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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A educação alimentar em meio escolar e a figura do nutricionista escolar]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Although a certain positive evolution, Portugal continues to be one of the European countries with the highest overweight (including obesity) prevalences. It is believed that the primary solution should pass through food education in schools, privileged spaces where the necessary conditions are gathered to the application of well-structured projects based on each community&#8217;s needs. In the last years, it has been observed an increased number of publications relative to portuguese interventions in food education in its various aspects and, mainly, through the direct work of Nutritionists. Throughout this review, these will be placed in evidence for presenting themselves as capable professionals who are up to the challenge, in school environment.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO DE REVIS&#195;O</b></p>     <p>     <p><b><font face="" size="4">A educa&ccedil;&atilde;o alimentar em meio escolar e a figura do nutricionista escolar</font></p> </b>     <p><strong>Food education in school environment and the figure of school nutritionist</strong></p>     <p><strong>Rita Faria<sup>1*</sup>; Bruno Sousa<sup>2,3</sup></strong></p>     <p><sup>1</sup>Agrupamento de Escolas Leal da C&acirc;mara, Avenida Pedro Nunes, n.&ordm; 1, 2635-317 Rio de Mouro, Portugal</p>     <p><sup>2</sup>CBIOS - Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Bioci&ecirc;ncias e Tecnologias da Sa&uacute;de da Universidade Lus&oacute;fona de Humanidades e Tecnologias, Campo Grande, n.&ordm; 376, 1749-024 Lisboa, Portugal</p>     <p><sup>3</sup>Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de da Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira, Avenida Lu&iacute;s de Cam&otilde;es, n.&ordm; 57, 9004-514 Funchal, Portugal</p> <a href="#c0">Endere&#231;o para correspond&#234;ncia</a><a name="topc0"></a></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>RESUMO</strong></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Apesar de uma certa evolu&ccedil;&atilde;o positiva, Portugal continua a ser um dos pa&iacute;ses europeus com maior preval&ecirc;ncia de excesso de peso (incluindo obesidade). Acredita-se que a principal solu&ccedil;&atilde;o dever&aacute; passar pela educa&ccedil;&atilde;o alimentar nas escolas, espa&ccedil;os privilegiados onde se re&uacute;nem as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de projetos bem estruturados e baseados nas necessidades de cada comunidade.</p>     <p>Nos &uacute;ltimos anos, tem-se verificado um acr&eacute;scimo de publica&ccedil;&otilde;es relativas a interven&ccedil;&otilde;es portuguesas em educa&ccedil;&atilde;o alimentar nas suas v&aacute;rias vertentes e, maioritariamente, atrav&eacute;s do trabalho direto dos Nutricionistas. Ao longo desta revis&atilde;o, estes s&atilde;o colocados em evid&ecirc;ncia por se apresentarem como profissionais capazes e &agrave; altura do desafio, em meio escolar.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>Palavras-chave</strong></p>     <p>Crian&ccedil;as, Educa&ccedil;&atilde;o alimentar, Meio escolar, Nutricionista escolar, Promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>ABSTRACT</strong></p>     <p>Although a certain positive evolution, Portugal continues to be one of the European countries with the highest overweight (including obesity) prevalences. It is believed that the primary solution should pass through food education in schools, privileged spaces where the necessary conditions are gathered to the application of well-structured projects based on each community&rsquo;s needs.</p>     <p>In the last years, it has been observed an increased number of publications relative to portuguese interventions in food education in its various aspects and, mainly, through the direct work of Nutritionists. Throughout this review, these will be placed in evidence for presenting themselves as capable professionals who are up to the challenge, in school environment.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><strong>Keywords</strong></p>     <p>Children, Food education, School environment, School Nutritionist, Health promotion</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</strong></p>     <p>Os dados mais recentes acerca da preval&ecirc;ncia de excesso de peso e obesidade infantis em Portugal revelam uma melhoria do estado nutricional das crian&ccedil;as. Segundo os &uacute;ltimos relat&oacute;rios portugueses do&nbsp;Childhood Obesity Surveillance Initiative&nbsp;(COSI Portugal), a soma das preval&ecirc;ncias de excesso de peso e obesidade para crian&ccedil;as dos seis aos oito anos foi de 37,9%, 35,7%, 31,6%, 30,7% e 29,6% em 2008, 2010, 2013, 2016 e 2019, respetivamente (1, 2). Por outro lado, entre 2010 e 2013, a preval&ecirc;ncia de baixo peso subiu de 0,8% para 2,7% sendo que, mais recentemente, em 2019, regressou aos 1,3% (1, 2). Sem d&uacute;vida que em termos de excesso de peso e obesidade se trata de uma evolu&ccedil;&atilde;o positiva, no entanto, al&eacute;m de continuarmos a ser um dos pa&iacute;ses da Europa a registar preval&ecirc;ncias de excesso de peso (incluindo obesidade) que rondam os 30%, n&atilde;o podemos ignorar que a redu&ccedil;&atilde;o significativa destes valores, assim como o aumento em mais de tr&ecirc;s vezes da preval&ecirc;ncia de baixo peso (entre 2008 e 2013), coincidiu, em parte, com um per&iacute;odo de maiores dificuldades socioecon&oacute;micas (1), decorrentes da crise financeira de 2008. &Eacute;, por isso, imperativo garantir que a melhoria do estado nutricional infantil adv&eacute;m de uma maior consciencializa&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o alimentares e n&atilde;o apenas da impossibilidade de aquisi&ccedil;&atilde;o de alimentos ou refei&ccedil;&otilde;es, sejam eles de car&aacute;ter saud&aacute;vel ou, pelo contr&aacute;rio, pouco interessantes nutricionalmente.</p>     <p>Sendo a obesidade o ponto de partida para um rol de comorbilidades (3, 4) cada vez mais presentes em crian&ccedil;as e jovens, a educa&ccedil;&atilde;o alimentar nas escolas tem sido vista como uma estrat&eacute;gia para a preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as decorrentes da m&aacute; alimenta&ccedil;&atilde;o (5,6). No entanto, mais do que estrat&eacute;gia para a preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as, a educa&ccedil;&atilde;o alimentar deve ser encarada com uma oportunidade de promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de (7, 8), idealmente acess&iacute;vel a todos, independentemente do &Iacute;ndice de Massa Corporal (IMC) ou da pr&eacute;-exist&ecirc;ncia de doen&ccedil;a.</p>     <p><strong>OBJETIVO</strong></p>     <p>O presente trabalho pretende demonstrar a import&acirc;ncia da educa&ccedil;&atilde;o alimentar em meio escolar, assim como o potencial interesse da exist&ecirc;ncia da figura do Nutricionista Escolar, que desta forma pode contribuir para a melhoria da alimenta&ccedil;&atilde;o nas escolas e dos h&aacute;bitos alimentares das crian&ccedil;as e jovens.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><strong>A Educa&ccedil;&atilde;o Alimentar em Meio Escolar</strong></p>     <p>Parecem estar reunidas, na associa&ccedil;&atilde;o da idade pedi&aacute;trica ao meio escolar, as melhores circunst&acirc;ncias para atuar em educa&ccedil;&atilde;o alimentar. Em Portugal, desde os mais novos, que frequentam o pr&eacute;-escolar, at&eacute; aos adolescentes e pr&eacute;-adultos e de entre toda a diversidade geogr&aacute;fica, socioecon&oacute;mica e cultural, a grande maioria tem um fator em comum: a escola. &Eacute; na escola que passam a maior parte do seu tempo e onde s&atilde;o acompanhados por profissionais dedicados &agrave; arte de educar num ambiente que promove a recetividade a novos conhecimentos e novos comportamentos (5, 9). Al&eacute;m disso, a articula&ccedil;&atilde;o da possibilidade de oferta de diferentes aprendizagens com o efeito de continuidade proporcionado pelo normal percurso escolar permite a implementa&ccedil;&atilde;o de programas de educa&ccedil;&atilde;o alimentar com a qualidade e dura&ccedil;&atilde;o necess&aacute;rias para que melhores h&aacute;bitos alimentares sejam adquiridos (9, 10).</p>     <p>Existem ainda outros ganhos em educar as crian&ccedil;as sobre alimenta&ccedil;&atilde;o e nutri&ccedil;&atilde;o associados a caracter&iacute;sticas que s&atilde;o inerentes a estas idades. Nos adolescentes, por exemplo, &eacute; comum o desfasamento entre o conhecimento que possuem sobre alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e a sua realidade alimentar, que muitas vezes se caracteriza por uma sucess&atilde;o de escolhas nutricionalmente pobres (10, 11). Seja a culpa atribu&iacute;da &agrave; publicidade, indubit&aacute;vel influenciadora de comportamentos (12,13), &agrave; prolifera&ccedil;&atilde;o de locais de venda de alimentos e/ou refei&ccedil;&otilde;es nas redondezas das escolas (6), aos pais, por serem respons&aacute;veis pelas op&ccedil;&otilde;es alimentares em casa, ou aos pr&oacute;prios jovens que, tendo j&aacute; a no&ccedil;&atilde;o do certo e do errado, facilmente optam pelas hip&oacute;teses anteriores, est&aacute; claro que o ambiente em que vivem desempenha um papel marcante nas suas decis&otilde;es (11). Esta suscetibilidade ao meio que os rodeia poderia, atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o alimentar nas escolas, ser aproveitada em seu benef&iacute;cio, uma vez que as crian&ccedil;as e os adolescentes parecem responder melhor a a&ccedil;&otilde;es de promo&ccedil;&atilde;o de comportamentos alimentares saud&aacute;veis quando s&atilde;o expostos &agrave;s mesmas em conjunto com os seus pares, no caso, colegas de turma (7, 14, 15). Ainda relativamente aos adolescentes, &eacute; frequente observar uma preocupa&ccedil;&atilde;o excessiva com o peso e com a imagem corporal (16) que por vezes d&aacute; origem a comportamentos menos positivos. Num estudo (16) realizado em estabelecimentos de ensino de Bragan&ccedil;a, foram analisadas as respostas de 2346 adolescentes (entre os 12 e os 18 anos) a um question&aacute;rio acerca da pr&aacute;tica de dietas. Os resultados demonstraram que da totalidade de jovens que admitiram realizar dietas restritivas (18,5% das raparigas e 7,6% dos rapazes), 44,4% f&ecirc;-lo por autoimposi&ccedil;&atilde;o, recorrendo &agrave; Internet ou a revistas para se esclarecerem sobre o assunto. &Eacute; sabido que este tipo de fontes transporta com alguma frequ&ecirc;ncia informa&ccedil;&otilde;es desadequadas, sem fiscaliza&ccedil;&atilde;o ou qualquer forma de controlo profissional. E se uma parte destas dietas restritivas s&atilde;o realizadas por necessidades est&eacute;ticas mal fundamentadas, se forem alicer&ccedil;adas numa pesquisa pobre quer em conte&uacute;do quer em qualidade, ent&atilde;o o risco de algumas defici&ecirc;ncias nutricionais poder&aacute; aumentar francamente, o que n&atilde;o &eacute; de todo aconselh&aacute;vel quando estamos perante jovens ainda em fase de crescimento. A educa&ccedil;&atilde;o alimentar nas escolas dever&aacute; conseguir estimular nos futuros adultos o sentido de responsabilidade pela sua pr&oacute;pria sa&uacute;de (11). &Eacute; importante que crian&ccedil;as e adolescentes melhorem a sua capacidade de reflex&atilde;o aut&oacute;noma sobre as escolhas alimentares adequadas &agrave;s suas necessidades, assim como sobre a veracidade da informa&ccedil;&atilde;o veiculada nos v&aacute;rios meios de comunica&ccedil;&atilde;o a que est&atilde;o sujeitos diariamente (7, 16). Por outro lado, um trabalho desenvolvido no &acirc;mbito da coorte&nbsp;Epidemiological Health Investigation of Teenagers in Porto&nbsp;(EPITeen) permitiu concluir que o consumo alimentar parece manter-se est&aacute;vel entre a adolesc&ecirc;ncia e a idade adulta, pondo em evid&ecirc;ncia o valor da educa&ccedil;&atilde;o alimentar na inf&acirc;ncia para a antecipa&ccedil;&atilde;o de melhores h&aacute;bitos alimentares (17).</p>     <p><strong>O Nutricionista Escolar</strong></p>     <p>O Nutricionista apresenta-se como um comunicador eficiente sobre alimenta&ccedil;&atilde;o e nutri&ccedil;&atilde;o, capaz de gerar, atrav&eacute;s da sua pr&aacute;tica, modifica&ccedil;&atilde;o de comportamentos alimentares no seu grupo alvo. Al&eacute;m disso, encontra-se tamb&eacute;m apto a criar e a implementar projetos de educa&ccedil;&atilde;o alimentar, com base nas necessidades espec&iacute;ficas da comunidade em que est&aacute; inserido, e a avaliar o impacto dos mesmos de maneira a identificar pontos a corrigir e a melhorar a efic&aacute;cia da interven&ccedil;&atilde;o (18).</p>     <p>Deste modo, torna-se fundamental a atividade de um &ldquo;Nutricionista Escolar&rdquo; para estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o de concord&acirc;ncia entre as mensagens transmitidas pelas v&aacute;rias fontes de influ&ecirc;ncia comportamental das crian&ccedil;as (7, 9-11, 19-21). A forma&ccedil;&atilde;o e o envolvimento dos familiares pr&oacute;ximos, dos professores e auxiliares, do pessoal respons&aacute;vel pela alimenta&ccedil;&atilde;o nas escolas e da comunidade local &eacute; t&atilde;o ou mais importante que o trabalho desenvolvido junto das crian&ccedil;as (7, 11, 19, 22). As crian&ccedil;as devem ser estimuladas a tornarem-se mensageiros ativos (5, 11). No entanto, &eacute; essencial a exist&ecirc;ncia de uma &ldquo;figura&rdquo; que fa&ccedil;a a liga&ccedil;&atilde;o e reforce junto dos mais velhos aquilo que as crian&ccedil;as j&aacute; saber&atilde;o explicar muito bem, mas, por falta de autoridade, n&atilde;o conseguem mudar no seu quotidiano alimentar. &Eacute; poss&iacute;vel e at&eacute; bastante simples conseguir aumentar os conhecimentos das crian&ccedil;as e promover nas mesmas inten&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis em rela&ccedil;&atilde;o a uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel (10, 23), mas n&atilde;o &eacute; espect&aacute;vel nem correto que sejam as pr&oacute;prias a produzir mudan&ccedil;a. Esta mudan&ccedil;a pode e deve ser desencadeada pelo trabalho do Nutricionista. A avalia&ccedil;&atilde;o do estado nutricional e do consumo alimentar infantis, a melhoria da qualidade nutricional das refei&ccedil;&otilde;es das cantinas, a adequa&ccedil;&atilde;o dos produtos disponibilizados nos bufetes e nas m&aacute;quinas de venda autom&aacute;tica, o desenvolvimento de sess&otilde;es de educa&ccedil;&atilde;o alimentar para crian&ccedil;as e respetivos educadores que visem a promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e de melhores h&aacute;bitos alimentares, a disponibiliza&ccedil;&atilde;o de consultas de Nutri&ccedil;&atilde;o dentro do espa&ccedil;o escolar, facilitando o acesso &agrave;s mesmas, a formula&ccedil;&atilde;o de pareceres independentes, necess&aacute;rios ao controlo de todas as atividades, &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o do seu impacto e &agrave; cria&ccedil;&atilde;o e sugest&atilde;o de medidas corretoras, e ainda o relacionamento, a comunica&ccedil;&atilde;o e o entendimento entre dire&ccedil;&otilde;es de escolas, autarquias e respetivas divis&otilde;es (8, 19), s&atilde;o potenciais fun&ccedil;&otilde;es caracter&iacute;sticas, inerentes e pr&oacute;prias do Nutricionista Escolar, mas cujos objetivos se encontram em falta no Sistema Educativo Portugu&ecirc;s. Em 2018, foi proposta uma estrat&eacute;gia para a melhoria da alimenta&ccedil;&atilde;o escolar em Portugal por Bento A, et al. (8), onde se articulam v&aacute;rios agentes nacionais e regionais, desde a Dire&ccedil;&atilde;o-Geral de Educa&ccedil;&atilde;o at&eacute; aos Agrupamentos Escolares, e se prev&ecirc; a inclus&atilde;o da figura do Nutricionista Escolar na coordena&ccedil;&atilde;o, operacionaliza&ccedil;&atilde;o, monitoriza&ccedil;&atilde;o, fiscaliza&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o de diversas medidas ao n&iacute;vel da capacita&ccedil;&atilde;o de toda a comunidade escolar e da cria&ccedil;&atilde;o de um ambiente alimentar saud&aacute;vel. &Eacute; imperativo que se operacionalize esta estrat&eacute;gia.</p>     <p><strong>Interven&ccedil;&otilde;es em Portugal</strong></p>     <p>De um modo geral, as interven&ccedil;&otilde;es portuguesas em educa&ccedil;&atilde;o alimentar, al&eacute;m de serem pouco abrangentes na sua abordagem, ou seja, de se concentrarem apenas em um ou dois componentes, s&atilde;o demasiado curtas ou n&atilde;o t&ecirc;m a frequ&ecirc;ncia necess&aacute;ria a uma avalia&ccedil;&atilde;o mais consistente do impacto das mesmas (6, 10, 23, 25-28). Os autores de uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica, conclu&iacute;ram que as interven&ccedil;&otilde;es com melhores resultados s&atilde;o aquelas que apresentam dura&ccedil;&atilde;o superior a um ano (29). A educa&ccedil;&atilde;o alimentar deveria ser pensada a longo-prazo, atrav&eacute;s da sua inclus&atilde;o nos projetos escolares para um acompanhamento cont&iacute;nuo e transversal a v&aacute;rios anos de escolaridade (29, 30). E &eacute; aqui que entra o trabalho de um Nutricionista Escolar que, numa conduta mais direta e espec&iacute;fica dentro do espa&ccedil;o escolar, pode ser dividido em tr&ecirc;s campos de a&ccedil;&atilde;o: professores e outros educadores, pais e familiares pr&oacute;ximos ou encarregados de educa&ccedil;&atilde;o e servi&ccedil;os respons&aacute;veis pela disponibiliza&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de alimentos e bebidas nas escolas, principalmente atrav&eacute;s de cantinas, bufetes e m&aacute;quinas de venda autom&aacute;tica. No &acirc;mbito destes campos de a&ccedil;&atilde;o ser&atilde;o apresentadas de seguida algumas interven&ccedil;&otilde;es portuguesas, assim como as vantagens e/ou desvantagens no modo como foram levadas a cabo.</p>     <p>Quando se pensa numa atividade que envolva a educa&ccedil;&atilde;o alimentar de crian&ccedil;as t&ecirc;m-se duas hip&oacute;teses, ou &eacute; o Nutricionista que desenvolve essa atividade junto dos mais novos ou ent&atilde;o s&atilde;o os seus professores a faz&ecirc;-lo, ap&oacute;s terem sido eles pr&oacute;prios alvo de interven&ccedil;&atilde;o. A &uacute;ltima hip&oacute;tese &eacute; particularmente &uacute;til se n&atilde;o existirem condi&ccedil;&otilde;es, como a disponibilidade hor&aacute;ria das turmas, para que haja contacto entre o Nutricionista e os alunos. No entanto, exige-se dos professores um elevado n&iacute;vel de empenhamento, interesse e dedica&ccedil;&atilde;o, bem como tempo dispon&iacute;vel para participarem em a&ccedil;&otilde;es de forma&ccedil;&atilde;o desenvolvidas pelo Nutricionista. Em Guimar&atilde;es, num programa conduzido por professores, que receberam 12 sess&otilde;es de forma&ccedil;&atilde;o num total de 36 horas, verificou-se no grupo experimental um consumo significativamente superior de hort&iacute;colas e fruta e um consumo significativamente inferior de alimentos de baixo valor nutricional e com elevada densidade energ&eacute;tica, por compara&ccedil;&atilde;o com o grupo controlo (28). Al&eacute;m disto, o programa tamb&eacute;m foi proveitoso relativamente &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o antropom&eacute;trica, visto ter-se observado um aumento m&eacute;dio do IMC significativamente inferior no grupo experimental do que no controlo (28). Apesar dos resultados positivos, este projeto n&atilde;o foi dirigido por um Nutricionista e, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tamb&eacute;m dependentes de professores (10, 26), n&atilde;o proporcionou o envolvimento dos encarregados de educa&ccedil;&atilde;o nem modifica&ccedil;&otilde;es na pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica ou na oferta alimentar (28).</p>     <p>Em analogia com a anterior escassez de exemplos de Nutricionistas em Portugal a formar professores para que estes intervenham sobre educa&ccedil;&atilde;o alimentar, tamb&eacute;m faltam estudos portugueses em que Nutricionistas estudam qual a melhor forma de incluir os pais nas interven&ccedil;&otilde;es de educa&ccedil;&atilde;o alimentar dos seus filhos. N&atilde;o obstante, a participa&ccedil;&atilde;o dos pais ou encarregados de educa&ccedil;&atilde;o nas atividades promotoras de uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel para as crian&ccedil;as &eacute; frequentemente sugerida como meio essencial para a obten&ccedil;&atilde;o de resultados mais efetivos no seu estado nutricional, mas tamb&eacute;m para um maior, melhor e mais est&aacute;vel acompanhamento dos seus h&aacute;bitos alimentares (22, 29-34), mesmo que por vezes a ades&atilde;o &agrave; interven&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seja a desejada (34). Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; estrat&eacute;gia de inclus&atilde;o dos pais que deve ser tida em conta, alguns investigadores estrangeiros t&ecirc;m estudado os efeitos de interven&ccedil;&otilde;es direcionadas para pais e filhos, apenas para as crian&ccedil;as ou apenas para os pais (31, 35-38). Os resultados demonstram diminui&ccedil;&otilde;es superiores de preval&ecirc;ncias de excesso de peso infantil quando os pais participam conjuntamente com os filhos em vez destes serem alvo de interven&ccedil;&atilde;o sozinhos (31, 38). Por outro lado, em duas investiga&ccedil;&otilde;es lideradas por Golan, concluiu-se que programas dirigidos &uacute;nica e exclusivamente para os pais apresentam resultados mais promissores para os seus filhos, com perdas ponderais superiores, em compara&ccedil;&atilde;o com os mesmos programas dirigidos a pais e filhos (36) ou s&oacute; &agrave;s crian&ccedil;as sem qualquer familiar envolvido (37). Com este &uacute;ltimo prop&oacute;sito, j&aacute; foi criado, em Portugal, um programa piloto em que se sugere um acompanhamento psicol&oacute;gico para pais de crian&ccedil;as obesas (35), n&atilde;o tendo ainda sido implementado para confronto de dados com a realidade portuguesa.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Como referido anteriormente, n&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil obter melhoria de conhecimentos e de inten&ccedil;&otilde;es relativamente &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as. S&atilde;o exemplos duas interven&ccedil;&otilde;es, uma em alunos do 2.&ordm; e 3.&ordm; ciclos (10) e outra em alunos do ensino pr&eacute;-escolar (23), onde, atrav&eacute;s de sess&otilde;es de educa&ccedil;&atilde;o alimentar, foi observado um aumento significativo de conhecimentos, mas sem qualquer altera&ccedil;&atilde;o dos h&aacute;bitos alimentares. Enquanto que o ajuste da disponibilidade e do acesso aos alimentos, conforme a sua adequa&ccedil;&atilde;o a um padr&atilde;o alimentar mais saud&aacute;vel, sem apurar conhecimentos parece ter alguns efeitos positivos (7, 15, 39, 40), como o aumento do consumo de fruta (7, 15, 39), uma interven&ccedil;&atilde;o escolar em educa&ccedil;&atilde;o alimentar n&atilde;o se pode limitar &agrave; transfer&ecirc;ncia de saberes sem que sejam feitas as altera&ccedil;&otilde;es apropriadas no ambiente alimentar da crian&ccedil;a (20). Essas altera&ccedil;&otilde;es implicam que as entidades fornecedoras de refei&ccedil;&otilde;es e de produtos alimentares ao servi&ccedil;o das escolas funcionem como um modelo de comportamentos alimentares saud&aacute;veis, satisfazendo as necessidades nutricionais e energ&eacute;ticas dos seus alunos (8, 41). Alguns estudos liderados por Nutricionistas avaliaram a qualidade das ementas servidas a alunos do pr&eacute;-escolar ao 1.&ordm; ciclo entre os anos 2010 e 2012 (42-46). As conclus&otilde;es aqui reunidas transmitem o seguinte: a) os grupos da Roda dos Alimentos cuja inser&ccedil;&atilde;o nos planos de ementas foi considerada &ldquo;n&atilde;o aceit&aacute;vel&rdquo; foram &ldquo;Carne, Pescado e Ovos&rdquo; (43, 44), &ldquo;Cereais, Derivados e Tub&eacute;rculos&rdquo; (43-45), &ldquo;Hort&iacute;colas&rdquo; (43, 44) e &ldquo;Leguminosas&rdquo; (43-46); b) a carne &eacute; usada como fonte proteica com maior frequ&ecirc;ncia que o peixe (42), sendo que a carne vermelha prevalece sobre a carne branca (43, 44); c) o peixe gordo (44, 45) e o ovo (44-46) raramente ou nunca s&atilde;o disponibilizados; d) os hort&iacute;colas s&atilde;o pouco utilizados e/ou pouco variados quer na sopa (42,46) quer no prato (42-44, 46); e) a fruta nem sempre &eacute; disponibilizada diariamente como sobremesa (42, 43); f) a confe&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es utilizando processos de fritura &eacute; excessiva (42); g) o teor de s&oacute;dio encontra-se acima das recomenda&ccedil;&otilde;es (46); h) os almo&ccedil;os servidos constituem refei&ccedil;&otilde;es h&iacute;per (43) ou hipoenerg&eacute;ticas (46), hiperproteicas (43, 46), com fornecimento excessivo de hidratos de carbono e deficit&aacute;rio em l&iacute;pidos (46). Os resultados obtidos numa an&aacute;lise laboratorial (que permite determinar quantitativamente a composi&ccedil;&atilde;o nutricional dos alimentos) realizada a refei&ccedil;&otilde;es servidas a crian&ccedil;as do 1.&ordm; ciclo v&atilde;o de encontro a alguns dos dados anteriores, nomeadamente, o baixo valor energ&eacute;tico e lip&iacute;dico, o exagerado conte&uacute;do proteico (a rondar os 70% das necessidades di&aacute;rias s&oacute; ao almo&ccedil;o) e o uso desajustado de sal (47). De entre as investiga&ccedil;&otilde;es expostas e numa tentativa de melhoria da qualidade das refei&ccedil;&otilde;es escolares, verificaram-se algumas situa&ccedil;&otilde;es positivas como, a presen&ccedil;a de fruta fresca como sobremesa no final de todos os almo&ccedil;os (43, 44), a igual frequ&ecirc;ncia de pratos de carne e pratos de peixe e o reduzido n&uacute;mero de repeti&ccedil;&otilde;es de ementas (44), a limita&ccedil;&atilde;o dos fritos, o uso de ervas arom&aacute;ticas e a redu&ccedil;&atilde;o do uso de sal (45). Uma interven&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m de Nutricionistas, em estabelecimentos de ensino do pr&eacute;-escolar ao secund&aacute;rio em v&aacute;rios concelhos do Algarve permitiu uma an&aacute;lise comparativa entre os anos letivos 2004/2005 e 2009/2010, atrav&eacute;s do cumprimento ou n&atilde;o de 10 crit&eacute;rios pr&eacute;-estabelecidos (41, 48, 49). Se nos primeiros resultados deste programa, os &uacute;nicos crit&eacute;rios com taxas de cumprimento superiores a 50% eram &ldquo;C1 &ndash; Pelo menos 90% de sopas com produtos hort&iacute;colas e/ou leguminosas&rdquo; e &ldquo;C9 &ndash; Percentagem de fritos, inferior ou igual a 20&rdquo; (41), em 2009/2010, j&aacute; eram seis os crit&eacute;rios com taxas de cumprimento superiores a 75%, incluindo o cumprimento a 100% do crit&eacute;rio nove &ldquo;Percentagem de fritos, inferior ou igual a 20&rdquo; (49). Os crit&eacute;rios que registaram maiores dificuldades no cumprimento foram &ldquo;C2 &ndash; Pelo menos 60% de sopas com hortali&ccedil;a&rdquo;, &ldquo;C6 &ndash; Percentagem de segundos pratos de pescado igual ou superior aos de carne&rdquo; e &ldquo;C7 &ndash; Percentagem de segundos pratos com ovo, entre 5 a 10%&rdquo; (49), assemelhando-se um pouco aos resultados acima descritos. Isto refletiu-se num aumento gradual da taxa de cumprimento global de 44% em 2004/2005 (41), para 58% em 2006/2007 (48) e por fim, para 70% em 2009/2010 (49), o que indica que a sistematiza&ccedil;&atilde;o deste tipo de interven&ccedil;&otilde;es &eacute; n&atilde;o s&oacute; imperativa como exequ&iacute;vel para proporcionar mudan&ccedil;as positivas na alimenta&ccedil;&atilde;o escolar (48,49). Tamb&eacute;m os bufetes e as m&aacute;quinas de venda autom&aacute;tica de algumas escolas portuguesas foram alvo de estudos (20,21,50). Em rela&ccedil;&atilde;o aos bufetes, s&atilde;o feitos alguns reparos ao facto de alguns estarem abertos durante a hora de almo&ccedil;o e de n&atilde;o terem pessoal nem condi&ccedil;&otilde;es adequadas para implementar e produzir menus mais saud&aacute;veis (21). Mas, por outro lado, elogiam-se medidas como a promo&ccedil;&atilde;o de um bufete mais saud&aacute;vel por parte dos alunos, concursos que incentivam a realiza&ccedil;&atilde;o de escolhas alimentares saud&aacute;veis e a n&atilde;o disponibiliza&ccedil;&atilde;o de alimentos com pouco interesse nutricional (50). Sugerem-se ainda uma pol&iacute;tica de pre&ccedil;os que estimule o consumo de alimentos mais saud&aacute;veis e desmotive a compra dos restantes e a limita&ccedil;&atilde;o da publicidade em espa&ccedil;o escolar a produtos que se encaixem no padr&atilde;o alimentar recomendado (21). Em termos de m&aacute;quinas, a maioria (20) se n&atilde;o a totalidade dos produtos comercializados eram do tipo &ldquo;n&atilde;o desej&aacute;vel&rdquo;, sendo que no &uacute;ltimo caso, a sua disponibilidade foi reduzindo ao longo de tr&ecirc;s anos de interven&ccedil;&atilde;o (21). Mais recentemente foram elaborados pela Dire&ccedil;&atilde;o--Geral da Educa&ccedil;&atilde;o dois documentos orientadores sobre ementas     e refeit&oacute;rios (51) e sobre bufetes escolares (52), a partir dos quais se tornou poss&iacute;vel a uniformiza&ccedil;&atilde;o da oferta alimentar por todo o pa&iacute;s. Contudo, em conformidade com os resultados reunidos numa cr&iacute;tica (8), semelhantes aos dispostos anteriormente, acerca das refei&ccedil;&otilde;es escolares disponibilizadas em cantinas, bufetes e m&aacute;quinas de venda autom&aacute;ticas, parecem ainda existir defici&ecirc;ncias ao n&iacute;vel do cumprimento e da fiscaliza&ccedil;&atilde;o das orienta&ccedil;&otilde;es emitidas pelo Estado, refor&ccedil;ando-se aqui a import&acirc;ncia do Nutricionista Escolar neste controlo.</p>     <p>Idealmente, o processo de desenvolvimento de uma interven&ccedil;&atilde;o deve reunir v&aacute;rios componentes por forma a constituir uma abordagem mais promissora de mudan&ccedil;a comportamental (22, 25, 32-34, 53). Paralelamente ao envolvimento de familiares, educadores e servi&ccedil;os de alimenta&ccedil;&atilde;o escolares, devem ser promovidos diferentes tipos de atividades junto das crian&ccedil;as que permitam consciencializar e interiorizar conceitos, por exemplo: a) o reconhecimento da Roda dos Alimentos como um guia pr&aacute;tico, intuitivo e orientador, com alguns princ&iacute;pios base para uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel (54); b) a divulga&ccedil;&atilde;o e inclus&atilde;o da Dieta Mediterr&acirc;nica no ambiente escolar, atrav&eacute;s quer do curr&iacute;culo quer da oferta alimentar disponibilizada (55); c) a an&aacute;lise de r&oacute;tulos e da composi&ccedil;&atilde;o nutricional de v&aacute;rios produtos alimentares (26); d) a participa&ccedil;&atilde;o em sess&otilde;es de atividade f&iacute;sica (25, 32, 33), de culin&aacute;ria saud&aacute;vel e de aconselhamento individual (32, 34). Em Portugal, s&atilde;o poucos os estudos multicomponentes; n&atilde;o obstante, os que existem apresentam resultados bastante interessantes que sustentam os argumentos a favor deles. O Projeto Obesidade Zero, primeira abordagem multicomponente realizada em Portugal para crian&ccedil;as com excesso de peso (34), conseguiu: melhorias significativas ao n&iacute;vel do IMC e do grau de adiposidade (34), redu&ccedil;&atilde;o do consumo de gordura e a&ccedil;&uacute;cares e aumento do consumo de fibras (34) e redu&ccedil;&atilde;o do tempo despendido com atividades sedent&aacute;rias por oposi&ccedil;&atilde;o ao aumento da atividade f&iacute;sica (33, 34). Os resultados permitiram estabelecer ainda uma rela&ccedil;&atilde;o entre a redu&ccedil;&atilde;o do percentil do IMC para a idade e as crian&ccedil;as que frequentaram um clube desportivo dois ou mais dias por semana e tamb&eacute;m as crian&ccedil;as que viam televis&atilde;o ou usavam computador menos de duas horas por dia (33). Uma outra interven&ccedil;&atilde;o, que reuniu diversos tipos de atividades num ambiente alimentar equilibrado, ocorreu nos A&ccedil;ores, com um formato de campo de f&eacute;rias de 10 dias para crian&ccedil;as e adolescentes obesos (32). Ap&oacute;s o t&eacute;rmino da interven&ccedil;&atilde;o, todos os participantes frequentaram consultas de seguimento de Nutri&ccedil;&atilde;o, sendo que a maioria perdeu peso mais eficazmente e cumpriu com maior facilidade recomenda&ccedil;&otilde;es relativas &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o e &agrave; pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica (32). De resto, a forte aposta em programas dedicados &agrave; preven&ccedil;&atilde;o e tratamento da obesidade infantil observada nos A&ccedil;ores, proporcionou &agrave; regi&atilde;o portuguesa uma redu&ccedil;&atilde;o significativa da preval&ecirc;ncia de excesso de peso, entre crian&ccedil;as dos seis aos oito anos, em 16,5% num per&iacute;odo de tr&ecirc;s anos (2010-2013) (1).</p>     <p>Quanto &agrave;s interven&ccedil;&otilde;es portuguesas, mais se refere que a cria&ccedil;&atilde;o do projeto MAPICO (Mapeamento e Divulga&ccedil;&atilde;o de Boas Pr&aacute;ticas em Projetos de Interven&ccedil;&atilde;o Comunit&aacute;ria na &Aacute;rea da Preven&ccedil;&atilde;o da Obesidade), atrav&eacute;s do Programa Nacional para a Promo&ccedil;&atilde;o da Alimenta&ccedil;&atilde;o Saud&aacute;vel (PNPAS), veio proporcionar um acesso mais imediato a projetos comunit&aacute;rios de qualidade e que se constituem como referentes na &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o alimentar em escolas (56).</p>     <p><strong>AN&Aacute;LISE CR&Iacute;TICA</strong></p>     <p>Pensar na educa&ccedil;&atilde;o alimentar como estrat&eacute;gia de preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;a &eacute; diferente de pensar na educa&ccedil;&atilde;o alimentar como estrat&eacute;gia de promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de. Interpretando ambos os conceitos, percebemos que &eacute; mais poderoso capacitar crian&ccedil;as e jovens a serem aut&oacute;nomos, ponderados e respons&aacute;veis pelas suas escolhas, do que ensin&aacute;-los, ainda que n&atilde;o seja essa a inten&ccedil;&atilde;o, sobre os requisitos m&iacute;nimos que devem cumprir para se escaparem &agrave; doen&ccedil;a. E &eacute; na escola que se re&uacute;nem todas as condi&ccedil;&otilde;es para que a educa&ccedil;&atilde;o alimentar tenha resultados positivos, complementando o papel da fam&iacute;lia: s&atilde;o 12 anos de ensino obrigat&oacute;rio, que permitem a aplica&ccedil;&atilde;o de projetos pensados e planeados a longo prazo (9, 10), 12 anos de ambiente escolar prop&iacute;cio &agrave; aprendizagem, &agrave; assimila&ccedil;&atilde;o de conhecimentos e &agrave; sua tradu&ccedil;&atilde;o em pr&aacute;ticas (5, 9) e 12 anos de crescimento e de desenvolvimento pessoal, onde o car&aacute;ter e os comportamentos ainda s&atilde;o, de certo modo, facilmente mold&aacute;veis (7, 14, 15). Da mesma forma que os jovens s&atilde;o suscet&iacute;veis &agrave;s influ&ecirc;ncias negativas do ambiente que os rodeia (6, 10-13) e, por isso, fazem m&aacute;s escolhas alimentares, ent&atilde;o, tamb&eacute;m estar&atilde;o propensos a fazer escolhas saud&aacute;veis se o ambiente em que se inserem assim os estimular (32-34). Apesar da escassa presen&ccedil;a de Nutricionistas nas escolas, como elementos internos no processo educativo, estes t&ecirc;m demonstrado ser fundamentais na cria&ccedil;&atilde;o de um melhor ambiente alimentar e de bons exemplos comportamentais, atrav&eacute;s de todos os agentes envolvidos na educa&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as e jovens. A interven&ccedil;&atilde;o destes profissionais de sa&uacute;de em meio escolar sustenta a promo&ccedil;&atilde;o est&aacute;vel dos h&aacute;bitos alimentares pretendidos e a futura observa&ccedil;&atilde;o dos seus frutos. Adicionalmente, os Nutricionistas Escolares contribuiriam diretamente para o fortalecimento do estudo cient&iacute;fico na &aacute;rea (que &eacute; ainda parco), privilegiando interven&ccedil;&otilde;es multicomponentes (32-34), bem estruturadas e pensadas a longo-prazo e colaborando na evolu&ccedil;&atilde;o do referencial de projetos de qualidade a n&iacute;vel nacional (56).</p>     <p>Compete aos pais, educadores, professores e auxiliares, &oacute;rg&atilde;os diretivos (escolas), aut&aacute;rquicos e pol&iacute;ticos e profissionais de sa&uacute;de, estabelecer e implementar as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias, e j&aacute; propostas (8), para que a educa&ccedil;&atilde;o alimentar nas escolas seja uma constante, sem limita&ccedil;&otilde;es no tempo, na qualidade ou na acessibilidade.</p>     <p><strong>CONCLUS&Otilde;ES</strong></p>     <p>Com este trabalho, s&atilde;o apresentados argumentos que real&ccedil;am a necessidade da presen&ccedil;a dos Nutricionistas nas escolas, espa&ccedil;os onde a promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o alimentar permite melhorias nos h&aacute;bitos alimentares e no estado nutricional das crian&ccedil;as e jovens, e desta forma, possibilitar uma melhor sa&uacute;de da nossa popula&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><strong>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</strong></p> <ol>     <li>Rito AI, Gra&ccedil;a P. Childhood Obesity Surveillance Initiative: COSI Portugal 2013. Lisboa (PT): Instituto Nacional Doutor Ricardo Jorge, IP; 2015 Ago [citado em 2020 Mai 05]. 30p. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://repositorio.insa.pt/bitstream/10400.18/3108/3/COSI%202013_V2_set2015.pdf" target="_blank">http://repositorio.insa.pt/bitstream/10400.18/3108/3/COSI%202013_V2_set2015.pdf</a>.</li>     <li>Instituto Nacional Doutor Ricardo Jorge (PT). COSI Portugal 2019: Excesso de peso e Obesidade infantil continuam em tend&ecirc;ncia decrescente. Lisboa (PT): Instituto Nacional Doutor Ricardo Jorge, Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2019 Jul 10 [citado em 2020 Mai 05]. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.insa.min-saude.pt/cosi-portugal-2019-excesso-de-peso-e-obesidade-infantil-continuam-em-tendencia-decrescente/" target="_blank">http://www.insa.min-saude.pt/cosi-portugal-2019-excesso-de-peso-e-obesidade-infantil-continuam-em-tendencia-decrescente/</a>.</li>     <li>Parker ED, Sinaiko AR, Kharbanda EO, Margolis KL, Daley MF, Trower NK, et al. Change in weight status and development of hypertension. Pediatrics [Internet]. 2016 Mar [citado em 2017 Mai 05];137(3):e20151662. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4771125/" target="_blank">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4771125/</a> DOI: <a href="http://doi.org/10.1542/peds.2015-1662" target="_blank">http://doi.org/10.1542/peds.2015-1662</a>.</li>     <li>Machluf Y, Fink D, Farkash R, Rotkopf R, Pirogovsky A, Tal O, et al. Adolescent BMI at Northern Israel: from trends, to associated variables and comorbidities, and to medical signatures. Medicine [Internet]. 2016 Mar [citado em 2017 Mai 05];95(12):e3022. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://journals.lww.com/md-journal/fulltext/2016/03220/Adolescent_BMI_at_Northern_Israel___From_Trends,.13.aspx#ej-article-sam-container" target="_blank">http://journals.lww.com/md-journal/fulltext/2016/03220/Adolescent_BMI_at_Northern_Israel___From_Trends,.13.aspx#ej-article-sam-container</a> DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1097/MD.0000000000003022" target="_blank">10.1097/MD.0000000000003022</a>.</li>     <li>Rita A. A pr&eacute;-escola: uma ferramenta contra a obesidade infantil. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. s/d [citado em 2016 Dez 14];3:42-46. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc3.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc3.pdf</a>.</li>     <li>Coelho R, Sousa S, Laranjo MJ, Monteiro AC, Bragan&ccedil;a G, Carreiro H. Overweight and obesity &ndash; prevention in the school. Acta Med Port [Internet]. 2008 Jul-Ago [citado em 2017 Jan 24];21(4):341-4. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/view/798" target="_blank">http://www.actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/view/798</a>.</li>     <li>Loureiro I. A import&acirc;ncia da educa&ccedil;&atilde;o alimentar: o papel das escolas promotoras de sa&uacute;de. Rev Port Sa&uacute;de P&uacute;blica [Internet]. 2004 Jul-Dez [citado em 2017 Fev 21];22(2):43-55. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.ensp.unl.pt/dispositivos-de-apoio/cdi/cdi/sector-de-publicacoes/revista/2000-2008/pdfs/2-04-2004.pdf" target="_blank">https://www.ensp.unl.pt/dispositivos-de-apoio/cdi/cdi/sector-de-publicacoes/revista/2000-2008/pdfs/2-04-2004.pdf</a>.</li>     <li>Bento A, Cordeiro T, Frias A, Salvador C, Dias D, Amaro LF, et al. Estrat&eacute;gia para a alimenta&ccedil;&atilde;o escolar em Portugal &ndash; uma proposta. Acta Portuguesa de Nutri&ccedil;&atilde;o [Internet]. 2018 Abr-Jun [citado em 2019 Abr 27];13:8-13. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://actaportuguesadenutricao.pt/wp-content/uploads/2018/08/n13a02.pdf" target="_blank">http://actaportuguesadenutricao.pt/wp-content/uploads/2018/08/n13a02.pdf</a>.</li>     <li>Silva TS. Educa&ccedil;&atilde;o, educa&ccedil;&atilde;o para a sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o alimentar &ndash; algumas reflex&otilde;es. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. s/d [citado em 2016 Dez 14];2:24-30. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc2.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc2.pdf</a>.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>Santos MB, Precioso JA. Educa&ccedil;&atilde;o alimentar na escola: avalia&ccedil;&atilde;o de uma interven&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica dirigida a alunos do 8.&ordm; ano de escolaridade. Lisboa (PT): Instituto Nacional de Sa&uacute;de Doutor Ricardo Jorge, IP; 2012 [citado em 2017 Jan 26]. 111 p. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://hdl.handle.net/10400.18/1511" target="_blank">http://hdl.handle.net/10400.18/1511</a>.</li>     <li>Fernandes JP, Moreira P. Comportamento alimentar: estudo em adolescentes de uma escola promotora da sa&uacute;de de Viseu. Alimenta&ccedil;&atilde;o Humana [Internet]. 2007 [citado em 2017 Jan 18];13(1):20-5. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.spcna.pt/publicacoes/?imc=7n&amp;publicacao=21&amp;edicao=62&amp;fmo=pa" target="_blank">http://www.spcna.pt/publicacoes/?imc=7n&amp;publicacao=21&amp;edicao=62&amp;fmo=pa</a>.</li>     <li>Fialho AS, Almeida MD. Publicidade a g&eacute;neros aliment&iacute;cios no meio televisivo dirigida a crian&ccedil;as e adolescentes em Portugal. Alimenta&ccedil;&atilde;o Humana [Internet]. 2008 [citado em 2017 Jan 18];14(2):57-65. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.spcna.pt/publicacoes/?imc=7n&amp;publicacao=21&amp;edicao=67&amp;fmo=pa" target="_blank">http://www.spcna.pt/publicacoes/?imc=7n&amp;publicacao=21&amp;edicao=67&amp;fmo=pa </a>.</li>     <li>Craveiro C, Cunha S. Publicidade e alimenta&ccedil;&atilde;o: mistura explosiva? Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2007 Set [citado em 2017 Fev 21];7:58-61. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc7.pdf " target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc7.pdf </a>.</li>     <li>Po&iacute;nhos R. Influ&ecirc;ncia dos pares nos h&aacute;bitos alimentares de crian&ccedil;as e adolescentes. Alimenta&ccedil;&atilde;o Humana [Internet]. 2010 [citado em 2017 Jan 18];16(2):19-30. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.spcna.pt/publicacoes/?imc=7n&amp;publicacao=21&amp;edicao=73&amp;fmo=pa " target="_blank">http://www.spcna.pt/publicacoes/?imc=7n&amp;publicacao=21&amp;edicao=73&amp;fmo=pa </a>.</li>     <li>Carneiro CS, Greg&oacute;rio MJ, Gra&ccedil;a P, Patacho R, Lima RM. Descri&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise cr&iacute;tica do regime de fruta escolar em Portugal. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2014 Jan-Mar [citado em 2016 Dez 24];20:6-11. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_20.pdf " target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_20.pdf </a>.</li>     <li>Pereira AM. Preocupa&ccedil;&atilde;o com o peso e pr&aacute;tica de dietas por adolescentes. Acta Portuguesa de Nutri&ccedil;&atilde;o [Internet]. 2016 Jul-Set [citado em 2017 Jan 05];6:14-8. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://actaportuguesadenutricao.pt/wp-content/uploads/2017/01/n6a03-1.pdf " target="_blank">http://actaportuguesadenutricao.pt/wp-content/uploads/2017/01/n6a03-1.pdf </a>DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.21011/apn.2016.0603 " target="_blank">http://dx.doi.org/10.21011/apn.2016.0603 </a>.</li>     <li>Cruz FC. Estabilidade dos padr&otilde;es alimentares da adolesc&ecirc;ncia para a idade adulta na coorte EPITeen. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Sa&uacute;de P&uacute;blica; 2016 [citado em 2017 Jan 26]. 78p. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://sigarra.up.pt/reitoria/pt/pub_geral.show_file?pi_gdoc_id=886401" target="_blank">https://sigarra.up.pt/reitoria/pt/pub_geral.show_file?pi_gdoc_id=886401</a>.</li>     <li>Gra&ccedil;a P, Padr&atilde;o P, Greg&oacute;rio MJ, Barros R, Viana V, Moreira P. O percurso inicial das &aacute;reas disciplinares de comunica&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o alimentar na forma&ccedil;&atilde;o dos nutricionistas em Portugal. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2014 Jul-Set [citado em 2016 Dez 27];22:20-2. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_22.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_22.pdf</a>.</li>     <li>Queiroz A, Mota I, Cardoso S. O direito &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel no contexto das pol&iacute;ticas nutricionais. Acta Portuguesa de Nutri&ccedil;&atilde;o [Internet]. 2015 Jul-Set [citado em 2017 Jan 05];2:34-7. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://actaportuguesadenutricao.pt/wp-content/uploads/2017/01/n02a05.pdf" target="_blank">http://actaportuguesadenutricao.pt/wp-content/uploads/2017/01/n02a05.pdf</a>.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>Costa P, Precioso J. Qualidade dos alimentos dispon&iacute;veis nos bufetes escolares: um estudo efectuado em escolas promotoras de sa&uacute;de e escolas "normais", do concelho de Braga. Alimenta&ccedil;&atilde;o Humana [Internet]. 2007 [citado em 2017 Mar 22];13(1):10-6. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.spcna.pt/publicacoes/?imc=7n&amp;publicacao=21&amp;edicao=62&amp;fmo=pa" target="_blank">http://www.spcna.pt/publicacoes/?imc=7n&amp;publicacao=21&amp;edicao=62&amp;fmo=pa</a>.</li>     <li>Ornelas R, Cardoso P, Pestana L. Bufetes escolares da Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira de 2000 a 2003. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2005 Mai [citado em 2017 Mai 13];5:59-65. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc5.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc5.pdf</a>.</li>     <li>Rodrigues AM, Alves OM, Amorim EC. Impacto do projeto de interven&ccedil;&atilde;o na obesidade infantil no primeiro ciclo de um agrupamento de escolas. Revista de Enfermagem Refer&ecirc;ncia [Internet]. 2015 Abr-Jun [citado em 2017 Fev 21];IV(5):57-64. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://rr.esenfc.pt/rr/index.php?module=rr&amp;target=publicationDetails&amp;pesquisa=&amp;id_artigo=2509&amp;id_revista=24&amp;id_edicao=78" target="_blank">https://rr.esenfc.pt/rr/index.php?module=rr&amp;target=publicationDetails&amp;pesquisa=&amp;id_artigo=2509&amp;id_revista=24&amp;id_edicao=78</a> DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.12707/RIV14062" target="_blank">http://dx.doi.org/10.12707/RIV14062</a>.</li>     <li>Ribeiro AS. Impacto da educa&ccedil;&atilde;o alimentar em crian&ccedil;as do ensino pr&eacute;-escolar: o caso dos jardins de inf&acirc;ncia do Agrupamento de Escolas de Alcochete. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Ci&ecirc;ncias do Consumo Alimentar; 2015 [citado em 2017 Jan 26]. 157p. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://repositorioaberto.uab.pt/bitstream/10400.2/4415/1/TMCCA_AlexandraRibeiro.pdf" target="_blank">https://repositorioaberto.uab.pt/bitstream/10400.2/4415/1/TMCCA_AlexandraRibeiro.pdf</a>.</li>     <li>Camarinha B, Ribeiro F, Gra&ccedil;a P. O papel das autarquias no combate &agrave; obesidade infantil. Acta Portuguesa de Nutri&ccedil;&atilde;o [Internet]. 2015 Abr-Jun [citado em 2017 Jan 05];1:6-9. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://actaportuguesadenutricao.pt/wp-content/uploads/2017/01/n01a02.pdf" target="_blank">http://actaportuguesadenutricao.pt/wp-content/uploads/2017/01/n01a02.pdf</a>.</li>     <li>Silva CS, Teixeira VH, Carvalho P. The effect of a nutrition education intervention on school-age boys attending a sports camp. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2013 Out-Dez [citado em 2016 Dez 23];19:16-20. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_19.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_19.pdf</a>.</li>     <li>Costa RN. O trabalho de projecto como estrat&eacute;gia para a promo&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o alimentar. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2008 Mai [citado em 2016 Dez 19];8:5-14. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc8.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc8.pdf</a>.</li>     <li>Camelo S, Capit&atilde;o S, Pereira F, Vidal V, Vaz MG. Projeto &ldquo;EDUCALIMENTAMIR&rdquo; do Munic&iacute;pio de Mirandela. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2012 Jul-Set [citado em 2016 Dez 19];14:16-9. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc14.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc14.pdf</a>.</li>     <li>Ros&aacute;rio HR. Excesso de peso e obesidade em crian&ccedil;as: implementa&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o de um programa de interven&ccedil;&atilde;o na escola. Tese de Doutoramento em Estudos da Crian&ccedil;a; 2011 [citado em 2017 Jan 26]. 218p. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/19806/1/Helena%20Rafaela%20Vieira%20do%20Ros%C3%A1rio.pdf" target="_blank">https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/19806/1/Helena%20Rafaela%20Vieira%20do%20Ros%C3%A1rio.pdf</a>.</li>     <li>Silveira JA, Taddei JA, Guerra PH, Nobre MR. Effectiveness of school-based nutrition education interventions to prevent and reduce excessive weight gain in children and adolescents: a systematic review. J Pediatr [Internet]. 2011 Set-Out [citado em 2017 Jan 24];87(5):382-92. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://jped.com.br/artigodetalhe.aspx?varArtigo=2236" target="_blank">http://jped.com.br/artigodetalhe.aspx?varArtigo=2236<a> DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.2223/JPED.2123" target="_blank">10.2223/JPED.2123</a>.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>Guerra PH, Silveira JA, Salvador EP. Physical activity and nutrition education at the school environment aimed at preventing childhood obesity: evidence from systematic reviews. J Pediatr [Internet]. 2016 Jan-Fev [citado em 2017 Jan 24];92(1):15-23. Dispon&iacute;vel em:<a href="http://jped.elsevier.es/pt/physical-activity-nutrition-education-at/articulo/S2255553615001433/" target="_blank">http://jped.elsevier.es/pt/physical-activity-nutrition-education-at/articulo/S2255553615001433/</a> DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jped.2015.06.005" target="_blank">10.1016/j.jped.2015.06.005</a>.</li>     <li>Carvalho MA, Carmo I, Breda J, Rito AI. An&aacute;lise comparativa de m&eacute;todos de abordagem da obesidade infantil. Rev Port Sa&uacute;de P&uacute;blica [Internet]. 2011 [citado em 2017 Mai 15];29(2):148-56. 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Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.cambridge.org/core/journals/public-health-nutrition/article/program-obesity-zero-poz-a-communitybased-intervention-to-address-overweight-primaryschool-children-from-five-portuguese-municipalities/6D10060989D9DC1D97174EE14AB15222" target="_blank">https://www.cambridge.org/core/journals/public-health-nutrition/article/program-obesity-zero-poz-a-communitybased-intervention-to-address-overweight-primaryschool-children-from-five-portuguese-municipalities/6D10060989D9DC1D97174EE14AB15222</a> DOI:  <a href="http://dx.doi.org/10.1017/S1368980013000244" target="_blank">10.1017/S1368980013000244</a>.</li>     <li>Oliveira F, Soares L. Programa piloto de interven&ccedil;&atilde;o para pais de crian&ccedil;as com problemas de obesidade. Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as [Internet]. 2011 [citado em 2017 Fev 21];12(2):197-211. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.sp-ps.pt/site/jr/12" target="_blank">http://www.sp-ps.pt/site/jr/12</a>.</li>     <li>Golan M, Kaufman V, Shahar DR. Childhood obesity treatment: targeting parents exclusively v. parents and children. Br J Nutr [Internet]. 2006 Mai [citado em 2017 Mai 15];95(5):1008-15. Dispon&iacute;vel em:  <a href="https://www.cambridge.org/core/journals/british-journal-of-nutrition/article/childhood-obesity-treatment-targeting-parents-exclusively-v-parents-and-children/0F0449C34DE6928E50FB4A784CB90E76#fndtn-information" target="_blank">https://www.cambridge.org/core/journals/british-journal-of-nutrition/article/childhood-obesity-treatment-targeting-parents-exclusively-v-parents-and-children/0F0449C34DE6928E50FB4A784CB90E76#fndtn-information</a> DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1079/BJN20061757" target="_blank">10.1079/BJN20061757</a>.</li>     <li>Golan M, Crow S. Targeting parents exclusively in the treatment of chilhood obesity: long-term results. 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<body><![CDATA[<li>Gra&ccedil;a P, Greg&oacute;rio MJ. A constru&ccedil;&atilde;o do Programa Nacional para a Promo&ccedil;&atilde;o da Alimenta&ccedil;&atilde;o Saud&aacute;vel &ndash; aspectos conceptuais, linhas estrat&eacute;gicas e desafios iniciais. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2013 Jul-Set [citado em 2017 Jan 26];18:6-9. Dispon&iacute;vel em:  <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_18.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_18.pdf</a>.</li>     <li>Sancho T, Candeias A, Mendes C, Rego M, Cartaxo L. Promo&ccedil;&atilde;o da qualidade nutricional das refei&ccedil;&otilde;es em estabelecimentos de educa&ccedil;&atilde;o. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2007 Set [citado em 2017 Mai 13];7:41-3. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc7.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc7.pdf</a>.</li>     <li>Lopes S, Rocha A. Avalia&ccedil;&atilde;o qualitativa das ementas dos jardins-de-inf&acirc;ncia e escolas do primeiro ciclo de Pombal. Alimenta&ccedil;&atilde;o Humana [Internet]. 2010 [citado em 2017 Mai 03];16(1):44-58. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.spcna.pt/publicacoes/?imc=7n&amp;publicacao=21&amp;edicao=72&amp;fmo=pa" target="_blank">http://www.spcna.pt/publicacoes/?imc=7n&amp;publicacao=21&amp;edicao=72&amp;fmo=pa</a>.</li>     <li>Guerra I, Rocha A. Avalia&ccedil;&atilde;o qualitativa e quantitativa das ementas de um jardim-de-inf&acirc;ncia em Coimbra. Alimenta&ccedil;&atilde;o Humana [Internet]. 2011 [citado em 2017 Mai 03];17(1):24-36. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.spcna.pt/publicacoes/?imc=7n&amp;publicacao=21&amp;edicao=75&amp;fmo=pa" target="_blank">http://www.spcna.pt/publicacoes/?imc=7n&amp;publicacao=21&amp;edicao=75&amp;fmo=pa</a>.</li>     <li>Martins M, Rocha A. Avalia&ccedil;&atilde;o qualitativa de ementas servidas num estabelecimento de ensino pr&eacute;-escolar. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2011 Mai [citado em 2017 Mai 14];11:44-7. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Nutricias_11.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Nutricias_11.pdf</a>.</li>     <li>Marinho M, Rocha A, &Aacute;vila H. Avalia&ccedil;&atilde;o dos cadernos de encargos dos munic&iacute;pios portugueses para o fornecimento de refei&ccedil;&otilde;es escolares. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2012 Abr [citado em 2017 Mai 16];12:12-6. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_12.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_12.pdf</a>.</li>     <li>Reis C, Figueiredo M, &Aacute;vila H. Avalia&ccedil;&atilde;o nutricional das refei&ccedil;&otilde;es servidas a crian&ccedil;as e idosos em duas unidades de restaura&ccedil;&atilde;o colectiva. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2012 Out-Dez [citado em 2017 Mai 16];15:9-12. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc15.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc15.pdf</a>.</li>     <li>Paiva I, Pinto C, Queir&oacute;s L, Meister MC, Saraiva M, Bruno P, et al. Low caloric value and high salt content in the meals served in school canteens. Acta Med Port [Internet].2011 Mar-Abr [citado em 2017 Fev 14];24(2):215-22. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/view/1629" target="_blank">http://www.actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/view/1629</a>.</li>     <li>Sancho T, Candeias A, Mendes C, Silvestre L, Cartaxo L, Andrade S. Promo&ccedil;&atilde;o da qualidade nutricional das refei&ccedil;&otilde;es em estabelecimentos de educa&ccedil;&atilde;o do Algarve &ndash; an&aacute;lise comparativa 2004/2005 &ndash; 2006/2007. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2008 Mai [citado em 2017 Mai 13];8:17-20. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc8.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc8.pdf</a>.</li>     <li>Sancho T, Candeias A, Mendes C, Andrade S, Santos C, Silvestre L, et al. Programa de promo&ccedil;&atilde;o da qualidade nutricional das refei&ccedil;&otilde;es em estabelecimentos de educa&ccedil;&atilde;o do Algarve &ndash; avalia&ccedil;&atilde;o final. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2012 Abr [citado em 2017 Mai 16];12:20-3. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_12.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_12.pdf</a>.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>Nova EM, Marques MM, Cl&aacute;udio D. Bufetes escolares, diagn&oacute;stico de situa&ccedil;&atilde;o - ano escolar 2000/2001 - &aacute;rea educativa de Viseu. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. s/d [citado em 2017 Mai 13];2:31-8. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc2.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/Doc2.pdf</a>.</li>     <li>Dire&ccedil;&atilde;o-Geral da Educa&ccedil;&atilde;o (PT). Orienta&ccedil;&otilde;es sobre ementas e refeit&oacute;rios escolares &ndash; 2013/2014. Lisboa (PT): Dire&ccedil;&atilde;o-Geral da Educa&ccedil;&atilde;o, Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o e Ci&ecirc;ncia; 2013 Ago 02 [citado em 2017 Mai 18]. 52p. Circular n.&ordm; 3/DSEEAS/DGE/2013. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/AccaoSocialEscolar/orientacoes_ementas_e_refeitorios_escolares_circular_1_agosto.pdf" target="_blank">http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/AccaoSocialEscolar/orientacoes_ementas_e_refeitorios_escolares_circular_1_agosto.pdf</a>.</li>     <li>Ladeiras L, Lima RM, Lopes A. Bufetes escolares: orienta&ccedil;&otilde;es. Lisboa (PT): Dire&ccedil;&atilde;o-Geral da Educa&ccedil;&atilde;o, Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o e Ci&ecirc;ncia; 2012 [citado em 2017 Mai 18]. 28p. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Esaude/orientacoes_bufetes_final.pdf" target="_blank">http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Esaude/orientacoes_bufetes_final.pdf</a>.</li>     <li>Amini M, Djazayery A, Majdzadeh R, Taghdisi MH, Jazayeri S. Effect of school-based interventions to control childhood obesity: a review of reviews. Int J Prev Med [Internet]. 2015 Ago 03 [citado em 2017 Jan 24];6:68. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.ijpvmjournal.net/text.asp?2015/6/1/68/162059" target="_blank">http://www.ijpvmjournal.net/text.asp?2015/6/1/68/162059</a> DOI:<a href="http://dx.doi.org/10.4103/2008-7802.162059" target="_blank">10.4103/2008-7802.162059</a>.</li>     <li>Rodrigues SS, Franchini B, Gra&ccedil;a P, Almeida MD. A new food guide for the portuguese population: development and technical considerations. J Nutr Educ Behav [Internet]. 2006 Mai-Jun [citado em 2017 Mai 03];38(3):189-95. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.jneb.org/article/S1499-4046(06)00030-3/fulltext" target="_blank">http://www.jneb.org/article/S1499-4046(06)00030-3/fulltext</a> DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jneb.2006.01.011" target="_blank">10.1016/j.jneb.2006.01.011</a>.</li>     <li>Gra&ccedil;a P, Mateus MP, Lima RM. O conceito de Dieta Mediterr&acirc;nica e a promo&ccedil;&atilde;o da alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel nas escolas portuguesas. Revista Nutr&iacute;cias [Internet]. 2013&nbsp;Out-Dez [citado em 2016 Dez 23];19:6-9. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_19.pdf" target="_blank">http://www.apn.org.pt/documentos/revistas/RN_19.pdf</a>.</li>     <li>Nutrimento (PT). MAPICO &ndash; Participe no mapeamento de projetos nacionais. Lisboa (PT): Programa Nacional para a Promo&ccedil;&atilde;o da Alimenta&ccedil;&atilde;o Saud&aacute;vel, Dire&ccedil;&atilde;o-Geral da Sa&uacute;de; 2016 Fev 04 [citado a 2020 Mai 06]. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://nutrimento.pt/noticias/mapico-participe-no-mapeamento-de-projetos-nacionais/#" target="_blank">https://nutrimento.pt/noticias/mapico-participe-no-mapeamento-de-projetos-nacionais/#</a>.</li>     </ol>     <p>&nbsp;</p>     <p>  <b><a href="#topc0">Endere&#231;o para correspond&#234;ncia</a><a name="c0"></a></b>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Rita Faria</p>     <p>Av. da Via L&aacute;ctea, n.&ordm; 39 - 3.&ordm; Dt.&ordm;, Serra das Minas, 2635-265 Rio de Mouro, Portugal</p>     <p><a href="mailto:rita_airaf@hotmail.com">rita_airaf@hotmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido a 21 de mar&ccedil;o de 2019</p>     <p>Aceite a 20 de mar&ccedil;o de 2020</p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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