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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[INTRODUCTION: The composition of the intestinal microbiota has been increasingly pointed as a major factor for obesity, particularly in childhood obesity since childhood is a critical period for the development of colonizing bacteria in the gut. OBJECTIVES: The aim of this study is to carry out a narrative review, in order to verify differences in the composition of the intestinal microbiota of children and adolescents with overweight/obesity compared to normal weight, through the analysis of scientific articles, interventions and observations, focusing on the role of intestinal microbiota in pediatric age. METHODOLOGY: A selection and analysis of articles was performed, and 14 articles were selected to compose this review. RESULTS: The group of bacteria most associated with weight gain / body mass index in children are bacteroidetes and firmicutes. It is also found that diversification and bacterial quantification of the intestinal microbiota vary according to body weight, and that factors such as diet, probiotic supplementation and antibiotics may have a major role in the formation of childhood intestinal microbiota. CONCLUSIONS: The analyzed information suggests that there is an association between intestinal microbiota composition and body weight. However, there are still few studies to be able to clearly and precisely recognize the role of intestinal microbiota in the etiology of childhood obesity.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO DE REVIS&#195;O</b></p>     <p>     <p><b><font face="" size="4">Microbiota intestinal e obesidade infantil &ndash; uma revis&atilde;o narrativa</font></b></p>      <p><strong>Intestinal Microbiota and Chid obesity - A review</strong></p>     <p><strong>Daniela Carvalho<sup>1*</sup>; Ana Faria<sup>1</sup>; Helena Loureiro<sup>1</sup></strong></p>     <p><sup>1</sup>Escola Superior de Tecnologia da Sa&uacute;de de Coimbra do Instituto Polit&eacute;cnico de Coimbra, Rua 5 de Outubro - SM Bispo, Apartado 7006, 3046-854 Coimbra, Portugal</p> <a href="#c0">Endere&#231;o para correspond&#234;ncia</a><a name="topc0"></a></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>RESUMO</strong></p>     <p>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O: A composi&ccedil;&atilde;o da microbiota intestinal tem sido cada vez mais apontada como um fator preponderante para a obesidade, nomeadamente a obesidade infantil, uma vez que a inf&acirc;ncia &eacute; um per&iacute;odo cr&iacute;tico para o desenvolvimento das bact&eacute;rias colonizadoras do intestino.</p>     <p>OBJETIVOS: O objetivo deste trabalho &eacute; realizar uma revis&atilde;o narrativa, de forma a verificar as diferen&ccedil;as na composi&ccedil;&atilde;o da microbiota intestinal das crian&ccedil;as e adolescentes com excesso de peso/obesidade comparativamente &agrave;s normoponderais, atrav&eacute;s da an&aacute;lise de artigos cient&iacute;ficos, de interven&ccedil;&atilde;o e de observa&ccedil;&atilde;o, com foco no papel da microbiota intestinal na idade pedi&aacute;trica.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>METODOLOGIA: Foi efetuada uma recolha e an&aacute;lise de artigos, sendo que foram selecionados 14 artigos para comporem esta revis&atilde;o.</p>     <p>RESULTADOS: O aumento do r&aacute;cio firmicutes/bacteroidetes est&aacute; associado ao aumento do peso/&iacute;ndice de massa corporal infantil. Verifica-se tamb&eacute;m que tanto a diversidade como a quantidade total de bact&eacute;rias no intestino, variam de acordo com o peso corporal e que fatores como a dieta, suplementa&ccedil;&atilde;o em probi&oacute;ticos e antibi&oacute;ticos podem ter um papel preponderante na forma&ccedil;&atilde;o da microbiota intestinal infantil.</p>     <p>CONCLUSÃ•ES: A informa&ccedil;&atilde;o analisada sugere que existe uma associa&ccedil;&atilde;o entre a composi&ccedil;&atilde;o da microbiota intestinal e o peso corporal. Contudo, ainda s&atilde;o poucos os estudos existentes para poder reconhecer de forma clara e precisa o papel da microbiota intestinal na etiologia da obesidade infantil.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>Palavras-chave</strong></p>     <p>Microbiota intestinal, Obesidade infantil</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>Abstract</strong></p>     <p>INTRODUCTION: The composition of the intestinal microbiota has been increasingly pointed as a major factor for obesity, particularly in childhood obesity since childhood is a critical period for the development of colonizing bacteria in the gut.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>OBJECTIVES: The aim of this study is to carry out a narrative review, in order to verify differences in the composition of the intestinal microbiota of children and adolescents with overweight/obesity compared to normal weight, through the analysis of scientific articles, interventions and observations, focusing on the role of intestinal microbiota in pediatric age.</p>     <p>METHODOLOGY: A selection and analysis of articles was performed, and 14 articles were selected to compose this review.</p>     <p>RESULTS: The group of bacteria most associated with weight gain / body mass index in children are bacteroidetes and firmicutes. It is also found that diversification and bacterial quantification of the intestinal microbiota vary according to body weight, and that factors such as diet, probiotic supplementation and antibiotics may have a major role in the formation of childhood intestinal microbiota.</p>     <p>CONCLUSIONS: The analyzed information suggests that there is an association between intestinal microbiota composition and body weight. However, there are still few studies to be able to clearly and precisely recognize the role of intestinal microbiota in the etiology of childhood obesity.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>Keywords</strong></p>     <p>Intestinal Microbiota, Childhood obesity</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</strong></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A obesidade &eacute; atualmente considerada uma das maiores problem&aacute;ticas da sa&uacute;de p&uacute;blica, estando associada ao aparecimento de m&uacute;ltiplas patologias (1). Um fator bastante preocupante &eacute; o aumento da obesidade infantil, fator de risco para obesidade em idade adulta e, que tem aumentado nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas (1).</p>     <p>Mais recentemente, algumas investiga&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas t&ecirc;m apontado para diferen&ccedil;as significativas que ocorrem na composi&ccedil;&atilde;o da microbiota intestinal em crian&ccedil;as obesas e n&atilde;o obesas. A microbiota intestinal &eacute; o conjunto de microrganismos que habitam o trato gastrointestinal e que influenciam o balan&ccedil;o energ&eacute;tico, produzindo &aacute;cidos gordos de cadeia curta (AGCC) a partir da digest&atilde;o de polissacar&iacute;deos (1, 2). A composi&ccedil;&atilde;o dessa comunidade microbiana depende do hospedeiro, mas tamb&eacute;m pode ser modificada por fatores ex&oacute;genos e end&oacute;genos. No que diz respeito ao hospedeiro, essas bact&eacute;rias s&atilde;o simbi&oacute;ticas e desempenham um papel importante nos processos fisiol&oacute;gicos (ex.: digest&atilde;o), ou podem intervir no metabolismo (podem aumentar a produ&ccedil;&atilde;o de energia a partir da dieta). Todos esses processos est&atilde;o envolvidos na obesidade e dist&uacute;rbios metab&oacute;licos (1).</p>     <p>A inf&acirc;ncia &eacute; um per&iacute;odo cr&iacute;tico no desenvolvimento das bact&eacute;rias colonizadoras do intestino, com um aumento gradual da coloniza&ccedil;&atilde;o de Bacteroidetes a partir do momento do nascimento (3). A composi&ccedil;&atilde;o da microbiota intestinal &eacute; definida nesta altura e evolui at&eacute; aos 3 anos de idade, permanecendo constante durante a vida, sendo que alguns fatores podem alter&aacute;-la temporariamente, como os antibi&oacute;ticos e a alimenta&ccedil;&atilde;o (2).</p>     <p>A maioria das bact&eacute;rias presentes no intestino pertence a um dos seguintes filos: Bacteroidetes, Firmicutes, Actinobacteria, Proteobacteria e Verrucomicrobia. Os principais filos s&atilde;o os Firmicutes e os Bacteroidetes aos quais pertencem 90% das bact&eacute;rias do intestino.</p>     <p>A composi&ccedil;&atilde;o da diversidade bacteriana aparenta mudar entre eutotr&oacute;ficos e obesos (1). Desta forma, o objetivo deste trabalho &eacute; realizar uma revis&atilde;o acerca da associa&ccedil;&atilde;o entre a microbiota intestinal e o peso corporal.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>METODOLOGIA</strong></p>     <p>Foi realizada uma revis&atilde;o da literatura atrav&eacute;s da base de dados Pubmed. O limite temporal para a pesquisa dos artigos cient&iacute;ficos foi de 10 anos (artigos publicados desde abril de 2009 at&eacute; abril 2019).</p>     <p>Tendo em conta o objetivo desta revis&atilde;o, de forma a aumentar a efici&ecirc;ncia da pesquisa e obter todos os sin&oacute;nimos reunidos num s&oacute; descritor, a pesquisa foi realizada recorrendo ao MeSH. Desta forma as palavras-chaves usadas foram: &ldquo;Gastrointestinal Microbiome&rdquo; e &ldquo;Pediatric Obesity&rdquo;, recorrendo ao operador booleano AND. No entanto, tendo em conta que artigos mais recentes que d&atilde;o entrada na Pubmed podem ainda n&atilde;o ter termos MeSH atribu&iacute;dos, foi realizada pesquisa (com limite temporal &ldquo;&uacute;ltimo m&ecirc;s&rdquo;) com as seguintes palavras chaves: &ldquo;gut microbiota&rdquo;, &ldquo;gastrointestinal microbiota&rdquo;, &ldquo;intestinal microbiota&rdquo;, &ldquo;gut microbiome&rdquo;, &ldquo;gastrointestinal microbiome&rdquo;, &ldquo;intestinal microbiome&rdquo;, &ldquo;child obesity&rdquo;, &ldquo;infant obesity&rdquo;, &ldquo;adolescente obesity&rdquo; e, para facilitar a pesquisa foram usados operadores l&oacute;gicos booleanos como a truncatura (*) e o AND.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><strong>RESULTADOS</strong></p>     <p>No total foram encontrados 38 artigos, sem duplicados, dos quais foram exclu&iacute;dos 24 por serem artigos de revis&atilde;o e/ou artigos cujo objetivo n&atilde;o era a rela&ccedil;&atilde;o entre a microbiota intestinal e a obesidade infantil. Em suma, no final da pesquisa foram selecionados 14 artigos para compor esta revis&atilde;o. A <a href ="/img/revistas/apn/n21/n21a08t1.jpg">Tabela 1</a>, apresenta uma s&iacute;ntese dos estudos inclu&iacute;do nesta revis&atilde;o.</p>     
<p>Dos 14 estudos, 3 foram de interven&ccedil;&atilde;o e os restantes de observa&ccedil;&atilde;o. Verifica-se que tanto a diversidade como a quantidade total de bact&eacute;rias no intestino variam de acordo com o peso corporal e que fatores como a dieta, suplementa&ccedil;&atilde;o (probi&oacute;ticos) e antibi&oacute;ticos podem ter um papel na forma&ccedil;&atilde;o da microbiota intestinal infantil.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>AN&Aacute;LISE CR&Iacute;TICA</strong></p>     <p>A necessidade de clarifica&ccedil;&atilde;o do papel da microbiota intestinal no ganho de peso, nomeadamente desde a inf&acirc;ncia, tem motivado a realiza&ccedil;&atilde;o de diferentes estudos nos &uacute;ltimos anos.</p>     <p>Nesta revis&atilde;o, verificou-se que o grupo de bact&eacute;rias mais associado ao aumento do peso/IMC infantil s&atilde;o os bacteroidetes (4&ndash;7) e os firmicutes (5, 7&ndash;9).</p>     <p>A presen&ccedil;a de Lactobacillus foi associada a um maior IMC (5, 7, 10), exceto em um estudo (4), enquanto que a de Staphylococcus foi relacionado a um menor IMC (5). Quanto &agrave;s Bifidobacterias, microorganismos reconhecidos pelo seu papel ben&eacute;fico na microbiota intestinal, nos estudos que quantificaram este grupo, verificou-se um baixo n&iacute;vel nas crian&ccedil;as com excesso de peso/obesidade (11) (no entanto, num estudo (4) no processo de perda de peso houve uma diminui&ccedil;&atilde;o deste grupo) e um aumento no estudo de Hou et al (12), no processo de perda de peso.</p>     <p>Alguns fatores de risco considerados para ganho de peso t&ecirc;m sido considerados. A suplementa&ccedil;&atilde;o com probi&oacute;ticos (10) demonstrou uma associa&ccedil;&atilde;o positiva entre o n&uacute;mero de Bifidobact&eacute;rias e peso corporal. Outro fator de risco considerado foi a toma de antibi&oacute;ticos que, segundo o estudo de Bai et al (10) diminui a diversidade bacteriana da microbiota intestinal.</p>     <p>Embora esta revis&atilde;o forne&ccedil;a informa&ccedil;&otilde;es &uacute;teis sobre a microbiota intestinal e a obesidade na popula&ccedil;&atilde;o pedi&aacute;trica, como, por exemplo, verificar-se que a composi&ccedil;&atilde;o da microbiota intestinal difere de acordo com o peso corporal (crian&ccedil;as normoponderais versus crian&ccedil;as com excesso de peso/obesidade), s&atilde;o ainda poucos os estudos existentes nesta tem&aacute;tica com uma amostra significativa para poder reconhecer de forma clara e precisa o papel da microbiota intestinal na etiologia da obesidade infantil.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><strong>CONCLUS&Otilde;ES</strong></p>     <p>Parece existir uma associa&ccedil;&atilde;o entre a composi&ccedil;&atilde;o da microbiota intestinal e o peso corporal e, que os filos bacterianos mais estudados e com maior evid&ecirc;ncia de associa&ccedil;&atilde;o com o excesso de peso/obesidade s&atilde;o os Firmicutes e os Bacteroidetes.</p>     <p>No entanto, dado o limitado n&uacute;mero de publica&ccedil;&otilde;es que avaliam esses filos completos e com amostras significativas, ser&atilde;o necess&aacute;rios mais estudos para compreender de forma precisa a rela&ccedil;&atilde;o entre a microbiota intestinal e a obesidade e mais ensaios cl&iacute;nicos de car&aacute;ter intervencional.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</strong></p> <ol>     <li>Castaner O, Goday A, Park YM, Lee SH, Magkos F, Shiow SATE, et al. The gut microbiome profile in obesity: A systematic review. Int J Endocrinol. 2018;2018.</li>     <li>Oliveira RCS, Coelho PMB de S, Estevan M del CL. Does microbiota influence the risk of childhood obesity? Rev Esp Nutr Humana y Diet. 2018;22(2):157&ndash;68.</li>     <li>Koleva PT, Bridgman SL, Kozyrskyj AL. The infant gut microbiome: Evidence for obesity risk and dietary intervention. Nutrients. 2015;7(4):2237&ndash;60.</li>     <li>Santacruz A, Marcos A, W&auml;rnberg J, Mart&iacute; A, Martin-Matillas M, Campoy C, et al. Interplay between weight loss and gut microbiota composition in overweight adolescents. Obesity [Internet]. 2009;17(10):1906&ndash;15. Available from: <a href="http://dx.doi.org/10.1038/oby.2009.112" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1038/oby.2009.112</a>.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>Bervoets L, Van Hoorenbeeck K, Kortleven I, Van Noten C, Hens N, Vael C, et al. Differences in gut microbiota composition between obese and lean children: A cross-sectional study. Gut Pathog. 2013;5(1):1&ndash;10.</li>     <li>L&oacute;pez-Contreras BE, Mor&aacute;n-Ramos S, Villarruel-V&aacute;zquez R, Mac&iacute;as-Kauffer L, Villamil-Ram&iacute;rez H, Le&oacute;n-Mimila P, et al. Composition of gut microbiota in obese and normal-weight Mexican school-age children and its association with metabolic traits. Pediatr Obes. 2018;13(6):381&ndash;8.</li>     <li>Nirmalkar K, Murugesan S, Pizano-Z&aacute;rate ML, Villalobos-Flores LE, Garc&iacute;a-Gonz&aacute;lez C, Morales-Hern&aacute;ndez RM, et al. Gut microbiota and endothelial dysfunction markers in obese Mexican children and adolescents. Nutrients. 2018;10(12).</li>     <li>Riva A, Borgo F, Lassandro C, Verduci E, Morace G, Borghi E, et al. Pediatric obesity is associated with an altered gut microbiota and discordant shifts in Firmicutes populations. Environ Microbiol. 2017;19(1):95&ndash;105.</li>     <li>Stanislawski MA, Dabelea D, Wagner BD, Iszatt N, Dahl C, Sontag MK, et al. Gut Microbiota in the First 2 Years of Life and the Association with Body Mass Index at Age 12 in a Norwegian Birth Cohort. MBio. 2018;9(5):1&ndash;14.</li>     <li>Bai J, Hu Y, Bruner DW. Composition of gut microbiota and its association with body mass index and lifestyle factors in a cohort of 7&ndash;18 years old children from the American Gut Project. Pediatr Obes. 2019;14(4).</li>     <li>Gao X, Jia R, Xie L, Kuang L, Feng L, Wan C. Obesity in school-aged children and its correlation with Gut E.coli and Bifidobacteria: A case-control study. BMC Pediatr [Internet]. 2015;15(1):1&ndash;4.</li>     <li>Hou YP, He QQ, Ouyang HM, Peng HS, Wang Q, Li J, et al. Human Gut Microbiota Associated with Obesity in Chinese Children and Adolescents. Biomed Res Int. 2017;2017.</li>     <li>Smith-Brown P, Morrison M, Krause L, Davies PSW. Male-specific association between fat-free mass index and fecal microbiota in 2- to 3-year-old Australian children. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 2018;66(1):147&ndash;51.</li>     <li>Balamurugan R, George G, Kabeerdoss J, Hepsiba J, Chandragunasekaran AMS, Ramakrishna BS. Quantitative differences in intestinal Faecalibacterium prausnitzii in obese Indian children. Br J Nutr. 2010;103(3):335&ndash;8.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>Karlsson CLJ, &Ouml;nnerf&auml;lt J, Xu J, Molin G, Ahrn&eacute; S, Thorngren-Jerneck K. The microbiota of the gut in preschool children with normal and excessive body weight. Obesity. 2012;20(11):2257&ndash;61.</li>     <li>Xu P, Li M, Zhang J, Zhang T. Correlation of intestinal microbiota with overweight and obesity in Kazakh school children. BMC Microbiol. 2012;12.</li>     <li>Hollister EB, Foster BA, Dahdouli M, Ramirez J, Lai Z. Characterization of the Stool Microbiome in Hispanic Preschool Children by Weight Status and Time. Child Obes. 2018;14(2):122&ndash;30.</li>     </ol>     <p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>  <b><a href="#topc0">Endere&#231;o para correspond&#234;ncia</a><a name="c0"></a></b>     <p>Daniela Carvalho</p>     <p>Urbaniza&ccedil;&atilde;o da Maligueira, lote 9 - 5&ordm;C , 2415-341 Leiria, Portugal</p>     <p><a href="mailto:dani.romina@hotmail.com">dani.romina@hotmail.com</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Recebido a 28 de janeiro de 2020</p>     <p>Aceite a 30 de junho de 2020</p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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