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<article-id>S2183-59852020000200005</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.21011/apn.2020.2105</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estado nutricional e funcionalidade em idosos hospitalizados em hospital universitário]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Introduction: The aging process leads to physiological changes that can affect health and nutrition in the elderly population, in addition to reducing their functional status. Objectives: Assess the nutritional and functional status of elderly patients hospitalized in a medical clinic of a teaching hospital. Methodology: Quantitative, cross section study with 55 hospitalized individuals aged &#8805; 60 of both sexes. The research subjects were characterized regarding their socio-demographics, which were collected through a direct interview, using the Katz Index to evaluate functional status and the mini nutritional assessment and anthropometric measurements to evaluate nutritional status. The software Statistical Package for Social Sciences 13.0 was used for the statistical treatment, considering a p value < 0.05 significant for all tests. Results: Fifty-five elderly patients were evaluated with aged between 61 and 86 years, most of them men (52.7%). The mini nutritional assessment revealed that 56.4% and 21.8% of the sample was at risk of malnutrition or malnourished, respectively, while 34.5% was underweight according to the body mass index. As for the functional status, only 38.2% of the sample had independence in daily living activities. The association analysis between nutritional and functional status revealed that 88.2% of elderly patients with some degree of functional dependence were malnourished or at risk of malnutrition. Conclusions: The study shows a high percentage of elderly who are malnourished or at risk of developing malnutrition, in addition to showing some limitation in their functional status. There was an association between malnutrition and the reduction of the functional status of the elderly inpatients. As such, it is essential that the multi-professional team is attentive to the diagnosis and early interventions in order to seek the maintenance and/or recovery of the nutritional and functional status of the elderly, promoting a better quality of life and avoiding unfavorable outcomes.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Desnutrição]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Geriatrics]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>     <p>     <p><b><font face="" size="4">Estado nutricional e funcionalidade em idosos hospitalizados em hospital universit&aacute;rio</font></b></p>      <p><strong>Nutritional status and functionality in hospitalized elderly in a university hospital</strong></p>     <p><strong>Raquel Bezerra Barbosa de Moura<sup>1*</sup>; &Acirc;ngela Amorim de Ara&uacute;jo<sup>2</sup>; Janine Maciel Barbosa<sup>1</sup>; Renan Gondim Ara&uacute;jo<sup>1</sup></strong></p>     <p><sup>1</sup>Unidade de Nutri&ccedil;&atilde;o Cl&iacute;nica do Hospital Universit&aacute;rio Lauro Wanderley (HULW/UFPB). Rua Tab. Stanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, Jo&atilde;o Pessoa - PB, Brasil, CEP: 58050-585</p>     <p><sup>2</sup>Escola T&eacute;cnica de Sa&uacute;de da Universidade Federal da Para&iacute;ba, Cidade Universit&aacute;ria, Castelo Branco, Jo&atilde;o Pessoa - PB, Brasil, CEP: 58033-455</p> <a href="#c0">Endere&#231;o para correspond&#234;ncia</a><a name="topc0"></a></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>RESUMO</strong></p>     <p>Introdu&ccedil;&atilde;o: O processo de envelhecimento leva a altera&ccedil;&otilde;es fisiol&oacute;gicas, entre outras, que se repercutem na sa&uacute;de e nutri&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o idosa, bem como na deteriora&ccedil;&atilde;o do seu estado funcional.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Objetivos: Avaliar o estado nutricional e funcional de idosos hospitalizados na cl&iacute;nica m&eacute;dica de um hospital escola.</p>     <p>Metodologia: Estudo quantitativo, transversal, com 55 indiv&iacute;duos hospitalizados com idade &ge; 60 anos, de ambos os sexos. Os sujeitos da pesquisa foram caracterizados quanto aos aspetos sociodemogr&aacute;ficos, cujas informa&ccedil;&otilde;es foram colhidas por entrevista direta, onde foi adotado &iacute;ndice de Katz para avaliar o estado funcional, a miniavalia&ccedil;&atilde;o nutricional e medidas antropom&eacute;tricas para avalia&ccedil;&atilde;o do estado nutricional. O programa Statistical Package for Social Sciences 13.0 foi utilizado para o tratamento estat&iacute;stico, considerando-se significativo o valor de p &lt; 0,05 para todos os testes.</p>     <p>Resultados: Foram avaliados 55 idosos, com idades entre 61 e 86 anos, sendo a maioria do sexo masculino (52,7%). Observou-se que 56,4% e 21,8% da amostra se encontrava sob risco de desnutri&ccedil;&atilde;o ou desnutridos, respetivamente, pela miniavalia&ccedil;&atilde;o nutricional, enquanto 34,5% apresentava baixo peso pelo &iacute;ndice de massa corporal. Quanto ao estado funcional, apenas 38,2% da amostra apresentou independ&ecirc;ncia para as atividades de vida di&aacute;ria. Na an&aacute;lise de associa&ccedil;&atilde;o entre o estado nutricional e funcional, constatou-se que 88,2% dos idosos que apresentavam algum grau de depend&ecirc;ncia funcional estavam desnutridos ou sob risco de desnutri&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Conclus&otilde;es: O estudo mostra uma elevada percentagem de idosos desnutridos ou em risco de desenvolver desnutri&ccedil;&atilde;o, os quais apresentam tamb&eacute;m alguma limita&ccedil;&atilde;o no seu estado funcional. Encontrou-se ainda uma associa&ccedil;&atilde;o entre a desnutri&ccedil;&atilde;o e a redu&ccedil;&atilde;o da capacidade funcional dos idosos hospitalizados. Revela-se fundamental que a equipa multidisciplinar esteja atenta ao diagn&oacute;stico e interven&ccedil;&atilde;o precoce, com vista &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o e/ou recupera&ccedil;&atilde;o do estado nutricional e funcional, promovendo uma melhor qualidade de vida ao idoso e evitando progn&oacute;sticos desfavor&aacute;veis.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>Palavras-chave</strong></p>     <p>Desnutri&ccedil;&atilde;o, Funcionalidade, Geri&aacute;tricos</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>ABSTRACT</strong></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Introduction: The aging process leads to physiological changes that can affect health and nutrition in the elderly population, in addition to reducing their functional status.</p>     <p>Objectives: Assess the nutritional and functional status of elderly patients hospitalized in a medical clinic of a teaching hospital.</p>     <p>Methodology: Quantitative, cross section study with 55 hospitalized individuals aged &ge; 60 of both sexes. The research subjects were characterized regarding their socio-demographics, which were collected through a direct interview, using the Katz Index to evaluate functional status and the mini nutritional assessment and anthropometric measurements to evaluate nutritional status. The software Statistical Package for Social Sciences 13.0 was used for the statistical treatment, considering a p value &lt; 0.05 significant for all tests.</p>     <p>Results: Fifty-five elderly patients were evaluated with aged between 61 and 86 years, most of them men (52.7%). The mini nutritional assessment revealed that 56.4% and 21.8% of the sample was at risk of malnutrition or malnourished, respectively, while 34.5% was underweight according to the body mass index. As for the functional status, only 38.2% of the sample had independence in daily living activities. The association analysis between nutritional and functional status revealed that 88.2% of elderly patients with some degree of functional dependence were malnourished or at risk of malnutrition.</p>     <p>Conclusions: The study shows a high percentage of elderly who are malnourished or at risk of developing malnutrition, in addition to showing some limitation in their functional status. There was an association between malnutrition and the reduction of the functional status of the elderly inpatients. As such, it is essential that the multi-professional team is attentive to the diagnosis and early interventions in order to seek the maintenance and/or recovery of the nutritional and functional status of the elderly, promoting a better quality of life and avoiding unfavorable outcomes.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>Keywords</strong></p>     <p>Malnutrition, Funcionality, Geriatrics</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><strong>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</strong></p>     <p>Considerado um processo natural, o envelhecimento submete o organismo a v&aacute;rias altera&ccedil;&otilde;es fisiol&oacute;gicas, funcionais, bioqu&iacute;micas e psicol&oacute;gicas que repercutem na sa&uacute;de e nutri&ccedil;&atilde;o dessa popula&ccedil;&atilde;o (1). Essas altera&ccedil;&otilde;es progressivas incluem tamb&eacute;m a redu&ccedil;&atilde;o da capacidade funcional, altera&ccedil;&otilde;es dos processos metab&oacute;licos do organismo e modifica&ccedil;&atilde;o da composi&ccedil;&atilde;o corporal (2).</p>     <p>A desnutri&ccedil;&atilde;o pode ser definida como um estado nutricional agudo ou cr&oacute;nico, no qual uma combina&ccedil;&atilde;o de graus variados de supernutri&ccedil;&atilde;o ou subnutri&ccedil;&atilde;o e atividade inflamat&oacute;ria levaram a altera&ccedil;&otilde;es na composi&ccedil;&atilde;o corporal e diminui&ccedil;&atilde;o de funcionalidade f&iacute;sica e mental (3). Portanto, est&aacute; associada a piores progn&oacute;sticos e evolu&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, como tamb&eacute;m ao aumento do tempo de hospitaliza&ccedil;&atilde;o (4).</p>     <p>As altera&ccedil;&otilde;es fisiol&oacute;gicas inerentes ao processo de envelhecimento, associadas &agrave; presen&ccedil;a de Doen&ccedil;as Cr&oacute;nicas N&atilde;o Transmiss&iacute;veis (DCNT) podem afetar o estado funcional das pessoas idosas (5). A depend&ecirc;ncia para o desempenho das atividades de vida di&aacute;ria (AVD) tende a aumentar com o avan&ccedil;ar da idade, cerca de 5% na faixa et&aacute;ria de 60 anos para cerca de 50% entre os com 90 ou mais anos (6). A depend&ecirc;ncia funcional tem como principais causas as sequelas provenientes de DCNT ou de causas externas, como as quedas e/ou medo destas (7).</p>     <p>A perda da capacidade funcional surge como um novo paradigma no cuidado da sa&uacute;de da Pessoa Idosa, uma vez que pode levar a perda das habilidades f&iacute;sicas e mentais necess&aacute;rias para realiza&ccedil;&atilde;o de atividades b&aacute;sicas e instrumentais da vida di&aacute;ria. Portanto, a independ&ecirc;ncia e a autonomia, pelo maior tempo poss&iacute;vel, s&atilde;o metas a serem alcan&ccedil;adas na aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de da pessoa idosa (6).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>OBJETIVOS</strong></p>     <p>Avaliar o estado nutricional e a capacidade funcional de idosos hospitalizados numa enfermaria de cl&iacute;nica m&eacute;dica de um hospital universit&aacute;rio, tendo como objetivo identificar se a presen&ccedil;a de desnutri&ccedil;&atilde;o se relaciona &agrave; maior depend&ecirc;ncia funcional nessa popula&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>METODOLOGIA</strong></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Trata-se de um estudo de abordagem quantitativa e corte transversal, com amostra constitu&iacute;da por 55 idosos (com idade &ge; 60 anos) admitidos na cl&iacute;nica m&eacute;dica do Hospital Universit&aacute;rio Lauro Wanderley (HULW/UFPB) em Jo&atilde;o Pessoa (PB), Brasil, no per&iacute;odo de mar&ccedil;o a julho de 2019, cuja amostragem foi definida com base no setor de estat&iacute;stica do HULW.</p>     <p>Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o foram: pacientes com idade &ge; 60 anos, com at&eacute; 72 horas de internamento hospitalar, conscientes e orientados, capazes de se comunicar ou que estivessem acompanhados de um cuidador. Foram exclu&iacute;dos os idosos que apresentassem alguma impossibilidade em se verificar todas as medidas antropom&eacute;tricas.</p>     <p>Os dados foram coletados por dois nutricionistas da cl&iacute;nica m&eacute;dica do HULW, atrav&eacute;s do preenchimento de um question&aacute;rio estruturado contendo dados sociodemogr&aacute;ficos, como idade, sexo, estado civil, escolaridade, renda familiar mensal total e atividade laboral, medidas antropom&eacute;tricas, &iacute;ndice de Katz (8) e a Mini Avalia&ccedil;&atilde;o Nutricional (MAN) (9). As medidas antropom&eacute;tricas coletadas foram o peso, altura, circunfer&ecirc;ncia do bra&ccedil;o (CB) e circunfer&ecirc;ncia da panturrilha (CP).</p>     <p>O &Iacute;ndice de Massa Corporal (IMC) foi classificado pelos pontos de corte propostos pela Organiza&ccedil;&atilde;o Pan Americana de Sa&uacute;de (OPAS, 2002): baixo peso IMC &le;23kg/m2, peso adequado IMC &gt;23 e &lt;28kg/m&sup2;, pr&eacute;--obesidade IMC &ge;28 e &lt;30Kg/m&sup2; e obesidade IMC &ge;30kg/m2 (10). A adequa&ccedil;&atilde;o da CB foi determinada utilizando a CB obtida e a CB percentil 50, conforme Frisancho (1990) (11) e o estado nutricional classificado de acordo com Blackburn e Thornton (1979): &lt; 70% desnutri&ccedil;&atilde;o grave, 70 a 80% desnutri&ccedil;&atilde;o moderada, 80 a 90% desnutri&ccedil;&atilde;o leve, 90 a 110% eutrofia, 110 a 120% sobrepeso e &gt; 120% obesidade (12). Quanto &agrave; CP, para ser considerada adequada, deveria ser maior ou igual a 31 cm para ambos os sexos (13).</p>     <p>A identifica&ccedil;&atilde;o do estado nutricional atrav&eacute;s da MAN foi realizada pela somat&oacute;ria dos pontos do question&aacute;rio, sendo consideradas tr&ecirc;s classifica&ccedil;&otilde;es: estado nutricional normal, risco de desnutri&ccedil;&atilde;o e desnutri&ccedil;&atilde;o (14). O &Iacute;ndice de Katz avaliou a depend&ecirc;ncia do indiv&iacute;duo em seis dom&iacute;nios, obtendo o resultado final: 6 pontos: independente, 4 pontos: depend&ecirc;ncia moderada, 2 ou menos: muito dependente (8).</p>     <p>Ap&oacute;s a coleta os dados foram introduzidos no Software Microsoft Excel e analisados atrav&eacute;s do SPSS vers&atilde;o 13.0. Os dados foram descritos na forma de frequ&ecirc;ncia absoluta e relativa. Para an&aacute;lises estat&iacute;sticas agruparam-se os idosos com risco de desnutri&ccedil;&atilde;o e os desnutridos pela MAN e os com depend&ecirc;ncia moderada junto com os muito dependentes conforme o &Iacute;ndice de Katz. Na compara&ccedil;&atilde;o entre as propor&ccedil;&otilde;es foram utilizados os testes &chi;2 e exato de Fisher. Foram consideradas estatisticamente significativas as associa&ccedil;&otilde;es com valor de p&lt;0,05.</p>     <p>Este estudo foi desenvolvido em conformidade com a Resolu&ccedil;&atilde;o n.&ordm; 466/2012 do Conselho Nacional de Sa&uacute;de e aprovado pelo Comit&eacute; de &Eacute;tica em Pesquisa com seres humanos do HULW/UFPB sob o parecer n.&ordm; 3.151.991 e CAAE 06859119.6.0000.5183. Todos os participantes foram informados sobre os aspetos &eacute;ticos da pesquisa e os procedimentos necess&aacute;rios, assinando o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>RESULTADOS</strong></p>     <p>Foram avaliados 55 idosos admitidos na cl&iacute;nica m&eacute;dica do HULW entre mar&ccedil;o e julho de 2019 e que atenderam aos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o da pesquisa.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A an&aacute;lise dos dados sociodemogr&aacute;ficos apontam que a maioria da amostra se encontrava na faixa et&aacute;ria entre 60 e 70 anos (49,1%), eram do sexo masculino (52,7%), casados (49,1%), com menos de 5 anos de escolaridade (63,6%), com renda de at&eacute; um sal&aacute;rio m&iacute;nimo (56,4%) e n&atilde;o possu&iacute;am atividade laboral (89,1%).</p>     <p>Os resultados referentes ao estado nutricional avaliado pelos quatro par&acirc;metros: MAN, IMC, CB e CP, encontram-se apresentados na <a href ="/img/revistas/apn/n21/n21a05t1.jpg">Tabela 1</a>. Obteve-se maior frequ&ecirc;ncia de desnutri&ccedil;&atilde;o pela CB (43,7%), pela CP (34,5%) e IMC (34,5%), seguida pela MAN (21,8%). Verifica-se o dobro da frequ&ecirc;ncia de desnutri&ccedil;&atilde;o pela CB quando comparado a MAN (<a href ="/img/revistas/apn/n21/n21a05t1.jpg">Tabela 1</a>).</p>     
<p>Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; capacidade funcional, de acordo com o &Iacute;ndice de Katz, observou-se que 61,8% dos idosos apresentavam algum tipo de depend&ecirc;ncia para atividades da vida di&aacute;ria. Destes 27,3% apresentavam depend&ecirc;ncia moderada e 34,5% eram muito dependentes.</p>     <p>O resultado da an&aacute;lise da associa&ccedil;&atilde;o entre o estado nutricional e a funcionalidade dos idosos &eacute; apresentada na <a href ="/img/revistas/apn/n21/n21a05t2.jpg">Tabela 2</a>. Observou-se maior frequ&ecirc;ncia de risco/desnutri&ccedil;&atilde;o avaliado pela MAN nos idosos que apresentaram algum grau de depend&ecirc;ncia quando comparado com os independentes (88,2% versus 61,9%, p&lt;0,05) (<a href ="/img/revistas/apn/n21/n21a05t2.jpg">Tabela 2</a>).</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><strong>DISCUSS&Atilde;O DOS RESULTADOS</strong></p>     <p>Quanto ao estado nutricional dos idosos hospitalizados avaliados percebe-se que, pela MAN, houve uma alta preval&ecirc;ncia de idosos desnutridos e/ou em risco de desnutri&ccedil;&atilde;o, perfazendo um total de 78,2% da amostra. De acordo com o IMC, 34,5% da amostra apresentava baixo peso, mesmo percentual de deple&ccedil;&atilde;o conforme a CP, enquanto que pela CB, 43,7% dos idosos apresentavam algum grau de desnutri&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Uma revis&atilde;o de 2013 mostrou uma alta preval&ecirc;ncia de desnutri&ccedil;&atilde;o em idosos hospitalizados no Brasil, onde aproximadamente 60% destes encontravam-se desnutridos em leitos hospitalares brasileiros (15). Em estudo multic&ecirc;ntrico realizado em Portugal onde foram avaliados pacientes no momento do internamento hospitalar, evidenciou-se que o aumento da idade foi considerado como fator de risco nutricional. Nesta popula&ccedil;&atilde;o, a baixa escolaridade e a perda de autonomia funcional tamb&eacute;m foram significativamente associadas ao risco de desnutri&ccedil;&atilde;o (16).</p>     <p>Estudos relatam alguns fatores de risco que contribuem para o aparecimento de desnutri&ccedil;&atilde;o hospitalar, tais como: idade superior a 60 anos, incapacidade para mastigar e deglutir, sintomas gastrointestinais, presen&ccedil;a de infe&ccedil;&atilde;o e de cancro, perda de apetite, interna&ccedil;&otilde;es anteriores e tempo de interna&ccedil;&atilde;o prolongado (17).</p>     <p>Al&eacute;m desses fatores, h&aacute; aqueles inerentes ao processo fisiol&oacute;gico do envelhecimento que podem contribuir para a ocorr&ecirc;ncia de d&eacute;fices nutricionais, como a atrofia das gl&acirc;ndulas salivares e papilas gustativas, perda dent&aacute;ria, hipocloridria e atrofia da musculatura esquel&eacute;tica, aumentando a vulnerabilidade da popula&ccedil;&atilde;o idosa e consequentemente a incid&ecirc;ncia de desnutri&ccedil;&atilde;o (5, 15).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; capacidade funcional dos idosos hospitalizados, observou-se atrav&eacute;s do &Iacute;ndice de Katz que 61,8% da amostra apresentava algum grau de depend&ecirc;ncia funcional, semelhante ao estudo realizado por Fran&ccedil;a et al. (18), com idosos hospitalizados onde 60,3% da amostra apresentava depend&ecirc;ncia nas seis fun&ccedil;&otilde;es, 27,5% apresentavam alguma depend&ecirc;ncia e apenas 1,6% eram independentes nas seis fun&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>O estudo de Flikweert et al. (19) observou que em idosos internados por fratura de quadril, a hospitaliza&ccedil;&atilde;o e a pr&oacute;pria fratura reduzem a funcionalidade do idoso em 29 a 50% para a realiza&ccedil;&atilde;o das AVD, al&eacute;m de aumentar consideravelmente a ocorr&ecirc;ncia de &oacute;bitos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Quanto &agrave; associa&ccedil;&atilde;o da capacidade funcional com o estado nutricional dos idosos avaliados neste estudo, observou-se que 88,2% dos idosos dependentes para as AVD apresentavam desnutri&ccedil;&atilde;o ou risco de desnutri&ccedil;&atilde;o conforme a MAN. Silva et al. (20) realizaram um estudo semelhante com pacientes oncol&oacute;gicos hospitalizados em um hospital federal em Recife &ndash; PE e como resultado, obtiveram pela MAN, 7,8% e 33,4% dos idosos hospitalizados com desnutri&ccedil;&atilde;o e risco de desnutri&ccedil;&atilde;o, respetivamente, onde, desses, todos apresentavam depend&ecirc;ncia para AVD (20).</p>     <p>O comprometimento da capacidade funcional do idoso em condi&ccedil;&atilde;o de hospitaliza&ccedil;&atilde;o inclui fatores como o avan&ccedil;ar da idade, a pr&oacute;pria doen&ccedil;a, o repouso no leito que culmina com uma redu&ccedil;&atilde;o da mobilidade, necessidade de procedimentos m&eacute;dicos e a desnutri&ccedil;&atilde;o. Frequentemente o estado nutricional do idoso declina durante o internamento hospitalar, levando &agrave; fraqueza, perda de for&ccedil;a e fadiga, o que resulta num agravamento na capacidade de mobilidade (21).</p>     <p>A literatura tem demonstrado que muitas condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas comuns est&atilde;o associadas &agrave; incapacidade funcional, essa associa&ccedil;&atilde;o apresenta impactos distintos e v&aacute;rias inter-rela&ccedil;&otilde;es (22). Desta forma, em idosos que apresentem diversas condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas, a incapacidade funcional pode dever-se ao efeito de uma &uacute;nica doen&ccedil;a ou ao efeito independente de v&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es. Contudo, poucos pesquisadores t&ecirc;m se preocupado em investigar o efeito de doen&ccedil;as cr&oacute;nicas espec&iacute;ficas na capacidade funcional dos idosos e a maioria dos estudos utilizam apenas dados transversais, n&atilde;o sendo poss&iacute;vel estimar associa&ccedil;&otilde;es temporais entre doen&ccedil;as cr&oacute;nicas e capacidade funcional (22,23).</p>     <p>A presente casu&iacute;stica apresenta ambas limita&ccedil;&otilde;es. Al&eacute;m de se tratar de um estudo transversal com a limita&ccedil;&atilde;o da causalidade reversa, n&atilde;o teve por objetivo investigar a associa&ccedil;&atilde;o entre doen&ccedil;as cr&oacute;nicas e a capacidade funcional, n&atilde;o sendo poss&iacute;vel an&aacute;lise pormenorizada.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>CONCLUS&Otilde;ES</strong></p>     <p>Evidenciou-se neste estudo que entre os idosos hospitalizados, h&aacute; uma associa&ccedil;&atilde;o significativa entre a desnutri&ccedil;&atilde;o e a depend&ecirc;ncia funcional.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&Eacute; fundamental que a equipe multiprofissional esteja atenta ao grau de funcionalidade do idoso desde a sua admiss&atilde;o hospitalar, buscando promover a manuten&ccedil;&atilde;o e/ou recupera&ccedil;&atilde;o da independ&ecirc;ncia para as atividades de vida di&aacute;ria, determinando assim uma melhor qualidade de vida e melhor progn&oacute;stico para o idoso hospitalizado.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</strong></p> <ol>     <li>Rossi L, Caruso L, Galante AP. Avalia&ccedil;&atilde;o nutricional: novas perspectivas. 2nd ed. Guanabara Koogan; 2015. 810 p.</li>     <li>Vitolo MR. Nutri&ccedil;&atilde;o da gesta&ccedil;&atilde;o ao envelhecimento. 2nd ed. Rubio; 2015. 568 p.</li>     <li>Soeters PB, Reijven PLM, van Bokhorst-de van der Schueren MAE, Schols JMGA, Halfens RJG, Meijers JMM, et al. A rational approach to nutritional assessment. Clin Nutr. 2008 Oct;27(5):706&ndash;16.</li>     <li>Bernardo S, Amaral TF. Coexist&ecirc;ncia da desnutri&ccedil;&atilde;o com a sarcopenia em idosos do Concelho de Pa&ccedil;os de Ferreira. Acta Port Nutr. 2016 Jul;05:12&ndash;6.</li>     <li>Amaral TLM, Amaral C de A, Prado PR do, Lima NS de, Herculano PV, Monteiro GTR. Quality of life and associated morbidities among elderly persons registered with the Family Health Strategy of Senador Guiomard in the state of Acre. Rev Bras Geriatr e Gerontol. 2015;18(4):797&ndash;808.</li>     <li>Romero DE, Pires DC, Marques A, Muzy J. Diretrizes e indicadores de acompanhamento das pol&iacute;ticas de prote&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de da pessoa idosa no Brasil. Rev Eletr&ocirc;nica Comun Informa&ccedil;&atilde;o e Inova&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de. 2019 Mar 29;13(1):134&ndash;57.</li>     <li>Pampolim G, Louren&ccedil;o C, Silva VG da, Coelho MC de R, Sogame LCM. Preval&ecirc;ncia e fatores associados &agrave; depend&ecirc;ncia funcional em idosos restritos ao lar. J Hum Growth Dev. 2017;27(2):235&ndash;43.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>Katz S, Ford AB, Moskowitz RW, Jackson BA, Jaffe MW. Studies of Illness in the Aged The Index of ADL: A Standardized Measure of Biological and Psychosocial Function Downloaded From: by a UNIVERSITY OF ADELAIDE LIBRARY User on 10/08/2017 Table 1.&mdash;Index of Independence in Activities of Daily Living. Jama. 1963;185(12):914&ndash;9.</li>     <li>Vellas B, Guigoz Y, Garry PJ, Nourhashemi F, Bennahum D, Lauque S, et al. The mini nutritional assessment (MNA) and its use in grading the nutritional state of elderly patients. Nutrition. 1999 Feb;15(2):116&ndash;22.</li>     <li>Salud OP de la, (HPP) D de P y P de la S. XXXI Reuni&oacute;n del Comit&eacute; Asesor de Investigaciones en Salud. Rev Panam Salud P&uacute;blica. 2001 Jun;1(6):471&ndash;5.</li>     <li>Frisancho AR. Anthropometric standards for the assessement of growth and nutritional status. Universidade de Michigan; 1990. 189 p.</li>     <li>Blackburn GL, Thornton PA. Nutritional assessment and management of the hospitalized patient. Med Clin North Am. 1979;63(5):1103&ndash;15.</li>     <li>Najas M, Yamatto TH. Nutri&ccedil;&atilde;o na maturidade: avalia&ccedil;&atilde;o do estado nutricional em idosos. Nestl&eacute;. 2005.</li>     <li>Guigoz Y, Lauque S, Vellas BJ. Identifying the elderly at risk for malnutrition. Clin Geriatr Med. 2002;18(4):737&ndash;57.</li>     <li>Fidelix MSP, Santana AF de F, Gomes JR. Preval&ecirc;ncia de desnutri&ccedil;&atilde;o hospitalar em idosos. RASBRAN. 2013 Feb;5(1):60&ndash;8.</li>     <li>Amaral TF, Matos LC, Teixeira MA, Tavares MM, &Aacute;lvares L, Antunes A. Undernutrition and associated factors among hospitalized patients. Clin Nutr. 2010;29(5):580&ndash;5.</li>     <li>Fragas RFM, De Oliveira MC. Risk factors associated with malnutrition in hospitalized patients. Rev Nutr. 2016;29(3):329&ndash;36.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>Fran&ccedil;a MJD de M, Mangueira S de O, Perrelli JGA, Cruz SL, Lopes MV de O. Diagn&oacute;sticos de enfermagem de pacientes com necessidade de locomo&ccedil;&atilde;o afetada internados em uma unidade hospitalar. Rev Eletr&ocirc;nica Enferm. 2013;15(4):878&ndash;85.</li>     <li>Flikweert ER, Izaks GJ, Reininga IHF, Wendt KW, Stevens M. Evaluation of the effect of a comprehensive multidisciplinary care pathway for hip fractures: Design of a controlled study. BMC Musculoskelet Disord. 2013;14.</li>     <li>Silva GA da, Silva GD da, Cabral AMB de O, Santiago ERC, Ara&uacute;jo ER de S, Rosa &Eacute;PC, et al. Estado Nutricional e Capacidade Funcional em idosos oncol&oacute;gicos hospitalizados Nutritional Status and Functional Capacity of hospitalized oncological elderly. Nutr cl&iacute;n diet hosp. 2019;39(2):54&ndash;62.</li>     <li>Carvalho TC De. Impacto da hospitaliza&ccedil;&atilde;o e do estado nutricional e da S&iacute;ndrome da fragilidade na capacidade funcional de idosos : estudo de coorte. Diss Mestr. 2017;</li>     <li>Van Ness PH, MacNeil Vroomen J, Leo-Summers L, Vander Wyk B, Allore HG. Chronic Conditions, Medically Supportive Care Partners, And Functional Disability Among Cognitively Impaired Adults. Innov Aging. 2019 May 1;3(2):1&ndash;9</li>     <li>Smyth A, Glynn LG, Murphy AW, Mulqueen J, Canavan M, Reddan DN, et al. Mild chronic kidney disease and functional impairment in community-dwelling older adults. Age Ageing. 2013 Jul 1;42(4):488&ndash;94.</li>     </ol>     <p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>  <b><a href="#topc0">Endere&#231;o para correspond&#234;ncia</a><a name="c0"></a></b>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Raquel Bezerra Barbosa de Moura</p>     <p>Hospital Universit&aacute;rio Lauro Wanderley (HULW/UFPB).</p>     <p>Rua Tab. Stanislau Eloy,585 - Castelo Branco, Jo&atilde;o Pessoa - PB, Brasil,</p>     <p>CEP: 58050-585</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido a 16 de mar&ccedil;o de 2020</p>     <p>Aceite a 12 de junho de 2020</p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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