiplas quest&otilde;es da checklist e particularizaram-se as exce&ccedil;&otilde;es, tanto positivas como negativas e por fim analisamos as oportunidades de melhoria.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nenhuma das unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o mantem o registo dos gastos de &aacute;gua, de eletricidade e g&aacute;s. Os &uacute;nicos registos s&atilde;o faturas para efeitos fiscais.</p>     <p>Algumas unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o partilham os contadores de &aacute;gua e de eletricidade com a faculdade onde est&atilde;o inseridas (unidades F, G, H, I e J).</p>     <p>Os respons&aacute;veis das unidades n&atilde;o conhecem os valores gastos em &aacute;gua, eletricidade e g&aacute;s n&atilde;o tendo estabelecidas metas de gastos de forma a reduzir o desperd&iacute;cio ou controlar os gastos. A cria&ccedil;&atilde;o de metas para os gastos e a consciencializa&ccedil;&atilde;o dos respons&aacute;veis das unidades segundo Mikkola (35), ser&aacute; &ldquo;a forma mais f&aacute;cil de implementar mudan&ccedil;as nas unidades &eacute; atrav&eacute;s da disposi&ccedil;&atilde;o dos colaboradores de serem sustent&aacute;veis e por meio da cria&ccedil;&atilde;o de metas a serem cumpridas podemos &ldquo;cultivar&rdquo; a vontade de melhoria&rdquo;.</p>     <p>Na maioria das unidades foi referido que &eacute; feita a manuten&ccedil;&atilde;o preventiva dos equipamentos, com exce&ccedil;&atilde;o das unidades F, G H, J e L.</p>     <p>O consumo de &aacute;gua das unidades foi analisado atrav&eacute;s de 17 quest&otilde;es que ser&atilde;o analisadas neste ponto e cujos resultados se encontram resumidos na <a href ="/img/revistas/apn/n19/n19a08t5.jpg">Tabela 5</a>.</p>     
<p>A maioria das torneiras em todas as unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o eram de acionamento manual, o que pode promover maior gasto de &aacute;gua (36). Possu&iacute;am torneiras com acionamento de pedal para a higieniza&ccedil;&atilde;o das m&atilde;os numa m&eacute;dia de 4 &ldquo;postos de lavagem de m&atilde;os&rdquo; por unidade. E apenas a unidade B possui torneiras autom&aacute;ticas na &aacute;rea laboral.</p>     <p>Verificou-se que a maioria das torneiras das casas de banho eram temporizadas.</p>     <p>No entanto nas unidades A, D e H, na casa de banho dos funcion&aacute;rios o acionamento era manual. No caso das unidades B e F n&atilde;o existiam casas de banho para os estudantes, dentro da unidade. Na unidade C todas as casas de banho tinham torneiras de acionamento manual. A unidade I n&atilde;o possui casas de banho no per&iacute;metro.</p>     <p>A substitui&ccedil;&atilde;o das torneiras manuais por autom&aacute;ticas (acionadas por sensor) constitu&iacute; uma estrat&eacute;gia para evitar gastos por esquecimentos ou torneiras mal calibradas. Isto implica um investimento avultado, mas que teria benef&iacute;cios tanto econ&oacute;micos como ambientais a longo prazo (36).</p>     <p>Verificou-se que a maioria das torneiras e todos os sanit&aacute;rios se encontravam em bom estado de conserva&ccedil;&atilde;o, sem perdas de &aacute;gua, com exce&ccedil;&atilde;o da unidade J.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em nenhuma das unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o dos SASUP &eacute; utilizada &aacute;gua para realizar descongela&ccedil;&atilde;o, sendo todas as descongela&ccedil;&otilde;es feitas de um dia para o outro em c&acirc;mara fria.</p>     <p>Todas as unidades utilizam m&aacute;quina de lavar loi&ccedil;a, o que &eacute; ben&eacute;fico a n&iacute;vel de redu&ccedil;&atilde;o dos gastos de &aacute;gua, comparativamente &agrave; lavagem manual. Tendo em conta serem as mais eficientes, o ideal seria que as unidades maiores (A, B, C, D, H e L) tivessem m&aacute;quinas com uma capacidade semelhante &agrave; da unidade C e que as unidades pequenas (E, F, G, I, J) tivessem semelhantes &agrave; unidade J. Em todas as unidades as m&aacute;quinas apenas s&atilde;o usadas quando completamente cheias.</p>     <p>O consumo de eletricidade das unidades foi analisado e os resultados encontram-se resumidos na <a href ="/img/revistas/apn/n19/n19a08t5.jpg">Tabela 5</a>.</p>     
<p>Uma vez que a maioria das unidades se localiza em edif&iacute;cios antigos ou est&atilde;o integradas nos edif&iacute;cios das faculdades, n&atilde;o possuem classifica&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica. O desperd&iacute;cio m&eacute;dio de energia em Portugal por m&aacute; efici&ecirc;ncia dos edif&iacute;cios ronda os 136GWh. O conhecimento do estado dos edif&iacute;cios ser&aacute; o primeiro passo para melhorar estas situa&ccedil;&otilde;es, portanto a obten&ccedil;&atilde;o de classifica&ccedil;&atilde;o &eacute; j&aacute; um passo na dire&ccedil;&atilde;o correta. Acresce que o Certificado Energ&eacute;tico apresenta medidas de melhoria a serem implementadas que poderiam contribuir para melhorar o desempenho dos edif&iacute;cios (37).</p>     <p>Em todas as unidades a ilumina&ccedil;&atilde;o &eacute; mista (el&eacute;trica e natural). A esse n&iacute;vel n&atilde;o se identificou oportunidade de melhoria uma vez que o recurso &agrave; ilumina&ccedil;&atilde;o artificial &eacute; inevit&aacute;vel. Verificou-se que todas as unidades utilizam l&acirc;mpadas fluorescentes que se substitu&iacute;das por d&iacute;odos emissores de luz (LED) contribuiriam para reduzir consumos e melhorar a sustentabilidade (38).</p>     <p>A ilumina&ccedil;&atilde;o artificial &eacute; controlada maioritariamente de forma manual, exceto na casa de banho do restaurante da unidade de alimenta&ccedil;&atilde;o H, que &eacute; controlado por sensores de movimento. A op&ccedil;&atilde;o pela ilumina&ccedil;&atilde;o artificial sempre ligada, do ponto de vista da ambiental, n&atilde;o &eacute; claramente a melhor. A melhor op&ccedil;&atilde;o seria o controlo por sensores de movimento tal como demonstrado por Jennings et al. (39). Na cozinha a melhor op&ccedil;&atilde;o ser&aacute; manter o controlo manual, tendo em conta as horas de produ&ccedil;&atilde;o e a falta de ilumina&ccedil;&atilde;o natural.</p>     <p>A climatiza&ccedil;&atilde;o das unidades est&aacute; a cargo de unidades de tratamento de ar. Atualmente esta &eacute; a op&ccedil;&atilde;o mais vi&aacute;vel uma vez que estas t&ecirc;m a capacidade de aquecer, ventilar e arrefecer o ar, fazendo com que estejam concentrados num s&oacute; sistema todas as fun&ccedil;&otilde;es de climatiza&ccedil;&atilde;o. Estas s&atilde;o ainda capazes de normalizar os n&iacute;veis de humidade do ar, algo que os sistemas de ar condicionado n&atilde;o conseguem. S&atilde;o tamb&eacute;m um sistema ecol&oacute;gico, uma vez que a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica deste tipo de equipamentos tem melhorado e deixaram de utilizar fluidos de refrigera&ccedil;&atilde;o &agrave; base de clorofluorcarbonetos (CFC&rsquo;s), promotores da destrui&ccedil;&atilde;o da camada de ozono, tendo sido substitu&iacute;dos por outros n&atilde;o t&oacute;xicos (40, 41).</p>     <p>N&atilde;o foi poss&iacute;vel aferir a classifica&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica dos equipamentos el&eacute;tricos existentes na unidade. A maioria dos equipamentos el&eacute;tricos s&atilde;o os de cadeia fria e possuem um registador externo de temperatura; os restantes equipamentos possu&iacute;am term&oacute;stato interno (fornos convetores e fritadeiras).</p>     <p>Do ponto de vista ambiental e da efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, isto &eacute; relevante uma vez que equipamentos que apresentem varia&ccedil;&otilde;es anormais de temperatura encontram-se com algum tipo de avaria quer seja na gera&ccedil;&atilde;o de energia quer no sistema de veda&ccedil;&atilde;o, o que ir&aacute; levar a um gasto extra de energia (42).</p>     <p>As unidades que se encontram classificadas como &ldquo;N&atilde;o Aplic&aacute;vel&rdquo; (N/A) s&atilde;o as que n&atilde;o possuem liga&ccedil;&atilde;o de g&aacute;s nas cozinhas (<a href ="/img/revistas/apn/n19/n19a08t5.jpg">Tabela 5</a>).</p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>Existem unidades sem liga&ccedil;&atilde;o de g&aacute;s, uma vez que recebem as refei&ccedil;&otilde;es prontas a servir (unidades G e I). A unidade A partilha o contador do g&aacute;s com a sede dos SASUP.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao tipo de g&aacute;s utilizado, a maioria das unidades utiliza g&aacute;s natural. Apenas as unidades B, D e F utilizam g&aacute;s propano. Na perspetiva ambiental, o g&aacute;s natural &eacute; a melhor op&ccedil;&atilde;o, uma vez que apesar de ter menor capacidade calorifica que o propano e o butano, a sua combust&atilde;o liberta menos di&oacute;xido de carbono. Isto torna-o a op&ccedil;&atilde;o mais &ldquo;limpa&rdquo; das 3, sendo que a sua utiliza&ccedil;&atilde;o significa uma pegada de carbono menor. Tem ainda uma densidade mais baixa que o ar, facilitando a sua dissipa&ccedil;&atilde;o e um n&iacute;vel de humidade quase nulo, que dificulta a sua combust&atilde;o, tornando-o mais seguro em caso de fuga (43). As unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o que utilizam g&aacute;s propano deviam proceder &agrave; substitui&ccedil;&atilde;o por g&aacute;s natural que &eacute; mais econ&oacute;mico e melhor a n&iacute;vel ambiental.</p>     <p>N&atilde;o foi poss&iacute;vel aferir a classifica&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica dos equipamentos a g&aacute;s existentes na unidade. Os &uacute;nicos equipamentos possu&iacute;am um term&oacute;stato interno e os fornos de convec&ccedil;&atilde;o mais recentes tinham ambos, term&oacute;stato interno e externo.</p>     <p>A gest&atilde;o de res&iacute;duos foi analisada e os resultados encontram se resumidos na <a href ="/img/revistas/apn/n19/n19a08t5.jpg">Tabela 5</a>.</p>     
<p>Em todas as unidades s&atilde;o utilizados equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual no manuseamento de detergentes e desinfetantes. Todos os produtos est&atilde;o identificados e possuem ficha t&eacute;cnica e de dados de seguran&ccedil;a, com exce&ccedil;&atilde;o da unidade F.</p>     <p>Os produtos usados eram maioritariamente n&atilde;o-biodegrad&aacute;veis (6 produtos no geral), 2 eram corrosivos/inflam&aacute;veis e 1 biodegrad&aacute;vel nas unidades que estavam concessionadas e 3 corrosivos/inflam&aacute;veis nas unidades sob gest&atilde;o dos SASUP.</p>     <p>A dosagem dos produtos de higieniza&ccedil;&atilde;o &eacute; feita na maioria das unidades atrav&eacute;s de doseador manual, exceto nas unidades A, G, J e L. A dosagem autom&aacute;tica &eacute; vantajosa uma vez que diminui gastos desnecess&aacute;rios e a quantidade descartada na rede de saneamento b&aacute;sico (44). A dosagem do sab&atilde;o para higieniza&ccedil;&atilde;o das m&atilde;os era feita por dosagem manual em todas as unidades.</p>     <p>Todas as unidades, com exce&ccedil;&atilde;o da unidade J, fazem a separa&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos e realizam a reciclagem de &oacute;leos, paletes e outros.</p>     <p>Nenhuma das unidades utiliza material reciclado nas suas opera&ccedil;&otilde;es, algo que poderia ser repensado no que toca principalmente ao papel e pl&aacute;sticos.</p>     <p>Apenas s&atilde;o enviadas para o lixo org&acirc;nico as sobras da prepara&ccedil;&atilde;o e do prato, exceto a unidade J. Em nenhuma das unidades &eacute; registada a quantidade de sobras.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Todas as unidades usam produtos/materiais descart&aacute;veis, sendo que os mais comuns s&atilde;o luvas, kits para visitantes e guardanapos. Nas unidades A, E, H, I, J e L tamb&eacute;m s&atilde;o usados aventais e toucas descart&aacute;veis e nas F, I e G s&atilde;o usadas toalhas de papel, sendo ainda que na unidade G tamb&eacute;m s&atilde;o utilizados talheres e pratos descart&aacute;veis. Os guardanapos, kits para visitantes e luvas s&atilde;o indispens&aacute;veis. Os restantes materiais como as toalhas de papel, aventais, toucas, talheres e os pratos descart&aacute;veis podem ser substitu&iacute;dos por n&atilde;o descart&aacute;veis (45).</p>     <p>Nenhuma das unidades possui trituradora de res&iacute;duos org&acirc;nicos ou inorg&acirc;nicos. A instala&ccedil;&atilde;o de pelo menos uma trituradora de res&iacute;duos org&acirc;nicos por unidade iria ajudar a reduzir o lixo produzido. As sobras podem ser encaminhadas para a produ&ccedil;&atilde;o de adubo org&acirc;nico, para as &aacute;reas verdes das faculdades, como &eacute; exemplo desde 1995 a University of Northern British Columbia, no Canad&aacute; (46, 47).</p>     <p>Quase todas as unidades possuem caixa de separa&ccedil;&atilde;o de gordura na canaliza&ccedil;&atilde;o, com exce&ccedil;&atilde;o das unidades G, I e J que permite separar a gordura da &aacute;gua, reduzindo os entupimentos por acumula&ccedil;&atilde;o de gordura nas tubagens (48).</p>     <p>A utiliza&ccedil;&atilde;o de hortofrut&iacute;colas foi analisada e os resultados encontram se resumidos na <a href ="/img/revistas/apn/n19/n19a08t5.jpg">Tabela 5</a>.</p>     
<p>Os fornecedores dos SASUP fornecem os hort&iacute;colas maioritariamente in natura, o que &eacute; positivo a n&iacute;vel da produ&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos inorg&acirc;nicos, uma vez que apesar de a produ&ccedil;&atilde;o de cascas, caro&ccedil;os e outros res&iacute;duos aumentar, s&atilde;o utilizadas menos embalagens de pl&aacute;stico. Os produtos adquiridos n&atilde;o s&atilde;o biol&oacute;gicos nem exclusivamente provenientes de produtores locais ou nacionais.</p>     <p>As quantidades gastas pelos SASUP poderiam ser garantidas por fornecedores nacionais e contribuir para a economia local e redu&ccedil;&atilde;o da pegada de CO2, tal como tem sido feito na Ball State University, nos EUA (49).</p>     <p>Tendo em conta o peso da agricultura n&atilde;o biol&oacute;gica para o meio ambiente, referidas por Pimentel et al. (50) &agrave; medida que as condi&ccedil;&otilde;es para a obten&ccedil;&atilde;o deste tipo de produtos for melhorando sugere-se a sua inclus&atilde;o progressiva nas refei&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>A <a href ="/img/revistas/apn/n19/n19a08t5.jpg">Tabela 5</a> apresenta os resultados referentes &agrave;s classifica&ccedil;&otilde;es obtidas pelas unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o na checklist nos itens sobre avalia&ccedil;&atilde;o de satisfa&ccedil;&atilde;o dos utentes.</p>     
<p>A avalia&ccedil;&atilde;o da satisfa&ccedil;&atilde;o do utente &eacute; responsabilidade dos SASUP em todas as unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o e &eacute; feita por meio da aplica&ccedil;&atilde;o de inqu&eacute;ritos de satisfa&ccedil;&atilde;o. Existem ainda livros de reclama&ccedil;&otilde;es, que de forma indireta permitem avaliar a satisfa&ccedil;&atilde;o com o servi&ccedil;o pelo n&uacute;mero, tipo e frequ&ecirc;ncia das queixas.</p>     <p>Na maioria das unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel fazer a compra por item de refei&ccedil;&atilde;o, ou seja, comprar ou s&oacute; a sopa ou s&oacute; o prato com exce&ccedil;&atilde;o das unidades B, D, E e I. A falta desta op&ccedil;&atilde;o pode levar &agrave; perda de utentes ou contribuir para o desperd&iacute;cio alimentar, tal como referido por Ferreira et al. (51).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Um aspeto positivo, em todas as unidades &eacute; a possibilidade de pedir ajustes na quantidade de comida no empratamento, conforme o desejo do utente o que contribui para a satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente.</p>     <p>Algumas unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o utilizam a marca&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via de refei&ccedil;&atilde;o (F, G, I e J) com diferentes tipos de penaliza&ccedil;&atilde;o. A marca&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via de refei&ccedil;&otilde;es, pode ser uma boa ferramenta de gest&atilde;o para evitar a produ&ccedil;&atilde;o desnecess&aacute;ria de refei&ccedil;&otilde;es, podendo assim contribuir para reduzir o desperd&iacute;cio e aumentar a satisfa&ccedil;&atilde;o do utente, tal como &eacute; constatado por Ferreira et al. (51).</p>     <p><strong>CONCLUS&Otilde;ES</strong></p>     <p>Os consumos de &aacute;gua, eletricidade e g&aacute;s n&atilde;o s&atilde;o registados pelo que n&atilde;o est&atilde;o estabelecidas metas de forma a potenciar a redu&ccedil;&atilde;o do desperd&iacute;cio ou controlo dos gastos. A maioria das unidades localiza-se em edif&iacute;cios antigos n&atilde;o possuindo classifica&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica. Esta situa&ccedil;&atilde;o aponta para a necessidade de interven&ccedil;&atilde;o e investimento no sentido de controlo e redu&ccedil;&atilde;o de gastos.</p>     <p>Todos os produtos de higieniza&ccedil;&atilde;o eram maioritariamente n&atilde;o-biodegrad&aacute;veis mas possu&iacute;am ficha t&eacute;cnica e dados de seguran&ccedil;a.</p>     <p>A maioria das unidades faz a separa&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos e a reciclagem de &oacute;leos, paletes e outros. Nenhuma possui trituradora de res&iacute;duos org&acirc;nicos ou inorg&acirc;nicos e todas utilizam produtos/materiais descart&aacute;veis, Em nenhuma das unidades &eacute; registada a quantidade de sobras.</p>     <p>Na maioria das unidades &eacute; feita a manuten&ccedil;&atilde;o preventiva dos equipamentos.</p>     <p>Atrav&eacute;s da an&aacute;lise dos resultados obtidos na checklist, concluiu-se que todas se encontravam acima do limite de Aceit&aacute;vel. As unidades dos SASUP para melhorar o seu estado geral de sustentabilidade ter&atilde;o de efetuar investimento econ&oacute;mico em equipamentos e infraestruturas e simultaneamente sensibilizar/ formar os trabalhadores e gestores no sentido de mudan&ccedil;a de atitude/comportamento em prol de reduzir o impacto ambiental das unidades.</p>     <p>A ferramenta desenvolvida pode constituir um apoio &agrave; gest&atilde;o ambiental e &agrave; melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de sustentabilidade das unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva.</p>     <p><strong>AGRADECIMENTOS</strong></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>This research was supported by national funds through FCT - Foundation for Science and Technology within the scope of UIDB/05748/2020 and UIDP/05748/2020.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</strong></p> <ol>     <li>Strasburg VJ, Jahno VD. Paradigmas das pr&aacute;ticas de gest&atilde;o ambiental no segmento de produ&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es no Brasil: Pr&aacute;ticas de gest&atilde;o ambiental na produ&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es. Revista Engenharia Sanit&aacute;ria e Ambiental. 2015.</li>     <li>Abreu ESd, Spineli MGN, Pinto AMdS. Gest&atilde;o de Unidades de Alimenta&ccedil;&atilde;o e Nutri&ccedil;&atilde;o: Um Modo de Fazer. 4&ordf; ed. S&atilde;o Paulo: Metha; 2011. 351 p.</li>     <li>Veiros MB, Proen&ccedil;a RPC. Princ&iacute;pios de Sustentabilidade na Produ&ccedil;&atilde;o de Refei&ccedil;&otilde;es. Nutri&ccedil;&atilde;o em Pauta. 2010;102:45-9.</li>     <li>Wang R. Investigations of Important and Effective Effects of Green Practices in Restaurants. Procedia - Social and Behavioral Sciences. 2012;40:94-8.</li>     <li>Pirani SI, Arafat HA. Solid waste management in the hospitality industry: A review. Journal of Environmental Management. 2014(146):320-36.</li>     <li>Nations FaAOotU. Energy-smart food for people and climate. Italy: United Nations; 2011.</li>     <li>Harmon A, Gerald B, Association AD. Position of the American Dietetic Association: Food and Nutrition Professionals Can Implement Practices to Conserve Natural Resources and Support Ecological Sustainability. Journal of the American Dietetic Association. 2007;107(6):1033-43.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>Tagtow A, Robien K, Bergquist E, Bruening M, Dierks L, Hartman BE, et al. Academy of Nutrition and Dietetics: Standards of Professional Performance for Registered Dietitian Nutritionists (Competent, Proficient, and Expert) in Sustainable, Resilient, and Healthy Food and Water Systems. Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics. 2014;114(3):475 - 88.</li>     <li>(FECOMERCIO) FdCdEdSP. O uso racional da &aacute;gua no com&eacute;rcio2010:[56 p.]. Available from:<a href="http://site.sabesp.com.br/uploads/file/asabesp_doctos/cartilha_fecomercio.pdf" target="_blank">http://site.sabesp.com.br/uploads/file/asabesp_doctos/cartilha_fecomercio.pdf</a>.</li>     <li>Souza DPd, Santos RK, Santos RF. Estimativa do consumo de &aacute;gua em restaurantes na cidade de Cascavel - PR. Acta Iguazu. 2012;1(3):21-30.</li>     <li>Barthichoto M, Matias ACG, Spinelli MGN, Abreu ESd. Responsabilidade Ambiental: Perfil das Pr&aacute;ticas de Sustentabilidade Desenvolvidas em Unidades Produtoras de Refei&ccedil;&otilde;es do Bairro de Higien&oacute;polis, Munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo. Qualit@s Revista Eletr&ocirc;nica. 2013;14(1):1-12.</li>     <li>Lang T, Barling D, Caraher M. Food Policy: Integrating Health, Environment and Society: Oxford University Press; 2009 12/11. 336 p.</li>     <li>Portugal Ed. Fator de Emiss&atilde;o Anual <a href="https://energia.edp.pt/particulares/apoio-cliente/simulador-co2/2016" target="_blank">https://energia.edp.pt/particulares/apoio-cliente/simulador-co2/2016</a>.</li>     <li>Madeira EdEd. M&eacute;todo de C&aacute;lculo de Emiss&atilde;o de CO2 <a href="https://www.eem.pt/pt/conteudo/sustentabilidade/rotulagem-de-energia-el%C3%A9ctrica/m%C3%A9todo-de-c%C3%A1lculo-das-emiss%C3%B5es-de-co2-e-de-outros-gases-com-impactes-ambientais/2017" target="_blank">https://www.eem.pt/pt/conteudo/sustentabilidade/rotulagem-de-energia-el%C3%A9ctrica/m%C3%A9todo-de-c%C3%A1lculo-das-emiss%C3%B5es-de-co2-e-de-outros-gases-com-impactes-ambientais/2017</a>.</li>     <li>Yu Y, Zhao J, Bayly AE. Development of Surfactants and Builders in Detergent Formulations. Chinese Journal of Chemical Engineering. 2008;16(4):517-27.</li>     <li>Scott MJ, Jones MN. The biodegradation of surfactants in the environment. Biochimica et Biophysica Acta (BBA) - Biomembranes. 2000;1508(1&ndash;2):235-51.</li>     <li>Authority EP. The Disposal of Soaps and Detergents. Austr&aacute;lia: Environment Protection Authority; 2004. p. 3.</li>     ]]></body>
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<body><![CDATA[<li>Faria J, Sousa A, Reis A, Filipe V, Barroso J. Probe and Sensors Development for Level Measurement of Fats, Oils and Grease in Grease Boxes. Sensors. 2016;16(1517):0 - 20.</li>     <li>Koester RJ, Eflin J, Vann J. Greening of the campus: a whole-systems approach. Journal of Cleaner Production. 2006;14(9):769-79.</li>     <li>Pimentel D, Hepperly P, Hanson J, Douds D, Seidel R. Environmental, Energetic, and Economic Comparisons of Organic and Conventional Farming Systems. BioScience. 2005;55(7):573-82.</li>     <li>Ferreira M, Martins ML, Rocha A. Food waste as an index of foodservice quality. British Food Journal. 2013;115(11):1628-37.</li>     </ol>     <p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>  <b><a href="#topc0">Endere&#231;o para correspond&#234;ncia</a><a name="c0"></a></b>     <p>Ada Rocha</p>     <p>Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto,</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Rua Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto, Portugal</p> <a href="mailto:adarocha@fcna.up.pt">adarocha@fcna.up.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido a 24 de fevereiro de 2019</p>     <p>Aceite em 25 de novembro de 2019</p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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